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View Full Version : Bolha Imobiliária - Brasil



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Fullgencio
May 19, 2011, 1:31 PM
Ações de construtoras despencam na Bolsa de Valores

A Bolsa trabalhou instável durante boa parte do dia ontem até a divulgação da minuta da última reunião do FED, banco central norte-americano, que acabou tirando a confiança dos investidores nacionais.

O FED acredita que a economia dos EUA irá crescer menos do que o previsto e com inflação mais alta.

A partir da publicação da minuta do FED o índice Ibovespa entrou em campo negativo tendo como destaques de baixa as ações do setor de construção civil.

As ações da Rossi Residencial (RSID3) sofreram a segunda maior queda do Ibovespa no dia, com desvalorização de 5,4%.

Em seguida ficaram as ações da PDG Realty (PDGR3), com baixa de 5,3%.

Os papéis da Cyrela (CYRE3) fecharam em queda de 4,8% depois de pressionadas pela redução de 50% nos lucros líquidos do primeiro trimestre deste ano.

Os analistas acreditam que o movimento foi de correção, após diversos ganhos acumulados no setor nos últimos dias.

Eles entendem que assim que o sentimento de incerteza passar, o setor deverá continuar acumulando ganhos com a continuidade do crescimento da economia brasileira.

http://blogs.advfn.com/wp-content/blogs.dir/00/2011/05/ibov-vs-imob-300x185.gif

Fonte (http://blogs.advfn.com/noticias/destaque/setor-imobiliario-na-bolsa-o-que-aconteceu-com-as-acoes-ontem)

MAMUTE
May 20, 2011, 6:09 AM
Para presidente da Caixa, não há bolha especulativa imobiliária


Os feirões da Casa Própria vão mostrar que não há bolha especulativa no mercado imobiliário, afirmou o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda.

"O mercado se autorregula e não é possível reajustar o imóvel acima da capacidade que o mercado tem de absorver, então isso se equilibra", explicou Hereda nesta sexta-feira (13), durante cerimônia de abertura do Feirão em São Paulo. Entretanto, conforme publicado pela Agência Brasil, ele reconhece que o aumento dos preços pode prejudicar o acesso de algumas famílias à moradia.

O presidente da Caixa citou como exemplo os preços dos imóveis em anúncios de jornais, que funcionam como base para negociação, mas acabam caindo, quando o negócio é fechado.

Feirão
O Feirão da Casa Própria, realizado pela Caixa, começou nesta sexta-feira (13) e acontecerá em 13 cidades do País até o dia 12 de junho.

Hereda espera que as vendas ao menos repitam o resultado de 2010, quando foram negociados R$ 8,4 bilhões em imóveis, em 93 mil contratos. Este ano estão à venda 450 mil imóveis novos, usados e em construção.

Setor imobiliário
De acordo com o presidente do banco, até o dia 6 de maio, a Caixa fechou contratos no valor de R$ 21,5 bilhões, montante igual ao registrado no mesmo período de 2010.

A previsã é de que, no próximo semestre, o mercado esteja ainda mais aquecido, com as vendas vinculadas ao programa Minha Casa, Minha Vida.

"Os prazos de até 30 anos e juros reduzidos facilitam o acesso à moradia e a tendência é ampliar esses negócios", concluiu Hereda.












http://www.imobiliariasim.com/?op=noticias&id=265

Ladeira
May 20, 2011, 2:41 PM
Falar sobre bolha é complicado. Nínguem sabe ao certo se virá, quando e de que forma.

Eu acredito em um tipo de bolha.

"" Investidores "" que compram com baixa captação ( 25/75; 30/70 etc ) e que tem a esperança de vender ágio....
Esses vão acabar se sufocando.

Agora...Os que compram com uma captação adequada, e esperam a valorização com um prazo de tempo maior, certamente terão maiores chances de sair no lucro.


Ex:

Imóvel de 500.000,00
Pessoa faz proposta com 25% de captação e financia 75%.
As mensais do financiamento podem ser um pouco pesadas com o passar do tempo por causa da cobrança de juros.

A mesma pessoa consegue fazer uma captação de 50% e financiar o resto. Ela consegue alugar ou vender o imóvel com maior facilidade e o financiamento não vai pesar tanto no bolso.

Passou a época de especuladores querendo ganhar muito dinheiro com ágio.
O mercado não funciona mais para esse tipo de pessoa....

MAMUTE
May 20, 2011, 2:52 PM
:previous:seja bem vindo:cheers:

Ladeira
May 20, 2011, 6:06 PM
Obrigado Mamute!
O que você achou do que falei ? Concorda ou tem outro ponto de vista ?
Abs.

MAMUTE
May 20, 2011, 9:22 PM
:previous::previous: Eu também acredito que temos pequenas bolhas (nada muito alarmante por enquanto), tipo a de Kit's, essa pra mim é a que mais tem rissco de estourar, já que, paga-se muito, a oferta é maior que a demanda e tem muitos "investidores" Querendo lucrar, daí já sabe né, em algum momento isso vai dar merd@...

Outra ocasião que pode ocorrer bolha é justamente a que voçê citou, INVESTIDORES, querem lucrar a curto prazo repassando o ágio, isso tem um risco enorme, veja o caso do park sul, o tanto de anúncios de pessoas repassando o ágio em diversos sites especializados em imóveis...

Os primeiro que compraram lá tiveram um bom lucro, agora o movimento e o seguinte, vender sem lucro algum para não ficar com o mico na mão, se a situação piorar o jeito será ter prejuízo mesmo:yuck:

Espartano_bsb
May 20, 2011, 11:51 PM
Falar sobre bolha é complicado. Nínguem sabe ao certo se virá, quando e de que forma.

Eu acredito em um tipo de bolha.

"" Investidores "" que compram com baixa captação ( 25/75; 30/70 etc ) e que tem a esperança de vender ágio....
Esses vão acabar se sufocando.

Agora...Os que compram com uma captação adequada, e esperam a valorização com um prazo de tempo maior, certamente terão maiores chances de sair no lucro.



Também estou acreditando na bolha dos ágios. Veremos muita gente perdendo dinheiro, principalmente quem está trabalhando com um horizonte relativamente curto. Para os investidores de longo prazo, apenas uma turbulência momentânea. No caso de Brasília, quem está investindo no Plano Piloto sentirá menos essa trepidação.

Alguém já notou alguma queda/estabilização dos preços dos imóveis? Não vejo mais aquela valorização insana que estava ocorrendo.

Fullgencio
May 21, 2011, 3:13 AM
Também estou acreditando na bolha dos ágios. Veremos muita gente perdendo dinheiro, principalmente quem está trabalhando com um horizonte relativamente curto. Para os investidores de longo prazo, apenas uma turbulência momentânea. No caso de Brasília, quem está investindo no Plano Piloto sentirá menos essa trepidação.

Alguém já notou alguma queda/estabilização dos preços dos imóveis? Não vejo mais aquela valorização insana que estava ocorrendo.

Aquelas valorizações insanas que ocorreram de 2007 até 2010 realmente parou. O preços estão um pouco estabilizados, e, em certas regiões com excesso de oferta, como Águas Claras, por exemplo, até mesmo queda de preço.

Acho que se não ocorrerem aumentos de salários do funcionalismo, então os preços tendem a se estabilizar por um tempo.

Fullgencio
May 21, 2011, 3:19 AM
Falar sobre bolha é complicado. Nínguem sabe ao certo se virá, quando e de que forma.

Eu acredito em um tipo de bolha.

"" Investidores "" que compram com baixa captação ( 25/75; 30/70 etc ) e que tem a esperança de vender ágio....
Esses vão acabar se sufocando.

Agora...Os que compram com uma captação adequada, e esperam a valorização com um prazo de tempo maior, certamente terão maiores chances de sair no lucro.

O problema da captação baixa é que o INCC acaba elevando muito o saldo devedor. Mas, por exemplo, no Plano Piloto, por exemplo, acredito que a curva de valorização, apesar de menor que nos últimos anos, deve ficar acima do INCC em bases anuais. Então sempre haverá algum ganho.

Agora, sobre "bolha" imobiliária mesmo, como aconteceu nos EUA, duvido muito que exista no Brasil. As pessoas falam em "bolha" em função de preços de aluguéis baratos em relação aos preços dos imóveis, mas se esquecem de falar que o preço dos aluguéis demora muito mais para se mover que o dos imóveis, pois são contratos de 30 meses.

E o fato é que os aluguéis estão subindo em Brasilia. Acho que irão encontrar os preços atuais de imóveis e se estabilizar em 0,4% ou 0,5%.




Imóvel de 500.000,00
Pessoa faz proposta com 25% de captação e financia 75%.
As mensais do financiamento podem ser um pouco pesadas com o passar do tempo por causa da cobrança de juros.

A mesma pessoa consegue fazer uma captação de 50% e financiar o resto. Ela consegue alugar ou vender o imóvel com maior facilidade e o financiamento não vai pesar tanto no bolso.

Passou a época de especuladores querendo ganhar muito dinheiro com ágio.
O mercado não funciona mais para esse tipo de pessoa....

Também acho que quem compra exclusivamente pensando em vender o ágio depois pode se complicar, sobretudo se não tiver dinheiro para as chaves.

Espartano_bsb
May 22, 2011, 1:34 PM
Novamente uma leva de matérias pagas sobre o mercado imobiliário veiculadas nos jornais da cidade. Dessa vez, um executivo da Construtora Paulo Otávio repetiu o mantra que investir em imóveis ainda é um excelente negócio. Como sabemos, existem casos e casos.

Para desespero do pesquisador, também saiu uma matéria dos flats ou residenciais com serviços. Falam que pelo menos 3000 unidade serão lançadas no próximo ano.

Espartano_bsb
May 22, 2011, 1:35 PM
post duplo

emblazius
May 22, 2011, 1:40 PM
Novamente uma leva de matérias pagas sobre o mercado imobiliário veiculadas nos jornais da cidade. Dessa vez, um executivo da Construtora Paulo Otávio repetiu o mantra que investir em imóveis ainda é um excelente negócio. Como sabemos, existem casos e casos.

Para desespero do pesquisador, também saiu uma matéria dos flats ou residenciais com serviços. Falam que pelo menos 3000 unidade serão lançadas no próximo ano.

:previous:Ta repreendido em nome de Jesus todo poderoso:previous:

MAMUTE
May 22, 2011, 10:05 PM
Mais de 33 mil pessoas já visitaram o Feirão da Casa Própria


Até o meio-dia deste domingo (22/5), mais de 33 mil pessoas visitaram o 7ª Feirão da Casa Própria, no Centro de Convenções, com a esperança de comprar um dos 15.028 imóveis oferecidos no Distrito Federal (DF) e cidades do Entorno. A maioria deles atende às condições do programa Minha Casa, Minha Vida, dedicado às famílias com renda mensal até dez salários mínimos.

Promovido pela Caixa Econômica Federal, o feirão reúne no mesmo lugar representantes de todo o segmento da habitação: construtoras, corretores, cartórios e técnicos da própria Caixa, responsáveis por analisar e autorizar os financiamentos. “Tem toda a infraestrutura necessária para fechamento do negócio”, disse o superintendente regional da Caixa, Elicio Lima. Nos dois primeiros dias do feirão, foram efetivados financiamentos no valor de R$ 427 milhões. “A movimentação atende inteiramente às nossas expectativas”, acrescentou Lima. No DF, o evento começou na última sexta-feira (20) e termina hoje.

Segundo o superintendente, o Feirão da Casa Própria “é uma fórmula que tem dado certo” em todas as cidades onde é realizado. No fim de semana passado (de 13 a 15), foram fechados negócios superiores a R$ 4,5 bilhões em São Paulo, Salvador, Fortaleza, Curitiba e Uberlândia. Além de Brasília, o feirão está sendo realizado neste fim de semana no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Campinas. “Temos informações de que está sendo bem-sucedido em todos os lugares”, afirmou Elicio Lima.

No evento em Brasília, o casal Francisco Fábio e Arlete Bezerra conseguiu comprar uma casa em Formosa (GO) – a 100 quilômetros da capital federal – para mudança imediata com os dois filhos. Com isso, a família poderá deixar a casa de parentes. Também foram ao feirão com esperança de fechar negócio Izaias Machado e sua mulher Patrícia, que na manhã de hoje faziam simulações de financiamento para a compra de um apartamento de dois quartos em Valparaíso (GO) – na divisa com o DF – avaliado em R$ 150 mil, para onde pretendem se mudar com os quatro filhos.

Elicio Lima disse que o Feirão de Brasília oferece imóveis avaliados entre R$ 60 mil e R$ 6 milhões. Mas a maioria das 2.987 unidades usadas e dos 12.041 imóveis novos ou na planta está abaixo de R$ 170 mil, com ênfase no Minha Casa, Minha Vida – programa do governo federal criado em 2008 para reduzir o déficit habitacional do país.

Segundo ele, além do impulso da venda nos feirões, programados também para Belém (de 3 a 5 de junho) e Florianópolis (de 10 a 12 de junho), os financiamentos habitacionais têm aumentado em todas as regiões, facilitados pelas simulações que qualquer um pode fazer no site da Caixa. Só no primeiro trimestre deste ano, o banco fechou 226.381 contratos, no valor de R$ 14,7 bilhões, viabilizados, em grande parte, pelos 11 milhões de simulações em média por mês.












http://correiobraziliense.lugarcerto.com.br/app/noticia/ultimas/2011/05/22/interna_ultimas,44777/mais-de-33-mil-pessoas-ja-visitaram-o-feirao-da-casa-propria.shtml

MAMUTE
May 23, 2011, 1:22 AM
Feirão da Casa Própria movimenta R$ 827 milhões e recebe 41,5 mil pessoas


Cerca de R$ 827 milhões em contratos assinados e encaminhados foram movimentados na 7ª edição do Feirão da Casa Própria em Brasília, que terminou neste domingo (22/5), de acordo com informações da Caixa Econômica Federal. Ainda segundo a Caixa, o valor supera os R$ 700 milhões movimentados na edição de 2010 do Feirão.

O evento, realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, recebeu 41.527 pessoas desde a sexta-feira (20/5), primeiro dia do evento. Este ano, a Caixa ofereceu ofereceu financiamento para a compra dos 15 mil imóveis disponíveis (foram 2.987 imóveis usados e 12.041 novos ou na planta).







http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/05/22/interna_cidadesdf,253350/feirao-da-casa-propria-movimenta-r-827-milhoes-e-recebe-41-5-mil-pessoas.shtml

MAMUTE
May 23, 2011, 1:29 AM
:previous::previous:Bateu o recorde da edição anterior, agora a dúvida, bolha???

Fullgencio
May 23, 2011, 2:32 AM
Matéria paga
VVVVVVVVVVVVVV


Imóveis podem servir de moradia ou garantir uma renda extra com o aluguel para terceiros. Tudo depende do valor cobrado mensalmente cuja variação é de R$ 2 mil a R$ 6,5 mil, e dos serviços incluídos

Julia Borba
Publicação: 22/05/2011 15:00 Atualização: 22/05/2011 11:25
O mercado imobiliário de Brasília investe cada vez mais em modelos de empreendimentos que incluem serviços de hotelaria, como troca e lavagem da roupa de cama, equipe de segurança e manutenção. Estima-se que o número de flats, também conhecidos como apart hotéis, possa dobrar em um prazo de seis anos. Está prevista a construção de 5,1 mil unidades nestes moldes na cidade. Destes, 3 mil devem ficar prontas a tempo de receber os turistas que vierem para a Copa do Mundo, em 2014, de acordo com a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi).

As novas unidades também pretendem atender os trabalhadores de outros estados, brasilienses em dias úteis, que passam curtos períodos na cidade e voltam para casa nos fins de semana. Para Adalberto Valadão, presidente da Ademi, há um crescente interesse também entre os moradores da cidade em dispor, todos os dias, dos serviços oferecidos em um hotel. Como a renda per capita de Brasília é a mais alta do país, os moradores teriam recursos suficientes para custear o aluguel dos flats, que varia de R$ 2 mil a R$ 6.500. “O mercado aqui é muito grande. Como o poder aquisitivo é elevado, os possíveis moradores são profissionais liberais, pessoas divorciadas, casais novos que estão começando a vida, profissionais que vêm sozinhos para Brasília em busca de serviço”, completa Valadão.

Normalmente, os valores mais caros são também os que oferecem mais vantagens para os hóspedes ou moradores. Além de abranger tarifas básicas, como as contas de água e de luz, também faz parte do pacote acesso à internet, serviço de limpeza e camareira, a inclusão dos lençóis e toalhas, café da manhã, segurança, recepcionista e atendimento estendido da cozinha e dos técnicos em manutenção. Há ainda a área de lazer, que pode oferecer de academia e piscina a sauna e quadras de esportes.

De olho na oportunidade de fazer da ideia uma forma de investimento, a assistente social Moema Vieira e o marido decidiram comprar uma unidade ainda na fase de construção, no ano passado. “O retorno parece ser garantido. O prédio fica no Plano Piloto e tem uma vista privilegiada. Além da valorização, prevemos grande rotatividade entre os inquilinos e, aderindo ao pool, nunca ficaremos no prejuízo”, acredita a proprietária.


Nayana (E) e Moema: as duas compraram flats para alugar e garantir uma renda extra no fim do mês
Motivada pela decisão da amiga, a psicóloga Nayana Martins, de 28 anos, também resolveu comprar um imóvel no mesmo prédio. O investimento, feito por ela e pelo noivo, servirá como terceira fonte de renda para os dois durante os primeiros anos de casados. “Devemos cobrar pouco mais de R$ 2 mil por mês. Com esse dinheiro, vamos alugar um apartamento maior no centro da cidade. O preço é equivalente, mas o que muda são os serviços. Quem vive em um flat tem mais facilidades à mão. Além disso, todas as unidades são mobiliadas e decoradas de acordo com um padrão específico”, afirma ela.

De acordo com o presidente do Secovi, Carlos Hiran, o aumento do interesse pelos imóveis que servem como hospedagem não ocorre apenas na capital federal. Com a proximidade dos grandes jogos esportivos que serão sediados no país — a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro —, a preocupação com o aumento no número de turistas e com o atendimento que será oferecido a eles passou a ser nacional. “Para quem pretende explorar essas datas, as oportunidades são diversas. Aqui na capital, a taxa de ocupação dos hotéis é altíssima, uma das maiores no país. Por isso, os flats certamente servirão como alternativas para quem vier passar alguns dias na cidade”, diz.


Prédio de apart hotéis no Setor Hoteleiro Norte: 5,1 mil novas unidades

Investidores
A versatilidade do mercado brasiliense, no entanto, impõe mais ritmo aos investidores, que ainda estão considerando os prós e contras de lançar mão de altos valores para comprar a própria unidade em um hotel ou prédio exclusivo de apart hotéis. Para Ana Paula Faure, diretora geral da empresa Hplus, de administração e hotelaria, a demanda na cidade e a quantidade de projetos em construção apontavam para essa oportunidade há oito anos. Agora, no entanto, as aplicações mais lucrativas podem tomar outro rumo. “Depois de todos esses edifícios prontos, a demanda estará atendida. A partir desse ponto, prevemos uma retomada nos investimentos da hotelaria convencional”, afirma.

Além do risco de se deparar com um mercado saturado, quem pretende comprar um imóvel deste perfil apenas como forma de aplicar o dinheiro também acaba ficando tentado a fechar contratos mais longos, em média maiores que três meses. Apesar de ser uma prática comum e, por vezes, vantajosa para o proprietário, os períodos de alta temporada não podem ser aproveitados. A desvantagem desta limitação é não poder subir o preço e ampliar o lucro durante os períodos de maior procura. Obrigados a manter o acordo, a perda potencial chega a 300% sobre o valor da diária, segundo Ana Paula.

Para donos ou futuros proprietários de flats, há ainda algumas outras desvantagens que devem ser levadas em consideração, como o preço do condomínio, em geral superior ao de um prédio residencial. Para fazer o cálculo de quanto será o gasto no fim do mês, deve-se levar em conta a área total do imóvel, o tamanho do espaço de convivência, as atividades e os serviços oferecidos. Quanto menor o leque de opções, menor será o boleto. De qualquer forma, algumas taxas — como luz, água, energia e serviço de limpeza — estarão sempre incluídas na lista de gastos fixos. Os valores podem variar, em média, de R$ 600 a R$ 2 mil.

O abismo entre a cobrança mínima e máxima pode ser justificado pela tendência do mercado em manter parte do luxo de se morar em um flat como opções pagas à parte, ou pay per use, como ficou conhecida na modalidade. A internet, o serviço de limpeza, a lavanderia e a TV a cabo, por exemplo, estariam sempre disponíveis, contanto que os interessados autorizem que os custos sejam debitados sobre o valor pago mensalmente.

Fique atento
Veja quais serviços podem ser incluídos no condomínio mensal de um flat

» Tarifas básicas, como as
contas de água e de luz

» Acesso à internet

» Serviços de limpeza e
arrumação do quarto

» Roupa de cama
e banho
» Café da manhã

» Segurança

» Recepcionista

» Manutenção predial

» Área de lazer, incluindo academia, piscina, sauna e quadras de esportes

Fonte (http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/05/22/interna_cidadesdf,253258/mercado-imobiliario-investe-alto-na-construcao-de-apart-hoteis.shtml)

MAMUTE
May 23, 2011, 2:55 AM
Matéria paga [2]:yes:

emblazius
May 23, 2011, 4:42 AM
Comédia né!!!

MAMUTE
May 24, 2011, 7:49 PM
Brasilienses firmaram 3,7 mil contratos no Feirão da Casa Própria


Os brasilienses estão comprando imóveis cada vez mais caros. Durante os três dias do Feirão da Casa Própria, que acabou no domingo, foram firmados 3,7 mil contratos, negociados pelo equivalente a R$ 827 milhões. Em 2010, o número de acordos chegou a 13 mil, mas as negociações representaram R$ 735 milhões.

Este ano, participaram da exposição, 80 construtoras e 40 imobiliárias, com 15 mil imóveis em oferta no Distrito Federal e Entorno. O balanço divulgado pela Caixa Econômica, organizadora do evento, contabilizou 41,5 mil visitantes ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães, contra 52 mil em 2010. Imóveis na faixa de R$ 70 mil a R$ 170 mil representaram 55% das 15 mil unidades à venda. Embora as condições de negociações serem as mesmas do mercado, o Feirão ofereceu a facilidade de reunir em um só lugar construtoras, imobiliárias, cartórios e técnicos da Caixa, responsáveis pela avaliação e liberação de financiamentos.

Entre as outras cinco cidades que realizaram o mesmo evento no fim de semana, Rio de Janeiro ficou à frente com R$ 1,16 bilhão em negócios; seguido de Belo Horizonte, com R$ 840 milhões; Porto Alegre, R$ 806 milhões; Campinas (SP) movimentou R$ 616 milhões; e Recife, R$ 613 milhões. (JB)







http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/05/24/interna_cidadesdf,253530/brasilienses-firmaram-3-7-mil-contratos-no-feirao-da-casa-propria.shtml

MAMUTE
May 24, 2011, 7:54 PM
De13 mil para 3,7 mil contratos assinados, é a coisa tá feia...Preços altíssimos, pouca procura e alto valor dos imóveis, sei não, mas acho que em alguns anos vamos ter o Feirão do fracaço...

Fullgencio
May 26, 2011, 4:48 PM
http://www.financeone.com.br/noticias-economia/incc-m-acelera-em-maio/

Isso é complicado. Reajusta todos os contratos na planta. Se continuar asssim vai complicar a vida de quem está comprando na planta.

pesquisadorbrazil
Sep 18, 2011, 10:38 PM
Eu vou morrer de rir, quando estourar a bolha de agio e dos residenciais com serviços. Já tem gente tentando vender o agio de certos residenciais com serviços administrados pela HPLUS e não estão tendo retorno esperado, vou assistir a bolha explodir de camarote.

Fullgencio
Sep 19, 2011, 11:58 AM
O mercado imobiliário parece estar em alerta. Embora não haja garantias de que uma bolha imobiliária possa estourar em breve, há quem já esteja preparado.

De uma maneira muito simplificada, bolha imobiliária se dá quando a oferta de imóveis é maior do que a demanda de compradores. O que culmina na desvalorização das construções. Foi o que aconteceu durante a crise econômica iniciada nos Estados Unidos, em 2007.

http://vmulher5.vila.to/interacao/original/38/bolha-imobiliaria-o-brasil-esta-livre-38-665.jpg

Há quatro anos na América havia uma grande quantidade de liquidez (dinheiro disponível para empréstimo), inclusive para empréstimos "subprime", chamado de segunda linha. O subprime é considerado de risco maior, já que é oferecido para pessoas com histórico de inadimplência. Como o perigo é maior, a taxa de juros acompanha esse risco. Esse tipo de empréstimo é bem quisto por gestores, devido à grande lucratividade.

A gota d'água da tensão mundial foi quando o banco francês BNP Paribas anunciou que estava congelando os saques de três de seus fundos de investimentos, esses recursos estavam aplicados nas operações hipotecárias nos EUA. Eis que a partir desse momento as taxas de inadimplência superaram as expectativas. Quem tinha reservas de dinheiro passou a não querer emprestar e quem precisava não sabia onde conseguir. Com a intenção de incentivar o consumo, os bancos centrais do mundo passaram a emprestar dinheiro para os bancos.

O que é comum nesses casos é que investidores passem a colocar seus papéis à venda. E aumentando a oferta com baixa demanda, a tendência é a desvalorização. Foi exatamente isso que aconteceu com o setor imobiliário. Havia muitos imóveis à venda e poucas pessoas com recursos para comprar.

Nos últimos anos a economia nacional cresceu bastante. A classe média já é maioria no Brasil. Com mais recursos é comum que todos partam em busca do sonho da casa própria. O que vem chamando atenção de especialistas é o preço exagerado do m2. Segundo uma pesquisa do EXAME/Ibope, os preços dos imóveis subiram uma média de 24,7% no último ano em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. O Dr. João da Rocha Lima Jr., Professor Titular de Real Estate, afirma que o aumento de preços não é o suficiente para caracterizar a bolha imobiliária.

"Há alguns segmentos de mercado que estão um pouco acima do que seria aceitável por seu preço de custo", diz o professor. Os donos de construtoras estão alegando que por venderem algo que ainda não foi construído, muitas vezes acabam saindo no prejuízo. "O preço que é fechado no contrato é o de orçamento, muitas vezes ele é extrapolado e a construtora termina com a uma margem de lucro menor do que a prevista", justifica Dr. João da Rocha Lima Jr.

O professor diz que esse aumento era justificado até o final do ano passado e que 2011 já aponta um aumento considerável. Devemos dobrar a atenção caso os preços continuem subindo. Até o presente momento não há com que se preocupar. "Além disso, uma bolha imobiliária oferece risco aos investidores, dificilmente chegaria a prejudicar a população no geral", finaliza o Dr. João Rocha Lima Jr.

Fonte: Terra (http://vilamulher.terra.com.br/bolha-imobiliaria-o-brasil-esta-livre-dela-5-1-38-665.html)

Fullgencio
Sep 21, 2011, 1:49 AM
BC descarta formação de bolha no mercado de imóveis

Brasília - O diretor de fiscalização do Banco Central, Anthero de Moraes Meirelles, descartou hoje a existência de formação de uma bolha no mercado imobiliário brasileiro. "Não é um elemento que nos cause preocupação ou que seja um risco para a estabilidade do sistema", afirmou durante uma entrevista coletiva. "Não existem elementos que sugiram formação de uma bolha", completou.

Meirelles salientou que o surgimento de uma bolha no setor está fora do foco agora porque, no Brasil, há aumento de renda, maior poder aquisitivo e maior bancarização. "Não temos no Brasil nenhum movimento fora dos padrões e nenhum movimento que indique (uma bolha)", avaliou. Isso porque, de acordo com ele, as regras de concessão de crédito no País são restritivas. O Brasil adota uma oferta de crédito conservadora, mais voltada para a aquisição da primeira moradia em quase todos os casos. Além disso, segundo o diretor, o financiamento médio é de 65% do valor do imóvel.

Em 2005, conforme dados do Banco Central, o crédito imobiliário representava 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) e hoje está em torno de 4%. Atualmente, o crédito imobiliário representa 8% da carteira total de crédito do sistema financeiro brasileiro. "Em relação ao G-20 (grupo dos 20 países mais ricos do mundo), há potencial grande de crescimento", considerou. Isso porque, segundo o diretor, a classe média começa a ter condições de adquirir sua casa própria. Apesar de a inadimplência estar aumentando, o indicador também não traz temor para o BC, na avaliação de Meirelles. "É um aumento que está se dando, mas devido a um acompanhamento de renda maior, de emprego maior, crescimento econômico e crescimento sustentável."

O diretor salientou que, com as medidas macroprudenciais adotadas no final do ano passado, a velocidade de crescimento do crédito geral arrefeceu, ficando em linha com uma trajetória de expansão em ritmo mais moderado e sustentável. Ele salientou que o saldo das operações de crédito ao final de junho era de R$ 1,83 trilhão, o que representa 47% do PIB ao final do semestre.

Segundo o diretor, o crédito para aquisição de veículos foi um dos itens mais afetados com as medidas. "(O crédito) vinha crescendo de maneira acelerada e agora está arrefecido", disse, acrescentando que comportamento similar foi percebido no caso do crédito consignado e o voltado às pessoas físicas.

Fonte: Veja (http://veja.abril.com.br/noticia/economia/bc-descarta-formacao-de-bolha-no-mercado-de-imoveis)

pesquisadorbrazil
Sep 21, 2011, 7:50 AM
Em Brasília a BOLHA é de AGIO e tambem de RESIDENCIAIS COM SERVIÇOS e KITINETES. Eu quero assistir de camarote a ruína de uma certa empresa de residenciais com serviços. Ainda mais que a FIFA, conseguiu registrar no IPI as palavras COPA DO MUNDO, 2014 e entre outras. Então essa empresa que não é PARCEIRA da FIFA, não vai estar no Caderno Mundial de divulgação de Brasília para o Mundial, só vai ter espaço para empresas parceiras, a única em Brasília, que está nela é apenas a NOBILE. O resto nenhuma está, nem os empreendimentos do PO estão.

Hahahahah

Fullgencio
Sep 21, 2011, 11:58 AM
Em Brasília a BOLHA é de AGIO e tambem de RESIDENCIAIS COM SERVIÇOS e KITINETES. Eu quero assistir de camarote a ruína de uma certa empresa de residenciais com serviços. Ainda mais que a FIFA, conseguiu registrar no IPI as palavras COPA DO MUNDO, 2014 e entre outras. Então essa empresa que não é PARCEIRA da FIFA, não vai estar no Caderno Mundial de divulgação de Brasília para o Mundial, só vai ter espaço para empresas parceiras, a única em Brasília, que está nela é apenas a NOBILE. O resto nenhuma está, nem os empreendimentos do PO estão.


Bolhas de ágios sempre se formam e empreendimentos com centenas ou milhares de unidades à venda. E isso só acontece no PP no caso de kitinetes, mas não nos blocos normais. Assim, acho que podem ser formadas bolhas de ágios transitórias em Águas Claras, Samambaia, e PP no caso de kitinetes. Não acredito em bolha de ágios no Noroeste.


Preço de apartamentos aumenta até 80%

Quem está em busca de apartamentos para comprar na cidade de São Paulo encontra preços até 80% maiores do que há 12 meses, segundo estudo exclusivo feito para o JT pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) com base em dados do site de classificados de imóveis Zap. A pesquisa não inclui unidades na planta.
O maior aumento foi registrado em imóveis de 4 dormitórios na Vila Olímpia, cujo valor médio do metro quadrado subiu até 79,80% no mesmo período, de R$ 4,4 mil para R$ 7,9 mil. A segunda maior alta ocorreu com apartamentos de 3 quartos na região dos bairros da Luz e do Bom Retiro, cujo preço subiu 68,9% no período, de R$ 2,4 mil para R$ 4,1 mil o m² (veja tabelas nessa página).
“São bairros que vêm se valorizando de maneira abrangente. Na Vila Olímpia, imóveis não apenas de 4 dormitórios, mas também com 3 e 1 quartos estão entre os que mais se valorizaram na capital. O mesmo ocorre com a região do Bom Retiro e da Luz”, diz o coordenador do índice de preços de imóveis Fipe-Zap, Eduardo Zylberstajn.
O professor do núcleo que analisa o mercado imobiliário na Escola Politécnica da USP, João da Rocha Lima, aponta que a valorização destes distritos está ligada à facilidade de transporte. “A Vila Olímpia tem muitas unidades comerciais. Como há pouca oferta de imóveis residenciais na região, há uma valorização. Para se deslocar pouco até o trabalho, existe um preço. Já a região do Bom Retiro e da Luz começa a ser ocupada e encontra espaço para aumento de preços”, explica.
Outras regiões que tiveram as maiores altas são casos pontuais e estão geralmente ligadas à pouca oferta e muita demanda por determinado tipo de imóvel na região.
Já o preço de apartamentos com 1 dormitório na Vila Madalena e apartamentos com 4 dormitórios no Jaraguá, Mandaqui, Fazenda Morumbi – Jóquei Clube e Vila Formosa aumentaram, no máximo, 8,4% no período.
“São regiões que já se valorizaram muito e não encontram mais espaço para aumentos de preços. É o caso de apartamentos de 1 quatro na Vila Madalena, cujo preço médio está em torno de R$ 7 mil o m². Além disso, imóveis de 4 e 3 dormitórios perdem espaço para 1 e 2 dormitórios, que tendem a se valorizar mais por conta do preço menor e da tendência de famílias menores, que têm filhos cada vez mais tarde”, afirma Zylberstajn.
De 233 regiões da cidade analisadas no levantamento da Fipe, 33 tiveram crescimento acima de 36% e em 97 os preços subiram menos de 25%. Em 102 regiões, os valores médios tiveram aumento de 25% a 35%. Zylberstajn considera a alta, em média, expressiva.
“Nos últimos três anos há uma escalada dos preços, que mais que dobraram em algumas regiões desde então. Se a alta já passou do razoável não dá para afirmar, mas a tendência é que os preços em regiões que tiveram aumentos mais fortes tendam a ter uma acomodação, enquanto regiões que cresceram na média, até 30%, ainda encontrem espaço para aumento de preços.”

Fonte: Estadao (http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/preco-de-apartamentos-aumenta-ate-80/)

Fullgencio
Sep 21, 2011, 12:04 PM
Crise imobiliária nos EUA durará anos, preveem economistas

Economistas, construtoras e analistas de crédito imobiliário estão prevendo que a fraqueza da economia americana vai deprimir os preços de imóveis durante anos, restringindo o consumo nos Estados Unidos, causando mais execuções judiciais de imóveis e reduzindo a perspectiva de uma recuperação sustentável.

http://si.wsj.net/public/resources/images/OB-PA709_forecl_D_20110804062246.jpg
Coincidentemente, o ministro Guido Mantega disse ontem em Nova York que enquanto os EUA não resolverem sua crise imobiliária há poucas esperanças de que o câmbio se estabilize e o Brasil não tenha mais de tomar medidas para evitar a valorização do real.

A expectativa é de que os preços de imóveis caiam 2,5% este ano e subam só 1% ao ano nos próximos 5 anos, segundo uma recente pesquisa com 100 economistas. Os preços já caíram 31,6% desde seu pico, em 2005, de acordo com o índice Case-Shiller, da Standard & Poor's, que inclui 20 cidades.

Se a previsão dos economistas for correta, isso significa que o setor imobiliário tem à frente uma década perdida em que, entre 2005 e 2015, os preços só recuperarão uma pequena fração do que foi perdido, deixando proprietários com pouco ou nenhum patrimônio em seu imóvel . A pesquisa foi feita pela MacroMarkets LLC, que cria títulos de investimento que permitem a investidores apostarem na direção de vários ativos, inclusive imóveis residenciais.

O estouro da bolha imobiliária nos EUA esfriou o consumo no país — o mais forte condutor do crescimento econômico americano —, com a erosão do patrimônio imobiliário contribuindo para o chamado efeito de reversão da riqueza, que leva as pessoas a gastarem com cautela porque se sentem mais pobres.

Um em cada cinco americanos que têm uma hipoteca deve mais que o valor do imóvel, e cerca de US$ 7 trilhões em patrimônio de proprietários de imóveis foram perdidos. O patrimônio imobiliário, que era 59,7% do valor das residências em 2005, agora não passa de 38,6%.

"Com toda a turbulência econômica, tanto doméstica quanto internacional, não há muita coisa que aponte para uma melhora do mercado imobiliário no futuro próximo", disse Ara Hovnanian, diretor-presidente da Hovnanian Enterprises Inc., uma das maiores construtoras americanas.

Embora os preços de imóveis não estejam caindo tanto quanto em 2008, uma preocupação é que mesmo quedas mais modestas se realimentem, levando mais proprietários para o vermelho e exacerbando a força negativa causada por mais execuções judiciais. Isso, por sua vez, leva bancos a apertarem a concessão de crédito, enxugando ainda mais o grupo de potenciais compradores de imóveis logo quando eles são mais necessários para comprarem imóveis executados que estão em poder dos bancos.

A queda do mercado imobiliário está pesando sobre a economia, em parte, porque casas confiscadas pelos bancos inibiram a construção civil, que costuma ser um motor de geração de empregos em fases como a atual. O Departamento de Comércio afirmou ontem que o início de novas construções caiu 1,4% em agosto para uma taxa anualizada e dessazonalizada de 417.000 unidades, um dos menores níveis desde 2009.

A situação tem implicações além das fronteiras americanas. "Os EUA têm de resolver a crise imobiliária", disse Mantega ao Wall Street Journal, argumentando que sem o setor de construção para gerar empregos e, assim, incentivar o consumo, a tendência será de contínua desvalorização do dólar ante o real — o que por sua vez acaba reduzindo as chances de queda de juros no Brasil.

Nos últimos 35 anos, o setor imobiliário contribuiu com 0,03 ponto porcentual do crescimento do produto interno bruto dos EUA, de acordo com pesquisa da regional de St. Louis do banco central americano, o Federal Reserve. Mas nos dois anos depois da maior parte das recessões, acrescentou 0,5 ponto ao PIB.

A queda do mercado não foi fácil para Greg Rubin, dono de uma firma de paisagismo na Califórnia. O faturamento caiu pela metade em 2007 e Rubin reduziu sua equipe de 21 para sete funcionários. Ele agora faz serviços por US$ 4.000, sendo que antes não fazia orçamento abaixo de US$ 10.000.

Como o valor dos imóveis não está mais subindo, as poucas pessoas que contratam Rubin estão pagando com sua poupança em vez de tomar emprestado contra seu imóvel. Isso diminui bastante o poder de compra da clientela. Além disso, disse Rubin, os preços de imóveis têm caído por tanto tempo que muita gente deixou de acreditar que reformas na casa vão aumentar seu valor.

"Há essa mentalidade de que os preços estão caindo independentemente das melhorias que se façam, então é uma causa perdida" para os proprietários, disse.

Quando os preços de imóveis sobem, geralmente os proprietários gastam mais dinheiro, mesmo durante períodos de fraqueza econômica, e isso gera empregos. Mas esse ciclo pode ter o efeito inverso, disse James Parrott, um conselheiro de alto escalão do governo na área imobiliária. "Conforme cai o valor da casa de uma família, ele pode passar de uma alavanca da poupança para um ralo da poupança".

Essas preocupações levaram o governo este ano a começar a consultar especialistas em busca de uma maneira de atacar o problema. A Casa Branca está estudando alternativas para encorajar os bancos a reduzir a dívida hipotecária de quem está seriamente no vermelho e outras alternativas. Até agora, porém, não há muitos resultados para mostrar.

Fonte: WSJ (http://online.wsj.com/article/SB10001424053111904194604576583331632844862.html)

Queda da venda de imóveis impacta bancos em dois anos



Nos primeiros sete meses de 2011, a venda de imóveis residenciais na cidade de São Paulo teve queda de 28,6% ante a de igual período de 2010, para 14.402 unidades, indica o Secovi-SP. Para as instituições financeiras, o recuo das vendas ainda não impacta o crédito. A Caixa Econômica Federal projeta expansão de 17% neste ano, para R$ 90 bilhões em volume de negócios. Já a Brazilian Mortgages, da BM Sua Casa, prevê ultrapassar R$ 700 milhões, mais do que o dobro da soma de 2010, de R$ 320 milhões.

Especialistas, porém, revelam que há uma defasagem de dois anos, já que os bancos financiam somente imóveis finalizados, e a redução atual do crescimento atinge as construtoras, que comercializam unidades na planta.

O professor do curso de administração da ESPM, André Accorsi, explica que regiões do Brasil já demonstram queda na demanda por imóveis por conta dos altos valores. "Nos últimos anos, os bancos facilitaram a concessão de crédito, o que aumentou a procura e gerou elevação dos preços. Agora ainda tem a facilidade, mas há a dificuldade em pagar as parcelas e, com isso, o consumidor pensa duas vezes. Além disso, vale lembrar que o crescimento do país não está no mesmo ritmo do ano passado."

Accorsi lembra que o Município de São Paulo apresenta a maior diminuição das vendas, principalmente no alto padrão. Segundo Secovi-SP, de 14,3% em julho ante 2010. "São Paulo foi onde houve o maior aumento por metro quadrado e a renda não acompanhou a valorização."

No que se refere ao impacto no mercado de financiamentos, o professor ressalta que a ponta principal está na construção. "Quando o imóvel está pronto, que entram os bancos. Então, quem sente agora são as construtoras. Para o banco demora ainda dois anos."

Com cerca de 80% de participação no crédito imobiliário, a Caixa Econômica Federal projeta expansão de 17% da carteira ao final de 2011, para a faixa entre R$ 85 bilhões e R$ 90 bilhões. Segundo o diretor de habitação da instituição, Teotônio Costa Rezende, o impacto da queda das vendas ainda não atingiu os negócios da Caixa. "Em termos de mercado, houve uma desaceleração, mas não sentimos impacto nos financiamentos da Caixa." O diretor destaca que, por dia, são finalizados entre 4,6 mil e 4,7 mil contratos, com o total de R$ 350 milhões.

No acumulado do ano, até o final da primeira quinzena de setembro, o banco negociou 747 mil novos contratos e acumula R$ 53,5 bilhões, acréscimo de 8% ao mesmo período de 2010, quando somou R$ 49,4 bilhões. Rezende detalha que o crescimento não ocorreu de forma tão intensiva devido à primeira fase do programa "Minha Casa, Minha Vida". "Até julho, o 'Minha Casa, Minha Vida' não estava contratando revisar as normas. Em 2010, o programa funcionava intensamente."

Com início no final de agosto, a primeira fase do programa de casas populares do Governo Federal, direcionado às famílias com renda de até três salários mínimo, já disponibilizou 9 mil unidades neste ano, parte das 46 mil unidades que finalizaram 2010 em análise. "Priorizamos o atendimento e a busca dos contratos que já estavam em tramitação. O objetivo para este ano é perseguir 100 mil imóveis."

Até o momento presente, a diminuição do crescimento do mercado imobiliário também não atinge a Brazilian Mortgages, companhia hipotecária que possui a BM Sua Casa para pessoas físicas, produtos para pequenas e médias incorporadoras e fundos imobiliários. Para o diretor da empresa, Vitor Bidetti, o movimento é natural. "Há uma acomodação natural do ritmo de crescimento que vinha muito forte para um sustentável. No crédito continua forte e a companhia continua a crescer ano a ano."

O segmento voltado para o consumo, a BM Sua Casa, constitui no investimento atual dos negócios da empresa, com elevação de 19 para 85 no número de pontos de atendimento no Brasil. Bidetti revela que em 2010 o volume gerado com o segmento chegou a R$ 320 milhões e, para 2011, a expectativa é de atingir R$ 700 milhões. "Em setembro, já está próximo dos R$ 500 milhões."

Da carteira, o carro-chefe é o refinanciamento do imóvel quitado, com 60% da originação de receitas. O diretor explica que o diferencial está na facilidade em obter 50% do valor do imóvel em forma de crédito de uso livre, com prazo de 30 anos e taxa de juros de 1,09% ao mês.

No segmento de pessoas jurídicas, o foco da Brazilian Mortgages está na concessão de financiamentos para pequenas e médias incorporadoras e construtoras. "É uma linha desenvolvida há 12 anos e que deve chegar a R$ 1 bilhão em 2011."

Outra instituição financeira a atingir significantes números no crédito imobiliário em setembro é o Banco do Brasil, com a marca de R$ 6 bilhões em volume de negócios, alta de 75,5%. Para o final do ano, a previsão do banco é de atingir R$ 7,5 bilhões, mais do que o dobro de 2010.

Fonte: DCI (http://www.dci.com.br/Queda-da-venda-de-imoveis-impacta-bancos-em-dois-anos-13-391680.html)

Fullgencio
Sep 21, 2011, 2:52 PM
O crédito imobiliário no Brasil passou de 1,5% em 2003, para 4% em 2011, e deve chegar a 6% em 2014, valores muito inferiores a países desenvolvidos, com 80% do PIB de crédito imobiliário, e mesmo nações latino americanas, como Chile e México, com 15% do PIB.

Entretanto, é conhecida a limitação no funding do crédito imobiliário no Brasil. Os mecanismos de mercado (securitização ainda são incipientes). Uma das alternativas em discussão, (...) "no que respeita a Caderneta de Poupança, o que parece mais provável que aconteça é uma redução do nível de encaixe compulsório no BC dos recursos da poupança, que está atualmente na cada dos 20%. Uma redução desse percentual levaria a uma maior disponibilidade de recursos financeiros nas mãos dos agentes financeiros, ampliando o crédito imobiliário."


http://2.bp.blogspot.com/-q-ceDIWtgxg/Tnn093lOyqI/AAAAAAAAAOk/io5LibJfM-A/s640/Financiamento-imobiliario.PNG

Outras formas em discussão são o desenvolvimento de modalidades de financiamento baseados em mecanismos de mercado, como Securitização de Recebíveis. Entretanto, esses instrumentos de mercado ainda são bastante restritos e pouco desenvolvidos no Brasil, levando a conclusão que no curto / médio prazo uma redução no compulsório associado à Caderneta de Poupança é o mecanismo à disposição do governo para enfrentar as restrições que se vislumbram no crédito imobiliário no Brasil.

Fonte: PoliticaEconomia (http://www.politicaeconomia.com/2011/09/expansao-do-credito-imobiliario-no.html)

emblazius
Sep 21, 2011, 9:55 PM
Sinceramente, não acredito em redução do compulsório, até pq eles estão bem baixos para o padrão histórico de nossa economia. O que me preocupa agora é a acelerada valorização do dólar. Não a valorização em si, mas em menos de 15 dias passar de 1.58 para 1.86. Isso cheira movimento especulativo para jogar o Brasil no olho do furacão internacional, ou seja, os recursos devem estar migrando para um porto seguro (Tio Sam). Esse repentino movimento não é bom. O aumento do dólar puxa o preço das commodities (petroleo/soja) que por sua vez impactam toda a economia. Eu que não quero ter saldo devedor com construtora nesse momento. Os agionários devem estar com medo agora!

Fullgencio
Sep 23, 2011, 3:09 AM
Investidores recorrem a imóveis após oscilação do mercado
Quem possui recursos para comprar à vista pode obter preços melhores por conta da grande oferta

Os imóveis já atraem investidores de ativos financeiros diante as recentes oscilações do dólar, das ações e mesmo do ouro.

http://www.jornalacidade.com.br/img/materia/30410z.jpg

Imobiliárias de Ribeirão Preto registram maior procura desses compradores por apartamentos recém-entregues ou em fase de entrega.

"Realizamos três negócios para investidores que querem preservar seus patrimônios em meio às incertezas dos ativos financeiros", afirma João Paulo Fortes Guimarães, diretor da Fortes Guimarães & Coelho da Fonseca.

Quem possui bons conhecimentos sobre o mercado financeiro, pode até aproveitar a situação e tentar obter ganhos. Mas diante a situação, os investidores já avaliam os imóveis como porto seguro.

"Os imóveis são uma oportunidade para resguardar o dinheiro", atesta Dirceu Tornavoi de Carvalho, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), da USP de Ribeirão Preto.

Nesta quinta-feira (22), o dólar comercial manteve a recente escalada de alta e subiu 3,52%, fechando a R$ 1,90. Já a Bovespa desabou 4,83%, a maior retração porcentual desde o tombo de 8,08% de 8 de agosto passado. O ouro também registrou perda de 2,19%.

"Toda essa variação nos ativos financeiros não ocorre com os imóveis, que seguem valorizados", observa Guimarães.

Carvalho, que também é conselheiro da Mercadotecnia, empresa de pesquisa e estratégia de mercado, lembra que a oportunidade é ótima para quem procura imóveis em Ribeirão Preto.

Oferta

"Estamos com uma grande oferta de apartamentos novos e, quem possui recursos financeiros, e comprar à vista, certamente pode aproveitar o momento para obter preços melhores", diz.

Ele lembra, contudo, que a opção de compra de imóveis não garante lucratividade na hora da venda.

"Uma média de 30% dos imóveis vendidos em Ribeirão é para investidores e, com a entrada de mais desses compradores, é de se perguntar se vão conseguir realizar lucro na hora de vender", observa.

Segundo ele, a desvalorização dos ativos financeiros já fica entre 5% e 15%, mas não significa que esses mesmos porcentuais valorizem os imóveis.

"No caso dos imóveis, a liquidez é mais baixa, mas eles tiveram valorização acima da inflação nos últimos anos", explica Carvalho.

Fonte (http://www.jornalacidade.com.br/editorias/economia/2011/09/22/investidores-recorrem-a-imoveis-apos-oscilacao-do-mercado.html)

pesquisadorbrazil
Sep 23, 2011, 3:57 AM
Hoje conversei com um consultor hoteleiro, e me afirmou que a bolha imobiliária já está em vias de estourar.... exemplo: Cullinan Hotel administrado pela HPLUS no SHN, fora comprado por 60% de corretores de imoveis querendo ganhar em cima do AGIO.

Mas eles cairam do cavalo, pois justamente quem eles imaginavam que iriam comprar, estão evitando empreendimentos da HPLUS. E o canto da sereia vai levar muitos a se endividarem.

E o padrão de vida conquistado nos ultimos 5 anos, vão perder.

Fullgencio
Sep 23, 2011, 1:24 PM
O presidente da CEF afirmou que a alta dos preços de imóveis e do crédito imobiliário no Brasil já começaram a moderar, afastando o risco de criação de uma eventual bolha nesse mercado. Segundo Hereda, o "crescimento do crédito moderou, até porque as classes A, B e C têm um limite de quanto podem pagar por um imóvel”.

http://3.bp.blogspot.com/-AWaDafkL5e4/TnyHE9KdN4I/AAAAAAAAAOo/RGKaEAsWyIQ/s1600/Credito-Imobiliario-Brasil.JPG

Esta semana, o FMI divulgou relatórios apontando o risco da rápida expansão do crédito no Brasil e da valorização dos imóveis. O organismo aponta em especial o avanço dos preços dos imóveis em São Paulo, que ocorre na velocidade das cidades com mercado mais aquecido da Ásia. Entretanto, segundo a CEF a elevação dos preços fez com que a expansão reduzir o ritmo.

A Caixa está mantendo seus planos de expansão da carteira de crédito nesse ano, mas está acompanhando os sinais antecedentes de inadimplência – sobretudo as operações em atraso de até 90 dias. Para o presidente da Caixa, a inadimplência deve aumentar, em níveis moderados, apenas se a economia real se desacelerar no Brasil. “As medidas tomadas pelo Banco Central e Ministério da Fazenda já apontam para um cuidado para evitar a desaceleração da economia”, disse. Ele também lembrou que, no Brasil, o crédito imobiliário é relativamente pequeno, representando cerca de 4% do Produto Interno Bruto (PIB).

Politica e Economia (http://www.politicaeconomia.com/2011/09/credito-imobiliario-comeca-desacelerar.html)

Fullgencio
Sep 24, 2011, 4:12 PM
Comercialização de imóveis usados permanece em alta em regiões de SP

O mercado imobiliário na região de São Paulo está em alta, o motivo principal é o número casa vez maior da oferta lançamentos. Mas, os imóveis usados estão tendo maior destaque nas cidades que fazem parte do Grande ABC. Essa região foi a única a registrar um crescimento nas vendas no primeiro semestre, comparado ao mesmo período do ano anterior.

http://www.noticiasbr.com.br/imagens/2011/09/comercializacao-de-imoveis-usados-permanece-em-alta-em-regioes-de-sp.jpg
De acordo com um levantamento sobre a venda de usados feito pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), o grupo de municípios composto por São Bernardo, Diadema, Santo André, Guarulhos, São Caetano e Osasco teve alta de 2,8% nas vendas. O interior de São Paulo obteve o pior resultado, pois teve um recuo de 31,9%.

Segundo o delegado regional do Creci-SP, Alvarino Lemos, a procura por imóveis usados na região do Grande ABC é maior do que na capital, por exemplo, porque tem muito mais opções de usados para vender. Na capital, as empresas oferecem mais imóveis novos.

O delegado ainda afirma que os imóveis usados estão mais caros do que os lançamentos, que possuem as mesmas características e localidades. Ele diz que com a maior procura por segmentos usados, os donos desses imóveis aumentam os preços. O Creci-SP recolheu dados de 36 cidades de São Paulo.

Fonte (http://www.noticiasbr.com.br/comercializacao-de-imoveis-usados-permanece-em-alta-em-regioes-de-sp-21324.html)

Fullgencio
Sep 24, 2011, 4:26 PM
Após supervalorização, tendência no mercado do Rio é de estagnação, diz especialista

Quem procura um novo lar deve ver equilíbrio nos preços até dezembro.
Apesar de os preços ainda estarem em alta, a valorização dos imóveis vem desacelerando no Rio de Janeiro. E a tendência é equilíbrio. É o que mostra pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

De acordo com o Índice de Preços dos Imóveis Anunciados (FipeZap), em agosto, a capital verificou alta de 2,5%. Percentual 0,1% mais baixo que o mês anterior. Enquanto que, no mesmo período do ano passado, o FipeZap registrara valorização de 3%.

Para o professor de finanças do Ibmec Nelson de Souza, quem está em busca de um novo lar verá, já nos próximos meses, uma estagnação nos preços dos bens. Segundo ele, os preços estavam e, ainda estão, exageradamente elevados.

Ele cita um conjunto de fatores para isso: o boom de crédito farto, com o incentivo da Caixa Econômica Federal, e os eventos extraordinários, como a Copa e a Olimpíada.

Para Souza, até dezembro não veremos queda, mas sim um equilíbrio nos preços. "Isso porque o consumidor está mais cauteloso, ainda mais depois de a expectativa de crescimento do país ter caído", avalia o especialista.

Segundo o FipeZap, os cinco bairros do Rio com os maiores preços tiveram valores médio acima de R$ 10 mil por metro quadrado. O destaque ficou com o Leblon. O metro quadrado anunciado chegou a R$ 15.919. Já Anchieta, na Zona Norte da cidade, apresentou o menor valor para o metro quadrado, que ficou em R$ 927.

Fonte (http://www.redimob.com.br/post/a9464f99-c2cb-4282-b053-54329fbc6a5e/apos-supervalorizacao-tendencia-no-mercado-do-rio-e-de-estagnacao-diz-especialista)

MAMUTE
Sep 25, 2011, 3:17 AM
Casa para quem quer casa


Pesquisa aponta que setor da construção vai continuar crescendo no país


O setor da construção civil apresenta-se hoje como uma atraente área para investimentos. Seguramente, Brasília ocupa hoje um lugar de destaque no cenário nacional, com empreendimentos que agradam a qualquer tipo de investidor.

http://coletivo.maiscomunidade.com/imagem/9c147c148741c294789ea24883455758962a8073/320/375/PNUImagem.jpg
Dados apontam que a taxa de crescimento de apartamentos é superior a de casas em todas as regiões do Brasil. No DF, prédios com mais de seis andares ganham destaque


Uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope Inteligência), publicada no dia 1º de setembro, mostra que o Brasil deve ganhar mais 1,5 milhão de domicílios em 2011.Os dados confirmam o crescimento da construção civil em nível nacional e mostram também a preocupação em relação à infraestrutura para receber os eventos esportivos dos próximos anos. Até o ano passado, eram 67,6 milhões de residências em solo brasileiro. A região Centro-Oeste, onde está o Distrito Federal, registrou o segundo maior crescimento em relação às demais áreas: cresceu em média 2,9%, ficando atrás apenas do Norte do país, com 3,24%. O Nordeste cresceu 2,5%, seguido pela região Sul, com um avanço de 2%, e deixando em último o Sudeste, com 1,8%.


A pesquisa mostra ainda que a primeira década do século XXI teve um crescimento de 24% no que diz respeito aos imóveis residenciais. Os dados revelam também que os aluguéis representam 18% do total de imóveis, traduzindo o avanço na taxa média anual de 5% nos últimos dez anos.


No ano passado representou 6,10 milhões. Contudo, a alta é justificada pelo maior número de construções, significando uma estabilidade ou até mesmo uma queda em termos proporcionais.
No DF os sinais desse crescimento são vistos em todas as regiões administrativas. Com a iminente saturação dos espaços para construções na área central de Brasília, as cidades-satélites ganharam uma atenção especial das construtoras. Guará, Ceilândia, Samambaia, Taguatinga e Gama são alguns exemplos das novas áreas que estão ajudando a manter aquecido o mercado imobiliário e da construção civil na capital federal.




Verticalização, a tendência



A taxa de crescimento de apartamentos é superior a de casas em todas as regiões do Brasil. As residências horizontais representam 89% do total de unidades ocupadas. No DF, os prédios com mais de seis pavimentos ganharam lugar de destaque com o atual Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT), documento com as diretrizes do macrozoneamento do Distrito Federal.


Adalberto Valadão, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), vê o PDOT atual como documento de duas faces. “Nosso mercado está aquecido, com construções e lançamentos surgindo semanalmente. Isso fortalece nossa economia e chama investimentos. Mas há como crescer mais e melhor, por isso insisto na revisão do PDOT em relação à verticalização”.















http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2011-09-25/imoveis/6033/CASA-PARA-QUEM-QUER-CASA.pnhtml

pesquisadorbrazil
Sep 25, 2011, 3:45 AM
Olha que interessante, dizem que os funcionários publicos são a força da economia e também dos compradores de imóveis de Brasília. Uma matéria que não tem muito tempo que fora divulgada, que demonstra. Brasília tem mais gente vivendo de aluguel do que com moradia própria. E aí se cai por terra todo poderio econômico dos funcionários públicos.

Fullgencio
Sep 25, 2011, 1:04 PM
O Distrito Federal está voando em céu de brigadeiro

Historicamente, o Distrito Federal vem seguindo uma valorização nos últimos 10 anos de 18% a 22% ao ano, salvo picos em áreas que houve mudança de vocação, como por exemplo, áreas industriais, cito a cidade satélite do Gama (130.000 habitantes), distante 33 km do centro de Brasília, que teve um pico de até 300 % a partir de 2007, época do início do “boom” imobiliário no Brasil.

É bem verdade, que o financiamento no país alterou totalmente o mercado pois tivemos uma multiplicação por vinte vezes nos valores de crédito, saímos de um patamar de R$ 4 bilhões em 2003/2004 para R$ 80 bi em 2010. Isso se deve, em parte, à segurança jurídica que trouxe consigo os investidores após a criação da “Lei de Afetação” que permitiu a alienação fiduciária. Apesar de todos esses incentivos, vale ressaltar, que tínhamos e ainda temos uma demanda reprimida, amplamente divulgada em torno de 6 milhões de moradias.

Felizmente, o mercado de imóveis usados ou de terceiros no Distrito Federal é maduro e consistente, sem sobressaltos. Temos uma economia lastreada no funcionalismo público, cerca de 60% do dinheiro que circula no estado, e isso faz toda a diferença.

O Distrito Federal é a menor unidade da Federação em tamanho, só para se ter uma ideia da dimensão disso, se traçarmos uma linha imaginária tomando como referência a Esplanada dos Ministérios nos sentidos LESTE, OESTE, NORTE E SUL e andarmos 45 km, estaremos fora dos limites do DF. É importante ressaltar que temos a maior renda per capita do país, o melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) no Lago Sul, comparado a países como a Dinamarca, por exemplo. Todas estas situações fazem com que o mercado do Distrito Federal seja peculiar e tenha uma menor influência em relação aos demais estados sobre possíveis turbulências econômicas, o que inclusive faz parte do processo de crescimento de um país com dimensões continentais como é o Brasil, e estamos falando aqui da capital do país.

O programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) vem aos poucos sendo aplicado no Distrito Federal, podemos citar por exemplo o Bairro Mangueiral que está sendo viabilizado através de uma Parceria Público-Privada (PPP).

Infelizmente, ainda contamos com o acúmulo e a lentidão na aprovação de alguns projetos que acabam atrasam os diversos lançamentos na cidade, alguns atrasos chegam à até 12 meses.

Concluímos, portanto, que apesar do estado não estar totalmente preparado para todo este crescimento, que é natural, o mercado imobiliário só tem a comemorar, o Distrito Federal, realmente, está voando em céu de brigadeiro!!!

Fonte (http://www.faenge.com.br/index.php/noticias/ler/57)

Fullgencio
Sep 25, 2011, 1:16 PM
MAIS BRASILIENSES SE APROVEITAM DAS CIRCUNSTÂNCIAS FAVORÁVEIS E SE TORNAM CORRETORES DE IMÓVEIS. REGINA CÉLIA É UM DELES

Natalia Emerich_Brasília 247 – O aquecimento do mercado imobiliário em Brasília e a maior renda per capita do Brasil fazem da capital federal o segundo em volume de vendas de imóveis. Isso tem estimulado o crescimento de uma profissão que, por isso, é altamente rentável: a de corretor de imóveis. O número de profissionais registrados ultrapassa 17 mil e desses, 12,5 mil estão na ativa.

http://www.brasilia247.com.br/get_img?ImageWidth=651&ImageId=3656

A segunda-feira (19) marcou o início de uma nova etapa profissional para Regina Célia Wendling, 49 anos. Formada em Administração e pós-graduada em Recursos Humanos, ela deixou o emprego para intermediar vendas de imóveis. "Nos últimos cinco anos, como recebia em dólar, meu salário caiu demais devido à desvalorização da moeda", desabafa. Com a remuneração reduzida pela metade, ela decidiu ganhar mais.

Só faz três dias – depois de um treinamento de uma semana – que Regina atua como corretora. "Sou estagiária da empresa por não ter concluído o curso técnico, mas já estou à frente de uma venda no Noroeste", conta, otimista. Para ela, a profissão recompensa, desde que o profissional seja focado e disciplinado. "Tenho pouco tempo de casa, mas quero me destacar entre os melhores da empresa em pouco tempo", empolga-se Regina, que se diz muito centrada, característica ideal para atuar na atividade.

Rapidez e retorno rápido incentivam até profissionais experientes a deixarem a área de atuação. Talita Serique, 32, foi coordenadora de eventos durante 10 anos. Formada em Turismo e pós-graduada em Organização e Gestão de Eventos, ela aproveitou o conhecimento acumulado para mudar de vida. "Queria mais reconhecimento financeiro", diz. Como corretora de imóveis, Talita tem independência para trabalhar e ganha por comissão. "Tudo depende de você, estabeleci uma cota mensal entre R$ 2 e R$ 3 mil para ter alguma regularidade."

Talita considera fundamental investir em conhecimento e especializações: "Fico ligada nos cursos oferecidos pelo Sebrae, a próxima etapa é fazer o superior em Gestão Imobiliária". Para ela, o prazer de trabalhar também contribui na hora de enfrentar os concorrentes: "Não é apenas disputa entre empresas, só onde trabalho são 800 corretores, é preciso se destacar. Sou satisfeita porque gosto do que faço e tenho prazer em vender".



Saulo Resende

Saulo Rezende (foto), 27, começou cedo. Aos 22, largou o telemarketing para se dedicar à compra e venda de imóveis. Ele descobriu a área por acaso. Viu um anúncio promissor na rua: "Ganhe até R$ 2 mil por mês". Para quem recebia a metade desse valor, a oportunidade pareceu irrecusável. Ao chegar à empresa, a notícia era ainda melhor: não precisava de formação profissional. "Era fácil e barato se credenciar como corretor, achei muito vantajoso", conta Rezende.

De fato, ele recebeu R$ 25 mil em apenas um mês. Quantia inimaginável para quem tinha a expectativa de receber R$ 2 mil. A alegria, porém, durou pouco. Nos cinco meses seguintes, Saulo teve de pagar as contas sem ver o dinheiro entrar no caixa. "É preciso se organizar, pois a venda de imóveis é instável e se reflete na remuneração", diz. "Não há só o lado bom." Apesar da inconstância salarial, Saulo decidiu seguir carreira, fez o curso técnico e procura sempre se atualizar. "Só se destaca quem estuda, quem procura diferenciais."

O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do DF, Hermes de Alcântara, concorda. Segundo ele, a procura pela profissão cresceu muito nos últimos anos. "Atualmente o mercado imobiliário brasiliense ocupa o segundo lugar de volume de vendas do país", afirma. Ele explica que as pessoas se atraem pela possibilidade de terem a remuneração de acordo com a capacidade de negociação e vendas. E alerta: o acesso fácil à profissão atrai, mas só sobrevive quem se dedica, se aperfeiçoa e se especializa.

Existem duas maneiras para ingressar regularmente no mercado imobiliário. O curso técnico em Transações Imobiliárias e o curso superior de Gestão Imobiliária, para quem possui segundo grau. A formação dura entre 4 meses e 2 anos e, em algumas instituições, as aulas são oferecidas também a distância.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis de Brasília, Geraldo Francisco do Nascimento, a comissão de um profissional autônomo é de no mínimo 5% do valor do imóvel. O valor é relativo para quem trabalha em consultorias ou imobiliárias, pois o valor é dividido entre a empresa e os vendedores.

"Ter um corretor é uma segurança para quem procura comprar e vender imóveis", explica o professor de administração da Universidade de Brasília Jorge Pinho. Ele ressalta, porém, que a ideia de que qualquer pessoa pode atuar na área acaba colocando a sociedade em risco. Por isso, o melhor jeito para se tornar corretor, fora o dom de intermediar negociações de imóveis, é estudar. "Muito e o tempo todo", diz Saulo Rezende.

Fonte (http://www.brasilia247.com.br/pt/brasilia247/tendencias/1859/Profiss%C3%A3o-em-alta.htm)

pesquisadorbrazil
Sep 25, 2011, 5:17 PM
Corretor de Imovel, hoje em ALTA... Mas depois da Copa do Mundo? EXTINÇÃO em MASSA. Nem vou precisar relacionar aqui os motivos.

Fullgencio
Sep 25, 2011, 11:48 PM
Imóveis já superam R$ 20.000 o metro quadrado no Itaim

Incorporadora diz que, com os atuais custos de construção de prédios no bairro, não será possível fazer lançamentos de alto padrão bem abaixo desse patamar

São Paulo – Os custos da construção continuam em alta na cidade de São Paulo e em breve as incorporadoras terão de testar o mercado com novos patamares de preço, segundo Vitorio Panicucci, sócio da Clavi Incorporações. Na região do Itaim, a mais valorizada da cidade, muitos lançamentos que estão sendo planejados hoje só se tornarão financeiramente viáveis com preços de 18.000 a 20.000 reais o metro quadrado, diz ele.

http://exame.abril.com.br/assets/pictures/39726/size_590_roberto_carlos_590.jpg?1316810853

Chegar aos 20.000 reais já não é algo tão distante do que se pratica hoje no mercado. Lançado em agosto no Itaim, o Horizonte JK é um prédio enorme de 39 andares que reúnes escritórios comerciais e apartamentos. Segundo corretores, uma unidade residencial no local não sai por menos de 13.500 reais o metro quadrado enquanto as salas duplex de escritórios já custam até 24.000 reais o metro.

A localização é o grande atrativo. O empreendimento será construído na própria avenida Juscelino Kubitschek, próximo ao parque do Povo, e foi lançado pelas incorporadoras AAM, Toledo Ferrari e Emoções. Essa última tem o cantor Roberto Carlos entre os sócios.

Segundo Panicucci, um forte sinal da pressão sobre os custos da construção dever ser dado no leilão de certificados de potencial construtivo (Cepacs) que o prefeito Gilberto Kassab planeja realizar até o fim deste ano. Na região da avenida Faria Lima, sempre que uma incorporadora planeja a construção de um prédio com área útil bem superior à do terreno, precisa comprar Cepacs. Em tese, o dinheiro serve para a prefeitura realizar obras que minimizem os impactos sobre o trânsito ou a população local devido ao adensamento urbanístico.

Kassab quer vender 500.000 Cepacs, que seriam suficientes para a construção de 452.000 metros quadrados além do permitido na lei de zoneamento. Vitorio Panicucci espera que cada Cepac custe às incorporadoras cerca de 6.000 reais. No leilão anterior, o preço mínimo era de 2.800 reais, mas cada Cepac saiu por 4.000 reais.

Além das autorizações de construção com preços salgados, os terrenos na região do Itaim já estão muito mais caros que a média do mercado. Terrenos costumam representar cerca de 20% do valor de um empreendimento imobiliário. Na avenida Faria Lima, entretanto, a compra da área onde será erguido o prédio já consome entre 30% e 40% do desembolso total. "Comprar um terreno hoje para fazer um lançamento com esses preços daqui a um ano me parece muito arriscado tanto para o incorporador quanto para um investidor", diz.

Para fugir dos custos altos de bairros como o Itaim, a Vila Olímpia, os Jardins e o Campo Belo, a Clavi Incorporações decidiu priorizar regiões mais afastadas do centro financeiro da cidade. A empresa acaba de lançar um empreendimento comercial em Alphaville por cerca de 7.500 reais o metro quadrado. O prédio de salas comerciais será o maior da região, com 40 pavimentos. Em Alphaville, além dos preços mais atrativos para a aquisição dos terrenos, as leis de zoneamento também são muito mais generosas. É possível construir até oito vezes a área do terreno – em São Paulo, o máximo é quatro, e, ainda assim, é necessário pagar por Cepacs ou pela outorga onerosa. “É muito mais fácil fazer um lançamento a preços atrativos em Alphaville do que nos bairros nobres de São Paulo.”

Alphaville se consolidou nos últimos anos como uma importante área de atração de empresas e escritórios. Os incentivos tributários concedidos pela Prefeitura de Barueri e os aluguéis de escritórios mais baratos têm atraído para a região muitas companhias que hoje estão instaladas em São Paulo. Outras áreas em que Vitorio Panicucci planeja realizar lançamentos em breve são Osasco, Guarulhos e no Centro de São Paulo.

Fonte: Exame (http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/imoveis-ja-superam-r-20-000-o-metro-quadrado-no-itaim)

MAMUTE
Sep 26, 2011, 1:38 AM
Sudoeste lidera com m² mais caro do DF, informa Secovi


O Sindicato da Habitaçao do Distrito Federal divulgou esta semana o Boletim de Conjuntura Imobiliaria do mes de agosto. Segundo a pesquisa, Brasília detém os maiores valores absolutos para todas as classes de imóveis residenciais destinados à venda, variando de 230 mil para quitinetes a 2 milhoes de reais para casas de 4 ou mais dormitorios. O Cruzeiro e Guará destacam-se, com alternância, nas posições intermediárias entre Brasília e as demais cidades.

Na amostra de agosto, o Sudoeste apresentou o metro quadrado mais caro de Brasília variando acima dos 9 mil reais, com a exceção de quitinetes e apartamentos de 1 dormitório, cujos valores mais elevados encontram-se na Asa Sul que ultrapassa os 10 mil.

Na análise por bairro em Brasília dos imoveis comerciais, a Asa Sul apresentou o maior valor absoluto para o segmento de lojas, em 800 mil reais. Já as salas comerciais da Asa Norte detém o maior preço absoluto fixado na metade do valor apurado nas lojas da Asa Sul.

Em relaçao aos imoveis residenciais destinados a locaçao, Brasília apresenta o aluguel mais elevado em todas as categorias abordadas sob a ótica dos valores absolutos variando de 950 para quitinetes a 4.500 reais para apartamentos de 4 dormitorios.

Para os imóveis comerciais, destacamos os alugueis de salas e lojas em Águas Claras e Brasília que variaram entre 1.250 a 5.000 reais, respectivamente.

No periodo de seis meses, a pesquisa verificou a estabilidade nos valores do metro quadrado para venda de quitinetes em Aguas Claras , porem detectou que os apartamentos de 2 e 3 dormitórios seguiram uma tendência de alta.

No Guará, os valores de comercialização de apartamentos seguiram sem grandes variações, porem as casas apresentaram leve aumento nos preços.

Em Brasília, os preços de apartamentos de 2 e 3 dormitórios e quitinetes seguiram com preços convergentes e metros quadrados valorizados.

No mercado de locaçao, as series historicas verificaram estabilidade em quase todas as cidades analisadas, apenas no Guará os aluguéis por metro quadrado apresentaram valorização para apartamentos de 2 e 3 dormitórios. Em Brasília, a unica alteraçao foi verificada em casas com 3 dormitórios, que valorizaram em relação ao mês anterior. O valor dos alugueis de imoveis comerciais tambem nao apresentaram grandes oscilacoes no periodo de seis meses.





http://correiobraziliense.lugarcerto.com.br/app/noticia/ultimas/2011/09/23/interna_ultimas,45103/sudoeste-lidera-com-m-mais-caro-do-df-informa-secovi.shtml

pesquisadorbrazil
Sep 27, 2011, 2:17 PM
Sinta que a bolha pode ter estourado antes do tempo.... O movimento imobiliário em Brasília nos ultimos 10 meses caiu 50% em relação ao ano passado. E Brasília deixou o posto de 2o lugar com maior VGV comercializado, sendo ultrapassado pelo Rio de Janeiro e e pela cidade de Salvador.

E eu quero assistir de camarote a bolha dos agios e residenciais com serviços e porque não das kitinetes estourando no colo das construtoras, imobiliárias e claro, dos corretores. E viva o Capitalismo Selvagem.

pesquisadorbrazil
Sep 28, 2011, 6:27 PM
Após 39 anos, esqueleto na floresta vai virar hotel

O Globo, Rogério Daflon, 28/set

Empresa arremata o Gávea Tourist e prefeitura diz que prédio será usado para reduzir déficit de quartos nos Jogos

Pelo valor de R$ 29,95 milhões, o esqueleto do Gávea Tourist Hotel - um prédio inacabado de 16 pavimentos, 480 apartamentos e área construída de 30 mil metros quadrados encravado na Mata Atlântica de São Conrado - foi arrematado anteontem em leilão na 5ª Vara Cível. O uso do imóvel tem destino certo. De acordo com o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, o empreendimento se transformará num hotel:

- A prefeitura só vai licenciar um projeto hoteleiro, que era o original. O pacote olímpico municipal estimula a construção de hotéis para diminuir o nosso déficit de quartos. E um hotel ali vai valorizar a região e causar menos impacto ao meio ambiente do que um prédio residencial.

Empresa compradora é especializada em eventos

O comprador é a FJ Produções Ltda. Trata-se de uma empresa com sede em Brasília, que, em seu site, se apresenta como uma companhia especializada em eventos, como congressos, feiras, shows, palestras e reuniões corporativas. O GLOBO tentou entrar em contato, por telefone, com a direção da empresa, mas não teve retorno. O megaedifício inacabado está próximo da terceira idade. Começou a ser construído em 1953 pela Companhia Califórnia de Investimentos e teve a obra interrompida em 1972. A Califórnia foi à falência cinco anos depois e mais de mil cotistas passaram a exigir seus direitos.

Dias afirma que hoje um edifício desse porte jamais contaria com aprovação de licença da prefeitura. Isso porque aquela área - na Estrada das Canoas e próxima ao Parque Nacional da Tijuca - integra a Zona Especial 1, com grandes restrições em termos de licença, inclusive a de número de pavimentos - no máximo, dois. Segundo o secretário, a lei municipal 44/2000, conhecida como a "Lei dos Esqueletos", assegura o término de obras não concluídas. Além disso, os cotistas garantiram na Justiça o direito de continuidade da obra.Na licença, a ser concedida pela prefeitura, serão cobradas contrapartidas ambientais. O hotel, por exemplo, terá de contratar mão de obra local, provavelmente da comunidade de Vila Canoas. A FJ Produções terá de apresentar um projeto no qual o conceito de sustentabilidade esteja presente. A empresa também terá de mitigar os impactos viários a serem produzidos pelo hotel. Impactos, aliás, preocupam a população da área. Cerca de 500 moradores enviaram à prefeitura um abaixo-assinado, no qual pedem a demolição da construção.

Ao saber da venda do esqueleto, o jornalista Cláudio 'Chagas Freitas, que assinou o documento, reforçou a apreensão dos moradores da Estrada das Canoas:

- Temos problemas de abastecimento de água, luz e uma precária rede de esgoto. Além disso, o tráfego da região é terrível nos fins de semana, com o movimento de turistas e esportistas de asa-delta. Por isso, na minha opinião, o que caberia aqui seria um prédio com 30 apartamentos, no máximo.

Iphan aprova o novo empreendimento

Em nota, a Associação dos Moradores e Amigos de São Conrado (Amasco) explicou por que não se opôs à venda do esqueleto, acentuando que as autoridades descartaram a demolição do imóvel, para assegurar os direitos dos representantes da massa falida. "Diante disso, não vimos alternativa senão apoiarmos a reativação do local, mediante um novo planejamento de mobilidade urbana, ambiental e de infraestrutura", diz a nota.

A assessoria de imprensa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) informou que a instituição já aprovara a continuidade do empreendimento imobiliário, mas vai fiscalizá-lo no decorrer da obra.

Fonte: http://www.ademi.webtexto.com.br/article.php3?id_article=44928&var_recherche=Bras%EDlia

pesquisadorbrazil
Sep 28, 2011, 6:29 PM
Intrigante essa matéria, uma empresa de fundo de quintal arrematou o hotel. Com certeza com dinheiro de propina. E o mais interessante de tudo, porque será que ela não investiu a grana em hotéis em Brasília?

E mais, no caso do RIO DE JANEIRO, eu quero ver colocar um RESIDENCIAL COM SERVIÇOS, pay per use administrado pela HPLUS, com certeza os moradores irão colocar fogo no empreendimento se sair um empreendimento residencial.

Enquanto isso aqui em Brasília o povo é FROUXO, e deixa essas aberrações arquitetônicas serem construídas na área tombada.

Fullgencio
Sep 29, 2011, 10:51 AM
Em São Paulo, venda de imóveis usados cresce 85,76% em julho

As vendas de imóveis usados cresceu 85,76%, de acordo com uma pesquisa feita com 454 imobiliárias consultadas pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). O preço dos imóveis também aumentou, na média, ficaram 3,97% mais caros.

Cerca de metade vendas de imóveis em julho na capital paulista foi feita à vista, segundo a pesquisa. As vendas por meio de crédito bancário somaram 45,8%. Os proprietários venderam de forma parcelada 3,85% de todas as casas e apartamentos negociados. Não foram registradas vendas por meio de consórcio.

Os imóveis mais vendidos em julho foram os de valor superior a R$ 200 mil, com 76,28% do total de negócios. O preço que mais subiu foi o de apartamentos de padrão médio com mais de 15 anos de construção situados em bairros, como Alto da Boa Vista, Campo Belo e Cidade Jardim. O aumento foi de 52,21%, com o preço médio do metro quadrado passando de R$ 3.841,67, em junho, para R$ 5.847,36, em julho.

A maior queda do preço médio dos usados foi a de casas de padrão médio com até sete anos de construção localizadas em bairros, como Brasilândia, Campo Limpo e M´Boi Mirim. O valor médio apurado pela pesquisa em julho foi de R$ 1.936,45, uma redução de 43,05% em relação a junho.

Fonte: JB (http://www.jb.com.br/pais/noticias/2011/09/28/em-sao-paulo-venda-de-imoveis-usados-cresce-8576-em-julho/)

Venda de apartamentos novos cresce 106,6%

O Volume Geral de Vendas (VGV) dos imóveis residenciais verticais novos ofertados em Curitiba, em julho deste ano, acumulou uma alta de 106,6% em relação ao mesmo período de 2009, chegando à cifra de R$ 9,6 bilhões. Na comparação com o mesmo período de 2010, a alta foi de 57,6%.

Os dados são de pesquisa inédita realizada pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/PR), divulgados nesta quarta-feira ontem, na abertura da 20ª edição da Feira de Imóveis do Paraná.
"Este índice delimita o tamanho exato do mercado imobiliário na capital paranaense, em relação à oferta. Os números também mostram que há um crescimento no poder aquisitivo dos compradores curitibanos, além de indicar que o mercado está aquecido e valorizado", explica o presidente da entidade, Gustavo Selig.

(...) Fonte e artigo completo: BemParaná (http://www.bemparana.com.br/index.php?n=192160&t=venda-de-apartamentos-novos-cresce-1066-)

MAMUTE
Sep 29, 2011, 3:11 PM
Governo federal põe IBGE para monitorar preços de imóveis



O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficará responsável pelo índice de preços de imóveis do país. O governo federal publicou, na sexta-feira, um decreto no Diário Oficial da União, estabelecendo a criação e a manutenção do indicador. O objetivo é acompanhar o segmento que cresce a taxas elevadas, além de detectar uma eventual formação de bolha, como ocorreu nos Estados Unidos, em 2008. Segundo a assessoria de imprensa do instituto, o cronograma ainda será definido e não há previsão para a publicação das primeiras estatísticas.

http://www.pbagora.com.br/ew3press/conteudo/20110920094242.jpg

A decisão de criar o indicador, tomada pelo governo em 2010, decorreu do fato de o crédito imobiliário apresentar expansão exponencial ano após ano. Além disso, o preço do metro quadrado disparou em grandes centros urbanos, como Rio de Janeiro e Brasília.

No Rio, os representantes do mercado aprovaram a iniciativa da União.

— Nós vemos como uma ferramenta muito positiva. Quanto mais dados tivermos, melhor para entendermos o mercado — afirma o vice-presidente de Assuntos Condominiais do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi Rio), Leonardo Schneider.

Parceria com a Caixa

O vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Paulo Henrique Fabbriani, concorda:

— De forma geral, esse índice é muito bom. Mas é necessária uma atenção à metodologia, para que ele, de fato, reflita o mercado.

Segundo o decreto, o IBGE poderá firmar parceria com a Caixa e com outras instituições financeiras e demais agentes do mercado, para obter informações e conhecimentos técnicos necessários à criação e à manutenção do novo índice.







http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20110920094242&cat=economia&keys=governo-federal-poe-ibge-monitorar-precos-imoveis

MAMUTE
Sep 29, 2011, 3:15 PM
Imóveis em Las Vegas estão 64,5% mais baratos do que já custaram


Área metropolitana da cidade teve pior recuperação imobiliária dos EUA; Califórnia e Flórida também têm retomada econômica lenta


O preço médio dos imóveis na região metropolitana de Las Vegas (EUA) caiu 64,5% em relação ao pico histórico atingido no período pré-crise. Entre o primeiro e o segundo trimestre de 2011, os imóveis da cidade desvalorizaram 9,4%, o que faz da área a pior colocada na lista que mede a recuperação imobiliária de diferentes partes do país. Os dados são baseados em índices oficiais do governo, que já desconsideram a inflação de cada período – e foram divulgados agora pelo instituto Brookings.

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Suburbio de Las Vegas: casas inacabadas e com dívidas maiores que o valor do imóvel


Além do setor imobiliário, outras medições também indicam que Las Vegas vem reagindo especialmente mal à crise deflagrada em 2008. A taxa de desemprego na região metropolitana da cidade subiu 7,5% desde o início da turbulência. A produção de riquezas no local também teve uma das piores evoluções registradas pelo estudo, com queda de 12,8% no “produto metropolitano bruto” desde o pico histórico.

A cidade se junta a outras que possuem indústrias "frágeis" e específicas, como Los Angeles e Miami. No mapa que revela o ritmo de recuperação de cem áreas metropolitanas do país, divulgado pelo Brookings, uma tendência fica clara. Quase todas as cidades da Califórnia (na costa oeste) e da Flórida (na costa sudeste) mostram baixos níveis de retomada econômica. Enquanto isso, áreas do Texas e de Nova York apresentam-se com os melhores indicadores.

"A indústria do entretenimento, importante na Califórnia e em Las Vegas, é bastante suscetível a crises", explica Creomar de Souza, professor do Ibmec e consultor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) em Brasília. "A diversão é uma das primeiras despesas que as famílias cortam nesse momento", diz.

As empresas digitais do Vale do Silício, os estúdios de cinema de Los Angeles e os cassinos de Las Vegas requerem mão de obra muito específica. Isso faz com que eles dificilmente sejam capazes de absorver a massa de desempregados, atualmente em torno de 9% da população americana. "Nas indústrias do petróleo e da carne, que têm força no Texas, existem vagas intermediárias na cadeia de produção – como a de motorista, por exemplo – que as tornam mais acessíveis a quem procura emprego", explica Souza.

Áreas como Las Vegas e Los Angeles, pouco atrativas a trabalhadores em momentos de fragilidade econômica, demoram a retomar a valorização do preço dos imóveis. Uma das principais imobiliárias de Las Vegas, a Coldwell Banker, disponibiliza na internet uma lista com propriedades à venda que tiveram o preço reduzido na última semana: a relação tem cerca de 1.500 imóveis, que custam de US$ 3,5 milhões a US$ 10 mil.


Outros fatores explicam porque os dados dessas regiões parecem tão ruins. Os EUA viviam uma bolha imobiliária antes de 2008, que foi o principal motivo da crise naquele ano, o que motivou quedas assustadoras nos preços dos imóveis – como os 64,5% vistos em Las Vegas. "Além disso, a Califórnia é um estado tradicionalmente rico, por isso não houve preocupação dos gestores públicos, ao longo do tempo, de procurar soluções para os problemas econômicos que ameaçavam o país", avalia Souza.


Tentativa de reação


O presidente dos EUA, Barack Obama, detalhou ontem um plano para diminuir o déficit público em cerca de US$ 3 trilhões (R$ 5 trilhões) na próxima década. Para isso, Obama propõe aumentar impostos para os mais ricos e reduzir despesas com as guerras do Iraque e Afeganistão, além de fazer alterações modestas no Medicare e no Medicaid.

Segundo Obama, as isenções de impostos concedidas a milionários e bilionários no decorrer da última década ajudaram a ampliar o endividamento do país. Em discurso feito na Casa Branca, o presidente afirmou que vetará qualquer legislação para redução da dívida pública que corte benefícios e não inclua impostos mais elevados para os mais ricos.

Para o especialista, é preciso aguardar para avaliar os reflexos reais do pacote. “O ideal é esperar seis meses para observar os indicadores e dizer se as medidas foram adequadas”, afirma Souza. “A questão é saber se Obama terá tempo para colher os frutos políticos de uma eventual retomada, nas eleições do ano que vem”.







http://economia.ig.com.br/imoveis-em-las-vegas-estao-645-mais-baratos-do-que-ja-custaram/n1597214201420.html

pesquisadorbrazil
Sep 30, 2011, 4:40 PM
Essa eu gostei, se o GDF não impedem a proliferação de kitinetes e residenciais com serviços. Agora vai pesar no bolso.

De acordo com o diretor de Comercialização da Caesb, Valtrudes Pereira Franco, alguns casos não são reavaliados há 30 anos. “Uma casa rústica é um barraco, feito com peças de madeira, piso batido, sem forro ou laje. Dar um tratamento diferencial, subsidiado, nesses casos, é uma questão social”, diz. “Agora, não tem sentido oferecer essa vantagem para quem não merece. Vimos casos em que um prédio de quitinetes, no Plano Piloto, estava sendo considerado como uma casa rústica”, completa.

pesquisadorbrazil
Sep 30, 2011, 4:42 PM
Eita essa vai acabar com os corretores de imoveis. E pior, a EMPLAVI vai ter que engolir alguns processos judiciais. Eu acho estranho, uma empresa envolvida com propina, agressão ao meio ambiente. agressão ao tombamento da cidade. Ganhar prêmios imobiliários. Em Brasília o CRIME é COMPENSADOR.

pesquisadorbrazil
Sep 30, 2011, 5:17 PM
Notícia - WSJ cogita bolha imobiliária no Brasil
Marcela Ayres
14.09.2011

São Paulo - Vultosos investimentos estrangeiros vêm movimentando o mercado de ações e os canteiros de obras no Brasil. Mas segundo reportagem de hoje do Wall Street Journal o movimento também tem um lado negativo: a abundância de dinheiro externo impulsiona a concessão de crédito mais frouxo, alimentando uma potencial bolha imobiliária.

Intitulada "O Lado Negro da Ascensão do Brasil", a reportagem mostra que a escalada de preços está presente em praticamente todos os aspectos da vida dos brasileiros. A matéria aponta que ingressos de filmes, corridas de táxi e até uma latinha de Coca são mais caros em São Paulo do que em Nova York. Na maior cidade da América do Sul, o metro quadrado dos escritórios comerciais bate o de Manhattan. No Rio de Janeiro, por exemplo, o preço dos apartamentos mais que dobrou desde 2008.

Fonte: http://www.newmarkkf.com.br/imprensa/noticia-interna.asp?id=4348

pesquisadorbrazil
Sep 30, 2011, 5:20 PM
Brasília está com preços marcianos. E pior, em locais que não tem nada que justifique os valores. Morar no Noroeste, num local que em nada tem. Vão inventar que o meio-ambiente que vai trazer qualidade de vida. Eu morro de rir vendo os pseudos ambientalistas falando que qualidade de vida está relacionada ao meio-ambiente. Se fosse assim, Manaus teria a melhor qualidade de vida do MUNDO, e o que vemos não é isso. O mesmo de Goiânia, que é a cidade mais arborizada do Brasil e Porto Alegre também. E vai ver o IDH deles?

Se meio ambiente melhorasse qualidade de vida, porque será que em cidades com mata nativa, a qualidade de vida é péssima. O povo curte querer misturar qualidade do ar com quantidade de dinheiro no bolso.

Pois quem garante qualidade de vida, é o cheque. O cara passa ele para comprar saúde, educação, segurança e transporte.

MAMUTE
Oct 1, 2011, 6:01 PM
Brasil está livre da bolha


Apesar do aumento do preço dos imóveis, país não corre o risco de uma crise no setor, como ocorreu nos EUA. Solidez do sistema de crédito nacional afasta o perigo


http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/cc82d606210be7d753938e795a589323e639d396
Apesar do aquecimento do mercado, com valorização crescente dos imóveis, o país não corre o risco de enfrentar uma bolha



Ao contrário do que muita gente pensa, o Brasil não segue os passos da crise que ocorreu nos Estados Unidos em 2008, oriunda do boom imobiliário. Ao analisar as duas situações e avaliar o cenário brasileiro, especialistas acreditam que a possibilidade de o Brasil quebrar por causa do aquecimento do setor imobiliário é muito remota.


Marco Antônio Demartini, diretor da Empreendimentos Imobiliários da Lopes Royal, garante que não existe bolha no Brasil e que ela está longe de existir. “Nossa situação é muito diferente da situação do mercado norte-americano. O Brasil é a bola da vez, está em crescimento. Em comparação com os outros países, temos uma economia bastante forte. Não tem bolha e nem queda de preço, pois a fase que os EUA viveram é oposta à que o Brasil vive hoje. Eles não tinham o sistema habitacional que tem aqui, nem análise de crédito. As pessoas lá têm vários financiamentos ao mesmo tempo, aqui isso é raríssimo. Podemos dizer que o mercado está andando de lado, mas basta o governo ajudar e diminuir a burocracia para tudo se endireitar”, analisa.


O executivo observa que o Brasil, de 2010 a 2024, terá comercializado 23 milhões e 500 mil moradias. Isso porque há um déficit habitacional grande. Há dois anos o percentual de financiamento era de 3%. Se o Produto Interno Brasileiro (PIB) do Brasil é de 100 milhões, tínhamos três milhões de financiamento imobiliário. Hoje esse número chegou a 4,5% do PIB brasileiro. Então, estamos crescendo. Mas o Chile tem 16%, o EUA quase 50% e tem ainda países onde o volume de financiamento é maior que o próprio PIB”, compara.




Valorização rápida



A principal diferença da situação do país, hoje, com o que ocorreu nos Estados Unidos é que lá os imóveis se valorizaram muito e em ritmo acelerado. As pessoas faziam créditos para financiá-los. Como a valorização do imóvel era alta, os bancos hipotecavam o imóvel e não usavam o valor para abater o financiamento, e sim para novos gastos. Os imóveis já não garantiam o valor inicial do empréstimo. A análise de crédito lá não chega perto da brasileira. Aqui há mais rigor e menos inadimplência. No Brasil, o comprometimento de renda é mais alto, aqui a taxa de juros é mais alta e o prazo de financiamento, menor. Há mais comprometimento.


“Já passamos por várias crises imobiliárias, financeiras e políticas. Em 34 anos que temos de mercado, nunca vi imóvel cair de preço. É claro que, depois de três anos de um acelerado crescimento nos preços, é normal passar por um período de acomodação”, avalia. “Hoje, em Brasília, nosso problema é com o governo local, que não está aprovando os projetos que tem para aprovar, com as políticas do Relatório de Impacto no Trânsito (RIT) e o Estudo de Impacto na Vizinhança (EIV) Há muita coisa parada. Enquanto há lançamento, você vende imóvel, ele é revendido e forma-se um ciclo imobiliário”, justifica.


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O professor Newton Braga com seus alunos: ''bolha surge da especulação''


Mercado movido a estabilidade

Nos Estados Unidos o crédito é concedido conforme o histórico de pagamento de quem pretende fazer empréstimo do banco. Para se conseguir um empréstimo, é feita uma hipoteca. O ato se dá em cima do valor de uma futura valorização do imóvel ainda financiado, acumulando, assim, mais de um empréstimo.


Hoje os analistas de mercado são unânimes em dizer que o Brasil não passa por essa preocupação. A facilidade de crédito pode gerar um aumento de preço, mas aqui os bancos são muito regulados. Isso contribui para que o preço suba e o mercado caminhe”, ressalta Adalberto Valadão, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário. Ele admite que o percentual de crescimento do mercado imobiliário deve diminuir, pois ao longo desses anos de crescimento, que chegou a até 50% anual, o mercado se ajustou e a demanda foi atendida. “A expectativa para os próximos anos é que o mercado continue crescendo, ainda que passe por este processo de acomodação.”

Newton Braga, professor de economia do IESB, explica que o termo “bolha” surge da especulação. “De repente, o bem de uma pessoa tem uma cotação artificial. Será que a valorização do Noroeste é isso tudo (apartamento de dois quartos com o m² a R$ 10.200) ou não?”, indaga.


“O volume de crédito no Brasil é muito grande, mas não se compara ao dos EUA. Quando a nação é rica, a capacidade de endividamento é maior. Por isso, correm mais riscos”, ressalta o professor.


“Os principais aspectos que isentam nosso país de uma bolha são justamente essa grande demanda, o mercado de crédito financeiro regulamentado e o perfil dos compradores, entre 25 e 40 anos, que deve partir para a compra do segundo imóvel”, observa Júlio César Peres, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF. A importância do mercado estar em contínuo crescimento está ligada ao desenvolvimento do país. “Sempre haverá geração de empregos. Só em Brasília temos 67 mil empregados. Quanto mais obras, menor a desigualdade social e são menos pessoas sem moradia”.





http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2011-10-01/imoveis/4784/BRASIL-ESTA-LIVRE-DA-BOLHA.pnhtml

pesquisadorbrazil
Oct 2, 2011, 1:14 AM
O povo curte esconder a verdade, a BOLHA no Brasil e em Brasília não é de CREDITO, mas de AGIO, Kitinetes e RESIDENCIAIS COM SERVIÇOS. Eu quero ver tudo encalhando em plena COPA, e ver o desespero dos corretores terem de que compraram a 12 mil m2 e ter que vender a 5 mil m2...

pesquisadorbrazil
Oct 2, 2011, 1:27 AM
Passei por lá outro dia... É tão LONGE do centro que desanima! Vai demorar pelo menos 10 anos para engrenar! Acredito que a maioria dos compradores da 1ª fase comprou para investir... Estávamos no ápice da febre imobiliária! Só se falava nisso no país... Mas investidor não quer morar, quer especular! Por isso acredito nos 10 anos para cima...

Eu discordo, o povo ficar com esse papo que investe em imovel é funcionário público e tal.

Vou dar um exemplo bem nitido do que falo e o povo continua batendo na mesma tecla... O povo que ganha muito dinheiro no serviço público ganha 12 mil certo?

Eu duvido que esse povo que ganha 12 mil tem 48.000 reais para comprar um reloginho da Griffith. Detalhe, vende no cartão de crédito por 4.800 reais em 10 parcelas.

Resultado.... Só um reloginho furreca corresponde a 40% que esse alto funcionário ganha no serviço público. Nossa quando vi hoje o relógio vim logo para o forum postar.

E aí cai por terra tudo que o povo vem falando que funcionário público é o grande comprador de luxo da cidade ou de imoveis de luxo. Piada né...

Vamos lá a continua safada que irei fazer...

R$12.000,00 salário bruto
-R$03.240,00 IR
-R$01.132,00 INSS
=R$07.628,00 liquido

Somente o IR e INSS comprometem 38% do orçamento familiar dessa pessoa, então se ele comprar esse relógio, vai comprometer 40%. Então somando tudo, o cara vai ter R$2.640,00

Então esse cara tem que pagar água, luz, telefone, IPTU, IPVA, plano de saúde, plano odontológico, plano oftomologico, plano complementar de aposentadoria, faculdade, creche e claro COMIDA.

Então pelo amor de DEUS, não venha falar que o funcionário consome luxo a granel.

emblazius
Oct 2, 2011, 5:53 AM
Quem falou isso Pesquisa? Não me recordo. Me recordo sim de xemplificar o mercado de luxo e o mercado de luxo AAA. Esse relógio não é de luxo, ele extrapola o luxo. Dar 48 mil em um relógio é algo de magnata. Diferente de um relógio Tag Heuer ou similar. Como já falei tb entre a Santa Fé e Cayenne. Ambos são de luxo, só que um é luxo A e outro é AAA. Assim, mantenho o posicionamento de que a média no DF é mantida pelo serviço público, com uma forte perda de participação pelo crescimento do empresariado local.:tup:

pesquisadorbrazil
Oct 2, 2011, 8:23 PM
O Luxo não tem muito impacto dos funcionários públicos. Tanto não tem, que eu coloquei uma pequena tabelinha para exemplificar. Pra min BMW é carro popular, agora um Porsche???

Qual das 3 marcas da Armani, um funcionário público que ganha 12 mil reais poderá gastar. Detalhe, aquela tabelinha que fiz, se basea apenas num funcionário público solteiro. Se eu for colocar um casado, aí que o cara se lasca mesmo.

Giorgio Armani = classe AAA
Empório Armani = classe AA
AX Armani Exchange = classe A

Mesmo a AX Armani Exchange, duvido que um funcionário público compraria uma calça jeans por míseros 250 reais...

emblazius
Oct 2, 2011, 11:17 PM
Pois é pesquisa, minha família e amigos é basicamente composta de militares ou servidores publicos e posso dizer que consumimos 60% de luxo A, 10% de luxo AA e os 30 não são luxo. Mas consumimos bastante coisas destas marcas, principalmente do Dutty free de São Paulo. Minha condição está complicada no momento pela construção de minha casa, que estou fazendo toda no porcelanato.

Isso é um bom exemplo, meu porcelanato é polito com super gloss da Leroy Meroin, custou R$ 30m2,, pode ser considerado, eu acredito um certo luxo, até pq só o primeiro andar foram 100 metros, banheiros em procelanato e pias em granito das 3 suítes. Mas não considero um Luxo AA pois o porcelanato vai no baixo de 30 e morre em mais de 300. E olha que não sou das carreiras tipicas de estado. Mas não é qualquer pessoa que compra porcelanato, a grande parcela da população vai de ceramica entre 9 e 15 reais, no maximo. Até pq a argamassa e acabamentos para porcelanato são tudo bem mais caros.

pesquisadorbrazil
Oct 3, 2011, 12:39 AM
Pois é pesquisa, minha família e amigos é basicamente composta de militares ou servidores publicos e posso dizer que consumimos 60% de luxo A, 10% de luxo AA e os 30 não são luxo. Mas consumimos bastante coisas destas marcas, principalmente do Dutty free de São Paulo. Minha condição está complicada no momento pela construção de minha casa, que estou fazendo toda no porcelanato.

Isso é um bom exemplo, meu porcelanato é polito com super gloss da Leroy Meroin, custou R$ 30m2,, pode ser considerado, eu acredito um certo luxo, até pq só o primeiro andar foram 100 metros, banheiros em procelanato e pias em granito das 3 suítes. Mas não considero um Luxo AA pois o porcelanato vai no baixo de 30 e morre em mais de 300. E olha que não sou das carreiras tipicas de estado. Mas não é qualquer pessoa que compra porcelanato, a grande parcela da população vai de ceramica entre 9 e 15 reais, no maximo. Até pq a argamassa e acabamentos para porcelanato são tudo bem mais caros.

Discordo novamente, eu não vou precisar colocar uma pesquisa séria internacional, a respeito do assunto. O povo fala dos servidores públicos. Apenas 1% de todos os servidores ganham bem, o resto é resto.

Eu cito casos familiares, enquanto um tio já falecido ganhava 1200 reais no ministério da fazenda e outro também já falecido que ganhava 12000 reais no tcu.

Adivinha quanto sobrava para eles? Quase nada, pois quase 40% ficava com o governo, sem contar é claro outros gastos. Não adianta querer falar que a cidade vive em função do governo, que essa música de uma nota só acabou.

Sem falar que funcionário público que é, nem FGTS tem, então não existe abatimento na compra de imovéis. Quem manda no luxo aqui é empregado automono, engenheiro, médicos, advogados e por ai vai.:whip::jester: Minha mão está coçando aqui, doido para scannear um contracheque de um funcionário público e postar aqui e aí, desmentiria muito o que andam espalhando aí.

MAMUTE
Oct 3, 2011, 1:34 PM
Um investimento sem igual


A decisão de investir em um imóvel deve ser feita levando em consideração os tipos de locação que ele pode proporcionar ao cliente, ou seja, residencial ou comercial


O imóvel tem se revelado uma das opções mais seguras de investimento. Além disso, muito rentável, uma vez que um contrato de aluguel contém garantias reais previstas na lei do inquilinato. Ainda mais em Brasília, onde a valorização nesse setor excede a das grandes capitais. A forma que o mercado imobiliário funciona na cidade impede a possibilidade de oferta muito exagerada, pois, quando a demanda não atende a oferta, que é o caso, sempre vai haver lucro.


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Carlos Marques define o imóvel como um bem de raiz, pois não contém riscos, como acontece na Bolsa de Valores

Apesar de a demanda por imóveis comerciais também ser muito grande em Brasília, as residências ainda são mais procuradas pelos investidores por serem empreendimentos de primeira necessidade. Quando existe grande procura e pouca oferta, como no Noroeste e Águas Claras, por exemplo, o valor do imóvel se torna ainda mais valorizado. Por outro lado, o aumento dos investimentos em residências desencadeia a demanda por imóveis comerciais para atender a população crescente. Ou seja, ambos tendem a andar juntos, ainda mais no DF, onde o lucro nessa área é garantido.


Os dois segmentos são rentáveis e tendem a se valorizar. “Todo imóvel é seguro para investir por ser um ‘bem de raiz’, que não contém riscos, como acontece na Bolsa de Valores. É uma moeda forte. Principalmente no mercado de Brasília, onde a valorização excede a de outras capitais”, afirma Carlos Marques, gerente de negócios da Immobili Doc, imobiliária do Grupo Silco. A decisão de qual tipo de locação escolher depende, na verdade, do valor que o investidor pretende gastar e quanto ele espera de rentabilidade.

O papel da empresa
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Henrique diz que a Beiramar entende bem as necessidades dos investidores, e isso permite uma consultoria personalizada

Na hora de decidir entre a compra de um imóvel comercial ou residencial, vários fatores devem ser considerados. Primeiro é importante conhecer o histórico da empresa da qual se pretende comprar o empreendimento, se possível ouvir histórias de satisfação ou não dos antigos clientes, investigar a solidez da empresa por meio do registro no cartório e a garantia de entrega.


A empresa, por sua vez, tem de levar em consideração o perfil do investidor. Primeiramente deve haver um entendimento das verdadeiras necessidades do comprador, considerando sempre a capacidade de compra do cliente. Decisões entre a garantia de uma rentabilidade de curto prazo ou uma revenda a longo prazo, ajudam a traçar o perfil do cliente. Outras características que dizem respeito à real utilização do terreno, que pode ser para uso pessoal ou para possível locação, também ajuda a empresa a oferecer a melhor oportunidade para cada caso.


Henrique Almeida, diretor de vendas do grupo Beiramar de Brasília, explica a importância de conhecer bem as necessidades do investidor. “A gente tem de entender muito o perfil do cliente. Para quem não pode pagar um apartamento no Plano Piloto, por exemplo, damos opções no Entorno. Pessoas com necessidade de retorno rápido e ganho financeiro razoável são direcionadas para imóveis menores, com pouca quantidade disponível. Um cliente que não tem essa urgência é direcionado a um imóvel em algum lugar maior e diferenciado. Esse entendimento permite darmos uma consultoria personalizada ao cliente e que, em pouco tempo, ele possa ter uma margem de ganho razoavelmente boa.”




Localização valoriza o imóvel



A vizinhança do imóvel também deve ser sempre considerada, pois a localização agrega valor ao imóvel na hora da aquisição. Ter outras áreas de entretenimento ou comércio nos arredores influencia na valorização do preço final. Principalmente em regiões como Águas Claras, que tem como referência a proximidade das estações de metrô, do Parque Águas Claras, shoppings e universidades.


O Plano Piloto ainda é um dos lugares mais valorizados do Distrito Federal, pela centralização e aproximação com setores públicos. Esse privilégio está ainda mais em foco agora que investidores começam a comprar com a finalidade de locação durante a Copa do Mundo. Está se praticando um metro quadrado de R$ 12 mil a R$ 17 mil para uma sala comercial no Plano. Já um apartamento de um quarto, que tem sido uma das opções mais procuradas devido à Copa de 2014, na mesma área, está gerando em torno de R$ 12 a R$ 13 mil. A oferta de imóveis residenciais ainda é maior, por isso a diferença do preço, pela diminuição de opções de salas comerciais.

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Adilson trabalhou 20 anos no Banco do Brasil e agora se dedica à construção civil


Henrique Almeida acredita que, apesar da real importância da localização do investimento, mais importante ainda é entender o mercado, que está sempre mudando. “Cliente investidor tipo A, que pode comprar onde for, tem de pensar muito na oportunidade do mercado no momento, no ‘feeling’ profissional, independentemente do local. Nós temos recomendado o imóvel comercial particularmente no Plano Piloto, que atualmente tem sido uma grande oportunidade por não ter uma demanda razoável, garantindo sucesso em curtíssimo prazo”, justifica.

Estudo do mercado
Adilson Alves de Amorim trabalhou 30 anos no Banco do Brasil e agora se dedica à construção civil. Sua atuação na área garantiu a construção de prédios comerciais cujas salas aluga para empresas. Também construiu para o programa Minha Casa Minha Vida e, paralelamente, faz investimentos em projetos na planta.


Ele tem o costume de investir nos imóveis na planta porque acredita ser essa uma forma fácil de lucrar na construção civil e com poucos riscos. “A vantagem do investimento no imóvel na planta é que você investe pouco capital e tem a expectativa de que, via de regra, haja uma valorização e já começamos a lucrar no momento de estreia. Imóvel para mim é um porto seguro, um ótimo empreendimento”, justifica Adilson.




Preços e riscos
A quantidade investida é proporcional à quantidade de retorno. Imóveis residenciais tendem a ser mais baratos, mas garantem uma diversificação maior na carteira de ações, fator que minimiza o risco da renda variável. Em Águas Claras, um apartamento de um quarto custa, em média, R$ 6.300 por m².


Por outro lado, no aluguel comercial, as garantias de pagamento são mais fortes e a rentabilidade costuma ser maior. Por exemplo, uma loja em Águas Claras é vendida a partir de R$ 9.200 o m², ou seja, os imóveis comerciais, por exigirem maior investimento, garantem maior valorização.


O risco de prejuízo é nulo em ambos os casos. “A diferença é quando o consumidor compra no lançamento, com condições convidativas. O valor do m² varia muito de local para local. No Gama, temos residenciais que estão em torno de R$ 4 mil o m². No Noroeste, os preços variam de R$ 9 mil a R$ 11.500. Já as salas comerciais, no centro da capital, exigem um investimento de R$ 7.500 o m². Tudo depende da construtora e das características e serviços dos imóveis”, explica Cyro Max, gerente comercial da Paulo Baeta.






http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2011-10-01/imoveis/4776/UM-INVESTIMENTO-SEM-IGUAL.pnhtml

Fullgencio
Oct 4, 2011, 2:49 PM
A valorização média dos imóveis no Brasil em setembro de 2011 foi de 1,9%, conforme a medição do Índice FipeZap Composto. Após quatro meses de desaceleração na variação dos preços, setembro de 2011 mostrou que os preços de imóveis no Brasil voltou a se acelerar. Nos últimos 12 meses, o preço médio das sete regiões brasileiras pesquisadas aumentou 29%, com Rio de Janeiro (+41%) e Recife (+30%) liderando a alta.

http://1.bp.blogspot.com/-yjxlgAfDwY0/TosJJW3ru9I/AAAAAAAAAPo/LOXhZ1I-Cug/s1600/Valorizacao-imoveis-setembro-2011-rj.PNG

No ano, o Rio de Janeiro também lidera, com variação positiva de 29%. Desde janeiro de 2008, a alta na cidade foi de 144%. Entre os destaques temos os imóveis com quatro ou mais dormitórios, com alta de 4,4% em setembro/2011. Leblon, onde o m2 foi anunciado por R$ 16.347, lidera a lista dos maiores preços. Já a região de Anchieta apresentou novamente o menor valor para o m2, a R$ 1.058. A média na cidade do Rio de Janeiro, R$ 7.082


http://4.bp.blogspot.com/-qoA9otvKmv0/TosJOu9BkpI/AAAAAAAAAPs/wThC3mn-muk/s1600/Valorizacao-imoveis-setembro-2011-sp.PNG

Em São Paulo, os preços anunciados subiram em média 21% em 2011. Desde janeiro de 2008, a alta foi de 113%. A região do Ibirapuera/Vila Nova Conceição manteve o posto de líder no preço por m2 anunciado, com R$ 8.837. Em São Paulo, em média o preço do m2 foi foi de R$ 5.778.

http://4.bp.blogspot.com/-jiioVdJTgoU/TosJZKSWTnI/AAAAAAAAAPw/jhXTW3syPqE/s1600/Valorizacao-imoveis-setembro-2011-df.PNG

O Distrito Federal também mostrou aceleração dos preços, porém com menor intensidade que Rio e São Paulo. Na capital federal os imóveis valorizaram-se 0,9% em setembro de 2011.

Fonte: Politica & Economia (http://www.politicaeconomia.com/2011/10/valorizacao-de-imoveis-se-acelera-em.html)

Fullgencio
Oct 4, 2011, 2:58 PM
O Luxo não tem muito impacto dos funcionários públicos. Tanto não tem, que eu coloquei uma pequena tabelinha para exemplificar. Pra min BMW é carro popular, agora um Porsche???

Qual das 3 marcas da Armani, um funcionário público que ganha 12 mil reais poderá gastar. Detalhe, aquela tabelinha que fiz, se basea apenas num funcionário público solteiro. Se eu for colocar um casado, aí que o cara se lasca mesmo.

Giorgio Armani = classe AAA
Empório Armani = classe AA
AX Armani Exchange = classe A

Mesmo a AX Armani Exchange, duvido que um funcionário público compraria uma calça jeans por míseros 250 reais...

Desculpe, mas, na minha opinião, quem gasta R$48K em um relógio é um IDIOTA. Não tem outro nome para definir tal tipo de criatura. Dividir em 10x vezes ainda? kkkkkkkkkkkkkkkk....então é IDIOTA elevado a 10ª potência.

E, na minha opinião, o povo que torra dinheiro com essas marcas aí, Armani não sei das quantas, e etc, também são IDIOTAS, pois estão deixando seu dinheiro por um produto que não vale nem 1/100 disso e só serve para OSTENTAÇÃO.

OSTENTAÇÃO é para aquele tipo de pessoa insegura, em geral playboyzinhos filhinhos de papai, que não sabem como ganhar dinheiro, e vivem de mesada de papai, mamae e vovó, e precisam desse tipo de subterfúgio para se auto-afirmarem. No final das contas evidencia-se sua miséria mental e social, pois só podemos ter pena de um povo que vive em um meio que valoriza esse tipo de coisa.

Sim, eu acho que devemos comprar coisas boas e de qualidade. Mas tem coisas que são ridículas. Relógio de R$48K? Sò idiota mesmo. Carro também é ostentação. Me fala uma coisa: Para que um sujeito gasta R$400K (a maioria financiado) para comprar uma POrrsche Cayene? Só para ostentar! Então, desculpe, na minha opinião, é um idiota.

MAMUTE
Oct 5, 2011, 3:15 PM
Imóveis mais caros do Brasil


O metro quadrado custa em média R$ 7,8 mil no DF


Brasília mantém o título de capital mais cara do país no quesito moradia. No Distrito Federal, o preço do metro quadrado custa em média R$ 7,8 mil enquanto que a média nacional custa R$ 6 mil. Os dados foram divulgados ontem (4) pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe) que calcula o Índice de Preços de Imóveis- FipeZap. Segundo corretores de imóveis da Capital Federal, o preço dos apartamentos nas cidades satélites também está elevado. Eles se baseiam no preço dos imóveis do plano piloto que pode chegar até R$ 9 mil o metro quadrado em áreas como o bairro Noroeste, por exemplo. Em cidades como Samambaia, o preço do metro quadrado já chegou à R$ 5 mil, valor bastante elevado se comparado à outras regiões do Brasil e também dos Estados Unidos. Imóveis em Miami podem ser comprados por R$4.500, o metro quadrado.

http://www.jornalalobrasilia.com.br/noticias/img/noticias/foto_05102011090014.jpg
Cidade de Samambaia é mais cara que a cidade de Miami, um dos pontos turísticos mais visitados dos EUA


Segundo o coordenador do índice de preços de imóveis Fipe-Zap, Eduardo Zylberstajn, há cerca de dois anos houve um crescimento de cerca de 20% no valor do imóvel em Brasília. Apesar de algumas cidades terem bairros com preços mais altos, como por exemplo o metro quadrado do Leblon no Rio de Janeiro que vale R$ 16 mil, a média do DF é a mais alta. “Isso se explica porque Brasília tem a maior renda per capita do país e, o fato de grande parte da população ser servidora pública é muito atrativo para os bancos. Eles emprestam dinheiro para essas pessoas porque sabem que possuem crédito” complementa.

Segundo o economista e corretor de imóveis, Edgard Rodrigues, existe muita especulação com relação ao preço dos imóveis no Distrito Federal e no Brasil. Segundo ele, isso é uma bolha que pode estourar a qualquer momento. Para Zylberstajn, não há como se prevê bolhas Ele acredita que a grande questão é o que aconteceu com o preço do metro quadrado em 30 anos.“Passamos de uma década de estagnação nos anos 1980 e 1990. Esse boom imobiliário pode ser explicado pela correção desses preços”, comenta.

Segundo o corretor de imóveis Mateus Neves, a questão tem de ser analisada, levando-se em conta os preços dos imóveis no Brasil em relação a outros países. Segundo ele, as pessoas estão comprando apartamento mais barato em Miami do que no plano piloto e nas cidades satélites do DF. O empresário Rodrigo Simões que comprou um apartamento há pouco tempo em um bairro nobre em Miami (USA) conta que pagou R$ 4,5 mil, o metro quadrado. “Comprei como investimento, na época cheguei a olhar alguns apartamento nas cidades satélites, em Samambaia encontrei imóvel de R$ 5 mil o metros quadrado”, não tive dúvida, escolhi Miami.







http://www.alo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=140200

pesquisadorbrazil
Oct 5, 2011, 6:59 PM
Desculpe, mas, na minha opinião, quem gasta R$48K em um relógio é um IDIOTA. Não tem outro nome para definir tal tipo de criatura. Dividir em 10x vezes ainda? kkkkkkkkkkkkkkkk....então é IDIOTA elevado a 10ª potência.

E, na minha opinião, o povo que torra dinheiro com essas marcas aí, Armani não sei das quantas, e etc, também são IDIOTAS, pois estão deixando seu dinheiro por um produto que não vale nem 1/100 disso e só serve para OSTENTAÇÃO.

OSTENTAÇÃO é para aquele tipo de pessoa insegura, em geral playboyzinhos filhinhos de papai, que não sabem como ganhar dinheiro, e vivem de mesada de papai, mamae e vovó, e precisam desse tipo de subterfúgio para se auto-afirmarem. No final das contas evidencia-se sua miséria mental e social, pois só podemos ter pena de um povo que vive em um meio que valoriza esse tipo de coisa.

Sim, eu acho que devemos comprar coisas boas e de qualidade. Mas tem coisas que são ridículas. Relógio de R$48K? Sò idiota mesmo. Carro também é ostentação. Me fala uma coisa: Para que um sujeito gasta R$400K (a maioria financiado) para comprar uma POrrsche Cayene? Só para ostentar! Então, desculpe, na minha opinião, é um idiota.

Uai não seria ostentação IDIOTA um funcionário público comprar um imovel também? Comprar por comprar para só falar que mora no Sudoeste ou Noroeste e passar fome?:whip: E pior, passar fome durante 10, 20 ou 30 anos. Isso se não morrer antes e a família ter que assumir as dívidas.

Deixem as pessoas gastarem o seu dinheiro com o que quiser, eu acho hilário, gastar com luxo o povo reclama e vem com papo do social. Eu quero ver se alguma imobiliária, construtora ou corretor faz caridade? Nenhum, só visam o lucro. Nem que seja deixar Brasília intransitável, sem água, sem luz e sem esperança e claro sem qualidade de vida e meio ambiente. E viva a bolha dos agios e dos residenciais com serviços e kitinetes.:jester:

emblazius
Oct 5, 2011, 8:36 PM
:previous::previous:

Nisso eu concordo. 48 mil para os milionários de BSB equivale a uns 20 reais que tenho na minha carteira hoje. Então, se o cara tem a grana ele faz o que quiser, até rasgar, botar fogo e etc.

Esse pertence ao Luxo AAA, o que nenhum servidor público jamais pertencerá.

A gente belisca o AA e convive harmonicamente com o A, mas AAA só se tiver um plano B por trás.

MAMUTE
Oct 6, 2011, 8:23 PM
Otimismo é o menor desde 2010


O otimismo dos empresários sobre a atividade da construção em setembro é o menor desde janeiro de 2010. As expectativas dos industriais do setor para o nível de atividade nos próximos seis meses registraram 56,2 pontos, contra 60,1 pontos em agosto. As informações são da sondagem indústria da construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na quarta-feira, 28 de setembro. O indicador varia de zero a 100. Valores acima de 50 pontos indicam aumento da atividade, produção acima do usual ou expectativa positiva. Na comparação com setembro de 2010, quando o indicador foi 65,3 pontos, a queda do nível de atividade neste mês foi maior: 9,1 pontos.





http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2011-10-06/imoveis/5140/OTIMISMO-E-O-MENOR-DESDE-2010.pnhtml

emblazius
Oct 7, 2011, 12:52 AM
Não tenha dúvidas. Eu mesmo cortei muitos gastos extras para diminuir a fatura do cartão que vinha bombando, cancelei pacotes de viagem. O problema é que obra é phoda e a minha já secou minhas economias...kakkakakkaakka. Agora é poupar e popar, nada de gastar.

MAMUTE
Oct 9, 2011, 1:00 PM
Ganha força a hipótese de bolha no País


A hipótese de bolha imobiliária no Brasil começa a ganhar força. O professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Samy Dana, por exemplo, com base em alguns cálculos, é um dos que já afirma que o País vive essa bolha.

Preços altíssimos, crédito fácil e evolução do valor do aluguel menor do que o porcentual de crescimento do preço do imóvel são alguns dos fatores que ele pontua quando quer explicar porque acha que os brasileiros já vivem a bolha imobiliária.

Outros especialistas são mais ponderados e preferem dizer que, por enquanto, não temos a bolha no Brasil. Sempre, esses especialistas, usam o cenário norte-americano vivido no fim de 2008 para justificar porque acham que os brasileiros ainda estão longe de viver tal situação.

“Mas, se começar a ocorrer uma forte inadimplência nas centenas de linhas de crédito que foram concedidas, aí sim viveremos a bolha”, comenta Nelson de Souza, professor da Ibmec do Rio de Janeiro. “Então, acho que podemos responder essa pergunta daqui a alguns anos, dois talvez”, emenda.

Cedo demais
Denise Labate Vasconcellos, professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista no mercado imobiliário, também acha cedo dizer que o País já tem uma bolha no setor imobiliário, mas ela afirma que os atuais valores dos imóveis estão próximos do pico, mas não crê em recuo.

“Enquanto houver essa situação macroeconômica de alta na renda e grande oferta de crédito imobiliário, o preço não vai cair”, afirma. Ela emenda que imóvel também é forma de investimento. “E a tendência é sempre de alta”, afirma a professora universitária.

Aqueles que representam o setor imobiliário, como é o caso de Augusto Viana, presidente do Creci de São Paulo, rebate todos os comentários feitos pelos acadêmicos e é enfático ao afirmar que “não há absolutamente nenhuma bolha imobiliária no Brasil.”













http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/ganhar-forca-a-hipotese-de-bolha-no-pais/

MAMUTE
Oct 13, 2011, 2:05 PM
Dez mil imóveis para todos os gostos e bolsos


Salão 'Wimóveis' de Brasília é o maior em vendas de todo o país


O comitê organizador do Salão Wimóveis lançou nesta terça-feira, no Hotel Mercury, a sexta edição do maior evento do mercado imobiliário, que já se tornou referência na cidade e é considerado o primeiro em vendas e o segundo em visitação do país. Desta vez, a sua realização ocorrerá entre os dias 19 e 23 deste mês, no Pavilhão ExpoBrasília, no Parque da Cidade. Durante cinco dias, 100 expositores movimentarão a capital federal com a oferta de mais de 10 mil imóveis para todos os gostos e bolsos. A expectativa de visitantes é de 26 mil pessoas.

http://www.jornalalobrasilia.com.br/noticias/img/noticias/foto_12102011093221.jpg
Diretor comercial apresentou a programação e o novo espaço da 6ª edição do Salão

“É mais uma oportunidade de Brasília movimentar o mercado imobiliário. E acredito que o evento repetirá o sucesso das edições anteriores”, destaca presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do DF (Ademi), Adalberto Valadão. Ele descarta uma possível interferência da crise internacional, atribuindo os bons resultados do evento à consolidação do mercado imobiliário local, à renda per capita dos brasilienses e à crescente demanda do setor, além da facilidade de crédito.

Na abertura do 6º Salão Wimóveis, o ex-ministro da Fazenda, Mailson da Nóbrega, fará uma palestra com o tema “Perspectivas da Economia Brasileira”, com uma breve análise do mercado imobiliário brasileiro. Os consumidores terão à disposição imóveis de todos os tipos para todos os bolsos – residenciais e comerciais, apartamentos, casas ou salas, na planta ou prontos, novos ou usados, últimos lançamentos ou em liquidação de estoques. Os valores variam de R$ 80 mil a R$ 8 milhões.

Após três anos consecutivos no Centro de Convenções, a organização do evento constatou a necessidade de crescer e, por isso, optou por um espaço total de quase 9 mil m², que oferecerá melhores acomodações e uma melhor estrutura de estacionamento – o “grande vilão” dos eventos anteriores. “Preparamos uma estrutura para receber melhor os clientes, com manobristas e mais seguranças. Além disso, duas grandes áreas de estacionamento do Parque da Cidade, estarão à disposição dos visitantes ”, informa o diretor comercial da Wimóveis, Marcelo Ramos.













http://www.alo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=141413

MAMUTE
Oct 13, 2011, 2:07 PM
Esse salão Wimoveis vai ser um bom termômetro, sobre uma possível bolha...

pesquisadorbrazil
Oct 13, 2011, 2:36 PM
Esse salão Wimoveis vai ser um bom termômetro, sobre uma possível bolha...

Vai ser sim, pois as vendas despencaram 55% em Brasília. Ops.... Nem era para falar. Só de lançamentos, a Royal falou que iria lançar 60 projetos esse ano, e sequer lançou 20. E duvido que lance os outros 40 durante a feira Wimoveis.:whip:

MAMUTE
Oct 16, 2011, 2:36 AM
Setor em franca expansão


O mercado imobiliário do Distrito Federal se mantém aquecido e pujante. A média de valorização dos imóveis chegou a 19% ao ano, de 2010 a 2011. Quantidade de unidades comercializadas se manteve em patamar alto nos últimos anos


Desde 2008, quando houve a crise americana do sub-prime dos títulos imobiliários, os investidores começaram a procurar aplicações mais seguras. No Brasil, eles viram os papéis da bolsa em queda. Nos primeiros dois meses, a grande maioria deles migrou para cadernetas de poupança, fundos DI e títulos do governo brasileiro.


Em Brasília, cidade em plena expansão, com cerca de 56% do seu PIB de consumo concentrado nos bem remunerados servidores, após estes dois meses de instabilidade de 2008, a partir de novembro, no 3º Salão WImóveis, muitos desses consumidores e em menor número investidores passaram a investir em imóveis.


http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/86a0dc63cebbe0b35cb3db7504bb573ef3636098

Hoje, a valorização dos imóveis no Brasil entrou na agenda da grande imprensa. Matérias excelentes, outras paupérrimas, mas o que mais impressiona são os levantamentos sem definição clara da amostra pesquisada. A maciça maioria das matérias baseiam-se em pesquisas subjetivas e “qualitativas”, algo extremamente questionável no âmbito das pesquisas mercadológicas profissionais.


Com o objetivo de traçar um panorama preciso do mercado, o grupo WImoveis.com, através da sua ferramenta de Business Inteligent (WEvolução), pesquisou em sua base um universo de mais de 300 mil imóveis no período que compreendeu outubro de 2009 até setembro de 2011, separando uma amostra total de 70.398 imóveis, com uma margem de erro média de 2%. Separamos a amostra em 3 grupos para melhor análise:

1. De outubro de 2009 a setembro de 2010
Que denominamos de 2010
2. De outubro de 2010 a setembro de 2011
Que denominamos de 2011
3. De Julho de 2011 a Setembro de 2011
Que denominamos Três Últimos meses

Foram estudadas 17 regiões do DF: Águas Claras, Asa Norte, Asa Sul, Ceilândia, Cruzeiro, Gama, Guará, Lago Norte, Lago Sul, Octogonal, Park Way, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, Sobradinho, Sudoeste e Taguatinga. E oito tipologias de imóveis: apartamentos (1, 2, 3 e 4 quartos ou mais), apart-hotel, quitinete, casas e salas. Separados em 2 subtipos de imóveis: prontos (55.318) e na planta (15.080). Foram analisadas regiões e tipologias de imóveis onde os mesmos são legais, registrados em cartórios de imóveis e/ou com memorial de incorporação.


Importante informar que, para evitar distorções nas amostras, determinadas por sub-tipo, região e tipologia, menos de 50 imóveis foram excluídos da pesquisa. Outro ponto é que todos os valores em reais apresentados foram baseados em valores medianos, ou seja, existem valores menores e maiores que os mesmos. Os metros quadrados (m2) foram tratados da mesma forma, para cada tipologia devidamente estratificada.
Nestes últimos 12 meses os imóveis na planta valorizaram em média 19,58%, sendo que os que mais se valorizaram foram:


1. Salas na Asa Norte
44,44% (8,46% nos 3 últimos meses)
2. Salas na Asa Sul
38,05% (15,70% nos 3 últimos meses)
3. Apart-hotel na Asa Sul
37,55% (0,73% nos 3 últimos meses)
4. Apto. de 1 Quarto em Águas Claras
36,13% (3,03% nos 3 últimos meses)
5. Apart-hotel na Asa Norte
32,09% (2,57% nos 3 últimos meses)



http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/1567adb8bd190368885a52c41e394225f2ef34aa

Comprova-se aqui a busca contínua do imóvel como investimento focado no aluguel, pois as salas, apart-hotéis e apartamentos de um quarto são os produtos que têm um maior rendimento percentual do valor do aluguel frente ao valor do imóvel, girando em torno de 0,75% ao mês. Como esses imóveis têm restrições quantitativas de ofertas de terrenos e a procura pelos mesmos é grande, tem-se uma maior valorização dos mesmos.
As menores valorizações foram:

1. Apartamento de 1 Quarto no Noroeste
0,24% (-0,40% nos 3 últimos meses)
2. Apto. de 3 Quartos em Taguatinga
5,12% (7,52% nos 3 últimos meses)
3. Lago Norte Quitinete
6,43% (7,53% nos 3 últimos meses)
4. Apto. de 2 Quartos em Taguatinga
8,42% (0,94% nos 3 últimos meses)
5. Apto. de 2 Quartos no Noroeste
8,72% (1,13% nos 3 últimos meses)

Ou seja, das 25 estratificações pesquisadas, 23 ficaram acima dos rendimentos da caderneta de poupança, demonstrando claramente que imóvel é um bom investimento, ou talvez o melhor investimento do momento. Ou seja:
Os valores de metros quadrados mais elevados, nos três últimos meses, são:

1. Sala na Asa Sul
R$ 13.078,03 (valor mediano)
2. Sala na Asa Norte
R$ 12.818,18 (valor mediano)
3. Apart-hotel na Asa Sul
R$ 12.254,53 (valor mediano)
4. Apart-hotel na Asa Norte
R$ 12.193,67 (valor mediano)
5. Apto. de 4 Quarto no Noroeste
R$ 10.607,43 (valor mediano)

Os valores de metros quadrados mais baratos, nos três últimos meses, são:

1. Apto. de 3 Quartos na Ceilândia
R$ 3.051,95 (valor mediano)
2. Apto. de 3 Quartos na Samambaia
R$ 3.142,86 (valor mediano)
3. Apto. de 2 Quartos na Ceilândia
R$ 3.214,59 (valor mediano)
4. Apto. de 2 Quartos na Samambaia
R$ 3.400,00 (valor mediano)
5. Apto. de 2 Quartos na Gama
R$ 3.425,00 (valor mediano)

O Plano Piloto continua sendo o óasis do DF e as regiões que o rodeiam, cada vez mais charmosas e equipadas de empreendimentos com infra-estrutura total de lazer, chamam atenção dos clientes.
Para dar mais consistência qualitativa a esta matéria, entrevistamos os executivos das principais imobiliárias do DF que vendem imóveis na planta, pois estes detêm as informações das vendas, já que estas transações não são controladas pelos cartórios, os atos de registros somente ocorrem quando da entrega das chaves e da transferência definitiva da propriedade da construtora para o adquirente, mediante lavratura de escritura pública de compra e venda, e posteriormente registro no cartório de registro de imóveis da área de competência.


De acordo com estes executivos, os valores dos imóveis continuam valorizando, contudo, desde 2010, quando do estouro da caixa de pandora e até os dias atuais, os problemas que as construtoras vêem enfrentando estão localizados principalmente, ou quase que totalmente, nas “novas” exigências burocráticas governamentais: EIV (Estudo de Impacto Ambiental), RIT (Relatório de Impacto de Trânsito), PDOT (Plano Diretor de Ordenamento Territorial) e do MP (Ministério Público). Como muitas informações são “novas”, as interpretações são contraditórias de cada parte, tornando muito difícil ou muitas vezes impossível se fazer um estudo de viabilidade econômica de um terreno a ser edificado.

Dificuldade de aprovação
Hoje, para se aprovar um projeto, leva-se mais de um ano e seis meses, quando no passado recente levava-se no máximo seis meses. A dificuldade está tão grande e as informações tão inseguras que várias construtoras que só prestigiavam o DF estão embarcando em outros estados.


Temos casos de construtoras que não conseguem lançar há mais de dois anos, daí não haver outra alternativa senão procurar outros mercados, pois os custos operacionais continuam os mesmos. Estamos hoje em 2011 com o mesmo número de lançamentos de 2008, quando somente se tinha Águas Claras como oportunidade efetiva de oferta de terreno, sendo que desde 2009 as ofertas de terreno e, consequentemente, lançamentos estão em tese em diversas regiões, só que não se consegue mais lançar por causa da burocracia ou, simplesmente, por insegurança dos empresários.


Ou seja, em 2009 o DF ocupou o 2º lugar como maior mercado de vendas de imóveis do Brasil. Esta posição se manteve em 2010 e agora em 2011 corremos sério risco de perder este posto para o Rio de Janeiro e até para Salvador.

Imóveis Prontos
Os imóveis prontos com uma amostragem bem maior (55.318), quase quatro vezes superior aos imóveis na planta (15.080), nos dão noção praticamente de todo do mercado imobiliário do DF.
Assim, nestes últimos 12 meses, os imóveis prontos valorizaram em média 19,42% e os que mais se valorizaram foram:

Apartamento de 2 Quartos no Sudoeste
42,86% ( 3,33% nos 3 últimos meses)
Casa de 3 Quartos no Cruzeiro
39,71% ( 4,79% nos 3 últimos meses)
Apartamento de 2 Quartos na Ceilândia
34,81% ( 7,11% nos 3 últimos meses)
Sala na Asa Sul
34,78% ( 3,03% nos 3 últimos meses)
Apartamento de 1 Quarto na Asa Sul
34,69% (8,33% nos 3 últimos meses)

Como o imóvel pronto é um produto, digamos, para consumo imediato e o universo de pessoas que compram imóveis para morar é muito maior que os que compram para investir, vê-se uma maior valorização nos imóveis residenciais. Mas os investidores com foco no aluguel não ficam para trás. Novamente, os imóveis mais buscados para este fim estão são os 4º e 5º mais valorizados.
As menores valorizações foram:

Apartamento de 3 quartos no Riacho Fundo
1,08% ( 3,19% nos 3 últimos meses)
Apartamento de 2 quartos no Riacho Fundo
5,41% ( -2,52% nos 3 últimos meses)
Apart-Hotel na Asa Sul
5,60% ( 30,30% nos 3 últimos meses)
Apartamento de 2 quartos na Asa Sul
7,87% (10,42% nos 3 últimos meses)
Apartamento de 3 quartos na Ceilândia
8,15% ( 2,24% nos 3 últimos meses)

Ou seja, das 59 estratificações pesquisadas, 57 ficaram acima dos rendimentos da Caderneta de Poupança e apenas 3 ficaram abaixo. Destes 3, observa-se em 1 deles (Apart-Hotel na Asa Sul) um forte tendência de valorização, já que nos últimos três meses estes valorizaram 30,30%. Demonstrando, novamente e de forma clara que imóvel é um bom investimento, ou talvez o melhor investimento do momento.
Os valores de metros quadrados mais elevados, nos três últimos meses, são:

Sala na Asa Norte
R$10.882,35 (valor mediano)
Apartamento de 4 Quartos no Sudoeste
R$10.193,55 (valor mediano)
Apart-hotel na Asa Norte
R$ 9.864,86 (valor mediano)
Sala na Asa Sul
R$ 9.714,29 (valor mediano)
Apartamento de 2 Quartos no Sudoeste
R$ 9.687,50 (valor mediano)

Os valores de m² mais baratos, nos três últimos meses, são:

Casa de 3 Quartos no Recanto das Emas
R$ 1.465,52 (valor mediano)
Casa de 2 Quartos no Recanto das Emas
R$ 1.465,52 (valor mediano)
Casa de 4 Quartos em Sobradinho
R$ 1.662,96 (valor mediano)
Casa de 3 Quartos em Samambaia
R$ 1.704,76 (valor mediano)
Casa de 3 Quartos no Gama
R$ 1.764,71 (valor mediano)

Diferentemente dos imóveis na planta, os quais, basicamente, só é possível acompanhar os apartamentos e salas, os imóveis prontos acompanha-se quase todas as tipologias em basicamente quase todas as regiões do Distrito Federal.















http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2011-10-15/especial/5637/SETOR-EM-FRANCA-EXPANSÃO.pnhtml

pesquisadorbrazil
Oct 17, 2011, 11:37 AM
Sinais que a bolha estourou em Águas Claras, o empreendimento da MRV denominado TOP LIFE, de milhares de unidades no condominio, somente 3 unidades foram entregues.... E o bicho está pegando para piorar a MRV se recusa a pagar a ANALT, pois alteraram a destinação da área de institucional para residencial, e a MRV não quer pagar 7 milhões ao GDF. Mais outro motivo que a bolha vai estourar em cima de todas as construtoras que não pagam ANALT.

Como por exemplo Attos e HC que mal lançaram o Park Premium que fora sumariamente cancelado, não por falta de EIV ou RIT, foi por que ambas as construtoras não pagaram o GDF.

pesquisadorbrazil
Oct 17, 2011, 1:06 PM
Disparada de aluguéis torna mais vantajosa a compra de imóveis

Correio Braziliense, Vera Batista, Gustavo Henrique Braga

Alugar um imóvel no Brasil virou um pesadelo. Valores cada vez mais salgados e a disputa por um espaço, além da lista interminável de documentos, vêm desestimulando os candidatos a inquilino. Além disso, estudos de entidades ligadas ao setor mostram que o preço da compra de casas e apartamentos vem caindo, enquanto o valor do aluguel por metro quadrado, em dólar, sobe sem parar. Entre os países emergentes e da América Latina, o Brasil apresenta o quarto maior valor (US$ 19), abaixo apenas de Rússia (US$ 47), Índia (US$ 31) e África do Sul (US$ 21). Mas acima de Argentina, China (US$ 15) Uruguai e Chile (US$ 11). Em cidades como Brasília, uma das explicações para aluguéis tão exorbitantes, segundo especialistas, é a forte demanda de estrangeiros por conta da falta de vagas em hotéis.

O advogado Jacques Veloso comprovou, na prática, que a prestação de um financiamento para a compra de uma casa de 450 metros quadrados, no Lago Sul, em Brasília, é muito inferior ao aluguel mensal. Ao adquirir o imóvel que já ocupava, o desembolso caiu de R$ 16 mil para R$ 10 mil mensais — em 370 meses, ou 30 anos. "Com várias vantagens. Na compra, segue-se uma tabela prefixada e o valor é decrescente, em termos reais. Se pegarmos a última parcela, por exemplo, o pagamento cairá para o equivalente a R$ 2,3 mil, enquanto o aluguel só tende a crescer com os reajustes do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M). Em 30 anos, custaria mais que o dobro", calcula Veloso.

O consultor financeiro Emerson Castello Branco alerta que, antes de comprar um imóvel, as pessoas devem fazer um conjunto de ponderações, tais como perspectivas de mudanças no trabalho, de casamento e da chegada de filhos, além de considerar a idade atual. No entender de Castello Branco, a pessoa só deve buscar um financiamento caso tenha, por exemplo, um emprego estável. "Se houver possibilidade de transferência, por exemplo, o aluguel é mais indicado, já que vender não é tão rápido em caso de mudança", alerta o consultor. "Se a pessoa pretende casar e ter filhos, deve buscar um imóvel maior, de três quartos, para que, com o tempo, a moradia não fique apertada demais."

Na planta
Seguidas todas essas precauções, optar pelo financiamento imobiliário é, na maioria dos casos, o mais recomendado. "O aluguel é como um poço sem fundo em que a gente paga, mas não vê um retorno do dinheiro", argumenta a dona de casa Cristiane Poleta, 35 anos. Casada com um militar, ela se mudou há três anos de Santa Catarina para Brasília, onde, desde então, vive como inquilina. Agora, já estabilizada na capital federal, Cristiane estuda comprar um imóvel. "Ainda estamos olhando, mas a ideia é adquirir um apartamento na planta, que deve sair mais em conta. Pelas condições que o corretor apresentou, é possível obter um financiamento de 100 parcelas de R$ 1,5 mil, bem melhor do que os R$ 3 mil que pago atualmente de aluguel."

Henrique Soares e Simone Antunes, dois amigos que moravam há anos em cidades diferentes e coincidentemente se encontraram em Brasília depois de aprovados em concurso público, também preferiram se tornar proprietários. Henrique pretendia trazer a mãe da Bahia para morar em uma quitinete alugada, mas desistiu ao comparar os preços. "Eu ia pagar R$ 1,2 mil por um lugar meio apertado no Sudoeste. Resolvi comprar e tenho uma prestação de R$ 900", diz.

Simone, já instalada, queria alugar um apartamento de sala e quarto para o filho mais velho, mas seguiu o mesmo raciocínio do amigo e economizou R$ 300 por mês devido à diferença entre o valor das parcelas. "O aluguel na Asa Norte era de R$ 1,9 mil. Comprei um apartamento maior e com prestação bem mais barata em Águas Claras", comemora.

Leonel Alves, diretor comercial da Lopes Royal, ressalta que, ao adquirir um imóvel, o morador está também construindo um patrimônio. "O farto acesso ao crédito levou muita gente a financiar a casa própria. Hoje, há diversas opções, com possibilidade de pagamento em até 30 anos", pondera. Dados da Caixa reforçam o discurso de Leonel: só neste ano, o banco estatal prevê liberar R$ 90 bilhões em crédito imobiliário, um crescimento de 16,8% em relação ao ano passado.

Diogo Araújo, gerente comercial da Paulo Baeta, argumenta que mesmo quem paga pouco como locatário pode obter vantagem ao entrar num financiamento. "Não é difícil para uma pessoa que gasta R$ 400 mensais com um aluguel em Samambaia, por exemplo, conseguir um empréstimo de 360 meses para um imóvel semelhante com parcelas iguais ou inferiores", sugere. Leonardo Guerra, diretor da Silco Engenharia, tem visão parecida. "Ao longo do financiamento, a tendência do bem é se valorizar, mas as prestações serão equivalentes àquelas da data de aquisição. Por isso, a compra é um bom negócio", afirma.

Valor justo
No entanto, não existe uma resposta pronta sobre qual a melhor opção, já que tudo depende da situação do comprador ou possível locatário. Um aluguel é considerado justo quando equivale a 0,5% do valor do imóvel. Para um apartamento de R$ 200 mil, o pagamento mensal não deve ultrapassar R$ 1 mil. Mas a despesa pode chegar a 0,7%, dependendo de fatores como a localização e o padrão de acabamento. Se o gasto dói no bolso, pode ser melhor partir para um financiamento. "A decisão deve se basear não apenas no montante do crédito, mas também no momento da vida de cada um. Para quem está mudando de cidade, ou não tem emprego estável, é melhor estudar bem o que fazer", analisa Marcelo Prata, administrador do blog Canal do Crédito.

Recentemente, surgiu uma nova profissão que vem crescendo no Brasil: a de corretor financeiro. São pessoas que fazem a intermediação entre os bancos e o pretendente à compra de um imóvel. "Mesmo assim, o cidadão deve pesquisar, pesquisar e pesquisar", aconselha Prata. Apesar das facilidades existentes e de acreditar que, sob o ponto de vista financeiro, a aquisição é quase sempre a melhor escolha, Prata aconselha quem está pensando em tomar essa decisão a conversar, antes, com pessoas que já compraram imóvel, participar de fóruns de discussão sobre o assunto e consultar especialistas. "Você pode até não ter que providenciar os documentos pessoalmente, mas ficará mais consciente de tudo o que envolve uma operação imobiliária", ressalta.

É preciso, além disso, comparar as condições oferecidas por diferentes bancos. O correto é observar o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento, que inclui todas as cobranças previstas, como juros, seguro e tarifas bancárias. O Canal do Crédito criou um sistema que permite a qualquer pessoa fazer essa comparação.

Tributo onera a operação
Na compra de uma casa ou apartamento, há ainda os gastos com o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e taxas, que podem perfazer cerca de 5% do valor de aquisição. A alíquota do ITBI, recolhido pela prefeitura do município (ou pelo Governo do Distrito Federal, no caso de Brasília) é, em média, de 2,5% do valor do bem, podendo superar os 3%. É preciso também levar em conta os custos com elaboração da escritura de compra e venda, que deve ser feita em um Cartório de Notas, e prever a despesa com o registro do documento no Cartório de Registro de Imóveis.

Fonte: http://clipimobiliario.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16921:disparada-de-alugueis-torna-mais-vantajosa-a-compra-de-imoveis&catid=34:mercado&Itemid=101

pesquisadorbrazil
Oct 17, 2011, 1:06 PM
Só não vê falta de hotéis o CARTEL HOTELEIRO, que querem continuar cobrando o olhos da cara dos turistas sem oferecer nada em troca.

MAMUTE
Oct 19, 2011, 12:55 PM
Vendas contratadas da Tecnisa recuam 10% no terceiro trimestre



A incorporadora e construtora Tecnisa encerrou o terceiro trimestre do ano com vendas contratadas de R$ 336,9 milhões, resultado 10% inferior ao apurado no mesmo período de 2010. O número faz parte de uma prévia divulgada pela companhia na noite de ontem e refere-se apenas à parcela da Tecnisa nos empreendimentos.

A empresa atribuiu o fraco resultado à maior demora no processo de aprovação. Segundo a Tecnisa, 76% do total de lançamentos foi efetuado nos últimos dias de setembro, contribuindo pouco com as vendas até o fechamento do trimestre.

Entre julho e setembro, foram lançados seis empreendimentos, totalizando um valor geral de vendas (VGV) de R$ 312,3 milhões, o que representa uma queda de 45% ante o terceiro trimestre do ano passado.

No acumulado dos nove primeiros meses do ano, no entanto, a empresa alcançou um total de R$ 1,42 bilhão em vendas contratadas, com avanço de 87% em relação ao mesmo intervalo do ano passado.

Já os lançamentos totalizaram R$ 1,1 bilhão até setembro, 10% superior na mesma base de comparação.












http://www.valor.com.br/online/empresas/construcao-e-engenharia/1058538/vendas-contratadas-da-tecnisa-recuam-10-no-terceiro-

MAMUTE
Oct 21, 2011, 7:39 PM
Negócios a todo vapor no 6º Salão WImóveis


Segundo e terceiro dias do maior salão imobiliário do Centro-Oeste são marcados pela subida das vendas


http://coletivo.maiscomunidade.com/imagem/bfd3eb1f592c24b2d66aa6b2ae1ceea684e1697d
Augusto Abdala, o vice-governador do DF, Tadeu Filippelli, Adalberto Valadão e Marcelo Ramos deram o pontapé inicial para as vendas


Os negócios continuam a todo o vapor nos estandes do 6º Salão WImóveis, que teve início quarta e vai até este domingo (23), no Expo Brasília, Parque da Cidade. Nas ofertas de unidades com preços mais acessíveis ou aquelas de alto padrão, a clientela tem se mostrado satisfeita com a oferta que gira em torno dos 10 mil imóveis. O psicólogo Osmar Alencastro, 37 anos, foi ao evento com a esposa para olhar apartamentos de 3 quartos e ficou satisfeito com o que viu.


O diretor da Silco Engenharia, Leonardo Guerra, explica o vasto leque de opções baseado no bom momento do mercado de imóveis e construção civil que Brasília atravessa, tendo em vista as ótimas expectativas provenientes de duas tendências de mercado: o crescimento numérico da classe C e o seu poder de aquisição. Guerra também cita que o aluguel perdeu certo espaço para a compra. “Houve uma significativa ampliação do número de pessoas que compram imóveis para morar. Este é um tipo de cliente mais sólido, pois a probabilidade de ele desistir do negócio no meio do caminho é muito menor”, avalia. O diretor da Silco revela que cresce o número de investidores que compram imóveis para complementar a renda na época de sua aposentadoria. Com o crescimento, as instituições bancárias garantiram presença no 6º Salão. Kleber Assem, gerente de Negócios do Banco do Brasil, afirma que estar lá envolve razões estratégicas.


Chegando no mercado de Brasília para ficar



Muitas são as situações narradas envolvendo empresas já tradicionais e consolidadas no mercado. Mas com o bom momento do mercado, é natural que novos investimentos surjam e que outras marcas busquem seu espaço. É o caso da Raphael Campos Imóveis, inaugurada há apenas oito meses no Sudoeste e com estande no 6º Salão WImóveis. “Tenho 18 corretores focados no mercado de lançamentos e imóveis prontos”, resume.









http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2011-10-21/imoveis/6100/NEGOCIOS-A-TODO-VAPOR-NO-6º-SALAO-WIMOVEIS.pnhtml

MAMUTE
Oct 21, 2011, 7:40 PM
:rolleyes:

MAMUTE
Oct 23, 2011, 1:28 PM
Saldo positivo nos cinco dias




Terminado o 6º Salão WImóveis, resultados positivos em termos de vendas e movimentação são comemorados tanto por empresários quanto visitantes


Foram cinco dias nos quais Brasília respirou os ares do mercado imobiliário. Segunda força nacional em termos de negócios envolvendo imóveis, o Distrito Federal comemora o bom momento vivido pelo setor junto ao da construção civil. Estima-se que R$ 300 milhões tenham sido movimentados na sexta edição do Salão WImóveis.


O segredo do sucesso está na organização. Entre os dias 19 e 23 de outubro, 35 pessoas entre colaboradores e parceiros colocaram em ação o planejamento que durou cerca de um ano. O comitê organizador foi formado por presidentes e colaboradores das principais entidades do setor de imóveis, casos da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi-DF), do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do DF (Creci-DF) e da Associação dos Notários e Registradores do DF (Anoreg-DF).

http://coletivo.maiscomunidade.com/imagem/a56d88c93abb1a48b71a605bff43b304f18b820c/320/375/PNUImagem.jpg
Estima-se que foram movimentados R$ 300 milhões na 6ª edição do Salão WImóveis que reuniu 40 mil pessoas nos cinco dias



Haviam imóveis de todos os tipos e para todos os bolsos. Residenciais e comercias, apartamentos, casas ou salas, na planta ou prontos, novos ou usados, últimos lançamentos ou em liquidação de estoques. Na média geral, as transações tiveram valores entre R$ 80 mil e R$ 8 milhões, desde casas em Águas Lindas a mansões nos lagos Sul e Norte, passando por imóveis nas diversas regiões administrativas do Distrito Federal. E ainda, os tradicionais Guará, Águas Claras, Gama, Samambaia e os novíssimos Noroeste e Park Sul.


Fernando Garrido, gerente de incorporação no Centro-Oeste da OAS Empreendimentos, acredita que o evento teve sucesso porque o mercado imobiliário brasiliense é forte e promissor. “A grande quantidade de oportunidades de trabalho geradas aqui em Brasília, especialmente na área pública, proporciona uma constante demanda por habitação. Há muitas pessoas que vêm de todo o Brasil para viver aqui”, completa.

Sindicato vê futuro promissor para o DF


O presidente do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (Secovi-DF), Carlos Hiram , crê que Brasília deve seguir acreditando em seu setor imobiliário para alavancar a economia. “Apesar dos anseios provocados pela crise financeira externa, Brasília se mostra alheia a isso. Tem potencial para crescer ainda mais, ao contrário do que muitos pensam, e pode fazer isso”, prevê. Hiram vai além e vê o WImóveis como o maior evento imobiliário do País. “Os números oficiais ainda não saíram, mas o fluxo de caixa dos estandes já mostra um resultado excelente. Particularmente, vejo o salão hoje como a maior reunião de vendedores e clientes que realmente fecham negócio. Foi gerado um grande valor agregado de vendas”, finaliza.









http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2011-10-23/imoveis/6214/SALDO-POSITIVO-NOS-CINCO-DIAS.pnhtml

MAMUTE
Oct 26, 2011, 9:38 PM
Compre um apê e leve um carro novo


A PaulOOctavio Investimentos Imobiliários e a Via Empreendimentos Imobiliários lançam a promoção Chaveiro Completo, que dá um Novo Uno 0km na compra de qualquer apartamento de quatro quartos na segunda fase do empreendimento Residencial Península, em Taguatinga. Nada de sorteio. O cliente só tem que fechar negócio até o dia 31 de dezembro, e sai com as chaves do apartamento e do carro na mão.




http://www.maiscomunidade.com/conteudo/2008-05-19/imoveis/79251/COMPRE-UM-APE-E-LEVE-UM-CARRO-NOVO.pnhtml

MAMUTE
Oct 26, 2011, 9:40 PM
:previous:Será que está difícil de vender???
Estão tentando de tudo pra animar os consumidores:yes:

MAMUTE
Oct 27, 2011, 2:25 AM
Quer comprar um imóvel? Analista responde se este é o melhor momento


O professor de finanças da Escola de Economia da FGV-SP Samy Dana afirma que há uma bolha imobiliária no Brasil e que a tendência é de queda nos preços.


A trajetória de alta no preço dos imóveis segue em ritmo acelerado no Brasil. Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (26/10) pelo Ibope mostra que o preço médio do metro quadrado de imóveis novos na cidade de São Paulo cresceu 85% desde 2009. O estudo incluiu outras três capitais: Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre.

Entre abril e outubro deste ano, a variação em São Paulo foi de 14%. Em valores atualizados, o preço médio do metro quadrado na capital paulista ficou em R$ 6.019. No Rio de Janeiro, o índice avançou 18% chegando a R$ 6.000. No Recife, que também registrou alta de 18%, o preço médio do metro quadrado chegou a R$ 4.074. Em Porto Alegre, a alta foi de 11% no período. Resultado: o preço médio do metro quadrado na capital gaúcha ficou em R$ 4.501.


Tendências


Diante do resultado, surge a grande pergunta: este é um bom momento para comprar imóveis? O professor de finanças da Escola de Economia da FGV-SP Samy Dana é categórico em afirmar que "esta é uma péssima hora para comprar um imóvel".

Segundo ele, a alta não tem condições de se sustentar. "Tenho convicção de que há uma bolha imobiliária. Os preços estão absurdos. O metro quadrado em regiões nobres de São Paulo chega a custar entre R$ 10 mil e R$ 12 mil. Na periferia, o preço reduz porque não há metro quadrado para fins comerciais e há oferta de espaço muito maior", explica. De acordo com Dana, uma das maiores altas ocorre na região da Paulista que divide a região dos Jardins e do centro da cidade, onde um apartamento de 100 metros quadrados custa em média R$ 1 milhão.

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Vale o investimento?

O analista explica que ao se comprar um imóvel como investimento deve-se pensar em sua taxa de retorno, conhecida também como taxa de aluguel, que pode ser expressa como o valor do aluguel sobre o preço do imóvel, por exemplo, se o imóvel tem o valor de R$ 200 mil e o aluguel vale R$ 800, a taxa de aluguel é de 800/200 mil = 0,40%.

"Essa taxa é, mesmo com o mercado extremamente aquecido, bastante baixa, como os dados simples e de fácil acesso podem mostrar. Ao entrar em sites de anúncios de imóveis, percebe-se que essa taxa de retorno alcança, para imóveis novos, valores próximos de 0,35% em bairros nobres de São Paulo", diz Dana.

"Considerando que o CDI, o ativo livre de risco brasileiro, remunerou 0,90% em setembro e a poupança, aplicação com o menor retorno no Brasil, paga 0,5% mais TR, por que um investidor racional investiria em um mercado com risco significativo e baixa liquidez, como o imobiliário, para conseguir um retorno menor ao de aplicações praticamente sem risco?", questiona o especialista.

Além disso, alerta Dana, na compra de um imóvel deve se considerar que se vai pagar mais 6% de escritura e gastos com reforma ou acabamento, no caso de imóveis comprados na planta. "Além disso, se comprar na planta, o tempo que o imóvel ficar parado é o mesmo que o dinheiro, que poderia estar investido, vai ficar parado também", observa.

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O metro quadrado em regiões nobres de São Paulo chega a custar entre R$ 10 mil e R$ 12 mil


O efeito Copa

A confirmação do Brasil como sede da Copa de 2014 também contribui para o aquecimento do mercado imobiliário. Mas, até que ponto essa alta será sustentável? "As pessoas esperam que haverá um milagre na Copa. Mas não vai. O Brasil ainda tem muitos problemas estruturais", diz.

"Acredito que os preços devem começar a cair em breve. O País parece um canteiro de obras e quando tudo isso estiver pronto, vai aumentar a oferta e os preços serão reduzidos. Além disso, se a Europa quebrar, alguns bancos europeus vão quebrar junto, a recessão mundial vai aumentar e pressionar a baixa dos preços", aposta.







http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/70996_QUER+COMPRAR+UM+IMOVEL+ANALISTA+RESPONDE+SE+ESTE+E+O+MELHOR+MOMENTO

MAMUTE
Oct 31, 2011, 1:51 PM
Atividade no setor da construção cai no 3º trimestre



O setor da construção encerrou o terceiro trimestre com queda da atividade no País. O indicador da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgado hoje indica que o nível de atividade do setor caiu de 50,1 pontos em agosto para 48 pontos em setembro. O indicador vai de zero a 100 pontos, sendo que abaixo de 50 significa queda no nível de atividade. Em relação a setembro do ano passado, a redução foi de 5,8 pontos.

A queda também foi verificada no emprego do setor. O indicador do número de empregados ficou em 47,8 pontos em setembro, abaixo dos 49,5 pontos de agosto, que já indicavam queda no número de vagas.


A redução do nível de atividade foi puxada principalmente pelas empresas de grande porte, que apresentaram queda de 53,1 pontos em agosto para 47 em setembro. Em relação a setembro do ano passado, a redução nas grandes empresas foi de 9,1 pontos.










http://www.alo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=144469

MAMUTE
Oct 31, 2011, 6:56 PM
Boletim imobiliário traz novos dados do mercado no DF



O Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI-DF) divulgou o Boletim de Conjuntura Imobiliária, referente ao mês de setembro. Em relação ao desempenho de agosto, os índices de preços analisados em setembro cresceram e apresentaram aceleração, com exceção do IPC. O destaque nesse movimento generalizado de alta foi o IGP-M, que acelerou 0,21%, atingindo 0,65%, em relação ao nível observado em agosto, de 0,44%.

A base monetária apresentou expansão em relação à estabilidade que vinha sendo detectada em meses anteriores. A oferta de crédito continuou em expansão, destaque para o setor habitacional que segue a tendência dos últimos períodos e lidera as variações positivas em 49,3%.

A análise de ofertas no Distrito Federal para imóveis residenciais apresentou Brasília como a cidade detentora dos maiores valores absolutos e por metro quadrado para apartamentos e quitinetes. Fato evidenciado tanto para preços de locação quanto para preços de venda variando entre R$ 8.148 a R$ 9.456 o metro quadrado. A mostra aponta que os preços de imóveis permanecem praticamente constantes. Apenas as casas com três dormitórios desvalorizaram em relação ao mês de agosto.

Cruzeiro - que detém o metro quadrado de casas mais valorizado do Distrito Federal - , Águas Claras e Guará, aparecem na amostra como cidades bastante apreciadas. Em Águas Claras e no Guará, um apartamento de três dormitórios não sai por menos de 400 mil reais.
Os preços de quitinetes em Águas Claras apresentaram um aumento significativo em relação ao mês de agosto. Apartamentos de dois e três dormitórios mantiveram-se com os mesmos preços durante todo o período da análise.

No Guará, os seguimentos de casa de três quartos e de quitinete apresentaram grande aumento de preço, enquanto que em apartamentos de três dormitórios houve uma redução dos valores e os preços de apartamentos de dois quartos mantiveram-se inalterados.

Ao considerar a oferta de imóveis comerciais, Brasília continua em destaque apresentando os maiores valores absolutos e por metro quadrado. Isso se aplica tanto para preços de locação quanto para preços de venda. As salas comerciais da cidade mantém o valor de aluguel em torno de 2 mil reais. Os custos mais elevados apresentam-se no Lago Sul. Em relação às lojas, observa-se que os maiores valores encontram-se na Asa Sul.
A análise para lojas aponta o Setor de Indústria e Águas Claras como cidades com imóveis mais valorizados, o valor mediano de uma loja em Águas Claras é de R$ 613.838.













http://correiobraziliense.lugarcerto.com.br/app/noticia/ultimas/2011/10/31/interna_ultimas,45231/boletim-imobiliario-traz-novos-dados-do-mercado-no-df.shtml

MAMUTE
Oct 31, 2011, 7:00 PM
Indústria da construção prevê expansão do setor, diz CNI


Apesar da retração no nível de atividade da indústria da construção, a expectativa dos empresários para os próximos seis meses ainda é de expansão. Segundo a Sondagem da Indústria da Construção, divulgada hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o indicador que mede a expectativa do setor para os próximos seis meses ficou em 57 pontos em outubro, aumento de 0,8 ponto ante 56,2 pontos em setembro. O indicador, que vai de zero a 100 pontos, mostra a alta nas expectativas quando fica acima de 50 pontos. A expectativa de outubro deste ano, contudo, é 3,8 pontos menor que a apurada no mesmo mês do ano passado.

Mais cedo, a CNI informou que o nível de atividade do setor caiu de 50,1 pontos em agosto para 48 pontos em setembro.


A sondagem indica ainda que os empresários mantêm em alta a expectativa para empreendimentos e serviços nos próximos seis meses. O indicador, porém, apresentou uma leve queda em outubro em relação a setembro, passando de 57,6 pontos para 57,2 pontos. Em relação a outubro de 2010, a que é ainda maior, de 61,2 pontos para 57,2 pontos (-4 pontos).


A expectativa também é positiva em relação ao aumento na compra de insumos e matérias-primas, apesar do leve recuo: em outubro, o indicador ficou em 55,1 pontos, ante 55,5 em setembro. Ante outubro do ano passado, a queda foi de 4,80 pontos.


O mesmo quadro de expectativa positiva, porém com leve desaceleração, é vista no cenário esperado para o emprego na construção. O indicador que mede a expectativa no número de empregados nos próximos seis meses passou de 55,9 pontos em setembro para 55,6 pontos em outubro. No mesmo mês do ano passado, esse número de 58,8 pontos.

Fonte: Agencia Estado












http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=372594&secao=N

MAMUTE
Nov 1, 2011, 8:43 PM
Venda de imóvel usado cai 14,47% em agosto em SP




As vendas de imóveis usados caíram 14,47% na capital paulista em agosto frente a julho, de acordo com pesquisa divulgada hoje pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). Na mesma base de comparação, o preço médio do metro quadrado dos imóveis usados diminuiu 2,51%. O levantamento reuniu dados de 451 imobiliárias.



Em nota, o presidente do Creci-SP, Jose Augusto Viana Neto, ressalta que agosto foi o mês do refluxo, depois do extraordinário desempenho informado em julho. Na ocasião, as vendas cresceram 85,76% e a locação, 40,60%. Segundo Neto, essa retração já era esperada e a desaceleração geral que se observa no momento não significa que os dois mercados fecharão o ano no vermelho. O executivo lembra que nos próximos meses a economia contará com o reforço do 13º salário e bônus salariais.



Em agosto, os apartamentos representaram 67,9% dos imóveis vendidos, enquanto as casas responderam por 32,1%. As moradias com preço superior a R$ 200 mil lideraram as vendas, respondendo por 66,67% dos negócios.



A pesquisa apurou que mais da metade das vendas (51,03%) foi feita por meio de financiamento bancário. As vendas à vista representaram 40,74% do total, as feitas com pagamento parcelado pelos proprietários somaram 7,82% e os consórcios ficaram com os restantes 0,41%.



Índice de locação cai 4,89%



A locação de casas e apartamentos, por sua vez, recuou 4,89% em agosto na comparação com julho, segundo o Cresci-SP. Casas e apartamentos com aluguel mensal de até R$ 1.000,00 representaram 50,79% dos contratos assinados no período. Ao mesmo tempo, o valor médio do aluguel aumentou 0,43% em relação ao mês anterior. A maioria das locações (47,32%) teve o fiador como garantidor do pagamento em caso de inadimplência do inquilino, seguido pelo depósito de três meses do aluguel (27,97%), seguro de fiança (24,43%).



Conforme o levantamento, o aluguel que mais subiu foi o de apartamentos de um dormitório em bairros da Zona E, como Brasilândia, Campo Limpo e Cangaíba, com o valor médio avançando 34,29% em agosto, para R$ 470,00. Na ponta oposta, o aluguel que mais baixou foi o de apartamentos de quatro dormitórios situados na Zona B, onde os valores recuaram 27,05%, de R$ 6.666,67 para R$ 4.863,64.









http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/71552_VENDA+DE+IMOVEL+USADO+CAI+1447+EM+AGOSTO+EM+SP

MAMUTE
Nov 4, 2011, 2:16 AM
Chegou a hora de baixar os preços?



Alta recorde do valor dos imóveis coloca apartamentos das metrópoles brasileiras entre os mais caros do mundo e já provoca um efeito indigesto: a queda no ritmo de vendas. Não é o momento de mudar esse cenário?



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Nos últimos anos, comprar um imóvel passou para a lista de prioridades de muitas famílias brasileiras. Emprego em alta, aumento da renda, expansão do crédito e uma enorme demanda reprimida construíram o cenário dos sonhos de qualquer incorporador. Desde 2009, a cidade de São Paulo viu nascer mais de 90 mil novas residências, marca muito acima das projeções dos empresários do setor. Com o mercado aquecido, os preços seguiram uma impressionante escalada. Segundo o Ibope Inteligência, entre abril de 2009 e outubro de 2011, o valor médio do metro quadrado de imóveis novos subiu 85% na capital paulista. Detalhe interessante: no mesmo período, a inflação foi de 14%. “Sabíamos que não estávamos vivendo uma realidade duradoura”, afirma Marcos França, diretor comercial da construtora Requadra, que pouco tempo atrás vendeu as 256 unidades de um de seus empreendimentos em apenas duas horas. Hoje em dia, é comum encontrar apartamentos de classe média (três dormitórios em bairros sofisticados) que custam mais de R$ 1 milhão. “O mercado está testando até onde vai o ponto de resistência do consumidor”, diz Antonio Carlos Ruótolo, diretor de geonegócios do Ibope. Alguns indicadores revelam que esse ponto máximo parece ter chegado. De acordo com dados do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), nos oito primeiros meses de 2011, as vendas de imóveis em São Paulo recuaram 24%.

A psicóloga Ana Paula Carta Correia e o engenheiro Carlos Pinto se surpreenderam ao procurar o primeiro imóvel. “Os preços estão inviáveis”, diz Ana Paula. Casados há um ano e meio, eles moram em um apartamento alugado na Gávea, bairro central do Rio de Janeiro. A busca do casal recebeu um empurrão quando o locatário colocou o imóvel à venda. O apartamento, que tem dois dormitórios e mede 80 metros quadrados, valia R$ 450 mil há dois anos. Agora, está cotado em R$ 800 mil. O casal procura imóveis avaliados em até R$ 650 mil, mas a busca tem sido em vão. Mesmo dispondo de uma boa soma de recursos, eles não conseguem encontrar nada muito interessante. “Se não der certo, vamos ter de desistir e continuar morando de aluguel até juntarmos mais dinheiro.” No Rio, a disparada de preços também foi motivada pela Olimpíada de 2016, que tem valorizado imóveis localizados principalmente nas regiões nobres. Apenas nos últimos seis meses, o valor do metro quadrado de imóveis novos subiu 18% na cidade. Nos edifícios comerciais de alto padrão, o metro quadrado da locação no Rio supera cidades como Nova York e Madri, segundo levantamento da Cushman & Wakefield (leia quadro).

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"A alta dos preços não foi artificial, pois havia uma demanda
reprimida, mas alguns valores estavam além da realidade"
Francisco Diogo Magnani, presidente da MZM Construtora


“O que se vê é o ápice de um movimento de 15 anos”, afirma João Crestana, presidente do Secovi-SP. Segundo ele, os anos 90 foram uma década perdida para o setor imobiliário, período marcado por preços deprimidos e demanda tímida. “Os imóveis se readaptaram à nova realidade do Brasil”, diz Crestana. Significa, portanto, que os valores vão começar a cair? Não é bem assim. “Estamos muito próximos de um teto”, diz o executivo do Secovi. “A tendência é a estabilização.” Alguns empresários admitem que houve excessos. Presidente da MZM Construtora, uma das líderes do mercado paulista, Francisco Diogo Magnani afirma que a alta de preços não foi artificial, já que havia forte demanda reprimida, mas faz uma ressalva. “Alguns valores estavam além da realidade.” Para Newman Brito, diretor-executivo da Tecnisa, a queda de preços está longe de acontecer. “Uma desvalorização dos imóveis é totalmente impensável hoje no Brasil”, afirma o executivo. O que é certo é que alguns ajustes deverão ser feitos. A redução do ritmo de vendas provocou impactos negativos na cotação das ações das construtoras, que lideram as baixas do ano na Bovespa. As empresas, portanto, precisam mudar esse quadro. “Já não há mais razão estrutural, como aumento de custos da construção, para explicar a contínua alta de preços”, diz João da Rocha Lima Júnior, coordenador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.



http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_9839934754536510.jpg











http://www.istoe.com.br/reportagens/172296_CHEGOU+A+HORA+DE+BAIXAR+OS+PRECOS+?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

MAMUTE
Nov 4, 2011, 4:12 PM
Preço dos imóveis sobe menos em outubro, diz FipeZAP


Rio e Recife puxam a valorização no ano; ritmo de valorização cai desde abril


http://exame.abril.com.br/assets/pictures/14498/size_590_2lagoa-veja.jpg?1286691432
Bairros mais valorizado do Rio têm metro quadrado bem mais caro que o bairro número 1 de São Paulo


São Paulo – A valorização dos imóveis residenciais brasileiros foi de 1,6% em outubro, ante 1,9% em setembro, segundo o Índice FipeZap Composto. O indicador vem desacelerando desde abril, quando a valorização foi de 2,7%. No ano, a valorização acumulada das sete regiões pesquisadas foi de 23,2%, puxada por Rio de Janeiro (31,2%) e Recife (26,4%). As cidades que menos valorizaram em 2011 foram Salvador (5,2%) e Distrito Federal (13,9%).

Essa desaceleração vem sendo registrada em todas as regiões pesquisadas, exceto Salvador, onde a valorização vem crescendo desde junho. Em outubro, a valorização dos imóveis no Rio foi a mesma de São Paulo – 1,9% - diferentemente do mês passado, em que a alta na capital fluminense foi de 2,5%, enquanto que na capital paulista foi de 2,0%.

Recife também registrou uma desaceleração. Em setembro, a capital pernambucana tinha valorizado 2,4%, enquanto Fortaleza teve alta de 1,5%, e Salvador, de 0,9%. Em outubro, as cidades nordestinas tiveram valorização mais próxima: 1,0% para Salvador e 1,2% para Recife e Fortaleza. Belo Horizonte e Distrito Federal permaneceram estáveis.


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O metro quadrado mais caro do país ainda é encontrado no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, por 16.608 reais. Todos os demais bairros cariocas do topo da lista – Ipanema, Lagoa, Gávea e Jardim Botânico - têm metros quadrados mais caros que o bairro mais caro de São Paulo, a Vila Nova Conceição, onde o metro quadrado custa 9.114 reais.

O preço médio do metro quadrado do Rio de Janeiro é de 7.218 reais, sendo que o bairro mais caro custa 17 vezes mais que o mais barato. Esse valor médio só é menor que o do Distrito Federal, que custa 7.914 reais o metro quadrado. Em São Paulo, o preço médio do metro quadrado ficou em 5.885 reais.

Em São Paulo, a valorização foi semelhante para imóveis de todos os tamanhos: 1,8% para os de um ou dois quartos, e 1,9% para os de 3 e 4 quartos. Já no Rio, os de quatro quartos saíram na frente, com valorização de 3,4% em outubro, frente a 1,8% para os de 1 quarto, 1,9% para os de dois quartos e 1,7% para os de três quartos. Houve desvalorização dos imóveis de 1 dormitório em Belo Horizonte (3,2%) e dos apartamentos de dois quartos em Salvador (0,6%).

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http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/alta-dos-precos-dos-imoveis-reduz-novamente-em-outubro?page=2&slug_name=alta-dos-precos-dos-imoveis-reduz-novamente-em-outubro

emblazius
Nov 4, 2011, 6:24 PM
Ueba!!!!

MAMUTE
Nov 7, 2011, 2:11 PM
Brasília tem o metro quadrado mais caro entre as regiões administrativas


Brasília foi a região administrativa do Distrito Federal que registrou os maiores valores absolutos e por metro quadrado para venda e locação de imóveis em setembro. A constatação é do Sindicato da Habitação do DF (Secovi).



Os preços do metro quadrado variaram entre R$ 8.148 e R$ 9.456. Ao considerar a oferta de imóveis comerciais, a cidade também apresenta os maiores valores. O aluguel de uma sala comercial em Brasília está em torno de R$ 2 mil.



Os imóveis localizados em Águas Claras e Guará são outros que continuaram bastante valorizados. Um apartamento de três dormitórios nessas cidades não sai por menos de R$ 400 mil. Já a análise de lojas aponta o Setor de Indústria e Águas Claras como as regiões com maior valorização. O valor mediano de uma loja em Águas Claras é de R$ 613 mil.



De acordo com o Secovi, que produz mensalmente o Boletim de Conjuntura Imobiliária, em relação a agosto os índices de preços analisados em setembro apresentaram aceleração. A base monetária cresceu em relação à estabilidade que vinha sendo apresentada em meses anteriores. A oferta de crédito continuou crescente com destaque para o setor habitacional que segue a tendência dos últimos períodos e lidera as variações positivas em 49,3%.











http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=373914

MAMUTE
Nov 9, 2011, 2:55 AM
Estão fazendo de tudo pra vender uns APs

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09/11/2011
Festival de culinária francesa em Águas Claras



A cozinha francesa, reconhecida como um dos pilares da gastronomia mundial, será a estrela desta quinta-feira (10/11), em festival realizado pela construtora EBM Incorporações, no espaço da empresa em Águas Claras, a partir das 19h. O evento promocional da marca ─ Estilos do Mundo, Noite Francesa ─ é gratuito e terá cardápio típicos, além de atrações temáticas, como apresentação de dançarinas de Cancã e caricaturista.

http://www.querocomer.com.br/v1/imagens/conteudo/201111819812.jpg


O menu conta com a tradicional quiche Lorraine e crepes montados na hora, em versões doces e salgadas. Haverá ainda pratos mais elaborados como o filé ao molho poivre vert (à base de pimentas verdes) e purê de maçã; o omelete de ovos com ervas finas e torradas; e o coq au vin. Para sobremesa, torta de limão siciliano e pavê de chocolate.


Festival Estilos do Mundo, Noite Francesa
Espaço EBM, Av. Pau Brasil, Lt. 8, ao lado da estação do metro Águas Claras; (61)
Quinta-feira (10/11), a partir dar 19h












http://www.querocomer.com.br/noticia/?a=festival-de-culinaria-francesa-em-aguas-claras&id=8530

luizwagner
Nov 9, 2011, 12:46 PM
:previous:

Mas isso sempre teve.. Pelo que eu me lembro, desde 2005/6 já tem essa prática.. No começo eram churrascos de inauguração, mas já fui convidado pra inúmeros festivais de pizza, e até pra uma degustação de vinho no stand da Brookfield..

Mais recente eu me lembro também de um lançamento que eu cheguei a ir pois tinha interesse no empreendimento, aquele condomínio Maxximo Garden, onde teve um super-almoço feito pela equipe do Buffet Sweet Cake, um dos melhores de Brasília..

MAMUTE
Nov 10, 2011, 8:47 PM
Sinal de bolha imobiliária na China é alerta para brasileiros


Analistas do Barclays acreditam que os preços dos imóveis podem recuar até 30% no país asiático


http://exame.abril.com.br/assets/pictures/43488/size_590_china_construcao_590.jpg?1320872500
Construção na China: Barclays prevê queda de até 30% no preço dos imóveis



Segue um alerta para quem acha que os preços dos imóveis vão subir para sempre no Brasil. Na China, onde o valor das propriedades disparou nos últimos anos e, até pouco tempo atrás, ninguém falava que essa tendência se reverteria, já há indícios de que a bolha imobiliária começa a desinflar.

Segundo um relatório do Barclays Capital Research, os preços das moradias podem cair até 30%. A correção está diretamente ligada a restrições impostas pelo governo chinês ao crédito imobiliário. As medidas incluíram a exigência de uma entrada maior nos financiamentos e a elevação dos juros. Em cerca de 40 cidades, a China também impôs restrições às compras de casas.

As medidas resultaram em uma queda nas vendas de casas e também levaram à redução dos preços dos imóveis nos últimos dois meses. O Barclays não espera que a correção tenha um efeito devastador na economia. O governo poderia relaxar algumas medias se sentir que o setor passa por uma desaceleração excessiva. Além disso, a população chinesa mantém níveis de poupança elevados e baixo endividamento.

O volume pequeno de crédito imobiliário é o principal argumento de quem defende que não há chances de o mercado brasileiro passar por uma bolha, apesar do forte aumento de preços verificado nos último anos. Especialistas alertam, entretanto, que se houver uma oferta ainda menor de crédito no Brasil, os preços devem ao menos estabilizar.

A redução do crédito poderia ser causada pelo fim dos recursos da caderneta de poupança disponíveis para o crédito imobiliário. No Brasil, essas linhas de crédito são subsidiadas. Os bancos captam recursos com a poupança e pagam juros de 6% ao ano mais TR aos investidores. Depois, usam esse dinheiro para emprestar aos compradores de casas por taxas que variam de 8% a 12% ao ano mais TR.

Somente 65% do dinheiro da poupança deve obrigatoriamente ser usado no crédito imobiliário. O problema é que esse estoque de dinheiro deve terminar em 2012 ou 2013, segundo estimativas do mercado. Quando isso acontecer, é provável que os bancos tenham de captar dinheiro mais caro. O repasse desses custos levará também ao encarecimento do crédito imobiliário. Nos últimos meses, na verdade, bancos como o Santander já estão mais seletivos na liberação desse tipo de financiamento.








http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/sinal-de-bolha-imobiliaria-na-china-e-alerta-para-brasileiros

MAMUTE
Nov 14, 2011, 10:12 PM
Venda e locação de imóveis usados em alta em São Paulo


Para presidente do Creci-SP, desempenho indica que marcha-lenta da economia não chegou aos imóveis

http://exame.abril.com.br/assets/pictures/41820/size_590_imoveis-no-jardins.jpg?1319029926
Em São Paulo, as vendas tiveram crescimento de 8,16% e o número de imóveis alugados foi 13,92% maior quem em julho


As vendas de imóveis usados e a locação de casas e apartamentos mantiveram-se em alta pelo segundo mês consecutivo no Estado de São Paulo. As vendas tiveram crescimento de 8,16% e o número de imóveis alugados foi 13,92% maior quem em julho segundo pesquisa feita com 1.471 imobiliárias de 37 cidades pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP).

"Esse comportamento pós-férias de julho dos dois mercados pode ser um indicativo de que a marcha-lenta que se instala na Economia em geral, ainda não chegou com força aos imóveis", destaca José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho. Mas ele ressalva que, boa parte das vendas e das novas locações fechadas em agosto, também podem ser "rescaldo de negociações que não foram fechadas em julho, o que inibe apostas em manutenção de crescimento seguro nestes próximos meses".

Preços de imóveis em queda podem ter estimulado mercado

Outro estímulo para esse bom desempenho dos mercados de venda e locação foi o comportamento dos preços dos imóveis usados e dos aluguéis residenciais. Em agosto, o Índice Estadual de Preços de Imóveis Usados Residenciais (IEPI-UR/Crecisp) teve queda de 22,76% em relação a julho. Como o índice é composto por todos os valores de venda e locação levantados pela pesquisa, isto significa que, na média geral dos negócios fechados em agosto, muitos compradores e novos inquilinos foram beneficiados por preços de metro quadrado e aluguéis iniciais inferiores aos de julho.

Vendas em alta em todo Estado, menos na Capital


A pesquisa apurou que foram vendidos 999 imóveis em agosto no Estado de São Paulo, número que fez o índice de vendas avançar 8,16% - de 0,6279 em julho para 0,6791 em agosto. As vendas tiveram desempenho positivo em três das quatro regiões que compõem a pesquisa: Interior (+ 13,89%), Litoral (+ 10,4%) e na região formada pelas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco (+ 41,1%). Na Capital, houve queda de 14,47% em comparação com julho.

As imobiliárias consultadas venderam 528 apartamentos e 471 casas, a maioria com financiamento bancário: 51,03% do total vendido na Capital, 56,17% no Interior e 71,43% na região do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco. No Litoral, a maioria das vendas - 54,35% - foi feita à vista.

Os imóveis mais vendidos na Capital foram os de valor médio superior a R$200 mil, com 66,67% do total de contratos. Essa mesma faixa de valor respondeu por 52,48% das vendas na região do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco. No Interior, os mais vendidos foram os imóveis com preços médios até R$200 mil, que somaram 60,43% dos contratos. E no Litoral, 50% das vendas foram de casas e apartamentos com preços médios de até R$140 mil.

O imóvel mais caro que a pesquisa encontrou no Estado de São Paulo em agosto foi uma casa de 2 dormitórios localizada em bairro de área nobre de São José dos Campos, vendida por R$5.625,00 o metro quadrado. O imóvel mais barato foi também casas de 2 dormitórios no centro de Bauru - imobiliárias venderam esse tipo de imóvel na cidade por valores que variaram de um mínimo de R$500,00 o metro quadrado ao máximo de R$2.000,00.

Casas lideram locação


As casas prevaleceram sobre os apartamentos na preferência dos novos inquilinos. Elas representaram 55,91% - 1.938 unidades - dos contratos formalizados em agosto no Estado. Os apartamentos ficaram com 44,09%, ou 1.528 unidades. No total, as imobiliárias pesquisadas alugaram 3.466 imóveis.


O índice de locação deu um salto de 13,92%, passando de 2,0683 em julho para 2,3562 em agosto. Das quatro regiões que compõem a pesquisa, a Capital teve queda de 4,89%, o Interior registrou alta de 36,36%, o Litoral acusou alta de 31,61% - e as cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco tiveram queda de 8,59%.

Os imóveis mais alugados em agosto na Capital foram os de valor mensal até R$1.000,00 (50,79% do total), valor que se reduziu para a faixa de até R$800,00 nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco (57,08% dos contratos), no Interior (56,51%) e no Litoral (54,31%).

O fiador reinou sobre todas as outras formas de locação no Estado nesse período. Foi a forma preferencial de garantia dos contratos na Capital (47,32% do total), no Interior (82,71%), no Litoral (52,12%) e nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco (49,46%).

As imobiliárias pesquisadas receberam as chaves de 2.183 inquilinos que encerraram seus contratos, número que representou 62,98% do total de novas locações contratadas. A inadimplência teve queda de 12,84% - em agosto, 3,8% dos inquilinos estavam com o aluguel atrasado nas imobiliárias pesquisadas, percentual que era de 4,36% em julho.

O maior valor de locação encontrado pela pesquisa foi de casas de 5 dormitórios localizadas em bairros de regiões nobres de Campinas, onde esse tipo de imóvel foi alugado por valores que variaram de R$3.500,00 a R$11.000,00. O menor aluguel de agosto no Estado foi o de apartamentos de 1 dormitório situados em regiões da periferia de Bauru: os valores oscilaram de um mínimo de R$180,00 a um máximo de R$420,00.





http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/venda-e-locacao-de-imoveis-usados-em-alta-em-sp?page=3&slug_name=venda-e-locacao-de-imoveis-usados-em-alta-em-sp

MAMUTE
Nov 15, 2011, 7:41 PM
Gafisa diminui meta de lançamentos para R$ 3,5 bi a R$ 4 bi



A Gafisa anunciou revisão de sua meta de lançamentos para 2011 para a faixa de R$ 3,5 bilhões a R$ 4 bilhões. A projeção anterior era que a companhia lançaria de R$ 5 bilhões a R$ 5,6 bilhões. Até setembro, o Valor Global de Vendas (VGV) de lançamentos somou R$ 2,945 bilhões, ou seja, 78,5% do ponto médio da nova meta.

No terceiro trimestre, os lançamentos da Gafisa somaram R$ 1,051 bilhão, 15% abaixo de um ano antes. A companhia registrou vendas contratadas de R$ 1,045 bilhão no trimestre, praticamente estáveis em relação aos R$ 1,018 bilhão no intervalo equivalente de 2010.

A empresa divulgou também nova estrutura operacional, que prevê gestão separada de cada uma das três marcas – Gafisa, Tenda e Alphaville. À frente da gestão do negócio Gafisa, estará Sandro Gamba, hoje diretor de incorporação da companhia. Tenda fica sob a liderança de Rodrigo Osmo, que já comandou Alphaville. Osmo vai acumular interinamente a função de diretor financeiro da companhia, que já ocupa. Marcelo Willer é o responsável por Alphaville. O diretor-presidente da companhia, Duilio Calciolari, permanece no cargo.




http://www.valor.com.br/empresas/1095578/gafisa-diminui-meta-de-lancamentos-para-r-35-bi-r-4-bi

pesquisadorbrazil
Nov 16, 2011, 2:13 PM
Protel Administradora entra no mercado de imóveis em Brasília

A Protel Administradora está ampliando sua atuação para Brasília. A empresa já tem contratos de administração de condomínios de grande porte na cidade.

Segundo Alfredo Lopes, diretor da Protel Administradora, o escritório na cidade deverá entrar em operação em 2012.

Fonte: http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2011/11/16/protel-administradora-entra-no-mercado-de-imoveis-em-brasilia/

MAMUTE
Nov 17, 2011, 8:29 PM
Imóveis custam mais de R$ 6 mil por m²


O preço dos apartamentos novos no Brasil subiu, em média, 1,6% em outubro, fazendo o valor do metro quadrado superar a barreira dos R$ 6 mil pela primeira vez. O levantamento foi feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em parceria com o site Zap Imóveis, que fornece a base de dados com os anúncios de apartamentos prontos, e divulgado na sexta-feira (4). O Distrito Federal aparece na liderança com o metro quadrado mais caro do Brasil – R$ 7.914. Na segunda posição está o Rio de Janeiro, onde a medida sai por R$ 7.218, em média. Na terceira colocação vem São Paulo, primeira cidade com preços abaixo da média nacional, onde o metro quadrado sai por R$ 5.885.







http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2011-11-17/imoveis/5710/IMOVEIS-CUSTAM-MAIS-DE-R-6-MIL-POR-M².pnhtml

Jota
Nov 17, 2011, 8:58 PM
E ontem vendo um daqueles programas de TV paga, vi uma kitinete capenga na região de Montmartre em Paris, apenasmente 350.000 doletas!!! 38 m², caindo aos pedaços..... :haha:

Ainda chegamos lá!

leogalcar
Nov 18, 2011, 2:32 PM
Imóveis custam mais de R$ 6 mil por m²


O preço dos apartamentos novos no Brasil subiu, em média, 1,6% em outubro, fazendo o valor do metro quadrado superar a barreira dos R$ 6 mil pela primeira vez. O levantamento foi feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em parceria com o site Zap Imóveis, que fornece a base de dados com os anúncios de apartamentos prontos, e divulgado na sexta-feira (4). O Distrito Federal aparece na liderança com o metro quadrado mais caro do Brasil – R$ 7.914. Na segunda posição está o Rio de Janeiro, onde a medida sai por R$ 7.218, em média. Na terceira colocação vem São Paulo, primeira cidade com preços abaixo da média nacional, onde o metro quadrado sai por R$ 5.885.







http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2011-11-17/imoveis/5710/IMOVEIS-CUSTAM-MAIS-DE-R-6-MIL-POR-M².pnhtml

Eu acho simplesmente fantástica a técnica contida numa notícia desta. A matemática é perfeita! Temos cerca de 5.565 municípios no Brasil. O m² mais caro do Brasil está em Brasília, onde custa R$7.914. O segundo é no RJ, por R$7.218. Em terceiro lugar, SP, por R$5.885. Do 4º ao 5565º, vai baixando progressivamente. No entanto, a média dos preços no Brasil está acima de R$6.000, segundo a notícia!
Dos 5.585 municípios brasileiros apenas dois tem valores acima da média, enquanto os outros 5.583 estão abaixo (tudo bem, eu sei que o DF não é um município, mas é só pra facilitar o raciocínio). Eu fico aqui imaginando, o peso de RJ e DF na média nacional deve ser gigantesco. Acho que 99,9% dos imóveis brasileiros devem estar nesses dois locais.

MAMUTE
Nov 18, 2011, 7:15 PM
Mercado baiano acumula maior estoque da história



O mercado imobiliário baiano acumula o maior estoque de unidades de sua história. São 18 mil novos imóveis prontos e em construção à espera de compradores. A sobra nunca foi tão grande.

“Canja de galinha e cautela não fazem mal a ninguém”, já dizia o velho provérbio. A Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA) tem recomendado prudência aos associados na hora de lançar novos empreendimentos.

Nas reservadas reuniões do setor, a orientação, como se diz no popular, é “só ir na boa”. Para não aumentar o encalhe diante da escassez de compradores, os novos lançamentos devem ser muito bem planejados, com acurados estudos de demanda.

Num mercado que sempre demonstrou disciplina para equilibrar oferta e demanda, o estoque elevado surpreende. A euforia do comprador com o maior acesso ao crédito agora arrefece diante do aumento de preços dos imóveis decorrente da inflação de custos e da baixa produtividade do setor.

Mas o problema não é exclusivo da Bahia. Outros estados também sofrem a retração nas vendas e o crescimento do estoque de imóveis novos, a exemplo de São Paulo.

A questão agora é saber se a tradicional lei de mercado vai prevalecer, causando a queda dos preços dos imóveis diante de uma maior oferta que demanda. Quem se habilita a responder?












http://noticias.bahianoticias.com.br/conteudo/imoveis/noticias/mercado-baiano-acumula-maior-estoque-da-historia

MAMUTE
Nov 18, 2011, 7:19 PM
Bolha Imobiliária no Mundo


Esta é para os que dizem que o preço real (ponderado com a inflação) de um imóvel nunca cai. Isto que os dados estão atualizados apenas até setembro de 2009.
Ainda bem que no Brasil é diferente, aqui o preço dos imóveis nunca cai, afinal de contas, aqui é o Brasil.

http://www.ritholtz.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/Sept09_CF1.jpg











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