fortescue
Mar 27, 2012, 2:00 PM
Alguém tem informações acerca do canteiro de obras que foi montado atrás do Mercure (o branco), ao lado do Mc Donalds da torre.
Pelo visto teremos um novo hotel na cidade em breve!!
luizwagner
Mar 27, 2012, 2:27 PM
Alguém tem informações acerca do canteiro de obras que foi montado atrás do Mercure (o branco), ao lado do Mc Donalds da torre.
Pelo visto teremos um novo hotel na cidade em breve!!
Eu percebi esse canteiro de obras.
A algum tempo atrás esta imagem foi postada aqui no fórum pelo pesquisador:
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/hotelfasanobrasilia.jpg
Se analisarmos a imagem perceberemos que o posicionamento do canteiro de obras coincide com o hotel retratado nesta imagem.
Esta imagem foi postada como uma proposta pra construção do Hotel Fasano de Brasília, vamos torcer pra ser isso mesmo.
besantos
Mar 27, 2012, 2:56 PM
Eu percebi esse canteiro de obras.
A algum tempo atrás esta imagem foi postada aqui no fórum pelo pesquisador:
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/hotelfasanobrasilia.jpg
Se analisarmos a imagem perceberemos que o posicionamento do canteiro de obras coincide com o hotel retratado nesta imagem.
Esta imagem foi postada como uma proposta pra construção do Hotel Fasano de Brasília, vamos torcer pra ser isso mesmo.
É precipitado fazer um julgamento por essa imagem de baixa resolução, mas achei esse hotel horroroso.
pesquisadorbrazil
Mar 27, 2012, 3:36 PM
É precipitado fazer um julgamento por essa imagem de baixa resolução, mas achei esse hotel horroroso.
A imagem pode ser de baixa resolução, mas eu consegui a imagem no prestigiado site de arquitetura INTERNACIONAL.
E respondendo, o hotel não vai ser o FASANO, vai ser um hotel sem bandeira hoteleira definida até o momento. Mas não estranharia se fosse um Grand Hyatt, Sofitel, Hilton ou mesmo Renaissance.:tup:
MAMUTE
Mar 27, 2012, 4:40 PM
Alguém tem informações acerca do canteiro de obras que foi montado atrás do Mercure (o branco), ao lado do Mc Donalds da torre.
Pelo visto teremos um novo hotel na cidade em breve!!
Aliás, seja bem vindo:cheers: Bom ter perguntado, também estava curioso pra saber dessa obra, espero que venha algo de bom:tup:
pesquisadorbrazil
Mar 27, 2012, 6:06 PM
Brasiliano
O Emiliano, caro e luxuoso hotel de São Paulo, deverá abrir uma filial em Brasília. Seus donos escolheram uma área no Setor de Clubes Sul, ao lado da Academia de Tênis.
Fonte: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/3/26/a-reacao-ao-super-jbs
pesquisadorbrazil
Mar 27, 2012, 6:08 PM
Eita ferro, como eu havia antecipado, o bicho vai pegar, já começaram a pipocar hotéis caros naquela região, primeiro o FASANO hotel boutique e agora seu concorrente direto, o EMILIANO.
Vai ter gente com residencial com serviços fazendo a dança do ventre no aeroporto para encher o empreendimento, não é HPLUS.
MAMUTE
Mar 29, 2012, 1:32 PM
Área desocupada da 901 Norte esquenta debates sobre o PPCUB
Palco de debates acalorados sobre a preservação do patrimônio tombado de Brasília, a área desocupada da quadra 901 Norte tem dividido opiniões a respeito de sua expansão. De acordo com a proposta do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB), o local deverá ter uso predominantemente para hotéis (55%), mas também permitirá outras atividades complementares. Apesar da lei atual permitir a construção de edifícios com gabarito de apenas nove metros (o equivalente a três andares, contando com o térreo), o projeto de lei em análise aumenta este gabarito para 45 metros, o que abre brecha para a construção de prédios de até 15 andares. Mesmo com a recomendação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) contrária ao projeto, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF (Sedhad) defende que a construção agregará valor a capital. Para o arquiteto urbanista Frederico Flósculo, no entanto, a situação reflete descompromisso do governo com o plano urbanístico desenvolvido para Brasília. O arquiteto acredita que, com o PPCUB, a capital atravessa o maior perigo da história da cidade. “Isso é a consagração do processo extenso de destruição de Brasília”, critica.
De acordo com o Secretário de Habitação, Geraldo Magela, a Sedhab está dialogando com o Iphan para chegar a um consenso. “Quando fizemos a proposta (para o Iphan) não era exatamente essa que ficou no PPCUB. Antes, o gabarito era de 65 metros e agregava exclusivamente hotéis”, explica. “O Iphan disse que não aprovava. Mas não foram as diretrizes, foi a proposta. O que ele não aprovou foi o projeto”, ressalta. Ainda segundo Magela, o Iphan já possui as diretrizes em mãos e está fazendo a devida avaliação. “Se o Iphan concordar com essas diretrizes, então podemos apresentar outros projetos”, conta. O secretário destaca que fez questão de colocar a proposta em aberto para que as pessoas que são contrárias possam apresentar pareceres alternativos. “Se o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), por exemplo, tiver posição diferente, ele pode apresentar outra ideia. Estamos pedindo até que as pessoas apresentem outras propostas mesmo”, afirma.
Em outubro do ano passado, o superintendente do Iphan, Alfredo Gastal, já havia deixado clara a posição do instituto com relação ao projeto da Sedhab. Segundo a conclusão do Iphan, a proposta fere a legislação do tombamento de Brasília. Procurado pela a reportagem do CorreioWeb, o Iphan alegou que não há nada novo a declarar sobre o assunto e que a expectativa é que seja mantido o local da forma como está previsto na lei. O instituto declarou ser inadmissível a altura que a Sedhab pretende permitir aos prédios, e esclareceu que futuras discussões sobre o tema poderão acontecer desde que as construções tenham estatura baixa.
O arquiteto Frederico Flósculo explica que a verticalização proposta na área é totalmente inadequada e danosa para Brasília e relembra a função inicial do local até então desocupado. “Aquele espaço estaria destinado ao serviço público, a algum órgão público de importância”, recorda. “A primeira coisa que deve ser colocada em análise é que o projeto desrespeita isso e estabelece a mudança de uso do local. O governo vai ficar sem espaço na área central de Brasília, para dar espaço a um conjunto arquitetônico sem o menor sentido e sem demanda de uso. A área será uma peça imensa de capital privado sem nenhum beneficio pra cidade”, opina.
Frederico vê o projeto como um golpe contra Brasília. “A cidade se mostra fraca, não sabe se defender. O GDF deveria dizer: ‘temos função de governo para colocar nessa quadra’, mas em vez disso representa o estado de corrupção urbana. Isso é a 901 Norte: gema de ouro da corrupção brasileira”, critica. Para o arquiteto, o PPCUB tem diretrizes mal fundamentadas e não transparece a participação da comunidade. “Francamente, como você tem um plano de preservação trazido com 25 anos de atraso e que não considera a participação da comunidade nas instâncias decisivas?”, indaga.
A revolta com as regras estabelecidas pelo PPCUB vão além. Frederico acredita que o plano é cego com relação à questão ambiental. “É tão tosco, chega a ser ridículo e risível. Esse PPCUB na verdade não passa de um plano de regularização imobiliário de vários crimes que já foram cometidos na cidade”, acusa. Ele lembra que não há nenhuma menção a respeito das áreas verdes das super quadras, como é o caso da 214 Norte. “Ela foi urbanizada por construções e incorporada inapropriadamente. Ela não é uma super quadra legitimamente. Árvore ali é quase zero”, observa. “O que o PPCUB diz com relações a coisas como essas? Nada! Ele não muda nada!”, indigna-se.
http://imgsapp.correiobraziliense.lugarcerto.com.br/app/noticia_128576568202/2012/03/29/45685/20120329095538578438a.gif
Um dos pontos mais polêmicos da minuta do PPCUB, a ocupação da 901 Norte esquenta o debate sobre a preservação de Brasília
Sobre a atuação do Iphan no caso da 901 Norte, o arquiteto se mostra decepcionado. “Eles não se opuseram à mudança do solo, fizeram posição precária. O problema é a pouca virilidade do Iphan e você tem que defender a cidade com virilidade. O Iphan não é claro, não é decisivo, a defesa apresentada por ele é fraca e entrega Brasília aos inimigos”, acredita. Frederico vai além e diz ainda que o instituto não merece a confiança da capital. “Com esse PPCUB estamos atravessando o maior perigo da história da cidade. Isso é a consagração do processo extenso de destruição de Brasília”, completa.
Na opinião do arquiteto, o que Brasília precisa é investir na educação dos valores urbanísticos da capital e mostrar para a população porque ela deve amar a cidade. “A própria população é desinformada, ela não sabe o que está defendendo. Vamos ficar que nem a população do Egito, que esqueceu os faraós, não tem mais razão para cultivar o passado, porque é distante e não faz mais parte de suas vidas”, compara. “Brasília podia dar exemplo de valores urbanísticos para o resto do Brasil”, conclui.
Vale lembrar que a Sedhab realizará no próximo dia 31, às 8h30, no Auditório I do Museu Nacional da República, a 3ª Audiência Pública para elaboração do PPCUB, que deverá prever, regular e qualificar, por exemplo, áreas de comércio e serviços, áreas do esporte, lazer e cultura, sistema viário, estacionamentos, áreas verdes, parques urbanos e habitação diversificada. A elaboração do Plano está prevista na Lei Orgânica do Distrito Federal, no Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) – Lei Complementar nº 803/2009 e na Portaria nº 299/204 (Iphan).
http://correiobraziliense.lugarcerto.com.br/app/noticia/ultimas/2012/03/29/interna_ultimas,45685/area-desocupada-da-901-norte-esquenta-debates-sobre-o-ppcub.shtml
pesquisadorbrazil
Mar 29, 2012, 4:26 PM
Atlantica Hotels inicia novos negócios em 2012 pelo centro-oeste
28/03/2012
Região integra estratégia de fortalecimento da presença, com entrada em novas cidades
Março 2012 - Mantendo sua aposta inicial, Atlantica Hotels International, maior administradora de hotéis de capital privado da América do Sul, continua a garantir sua expansão nos novos polos de negócios do país, especialmente em cidades do interior e em capitais em desenvolvimento. Nos primeiros meses do ano, a empresa firmou dois novos contratos nas cidades de Valparaíso (GO) e em Goiânia, capital do Estado, onde terá seu terceiro empreendimento.
Para 2014, está prevista a abertura do Comfort Hotel Valparaíso, com134 apartamentos, piscina, fitness center e salas para eventos. Localizada a 35 km do Distrito Federal e a 185 km da capital Goiânia, Valparaíso é âncora econômica na região e uma das principais economias do Estado. Em 2015 será a vez do início das operações do Quality Hotel Goiânia.
O empreendimento terá 180 apartamentos e fará parte de um complexo imobiliário com lojas, escritórios e restaurantes, valorizando ainda mais o negócio. Os dois hotéis serão construídos por investidores locais.
Valparaíso faz parte do porto secodo Distrito Federal, local de grande densidade industrial que tem o objetivo de atrair grandes empresas. Pelo forte atrativo industrial, a região será beneficiada por um programa de Arranjo Produtivo Local (APL) do setor moveleiro, para aumentar a competitividade dos profissionais e fortalecer as pequenas empresas. “Regiões como esta, que se apresenta em adiantado estágio de desenvolvimento carecem de infraestrutura para apoiar a expansão dos negócios e a hotelaria de qualidade, certamente faz parte deste arsenal de apoio”, diz Mateus Cabau, diretor de Desenvolvimento da Atlantica Hotels.
Em Goiânia, a Atlantica Hotels quer fortalecer sua presença, onde já opera dois empreendimentos com sucesso: Comfort Suítes Flamboyant e o Sleep Inn Goiânia. “Vamos reforçar nossa presença na categoria Midclass onde acreditamos estar a maior fatia para o turismo de negócio, junto com a categoria Superior, para a qual temos quatro bandeiras, entre elas a Comfort Suítes”, informa o executivo.
Do total de operações atuais, quase 25% estão espalhadas por cidades e capitais antes classificados secundários dentro do cenário econômico brasileiro, mas que hoje formam uma grande vitrine de oportunidades para o crescimento do país. De acordo com o IBGE, cidades com menos de 500 mil habitantes estão entre as que mais crescem, com taxas na ordem de 1,5% a 3% ao ano, enquanto 46% das cidades brasileiras têm avanço nulo ou no máximo de 1,5%.
Fonte: www.atlanticahotels.com.br
pesquisadorbrazil
Apr 2, 2012, 5:13 PM
Novidades a respeito do empreendimento. Vai ser o hotel Rio das Pedras, dizem, que será administrado ou pela própria familia proprietária ou por uma rede hoteleira internacional, mas não existe nada de certo. Outro ponto, será o remanejamento do Posto de Combustiveis.
O mesmo será transferiado para um local já preparado ao lado do tapume do hotel Rio das Pedras, ou seja, o Posto ficará rente aquela via de acesso a W4 norte. Outro ponto, e no local originalmente do posto, será edificado outro hotel de uma rede hoteleira ainda desconhecida, mas, com certeza, será internacional, conforme relatos dos engenheiros do hotel Rio das Pedras.
hugokeys
Apr 2, 2012, 6:15 PM
Eita ferro, como eu havia antecipado, o bicho vai pegar, já começaram a pipocar hotéis caros naquela região, primeiro o FASANO hotel boutique e agora seu concorrente direto, o EMILIANO.
Vai ter gente com residencial com serviços fazendo a dança do ventre no aeroporto para encher o empreendimento, não é HPLUS.
Caro pesquisador, em nenhuma cidade os Hotéis de luxo (como o Fasano) são concorrentes dos residenciais com serviço. O público é completamente diferente.
Outro ponto levantado por você em outro post dest thread é que não existe terreno ao lado da Academia de tênis para o Emiliano se instalar, a não ser o próprio. Mas pelo que ouvi o dono daquele terreno é uma construtora local.
pesquisadorbrazil
Apr 2, 2012, 6:53 PM
Caro pesquisador, em nenhuma cidade os Hotéis de luxo (como o Fasano) são concorrentes dos residenciais com serviço. O público é completamente diferente.
Outro ponto levantado por você em outro post dest thread é que não existe terreno ao lado da Academia de tênis para o Emiliano se instalar, a não ser o próprio. Mas pelo que ouvi o dono daquele terreno é uma construtora local.
Será mesmo que estamos falando da mesma região da Academia de Tênis, aonde possue 20 terrenos VAZIOS? E outra, sabe quando custa um residencial com serviços para locação? Hoje é 2 mil reais e depois da Copa 4 mil reais. E tem um agravante, todos os residenciais com serviços na orla do LAGO terão de ser convertidos em hotéis por força de uma LEI INTERNACIONAL, ou seja, quem comprou para moradia nessas localidades, podem começar a vender e mudar para outro local, pois ali não vai ser admitida residências, podem colocar o nome que quiser, mas não vai poder mais e pior, no setores hoteleiros sul e norte vão passar pelo mesmo.
Agora se o povinho quiser morar nessas localidades, podem preparar o bolso, o IPTU vai ser de 1% e nem adianta choramingar.:hell: Ahhh iria me esquecendo, a HPLUS está PROIBIDA de vender pacotes para COPA de 2013, 2014 e 2015 e fora as Olimpiadas, sem contar, se vender, vai ser PROCESSADA e pior, vai ter que PAGAR a FIFA pelo USO INDEVIDO DE IMAGEM dos eventos, é MOLE...:whip:
NewCrucks
Apr 2, 2012, 9:41 PM
Do SSC... finalmente:
Comprei ontem o Wallpaper* City Guide de Brasília da Phaidon, que é um guia meio que voltado para pessoas endinheiradas. Se eu não me engano de cidades brasileiras só figuram São Paulo, Rio e Brasília. O guia é relativamente recente já que cita a Torre de Tv Digital com uma foto da estrutura pronta sem a torre de metal e na foto panorâmica da cidade da pra ver que o Nacional estava já em construção. Achei bem interessante a parte que fala de hotéis e resolvi transcrever aqui para o tópico. Coloquei em inglês mesmo para evitar uma tradução mal feita, mas se quiserem posso tentar traduzir ou se alguém se disponibilizar para isso, o texto está abaixo. Esse trecho é o da introdução do tópico e se quiserem transcrevo também as páginas referentes a cada hotel mencionado no guia.
NewCrucks
Apr 2, 2012, 9:43 PM
WHERE TO STAY AND WITCH ROOMS TO BOOK
Hotel occupancy correlates directly with whether the president is in town and hence the number of lackeys currying political favour. Too many of the city’s hotels, like Nauro Esteves’ once-splendid Hotel Nacional, witch hosted Queen Elizabeth II in 1968, are in need of refurbishment. Its decline is indicative of Brasilia’s blight, as lazy hoteliers are often guaranteed a full house. The best suites can be secured at far more reasonable rates at the weekends.
The city’s two premiere hotels – Brasília Palace and Royal Tulip Alvorada – Are nestled in a serene spot between the palaces by the lake in the Setor de Hotéis e turismo Norte (SHTN). The proletariat are corralled into the hotel districts SHN and SHS, a mass of ugly towers polluting the skyline west of the bus station. Of the old guard, only Kubitschek Plaza has pushed the boat out far enough to attract discerning travelers, with a 2006 refurbishment. To the South of Eixo Monumental, the Sol Meliá chain has upped the ante with two of the city’s best equipped hotels – Brasil 21 and Trip 21, next door. The Lack of decent overnight options hasn’t gone unnoticed, and the Bettiol Family is plotting a luxurious addition to SHN, with an asymmetrical Isay Weinfeld-designed tower that should turn quite a few heads when it opens ahead of the World Cup in 2014.
MAMUTE
Apr 2, 2012, 10:08 PM
:previous:Seja bem vindo NewCrucks:cheers::cheers::cheers:
Sobre o texto, achei meio exagerado, porém com alguma logica, os Hotéis de Brasília são na sua grande maioria antigos e com mais de 30 ou até 40 anos, daí a qualidade fica a desejar, normal, já as opções para hospedes "endinheirados" realmente está bem escassa as opções...com algumas exceções o texto cita bem...
hugokeys
Apr 2, 2012, 11:02 PM
Será mesmo que estamos falando da mesma região da Academia de Tênis, aonde possue 20 terrenos VAZIOS? E outra, sabe quando custa um residencial com serviços para locação? Hoje é 2 mil reais e depois da Copa 4 mil reais. E tem um agravante, todos os residenciais com serviços na orla do LAGO terão de ser convertidos em hotéis por força de uma LEI INTERNACIONAL, ou seja, quem comprou para moradia nessas localidades, podem começar a vender e mudar para outro local, pois ali não vai ser admitida residências, podem colocar o nome que quiser, mas não vai poder mais e pior, no setores hoteleiros sul e norte vão passar pelo mesmo.
Agora se o povinho quiser morar nessas localidades, podem preparar o bolso, o IPTU vai ser de 1% e nem adianta choramingar.:hell: Ahhh iria me esquecendo, a HPLUS está PROIBIDA de vender pacotes para COPA de 2013, 2014 e 2015 e fora as Olimpiadas, sem contar, se vender, vai ser PROCESSADA e pior, vai ter que PAGAR a FIFA pelo USO INDEVIDO DE IMAGEM dos eventos, é MOLE...:whip:
Caro PesquisadorBSB,
Para mim perto da academia de tenis é o trecho 4 do SCES. Qualquer outro terreno da SCES deve ser usada outra referência. Outra coisa LEI INTERNACIONAL? Fala sério.... :koko:
pesquisadorbrazil
Apr 3, 2012, 8:14 PM
Eu nem vou discutir, apenas um caso é fato, que naquela região irão ter o EMILIANO e FASANO e também o EUROSTAR, e outra coisa, se a lei que tombou Brasília não é INTERNACIONAL, de onde veio a UNESCO? Cascadura-RJ?
hugokeys
Apr 3, 2012, 10:56 PM
Eu nem vou discutir, apenas um caso é fato, que naquela região irão ter o EMILIANO e FASANO e também o EUROSTAR, e outra coisa, se a lei que tombou Brasília não é INTERNACIONAL, de onde veio a UNESCO? Cascadura-RJ?
Uma vez tombado um bem, cabe ao Poder Público e à sociedade defendê-lo de toda e qualquer agressão ou tentativa de descaracterização, conforme comanda a nossa Carta Maior.
Brasília, muito mais do que um símbolo nacional, foi o único núcleo urbano contemporâneo considerado digno de ser incluído na lista dos bens de valor universal pelo Comitê do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Isso ocorreu mediante resolução da referida entidade internacional, em 7 de dezembro de 1987. Nossa Capital foi então alçada ao mesmo grau de importância de sítios urbanos notáveis como Florença, Veneza, Cuzco, Quito, Havana, Toledo, Évora, Lübeck, Roma, Vaticano, Olinda e Ouro Preto, entre outros também guardados sob a tutela das Nações.
A escolha de Brasília deveu-se às particularidades e aos valores de seu plano urbanístico, concebido por Lúcio Costa com base nos conceitos de urbanismo deste século, discutidos e propostos pelos Congressos Internacionais de Arquitetura Moderna (CIAM), e divulgados pela Carta de Atenas, de 1933, publicada pela primeira vez por Le Corbusier em 1943.
O Plano Piloto constitui-se objeto de proteção legal, no que se refere à manutenção dos princípios de projeto, desde a sua inauguração, por meio do art. 38 da Lei Federal n° 3.751, de 13 de abril de 1960 (Lei Santiago Dantas), abaixo transcrito:
“Art. 38. Qualquer alteração no plano piloto, a que obedece a urbanização de Brasília, depende de prévia autorização em lei federal.” (grifamos)
Este dispositivo, por sua vez, foi regulamentado pelo Decreto n° 10.829, de 14 de outubro de 1987, o qual define o perímetro de preservação e consubstancia as características essenciais a serem preservadas nas quatro escalas distintas em que se traduz a concepção da cidade: a monumental, a residencial, a gregária e a bucólica. Essas quatro escalas estabelecem os elementos determinantes de um padrão de qualidade de vida que deve ser mantido para as futuras gerações.
O coroamento dos aspectos singulares da arquitetura, do urbanismo e do paisagismo de nossa Capital, na ocasião já consagrada como Patrimônio Cultural da Humanidade, deu-se com o tombamento federal, efetivado em 14 de março de 1990, com a inscrição de n° 532 no Livro do Tombo Histórico, e disciplinado por meio da Portaria n° 314, de 14 de outubro de 1992, do Instituto Brasileiro do Patrimônio Cultural – IBPC, hoje Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.
Fonte: www.asselegis.org.br/bsb_patr.rtf
BRASÍLIA - PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE
Luísa Helena Figueiredo Villa-Verde Carvalho
Brasília, Setembro/2000
www.asselegis.org.br/bsb_patr.rtf
Resumindo, a Unesco não tombou Brasília por meio de LEI INTERNACIONAL. Ela soltou uma resolução considerando Brasilia como Patrimonio da Humanidade e, de vez em quando, ela faz visitas in loco pra ver se está tudo ok. Quem tombou a cidade foi o nosso legislativo junto com o Iphan.
pesquisadorbrazil
Apr 4, 2012, 1:04 PM
Discordando novamente, você sabe que existe tombo a nivel municipal, estadual, distrital, federal e internacional? Sabia que em Brasília temos praticamente todos? E cada um é regido por uma lei diferente. Tanto, que o tombamento de Brasília é da UNESCO e não do IPHAN? Tanto, se fosse assim, porque será que a UNESCO TEM O PODER de retirar ou devolver o tombamento de BRASILIA.
Graças a DEUS o tombamento vai ser RETIRADO de Brasília, eu nem vou mencionar porque.
hugokeys
Apr 4, 2012, 2:52 PM
Discordando novamente, você sabe que existe tombo a nivel municipal, estadual, distrital, federal e internacional? Sabia que em Brasília temos praticamente todos? E cada um é regido por uma lei diferente. Tanto, que o tombamento de Brasília é da UNESCO e não do IPHAN? Tanto, se fosse assim, porque será que a UNESCO TEM O PODER de retirar ou devolver o tombamento de BRASILIA.
Graças a DEUS o tombamento vai ser RETIRADO de Brasília, eu nem vou mencionar porque.
Caro pesquisador, se quiser pode ir atras da informação no site da Unesco. Ela (Unesco) não tombou Brasilia, mas sim determinou a cidade como Patrimônio Da Humanidade através de seu comitê. Assim como ela pode determinar que a cidade não é mais patrimônio se ela (a cidade) for desconfigurada. Até antes disso BSB já estava tombada (em 1960), mas foi somente depois da decisão da Unesco que o Iphan regulamentou o tombamento.
Jota Ferro
Apr 4, 2012, 4:37 PM
Pesquisador, as vezes vc da vergonha alheia. Como bem explicou o amigo, o tombamento é concedido como um reconhecimento, quem cria a lei do tombamento é lei federal, não existe essa besteira de lei internacional. A Unesco apenas concede o titulo e tbm pode retira-lo, mas é só. Isso não é uma lei internacional. :koko:
A UNESCO não pode criar normas, nem dizer quem vai construir, quem não vai. Apenas sugere e o Brasil segue se quiser.
Subtraff
Apr 4, 2012, 6:00 PM
E aí, galera?
Achei vocês!!!
O outro fórum estava caído demais! Pouquíssimas atualizações!
O que que aconteceu pro pessoal migrar pro Skyscraper Page?
MAMUTE
Apr 4, 2012, 6:18 PM
:previous:Primeiro, seja bem vindo Subtraff:cheers: o negocio lá virou uma ditadura ferrenha, são poucos membros que nunca foram suspensos ou até banidos por pouca coisa, não se podia expressar mais nada que já vinha um morderador para barrar as conversas daí começou a debandada de lá, por isso estamos aqui:cool:
NewCrucks
Apr 5, 2012, 12:15 AM
:previous:Seja bem vindo NewCrucks:cheers::cheers::cheers:
Sobre o texto, achei meio exagerado, porém com alguma logica, os Hotéis de Brasília são na sua grande maioria antigos e com mais de 30 ou até 40 anos, daí a qualidade fica a desejar, normal, já as opções para hospedes "endinheirados" realmente está bem escassa as opções...com algumas exceções o texto cita bem...
Obrigado!
Mas principalmente para a galera com grana é isso mesmo e o que eu achei bom é ele explicar o pq de ser o que é.
hugokeys
Apr 5, 2012, 1:29 PM
WHERE TO STAY AND WITCH ROOMS TO BOOK
Hotel occupancy correlates directly with whether the president is in town and hence the number of lackeys currying political favour. Too many of the city’s hotels, like Nauro Esteves’ once-splendid Hotel Nacional, witch hosted Queen Elizabeth II in 1968, are in need of refurbishment. Its decline is indicative of Brasilia’s blight, as lazy hoteliers are often guaranteed a full house. The best suites can be secured at far more reasonable rates at the weekends.
The city’s two premiere hotels – Brasília Palace and Royal Tulip Alvorada – Are nestled in a serene spot between the palaces by the lake in the Setor de Hotéis e turismo Norte (SHTN). The proletariat are corralled into the hotel districts SHN and SHS, a mass of ugly towers polluting the skyline west of the bus station. Of the old guard, only Kubitschek Plaza has pushed the boat out far enough to attract discerning travelers, with a 2006 refurbishment. To the South of Eixo Monumental, the Sol Meliá chain has upped the ante with two of the city’s best equipped hotels – Brasil 21 and Trip 21, next door. The Lack of decent overnight options hasn’t gone unnoticed, and the Bettiol Family is plotting a luxurious addition to SHN, with an asymmetrical Isay Weinfeld-designed tower that should turn quite a few heads when it opens ahead of the World Cup in 2014.
Seja bem vindo Caro Colega,
Permita-me concordar com vosso livro. Os hotéis do Setor Hoteleiros Sul e Norte são realmente lamentáveis, com algumas raras exceções (Brasil 21, Kubitschek Plaza como já foi dito e os Mercures, Saint Peter, Nobile Monumental Suites) que não comprometem. O resto é vala. Ainda bem que a JCG tá derrubando alguns.
Sobre o Hotel do Isay, havia postado aqui no SSP que seria um Fasano. Pois duas fontes haviam me falado isso, mas to começando a achar que me enganaram. Ainda mais depois que me falaram que é a P.O. que tá construindo. Agora eu concordo quando dizem que as pessoas vão virar a cabeça para ele, mas não será pela sua "beleza"....
pesquisadorbrazil
Apr 9, 2012, 3:24 PM
Eu discordo, o hotel pode ter 1, 10, 100 anos e não ter nenhuma qualidade, mas o hotel também pode ter 1, 10 e 100 anos e ter. O que conta é quem vai administrar. E outra, falar que HPLUS tem qualidade, é besteira, se for assim, é melhor alugar uma kitinete no Noroeste que terá mais qualidade e comodidade do que um engana trouxa HPLUS, o famoso no Eixo Rio-São Paulo, "PAGUE PARA ENTRAR, REZE PARA SAIR" Pois HPLUS é otimo para especulador imobiliário e vendedor de agio. Eu quero ver é tudo quebrando depois, pois, a diária CARISSIMA e os serviços de ESFOLAR os turistas. E nem venha querer enganar que o investidores estão satisfeitos com HPLUS, tanto estão, que Lakeview, Premier, Novitá sairam dessa administradora e eu nem vou falar porque.
pesquisadorbrazil
Apr 20, 2012, 6:20 PM
Relação de futuros hotéis, construtoras, local e uhs respectivas....
1 - Clarion (JADE)| Villela & Carvalho | Guará | 301 uhs
2 - Comfort | Agsue | Núcleo Bandeirante | 129 uhs
3 - Comfort | Mirante | Valparaiso de Goiás | 147 Uhs
4 - One by Caesar Business* | Cyrela | Águas Claras | 150 uhs / Ibis* | Cyrela | Águas Claras | 150 uhs / Tulip Inn* | Cyrela | Águas Claras | 150 uhs
5 - Windsor | João Fortes | Asa Norte | 150 uhs
6 - Emiliano | em definição | Asa Sul | 100 uhs
7 - Eurostar (BRISAS DO LAGO) | Odebrecht | Asa Sul | 750 uhs
8 - Fasano | JHSF | Asa Sul | 100 uhs
9 - Intercity (LED)| Odebrecht | Águas Claras | 192 uhs
10 - Go Inn | em definição | Taguatinga | 180 uhs
11 - Transamérica | a definir | a definir
12 - Mercure | Faenge | Asa Sul | 400 uhs
* Observações: Uma das redes hoteleiras que irá administrar o empreendimento assinalado com asterisco.
MAMUTE
Apr 22, 2012, 1:22 AM
Setor Hoteleiro está a todo vapor
A procura por hotéis novos e mais modernos motiva as empresas da construção civil a apostar alto nesse setor. Só para este ano estão previstos pelo menos dois novos empreendimentos
http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/e560b3bdd1b6cbabde22ce10612127248e30b1c2
A Copa das Confederações, em 2013, e a Copa do Mundo, em 2014, constituem uma grande oportunidade aos donos de hotéis
Que o mercado imobiliário de Brasília está em expansão, todo mundo sabe. Até mesmo nas regiões que pareciam não ter espaço para novos empreendimentos é possível encontrar lançamentos modernos e com metro quadrado valorizado. De olho no crescimento do mercado e na demanda por empreendimentos que abrigam turistas, as empresas investem no setor e os lançamentos hoteleiros voltam a todo vapor, trazendo para o Distrito Federal uma antiga e esquecida modalidade de investimento. Só para 2012 estão previstos pelo menos mais dois hotéis no centro de Brasília. No final do ano passado dois dos mais antigos estabelecimentos da capital foram implodidos no Setor Hoteleiro Sul: o Hotel das Nações e o Alvorada. No lugar dos prédios será construído um complexo com mais de 500 apartamentos, restaurante, piscinas, lojas e centros de convenções.
Pedro Fernandes, vice-presidente da Beiramar Imóveis, considera a demanda por novos empreendimentos hoteleiros crescente, por isso a construção de novos hotéis em Brasília: “A demanda é grande devido aos eventos que acontecem na cidade, como congressos, convenções e eventos do governo. A Copa das Confederações em 2013 e a Copa do Mundo em 2014 estão sendo os grandes propulsores do crescimento desse setor”, afirma. Só a Beiramar comercializa unidades em quatro novos empreendimentos desse porte: Brisas do Lago, Smart 4, LED e Concept Boutique. São unidades hoteleiras que variam de 24 metros quadrados até 50 metros quadrados.
Junto com a nova demanda veio também a necessidade de mudanças nesses empreendimentos. Os novos hotéis passam a ter um toque menos impessoal e oferecem diversos tipos de serviços. Pedro destaca como principal mudança a eficiência de projeto, que proporciona mais rentabilidade ao investidor: “Pontos como economia de energia, baixo custo condominial e serviços pay-per-use são os grandes diferenciais dos novos hotéis”, observa. Além disso, unidades imobiliárias em hotéis proporcionam boa rentabilidade devido à boa ocupação. Pedro ressalta que a valorização de unidades hoteleiras a longo prazo é certa.
Os diferenciais dos novos hotéis
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O Brisas do Lago, comercializado pela Beiramar Imóveis, é um dos empreendimentos com melhor estrutura de hospedagem
O diferencial do Smart4 é que, apesar de se enquadrar na categoria econômica, a qualidade dos quartos será semelhante à de um hotel de luxo. “Na maioria das redes de hotelaria econômica do país, os quartos são simples e há poucas opções de lazer. Resolvemos entrar com uma proposta diferente: apesar de a tarifa ser econômica, os quartos terão cama, TV, mesa, forno micro-ondas, dando comodidade ao hóspede que vem para ficar poucos dias. Na área de lazer teremos uma praça zen e uma piscina panorâmica em um prédio de arquitetura moderna”, destaca Jaran Fleury.
O Smart4 contará com restaurante express, espaço internet/telefone e academia. Com esses diferenciais, o Smart4 se propõe a tornar-se o primeiro hotel do país a se encaixar na categoria econômica, oferecendo serviços de alto-padrão.
Em Brasília o LED também será uma opção para quem quer trabalhar, se hospedar ou investir. O empreendimento é da Odebrecht Realizações Imobiliárias (OR) e estará localizado em Águas Claras, próximo ao Taguatinga Shopping. O LED é um complexo multiuso com apart-hotel, salas comerciais e um open mall, desenvolvido para proporcionar privacidade, praticidade, conforto, lazer e segurança em um só lugar. O empreendimento terá opção de restaurantes, ambientes empresariais, lojas exclusivas, com infraestrutura, funcionalidade e requinte.
O Brisas do Lago está planejado para atender as demandas de curta e longa estada, trabalhando melhor possíveis ociosidades ou diminuindo a sazonalidade da ocupação. A grande novidade do empreendimento é a parceria internacional com o Grupo Hotusa, aliada ao conhecimento do mercado local que a Nobile tem, trazendo para Brasília um conceito de atendimento novo.
Satélites ganham empreendimentos
Ter hotéis modernos e novos não é privilégio do centro de Brasília. As regiões administrativas ganham notoriedade e recebem lançamentos hoteleiros. Moderno e estiloso, o Brisas do Lago, da Odebrecht Realizações Imobiliárias, é um hotelresidência de alto-padrão, situado às margens do Lago Paranoá. As obras estão em andamento e a previsão é de estar concluído em maio de 2013.
Sérgio Roberto Macedo, diretor da Odebrecht, considera Brasília uma localidade de alta demanda hoteleira e o conceito de hotel de longa estada, caso do Brisas do Lago, é uma vocação. “A cidade recebe mais de um milhão de turistas por ano. É um local com muitas oportunidades, não só na área central, no Plano Piloto, mas em outras regiões administrativas que têm vida própria”.
O diretor da Odebrecht afirma que a empresa vislumbra um mercado em expansão e o objetivo é investir, aproveitar esse crescimento e fortalecer a presença da empresa no Distrito Federal, além de participar e contribuir com o desenvolvimento da cidade. Os eventos esportivos que acontecerão na cidade são importantes para a chegada de novos hotéis.
http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2012-04-21/imoveis/7697/SETOR-HOTELEIRO-ESTA-A-TODO-VAPOR.pnhtml
pesquisadorbrazil
May 15, 2012, 2:06 PM
Brasil é o mercado com maior rentabilidade hoteleira da América Latina
15/05/2012 07:50
Isto é o aponta a pesquisa Latin America Hotel Investor Sentiment Survey, desenvolvida no último mês de abril pela empresa de consultoria Jones Lang LaSalle Hotels. Esta rentabilidade foi medida pelo índice RevPAR (receita por quarto disponível). Em segundo lugar ficou o México, seguido por Colômbia e Peru. As respostas da pesquisa indicaram expectativa positiva quanto ao desempenho de hotéis no Chile, mas todavia, as perspectivas naquele país são ligeiramente menos favoráveis quando comparadas às de outras economias importantes da América do Sul.
O México e o Brasil dominam as cinco primeiras posições do ranking de 18 mercados pesquisados em relação à perspectiva mais otimista para investimentos. A Cidade do México ficou em primeiro lugar nesta pesquisa, seguido por cidades metropolitanas brasileiras com população entre 3 milhões a 6 milhões de habitantes, como Fortaleza, Brasília, Recife, Manaus e Curitiba registraram uma taxa alvo de capitalização de 10,2%. Logo em seguida vieram as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, as mexicanas Los Cabos/Cancún/Riviera Maya e as cidades brasileiras fora das principais áreas urbanas.
Fonte: http://www.revistahoteis.com.br/materias/12-Mercado/7705-Brasil-e-o-mercado-com-maior-rentabilidade-hoteleira-da-America-Latina
pesquisadorbrazil
May 15, 2012, 2:07 PM
Rede Intercity terá 15 novos hotéis até 2015
Perspectiva artística do hotel InterCity Premium Moinhos
14/05/2012 13:10
A rede Intercity hotéis inteligentes que tem como meta alcançar a marca de 50 contratos assinados para administração de hotéis até 2014 – entre unidades em funcionamento e projetos em andamento – acaba de anunciar a inserção de mais três novos empreendimentos ao seu plano de expansão. A Rede terá a sua primeira unidade no Distrito Federal e novos hotéis nas cidades de Porto Alegre e Gravataí, no Rio Grande do Sul. A Rede, que hoje administra 18 unidades – 17 no Brasil e uma em Montevidéu (Uruguai) – já havia confirmado projetos para 12 novos hotéis, agora o número chega a 15.
O projeto do Distrito Federal vai contemplar a região de Águas Claras que fica próximo a Brasília. Executado pela Odebrecht Realizações Imobiliárias, o novo InterCity Premium fará parte do complexo multiuso LED - Life Essential Design, que vai reunir em um único local duas torres comerciais, um shopping aberto com 81 lojas e uma torre apart-hotel. A área onde o empreendimento está sendo construído tem 15 mil m² e a previsão de inauguração é no primeiro trimestre de 2015. O hotel oferecerá aos hóspedes 192 unidades hoteleiras, distribuídas em 16 andares, estacionamento, business center, salas de reunião, restaurante com bar, fitness, piscina com deck molhado e spa com sauna.
Já os hotéis no Rio Grande do Sul serão construídos pela M.Hotéis, segmento do M.Grupo. O InterCity Premium Moinhos, na capital gaúcha e o InterCity Express Shopping de Gravataí, têm inauguração prevista para o segundo semestre de 2013. Com essas unidades a Rede deve chegar a 2014 com nove hotéis em funcionamento no estado, seis deles na região metropolitana de Porto Alegre, duas unidades na serra (Gramado e Caxias do Sul) e uma no extremo sul, em Rio Grande, recém anunciada.
O hotel de Porto Alegre ficará localizado no bairro de Moinhos de Vento, e em rua com grande movimentação de escritórios e comércios, a 24 de Outubro, terá 130 apartamentos, divididos em 15 andares, além do térreo e subsolo e garagem com vagas para 71 veículos. As salas de eventos, com 50m² e 70m², podem formar um único espaço. O restaurante terá 150m², o deck externo 50m² e o bar, 40m². Na cobertura, o fitness center e a piscina com borda infinita vão oferecer aos hóspedes uma vista panorâmica da cidade.
O InterCity Express Shopping Gravataí, será integrado ao projeto do Shopping Gravataí. O complexo, avaliado em R$ 300 milhões em sua fase inicial, está localizado na Avenida Centenário, que deve se tornar o coração financeiro da cidade, e está próximo a vias de acesso da cidade como a BR-290 e a RS-118. O projeto do hotel prevê 130 apartamentos, distribuídos em 11 pavimentos, mais o andar térreo. A estrutura disponibiliza ainda garagem com 52 vagas, sala executiva para reuniões e eventos e, na cobertura, uma área de fitness center.
A Rede já tem anunciados projetos nas cidades: Salvador/BA (2012), Manaus/AM (2012), Vinhedo/SP (2013), Rio Grande/RS (2013), duas unidades em Belo Horizonte/MG (2014), Lauro de Freitas/BA (2014), Itaboraí/RJ (2014), Teresópolis/RJ (2014), Itupeva/SP (2014), Sorocaba/SP (2014) e Porto Alegre/RS (2014).
Fonte: http://www.revistahoteis.com.br/materias/10-Investimentos/7687-Rede-Intercity-tera-15-novos-hoteis-ate-2015
MAMUTE
May 24, 2012, 12:59 AM
Justiça impede expansão de quadra no Setor Hoteleiro Norte
O Distrito Federal e a Terracap foram proibidos de praticar qualquer ato que altere os parâmetros urbanísticos da Quadra 901 do Setor de Grandes Áreas Norte (SGAN).
E, enquanto o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) não atestar que a intervenção está dentro dos critérios que asseguram a concepção urbanística da cidade, qualquer ato que tenda à aprovação e implantação da chamada Expansão do Setor Hoteleiro Norte também está proibido.
Segundo o Ministério Público do DF, que ajuizou a ação, a Terracap e o DF vêm empreendendo estudos e promovendo ações sem interesse público, com o objetivo de criar hotéis em áreas que violariam o tombamento de Brasília.
Segundo um decreto do tombamento e o IPHAN, a área verde deve ser preservada e por isso não é edificável.
A decisão é do juiz da Vara do Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF, e cabe recurso.
Segundo o Ministério Público, "a eventual implantação e expansão do Setor Hoteleiro Norte implicaria em violação ao tombamento de Brasília e à Lei Orgânica do DF, além de representar adensamento e verticalização sem amparo legal e sem qualquer interesse público, sem contar no risco de que a referida expansão venha ceder lugar à ocupação residencial".
De acordo com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal,a Terracap contestou e disse que não cabe ao Ministério Público a tentativa de inviabilizar os estudos ou ação na área. No entanto, o juiz que deu a sentença afirmou que "o respeito ao meio ambiente e ao patrimônio urbanístico interessa a toda a coletividade".
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/05/23/interna_cidadesdf,303924/justica-impede-expansao-de-quadra-no-setor-hoteleiro-norte.shtml
pesquisadorbrazil
May 24, 2012, 5:45 PM
Eu queria saber, e sei muito bem, que o MP, o IPHAN e o TJDF não tem competência LEGAL de LEGISLAR sobre LIVRE CONCORRÊNCIA. Creio que ambos, estão recebendo uma grande quantidade de propina para bombardear a idéia de instalar hotéis naquele local. Agora, aonde estavam os mesmos orgãos a respeito do empreendimento, ILHAS DO LAGO? Ahhhhhhh me esqueci, fizeram uma TAC a revelia da sociedade CIVIL, não, aqueles manés dos urbanistas por Brasília, pois, quem projetou o local, foi um arquiteto não é, não foi um estagiário. Então, é a famosa elite que visa apenas o lucro. Pois, eu quero que provem que nos ultimos 50 anos, houve uma falência de hotel por falta de hospedes e rentabilidade. Detalhe, não tem muito tempo que uma consultoria hoteleira mundial PROVOU, a rentabilidade de hotéis em Brasília são maiores do que em cidades TURISTICAS. Interenssante...
pesquisadorbrazil
May 24, 2012, 5:49 PM
Novidades hoteleiras....
Go Inn Taguatinga
Local: indefinido
UHs: 180
Inaguração: 2015 (putz, só em 2015)?
Fonte:http://www.atlanticahotels.com.br/atlantica/hoteis/estrutura_hotel_conteudo.asp?NumFuncionalidade=292&NumCategoriaF=69&NomeCategoria=Futuras%20aberturas&Redirecao=1
Jota Ferro
May 24, 2012, 6:48 PM
E esse aqui?
Clarion Brasília
301 Apartamentos
Brasília | DF
Abertura: 2013
luizwagner
May 24, 2012, 7:14 PM
E esse aqui?
Clarion Brasília
301 Apartamentos
Brasília | DF
Abertura: 2013
Se não estou enganado é o Jade no Park Sul..
http://www.jadeparksul.com.br/
pesquisadorbrazil
May 27, 2012, 3:31 PM
Pesquisador, as vezes vc da vergonha alheia. Como bem explicou o amigo, o tombamento é concedido como um reconhecimento, quem cria a lei do tombamento é lei federal, não existe essa besteira de lei internacional. A Unesco apenas concede o titulo e tbm pode retira-lo, mas é só. Isso não é uma lei internacional. :koko:
A UNESCO não pode criar normas, nem dizer quem vai construir, quem não vai. Apenas sugere e o Brasil segue se quiser.
De forma alguma, a UNESCO tem poder de tombar bens históricos. Tanto que recentemente a UNESCO tombou todos os bens localizados dentro do TITANIC. Então ninguem mais pode descer lá, e tirar algo do lugar. Se tornou INTOCAVEL.
Então, não é esse papo que ele apenas CONCEDE o título. Igual o Rio de Janeiro que hoje, apenas hoje, é tombado apenas alguns prédios e não toda a cidade. Agora, quando o título ser concedido a cidade do Rio de Janeiro, toda ela vai ser tombada. E não apenas os monumentos e prédios.:tup:
Se fosse assim, porque o IPHAN não tombou toda a cidade do Rio?:whip:
Jota Ferro
May 27, 2012, 7:33 PM
De forma alguma, a UNESCO tem poder de tombar bens históricos. Tanto que recentemente a UNESCO tombou todos os bens localizados dentro do TITANIC. Então ninguem mais pode descer lá, e tirar algo do lugar. Se tornou INTOCAVEL.
Então, não é esse papo que ele apenas CONCEDE o título. Igual o Rio de Janeiro que hoje, apenas hoje, é tombado apenas alguns prédios e não toda a cidade. Agora, quando o título ser concedido a cidade do Rio de Janeiro, toda ela vai ser tombada. E não apenas os monumentos e prédios.:tup:
Se fosse assim, porque o IPHAN não tombou toda a cidade do Rio?:whip:
O Titanic fica em águas internacionais.
Existem vários níveis de tombamento, pode ser municipal, estadual ou federal. Agora vejamos se o Brasil resolve mudar tudo em Brasília que punição terá da Unesco? Resposta, nenhuma, apenas perde o titulo.
O tombamento de Brasília é feito por lei federal para fazer jus ao titulo dado pela Unesco. É assim que funciona. O tombamento da UNESCO é dado por reconhecimento, e para mante-lo e por acordo são criadas leis dentro do país tombando o objeto.
Na verdade é inclusive errado dizer que algum bem é tombado pela UNESCO e sim a sua inclusão na Lista do Patrimônio Mundial. O tombamento diz respeito especificamente à colocação de um bem cultural sob proteção governamental. A listagem pela UNESCO, por sua vez, consiste apenas numa classificação e reconhecimento do valor excepcional do sítio em questão, nos termos da chamada Convenção do Patrimônio Mundial.
salengasss
May 28, 2012, 1:25 AM
Novidades hoteleiras....
Go Inn Taguatinga
Local: indefinido
UHs: 180
Inaguração: 2015 (putz, só em 2015)?
Fonte:http://www.atlanticahotels.com.br/atlantica/hoteis/estrutura_hotel_conteudo.asp?NumFuncionalidade=292&NumCategoriaF=69&NomeCategoria=Futuras%20aberturas&Redirecao=1
Longe, não é????? :yuck:
hugokeys
May 29, 2012, 5:20 PM
O Titanic fica em águas internacionais.
Existem vários níveis de tombamento, pode ser municipal, estadual ou federal. Agora vejamos se o Brasil resolve mudar tudo em Brasília que punição terá da Unesco? Resposta, nenhuma, apenas perde o titulo.
O tombamento de Brasília é feito por lei federal para fazer jus ao titulo dado pela Unesco. É assim que funciona. O tombamento da UNESCO é dado por reconhecimento, e para mante-lo e por acordo são criadas leis dentro do país tombando o objeto.
Na verdade é inclusive errado dizer que algum bem é tombado pela UNESCO e sim a sua inclusão na Lista do Patrimônio Mundial. O tombamento diz respeito especificamente à colocação de um bem cultural sob proteção governamental. A listagem pela UNESCO, por sua vez, consiste apenas numa classificação e reconhecimento do valor excepcional do sítio em questão, nos termos da chamada Convenção do Patrimônio Mundial.
Obrigado por haver luz dentro deste forum.
hugokeys
May 29, 2012, 5:23 PM
Longe, não é????? :yuck:
Discordo. Fica bem perto de Taguatinga. Nem tudo que ocorre no DF é no Plano.
salengasss
May 29, 2012, 10:40 PM
Discordo. Fica bem perto de Taguatinga. Nem tudo que ocorre no DF é no Plano.
Refirome a data de inauguração, man.
pesquisadorbrazil
Jun 1, 2012, 7:34 PM
Discordo. Fica bem perto de Taguatinga. Nem tudo que ocorre no DF é no Plano.
Ele não falou nada em relação do hotel ser em Taguatinga, mas longe é o ano de inauguração.
pesquisadorbrazil
Jun 1, 2012, 7:36 PM
Obrigado por haver luz dentro deste forum.
Novamente discordo, o tombamento tem vários meios de proteção. Inclusive proteger determinado bem histórico por via POPULAR. Então não tem nada haver esse papo que somente IPHAN tem o PODER de tombar algo. Eu nem vou me dar o trabalho de relacionar todos os orgãos que tem esse PODER.
Detalhe, adivinha quem tombou todas as paradas de concreto do Plano Piloto. O IPHAN né?:koko:
Mais vamos aos conceitos....
Patrimônio Cultural
Basílica de Nossa Senhora do Carmo, no Recife. (foto Claudio Rossi)
A preservação da memória de um povo está diretamente relacionada à conservação de seu patrimônio cultural. O processo de tombamento, no entanto, nem sempre é garantia de perpetuidade dessa memória, que muitas vezes se desfaz pela falta de incentivos públicos e privados. A primeira legislação brasileira que normatiza o tombamento do patrimônio cultural é o decreto-lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, que criou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e ainda vigora. Desde então, 676 bens arqueológicos, etnográficos, paisagísticos e históricos estão catalogados nos livros de tombo do órgão federal; outras centenas estão em tese protegidos pelos institutos estaduais e municipais. Saiba quais são esses órgãos, o que pode ser tombado e entenda o processo e suas implicações.
1. O que é patrimônio cultural?
2. O que é tombamento?
3. Quem pode tombar o patrimônio histórico e artístico?
4. O que pode ser tombado?
5. O registro de bens imateriais é o mesmo que tombamento?
6. Que tipo de proteção ganha um patrimônio imaterial ao entrar nesses livros de registro?
7. Tombar um móvel ou imóvel significa desapropriá-lo?
8. Um móvel ou imóvel tombado pode ser vendido?
9. É possível realizar reformas e/ou restauração no imóvel tombado?
10. Um imóvel tombado pode mudar de uso?
11. Quem é responsável pela conservação e restauração do móvel ou imóvel tombado?
12. O tombamento é a única forma de preservação?
13. Quem pode pedir o tombamento?
14. Como acontece um processo de tombamento?
15. Os órgãos brasileiros também são responsáveis pelo tombamento do patrimônio da humanidade?
16. Quais bens no Brasil são considerados tombados pelos órgão competentes?
1. O que é patrimônio cultural?
O artigo 216 da Constituição Federal define patrimônio cultural brasileiro como sendo os bens de natureza material e imaterial tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade.
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2. O que é tombamento?
É a preservação de bens de valor histórico, cultural, arquitetônico, ambiental e afetivo para a população por meio de um ato administrativo realizado pelo Poder Público, que determina que certos bens serão objeto de proteção especial.
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3. Quem pode tombar o patrimônio histórico e artístico?
O tombamento pode ser feito nas três esferas de poder: federal, estadual e municipal. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é o órgão da União responsável pelo tombamento em nível federal. Nos estados, são os institutos do patrimônio histórico e artístico que podem executar essa tarefa. As prefeituras que possuem órgãos semelhantes também podem tombar um bem por meio de órgãos municipais de mesma natureza ou por meio de leis específicas ou pela legislação federal.
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4. O que pode ser tombado?
Bens imóveis, áreas urbanas como centros históricos ou bairros; áreas naturais; e também bens móveis, como coleções de arte ou objetos representativos de um acontecimento histórico. Também é possível o registro do patrimônio imaterial, como o samba de roda do Recôncavo Baiano e o frevo. Além do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), algumas prefeituras e estados também possuem legislação própria sobre bens imateriais.
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5. O registro de bens imateriais é o mesmo que tombamento?
Não. O registro é um instrumento de salvaguarda. Ao contrário do tombamento, cujo objetivo é a preservação das características originais de uma obra, seja móvel ou imóvel, o registro trata apenas de salvaguardar o desejo de uma comunidade em manter viva uma tradição, que pode vir a sofrer mudanças com o tempo. Um exemplo é o Ofício das Paneleiras de Goiabeiras, em que o registro preserva e repassa o saber do ofício da fabricação de panelas de barro feitas na cidade de Goiabeiras Velha, no Espírito Santo, que é indispensável para se fazer e servir a típica moqueca capixaba. Os livros de registros estão divididos em quatro categorias: Formas de Expressão, Celebrações, Lugares e Saberes.
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6. Que tipo de proteção ganha um patrimônio imaterial ao entrar nesses livros de registro?
O objetivo é viabilizar projetos que ajudem a manter vivo o patrimônio cultural por meio de parcerias com instituições públicas e privadas, que irão colaborar com pesquisas e projetos que dêem suporte para sua continuidade. Dessa forma, tomando o Ofício das Paneleiras de Goiabeiras como exemplo, pesquisas em universidades poderão ajudar a desenvolver alguma espécie de barro que substituía a substância natural utilizada na fabricação das panelas, por se tratar de um recurso natural finito.
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7. Tombar um móvel ou imóvel significa desapropriá-lo?
Não. O direito à propriedade permanece inalterado após o tombamento.
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8. Um móvel ou imóvel tombado pode ser vendido?
Sim. Mas, antes o imóvel deve ser oferecido para a União, para o estado e para os municípios, nessa ordem. Caso nenhum deles queira adquiri-lo, a venda para outros é autorizada.
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9. É possível realizar reformas e/ou restauração no imóvel tombado?
Sim, desde que aprovado previamente pelo órgão que efetuou o tombamento.
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10. Um imóvel tombado pode mudar de uso?
Depende. Para isso, é necessário que o novo uso não cause prejuízo ao bem e haja uma harmonia entre a preservação das características do edifício e as adaptações ao novo uso. É necessária ainda a aprovação do órgão responsável pelo tombamento. Há, porém, exceções, casos em que a alteração do tipo de uso não é permitida.
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11. Quem é responsável pela conservação e restauração do móvel ou imóvel tombado?
O proprietário, que pode se candidatar para receber verbas de leis de incentivo à cultura ou a descontos de impostos prediais ou territoriais disponibilizados por algumas prefeituras.
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12. O tombamento é a única forma de preservação?
O tombamento é apenas uma ferramenta para se preservar um bem. Apesar de ser considerada a mais confiável, existem outras formas de preservação, que é de responsabilidade da União, dos estados e dos municípios, conforme estabelece a Constituição Federal. De acordo com o Iphan, o inventário é a primeira forma para o reconhecimento da importância dos bens culturais e ambientais, por meio do registro de suas características principais. Os Planos Diretores das cidades também estabelecem formas de preservação do patrimônio, assim como a criação de leis específicas que estabeleçam incentivos à preservação.
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13. Quem pode pedir o tombamento?
Qualquer pessoa pode pedir aos órgãos responsáveis pela preservação a abertura de estudo de tombamento de um bem.
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14. Como acontece um processo de tombamento?
O pedido de abertura de processo de tombamento é avaliado por um corpo técnico, que vai analisar se o bem em questão tem valor histórico ou arquitetônico, cultural, ambiental ou afetivo para a população e irá encaminhá-lo ao responsáveis pela preservação. Caso seja aprovado, uma notificação é expedida ao seu proprietário e o estudo volta para o corpo técnico. Enquanto a decisão final é tomada, o imóvel fica legalmente protegido contra destruição ou descaracterizações. O processo termina com a inscrição no Livro Tombo e comunicação formal aos proprietários.
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15. Os órgãos brasileiros também são responsáveis pelo tombamento do patrimônio da humanidade?
Não. Esse é o papel do Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Ciência e a Cultura), integrado por representantes de 21 países, que se reúne anualmente para votar as avaliações feitas por comissões técnicas da entidade. O Brasil possui atualmente 18 patrimônios da humanidade e tem o compromisso de protegê-los e conservá-los.
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16. Quais bens no Brasil são considerados tombados pelos órgão competentes?
O Brasil tem 18 bens considerados patrimônios da humanidade pela Unesco, sendo que a cidade de Ouro Preto, o centro histórico de Olinda, o Plano Piloto de Brasília e a Mata Atlântica (Reservas do Sudeste) estão entre eles. Já o Iphan tombou 676 itens, uma gama variada de bens que vai do Elevador Lacerda, em Salvador à Casa de Vidro de Lina Bo Bardi (SP). Já o Condephaat tombou edificações como a Estação da Luz (SP) e a coleção Mário de Andrade do acervo do IEB-USP. Órgão estaduais e municipais têm suas próprias relações.
Fonte: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat)
Portanto, o tombou de Brasília foi concedido pela UNESCO e não pelo IPHAN. Tanto, se forem procurar informações, que o IPHAN somente tomou INICIATIVA de tombar BRASILIA, apenas depois que a mesma conseguiu o título. Pois até 1987, Brasília não era tombada.
pesquisadorbrazil
Jun 1, 2012, 7:48 PM
Nossa essa é para acabar com o papo....
ombamento - Conceitos
Tombamento - Conceituação
O que é tombamento e quais são as suas conseqüências
O que pode ser tombado
Quem pode executar um tombamento
O ato do tombamento e a desapropriação
Locação ou venda do bem tombado
O tombamento e a preservação
Além do tombamento, existem outras formas de preservação?
Tombamento e cidadania
Entorno de imóvel tombado
O tombamento de edifícios ou bairros inteiros e a modernização das cidades
O tombamento não é um ato autocrático
O conceito de bem
Como abrir um processo de tombamento
O que é tombamento e quais são as suas conseqüências
A palavra tombamento, tem origem portuguesa e significa fazer um registro do patrimônio de alguém em livros específicos num órgão de Estado que cumpre tal função. Ou seja, utilizamos a palavra no sentido de registrar algo que é de valor para uma comunidade protegendo-o por meio de legislação específica.
Atualmente, o tombamento é um ato administrativo realizado pelo poder público (SEEC/CPC) com o objetivo de preservar, através da aplicação da lei, bens de valor histórico, cultural, arquitetônico e ambiental para a população, impedindo que venham a ser destruídos ou descaracterizados.
São os seguintes os livros do tombo da SEEC/CPC: Livro nº 1 do tombo arqueológico, etnográfico e paisagístico. Livro nº 2 do tombo histórico; Livro nº 3 do tombo das belas artes; Livro do tombo das artes aplicadas.
Portanto, o tombamento visa preservar referenciais, marcas e marcos da vida de uma sociedade e de cada uma de suas dimensões interativas.
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O que pode ser tombado
O tombamento pode ser aplicado a bens móveis e imóveis de interesse cultural/ambiental em várias escalas interativas como a de um município, de um estado, de uma nação ou de interesse mundial, quais sejam: fotografias, livros, acervos, mobiliários, utensílios, obras de arte, edifícios, ruas, praças, bairros, cidades, regiões, florestas, cascatas, entre outros. Somente é aplicado a bens de interesse para a preservação da memória e referenciais coletivos, não sendo possível utilizá-lo como instrumento de preservação de bens que sejam apenas de interesse individual. O ideal num processo de tombamento é que não se tombem objetos isolados, mas conjuntos significantes.
Partindo da idéia de conjunto significativo, atualmente, excetuando-se seres humanos e exemplares animais isolados, tudo pode ser tombado; até mesmo um ecossistema para a preservação de uma ou mais espécies.
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Quem pode executar um tombamento
O Tombamento pode ser feito pela União, através do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, pelo Governo Estadual, através da Secretaria de Estado da Cultura - CPC, ou pelas administrações municipais que dispuserem de leis específicas. O tombamento também pode ocorrer em escala mundial, reconhecendo algo como Patrimônio da Humanidade, o que é feito pelo ICOMOS/UNESCO.
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O ato do tombamento e a desapropriação
São atos totalmente diferentes. O Tombamento não altera a propriedade de um bem; apenas proíbe que ele venha a ser destruído ou descaracterizado. Logo, um bem tombado não necessita ser desapropriado, mas deve manter as características que possuía na data do tombamento.
Muitos pedidos de tombamento são feitos por indivíduos ou prefeituras pressupondo que se o objeto for tombado o Estado restaurará e manterá tal bem. Porém, se o bem continua a pertencer ao proprietário, o Estado, não pode investir recursos públicos em sua conservação por não lhe pertencer. Mas, o artigo 16 da Lei 1211 de 16/9/1953 afirma que se houver necessidade de obras para a preservação do bem e, se o proprietário protocolar no Protocolo Geral da SEEC um comunicado à CPC de que tais obras são urgentes e o proprietário comprovar não ter recursos para executá-las, o Estado é obrigado a custear tais obras, mesmo sendo o bem privado e sem a anuência do proprietário. O mesmo artigo afirma que o Estado tem seis meses de prazo para dar início às obras e, caso não as execute, é direito do proprietário entrar com um processo no Protocolo Geral da SEEC e outro processo civil solicitando a anulação do tombamento.
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Locação ou venda do bem tombado
Desde que o bem continue sendo preservado com as características que possuía na data da sua inscrição no livro do tombo da CPC/SEEC, não existe qualquer impedimento para a venda, aluguel ou herança de um bem tombado. Portanto o tombamento não altera as características fundamentais da propriedade privada, especialmente a compra, a venda e a hereditariedade que são as questões fundamentais da propriedade privada.
A partir da Constituição de 1988, a propriedade privada não se sobrepõe aos interesses sociais. No Capítulo 1º, Artigo 5º , parágrafo XXIII da Constituição Federal afirma que a propriedade atenderá à sua função social.
No caso de venda, o proprietário deverá notificar previamente a instituição que efetuou o tombamento para que esta atualize seus dados.
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O tombamento e a preservação
O tombamento é uma das iniciativas possíveis de serem tomadas para a preservação dos bens culturais/ambientais, na medida que impede legalmente a sua destruição e descaracterização.
É necessário deixar claro que aquele que ameaçar ou destruir um bem tombado está sujeito a processo legal que poderá definir multas, medidas compensatórias ou até mesmo a reconstrução do bem como estava na data do tombamento dependendo do veredicto final do processo.
A Constituição Federal no Artigo 216, estabelece que é função da União, do Estado e dos Municípios, com o apoio da comunidade, preservar os bens culturais e naturais brasileiros, dando especial atenção aos sítios arqueológicos. A notificação do achado de um sítio arqueológico ou qualquer projeto de intervenção em áreas de sítios arqueológicos devem ser comunicadas ao IPHAN.
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Além do tombamento, existem outras formas de preservação?
O inventário é a primeira forma para o reconhecimento da importância dos bens culturais e ambientais, através do registro de suas características principais.
Os Planos Diretores das cidades também estabelecem formas de preservação do patrimônio em nível municipal, através do planejamento urbano. Os municípios devem promover o desenvolvimento das cidades sem a destruição do patrimônio. As Leis Orgânicas municipais podem prover o município de instrumentos de preservação do Patrimônio Cultural/ambiental. Podem, ainda, criar leis específicas que estabeleçam incentivos à preservação como a redução de impostos municipais aos proprietários de bens declarados de interesse cultural ou tombados.
Na escala municipal, é possível que feito o levantamento dos bens de interesse de conservação, mesmo que não tombados, o departamento municipal responsável pela emissão de alvarás de construção, demolição e alteração das edificações tenha um aviso na documentação de cada bem alertando que ele é de interesse ao patrimônio cultural/ambiental, de modo que se possa negociar com o proprietário a conservação do bem ou medidas mitigatórias em suas intervenções. Nesse sentido as câmaras, prefeituras, departamentos ou casas de cultura municipais podem firmar acordos de cooperação técnica com a SEEC – CPC.
A CPC também orienta as câmaras e secretarias municipais de cultura na criação da legislação e gestão do Patrimônio Cultural que mesmo não sendo significativo para o estado, é significativo para o município ou região.
No caso do Patrimônio Ambiental e proteção de ecossistemas, existe uma ampla Coletânea da legislação ambiental estadual e federal que está à disposição do público na Secretaria Estadual de Meio Ambiente/IAP, sendo a Ação civil pública via Ministério Público um dos principais instrumentos de exercício da cidadania. O tombamento também pode ser um instrumento de reforço à proteção do em torno de áreas protegidas pela legislação ambiental estadual e federal.
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Tombamento e cidadania
O tombamento também pode ser um instrumento de defesa de uma comunidade contra o excesso de demanda do capital ou das pressões demográficas. Por exemplo, um processo de tombamento que vise a preservação de um arquivo de documentos históricos; de um bairro; um bosque ou de um estuário e que propicie o acesso público de uma população aos bens que possibilitem uma melhor qualidade de vida. A população pode notificar SEEC/CPC por telefone ou e mail sobre ameaças aos bens tombados que constam na listagem dessa Home Page.
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Entorno de imóvel tombado
É a área de proteção localizada na circunvizinhança dos bens tombados que é delimitada junto com o processo de tombamento com objetivo de preservar a sua ambiencia e impedir que novos elementos, obstruam, reduzam sua visibilidade, afetem as interações sociais tradicionais ou ameacem sua integridade. A área de em torno não é apenas um anteparo do bem tombado, mas uma dimensão interativa a ser gerida tanto quanto o objeto de conservação.
Compete ao órgão que efetuou o Tombamento estabelecer os limites e as diretrizes para as interações sociais nas áreas de em torno de bens tombados. Portanto, quando algo é tombado, aquilo que está próximo, em torno a ele, sofre a interferência do processo de tombamento, embora em menor grau de proteção, não podendo ser descaracterizado à revelia da SEEC/CPC. Assim, intervenções próximas a bens tombados devem ser comunicadas antecipadamente à SEEC – CPC para a aprovação dos projetos.
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O tombamento de edifícios ou bairros inteiros e a modernização das cidades
A proteção do patrimônio ambiental urbano está diferentemente vinculada à melhoria da qualidade de vida da população, pois a preservação da memória, dos referenciais culturais, é uma demanda social tão importante quanto qualquer outra a ser atendida pelo serviço público.
O Tombamento não tem por objetivo "congelar" a cidade ou outro bem. Tombar não significa apenas cristalizar ou perpetuar edifícios ou áreas, sem considerar toda e qualquer obra que venha contribuir para a melhoria da vida na cidade.
Preservação e revitalização de áreas são ações que se complementam e, juntas, podem valorizar conjuntos de bens que se encontrem ameaçados ou deteriorados interferindo na qualidade de vida de uma população.
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O tombamento não é um ato autocrático
O Tombamento, como qualquer outra Lei Federal, Estadual ou Municipal, estabelece limites às vontades individuais que ameacem um bem de interesse público, com o objetivo de resguardar e garantir direitos e interesses do conjunto da sociedade. Não é autoritário porque sua aplicação é executada por representantes da sociedade civil, sendo consultado um Conselho do Patrimônio Cultural composto de representantes das várias dimensões sociais e de órgãos públicos com poderes estabelecidos pela legislação, além de não alienar o seu proprietário do bem que é de interesse comum.
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O conceito de bem
Ao falarmos que algo é um "bem", entramos nos delicados domínios da axiologia, da estética, da ética, da lingüística, da semiologia e, evidentemente, da história. Fundamentando-nos em referenciais e significados culturais consagrados em cada dimensão interativa das sociedade, sacramentalizamos publicamente algo como um bem Cultural e/ou Ambiental. Tal fundamentação tem raízes em várias experiências e estudos passados, além de várias correntes teóricas adotadas pelos peritos em Patrimônio Cultural e Ambiental. Tal fundamentação tem raízes nos vários estudos das experiências passadas, sendo esses produtos ancorados em várias correntes teóricas adotadas pelos peritos em Patrimônio Cultural e Ambiental.
Um bem cultural é relativo à identidade de uma dimensão das sociedades.
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Como abrir um processo de tombamento
A abertura do processo de tombamento de um bem cultural ou natural pode ser solicitado por qualquer cidadão, pelo proprietário, por uma organização não governamental, por um representante de órgão publico ou privado, por um grupo de pessoas por meio de abaixo assinado e por iniciativa da própria Coordenadoria do Patrimônio Cultural.
De qualquer modo, é fundamental que o solicitante descreva com a máxima exatidão possível a localização ou dimensões e características do bem e uma justificativa do porque está sendo solicitado o tombamento.
Além disso, para acelerar o processo convém que junto com a solicitação de tombamento sejam anexadas cópias de fotos antigas e atuais do bem com os negativos, a documentação cartorária que é composta pela transcrição das transmissões, plantas arquitetônicas e tudo o mais de documentação que for possível enviar em anexo com a solicitação que justifique as pesquisas sobre o valor social daquilo que possivelmente seja tombado.
Após a oficialização do pedido no protocolo geral da SEEC, a equipe da CPC elabora uma pesquisa exaustiva visando o embasamento técnico e documental do processo para emitir um parecer sobre o valor do bem, o qual será encaminhado ao Conselho do Patrimônio Histórico e Artístico.
Caso o pedido obtenha parecer favorável do Conselho do Patrimônio Histórico e Artístico o proprietário será notificado e terá um prazo de quinze dias, estipulado pela Lei Estadual n.º 1.211/53, após a notificação, para contestar ou concordar com o tombamento. A partir desta notificação, o bem já se encontra protegido legalmente contra destruição ou descaracterizações até que haja a homologação do tombamento com inscrição no Livro do Tombo específico e averbação em cartório de registro de imóveis onde esse bem estiver registrado.
Fonte: http://www.patrimoniocultural.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=4
pesquisadorbrazil
Jun 1, 2012, 7:49 PM
Somente vou deixar em destaque essa pequena parte....
Quem pode executar um tombamento
O Tombamento pode ser feito pela União, através do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, pelo Governo Estadual, através da Secretaria de Estado da Cultura - CPC, ou pelas administrações municipais que dispuserem de leis específicas. O tombamento também pode ocorrer em escala mundial, reconhecendo algo como Patrimônio da Humanidade, o que é feito pelo ICOMOS/UNESCO.
Sem mais para comentar, e como eu já sabia.... Brasília sequer fora tombada pelo IPHAN e sim pela UNESCO. Eu preciso falar mais...
Jota Ferro
Jun 2, 2012, 5:34 PM
Pesquisador se vc se preocupasse em ler direito o que escreve veria que o que vc colocou simplesmente contraria o que vc diz, mas enfim nem vou discutir mais.....
Vc já colocou todos os argumentos que mostram que vc esta errado, sem mais...
pesquisadorbrazil
Jun 3, 2012, 5:30 PM
Pesquisador se vc se preocupasse em ler direito o que escreve veria que o que vc colocou simplesmente contraria o que vc diz, mas enfim nem vou discutir mais.....
Vc já colocou todos os argumentos que mostram que vc esta errado, sem mais...
Eu não me contradiz, você afirmou que a UNESCO não pode TOMBAR nada, e eu apenas AFIRMEI que existe vários níveis de Tombamento. Então, QUEM tombou Brasília não foi o IPHAN e sim a UNESCO.
E novamente vou repetir, você afirmou em posts anteriores que a UNESCO não tem PODER de tombar, mas vou colocar novamente afirmação. Da mesma forma que o TITANIC foi tombado pela UNESCO, Brasília também foi, pois o simples fato de conceder o Título de Patrimônio Histórico da Humanidade, é a titularidade MUNDIAL de tombar um bem.
Vamos lá e relembrar....
O tombamento a nível mundial é feito via ICOMOS/UNESCO, isso você não tem como questionar.:tup:
pesquisadorbrazil
Jun 3, 2012, 5:35 PM
Tanto eu digo que uma coisa não tem nada haver com outra, que vamos lá,
Tombamento MUNDIAL em Brasília.
Todo projeto urbanistico de Lúcio Costa.
Tombamento NACIONAL em Brasília
Todo projeto de arquitetura que tem o dedo do Oscar Niemeyer, inclusive os projetos que ainda nem sairam do papel, já serão automaticamente tombados pelo IPHAN Nacional.
Tombamento DISTRITAL em Brasília
Todas as padras de ônibus de CONCRETO de Brasília, que muitos dizem que foi de autoria de Lúcio Costa, mas bem da verdade, foi de autoria da Novacap apenas.
Então Brasília tem vários níveis de tombamento, então, eu não estou me contradizendo, apenas afirmando que eu sabia, afirmar que a UNESCO não tem o poder de TOMBAR um patrimônio histórico e desconhecer os fatos.
MAMUTE
Jun 8, 2012, 4:52 PM
Apesar de proibida, construção de hotéis cresce e agride a Vila Planalto
Diárias mais baratas e proximidade da área central atraem cada vez mais hóspedes
http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2012/06/08/306195/20120607214317181254u.jpg
Irregularidade a três quilômetros da Esplanada: imóvel de dois andares com faixa de aluguel na fachada
A especulação imobiliária ameaça a Vila Planalto. Casas de dois, três e até quatro pavimentos, além de várias quitinetes, podem ser encontradas facilmente pelas ruas do antigo alojamento de operários da construção de Brasília (leia Para saber mais). Se já não bastasse o desrespeito às normas de gabarito, empresários agora investem num serviço rentável, mas igualmente proibido: a hospedagem. Os primeiros hotéis da cidade são vistos na Avenida Rabelo, às margens da L4 Norte, distante cerca de 3 quilômetros da Esplanada dos Ministérios.
A proximidade com o centro das decisões políticas, o preço da diária e os inúmeros restaurantes fixados na Vila Planalto atraem os hóspedes. Em vez de um visitante desembolsar entre R$ 200 e R$ 300 pela diária em um hotel no Plano Piloto, na Vila Planalto, a diária sai por R$ 120 por pessoa e R$ 170 para um casal, com direito a ar-condicionado, frigobar e internet sem fio. Com isso, o negócio na região tem atraído os olhares de investidores. Um dos estabelecimentos ainda está em obras, e os operários trabalham durante o dia todo para conclusão da obra.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/06/08/interna_cidadesdf,306195/apesar-de-proibida-construcao-de-hoteis-cresce-e-agride-a-vila-planalto.shtml
Jota Ferro
Jun 8, 2012, 8:34 PM
Eu não me contradiz, você afirmou que a UNESCO não pode TOMBAR nada, e eu apenas AFIRMEI que existe vários níveis de Tombamento. Então, QUEM tombou Brasília não foi o IPHAN e sim a UNESCO.
E novamente vou repetir, você afirmou em posts anteriores que a UNESCO não tem PODER de tombar, mas vou colocar novamente afirmação. Da mesma forma que o TITANIC foi tombado pela UNESCO, Brasília também foi, pois o simples fato de conceder o Título de Patrimônio Histórico da Humanidade, é a titularidade MUNDIAL de tombar um bem.
Vamos lá e relembrar....
O tombamento a nível mundial é feito via ICOMOS/UNESCO, isso você não tem como questionar.:tup:
Vou tentar explicar mais uma vez, bem devagar.
Não existe tombamento pela Unesco, por que? Por que ela não tem poder de GOVERNO, portanto ela não pode multar, entrar na justiça, nem tomar qualquer ação administrativa ou judicial.
Só os governos de forma soberana podem Tombar um imóvel, o que a UNESCO faz é colocar o bem em uma lista de Patrimônio da Humanidade e através de um acordo com o governo do país faz um convenio para que este tombe o bem. Isso é feito de comum acordo e a Unesco entra com o reconhecimento.
A Unesco não pode impor leis, ou mesmo impor o tombamento de coisa alguma.
O Tombamento do Plano Urbano de Brasília foi feito pelo governo do Brasil de forma a permitir que este fosse colocado na lista da Unesco como Patrimônio da Humanidade.
Tudo que a Unesco pode fazer é dar sugestões, recomendações e propor ideias para que o país mantenha o nome do bem tombado na lista de Patrimônios reconhecidos. Se o País não consegue fazer seu tombamento funcionar a Unesco o retira da lista.
Portanto a UNESCO NÃO TEM poder de legislar sobre a participação da Hplus em porra nenhuma. O que ela pode fazer é dizer: Se continuar a ocupação residencial das margens do Lago Paranoá por falsos hotéis isto pode gerar a perda do reconhecimento de Brasília como Patrimônio da Humanidade.
E sobre o TITANIC, vou lembrar de novo que este esta em águas internacionais.
pesquisadorbrazil
Jun 8, 2012, 11:04 PM
Vou tentar explicar mais uma vez, bem devagar.
Não existe tombamento pela Unesco, por que? Por que ela não tem poder de GOVERNO, portanto ela não pode multar, entrar na justiça, nem tomar qualquer ação administrativa ou judicial.
Só os governos de forma soberana podem Tombar um imóvel, o que a UNESCO faz é colocar o bem em uma lista de Patrimônio da Humanidade e através de um acordo com o governo do país faz um convenio para que este tombe o bem. Isso é feito de comum acordo e a Unesco entra com o reconhecimento.
A Unesco não pode impor leis, ou mesmo impor o tombamento de coisa alguma.
O Tombamento do Plano Urbano de Brasília foi feito pelo governo do Brasil de forma a permitir que este fosse colocado na lista da Unesco como Patrimônio da Humanidade.
Tudo que a Unesco pode fazer é dar sugestões, recomendações e propor ideias para que o país mantenha o nome do bem tombado na lista de Patrimônios reconhecidos. Se o País não consegue fazer seu tombamento funcionar a Unesco o retira da lista.
Portanto a UNESCO NÃO TEM poder de legislar sobre a participação da Hplus em porra nenhuma. O que ela pode fazer é dizer: Se continuar a ocupação residencial das margens do Lago Paranoá por falsos hotéis isto pode gerar a perda do reconhecimento de Brasília como Patrimônio da Humanidade.
E sobre o TITANIC, vou lembrar de novo que este esta em águas internacionais.
Eu não foi discutir quem tem poder de TOMBAR ou não um bem ou uma cidade. Mas uma coisa é certa. Se o Brasil é signatário da UNESCO, então ele independente da SOBERANIA ou não. Tem que acatar o tombo MUNDIAL da UNESCO, e foi ela quem TOMBOU Brasília e não o IPHAN.
E cito um caso bem recente, o tombo da cidade do RIO DE JANEIRO pela UNESCO. Quem está TOMBANDO a cidade do RIO é a UNESCO e não o IPHAN.:tup::whip:
E mais, em todos os documentos que li na administração de Brasília, bem como do IPHAN e governos Federal e Distrital, nenhum AFIRMA quem a cidade de Brasília FORA tombada pelo IPHAN.
Agora existe documentação farta que demonstra que a cidade fora TOMBADA pela UNESCO. O IPHAN é apenas o orgão local para ver se os governos estão cumprindo com o tombamento MUNDIAL.
Agora, apartir do momento que a UNESCO inaugurar o departamento deles em Brasília para bens tombados, esse orgão da UNESCO irá assumir as funções do IPHAN:cheers:
MAMUTE
Jun 9, 2012, 11:09 PM
Baixinhos querem ser grandes
Para isso, um estudo foi apresentando ao Governo do Distrito Federal em que a mudança não afetaria o tombamento da capital federal. Processo deve ser votado em breve na Câmara Legislativa
Os hotéis pedem, desde março de 2011, o aumento na altura (gabarito) e os empresários afirmam que até já concluíram um estudo técnico que aprova a viabilidade da mudança. De acordo com os empresários, a medida não agride ao tombamento e ampliará o número de leitos, além de gerar empregos.
http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/3bf9fa049c2fd7ee8e95756dc5d14b307037edb3/400/375/PNUImagem.jpg
Cerca de 20 projeções localizadas nas quadras 2 e 3 do setor hoteleiro (Norte e Sul) querem passar de três para 10 pavimentos
Neste sábado (9), a partir das 9h, terá mais uma audiência pública para discussão do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico da Capital (PPCUB), promovida pela Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab), para debater também este assunto.
Empresários do Setor Hoteleiro com as tarifas mais econômicas estarão presentes na audiência para solicitar à Secretaria, mais uma vez, que seja autorizada a elevação do gabarito de 20 projeções localizadas nas quadras 2 e 3 (Setor Hoteleiro Norte e Setor Hoteleiro Sul) de três para 10 pavimentos.
A interação entre os hoteleiros e a Sedhab foi constante ao longo dos últimos meses, chegando inclusive ao pedido pela Secretaria de confecção do estudo prévio de viabilidade técnica (EPVT), elaborado pelos hoteleiros e já entregue. O documento apontou pela viabilidade da alteração solicitada pelos hotéis.
Carla Ortega, proprietária do hotel El Pilar, afirma que o grupo espera uma resposta da secretaria em breve. “Não entendemos essa postura da Sedhab, pois nosso pleito já ficou comprovado que é viável tecnicamente. Basta que a minuta de Projeto de Lei Complementar em discussão contemple nossos 30 metros de altura, equivalente aos 10 pavimentos”.
Ela revela que, durante uma audiência pública realizada na Câmara Legislativa em setembro de 2011, para debater o tema da elevação do gabarito, os participantes foram unânimes ao dizer que não viam nenhum problema com o pleito da mudança de gabarito.
De acordo com o grupo de empresários (são 20 projeções, ao total), a elevação desses hotéis trará inúmeros benefícios, entre eles: 3 mil novos leitos, 840 empregos diretos, mil empregos indiretos, mil empregos durante as obras, novos restaurantes, salões de eventos, garagens subterrâneas e modernização arquitetônica.
Além de todas essas vantagens, o pleito dos hoteleiros, aparentemente, não agride ao tombamento da cidade nem altera a relação das escalas arquitetônicas.
Carla Ortega ressalta que o grupo deseja que o processo seja legal e não afete o patrimônio de Brasília. “Os hotéis pequenos estão defasados, não têm garagem, auditório, salão de eventos. Por serem antigos, teriam que ser derrubados, mas não podemos reconstruí-los da mesma maneira.
Estamos em desvantagem. Não podemos oferecer um serviço de melhor qualidade, sem passar por essa reforma. Queríamos atender melhor os turistas da Copa do Mundo de 2014, mas não será mais possível. Nosso objetivo agora é expandir, crescer e melhorar nosso serviço”, reforça. Além disso, ela garante que as projeções não perderiam o conceito de “hotel”, e continuariam com uma matrícula apenas, diferente de outros hotéis como Manhattan Plaza e Garvey Park Hotel Brasília, conhecidos por terem flats e venderem unidades.
Projeto de lei
A Sedhab é a principal responsável pelo processo do Projeto de Lei Complementar, que conta com a participação do complexo administrativo do governo, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a sociedade civil. “Inicialmente, fizemos o diagnóstico, em que definimos o que precisa ser avaliado, como este pedido dos empresários do setor hoteleiro e também a criação de uma área específica na 901 Norte. Depois fizemos o prognóstico, e agora, queremos concluir o projeto de lei para sintetizar toda a situação e as propostas. Mais de 2.500 pessoas participaram, com cerca de 180 entidades. O processo é demorado. Por nós, já teríamos encerrado esse imbróglio”, garante Rafael Oliveira.
O pedido do GDF, de construir na 901 Norte, local voltado para construções de até nove metros de altura, ou seja com três pavimentos, e seu uso basicamente institucional para a construção de escolas, foi vetado pelo Iphan, no ano passado. Porém, a intenção do governo é levar adiante essa meta. A iniciativa é polêmica.
“Nossa ideia é expandir para melhorar e é claro que temos responsabilidade com a nossa cidade”, afirma o secretário.
Governo estuda o projeto
O GDF, por meio da Sedhab, afirma que do ponto de vista urbanístico, não há demora na análise do pleito. O secretário de Habitação, Rafael Oliveira revela que há uma perspectiva do governo de resolver todos os problemas sobre o plano de preservação. “Precisamos esperar pelo fim desse processo, para propormos o projeto de lei complementar de preservação e então, votá-lo na Câmara Legislativa”, explica. A Secretaria revela que até o final deste semestre legislativo, espera que o governo remeta o Projeto de Lei. “A audiência do sábado (9) é para a população ter oportunidade de propor alterações e novas soluções.
Quando finalizado, a votação se dará por meio dos deputados. Ainda não temos uma posição sobre o estudo, mas está bem-feito, leva em consideração aspectos necessários, creio que servirá de balizador para a decisão final”, acredita Oliveira. O secretário ressalta que a cidade pode mudar, e por isso, há defasagem nas alturas dos hotéis, mas confirma que todos estão dentro da lei.
http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2012-06-02/politica/6725/BAIXINHOS-QUEREM-SER-GRANDES.pnhtml
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Jun 10, 2012, 9:44 PM
Baixinhos querem ser grandes
Para isso, um estudo foi apresentando ao Governo do Distrito Federal em que a mudança não afetaria o tombamento da capital federal. Processo deve ser votado em breve na Câmara Legislativa
Os hotéis pedem, desde março de 2011, o aumento na altura (gabarito) e os empresários afirmam que até já concluíram um estudo técnico que aprova a viabilidade da mudança. De acordo com os empresários, a medida não agride ao tombamento e ampliará o número de leitos, além de gerar empregos.
http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/3bf9fa049c2fd7ee8e95756dc5d14b307037edb3/400/375/PNUImagem.jpg
Cerca de 20 projeções localizadas nas quadras 2 e 3 do setor hoteleiro (Norte e Sul) querem passar de três para 10 pavimentos
Neste sábado (9), a partir das 9h, terá mais uma audiência pública para discussão do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico da Capital (PPCUB), promovida pela Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab), para debater também este assunto.
Empresários do Setor Hoteleiro com as tarifas mais econômicas estarão presentes na audiência para solicitar à Secretaria, mais uma vez, que seja autorizada a elevação do gabarito de 20 projeções localizadas nas quadras 2 e 3 (Setor Hoteleiro Norte e Setor Hoteleiro Sul) de três para 10 pavimentos.
A interação entre os hoteleiros e a Sedhab foi constante ao longo dos últimos meses, chegando inclusive ao pedido pela Secretaria de confecção do estudo prévio de viabilidade técnica (EPVT), elaborado pelos hoteleiros e já entregue. O documento apontou pela viabilidade da alteração solicitada pelos hotéis.
Carla Ortega, proprietária do hotel El Pilar, afirma que o grupo espera uma resposta da secretaria em breve. “Não entendemos essa postura da Sedhab, pois nosso pleito já ficou comprovado que é viável tecnicamente. Basta que a minuta de Projeto de Lei Complementar em discussão contemple nossos 30 metros de altura, equivalente aos 10 pavimentos”.
Ela revela que, durante uma audiência pública realizada na Câmara Legislativa em setembro de 2011, para debater o tema da elevação do gabarito, os participantes foram unânimes ao dizer que não viam nenhum problema com o pleito da mudança de gabarito.
De acordo com o grupo de empresários (são 20 projeções, ao total), a elevação desses hotéis trará inúmeros benefícios, entre eles: 3 mil novos leitos, 840 empregos diretos, mil empregos indiretos, mil empregos durante as obras, novos restaurantes, salões de eventos, garagens subterrâneas e modernização arquitetônica.
Além de todas essas vantagens, o pleito dos hoteleiros, aparentemente, não agride ao tombamento da cidade nem altera a relação das escalas arquitetônicas.
Carla Ortega ressalta que o grupo deseja que o processo seja legal e não afete o patrimônio de Brasília. “Os hotéis pequenos estão defasados, não têm garagem, auditório, salão de eventos. Por serem antigos, teriam que ser derrubados, mas não podemos reconstruí-los da mesma maneira.
Estamos em desvantagem. Não podemos oferecer um serviço de melhor qualidade, sem passar por essa reforma. Queríamos atender melhor os turistas da Copa do Mundo de 2014, mas não será mais possível. Nosso objetivo agora é expandir, crescer e melhorar nosso serviço”, reforça. Além disso, ela garante que as projeções não perderiam o conceito de “hotel”, e continuariam com uma matrícula apenas, diferente de outros hotéis como Manhattan Plaza e Garvey Park Hotel Brasília, conhecidos por terem flats e venderem unidades.
Projeto de lei
A Sedhab é a principal responsável pelo processo do Projeto de Lei Complementar, que conta com a participação do complexo administrativo do governo, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a sociedade civil. “Inicialmente, fizemos o diagnóstico, em que definimos o que precisa ser avaliado, como este pedido dos empresários do setor hoteleiro e também a criação de uma área específica na 901 Norte. Depois fizemos o prognóstico, e agora, queremos concluir o projeto de lei para sintetizar toda a situação e as propostas. Mais de 2.500 pessoas participaram, com cerca de 180 entidades. O processo é demorado. Por nós, já teríamos encerrado esse imbróglio”, garante Rafael Oliveira.
O pedido do GDF, de construir na 901 Norte, local voltado para construções de até nove metros de altura, ou seja com três pavimentos, e seu uso basicamente institucional para a construção de escolas, foi vetado pelo Iphan, no ano passado. Porém, a intenção do governo é levar adiante essa meta. A iniciativa é polêmica.
“Nossa ideia é expandir para melhorar e é claro que temos responsabilidade com a nossa cidade”, afirma o secretário.
Governo estuda o projeto
O GDF, por meio da Sedhab, afirma que do ponto de vista urbanístico, não há demora na análise do pleito. O secretário de Habitação, Rafael Oliveira revela que há uma perspectiva do governo de resolver todos os problemas sobre o plano de preservação. “Precisamos esperar pelo fim desse processo, para propormos o projeto de lei complementar de preservação e então, votá-lo na Câmara Legislativa”, explica. A Secretaria revela que até o final deste semestre legislativo, espera que o governo remeta o Projeto de Lei. “A audiência do sábado (9) é para a população ter oportunidade de propor alterações e novas soluções.
Quando finalizado, a votação se dará por meio dos deputados. Ainda não temos uma posição sobre o estudo, mas está bem-feito, leva em consideração aspectos necessários, creio que servirá de balizador para a decisão final”, acredita Oliveira. O secretário ressalta que a cidade pode mudar, e por isso, há defasagem nas alturas dos hotéis, mas confirma que todos estão dentro da lei.
http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2012-06-02/politica/6725/BAIXINHOS-QUEREM-SER-GRANDES.pnhtml
A ideia é boa, se de fato mantiverem uma única "matrícula". Agora, algo que falta nos setores hoteleiros norte e sul é comércio de rua. O turista que deseja comprar qualquer coisa tem de se deslocar aos shoppings próximos e sujeitar-se ao horário de funcionamento deles. Não há um café 24h, uma banca, etc.
pesquisadorbrazil
Jun 11, 2012, 1:41 AM
O interessante que participei da audiência pública. Olha que interessante, se a UNESCO não pode tombar a cidade de Brasília devido o TÍTULO concedido. Porque será, que depois de aprovado o PPCUB, um novo orgão de planejamento e preservação, aonde o papel hoje atribuído ao IPHAN passará a ser da ICOMOS/UNESCO? Hummmmmmm, algo que muitas pessoas terão que dar respostas, pois como o BRASIL é membro da UNESCO, e por tabela é signatário a ACORDO BILATERAIS. Então, esse pequeno orgao de nível MUNDIAL, vai mandar e desmandar nesse novo orgão, pois, quaisquer alteração dentro da área tombada terá de ter o aval agora da UNESCO e não mais do IPHAN.
Igual o caso se hoje esse orgão existisse. O IPHAN e MP via Prourb é CONTRA o VLT dentro da área tombada. Mas a UNESCO é a FAVOR. Adivinha quem terá o poder de dar o aval? IPHAN vs UNESCO ou MP ou UNESCO. Lógico, a UNESCO.
Outro ponto, a quadra 901 norte está vindo com força, inclusive o presidente do IPHAN local deu aval positivo ao novo projeto, aonde os prédios teriam apenas 10 andares. E menos projeções.
Sem falar é claro, o GDF vai alterar TODAS AS NGBs das áreas centrais, inclusive com respaldo de ninguem menos de LUCIO COSTA, aonde no Brasília revisitada, falava que a SETORIZAÇÃO EXCESSIVA, fora prejudicial a cidade.
Então, vai abrir um leque maior de locais aonde se possa construir prédios hoteleiros em setores com projeções vazias, como setor de Autarquias, Comercial e claro, Setor de Grandes Áreas Isoladas, bem como na avenida W3 Norte e Sul.
O mesmo ocorrendo com certos pontos do Setor de Clubes Esportivos Norte e Sul. Uma coisa que eu admirei, que representantes do GDF querem o fim do Setor de Mansões Isoladas Norte.
Dizem que FEREM o TOMBAMENTO, uai, como um setor que LUCIO COSTA criou desde a fundação, FERE o tombamento, vai entender.
Fullgencio
Jun 11, 2012, 2:07 PM
Sem falar é claro, o GDF vai alterar TODAS AS NGBs das áreas centrais, inclusive com respaldo de ninguem menos de LUCIO COSTA, aonde no Brasília revisitada, falava que a SETORIZAÇÃO EXCESSIVA, fora prejudicial a cidade.
Então, vai abrir um leque maior de locais aonde se possa construir prédios hoteleiros em setores com projeções vazias, como setor de Autarquias, Comercial e claro, Setor de Grandes Áreas Isoladas, bem como na avenida W3 Norte e Sul.
Isso será excelente e talvez crie a possibilidade de resolver a situação da W3, que apesar de estar em uma área valorizada, é muito feia, especialmente a W3 Norte.
Se mudarem a destinação da W3 Norte, talvez outro tipo de comércio possa se instalar na área, e deixar aquela região mais bonita. Mas não tenho muita esperança não, pois é espaço demais para comércio, então acaba desvalorizando mesmo.
Talvez a solução para as comerciais 7XX da W3 Norte seria permitir criar residenciais lá. Aí sim talvez ficaria bom.
Agora acho interessante que o GDF, há alguns anos atrás, expulsou todas as lojas de carro da W3 Norte. E não é que agora aparece uma nova loja de carro na W3 Norte? A V12 Motors, na 508 Norte!
O mesmo ocorrendo com certos pontos do Setor de Clubes Esportivos Norte e Sul. Uma coisa que eu admirei, que representantes do GDF querem o fim do Setor de Mansões Isoladas Norte.
Dizem que FEREM o TOMBAMENTO, uai, como um setor que LUCIO COSTA criou desde a fundação, FERE o tombamento, vai entender.
Quero ver quem vai ter peito de acabar com o Setor de Mansões Isoladas Norte. Primeiro: vão colocar o que no lugar? Segundo: os terrenos estão ocupados com mansões. E mansões de gente muito influente.
pesquisadorbrazil
Jun 11, 2012, 4:40 PM
Isso será excelente e talvez crie a possibilidade de resolver a situação da W3, que apesar de estar em uma área valorizada, é muito feia, especialmente a W3 Norte.
Se mudarem a destinação da W3 Norte, talvez outro tipo de comércio possa se instalar na área, e deixar aquela região mais bonita. Mas não tenho muita esperança não, pois é espaço demais para comércio, então acaba desvalorizando mesmo.
Talvez a solução para as comerciais 7XX da W3 Norte seria permitir criar residenciais lá. Aí sim talvez ficaria bom.
Agora acho interessante que o GDF, há alguns anos atrás, expulsou todas as lojas de carro da W3 Norte. E não é que agora aparece uma nova loja de carro na W3 Norte? A V12 Motors, na 508 Norte!
Quero ver quem vai ter peito de acabar com o Setor de Mansões Isoladas Norte. Primeiro: vão colocar o que no lugar? Segundo: os terrenos estão ocupados com mansões. E mansões de gente muito influente.
Até aonde eu vi na audiência, o setor vai deixar de ser residencial. Apesar que os moradores querem manter o local residencial e inclusive cobrar as benfeitorias, pois, tudo que tem no setor foram os próprios moradores que fizeram. Asfalto, Iluminação, Sistema de Agua e Esgoto.
E pior, se for aprovado esse ano, até 24 meses depois de promulgada a lei, os ocupantes terão de se retirar, digo, vender os lotes.:hell:
hugokeys
Jun 11, 2012, 8:48 PM
Refirome a data de inauguração, man.
Foi mal ae....entendi errado.
hugokeys
Jun 11, 2012, 8:55 PM
O interessante que participei da audiência pública. Olha que interessante, se a UNESCO não pode tombar a cidade de Brasília devido o TÍTULO concedido. Porque será, que depois de aprovado o PPCUB, um novo orgão de planejamento e preservação, aonde o papel hoje atribuído ao IPHAN passará a ser da ICOMOS/UNESCO? Hummmmmmm, algo que muitas pessoas terão que dar respostas, pois como o BRASIL é membro da UNESCO, e por tabela é signatário a ACORDO BILATERAIS. Então, esse pequeno orgao de nível MUNDIAL, vai mandar e desmandar nesse novo orgão, pois, quaisquer alteração dentro da área tombada terá de ter o aval agora da UNESCO e não mais do IPHAN.
Igual o caso se hoje esse orgão existisse. O IPHAN e MP via Prourb é CONTRA o VLT dentro da área tombada. Mas a UNESCO é a FAVOR. Adivinha quem terá o poder de dar o aval? IPHAN vs UNESCO ou MP ou UNESCO. Lógico, a UNESCO.
A Unesco concede o Título, o governo tomba via Lei aprovada no congresso. O Brasil é um país soberano, não precisa acatar tudo que a Onu decide.
pesquisadorbrazil
Jun 12, 2012, 2:04 PM
A Unesco concede o Título, o governo tomba via Lei aprovada no congresso. O Brasil é um país soberano, não precisa acatar tudo que a Onu decide.
Novamente errado. Independente de soberania, o tombo ou como muitos queiram TÍTULO não é do IPHAN e sim da UNESCO. E agora mais essa, vai ter um representante da UNESCO no futuro orgão.
Agora esse papo de tombo via Congresso Nacional acabou quando fora criada a Camara Legislativa. Então o tombo brasiliense é MUNDIAL e não mais NACIONAL, eu nem vou dar o trabalho de colocar aqui a LEI MUNDIAL ao qual o governo brasileiro ASSINOU.
:tup::whip:
Jota Ferro
Jun 12, 2012, 6:34 PM
A Unesco concede o Título, o governo tomba via Lei aprovada no congresso. O Brasil é um país soberano, não precisa acatar tudo que a Onu decide.
Desista cara, já tentei explicar varias vezes, mas não adianta :koko:. O negocio é esperar que a UNESCO aplique "multas" sobre quem não cumprir o seu "tombamento". :haha: :haha:
hugokeys
Jun 12, 2012, 6:38 PM
Desista cara, já tentei explicar varias vezes, mas não adianta :koko:. O negocio é esperar que a UNESCO aplique "multas" sobre quem não cumprir o seu "tombamento". :haha: :haha:
Concordo caro colega Jota Ferro. O assunto morre aqui, cada um acredita no que quiser.... e vamos seguindo nossas vidas com novas discussões.
pesquisadorbrazil
Jun 14, 2012, 4:27 PM
Concordo caro colega Jota Ferro. O assunto morre aqui, cada um acredita no que quiser.... e vamos seguindo nossas vidas com novas discussões.
Eu também acho interessante essa discussão, cada um tem seu ponto de vista (LEGAL), pois eu nem preciso aqui colocar os PODERES de intervir. agora é fato, a pessoa juridica da UNESCO vai ser representada nesse novo orgão de tratará a respeito da área tombada, e isso não tem nada haver de perda de soberania.
Se fosse assim, porque não o BRASIL deixe de ser signatário da UNESCO. Pronto resolvido o problema.:tup:
pesquisadorbrazil
Jun 14, 2012, 4:28 PM
Brasília revisitada
Ítalo Campofiorito
"Enfim, a minha Brasília é o PP - texto e riscos;
é a arquitetura do Oscar; é "Brasília 57 - 85, do
plano piloto ao Plano Piloto", de Maria Elisa, e
"Brasília Revisitada", com ela; é a Brasília que
a legislação em boa hora proposta por Ítalo
Campofiorito, em parte, preservará".
Lúcio Costa,
Carta ao governador José Aparecido
A freqüente referência à legislação que amparou a inscrição pela Unesco no Patrimônio Cultural da Humanidade pede uma pequena explicação prévia. Trata-se de Decreto 10.829/87 promulgado pelo governador José Aparecido face à exigência da Unesco de que a autoridade local previsse defesas legais para o bem cultural em questão. Dois caminhos apontavam suas respectivas soluções. Um amplo estudo fora elaborado por um grupo de trabalho (MinC, UnB e GDF) e nele se descreviam, numa abordagem morfológica abrangente e exaustiva, as características urbanas a preservar (inclusive as fazendas locais antigas, os acampamentos, cidades satélites e demais resíduos da implantação). Outra solução fora pensada por mim e proposta a Lúcio Costa, que a aceitou: criava-se o instituto jurídico do tombamento de Brasília e tombava-se a cidade de forma inovadora - fixando-se a sua "escala" no essencial, liberando-se as edificações em geral, com exceção dos monumentos excepcionais, para qualquer modificação que não rompesse com a escala em que se inseria. A primeira solução pareceu a Lúcio Costa e ao governador adequada apenas "para uso interno" (Lúcio Costa), ou seja, para medidas de proteção tão vastas e minuciosas que teriam forçosamente existência transitória, não interessando à Unesco, preocupada apenas com a proposição urbana e arquitetônica original. A segunda solução revelou-se impraticável do ponto de vista prático-legal. O poder executivo do DF não poderia instituir o tombamento sem decisão legislativa - do Congresso Nacional, absolutamente ocupado com sua atuação constituinte. Restou um terceiro caminho: regulamentar a Lei Santiago Dantas (3.751/60) que protegia o "Plano Piloto" em seu desenho, sem defini-lo em termos físico-territoriais. Essa oportunidade era mais instigante e desafiadora e, ao mesmo tempo, mais concreta e eficaz do que um tombamento surpreendente demais. Em 7 capítulos e 16 artigos condensou-se o essencial da única cidade modernista existente por inteiro. Com o apoio da Unesco a população de Brasília, se estiver de acordo, poderá preservar a sua cidade.
O título, surgido entre Carlos Eduardo Comas e mim - não sei bem por que, talvez por pura precaução, diante de um tema tão batido - acabou por parecer adequado, capaz de suscitar novas referências. Trata-se do Centenário de Le Corbusier e dos 50 anos da viagem ao Brasil para o projeto do Ministério de Educação e Saúde Pública; são 25 anos (um quarto de século) desde a visita de 1962, que acompanhei dia a dia; era uma primeira visita à Brasília, mas uma revisita aos princípios corbusianos, à doutrina para a cidade contemporânea. Curiosamente, em 1976, eu escrevera para a Arts and Artists, de Londres, matéria chamada "Brazilian Architeture, Up to the Present", onde um dos capítulos já se intitulava: "Os anos 60 - Brasília revisitada". Meus comentários de hoje são uma nova visita a tudo aquilo; volto justamente de lá, onde apresentei uma idéia minha para uma legislação de preservação, um texto simples e eficaz, já transformado no decreto governamental que vai respaldar a inscrição de Brasília na Unesco, como Monumento da Humanidade. Uma coincidência: em anexo ao decreto segue um texto de Lúcio Costa, escrito em fevereiro deste ano [1990], também chamado "Brasília Revisitada". E ainda há, finalmente, um argumento curioso. Há tempos que eu noto a importância do visitante, personagem que se confunde com o viajante, na apresentação de projetos de nossos modernistas - tanto os de Le Corbusier como os de Oscar Niemeyer ou de Lúcio Costa. Os principais projetos de Oscar são sempre mostrados a seus leitores como revelações, descobertas de formas inusitadas a envolver o olhar de um visitante; Dr. Lúcio ao defender seu projeto, dez anos depois, diz que "todo brasileiro, mesmo aqueles que habitam as metrópoles do Rio e São Paulo, ao chegar em Brasília já tem verdadeiramente a sensação de estar em sua capital". Em 1921 a "cidade contemporânea para 3 milhões de habitantes" era mostrada por Le Corbusier em Urbanisme a um viajante que chega de avião "vindo de Constantinopla ou talvez de Pequim" e vê de repente a lúcida cidade dos homens como um espetáculo organizado pela arquitetura, plasticamente, como jogo de formas sob a luz. No mesmo entrecho, outro viajante, desta vez entrando de automóvel pelo jardim inglês, a cem quilômetros por hora, descortina os arranha-céus como prisma de vidro iluminados pelo crepúsculo. São discursos arquitetônicos em que, antes de qualquer uso cotidiano, as formas falam, persuadem, convencem, plástica, e simbolicamente.
A nossa visita será guiada por três citações - ia dizendo senhas - e seguirá, como as normas legais que elaborei, o percurso das quatro escalas com que Brasília foi concebida, de forma deliberadamente isenta de objetividade excessiva ou de exaustiva abrangência. As citações são as seguintes:
1ª - "Brasília corresponde a uma sensibilidade e a uma realidade brasileiras, conquanto de filiação intelectual francesa" - Lúcio Costa - 1968.
2ª - "A ordenação geométrica e a largueza dos espaços permitiram integrar os velhos princípios corbusianos da cidade radiosa e a lembrança amorosa das belas perspectivas de Paris" - Lúcio Costa - 1968.
3ª - "Brasília surgiu num momento em que a utopia era mais verdadeira que a realidade". Do plano piloto ao Plano Piloto - texto de Maria Elisa Costa, coordenação de Lúcio Costa - 1985.
Na legislação dirigida à Unesco, a que já me referi, foi preciso achar as referências mínimas para garantir o essencial da concepção urbanística de Brasília, para preservar o que, em decorrência do plano piloto de 1957, foi construído no Distrito Federal. Como atender à Unesco e salvaguardar a cidade modernista, como tombá-la, sem imobilizar fisicamente, mas, pelo contrário, permitindo - com a exceção do resguardo de alguns prédios excepcionais, que as edificações se modifiquem e vivam sua vida e contingência urbanas através do incessante passar do tempo, do tempo com que se nutre a natureza cumulativa cultural das cidades?
A pista definitiva estava em repetidas declarações de Lúcio Costa, desde 1968: a cidade tinha sido pensada em função de três escalas - uma cívica e coletiva, outra cotidiana e uma terceira, concentrada ou gregária. Em 1974 no Senado da República lembro-me do retoque bem humorado; como os Três Mosqueteiros, as escalas de Brasília eram quatro: a monumental, a residencial, a gregária e a bucólica. Essa quarta maneira de ser capital, fora evidentemente aventada pelo aparecimento dos clubes esportivos e pelo desrespeito crescente à vegetação nativa do cerrado, sem o qual se esvairia o "contraste brusco" entre o artificial e o primevo, destinado a simbolizar a conquista civilizatória do planalto central brasileiro.
Vê-se que, já no ponto de partida - a concepção ou intuição do conjunto - Brasília mostra duas diferenças fundamentais com relação à "Ville Radieuse". Neste contexto, aliás, pretendo referir-me indiferentemente à "Ville Contemporaine pour 3 millions d`habitants" (síntese esquemática apresentada no Salão de Outono, 1922), à hipótese de trabalho do "Plan Voisin" (Esprit nouveau, 1925) e à tese de urbanismo intitulada "Ville Radieuse ou Elementos de uma doutrina do urbanismo para o equipamento da Civilization machiniste". Sigo, assim, as próprias referências de Corbusier (ASCORAL, 1943/46). Excluirei por outro lado os Algers de 1930 e 42, - as Nemours e Hellocourt de 1934, e até mesmo Chandigarh, pensada para uma zona sous dévelopée (conseqüência da penúria), já que nenhuma delas é proposta como alternativa contemporânea para a Grande Cidade - ("La Bête"), a ville tentaculaire. Ficarei resumido aos "princípios corbusianos da cidade radiosa" e "à sensibilidade e realidade brasileiras" assinadas pelas senhas que escolhi. Na tese de Le Corbusier, havia que dispor as três classes de população - os urbanos, os sub-urbanos e os mistos - conforme as quatro funções ou necessidades que seriam consagradas pela Carta de Atenas: a habitação, o trabalho, a cultura (do corpo e do espírito) e a circulação. A composição final é um sistema plástico em funcionamento ordenado para a vida, - criações do espírito, ou seja, da razão: "Une machine à émouvoir". É bom lembrar que o recurso constante à idéia de máquina não implica jamais em funcionalismo, no sentido de pensar a forma como derivada do funcionamento: essa palavra, rara em Corbusier, é aliás, usada claramente em Urbanisme: "Le fonctionalisme le plus rigoreux sállie aux splendeurs de l`architecture par le jeu de la composition et des volumes" e na aliança, portanto ou dicotomia, ou causa e efeito; às sintaxes simultâneas e precisas da forma pura e do funcionamento, junta-se uma semântica protótipa e universal; os negócios, a "Cité d`affaires", estão no coração e na cabeça da cidade, ficando o governo e a cultura arredados para o lado, próximos do jardim inglês, onde a descontração ("l`animalité" [sic]) e o romantismo são excepcionalmente permitidos; o resto é espírito de geometria: "à liberdade, pela ordem". A paisagem urbana de Brasília, denota uma organização formal, volumétrica, de dimensão existencial muito diversa: as verdes áreas residenciais ladeiam com sua altura amena e uniforme, um centro onde, como na "Ville Contemporaine", se cruzam os transportes coletivos e agrupam-se o trabalho liberal, o comércio e as finanças; a esses, no entanto juntando-se em Brasília as diversões públicas, enquanto a administração federal guarda a cabeceira do conjunto.
Mas vamos agora à nossa visita, revendo escala por escala, o que foi considerado pelo seu inventor "uma contribuição válida nativa que o tempo consolidará".
A escala monumental
Concebida para conferir à cidade a marca de efetiva capital do país, fica a escala monumental configurada no eixo monumental, no corpo leste-oeste da cidade, entre a Praça dos Três Poderes, a plataforma rodoviária, a torre de TV e a praça municipal, estendendo-se até a estação ferroviária. Dois quilômetros entre os palácios e a rodoviária, e mais um até a torre. Como em Paris, são dois quilômetros entre o arco Carroussel diante do Louvre e Rond-Point dos Champs Elysées? Como têm um quilômetro os Jardins das Tulherias? Como, para a esquerda do Rond-Point entre o Grand e o Petit Palais, até os Invalides, há um quilômetro de espetáculo inesquecível? Qual o "visitante" que resistiu à caminhada de dois quilômetros desde o Rond Point até à Etoile? Certamente andam por aí as amorosas, cultas lembranças de Paris. E não se pode esquecer que a previsão por Le Nôtre dos futuros Campos Elíseos justificaram, junto à implantação dos Invalides, os mais entusiásticos croquis de Le Corbusier, desenhados, não para aculturar a sua doutrina, mas para invocar exemplos a seu ver definitivos, de antecessores que, como ele, teriam feito tabula rasa (nappe blanche) da cidade existente, para impor modificações totais. Só que não se passeia a pé em Brasília. Pelo menos, não se passeia ainda. Tal como foi protegida para inscrição na Unesco, pode entretanto completar-se com o tempo e à sua própria maneira. Só os palácios de Niemeyer permanecerão no horizonte da Praça, como paisagem de mármore sob o movimento majestoso do céu. É fato que a Praça é "aberta, à maneira da Concórdia", "a única praça contemporânea, digna das praças tradicionais" (Lúcio Costa, 1968). Mas também é verdade que a Concórdia (pelo menos, desde que tiraram de lá a guilhotina) opõe-se justamente à tradição das praças antigas, S. Marcos de Veneza, por exemplo - porque é aberta, como a dos Três Poderes; são espaços de fruir beleza, mas que não são mais o lugar do espetáculo popular: para o povo são, ao contrário, o espetáculo do lugar. Entre os ministérios, no entanto, poderão surgir construções contínuas, com atendimento a funcionários e transeuntes que façam a esplanada mais cheia de vida urbana. Os centros culturais, hoje desertos - a UnB exerceu primeiro essas funções - poderão ser um percurso atraente e movimentado. Virão árvores mais frondosas, e os bosques de araucária, a cercá-los, serão como que a muralha verde do que, um dia, quem sabe? será chamado o centro histórico de Brasília.
A escala residencial
Concebida, como diz o decreto, para proporcionar uma nova maneira de viver, própria de Brasília, a escala residencial constitui de fato a parte mais bem sucedida na invenção da cidade. Estão agora salvaguardadas pela lei as super-quadras e as suas faixas verdes com acesso único e os 25% da ocupação máxima do solo por pilotis livres, ficando o restante, verde e de domínio público. A limitação de altura, estabelecida em seis andares poderá ser variadamente interpretada. Seis, como em Paris? Seis, porque ainda é uma boa altura para que os pais chamem os filhos a caminho da escola-classe? Seis, porque também eram seis (duplos, valendo doze) os pavimentos duplex dos rédents da "Ville Radieuse"? Mas continuarão sempre seis, o que é ótimo. Os blocos de apartamentos respondem à tese da Unidade de Habitação Conjunta, levada por Lúcio Costa à Unesco em 1952, em que um dos expectadores era Le Corbusier em pessoa: "dar morada ao homem é o desafio da tecnologia contemporânea", "o papel do arquiteto na sociedade e a unidade de habitação são temas complementares". A habitação conjunta é a herdeira da utopia socialista de Charles Fourrier (Teoria da unidade universal, 1822) e Victor Considerant (Description du phalanstère, 1848) e seus falanstérios, com ruas interiores, facilidades comuns, parques à toda volta - o conjunto inteiro sob a égide de uma Torre da Ordem - mesmos antepassados a que Corbusier chamava de grandes urbanistas, a trabalhar com idéias em vez de lápis. Desde então, a idealização urbana progressista partiu desse primeiro mandamento, a habitação coletiva do povo, "Le Palais de l`Habitation". As superquadras de Brasília, com seus andares, formam áreas de vizinhança a cada grupo de quatro, 10 mil habitantes com equipamentos comunitários e até cinemas e clubes, além de escola, igreja, correio, polícia, jornaleiro etc. A densidade média da vizinhança fica entre 300 e 320 habitantes por hectare como proporia o bom senso britânico de Thomas Sharp, por exemplo (Town, Planning, 1947). A mesma densidade de 300 habitantes por hectare nos prédios denteados de doze andares de Corbusier promoveria ocupação muito mais esparsa, espaços menos aconchegantes, menos vizinhança, menos cidade. Como que a compreender a lição inglesa, as superquadras são concebidas à maneira das neighbourhood units, em volta das escolas e jardins de infância. Ao lado de Anísio Teixeira, ouve-se a voz anglo-saxônica de Sharp: "o serviço básico de nossa civilização é a educação das crianças". É na escala residencial, nas superquadras, que se percebe primeiro o quanto Brasília é bem temperada e sua cultura humanística ficou encarnada, como sabem todos os jovens de lá, em nossa sensibilidade e realidade brasileiras.
A escala gregária
É provavelmente a que mais sofreu com o cartesianismo da concepção geral. Compõe-se, nos quatro cantos do cruzamento central dos dois grandes eixos, de setores comerciais, bancários, de autarquias oficiais, de serviços de rádio e televisão e dos dois setores de diversões, onde pracinhas e travessas poderiam de fato congregar as pessoas, em busca de cinemas, teatros, bares e o que mais se inventasse. Para preservar esse potencial as novas normas de preservação obrigarão ao mínimo: os dois compactos agrupamentos de diversões guardam seus cinco pavimentos fixos, enquanto nos outros cantos as edificações poderão alcançar até 65m de altura, ficando mantido o papel simbólico do centro urbano. Ainda que irremediavelmente apartados pelo corte dos eixos, os prédios mais altos da cidade já de longe se adivinha serem o centro, destinados ao trabalho e às diversões coletivas, e as duas massas compactas dos setores de diversões com campo livre para propaganda luminosa, lembram mais de perto, que ali estão (ou deveriam estar) as atrações noturnas, o encontro cara a cara. Por enquanto, quem vai lá e já tomou a plataforma rodoviária (diria Lúcio Costa: "como se fosse à Bastilha") é o povão das cidades satélites, os soldados e as empregadas domésticas. O que talvez seja, afinal de contas, muito bom. Porque a escala gregária não conseguiu ser planejada - eu suspeito que a vida é assim mesmo - e terá que ser criada culturalmente através do tempo, pela invenção social.
A escala bucólica
De bucólico, na "Ville Contemporaine" havia o bosque inglês, um Bois de Boulogne devidamente retangulado, para cercar os caminhos curvos e nonchalants onde o relaxamento físico (e moral...) ocuparia as horas excedentes do trabalho. Mas é verdade que toda a Cidade Radiosa seria por assim dizer verde - esporte e lazer ao pé da casa, princípio que também perpassa a nossa visita.
Em Brasília, com o novo decreto de preservação, ficam assegurados o direito popular de acesso ao lago, a freqüência dos clubes esportivos pelas classes de renda média e alta e a cobertura vegetal nativa em torno da Praça dos Três Poderes, da Esplanada dos Ministérios e das duas alas residenciais. E, por toda parte aonde se interromperam os terrenos já comprometidos com a edificação, à toda a volta da cidade, ficará a terra considerada non aedificandi para guardar o cerrado nativo, o bosque plantado, e as áreas de recreação e lazer. Entre o Lago do Paranoá e o park way de indústria e abastecimento, nesse grande triângulo irregular ficará então a figura da cidade moderna, incrustada no fundo verde que marca a passagem, sem transição do ocupado para o não ocupado. A área metropolitana, que talvez um dia se esgarce a partir das expansões já previstas e das cidades satélites, será planejada - se este ainda for um hábito do futuro - de forma a respeitar um projeto moderno do século XX que pensou poder delimitar-se racionalmente no espaço e na história.
O sistema viário
Em Brasília "a estrutura viária da cidade funciona como arcabouço integrador das várias escalas". Responde de forma lógica e comedida (para o transporte automóvel) ao apelo firme de Gideon (Space, time and architecture, 1941): "Um dia o park way entrará na cidade para percorrê-la com a liberdade com que hoje atravessa os campos.
Correspondente, sobretudo, a uma das primeiras preocupações dos urbanistas progressistas desde o primeiro plano qüinqüenal soviético: planejar para a era dos transportes. O conjunto das vias se organiza hierarquicamente: desde os eixos, com tráfego ininterrupto e das pistas locais, até os trevos, à entrada de vizinhança, e o acesso das superquadras, numa seqüência em que decresce a velocidade na proporção em que se chega ao interior das superquadras ou às praças da plataforma rodoviária, onde se pode realmente, como no Plano Piloto, falar em domesticidade dos carros e remansos de tráfego. Com a preservação legal, fixaram-se apenas os acessos únicos a cada superquadra. Como em tantas outras partes da cidade, o resto do sistema evoluirá com a tecnologia dos transportes e com os usos e costumes que sobrevierem.
Chegamos à terceira citação: a idéia de que Brasília surgiu em um momento em que a utopia parecia mais verdadeira do que a realidade não é apenas um lírico sofisma. Nem é à toa que soe poético, já que foi inspirado em comentário de Manuel Bandeira, "o projeto (de Lúcio), lembrando um avião em reta para a impossível utopia, logo dá à iniciativa um ar plausível" (Jornal do Brasil, 1957). Por quê, afinal de contas, utópico e real, utópico e plausível, ao mesmo tempo? Porque, talvez as idéias de desenvolvimento econômico e de modernização ainda eram só expectativas, a empolgar o país; porque a utopia, diria eu, é como que a vontade de ficar mudando o mundo até o ideal, sendo, tanto a utopia quanto "o progresso", obsessões históricas da burguesia.
É, com efeito, Camões, contemporâneo de Tomas Morus, o cantor dos heróis e das peripécias da aventura mercantil, quem descobre que a mudança é inevitável: "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Muda-se o ser, muda-se a confiança: Todo o mundo é feito de mudança, tomando sempre novas qualidades" (soneto 45). Mudança maior do que esse "mudar a cada dia" parecia impossível. Mas, ao preconizar a queda da burguesia, na crítica mais contundente e amorosa que já se fez da própria classe, Karl Marx, num trecho do Manifesto Comunista, afiançava em 1848 que, "todas as relações tornam-se velhas antes que cheguem a ossificar; tudo que é sólido derrete no ar". Com provável desconhecimento desses antecedentes, mas com cadência ainda mais densa e precipitada, é o nosso Le Corbusier, como um novo Fausto, quem exclama em Urbanisme "le mouvement est notre loi; jamais rien ne s`arrête, car ce qui s`arrete dégringole et pourri". Pergunto-me como ele veria os efeitos dessa ânsia de modificação permanente, em suas próprias construções.
Qual seria o diálogo entre a ininterrupta construção modernista e a cultura, que segundo Hegel, é "um estado incessante de tornar-se" (becoming, no texto que eu li - aufgehoben no original, "como o erguer-se de um novo sol..."), como aplicar esse conceito de um constante cancelamento de si, combinado à preservação do essencial ... como aplicar o conceito àquelas perspectivas em que o espaço da "Ville Contemporaine" parece cristalizado numa geometria de onde o tempo foi escamoteado?
Não sei a resposta, mas antes de finalizar esta digressão, não resisto a retomar meus temas: - ponho-me a supor que o viajante-espectador pode ser, quem sabe? o álibi, o habeas-corpus inconsciente para que a cidade moderna perdure - já que pareceria sempre nova, a cada novo visitante. E, mais do que supor, desejo que nossa recente legislação possa manter em Brasília a memória de uma idéia, enquanto a história realimenta a realidade. A verdade é que não foi a civilização machiniste que construiu as suas próprias utopias; na Rússia sub-desenvolvida surgiu São Petersburgo e foi lá que se desencadeou a Revolução Soviética de Outubro; e foi aqui, no terceiro mundo do sul, que se construiu a primeira cidade modernista. A poesia de Os lusíadas não promovera o futuro de Portugal, nem os sonhos de Marx e Le Corbusier se realizaram no mundo avançado. Tudo se passou, afinal como se, onde a ciência, a tecnologia e o desenvolvimento econômico são puro sonho, nada parecesse mais possível, nada fosse mais natural do que a utopia.
pesquisadorbrazil
Jun 14, 2012, 4:30 PM
Brasília revisitada
Ítalo Campofiorito
"Enfim, a minha Brasília é o PP - texto e riscos;
é a arquitetura do Oscar; é "Brasília 57 - 85, do
plano piloto ao Plano Piloto", de Maria Elisa, e
"Brasília Revisitada", com ela; é a Brasília que
a legislação em boa hora proposta por Ítalo
Campofiorito, em parte, preservará".
Lúcio Costa,
Carta ao governador José Aparecido
A freqüente referência à legislação que amparou a inscrição pela Unesco no Patrimônio Cultural da Humanidade pede uma pequena explicação prévia. Trata-se de Decreto 10.829/87 promulgado pelo governador José Aparecido face à exigência da Unesco de que a autoridade local previsse defesas legais para o bem cultural em questão. Dois caminhos apontavam suas respectivas soluções. Um amplo estudo fora elaborado por um grupo de trabalho (MinC, UnB e GDF) e nele se descreviam, numa abordagem morfológica abrangente e exaustiva, as características urbanas a preservar (inclusive as fazendas locais antigas, os acampamentos, cidades satélites e demais resíduos da implantação). Outra solução fora pensada por mim e proposta a Lúcio Costa, que a aceitou: criava-se o instituto jurídico do tombamento de Brasília e tombava-se a cidade de forma inovadora - fixando-se a sua "escala" no essencial, liberando-se as edificações em geral, com exceção dos monumentos excepcionais, para qualquer modificação que não rompesse com a escala em que se inseria. A primeira solução pareceu a Lúcio Costa e ao governador adequada apenas "para uso interno" (Lúcio Costa), ou seja, para medidas de proteção tão vastas e minuciosas que teriam forçosamente existência transitória, não interessando à Unesco, preocupada apenas com a proposição urbana e arquitetônica original. A segunda solução revelou-se impraticável do ponto de vista prático-legal. O poder executivo do DF não poderia instituir o tombamento sem decisão legislativa - do Congresso Nacional, absolutamente ocupado com sua atuação constituinte. Restou um terceiro caminho: regulamentar a Lei Santiago Dantas (3.751/60) que protegia o "Plano Piloto" em seu desenho, sem defini-lo em termos físico-territoriais. Essa oportunidade era mais instigante e desafiadora e, ao mesmo tempo, mais concreta e eficaz do que um tombamento surpreendente demais. Em 7 capítulos e 16 artigos condensou-se o essencial da única cidade modernista existente por inteiro. Com o apoio da Unesco a população de Brasília, se estiver de acordo, poderá preservar a sua cidade.
O título, surgido entre Carlos Eduardo Comas e mim - não sei bem por que, talvez por pura precaução, diante de um tema tão batido - acabou por parecer adequado, capaz de suscitar novas referências. Trata-se do Centenário de Le Corbusier e dos 50 anos da viagem ao Brasil para o projeto do Ministério de Educação e Saúde Pública; são 25 anos (um quarto de século) desde a visita de 1962, que acompanhei dia a dia; era uma primeira visita à Brasília, mas uma revisita aos princípios corbusianos, à doutrina para a cidade contemporânea. Curiosamente, em 1976, eu escrevera para a Arts and Artists, de Londres, matéria chamada "Brazilian Architeture, Up to the Present", onde um dos capítulos já se intitulava: "Os anos 60 - Brasília revisitada". Meus comentários de hoje são uma nova visita a tudo aquilo; volto justamente de lá, onde apresentei uma idéia minha para uma legislação de preservação, um texto simples e eficaz, já transformado no decreto governamental que vai respaldar a inscrição de Brasília na Unesco, como Monumento da Humanidade. Uma coincidência: em anexo ao decreto segue um texto de Lúcio Costa, escrito em fevereiro deste ano [1990], também chamado "Brasília Revisitada". E ainda há, finalmente, um argumento curioso. Há tempos que eu noto a importância do visitante, personagem que se confunde com o viajante, na apresentação de projetos de nossos modernistas - tanto os de Le Corbusier como os de Oscar Niemeyer ou de Lúcio Costa. Os principais projetos de Oscar são sempre mostrados a seus leitores como revelações, descobertas de formas inusitadas a envolver o olhar de um visitante; Dr. Lúcio ao defender seu projeto, dez anos depois, diz que "todo brasileiro, mesmo aqueles que habitam as metrópoles do Rio e São Paulo, ao chegar em Brasília já tem verdadeiramente a sensação de estar em sua capital". Em 1921 a "cidade contemporânea para 3 milhões de habitantes" era mostrada por Le Corbusier em Urbanisme a um viajante que chega de avião "vindo de Constantinopla ou talvez de Pequim" e vê de repente a lúcida cidade dos homens como um espetáculo organizado pela arquitetura, plasticamente, como jogo de formas sob a luz. No mesmo entrecho, outro viajante, desta vez entrando de automóvel pelo jardim inglês, a cem quilômetros por hora, descortina os arranha-céus como prisma de vidro iluminados pelo crepúsculo. São discursos arquitetônicos em que, antes de qualquer uso cotidiano, as formas falam, persuadem, convencem, plástica, e simbolicamente.
A nossa visita será guiada por três citações - ia dizendo senhas - e seguirá, como as normas legais que elaborei, o percurso das quatro escalas com que Brasília foi concebida, de forma deliberadamente isenta de objetividade excessiva ou de exaustiva abrangência. As citações são as seguintes:
1ª - "Brasília corresponde a uma sensibilidade e a uma realidade brasileiras, conquanto de filiação intelectual francesa" - Lúcio Costa - 1968.
2ª - "A ordenação geométrica e a largueza dos espaços permitiram integrar os velhos princípios corbusianos da cidade radiosa e a lembrança amorosa das belas perspectivas de Paris" - Lúcio Costa - 1968.
3ª - "Brasília surgiu num momento em que a utopia era mais verdadeira que a realidade". Do plano piloto ao Plano Piloto - texto de Maria Elisa Costa, coordenação de Lúcio Costa - 1985.
Na legislação dirigida à Unesco, a que já me referi, foi preciso achar as referências mínimas para garantir o essencial da concepção urbanística de Brasília, para preservar o que, em decorrência do plano piloto de 1957, foi construído no Distrito Federal. Como atender à Unesco e salvaguardar a cidade modernista, como tombá-la, sem imobilizar fisicamente, mas, pelo contrário, permitindo - com a exceção do resguardo de alguns prédios excepcionais, que as edificações se modifiquem e vivam sua vida e contingência urbanas através do incessante passar do tempo, do tempo com que se nutre a natureza cumulativa cultural das cidades?
A pista definitiva estava em repetidas declarações de Lúcio Costa, desde 1968: a cidade tinha sido pensada em função de três escalas - uma cívica e coletiva, outra cotidiana e uma terceira, concentrada ou gregária. Em 1974 no Senado da República lembro-me do retoque bem humorado; como os Três Mosqueteiros, as escalas de Brasília eram quatro: a monumental, a residencial, a gregária e a bucólica. Essa quarta maneira de ser capital, fora evidentemente aventada pelo aparecimento dos clubes esportivos e pelo desrespeito crescente à vegetação nativa do cerrado, sem o qual se esvairia o "contraste brusco" entre o artificial e o primevo, destinado a simbolizar a conquista civilizatória do planalto central brasileiro.
Vê-se que, já no ponto de partida - a concepção ou intuição do conjunto - Brasília mostra duas diferenças fundamentais com relação à "Ville Radieuse". Neste contexto, aliás, pretendo referir-me indiferentemente à "Ville Contemporaine pour 3 millions d`habitants" (síntese esquemática apresentada no Salão de Outono, 1922), à hipótese de trabalho do "Plan Voisin" (Esprit nouveau, 1925) e à tese de urbanismo intitulada "Ville Radieuse ou Elementos de uma doutrina do urbanismo para o equipamento da Civilization machiniste". Sigo, assim, as próprias referências de Corbusier (ASCORAL, 1943/46). Excluirei por outro lado os Algers de 1930 e 42, - as Nemours e Hellocourt de 1934, e até mesmo Chandigarh, pensada para uma zona sous dévelopée (conseqüência da penúria), já que nenhuma delas é proposta como alternativa contemporânea para a Grande Cidade - ("La Bête"), a ville tentaculaire. Ficarei resumido aos "princípios corbusianos da cidade radiosa" e "à sensibilidade e realidade brasileiras" assinadas pelas senhas que escolhi. Na tese de Le Corbusier, havia que dispor as três classes de população - os urbanos, os sub-urbanos e os mistos - conforme as quatro funções ou necessidades que seriam consagradas pela Carta de Atenas: a habitação, o trabalho, a cultura (do corpo e do espírito) e a circulação. A composição final é um sistema plástico em funcionamento ordenado para a vida, - criações do espírito, ou seja, da razão: "Une machine à émouvoir". É bom lembrar que o recurso constante à idéia de máquina não implica jamais em funcionalismo, no sentido de pensar a forma como derivada do funcionamento: essa palavra, rara em Corbusier, é aliás, usada claramente em Urbanisme: "Le fonctionalisme le plus rigoreux sállie aux splendeurs de l`architecture par le jeu de la composition et des volumes" e na aliança, portanto ou dicotomia, ou causa e efeito; às sintaxes simultâneas e precisas da forma pura e do funcionamento, junta-se uma semântica protótipa e universal; os negócios, a "Cité d`affaires", estão no coração e na cabeça da cidade, ficando o governo e a cultura arredados para o lado, próximos do jardim inglês, onde a descontração ("l`animalité" [sic]) e o romantismo são excepcionalmente permitidos; o resto é espírito de geometria: "à liberdade, pela ordem". A paisagem urbana de Brasília, denota uma organização formal, volumétrica, de dimensão existencial muito diversa: as verdes áreas residenciais ladeiam com sua altura amena e uniforme, um centro onde, como na "Ville Contemporaine", se cruzam os transportes coletivos e agrupam-se o trabalho liberal, o comércio e as finanças; a esses, no entanto juntando-se em Brasília as diversões públicas, enquanto a administração federal guarda a cabeceira do conjunto.
Mas vamos agora à nossa visita, revendo escala por escala, o que foi considerado pelo seu inventor "uma contribuição válida nativa que o tempo consolidará".
A escala monumental
Concebida para conferir à cidade a marca de efetiva capital do país, fica a escala monumental configurada no eixo monumental, no corpo leste-oeste da cidade, entre a Praça dos Três Poderes, a plataforma rodoviária, a torre de TV e a praça municipal, estendendo-se até a estação ferroviária. Dois quilômetros entre os palácios e a rodoviária, e mais um até a torre. Como em Paris, são dois quilômetros entre o arco Carroussel diante do Louvre e Rond-Point dos Champs Elysées? Como têm um quilômetro os Jardins das Tulherias? Como, para a esquerda do Rond-Point entre o Grand e o Petit Palais, até os Invalides, há um quilômetro de espetáculo inesquecível? Qual o "visitante" que resistiu à caminhada de dois quilômetros desde o Rond Point até à Etoile? Certamente andam por aí as amorosas, cultas lembranças de Paris. E não se pode esquecer que a previsão por Le Nôtre dos futuros Campos Elíseos justificaram, junto à implantação dos Invalides, os mais entusiásticos croquis de Le Corbusier, desenhados, não para aculturar a sua doutrina, mas para invocar exemplos a seu ver definitivos, de antecessores que, como ele, teriam feito tabula rasa (nappe blanche) da cidade existente, para impor modificações totais. Só que não se passeia a pé em Brasília. Pelo menos, não se passeia ainda. Tal como foi protegida para inscrição na Unesco, pode entretanto completar-se com o tempo e à sua própria maneira. Só os palácios de Niemeyer permanecerão no horizonte da Praça, como paisagem de mármore sob o movimento majestoso do céu. É fato que a Praça é "aberta, à maneira da Concórdia", "a única praça contemporânea, digna das praças tradicionais" (Lúcio Costa, 1968). Mas também é verdade que a Concórdia (pelo menos, desde que tiraram de lá a guilhotina) opõe-se justamente à tradição das praças antigas, S. Marcos de Veneza, por exemplo - porque é aberta, como a dos Três Poderes; são espaços de fruir beleza, mas que não são mais o lugar do espetáculo popular: para o povo são, ao contrário, o espetáculo do lugar. Entre os ministérios, no entanto, poderão surgir construções contínuas, com atendimento a funcionários e transeuntes que façam a esplanada mais cheia de vida urbana. Os centros culturais, hoje desertos - a UnB exerceu primeiro essas funções - poderão ser um percurso atraente e movimentado. Virão árvores mais frondosas, e os bosques de araucária, a cercá-los, serão como que a muralha verde do que, um dia, quem sabe? será chamado o centro histórico de Brasília.
A escala residencial
Concebida, como diz o decreto, para proporcionar uma nova maneira de viver, própria de Brasília, a escala residencial constitui de fato a parte mais bem sucedida na invenção da cidade. Estão agora salvaguardadas pela lei as super-quadras e as suas faixas verdes com acesso único e os 25% da ocupação máxima do solo por pilotis livres, ficando o restante, verde e de domínio público. A limitação de altura, estabelecida em seis andares poderá ser variadamente interpretada. Seis, como em Paris? Seis, porque ainda é uma boa altura para que os pais chamem os filhos a caminho da escola-classe? Seis, porque também eram seis (duplos, valendo doze) os pavimentos duplex dos rédents da "Ville Radieuse"? Mas continuarão sempre seis, o que é ótimo. Os blocos de apartamentos respondem à tese da Unidade de Habitação Conjunta, levada por Lúcio Costa à Unesco em 1952, em que um dos expectadores era Le Corbusier em pessoa: "dar morada ao homem é o desafio da tecnologia contemporânea", "o papel do arquiteto na sociedade e a unidade de habitação são temas complementares". A habitação conjunta é a herdeira da utopia socialista de Charles Fourrier (Teoria da unidade universal, 1822) e Victor Considerant (Description du phalanstère, 1848) e seus falanstérios, com ruas interiores, facilidades comuns, parques à toda volta - o conjunto inteiro sob a égide de uma Torre da Ordem - mesmos antepassados a que Corbusier chamava de grandes urbanistas, a trabalhar com idéias em vez de lápis. Desde então, a idealização urbana progressista partiu desse primeiro mandamento, a habitação coletiva do povo, "Le Palais de l`Habitation". As superquadras de Brasília, com seus andares, formam áreas de vizinhança a cada grupo de quatro, 10 mil habitantes com equipamentos comunitários e até cinemas e clubes, além de escola, igreja, correio, polícia, jornaleiro etc. A densidade média da vizinhança fica entre 300 e 320 habitantes por hectare como proporia o bom senso britânico de Thomas Sharp, por exemplo (Town, Planning, 1947). A mesma densidade de 300 habitantes por hectare nos prédios denteados de doze andares de Corbusier promoveria ocupação muito mais esparsa, espaços menos aconchegantes, menos vizinhança, menos cidade. Como que a compreender a lição inglesa, as superquadras são concebidas à maneira das neighbourhood units, em volta das escolas e jardins de infância. Ao lado de Anísio Teixeira, ouve-se a voz anglo-saxônica de Sharp: "o serviço básico de nossa civilização é a educação das crianças". É na escala residencial, nas superquadras, que se percebe primeiro o quanto Brasília é bem temperada e sua cultura humanística ficou encarnada, como sabem todos os jovens de lá, em nossa sensibilidade e realidade brasileiras.
A escala gregária
É provavelmente a que mais sofreu com o cartesianismo da concepção geral. Compõe-se, nos quatro cantos do cruzamento central dos dois grandes eixos, de setores comerciais, bancários, de autarquias oficiais, de serviços de rádio e televisão e dos dois setores de diversões, onde pracinhas e travessas poderiam de fato congregar as pessoas, em busca de cinemas, teatros, bares e o que mais se inventasse. Para preservar esse potencial as novas normas de preservação obrigarão ao mínimo: os dois compactos agrupamentos de diversões guardam seus cinco pavimentos fixos, enquanto nos outros cantos as edificações poderão alcançar até 65m de altura, ficando mantido o papel simbólico do centro urbano. Ainda que irremediavelmente apartados pelo corte dos eixos, os prédios mais altos da cidade já de longe se adivinha serem o centro, destinados ao trabalho e às diversões coletivas, e as duas massas compactas dos setores de diversões com campo livre para propaganda luminosa, lembram mais de perto, que ali estão (ou deveriam estar) as atrações noturnas, o encontro cara a cara. Por enquanto, quem vai lá e já tomou a plataforma rodoviária (diria Lúcio Costa: "como se fosse à Bastilha") é o povão das cidades satélites, os soldados e as empregadas domésticas. O que talvez seja, afinal de contas, muito bom. Porque a escala gregária não conseguiu ser planejada - eu suspeito que a vida é assim mesmo - e terá que ser criada culturalmente através do tempo, pela invenção social.
A escala bucólica
De bucólico, na "Ville Contemporaine" havia o bosque inglês, um Bois de Boulogne devidamente retangulado, para cercar os caminhos curvos e nonchalants onde o relaxamento físico (e moral...) ocuparia as horas excedentes do trabalho. Mas é verdade que toda a Cidade Radiosa seria por assim dizer verde - esporte e lazer ao pé da casa, princípio que também perpassa a nossa visita.
Em Brasília, com o novo decreto de preservação, ficam assegurados o direito popular de acesso ao lago, a freqüência dos clubes esportivos pelas classes de renda média e alta e a cobertura vegetal nativa em torno da Praça dos Três Poderes, da Esplanada dos Ministérios e das duas alas residenciais. E, por toda parte aonde se interromperam os terrenos já comprometidos com a edificação, à toda a volta da cidade, ficará a terra considerada non aedificandi para guardar o cerrado nativo, o bosque plantado, e as áreas de recreação e lazer. Entre o Lago do Paranoá e o park way de indústria e abastecimento, nesse grande triângulo irregular ficará então a figura da cidade moderna, incrustada no fundo verde que marca a passagem, sem transição do ocupado para o não ocupado. A área metropolitana, que talvez um dia se esgarce a partir das expansões já previstas e das cidades satélites, será planejada - se este ainda for um hábito do futuro - de forma a respeitar um projeto moderno do século XX que pensou poder delimitar-se racionalmente no espaço e na história.
O sistema viário
Em Brasília "a estrutura viária da cidade funciona como arcabouço integrador das várias escalas". Responde de forma lógica e comedida (para o transporte automóvel) ao apelo firme de Gideon (Space, time and architecture, 1941): "Um dia o park way entrará na cidade para percorrê-la com a liberdade com que hoje atravessa os campos.
Correspondente, sobretudo, a uma das primeiras preocupações dos urbanistas progressistas desde o primeiro plano qüinqüenal soviético: planejar para a era dos transportes. O conjunto das vias se organiza hierarquicamente: desde os eixos, com tráfego ininterrupto e das pistas locais, até os trevos, à entrada de vizinhança, e o acesso das superquadras, numa seqüência em que decresce a velocidade na proporção em que se chega ao interior das superquadras ou às praças da plataforma rodoviária, onde se pode realmente, como no Plano Piloto, falar em domesticidade dos carros e remansos de tráfego. Com a preservação legal, fixaram-se apenas os acessos únicos a cada superquadra. Como em tantas outras partes da cidade, o resto do sistema evoluirá com a tecnologia dos transportes e com os usos e costumes que sobrevierem.
Chegamos à terceira citação: a idéia de que Brasília surgiu em um momento em que a utopia parecia mais verdadeira do que a realidade não é apenas um lírico sofisma. Nem é à toa que soe poético, já que foi inspirado em comentário de Manuel Bandeira, "o projeto (de Lúcio), lembrando um avião em reta para a impossível utopia, logo dá à iniciativa um ar plausível" (Jornal do Brasil, 1957). Por quê, afinal de contas, utópico e real, utópico e plausível, ao mesmo tempo? Porque, talvez as idéias de desenvolvimento econômico e de modernização ainda eram só expectativas, a empolgar o país; porque a utopia, diria eu, é como que a vontade de ficar mudando o mundo até o ideal, sendo, tanto a utopia quanto "o progresso", obsessões históricas da burguesia.
É, com efeito, Camões, contemporâneo de Tomas Morus, o cantor dos heróis e das peripécias da aventura mercantil, quem descobre que a mudança é inevitável: "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Muda-se o ser, muda-se a confiança: Todo o mundo é feito de mudança, tomando sempre novas qualidades" (soneto 45). Mudança maior do que esse "mudar a cada dia" parecia impossível. Mas, ao preconizar a queda da burguesia, na crítica mais contundente e amorosa que já se fez da própria classe, Karl Marx, num trecho do Manifesto Comunista, afiançava em 1848 que, "todas as relações tornam-se velhas antes que cheguem a ossificar; tudo que é sólido derrete no ar". Com provável desconhecimento desses antecedentes, mas com cadência ainda mais densa e precipitada, é o nosso Le Corbusier, como um novo Fausto, quem exclama em Urbanisme "le mouvement est notre loi; jamais rien ne s`arrête, car ce qui s`arrete dégringole et pourri". Pergunto-me como ele veria os efeitos dessa ânsia de modificação permanente, em suas próprias construções.
Qual seria o diálogo entre a ininterrupta construção modernista e a cultura, que segundo Hegel, é "um estado incessante de tornar-se" (becoming, no texto que eu li - aufgehoben no original, "como o erguer-se de um novo sol..."), como aplicar esse conceito de um constante cancelamento de si, combinado à preservação do essencial ... como aplicar o conceito àquelas perspectivas em que o espaço da "Ville Contemporaine" parece cristalizado numa geometria de onde o tempo foi escamoteado?
Não sei a resposta, mas antes de finalizar esta digressão, não resisto a retomar meus temas: - ponho-me a supor que o viajante-espectador pode ser, quem sabe? o álibi, o habeas-corpus inconsciente para que a cidade moderna perdure - já que pareceria sempre nova, a cada novo visitante. E, mais do que supor, desejo que nossa recente legislação possa manter em Brasília a memória de uma idéia, enquanto a história realimenta a realidade. A verdade é que não foi a civilização machiniste que construiu as suas próprias utopias; na Rússia sub-desenvolvida surgiu São Petersburgo e foi lá que se desencadeou a Revolução Soviética de Outubro; e foi aqui, no terceiro mundo do sul, que se construiu a primeira cidade modernista. A poesia de Os lusíadas não promovera o futuro de Portugal, nem os sonhos de Marx e Le Corbusier se realizaram no mundo avançado. Tudo se passou, afinal como se, onde a ciência, a tecnologia e o desenvolvimento econômico são puro sonho, nada parecesse mais possível, nada fosse mais natural do que a utopia.
oengenheiro
Jun 17, 2012, 4:32 AM
E aí galera, finalmente achei vocês também,
tinha visto um tempo atrás mas esse fórum estava
com pouco movimento, agora parece bom.
E aí, galera?
Achei vocês!!!
O outro fórum estava caído demais! Pouquíssimas atualizações!
O que que aconteceu pro pessoal migrar pro Skyscraper Page?
MAMUTE
Jun 17, 2012, 12:47 PM
:previous:Seja bem vindo:cheers: Eu convidei um bocado de pessoas do outro fórum, achei que tinha te convidado:shrug: mas não importa. agora que já está aqui sinta-se em casa:D
emblazius
Jun 17, 2012, 8:16 PM
E aí galera, finalmente achei vocês também,
tinha visto um tempo atrás mas esse fórum estava
com pouco movimento, agora parece bom.
Sejam Bem vindos
oengenheiro
Jun 17, 2012, 11:02 PM
Obrigado caros colegas.
:previous:Seja bem vindo:cheers: Eu convidei um bocado de pessoas do outro fórum, achei que tinha te convidado:shrug: mas não importa. agora que já está aqui sinta-se em casa:D
Sejam Bem vindos
pesquisadorbrazil
Jun 18, 2012, 2:34 AM
E aí galera, finalmente achei vocês também,
tinha visto um tempo atrás mas esse fórum estava
com pouco movimento, agora parece bom.
Seja bem vindo....
O que ocorreu para as pessoas migrarem para cá, tem apenas um conceito.
Em um PAÍS Livre e Democrático, não existe uma coexistência pacifica com moderadores DITATORIAIS. Então, começou comigo, migrar para cá, e a tendência, pelo visto, vai ser praticamente todos migrarem para cá também.
Elegermos DEMOCRATICAMENTE MAMUTE como MODERADOR daqui. Somente não sei se MAMUTE concorda comigo, que aqui, não vamos TOLERAR ex MORADORES do outro forum nesse.
Do mais, todo os outros forumers serão BEM VINDOS, é claro seja bem vindo você e se sinta em casa, e no possível, ajude-nos a melhorar ainda mais esse forum.:tup:
pesquisadorbrazil
Jun 18, 2012, 2:40 AM
Concordo caro colega Jota Ferro. O assunto morre aqui, cada um acredita no que quiser.... e vamos seguindo nossas vidas com novas discussões.
Somente para reflexão de você e do Jota Ferro...
Se a UNESCO não pode tombar ou multar ou coisas desse tipo, mais vamos lá.
Porque será que a UNESCO tombou a cidade Inca de Machu Picchu no Peru? Ela concedeu o título de patrimônio histórica da humanidade. E agora vem a melhor, quem quiser ver Machu Picchu, digo, ao vivo, toca-la e tal, prepare as MALAS, pois esse ano, será o último aonde os turistas e peruanos a pisarem no sitio arqueológico.
Pois a UNESCO, OBRIGOU o governo peruano a não deixar NINGUEM pisar no lugar. Então, num monte próximo, estão construindo um MIRANTE, para as pessoas poderem apreciar a cidade de longe.
Então se a UNESCO não tem poder nenhum, eu quero ver explicar o que não podem explicar.:tup:
Jota Ferro
Jun 18, 2012, 7:48 PM
Somente para reflexão de você e do Jota Ferro...
Se a UNESCO não pode tombar ou multar ou coisas desse tipo, mais vamos lá.
Porque será que a UNESCO tombou a cidade Inca de Machu Picchu no Peru? Ela concedeu o título de patrimônio histórica da humanidade. E agora vem a melhor, quem quiser ver Machu Picchu, digo, ao vivo, toca-la e tal, prepare as MALAS, pois esse ano, será o último aonde os turistas e peruanos a pisarem no sitio arqueológico.
Pois a UNESCO, OBRIGOU o governo peruano a não deixar NINGUEM pisar no lugar. Então, num monte próximo, estão construindo um MIRANTE, para as pessoas poderem apreciar a cidade de longe.
Então se a UNESCO não tem poder nenhum, eu quero ver explicar o que não podem explicar.:tup:
Ai, ai, Pesquisa vc tem problemas....
Unesco PEDE medidas para salvar Machu Picchu
Uma missão da Unesco, agência das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura, se mostrou preocupada após avaliação sobre a conservação do sítio arqueológico de Machu Picchu, no Peru, e recomendou medidas de emergência contra a expansão desordenada do povoado de Águas Calientes, que ameaça a cidadela inca, e a construção de uma via alternativa até o santuário.
"As autoridades para proteger o sítio arqueológico de Machu Picchu, situado na região de Cuzco (sudeste), precisam tomar medidas de emergência rigorosas com relação ao crescimento desordenado do povoado de Águas Calientes", alertou Nuria Sanz, chefe para a América Latina e o Caribe da Unesco.
O povoado de Águas Calientes, situado na parte baixa do complexo arqueológico, se tornou uma ameaça para o sítio por seu crescimento desordenado em número de habitantes, hotéis, restaurantes e comércio informal.
"É preciso gerar uma dinâmica que permita um controle e regulamento exigente de respeito com o sítio, às autoridades pelo esforço que fazem, de respeito com o turista e serviços", disse Sanz à imprensa.
O objetivo da visita da missão, celebrada entre segunda e quarta-feira, foi o de "colaborar" com as autoridades e encontrar a melhor solução para a conservação de Machu Picchu, destacou a Unesco.
Sobre a zona de amortecimento, ameaçada com a construção de uma estrada alternativa de acesso ao santuário, Sanz afirmou que se recomenda à Unidade de Gestão do Santuário Histórico de Machu Picchu (UGM) o aporte de especialistas em geodinâmica, infraestrutura hidráulica e de comunicação para fazer uma avaliação técnica.
As autoridades regionais devem estabelecer políticas que impulsionem um crescimento ordenado da economia nesta zona de amortecimento e não esperar que se torne uma "Águas Calientes II", destacou a missão.
Também se recomendou ao governo peruano a criação de um painel internacional de assessores e técnicos que execute os planos de conservação de Machu Picchu.
O Ministério da Cultura informou que a Unesco descartou, em seu relatório, que exista algum alerta ou sinal de alerta que ponha em risco a infraestrutura do complexo arqueológico.
No entanto, o ministério destacou, em nota, que a missão apresentou o relatório preliminar às autoridades da UGM e também recomendou "tomar medidas de emergência rigorosas" diante do crescimento desordenado do povoado de Águas Calientes.
Os especialistas da Unesco divulgarão um primeiro relatório de avaliação da conservação de Machu Picchu dentro de duas semanas e terão pronto o relatório final dentro de sete meses, pois reuniram muitos documentos que ainda precisam analisar, segundo a agência oficial Andina.
Não é a primeira vez que a Unesco alerta para o crescimento desordenado do povoado e para a construção da via alternativa. No entanto, até o momento as autoridades locais não atenderam as recomendações.
A famosa cidadela, construída no século XV pelo imperador inca Pachacutec, foi declarada patrimônio cultural da humanidade em 1983.
Nos últimos anos foi apresentada uma série de observações relativas à acessibilidade do sítio, o manejo dos resíduos deixados pelos turistas e sua gestão por parte das autoridades locais.
A cidade de pedra de Machu Picchu (que significa Montanha Velha), erguida no topo de uma montanha de 2.400 metros de altitude, foi um centro cerimonial ou sítio de descanso para nobres incas. Especialistas descartam que tenha sido uma fortaleza militar.
Machu Picchu, cuja superfície foi edificada em pedra, tem 530 metros de extensão por 200 de largura, uma área de terraços agrícolas e outra de cômodos, além de 172 edifícios, no total, dentro de um santuário de 32.500 hectares.
http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/uneso-preocupada-pede-medidas-para-salvar-machu-picchu-20120526.html
A UNESCO, pede, recomenda, solicita, avisa..... Mas não manda. Mais uma vez sugiro apenas esperar que a UNESCO multe os que não seguem o "seu" tombamento....:).
Só uma pergunta Pesquisa o que a poderosa UNESCO fará se o Peru e o Brasil não cumprirem seu "tombamento"? Seremos invadidos pelos capacetes azuis?
oengenheiro
Jun 19, 2012, 2:43 AM
Obrigado!
Seja bem vindo....
O que ocorreu para as pessoas migrarem para cá, tem apenas um conceito.
Em um PAÍS Livre e Democrático, não existe uma coexistência pacifica com moderadores DITATORIAIS. Então, começou comigo, migrar para cá, e a tendência, pelo visto, vai ser praticamente todos migrarem para cá também.
Elegermos DEMOCRATICAMENTE MAMUTE como MODERADOR daqui. Somente não sei se MAMUTE concorda comigo, que aqui, não vamos TOLERAR ex MORADORES do outro forum nesse.
Do mais, todo os outros forumers serão BEM VINDOS, é claro seja bem vindo você e se sinta em casa, e no possível, ajude-nos a melhorar ainda mais esse forum.:tup:
MAMUTE
Jun 19, 2012, 11:02 PM
Hotéis de cinco cidades-sede podem ter pouca demanda após Copa
Cuiabá, Belo Horizonte, Brasília, Manaus e Salvador poderão ter baixas taxas de ocupação
http://www.maisbrasilia.com/mb2011/adm/Crop/imagens/Album/13587-12844-Imagem.jpg
Cinco das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 correm o risco de ter, após a competição, mais quartos de hotéis do que turistas dispostos a ocupá-los. É o que aponta o levantamento do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), divulgado hoje (18), em São Paulo. O Placar da Hotelaria, feito pela empresa de consultoria Hotel Invest, projeta para Cuiabá, Belo Horizonte, Brasília, Manaus e Salvador baixas taxas de ocupação a partir de 2015. Rio de Janeiro e São Paulo, por outro lado, apresentam boas perspectivas de demanda para os novos empreendimentos.
No total, o levantamento mostra um crescimento de 5,4% da oferta de leitos, em comparação com o levantamento anterior, de outubro de 2011. Até 2015, estão previstos 21.143 novos apartamentos na rede de hotelaria.
“É importante garantir acomodação para os visitantes que participarão da Copa do Mundo, mas não à custa de investidores incautos. O prognóstico ainda se mostra convidativo. Espera-se crescimento considerável da demanda em diversos mercados, motivado também pela elevação e melhor distribuição da renda nacional”, assinala o documento.
De acordo com o estudo, Belo Horizonte é uma das cidades com maior risco de superoferta, tendo em vista que a quantidade de quartos em 2015 quase dobrará em relação ao número atual, passando de 6,2 mil para 12 mil. Com isso, a taxa de ocupação que, no ano passado, estava em 70% nos hotéis econômicos, poderá cair para 49%. Nos quartos de padrão médio também pode haver redução, de 67% para 43%.
Outra situação apontada como crítica pelo documento é a de Cuiabá, que teria a taxa de ocupação reduzida de 65% para 49% em 2015. Segundo estimativa do FOHB, o número de quartos disponíveis na capital matogrossense aumentará de 1,7 mil para 2,7 mil.
Em Manaus, a taxa de ocupação pode cair de 68% para 59% nos hotéis econômicos e de 63% para 56% nos de nível padrão (médio). O estudo prevê, ainda, que Brasília terá 2,2 mil novos apartamentos até 2015, fazendo com a taxa de ocupação caia de 64% para 57%. Em Salvador, a redução será menor nos hotéis econômicos, de 66% para 64%. Nos hotéis de nível padrão, no entanto, a taxa de ocupação deve cair de 66% para 59%.
Rio de Janeiro e São Paulo, que já apresentam elevadas taxas de ocupação, permanecem como boas opções de investimento para a indústria hoteleira, aponta o estudo. Nos hotéis econômicos da capital fluminense, por exemplo, que atualmente têm taxa de ocupação de 84%, a expectativa é de elevação para 88%. Também é esperado crescimento nas taxas dos hotéis de luxo (alto padrão), de 70% para 75%. Nas acomodações de padrão médio, por outro lado, a previsão é queda de 77% para 68%.
São Paulo, que tem um oferta hoteleira atual de 37,7 mil quartos, passará para 38,7 mil em 2015. A demanda deve sustentar esse crescimento em todas as categorias, segundo estimativa publicada no Placar da Hotelaria. No geral, estima-se uma taxa de ocupação de 79% em 2015, elevação de 11 pontos percentuais em comparação com o índice atual (68%).
Porto Alegre, mesmo com o aumento da oferta decorrente dos investimentos para a Copa do Mundo, não deve sentir mudanças na taxa de ocupação que, segundo o estudo, deve se manter em 70% até 2015.
Fonte: por Camila Maciel - Agência Brasil
http://www.maisbrasilia.com/mb2011/noticias/conteudo/13587/Hot%C3%A9is_de_cinco_cidades-sede_podem_ter_pouca_demanda_ap%C3%B3s_Copa.html
pesquisadorbrazil
Jun 21, 2012, 11:46 PM
Essa empresa Hotelinvest é formada puramente por especuladores imobiliários. Se forem pegar os dados que eles tem do mercado de Brasília, sinceramente, mandaram um estagiário fazer uma tabela no excel. Se notarem que eles SEQUER possuem dados de investimentos de hotéis econômicos e de luxo da cidade. Pior que tem gente dando CREDIBILIDADE aos dados.
Igualzinho aos pesquisadores que AFIRMAM que o planeta está superaquecendo devido o excesso de CO na atmosfera. Enquanto a VERDADE ninguem quer ler ou ouvi-la. Vazou na internet os dados, aonde constatam que o CO não regula em nada a temperatura do planeta, mas sim outros fatores.
Agora voltando ao assunto de hotelaria, uma fonte me confirmou que o hotel da TORRE fora vendido para uma construtora de São Paulo, e vem aí um baita hotel upscale internacional, nada de residenciais com serviços. Então em breve, teremos novas implosões.
MAMUTE
Jun 24, 2012, 12:24 PM
Número de visitantes estrangeiros em Brasília cresce 67,1%
Com a proximidade da Copa do Mundo e de outros eventos esportivos, o desafio do governo local e da iniciativa privada é preparar a cidade para receber os gringos
http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2012/06/24/308846/20120623211429599154u.jpg
O português Mário e a mulher, Angela, se encantaram com o passeio na Esplanada dos Ministérios: "Tudo é muito bem estruturado"
Aos poucos, os sotaques de outros países se expandem além dos muros das embaixadas em Brasília. Desde o início da primeira rota internacional sem escala para a cidade, em 2007, os gringos são vistos com mais facilidade em saguões de hotéis, em shoppings e em pontos turísticos. A ponte aérea com Lisboa, inaugurada há cinco anos, alçou o turismo local a um novo patamar. Por semana, 43 voos vindos do exterior, de sete companhias diferentes, desembarcam no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek. Além de brasileiros retornando de férias, trazem estrangeiros em viagens a lazer e, principalmente, a negócios.
Leia mais notícias de Cidades
Somente a partir de 2008, o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) começou a contabilizar o número de visitantes de outros países em Brasília — antes, o índice era considerado irrisório e não entrava nas estatísticas. Nesse intervalo de tempo, o total de gringos entre os turistas saiu de 29.485 para 63.384, um salto de 114%. Entre 2010 e 2011, quando as empresas aéreas apostaram de vez em voos diários, o aumento foi de 67,1%. A um ano da Copa das Confederações e a dois da Copa do Mundo, governo e iniciativa privada são desafiados a preparar a cidade para a crescente invasão estrangeira.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/06/24/interna_cidadesdf,308846/numero-de-visitantes-estrangeiros-em-brasilia-cresce-67-1.shtml
MAMUTE
Jul 16, 2012, 9:53 PM
Accor quer ter 250 hotéis no Brasil até 2015
Com compra da rede Posadas na América do Sul, grupo acelera expansão no mercado brasileiro e pretende inaugurar cerca de 80 novos hotéis no país nos próximos três anos
http://exame1.abrilm.com.br/assets/pictures/25179/size_590_mercure.gif?1299253514
Accor: rede de hotéis quer ter cerca de 80 novos hotéis no Brasil até 2015
O grupo Accor anunciou, nesta segunda-feira, a compra das operações da rede Posadas na América do Sul por 275 milhões de dólares. A aquisição reforça a estratégia da companhia de crescer na América Latina e, principalmente, expandir o número de hotéis no mercado brasileiro.
Hoje, cerca de 80% dos hotéis do grupo na América do Sul estão localizados no Brasil. “Coincidentemente, a rede Posadas, na região, também tem boa parte dos seus ativos concentrados no mercado brasileiro”, afirmou Roland de Bonadona, diretor de operações da Accor na América Latina, em coletiva com a imprensa, nesta segunda-feira.
Até 2015, somente no Brasil, a rede pretende ter entre 240 e 250 hotéis operando e cerca de 300 em toda América Latina. “Com a aquisição da rede Posadas, chegamos ao número de 201 hotéis em operação na região, desses, 165 estão instalados no mercado brasileiro e outros 80 devem ser inaugurados nos próximos três anos no Brasil”, disse Bonadona.
Expansão
A compra das operações da rede Posadas inclui 15 hotéis em operação e outros 14 em fase de implementação. Do montante, 19 estão instalados no mercado brasileiro. De acordo com Bonadona, a expansão das bandeiras Accor no Brasil daqui para frente será bem pulverizada, ou seja, não existe uma cidade ou região que será privilegiada.
“Vamos levar nossas bandeiras para cidades menores, onde ainda não estamos presentes. Nossas operações já são fortes nas principais capitais brasileiras, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por isso, temos como chegar a outras regiões”, disse o executivo.
Operação
O grupo Posadas é dona das bandeiras Ceaser Park e Ceaser Business na América Latina. Segundo Jorge Carvalho, diretor-geral da Posadas, a opção de se desfazer dos ativos na América do Sul tem relação com a intenção de o grupo reforçar suas operações no mercado mexicano, onde a rede já é líder desse mercado.
“Sabemos que o grupo Accor vai dar continuidade a trajetória de sucesso dos nossos hotéis na América do Sul e isso nos deixou mais confortáveis de fechar o negócios com eles”, afirmou Carvalho.
A Accor ainda não sabe se as bandeiras do grupo Posadas serão mantidas ou não. “Por ser uma rede que possui muitos investidores como sócios. Trata-se de um assunto que precisa ser discutido, antes de qualquer decisão”, disse Bonadona.
Segundo ele, no entanto, não há nenhuma preocupação do grupo de as bandeiras da Accor e as marcas da Posadas se canibalizarem, pois no Brasil ainda há muito espaço para a expansão do setor hoteleiro. Além do Brasil, os hotéis comprados da Posadas estão localizados no Chile e Argentina.
http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/servicos/noticias/accor-quer-ter-250-hoteis-no-brasil-ate-2015
MAMUTE
Jul 16, 2012, 9:54 PM
:previous:E aí, alguém sabe se algum desses novos Hotéis da Accor vai se instalar em Brasília???
pesquisadorbrazil
Jul 17, 2012, 1:25 PM
:previous:E aí, alguém sabe se algum desses novos Hotéis da Accor vai se instalar em Brasília???
Não tem nenhum projeto, pois somente existem boatos, nada de oficial. Sabe como é, ficam escolhendo demais, e terminam perdendo os projetos para concorrentes.
Brisas do Lago = concorrência Hotusa vs Accor, venceu a Hotusa com a bandeira Eurostar que colocou para descanteio o Sofitel.
Led = concorrência Intercity vs Accor, venceu a Intercity, que irá implantar o Intercity Premium, enquanto isso, a Accor pretendia instalar um Novotel no lugar.
E por aí vai.:tup:
hugokeys
Jul 18, 2012, 4:55 PM
.
pesquisadorbrazil
Jul 25, 2012, 2:03 PM
Windsor centraliza departamentos para melhor atender ao cliente
A rede Windsor decidiu fazer uma restruturação nos departamentos Comercial, de Vendas, e de Marketing. À frente das mudanças está Rosângela Gonçalves, diretora Comercial, que afirma ter como objetivo unir o trabalho das equipes para obter melhores resultados. Ela conta que os colaboradores agora trabalham, no mesmo andar, na unidade Atlântica da rede, em Copacabana.
“A reestruturação é um projeto iniciado há algum tempo, quando mudamos nossa de central de reservas. Criamos standards para a área Comercial, com nomeclatura das categorias de apartamentos, das tarifas, dos contratos centralizados, já nos preparando para o gerenciamento centralizado de nosso inventário”, diz.
Rosângela conta que, até o início do próximo ano, todas as equipes dos outros hotéis deverão ter migrado para o mesmo espaço. Desta forma, ela coordenará cerca de 50 profissionais que terão a missão de atender e ajudar os clientes nos momentos em que há mais dúvidas: cotação, negociação e contratação de serviços.
A executiva comenta que as mudanças visam também criar estrutura interna de mão de obra que possivelmente atuará na primeira unidade da rede fora do Rio, onde a Windsor já possui dez hotéis: em Brasília. A previsão é que o novo hotel seja aberto em 2013.
Serviço
www.windsorhoteis.com.br
Fonte: http://hoteliernews.com.br/2012/07/windsoroptaporcentralizardepartamentosparamelhoratenderaocliente/
pesquisadorbrazil
Jul 26, 2012, 2:06 AM
Windsor confirma abertura da primeira unidade em Brasília
A rede Windsor, que conta com 11 unidades hoteleiras e 2,5 mil apartamentos no Rio de Janeiro, confirmou a abertura da primeira unidade fora deste mercado. A previsão é de que ainda no primeiro semestre de 2013, a nova unidade, em Brasília, passe a funcionar – conforme explicou Rosângela Gonçalves, diretora Comercial da rede em entrevista ao Hôtelier News.
O hotel ficará na região da Asa Norte, próximo a importantes pontos como o Congresso. Ele será de categoria quatro estrelas superior e terá salas comerciais integradas ao prédio de 20 andares e 150 apartamentos.
Os dois primeiros andares abrigarão cinco salas modulares, que juntas comportam até 250 pessoas em auditório, além de um business center. O empreendimento contará também com restaurante, bar, cafeteria e room service 24 horas. Para o lazer do hóspede, serão oferecidos spa, academia, piscina coberta, sauna a vapor.
O projeto possui ainda conceitos sustentáveis que compreendem a utilização de torneiras, chuveiros, válvulas e outros dispositivos que economizam água e energia elétrica, além de sensores de presença nas áreas comuns de serviço.
O investimento feito na nova unidade não foi divulgado.
Serviço
www.windsorhoteis.com.br
Fonte: http://hoteliernews.com.br/2012/07/windsor-confirma-abertura-da-primeira-unidade-em-brasilia/
lucastempo
Jul 26, 2012, 6:39 AM
Será que esse vai ser o do terreno do posto atras do Mercure?? Nao vejo onde mais se possa construir prédios com essa altura...
pesquisadorbrazil
Jul 26, 2012, 4:47 PM
Será que esse vai ser o do terreno do posto atras do Mercure?? Nao vejo onde mais se possa construir prédios com essa altura...
Já bateram o martelo, a empresa Windsor, comprou todo os 150 apartamentos do hotel Le Quartier atrás do Conjunto Nacional. Eles não vão apenas administrar o hotel, eles são os atuais donos do prédio.:tup:
Especula-se que o hotel Rio das Pedras que se encontra em construção atrás do hotel Mercure e do drive thru do Mc Donalds, será administrado pela Accor, possivelmente será um hotel Sofitel ou um Pullman, o hotel terá 306 apartamentos.,:tup:
lucastempo
Jul 26, 2012, 5:20 PM
Já bateram o martelo, a empresa Windsor, comprou todo os 150 apartamentos do hotel Le Quartier atrás do Conjunto Nacional. Eles não vão apenas administrar o hotel, eles são os atuais donos do prédio.:tup:
Especula-se que o hotel Rio das Pedras que se encontra em construção atrás do hotel Mercure e do drive thru do Mc Donalds, será administrado pela Accor, possivelmente será um hotel Sofitel ou um Pullman, o hotel terá 306 apartamentos.,:tup:
ah sim...imaginei que pudesse ser isso mesmo, pois até onde sei a única região ali do setor hoteleiro norte com prédios que tenham gabarito de até 20 pavimentos mesmo é essa região atrás do conjunto....
Diga-se de passagem, fizeram um complexo muito louco ali, com 6 prédios de mais de 17 andares... só na última semana que fui me tocar que tinha mais um prédio sendo construindo pela JOão Fortes, entre o Vision e o Fusion, e pelo que me disseram terá destinação diversa (acho que a Caixa vai usá-lo). Alguém confirma?
MAMUTE
Jul 26, 2012, 5:28 PM
:previous:Pelo que eu sei, a Caixa locou um prédio inteiro na Asa Norte na 512 acho que fica difícil locar outro a curto prazo, mas vai saber :shrug:
http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2012-05-05/imoveis/131782/HOMENAGEM-EM-FORMA-DE-PREDIO.pnhtml
luizwagner
Jul 26, 2012, 7:47 PM
:previous:
Esse prédio dentro do complexo Le Quartier, entre o Fusion e o Vision é da Caixa sim, mas é da divisão de Seguros, Previdência e Capitalização, que é uma empresa independente da estrutura da Caixa..
pesquisadorbrazil
Jul 27, 2012, 4:41 PM
:previous:
Esse prédio dentro do complexo Le Quartier, entre o Fusion e o Vision é da Caixa sim, mas é da divisão de Seguros, Previdência e Capitalização, que é uma empresa independente da estrutura da Caixa..
Esse prédio que estou falando, fica entre o Biarritz e Saint Morritz.:tup:
pesquisadorbrazil
Aug 4, 2012, 12:00 AM
A alguns meses rolava um boato que a rede Starwood estava negociando a instalação de um Sheraton na cidade, mas não se sabia, se era um hotel construído do zero, ou seria um hotel antigo, que passaria por um retrofit ou coisa parecida, inclusive, dando dicas de qual seria o hotel, o Bonaparte.
Não é que para minha surpresa, saiu uma matéria hoje no Jornal de Brasília, falando a respeito, então muito em breve, teremos um Sheraton em nossa cidade, e se for mesmo o Bonaparte, terá uma grande estrutura, nem precisa passar por uma grande reforma.
MAMUTE
Aug 23, 2012, 11:15 PM
Projeto aumenta para 10 o número de andares em hotéis de pequeno porte
Minuta do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília propõe que estabelecimentos passem a ter 10 pavimentos
Os proprietários de hotéis de pequeno porte dos setores Hoteleiros Sul e Norte receberam do secretário de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab), Geraldo Magela, nesta quinta-feira (23), a notícia de que a minuta do projeto de lei do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB) vai propor aumento de gabarito dos hotéis, que poderão passar de três para 10 pavimentos.
“Incluímos no debate do PPCUB a possibilidade de analisar a alteração de gabarito dos hotéis de pequeno porte e chegamos à conclusão de que todos os hotéis devem ser da mesma altura, ou seja, de 10 pavimentos. A proposta prevê ainda a construção de estacionamentos subterrâneos, de forma que as ruas fiquem liberadas para passagem de ônibus”, disse o secretário Magela.
A proposta faz parte, no âmbito do PPCUB, do Programa de Revitalização dos Setores Centrais do Plano Piloto. “Vamos adotar políticas para melhorar o centro da cidade e avançar no debate sobre a organização do turismo, para fazer com que Brasília seja a entrada do Brasil. Para isso, vamos cumprir alguns papéis: debater o processo de revitalização da área central e trabalhar na estabelecimento dessas ações”, explicou Magela. Presente ao encontro, o deputado distrital Rôney Nemer também destacou Brasília como polo turístico.
O secretário Magela colocou a equipe técnica da Sedhab à disposição para dialogar sobre as normas e orientar na elaboração dos projetos, do termo de referência e da linha a ser seguida. A expectativa da Sedhab é enviar o projeto de lei à Câmara Legislativa do DF na primeira quinzena de setembro.
Os hotéis de pequeno porte ocupam 16 lotes nas quadras 2 e 3 do Setor Hoteleiro Norte e na quadra 3 do Sul.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/08/23/interna_cidadesdf,318849/projeto-aumenta-para-10-o-numero-de-andares-em-hoteis-de-pequeno-porte.shtml
pesquisadorbrazil
Aug 25, 2012, 12:03 AM
Os hoteleiros falaram tanto na quadra 901 norte, que a cidade iria ser invadida por residenciais com serviços, quem irá GARANTIR, que o mesmo pode não ocorrer com esses hotéis? Só mãe Dinah é claro...
MAMUTE
Sep 9, 2012, 1:28 AM
Copa não empolga mercado hoteleiro do DF
Preocupação do setor é que ocorra superoferta de vagas de hospedagem
Mesmo com o aumento de ofertas de apartamentos para hospedagem no DF previstos até 2014, a Copa do Mundo não tem animado o setor. Isso porque o crescimento, segundo a ABIH-DF (Associação Brasileira da Indústria de Hoteis do Distrito Federal), tem seguido um fluxo natural que não está ligado ao evento.
Outro fator é que os jogos sediados em Brasília para a primeira fase não incluem nenhum da seleção brasileira. A cidade deve receber um total de sete jogos, incluindo os da segunda fase.
http://i1.r7.com/data/files/2C95/948E/39A1/8BD2/0139/A28E/EA19/5FEE/quartohotel.jpg
Pouca quantidade de jogos que serão disputados em Brasília não dá boas perspectivas ao mercado hoteleiro
A expectativa do setor tem sido a da visibilidade que a Copa deve proporcionar para o DF, acredita o presidente da ABIH-DF, Helder Carneiro.
— O que esperamos de resultado positivo é no sentido da visibilidade.
A idéia é reiterada pela subsecretária de Políticas de Turismo da Setur (Secretaria de Turismo do DF), Ariadne Bittencourt.
— A Copa está dentro do planejamento para expandir o potencial turístico da cidade, devido a divulgação que deve ocorrer.
Preparação
Mesmo sem grandes perspectivas de faturamento com o mundial de futebol, a rede hoteleira do DF tem se preparado para receber os turistas estrangeiros. Essa preparação tem sido feita com revitalizações nos prédios e com o treinamento de funcionários, segundo Helder Carneiro, da ABIH.
— Estamos aproveitando a onda da Copa para melhorar nossa mão-de-obra.
Segundo a ABIH-DF (Associação Brasileira da Indústria de Hoteis do Distrito Federal), com 11.80 apartamentos para hospedagem e m total de 19.216 leitos, o Distrito Federal vive um boom no mercado hoteleiro. A associação destaca ainda que o perfil do hóspede que visita Brasília é, principalmente, o de negócios.
http://noticias.r7.com/distrito-federal/noticias/copa-nao-empolga-mercado-hoteleiro-do-df-20130823.html
MAMUTE
Sep 9, 2012, 1:32 AM
DF deve ter boom no mercado hoteleiro
Previsão é de que, até 2014, setor ganhe 5.800 novos apartamentos para hospedagem
Com 11.80 apartamentos para hospedagem e m total de 19.216 leitos, o Distrito Federal vive um boom no mercado hoteleiro. Até 2014, a previsão é de que surjam mais 5.800 novos apartamentos, segundo a ABIH-DF (Associação Brasileira da Indústria de Hoteis do Distrito Federal). Apesar de o crescimento significar um crescimento positivo para o setor, há também o receio de que aconteça uma superoferta, como aponta o presidente da ABIH-DF, Helder Carneiro.
— Vamos ter muita oferta, deve até sobrar quartos, inclusive. Estamos preocupados é com o período que vem depois da Copa, pois a oferta será muito grande.
Divulgação - Plaza Hotéis Brasília
http://www.r7.com/data/files/2C95/948E/39A2/A4DF/0139/A2AD/E48D/3B64/hotelfachada.JPG
Até 2014, a previsão é de que surjam mais 5.800 novos apartamentos, segundo a ABIH-DF
A associação acredita que os investimentos no setor fazem parte de um fluxo natural que acontece no DF e não está completamente ligada a eventos como a Copa e as Olimpíadas.
Regiões administrativas
As novas construções previstas no setor não se concentram apenas na região do Plano Piloto. Parte desta nova oferta tem se desenvolvido em Águas Claras, região administrativa do DF. Segundo a ABIH-DF, por lá, a tendência é a construção de flats, que têm uma versatilidade maior no mercado imobiliário, pois não são utilizados somente para a hospedagem.
A Setur (Secretaria de Turismo) do DF aponta ainda que o setor deve se expandir também para outras regiões administrativas, como Taguatinga e Núcleo Bandeirante, como explica a subsecretária de Políticas para o Turismo, Ariadne Bittencourt.
Essas duas regiões têm atrativos principalmente por serem próximas ao Aeroporto JK. Há uma tendência de concentração nesses locais.
Segundo a ABIH-DF (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Distrito Federal), mesmo com o aumento de ofertas de apartamentos para hospedagem, previsto até 2014, a Copa do Mundo não tem animado o setor. A associação destaca ainda que o perfil do hóspede que visita Brasília é, principalmente, o de negócios.
http://noticias.r7.com/distrito-federal/noticias/df-deve-ter-boom-no-mercado-hoteleiro-20120908.html
pesquisadorbrazil
Sep 9, 2012, 6:52 PM
Essas pessoas da ABIH são idiotas, enquanto reclamam da superoferta que não existe, se monstram omissos com a altura dos hotéis nanicos. Se forem observar, os mesmos 5 mil quartos que eles alegam que Brasília ganhará até a copa.
Os hotéis nanicos irão entupir com mais 5 mil quartos. Então é uma clara visão do cartel hoteleiro. Pois eles não querem de jeito nenhum a concorrência entrando em Brasília. Agora para o cartel se expandir eles ficam caladinhos.
A hotelaria brasiliense é uma caixa preta, sem contar que uma consultoria de um grande amigo do presidente da ABIH diz que haverá superoferta. As gigantes multinacionais na consultoria hoteleira dizem o contrário.
Meu deus, essa Hotelinvest sequer tem feito consultoria em Brasília e vem com esse papinho que aqui vai ter hotel sobrando. É melhor ter hotel sobrando, que durante a COPA, Brasília estampar as principais mídias, demonstrando o que falo a anos.
A existência de um CARTEL HOTELEIRO, que manda e desmanda na cidade, inclusive ditando os valores da diárias. Se dizem tanto que a hotelaria aqui é fraca, porque será que em Brasília, o preços das diárias são similares a Las Vegas.....
E claro, sem nenhuma contrapartida dos hoteleiros é claro. E as reformas que eles prometeram, são, me desculpe, RIDICULAS. Agora preperam os bolsos, com certeza eles irão reajustar os preços em 600%, querem apostar.
MAMUTE
Sep 18, 2012, 7:10 PM
Polêmico projeto de novos hotéis adia votação de plano de preservação do DF
http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2012/09/18/323130/20120918141548395035o.jpg
A votação sobre o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB) foi adiada para 4/10, em uma reunião extraordinária. A análise do documento que vai ordenar a ocupação na área tombada da capital, estava marcada para esta terça-feira (18/9).
O relator do projeto, Antônio de Almeida Reis, apresentou o voto dele, no qual levou em consideração o oficio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que não recomenda a construção de hotéis na 901 Norte, e pediu uma revisão do plano para uma nova votação na ocupação da área.
O ofício conclui que “a SGAN 901 corresponde a uma área destinada à edificação e cujo gabarito baixo deve ser mantido. Deve ser tratada como área de transição e de articulação urbana entre os diferentes setores envolvidos já consolidados e que o Iphan não concorda com os índices apontados na minuta do projeto de lei”.
O problema
O Governo do Distrito Federal (GDF) publicou, em 14/10/1987, o Decreto nº 10.829 sobre o tombamento do conjunto urbanístico, arquitetônico e paisagístico da capital do país, com base no que foi proposto no Plano Piloto pelo urbanista Lucio Costa. Em 7/12 daquele mesmo ano, a Unesco reconheceu Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade. O PPCUB visa criar regras para ordenar esse conjunto urbanístico.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/09/18/interna_cidadesdf,323130/polemico-projeto-de-novos-hoteis-adia-votacao-de-plano-de-preservacao-do-df.shtml
pesquisadorbrazil
Sep 18, 2012, 10:29 PM
Em Brasília houve um fracasso da Carta de Atenas, pois fizeram o povo brasileiro engolir goela abaixo uma cultura EUROPÉIA que já percebemos, que não funcionou em Brasília e não vai funcionar em num outro local, o mesmo ocorreu com a Barra da Tijuca. E aí vem a pergunta, porque Brasília tem seu conjunto tombado e a Barra da Tijuca não se seguem o mesmo MODELO? Com certeza em Brasília teve mais força devido uma canetada e pior, congelou a cidade como se fosse 1960. É mole. Se fosse assim, nem as quadras 700 e 400 deveriam existir. Se for seguir a risca o tombamento.
MAMUTE
Sep 19, 2012, 12:45 PM
Votação sobre 901 Norte é adiada por impasse entre Iphan, Sedhab e Terracap
O projeto de criação de um Setor Hoteleiro na 901 Norte, vetado em 2011 pelo Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Nacional (Iphan) entrou novamente em pauta no Conselho de Planejamento Territorial do DF. O estudo faz parte do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB) da Secretaria de Habitação (Sedhab). Ele prevê, entre outras mudanças, uma readequação no projeto para que não afete o tombamento da capital e que permita a construção de hoteis na área em questão.
O Iphan sempre foi contra o projeto, porém abriu uma brecha permitindo que os novos prédios tenham uma altura máxima de 9,5 metros, contrariando os planos da Terracap, que sugere 65 metros e, também, da Sedhab, que propôs prédios com 45 metros de altura. A reunião ordinária, na sede da Sedhab, quando os conselheiros votariam os pontos do projeto a serem encaminhados à Câmara Legislativa, foi adiada para 4 de outubro.
Interesse da cidade
No caso da 901 Norte, o Iphan é contrário à ocupaçãocom relação aos índices urbanísticos propostos no projeto. O presidente substituto da Sedhab e Secretário de Habitação, Geraldo Magela, considera de suma importância a implementação do projeto e avalia que a questão, se aprovada, será benéfica a todos.
http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=423040
pesquisadorbrazil
Sep 19, 2012, 1:26 PM
Eu concordo com o GDF, em nada vai agredir o tombamento da cidade, pois o setor será complementar ao setor hoteleiro. Bem diferente da orla, aonde privatizaram o lago paranoá e o povo não tem mais acesso.
Se bobiar, essas pessoas da ong Urbanistas por Brasília moram em algum flat a beira lago. Eles defendem com unhas e dentes o tombamento da cidade, mas não defendem o tombamento da UNB.
Uai, a UNB fora projetada por Oscar Niemeyer, e se não me engano o IPHAN tombou todas os projetos dele na cidade, inclusive a UNB. Agora vão lá e vejam as grades. Eles implicam tanto com as grades nas quadras 700 norte e sul e fazem vista grossa na UNB.
pesquisadorbrazil
Sep 21, 2012, 6:18 PM
Polêmico projeto de novos hotéis adia votação de plano de preservação do DF
http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2012/09/18/323130/20120918141548395035o.jpg
A votação sobre o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB) foi adiada para 4/10, em uma reunião extraordinária. A análise do documento que vai ordenar a ocupação na área tombada da capital, estava marcada para esta terça-feira (18/9).
O relator do projeto, Antônio de Almeida Reis, apresentou o voto dele, no qual levou em consideração o oficio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que não recomenda a construção de hotéis na 901 Norte, e pediu uma revisão do plano para uma nova votação na ocupação da área.
O ofício conclui que “a SGAN 901 corresponde a uma área destinada à edificação e cujo gabarito baixo deve ser mantido. Deve ser tratada como área de transição e de articulação urbana entre os diferentes setores envolvidos já consolidados e que o Iphan não concorda com os índices apontados na minuta do projeto de lei”.
O problema
O Governo do Distrito Federal (GDF) publicou, em 14/10/1987, o Decreto nº 10.829 sobre o tombamento do conjunto urbanístico, arquitetônico e paisagístico da capital do país, com base no que foi proposto no Plano Piloto pelo urbanista Lucio Costa. Em 7/12 daquele mesmo ano, a Unesco reconheceu Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade. O PPCUB visa criar regras para ordenar esse conjunto urbanístico.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/09/18/interna_cidadesdf,323130/polemico-projeto-de-novos-hoteis-adia-votacao-de-plano-de-preservacao-do-df.shtml
O jornal erra feio em suas reportagens, colocando imagens erradas até mesmo de projetos como da futura estação do metrô na Asa Norte localizada no Setor Comercial Norte e não no HRAN.
O mesmo da maquete do Estádio, insistem colocar a maquete antiga. E agora mais essa, coloca a foto da quadra 06 do Setor Hoteleiro Norte, falando que ali é ilegal construir hotéis, se o problema é do outro lado.:koko:
pesquisadorbrazil
Sep 21, 2012, 6:19 PM
Incêndio atinge hotel que hospeda artistas no Festival de Brasília Além de hospedar artistas e produtores, Kubitschek Plaza sedia os debates do evento
Correio Braziliense
Publicação: 20/09/2012 19:53 Atualização: 20/09/2012 19:56
Um incêndio no terceiro andar do Kubitschek Plaza assustou os visitantes do local no início da noite desta quinta-feira (20/9). O hotel serve, atualmente, como uma espécie de quartel general do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, onde estão hospedados artistas, diretores e demais envolvidos nas exibições. O Corpo de Bombeiros enviou quatro viaturas ao local: uma de água, duas de salvamento e uma de transporte rápido.
O apartamento onde houve o incidente, de gravidade ainda não definida pela equipe de socorro, não pertence ao hotel para ser alugado. É uma espécie de depósito de colchões. Testemunhas contaram que era possível ver um grande volume de água que descia do terceiro andar e atingia a área da piscina do estabelecimento. Possivelmente, resultado das medidas adotadas que foram adotadas pelos bombeiros para conter o problema.
O incêndio, em si, já foi controlado, mas os hóspedes, por procedimentos de segurança, aguardam do lado de fora.
Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2012/09/20/internas_viver,397806/incendio-atinge-hotel-que-hospeda-artistas-no-festival-de-brasilia.shtml
pesquisadorbrazil
Sep 21, 2012, 6:24 PM
Com certeza o PO apenas maquiou seus hotéis e apartamentos. Que coisa feia, e com certeza, espero que no próximo ano, o GDF procure outros hotéis para hospedar os artistas.
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