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View Full Version : Industrias no Distrito Federal - Movimentações do Setor



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pesquisadorbrazil
Sep 18, 2011, 10:04 PM
Espaço destinado a informações do setor de Industrias no Distrito Federal e Região Metropolitana

Grooverider
Sep 20, 2011, 9:26 PM
A notícia não é nova, mas segue a minha colaboração para thread.

08/09/2011 - 19:09
EMBRAER DEFESA E SEGURANÇA VOARÁ JUNTO COM EMPRESA ISRAELENSE

Luiz Carlos Aguiar: Será um importante instrumento para atender às necessidades das forças armadas e de segurança

Transferência de tecnologia de não-tripulado

Surge a Harpia Sistemas para explorar veículos aéreos com controle remoto

A Embraer Defesa e Segurança e uma subsidiária da empresa israelense Elbit Systems Ltd, a AEL Sistemas, formalizaram nesta quinta-feira uma parceria para a criação de uma nova empresa, Harpia Sistemas, que tem como foco a exploração do mercado de veículos aéreos não-tripulados, denominados de Vant. A Embraer Defesa e Segurança é detentora de 51% do capital social da Harpia, e a AEL 49%.

Com sede em Brasília, as atividades da Harpia envolverão marketing, desenvolvimento, integração de sistemas, fabricação, comercialização e suporte pós-venda de Vant, bem como simuladores e atividades de modernização de sistemas aviônicos. A empresa oferecerá soluções mais abrangentes em sistemas complexos, aumentando a oferta de produtos genuinamente brasileiros no mercado de defesa e segurança.

"Entre as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa (END) estão a busca de parcerias para o desenvolvimento e capacitação tecnológica e a fabricação de produtos de defesa nacionais", disse Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança.

"A criação da Harpia está em perfeito alinhamento com a END e será um importante instrumento para atender às necessidades das forças armadas e de segurança, devendo-se também ressaltar o potencial de aplicação dual do Vant e da tecnologia gerada em sua obtenção", acrescentou

Transferir tecnologia

O executivo da Embraer Rodrigo Fanton, anteriormente dedicado à área de suprimentos, foi designado CEO da nova empresa. Como parte desta parceria, e com o objetivo de participar no processo de transferência de tecnologia para o Brasil, a Embraer Defesa e Segurança fará a aquisição de 25% do capital social da AEL.

"Estamos muito contentes com a decisão da Embraer Defesa e Segurança em investir na AEL e com o estabelecimento desta sociedade, que é prova do alto nível de satisfação e confiança mútua que nossas duas empresas desenvolveram ao longo de muitos anos de cooperação", disse Shlomo Erez, presidente da AEL Sistemas.

A AEL foi uma das primeiras fornecedoras de sistemas para o turboélice de treinamento básico Tucano e o caça subsônico AMX, aeronaves fabricadas pela Embraer nas décadas de 1980 e 1990. Atualmente, a empresa fornece o sistema aviônico do turboélice de ataque leve e treinamento avançado Super Tucano, bem como dos caças F-5M, modernizados pela Embraer para a Força Aérea Brasileira (FAB).

Fonte: http://www.monitormercantil.com.br/mostranoticia.php?id=100627

pesquisadorbrazil
Sep 20, 2011, 10:02 PM
Vamos ver se o Governador tem bala na agulha para segurar esse investimento aqui na nossa terra.

MAMUTE
Sep 26, 2011, 2:26 PM
Exportações do DF sobem 25% em agosto


As exportações no mês de agosto do Distrito Federal subiram 25% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados, divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC), revelam que a alta nas vendas de Bens Intermediários (alimentos e bebidas destinados a indústria e combustíveis e lubrificantes para aeronaves) foram os principais responsáveis pelo crescimento registrado.



Segundo a Fibra, a explicação para o crescimento das exportações de combustíveis e lubrificantes para aeronaves pode estar no aumento de voos internacionais com origem em Brasília, já que o DF não produz estes produtos.

















http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=366473&secao=N

pesquisadorbrazil
Sep 29, 2011, 9:49 AM
Petrobras investe
» SÍLVIO RIBAS

Enquanto o Banco do Brasil (BB) diminui sua presença em Brasília, a BR Distribuidora (BR) segue caminho inverso e investe na ampliação dos negócios na capital. A subsidiária da Petrobras decidiu acelerar os investimentos voltados ao mercado de aviação, que considera estratégico, para atender ao crescimento do consumo de combustível e se preparar para as necessidades especiais de abastecimento durante a Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016).

Responsável por 7% das vendas, o terminal da capital federal é o terceiro maior mercado e o terceiro principal destino dos investimentos da estatal até 2015. Serão aplicados aqui R$ 20 milhões na compra de 10 caminhões e novos tanques de armazenamento.

"O consumo diário de querosene no aeroporto de Brasília só perde para Guarulhos (SP) e Galeão (RJ)", informa o gerente executivo da divisão BR Aviation, Francelino Paes. Clientes internacionais, como a companhia aérea portuguesa TAP, têm contribuído para aumentar a importância do terminal.

O demanda nacional de combustíveis para aeronaves tem crescido em ritmo até duas vezes superior ao do Produto Interno Bruto (PIB) e, neste ano, está 13,5% maior que em 2010. No ano passado, as vendas aumentaram16,3%.

A expectativa é de que a trajetória de alta se mantenha, impulsionada pelas viagens domésticas e pelos eventos esportivos. A BR Aviation é a líder, com 62% das vendas, de um mercado concentrado em apenas três marcas, incluindo Shell e EDP. O país consome mensalmente 600 milhões de litros de querosene. Paes calcula que, durante a Copa e as Olimpíadas, esse volume aumente entre 20% e 30%, especialmente nas cidades sede das competições.

Correio Braziliense/AC
Fonte: http://rio-negocios.com/petrobras-investe/?s=Bras%C3%ADlia

pesquisadorbrazil
Sep 30, 2011, 10:44 PM
Decisão da Confaz favorece empresas beneficiadas pelo TARE e REA

As empresas brasilienses incluídas na primeira versão do Programa de Desenvolvimento Econômico Integrado e Sustentável (Pró-DF I) e os atacadistas beneficiados pelos regimes especiais de apuração, conhecidos como TARE e REA, não terão de pagar a diferença dos créditos entre o regime normal de apuração do ICMS e o tratamento diferenciado previsto na legislação que instituiu os programas.

Após negociação, conduzida pelo secretário de Fazenda do DF, Valdir Moysés Simão, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou, por unanimidade, na manhã desta sexta-feira (30), em Manaus, dois convênios propostos pelo Distrito Federal que suspendem quaisquer débitos que viessem a existir.

Na prática, a decisão do Confaz acaba com a insegurança jurídica gerada após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em junho passado, considerou inconstitucionais os benefícios fiscais concedidos pelo Distrito Federal relativos ao Pró-DF I. O TARE (extinto em 2008) e o REA (atualmente em vigor), que beneficiaram mais de 2 mil empresas, também foram questionados judicialmente.

O ambiente de incerteza gerado em decorrência das ações judiciais resultou numa série de manifestações dos empresários brasilienses que temiam arcar com o débito, apesar de terem agido de acordo com a legislação.

Desde o primeiro momento, a Secretaria de Fazenda se empenhou firmemente para resolver a questão. As negociações com os demais Estados começaram imediatamente. “Em nenhum momento faltou apoio do GDF aos empresários”, afirmou o secretário Valdir Moysés Simão, que participou da reunião do Confaz.

“O nosso compromisso agora é ajustar o regime dos atacadistas à legislação, de modo a fortalecer este importante setor no âmbito do Distrito Federal”, declarou o secretário.

Escrituração – Também em Manaus, o Distrito Federal confirmou a adesão completa ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). Desse modo, em vez do Livro Fiscal Eletrônico, as empresas transmitirão informações fiscais ao Fisco por meio do sistema, barateando seus custos.

Além do Sped, as empresas do DF terão de ampliar o uso da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Em 1º de outubro entra em vigor a obrigatoriedade da utilização da NF-e em todas as operações internas sujeitas ao ICMS, cujos destinatários sejam órgãos da Administração Pública do Distrito Federal.

Ficam desobrigados de emitir a NF-e nessas operações somente o Empreendedor Individual (MEI) e o Produtor Rural – pessoa física (inscrito no Cadastro Fiscal do DF com o CPF).

Fonte: Agência Brasília

Fonte: http://www.clicabrasilia.com.br/site/noticia.php?id=367412&

MAMUTE
Oct 1, 2011, 11:59 AM
Confaz confirma benefícios concedidos pelo governo por meio de programas


Desde que o STF considerou os descontos inconstitucionais, empresários temiam ter que devolver os valores


http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2011/10/01/272196/20111001082746534283a.jpg
Em junho, quando o STF anulou a validade da legislação local, empresas como a estação aduaneira Porto Seco passaram a cogitar mudança para Goiás


Pela primeira vez, desde junho, o setor produtivo do Distrito Federal pode respirar aliviado. Assim que o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucionais os incentivos fiscais concedidos no âmbito do Programa Integrado de Desenvolvimento Econômico e Sustentável (Pró-DF 1), empresários temiam ter que devolver aos cofres públicos valores que deixaram de pagar nos últimos anos. Ontem, a novela teve fim com a convalidação dos benefícios pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A decisão vale somente para as garantias já concedidas. Além do Pró-DF 1, foram contemplados o Termo de Acordo de Regime Especial (Tare) e o Regime Especial de Apuração de Imposto sobre Circulação de Mercadorias (REA), ações criadas para atender o setor atacadista que também foram questionados na Justiça.

Segundo informações da Secretaria de Fazenda do DF, somente no caso do REA, o valor que os beneficiários teriam que devolver chega a R$ 1,654 bilhão, montante relativo a descontos no pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS). O órgão não dispõe de números relativos ao Tare e ao Pró-DF 1. Estão inscritas no Termo de Acordo de Regime Especial e no REA mais de 2 mil empresas. No Pró-DF 1, apenas 9 participantes estavam ameaçados de prejuízo, uma vez que a maioria migrou para o Pró-DF 2.

Negociações
A convalidação foi decidida em reunião do Confaz realizada em Manaus. Outros estados que também tiveram benefícios cassados pelo STF continuam aguardando decisão semelhante, já que ainda não conseguiram a anistia fiscal. A fim de avançar na negociação das questões relativas a essas unidades da Federação, o conselho deve ter um encontro extraordinário em outubro.

O secretário de Fazenda, Valdir Moysés Simão, acredita que o empenho do DF em costurar um acordo, mesmo antes da decisão do Supremo, garantiu a decisão favorável. “Vínhamos discutindo, desde o início do ano, a situação do Tare e do REA. Foi uma negociação dura, mas São Paulo, que era um dos membros mais resistentes, compreendeu a nossa situação. Conseguimos resgatar um ambiente de segurança e legalidade”, afirmou. A ação de inconstitucionalidade que extinguiu os incentivos do Pró-DF partiu do estado de São Paulo.

Simão diz que, agora, a orientação é continuar estudando alternativas de desenvolvimento econômico que não envolvam descontos do ICMS. Além de o STF ter sinalizado que não permitirá legislações que tenham como mote o abatimento desse imposto, aprovadas ao arrepio do Confaz, a União deseja estabelecer alíquotas unificadas com a reforma tributária. A intenção é justamente colocar fim à guerra fiscal entre os estados (leia E eu com isso). “Um grupo de trabalho já está buscando soluções para o Pró-DF 2. No caso do setor atacadista, só será possível dar benefícios no ICMS para transações internas.”


http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2011/10/01/272196/20111001082846757352o.jpg
Conseguimos resgatar um ambiente de segurança e legalidade. Um grupo de trabalho já está buscando soluções para o Pró-DF 2" Valdir Moysés Simão, secretário de Fazenda do DF



Para o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Antônio Rocha, a decisão do Confaz é motivo de alívio para o setor privado. “Os empresários fizeram investimentos em Brasília respaldados pela legislação. À época, as pessoas confiaram na legitimidade da regra. Pagar uma dívida dessas, acumulada ao longo de anos, iria fatalmente desestimular as empresas a continuarem no DF”, afirmou.

A advogada tributarista Mary Elbe Queiroz, do escritório Queiroz Advogados Associados, diz que a convalidação é uma saída razoável. “Os empresários não poderiam ser punidos pela mudança de jurisprudência”, opina. Ela lembra que, além de tentar a aprovação do Confaz, as outras unidades da Federação atingidas pela decisão do Supremo podem provocar a Corte pedindo a modulação da sentença, já que não houve clareza a respeito da retroatividade.

Para José Matias Pereira, professor da Universidade de Brasília (UnB) e especialista em finanças públicas, a decisão representa um “final feliz” para o Distrito Federal. “Foi uma decisão oportuna e cria efetivamente um clima favorável para os empresários permanecerem aqui.” Colaborou Julia Borba

Isenção
Em junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) revogou 23 leis de seis estados e do Distrito Federal que concediam isenções fiscais para beneficiar empresas, a grande maioria delas relacionada ao Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS). Além do DF, foram cassados benefícios do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Pará, do Espírito Santo, do Paraná e do Mato Grosso do Sul.

E EU COM ISSO
A intrincada guerra fiscal entre os estados é um assunto difícil de entender, mas pode ter consequências bastante práticas para o cidadão comum. As unidades da Federação se degladiam para oferecer os benefícios fiscais mais atrativos, já que as empresas optam por se instalar onde terão mais vantagens e menores custos. Quando há uma decisão como o da suspensão do incentivo do ICMS, o resultado é insatisfação e insegurança por parte do setor produtivo. No caso do DF, houve ameaça de uma debandada de empresários para Goiás. Se isso, de fato, ocorresse, uma das consequências seria a perda de milhares de empregos.

Benefício controverso
Conheça programas de incentivo econômico do DF questionados
na Justiça

Termo de Acordo de
Regime Especial (TARE)
» Criado pelo Decreto nº 25.372, de 2004, foi idealizado para o setor atacadista. Permitia redução da base de cálculo de ICMS sobre alguns produtos. Foi revogado pelo próprio Governo do DF após ter a validade contestada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), antes mesmo de a ação ser julgada na Justiça. A ausência de aprovação do Confaz foi o argumento apresentado pelo MP.

Regime Especial de Apuração de Imposto sobre Circulação de Mercadorias (REA)
» Criado em junho de 2008 com a publicação da Lei Distrital n° 4.160 e regulamentado pelo Decreto n° 29.179, substituiu o Tare. O Executivo esperava conseguir a aprovação do Confaz antes de a norma entrar em vigor, o que não aconteceu. A exemplo de seu predecessor, o REA também reduz a alíquota do ICMS sobre algumas mercadorias. Foi alvo de ação direta de inconstitucionalidade movida pelo Ministério Público do DF e Territórios, mas continuou vigorando. Com a convalidação retroativa do Confaz, o governo local terá que pensar em outro programa de benefícios para os atacadistas.

Pró-DF 1
» Foi instituído pela Lei Distrital
n° 2.488, de 1999. Por meio do programa, os empresários conquistaram o direito de pagar à vista somente 30% do ICMS e financiar 70% do imposto em 15 anos. Justamente esse dispositivo da norma foi considerado inconstitucional pelo Supremo.





http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/10/01/interna_cidadesdf,272196/confaz-confirma-beneficios-concedidos-pelo-governo-por-meio-de-programas.shtml

pesquisadorbrazil
Oct 2, 2011, 1:26 AM
Finalmente vamos ver no que vai ficar os antigos projetos industriais. Hoje passando pela Santa Maria, eu percebi uma grande estrutura metálica sendo levantada ao lado do home center CIMFEL, alguém sabe do que se trata?

MAMUTE
Oct 2, 2011, 1:33 AM
:previous:Também vi isso, mas quando estavam terraplanando o terreno, talvez segunda ou terça vou em Luziânia, e vou procurar saber do que se trata:tup:

pesquisadorbrazil
Oct 2, 2011, 1:45 AM
:previous:Também vi isso, mas quando estavam terraplanando o terreno, talvez segunda ou terça vou em Luziânia, e vou procurar saber do que se trata:tup:

E pela estrutura, o mesmo vai se unir ao home center... Apesar que existe um desnivel no terreno. Será que vai ser um hipermercado?

MAMUTE
Oct 2, 2011, 1:52 AM
:previous:Nunca se sabe??? podia ser um Makro, mas só indo lá pra saber:D

Similar
Oct 2, 2011, 6:55 PM
Será que foi essa disputa judicial sobre o ICMS que atrasou a fábrica da PepsiCO em Brasília? Eu lembro que o Arruda chegou a lançar a pedra fundamental, mas parece que a fábrica ainda não saiu...

pesquisadorbrazil
Oct 2, 2011, 8:14 PM
Será que foi essa disputa judicial sobre o ICMS que atrasou a fábrica da PepsiCO em Brasília? Eu lembro que o Arruda chegou a lançar a pedra fundamental, mas parece que a fábrica ainda não saiu...

Acho que não, o problema tenha sido do exterior. Pois o investimento já havia sido anunciado pela presidenta da PEPSICO.:whip:

HLbsb
Oct 6, 2011, 1:05 AM
Rekkof inaugura início das obras de fábrica de aviões

A Rekkof Brasil inaugura hoje, 03, no Aeroporto Civil de Anápolis, o início das obras de sua fábrica de aviões. Inicialmente, a empresa investirá na construção R$ 1,2 bilhão.

De acordo com a assessoria de imprensa da companhia, a primeira fase deve ser concluída em 18 meses. As obras irão empregar 1,2 mil empresas. Cerca de 6 mil postos de empregos podem ser gerados com a conclusão do projeto. Os recursos são oriundos do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento), BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento), e da própria Rekkof.

*Com informações da Agecom (Agência Goiana de Comunicação)

Fonte (http://www.jornalopcao.com.br/posts/ultimas-noticias/rekkof-inaugura-inicio-das-obras-de-fabrica-de-avioes)

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Não é bem DF, mas...

MAMUTE
Oct 6, 2011, 1:34 AM
Aliás, estou sentindo falta de investimentos em fábricas no DF em 2011, Cadê??? Alguem sabe o que houve???

pesquisadorbrazil
Oct 8, 2011, 2:07 PM
Somente a BIMBO que pegou licença ambiental nessa semana. Vai ser no Pólo JK.

MAMUTE
Oct 14, 2011, 11:56 AM
DF está na disputa para sediar fábrica de telas sensíveis ao toque



O DF está na disputa com outras unidades da Federação para abrigar uma fábrica de telas sensíveis ao toque, usadas em computadores, televisores, tablets e smartphones. Ontem, o governo local deu o primeiro passo nessa direção. O vice-governador do DF, Tadeu Filipelli, senadores e deputados se reuniram com o presidente da Foxconn Technology Group, Terry Gou, na tentativa de convencê-lo a instalar a unidade em Brasília. A expectativa é de que a matriz da empresa seja instalada no Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD), mais conhecido como Cidade Digital.

Antes de se reunir com a equipe do GDF, Terry Gou se encontrou com a presidente do Brasil, Dilma Rousseff.Ele anunciou investimento de US$ 12 bilhões para o país no período de quatro a seis anos. Durante a conversa, que durou quase três horas, foram discutidos, entre outros assuntos, detalhes de ordem técnica, como as necessidades em infraestrutura e de mão de obra capacitada. Após erguer a primeira unidade, que terá 1,5Km2 de área, a empresa dará sequência à construção de outra fábrica. Segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, elas serão associadas.

A Foxconn, maior fabricante de componentes eletrônicos e de computadores do mundo, já possui quatro plantas em operação no Brasil e, até dezembro, implantará mais uma na cidade de Jundiaí, em São Paulo, onde serão produzidos iPhones e iPads. Além do Distrito Federal, cinco estados manifestaram interesse pela nova fábrica, que poderá ser a primeira a produzir equipamentos com tecnologia sensível ao toque para tablets no Ocidente. Somente quatro países no mundo fabricam essas telas, todos localizados do outro lado do globo.

O encontro com a equipe do GDF foi descontraído e seguido de um almoço preparado para 60 convidados. Ao longo da conversa, o presidente da Foxconn não escondeu a simpatia por Brasília e sinalizou a importância em investir no desenvolvimento tecnológico em cidades consideradas centros políticos. Ele chegou a citar o exemplo de Pequim, capital da China. “Ela não somente é um polo de decisões, mas também polo econômico e formador de profissionais. E isso é muito importante. Alta tecnologia e pessoal capacitado também são coisas que não podem estar separadas”, justificou.

Embora a parada de Terry Gou em Brasília tenha servido apenas para afinar o discurso com a presidente Dilma, o vice-governador do DF, Tadeu Filipelli avaliou o resultado como positivo. “Essa foi uma primeira conversa e avançou mais do que esperávamos”, pontuou. Antes de dezembro, Gou prometeu nova visita ao Brasil e convidou os membros do Executivo local para uma viagem à China. “Ele manifestou desejo em continuar conversando. Embora a empresa já tenha algumas instalações no Brasil, ele afirmou que a verdadeira vocação, em função da formação de pessoal observada aqui, é vir para Brasília”, arrematou Filipelli.

Pleito
Para Gastão Ramos, assessor especial do governo e ex-secretário de Ciência e Tecnologia, Brasília tem muito a ganhar a partir da instalação da fábrica chinesa na cidade. “Além da troca de conhecimento, vamos ter geração de emprego e renda para o DF. Isso é exatamente o que governador tem perseguido. Tentamos sensibilizá-los para bater o martelo e instalá-la no Parque Tecnológico Capital Digital, mas não há definição ainda”, afirmou. “Dentro do investimento anunciado, é claro que vamos pleitear a maior parte possível. De todo modo, essa conversa foi positiva. Ele gostou muito de Brasília, das condições que a cidade oferece e do rumo que está tomando”, reiterou.

O recém-empossado secretário de Ciência e Tecnologia, Cristiano Araújo, destacou a importância em intensificar a negociação com a Foxconn. “Queremos avançar do ponto de vista tributário, de incentivos. Temos o espaço para eles se instalarem, portanto, é importante tocar isso adiante”, disse. “É esse o direcionamento que Brasília tem que tomar, da indústria limpa. Esse é um projeto para 20 anos. Saímos otimistas.”

Reconhecimento
A empresa Foxconn tem sede em Taipei e possui mais de 1 milhão de funcionários em todo o mundo. Somente no Brasil, são cerca de 6 mil. Ela é responsável por 6% das exportações da China, nos últimos oito anos, ou seja, movimenta US$ 56 bilhões por ano. Entre os produtos montados pela empresa estão os iPads da Apple.














http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/10/14/interna_cidadesdf,273859/df-esta-na-disputa-para-sediar-fabrica-de-telas-sensiveis-ao-toque.shtml

pesquisadorbrazil
Oct 17, 2011, 1:24 PM
Será que Brasília consegue. Eu sei que tem um monte de empresas querendo ir para a Cidade Digital. Mas o povo quer coloca-la no circuito somente em 2015. Que noia...

pesquisadorbrazil
Oct 17, 2011, 1:25 PM
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DF pode receber fábrica de tablets

Brasília está na disputa com outras cinco cidades para receber uma das novas unidades que a Foxconn instalará no país
Da Agência Brasília, com informações da Agência Brasil



O governador do Distrito Federal em exercício, Tadeu Filippelli, e o secretário de Ciência e Tecnologia do DF, Cristiano Araújo, estiveram reunidos nesta quinta-feira (13/10) com o presidente da Foxconn, Terry Gou, em Brasília. A empresa taiuanesa fabrica telas sensíveis ao toque para aparelhos de alta tecnologia e anunciou investimentos de US$ 12 milhões no país, no período de quatro a seis anos. Serão construídas duas novas unidades no Brasil e uma delas pode ser no DF, no Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD).



“Foi uma primeira conversa e o presidente da Foxconn manifestou desejo em continuar conversando. A verdadeira vocação da empresa é vir para Brasília”, resumiu o governador Tadeu Filippelli, lembrando que, apesar de a companhia já ter unidades em outros estados, o Distrito Federal se destaca, em função da formação de mão de obra especializada.



Além do DF, outras cinco unidades da Federação estão na disputa para abrigar uma fábrica. Durante a reunião, na casa do senador Gim Argello, foram discutidas questões como a oferta de infraestrutura e de mão de obra capacitada. A primeira, das duas plantas a serem construídas, terá 1,5km² de área.



Para Cristiano Araújo, o Governo do Distrito Federal tem condições de atender às demandas dos empresários. “Brasília passa por uma fase de transformação, com o PTCD prestes a ser lançado. Os executivos acharam ótima a ideia de aliar nosso desenvolvimento tecnológico e econômico ao fato de estarmos próximos do Poder, onde as decisões são tomadas”, afirmou.



Ainda de acordo com o secretário de Ciência e Tecnologia, o presidente da Foxconn gostou de saber da vocação da capital do país para o segmento industrial baseado no uso de fontes limpas de energia. Os visitantes querem voltar a Brasília até o fim de novembro, para dar continuidade ás negociações.



Alta tecnologia – As telas touchscreen, sensíveis ao toque, são os componentes mais sofisticados de aparelhos como smartphones, televisores e tablets. O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, que anteriormente também se encontrou com os executivos da Foxconn, junto com a presidenta Dilma Rousseff, destacou que atualmente apenas três países – China, Coreia e Japão – produzem esse tipo de tela. Para ele, o fato merece destaque porque o Brasil seria o primeiro país do Ocidente a abrigar uma fábrica de produção de telas de toque sensível.


Foxconn – Líder mundial de mercado no segmento de componentes eletrônicos, a Foxconn tem sede em Taipei (Taiwan), e já possui quatro unidades em operação no Brasil. Até dezembro, implantará mais uma na cidade de Jundiaí (São Paulo), onde serão produzidos iPhones e iPads. Em todo o mundo, a corporação possui mais de 1 milhão de funcionários – 6 mil deles no Brasil. A empresa é responsável por 6% das exportações da China, nos últimos oito anos, movimentando anualmente US$ 56 bilhões.

Fonte: http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/042/04299003.asp?ttCD_CHAVE=159203

MAMUTE
Oct 20, 2011, 12:49 PM
Atacadistas ameaçam sair de Brasília e se instalar em Goiás e Minas Gerais


Os atacadistas do Distrito Federal mais uma vez ameaçam deixar terras candangas para se instalar em cidades de Goiás e Minas Gerais. No ano passado, o setor havia falado em debandada, quando o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) suspendeu, em caráter liminar, o Regime Especial de Apuração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (REA). Agora, o assunto voltou à tona pelo fato de os empresários não considerarem satisfatória a isenção fiscal prevista no Projeto de Lei n° 606/2011, enviado pelo Executivo à Câmara Legislativa, que cria um programa para substituir o que está sob ameaça jurídica. De acordo com o Sindicato do Comércio Atacadista do DF (Sindiatacadista), prefeitos da região do Entorno estão fazendo propostas para que os empreendedores deixem Brasília.

O projeto que está na Câmara Distrital estabelece uma alíquota de 12% sobre o ICMS interno. Os atacadistas reivindicam que ela seja reduzida para pelo menos 7%, sob o argumento de que Minas Gerais e Goiás praticam valores próximos de 3%. Eles ressaltam principalmente a dificuldade de competir com os dois estados vizinhos. “A gente tem que ter algo mais próximo do que é cobrado nesses estados, ou as empresas vão embora daqui. O setor está muito preocupado”, afirma Fábio de Carvalho, presidente do Sindicato do Comércio Atacadista do DF (Sindiatacadista).

Carvalho lembra que até setembro, apesar das incertezas jurídicas, os empresários locais ainda tinham direito aos descontos do REA. Entretanto, no dia 30 daquele mês, a Secretaria de Fazenda do DF obteve um acordo no Confaz em que se comprometeu a suspender o programa problemático, bem como outros que concediam isenções do ICMS interestadual sem a aprovação do órgão (veja Memória).

Limite
Com a mudança, o único benefício que o governo local tem margem para conceder diz respeito ao ICMS interno, desde que a alíquota não seja inferior a 12%. “É o limite para que não seja exigida a autorização prévia do Confaz”, justifica o subsecretário da Receita do Distrito Federal, Francisco Otávio.

A previsão é que, mais cedo ou mais tarde, todas as unidades da Federação terão que desistir das isenções interestaduais. O motivo é que o governo federal quer uma alíquota única para o imposto, a fim de acabar com a guerra fiscal — prática em que um estado busca atrair empresas para beneficiar sua economia, prejudicando outros. Além disso, em decisão de junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou 23 legislações que concediam descontos tributários sem o aval do Confaz, sinalizando que também não tolerará a guerra.

Somente seis unidades da Federação foram atingidas pelo julgamento do Supremo. Nas demais, as isenções fiscais continuam vigentes, incluindo Goiás e Minas Gerais, concorrentes mais diretos do DF. No caso do estado vizinho, o Distrito Federal moveu uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) contra os programas de descontos, mas ainda não houve decisão.

Jacques Veloso, assessor jurídico do Sindiatacadista, defende que seria possível ao GDF apresentar um projeto de lei com alíquota inferior a 12% para o ICMS interno, a fim de pelo menos amenizar os danos que a situação traz aos empresários locais. Segundo ele, embora a Fazenda alegue que esse percentual é o limite da legalidade, existe jurisprudência demonstrando o contrário. Veloso citou decisões do TJDFT e do Supremo autorizando uma carga tributária interna inferior. Elas diziam respeito, respectivamente, ao ICMS pago por um órgão público e um templo religioso.

De acordo com o Sindiatacadista, a debandada de empresas para o Entorno pode resultar em até 15 mil empregos a menos no DF. Albino Maniero, da distribuidora Açúcar Cristal, diz que transferir as operações para outro estado é uma opção avaliada pela empresa. “Se o governo não nos garantir condições iguais, fica muito difícil sobreviver aqui”, afirma. “Se não tivermos o mesmo benefício que outros estados, não vai nos restar outra alternativa”, complementa René Fernando Lima, gerente comercial da distribuidora de alimentos BSB.

Composição
O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), criado em 1975 pela Lei Complentar nº 24, é formado pelos secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação de cada estado e do Distrito Federal e pelo ministro da Fazenda. Trata-se de um órgão deliberativo, com a missão de garantir a harmonização tributária no país. As reuniões são realizadas trimestralmente.



















http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/10/20/interna_cidadesdf,274732/atacadistas-ameacam-sair-de-brasilia-e-se-instalar-em-goias-e-minas-gerais.shtml

MAMUTE
Oct 22, 2011, 12:37 AM
Sobrevivência de empresas do DF aumenta 75%



Dez estados brasileiros apresentaram taxas de sobrevivência de empresas acima da média nacional (73,1%), de acordo com estudo divulgado ontem (20) pelo Sebrae. No Distrito Federal, 75% das micro e pequenas empresas iniciadas em 2006 permaneceram em atividade dois anos depois.



"Essa pesquisa mostra o avanço da legislação referente às micro e pequenas empresas, o forte crescimento do mercado consumidor brasileiro e o maior preparo dos empreendedores na administração do negócio durante os primeiros anos", afirma o presidente do Sistema Fecomércio-DF, Adelmir Santana.



Geralmente, os dois primeiros anos de atividade são os mais críticos para uma empresa, porque é necessário conquistar uma base de clientes, tornar-se conhecido no mercado, reinvestir a receita no negócio e superar dificuldades de gestão.


O estudo do Sebrae também mostra que o comércio está entre os setores que mais sobrevivem com sucesso: de cada 100 empresas abertas, 74,1% permanecem ativas nos dois anos seguintes. Em seguida, aparecem serviços (71,7%) e construção civil (66,2%). As indústrias lideram com 75,1%. As empresas da região Sudeste apresentam os melhores índices (76,4%). Na sequência vem Sul (71,7%), Nordeste (69,1%), Centro-Oeste (68,3%) e Norte (66,0%).








http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=371017&secao=N

MAMUTE
Oct 26, 2011, 4:11 PM
Pró-DF 2 vai ressuscitar os benefícios oferecidos a empresários



http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2011/10/26/275604/20111025225449865060i.jpg
Porto Seco: a maioria das empresas instaladas na área foi atraída pelos benefícios fiscais oferecidos pelo Governo do Distrito Federal


A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) do Distrito Federal retomou a análise de pedidos de empresários para ter acesso aos benefícios da segunda versão do Programa de Desenvolvimento Econômico Integrado e Sustentável do DF, o Pró-DF 2. A avaliação de cartas consultas estava suspensa desde o início deste ano, quando o governador Agnelo Queiroz pediu que fosse feito um pente-fino em contratos sob suspeita de irregularidades. Ontem, no entanto, o Conselho de Apoio ao Empreendimento Produtivo (Copep), órgão formado pelo poder público e representantes do setor privado, validou 14 processos novos. Desses, cinco eram estudos de viabilidade econômica, apresentados por empresas interessadas em ingressar no programa. Os demais eram de firmas já contempladas, que pleitearam acesso a crédito fiscal e autorização para ampliar a área construída.

Além da análise de novos processos, o Copep reintegrou ao Pró-DF 2 cinco empresas cujos benefícios haviam sido cancelados em razão da auditoria realizada no primeiro semestre de 2011. “São projetos que tinham sido suspensos por vários motivos. Entre eles, o de não terem apresentado plano de viabilidade ou demonstrado capacidade financeira. (Os empresários) corrigiram essas questões, apresentaram mais informações. Estamos falando de 222 cancelamentos e 140 empresas que entraram com recurso. Do total, o Copep só aprovou cinco”, justificou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jacques Pena.

Pena disse que a retomada da análise de pedidos do Pró DF-2 é um marco positivo para a economia do Distrito Federal. “Para que nós tenhamos condição de convencer o setor produtivo a implantar e ampliar seus negócios aqui, é necessário que o programa volte a funcionar”, afirmou.

Mas o pacote de estímulos pode enfrentar problemas no futuro. A legislação que criou a primeira versão do programa, o Pró-DF 1, teve pontos julgados ilegais pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O financiamento de até 70% do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) foi considerado inconstitucional, por não ter obtido a aprovação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A Lei Distrital n° 3.266/2003, que instituiu o Pró-DF 2, tem um dispositivo quase idêntico.

Na época em que o Pró-DF 1 foi contestado, estímulos ligados ao ICMS concedidos por outras cinco unidades da Federação caíram. A intenção da Corte foi acabar com a guerra fiscal, nome dado à prática dos estados de oferecerem facilidades sem aval do Confaz, a fim de atrair empresários para seus territórios.

Ameaça
O secretário de Desenvolvimento Econômico admite que o Pró-DF 2 está ameaçado. Segundo ele, secretarias do Governo do DF continuam trabalhando em um novo programa de fomento, que não tenha por base o ICMS. “Só que isso ainda vai ser objeto de apreciação do governador e aprovação da Câmara. Enquanto não acontece, o Pró-DF continua valendo. Vamos continuar fazendo o que diz a lei vigente”, declarou.

O setor produtivo local recebeu bem a notícia da reativação do programa. José Luiz Dias Fernandez, primeiro vice-presidente da Federação da Indústria do Distrito Federal (Fibra), participou da reunião do Copep de ontem. Para ele, a economia local precisa voltar à normalidade. “No ano passado, foi uma instabilidade, tivemos três governadores. E este ano o programa não funcionou no primeiro semestre”, lembrou. Danielle Moreira, presidente da Associação Comercial do DF (ACDF), também é a favor da retomada. “É uma necessidade. A gente precisa dar um incentivo para o empresário continuar investindo aqui. Mas a análise dos processos tem que ser bem apurada, para não continuar dando lote a quem não precisa.”











http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/10/26/interna_cidadesdf,275604/pro-df-2-vai-ressuscitar-os-beneficios-oferecidos-a-empresarios.shtml

MAMUTE
Nov 10, 2011, 1:27 PM
De janeiro a outubro, 6.421 empresas foram fechadas por fraudes no Fisco


O combate à sonegação fiscal em 2011 já rendeu aos cofres do governo local R$ 884,5 milhões. Desde janeiro, 6.421 empresas tiveram as portas fechadas por burlar a legislação para tentar se livrar do pagamento de impostos. Ao longo das investigações, fiscais da Secretaria de Fazenda acabaram com o esquema de grandes varejistas que funcionavam em locais de fachada e em nome de laranjas. Somente ontem, o Diário Oficial do Distrito Federal trouxe o cancelamento de 374 registros devido a irregularidades constatadas pelo Fisco.

Para marcar a terceira edição do Dia Nacional de Combate à Sonegação, cerca de 150 fiscais, policiais militares, servidores da Receita Federal e da Polícia Federal participaram ontem de operação para desbaratar fraudes. As ações no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, nas principais vias de acesso ao DF e em visitas surpresas a lojas e supermercados suspeitos somaram mais de R$ 36 milhões em crédito tributário.

As equipes deram ênfase à fiscalização de cargas. Pela manhã, servidores flagraram no aeroporto um carregamento de garrafas de vodca com documentos fiscais destinados ao Rio de Janeiro. Uma grande empresa do setor de telecomunicações, cujo nome não foi revelado, trazia ao DF produtos eletrônicos com cupons que não condiziam com os produtos. Na BR-040, que liga Brasília ao Rio de Janeiro, mais irregularidades foram encontradas em documentos relacionados a uma carga de pneus.

Infrações
Desde o início do ano, a Secretaria de Fazenda se esforça para intensificar a presença fiscal e conter os sonegadores. De maneira simbólica, o novo titular da pasta, Marcelo Piancastelli, entregou ontem ao promotor Rubin Lemos, da Promotoria de Defesa da Ordem Tributária do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), 29 autos de infração para que empresas irregulares sejam representadas criminalmente. Piancastelli disse que o Dia Nacional de Combate à Sonegação tem, acima de tudo, caráter educativo e preventivo.

O MPDFT também tem exercido papel importante para conter o calote aplicado por pessoas jurídicas. “O DF quer mais empresas, mas empresas idôneas e que cumpram e lei”, comentou o promotor Rubin Lemos. Segundo ele, a sonegação é praticada na capital do país por empresas dos mais diversos ramos. Lemos reforçou que o Estado está de olho nas organizações de fachada — muitas delas contam com o atuação de contadores para se livrar da obrigação dos tributos. O crime de falsidade ideológica é cometido com frequência por sonegadores.


NOVO PRESIDENTE DO BRB SERÁ DO PT
O governador Agnelo Queiroz (PT) anuncia hoje o novo presidente do Banco de Brasília (BRB). Será Jacques Pena, da tendência Articulação. Sai Edmilson Gama. Secretário de Desenvolvimento Econômico, Jacques Pena é bancário e foi presidente da Fundação Banco do Brasil. Pena é aliado do deputado distrital Chico Vigilante e do secretário de Habitação, Geraldo Magela. O PT ganha mais espaço no governo Agnelo. (Ana Maria Campos)










http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/11/10/interna_cidadesdf,277861/de-janeiro-a-outubro-6-421-empresas-foram-fechadas-por-fraudes-no-fisco.shtml

MAMUTE
Nov 18, 2011, 11:21 AM
Empresários cobram e Agnelo promete investir quase R$ 3 bilhões


A crise política preocupa o setor produtivo do Distrito Federal. Representantes da indústria, do comércio e da agricultura se reuniram ontem, na Federação das Indústrias do DF (Fibra), com o governador Agnelo Queiroz. Os empresários temem que a onda de denúncias contamine a economia local e provoque a paralisação de obras, a quebra de contratos com o setor privado, além de dificultar as negociações com outros estados. Hoje, o Governo do DF é responsável por 25% da riqueza gerada na capital federal.

Agnelo, em longo discurso, prometeu investir R$ 2 bilhões em mobilidade urbana, como a ampliação do metrô; R$ 750 milhões na reforma do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek; e contratar 40 engenheiros e arquitetos para apressar a liberação de alvarás.

Ele lembrou que negocia com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) empréstimo de R$ 800 milhões para aplicar na Companhia Energética de Brasília (CEB). Embora ainda não haja data para o dinheiro chegar à empresa, o governador afirmou que o acordo tem o apoio da presidente Dilma Rousseff.

Cautela
“O que a gente percebe é que há um submundo do crime que quer desestabilizar o governo. Existem interesses em criar um ambiente difícil para o DF e dificultar os investimentos aqui”, declarou o governador.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do DF, Renato Simplício Lopes, manifestou total apoio ao governador. “Acredito na sinceridade dele (Agnelo) e que Deus o ajude nessa empreitada.” Os dirigentes da Fibra, Antônio Rocha, e da Associação Comercial do DF, Danielle Bastos Moreira, foram mais cautelosos. Ambos entendem que as denúncias geram incertezas no ambiente econômico.

Embora a crise ainda não tenha afetado os diferentes segmentos da economia local, os empresários, o presidente da Fibra afirmou que é cobrado com frequência sobre a liberação de obras. “Todos os dias escuto: ‘Toninho, que dia o governador vai liberar as obras?’”. No ramo da construção civil são esperadas até o fim deste ano licitações no valor de R$ 80 milhões voltadas às obras viárias, como 300km de ciclovias.














http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/11/18/interna_cidadesdf,278988/empresarios-cobram-e-agnelo-promete-investir-quase-r-3-bilhoes.shtml

pesquisadorbrazil
Nov 18, 2011, 11:23 AM
Antes do GDF sair dando lotes aos empresários, primeiro tem que colocar infra-estrutura né.

MAMUTE
Nov 24, 2011, 10:40 AM
Empresários reclamam da carga de impostos e cobram investimentos prometidos



Empresários insistem na necessidade de uma reforma para aliviar a carga de impostos. Cobram também os investimentos prometidos pelo GDF e a qualificação de trabalhadores


http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2011/11/24/279918/20111124080040695228a.jpg
Construção civil: segmento que mais demanda operários qualificados


Representantes da indústria voltaram a reclamar da elevada carga tributária, da falta de qualificação dos funcionários e da demanda em marcha lenta, principalmente por parte do governo local. As queixas foram detectadas pela sondagem realizada pela Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada esta semana. O estudo enumera também os principais problemas para a competitividade, no entendimento dos empresários.

O valor dos tributos é o que mais incomoda o setor. Entre os entrevistados em setembro, 63% creditam aos impostos as dificuldades para o desenvolvimento da atividade. “A carga tributária sempre foi um grande entrave”, diz o presidente da Fibra, Antônio Rocha, antes de lembrar que o custo da tributação no Brasil é um dos mais altos do mundo. Ele defende a retomada da discussão em torno da reforma tributária.

A escassez de trabalhador qualificado no mercado surge como o segundo maior problema apontado pelos industriais brasilienses — o tema foi lembrado por 51,5% dos entrevistados. Com a proximidade dos grandes eventos esportivos internacionais, a preocupação com a mão de obra se torna ainda maior. A Fibra prepara um projeto para, em 2012, construir uma escola técnica em Taguatinga, na tentativa de reduzir o deficit existente.

Cursos
Este ano, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), ligado ao Sistema S, deve formar mais de 11 mil pessoas para atuar nos diferentes segmentos da indústria do DF. De acordo com presidente da Fibra, todos concluem os cursos com emprego garantido. “Mesmo assim, o mercado continua demandando mais gente”, diz Rocha. Para ele, a indústria precisa focar, com o apoio do governo, na formação de jovens em busca de uma primeira oportunidade.

A sondagem também aponta como entraves do setor a competição acirrada (33,3%), a falta de demanda (30,3%) e as taxas de juros elevadas (27,3%). Na semana passada, em encontro com o governador Agnelo Queiroz (PT), os empresários brasilienses cobraram rapidez nos investimentos. “As obras prometidas estão demorando muito a sair”, lembra Rocha. O ritmo lento afeta, além da construção civil, os segmentos da informática e as indústrias gráficas.

Mesmo com as queixas recorrentes, os números de setembro indicam uma expansão da indústria local ante agosto, ainda que tímida. O índice que mede a evolução da produção alcançou 54,5 pontos e o indicador do emprego atingiu 54,9 pontos. Já o nível de utilização da capacidade instalada (UCI) caiu oito pontos percentuais e ficou em 67%.

A pesquisa da Fibra sinaliza ainda que os empresários estão otimistas com os próximos seis meses, principalmente em relação ao volume de exportação. O índice de expectativa nesse quesito ficou em 75 pontos. As perspectivas para a demanda melhoraram, mas em menor intensidade. Em relação à produção, o indicador chegou a 63,2 pontos, contra 58,7 pontos no mês anterior.
















http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/11/24/interna_cidadesdf,279918/empresarios-reclamam-da-carga-de-impostos-e-cobram-investimentos-prometidos.shtml

MAMUTE
Nov 28, 2011, 2:10 PM
Águas Lindas foi a que mais cresceu



De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Águas Lindas foi a cidade brasileira que mais cresceu em 2010. Segundo dados da Secretaria de Indústria, Comércio e Trabalho de Águas Lindas (GO), o ponto forte da movimentação financeira da cidade está no segmento de vendas e serviços.





http://www.alo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=148311

MAMUTE
Dec 15, 2011, 5:28 PM
Deputados distritais aprovam a redução do ICMS de 17% para 12%


No penúltimo dia antes do início do recesso parlamentar, os deputados distritais aprovou ontem a redução de 17% a 12% no Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o setor atacadista do Distrito Federal. A medida, chamada de Pró-atacadista, tem como principal objetivo combater a guerra fiscal entre estados vizinhos, especialmente Goiás.

Outra lei correlacionada que deve ser aprovada hoje permitirá o perdão de uma dívida fiscal de R$ 9 bilhões a empresas do setor. Esse passivo foi criado por um vácuo na legislação, quando a diminuição tributária acabou considerada inconstitucional e muitas firmas passaram a ser consideradas devedoras. “Com essa aprovação, a Câmara está dando um tratamento constitucional à matéria e incentivando a atividade, que é muito importante para a economia do Distrito Federal”, explicou o líder do governo, Wasny de Roure (PT). “É importante colocar esse tipo de comércio no DF como referência para o Centro-Oeste e, ao mesmo tempo, com possibilidade de competir com os mercados das Regiões Norte e Nordeste”, disse o secretário da Fazenda, Marcelo Piancastelli.

De última hora, foi aprovada ontem a criação da 31ª Região Administrativa no Distrito Federal, a da Fercal, que fica próximo a Sobradinho. O projeto é de autoria do Executivo, e a nova administração deve ser criada em janeiro. Segundo o governo local, a região tem um núcleo habitacional consolidado. “Com isso, poderemos dar assistência maior para a população local”, explicou o coordenador de Assuntos Legislativos do GDF, José Willeman.

Outros projetos de autoria do Executivo aprovados ontem foram o plano de gestão integrada de resíduos da construção civil e resíduos volumosos, além da lei que regulariza e organiza o funcionamento das feiras livres e permanentes no DF. No caso do primeiro, ele prevê responsabilidades e disciplina a ação dos geradores, transportadores e receptores de resíduos. Outra aprovação de destaque foi a complementação, pelo GDF, do valor do programa federal Bolsa Família.

Além das aprovações em dois turnos das matérias de interesse do Executivo (incluindo também a liberação de créditos suplementares), o Legislativo aprovou em 1º turno quase 50 propostas dos próprios deputados, a maioria criação de datas comemorativas e de outras festividades no calendário de eventos da capital federal. Ainda existem projetos considerados essenciais pelo GDF a serem votados.

Questões delicadas
Ainda que não devam ocorrer problemas para a aprovação, dois projetos são mais polêmicos. O primeiro trata da equiparação das carreiras de auditores, de agentes fiscais e de fiscais tributários no DF. O segundo trata do estabelecimento do regime jurídico dos servidores do DF, que define direitos e regras para o funcionalismo público local.








http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/12/15/interna_cidadesdf,282900/deputados-distritais-aprovam-a-reducao-do-icms-de-17-para-12.shtml

MAMUTE
Dec 19, 2011, 7:26 PM
Segundo esses dados do portal terra, Dados de 2009, Brasília tem o 9° maior PIB municipal da industria Brasileira.

http://i856.photobucket.com/albums/ab122/mamutemamute/PIB.png




http://www.terra.com.br/economia/infograficos/pib-industria/

HLbsb
Dec 19, 2011, 10:37 PM
:previous:

Composição do PIB industrial do DF:

Indústria Extrativa: 27 Milhões de Reais
Indústria de Transformação: 2,276 Bilhões de Reais
Construção Civil: 4,510 Bilhões de Reais
Produção e Distribuição de Eletricidade, Gás, Água, Esgoto e Limpeza Urbana: 844 Milhões de Reais
==========================
De toda forma, a industria de transformação ainda está muito tímida no CO, somando apenas 21,181 BI (sendo 54,5% de GO), bem menos do que alguns estados como:
SP - 199,851 BI
MG - 44,804 BI
RS - 41,543 BI
PR - 31,201BI
RJ - 30,514 BI
SC - 25,285 BI

Fabricas como Rekoff e Suzuki, entre outras que estão indo para o interior de Goiás, tendem a mudar gradualmente a concentração. O estado de SP, sozinho, detem 42,95% da produção da industria de transformação do país.

O item Indústria de Transformação é ainda aquele no qual o DF mais tem espaço para crescimento na formação de seu PIB, em relação ao perfil de formação do PIB brasileiro. Enquanto no DF esse setor prepresenta apenas 1,73% do PIB, no Brasil ele representa 14,36%, apesar de apenas 6 estados terem participação relativa em seus respectivos PIBs maior do que a média nacional (SP, MG, RS, PR, SC e AM), ou seja, estados com mais expressiva participação da industria de transformação do montante do PIB.
===========================
Apenas Luziânia, dentre as cidades do entorno do DF, tem produção industrial significativa, aparecendo em 7° lugar no ranking goiano. A seguinte na lista, dentre as cidades goianas, é formosa, em 30° lugar. Unaí, do lado mineiro, aparece em 74° lugar naquele estado. É bem provavel que no ranking de 2010, a ser divulgado ano que vem, Anápolis já apareça na frente de Goiânia como maior PIB industrial goiano...
==================================
Além disso, o DF aparece como 5° Maior PIB agropecuário e 3° maior PIB no setor de serviços, colado no Rio de Janeiro que é o 2°.

O setor de serviços inclui o item administração, saúde e educação pública e seguridade social no qual o DF é 1° colocado.

Esse setor representa 48% do PIB do DF, mas mesmo sem ele o DF se mantem a 3ª posição no PIB municipal com alguma folga e se mantem lider em PIB per capta entre as metrópoles brasileiras.

Outros itens que têm bastante destaque per capta no setor de serviços são, em ordem:
Intermediação Financeira, Seguros e Previdência Complementar e Serviços Relacionados;
Serviços Prestados às Famílias e Associativos;
Serviços de Informações &
Saúde e Educação Mercantís

Fontes:
http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/tabela/listabl.asp?z=p&o=29&i=P&c=21
http://www.ibge.gov.br/estadosat/temas.php?sigla=df&tema=contasregionais2009

pesquisadorbrazil
Dec 26, 2011, 6:19 PM
Gasoduto Brasil Central, que conecta São Carlos a Brasília têm previsão de iniciar em agosto a construção do empreendimento

A Transportadora de Gás do Brasil Central (TGBC) estima realizar no primeiro semestre do ano que vem chamada pública para contratação de capacidade do gasoduto Brasil Central, que conecta São Carlos (SP) a Brasília (DF). Respeitado o cronograma, a previsão da companhia é iniciar em agosto a construção do empreendimento.

Para que a chamada pública ocorra, no entanto, a TGBC ainda depende da liberação da licença de instalação pelo Ibama. De acordo com a transportadora, todos os documentos exigidos pelo órgão ambiental já foram entregues desde outubro, mas ainda não há previsão de quando a licença será emitida.

Pleito antigo das distribuidoras Gasmig, CEBGás e Goiasgás, o projeto do gasoduto Brasil Central tem como objetivo abastecer os mercados do norte de São Paulo, região do Triângulo Mineiro, Goiás e Distrito Federal. Com 20” de diâmetro, o sistema terá capacidade para transportar 5,5 milhões de m³/dia, a partir de seis pontos de entrega.

De acordo com o sumário descritivo do projeto, publicado nesta segunda-feira (12/12) no Diário Oficial da União (DOU), os city gates serão instalados nos municípios de Uberaba e Uberlândia (MG), Itumbiara, Caldazinha e Silvânia (GO) e Brasília.

O projeto, no entanto, poderá sofrer alterações em função das manifestações de interesse dos carregadores durante o processo de chamada pública para contratação de capacidade de transporte.

Fonte: http://www.saocarlosoficial.com.br/noticias/?n=Gasoduto+Brasil+Central,+que+conecta+Sao+Carlos+a+Brasilia+tem+previsao+de+iniciar+em+agosto+a+construcao+do+empreendimento_3A8FGGMBJA

MAMUTE
Dec 28, 2011, 12:52 AM
Parque Tecnológico Cidade Digital


Governo criará pacote de créditos e incentivos fiscais e tributários para facilitar a instalação de indústrias limpas dos setores de Ciência, Tecnologia e Inovação



A Secretaria de Fazenda está trabalhando na elaboração de um pacote de créditos e incentivos fiscais e tributários com o objetivo de facilitar a instalação, no Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD), de indústrias limpas voltadas para os setores de Ciência, Tecnologia e Inovação. Os benefícios foram discutidos nessa segunda-feira (26) durante reunião entre os secretários Marcelo Piancastelli (Fazenda) e Cristiano Araújo (Ciência, Tecnologia e Inovação).

Os moldes do pacote para atração de investimentos no DF será definido conforme os estudos que estão sendo desenvolvidos por técnicos da Fazenda. Piancastelli adiantou, entretanto, que há a possibilidade de se obter financiamentos para essas empresas por meio do Banco de Brasília (BRB), com recursos do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), o que garantirá juros mais baixos.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação tem realizado tem diversas rodadas de reuniões e debates com os mais diversos órgãos do GDF, com objetivo de desburocratizar o Parque Tecnológico e viabilizá-lo como empreendimento, considerando que o projeto existe há sete anos, mas andou muito pouco desde então.

Em vistoria às obras da Cidade Digital, localizada ao lado da Granja do Torto, Cristiano Oliveira garantiu aos diretores do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal que os cronogramas de obras serão cumpridos e que o GDF cumprirá sua parte do contrato, entregando até maio de 2012 toda a infraestrutura da área. Os bancos estão instalando no Parque seus datacenters (bancos de dados), que já estão com seus prédios em avançado estágio de construção. “A Cidade Digital hoje não é mais apenas um projeto. É fato consumado e não tem volta”, afirmou o secretário.

Até maio, a Terracap, em conjunto com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, publicará o modelo de negócio que será utilizado para a definitiva implantação das empresas, o que poderá acontecer por meio de uma Parceria Público-Privada, a chamada PPP’s. Até lá, a Secretaria de Fazenda já terá concluído todo o pacote de incentivos que será concedido aos empresários. “Até 2014 teremos várias empresas instaladas na Cidade Digital, que gerarão cerca de 20 mil empregos”, destaca Cristiano Araújo.























http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/042/04299003.asp?ttCD_CHAVE=162399

pesquisadorbrazil
Dec 28, 2011, 12:39 PM
Vamos ver se isso sai mesmo do papel. Apesar que vejo uma luz no fim do tunel. Mas sabe como é, em Brasília tudo acontece na velocidade de lesma.

MAMUTE
Jan 27, 2012, 3:07 PM
DF tem recorde de exportações em 2011, diz entidade empresarial



Voos internacionais ajudaram a incrementar estatística, aponta federação.
Carne de frango liderou vendas; sauditas e chineses foram maiores clientes.


O saldo de exportações do Distrito Federal totalizou US$ 184,23 milhões (cerca de R$ 385 milhões) em 2011, o que representa um aumento de 20% em relação a 2010 e o maior valor já exportado pelo DF, de acordo com nota técnica da Federação das Indústrias do DF (Fibra) baseada em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

De acordo com a Fibra, o aumento de voos internacionais saindo do aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, foi determinante para o crescimento das exportações. O segmento de combustíveis e lubrificantes para aeronaves registrou alta de 120,15% no ano passado.

“As empresas aéreas internacionais que operam na rota de Brasília para, principalmente, Estados Unidos e Portugal (que é a entrada da Europa), abastecem no Brasil e a compra é contabilizada como exportação de produto nacional”, disse o presidente da Fibra, Antônio Rocha, por meio de suas assessoria de imprensa.

Outro setor que impulsionou as exportações do DF foi o agrícola. O ranking de produtos mais exportados é liderado por “pedaços e miudezas de frango” e “carnes de galos e galinhas em pedaços”, com 52,39% das exportações e US$ 96,51 milhões comercializados, segundo a Fibra.

Entre os países que mais receberam produtos do DF, a Fibra listou a Arábia Saudita (19,87% do total exportado no ano) e a China (13,28%), compradoras de carnes de frango e os grãos de soja, seguidas de Estados Unidos (11,09%) e Portugal (10,46%), por causa dos voos internacionais.

Importações
No ano, o DF importou 20% menos do que em 2010. A Fibra informou que a redução se deve à diminuição de 42% nas compras de frações de sangue e medicamentos pelo Ministério da Saúde.

A nota afirmou ainda que os países dos quais o DF mais comprou foram Estados Unidos (30%), Áustria (11%), Alemanha (9%), Índia (7%) e China (5%).

Dezembro
A nota diz que o mês de dezembro de 2011 registrou US$ 21,78 milhões em exportações do DF, número 96% maior do que os US$ 11,07 milhões registrados em dezembro de 2010. As importações no mesmo mês somaram US$ 125,11 milhões, 15% a mais do que em relação ao mesmo mês de 2010.




OS PRODUTOS MAIS EXPORTADOS PELO DF EM 2011




Produto

Valor exportado

Participação



Pedaços e miudezas de galos e galinhas

US$ 52 milhões

28%



Combustíveis e lubrificantes para aeronaves

US$ 46 milhões

25%



Carnes de galos e galinhas cortadas em pedaço

US$ 44 milhões

24%



Outros grãos de soja

US$ 34 mlhões

18%



Mercadorias para consumo de bordo em aeronaves

US$ 2,8 milhões

1,53%





http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2012/01/df-tem-recorde-de-exportacoes-em-2011-diz-entidade-empresarial.html

MAMUTE
Jan 27, 2012, 3:17 PM
:previous:Recorde nas exportações, mas ainda assim o resultado é inespressivo comparando com outros estados, sinal que tem muito a ser feito para chegar a US$ 1BI, quem sabe com a cidade aeroportuaria isso se torne realidade...

salengasss
Jan 28, 2012, 1:54 PM
Carnes e miudezas de frango???????? Não invista em pesquisa e tecnologia não, Brasília... assim, você terá que vender toneladas e mais toneladas de galinha pra conseguir comprar um chipizinho de computador.

MAMUTE
Jan 31, 2012, 2:29 PM
Empresários de Brasília recebem alvarás hoje



Administração de Brasília entregará 300 documentos a empresas da capital


Cerca de 300 empresários das asas Sul e Norte receberão hoje (31) seus alvarás de funcionamento. A entrega será feita neste manhã pelo Administrador de Brasília, Messias de Souza (foto), que após montar uma força-tarefa com arquitetos do órgão, da Agefis e da Terracap, conseguiu atender a demanda de processos que aguardavam até três anos pelo documento.

Alguns pedidos de alvará de funcionamento se encontravam parados na administração por diversos motivos. Após determinação do governador Agnelo Queiroz de agilidade no atendimento às solicitações dos empresários, o administrador buscou reforço em outros órgãos e conseguiu, nos últimos seis meses, analisar cerca de 300 processos.

Segundo Messias, estes empresários serão apenas os primeiros a serem beneficiados. Eles receberão os documentos já assinados hoje e, a partir dai, estarão com seus empreendimentos legalizados. A ideia, contudo, vai além do mutirão que termina nesta terça. A cada 15 dias, o administrador pretende entregar mais alvarás. Cerca de 100.

http://www.jornalalobrasilia.com.br/capa/scripts/diminuator.php?arquivo=/noticias/img/noticias/foto_31012012074545.jpg&w=300


Além da emissão dos alvarás – atrasados desde as gestões anteriores –, Messias adotará outra medida que beneficiará a população de Brasília, inclusive os empresários que buscam alvarás de funcionamento. Deverá ser anunciada nos próximos dias que a Administração de Brasília não será mais fechada no horário de almoço. O novo horário visa atender àqueles que só possuem o período entre 12h e 14h para resolver assuntos particulares e acabam esbarrando no horário de almoço dos servidores. O órgão atenderá das 8h às 18h, sem interrupção.

“A Administração trabalha pela legalidade dos processos e pelo atendimento. O cidadão tem que ser atendido pelo servidor e ter sua solicitação atendida pelo órgão”, enfatizou Messias. Hoje, cerca de 70% dos pedidos de alvarás de funcionamento que estão no órgão, por exemplo, estão parados por falta de documentação exigida. “Estamos entrando em contato, solicitando que os empresários atendam às exigências para que possamos fornecer todos os alvarás pendentes. Só não teremos protecionismo, quem estiver ilegal ou sem documentação, não terá o documento”, explicou.

A cerimônia de entrega de alvarás acontece às 9h30, no auditório da sede da Administração de Brasília (SBN quadra 2 bloco K S1).













http://www.alo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=156628

pesquisadorbrazil
Feb 1, 2012, 4:22 PM
Será que dentre esses alvarás, está do home center C&C no SIA?

pesquisadorbrazil
Feb 7, 2012, 3:00 PM
Wickbold esquenta o forno na guerra contra a mexicana Bimbo
Fabricante quer faturar R$ 1 bilhão em 2015 e chegar a dois novos estados no próximo ano, além dos 11 atuais.

O mercado de pães industrializados encontra-se em pleno processo de fermentação no Brasil.

A mexicana Bimbo, líder do segmento com um total de sete marcas como Pullman e Nutrella, e a paulistana Wickbold, a terceira do ranking, estão expandindo seus fornos para novas geografias.

Na próxima semana, a Wickbold, companhia familiar fundada há 74 anos e dona de um faturamento de R$ 511 milhões, vai definir em qual endereço construirá sua fábrica de Santa Catarina, a quinta do país.

Em paralelo, ela amplia a unidade industrial de Hortolândia (SP) e soma um investimento de R$ 25 milhões nos dois projetos neste ano.

No dia 15, o mexicano Daniel Servitje, CEO do Grupo Bimbo e rival da família Wickbold, desembarca em Brasília para a inauguração da planta industrial que operará no Pólo JK Santa Maria, a oitava da companhia no país.

A fábrica, primeira do grupo na região Centro-Oeste, tende a intensificar a briga nas gôndolas brasilienses, terreno dominado pela Wickbold.

"Não temos medo. Nós gostamos de desafio", alfineta Bernardino Costa, diretor comercial da Wickbold, entre risos e promessas de muitos lançamentos e de também atingir R$ 1 bilhão em receita até 2015.

Pães especiais

Embora não seja a líder do mercado brasileiro de pães, que movimentou por volta de R$ 3 bilhões em 2011, a Wickbold está concentrando suas armas nas versões especiais, que se referem aos pães produzidos com ingredientes diferenciados como farinha integral, castanha do pará, quinoa e até iogurte.

E é justamente nesta categoria de pães especiais que a marca quer dar o pulo do gato nos próximos meses, estratégia que deve ajudá-la na meta de ultrapassar a Bimbo.

Com suas sete marcas, o grupo mexicano lidera o segmento como empresa, com 38% de participação de mercado. Já a Wickbold detém 27,5% de participação. "Nossa estratégia é, em dois anos, ultrapassar a Bimbo em pães especiais", afirma Costa.

Os pães especiais apresentam a maior taxa de crescimento na indústria de panificação e respondem por 45% de todos os pães industrializados vendidos no país.

O Sul do Brasil, terreno da Nutrella, da Bimbo, é forte no consumo de pães e tem o mesmo poder de compra do interior de São Paulo.

Com a fábrica de Santa Catarina, a Wickbold planeja alavancar suas vendas no Rio Grande do Sul, onde só atende a rede Zaffari, e no estado catarinense.

Mato Grosso do Sul entra no radar da Wickbold, a partir da ampliação da planta de Hortolândia. Em 2013, a empresa pretende aterrisar em dois novos estados, além dos 11 atuais.Por Françoise Terzian

Fonte:brasileconomico06/02/2012
Fonte: http://fusoesaquisicoes.blogspot.com/2012/02/wickbold-esquenta-o-forno-na-guerra.html

pesquisadorbrazil
Feb 7, 2012, 3:06 PM
E depois, dizem que aqui não tem fábrica de nada né. Nem de pizza e marmelada...

MAMUTE
Feb 7, 2012, 3:09 PM
:previous:Bom saber que a fábrica da BIMBO já está para abrir, o que eu queria saber é da fábrica da PEPISICO que até hoje não sei se já começaram as obras:shrug:

MAMUTE
Feb 7, 2012, 3:22 PM
:previous:Procurando no Google, achei o site da construtora âncora engenharia que construiu a fábrica da BIMBO no polo JK, e achei essa imagem.


http://www.ancoraengenharia.com.br/img/300/?i=media/frontend/imagens/bimbo.jpg

pesquisadorbrazil
Feb 7, 2012, 3:23 PM
:previous:Bom saber que a fábrica da BIMBO já está para abrir, o que eu queria saber é da fábrica da PEPISICO que até hoje não sei se já começaram as obras:shrug:

Até agora não se fala no assunto, mas o projeto continua valendo, até aonde eu sei.:tup:

MAMUTE
Feb 10, 2012, 4:47 PM
Fábricas calculam prejuízo de 6 milhões de reais devido à queda de energia


Fábricas de cimento na Fercal estão sem luz há mais de 15 horas e calculam um prejuízo de seis milhões de reais por dia devido aos problemas de falta de energia elétrica. A região está no escuro desde o fim da tarde dessa quinta-feira (9/2).

A Companhia Energética de Brasília (CEB) disse que 99% das regiões afetadas com a queda já tiveram o sistema normalizado. Explicou também que as fábricas podem estar com baixa tensão de eletricidade, o que inviabiliza o seu funcionamento. Empresas de grande porte precisam de uma alta capacidade de energia para operar. A CEB sugeriu ainda que essas fábricas possam estar dentro da zona de 1% que continua sem luz na região.

De acordo com a assessoria de imprensa de uma das fábricas prejudicadas, Cimento Planalto (Ciplan), todos os funcionários estão ociosos durante o horário de trabalho. Além disso, a distribuição do produto para as revendedoras em todo o Distrito Federal e Entorno ficou prejudicada, porque as fábricas não estão produzindo cimento.

A falta de luz foi causada por um rompimento de um cabo de energia, devido a uma descarga elétrica na região de Sobradinho. Para restabelecer a luz, a CEB redistribuiu energia de outras regiões, enquanto a substituição do cabo é feita. Por volta das 22h30 de ontem, 80% dos locais afetados estavam com a energia normalizada e a meia-noite, esse número subiu para 99%.

A CEB acredita que até o fim da tarde toda região atingida estará com a distribuição de energia elétrica normalizada.









http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/02/10/interna_cidadesdf,289477/fabricas-calculam-prejuizo-de-6-milhoes-de-reais-devido-a-queda-de-energia.shtml

pesquisadorbrazil
Feb 10, 2012, 11:42 PM
Eu quero ver a CEB pagar esse prejuízo de 6 milhões...

MAMUTE
Feb 16, 2012, 12:32 AM
Desenvolvimento e emprego para o DF


Governador Agnelo Queiroz participa de inauguração de fábrica que trará mais de 300 empregos diretos e indiretos no Polo Industrial JK, próximo à Santa Maria



O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, acompanhado do vice-governador, Tadeu Filippelli, e dos secretários de Trabalho, Glauco Rojas, e de Fazenda, Marcelo Piancastelli, participou na manhã desta quarta-feira da inauguração da fábrica de pães Bimbo no Polo Industrial JK, próximo à Santa Maria. O grupo mexicano Bimbo é um dos mais importantes do mundo no segmento de panificação e dono de marcas como Pullman, Plus Vita, Ana Maria, Nutrella e Crocantíssimo. A nova fábrica é a maior do Centro-Oeste no ramo e irá gerar, neste primeiro momento, 175 empregos diretos e cerca de 150 indiretos.

Esta é a oitava fábrica de pães da marca no Brasil e abastecerá os mercados do Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Tocantins e Minas Gerais. O investimento no Distrito Federal foi de aproximadamente R$ 40 milhões, com estimativa de crescimento de cerca de 20% ao ano.

“Esta fábrica marca uma nova etapa no desenvolvimento econômico e na qualidade de vida das cidades de Santa Maria e do Gama, além do Polo JK. A expectativa de geração de empregos diretos, que era de 150, já foi ultrapassada, e a parceria em projetos de responsabilidade social nos anima muito”, comemorou o governador. “Este polo é uma prioridade deste governo, porque grandes empresas querem se instalar aqui. Vamos valorizar cada empreendimento que demonstrar interesse”, ressaltou Agnelo Queiroz.

Infraestrutura – O governador também adiantou que será instalada no Polo Industrial JK uma filial da fábrica europeia de medicamentos Sanofi Aventis. A atração de novos empreendimentos, de acordo com o governador, deve-se não só aos incentivos fiscais concedidos pelo GDF, mas também ao investimento na área.

“Recebemos um polo totalmente abandonado, sem energia, pavimentação ou qualquer preocupação ambiental. Hoje estamos revertendo essa situação. A pavimentação está chegando à porta das fábricas, o sistema de transporte está sendo melhorado e a parte de energia e serviços implantada. Estamos no caminho da industrialização que trará mais empregos e melhorará a vida de muitas famílias”, garantiu o governador Agnelo Queiroz.

Responsável pelo desenvolvimento das notas técnicas que contribuírampara fortalecer o estudo da implantação da fábrica, a Assessoria de Relações Internacionaisdo DF assegurou a expansão do grupo no Brasil, a partir de Brasília, nos próximos dez anos.

De acordo com o diretor-geral da Bimbo no Brasil, Daniel Servitje, Brasília é um ponto estratégico para o crescimento do grupo no mundo, e a confiança do GDF na instalação do grupo na região é sinal de parceria, responsabilidade e profissionalismo. “Nossa meta é crescer, estamos apenas começando. Ter a confiança deste governo e dos cidadãos do Distrito Federal nos dá o incentivo necessário para investir não só no desenvolvimento econômico, mas humano”, afirmou.

Agnelo Queiroz destacou que uma das contrapartidas da instalação da Bimbo no Polo Industrial JK foi um acordo para que a empresa mexicana passe a se responsabilizar pela manutenção do Parque Recreativo do Gama, conhecido como Prainha. O parque faz parte do programa Brasília, Cidade Parque, da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, que busca a valorização ambiental, social, econômica e cultural de áreas verdes protegidas por meio de gestão compartilhada.

Polo Industrial JK – Localizado na Região Administrativa de Santa Maria, a 39km do Plano Piloto, o polo faz parte do projeto de desenvolvimento industrial e social do DF. A área destinada ao parque é de 140 hectares, com empresas voltadas a atividades industriais e de logística.

Também participou da solenidade o embaixador do México no Brasil, Alejandro De La Peña Navarrete, entre outras autoridades.














http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/042/04299003.asp?ttCD_CHAVE=164428

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Feb 16, 2012, 1:17 AM
:previous:

Graças ao Arruda, que negociou a vinda da Bimbo e da Sanofi...

Jota Ferro
Feb 16, 2012, 2:32 PM
:previous:

Graças ao Arruda, que negociou a vinda da Bimbo e da Sanofi...

Rapaz, sinceramente? O Arruda que se dane.....

Similar
Feb 16, 2012, 3:39 PM
Rapaz, sinceramente? O Arruda que se dane.....

Ele, o Agnello, o Roriz, o Chico Vigilante....todos são da mesma laia. Ele foi o bode expiatório.

Jota Ferro
Feb 16, 2012, 4:33 PM
Ele, o Agnello, o Roriz, o Chico Vigilante....todos são da mesma laia. Ele foi o bode expiatório.

Que seja, mas primeiro matamos o bode, depois o resto. :haha:

Hoje o STF enterra o Joaquim Roriz.....

Assim se vão um por um, o que não serve de nada é ficar re-elegendo safados do passado, Arruda pra mim acabou, morreu. Depois será a vez do Agnelo e que venha o proximo...

pesquisadorbrazil
Feb 16, 2012, 5:49 PM
Vamos deixar de politizar quem foi o pai ou mãe da fábrica, vamos comemorar o inicio da industrialização de Brasília e da região, novas fábricas irão se instalar no lugar em muito breve.

salengasss
Feb 17, 2012, 11:31 AM
Muito bom.... isso mesmo, mizifa; que lucra é Brasília :cheers:

Há especulações de mais indústrias vindo aí?!

Similar
Feb 29, 2012, 3:04 PM
Notícia do último dia 16, porém válida:

Fábricas apostam em Brasília
Autor(es): MARIANA BRANCO
Correio Braziliense - 16/02/2012



O grupo Bimbo Panificação abre unidade no Polo JK com investimentos de R$ 49,7 milhões e criação de 195 empregos diretos. Governo local examina mais 132 processos de empresas interessadas em se instalar no Distrito Federal

O Polo JK ganhou mais uma empresa multinacional. Ontem, o grupo mexicano Bimbo Panificação inaugurou no local a sua oitava fábrica no Brasil. A indústria é a primeira representação no Centro-Oeste e distribuirá os produtos no DF, em Goiás, no Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul e em Tocantins. No total, foram investidos US$ 29 milhões (R$ 49,7 milhões) e criados 195 empregos diretos. A área onde foi instalada a unidade está em plena expansão. Em 2011, a região recebeu a farmacêutica francesa Sanofi-Aventis e deve ganhar mais indústrias nos próximos meses.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), o Polo JK tem 400 lotes dos quais 20 estão ocupados. No momento, tramitam na SDE 132 processos pedindo a liberação dos terrenos que restam. A assessoria de comunicação do órgão afirmou que há grandes grupos entre os pleiteantes. No entanto, disse não poder divulgá-los porque as análises ainda estão em curso.

A área escolhida para a implantação da nova fábrica da Bimbo pertence ao Programa de Promoção do Desenvolvimento Econômico, Integrado e Sustentável do Distrito Federal (Pró-DF), que garante incentivos a novos empreendimentos. Em contrapartida, as empresas devem criar empregos. Entre as vantagens para quem adere ao programa está abatimento de 80% na aquisição do terreno.

Participação
A Bimbo Panificação está no Brasil desde 2001 e tem 31% de participação no mercado nacional. A empresa é dona de marcas consagradas no mercado alimentício — Pullman, Nutrella, Plus Vita e Ana Maria são algumas delas — e possui fábricas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Porto Alegre. Até o funcionamento da unidade no Polo JK, os produtos de suas marcas consumidos pelos brasilienses vinham principalmente de São Paulo. Agora, os pães, bisnagas e tortilhas da Pullman e as torradas da marca Nutrella serão processados em Santa Maria. A fábrica do DF, que ocupa uma área de 20 mil m², é classificada pela multinacional como de médio porte.

De acordo com o diretor-geral da Bimbo Panificação, Daniel Servitje, a implantação de uma unidade industrial no Distrito Federal possibilitará o acesso da população do Centro-Oeste a produtos mais frescos. "O pão não viaja grandes distâncias. Basicamente, é transportado por até 400 ou 500 quilômetros", afirmou.

Segundo Servitje, atualmente o Brasil é o terceiro mercado em vendas para a Bimbo, que está presente em 19 países da América, Ásia e Europa. Por esse motivo, o país é importante na estratégia de expansão do grupo. "O Brasil é um país-chave para a visão da empresa. É um mercado muito atraente, em desenvolvimento constante", declarou.

Um indicativo da relevância dos investimentos brasileiros é que está marcada para hoje uma reunião do Conselho de Administração do grupo. Será a primeira reunião dos executivos realizada em terras tupiniquins. Daniel Servitje adiantou que, pelo fato de a companhia ter efetuado uma série de aquisições recentemente — entre elas Sara Lee North American Fresh Bakery, nos Estados Unidos, e Fargo, na Argentina —, 2012 será focado em um trabalho de integração das unidades.

http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/2/16/fabricas-apostam-em-brasilia

salengasss
Mar 2, 2012, 2:11 AM
Muito bom mesmo.... os empresários de Brasília agradecem essa expansão da indústria aqui no DF. Que a burocracia não empaque nosso desenvolvimento!!!!! :cheers:

MAMUTE
Mar 9, 2012, 9:08 PM
Governo anuncia redução de ICMS para setor atacadista de 12% para 7%


Em uma reunião entre o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, o secretário de Fazenda, Marcelo Piancastelli, e 50 representantes atacadistas, o executivo local decidiu reduzir de 12% para 7% a base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (IMCS) direcionado ao setor. Um projeto de lei com a redução será encaminhado nos próximos dias para Câmara Legislativa. O GDF classificou essa decisão como uma medida protecionista contra a afronta de Goiás à economia local.




http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/03/09/interna_cidadesdf,292703/governo-anuncia-reducao-de-icms-para-setor-atacadista-de-12-para-7.shtml

MAMUTE
Mar 9, 2012, 9:10 PM
Governo reduz ICMS no DF de 12% para 7% para setor atacadista

Em reunião realizada nesta sexta-feira (9), na residência oficial do governador Agnelo Queiroz, com a presença do secretário de Fazenda, Marcelo Piancastelli, e 50 representantes atacadistas, ficou decidido que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) será reduzido no DF de 12% para 7%, no que se refere a operações internas. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-DF) e o Sindicato do Comércio Atacadista do Distrito Federal (Sindiatacadista) comemoraram a decisão.



Essa era uma reivindicação dos atacadistas, que pediam uma solução para a falta de equidade tributária na relação com outros estados, problema não resolvido com a instituição do Programa de Fomento à Atividade Atacadista (Proatacadista). “O Sindiatacadista nunca esteve sozinho nesta luta, pois tem o apoio dos seus pares que formam a Fecomércio. Essa decisão do GDF é acertada e beneficiará toda a sociedade de Brasília”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio-DF, Adelmir Santa.



O próximo passo do governo será encaminhar um projeto de lei para Câmara Legislativa modificando o percentual cobrado atualmente. “A redução da alíquota para 7% representa um avanço para o setor atacadista local. Além de ganharmos competitividade com os outros estados, a medida permitirá que outras empresas ingressem no DF. Com isso, além do aumento em arrecadação, a região sentirá os impactos positivos, com a geração de emprego e renda”, diz o vice-presidente do Sindiatacadista, João Ricardo de Faria.



Só para se ter uma ideia, sem a redução da alíquota, o preço dos medicamentos e dos alimentos, por exemplo, teriam que ser reajustados, prejudicando totalmente a população. “Em curto prazo, aumentaríamos os preços e tudo indicava que a maior parte das empresas atacadistas fecharia as portas aqui, transferindo suas instalações para os arredores do DF. Mas acreditamos que isso não vai mais acontecer. Pelo contrário, pois outras empresas instalarão suas unidades aqui, gerando uma competitividade sadia para a população”, afirma Faria.



“Sabemos que é papel do governo lutar pelas empresas que estão instaladas no DF, gerando emprego e renda para a população. Acreditamos que esta baixa no imposto irá gerar mais competitividade e que os atacadistas saberão retribuir essa iniciativa do governo, trazendo mais desenvolvimento socioeconômico para o Distrito Federal”, disse o governador durante o seu discurso.



Felipe de Faria, diretor do Grupo Rosário Distrital, também participou da reunião. “Todos têm total conhecimento que, após a finalização do REA, a insegurança jurídica tomaria de conta das nossas operações. Um regime para transações externas ainda precisa ser amplamente discutido. Mas, hoje, já podemos comemorar e projetar grandes avanços a médio e longo prazo”, espera.



O presidente do Sindicato dos Empregados do Comércio Atacadista do DF (Sindecat/DF), Paulo Hernesto dos Santos, também comemora o fato. Segundo ele, em pouco mais de um ano, o laboral homologou mais de seis mil demissões. “A falta de incentivos locais não permitia que o empresariado contratasse e não dava condições de manter o quadro de funcionários. Sem a redução da alíquota do ICMS, o que prevíamos era uma redução em massa, prejudicando mais de 20 mil famílias. Agora, as projeções serão mais otimistas”, acredita.



Participaram ainda do encontro o secretário de Desenvolvimento Econômico, Abdon Henrique de Araújo, o secretário de Fazenda, Marcelo Piancastelli, o superintendente da Fecomércio-DF, João Feijão e mais de 50 empresários do setor atacadista.



REA segue até o dia 30 - O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) deferiu, no último dia 7, a liminar impetrada pelo Sindiatacadista/DF que pleiteava a aplicação do princípio de noventena para o Regime Especial de Apuração (REA/ICMS). O pedido havia sido indeferido no dia no dia 1º de março, mas foi reconsiderado pelo Tribunal.



“Com isso, o REA vigora até o dia 30 de março para operações internas. A decisão é importante visto que o Programa de Fomento à Atividade Atacadista (Proatacadista), regime criado pelo GDF para o setor atacadista ainda não possui um regulamento definido, o que impede a sua aplicação”, explica Jacques Veloso, consultor Jurídico do Sindicato. A condição de substituto tributário para as empresas atacadistas também fica mantida até o fim do mês.












http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=393623

MAMUTE
Mar 22, 2012, 5:26 PM
Alguém ai sabe se esse projeto para o Polo JK ainda vai ser feito???

http://img269.imageshack.us/img269/544/parametrosdeocupacao.jpg

MAMUTE
Mar 22, 2012, 8:47 PM
Agnelo Queiroz visita fábrica no SIA


Empresa brasiliense está ampliando instalações. DF atrai cada vez mais empreendimentos interessados nas políticas de incentivo da atual gestão



O governador Agnelo Queiroz visitou na manhã desta terça-feira o novo complexo industrial do Grupo Sarkis, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). Acompanharam a visita o secretário de Governo, Paulo Tadeu, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Abdon Henrique de Araújo, e o administrador regional do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Adauto de Almeida.

O grupo Sarkis é uma empresa genuinamente brasiliense. O setor de aço do grupo funciona desde 2000 com cerca de 270 funcionários. Entre as operações estão a Arcelormittal, a Belgo Pronto, Aço Pronto, Cedro e Sami Manutenção. O grupo acaba de ampliar seu complexo industrial e o governador Agnelo Queiroz conheceu o maquinário responsável pela trefilaria (transformação de metais em fios espessos) e fabricação de telas para a construção civil. Esses procedimentos, normalmente feitos em siderúrgicas, estão sendo realizados de forma pioneira na fábrica de telas brasiliense. E o melhor, sem causar poluição ao meio ambiente.

“Agora o Distrito Federal tem uma política de governo para o desenvolvimento econômico e volta a despertar o interesse das empresas. Isso representa crescimento econômico, social e geração de emprego e renda”, afirmou o governador.

A fábrica ainda está em fase de testes e começa a operar plenamente na próxima semana. Os novos equipamentos vão agilizar a construção civil, já que são produzidos com mais qualidade e mais rapidez, o que irá gerar mais empregos para o setor. Até o final do ano, o grupo Sarkis pretende ampliar o campo industrial com outros projetos que já estão em negociação. A estimativa é que até lá seja dobrado o número de empregos.

“O governador Agnelo Queiroz está recuperando os investimentos da indústria para o Distrito Federal. Antes havia insegurança para se investir aqui, até pelo clima de instabilidade política do passado”, lembrou o secretário de Governo, Paulo Tadeu. “A atual gestão está determinada a garantir a permanência das empresas que já estão instaladas no DF e atrair novos empreendimentos com políticas de incentivo que resultem em mais empregos”, completou.

Fábrica de Pães - Esta é a segunda fábrica visitada pelo governador Agnelo Queiroz em pouco mais de um mês. Em fevereiro ele compareceu à inauguração da fábrica de pães Bimbo, no Polo Industrial JK, próximo à Santa Maria. O grupo mexicano Bimbo é um dos mais importantes do mundo no segmento de panificação e dono de marcas como Pullman, Plus Vita, Ana Maria, Nutella e Crocantíssimo. A nova fábrica é a maior do Centro-Oeste e irá gerar, neste primeiro momento, 175 empregos diretos e cerca de 150 indiretos.








http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/042/04299003.asp?ttCD_CHAVE=166069

MAMUTE
Mar 31, 2012, 11:24 AM
DF atrai investimentos de indústrias limpas como de TI e laboratórios

Sem um parque fabril consolidado, DF investe em novos tipos de produção. Impulsionada pela alta renda e por sua estratégica localização, região atrai investimentos nos ramos de TI, de alimentação e de laboratórios. Projeção é criar 80 mil empregos

Brasília tem tudo para se transformar na próxima década em ícone da industrialização moderna. Peculiaridades que sempre tornaram inexpressivo o setor fabril local agora são encaradas como atrativo. Se não há espaço para grandes siderúrgicas ou montadoras de carro, por exemplo, os pequenos, caros e poucos terrenos livres podem abrigar galpões com tecnologia limpa e de ponta. O Brasil e o mundo começam a olhar para a capital do país não apenas como um centro administrativo. A estratégica posição geográfica e a força do consumo na região — incluindo Centro-Oeste e Nordeste — atraíram investimentos milionários nos últimos anos. Aos poucos, a cidade desperta para um novo modelo industrial.

Uma política de desenvolvimento clara, algo que nunca existiu no Distrito Federal, teria potencial de fazer a indústria candanga deslanchar e criar 80 mil empregos até 2022: uma média de 8 mil oportunidades por ano. A Copa do Mundo de 2014 e a esperada consolidação do Parque Tecnológico Cidade Digital devem impulsionar o setor, ao apresentar alternativas a um mercado de trabalho tão engessado e dependente do funcionalismo. As escolas técnicas já se preparam para um boom de matrículas. Apostando no bom senso do governo local — o atual e os próximos —, industriais se dizem prontos para expandir negócios e empregar milhares de brasilienses.















http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/03/31/interna_cidadesdf,295819/df-atrai-investimentos-de-industrias-limpas-como-de-ti-e-laboratorios.shtml

MAMUTE
Apr 1, 2012, 11:18 AM
Levantamento mostra que em 10 anos irão abrir 80 mil vagas de emprego no DF



Para fazer valer um potencial nunca explorado, a indústria candanga precisa de incentivos fiscais e tributários, inovação, infraestrutura, reivindicações repetidas à exaustão pelos empresários. Mas investimento algum dará frutos sem mão de obra de qualidade. O maior desafio na próxima década, segundo os próprios industriais, será convencer os brasilienses, sobretudo os jovens, de que há vida econômica fora do serviço público. O emprego industrial tende a se fortalecer e a se firmar como alternativa aos famosos concursos.

A expectativa é de que sejam criados 80 mil empregos nos próximos 10 anos. As melhores oportunidades se concentrarão nos segmentos farmacêutico, alimentício e de tecnologia da informação. A demanda por engenheiros também continuará em alta. Em todas as áreas, no entanto, há planos de expansão do número de funcionários e do surgimento de novas funções. Toda fábrica, para se manter competitiva, irá ao mercado nos próximos anos à procura de bons gestores, gerentes de logística, especialistas em marketing, administradores e contabilistas. Apesar de ainda ser uma prática corriqueira, os empresários não estão mais tão dispostos a importar talentos, o que favorece a mão de obra local.










http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/04/01/interna_cidadesdf,295924/levantamento-mostra-que-em-10-anos-irao-abrir-80-mil-vagas-de-emprego-no-df.shtml

MAMUTE
Apr 3, 2012, 1:38 PM
Indústria é alternativa para reduzir dependência do DF da esfera pública


Avocação de cidade administrativa reprimiu a indústria brasiliense. Desde o nascimento da capital do país, definiu-se que a região não tinha perfil para o setor. Usando esse discurso, governos nunca priorizaram políticas de desenvolvimento e impediram, assim, a diversificação da economia local. No quarto dia da série sobre o futuro do parque fabril candango, o Correio traz o diagnóstico pragmático de especialistas: ou a cidade, enfim, desperta para a nova indústria que surge ou o mercado de trabalho poderá entrar em colapso.

Indicadores mostram como a participação das fábricas no Produto Interno Bruto (PIB) do Distrito Federal e na criação de emprego está longe de alcançar as projeções feitas pelo setor. Se não houver uma política específica nos próximos anos, o potencial da indústria corre o risco de se manter restrito ao discurso do empresariado. “Precisamos desenvolver a indústria e quebrar o paradigma de que Brasília é uma cidade única e exclusivamente administrativa. Não se trata de vaidade, mas sim de sobrevivência”, diz o economista-chefe da Federação das Indústrias do DF (Fibra), Diones Cerqueira.







http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/04/03/interna_cidadesdf,296191/industria-e-alternativa-para-reduzir-dependencia-do-df-da-esfera-publica.shtml

MAMUTE
Apr 4, 2012, 2:13 PM
No papel, muitos planos para turbinar a indústria no Distrito Federal


Pelo menos as promessas são animadoras. Os responsáveis por estimular o desenvolvimento econômico do Distrito Federal têm na ponta da língua o que fazer para aproveitar o potencial da indústria na próxima década. Entre as diretrizes, algumas em elaboração e outras somente no campo das ideias, há programas de incentivo, planos de atração de empresas e consolidação de áreas destinadas à consolidação do parque fabril. Neste último dia da série sobre a nova indústria que surge em Brasília, o Correio mostra as ações do poder público para diversificar a economia local.

O governo pretende anunciar, ainda este ano, a chegada ao território candango de mais uma indústria farmacêutica. A empresa, cujo nome é mantido em sigilo para não atrapalhar as negociações, pertence a um dos maiores grupos nacionais do ramo. A implantação está prevista para o Polo JK, em Santa Maria. Até o fim de 2014, outras quatro fábricas de grande porte — dos segmentos alimentício e de tecnologia da informação — devem confirmar instalação na capital do país.











http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/04/04/interna_cidadesdf,296417/no-papel-muitos-planos-para-turbinar-a-industria-no-distrito-federal.shtml

Similar
Apr 4, 2012, 6:03 PM
:previous:

Versão completa:

No papel, muitos planos para turbinar a indústria

Pelo menos as promessas são animadoras. Os responsáveis por estimular o desenvolvimento econômico do Distrito Federal têm na ponta da língua o que fazer para aproveitar o potencial da indústria na próxima década. Entre as diretrizes, algumas em elaboração e outras somente no campo das ideias, há programas de incentivo, planos de atração de empresas e consolidação de áreas destinadas à consolidação do parque fabril. Neste último dia da série sobre a nova indústria que surge em Brasília, o Correio mostra as ações do poder público para diversificar a economia local.

O governo pretende anunciar, ainda este ano, a chegada ao território candango de mais uma indústria farmacêutica. A empresa, cujo nome é mantido em sigilo para não atrapalhar as negociações, pertence a um dos maiores grupos nacionais do ramo. A implantação está prevista para o Polo JK, em Santa Maria. Até o fim de 2014, outras quatro fábricas de grande porte — dos segmentos alimentício e de tecnologia da informação — devem confirmar instalação na capital do país.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) do DF teve três titulares em 15 meses de governo Agnelo Queiroz (PT). Todas as gestões reconheceram a histórica ausência de políticas específicas para a indústria. A atual equipe trabalha nos bastidores para atrair investimentos milionários a curto prazo e para aprovar o quanto antes o programa Incentivo ao Desenvolvimento Econômico, Ambiental e Social (Ideas), que substituirá o atrapalhado Pró-DF II, alvo de especulação imobiliária e de diversas irregularidades.

O Ideas vai priorizar a indústria na definição dos benefícios, deixando em segundo lugar os serviços, a força motriz do setor produtivo local. Uma área total que ultrapassa 2 milhões de metros quadrados, espalhada por todo o DF, estaria disponível para abrigar novas fábricas. A questão da titularidade das terras e as preocupações ambientais ainda travam a liberação de boa parte desses espaços. O secretário adjunto da SDE, Expedito Veloso, adiantou que terrenos poderão ser doados para seduzir grandes empresas.

Geralmente do lado perdedor na disputa por investimentos com o vizinho Goiás, o DF promete vencer algumas brigas nos próximos anos. O novo programa de desenvolvimento contemplará incentivos fiscais vinculados ao faturamento das empresas, e não ao tamanho do recolhimento de impostos. Funcionários terceirizados que atuarem na empresa entrarão na conta da criação de empregos. E, para conter a especulação, os contratos vão estipular um prazo de cinco anos para a entrega da escritura e, com ela, a possibilidade de venda do terreno.

O secretário adjunto atribui a pífia participação da indústria na economia local às limitações do espaço físico do DF. Ele concorda com a necessidade de o governo criar mais incentivos voltados para o setor, mas pondera que um possível colapso do mercado de trabalho provocado pela falta de uma política específica está muito distante. “Novas opções de emprego e renda são importantes por conta do constante fluxo migratório, mas a administração pública continuará tendo, por muito tempo, um maior peso na nossa economia”, sustenta Veloso.

Parque Digital
Após quase 12 anos engavetado, o projeto Parque Tecnológico Cidade Digital tem chances de sair do papel ainda em 2012, com o lançamento do edital de licitação do lote que abrigará as empresas. A concretização do espaço, resultado de uma parceria público-privada, pode revolucionar a economia local e tornar Brasília referência da indústria de tecnologia da informação. “Será como a Zona Franca de Manaus”, compara o secretário de Ciência e Tecnologia do DF, Cristiano Araújo. Ele acredita na criação de 20 mil empregos diretos nos próximos cinco anos.

Por ora, a única obra em andamento no terreno de 123 hectares, próximo à Granja do Torno, é a do datacenter Banco do Brasil-Caixa Econômica Federal, cuja inauguração deve ocorrer ainda este semestre, segundo Araújo. Quando começar a virar realidade, o parque terá a meta de atrair, até 2014, cinco laboratórios de pesquisa e desenvolvimento.


Análise da notícia
Potencial inexplorado

Não dá mais para a indústria brasiliense ficar entre o chororô dos empresários e as promessas das autoridades. A diversificação da economia local se faz urgente. Enquanto no restante do país se discute o risco de desindustrialização, o parque fabril do DF exibe potencial de crescimento, jamais explorado. Com posição geográfica privilegiada e poder de consumo invejável, Brasília aguarda um olhar cuidadoso para despontar como modelo de desenvolvimento moderno, reduto de chamadas indústrias limpas. A intenção não é desmerecer o peso do funcionalismo público na atividade. Trata-se de oferecer alternativas para o agravamento de problemas sociais e dar mais vida à capital brasileira.


Três perguntas para - Marcelo Dourado

Titular da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco)

Por que a industrialização do Entorno não se concretiza?
Porque a região, por incrível que pareça, é terra de ninguém. O DF acha que os municípios são de responsabilidade de Goiás, e vice-versa. E o governo federal fica assistindo ao jogo de empurra. Não existe integração.

O DF se acomodou com o peso do funcionalismo na economia?
Acredito que sim. Mas o que mais justifica a falta de incentivos para o setor é a questão do perfil. Partiu-se do princípio de que Brasília não tem perfil para a indústria.

Como mudar isso?
O Entorno é a solução, e não o problema da economia do DF. O governo local precisa de uma vez por todas se convencer de que os problemas de hoje serão resolvidos a partir da integração com os municípios vizinhos.

Algo de diferente vai acontecer na próxima década?
Sou otimista. Aposto, principalmente, no desenvolvimento às margens da BR-060. O eixo Brasília-Anápolis-Goiânia tem uma força econômica impressionante. Isso já é uma realidade. Faltam infraestrutura e logística, mas o avanço da região é um caminho sem volta.

Ações para a sustentabilidade econômica do Distrito Federal

Por José Ricardo da Costa e Silva
Raul Luis Dusi
Publicação: 04/04/2012 02:00
Projetada inicialmente para abrigar o centro administrativo da nação, o Distrito Federal conta hoje com mais de 2,6 milhões de habitantes, que já não podem ser alocados e sustentados apenas pela administração pública. Já existe alguma diversificação na sua atividade econômica, mas a máquina propulsora da economia de Brasília continua sendo majoritariamente os serviços ligados à administração pública. Boa parte do emprego está voltada para a área de serviços ou da construção civil, que continuam sendo subordinados à demanda de setores, ou trabalhadores, da administração pública.

A diversificação mais imediata e mais fácil é na área de serviços, que é intensiva em mão de obra e necessita de pouco capital. Embora esse setor da economia não deva ser desprezado, ele não terá força e dinâmica para fazer a atividade econômica do DF deixar de ser exclusivamente satélite à administração pública. A atividade do governo tende a ser contracíclica, crescendo mais quando há redução da renda no país. Por isso, ao contrário do que ocorre no resto do Brasil, quanto mais cresce a renda per capita no DF, maior sua taxa de desemprego, pois este aumento de renda está vinculado ao comportamento salarial do setor público, que não se reproduz no ciclo econômico da capital.

A alternativa econômica que pode ganhar maturidade e ter voo próprio, com dinâmica relacionada à economia do país, é o investimento industrial. Sua expansão neste momento inicial deve estar ligada a setores industriais que já existam, gerando uma integração maior na indústria existente, como a expansão do ramo de insumos para a construção civil. Isso permitirá o aumento do emprego e do grau de industrialização. Os passos seguintes necessitarão um investimento maior na abertura de mercados pouco explorados no DF, mas intensivos no uso da mão de obra, tais como a indústria de vestuário de alta costura, a de alimentos preparados com características que atendam à demanda crescente por produtos mais naturais, com pouco ou nenhum conservante, e para as pessoas de idade mais avançada.

É interessante também o investimento em áreas de aproveitamento de resíduos sólidos, assim como na indústria gráfica e mobiliária. O foco deve ser na indústria leve que aproveite posição central do DF, que traz ganhos de logística. O importante deste tipo de investimento é que, embora inicialmente agregada a mercados locais, ou integrada a indústrias já existentes que dependem do mercado local, podem se expandir e conquistar novos horizontes, fora do quadrilátero do Distrito Federal. Essa seria a melhor forma de industrializar a região de forma a amenizar o ciclo econômico da administração pública, permitindo maior estabilidade no emprego e, consequentemente, redução nos problemas sociais. Existem recursos de fundos públicos para estimular as iniciativas. Brasília será outra cidade no dia em que seus filhos almejarem trabalhar na indústria, ou virar um empreendedor, ao invés de um empregado público.


José Ricardo da Costa e Silva, economista e professor do Ibmec Brasília

Raul Luis Dusi, coordenador acadêmico da pós-graduação em gestão pública do Instituto de Gestão, Economia e Políticas Públicas

MAMUTE
May 13, 2012, 12:40 PM
Formosa (GO) se consolida como polo econômico regional e cresce 30% ao ano



Puxado pela força do agronegócio no Nordeste goiano e pelo estímulo à industrialização na região, o potencial da saída norte do Distrito Federal finalmente começa a ser percebido. Na tentativa de equilibrar a expansão econômica nos arredores da capital do país, ainda muito concentrada do lado sul, governo e iniciativa privada ajudam a criar um novo polo de desenvolvimento, capitaneado pelo município de Formosa (GO), a 75km de Brasília.

A principal aposta está no projeto de construção de um parque industrial às margens da BR-020, em uma área pertencente ao Exército brasileiro. Em março deste ano, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, pediu ao Ministério da Defesa, por meio de ofício ao qual o Correio teve acesso, a doação de cerca de 1,9 mil hectares, o equivalente a menos de 1% do total da área militar — uma das maiores do país —, usada para treinamento da tropa e lançamento de foguetes.














http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/05/13/interna_cidadesdf,302109/formosa-go-se-consolida-como-polo-economico-regional-e-cresce-30-ao-ano.shtml

MAMUTE
May 14, 2012, 1:21 PM
BID vai emprestar U$ 50 milhões a áreas de desenvolvimento do DF



http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2012/05/14/302181/20120514100003492661u.jpg
Polo JK, uma das seis áreas que serão contempladas: dinheiro deve chegar em até seis meses


Seis Áreas de Desenvolvimento Econômico (ADEs) do Distrito Federal serão beneficiadas por investimentos do governo local e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) até o fim do ano. Dos US$ 71,9 milhões que devem ser aplicados, espera-se que US$ 50 milhões sejam emprestados por meio do programa Procidades, do organismo multilateral, que oferece crédito a projetos de desenvolvimento urbano integrado em todo o Brasil. As informações foram publicadas no Diário Oficial do DF da última sexta-feira. “Nossa expectativa é que o dinheiro comece a ser liberado dentro de quatro a seis meses”, afirmou o secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico, Expedito Afonso Veloso.

A missão da parceria é fortalecer a infraestrutura e evitar a expansão da pobreza urbana das áreas escolhidas. Os primeiros benefícios devem ser recebidos por seis das ADEs mais antigas (leia Para saber mais) do Distrito Federal: Centro-Norte, Materiais de Construção e Setor de Indústrias, ambas em Ceilândia; Setor de Múltiplas Atividades, no Gama; Polo JK, em Santa Maria; e Núcleo Bandeirante.













http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/05/14/interna_cidadesdf,302181/bid-vai-emprestar-u-50-milhoes-a-areas-de-desenvolvimento-do-df.shtml

MAMUTE
May 14, 2012, 1:27 PM
:previous:Com esse dinheirão da pra concluir toda infraestrutura do polo JK e do polo de Ceilândia, que são os maiores Polos do DF e de vários polos regionais, veremos se algo vai ser realmente feito...

MAMUTE
May 23, 2012, 7:53 PM
Brasília autos­suficiente: meta para um futuro próximo


Governador anuncia plano que incentivará o desenvolvimento econômico

http://coletivo.maiscomunidade.com/imagem/e58c6dffb4773247cb7a418bed734a3acc5a7a42
Joe Valle, Pitiman, Patrício, Antonio Rocha, Agnelo e Aylton Gomes exibem a Agenda Legislativa da Indústria do DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou, na manhã de hoje, que a partir dos eventos que a cidade receberá nos próximos anos, a vocação do DF deve mudar. Antes voltada para a administração, hoje Brasília vive um momento especial dedicado à indústria e ao comércio. Uma sessão solene na Câmara Legislativa, que contou com a presença do governador Agnelo Queiroz, foi em comemoração aos 40 anos da Federação das Indústrias do DF (Fibra). Na ocasião, foi lançada a 10ª edição da Agenda Legislativa da Indústria do DF e o Perfil dos Deputados Distritais da Legislatura 2011/2014.

Agnelo afirmou a importância da sessão solene para o DF e da tarefa que representa os interesses econômicos da cidade e do trabalhador, além da iniciativa da Agenda Legislativa, pois contém o posicionamento dos projetos na CLDF e reforça o diálogo e transparência de todos os parlamentares. “Estamos vivendo um momento especial na vida do DF. A capital do Brasil se impõe cada vez mais no cenário nacional e necessita da união de todos os segmentos, para não deixar passá-lo. Temos condições de garantir uma autossuficiência ao longo dos anos. O Brasil, hoje, é destinatário de 5% dos investimentos do mundo, mas isto deve crescer. Temos uma perspectiva de crescimento da economia, mas que só vai acontecer se for uma ação consciente, com a união do Legislativo, Executivo e do setor produtivo com a sociedade, para ajudar no desenvolvimento econômico e industrial do DF”. Agnelo ressaltou que a cidade terá uma exposição com grandes eventos, como a Copa das Confederações (2013), a Copa do Mundo (2014), as Olimpíadas e a Copa América (2016).

Vocação para o comércio

O governador anunciou que o GDF terá projeto de incentivo ao desenvolvimento econômico e sustentável do DF. “É irreversível o crescimento que estamos vivendo e viveremos. Com ele, vamos afirmar nossa vocação ao comércio. Não teremos este cenário nacional e internacional, novamente, tão cedo. Precisamos assegurar o desenvolvimento do DF na agricultura, no comércio, serviço, na indústria para alcançar uma autonomia financeira”, afirma. ­­



Estamos vivendo um momento especial na vida do DF. A capital do Brasil se impõe cada vez mais no cenário nacional”.

Agnelo Queiroz, governador do DF





http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2012-05-23/politica/134345/BRAS%C3%83%C2%8DLIA-AUTOSASUFICIENTE:-META-PARA-UM-FUTURO-PR%C3%83%E2%80%9CXIMO.pnhtml

salengasss
May 23, 2012, 9:14 PM
Como sempre, uma fala 'rasa', sem grande profundidade.... governadorzinho fudeba.

pesquisadorbrazil
May 24, 2012, 5:50 PM
Como sempre, uma fala 'rasa', sem grande profundidade.... governadorzinho fudeba.

Mizifi dá uma chance pro homi....:shrug: Pelo menos ele está falando que vai trazer empresas. E somente o Arruda que fez isso em toda história de Brasília.:whip:

salengasss
May 28, 2012, 1:10 AM
para mizifilho.... essa praga desse governador vai ficar aí e não fará nada. Uma pena!!!!

Observerbsb
May 28, 2012, 1:33 PM
para mizifilho.... essa praga desse governador vai ficar aí e não fará nada. Uma pena!!!!

E tá tudo parado mesmo. Vejam:

1) VLT: nada até agora e o Ministerio Publico que acabar com o financiamento da CEF já aprovado.

2) Pista do aeroporto: Nem sinal ainda.

3) Licitação dos Onibus: Parado.

4) Ciclovias: Parado.

5) Quadra 901: Parado.

e etc...

Ou seja, mais uma vez nada acontece.

salengasss
May 29, 2012, 10:39 PM
Isso mesmo... esse Agnelo é uma tremenda vergonha!

HLbsb
May 31, 2012, 1:33 AM
E tá tudo parado mesmo. Vejam:

1) VLT: nada até agora e o Ministerio Publico que acabar com o financiamento da CEF já aprovado.

2) Pista do aeroporto: Nem sinal ainda.

3) Licitação dos Onibus: Parado.

4) Ciclovias: Parado.

5) Quadra 901: Parado.

e etc...

Ou seja, mais uma vez nada acontece.


Agnelo é lerdo, mas....

1) Só daqui a 10 anos, quando for vencido todo o mal deixado pelo Arruda;

2)??? Aeroporto???? Pista ????? Aeroporto é Governo Federal, concedido, inviabilizando qualquer possibilidade de segundo aeroporto, do GDF...

3) Essa é de doer. Prova da incompetência do Agnelo, sim, é essa!!!

4) Sou ciclista e estou vendo VÁRIAS obras de ciclovia. Só está parada entre os xiitas da Asa Sul!!!

5) "Setor Hoteleiro 901 Norte" NUNCA vai existir. Outros setores hoteleiros, fatalmente, emergirão. Torço para o fim das concessionárias no aeroporto.

Concluindo, o Agnelo é uma bosta, mas nem tudo que temos de ruim tem qualquer relação com ele. O GDF sempre foi mal dirigido, sem excessões!!!

luizwagner
May 31, 2012, 12:52 PM
Agnelo é lerdo, mas....

1) Só daqui a 10 anos, quando for vencido todo o mal deixado pelo Arruda;

2)??? Aeroporto???? Pista ????? Aeroporto é Governo Federal, concedido, inviabilizando qualquer possibilidade de segundo aeroporto, do GDF...

3) Essa é de doer. Prova da incompetência do Agnelo, sim, é essa!!!

4) Sou ciclista e estou vendo VÁRIAS obras de ciclovia. Só está parada entre os xiitas da Asa Sul!!!

5) "Setor Hoteleiro 901 Norte" NUNCA vai existir. Outros setores hoteleiros, fatalmente, emergirão. Torço para o fim das concessionárias no aeroporto.

Concluindo, o Agnelo é uma bosta, mas nem tudo que temos de ruim tem qualquer relação com ele. O GDF sempre foi mal dirigido, sem excessões!!!

Creio que ele estava se referindo à duplicação da via que dá acesso ao aeroporto e que estava na matriz de responsabilidade do GDF para a Copa..

Acho que o maior problema do Agnelo não é apenas por ele ser ruim ou por ter herdado uma série de problemas, o problema dele é justamente por ele ser igual aos outros, enquanto só tivermos governantes iguais aos anteriores estaremos assinando nosso atestado de incompetência..

Não gosto do governo dele, como não gostava dos anteriores, porém pra mim ele é ainda mais incompetente por não conseguir resolver coisas simples como a questão crítica do asfalto em nossa cidade, como a questão crítica de alguns pontos de enchentes que temos mapeados na cidade, como a manutenção de espaços públicos cada vez mais degradados, como a utilização das verbas federais do PAC da mobilidade, enfim, poderia enumerar aqui uma série de coisas que não tem uma solução complexa, muito menos entraves judiciais herdados de outros governadores e que ele simplesmente não consegue executar..

pesquisadorbrazil
May 31, 2012, 1:55 PM
Agnelo é lerdo, mas....

1) Só daqui a 10 anos, quando for vencido todo o mal deixado pelo Arruda;

2)??? Aeroporto???? Pista ????? Aeroporto é Governo Federal, concedido, inviabilizando qualquer possibilidade de segundo aeroporto, do GDF...

3) Essa é de doer. Prova da incompetência do Agnelo, sim, é essa!!!

4) Sou ciclista e estou vendo VÁRIAS obras de ciclovia. Só está parada entre os xiitas da Asa Sul!!!

5) "Setor Hoteleiro 901 Norte" NUNCA vai existir. Outros setores hoteleiros, fatalmente, emergirão. Torço para o fim das concessionárias no aeroporto.

Concluindo, o Agnelo é uma bosta, mas nem tudo que temos de ruim tem qualquer relação com ele. O GDF sempre foi mal dirigido, sem excessões!!!

Até aonde eu sei, o 2o aeroporto é PROPRIEDADE PRIVADA, não depende nada do governo, pois não vai ter dinheiro ESTATAL, apenas depende de licenciamento ambiental e aprovação do PDOT. Apenas isso mais nada falta para começar a construção do mesmo.:tup:

HLbsb
Jun 1, 2012, 7:07 PM
Até aonde eu sei, o 2o aeroporto é PROPRIEDADE PRIVADA, não depende nada do governo, pois não vai ter dinheiro ESTATAL, apenas depende de licenciamento ambiental e aprovação do PDOT. Apenas isso mais nada falta para começar a construção do mesmo.:tup:

Na ANAC já consta registro dele como PÚBLICO!!! Escutei tantas vezes que era privado que até acreditei. Se quiser conferir, seguem os links:

Lista de aeródromos públicos (http://www2.anac.gov.br/arquivos/pdf/aerodromos/AerodromosPublicos.xls)
Lista de aeródromos privados (http://www2.anac.gov.br/arquivos/pdf/aerodromos/aerodromosPrivados.xls)

Ambos estão disponíveis na parte de "Dowloads" dessa página dp site da ANAC: http://www.anac.gov.br/Conteudo.aspx?slCD_ORIGEM=8&ttCD_CHAVE=118

Independente disso, sendo público ou privado, o BSB tem um horizonte de expansão muito grande e outro aeroporto comercial em Brasília, nesse momento, dificilmente teria viabilidade. Não adianta querer falar que é aeroporto de cargas (blablablá) porque os grandes TECAs do mundo, em geral, aproveitam os porões de aviões de passageiros (maior frequência e regularidade de voos).

Não existe aeroporto de grande porte no mundo funcionando exclusivamente para cargas. Nem a demanda somada de todos os aeroportos brasileiros somados justificaria construir um aeroporto somente para cargas, como se fala por aí.

O que se pode fazer em Brasília é um aeroporto executivo. Esse movimento ainda não é muito grande, mas está crescendo e pode ser um limitador para o BSB. Aviação executiva demanda um espaço pequeno e chega a ser desperdício pousar um "utraleve" numa pista com capacidade para "jumbos" e que já se encontra bastante movimentada em alguns momentos do dia.

Se fosse minimamente viável, também poderiam ser tirados alguns clubes do SCES para se fazer um aeroporto comercial de pequeno porte (como SDU ou CGH) ao lado da Esplanada, mas isso NUNCA sairia do papel, tendo em vista o tombamento daquela área. Sendo assim, não existe local mais central possível para construção de aeroporto comercial (qualquer porte) do que o BSB. Tendo ele capacidade de expansão para os próximos 20 anos, pelo menos, só daqui a 20 anos, no mínimo, se volta a falar desse aeroporto em Planaltina.

pesquisadorbrazil
Jun 1, 2012, 7:43 PM
Na ANAC já consta registro dele como PÚBLICO!!! Escutei tantas vezes que era privado que até acreditei. Se quiser conferir, seguem os links:

Lista de aeródromos públicos (http://www2.anac.gov.br/arquivos/pdf/aerodromos/AerodromosPublicos.xls)
Lista de aeródromos privados (http://www2.anac.gov.br/arquivos/pdf/aerodromos/aerodromosPrivados.xls)

Ambos estão disponíveis na parte de "Dowloads" dessa página dp site da ANAC: http://www.anac.gov.br/Conteudo.aspx?slCD_ORIGEM=8&ttCD_CHAVE=118

Independente disso, sendo público ou privado, o BSB tem um horizonte de expansão muito grande e outro aeroporto comercial em Brasília, nesse momento, dificilmente teria viabilidade. Não adianta querer falar que é aeroporto de cargas (blablablá) porque os grandes TECAs do mundo, em geral, aproveitam os porões de aviões de passageiros (maior frequência e regularidade de voos).

Não existe aeroporto de grande porte no mundo funcionando exclusivamente para cargas. Nem a demanda somada de todos os aeroportos brasileiros somados justificaria construir um aeroporto somente para cargas, como se fala por aí.

O que se pode fazer em Brasília é um aeroporto executivo. Esse movimento ainda não é muito grande, mas está crescendo e pode ser um limitador para o BSB. Aviação executiva demanda um espaço pequeno e chega a ser desperdício pousar um "utraleve" numa pista com capacidade para "jumbos" e que já se encontra bastante movimentada em alguns momentos do dia.

Se fosse minimamente viável, também poderiam ser tirados alguns clubes do SCES para se fazer um aeroporto comercial de pequeno porte (como SDU ou CGH) ao lado da Esplanada, mas isso NUNCA sairia do papel, tendo em vista o tombamento daquela área. Sendo assim, não existe local mais central possível para construção de aeroporto comercial (qualquer porte) do que o BSB. Tendo ele capacidade de expansão para os próximos 20 anos, pelo menos, só daqui a 20 anos, no mínimo, se volta a falar desse aeroporto em Planaltina.

Até aonde eu sei, o aeroporto é PRIVADO, portanto, os recursos que serão investidos para viabilizar o aeroporto será PRIVADO. Então deve ser isso que acabei de escutar que o tal aeroporto ou cidade aeroportuária nem vai ser no Brasília, caiu nas mais dos Peruanos.

Então, pode esquecer esse segundo aeroporto. O GDF enrolou tanto, que a empresa americana foi procurar um porto seguro, na verdade, um país com leis que seja reais. Então esqueçam o novo aeroporto em Planaltina, não vai sair nem agora nem na próxima vida.:hell:

HLbsb
Jun 8, 2012, 9:10 PM
:previous:

Não vai porque Brasília não precisa de um segundo aeroporto comercial pelas próximas décadas, ao contrário de Lima (Peru) e outras cidades pela América Latina...

Outra coisa, agora é empresa americana? Antigamente se dizia que seria a operadora de Hong Kong (que é PÚBLICO e NÃO é de cargas!!!)

Cara, pra não fugir do assunto do thread, é fundamental industrializar a região leste/norte de Brasília, mas essa especulação sobre o aeroporto, que até foi longe demais, só estava preocupada com mais especulação imobiliária e nada de indústrias de peso para o DF. Seria tipo o "pólo de modas" do guará, que acabou virando o "pólo de kits".

O estimulo logístico maior seria pela integração ferroviária, mas isso já existe no Pólo JK e ainda não são muitas as empresas instaladas lá.

Industrial quer mesmo é terreno de graça, imposto ZERO, infra-estrutura feita pelo Estado e garantias contra quaisquer tipo de imprevistos! O pior é que estão cheios de regalias e continuam inflando o "custo Brasil" que se deve primariamente a lucros desproporcionais praticados desde o período dos engenhos...

Sem dúvida que o DF deve se industrializar, mas essa é uma realidade difícil enquanto existirem tantos dispostos a vender a alma por uma indústria (fins meramente eleitoreiros).

Outra dificuldade no DF é que os industriais não estão dispostos a pagar os salários praticados por aqui para ter mão-de-obra qualificada e não estão dispostos a qualificar ninguém que tope os salários de miséria que estão dispostos a pagar.

pesquisadorbrazil
Jun 8, 2012, 11:13 PM
:previous:

Não vai porque Brasília não precisa de um segundo aeroporto comercial pelas próximas décadas, ao contrário de Lima (Peru) e outras cidades pela América Latina...

Outra coisa, agora é empresa americana? Antigamente se dizia que seria a operadora de Hong Kong (que é PÚBLICO e NÃO é de cargas!!!)

Cara, pra não fugir do assunto do thread, é fundamental industrializar a região leste/norte de Brasília, mas essa especulação sobre o aeroporto, que até foi longe demais, só estava preocupada com mais especulação imobiliária e nada de indústrias de peso para o DF. Seria tipo o "pólo de modas" do guará, que acabou virando o "pólo de kits".

O estimulo logístico maior seria pela integração ferroviária, mas isso já existe no Pólo JK e ainda não são muitas as empresas instaladas lá.

Industrial quer mesmo é terreno de graça, imposto ZERO, infra-estrutura feita pelo Estado e garantias contra quaisquer tipo de imprevistos! O pior é que estão cheios de regalias e continuam inflando o "custo Brasil" que se deve primariamente a lucros desproporcionais praticados desde o período dos engenhos...

Sem dúvida que o DF deve se industrializar, mas essa é uma realidade difícil enquanto existirem tantos dispostos a vender a alma por uma indústria (fins meramente eleitoreiros).

Outra dificuldade no DF é que os industriais não estão dispostos a pagar os salários praticados por aqui para ter mão-de-obra qualificada e não estão dispostos a qualificar ninguém que tope os salários de miséria que estão dispostos a pagar.

Eu discordo totalmente, primeiro o empreendimento é PRIVADO e terá recursos PRIVADOS, tanto, que conheço a pessoa responsavel pela empresa norte americana em Brasília.

Outro ponto, o aeroporto está sendo projetado para viabilizar o desenvolvimento industrial da região metropolitana de Brasília. E não apenas para um determinado grupinho de empresas.

Outro ponto, o Polo JK não fora viabilizado por n motivos, como a sacanagem do IBAMA e não liberar as licenças ambientais, de falsos industriais, que queriam terrenos para construir kitinetes, ou mesmo, puramente para especular.

Sem contar, que muito em breve, vai haver uma unificação da tributação municipal e estadual. Então, vai ser mais oneroso, um industrial ter a empresa em São Paulo, pois somente os pedágios cobrados irão fazer as empresas abrirem filiais em outros locais.

Tanto mesmo que timidamente ocorreu a construção de diversas empresas em Brasília. E eu nem preciso enumera-las. E agora mais essa, como as empresas não conseguiam entrar em Brasília pelo meio puro sangue (investimento direto), o que elas irão fazer, irão comprar as empresas já situadas em Brasília.

Exemplo, filial da Rapidão Cometa que recentemente fora comprada pela FEDEX e a DHL que fora comprada pela UPS. Então somente isso é apenas a ponta do iceberg.

Agora com relação a mão de obra, está escassa em todo o Brasil, e não apenas em Brasília, e aqui já se resolveu em parte o problema, se não tem funcionário, eles serão importados de outros países.

E eu nem vou enumerar as dezenas de empresas que estão fazendo isso, não apenas na área industrial, mas em todas as áreas.:tup:

Então, se as licenças ambientais realmente saírem, pode ter certa, o aeroporto industrial e a cidade aeroportuária irão sair do papel.

HLbsb
Jun 9, 2012, 9:25 PM
Eu discordo totalmente, primeiro o empreendimento é PRIVADO e terá recursos PRIVADOS, tanto, que conheço a pessoa responsavel pela empresa norte americana em Brasília.

Outro ponto, o aeroporto está sendo projetado para viabilizar o desenvolvimento industrial da região metropolitana de Brasília. E não apenas para um determinado grupinho de empresas.

Outro ponto, o Polo JK não fora viabilizado por n motivos, como a sacanagem do IBAMA e não liberar as licenças ambientais, de falsos industriais, que queriam terrenos para construir kitinetes, ou mesmo, puramente para especular.

Sem contar, que muito em breve, vai haver uma unificação da tributação municipal e estadual. Então, vai ser mais oneroso, um industrial ter a empresa em São Paulo, pois somente os pedágios cobrados irão fazer as empresas abrirem filiais em outros locais.

Tanto mesmo que timidamente ocorreu a construção de diversas empresas em Brasília. E eu nem preciso enumera-las. E agora mais essa, como as empresas não conseguiam entrar em Brasília pelo meio puro sangue (investimento direto), o que elas irão fazer, irão comprar as empresas já situadas em Brasília.

Exemplo, filial da Rapidão Cometa que recentemente fora comprada pela FEDEX e a DHL que fora comprada pela UPS. Então somente isso é apenas a ponta do iceberg.

Agora com relação a mão de obra, está escassa em todo o Brasil, e não apenas em Brasília, e aqui já se resolveu em parte o problema, se não tem funcionário, eles serão importados de outros países.

E eu nem vou enumerar as dezenas de empresas que estão fazendo isso, não apenas na área industrial, mas em todas as áreas.:tup:

Então, se as licenças ambientais realmente saírem, pode ter certa, o aeroporto industrial e a cidade aeroportuária irão sair do papel.

Dá uma olhada nos links que passei antes. Se um dia se cogitou que fosse privado seria depois de processo de privatização, pois um aeroporto no mesmo terreno que seria o tal aeroporto, em Planaltina já está registrado na ANAC como aeroporto PÚBLICO...

Nada impede que tenham especuladores de olho no terreno, produzindo inclusive projetos, mas que terão que participar de concorrência pública se quiserem tirar o projeto do papel. Cara, interesses em novos negócios as empresas têm o tempo todo. Tentam viabilizar um projeto, fazem lobby, lanças boatos, vão pessoalmente a uma área para fazer estudos e conhecer lideranças locais, mas daí pra virar realidade muita coisa tem que ser costurada.

O projeto do aeroporto foi bastante costurado, mas parece que os empreendedores ignoraram o tamanho do terreno do BSB e a possibilidade de concessão. Esse aeroporto de Planaltina deixou de ter qualquer viabilidade pelos próximos 30 anos e o projeto foi sumariamente engavetado, depois de algumas atitudes já terem sido concluídas, como o registro de aeródromo na ANAC.

É importante se criar a estrutura para industrias na região de Planaltina, mas a estrutura necessária não é aeroportuária e o custo desse equipamento é alto demais para servir apenas como impulso.

Sabemos que o Correios agora pode ter aviões próprios e formará um hub. Já foi dito que será em SP, mas suponhamos que seja em BSB. Suponhamos ainda que DHL, FEDEX e UPS passem a ter fatia maior do mercado brasileiro e também utilizem hub em BSB. Some ainda hubs de RIO e ABSA (cargueiras brasileiras). Se tudo isso que não vai ocorrer ocorresse, ainda assim o BSB é capaz de absolver toda a demanda.

Atualmente o Brasil inteiro movimenta menos carga do que alguns aeroportos como Hong Kong, Pudong, ou Dubai. Esses são aeroportos prioritariamente para passageiros, com um grande TECA, tudo plenamente reproduzível por aqui, caso algum dia fosse necessário.

Não existem grandes aeroportos exclusivamente de cargas no mundo por dois motivos: 1. o fluxo de aviões de cargas, exclusivamente, não ocupa muitos slots, então uma grande estrutura só deixa de ser ociosa com voos de pax; 2. desvantagens logísticas incomensuráveis.

O aeroporto de Planaltina não é viável só para cargas e menos ainda para passageiros. O sistema de pistas de BSB é superior, a localização e acesso são incomparáveis e o horizonte de crescimento é maior. Leva vantagem em todos os sentidos e não dependerá mais da Infraero para sair da estagnação...

pesquisadorbrazil
Jun 14, 2012, 4:06 PM
SIEMENS PODE SE INSTALAR NO DF

O governador Agnelo Queiroz recebeu na residência oficial de Águas Claras o embaixador da Alemanha, Wilfried Grolig, o distrital Cristiano Araújo e representantes da multinacional alemã Siemens. Na pauta a ampliação de negócios entre o Distrito Federal e os alemães e, em especial, a instalação de uma filial da Siemens em Brasília.

Fonte: http://nacionalpress.blogspot.com.br/2012/06/coluna-do-alto-da-torre_14.html

MAMUTE
Jun 14, 2012, 6:00 PM
:previous:Estou torcendo para que seja confirmada essa filial aqui:worship:

pesquisadorbrazil
Jun 14, 2012, 8:08 PM
:previous:Estou torcendo para que seja confirmada essa filial aqui:worship:

Concordo contigo, e assim, mesmo a passos lentos, a cidade vai se industrializar.:notacrook:

Similar
Jun 15, 2012, 2:51 AM
A Siemens atua em diversas áreas, inclusive na implementação de projetos de trens de alta velocidade. Resta saber qual divisão quer se instalar aqui. Eu chuto que deva ser "telecom", principalmente na fabricação de suprimentos, já que essa é uma tradição da cidade desde os tempos de Brasil Telecom (levada à força para o Rio de Janeiro pelo Lula).

salengasss
Jun 15, 2012, 5:16 PM
Bacana mesmo!!!!!! Que Brasília consiga se industrializar e o governo dê incentivos para os empresários daqui...

pesquisadorbrazil
Jul 8, 2012, 6:26 PM
Seara Foods recebe hoje novas plantas e marcas da BRF e amplia equipe comercial

Empresa assume o controle da Excelsior Alimentos S.A. e de cinco novas unidades industriais no sul e no nordeste do país.

São Paulo – A Seara Foods, segmento de negócios de alimentos industrializados a base de carnes, massas, vegetais congelados e sobremesas do Grupo Marfrig, assume nesta segunda-feira cinco novas plantas industriais e o controle da empresa Excelsior Alimentos S.A., conforme previsto no “Contrato de Permuta de Ativos e Outras Avenças” celebrado com a BRF em 20 de março de 2012.

Passam a integrar a plataforma de produção da Seara Foods no Brasil as unidades São Gonçalo dos Campos (BA), que produz cortes de frango, salsichas e mortadelas; Salto Veloso (SC), produtora de hambúrgueres, linguiças e linha de produtos light à base de peru; Três Passos (RS), dedicada ao processamento de suínos; Bom Retiro do Sul (RS), focada na produção de linguiças, mortadelas e salsichas e Santa Cruz do Sul (RS), de salsichas e mortadelas com a marca Excelsior. “Além dos produtos Rezende, Excelsior, Confiança e Wilson, estas plantas passarão a produzir também produtos com as especificações da marca Seara”, informa Antonio Zambelli, diretor de marketing da Seara Foods.

A Seara Foods assume hoje também o controle por participação acionária majoritária (64,57%) da Excelsior Alimentos S.A., detentora da marca Excelsior. A Seara Foods irá manter ativa a marca e a linha de produtos Excelsior, composta por pizzas, lasanhas, pães de queijo, presuntos, salsichas e frios artesanais. “A Excelsior é uma marca com mais de 100 anos de tradição e de convivência ininterrupta com os consumidores gaúchos”, esclarece Zambelli, que foi diretor presidente da Excelsior de 2008 a 2010.

650 novos profissionais de venda - Para manter a presença das marcas advindas da BRF e ampliar a oferta dos produtos com a marca Seara no mercado brasileiro, a Seara Foods iniciou em fevereiro deste ano um processo de recrutamento e treinamento intensivo de cerca de 650 novos profissionais de vendas, que fazem hoje seu “Go Live” (estreia) no mercado. Também, a equipe de promotores de pontos de venda foi ampliada em 30%. “A ampliação da equipe comercial é necessária principalmente para manter a comercialização da marca Rezende e dar suporte ao crescimento do volume de produtos com a marca Seara”, completa Zambelli.

No mês passado, a Seara Foods incorporou as unidades industriais Lages (SC), Duque de Caxias (RJ) e Carambeí (PR), além de quatro centros de distribuição localizados em Salvador (BA), Campinas (SP), Brasília (DF) e São José dos Pinhais (PR). Para Agosto, estão previstas as incorporações das unidades industriais Brasília (DF) e Várzea Grande (MT) e dos centros de distribuição de Ribeirão Preto, Bauru e Santos, no estado de São Paulo.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=208894

pesquisadorbrazil
Jul 13, 2012, 4:05 PM
USE Móveis para Escritórios projeta novo parque industrial e gera mais empregos

Com crescimento de 51% nas vendas de 2011, a USE Móveis para Escritórios, líder no mercado centro-oeste no segmento de mobiliário corporativo, expande suas operações para outros estados e projeta um novo parque industrial em Goianira, município onde a empresa está instalada atualmente.

De acordo com Heitor Filho, CEO da USE, os investimentos na nova planta giram em torno de R$ 35 milhões.

Com crescimento de 51% nas vendas de 2011, a USE Móveis para Escritórios, líder no mercado centro-oeste no segmento de mobiliário corporativo, expande suas operações para outros estados e projeta um novo parque industrial em Goianira, município onde a empresa está instalada atualmente.

De acordo com Heitor Filho, CEO da USE, os investimentos na nova planta giram em torno de R$ 35 milhões. “Nosso objetivo é duplicar o parque fabril e consequentemente dobrar em 5 anos o faturamento da empresa”, declara. A nova unidade de negócios deve gerar mais 180 empregos diretos. Hoje, a USE possui 550 colaboradores e já é a companhia que mais emprega pessoas da região de Goianira.

A primeira fase do projeto está prevista para ser concluída até o final de 2013. A nova planta de 114 mil m2 irá abrigar o centro de distribuição da empresa, área de marcenaria e os escritórios administrativo e comercial. Para isso, a USE contratou a empresa SV Martins, especializada em Engenharia Industrial, responsável por elaborar o Master Plan do projeto, que está em fase de concepção (ver perspectiva da fachada em anexo).

Outros estados
Além do novo parque industrial em Goianira, a USE Móveis para Escritórios está fortalecendo suas operações em outros estados, com abertura de novos escritórios show room. “Até final de abril pretendemos inaugurar mais duas lojas, uma em Recife e outra no Rio de Janeiro”, afirma. Até julho, a expectativa é abrir mais quatro filiais, em São Paulo, Brasília, Salvador e Belo Horizonte.

Sobre a empresa
A USE oferece soluções completas em mobiliário para escritório. Desenvolve mesas, armários, gaveteiros, estações de trabalho, divisórias e acessórios para ambientes corporativos. Além disso, produz conjuntos escolares e distribui cadeiras da marca Flexform. A empresa está no mercado há mais de 25 anos.

Fonte: http://refrescante.com.br/use-moveis-para-escritorios-projeta-novo-parque-industrial-e-gera-mais-empregos.html

MAMUTE
Jul 13, 2012, 9:22 PM
Comitiva do GDF vai ao exterior em busca de investidores estrangeiros



Governador inicia hoje missão internacional para fechar parcerias e acordos com investidores interessados em se instalar no Distrito Federal. Indústrias não poluentes e empresas de alta tecnologia são o foco principal



O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, embarca nesta sexta-feira (13/7) com comitiva para uma missão internacional. A delegação passará pelos Emirados Árabes Unidos, Cingapura e China. O objetivo da missão é divulgar Brasília como centro tecnológico e digital; conhecer os modelos dos melhores polos digitais do mundo e trocar experiências no setor de mobilidade e planejamento urbanos.

Está prevista para o início de agosto a realização de licitação internacional para que uma empresa administre, por meio de Parceria Público Privada (PPP), o Parque Tecnológico Cidade Digital. O espaço funcionará como um grande condomínio, que reunirá o que há de mais moderno no ramo de tecnologia, entre empresas nacionais e estrangeiras. Além disso, com a realização dos grandes eventos internacionais no Distrito Federal a partir do ano que vem, quando a capital recebe a abertura da Copa das Confederações, a atual gestão está empenhada em atrair empreendedores de todo o mundo para o Distrito Federal.

A missão, portanto, tem duplo desafio: a comitiva conhecerá as melhores experiências em soluções tecnológicas, sustentáveis e de crescimento econômico que possam ser desenvolvidas em nossas cidades e, ao mesmo tempo, divulgará as potencialidades do Distrito Federal e os inúmeros aspectos positivos para os empreendedores interessados em investir na região. Os índices de qualidade de vida, de escolaridade e renda, de Produto Interno Bruto e de localização estratégica do DF (com facilidade de locomoção e escoamento de produção, por exemplo), fazem parte dos dados a serem apresentados como atrativos aos investidores.

Comitiva
Além do governador, integram a comitiva os secretários de Estado de Desenvolvimento Econômico, Abdon Henrique de Araújo, e de Comunicação Social, Samanta Sallum; o porta-voz, Ugo Braga; a chefe da Assessoria Internacional do GDF, Flávia Malkine; os presidentes da Terracap, Antônio Carlos Lins, e da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), Carlos Alberto Kock; o diretor-presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa), Vinícius Benevides, e a diretora da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Maruska Lima.

Também integram a missão empresários convidados que conhecerão de perto soluções e exemplos de lugares que exportam conhecimento. Dentre as ações previstas estão: assinatura de acordos de cooperação, visitas técnicas, palestras do próprio governador para investidores e encontros políticos com ministros e embaixadores do Brasil nos países.

A Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) levará uma apresentação sobre as indústrias em Brasília, em especial as que estão em desenvolvimento. A federação irá defender os interesses industriais com ênfase em investimentos em infraestrutura e economia. Um dos principais focos serão os investimentos no Parque Tecnológico Cidade Digital. “Temos na capital federal uma tradição de serviço público e vocação para indústrias mais limpas. Queremos buscar novos modelos e parcerias para fazer da nossa região um polo gerador de empregos na área privada”, avalia Antônio Rocha, presidente da Fibra.

Representantes da TCB vão com o objetivo de atrair fábricas de ônibus elétricos para o Distrito Federal – os primeiros contatos nesse sentido começaram em maio. A TCB buscará ainda parceria com uma fábrica de painéis solares que será visitada durante a missão.

Outra área estratégica para o governo e que contará com representantes na viagem oficial é a de água, energia e saneamento. “O Distrito Federal tentará atrair investimentos. Os representantes de grandes empresas que têm a expectativa de investir na capital estão interessados em saber como está a infraestrutura local. Além disso, vamos para conhecer a forma como os países visitados lidam com essa área, trocar informações e absorver aspectos técnicos com a finalidade de cooperação”, destaca o diretor-presidente da Adasa, Vinícius Benevides.











http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/07/13/interna_cidadesdf,312018/comitiva-do-gdf-vai-ao-exterior-em-busca-de-investidores-estrangeiros.shtml

MAMUTE
Jul 24, 2012, 3:52 PM
Em Xangai, Agnelo quer fábrica de bicicletas elétricas no Distrito Federal



Xangai — Durante palestra no centro de convenções do Hotel Intercontinental Puxi, em Xangai, onde se hospedou, o governador Agnelo Queiroz (PT) convidou oficialmente a empresa Elebike International a montar uma fábrica de bicicletas elétricas no Distrito Federal. A companhia chinesa produz 400 mil bikes e lambretas movidas a eletricidade por ano e demonstra, desde 2009, interesse em produzi-las no Brasil. No almoço oferecido por Agnelo a empresários e representantes da indústria chinesa, um passo importante foi dado no sentido de viabilizar o projeto.

http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2012/07/24/313351/20120724070226436013a.jpg

Fora da China, a Elebike tem três fábricas no Vietnã e uma na Indonésia, onde produz 200 mil unidades. Nenhuma fora da Ásia. A empresa, no entanto, pretende expandir os negócios para o Brasil. Por isso, há três anos, entrou com uma carta-consulta na Secretaria de Desenvolvimento Econômico com a expectativa de receber os incentivos previstos no Pró-DF. A firma quer um lote de 10 mil metros quadrados no Polo JK, para se instalar na capital do país e vender para toda a América Latina. A avaliação é de que a exportação desses equipamentos não seria promissora porque representaria um aumento considerável do preço final para o consumidor.


















http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/07/24/interna_cidadesdf,313351/em-xangai-agnelo-quer-fabrica-de-bicicletas-eletricas-no-distrito-federal.shtml

MAMUTE
Jul 27, 2012, 12:44 PM
Exportações do DF crescem 51%




Frango, soja e combustíveis encabeçam a lista dos mais vendidos



As exportações de produtos no Distrito Federal aumentaram 51,2% no primeiro semestre deste ano. A conclusão é do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. De acordo com o levantamento do órgão federal, o dado supera as exportações no mesmo período do ano passado. Nos dois últimos meses, maio e junho, o valor das exportações ultrapassou R$ 23 e R$ 19 milhões respectivamente.

http://www.jornalalobrasilia.com.br/noticias/img/noticias/foto_26072012090249.gif
Exportação de frango alcançou 34,18% em julho

De janeiro a junho, produtos como pedaços e miudezas de frango, carnes de galo e galinhas, combustíveis, lubrificantes para aeronaves e soja foram os que alcançaram o maior percentual de exportações, sendo 34,18%, 32,25%, 27,07% e 4,19% respectivamente. Os quatro produtos representaram 97,6% das exportações do Distrito Federal.

Já no ranking das empresas exportadoras estão a Sadia, Petrobrás e a Cargill Agrícola. Dentre os principais países e blocos de destino que importam produtos do DF estão a Arábia Saudita, responsável por 25,6% da exportação, seguido dos Estados Unidos, com 11,63% e e Portugal, com um percentual de 8,85%.

O gerente de aeroporto da Petrobrás, Ernesto Edoardo Denti, explicou que devido ao aumento de viagens internacionais os aviões estrangeiros pousam e decolam do DF, o que contribui para a exportação de combustível. Segundo ele, há alguns anos o Brasil vem apresentando bons números na economia com inflação controlada e o crédito facilitado.

Com aumento do poder aquisitivo da população e por Brasília ter a maior renda per capita do país, “as empresas aéreas estrangeiras identificaram esse nicho e colocaram mais voos internacionais para o país com pouso e decolagem saindo da capital. Isso contribuiu para o aumento da exportação”, destacou Denti.











http://www.alo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=174349

MAMUTE
Aug 6, 2012, 1:06 AM
Industrialização é a saída para o DF



As exportações estão em alta, mas especialistas apontam que trazer indústrias para a capital federal poderá ser a melhor saída para manter o ritmo de crescimento de Brasília e oferecer emprego a cerca de 200 mil pessoas na cidade


Dados divulgados recentemente mostram que a economia do Distrito Federal vai muito bem. Mas apontam, também, que algumas questões precisam ser superadas para que ela mantenha o ritmo de crescimento.

Um dos levantamentos divulgados está relacionado às exportações. Mesmo este não sendo o foco da economia local, os dados são bastante positivos. Levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e analisado pela Federação das Indústrias do DF (Fibra) indica que, no primeiro semestre deste ano, o Distrito Federal teve aumento de 51,2% nas exportações, em comparação com o mesmo período de 2011.

http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/f0b3c292103cf0c3f938e67b904b9b3a32954e1b
Para Apolinário Rebelo, para aumentar as exportações, Brasília deve investir na industrialização e aumentar a produção

Arábia Saudita, Estados Unidos, Portugal, Hong Kong, Líbia e Emirados Árabes Unidos são os principais compradores das mercadorias brasilienses. Três produtos respondem por 97,6% das exportações: frango, com 66, 43%; combustíveis, 27,07%, e soja, 4,19%. E a tendência, segundo especialistas, é crescer ainda mais, já que o principal parceiro comercial, a Arábia Saudita, esta fora da crise econômica. “O problema de seca nos Estados Unidos também tem colaborado para este aumento nas exportações”, diz o professor do departamento de Economia da Universidade de Brasília, Carlos Alberto Ramos.

Segundo a Fibra, as exportações do DF têm aumentado devido, principalmente, ao crescimento da venda de produtos básicos, que são bens com pouca ou nenhuma transformação industrial. “Dentro da nossa pauta de produtos, o frango e a soja são os principais itens dessa cesta e, sozinhos, são responsáveis por 71,19% do saldo exportado pela capital. A comercialização desses bens no período que vai de janeiro a maio teve alta de 59% além disso, foi registrado ainda aumento de 40% nas operações especiais. Foi a união desses dois crescimentos que tornou o resultado do DF tão positivo mesmo com a instabilidade do cenário internacional”, diz a federação, por meio de assessoria de imprensa.

Para aumentar a variedade de produtos a serem exportados, seria necessário aumentar a planta produtiva do DF. Essa é a conclusão do subsecretário de Investimentos Estratégicos e Negócios Internacionais do DF, Apolinário Rebelo. “Precisamos industrializar o DF por que a única forma de transformar a unidade federativa capaz de exportar é ter planta produtiva para abastecer seu mercado interno, nacional e até mundial”, observa.

Porém, segundo a Fibra, “não há meios de se prever a entrada de novos produtos na pauta de exportação porque isso depende muito mais da empresa e sua capacidade produtiva do que da demanda externa, mas muitos produtos que estão presentes na pauta deste ano não apareceram nenhuma vez na do ano passado, como é o caso do algodão. Em contrapartida muitos produtos que foram vendidos no ano passado ainda não foram exportados em 2012. Isso demonstra a rotatividade das vendas do DF, apesar da concentração da pauta exportadora”, diz a Fibra.

Mesmo assim, segundo a Fibra, a tendência é que as exportações continuem a crescer. “A principal razão para essa expectativa é a localização geográfica dos principais parceiros comerciais do DF. Com o quadro atual, o único fator que pode interferir no crescimento das exportações é a diminuição do consumo interno nesses países e isso causaria apenas a desaceleração do crescimento e não a queda propriamente dita”, diz a instituição.

Industrialização
Conforme observa Apolinário Rebelo, Brasília mais importa do que exporta. Para ele, é preciso aumentar a produção para importarmos menos e fazer circular recursos no DF, diminuindo, também os índices de desemprego. A industrialização seria um caminho.

Uma pesquisa divulgada na semana passada pelo Conselho Federal de Economia (Confecon) e pelo Instituto Brasiliense de Estudos da Economia Regional (Ibrase) aponta justamente para isso. Ela diz que investimentos em uma política industrializada podem alavancar a economia do Distrito Federal, de sua área metropolitana e do eixo Brasília-Anápolis-Goiânia nos próximos 18 anos.

“A saída é desenvolver atividades industriais. Definir estratégias, investir na área de transporte e energia para que as indústrias venham”, explicou economista Júlio Miragaya, responsável pelo estudo. Ele apontou como uma das soluções a consolidação do Polo JK. “Antes é preciso que Brasília faça o seu dever de casa, não temos um grande polo em empresas privadas, por isso é preciso que o centro financeiro também seja um centro econômico”.

Além da ampliação do Polo JK, deve-se identificar e dotar de infraestrutura quatro ou cinco áreas no DF ou nos municípios metropolitanos, ao longo dos principais eixos viários para a instalação de grandes plantas industriais, aponta Júlio Miragaya.

Apolinário Rebelo aponta que a falta de industrialização no DF, inclusive, fez a capital federal crescer de forma desigual, quando comparada Brasília com as cidades ao seu redor. “Temos quase 200 mil desempregados, não há concurso público para todos e o setor de serviços precisa dessa essência do salário do serviço público para continuar empregando. Há de se pensar num projeto para atrair indústrias intensivas, de valor agregado e alta produtividade para enfrentar o problema do desemprego e deixar dinheiro em Brasília”, observa o subsecretário.

Apolinário lembra, ainda, que a viagem do governador Agnelo Queiroz à Ásia e à Europa poderá trazer essas indústrias ao DF. “Com a viagem ele pôde lidar de perto com todo o dinamismo da Ásia e parte da Europa e, a partir dessa experiência concreta, ele pôde ver quais empresas poderão produzir aqui", finaliza.









http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2012-08-04/economia/6868

MAMUTE
Aug 12, 2012, 12:56 PM
Mapeamento feito pelo Correio mostra entraves à criação de empresas no DF



A necessidade de diversificar a economia local, com menos dependência do serviço público e uma iniciativa privada mais madura, passa necessariamente pelo avanço do empreendedorismo. Peculiaridades de Brasília, no entanto, tornam muitas vezes o ambiente desfavorável para a abertura de negócios. Apesar do potencial de um dos mercados consumidores mais pujantes do país, criar uma empresa na capital federal ainda é tarefa bastante difícil.


Ao longo da última semana, o Correio ouviu empresários para mapear os principais obstáculos encontrados por eles. Há quem desista do sonho de ter o próprio negócio diante de tantos entraves. Além das recorrentes queixas sobre a elevada carga tributária e a falta de incentivos, comum aos empreendedores de todo o país, os brasilienses esbarram em obstáculos próprios da cidade, como legislações desatualizadas que travam a liberação das licenças de funcionamento e os preços salgados dos imóveis.











http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/08/12/interna_cidadesdf,316566/mapeamento-feito-pelo-correio-mostra-entraves-a-criacao-de-empresas-no-df.shtml

oengenheiro
Aug 24, 2012, 2:33 AM
Chineses planejam montar fábrica de veículos no DF

Motivados pelos argumentos do governador Agnelo Queiroz em visita à China, grupo empresarial apresenta portfólio na SDE

A missão internacional do governador Agnelo Queiroz à Ásia e à Europa apresentou mais um resultado positivo. Representantes do Grupo Rui Hua, empresa chinesa especializada na fabricação de veículos de transporte urbano movidos a energia limpa, apresentaram ao secretário de Desenvolvimento Econômico do DF, Abdon Henrique de Araújo, nesta quarta-feira (22), portfólio da companhia e as propostas de investimentos do grupo no Distrito Federal.

As negociações prosseguem e a empresa já sinalizou que pretende entrar com carta consulta junto à Secretaria de Desenvolvimento Econômico para ter acesso aos incentivos fiscais e creditícios oferecidos aos empreendimentos instalados no DF que geram emprego e renda. Segundo informações da Sociedade dos Transportes Coletivos de Brasília (TCB), o Grupo Rui Hua encaminhará ao GDF, sem nenhum custo, um ônibus coletivo movido a energia elétrica para testes.

O veículo tem autonomia de carga de aproximadamente 130km e será inserido em uma das linhas da empresa pública de transporte. Engenheiros do Grupo Rui Hua acompanharão o manuseio do automóvel por parte dos funcionários da TCB.

Também participaram do encontro o diretor presidente da TCB, Carlos Alberto Koch Ribeiro, e o representante do grupo chinês no Brasil, João Eugênio Júnior, da S4 Clean Energy.

MAMUTE
Aug 24, 2012, 3:00 AM
:previous:Aqui o link da noticia :tup:
http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=419146&secao=N

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Tomara que essa visita internacional que o governador Agnelo fez de algum resultado, e que não fique só no papel essa fábrica, agora que vamos ver se o governador tem bala na agulha...

pesquisadorbrazil
Aug 25, 2012, 3:42 PM
Essa empresa virá a Brasília, se as outras montadoras de ônibus DEIXAREM ou mesmo o governo do estado de São Paulo aceitar que ela venha se instalar aqui.

pesquisadorbrazil
Sep 24, 2012, 1:09 AM
Empresários portugueses preparam investimento no Distrito Federal na área alimentar, com foco na produção de pastelaria tradicional de Portugal.

Depois dos investimentos pesados de Portugal no Brasil, registrados sobretudo nos anos 80 e 90, em setores como a energia e telefonia, uma nova onda de empresários lusos chega ao país. Diariamente, empreendedores portugueses, pressionados pela grave crise econômica e financeira em que o o país se encontra, desembarcam em várias capitais à procura de oportunidades de negócios, de investimentos de pequeno e médio porte, em diversas áreas de atividade, desde a restauração, hotelaria e turismo à nanotecnologia.

Brasília e a região centro-oeste começam agora a despertar o interesse empresarial dos novos emigrantes de Portugal, que procuram alternativas aos mercados tradicionais e altamente disputados como são os das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

Doçaria e confeitaria portuguesa são a aposta de um grupo de empresários que desenvolveu, nos últimos dias, contatos com vista à abertura de uma unidade da fabrico de pastelaria fresca para distribuição na região de Brasília, contando com o apoio da Câmara Brasil-Portugal no DF.

A escolha da região centro-oeste como porta de entrada no Brasil foi feita em função das características do DF. "Brasília tem um mercado mais dirigido para produtos de qualidade e tem a maior renda per capita do Brasil", disse ao Portugal Digita o investidor Jorge Pais. " Não será uma produção industrializada de congelados, mas sim uma produção fresca, diária, garantindo a qualidade".

O investimento inicial previsto para esta unidade, cuja localização ainda não está definida, poderá chegar a 2 milhões de reais. Um dos fatores determinantes na escolha do lugar para a abertura da fábrica de pastelaria serão os incentivos fiscais, que variam conforme a localização seja no Distrito Federal ou em cidade do entorno de Brasília, pertencente ao estado de Goiás.

Numa etapa posterior, o grupo poderá, segundo declarações de Jorge Pais, "replicar noutras capitais estaduais, como São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro".

De acordo com o presidente da câmara luso-brasileira de comércio no Distrito Federal, Fernando Brites, a área alimentar tem vindo a ser objeto de estudo por parte de portugueses que querem investir no país. Nos próximos dias, um grupo de empresários deverá desembarcar em Brasília para analisar as possibilidades de instalação de uma unidade industrial de produção de embutidos, com tecnologia lusa.

Fonte: http://www.portugaldigital.com.br/economia/ver/20072052-investidores-portugueses-apostam-na-industria-alimentar-do-df

pesquisadorbrazil
Sep 24, 2012, 1:12 AM
Não tem muito tempo que li na revista Exame, que nos próximos anos, a cidade que irá crescer mais no seguimento industrial é justamente Brasília. Podendo rivalizar inclusive com cidade mais industriais como Porto Alegre, Salvador, Belo Horizonte e até Campinas. Que é considerado o 3o maior pólo industrial do Brasil.

HLbsb
Sep 24, 2012, 11:39 PM
:previous:

Pelos últimos dados de PIB regional do IBGE (2009) RMBH já ultrapassou RMCampinas, mas são valores muito próximos.

Por esses dados a RIDE-DF aparece no patamar de Vitória ou Joinville, ou seja, tem muito potencial para crescimento! É evidente que desde 2009 algumas coisas já evoluíram, mas para chegar ao patamar das RMs citadas a RIDE deve dobrar sua participação no montante nacional. De toda forma, aquelas RMs somam mais porque os municípios periféricos já se industrializaram, algo que só está começando agora nos municípios do entorno, onde praticamente toda a industrialização se restringe a Luziânia. Tanto no DF quanto no entorno há muito espaço para a industrialização e a engrenagem lentamente já começa a funcionar...

MAMUTE
Oct 4, 2012, 1:24 PM
Indústria do DF é a que menos emprega trabalhadores no País


Economia é dependente do setor de serviços, responsável por 67,9% dos postos de trabalho


O Distrito Federal é a unidade da Federação que menos emprega trabalhadores na Indústria. No DF, o setor é responsável pelo emprego de apenas 4,3% da população com mais de dez anos de idade, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O estudo é baseado no indicadores de 2011.

Para o presidente da Codeplan (Companhia de Planejamento do DF), Júlio Miragaya, a baixa participação das Indústria na economia tem raízes históricas, uma vez que o Distrito Federal foi concebido com caráter quase exclusivamente político-administrativo. Segundo ele, isso inibiu o desenvolvimento industrial ao mesmo tempo em que ele ocorreu, de maneira acelerada, no resto do país nas décadas de 60 e 70.

— Então perdemos, digamos assim, o bonde da industrialização e hoje pagamos o preço do não aproveitamento daquele período.

Além disso, as características específicas da capital federal fazem com o que o setor de serviços no DF seja o empregador mais predominante entre todas as unidades da federação, ocupando 67,9% da população de Brasília com mais de dez anos de idade.

— Isso tem um aspecto negativo que é a enorme responsabilidade do setor público de funcionar como elemento motor da economia local.

Para contornar o problema, o presidente da companhia afirmou que o governo busca dinamizar a economia do DF, para que não haja uma dependência tão grande do setor de serviços.

— Para isso, é preciso uma diversificação da estrutura produtiva, em particular da atividade industrial, seria importante para o desenvolvimento mais saudável e sustentável da cidade.

Infraestrutura

Outro impulso necessário para o desenvolvimento da indústria é a ampliação da infraestrutura no DF, principalmente em energia e transporte, para atrair investimentos de grandes empreendimentos. Para isso, Miragaya diz que é importante tirar do papel obras como a ferrovia que liga Brasília a Anápolis, o gasoduto interligando Goiânia, Anápolis e Brasília, o arco rodoviário do Distrito Federal e a Cidade Aeroportuária em Planaltina, região administrativa do DF.

A agricultura é outro setor que emprega pouco no DF, com apenas 1,6% do total. É o segundo menor percentual entre as outras unidades da federação, ficando atrás somente do Rio de Janeiro, com 1,5%. Essa conjuntura é explicada pelo tamanho reduzido do território do Distrito Federal, que é menor, inclusive, que o Rio de Janeiro.

Para o presidente da Codeplan, a participação do setor no PIB (Produto Interno Bruto) do DF, é ainda menor e não chega a 1%, sendo a menor do Brasil. Segundo ele, o número não quer dizer que a agricultura não tem importância no DF, porque em valores monetários, a produção chega a quase R$ 1 bilhão.

— O que não é pouca coisa, porque se equipara com Rio Verde, um grande município agrícola de Goiás. Além disso, se for comparar por cidade, e Brasília também é uma, nós somos o quinto maior município agrícola do país. Portanto, essa produção se sustenta mais pela produtividade do que pelo tamanho da área cultivada.

Na conta total da geração de empregos no DF, o setor da construção civil é responsável por 7,3% dos postos, enquanto o comércio e reparação empregam outros 18,9% dos trabalhadores.










http://noticias.r7.com/distrito-federal/noticias/industria-do-df-e-a-que-menos-emprega-trabalhadores-no-pais-20121004.html

salengasss
Oct 5, 2012, 10:02 PM
E com esse Governador incompetente, não tende a melhorar.