pesquisadorbrazil
Sep 18, 2011, 11:04 PM
Espaço dedicado a lançamentos e projetos imobiliário no Distrito Federal e sua região metropolitana.
pesquisadorbrazil
Sep 18, 2011, 11:09 PM
Imagens das obras do condominio Alphaville
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/alphaville1.jpg
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/alphaville2.jpg
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/alphaville3.jpg
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/alphaville4.jpg
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/alphaville5.jpg
pesquisadorbrazil
Sep 18, 2011, 11:10 PM
Me desculpe aos corretores de plantão, mas Reserva by Santa Mônica, Acquavilla entre outros, estão no chinelo perto do Alphaville. As empresas brasilienses são muito amadoras nesse aspecto.
pesquisadorbrazil
Sep 18, 2011, 11:13 PM
Vou apresentar aqui apenas um tira gosto do empreendimento da Rossi na Asa Norte.
Setor Comercial Norte, ao lado do Hospital Regional da Asa Norte
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/rossiesplanadabusiness1-1.jpg
MAMUTE
Sep 19, 2011, 2:01 AM
:previous: Esse aí está de primeira:worship::worship:
Fullgencio
Sep 19, 2011, 11:55 AM
Excelente. Sensacional.
pesquisadorbrazil
Sep 20, 2011, 9:29 AM
Eu estive lendo na relação de investidores da construtora Direcional, que eles irão lançar 2 empreendimentos, um com pouco menos de 2 mil apartamentos em Águas Claras e outro de 15 mil apartamentos em Samambaia.
Eu tenho absoluta certeza que esse empreendimento em Águas Claras, vai ser algo igual o TotalVille localizado em Santa Maria.
pesquisadorbrazil
Sep 20, 2011, 9:36 AM
Brasília (DF) | Setor de Industria Gráfica | Office 300
Centro empresarial composto de lojas e salas comerciais
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/Office3001.jpg
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/Office3002.jpg
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/Office3003.jpg
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/Office3004.jpg
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/Office3005.jpg
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/Office3006.jpg
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/Office3007.jpg
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/Office3008.jpg
pesquisadorbrazil
Sep 20, 2011, 9:36 AM
Esse empreendimento parece uma comercial da avenida W3 Sul.
Espartano_bsb
Sep 20, 2011, 11:20 AM
Esse empreendimento comercial da Rossi no Setor Comercial Norte está um espetáculo! Sabe qual o terreno, pesquisador?
Fullgencio
Sep 20, 2011, 12:29 PM
Me desculpe aos corretores de plantão, mas Reserva by Santa Mônica, Acquavilla entre outros, estão no chinelo perto do Alphaville. As empresas brasilienses são muito amadoras nesse aspecto.
O problema do Alphaville é que está muiiitooo longo do plano, e vai pegar muiiito trânsito para chegar no plano. para quem gosta de engarrafamento e passar horas e horas dentro do carro o Alphaville é perfeito...:banana:
pesquisadorbrazil
Sep 20, 2011, 12:35 PM
O problema do Alphaville é que está muiiitooo longo do plano, e vai pegar muiiito trânsito para chegar no plano. para quem gosta de engarrafamento e passar horas e horas dentro do carro o Alphaville é perfeito...:banana:
Congestionamento muito menor do que na linha verde, amarela e laranja. E mais tem 3 alternativas para se chegar ao centro de Brasília, as outras não tem.:shrug:
pesquisadorbrazil
Sep 20, 2011, 12:36 PM
Esse empreendimento comercial da Rossi no Setor Comercial Norte está um espetáculo! Sabe qual o terreno, pesquisador?
O empreendimento fica no lote de esquina do Setor Comercial Norte, ao lado do edificio América Office Tower, aonde funcionou a muitos anos um Bingo e mais recentemente uma boate, acho que era a TREND.:D
MAMUTE
Sep 20, 2011, 1:07 PM
Esse Office 300 está muito lindo, eu gostei...
MAMUTE
Sep 20, 2011, 1:10 PM
Aliás, falando em Alphaville, pra quando será a segunda etapa do empreendimento??? já deve estar perto do lançamento dá segunda etapa...
pesquisadorbrazil
Sep 20, 2011, 1:19 PM
Aliás, falando em Alphaville, pra quando será a segunda etapa do empreendimento??? já deve estar perto do lançamento dá segunda etapa...
Dizem que será agora em Outubro ou Novembro, mas vão comercializar mais para construtoras, pois vão vender os lotes de uso vertical, como prédios comerciais e residenciais.:banana:
emblazius
Sep 20, 2011, 8:30 PM
Rapaz, to temrinando minha casa no Tororó e digo que do Balão de Unai até a Rodoviária levo em torno de 25 minutos no fluxo normal e sem correr. Fica em tornod e 23 quilômetros. O único problema do setor é o Balão do Jardim Botânico, que esta no orçamento a construção do viaduto. Agora que é longe é longe mesmo, mas engarrafamento isso te digo que nunca peguei. Pode ser que com o Mangueiral ou futuros projetos para aquela região tornem o os condomínios da DF 140 e Alphaville complicados. Mas nisso eu me agarro com fé da construção da DF 045 (EPRO).kakakakaka:notacrook::worship:
pesquisadorbrazil
Sep 20, 2011, 8:36 PM
Rapaz, to temrinando minha casa no Tororó e digo que do Balão de Unai até a Rodoviária levo em torno de 25 minutos no fluxo normal e sem correr. Fica em tornod e 23 quilômetros. O único problema do setor é o Balão do Jardim Botânico, que esta no orçamento a construção do viaduto. Agora que é longe é longe mesmo, mas engarrafamento isso te digo que nunca peguei. Pode ser que com o Mangueiral ou futuros projetos para aquela região tornem o os condomínios da DF 140 e Alphaville complicados. Mas nisso eu me agarro com fé da construção da DF 045 (EPRO).kakakakaka:notacrook::worship:
Isso que eu falo, que congestionamentos que o Fullgencio fala, eu também nunca peguei esse tal congestionamento.:tup:
HLbsb
Sep 21, 2011, 1:31 AM
Eu estive lendo na relação de investidores da construtora Direcional, que eles irão lançar 2 empreendimentos, um com pouco menos de 2 mil apartamentos em Águas Claras e outro de 15 mil apartamentos em Samambaia.
Eu tenho absoluta certeza que esse empreendimento em Águas Claras, vai ser algo igual o TotalVille localizado em Santa Maria.
1 empreendimento com 15 mil apartamentos!!! Em samambaia? Cabe?? Onde seria???
MAMUTE
Sep 21, 2011, 1:47 AM
:previous:Se for nos moldes do setor total ville de santa maria, pode sim ter 15 mil unidades habitacionais, se for no sub centro leste de samambaia cabe e sobra, veja o local:
http://i856.photobucket.com/albums/ab122/mamutemamute/Semttulo-9.png
Fullgencio
Sep 21, 2011, 1:52 AM
1 empreendimento com 15 mil apartamentos!!! Em samambaia? Cabe?? Onde seria???
15 mil aptos? To achando muito exagerado, heim? Será que está certo esse número?
HLbsb
Sep 21, 2011, 2:20 AM
:previous:
:previous:
Imaginei essa área mesmo, mas ainda demora algum tempo até sua ocupação. Pelo menos até enterrarem os cabos de alta tensão. De toda forma, o sub-centro leste não seria apenas residencial, né?
HLbsb
Sep 21, 2011, 2:26 AM
15 mil aptos? To achando muito exagerado, heim? Será que está certo esse número?
Pois é, só pra comparar, o Peninsula, que é um empreendimento muito grande, não tem nem 2000 apartamentos. Por isso o espanto. Cheguei a pensar que faltou uma virgula (1,5 mil)...
HLbsb
Sep 21, 2011, 2:30 AM
Vou apresentar aqui apenas um tira gosto do empreendimento da Rossi na Asa Norte.
Setor Comercial Norte, ao lado do Hospital Regional da Asa Norte
http://i1177.photobucket.com/albums/x354/pesquisadorbsb7/rossiesplanadabusiness1-1.jpg
:previous:
Muito Bom!
MAMUTE
Sep 21, 2011, 2:46 AM
:previous:
:previous:
Sim!!! E támbem é institucional; como todos nós sabemos, isso pode mudar do dia pra noite, como vai acontecer na area de expansão do Guará:
http://jornaldoguara.web146.f1.k8.com.br/jornaldoguara.com/wp-content/uploads/2011/08/cmg.jpg
Vai mudar de institucional para residencial...
MAMUTE
Sep 21, 2011, 2:47 AM
Erro duplo
pesquisadorbrazil
Sep 21, 2011, 7:41 AM
15 mil aptos? To achando muito exagerado, heim? Será que está certo esse número?
O números são reais, a informação está disponivel no site. Eu não estranho, a Rossi vai lançar 8 mil apartamentos em Valparaizo.:)
Espartano_bsb
Sep 21, 2011, 10:13 AM
Alguém sabe a real situação das obras de infraestrutura do Noroeste? Elas estão paradas mesmo? Não tivemos novos lançamentos imobiliários nos últimos meses...
pesquisadorbrazil
Sep 21, 2011, 2:38 PM
Alguém sabe a real situação das obras de infraestrutura do Noroeste? Elas estão paradas mesmo? Não tivemos novos lançamentos imobiliários nos últimos meses...
Até aonde eu sei, o GDF não vai licitar nada no Noroeste nesse ano, somente obras de infra-estrutura e prédios já com alvará de construção aprovados sairão do papel.
Os demais só em 2012 e olhe lá. Outro detalhe interessante, um mega terreno da CEB de quase 300 mil m2, aonde as construtoras queriam construir residenciais com serviços, perderam a boca, o BNDES pegou o terreno como pagamento de um empréstimo da CEB para investimentos.
Outro detalhe, se o BNDES vier comercializar o terreno só pode mesmo para comercial.:whip:
Maths2
Sep 21, 2011, 5:58 PM
Pesquisa, você sabe oque será ali ao lado do Taguatinga Shopping em um enorme terreno que está cercado com placas da Odebrech? Estou muito curioso...kkk...Pelo q me posso ver daqui de cima do meu ap. o terreno ja foi limpo e estão construindo oq me parece ser um estande...
MAMUTE
Sep 21, 2011, 6:07 PM
:previous:Bem vindo Matheus:cheers:
Tem támbem o terreno ao lado, que será um empreendimento da brookfield chamado de QI Smart offices, já era pra ter sido lançado, mas até agora nada, ouvi dizer que será exclusivamente comercial...
http://taguatinga.nexolocal.com.br/nl_imagenes/nl_posting/15/11/245/8320252/1309493405_3314891.jpg
pesquisadorbrazil
Sep 21, 2011, 9:55 PM
Pesquisa, você sabe oque será ali ao lado do Taguatinga Shopping em um enorme terreno que está cercado com placas da Odebrech? Estou muito curioso...kkk...Pelo q me posso ver daqui de cima do meu ap. o terreno ja foi limpo e estão construindo oq me parece ser um estande...
Ali vai ser 2 torres, sendo uma de hotelaria e outra empresarial e embaixo vai ter um mall com 5 mil de ABL.
MAMUTE
May 7, 2012, 12:57 AM
Homenagem em forma de prédio
Paulo Octávio entrega à Caixa Econômica Federal o mais novo centro empresarial do banco, batizado de José de Alencar Gomes da Silva. Localizado na Asa Norte, edifício tem um design arrojado
http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/cf8224beb9ce407feff22058c7a3f8ff6a60f687
O Centro Empresarial José de Alencar, localizado às margens da W3 Norte, chama a atenção pela arquitetura futurista
Um colosso com área total construída de 30 mil metros quadrados. Assim pode ser definido o novo empreendimento das Organizações PaulOOctavio no Distrito Federal, um edifício com valor estimado de R$ 300 milhões. Trata-se do Centro Empresarial José de Alencar, complexo pertencente à Caixa Econômica Federal que traz em seu nome uma homenagem ao ex-presidente da República.
O prédio chama a atenção pela imponência e arquitetura futurista e fica na quadra 512, às margens da W3 Norte. Na inauguração, a recepção aos servidores e funcionários do banco, bem como dirigentes, superintendentes regionais e nacionais e profissionais de imprensa, aconteceu no terraço panorâmico do centro empresarial e reuniu cerca de 300 convidados.
A cerimônia teve início às 11h de quinta-feira (3) e contou com a presença de diversas autoridades políticas locais e nacionais, com destaque para o ministro de Estado de Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella; o empresário da construção civil Paulo Octávio; o presidente da Caixa, Jorge Hereda; o vice-presidente de logística e retaguarda da Caixa, Paulo Roberto dos Santos, além de familiares de José de Alencar.
O pronunciamento do ministro Crivella abriu as atividades da manhã. Com bom humor, ele lembrou por diversas vezes, em seu discurso, do ex-presidente. “O meu amigo Alencar já deu a dica: quando for falar em público, baseie-se em um vestido de mulher. Não que seja curto e transparente (risos). Mas que não seja muito curto para não causar expectativa demais e nem tão longo a ponto de causar tristeza”, disse, arrancando gargalhadas dos presentes.
Marcelo Crivella comentou a redução da taxa de juros da Caixa para contratação de serviços, dentre eles a aquisição da casa própria. O ministro salientou que a instituição financeira exerce um papel decisivo no processo de desenvolvimento e afirmação internacional que o Brasil atravessa. Antes de encerrar suas palavras, o ministro se valeu da condição de bispo para conduzir uma oração de agradecimento a Deus e pedidos por um Brasil cada vez mais desenvolvido e igualitário.
Um prédio bonito e de excelente qualidade
O Centro Empresarial José de Alencar abrigará unidades administrativas da Caixa Econômica Federal. A construção foi baseada na otimização de recursos, na proximidade ao centro das decisões políticas nacionais e facilidade de acesso. A capacidade do edifício é de até 1.800 postos de trabalho, com três subsolos de garagem e elevadores exclusivos para os principais pavimentos.
Paulo Octávio iniciou seu discurso homenageando José de Alencar e convidando o público a ver um mural de fotos que tirou ao longo da vida com o ex-presidente. “Alencar foi um homem impecável em sua conduta. Então, esse foi um dos pilares amplamente considerados na construção deste edifício, para que fizesse jus ao brasileiro que empresta seu nome de modo que nos orgulha. Na minha trajetória como senador, estive com José de Alencar no dia do meu aniversário, há oito anos, e pude conversar sem pressa com um dos maiores homens que já conheci. Inclusive me recordo de ter conhecido poucas pessoas com uma ligação tão intensa à capital federal”, revelou.
http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/0dfbb32e82e39d2d896ab7e19442d6889cdcbb12/340/375/PNUImagem.jpg
Marcelo Crivella conduziu uma oração de agradecimento a Deus e de pedidos por um Brasil melhor
Paulo Octávio citou ainda que o fato de o centro empresarial ter o nome de alguém tão importante é uma grande responsabilidade. “É uma honra, logicamente, mas trespassa isso. Quando você resolve se espelhar em alguém do padrão dele (José de Alencar), deve saber que esperarão que seu trabalho tenha tanta qualidade como o daquela pessoa”, avaliou.
O presidente da Caixa, Jorge Hereda, fez um breve agradecimento à equipe que executou as obras do centro empresarial – estavam presentes engenheiros e mestres de obra – e falou da importância do complexo para a Caixa e para a economia local. Ao final, um coquetel foi oferecido ao público.
http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2012-05-05/imoveis/131782/HOMENAGEM-EM-FORMA-DE-PREDIO.pnhtml
Observerbsb
May 7, 2012, 6:24 PM
Por falar em predios da Asa Norte, tem um terreno na 516 Norte cercado com o nome da Via Engenharia. Era um prédido que abrigava o CRUB. Acho que vai ser demolido...
Homenagem em forma de prédio
Paulo Octávio entrega à Caixa Econômica Federal o mais novo centro empresarial do banco, batizado de José de Alencar Gomes da Silva. Localizado na Asa Norte, edifício tem um design arrojado
http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/cf8224beb9ce407feff22058c7a3f8ff6a60f687
O Centro Empresarial José de Alencar, localizado às margens da W3 Norte, chama a atenção pela arquitetura futurista
Um colosso com área total construída de 30 mil metros quadrados. Assim pode ser definido o novo empreendimento das Organizações PaulOOctavio no Distrito Federal, um edifício com valor estimado de R$ 300 milhões. Trata-se do Centro Empresarial José de Alencar, complexo pertencente à Caixa Econômica Federal que traz em seu nome uma homenagem ao ex-presidente da República.
O prédio chama a atenção pela imponência e arquitetura futurista e fica na quadra 512, às margens da W3 Norte. Na inauguração, a recepção aos servidores e funcionários do banco, bem como dirigentes, superintendentes regionais e nacionais e profissionais de imprensa, aconteceu no terraço panorâmico do centro empresarial e reuniu cerca de 300 convidados.
A cerimônia teve início às 11h de quinta-feira (3) e contou com a presença de diversas autoridades políticas locais e nacionais, com destaque para o ministro de Estado de Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella; o empresário da construção civil Paulo Octávio; o presidente da Caixa, Jorge Hereda; o vice-presidente de logística e retaguarda da Caixa, Paulo Roberto dos Santos, além de familiares de José de Alencar.
O pronunciamento do ministro Crivella abriu as atividades da manhã. Com bom humor, ele lembrou por diversas vezes, em seu discurso, do ex-presidente. “O meu amigo Alencar já deu a dica: quando for falar em público, baseie-se em um vestido de mulher. Não que seja curto e transparente (risos). Mas que não seja muito curto para não causar expectativa demais e nem tão longo a ponto de causar tristeza”, disse, arrancando gargalhadas dos presentes.
Marcelo Crivella comentou a redução da taxa de juros da Caixa para contratação de serviços, dentre eles a aquisição da casa própria. O ministro salientou que a instituição financeira exerce um papel decisivo no processo de desenvolvimento e afirmação internacional que o Brasil atravessa. Antes de encerrar suas palavras, o ministro se valeu da condição de bispo para conduzir uma oração de agradecimento a Deus e pedidos por um Brasil cada vez mais desenvolvido e igualitário.
Um prédio bonito e de excelente qualidade
O Centro Empresarial José de Alencar abrigará unidades administrativas da Caixa Econômica Federal. A construção foi baseada na otimização de recursos, na proximidade ao centro das decisões políticas nacionais e facilidade de acesso. A capacidade do edifício é de até 1.800 postos de trabalho, com três subsolos de garagem e elevadores exclusivos para os principais pavimentos.
Paulo Octávio iniciou seu discurso homenageando José de Alencar e convidando o público a ver um mural de fotos que tirou ao longo da vida com o ex-presidente. “Alencar foi um homem impecável em sua conduta. Então, esse foi um dos pilares amplamente considerados na construção deste edifício, para que fizesse jus ao brasileiro que empresta seu nome de modo que nos orgulha. Na minha trajetória como senador, estive com José de Alencar no dia do meu aniversário, há oito anos, e pude conversar sem pressa com um dos maiores homens que já conheci. Inclusive me recordo de ter conhecido poucas pessoas com uma ligação tão intensa à capital federal”, revelou.
http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/0dfbb32e82e39d2d896ab7e19442d6889cdcbb12/340/375/PNUImagem.jpg
Marcelo Crivella conduziu uma oração de agradecimento a Deus e de pedidos por um Brasil melhor
Paulo Octávio citou ainda que o fato de o centro empresarial ter o nome de alguém tão importante é uma grande responsabilidade. “É uma honra, logicamente, mas trespassa isso. Quando você resolve se espelhar em alguém do padrão dele (José de Alencar), deve saber que esperarão que seu trabalho tenha tanta qualidade como o daquela pessoa”, avaliou.
O presidente da Caixa, Jorge Hereda, fez um breve agradecimento à equipe que executou as obras do centro empresarial – estavam presentes engenheiros e mestres de obra – e falou da importância do complexo para a Caixa e para a economia local. Ao final, um coquetel foi oferecido ao público.
http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2012-05-05/imoveis/131782/HOMENAGEM-EM-FORMA-DE-PREDIO.pnhtml
Espartano_bsb
May 11, 2012, 12:18 AM
Alguém já conseguiu o render do empreendimento da Paulo Otávio do SRTVN? As obras já estão a todo vapor!
Similar
May 11, 2012, 5:00 AM
Alguém já conseguiu o render do empreendimento da Paulo Otávio do SRTVN? As obras já estão a todo vapor!
Onde fica a obra?
Espartano_bsb
May 11, 2012, 11:20 PM
Onde fica a obra?
Fica no SRTVN, bem em frente à futura Quadra 901 norte, na altura da subestação da CEB. Terá uma bela vista para o Estádio Monumental.
Outra referência: fica atrás do Edifício Brasília Rádio Center
pesquisadorbrazil
May 13, 2012, 4:35 AM
Até aonde eu sei, o projeto que coloquei a alguns anos no forum Skyscrapercity do escritório de arquitetura Gomes Figueiredo não está valendo mais, o novo, é do Ruy Ohtake, mas ainda não consegui o projeto.
pesquisadorbrazil
Oct 10, 2012, 5:27 PM
IMÓVEIS COMERCIAIS
Oferta garantida até 2015
Apesar das restrições para a construção de mais unidades no centro de Brasília, não falta espaço às edificações ao redor e nas cidades do Distrito Federal. Estudo mostra que tanto os órgãos públicos quanto as empresas privadas aquecem esse segmento
Diego Amorim
O Setor de Indústrias Gráficas está entre os espaços de opção para a construção de escritórios
O mercado de imóveis comerciais caminha para a saturação na área central de Brasília, o que deve forçar o avanço desse tipo de empreendimento para os arredores do Plano Piloto. Estudo feito pela consultoria paulista Ponzio & Féo, a pedido de uma construtora que pretende aumentar os investimentos na cidade, traçou o panorama do segmento, que mostra oportunidades na capital do país.
Foram mapeadas sete regiões, incluindo Águas Claras. O levantamento identificou, ao todo, 325 edifícios e 26.168 unidades voltadas, sobretudo, para a prestação de serviços. A Asa Sul possui o maior número de escritórios: 14.116, o equivalente a 54% do total. Em seguida, aparece a Asa Norte, com 9.149 unidades ou 35% do universo pesquisado. Os imóveis se concentram, principalmente, nos setores comercial, bancário e de autarquias.
O estudo aponta um importante vetor de crescimento do mercado de imóveis comerciais próximo ao centro de Brasília, como nos setores de Indústria e Abastecimento (SIA) e de Indústrias Gráficas (SIG). Ambos somam, juntos, 1.849 unidades. Até 2015, esse número deve crescer 55%, com a conclusão de 10 empreendimentos. O Setor Park Sul tambémdeve se destacar nos próximos dois anos, após a entrega de 562 escritórios espalhados por oito edifícios.
A demanda provocada por órgãos do setor público e o aquecimento da iniciativa privada na capital federal ajudam a impulsionar a venda e a locação de salas comerciais em Brasília. “A cidade apresenta um ritmo de crescimento de mercados consolidados”, comenta Carla Ponzio, diretora da consultoria responsável pela pesquisa. Ela completa que há demanda para os 61 novos empreendimentos com lançamento previsto até 2015.
Equilíbrio
A relação entre espaços desocupados e o estoque total existente, conhecida como vacância, também foi medida pelo levantamento. Os índices encontrados, em geral, estão em consonância com a média considerada dentro do equilíbrio de mercado. Chamou a atenção, no entanto, a possibilidade de, em 2015, a oferta de salas comerciais superar a demanda em Águas Claras e no SIA. “Mas, analisando o mercado como um todo, não há tendência de sobrar ou faltar unidade”, reforça Carla.
Para o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Adalberto Valadão, o crescimento econômico de Brasília garante fôlego ao mercado de imóveis comerciais nos próximos anos. “A demanda segue bastante alta. Não acredito em saturação a médio prazo”, diz ele, antes de observar que o mercado percebe, aos poucos, a importância de aproximar o local de trabalho dos empregados.
Valadão destaca a expansão de empreendimentos comerciais na região do SIG, com várias obras em andamento, e do SIA, onde, no último fim de semana, mais um prédio teve as primeiras unidades lançadas e vendidas. A escassez de terrenos livres na área central de Brasília, acrescenta o presidente da Ademi-DF, vai incentivar, naturalmente, a construção de prédios com escritórios em cidades como Taguatinga e Samambaia.
Salas comerciais, completa Valadão, atraem bastante os investidores de imóveis em Brasília. Na avaliação dele, o interesse se explica, em grande parte pela demanda constante por parte do governo, que ampliou o quadro de pessoal e, consequentemente, a estrutura física nos últimos anos. Há casos de empreendimentos que, antes mesmo deficarem prontos, têm todas as unidades alugadas por órgãos federais por meio de contratos rentáveis e duradouros.
Sondagem
A pesquisa indicou, ainda, que dos 318 edifícios identificados, somente 161 — metade do total — possuem vagas próprias de estacionamento. Entre os que têm o espaço, a média encontrada foi de 107 vagas por prédio, somando 17.236.
Levantamento
Oferta do mercado de imóveis comerciais nas principais áreas do DF:
Local Prédios Unidades
Asa Sul 165 14.116
Asa Norte 82 9.149
SIA 39 1.314
SIG 24 535
Águas Claras 7 565
Lago Norte 4 416
Lago Sul 4 73
Total 325 26.168
Fonte: Ponzio & Féo Consultores Associados
Para saber mais
Saturação no centro
Brasília concentra 47,7% do total de postos de trabalho do Distrito Federal. Por esse motivo, atrai todos os dias quase 400 mil pessoas de outras regiões, segundo o estudo Trabalho e Moradia do DF, divulgado em agosto último pela Companhia de Planejamento do DF (Codeplan). O inchaço traz problemas recorrentes das grandes metrópoles, como os engarrafamentos, a falta de estacionamento e a saturação de serviços de apoio, como clínicas médicas e restaurantes. Especialistas dizem que não há outra saída: é preciso fortalecer a vida econômica nas regiões administrativas e distribuir a oferta de trabalhos, o que passa pela construção de empreendimentos comerciais nessas localidades.
Fonte:http://www.clipnaweb.com.br/brbrokers2/consulta/materia.asp?mat=19648
pesquisadorbrazil
Oct 10, 2012, 5:31 PM
Eu morro de rir desse sr Valadão. Falando que os novos empreendimentos serão ocupados por orgãos distritais ou federais. Eu queria saber quais, pois com a inauguração do Centro Administrativo de Brasília, todos os orgãos que atualmente alugam imóveis serão transferidos para o lugar.
O mesmo ocorrendo com o governo federal, e aí quero ver esse sr Valadão encher essas salas comerciais. Detalhe, foi esse mesmo sr Valadão que falou que a 5 anos Brasília teria saturação de shoppings e hoje o que mais vejos é construção de shoppings.
O mesmo alegou que depois da Copa, os novos hotéis ficarão as moscas devido a falta de hospedes. Detalhe, existe uma caixa preta no Cartel Hoteleiro. Pois todos reclamam da falta de hospedes, mas ninguem reclama da alta RENTABILIDADE, porque será.
Claro, aonde existe CARTEL, eles abominam LIVRE CONCORRÊNCIA.
MAMUTE
Oct 20, 2012, 11:55 PM
Em breve teremos o primeiro lançamento comercial na região do novo Centro administrativo do GDF
http://i856.photobucket.com/albums/ab122/mamutemamute/oooo.jpg
como vemos na imagem acima, teremos um mini bairro no estilo do noroeste (prédinhos pequenos ao fundo), ao menos no papel será assim, vamos ver:)
MAMUTE
Oct 21, 2012, 12:04 AM
Alguém sabe o que será construído ao lado do Taguatinga shopping, num terreno de esquina, entre o LED da Odebrecht e o Connect Tower da Brookefild, já pintaram o muro com: Bellic Incorporações S.A fui no site deles e não vi nada a respeito de algum lançamento na região, se alguém souber de algo estamos aqui:yes:
pesquisadorbrazil
Oct 22, 2012, 4:26 PM
Alguém sabe o que será construído ao lado do Taguatinga shopping, num terreno de esquina, entre o LED da Odebrecht e o Connect Tower da Brookefild, já pintaram o muro com: Bellic Incorporações S.A fui no site deles e não vi nada a respeito de algum lançamento na região, se alguém souber de algo estamos aqui:yes:
Com certeza vai ser um empreendimento comercial, pois no lugar não se pode ter prédios residenciais.:tup:
pesquisadorbrazil
Oct 22, 2012, 4:28 PM
Em breve teremos o primeiro lançamento comercial na região do novo Centro administrativo do GDF
http://i856.photobucket.com/albums/ab122/mamutemamute/oooo.jpg
como vemos na imagem acima, teremos um mini bairro no estilo do noroeste (prédinhos pequenos ao fundo), ao menos no papel será assim, vamos ver:)
Eu já tinha antecipado esse empreendimento da Brookfield, ela consistirá de 1 prédio residencial com 1 apartamento e outros 2 prédios comercial de salas.:tup:
BROOKFIELD CENTURY PLAZA TAGUATINGA
- Para Investir, Morar e Trabalhar-
LOCALIZAÇÃO:
Á 40 metros do NOVO CENTRO ADMINISTRATIVO DO GDF Praça do sol - Taguatinga Sul DF
ESPECIFICAÇÕES:
Área Total do Terreno: 10.690m²
Total de Unidades: 12923 Torres
MALL:
- 35 lojas Com depósitos
- 1400 vagas de estacionamento rotativo
- Estacionamento Público na parte externa
O EMPREENDIMENTO:
- Brookfield Century Plaza Taguatinga -Conceito conhecido no mundo todo
2 TORRES COMERCIAIS:
- 26 pavimentos - 16 salas em cada pavimento
- 416 Unidades por torre
- 9 elevadores por torre
- Metragem 32m² a 34m²
1 TORRE RESIDENCIAL COM SERVIÇO MIXED-USE
- 425 unidades DE APARTAMENTO com varanda- 26 pavimentos - 17 Unidades por pavimento
- Piso entregue em Porcelanato 60x60
- Mezanino com Lazer completo
- Metragem: 27M² a 29,6M²
- Previsão para splint - Automação predial
- 4 Elevadores
- Pool de locação habitacional
A REGIÃO:
Centro Adm. do GDF em números:
4 prédios de 15 pavimentos10 prédios de 4 pavimento13.000M² de garagem34 secretárias 15.000 servidores
Taguatinga, Ceilândia e Samambaia, terá um crescimento ordenado. Com inicio de R$ 725.000.000,00, para transformar a região.Hoje temos estação de metrô, e futuramente um corredor exclusivo para ônibus, e ligação com o túnel Eixo Norte.
http://www.centuryplazataguatinga.com/#!salas-comercias/c1jik
MAMUTE
Nov 6, 2012, 12:30 AM
Em breve teremos o primeiro lançamento comercial na região do novo Centro administrativo do GDF
http://i856.photobucket.com/albums/ab122/mamutemamute/oooo.jpg
como vemos na imagem acima, teremos um mini bairro no estilo do noroeste (prédinhos pequenos ao fundo), ao menos no papel será assim, vamos ver:)
É, ficou muito abaixo do esperado, mas quem sabe depois de pronto fica melhor:(
http://images01.olx.com.br/ui/3/52/69/1352066548_452474369_1-Fotos-de--Lancamento-em-Taguatinga.jpg
MAMUTE
Dec 8, 2012, 7:22 PM
Tour no primeiro edifício pronto
Construtora inaugura o residencial e abre para convidados e interessados no empreendimento. O Viverde Residências é o primeiro prédio a ser concluído no mais novo bairro do Distrito Federal
http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/8dc3da53521f42215d2a8ff2f7dd63ca48a88218
Em um passeio no sábado (8), os visitantes poderão ver os diferenciais que o Viverde - Residências do Noroeste oferece
No próximo sábado, 8 de dezembro, das 10h às 15h, a Construtora Villela e Carvalho receberá os clientes para um brunch no Viverde – Residências do Noroeste e realizará um tour pelos apartamentos prontos e pelas áreas de lazer do empreendimento. O convite é extensivo a todas as pessoas que queiram conhecer o empreendimento e o mais novo bairro de Brasília. O Viverde é o primeiro edifício do Noroeste a ser concluído e já está com as áreas de lazer mobiliadas e decoradas e o paisagismo ao redor do residencial completo.
Com localização privilegiada, a poucos metros da entrada do Parque Ecológico Burle Marx e construído com o alto padrão de qualidade da Construtora Villela e Carvalho, o Viverde – Residências do Noroeste ficou pronto em outubro de 2012. “A conclusão deste empreendimento marca o respeito ao compromisso firmado com os clientes da Construtora Villela e Carvalho, que mais uma vez cumpriu os prazos estabelecidos, diz Ludmila Pires Fernandes, diretora de empreendimentos da construtora, que ressalta ainda o empenho e a dedicação de toda a equipe da Construtora Villela e Carvalho.
Além de apresentar todos os detalhes que fazem do Viverde um empreendimento único no mercado imobiliário de Brasília como, a qualidade da construção e dos acabamentos, “os clientes poderão conhecer as mais variadas opções de diversão e relaxamento que o residencial oferece em seus mais de 1.200 m² de áreas de lazer, um verdadeiro clube dentro de casa”, afirma André Stein, coordenador de marketing da Construtora Villela e Carvalho. Isso sem falar de uma das mais belas vistas da cidade, com o Parque Burle Marx de um lado e o Parque Nacional do outro, completa.
Sobre o Viverde
Primeiro prédio do mais novo bairro de Brasília a ser concluído, o Viverde Residências do Noroeste está localizado na quadra 110 do Noroeste, a poucos metros do futuro Parque Ecológico Burle Marx. Com apartamentos lineares de três e quatro quartos e coberturas duplex de cinco quartos, o residencial tem três áreas de lazer independentes, uma no pilotis e duas na cobertura, totalizando mais de 1.200 m. Cada uma tem um conceito diferente e está totalmente equipado para atender às necessidades dos moradores.
O lazer party, no pilotis do edifício, com salões de festas adulto e infantil. Na cobertura, o grande diferencial é a localização das áreas de lazer, instaladas nas pontas do edifício visando propiciar uma vista magnífica da cidade. No lazer acuas, o morador poderá desfrutar de piscinas aquecidas para crianças e adultos, com raia de 25 m, SPA, sauna e Fitness, com muito espaço e uma completa estrutura para um dia de descanso. No lazer prime, estão o espaço gourmet, home cinema, salão de jogos e duas churrasqueiras, com pizza point e chopeiras para celebrar os bons momentos com a família e os amigos.
http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2012-12-08/imoveis/5930/TOUR-NO-PRIMEIRO-EDIFICIO-PRONTO.pnhtml
MAMUTE
Dec 8, 2012, 7:23 PM
:previous:Enquanto isso, e a infraestrutura do bairro?
pesquisadorbrazil
Dec 8, 2012, 10:56 PM
:previous:Enquanto isso, e a infraestrutura do bairro?
Concordo contigo, mas a infraestrutura do Noroeste será superior a do Sudoeste na época que os primeiros moradores começaram habitar o bairro.:tup: Percebemos até calçadas no Noroeste, algo, que no Sudoeste quando inaugurado sequer possuía.
Observerbsb
Dec 18, 2012, 5:22 PM
Devem estar perto de entregar....
Vejam as informações que encontrei: http://www.revistainfra.com.br/portal/Textos/?Destaques/13069/Para-mexer-com-o-Planalto-Central-
Se bem que estão construindo rapido um outro predio (na verdade acho que são 04 torres) bem proximo deste.
Falando em SAUN, tem uma placa , se não me engano da PGR, em frente ao terreno que dáo ao eixinho.
pesquisadorbrazil
Dec 18, 2012, 6:45 PM
Devem estar perto de entregar....
Vejam as informações que encontrei: http://www.revistainfra.com.br/portal/Textos/?Destaques/13069/Para-mexer-com-o-Planalto-Central-
Se bem que estão construindo rapido um outro predio (na verdade acho que são 04 torres) bem proximo deste.
Falando em SAUN, tem uma placa , se não me engano da PGR, em frente ao terreno que dáo ao eixinho.
Então fizeram troca entre instituições federais, entre o STM (Supremo Tribunal Militar), pela PGR (Procuradoria Geral da Republica). Apesar que a PGR deveria ficar na praça dos tribunais e não na asa norte.:tup:
MAMUTE
Dec 27, 2012, 6:37 PM
Minha casa ou minha loja?
No DF, há mais de 53 mil quitinetes de uso comercial e também de moradia
É comum conhecermos pelo menos uma pessoa que more em uma sala de um edifício comercial transformada em casa. Em Brasília, cidade com planta única que delimita setores exclusivos para cada tipo de empreendimento, a situação torna-se ainda mais recorrente. Prédios comerciais muitas vezes abrigam residências de diversas pessoas. No Plano Piloto, as avenidas W3 Sul e Norte são margeadas por residências horizontais (quadras 700) e pelos prédios comerciais de três andares (quadras 500). Na Asa Norte a situação é mais notável devido ao fato de haver também prédios comerciais nas áreas das 700. Nessas construções, é comum somente as salas do térreo serem ocupadas por lojas; nos andares acima, várias moradias estão estabelecidas.
Foto: Gilda Diniz
http://coletivo.maiscomunidade.com/imagem/4695ca59c1c7ba47ef9a116b5ae121834a4b55b6/400/375/PNUImagem.jpg
É comum as comerciais serem alugadas também para uso residencial
Há quem tenha escolhido morar em uma sala transformada devido à comodidade de ter várias atividades comerciais funcionando no mesmo prédio. A outra parcela devido às despesas mensais com valores mais baratos.
Leodete Tavares é funcionária terceirizada do serviço público na área de publicações legais e cursa Direito em uma universidade particular. Ela garante que não pensou duas vezes quando surgiu a oportunidade de alugar uma quitinete na comercial da 710 Norte. “Pensei no custo, que está perfeitamente dentro do meu orçamento e no Plano Piloto”, resume.
Pode tudo?
O presidente do Creci-DF, Hermes Alcântara, explica que a mudança da destinação de uso de um imóvel não é um processo simples. O Ministério Público e o Conselho Regional de Corretores de Imóveis alertam para que as pessoas não comprem nada na planta sem exigir o memorial descritivo da construção, que diz qual a destinação do prédio. Esse memorial deve ter registro em cartório. O Cadastro Imobiliário Fiscal da Secretaria de Fazenda indica que existem mais de 53 mil quitinetes. Quase 29 mil são para uso comercial e cerca de 24,5 mil têm uso residencial.
http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2012-12-27/imoveis/6545/MINHA-CASA-OU-MINHA-LOJA.pnhtml
MAMUTE
Dec 27, 2012, 6:40 PM
:previous:O velho jeitinho Brasiliense:hell:
pesquisadorbrazil
Dec 27, 2012, 6:57 PM
:previous:O velho jeitinho Brasiliense:haha:
Jeitinho brasileiro que está destruindo a qualidade de vida na cidade, e pior, enquanto aquela ONG Urbanistas por Brasília fazem vista grossa nisso, estão mais preocupados com o cartel hoteleiro por não liberarem a área 901 norte.
Qual é mais agressivo ao tombamento? Uns 12 ou 15 hotéis na quadra 901 norte, ou de dezenas, centenas ou até não por dizer, milhares de kitinetes funcionando em área comercial. E pior, com jeitinho brasileiro, o GDF deixa de arrecadar milhões de reais com essa malandragem.:runaway:
MAMUTE
Dec 27, 2012, 7:13 PM
:previous: Pior é o governo que não faz nada, deixando com os órgãos responsáveis que só querem mamar algum$$$:hell: e com isso proliferam as salas que viram kit's e todos sabem que desde os lançamentos já são anunciadas salas comerciais como Kits, e os residenciais com serviços que são a mesma coisa, residencias disfarçadas de hoteis em locais impróprios para isso, o PP está ficando muito adensado e perdendo sua característica principal a tranquilidade e a qualidade de vida:hell:
MAMUTE
Dec 27, 2012, 7:15 PM
:previous:O velho jeitinho Brasiliense:haha:
coloquei um smile rindo, mas era pra ser um desses:hell: e nem percebi:koko:
pesquisadorbrazil
Dec 27, 2012, 11:54 PM
:previous: Pior é o governo que não faz nada, deixando com os órgãos responsáveis que só querem mamar algum$$$:hell: e com isso proliferam as salas que viram kit's e todos sabem que desde os lançamentos já são anunciadas salas comerciais como Kits, e os residenciais com serviços que são a mesma coisa, residencias disfarçadas de hoteis em locais impróprios para isso, o PP está ficando muito adensado e perdendo sua característica principal a tranquilidade e a qualidade de vida:hell:
O problema que existe uma brecha na lei. Que é o DIREITO A MORADIA, então se o especulador inventar que vai morar, muda o IPTU e tudo mais.:hell:
pesquisadorbrazil
Dec 31, 2012, 9:01 PM
Tomei conhecimento que o empreendimento da Brookfield em Taguatinga, vai ter administração hoteleira internacional, umas das mais contadas seria o Comfort Suites da Atlantica Hotels.
pesquisadorbrazil
Jan 23, 2013, 2:49 PM
Grupo Ecohouse compra construtora Conisa
O mercado imobiliário natalense inicia o ano 2013 registrando a fusão de duas grandes empresas do segmento da construção civil potiguar: o empresário inglês, Anthony Armstrong, controlador da construtora Ecohouse Brasil Construções, que pertence ao grupo internacional Ecohouse Group, acaba de anunciar a compra da construtora Conisa, empresa que atua há 17 anos no setor da construção civil e que tem como foco a edificação de empreendimentos voltados para as classes sociais A e B.
Líder de mercado no segmento de empreendimentos populares chancelados pelo programa governamental “Minha Casa Minha Vida”, a Ecohouse atua fortemente na Grande Natal e se encontra em processo de expansão para Blumenau, Brasília e Mossoró.
A partir de sua fusão com a Conisa, o novo grupo empresarial irá movimentar um VGV (Valor Geral de Vendas) superior a R$ 1 bilhão.
SOBRE O GRUPO ECOHOUSE
Com sede em Londres e filiais em Toronto e Singapura, o grupo internacional “ECOHOUSE” inaugurou em 2012 mais um braço empresarial no estado – a “EH Negócios Imobiliários LTDA”, empresa que comercializa não apenas os seus produtos, como também de outros parceiros do setor imobiliário. Segundo o investidor inglês, o ECOHOUSE Group está entre as 50 maiores empresas que mais rapidamente crescem no mundo.
Em 2011, por exemplo, o grupo recebeu, ao lado de empresas como o Banco Itaú e a British Airways, o prêmio The New Europe Fast 50, concedido às 50 empresas que mais crescem no mundo, em áreas como finanças, tecnologia, gestão de investimentos, entre outros setores da economia.
Ainda em 2011 o ECOHOUSE Group foi contemplado com o “Winner Compare The Financial Markets.com - Best Strutured Product Brazil 2011” (Melhor Produto Estruturado de Investimento Imobiliário Brasileiro 2011).
Fonte: http://blogdobg.com.br/grupo-ecohouse-compra-construtora-conisa/
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Jan 23, 2013, 7:39 PM
Jeitinho brasileiro que está destruindo a qualidade de vida na cidade, e pior, enquanto aquela ONG Urbanistas por Brasília fazem vista grossa nisso, estão mais preocupados com o cartel hoteleiro por não liberarem a área 901 norte.
Qual é mais agressivo ao tombamento? Uns 12 ou 15 hotéis na quadra 901 norte, ou de dezenas, centenas ou até não por dizer, milhares de kitinetes funcionando em área comercial. E pior, com jeitinho brasileiro, o GDF deixa de arrecadar milhões de reais com essa malandragem.:runaway:
Concordo totalmente com você! E no C.A. do Lago Norte está acontecendo a mesma coisa: prédios vendidos como comerciais ocupados por moradores. Tem uns que até tentam disfarçar nas propagandas, colocando mesas, computadores; mas as plantas com banheira, churrasqueira, etc, não deixam mentir! :haha:
MAMUTE
Feb 25, 2013, 4:56 PM
Alguém ai sabe desse empreendimento á ser lançado em Águas Claras, trata-se de um Centro Clinico, é da vertical construção e incorporações
http://www.vertical.eng.br/images/projeto3/grande.jpg
Jota Ferro
Feb 25, 2013, 5:21 PM
Concordo totalmente com você! E no C.A. do Lago Norte está acontecendo a mesma coisa: prédios vendidos como comerciais ocupados por moradores. Tem uns que até tentam disfarçar nas propagandas, colocando mesas, computadores; mas as plantas com banheira, churrasqueira, etc, não deixam mentir! :haha:
Pois eu acho que estas kitinetes deveriam ser liberadas e acabar com essa bobagem de área comercial exclusiva. Claro que os projetos deveriam ser previstos já para uso residencial, inclusive com o numero de vagas conveniente.
Foi ridiculo a criação do CA ali no Lago Norte totalmente voltado a áreas comerciais. De onde diabos viria tanto escritório?
Não há em Brasília área legalizadas para a construção de kitinetes, que podem e devem ser disponibilizadas a população.
Outro problema urbano em Brasilia é que o dono de um ponto comercial não pode ter sua residencia no mesmo imóvel, isso é ridiculo e obriga um cidadão a ter que ter dois imóveis, criando uam demanda por mais imóveis e criando um fluxo de pessoas desnecessario.
Eu liberaria o 2º pavimento das comerciais das entre quadras e das 500 e 700 para moradia e acabemos com essa hipocrisia.
No Sudoeste esta situação foi razoavelmente resolvida, já se previu que os andares superiroes das comerciais seriam kitinetes e previu-se vagas para os moradores.
A mesma coisa deveria ser feita em relação a W3 sul, deixaria os dois primeiros andares como comercial e liberaria o resto para residencial, e faria isso dos dois lados da pista. Aposto que isso ressucitaria aquela via, que esta definhando devido ao gabarito burro de ter comercial de um lado e residencial do outro.
pesquisadorbrazil
Feb 25, 2013, 5:55 PM
Pois eu acho que estas kitinetes deveriam ser liberadas e acabar com essa bobagem de área comercial exclusiva. Claro que os projetos deveriam ser previstos já para uso residencial, inclusive com o numero de vagas conveniente.
Foi ridiculo a criação do CA ali no Lago Norte totalmente voltado a áreas comerciais. De onde diabos viria tanto escritório?
Não há em Brasília área legalizadas para a construção de kitinetes, que podem e devem ser disponibilizadas a população.
Outro problema urbano em Brasilia é que o dono de um ponto comercial não pode ter sua residencia no mesmo imóvel, isso é ridiculo e obriga um cidadão a ter que ter dois imóveis, criando uam demanda por mais imóveis e criando um fluxo de pessoas desnecessario.
Eu liberaria o 2º pavimento das comerciais das entre quadras e das 500 e 700 para moradia e acabemos com essa hipocrisia.
No Sudoeste esta situação foi razoavelmente resolvida, já se previu que os andares superiroes das comerciais seriam kitinetes e previu-se vagas para os moradores.
A mesma coisa deveria ser feita em relação a W3 sul, deixaria os dois primeiros andares como comercial e liberaria o resto para residencial, e faria isso dos dois lados da pista. Aposto que isso ressucitaria aquela via, que esta definhando devido ao gabarito burro de ter comercial de um lado e residencial do outro.
Nesse ponto eu discordo, meu padrinho era dono de padaria, churrascaria e até banca de jornal, no ultimo caso não morava em cima, mas na padaria e churrascaria a residência dele era em cima. Todas as lojas eram localizadas na 512 sul.
Tem que acabar com kitinete sim, pois 100% das pessoas que compra kit, tem carro, e aonde irá ficar os carros? No meio da rua? Sou totalmente contra, tentaram fazer algo direito no Noroeste, mas logo de cara, viram que iria dar errado, pois, praticamente todos os prédios do noroeste, iriam ser de kitinetes.
O Centro Administrativo do Lago Norte, tem o nome descrito, era para ser comercial. Se fosse para seguir a riscar, ali era só para ter escritórios, clinicas e escolas, mas nada do que isso.
Inventaram encher o lugar de kits. No dia que ocorrer um incêndio, vai matar muitas pessoas, pois TODAS as kits não tem rotas de fulga para saída de emergência. Ops, falei a verdade.
O povo mora num barril de polvora, mas querem comodidade, e encher a boca, que mora no Lago Norte ou Plano Piloto, mas cochila em cima de um campo minado.
Não sei, acho que estou pensando fazer uma pedição virtual para acabar com as kits na área tombada e bem como do desconto no IPTU. Enquanto kits em Brasília paga 0,003% no Rio de Janeiro, se paga 1%. E depois vem o povo reclamar que o IPTU brasiliense é caro, nossa, se 300% mais barato do que o IPTU carioca é caro, imagino, quando a lei cair, e voltar a pagar 1%.
Jota Ferro
Feb 25, 2013, 6:34 PM
Mas pesquisa, isso que vc esta falando ocorre justamente por que o local não é projetado para kitinetes, mas acaba sendo usado como tal.
Claro que não precisa ser em todo lugar, mas acho que alguns locais como o CA e as comerciais deveriam logo prever esse uso e consequentemente exigir a quantidade de vagas para suprir os moradores.
Veja que o CA do LAgo Norte não virou área comercial e sim residencial por simples demanda. Não existia uma demanda para salas comerciais ali, não naquela quantidade e sim para resideincias. A lei não organiza o mercado, quem organiza o mercado são a oferta e demanda e a estas que o urbanismo deve se adequar.
O que cria o problema é a lei que impede a kitinete mas a realidade cria a demanda.
O projeto de urbanismo tem que se adequar a realidade de demanda de seus moradores e não contraio.
existe uma demanda real por imóveis de baixo custo (pra Brasília claro) que antendam a necessidade de moradores sem familia, como estudantes, profissionais liberais, pessoas de passagem, divorciados, idosos etc...obrigar uma pessoa com esse perfil a comprar um imóvel caro com caracteristicas que eles não precisam me parece sem sentido.
pesquisadorbrazil
Feb 26, 2013, 11:16 AM
Mas pesquisa, isso que vc esta falando ocorre justamente por que o local não é projetado para kitinetes, mas acaba sendo usado como tal.
Claro que não precisa ser em todo lugar, mas acho que alguns locais como o CA e as comerciais deveriam logo prever esse uso e consequentemente exigir a quantidade de vagas para suprir os moradores.
Veja que o CA do LAgo Norte não virou área comercial e sim residencial por simples demanda. Não existia uma demanda para salas comerciais ali, não naquela quantidade e sim para resideincias. A lei não organiza o mercado, quem organiza o mercado são a oferta e demanda e a estas que o urbanismo deve se adequar.
O que cria o problema é a lei que impede a kitinete mas a realidade cria a demanda.
O projeto de urbanismo tem que se adequar a realidade de demanda de seus moradores e não contraio.
existe uma demanda real por imóveis de baixo custo (pra Brasília claro) que antendam a necessidade de moradores sem familia, como estudantes, profissionais liberais, pessoas de passagem, divorciados, idosos etc...obrigar uma pessoa com esse perfil a comprar um imóvel caro com caracteristicas que eles não precisam me parece sem sentido.
Concordo contigo, mas tem um porém, e agora, com o Centro Administrativo indo para Taguatinga, essas kits não corre risco de perderem suas funções? E eu vejo uma contradição. Enquanto aqui tem uma superoferta de kits e não tem demanda para isso tudo.
Taguatinga tem 80 mil pessoas que afirmaram serem solteiras e procuram imoveis desse tipo, mas o bairro não tem oferta suficiente para elas, então são obrigadas a morar em imóveis muito maiores do que necessário, e claro, pagando um aluguel bem mais caro.
Inclusive já passou uma matéria na tv, falando dessa carência. Mas o povo continua fazendo kits no Plano Piloto. E para piorar ainda mais, fazem kits em locais improprios, como nas ADES, ou nas quadra 700 e 900. Locais aonde deveriam ter teatros ou mesmo shows públicos como no Parque da Cidade, agora não pode ter mais, porque inventaram moradias nessas localidades.
Jota Ferro
Feb 26, 2013, 3:31 PM
A mudança para Taguatinga não vai esvaziar tanto as Kits, ate onde sei a maioria dos moradores das kits no plano piloto trabalha mesmo no Governo Federal ou são estudantes ou outras profissionais autonomos.
Geralmente o pessoal que trabalha no GDF é mais velho e já moram nas cidades satelites, provavelmente a maior parte do pessoal que vai trabalhar ali no novo Centro Administrativo, já mora pelas redondezas ou em imóveis mas antigos.
Mas concordo que existe um padrão distorcido, as contrutoras fazem mais kits no plano piloto devido ao alto valor do m², nada da mais lucro que pequenos imoveis de alto valor agregado.
E as contruções são irregulares justamente por que o GDF não atende a demanda. O CA do Lago Norte nunca teve demanda para escritórios, nunca, de onde se tirou que aquilo deveria ser área comercial?
No caso das ADES, não era obvio qu estas áreas iriam criar um demanda por imóveis de baixo custo para os trabalhadores que iriam trabalhar nas empresas? era obvio que deveria ter sido feita uma mistura de comercial e residencial de baixo custo nestas áreas, já prevendo toda a infra. Mas não, o GDF acha que o povo vai comprar uma casa lá no cafundo do judas e vai pegar os ônibus da Viplan para chegar nas ADES??
É todo um planejamento furado. As kits não são a causa da desordem e sim consequencia do planejamento ruim, que cria áreas coemrciais e industriais isoladas do resto da cidade, obrigando os moradores a se deslocarem por longas distancias.
pesquisadorbrazil
Feb 26, 2013, 5:18 PM
O problema que isso está colocando em xeque todo o planejamento. Pois eu aposto que essas pessoas que moram nessas pseudos moradorias nas ADEs, irão exigir segurança, escolas e postos de saúde nessas localidades que não foram projetadas para terem moradias.
É igualzinho o caso da Fercal, invasão que virou bairro, as cimenteiras estavam lá desde a fundação de Brasília. E aí reclamam da poluição, da falta de estrutura, de serviços públicos e blablablá, e pior, as cimenteiras que não tem nada haver com a história, viraram algozes dessas localidades por poluir.
Detalhe, as cimenteiras estavam longe da área urbana, justamente por serem poluentes. Foram morar lá, sabendo da poluição. É igual vir um inocente aqui, querer morar ao lado de uma usina nuclear, e depois querer aposentadoria devido a radiação.
HLbsb
Feb 26, 2013, 7:17 PM
:previous:
Contribuindo um pouco com o debate
59344839
Falando especificamente das kits sobre o comercio no Plano Piloto, a maioria dos entrevistados no vídeo deixam claro a escolha por viver próximo ao trabalho e ganhar em qualidade de vida.
Nos outros "polos de kitnetes" a questão é a mesma. O bom para a cidade e para o cidadão é que ele more perto do trabalho, mas no DF há uma grande insistência em tratar isso como crime urbanístico.
Vejamos que sequer no projeto do Lúcio Costa essa segregação é tão radical. Tudo que ele fez foi definir escalas e até previu uma zona industrial fora da cidade, mas nunca deixou de incluir comercio (muitos) dentro da escala residencial.
Esse negócio de criar ADEs exclusivamente comerciais foi invenção de gabinete. Não há embasamento algum nisso. Nada mais natural, então, que os ocupantes da cidade corrijam um projeto que já nasceu errado. O problema é o GDF continuar tratando como ilegal, não criar projeto específico de adequação e não planejar nova infra urbana para isso.
Boa parte das ADEs surgiu como Pró-DF. Nada mais natural que não tenham cumprido suas metas econômicas, sociais e urbanísticas. Desenvolvimento empresarial e industrial vão muito além de "doações" de lotes a pseudo-empresários e apadrinhados políticos, então o programa atraiu apenas os investimentos que já tinham o DF como rota e inutilizou grandes espaços com marmotas urbanas... O Pólo JK (que ainda engatinha) é talvez uma luz no fim do túnel do pró-DF...
É uma questão de se definir parâmetros para fiscalização dessas habitações e não lutar contra elas!
Jota Ferro
Feb 26, 2013, 7:20 PM
O problema que isso está colocando em xeque todo o planejamento. Pois eu aposto que essas pessoas que moram nessas pseudos moradorias nas ADEs, irão exigir segurança, escolas e postos de saúde nessas localidades que não foram projetadas para terem moradias.
É igualzinho o caso da Fercal, invasão que virou bairro, as cimenteiras estavam lá desde a fundação de Brasília. E aí reclamam da poluição, da falta de estrutura, de serviços públicos e blablablá, e pior, as cimenteiras que não tem nada haver com a história, viraram algozes dessas localidades por poluir.
Detalhe, as cimenteiras estavam longe da área urbana, justamente por serem poluentes. Foram morar lá, sabendo da poluição. É igual vir um inocente aqui, querer morar ao lado de uma usina nuclear, e depois querer aposentadoria devido a radiação.
E o planejamento deve ser posto em cheque mesmo!! Por que ele é todo errado. É justamente isso que estou tentando dizer, se o planejamento é errado, então o resultado saíra distocido. Se houvesse real demanda para as funções comerciais e não houvesse para residenciais nestes lugares, não haveria a ilegalidade.
O planejamento é que esta errado.
pesquisadorbrazil
Feb 26, 2013, 7:48 PM
:previous:
Contribuindo um pouco com o debate
59344839
Falando especificamente das kits sobre o comercio no Plano Piloto, a maioria dos entrevistados no vídeo deixam claro a escolha por viver próximo ao trabalho e ganhar em qualidade de vida.
Nos outros "polos de kitnetes" a questão é a mesma. O bom para a cidade e para o cidadão é que ele more perto do trabalho, mas no DF há uma grande insistência em tratar isso como crime urbanístico.
Vejamos que sequer no projeto do Lúcio Costa essa segregação é tão radical. Tudo que ele fez foi definir escalas e até previu uma zona industrial fora da cidade, mas nunca deixou de incluir comercio (muitos) dentro da escala residencial.
Esse negócio de criar ADEs exclusivamente comerciais foi invenção de gabinete. Não há embasamento algum nisso. Nada mais natural, então, que os ocupantes da cidade corrijam um projeto que já nasceu errado. O problema é o GDF continuar tratando como ilegal, não criar projeto específico de adequação e não planejar nova infra urbana para isso.
Boa parte das ADEs surgiu como Pró-DF. Nada mais natural que não tenham cumprido suas metas econômicas, sociais e urbanísticas. Desenvolvimento empresarial e industrial vão muito além de "doações" de lotes a pseudo-empresários e apadrinhados políticos, então o programa atraiu apenas os investimentos que já tinham o DF como rota e inutilizou grandes espaços com marmotas urbanas... O Pólo JK (que ainda engatinha) é talvez uma luz no fim do túnel do pró-DF...
É uma questão de se definir parâmetros para fiscalização dessas habitações e não lutar contra elas!
Existe embasamento sim. Vai nos EUA, procure áreas habitacionais dentro de áreas industriais. Não tem. Agora no Brasil, atrasado como sempre, querem inventar.
Aí quando explode uma fábrica, os pseudos moradores que sequer deveriam morar lá reclamam da explosão. Eu vejo que é furado essa idéia. Igual querer misturar um setor hospitalar com área residencial.
Local que tem áreas sensiveis, como infecção, vetor de doenças. Jamais deveria ficar grudada numa área residencial. Imagina uma criança encontrar uma seringa com aids brincando. E aí quem é culpado. Os país da criança por deixava vagando no setor hospitar, ou o hospital que deixou a seringa na rua.
Eu sou contra misturar, setor hospitalar/residencial, setor comercial/residencial e setor industrial/residencial. Já vimos os conflitos que existem em Brasília. E vimos que essa mistura não funciona.
Brasília tinha uma zona boemia, só foi colocar residências no lugar, a vida noturna da cidade acabou. Tem toque de recolher.
HLbsb
Feb 26, 2013, 8:02 PM
:previous:
Cara, você tem que parar com esse negócio de desenhar tubarão com perna... Alguém aqui está falando em kitnete encima de fábrica?!
Pró-DF foi qualquer coisa, menos política de industrialização e as ADEs tão pouco são áreas industriais (exceto Pólo JK, que não sofre com KITs). Áreas industriais realmente devem ser segregadas da cidade, mas ninguém questionou isso, então para de viajar...
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Feb 26, 2013, 8:06 PM
O planejamento foi defeituoso, há a demanda por quitinetes, é preciso regularizar....concordo com tudo isso. Mas NADA autoriza alguém ou alguma empresa a burlar a lei. Se ela não serve, que haja pressão e organização para alterá-la. Fazer com "jeitinho" é que não pode.
pesquisadorbrazil
Feb 26, 2013, 8:57 PM
:previous:
Cara, você tem que parar com esse negócio de desenhar tubarão com perna... Alguém aqui está falando em kitnete encima de fábrica?!
Pró-DF foi qualquer coisa, menos política de industrialização e as ADEs tão pouco são áreas industriais (exceto Pólo JK, que não sofre com KITs). Áreas industriais realmente devem ser segregadas da cidade, mas ninguém questionou isso, então para de viajar...
Eu viajando, então fala para o povo que mora nas kits nas ADEs, vai lá, eles só exigem seus direitos. Mas sabiam muito bem que ali não é lugar de moradia. Não tem que misturar atividades.
Pode até haver residências numa área especifica na zona industrial. Agora o que fizeram em Brasília é pura especulação, e pior, não tem lei no Brasil que faça o despejo dessas pessoas.
Agora se fosse nos EUA, somente uma ordem judicial resolveria tudo, mas no Brasil.....:runaway:
HLbsb
Feb 26, 2013, 9:42 PM
O planejamento foi defeituoso, há a demanda por quitinetes, é preciso regularizar....concordo com tudo isso. Mas NADA autoriza alguém ou alguma empresa a burlar a lei. Se ela não serve, que haja pressão e organização para alterá-la. Fazer com "jeitinho" é que não pode.
Jeitinho é a forma como ocorreu, apesar da aparente legalidade. Criar pólos empresariais sem políticas econômicas específicas não poderia dar em outra coisa...
Independente disso, tocando em um assunto paralelo, temos hoje no DF 1/3 da população vivendo em parcelamentos irregulares (condomínios) segundo a SEOPS. A questão da moradia é um problema antigo no DF, com sociedade civil bem organizada e atuante, mas está longe de entrar de cabeça na agenda política. Década após década, o problema toma contornos cada vez maiores e o próprio governo, atado numa irresolução, passa a tratar o ilegal como legal: cobra impostos e presta serviços públicos.
Ocorre que inexiste materia legal (de fato) ou força política para empenha-la. O PDOT (que seria esse instrumento) é mera formalidade de uma obrigação constitucional, não tendo resolvido os problemas pendentes nem conseguindo delimitar o que está por vir...
Não há força política porque boa parte dos proprietários de lotes irregulares (mais de 1/3 da população) quer especular e não tem interesse algum em regularizar a situação. 1/3 é o suficiente para garantir vários correligionários no legislativo e conseguir intimidar o executivo, afinal vivem de votos.
Na situação atual, as decisões políticas foram entregues a meros juízes que, com suas liminares, conduzem uma longa queda de braços em que a sociedade como um todo é a perdedora.
Apesar de suas peculiaridades, vejo entraves políticos parecidos no caso das kitnetes. As construtoras não querem destinar espaço para estacionamento, então não querem uma mudança legal de destinação, apesar de na prática ocorrer até cobrança de IPTU residencial. Em outros lugares, onde as Kits tendem à favelização de áreas mais nobres, a resistência vem da vizinhança "regularizada" que teme desvalorização.
Em suma, a quem interessa regularizar condomínios ou kitinetes?
Conheço muita gente que mora em condomínio pela falta de opções e não pela especulação imobiliária, mas no geral ninguém quer pagar por algo que na prática já lhe pertence... Regularizar nesse caso seria muito fácil, mas são justamente as associações de moradores que politicamente emperram a ação!
O caso das kits teve menos desdobramentos e talvez encontre menos resistência, mas enquanto for possível construir "escritório" com quarto e sala nada será feito. Não é questão de mobilização, mas identificar quais são os interesses e os atores...
pesquisadorbrazil
Feb 27, 2013, 12:53 AM
Novamente discordo. Pois se for tratar ilegal como legal. Os ilegais não querem serem legalizados. Pois vem com papo, que eles mesmo investiram para colocar água, luz e infra-estrutura.
Mas esqueceram do principal, a NATUREZA irá cobrar bem caro pela invasão. Vide Vicente Pires, nem com tecnologia ALIENIGENA, irão conseguir edificar em cima de nascentes. Resultado, as casas irão cair, e pior, vão querer cobrar indenizações do GDF.
O povo esquece que compraram áreas griladas, não existe esse papo que compraram de boa fé. Compraram de má fé mesmo, sabiam dos riscos de construir em áreas de nascentes, beira de rios ou beira de morros.
E com o crescimento dessas localidades, sem controle, agora para legalizar não tem como, igual Vicente Pires, pois os moradores não aceitam sair das áreas de APPs, para solucionar o problema de falta de área verde, querem a área do Taguapark.
Então, sabia quando o Vicente Pires será regularizado? NUNCA. Então sem regularização, por LEI, desobriga o GDF implantar infra-estrutura, então por essas e por outras, não existe o famoso jeitinho brasileiro de querer se dar bem.
Agora se fosse em algum país árabe, com certeza, quando o juiz mandasse desocupar a região, não iria ter choradeira, teria de acatar.
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Feb 28, 2013, 7:02 PM
Jeitinho é a forma como ocorreu, apesar da aparente legalidade. Criar pólos empresariais sem políticas econômicas específicas não poderia dar em outra coisa...
Independente disso, tocando em um assunto paralelo, temos hoje no DF 1/3 da população vivendo em parcelamentos irregulares (condomínios) segundo a SEOPS. A questão da moradia é um problema antigo no DF, com sociedade civil bem organizada e atuante, mas está longe de entrar de cabeça na agenda política. Década após década, o problema toma contornos cada vez maiores e o próprio governo, atado numa irresolução, passa a tratar o ilegal como legal: cobra impostos e presta serviços públicos.
Ocorre que inexiste materia legal (de fato) ou força política para empenha-la. O PDOT (que seria esse instrumento) é mera formalidade de uma obrigação constitucional, não tendo resolvido os problemas pendentes nem conseguindo delimitar o que está por vir...
Não há força política porque boa parte dos proprietários de lotes irregulares (mais de 1/3 da população) quer especular e não tem interesse algum em regularizar a situação. 1/3 é o suficiente para garantir vários correligionários no legislativo e conseguir intimidar o executivo, afinal vivem de votos.
Na situação atual, as decisões políticas foram entregues a meros juízes que, com suas liminares, conduzem uma longa queda de braços em que a sociedade como um todo é a perdedora.
Apesar de suas peculiaridades, vejo entraves políticos parecidos no caso das kitnetes. As construtoras não querem destinar espaço para estacionamento, então não querem uma mudança legal de destinação, apesar de na prática ocorrer até cobrança de IPTU residencial. Em outros lugares, onde as Kits tendem à favelização de áreas mais nobres, a resistência vem da vizinhança "regularizada" que teme desvalorização.
Em suma, a quem interessa regularizar condomínios ou kitinetes?
Conheço muita gente que mora em condomínio pela falta de opções e não pela especulação imobiliária, mas no geral ninguém quer pagar por algo que na prática já lhe pertence... Regularizar nesse caso seria muito fácil, mas são justamente as associações de moradores que politicamente emperram a ação!
O caso das kits teve menos desdobramentos e talvez encontre menos resistência, mas enquanto for possível construir "escritório" com quarto e sala nada será feito. Não é questão de mobilização, mas identificar quais são os interesses e os atores...
Não discordamos. Qualquer "jeitinho" é reprovável. Mas agora o bode está na sala e precisa ser retirado. O que fazer?
pesquisadorbrazil
Mar 1, 2013, 11:16 AM
Igual as calçadas, os moradores reclamam. Mas se você reparar, praticamente todos os moradores alteram a calçada originalmente de concreto, inclusive colocam ceramica. Eu quero ver, no dia, que alguem ter algum acidente grave, e a justiça falar que é o morador o culpado pelo acidente e ter que indenizar a vítima.
Tem morador que reclama de um problema que o mesmo ocasionou. É mole.
HLbsb
Mar 1, 2013, 11:56 AM
:previous:
Alguém com coragem de legislar sobre o assunto! É preciso quebrar o status quo e lidar com um eleitorado que provavelmente não saberá interpretar a ação e enterrará politicamente o indivíduo.
Não conheço associações com força e interesse suficiente para incluir o tema na agenda pública. As que por ventura tentem ficam presas no conceito de não-decisão, ou seja, seus interesses são barrados antes mesmo de serem tratados institucionalmente.
Para esse momento, só o Buriti teria força para empreender esse tipo de política, mas ainda está comendo pelas beiradas sem atacar de fato o problema!
MAMUTE
Apr 15, 2013, 1:06 AM
De olho no Autarquias Norte
Construtoras, incorporadoras e imobiliárias se agitam de olho na última área não construída na região central da capital federal. Trata-se da expansão do Setor de Autarquias Norte (SAUN), que é dono de excelente localização mas carece de infraestrutura pública
Foto: Rúbio Guimarães
http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/067150b80b92d03a2fc0e2f14bf9c5f08301436d
Os espaços para novas construções no Setor de Autarquias Norte (SAUN) são vastos: as gigantes da construção civil se adiantam para garantirem terrenos no centro
Uma extensa área na cobiçada região central de Brasília, próxima à Esplanada dos Ministérios, ao Congresso Nacional, a shoppings, hotéis, terminal rodoviário e metroviário, futuro Estádio Nacional, setores Comercial e Bancário, entre outros importantes pontos. Lá funcionam o Departamento Nacional de Produção Mineral (DPNM), o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e diversos outros grandes órgãos e entidades públicas e privadas. Quem ouve falar do local pela primeira vez imagina que seja repleto de importantes edifícios de empresas e órgãos públicos, quando na verdade isto não acontece.
A área em questão é o Setor de Autarquias Norte (SAUN), constituído pelos últimos terrenos ainda não construídos no coração da capital federal. E a pergunta é inevitável: por que os lotes estão praticamente vazios? Dados da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) apontam que 7 mil pessoas trabalham na região, o que é pouco se comparado aos funcionários e servidores que atuam no Setor de Autarquias Sul (SAUS) por exemplo: 15 mil.
Em 2011 começou a sair do papel o projeto que prevê a expansão do SAUN, com a construção das quadras 4 e 5. Assim como o SAS, onde estão órgãos públicos e edifícios recheados de empresas privadas, o aumento territorial da área homônima na parte norte abrigará construções do mesmo porte. O plano de arquitetura e urbanismo original da região data de 41 anos atrás e daí vem uma das respostas para o questionamento: muitas empresas não querem construir ali pela falta de previsão de vagas de estacionamento vertical nos edifícios. Na década de 70 Brasília não sofria com o trânsito como ocorre hoje, com cerca de 1 milhão e 150 mil carros, praticamente um para cada dois habitantes.
Infraestrutura
O local não é servido de paradas de ônibus, a iluminação é precária e só existem duas entradas para quem chega de carro. Quando a opção de estacionamento mais próxima – Setor Bancário Norte – está lotada, o que é rotineiro, os proprietários estacionam os automóveis em cima das calçadas e ao longo dos meios-fios. A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Sedhab-DF) já sinalizou que pretende estudar a alteração do projeto urbanístico original da capital federal, o que proporcionaria maior liberdade na ampliação de vagas e vias de acesso ao SAUN.
O secretário de Desenvolvimento Urbano do DF, Geraldo Magela, acredita que não é possível separar os problemas do SAUN daqueles do restante da região central. “O Setor de Autarquias Norte tem as atenções voltadas para si por ser uma área remanescente, ainda não concluída. Mas devemos pensar Brasília como um todo e procurar soluções para o todo. A revisão do projeto urbanístico é um excelente começo para resolver problemas atuais que há muito tempo não existiam. É inadmissível que trabalhadores não tenham vagas disponíveis para seus veículos e, se optarem por tomar um ônibus urbano, ter dificuldade na hora da descida por falta de ponto”, reconhece.
Para crescer, tem que evoluir
O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) é um dos órgãos que funciona na região. Situado na quadra 1, o prédio está em uma das áreas mais críticas do SAUN. Um servidor que não quis se identificar diz que enfrenta há algum tempo os problemas de estacionamento e segurança. “Já houve vezes em que precisei estacionar no Teatro Nacional devido à falta de espaços permitidos perto do meu trabalho. Na hora de ir embora, já à noite, dois rapazes alegaram que lavaram meu carro mesmo sem ter me pedido e exigiram R$ 10 cada um. Por sorte eu estava com o dinheiro na carteira e preferi não discutir, mas poderia ter sido muito pior”, lembra.
Mesmo com todas as adversidades apresentadas na área, principalmente relativas aos rotineiros problemas de trânsito e estacionamento, as empresas dos ramos imobiliário e da construção civil enxergam a região de maneira positiva. A excelente localização continua sendo o diferencial do Setor de Autarquias Norte. “Estamos próximos à 5ª Delegacia de Polícia, a bancos, shoppings e hotéis. Logo no início da Asa Norte há várias concessionárias, oficinas, lojas de informática... Além do mais daqui para o colégio do meu filho eu não gasto nem dez minutos”, observa a funcionária do Centro de Dança do Distrito Federal, Ana Carla Macedo.
A Tishman Speyer e a Via Engenharia são exemplos de construtoras que investiram no SAUN. Situado na quadra 5, o Green Towers Brasília é o primeiro empreendimento corporativo da Tishman na capital federal. De origem norte-americana e proprietária de alguns dos maiores ícones internacionais, como o Rockefeller Center e o Chrysler Center, em Nova York, e o Sony Center, em Berlim, a Tishman Speyer está há mais de 15 anos no Brasil.
A Via Engenharia tem 30 anos de atuação no mercado nacional e é a maior empresa de construção do Centro-Oeste, sendo também uma das mais importantes e eficientes construtoras em atividade no Brasil. Fernando Queiroz, presidente da Via, explica o porquê da aposta no setor. “Nos baseamos em todos os resultados que alcançamos nesses anos, na credibilidade da qual gozamos no mercado, da relação de respeito com os clientes, parceiros e fornecedores para acreditar que dará certo. E o Green Towers foi um sucesso em termos de vendas, especulações e procura”, comemora.
José Luís Wey de Brito, diretor de construções especiais da Via, crê que o estacionamento e o acesso ao Setor de Autarquias Norte são os pontos mais críticos da região. “Estima-se que pelo menos 50 mil pessoas circulem lá (SAUN) por dia quando estiver totalmente construído. Um projeto elaborado há mais de 40 anos não supre nem as menores necessidades”, critica.
http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2013-04-13/imoveis/9184/DE-OLHO-NO-AUTARQUIAS-NORTE.pnhtml
pesquisadorbrazil
Apr 15, 2013, 9:33 AM
As construtoras podem ficar de olho apenas, todos os lotes são de empresas PÚBLICAS, então eles podem tirar o cavalinho da chuva, que não irá ter para elas. Até mesmo porque, a Terracap não tem lotes no lugar.
pesquisadorbrazil
Apr 15, 2013, 10:45 AM
RealtOn cria banco de terrenos para atender setor imobiliário
Brasil Econômico, 12/abr
Criada há pouco mais de um ano para ajudar grandes incorporadoras a desovar estoques de imóveis, a RealtOn agora quer ser a solução para um dos principais obstáculos do setor imobiliário nos grandes centros: a falta de terrenos para construir. A companhia está desenvolvendo um banco de terrenos que reúne áreas disponíveis para atender a demanda das empresas, e quer dobrar e tamanho até o fim do ano.
Batizado de LandBox, o projeto ainda embrionário envolve a pesquisa e oferta de terrenos disponíveis. Inicialmente, o alvo é a capital paulista, mas a companhia já pensa em expansão para Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília.
"As empresas começaram a nos procurar com uma demanda gigantesca por terreno, um segmento muito complicado dentro do setor imobiliário, pouco profissional e que chega a ser um garimpo", disse à Reuters o presidente-executivo da RealtOn, Rogerio Santos.
Segundo ele, a nova unidade conta com 52 terrenos para projetos residenciais e comerciais na capital paulista, com Valor Geral de Vendas (VGV) de cerca de 2 bilhões de reais, número que deve saltar para 4 bilhões até o final deste ano.
"A ideia é ser um catalisador de terrenos", disse Santos. "Isso representa uma economia de tempo de 30 a 40 por cento para o incorporador e pode impulsionar muito o desenvolvimento do mercado, até para incorporadores de menor porte".
Além das principais construtoras e incorporadoras do país, a RealtOn tem entre seus clientes administradoras de shopping centers e outras desenvolvedoras de empreendimentos como supermercados, fábricas e galpões logísticos.
Ao atender a solicitação de uma empresa ou intermediar a venda de um dos terrenos disponíveis, a RealtOn é comissionada em cerca de 6 por cento, de acordo com o executivo.
Fonte: http://www.ademi.org.br/article.php3?id_article=53073&var_recherche=Bras%EDlia
pesquisadorbrazil
Apr 15, 2013, 10:46 AM
Eu duvido que essa empresa prospere em Brasília, essa RealtOn, aqui o mercado é atipico, quem é dono dos terrenos é o governo. Então, são rarissimos terrenos particulares.
HLbsb
Apr 15, 2013, 6:27 PM
Eu duvido que essa empresa prospere em Brasília, essa RealtOn, aqui o mercado é atipico, quem é dono dos terrenos é o governo. Então, são rarissimos terrenos particulares.
Pode ser que de certo pelo mesmo motivo. Veremos....
A Terracap segura muitos lotes e infla os preços. Apesar de a cidade ainda ter muito para onde construir, alguma regiões nobres e bastante cobiçadas viram terrenos baldios..
ocorre que se a Terracap fosse a única vendedora concordaria plenamente com sua linha de raciocínio. Mas em Brasília existem também muitos pequenos e médios investidores que mantém fortunas em imóveis que não geram rentabilidade, seja esses construídos ou apenas lotes. É aí que entra um grande banco de terrenos, capitalizado e com vontade de competir diretamente com a Terracap pelo controle do mercado. O foco devem ser grandes terrenos para grandes empreendimentos e pode até mesmo adquirir terrenos da Terracap para estimular empreendimentos.
Ache que tem espaço sim, agora resta ver no que vai dar....
pesquisadorbrazil
Apr 15, 2013, 6:43 PM
Pode ser que de certo pelo mesmo motivo. Veremos....
A Terracap segura muitos lotes e infla os preços. Apesar de a cidade ainda ter muito para onde construir, alguma regiões nobres e bastante cobiçadas viram terrenos baldios..
ocorre que se a Terracap fosse a única vendedora concordaria plenamente com sua linha de raciocínio. Mas em Brasília existem também muitos pequenos e médios investidores que mantém fortunas em imóveis que não geram rentabilidade, seja esses construídos ou apenas lotes. É aí que entra um grande banco de terrenos, capitalizado e com vontade de competir diretamente com a Terracap pelo controle do mercado. O foco devem ser grandes terrenos para grandes empreendimentos e pode até mesmo adquirir terrenos da Terracap para estimular empreendimentos.
Ache que tem espaço sim, agora resta ver no que vai dar....
Em parte você tem razão, mas depois da Terracap, o DF está nas mãos de duas empresas. UNB e claro, Luis Estevão. Ahhh e o governo Federal, esse que mantem suas terras INTOCAVÉIS. Claro estamos falando de terrenos REGULARIZADOS, agora se essa empresa quiser comprar de laranjas tem muitos lotes ai, mas construir que é bom, não vai.
MAMUTE
Apr 22, 2013, 1:57 PM
Construtoras e imobiliárias cobram taxa indevida de contratação de corretor
Honorários aos profissionais que intermedeiam a venda do imóvel devem ser incluídos no valor do contrato de compra do bem. Especialistas alertam que, do contrário, a cobrança fere a legislação
Entre os inúmeros cuidados que o consumidor precisa ter ao comprar um imóvel, a contratação do corretor e o pagamento do profissional merecem atenção especial. Isso porque construtoras e imobiliárias estão repassando ao cliente o valor da taxa de intermediação.
A prática contraria o Código de Defesa do Consumidor. De acordo com a lei, o comprador deve arcar somente por serviços contratados por ele. A comissão paga deve estar incluída no valor total da venda. Caso contrário, trata-se de cobrança indevida, o que também é proibido pelo código.
Na maioria das vezes, o consumidor não é informado de que, entre os pagamentos firmados, estão os honorários do corretor. Ele deve ser comunicado dessa cobrança. A prática de omitir o que o comprador está realmente desembolsando é condenada por associações de defesa dos consumidores, pela Ordem dos Advogados do Brasil e pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Distrito Federal (Creci-DF).
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2013/04/22/interna_cidadesdf,361745/construtoras-e-imobiliarias-cobram-taxa-indevida-de-contratacao-de-corretor.shtml
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