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MAMUTE
Apr 16, 2012, 6:17 PM
“Querem manchar o meu governo”


Em entrevista ao Jornal da Comunidade, o governador do Distrito Federal afirma não ter qualquer relação com as denúncias da Polícia Federal ao contraventor Carlinhos Cachoeira e que tudo não passa de intriga e distorção dos fatos. Para Agnelo, o bicheiro usou o senador Demóstenes Torres para persegui-lo, pedindo inclusive seu impeachment, em 2011, para que ele cedesse às pressões de nomeações no GDF de pessoas ligadas à organização criminosa que atua em vários estados brasileiros

http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/9313abeb40618bccac668a6a0358c50ad9f6a67f

Nos últimos dias, o nome do governador Agnelo Queiroz voltou a ser foco na mídia devido a denúncias de um possível envolvimento dele com Carlos Cachoeira, suspeito de comandar um esquema de jogo ilegal em Goiás.

Para Agnelo, o pedido de impeachment feito pelo senador Demóstenes Torres, em 2011, seria uma forma de pressionar o GDF a ceder às investidas de Carlos Cachoeira, que tentou nomear pessoas ligadas ao grupo criminoso em cargos estratégicos do Buriti. “Na época eu não imaginava, mas hoje reflete a insatisfação brutal do grupo e do partido com o meu governo”, disse Agnelo.

O governador se defende das acusações: “Eu também estou fazendo minha apuração. Estamos pedindo compartilhamento das provas, e qualquer fato encontrado será punido”.

Agnelo afirma não ter qualquer relação com as denúncias da Polícia Federal a Cachoeira e que tudo não passa de intriga e distorção de fatos.

Trechos de conversas divulgadas citam nomes de membros do primeiro escalão do GDF, como o secretário de governo, Paulo Tadeu, o secretário de Saúde, Rafael Barbosa, e o assessor, Cláudio Monteiro, que pediu afastamento do cargo para se defender das acusações.

Em entrevista exclusiva ao Jornal da Comunidade, porém, Agnelo Queiroz observa que em nenhum momento a Polícia Federal confirma, de fato, que ele esteja envolvido em algum esquema de corrupção junto a Carlos Cachoeira e afirma: essa onda de denúncias é uma tentativa, não se sabe de quem, de tentar atingir o PT e, particularmente, o governador do Distrito Federal.

As denúncias da operação Monte Carlo ligam o GDF ao esquema do bicheiro Carlinhos Cachoeira...
Essa crise é do DEM e do PSDB, e de Goiás. Porque a Polícia Federal fez uma longa apuração e todo mundo sabe o vigor dessas apurações da Polícia Federal, mais de um ano e meio grampeando esses atores, cujo objetivo era pegar uma ação ilegal do jogo caça níquel e contravenção. E foi justamente nessa investigação que se identificou as relações desse grupo e essas relações que estão bem caracterizadas nos autos da Polícia Federal. Ressalto: o que sai na imprensa não é o que está na Polícia Federal. Infelizmente, nem toda imprensa dá notícias, especificamente a imprensa nacional. O que a polícia detectou foi a ligação desse grupo com o senador Demóstenes Torres. Trezentas ligações dele pessoais com o Carlos Cachoeira advogando e legislando pelo jogo no Congresso. Isso é fato e pegou uma série de relações de influência do grupo com o estado de Goiás, envolvimento citado pela polícia. Não estou fazendo juízo de valor, porque não tenho obrigação de fazer isso.

Mas a investigação cita políticos...
O que foi investigado pela polícia, dos nomes políticos que estão vinculados a Carlos Cachoeira, a Polícia Federal indicou, desde o senador, deputados federais, prefeitos, governadores etc. Inclusive, indicação de primeiro escalão. Isso é que está nos autos. Mas o que se vê na TV é atacar o governador do Distrito Federal e ninguém ataca o crime, o jogo. Você não vê também falar sobre as outras ligações políticas, também, com o estado de Goiás, que foi apurado e o que não está nos autos é uma tentativa desesperada, desconexa, contraditória para envolver o governador do DF e o PT.

O senhor ou o GDF tem negócios com algum dos personagens dos grampos da PF?
Não tenho nenhum negócio com o Carlinhos Cachoeira ou com o grupo dele. Eu não tenho, nem o GDF tem. Tanto é que todos os diálogos que apresentam mostram a dificuldade que este grupo tem de emplacar alguém no DF. Eles não conseguem indicar uma pessoa, não conseguem indicar um negócio. Então, não tem um único negócio aqui no DF com anuência do GDF. Essa é a maior prova. A segunda maior prova é a própria divergência desse grupo comigo, porque foi justamente o representante desse grupo, o Demóstenes Torres que pediu meu impeachment. Então, achar que um grupo que tem influência aqui, que está fazendo negócio aqui, está pedindo o meu impeachment, a avaliação do próprio Cachoeira num diálogo, que vocês podem observar em alguns jornais, ele fazendo referência de que o governo aqui não vai até o final do ano.

O senhor acha que o pedido de impeachment do Demóstenes não foi uma forma de pressionar o governo a ceder a alguma indicação ou a algum contrato com o grupo?
Eu penso hoje, por que na época não poderia pensar isso, que reflete a insatisfação brutal do grupo dele com o meu governo. Como eu fechei as torneiras para tudo que é tipo de negócios e isso era uma coisa sistêmica em todo governo do DF, então, tenho certeza que aqui, desse grupo, não tem absolutamente nada no governo do DF. Falo isso com, digamos, com muita segurança. Se algum agente, de qualquer que seja o escalão, por iniciativa individual tentou fazer isso, é responsabilidade individual, não vingou e será punido, porque eu também estou fazendo minha apuração. Temos a Secretaria de Transparência e comunicamos ao STF, já estamos pedindo compartilhamento das provas para receber tudo que diz respeito a qualquer pessoa do DF. Isso inclui também o governador. Se tiver qualquer coisa, haverá punição. Portanto, se alguém cometer individualmente, paga individualmente. Eu asseguro que do governo do DF não tem absolutamente nada e as transcrições que temos acesso, que têm saído na imprensa, confirmam isso, apesar de que a imprensa faz uma interpretação que tem ligação, essa é a grande contradição, uma forçação de barra para mostrar uma ligação do GDF com esse esquema.

O senhor disse que o grupo de Cachoeira não conseguiu indicar ninguém, mas chegou algum pedido de indicação até o senhor?
Não chegou, isso que é importante. E tem lógica de não ter chegado. Quando eu assumi, a empresa Delta já estava explorando lixo aqui por decisão judicial, teve uma licitação em 2007, no governo Arruda. Em dezembro de 2010, o governador Rosso cumpriu uma decisão judicial. Quando eu recebi o governo, já estava atuando e cumprindo o contrato.

E por que o diretor do SLU saiu do cargo?
Isso foi uma mudança que fiz antes desses episódios, não tem nada a ver com eles. Não houve pressão desse grupo para a indicação de João Monteiro, como vêm dizendo. Isso não é verdade. Eu escolhi o João Monteiro porque ele é um delegado da Polícia Civil, secretário de Segurança Pública e o motivo pelo qual eu o coloquei lá era justamente porque eu tinha certeza que ele não teria ligação com essa área, no geral.

Por que o senhor escolheu um delegado?
A área de lixo é sempre complicada em qualquer lugar do Brasil. Então, o que fiz? Coloquei um secretário de segurança pública. Ninguém notou um negócio desse. Ele saiu da SSP e foi para SLU. Poder imaginar que ele pudesse ser interesse de alguém não é, pelo menos, razoável. Tem um depoimento que saiu na Folha de S. Paulo, um diálogo desses, do Dadá com o Marcello, onde ele diz “os caras nomearam só inimigos da Delta. O que esses caras me ajudaram até hoje. Ninguém fez p...nenhuma”. Essa é a opinião do cara, representante do Cachoeira, junto à Delta. Não querem saber disso, infelizmente, a campanha que tentaram me envolver. Falo campanha porque não tem denunciante, não tem um partido, um político, estou sendo atacado pela imprensa, com frases desse tipo, para provar uma vinculação. Mas só que, ao apresentar frases, ela nega a acusação. Como pode dizer que esse cara teve influência na indicação se o que está dito é absolutamente o contrário.

O João Monteiro chegou a relatar alguma pressão da Delta ou de alguém ligado ao Cachoeira?
Falam que teve uma reunião entre eu, o João e o Rafael. Um desses diálogos, com bravata, para mostrar influência. Só que eu nunca fiz, nem com Rafael e nem com o próprio João Monteiro, que nunca me relatou nenhum grau de dificuldade e nunca tratei com ele sobre a Delta, nunca despachei com ele. Para mim, era uma área que não tinha problema e eu confiava nele. O que percebo no diálogo de hoje, o cara falando com o cara da Delta, o Dadá, reclamando do Cláudio Abreu que não consegue receber nem o pagamento devido, o que mostra que esse grupo não tinha facilidade aqui. Não teve um aditivo, não teve uma ação que pudesse melhorar as condições, que poderia em condições normais. As evidências e os diálogos não provam uma relação com o GDF.

A que o senhor atribui essa onda de denuncismo?
Tentam sujar o PT. Essa crise é do DEM e do PSDB. Estamos perto das eleições municipais no Brasil e aí a tentativa desesperada de embaralhar o jogo, tentar dificultar, achar que isso facilita não sair a CPI. Acho que é uma nítida campanha para envolvimento do meu nome. Há coisas esparsas, não há nenhuma conversa minha com uma pessoa dessa. Não há conversas do Cláudio Monteiro com alguém. São sempre terceiros. Meu nome aparece somente uma vez, num diálogo que fala que solicitei uma reunião. Nunca aconteceu reunião, nem com o João Monteiro, sobre a Delta. Ele saiu antes desses episódios, foi por um ajuste que estou fazendo no governo. Tentam dizer que eu pedi uma audiência. Isso é forçação de barra e dá interpretação de algo que não está escrito. Nem mesmo a investigação da Polícia Federal, que faz a investigação, afirma, de fato, que estou envolvido. Eles dizem que parece se referir a mim. O que tentam passar para a sociedade é que a PF diz que o cara sou eu, mas a polícia não diz que sou eu. Para tentarem reforçar, dar conotação de veracidade, por exemplo, dizem: “o Marcello, assessor do Agnelo”. Como assessor do Agnelo? Ele estava no governo este ano, na Casa Militar, eu não o conheço. Ele nem estava no ano passado. Nunca estive com ele.


Algum desses personagens citados têm alguma relação mais próxima com o senhor?
O Zunga eu conheço, que é do esporte há muito tempo em Brasília. O Marcello, que é o que está nesse diálogo, não é meu assessor, estão tentando induzir que esse cara tem proximidade, quando na verdade sequer eu o conheço pessoalmente. E ele só entrou no governo porque o Cláudio Monteiro indicou este ano. Esses diálogos são do ano passado.

O senhor encontrou com Cachoeira em Anápolis. O que vocês conversaram?
Eu era diretor da Anvisa e visitei algumas indústrias farmacêuticas por lá e foi uma coisa geral. Tinham várias pessoas lá e as indústrias têm muitos interesses, legítimos. Eu fiz dezenas de reuniões como essa, com todo o setor farmacêutico em Goiás, fiz reunião em São Paulo. Então, não tem nada que não seja legítimo. Estava falando com um empresário do ramo farmacêutico, na área que eu estava atuando. Querem fazer uma vinculação dessa com uma coisa criminosa, eu não era governador e nem candidato. Não estava num exercício de um mandato eletivo. Encontro e vou encontrar com dezenas e centenas de empresários desse país e qualquer político vai encontrar e isso não tem demérito.

O senhor já perdeu o seu chefe de gabinete, Cláudio Monteiro, por ser citado em gravações da PF. Com o surgimento em outros grampos dos nomes dos secretários de Governo, Paulo Tadeu e de Saúde, Rafael Barbosa, eles poderão ser afastados para se defender?
Cláudio recebeu uma acusação de recebimento de dinheiro por influenciar uma indicação. O Cláudio sabe que essa onda é contra o meu governo. Ele foi correto em se afastar, sair do meu governo. São situações diferentes (o encontro dos secretários em um jantar em Brasília, com Cláudio Abreu). Eu confio nos meus secretários. Não podemos condenar reuniões, em que, eventualmente, algum desses interlocutores tiveram algum problema no futuro. Isso será o fim do mundo. Não podemos mais encontrar com ninguém, falar com ninguém?

Caso a CPI seja instalada, o senhor irá se explicar espontaneamente?
Tenho certeza de que a CPI é o pleito correto de voltar à investigação que a PF fez. Temos que nos basear no que foi pesquisado, investigado. Ninguém vai poder inventar nada. Quem me acusa? Qual partido? Não temos respostas. Só a imprensa está me acusando. O que depender para esclarecer da minha parte, irei colaborar. Sou o maior interessado. Tenho convicção de que não tem ação do jogo forte aqui no DF. Essa crise não é de Brasília.

Quando terá fim a greve dos professores? A categoria terá aumento salarial?
Não terá aumento de jeito nenhum. Intensificamos bastante o contato com eles e tenho diversos secretários envolvidos. Queremos acabar com a greve e os números são transparentes. Não há como conceder aumento agora. Eles tiveram 14% de aumento no ano passado. Reajustei o tíquete de refeição, equiparando-o com o do governo federal. Aumentei período extraescolar, para prepararem as aulas e receberem por isso. O piso deles é três vezes maior que o piso do professor nacional.

Quando ficará pronto o plano de carreira da categoria?
Espero resolver isso até o fim do ano. Queremos fazer um esforço para que compreendam isso. Espero sinalizar uma incorporação em 2013, mas agora não posso fazer nada que não poderemos cumprir, por isso, a proposta apresentada não será alterada. A população precisa ver que somos coesos com o que falamos. Cortamos despesas, reduzimos salários de secretários, não estamos contratando concursados. Peço um gesto de confiança, para voltarem a trabalhar e garanto que vamos continuar negociando. Não importa se a greve já durou 30 dias e vai durar mais ou menos. Não terá aumento, portanto, quanto mais cedo conversarmos, melhor. A área da educação foi que a mais recebeu investimentos no meu governo.

Qual o maior desafio na educação?
Melhorar a qualidade do ensino, número de creches, escolas técnicas, implantação de ensino integral, pois é uma área essencial e importante para a vida do povo no DF.







http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2012-04-14/entrevista/7290/IQUEREM-MANCHAR-O-MEU-GOVERNO%C3%A2%E2%82%AC%C2%9D.pnhtml

MAMUTE
Apr 17, 2012, 12:31 PM
Crise política e de identidade: Partidos da base discutem saída do governo


Movidos pela crise política que expõe o governo de Agnelo Queiroz (PT), partidos da base aliada vivem uma outra crise, a de identidade. Em, pelo menos, três legendas o debate sobre ficar ou deixar o GDF já entrou na pauta.

Liderado pelo senador Rodrigo Rollemberg no DF, o PSB discutiu a possibilidade de romper com o GDF em uma reunião no último sábado. Nesta quarta-feira (17/04) haverá mais debate interno.

Com intenção de de se tornar uma alternativa em 2014, Rollemberg está com um pé dentro e o outro fora do governo. Na propaganda partidária exibida no último final de semana, ele é o emissário de uma mensagem crítica ao GDF.

Sugere como deveria estar a segurança, a educação e a saúde na capital federal e diz que "isso, sim, seria um novo caminho", o slogan da campanha de Agnelo. Discurso de despedida.

O fato é que o PSB tem um naco razoável no GDF para sair sem grandes traumas da administração. A Secretaria de Turismo, de Agricultura, Emater e, mais recentemente, o tão falado SLU.

Os cargos puxam o PSB para dentro. Os planos de voo solo de Rollemberg são um incentivo para um tom mais acima.

"Não é de hoje que estamos fazendo uma análise crítica da administração. Isso tem sido constante, mas é claro que os fatos recentes nos exigem uma vigilância ainda mais cuidadosa. Mas tudo está sendo feito com cautela, sem precipitações", disse Rollemberg.

Oficialmente fora do governo desde o ano passado, mas com um distrital alinhado ao GDF desde sempre, o PDT é outro partido que revisa sua condição diante da crise.

"Estamos fora do governo desde maio de 2011, mas um distrital indisciplinado mantém o apoio. O presidente do PDT no DF disse que vai se licenciar se essa situação continuar. Eu também vou. Abrirei mão da minha liderança no partido até que as coisas estejam resolvidas", avisou o senador Cristovam Buarque (PDT).

Como se vê, Cristovam usará seu prestígio para que o partido pressione o deputado Israel Batista a abrir mão de cargos no GDF.

Agora há pouco, o PPS decidiu que os deputados distritais da legenda (Cláudio Abrantes e Luzia de Paula) terão de assinar a CPI na Câmara Legislativa para investigar supostas ligações do GDF com o esquema de Carlinhos Cachoeira. Evidência de afastamento.

A decisão da Executiva do PPS deixa Alírio Neto, hoje Secretário de Justiça, mais perto da porta de saída. O rompimento do partido com o governo traria repercussões na Câmara dos Deputados.

Augusto Carvalho é segundo suplente. Está na Câmara por um acordo feito com o PT. Se o partido deixar o governo, ele corre o risco de perder o mandato. Não é o melhor dos mundos para o político. Mas Augusto bem que se lembra de como foi tratado pelo PT quando o nome dele surgiu no escândalo da Caixa de Pandora.

Na época, os petistas foram implacáveis. Um desembarque agora seria como um troco. Mesmo que isso não seja escancarado.













http://www.dzai.com.br/liliantahan/blog/liliantahan?tv_pos_id=102695

MAMUTE
Apr 19, 2012, 3:16 PM
Congresso Nacional oficializa criação da CPI do Cachoeira



337 deputados e 72 senadores assinaram o requerimento de criação Partidos têm cinco dias para indicar integrantes antes de CPI ser instalada.

O primeiro-secretário do Congresso Nacional, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), fez na manhã desta quinta-feira (19) a leitura do requerimento que oficializou a criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigará as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com políticos, autoridades e empresários.

Cachoeira está preso desde 29 de fevereiro, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Monte Carlo. Ele é acusado de chefiar um esquema de jogo ilegal em Goiás e de ter montado uma rede de corrupção, infiltrada em governos, que envolveria parlamentares, policiais e empresas.

A sessão do Congresso foi presidida pela deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), que assumiu o posto na ausência do presidente do Senado e do Congresso, José Sarney (PMDB-AP), internado em São Paulo e de licença médica.

Segundo Rose de Freitas, até a manhã desta quinta eram 337 assinaturas válidas dentre 513 deputados e 72 assinaturas válidas dos 81 senadores. Para a criação de uma CPI mista, são exigidas, no mínimo, 171 assinaturas na Câmara e 27 no Senado.


Lido o relatório de criação da comissão, os parlamentares terão até a meia-noite para aderir ou retirar a assinatura.
Fica aberto a partir desta quinta um prazo de cinco dias para os partidos indicarem os 15 deputados e 15 senadores que irão compor a comissão, além de outros 30 suplentes.

Rose de Freitas convocou sessão do Congresso para a próxima terça (24), na qual os nomes indicados pelos partidos para integrar a comissão serão encaminhados à mesa diretora do Congresso.

Pelo regimento, as legendas ou blocos terão direito à quantidade de vagas proporcional ao tamanho de suas bancadas. Os cargos mais cobiçados, a presidência e a relatoria, devem ficar, respectivamente, com o PMDB do Senado e o PT da Câmara.


A previsão é de que a comissão seja instalada na próxima quarta (25), com a escolha definitiva dos membros e elaboração de um plano de trabalho.
'Para valer'
O líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), foi o primeiro a usar a tribuna do plenário para discursar sobre a criação da CPI mista. "Nós queremos que essa CPMI seja efetiva e seja para valer", pediu.

Segundo Alencar, a constituição da comissão é que definirá se haverá, de fato, investigação abrangente do envolvimento de políticos e empresários com Cachoeira.

O líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (SP), atacou a oposição e disse que não irá "aceitar" condenações ao governo. "Tem muita lenha do DEM queimando hoje no Brasil, nessa maracutaia", afirmou ao citar o envolvimento do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), que deixou o DEM após denúncias de favorecimento a Cachoeira.

"Nós não vamos aceitar condenar o PT, condenar o governo. Vamos trabalhar com prudência [...] O que queremos é que os envolvidos sejam investigados e punidos", afirmou Tatto.

O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), indicado para integrar a CPI, disse esperar que os adversários políticos "não ajam de má fé", usando a CPI como instrumento político.

Para o tucano, as investigações sobre o caso Cachoeira podem levar a uma "limpeza da política". "O Congresso tem uma grande oportunidade de reconquistar muito o que perdeu em matéria de credibilidade. Se esta CPI for séria, for para valer, não constituir uma farsa, podemos contribuir para iniciarmos uma limpeza na política do país, nas instituições públicas brasileiras", afirmou.











http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/04/congresso-le-requerimento-que-oficializa-criacao-da-cpi-do-cachoeira.html

MAMUTE
Apr 19, 2012, 3:17 PM
:previous: E teremos uma CPIzza:haha::haha::haha:

MAMUTE
Apr 22, 2012, 1:36 AM
Governador do DF diz que vai à CPI do Cachoeira

Em entrevista exclusiva ao R7, Agnelo Queiroz diz que "não tem nada a temer"


Em poucos dias, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, deve ser convidado a prestar depoimento a deputados e senadores na CPMI do Cachoeira (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito). A comissão, instalada na última quinta-feira (19), investiga os negócios e as relações mantidas pelo empresário Carlinhos Cachoeira com políticos e funcionários públicos.

Apesar de os convites ainda não terem sido aprovados, pois a primeira reunião da comissão está marcada para a próxima quinta-feira (26), deputados e senadores já disseram que, além de Agnelo, irão convidar o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB-GO), e um representante da empresa Delta.

Cachoeira, preso pela Polícia Federal no fim de fevereiro, foi apontado como líder de uma quadrilha que explorava jogos de azar em Goiás. Nesta semana, ele foi transferido de Mossoró (RN), onde era mantido em um presídio de segurança máxima, para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Agnelo será convidado a prestar esclarecimentos porque o nome do seu chefe de gabinete foi citado em uma conversa telefônica entre pessoas da suposta quadrilha interceptada pela Polícia Federal.

O governador nega qualquer envolvimento com o grupo de Cachoeira. Em entrevista exclusiva ao R7, Agnelo Queiroz nega as acusações, diz que irá à CPI e que jamais pensou em renúncia porque ela não cabe a quem tem uma vida "limpa".

Abaixo, trechos da entrevista.

R7- Existe alguma envolvimento do GDF com o grupo de Carlinhos Cachoeira?

Agnelo Queiroz - Em absoluto. O Distrito Federal não tem nada a ver com essa crise. Isso não é do DF,não é meu e nem do meu partido. Não há nenhum favorecimento a qualquer grupo ou qualquer partido, e agora estou falando especificamente do grupo do Cachoeira e à empresa Delta, não há. Tentaram vincular e forçaram a barra pra dizer que alguém recebeu, que um secretário falou com A ou com B e eu desafiei: apresente um favorecimento, alguma irregularidade. Se tiver mostre, eu vou apurar e punir exemplarmente. Essa crise não é nossa, é do DEM e do PSDB, é de Goiás, não é do Distrito Federal. A polícia federal fez investigação rigorosa de quase dois anos, há cento e poucos nomes de suspeitos de ligação com a empresa, e nenhum nome do Distrito Federal. Há outros interesses políticos, querem colocar o PT nessa roda. Mas estou absolutamente tranquilo, defendi a CPI.

R7 - O senhor vai prestar esclarecimentos na CPI, se convidado?

Agnelo - Vou. Presto qualquer esclarecimento, quem não deve não teme. Não há nenhuma relação desse grupo com o governo do Distrito Federal. Todos os diálogos provam o que eu estou falando porque mostram a dificuldade da empresa conosco. O único contrato com essa empresa na parte de lixo foi feito por decisão judicial em outro governo. No governo passado e eu em janeiro pedi uma auditoria nesse contrato. Essa não é atitude de quem tem conluio com uma empresa. Pelo contrário, fomos muito rigorosos. E se você comparar o preço da tonelada do lixo dessa empresa que pratica com o Distrito Federal ela é metade da média nacional. E se comparar com uma cidade como Curitiba, por exemplo, aqui é três vezes menos.

R7 - O contrato com a Delta no DF vai ser interrompido?

Agnelo - Tudo que foi apontado foi exigido da empresa nesse período. O que tem agora de novo é uma decisão recente da Justiça que um documento que essa empresa usou na licitação não é verdadeiro. O GDF tomará as medidas cabíveis com direito de defesa. Será tomada medida no rigor da lei.

R7 - A Delta tem apenas o contrato de lixo no DF?

Agnelo - A Delta tem um único contrato de limpeza, não há contrato de construção. A empresa ganhou uma licitação em 2007, ganhou, houve questionamento na Justiça e assumiu o DF em 2010 por ordem judicial. Eu desafiei a quem fez ilações que apresente qualquer atitude que mostre favorecimento a essa empresa.

R7- Uma das gravações mostra uma conversa de representantes do Cachoeira com membros do governo, o senhor falou com eles do que foi tratado nesse encontro?

Agnelo - Esse contato mostra um grau de dificuldade da entrada dessa empresa com o governo do GDF. Me falaram que eles pediram coisas relacionadas à empresa, ela julga que tem direitos a receber com o DF, porque acha o valor baixo. Questões normais de empresa. Não houve favorecimento a essa empresa. Esse grupo não conseguiu indicar ninguém para o governo do DF.

R7 - O senhor se surpreendeu com o nome do seu chefe de gabinete aparecer nas gravações?

Agnelo - Me surpreendi, porque a discussão era um diálogo, supostamente se referindo que ele estava ajudando na indicação do presidente do SLU (Serviço de Limpeza Urbana). Isso não é verdade, porque quem indicou o presidente fui eu. Ninguém me pediu para indicar ele. Esse grupo [Delta] queria indicar uma outra pessoa. E não conseguiu. O Claudio [ex-chefe de gabinete de Agnelo] compreendendo que se trata de um ataque político, ele saiu para se defender e vai voltar ao governo.

R7- Mas se o senhor o chamou para se explicar e ele se explicou, porque ele saiu?

Agnelo - Ele entendeu que o ataque não é a ele e vai se defender.

R7- No Congresso, colegas seus, do mesmo partido, sugeriram em off que o senhor deveria renunciar, como o senhor se sente quando lê esse tipo de notícia?

Agnelo -Tenho certeza que colega meu jamais falará um negócio dela. Tenho certeza absoluta, meu partido tem prestado solidariedade total, até com comunicado na internet me defendendo.

R7- A própria Dilma?

Agnelo -Não foi discutido isso, porque qual é a acusação? Isso faz parte da luta política, dos adversários, e eu tenho muitos, porque para enfrentar o que eu estou enfrentando, que querem me desestabilizar, mas não conseguem achar nada.

R7- O senhor já sofreu vários ataques durante o seu governo. Como o senhor lida com isso pessoalmente? A renúncia já passou pela cabeça do senhor, por exemplo?

Agnelo - Em absoluto. Renúncia de quem tem a vida limpa? Em nenhuma hipótese.

R7- O senhor lida bem com essa pressão?

Agnelo - Não é lidar bem, eu compreendo. Eu instalei uma secretaria de transparência e desafio quem tenha uma como essa no Brasil. Eu fiz 14.000 auditorias e decretei várias empresas inidôneas. Estou buscando de volta R$ 750 milhões que foram roubados dos cofres públicos do Distrito Federal. Tenho adversários que querem me desestabilizar desde o primeiro dia que eu entrei. Não espero condescendência desse grupo. Eu sinto muito mais quando vejo alum aliado suspeitar da gente, usar de forma oportunista ataques que estamos recebendo. Espero justamente isso dos adversários. Só não ataques pessoais à minha família, o que eu não esperava nem do meu pior inimigo. Mas que eu esperava uma reação desse segmento e do crime organizado aqui sim. Não tem nenhum preso na Caixa de Pandora. Porque esse tempo todo para sair resultado da Caixa de Pandora e eles estão todos soltos, fazendo grampos.

R7- Quem é este grupo, é o ex-governador Roriz, Arruda, que grupo é esse?

Agnelo -Tem um grupo conhecido, não foi citar nominalmente, mas tem um grupo que faz a parte suja e a cidade toda conhece.













http://noticias.r7.com/distrito-federal/noticias/governador-do-df-diz-que-vai-a-cpi-do-cachoeira-20120421.html

MAMUTE
Apr 22, 2012, 12:22 PM
Dilma tem aprovação recorde, mas Lula é favorito para 2014


A presidente Dilma Rousseff bateu mais um recorde de popularidade, mas seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, é o preferido dos brasileiros para ser o candidato do PT ao Planalto em 2014.

Esse é o resultado principal da pesquisa Datafolha realizada nos dias 18 e 19 deste mês com 2.588 pessoas em todos os Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O governo da petista é avaliado como ótimo ou bom por 64% dos brasileiros, contra 59% em janeiro.

Trata-se de um recorde sob dois aspectos: é a mais alta taxa obtida por Dilma desde a sua posse, em 1º de janeiro de 2012, e é também a maior aprovação presidencial com um ano e três meses de mandato em todas as pesquisas até hoje feitas pelo Datafolha.

http://f.i.uol.com.br/folha/poder/images/121111059.jpeg










http://www1.folha.uol.com.br/poder/1079625-dilma-tem-aprovacao-recorde-mas-lula-e-favorito-para-2014.shtml

MAMUTE
Apr 26, 2012, 8:10 PM
Lula, Dilma e Agnelo vão juntos ao cinema




Lançamento do documentário em 3D faz público vibrar



A presidenta Dilma Rousseff participou, na noite de ontem, do lançamento do documentário Pela primeira vez, produzido e dirigido por Ricardo Stuckert, fotógrafo oficial do então presidente Lula, durante seus dois mandatos. A exibição marcou o retorno de Lula a Brasília depois do tratamento de um tumor na laringe.

Com mais de uma hora de atraso, Dilma e Lula chegaram juntos à sessão de cinema, no auditório do Museu da República, e foram recebidos com palmas pelo público. Eles vieram acompanhados do ex-ministro da Educação Fernando Haddad e do governador do DF, Agnelo Queiroz.

http://coletivo.maiscomunidade.com/imagem/54482222a7eb3143b84b6f616f5982a393a610e3/320/375/PNUImagem.jpg
Dilma Rousseff chegou com Lula e o governador Agnelo Queiroz com a primeira-dama

O filme, produzido em terceira dimensão (3D), documenta os últimos momentos de Lula como presidente e os primeiros de Dilma no posto mais alto do País.

Durante 35 minutos, a plateia, que lotou o auditório, viu o momento em que Lula passou a faixa presidencial a Dilma, a sua saída do Palácio do Planalto, a despedida junto ao povo aglomerado na Praça dos Três Poderes, o encontro emocionado com o vice-presidente José Alencar, no hospital, após a posse de Dilma e a sua diplomação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o primeiro discurso no Congresso Nacional.

No final da sessão, Lula elogiou Dilma. “Tudo que a gente falava da companheira Dilma antes da campanha era pouco diante do que ela está fazendo”, declarou. “Estou muito emocionada”, disse a presidenta depois de ver o filme.


Tudo que a gente falava da companheira Dilma antes da campanha era pouco diante do que ela
está fazendo”.

Ex-presidente Lula














http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2012-04-26/politica/7915/LULA,-DILMA-E-AGNELO-V%C3%83%C6%92O-JUNTOS-AO-CINEMA.pnhtml

MAMUTE
Apr 28, 2012, 3:10 PM
PDT anuncia saída da base de apoio de Agnelo na Câmara do DF


Segundo presidente regional, decisão da executiva do partido foi unânime Nesta quinta, PPS decide se permanece na bancada de apoio do governo.


O PDT do Distrito Federal anunciou nesta terça-feira (24) que fazer parte da bancada de apoio ao governador Agnelo Queiroz em função das suspeitas de envolvimento de integrantes do GDF com o grupo do bicheiro Carlinhos Cachoeira. A decisão foi aprovada por unanimidade pela executiva do partido, informou o presidente regional da legenda, Georges Michel.

Agnelo foi citado em ligações telefônicas grampeadas pela PF que o relacionam ao suposto esquema de corrupção de Cachoeira. O governador nega que tenha relação com o bicheiro.

Em nota publicada na página do partido na internet, Michel diz que “assim não só o partido, mas o deputado distrital Professor Israel Batista fica liberado para participar e exigir a apuração das denúncias que envolvem o governo do Distrito Federal”.

Na próxima quinta-feira (26), o PPS se reúne para decidir se também mantém o apoio ao governador. O partido já havia anunciado apoio a investigações do caso devido ao “acúmulo de denúncias divulgadas pela imprensa” e que “a verdade não assusta aos que não devem”.

O PPS tem dois deputados distritais e ocupa uma secretaria no governo Agnelo (de Justiça) e duas administrações regionais (Guará e Planaltina).












http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2012/04/pdt-anuncia-saida-da-base-de-apoio-de-agnelo-na-camara-do-df.html

MAMUTE
Apr 28, 2012, 3:12 PM
Agnelo Queiroz abre mão de sigilos bancário e fiscal para PGR


Defesa do governador afirma que medida visa agilidade na investigação


A defesa de Agnelo Queiroz (PT) protocolou, na tarde desta sexta-feira (27), requerimento à Procuradoria-Geral da República abrindo mão dos sigilos fiscal e bancário do governador.

De acordo com o advogado de Agnelo, Luiz Carlos Alcoforado, o pedido foi feito para que a investigação do suposto envolvimento de Agnelo com o bicheiro Carlos Cachoeira seja conduzida com mais agilidade e transparência.

– As premissas são falsas e a verdade foi fraudada para tentar criar a relação entre o governador, o Cachoeira e a Delta. Para provar o contrário liberamos todas as informações sobre a vida do governador.

Alcaforado afirmou ainda que a Delta não tem qualquer relação com o governador, já que o contrato existente com a empresa foi feito antes da posse de Agnelo e mantido por força de decisão judicial.

Nesta quinta-feira, o procurador-geral da república, Roberto Gurgel, informou que vai pedir autorização ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para investigar a relação do governador com o grupo do bicheiro Carlos Cachoeira.

Se a investigação for autorizada pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), os procuradores poderão apurar com detalhes o possível envolvimento dos integrantes do governo com o grupo de Cachoeira, que é acusado por uma série de transações ilegais.

Em uma das gravações feitas pela Polícia Federal, Adalberto Matías de Araújo, o Dadá, braço direito de Cachoeira, supostamente cita o governador, que gostaria de encontrar o bicheiro.













http://noticias.r7.com/distrito-federal/noticias/agnelo-queiroz-abre-mao-de-sigilos-bancario-e-fiscal-para-pgr-20120427.html

MAMUTE
Apr 30, 2012, 2:00 AM
Esquema não vingou no GDF




Empresa ligada ao Carlinhos Cachoeira conseguiu manter a coleta de lixo no DF através de uma decisão judicial. Delta reclamava de uma auditoria aberta a pedido do governador Agnelo para investigar as relações entre o SLU e o contrato do lixo


Uma auditoria aberta em janeiro de 2011 para apurar possíveis irregularidades na execução do contrato de coleta de lixo no Distrito Federal, entre o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e a empresa Delta Construções, ligada ao contraventor Carlinhos Cachoeira, teria sido o estopim para as pressões sofridas pelo Palácio do Buriti, acredita o secretário de Transparência, Carlos Higino. Integrantes da organização criminosa ligadas ao bicheiro goiano teriam montado um esquema para pressionar as autoridades do governo do Distrito Federal. Desde grampos a propostas, passando por denúncias políticas. O braço político do grupo de Cachoeira, senador Demóstenes Torres (sem partido – GO), chegou a pedir o impeachment do governador Agnelo Queiroz na Câmara Legislativa.

A Operação Monte Carlo, que investiga o bicheiro Carlinhos Cachoeira, trouxe o caso à tona. E facilitou a ligação dos fatos. Num primeiro momento, houve uma tentativa da mídia nacional em mostrar o envolvimento do governador Agnelo Queiroz em esquema de propina com a empresa Delta Construção. Com o surgimento de mais gravações, os fatos têm mostrado o contrário. Pelo menos é o que pensam, e mostram, alguns interlocutores do GDF. “Se olharmos com honestidade para as gravações, vamos ver que elas indicam várias dificuldades para conseguir favorecimento.

Representantes da Delta procuram um e outro e não têm sucesso. Agora, se parecer algum servidor que tentou facilitar esse favorecimento, será punido. Então, essas ligações mostram apenas tentativas frustradas”, opina o secretário de Transparência, Carlos Higino.

http://comunidade.maiscomunidade.com/imagem/75b2d5712fd2f8de5a70c69e71e9e47a52d4941a
Carlos Higino lembra que tentativas da Delta no controle do lixo foram frustradas

Tentativas
O desespero da Delta em tentar favorecimento pode ter uma razão explicada na auditoria feita pelo GDF logo que Agnelo assumiu o governo. A empresa em questão firmou contrato com o GDF ainda em 2010 e somente por uma decisão judicial. Com isso, a Delta tem dois dos três lotes de limpeza urbana, o que inclui o Plano Piloto e sete cidades-satélites. O contrato totaliza R$ 470 milhões, com vigência até dezembro de 2015.

Segundo o secretário de Transparência, no início do ano passado, ao tomar posse, o GDF buscou verificar problemas mais emergentes, os contratos mais sensíveis, e entre eles estava a questão do lixo. Por isso, o SLU foi alvo de auditoria. “Não verificamos a Delta, mas sim, o SLU e verificamos uma série de problemas na execução dos serviços e também no controle, que estavam sendo malfeitos”, observa Higino. E no meio disso tudo estava a Delta.

O SLU tem como atribuição principal a gestão e fiscalização dos serviços de limpeza urbana, que hoje são executados em quase sua totalidade por empresas privadas através de licitação ou contratos emergenciais. Em 2007 iniciou-se um vultuoso processo de licitação dos serviços de limpeza urbana, objeto de Licitação nº 003/2007, na modalidade licitatória concorrência, pelo tipo menos preço e regime de empreitada por preço unitário.

Tal processo foi marcado por vários adiamentos e suspensões, bem como por recursos judiciais que levaram à anulação dos contratos inicialmente assinados com as empresas Qualix e Valor Ambiental, do que ocorreu a adjudicação e o estabelecimento do contrato com a empresa Delta Construções. Diz a auditoria: "Trata-se de prestação de serviços relevante de impacto na sociedade, bem como envolvem valores extremamente elevados, gerando despesas da ordem de R$ 12 milhões por mês e valores totais estimados no prazo contratual de R$ 700 milhões."

Entre as falhas apontadas no SLU pela auditoria estavam a falta de planejamento e gestão de qualidade dos serviços oferecidos. Segundo o documento, o SLU também não vinha fiscalizando o cumprimento dos itens do edital e nem mesmo punindo esse descumprimento. A Delta, por exemplo, não apresentou plano de coleta e varrição.

“Depois de terminada auditoria, apontamos que o SLU deveria aprimorar o controle e isso ele fez, tanto que conseguiu reduzir o pagamento às empresas terceirizadas o valor de pouco mais de R$ 2 milhões para R$ 600 mil”, explica Carlos Higino. Essa redução foi possível devido à implantação de um sistema mais rigoroso de controle da quantidade de lixo apreendida, em janeiro deste ano.

Sobre a acusação contra as empresas prestadoras de serviço, Higino conta que mandaram a auditoria para o Tribunal de Contas do DF para que analisassem, julgassem e dessem alguma determinação. “Não poderíamos fazer nada, só mesmo pedir que a empresa corrigisse o erro. Porém, agora, o Tribunal Regional Federal, 1ª região, considerou nulo o atestado de capacidade técnica usado pela Delta para ganhar a licitação, em 2010, vamos abrir um processo para confirmar esse fato e isso sim poderá implicar numa rescisão de contrato e uma declaração de inidoneidade da Delta e ela não poderá mais firmar contratos com o governo”, explica o secretário de Transparência.

Abaixo da média nacional
Apesar das cifras relacionadas ao pagamento pelos serviços na área de limpeza urbana, os valores pagos à Delta no DF são os mais baixos do país. Levantamento feito pelo SLU mostra que os contratos de terceirização de coleta de lixo em vigência entre a administração pública e a Delta Engenharia praticam os menores preços frente a 16 cidades de porte semelhante. Para varrição de logradouros, os valores pagos pelo GDF à empresa estão abaixo da média dos municípios pesquisados.

Enquanto o GDF paga à Delta o valor de R$ 49,24 por tonelada de lixo recolhida, em Curitiba, esse valor chega a R$ 163,05, e em Olinda, a R$ 62,60, respectivamente os preços mais alto e mais baixo encontrados pela pesquisa. Para o serviço de varrição, medido em quilômetros percorridos, enquanto se pagou no ano passado R$ 84,47/km em Maceió e R$ 26,22 em Porto Alegre, o gasto em Brasília é de R$ 50,07/km – abaixo da média nacional de R$ 58,47/km.


















http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2012-04-28/politica/8067/ESQUEMA-N%C3%83%C6%92O-VINGOU-NO-GDF.pnhtml

MAMUTE
Apr 30, 2012, 9:09 PM
Gravação mostra ligação de grupo de Cachoeira com deputados distritais



Grupo do bicheiro teria negociado votos em lei sobre postos em mercados menda definiu que apenas os novos estabelecimentos podem ter postos.


Gravações feitas pela Polícia Federal na operação Monte Carlo mostram que os negócios do grupo do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, podem ter orientado o voto de deputados distritais na Câmara Legislativa.
No dia 15 de junho do ano passado, o deputado Raad Massouh (PPL) apresentou uma emenda ao projeto de lei que prevê a instalação de postos de combustíveis em supermercados e shoppings.

Pela emenda, só seria permitida a abertura de postos por empresas que conseguissem a licença depois da aprovação da lei – ficariam de fora as grandes redes que já têm postos instalados, mas que ainda não estão em funcionamento.
As investigações da PF mostram que o grupo ligado a Cachoeira teria interesse em aprovar a emenda. Em gravação feita com autorização judicial na tarde em que a emenda seria votada, José Olímpio Queiroga – apontado como um dos chefes do grupo de Cachoeira – é cobrado por um homem identificado como Ricardo Porto, que pergunta porque o deputado Agaciel Maia (PTC) não votaria a favor da emenda como teria sido combinado previamente.
Ricardo: “Rapaz, ele assinou do lado contrário à gente. Cara, cê acredita? Tô te falando cara”

José Olímpio: “Ah, mas cê tá brincando!”
Ricardo: “Tô te falando! Contra a gente! O Agaciel vai se queimar à toa, cara”
As gravações da PF mostram que, em seguida, Olímpio telefonou para o deputado distrital.
José Olímpio: “Alô, deputado, como é que tá você?”

Agaciel Maia: “Tô bem, graças a Deus. E você?”
José Olímpio: “O meu amigo Marcola, Ricardo Porto ligaram agora! Rapaz, cadê aquele seu amigo lá? Você não tá contra o Raad”

Agaciel Maia: “E não votei favorável, rapaz? (...) Eu ainda tirei um voto que era deles: o (deputado) Cristiano Araújo (PTB). (...) Agora, eu fiz aquele discurso, esculhambei com todo mundo e tal, mas votei a favor!”

O deputado Raad Massouh informou que não conhece Carlos Cachoeira e nem José Olímpio e que nunca fez qualquer acordo com os dois para a elaboração da emenda.
Por telefone, o deputado Agaciel Maia disse que nunca sofreu interferência ou fez qualquer compromisso para votar na Câmara Legislativa em favor do grupo de Cachoeira. Maia afirmou ainda que a emenda era a favor da quebra de monopólio.

O deputado Cristiano Araújo, citado no telefonema, não foi encontrado pela reportagem da TV Globo para comentar o assunto. José Olímpio Queiroga Neto foi preso durante a operação Monte Carlo e está detido no complexo penitenciário da Papuda.










http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2012/04/gravacao-mostra-ligacao-de-grupo-de-cachoeira-com-deputados-distritais.html

MAMUTE
May 3, 2012, 7:22 PM
Agnelo não cedeu à pressão




Grupo de Cachoeira tentou enfraquecer o governador com várias denúncias



Quanto mais se fala nas investigações das operações da Polícia Federal, como a Monte Carlo, mais parlamentares aparecem no cenário, especialmente quando se ouvem as gravações obtidas nessas operações. Enquanto uns se emaranham no meio da teia, outros acabam por provar a que vieram, como é o caso do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO). Ele é tido como uma base parlamentar do suposto esquema liderado pelo contraventor Carlinhos Cachoeira. De acordo com as gravações, feita uma análise sobre as conversas, a intenção era de atacar o governador Agnelo Queiroz, para que ele se sentisse enfraquecido e, ao final, cedesse e atendesse aos interesses escusos da empresa Delta Construções.

Nas escutas telefônicas feitas pela PF em dezembro de 2010, parece evidente que o grupo queria indicar uma pessoa de confiança da organização para ocupar a presidência do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), órgão que controla contratos de lixo no DF.

A estratégia do grupo era de que após uma crise no atual governo, provocada por denúncias de supostas irregularidades no Ministério do Esporte e na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), na época das gestões de Agnelo Queiroz, este ficasse enfraquecido, conforme indicam diálogos entre Idalberto Matias, o Dadá, e Cachoeira. Dadá é considerado um dos mais frequentes interlocutores do Cachoeira e lobista da Delta, e junto com o contraventor avaliam a participação de Demóstenes no processo de desconstrução da imagem de Agnelo. Ele diz a seguinte frase: “Primeiro tem de conversar com Cláudio e Fernando porque eles querem que bata”.

O Cláudio a quem se refere é o Cláudio Abreu – representante da Delta na Região Centro-Oeste – e o Fernando refere-se ao dono da construtora, Fernando Cavendish Eles concluem, então, ao fim do diálogo que, em vez de usar dossiês de opositores, seria melhor aguardar uma suposta denúncia contra o governador Agnelo Queiroz que estaria prestes a ser divulgada pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel.



Em certo ponto da conversa, Dadá e Cachoeira discutem qual seria o melhor momento para desgastar o governador










http://coletivo.maiscomunidade.com/conteudo/2012-05-03/politica/131640/AGNELO-N%C3%83%C6%92O-CEDEU-%C3%83%E2%82%AC-PRESS%C3%83%C6%92O.pnhtml

besantos
May 5, 2012, 6:46 PM
Não tenho fontes para colocar, mas me disseram que a denuncia do Gurgel vai abalar a República. 9 ministros do STJ e 4 do STF estariam envolvidos com Cachoeira.

Inclusive seria esse o principal motivo para Dilma tentar abafar a CPI, com medo de instalar uma crise institucional sem precedentes.

Seria também esse um dos motivos do incômodo de vários juízes das cortes superiores com o Conselho da Justiça Federal, que teria poderes para realizar as investigações. Um CJF mais fraco dificultaria as investigações.

Olha como pode estar tudo intrincado: pegar no pé da Eliana Calmon era uma maneira de enfraquecer o CJF com o objetivo de enrfraquecer as investigações sobre Cachoeira, que respingam no Planalto, no Congresso e nos tribunais superiores.

Haja aterro sanitário para tanta sujeira, se for verdade. Mas por enquanto são boatos que ouvi de fontes bem relacionadas.

MAMUTE
May 8, 2012, 1:19 AM
PGR pedirá abertura de inquérito contra Queiroz e Perillo


O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse nesta segunda-feira que pedirá abertura de inquérito no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para investigar o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) no âmbito das operações Vegas e Monte Carlo.

No caso do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), Gurgel disse que não há "iniciativa no sentido de instalação de inquérito", mas pediu informações preliminares à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Tribunal de Contas da União (TCU) e à Procuradoria da República do Rio de Janeiro "a respeito de contratos que envolvem a construtora Delta".

Cabral tem conversado com a cúpula do PMDB para prestar explicações antecipadas sobre sua relação com a Delta e pedido "solidariedade" aos correlegionários. O presidente da CPI não quis comentar se essa ação do procurador pode criar um clima adicional para convocação imediata dos governadores. Disse, porém, que mudanças no plano de trabalho aprovado na semana passada podem ocorrer se houver acordo entre os líderes partidários.

Blindagem

PT e PMDB dificilmente aceitarão um acordo para blindar os governadores na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. Os dois maiores partidos da base aliada têm motivos diferentes para rejeitar o acerto.

Segundo o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), que integra a CPI, os tucanos são os maiores interessados na blindagem. "Não existe hipótese de acordo. Cabral nunca foi pago por Cachoeira. O Perillo está envolvido até o pescoço. E o Agnelo perdeu na Justiça quando pediu para a Delta sair do contrato que tinha no DF. Isso só interessa à oposição."

O PMDB não vê motivos para convocar Cabral, já que ele não foi citado, até agora, nas investigações das operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal. O elo de Cabral com as investigações está na sua amizade com o ex-presidente da Delta Construções, Fernando Cavendish. A construtora está no centro das apurações da comissão.

Já o PT acredita que um acordo para blindar ou amenizar os depoimentos dos governadores só interessa ao PSDB, porque a PF diz em seus relatórios que Perillo recebeu dinheiro de Cachoeira e ainda nomeou uma pessoa da confiança do empresário para comandar o Detran de Goiás. Os petistas sustentam que o elo estabelecido entre Agnelo e Cachoeira é fraco e não atinge diretamente o governador, apenas podendo incriminar alguns assessores próximos.

O presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), afirmou que ainda não chegou o momento de convocar os governadores, mas descartou a possibilidade de aprovar requerimentos em bloco para os depoimentos dos governantes, como defende a oposição.

"Não existe essa história de convocar em bloco, porque são fatos jurídicos diferentes. Quem defende convocação em bloco, defende politicamente", disse o senador, acrescentando que não está agindo em defesa do governador do PMDB.

É provável que a CPI analise os requerimentos de convocação dos governadores na próxima semana, mas dificilmente nesta fase da investigação parlamentar a oposição conseguirá reunir votos suficientes para convocar os governadores do PT e do PMDB, já que a maioria dos integrantes da CPI pertence à base aliada da presidente Dilma Rousseff.

O argumento usado pelos tucanos é de que a comissão não pode investigar apenas um governador e excluir os outros por critérios partidários. "Qual o fato determinado da CPI? A relação do senhor Carlos Augusto com o Estado brasileiro. A partir daí, se um governante está no fato determinado, aprofunda-se, e daí ele passa a ser motivo ou não de uma convocação", argumentou o presidente da CPI.

Governo faz 'pente-fino' em contratos da Delta

Apesar das investigações da CPI estarem concentradas inicialmente nas operações da construrora Delta no Centro-Oeste, onde o grupo de Cachoeira operava e mantinha estreita relação com a empresa, o governo trabalha com a hipótese de que os parlamentares estendam as apurações para os contratos assinados pela empresa no âmbito federal.

A CGU, por exemplo, abriu processo administrativo para analisar possíveis atos ilícitos da empreiteira em contratos firmados com o governo federal, especialmente os assinados com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Além disso, o governo está fazendo um "pente-fino" nos contratos para encontrar saídas jurídicas e substituir a empresa quando necessário, segundo uma fonte que falou sob condição de anonimato.

Uma outra fonte do Executivo, que também pediu para não ter seu nome revelado, afirmou que a determinação de Dilma é de que não haja tratamento diferenciado para a Delta nem nos contratos assinados com o governo nem no âmbito político da CPI.

Carlinhos Cachoeira

Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.

Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram contatos entre Cachoeira e o senador democrata Demóstenes Torres (GO). Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais.

Nos dias seguintes, reportagens dos jornais Folha de S.Paulo e O Globo afirmaram, respectivamente, que o grupo de Cachoeira forneceu telefones antigrampos para políticos, entre eles Demóstenes, e que o senador pediu ao empresário que lhe emprestasse R$ 3 mil em despesas com táxi-aéreo. Na conversa, o democrata ainda vazou informações sobre reuniões reservadas que manteve com representantes dos três Poderes.

Pressionado, Demóstenes pediu afastamento da liderança do DEM no Senado em 27 de março. No dia seguinte, o Psol representou contra o parlamentar no Conselho de Ética e, um dia depois, em 29 de março, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski autorizou a quebra de seu sigilo bancário.

O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), anunciou em 2 de abril que o partido havia decidido abrir um processo que poderia resultar na expulsão de Demóstenes, que, no dia seguinte, pediu a desfiliação da legenda, encerrando a investigação interna. Mas as denúncias só aumentaram e começaram a atingir ouros políticos, agentes públicos e empresas.

Após a publicação de suspeitas de que a construtora Delta, maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos, faça parte do esquema de Cachoeira, a empresa anunciou a demissão de um funcionário e uma auditoria.

O vazamento das conversas apontam encontros de Cachoeira também com os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás. Em 19 de abril, o Congresso criou a CPI mista do Cachoeira.







http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5760052-EI7896,00-Blindar+governadores+em+CPI+so+interessa+ao+PSDB+diz+Vaccarezza.html

MAMUTE
May 9, 2012, 7:55 PM
Agnelo diz que Cachoeira e Demóstenes queriam derrubá-lo do governo do DF



Em entrevista exclusiva à Record, petista afirmou que está tranquilo com acusações




O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), afirmou nesta quarta-feira (9) que o bicheiro Carlinhos Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) articulavam para derrubá-lo. Agnelo é citado em gravações da Polícia Federal e suspeito de envolvimento com o contraventor.

O governador deu entrevista exclusiva ao programa Balanço Geral da Record, em Brasília. Ele se disse “absolutamente tranquilo” diante das acusações.

– Esse grupo se articulou para derrubar o governo. Eles mobilizaram inclusive o senador Demóstenes para pedir o meu impeachment. Foi aqui que tentaram comprar uma testemunha na casa do parlamentar para me atacar. Isso tinha repercussão na imprensa.


Segundo o petista, os diálogos mostram uma tentativa do grupo de Cachoeira de participar de licitações no DFTrans, órgão responsável pelo transporte público na capital federal.


No entanto, Agnelo diz que o projeto não foi para frente pois, na mesma época, o governo assumiu a Fácil, empresa que administra o transporte.

– As tentativas de Cachoeira em entrar no DF foram frustradas. Não existe um negócio deles com o governo do DF. Isso fez com que o governo se transformasse em um obstáculo para eles. Portanto, eles partiram para derrubar o governo. [...] Não há nenhuma relação do bicheiro com o Governo do Distrito Federal, nenhuma irregularidade e nenhum favorecimento.















http://noticias.r7.com/brasil/noticias/agnelo-diz-que-cachoeira-e-demostenes-queiram-derruba-lo-20120509.html

MAMUTE
May 10, 2012, 7:33 PM
Marconi é citado 237 vezes em escutas da Monte Carlo


O delegado Matheus Mella Rodrigues afirmou nesta quinta, na sessão reservada da CPI do Cachoeira, que durante as interceptações telefônicas feitas na Operação Monte Carlo o nome do governador de Goiás, Marconi Perillo, foi citado 237 por pessoas envolvidas no esquema comandado pelo contraventor Carlinhos Cachoeira. A Monte Carlo levou à prisão Cachoeira e seu grupo no final de março.

O investigador disse que em apenas duas ocasiões Perillo aparece conversando diretamente com Cachoeira. As ligações, segundo parlamentares ouviram do delegado, serviram para marcar jantares com a participação dos dois.

"Fazendo uma figura de linguagem: o que dá para entender é que o governador de Goiás era o Cachoeira", afirmou o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), que defende a imediata convocação do governador tucano para explicar a ligação de Perillo com o contraventor.

"O fato de existirem essas ligações não querem dizer nada", afirmou o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES). O peemedebista disse, que, embora acredite que tenha havido uma "promiscuidade" de integrantes do governo de Goiás com o grupo do contraventor, é necessário avaliar a conveniência de convocar autoridades para não se perder o foco das investigações.

Na sua exposição inicial, o delegado também disse, segundo integrantes da CPI, que foram interceptadas com autorização judicial 260 mil ligações, das quais 17 mil consideradas pela PF como importantes para a investigação. Houve ainda 4 mil ligações fortuitas, quando surgem pessoas que originalmente não tem vinculação direta com os fatos sob apuração.

O investigador afirmou que há 81 autoridades com foro especial citadas nas conversas. Entre elas, vereadores, deputados federais e estaduais, senadores, secretários de Estado, ministros do Supremo Tribunal Federal.












http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=402664

MAMUTE
May 11, 2012, 9:34 PM
TSE: partidos gastam R$ 310 mi em 2011; PT lidera ranking



Os diretórios nacionais dos partidos brasileiros gastaram juntos R$ 310.533.832,70 em 2011, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O PT lidera o ranking das legendas que mais gastaram no ano passado, com R$ 71.760.939,17, e das que mais arrecadaram, com R$ 109.882.972,81.

De acordo com o levantamento, o menor gasto foi do Partido Pátria Livre (PPL), com R$ 124.743,38. A sigla, a mais nova entre as 29 registradas no TSE - teve registro deferido em 4 de outubro -, também foi a que menos arrecadou, com R$ 206.052,27. O TSE informou que os dados não incluem as despesas do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) porque as informações ainda são processadas pelo tribunal, apesar do partido ter prestado contas no prazo.

Os diretórios declararam ao TSE terem recebido R$ 382.506.512,44 em 2011, sendo que R$ 307.317.749,00 tiveram origem no Fundo Partidário. Os dados completos estão disponíveis na página do TSE.

Conforme o tribunal, todas as legendas fizeram a prestação de contas do ano passado, cujo prazo encerrou em 30 de abril. Os dados dos diretórios nacionais serão analisados pelo TSE. Já as informações prestadas pelos diretórios estaduais ficam a cargo do Tribunal Regional Eleitoral do respectivo Estado; e os municipais ou zonais, pelo juiz eleitoral.

Caso os números não sejam aprovados, os partidos estão sujeitos a suspensão das cotas do Fundo Partidário pelo período de um a 12 meses e a devolução de recursos. Em 2011, os partidos devolveram R$ 3.409.511,21 por irregularidades nas contas.













http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5768525-EI7896,00-TSE+partidos+gastam+R+mi+em+PT+lidera+ranking.html

MAMUTE
May 16, 2012, 1:07 PM
Prudente e o dinheiro na meia: "recebi umas três ou quatro vezes"



Ex-deputado distrital afirma na Justiça que recebeu dinheiro sujo durante a campanha eleitoral de 2006



Dois anos e meio após aparecer escondendo dinheiro supostamente de origem criminosa nas roupas, o ex-distrital Leonardo Prudente (sem partido) explicou à Justiça a versão dele sobre o episódio. Cara a cara com o delator da Caixa de Pandora, Durval Barbosa, que o acusa de ter recebido propina sistematicamente a partir de 2003, o político confrontou o testemunho de seu algoz. Disse que recebeu dinheiro de Durval como ajuda de campanha em 2006. Perguntado por que não declarou a quantia à Justiça Eleitoral, afirmou ter agido assim a pedido do doador. Sobre a famosa cena em que aparece camuflando notas até nas meias, ele se justifica: “Eu tinha que guardar em algum lugar. Era uma questão de segurança”.

Conduzido pelo juiz Álvaro Ciarlini, da 2ª Vara de Fazenda Pública, o depoimento de Prudente durou pouco mais de três horas. Ocorreu em uma sala do Fórum Verde do Tribunal de Justiça do DF, onde poucas pessoas assistiram à audiência. O primeiro a falar foi Prudente. O ex-deputado foi questionado sobre as imagens e conversas que o flagram em situação comprometedora no âmbito das investigações da Pandora.

A mais famosa gravação é a que ele recebe dinheiro das mãos de Durval e “acondiciona” as notas, segundo descreveu o juiz, nas meias. O ano era 2006, Joaquim Roriz governava o DF e Durval comandava a Companhia de Planejamento do Distrito Federal. Ciarlini quis saber de Prudente a origem do recurso. O ex-distrital disse que procurou Durval para pedir apoio de campanha, o que teria vindo na forma de dinheiro.













http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/05/16/interna_cidadesdf,302554/prudente-e-o-dinheiro-na-meia-recebi-umas-tres-ou-quatro-vezes.shtml

MAMUTE
May 17, 2012, 5:20 PM
CPI do Cachoeira quebra sigilos e aceita 51 convocações; governadores ficam de fora


A CPI do bicheiro Carlinhos Cachoeira quebrou nesta quinta-feira (17) sigilos bancários, fiscais e telefônicos de dezenas de envolvidos com o contraventor. A comissão também aprovou 76 requerimentos de convocação de pessoas relacionadas às suspeitas de corrupção - alguns desses pedidos repetem nomes e, por isso, o número final ficou em 51, segundo membros da comissão.

A ideia inicial é de que em elas sejam ouvidas às terças-feiras, sempre em número de duas pessoas.Os requerimentos, votados em bloco, não incluem autoridades citadas no escândalo, como governadores, senadores e deputados. Os membros da comissão discutem se tratarão desse assunto na semana que vem ou apenas em 20 dias.

Entre os alvos estão o ex-diretor da construtora Delta no Centro-Oeste, Claudio Abreu; o ex-araponga e grampeador Idalberto Araújo, conhecido como Dadá, e o contador Geovani Pereira da Silva, entre outros. Todos foram flagrados em conversas com o bicheiro, acusado de organizar uma rede de agentes públicos e privados para sustentar negócios ilegais.

Não foram citados nos requerimentos o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), os governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), os deputados goianos Carlos Alberto Leréia (PSDB), Sandes Júnior (PP), entre outros que aparecem em ligações telefônicas e nos inquéritos das operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal.



Por acordo de bastidores, governistas e oposicionistas estão focando as investigações em personagens secundários do escândalo Cachoeira. Enquanto aliados da presidente Dilma Rousseff insistem pela convocação de Perillo, os adversários cogitam chamar Agnelo e Sérgio Cabral (PMDB), governador do Rio, que é amigo do dono da construtora Delta, Fernando Cavendish.

Os membros da CPI também pediram informações à Polícia Civil do Distrito Federal sobre a operação Saint-Michel, que levou à prisão de Cláudio Abreu, ex-diretor da construtora Delta, envolvida no escândalo.

Sigilo

Mais cedo, a CPI pediu ao ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que acabe com o sigilo imposto sobre as provas. Por conta do sigilo, apenas os membros da comissão e assessores deles podem chegar aos dados em computadores instalados no Senado. O pedido foi feito por oposicionistas: o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) e os deputados Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e Mendonça Prado (DEM-SE).

A decisão foi tomada em uma sessão administrativa que é realizada por conta dos adiamentos de depoimentos dos procuradores da República, que deverão ocorrer depois de 31 de maio. As operações da PF causaram a prisão de dezenas de pessoas e colocaram Cachoeira e suas relações sob a mira da CPI. Cachoeira está preso desde o final de fevereiro.







http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2012/05/17/cpi-quebra-sigilos-e-aceita-76-pedidos-de-convocacao-de-envolvidos-com-cachoeira.htm

MAMUTE
May 22, 2012, 11:57 AM
Ministro do STJ admite recurso para analisar processo contra Roriz e Abadia



O Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai julgar ação de improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) contra os ex-governadores Joaquim Roriz (PSC) e Maria de Lourdes Abadia (PSDB) pelo suposto uso indevido do helicóptero oficial do Governo do Distrito Federal. O ministro Mauro Campbell Marques, da 2ª Turma do STJ, admitiu recurso para analisar o processo. Uma condenação pode significar nova causa de inelegibilidade com base na Lei da Ficha Limpa contra os dois políticos.

http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2012/05/22/303503/20120522072307846417u.jpg
Helicóptero teria sido usado pelos ex-governadores pelo menos em seis compromissos de campanha

A ação aponta que Joaquim Roriz usou a aeronave prefixo PP-JDR, à disposição da então governadora Maria Abadia, mesmo depois de renunciar ao cargo de chefe do Executivo, em março de 2006, para concorrer a mandato de senador. Com base em relatórios da Casa Militar, responsável pelo transporte da governadoria, o Ministério Público sustentou que o ex-governador usou o helicóptero em pelo menos seis compromissos de campanha. Em 17 de maio, por exemplo, a aeronave deixou a residência oficial de Águas Claras, às 11h15, passou na casa de Roriz no Park Way e pousou no Paranoá, às 11h35 (veja fac-símile). Naquele dia, Roriz participou de um evento de campanha com Abadia no Itapoã, cidade ao lado do Paranoá, quando discursou contra a chapa “puro-sangue”, que havia sido anunciada, do PFL, tendo José Roberto Arruda como candidato ao governo e Paulo Octávio como vice.













http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/05/22/interna_cidadesdf,303503/ministro-do-stj-admite-recurso-para-analisar-processo-contra-roriz-e-abadia.shtml

MAMUTE
May 26, 2012, 7:40 PM
Polícia estima que ex-distrital Júnior Brunelli desviou até R$ 2,6 milhões



Ex-deputado que ficou conhecido pela 'oração da propina' está foragido Polícia prendeu três pessoas nesta sexta por suspeita de desvio de verbas.

O titular da Delegacia De Repressão ao Crime Organizado, Henry Lopes, afirmou que o suposto esquema comandado pelo ex-deputado Júnior Brunelli (ex-PSC) pode ter desviado R$ 2,6 milhões do governo do Distrito Federal.

Brunelli é considerado foragido desde esta sexta-feira (25), quando foi deflagrada operação para prender o ex-distrital e outras três pessoas.
Os recursos teriam sido obtidos por meio de seis emendas propostas por ele na Câmara Legislativa em 2009. O dinheiro era destinado a projetos da Associação Monte das Oliveiras voltados para idosos, que não teriam sido executados.

Segundo Lopes, já foi confirmado o desvio de R$ 1,7 milhão, referente a quatro emendas, ocorrido por meio de empresas de fachadas e notas fiscais adulteradas.

Procurada, a defesa de Brunelli não quis se pronunciar sobre o caso e não informou se o ex-deputado vai ou não se apresentar para a polícia.

Os três presos nesta sexta são o assessor e um contador de Brunelli e um empresário. O último, segundo o delegado, confessou participação no esquema. "Ele confirmou que recebeu cheques do Brunelli sob promessa de fechar contratos com o governo. Só que essa promessa nunca se concretizou e ele diz que se sentiu enganado", explicou o delegado.

A operação Hofini, de responsabilidade da Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado (Deco), recebeu esse nome em alusão ao sacerdote Hofini, que roubava dízimos e ofertas dos fiéis.

As equipes deixaram a delegacia por volta de 6h e, além dos três mandados de prisão, cumpriram cinco de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara de Taguatinga.

Lopes afirmou que os policiais foram ao apartamento do ex-distrital, localizado no Guará, no começo da manhã. No local, arrombaram a porta e saíram com computadores, documentos e bens pessoais. Também houve apreensão de papéis em outros seis locais.

Segundo o delegado, os itens podem ser utilizados em um eventual leilão para recuperar os danos aos cofres públicos. Ele afirmou que o quarteto vai responder por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, uso de documento falso e peculato.

Ameaças
De acordo com o delegado, cerca de 20 servidores públicos e pessoas ligadas a Brunelli já prestaram depoimento durante as investigações, iniciadas em 2010 a pedido do Ministério Público.

"Ele pressionava os funcionários da Secretaria de Desenvolvimento Econômico para que os recursos fossem liberados logo. Ligava no telefone pessoal deles", disse. "O motorista diz que foi obrigado a assinar recibos dizendo que participou dos programas ou seria demitido."

Brunelli foi protagonista do episódio que ficou conhecido como "oração da propina", que teve um vídeo divulgado como parte do suposto escândalo de corrupção conhecido como mensalão do Democratas de Brasília.

A ação resultou na operação Caixa de Pandora da Polícia Federal e chegou a prender o ex-governador do DF José Roberto Arruda.

http://s2.glbimg.com/qbkETdoC9AMoIusEUWJ4TgMZerj3RXe1HwFdOVQ3tmxIoz-HdGixxa_8qOZvMp3w/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/05/25/apreendido-620x300.jpg
Joias e bolsas apreendidas na casa do ex- deputado distrital Júnior Brunelli, que é considerado foragido pela polícia do DF
















http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2012/05/policia-estima-que-ex-distrital-junior-brunelli-desviou-ate-r-26-milhoes.html

MAMUTE
May 30, 2012, 6:16 PM
CPI aprova convocações de Perillo e Agnelo e rejeita a de Cabral



Governador tucano de Goiás e petista do DF vão falar a parlamentares Convocação de Cabral (PMDB-RJ) foi rejeitada por 17 votos a 11.

A CPI criada para investigar o elo do bicheiro Carlinhos Cachoeira com políticos e empresários aprovou nesta quarta-feira (30) a convocação dos governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT). A convocação do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), foi rejeitada por 17 votos a 11.

Agnelo e Merconi Perillo são citados por integrantes da quadrilha de jogo ilegal comandada por Cachoeira em conversas telefônicas gravadas pela Polícia Federal. Sérgio Cabral aparece em fotos durante uma viagem a Paris ao lado do presidente licenciado da construtora Delta, Fernando Cavendish. De acordo com a PF, a Delta transferiu recursos a empresas fantasmas do grupo de Cachoeira.

A convocação de Perillo foi aprovada por unanimidade e a de Agnelo, aprovada por 16 votos favoráveis e 12 contrários. A data dos depoimentos ainda não está definida.

Entre os que defenderam que o governador do Distrito Federal não fosse convocado estava o relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT-SP). A convocação de Agnelo foi aplaudida em plenário pela oposição.

Cunha propôs adiar mais uma vez, para o dia 12 de junho, a votação de requerimentos de convocação de governadores, mas a maioria dos parlamentares decidiu apreciar os pedidos na tarde desta quarta.

Os integrantes da CPI rejeitaram requerimento para analisar as convocações em bloco - optaram por analisar o caso de cada governador individualmente.

Debates

Durante o debate sobre os requerimentos, o senador Pedro Taques (PDT-MT) criticou a possibilidade de adiamento da votação.

“Estamos discutindo há 30 minutos se vamos transformar essa CPI numa farsa. Estamos enrolando essa decisão. [...] Temos decidir a convocação no voto. Temos que votar sim ou não à vinda dos governadores e que cada um assuma responsabilidade política pelo seu voto”, afirmou.

O líder do PSDB, Bruno Araújo (PE), afirmou que Marconi Perillo quer falar na CPI. “Eu acabei de receber telefonema do governador Marconi Perillo e ele disse que quer comparecer na próxima reunião”, disse.

Nesta terça (29), o governador de Goiás compareceu espontaneamente à CPI, negou envolvimento com a quadrilha de Cachoeira e se colocou à disposição para depor.

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) afirmou que não há “prejulgamento”, nem acordo com relação à convocação dos governadores. “Não há acordo. O que queremos é a convocação dos três governadores”.

Sigilos

Mais cedo, ainda na reunião da CPI desta quarta, foi adiada a votação de pedido de quebra de sigilo telefônico e de SMS de Perillo.

Deputados do PSDB protestaram pelo fato de não terem sido colocados em votação, também, requerimentos que solicitavam a quebra dos sigilos dos governadores do PT e do PMDB.
“Não pode haver dois pesos e duas medidas”, argumentou o líder do PSDB, Álvaro Dias (PR).

O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) disse considerar que ainda não é necessário quebrar os sigilos dos três governadores. Segundo ele, é preciso antes chamá-los para depor à CPI.

“Vamos abrir um precedente que nunca se teve numa CPI. Nenhum deles, até o presente momento, se viu envolvido com a organização criminosa a ponto de ter a quebra de sigilo autorizada”, afirmou o deputado, para quem a quebra de sigilos é uma “medida de exceção” que só deveria ser tomada depois de esgotados outros meios de prova.

Por sua vez, Odair Cunha afirmou que há indícios que justificam a quebra do sigilo do governador de Goiás. Segundo ele, há 237 referências a Perillo nas gravações telefônicas registradas pela Polícia Federal na investigação sobre o grupo de Cachoeira.

“São condutas individualizadas e há nos autos da Polícia Federal mais evidências contra o governador Marconi Perillo. Os cheques para pagamento da casa foram parar na conta dele. Há nível de envolvimento diferente com a organização criminosa”, disse.

Diante das divergências, o vice-presidente da CPI, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), decidiu adiar a votação da quebra de sigilo de Perillo.
Também adiou requerimentos que autorizavam acesso da comissão a dados bancários, fiscais e telefônicos dos deputados Stepan Nercessian (sem partido-RJ), Sandes Junior (PP-GO) e Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), citados nas investigações da Polícia Federal sobre a quadrilha do bicheiro Carlinhos Cachoeira.
















http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/05/cpi-do-cachoeira-aprova-convocacao-do-governador-de-goias.html

MAMUTE
Jun 1, 2012, 8:24 PM
Lula admite concorrer à presidência se Dilma desistir

SÃO PAULO, 1 Jun 2012 (AFP) -O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu na noite desta quinta-feira que tentará um terceiro mandato em 2014 se a atual presidente, Dilma Rousseff, optar por não concorrer.

Lula garantiu que "a única hipótese" de ser candidato é se a presidente Dilma "não quiser" (concorrer), porque não "vai permitir" que um político do PSDB volte à presidência.

Em entrevista ao Programa do Ratinho, no SBT, o ex-presidente afirmou que Dilma vai estar "muito forte" no final de seu mandato e ficará mais quatro anos no poder.

Lula, que venceu um câncer na laringe, disse a princípio que "não há hipótese de sair candidato em 2014, pois a presidente irá concorrer e estará muito mais forte". "Se em algum momento eu disser o contrário, eu retiro o que disse".
"Ela (Dilma) não apenas vai querer, mas vai buscar a reeleição. Vou ser o cabo eleitoral dela", afirmou Lula, que concluiu seu mandato no final de 2010 com 80% de popularidade.

Mas o ex-presidente admitiu "disputar alguma eleição para evitar que algum tucano retorne ao poder", em referência ao PSDB, partido de seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, que governou o Brasil por oito anos.
Em março passado, Lula, 66 anos, anunciou sua volta à vida política após curar o câncer na laringe.

"Vou voltar à vida política porque acredito que o Brasil deve continuar crescendo, se desenvolvendo, gerando emprego, melhorando a vida de milhões e milhões de brasileiros que conseguiram chegar à classe média e não querem sair dela", declarou Lula na ocasião.

Lula ocupou as manchetes esta semana após a denúncia do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes de que foi pressionado pelo ex-presidente sobre o caso do "Mensalão", que o STF deve julgar em breve.








http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5807217-EI294,00-Lula+admite+concorrer+a+presidencia+se+Dilma+desistir.html

MAMUTE
Jun 3, 2012, 12:37 PM
Júnior Brunelli pode ter deviado R$ 6 milhões de recursos públicos


Em sete anos e dois meses de mandato na Câmara Legislativa, Júnior Brunelli, o ex-deputado da oração da propina, levou à suspeita de desvios de recursos públicos de quase R$ 6 milhões. Dinheiro que saiu do contribuinte e irrigou entidades ligadas ao ex-deputado ou possivelmente o próprio bolso dele. Preso provisoriamente há uma semana, acusado de participar de um desfalque de R$ 1,7 milhão destinado a programas sociais para idosos, Brunelli conseguiu a liberação de outros R$ 4,7 milhões para três organizações comandadas por integrantes de sua igreja, a Catedral da Benção. Esses repasses, feitos por meio de emendas parlamentares, estão sendo investigados pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e pela Secretaria de Transparência.

Brunelli é acusado ainda de receber uma mesada de R$ 30 mil supostamente paga pelo delegado aposentado Durval Barbosa em troca de votos na Câmara Legislativa pelo menos entre agosto de 2006 e novembro de 2009, data em que a Operação Caixa de Pandora teria desmantelado um esquema criminoso no Distrito Federal. Por conta dessa atuação nebulosa no mandato, o Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (Ncoc) do Ministério Público do DF cobra na Justiça o pagamento de outros R$ 4,3 milhões, a título de danos morais à população da capital do país em virtude da repercussão do escândalo nacional provocado pelas denúncias. Como medida cautelar, Brunelli está com os bens bloqueados, por decisão do juiz Álvaro Ciarlini, da 2ª Vara de Fazenda Pública do DF.













http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/06/03/interna_cidadesdf,305460/junior-brunelli-pode-ter-deviado-r-6-milhoes-de-recursos-publicos.shtml

pesquisadorbrazil
Jun 3, 2012, 7:43 PM
O interessante, que a Policia não acredita que ele fugiu do local sem ajuda de pessoas dentro da Policia. Ou a Policia que tornar as pessoas burras em acreditar que ele deixou deliberadamente os eletrodomesticos ligados?

MAMUTE
Jun 6, 2012, 3:21 PM
Justiça condena Eurides Brito a devolver R$ 3,5 milhões aos cofres públicos



http://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2012/06/06/305911/20120605233040768598a.jpg
Além de ser condenada a devolver dinheiro aos cofres públicos, Eurides Brito, por meio da última sentença, perdeu os direitos políticos


Saiu a primeira sentença relacionada a um dos parlamentares envolvidos na Operação Caixa de Pandora. A ex-deputada Eurides Brito (PMDB) foi condenada em ação de improbidade administrativa a devolver R$ 620 mil aos cofres públicos, correspondente à suposta mesada de R$ 20 mil que teria recebido durante 31 meses em troca de apoio ao Executivo na Câmara Legislativa, entre 2006 e 2009. Ela também terá de arcar com uma multa de R$ 1.860.000, equivalente a três vezes o apontado mensalão. Em virtude da repercussão negativa do vídeo em que aparece guardando na bolsa um maço de dinheiro que recebeu do ex-secretário de Relações Institucionais do DF Durval Barbosa, Eurides terá ainda de pagar R$ 1 milhão a título de danos morais à população do Distrito Federal. O montante chega a R$ 3.480.000, que deverá ser acrescido de multa e correção monetária.

A sentença foi proferida ontem pelo juiz Álvaro Ciarlini, da 2ª Vara de Fazenda Pública do DF, com base em ação do Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (Ncoc) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Sobre os danos morais, o magistrado apontou: "Justifica-se pela submissão da coletividade aos sentimentos de frustração concreta, impotência, extremo constrangimento e revolta causados a todos pelo cometimento desses atos ímprobos, que contribuíram ainda mais, aliás, para conspurcar a imagem das instituições públicas do Distrito Federal e, em especial, do Poder Legislativo da Capital da República".











http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/06/06/interna_cidadesdf,305911/justica-condena-eurides-brito-a-devolver-r-3-5-milhoes-aos-cofres-publicos.shtml

MAMUTE
Jun 6, 2012, 9:57 PM
CPI da Arapongagem do DF é extinta antes de iniciar trabalhos


Instalação da comissão, que já havia sido adiada, não teve quórum CPI investigaria denúncias de escutas ilegais na Casa Militar do GDF.

Foi extinta nesta quarta-feira (6), por falta de quórum para sua instalação, a CPI da Arapongagem, criada para apurar denúncias de escutas ilegais na Casa Militar do governo do Distrito Federal.

Segundo a assessoria da Câmara Legislativa, pelo menos três dos cinco membros da comissão, composta pelos deputados Chico Vigilante (PT), Cristiano Araújo (PTB) , Siqueira Campos (PSC), Celina Leão (PSD), e Luzia de Paula (PPS), deveriam ter comparecido para eleição do presidente, vice e relator da comissão. No entanto, apenas a deputada Celina Leão se apresentou no plenário da Casa.

Dos cinco distritais, dois estão fora de Brasília nesta quarta-feira. O deputado Cristiano Araújo, segundo assessoria, está na Itália, para o casamento do filho do vice-governador Tadeu Filippelli. Já o deputado Siqueira Campos está em reunião em São Paulo que não pode ser cancelada, informa a assessoria de imprensa.

A eleição, que estava marcada inicialmente para o dia 29 de maio, já havia sido adiada por dez dias. A CPI da Arapongagem foi criada na Câmara Distrital em 17 de abril. Em 15 de maio, foram publicados no Diário Oficial os nomes dos cinco membros responsáveis por investigar as acusações. Nesse dia, foi estipulado também que eles teriam dez dias úteis, a partir do dia 16, para eleger presidente, vice e relator da comissão.

Em 18 de abril, um dia após a criação da CPI, o governador Agnelo Queiroz reuniu-se com 18 deputados da base aliada e quatro secretários na residência oficial de Águas Claras, para prestar esclarecimentos sobre as denúncias do suposto esquema que ficou conhecido como "central de grampos".

O GDF, por meio de assessores, negou em diversas ocasiões a existência deste suposto esquema desde o início das denúncias e informou que investiga o caso.

Denúncias

Reportagem da revista “Veja” divulgou que dois policiais militares lotados na Casa Militar do Palácio do Buriti fariam parte de um setor de inteligência do governo do DF.

Eles, segundo as acusações, teriam utilizados computadores instalados na sede do governo para verificar dados do Infoseg – sistema de responsabilidade do Ministério da Justiça que reúne informações sobre todos os brasileiros, desde número de documentos pessoais até endereços e pendências judiciais.

Ainda segundo a reportagem, os dados do vice-governador do DF, Tadeu Filippelli, teriam sido obtidos por um "núcleo de inteligência do gabinete do governador Distrito Federal". Os dois policiais militares teriam ainda conseguido acessar as informações pessoais do deputado federal Fernando Francischini (PSDB-PR).











http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2012/06/cpi-da-arapongagem-do-df-e-extinta-antes-de-iniciar-trabalhos.html

MAMUTE
Jun 6, 2012, 9:58 PM
:previous:PIZZA!!!!!!!

MAMUTE
Jun 8, 2012, 4:50 PM
Governador do DF convoca assessores para treiná-lo para depoimento


Convocado para prestar esclarecimentos na CPI do Cachoeria, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), recrutou uma equipe com dez assessores, entre jornalistas e juristas, para deixá-lo preparado até o dia da sessão no Congresso. O depoimento está previsto para a próxima quarta-feira (13), às 10h15.

O treinamento, segundo integrantes da equipe do petista ouvidos pela Folha é diário e conta com um revezamento de questões feitas pelos assessores relacionadas principalmente à empresa Delta.


Na CPI, Agnelo deverá responder sobre um suposto tratamento diferenciado com a empresa suspeita de manter ligações com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso desde o dia 29 de fevereiro. A Delta domina os contratos de coleta de lixo no Distrito Federal. O mais recente foi assinado no fim de 2010, antes da posse de Agnelo.

A convocação do petista foi aprovada no último dia 30 de maio após um racha na base aliada do governo federal. Logo após o anúncio da convocação, o governador chegou a considerar a ida dele como "injusta".

Além do treinamento com os assessores, Agnelo também determinou que dois secretários do governo (Geraldo Magela e Paulo Tadeu) e que foram eleitos deputados federais voltassem à Câmara para ajudar a blindá-lo no dia do depoimento na CPI. A exoneração dos dois deputados foi publicada nessa terça-feira (5).

Em nota, o governo distrital ressaltou que Magela e Tadeu são "parlamentares experientes que vão reforçar a bancada do DF no Congresso Nacional em um momento importante em que será discutida a Lei de Diretrizes Orçamentárias [LDO], e também em que o DF está sob alvo de ataques políticos".

Na véspera de Agnelo prestar esclarecimentos na CPI, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB) é aguardado para depor no colegiado. Após o surgimento de uma terceira versão para a compra de uma casa de sua propriedade, o tucano, conforme antecipou a Folha, mandou mensagem por meio de emissários a integrantes da CPI numa tentativa de antecipar a defesa em conversas privadas.

O recado teria sido levado pelo senador Cyro Miranda (PSDB-GO), suplente do governador. Entre os procurados estão o senador Randolfo Rodrigues (Psol-AP) que disse que estaria disposto a receber o governador, mas em companhia do senador Pedro Taques (PDT-MT) e dos deputados Miro Teixeira (PDT-RJ) e Rubens Bueno (PPS-PR). Por meio da assessoria, Marconi nega o convite.












http://www1.folha.uol.com.br/poder/1101776-governador-do-df-convoca-assessores-para-treina-lo-para-depoimento.shtml

MAMUTE
Jun 13, 2012, 3:33 PM
Agnelo afirma à CPI que aceita abrir sigilos bancário, fiscal e telefônico


Governador petista do DF prestou depoimento à comissão nesta quarta Tucano de GO disse na terça que não tomaria iniciativa de oferecer sigilos.

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), anunciou nesta quarta (13) durante o depoimento à CPI do Cachoeira que, embora tenha prestado depoimento na condição de testemunha, colocará à disposição da comissão os sigilos bancário, fiscal e telefônico.

"Sei que compareço como testemunha. Sei que não é usual. Mas coloco à disposiçao da CPI meu sigilo bancário, fiscal e telefônico."

O anúncio causou alvoroço no plenário da CPI. Diversos parlamentares levantaram-se para aplaudir o governador. O presidente da comissão teve de acionar a sineta para pedir silêncio e solicitar que os presentes evitassem manifestações.

http://s2.glbimg.com/-fGqCGbDnvp8zW2VPmO8gx0wEE2j-HbwM7kB2_MppZlIoz-HdGixxa_8qOZvMp3w/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/06/13/agnelosigilo300x225.jpg
O governador Agnelo Queiroz (PT), do Distrito
Federal, em sessão da CPI do Cachoeira (Foto:
Reprodução / TV Senado


"Ouvi alguns dias atrás, de um homem humilde, do povo, o velho adágio popular de quem não deve não teme", declarou o governador.

A atitude contrastou com a do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), que depôs na sessão da CPI desta terça (12). No momento em que o relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT-MG), perguntou a Perillo se ele aceitaria abrir mão do sigilo telefônico, parlamentares de PSDB e DEM protestaram, argumentando que ele era testemunha - e não investigado - e, por isso, não tinha de autorizar a quebra de sigilo.

Marconi Perillo respondeu que não tinha razões para colocar o sigilo à disposição. Segundo o governador, a solicitação da quebra de sigilo caberia à própria comissão ou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

"Não cabe a mim decidir sobre abertura de sigilos. Isso cabe à esta CPI e ao STJ", Perillo disse durante a sessão da CPI. O relator Odair Cunha afirmou que pretende colocar em votação na quinta (14) o requerimento de quebra dos sigilos do governador goiano.









http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/06/agnelo-afirma-cpi-que-aceita-abrir-sigilos-bancario-fiscal-e-telefonico.html

MAMUTE
Jun 15, 2012, 1:22 AM
Pandora: Brunelli condenado a devolver R$ 3 milhões aos cofres públicos


O ex-deputado Junior Brunelli (sem partido) foi condenado a devolver aos cofres públicos R$ 3 milhões. Desse montante, R$ 400 mil seriam a mesada que recebeu de Durval Barbosa, de agosto de 2006 até a Operação Caixa de Pandora, em novembro de 2009.

Brunelli terá ainda de pagar uma multa de R$ 1,2 milhão, correspondente a três vezes a mesada.

E mais: R$ 1,4 milhão, a título de danos morais para a população do Distrito Federal pelo vexame nacional pelas imagens da Operação Caixa de Pandora.

Brunelli foi filmado recebendo R$ 5 mil e ainda é um dos protagonistas -- junto com o ex-deputado Leonardo Prudente -- da chamada "oração da propina".

A sentença saiu hoje, assinada pelo juiz Álvaro Ciarlini, da 2ª Vara de Fazenda Pública do DF, em ação de improbidade administrativa do Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (NCOC) do Ministério Pùblico do DF (MPDFT).

Brunelli também teve os direitos políticos suspensos por 10 anos e está impedido de assumir cargos públicos ou firmar contratos pelo mesmo período.

Cabe recurso ao Tribunal de Justiça do DF. Mas uma das turmas do Judiciário local já tem precedente favorável ao Ministério Público do DF em ação de improbidade da Operação Caixa de Pandora. Nesse caso, o réu foi Luiz França, ex-diretor do Serviço Na Hora, condenado a devolver R$ 114 mil.

















http://www.dzai.com.br/anamariacampos/blog/blogdaanamariacampos?tv_pos_id=107180

MAMUTE
Jun 15, 2012, 1:31 AM
:previous:Será que devolve ao menos 1 Real do que foi roubado??? e os outros vagabundos como ficam??? preso nenhum vai, e pagar o que foi roubado??? eu não acredito que vão pagar nada, pura propaganda:hell:

MAMUTE
Jun 26, 2012, 12:16 PM
Deputados tem 56 itens para votar na CLDF a uma semana das férias




Esta é a última semana de votações na Câmara Legislativa. A quantidade de trabalho indica que serão dias puxados. São 56 projetos de lei, entre matérias de autoria dos parlamentares e de interesse do Executivo. Para apreciar tudo, os deputados podem dividir as votações em blocos, o que permitiria examinar a média de 18 projetos por dia de votação, ou até mesmo reunir esforços para eliminar tudo em um só dia.

Ontem à noite, o governador recebeu para um jantar os deputados da base e uma das questões foi, justamente, listar quais serão as prioridades na reta final do semestre.

Só do Executivo são 43 projetos na pauta. Segundo a coordenação de Assuntos Legislativos, a prioridade do Buriti é votar essas propostas. Entretanto, segundo o presidente da Câmara, deputado Patrício, projetos encaminhados de última hora pelo Executivo não serão apreciados.

Pelo menos 13 matérias devem ficar fora. Na opinião do presidente, o governo teve tempo suficiente para se planejar e elencar as prioridades antes de enviá-las à Câmara.

“As matérias que seguem rigorosamente as regras estabelecidas pela Casa estão aptas para serem apreciadas. Não vamos nos furtar em fazer antes do recesso. A Casa fez a sua parte, mas o governo precisa se organizar melhor e se planejar para mandar os projetos com antecedência", afirmou Patrício.

A pauta de votações será definida hoje, às 14h30, pelo colégio de líderes. Para Patrício, o importante é que tudo seja feito com tranquilidade, de acordo com os ritos da Câmara e em cima de excessivas discussões. “As votações vão acontecer de maneira natural e seguindo a tramitação”, garantiu o presidente.

Na pauta de votações estão o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) do Distrito Federal e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Além desses, ainda somam seis projetos de créditos, oito da área de urbanismo, da área de transparência e matérias de políticas estruturantes para setores da vigilância sanitária, turismo e proatacadista.

Em cima da hora
Para o Buriti, dois projetos relativos a servidores não poderão estar fora da lista de prioridades: a regulamentação do concurso público e o abono-saúde para os professores. No entanto, ainda podem ser incluídos pelo menos outros dois projetos, que ainda estão sendo discutidos pelo Executivo e devem chegar na Câmara em cima da hora.

“A regulamentação do concurso permite que a gente possa ter isonomia no tratamento dado àqueles que querem entrar no governo e é de prioridade imediata. Já do abono para os professores precisamos para o pagamento deste mês”, explicou o secretário de Administração, Wilmar Lacerda.

Desde o início dos trabalhos legislativos, os deputados tiveram 55 dias para votar. Entretanto, apenas 14 foram dedicados à apreciação de vetos ou de projetos de lei dos deputados e do Executivo.

Para o Palácio do Buriti, o rendimento da Casa caiu em comparação ao mesmo período do ano passado e um dos motivos foi a falta de foco dos parlamentares, que se preocuparam com assuntos como Comissão Parlamentar de Inquérito, reeleição da Mesa Diretora e a própria crise causada pelo caso Cachoeira.














http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=409838

MAMUTE
Jun 29, 2012, 12:07 AM
TSE libera candidatura de políticos com contas de campanha reprovadas


Os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiram nesta quinta-feira (28) que a aprovação das contas eleitorais apresentadas em eleições passadas não será exigida para o registro da candidatura nas eleições municipais de outubro.

A decisão foi tomada por quatro votos a favor e três contra, e revoga a decisão de 1º de março do próprio TSE, que condicionava a emissão da certidão de quitação eleitoral à aprovação das contas de campanha. A certidão é fundamental para os políticos obterem o registro das candidaturas.

O julgamento havia começado na terça-feira (26) e foi interrompido por um pedido de vistas do ministro José Antonio Dias Toffoli quando a votação estava com um placar de três votos favoráveis à anulação da resolução e dois contra.

Após o pedido de vistas de Toffoli, a presidente da corte, ministra Carmén Lúcia, adiantou seu voto e acompanhou o voto da relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, contra a revogação, o que havia deixado a votação empatada. Nesta quinta-feira, Toffoli apresentou seu voto, a favor da revogação.

Histórico
O julgamento das chamadas candidaturas "conta suja" voltou ao TSE após 14 partidos entrarem com um recurso contra a resolução original do TSE, que fixou a exigência.

O pedido de reconsideração foi apresentado pelo PT e depois assinado por outros 13 partidos: PMDB, PSDB, DEM, PTB, PR, PSB, PP, PSD, PRTB, PV, PCdoB, PRP e PPS.

As siglas defendiam que a exigência da aprovação das contas não é determinada por lei e que as penalidades pela reprovação da contabilidade eleitoral só podem ser aplicadas após a instauração de processo judicial.

A ministra Nancy Andrighi propôs uma reforma para a manutenção do dispositivo, que não foi aceita no plenário.

O ministro Marco Aurélio Mello acompanhou o voto da relatora. "Caso a resolução seja revogada, viveremos o inverno da nossa desesperança", afirmou o ministro.

Os ministros Henrique Neves, Gilson Dipp e Arnaldo Versiani votaram a favor do pedido dos partidos políticos.

Idas e vindas
Nas últimas eleições, o TSE exigia apenas a apresentação da prestação das contas de campanha para a obtenção da certidão de quitação eleitoral, sem a exigência de que as contas tivessem sido aprovadas.

As votações sobre a questão no tribunal, porém, nunca foram unânimes.

Em 2009, a jurisprudência do TSE foi fixada na lei nº 12.034, que determinou que para obter a certidão de quitação eleitoral seria exigido, entre outros pré-requisitos, era necessária "exclusivamente" a "a apresentação de contas de campanha eleitoral". A lei não fez nenhuma referência explícita sobre a aprovação das contas.

Este entendimento jurídico continuou a ser aplicado pelo TSE também nas eleições de 2010.

A proposta para que a aprovação das contas eleitorais fosse determinante para o registro da candidatura foi apresentada no TSE em fevereiro deste ano pelo ministro Arnaldo Versiani, que relatou o caso.

A inovação foi rejeitada pelo ministro Gilson Dipp, que votou contrário ao relator. “Ficou muito claro que a vontade do legislador realmente foi a de limitar [a emissão da certidão] apenas à apresentação e não necessariamente à aprovação [das contas]”, afirmou o ministro, na sessão do TSE de 28 de fevereiro.

Com a retomada do julgamento, em 1º de março, o TSE publicou a resolução que exige a aprovação das contas eleitorais para obter a certidão de quitação eleitoral e com ela o registro da candidatura.

“O candidato que foi negligente e não observou os ditames legais não pode ter o mesmo tratamento daquele zeloso que cumpriu com seus deveres. Assim, a aprovação das contas não pode ter a mesma consequência da desaprovação”, afirmou a ministra Nancy Andrighi ao declarar seu voto, no julgamento de março.

Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou em 22 de maio um projeto de lei (PL 3839/2012) que permite aos políticos conseguirem o registro de suas candidaturas mesmo com as contas eleitorais rejeitadas. O projeto foi aprovado com o apoio de todos os partidos, à exceção do PSOL.

A proposta seguiu para o Senado, onde ainda deve ser votada. Caso seja aprovada, só vira lei depois da sanção da presidente Dilma Rousseff. Mesmo que seja aprovada e sancionada antes do prazo final para o registro de candidaturas, a lei não deve ser aplicada ainda nas eleições deste ano.

Isso porque a Constituição determina que toda lei que modificar as regras do processo eleitoral só será aplicada nas eleições realizadas um ano após sua entrada em vigor. Cada caso específico, no entanto, deve ser decidido pelo TSE.












http://eleicoes.uol.com.br/2012/noticias/2012/06/28/tse-libera-candidatura-de-politicos-com-contas-de-campanha-reprovadas.htm

MAMUTE
Jun 29, 2012, 3:23 PM
Aprovação pessoal de Dilma se mantém estável em 77%, diz Ibope



Pela pesquisa, passou para 59% os que consideram o governo bom ou ótimo.
Levantamento foi feito de 16 a 19 de junho; margem de erro é de 2 pontos.


A aprovação pessoal da presidente Dilma Rousseff manteve-se estável, em 77%, de acordo com pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta sexta-feira (29). Já a aprovação do governo passou de 56% para 59% dos entrevistados, que consideram o governo bom ou ótimo.

Ainda segundo o Ibope, 18% dos eleitores desaprovam a maneira de Dilma de governar; 5% não souberam responder a esse quesito. Na pesquisa anterior, o percentual de desaprovação era de 19% e variou dentro da margem de erro.

O índice dos que consideram o governo "regular" oscilou negativamente de 34% para 32%. Manteve-se estável em 8% o percentual dos que classificam o governo como "ruim ou péssimo". Dos entrevistados, 1% não soube responder sobre a gestão.

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Entre 16 e 19 de junho, o Ibope ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais em 141 municípios.

O último levantamento do Ibope, divulgado em 4 de abril, foi medido em março e havia mostrado que a aprovação da maneira de Dilma governar havia saltado de 72% para o recorde de 77%, índice que se manteve estável na atual pesquisa.

Economia, educação e saúde

Quanto ao governo, aprovado por 59%, a melhora na avaliação está ligada à economia. As três áreas melhor avaliadas na comparação com março foram: taxa de juros (49% de aprovação), combate à inflação (46%) e impostos (31%).

Já a avaliação sobre a educação e a saúde registrou recuo. Na educação, o percentual de entrevistados que desaprovam as políticas e ações saltou de 47% para 54%. Na saúde, a desaprovação passou de 63% para 66%.

Na comparação com o governo anterior, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve a vantagem. Para 24%, a gestão Dilma é pior que a de Lula e para 16%, tem sido melhor. O saldo negativo para o governo Dilma manteve-se igual ao da pesquisa anterior, de oito pontos percentuais.

Notícias

Entre as notícias mais lembradas pela população no período, destacam-se as investigações e a CPI criada no Congresso para apurar as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com entes públicos e privados. As notícias relacionadas ao contraventor, à operação da Polícia Federal de combate aos jogos de azar e ao andamento da CPI foram lembrados por 17% do entrevistados.

O segundo assunto mais lembrado, por 6%, foi a realização da Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorreu neste mês na capital fluminense. Em seguida, o assunto mais lembrado (5%), foram as viagens da presidente.

Comparação com antecessores

Ainda de acordo com a pesquisa, o governo Dilma, no segundo ano do mandato, tem melhor avaliação que os governos de Lula e FHC no mesmo período. Os 59% de aprovação do governo Dilma estão acima dos 54% de FHC e dos 51% de Lula, ambos no segundo ano do primeiro mandato.














http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/06/aprovacao-dilma-se-mantem-estavel-em-77-diz-ibope.html

MAMUTE
Jun 29, 2012, 7:55 PM
Roriz não foi denunciado pelo Ministério Público por causa de idade avançada




Roberto Gurgel diz que isso impediria a punição. Arruda e outros 37 foram citados



O ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, não foi denunciado junto com José Roberto Arruda e outros 37, porque sua idade avançada impediria a punição, segundo o procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Roriz fará 76 anos no mês de agosto

Na época do suposto esquema, Roriz era senador e chegou a ser citado nas investigações que resultaram na Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal.

http://i1.r7.com/data/files/2C95/948E/3839/4C66/0138/3953/3D61/3340/roriz.jpg
Joaquim Roriz completa 76 anos em agosto

Na época do suposto esquema, Roriz era senador e chegou a ser citado nas investigações que resultaram na Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal.

Depois de quase três anos de investigações, o Ministério Público denunciou nesta semana 38 pessoas envolvidas na Operação Caixa de Pandora, que apurou esquema de corrupção na gestão de José Roberto Arruda no Governo do Distrito Federal (GDF). A informação foi confirmada nesta sexta-feira (29) por Gurgel.

Segundo o procurador, as apurações provaram que empresas beneficiadas em contratos sem licitação com o GDF pagavam propina a políticos aliados do governo. Os envolvidos foram denunciados pelos crimes de corrupção ativa (empresários) e passiva (políticos) e lavagem de dinheiro.

Gurgel informou que o líder do esquema era o próprio Arruda e que Durval Barbosa foi confirmado como um dos operadores do esquema. A denúncia também envolve deputados distritais e empresários. Apesar de não divulgar quanto dinheiro foi desviado, o procurador confirmou que o esquema começou pouco antes das eleições de 2006.






http://noticias.r7.com/distrito-federal/noticias/roriz-nao-foi-denunciado-pelo-ministerio-publico-por-causa-de-idade-avancada-20120629.html

HLbsb
Jun 29, 2012, 9:25 PM
:previous:

Que cumpra pena post mortem!!!

MAMUTE
Jun 30, 2012, 2:35 PM
Grupo de Arruda desviou pelo menos R$ 110 milhões



O Ministério Público concluiu que o grupo criminoso liderado pelo ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda desviou pelo menos R$ 110 milhões dos cofres públicos em contratos sem licitação. A acusação está na denúncia de 191 páginas encaminhada hoje (29) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

No documento consta que, entre 2005 e 2010, o governo do Distrito Federal (GDF) pagou o valor milionário na modalidade “reconhecimento de dívida”, sem fechamento de contrato. Ainda de acordo com a denúncia, o sistema de reconhecimento de dívida foi instituído por Arruda em 2009 para burlar licitações e direcionar pagamentos a empresas que repassavam propinas ao grupo.

Segundo o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, o sistema foi uma inovação do grupo para desviar dinheiro. O esquema consistia no reconhecimento, por parte do GDF, que determinada empresa estava prestando serviço sem licitação e que a dívida deveria ser paga. “Por meio disso, generosíssimos pagamentos eram feitos a diversas empresas, que, em retribuição, mantinham pagamentos regulares, mensais, a diversas pessoas do governo do DF”.

O Ministério Público apurou que, a partir da instituição do reconhecimento de dívida em 2009, as empresas envolvidas ganharam até 500% mais que no ano anterior. Também foi constatado que Durval Barbosa, apontado como operador do esquema, arrecadava entre 7% e 10% do total líquido pago às empresas, a maioria da área de informática.

O documento ainda mostra que 37 pessoas foram incriminadas – uma a menos que o anunciado mais cedo por Gurgel. São 18 denunciados ligados ao GDF, oito empresários e 11 deputados distritais.

A divisão do dinheiro relatada no documento também difere do que foi apontado mais cedo pelo procurador: Arruda ficaria com 40%, Paulo Octávio com 30% e os secretários de governo com 20%. Cerca de 10% ficavam à disposição de Arruda para comprar parlamentares.

Confira lista dos denunciados:

1) José Roberto Arruda – governador do Distrito Federal entre 2007 e 2010. Acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

2) Paulo Octávio – vice-governador. Acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

3) Durval Barbosa – secretário de Relações Institucionais. Acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

4) José Geraldo Maciel – chefe da Casa Civil do DF. Acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

5) Domingos Lamoglia – conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal, afastado desde 2009. Acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

6) Fábio Simão – chefe de gabinete de Arruda. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

7) Ricardo Penna – secretário de Planejamento e Gestão. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

8) José Valente – secretário de Educação. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

9) Roberto Giffoni – corregedor-geral do Distrito Federal. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

10) Omézio Pontes – assessor de Arruda. Acusado de formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

11) Rodrigo Diniz Arantes – assessor de Arruda. Acusado de formação de quadrilha.

12) Adailton Barreto Rodrigues – funcionário da secretaria de Educação. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

13) Gibrail Gebrim - funcionário da secretaria de Educação. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

14) Masaya Kondo - funcionário da secretaria de Educação. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

15) Luiz Cláudio Freire de Souza França – diretor do posto de serviço Na Hora, do GDF. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

16) Luiz Paulo Costa Sampaio – presidente da Agência de Tecnologia da Informação. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

17) Marcelo Toledo - policial aposentado, um dos operadores do esquema. Acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

18) Marcelo Carvalho - executivo das empresas Paulo Octávio. Acusado de formação de quadrilha.

19) Nerci Bussanra – diretora da empresa Unirepro. Acusada de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

20) José Celso Gontijo – dono da empreiteira JC Gontijo. Acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

21) Alexandre Tavares de Assis – diretor presidente da Info Educacional. Acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

22) Antônio Ricardo Sechis – dono da Adler, empresa de informática. Acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

23) Alessandro Queiroz – dono da CapBrasil Informática. Acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

24) Francisco Tony de Souza – dono da Vertax, empresa de informática. Acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

25) Gilberto Lucena – dono da Linknet, empresa de informática. Acusado de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

26) Maria Cristina Boner Leo – dona do Grupo TBA, da área de informática. Acusada de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

27) Eurides Britto - deputada distrital. Acusada de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

28) Leonardo Prudente - deputado distrital. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

29) Júnior Brunelli - deputado distrital. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

30) Roney Nemer – deputado distrital ainda em exercício. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

31) Benedito Domingos - deputado distrital ainda em exercício. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

32) Aylton Gomes - deputado distrital ainda em exercício. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

33) Odilon Aires - deputado distrital. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

34) Rogério Ulysses - deputado distrital. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

35) Pedro do Ovo - deputado distrital. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

36) Berinaldo da Ponte - deputado distrital. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

37) Benício Tavares - deputado distrital. Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.














http://www.maiscomunidade.com/conteudo/2008-05-19/brasilia/138192/GRUPO-DE-ARRUDA-DESVIOU-PELO-MENOS-R$-110-MILH%C3%83%E2%80%A2ES.pnhtml

MAMUTE
Jul 5, 2012, 12:44 AM
Senado aprova fim do voto secreto para cassação de mandato




O Plenário do Senado aprovou na noite desta quarta-feira projeto que determina o voto aberto para cassação de mandatos de senador e deputado federal. Conhecida como a 'PEC do voto aberto', a Proposta de Emenda à Constituição ganhou força com a proximidade do julgamento do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO).

Aproveitando a opinião pública sensibilizada pelo processo contra Torres, acusado de ter colaborado com os negócios ilegais do bicheiro Carlinhos Cachoeira, um grupo de senadores começou a pressionar o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), para que a PEC fosse colocada em votação urgentemente. Os senadores Pedro Taques (PDT-MT), Álvaro Dias (PSDB-PR) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) encabeçaram o grupo. O tema estava em discussão no Congresso há 11 anos.

No entanto, para estar valendo no julgamento de Demóstenes, agendado para a próxima semana, a alteração na lei precisaria ser apreciada, ainda, pela Câmara dos Deputados. "Não dá mais tempo. Com o julgamento de Demóstenes já na próxima semana, não tem mais jeito, nem mesmo com vontade política dos deputados", disse Álvaro Dias.

Hoje, as sessões para julgar perda de mandato são abertas, mas com voto secreto. Sendo proibida também a revelação do voto, a lei favorece o corporativismo e já foi decisiva para salvar os mandatos, por exemplo, do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF).













http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5877246-EI7896,00-Senado+aprova+fim+do+voto+secreto+para+cassacao+de+mandato.html

MAMUTE
Jul 10, 2012, 8:04 PM
Arruda desembarca no PTB para ser deputado federal em 2014


http://blogs.maiscomunidade.com/blogdocallado/files/2012/07/get_img.jpg
O portal 234 informa que o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (foto), já está praticamente com os dois pés dentro do PTB-DF, cujo presidente regional é o senador Gim Argello, aliado do governador Agnelo Queiroz (PT). A sigla, presidida nacionalmente pelo ex-deputado Roberto Jefferson, o homem que denunciou o mensalão do PT e teve seu mandato cassado em 2005, quer que Arruda seja seu principal candidato a deputado federal pelo Distrito Federal, nas eleições de 2014.

O curioso é que para algumas pessoas com quem conversa em Brasília, Arruda tem dito que deseja distância da política. Só que com outras da sinais claros de que já esta em campanha, inclusive fazendo algumas reuniões reservadas. Réu na Operação Caixa de Pandora, cuja denúncia foi apresentada há pouco mais de uma semana pelo procurador-geral Roberto Gurgel, Arruda está confiante em sua absolvição.

As provas levantadas pelo Ministério Público, como os vídeos gravados pelo delator Durval Barbosa, são anteriores à sua posse como governador do Distrito Federal – tudo foi filmando quando Joaquim Roriz era governador. Tais provas já serviram de base para a condenação da ex-deputada distrital Eurides Brito e do ex-distrital Junior Brunelli.

Se conseguir se eleger deputado federal, Arruda dará sua segunda volta por cima. Em 2001, envolvido no escândalo de violação do painel de votações do Senado Federal, ele renunciou, aos prantos, ao mandato de senador.

A população de Brasília o perdoou, fez com que ele fosse eleito governador do Distrito Federal, mas, em 2009, Arruda foi novamente abatido, com a Operação Caixa de Pandora. Vivendo discretamente em São Paulo, ele espera ganhar uma nova chance, mais uma vez.











http://blogs.maiscomunidade.com/blogdocallado/2012/07/09/arruda-desembarca-no-ptb-para-ser-deputado-federal-em-2014/

MAMUTE
Jul 10, 2012, 8:07 PM
Deve ser piada:lmao::lmao: se não for:maddown:

MAMUTE
Jul 17, 2012, 12:49 AM
Brasil terá 106 cidades com apenas um candidato à prefeitura nas eleições deste ano


http://el.imguol.com/2012/07/16/16jul2012---o-prefeito-de-westfalia-rs-sergio-marasca-a-esquerda-do-pt-comemora-o-aniversario-da-cidade-no-dia-24-de-marco-ao-lado-de-seu-vice-otavio-landmeier-pmdb-a-dupla-e-1342476929295_615x300.jpg
O prefeito de Westfália (RS), Sérgio Marasca (à esquerda), do PT, ao lado de seu vice, Otávio Landmeier (PMDB). A dupla é candidata à reeleição sem adversários

Nas eleições municipais de outubro os eleitores de Westfália, município de 2.793 habitantes de acordo com o último senso do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), não terão nenhuma dúvida na hora de escolher seu candidato à prefeitura da cidade. O único nome disponível será o do atual prefeito, Sérgio Marasca (PT), que repete a dobradinha vitoriosa em 2008 com seu vice, Otávio Landmeier (PMDB).

De acordo com dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), 106 cidades terão candidato único nas eleições deste ano no Brasil. A base de dados é a divulgada pelo TSE no dia 15 de julho. Nesses casos, além do nome de um candidato, restará ao eleitor apenas a opção de votar em branco ou anular o voto.

Segundo a legislação eleitoral, para ser eleito prefeito, um candidato deve obter 50% de todos os votos válidos mais um voto. Nulos e brancos não são válidos. Assim, na prática, um candidato único só não é eleito se nem ele votar nele mesmo.

De acordo com o artigo 244 do Código Eleitoral, “se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 a 40 dias".

Apesar disso, o TSE entende que a “nulidade” descrita no código é apenas considerada no caso da anulação de votos dados a candidatos, pela constatação de fraudes ou outros problemas. Logo, os votos nulos espontâneos não entram nessa conta.









http://eleicoes.uol.com.br/2012/noticias/2012/07/16/brasil-tera-106-cidades-com-apenas-um-candidato-a-prefeitura-nas-eleicoes-deste-ano.htm

MAMUTE
Jul 18, 2012, 12:18 AM
Deputado entrega supostas provas de violação do sigilo fiscal de Dilma



Em audiência, na tarde desta terça-feira, com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) entregou documentos que comprovariam que durante a campanha eleitoral de 2010 foi violado o sigilo fiscal da então candidata da Dilma Rousseff.

Fontes do parlamentar forneceram papéis que mostram que a declaração de ajuste anual à Receita Federal daquele mesmo ano, apresentada pela então candidata, circulou por mãos indevidas.

De acordo com o Informe JB, Miro entregou também provas de que é muito fácil se conseguir a relação de telefonemas recebidos e dados por um determinado número de telefone.

Ele não suspeita quem tenha violado o sigilo da presidente, mas diz que existe no País uma "milícia eletrônica" que deixa todos os cidadãos vulneráveis.
O ministro da Justiça ficou surpreso e prometeu providências rápidas para apurar esses crimes e tentar chegar aos criminosos.











http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5999089-EI7896,00-Deputado+entrega+supostas+provas+de+violacao+do+sigilo+fiscal+de+Dilma.html

MAMUTE
Jul 28, 2012, 3:23 AM
Irregularidades na Funcal geram ação de improbidade administrativa contra distritais


O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) ajuizou, no início do mês, dia 6, ação civil pública de improbidade administrativa contra os deputados distritais Benedito Domingos e Eliana Pedrosa, e a deputada federal Jaqueline Roriz. A ação movida pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público (Prodep) inclui ainda os ex-distritais Leonardo Prudente, Júnior Brunelli e Wilson Lima, e o ex-presidente da Fundação Câmara Legislativa (Funcal), Arlécio Gazal. O MP alega que foram criados cargos públicos com desvio de finalidade na Fundação, o que acarretou gastos de mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos.

Segundo as investigações, a nomeação de servidores públicos para a ocupação de cargos em comissão na Funcal serviu para concretizar a utilização dos cargos por deputados distritais. “Dentro de um procedimento natural de criação de um órgão público, imagina-se que primeiro sejam criados os cargos e definidas as competências. Só depois deve-se proceder a nomeação de servidores efetivos ou de livre provimento”, argumentaram os promotores de Justiça na ação. A média salarial da Fundação era de R$ 9 mil.

Para o MPDFT, os cargos foram utilizados como extensão dos gabinetes dos deputados distritais. A lotação originária na Funcal era apenas para fins de vínculo formal, já que a prestação de serviço ocorria nos gabinetes dos parlamentares que os indicaram. “Tal situação gerou aos servidores da Funcal, inclusive, o título de funcionários fantasmas.”

O MPDFT pede à Justiça a decretação da perda da função pública de Arlécio Gazal e a suspensão dos direitos políticos dos requeridos, bem como o pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida e a condenação ao ressarcimento integral dos danos.

Entenda o caso
A Fundação foi idealizada como entidade de direito público para divulgar os trabalhos da Câmara Legislativa do DF (CLDF), bem como as atividades relacionadas ao desenvolvimento da cultura e da educação, nos moldes da TV Câmara e da TV Senado. A Lei 3.567/2005, alterada pela Lei 3.725/2005, autorizou a CLDF a instituir a Funcal. Em 2006, a Câmara criou a estrutura orgânica e definiu as competências da entidade, com previsão de 13 cargos em comissão para o desempenho de atividade de chefia, direção e gerência.

Em 1º de janeiro de 2009, o então presidente da Câmara Legislativa, Leonardo Prudente, deu início à implementação da Funcal com a nomeação do presidente e da vice-presidente da instituição, Arlécio Alexandre Gazal e Maria Rosalice de Oliveira. As nomeações dos demais servidores ocorreram na sequência. Apenas em março foi aprovado o Estatuto da Funcal, que definiu as competências das unidades orgânicas. Nessa época os cargos já estavam ocupados com servidores.

Em abril do mesmo ano, termo de convênio foi celebrado entre a CLDF e a Funcal para a cooperação técnica e financeira entre as partes. Em junho, o presidente da Fundação solicitou a cessão de servidores efetivos da Câmara Legislativa, com a ressalva de que deveriam permanecer nos atuais locais de trabalho em virtude da ausência de espaço. No mês seguinte, foram exonerados todos os servidores pelo presidente da CLDF e, logo em seguida, nomeados para os mesmos cargos pelo presidente da Funcal. “Durante todo o período de funcionamento da Funcal – de janeiro a dezembro de 2009 – a estrutura física disponível era pífia. Eram duas salas pequenas na sede da CLDF que comportava apenas o presidente e sua secretária”, ressaltam os promotores de Justiça na ação.



Fonte: MPDFT









http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=414967

MAMUTE
Aug 2, 2012, 12:49 PM
Após polêmica, três deputados distritais abrem mão de carro novo



Dos cinco distritais que passam a ter acesso a um Ford Fusion zero-quilômetro a título de carro de representação da Câmara Legislativa, três abriram mão do uso particular do benefício. Joe Valle (PSB), Dr.Michel (PEN) e Olair Francisco (PTdoB) afirmaram que não pretendem usar o automóvel. Quem também terá acesso aos veículos são o presidente da Casa, Patrício (PT), e o segundo-secretário, Aylton Gomes (PP).

Como mostrou o Correio em sua edição de ontem, os carros foram comprados em julho, quando a Câmara reservou orçamento de R$ 377,7 mil para a aquisição de seis veículos. Cada um deles custará R$ 62.950. A disponibilidade de meia dúzia de carros de representação na Câmara Legislativa é uma novidade. Até agora, apenas a presidência tinha dois veículos para servir o chefe do Legislativo. Uma mudança na lei feita pelos próprios deputados alterou essa realidade. A prerrogativa de andar em automóvel de luxo agora é de todos os cinco integrantes da Mesa Diretora.













http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/08/02/interna_cidadesdf,314739/apos-polemica-tres-deputados-distritais-abrem-mao-de-carro-novo.shtml

MAMUTE
Aug 10, 2012, 10:50 PM
Justiça atende pedido do MPF e arquiva denúncia contra Roriz por envolvimento no mensalão do DEM




O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Arnaldo Esteves Lima atendeu requerimento do Ministério Público Federal (MPF) e determinou o arquivamento de denúncia por formação de quadrilha contra o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz. O relator da Ação Penal 707 também determinou o desmembramento do processo quanto aos crimes ainda em apuração. No total, são investigados 38 réus.

Com a decisão, permanecem em julgamento no STJ apenas os crimes já apurados no Inquérito 650 (Operação Caixa de Pandora), além de investigações em que figurem como suspeitos desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF). As investigações contra suspeitos sem prerrogativa de foro, envolvendo supostos crimes nas áreas de obras, publicidade, esportes, BrasiliaTur e educação, serão distribuídas para juízes de primeira instância.

“Afinal, considerando o excessivo número de acusados (38) e de acusações já constantes da denúncia, aliado ao fato de que esses supostos crimes ainda dependem de apuração em inquérito judicial, resta imperativo o desmembramento, cingindo-se a presente ação penal aos supostos crimes já apurados nos autos do Inquérito 650/DF, sob pena de eternizar a apuração de fatos, comprometendo a instrução criminal”, afirmou o relator.

Arquivamento

A eventual prática de formação de quadrilha contra o ex-governador não será apurada. Conforme requerimento do MPF, a denúncia foi arquivada nessa parte, em vista da prescrição do crime.

A pena máxima do crime de quadrilha é de três anos de prisão, prescrevendo, antes da condenação, em oito anos. No entanto, como o denunciado já possui mais de 70 anos de idade, esse prazo é contado pela metade. Não ocorreu nenhuma causa de interrupção da contagem do prazo. Como a conduta teria ocorrido até 2006, o suposto crime está prescrito.

Transparência

O relator ressalvou ainda a tramitação do processo com “plena publicidade, que é a regra constante na Constituição da República, podendo ser consultado em meio digital (para não atrapalhar o seu processamento), salvo os documentos ou provas protegidos por sigilo constitucional ou legal”.

Após serem notificados, os denunciados têm quinze dias para recorrer da decisão.













http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=417173

MAMUTE
Oct 30, 2012, 8:32 PM
Em almoço, PMDB defende candidatura de Lula ao governo de São Paulo em 2014



por Guilherme Barros

Em almoço nesta terça-feira 30 em Brasília, uma ala do PMDB defendeu a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao governo de São Paulo em 2014 para enfrentar o atual governador Geraldo Alckmin, do PSDB.

No almoço, estavam presentes, entre outros membros do partido, o presidente nacional do PMDB, Valdir Raupp.

A ideia defendida no almoço é de Skaf ser vice de Lula na chapa para o governo de São Paulo.












http://guilhermebarros.istoedinheiro.com.br/2012/10/30/em-almoco-pmdb-defende-candidatura-de-lula-ao-governo-de-sao-paulo-em-2014/

MAMUTE
Oct 30, 2012, 8:33 PM
:previous:Será???

MAMUTE
Nov 5, 2012, 2:39 PM
PT e PMDB relançam chapa Dilma-Temer


Partidos aliados devem reconfirmar aliança para 2014 em jantar amanhã
Henrique Alves e Renan Calheiros devem comandar Congresso em 2013

Amanhã (06.nov.2012) está programado um jantar no Palácio da Alvorada entre as cúpulas do PT e do PMDB. A presidente Dilma Rousseff será a anfitriã e também deve estar presente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O tradicional drive político da semana traz a lista dos principais eventos nos próximos dias. O encontro desta terça-feira deve produzir dois recados públicos principais.

Primeiro, o PT deixará claro que deseja manter a aliança com o PMDB no plano nacional. Ou seja, repetir em 2014 a chapa Dilma Rousseff, presidente, e Michel Temer, vice-presidente. Como se sabe, Dilma é do PT. E Michel Temer, do PMDB.

Trata-se de um movimento importante na engenharia política brasileira. Na prática, será o lançamento já da chapa Dilma-Temer para 2014. É uma tática simples: ocupar os espaços antes que outros o façam.

PT e PMDB querem debelar ao máximo os boatos sobre um possível rompimento por causa do desempenho de outros partidos nas eleições municipais. Em Brasília, a grande especulação é sobre o poder emergente do PSB, do governador de Pernambuco, Eduardo Campos.

Em tese, Campos poderia desejar –e parte do PT disposta a ceder– uma troca na chapa presidencial de 2014. Sairia o PMDB (Michel Temer) e entraria o PSB (com Eduardo Campos). O jantar de amanhã no Alvorada tentará enterrar essa hipótese. Pelo menos, por ora.

CÂMARA E SENADO
O segundo recado importante do jantar de amanhã é mais imediato: a reafirmação do acordo entre PT e PMDB a respeito do comando das duas Casas do Congresso, cuja eleição será em 1º de fevereiro de 2013.

Para os mortais comuns, não tem a menor importância quem é o presidente da Câmara ou quem é o presidente do Senado. Aliás, poucos brasileiros seriam capazes de dizer de bate pronto quem são os políticos que ocupam esses cargos agora.

(Hoje, José Sarney, do PMDB-AP, é o presidente do Senado. E Marco Maia, deputado do PT gaúcho, é o presidente da Câmara).

Para os congressistas, esses cargos são relevantíssimos. Por quê? Porque são os presidentes da Câmara e do Senado que determinam as agendas de votação nas duas Casas. Definem se deixam ou não CPIs andarem para a frente. Ou se podem prosperar por ali eventuais pedidos de impeachment.

Dilma e o PT estão sendo pressionados pelo PMDB para que declarem, já nesta semana, apoio aos nomes dos políticos que vão comandar o Congresso no próximo biênio (os mandatos são de 2 anos).

A cúpula do PMDB que o apoio explícito de Dilma e do PT para o deputado Henrique Alves, do PMDB do Rio Grande do Norte, que é candidato a presidente da Câmara. E para Renan Calheiros, do PMDB de Alagoas, para presidir o Senado…

Muita gente torce o nariz para esses nomes. Mas esses são os políticos que o PMDB deseja eleger para comandar o Congresso… E o PT terá de dar o apoio em nome da manutenção da aliança com os peemedebistas.











http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2012/11/05/pt-e-pmdb-relancam-chapa-dilma-temer/

Jota Ferro
Nov 5, 2012, 4:16 PM
:previous:Será???

Duvideodo!!! Ate parece que Lula vai cair numa esparrela dessas ou ele volta a presidencia ou fica mesmo como eminencia parda do governo PT.

HLbsb
Nov 6, 2012, 12:07 AM
O Lula parece ter a doença do poder até o último fio de cabelo, mas espero que tenha bom senso.

Ele já deixou a contribuição dele ao país. Agora precisamos de outros tipos de lideranças (menos prolixas e mais pragmáticas). Acho que no Planalto ele não deve dar as caras sequer para palpitar.

Já sobre governo paulista, é justamente o estado que ele tem maior rejeição, apesar da eleição do Haddad na capital. Além disso, não vejo nenhuma contribuição que ele possa dar a SP nesse momento, ao contrário de outros partidários seus. Por bem que ele se aposente logo até dos discursos....

MAMUTE
Dec 31, 2012, 4:49 PM
Lei deve proibir ex-presidentes de disputar eleições, diz Sarney



Um dos mais longevos políticos brasileiros, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), defende uma mudança na lei para regular o comportamento de ex-presidentes da República. "Nós devíamos ter, no Brasil, uma legislação que não permitisse a nenhum ex-presidente da República que voltasse a qualquer cargo eletivo", sugere o político maranhense de 82 anos.

Sarney chegou à Câmara como deputado federal pelo Maranhão em 1955. Nunca mais saiu da política. Passaram-se já 57 anos. Foi presidente da República de 1985 a 1990. Em seguida, fez o que agora não recomenda aos demais: disputou e venceu, pelo Amapá, três eleições sucessivas para o Senado. Em 2015, quando termina seu atual mandato, terá completado 24 anos no Congresso.

Em entrevista ao "Poder e Política", projeto da Folha e do UOL, disse que agora não pretende ser mais candidato a nada. Começa seu rumo à aposentadoria eleitoral no começo de 2013, quando deixa a presidência do Senado. Um pouco melancólico, acha que as "medidas provisórias destruíram o Congresso", mas não enxerga solução no curto prazo. Defende uma mudança no sistema de governo para o parlamentarismo. "Até lá, nós vamos viver baseados na qualidade do presidente da República de manter o país estável".


Foto: Sergio Lima/Folhapress
http://f.i.uol.com.br/folha/poder/images/12365110.jpeg
O presidente do Senado, José Sarney, durante entrevista, em Brasília





http://www1.folha.uol.com.br/poder/poderepolitica/1206631-lei-deve-proibir-ex-presidentes-de-disputar-eleicoes-diz-sarney.shtml

MAMUTE
Jan 10, 2013, 1:45 PM
Marina Silva bate martelo sobre nova sigla visando 2014



O embrião da futura legenda será o Movimento Social Nova Política, movimento suprapartidário lançado no ano passado pela ex-ministra do Meio Ambiente no governo Lula


Foto: José Cruz/AGÊNCIA BRASIL
http://exame1.abrilm.com.br/assets/images/2010/11/17724/size_590_marina-silva-senadora-pv.jpg?1288578769
Desde meados do ano passado, Marina Silva tem intensificado os contatos com lideranças políticas que vão desde integrantes do PSOL até o PSDB

Brasília - A um ano e oito meses da eleição presidencial, a ex-senadora Marina Silva decidiu criar um partido para lançar sua candidatura à sucessão da presidente Dilma Rousseff.

O embrião da futura legenda será o Movimento Social Nova Política, movimento suprapartidário lançado no ano passado pela ex-ministra do Meio Ambiente no governo Lula.

Inicialmente, Marina pretendia anunciar a intenção de recolher as quase 500 mil assinaturas necessárias para formar a nova legenda na semana que vem, mas foi aconselhada a adiar para fevereiro, na reabertura dos trabalhos do Congresso Nacional. A ideia é que o novo partido seja formado com políticos oriundos de várias legendas.

Desde meados do ano passado, Marina tem intensificado os contatos com lideranças políticas que vão desde integrantes do PSOL até o PSDB.

Uma dessas lideranças é a ex-senadora e atual vereadora por Maceió Heloísa Helena, do PSOL, que já sinalizou sua adesão à nova sigla. O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), também sondado, declinou do convite: seu projeto é ser, igualmente, candidato à presidência em 2014.

Nomes como o do deputado Walter Feldman (SP), que ameaçou deixar o PSDB e admitia a possibilidade de aderir ao PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab, são dados como certos no novo partido.

Sem espaço no PT do Rio de Janeiro, o deputado Alessandro Molon é outro alvo de Marina Silva. Ele quer ser candidato a prefeito, em 2016, e teme mais uma vez ser alijado do processo, com ocorreu no ano passado.

O deputado Reguffe (PDT-DF) também estaria em conversa com a ex-senadora para migrar para a nova sigla, assim como o deputado Domingos Dutra (PT-MA).

A interlocutores, Marina tem repetido que quer montar um "partido diferente". Já está certo que a nova sigla não vai aceitar doações de pessoas jurídicas - serão aceitas apenas as oferecidas por pessoas físicas. Ela também defende que a legenda reserve cota de 50% das vagas para os filiados que tenham "ativismo autoral", deixando-os livres para empunhar as bandeiras e teses que quiserem.

O combate à corrupção será outro tema. "Me preocupa uma certa aproximação dela com a extrema esquerda. A campanha de 2010 foi feliz porque ela conseguiu ocupar um espaço de centro esquerda", observa o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), cuja relação com Marina ficou estremecida desde a saída dela do PV.

A ex-senadora terá, no entanto, de correr contra o tempo para viabilizar a nova sigla até o final setembro, prazo fatal para que possa se candidatar nas eleições de outubro de 2014.

Além disso, ela terá de superar obstáculos como o projeto de lei em tramitação no Congresso que impede que novos partidos tenham acesso pleno ao dinheiro do fundo partidário e ao tempo na propaganda eleitoral de rádio e TV, antes de disputarem uma eleição.














http://exame.abril.com.br/brasil/politica/noticias/marina-silva-bate-martelo-sobre-nova-sigla-visando-2014?page=2

MAMUTE
Jan 13, 2013, 12:28 PM
Em 2012, Câmara teve mais projetos de lei para fazer homenagens do que para educação ou saúde


No ano passado, os deputados federais apresentaram mais projetos de lei com propostas de homenagens do que em importantes áreas sociais, como educação ou saúde.

De um total de 1.653 projetos, 106 sugerem a criação de datas comemorativas, mudanças de nome de trechos de rodovia, viadutos e aeroportos ou a concessão do título de "capital nacional" de alguma coisa para municípios. Os números do que contemplam as áreas de educação e saúde foram menores: 94 e 95, respectivamente.

O tema que mais recebeu atenção dos parlamentares foi relativo ao setor do trabalho e emprego (137 projetos de lei). Em seguida, aparecem propostas nas áreas de desenvolvimento urbano e trânsito (124), administração pública (123), tributação (118) e direitos humanos (114).

O levantamento foi feito pelo UOL com base em dados fornecidos pela Câmara dos Deputados. A divisão por temas foi fornecida pela Casa. Os projetos estão em diferentes estágios de tramitação na Casa e a maior parte não virou lei ainda.
Exemplos de proposta
As propostas de homenagem incluem a criação de datas para celebrar, por exemplo, o cicloturismo, o açaizeiro, a inclusão telefônica e os blogueiros e blogueiras. Outras proposições de data pretendem chamar a atenção para problemas de saúde, como a cardiopatia congênita e o câncer bucal.

Algumas são curiosas, como a que defende a instituição do Dia Nacional da Eubiose em 10 de agosto. No seu projeto, o deputado William Dib (PSDB-SP) justifica que esse é o dia de fundação da Sociedade Brasileira de Eubiose, organização religiosa que prega a vida "em perfeita harmonia com as leis universais", segundo o site da entidade.

Entre os projetos de lei para reconhecer a primazia de determinado município em algum aspecto, há propostas para conferir à cidade paulista de Orlândia o título de "Capital Nacional do Futsal" e à paranaense Terra Roxa o mérito de ser a "Capital Nacional da Moda Bebê". Nenhum deles virou lei ainda.


Educação

Na área de educação, foram propostos no ano passado 94 projetos de lei, entre eles um que torna obrigatório o ensino de libras (Língua Brasileira de Sinais) na formação inicial e continuada dos professores da educação básica. Outro propõe o uso do saldo do FGTS para pagar curso de ensino superior. Também tramita na Câmara um projeto que determina que quem se forme em universidade pública preste serviços à sociedade durante um ano.

Saúde
Em relação à saúde, os deputados trouxeram 95 projetos à Câmara. Um deles trata da venda fracionada de medicamentos em clínicas veterinárias e pet shops. Outro estabelece que os locais de realização de prova de vestibular e concurso público tenham postos de atendimento médico.

Um terceiro trata da obrigação de haver o consentimento dos dois cônjuges antes que um se submeta a procedimento de esterilização. Há ainda a proposta de obrigar as unidades de saúde a instalarem câmeras de segurança em unidades de terapia intensiva neonatal, berçários e maternidades.

Projeto que chama a atenção é o que dispõe sobre a criação do "Programa Segunda Sem Carne", que propõe que toda segunda-feira a carne e seus derivados fiquem fora do cardápio dos restaurantes dentro de órgãos públicos, incluindo escolas.
Outras áreas
Também há um projeto de lei que proíbe o uso de cerol em pipa e outro que faz modificações na legislação sobre licitação para incentivar a contratação de pessoas com mais de 50 anos. Há ainda um que determina a internação compulsória para tratamento médico de estupradores contumazes, com opção de castração química, e outro que proíbe o uso de algemas em mulheres antes, durante e depois do parto.

No total, a Casa recebeu 1.841 projetos, mas nem todos foram de deputados: 14 vieram de outros órgãos da Casa, como comissões; outros 20, do Executivo; 128, do Senado; 26, do Judiciário; e 4, da Procuradoria Geral da República.

http://imguol.com/2013/01/11/projetos-de-lei-apresentados-pelos-deputados-federais-em-2012-1357939336784_613x784.jpg








http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2013/01/13/em-2012-camara-teve-mais-projetos-de-lei-para-fazer-homenagens-do-que-em-educacao-ou-saude.htm

MAMUTE
Feb 17, 2013, 1:06 PM
Congressista brasileiro é o segundo mais caro entre 110 países



O congressista brasileiro é o segundo mais caro em um universo de 110 países, mostram dados de um estudo realizado pela ONU (Organização das Nações Unidas) em parceria com a UIP (União Interparlamentar).

Cada um dos 594 parlamentares do Brasil --513 deputados e 81 senadores-- custa para os cofres públicos US$ 7,4 milhões por ano.

http://f.i.uol.com.br/folha/poder/images/13047169.gif

Para permitir comparações, o estudo usa dados em dólares, ajustados pela paridade do poder de compra --um sistema adotado pelo Banco Mundial para corrigir discrepâncias no custo de vida em diferentes países.

O custo brasileiro supera o de 108 países e só é menor que o dos congressistas dos Estados Unidos, cujo valor é de US$ 9,6 milhões anuais.

Com os dados extraídos do estudo da ONU e da UIP, a Folha dividiu o orçamento anual dos congressos pelo número de representantes -- no caso de países bicamerais, como o Brasil e os EUA, os dados das duas Casas foram somados. O resultado não corresponde, portanto, apenas aos salários e benefícios recebidos pelos parlamentares.

Mas as verbas a que cada congressista tem direito equivalem a boa parte do total. No Brasil, por exemplo, salários, auxílios e recursos para o exercício do mandato de um deputado representam 22% do orçamento da Câmara.

Entre outros benefícios, deputados brasileiros recebem uma verba de R$ 78 mil para contratar até 25 assessores. Na França --que aparece em 17º lugar no ranking dos congressistas mais caros-- os deputados têm R$ 25 mil para pagar salários de no máximo cinco auxiliares.

Assessores da presidência da Câmara ponderam que a Constituição brasileira é recente, o que exige uma produção maior dos congressistas e faz com que eles se reúnam mais vezes --na Bélgica, por exemplo, os deputados só têm 13 sessões por ano no plenário. No Brasil, a Câmara tem três sessões deliberativas por semana.

No total, as despesas do Congresso para 2013 representam 0,46% de todos os gastos previstos pela União. O percentual é próximo à média mundial, de 0,49%.

Em outra comparação, que leva em conta a divisão do orçamento do Congresso por habitante, o Brasil é o 21º no ranking, com um custo de cerca de US$ 22 por brasileiro. O líder nesse quesito é Andorra, cujo parlamento custa US$ 219 por habitante.

O estudo foi publicado em 2012, com dados de 2011. O Brasil não consta no documento final porque o Senado atrasou o envio dos dados, que foram padronizados nos modelos do relatório e repassados à Folha pela UIP.

Ao todo, a organização recebeu informações de 110 dos 190 países que têm congresso. Alguns Estados com parlamentos numerosos, como a Itália, não enviaram dados.



Custo dos parlamentares pelo mundo
PAÍS CUSTO POR PARLAMENTAR (Orçamento/nº de parlamentares, em US$, com paridade de poder de compra) ORÇAMENTO (US$, com paridade de poder de compra) MEMBROS

1º EUA 9.570.093,46 | 5.120.000.000,00 | 535
2º Brasil 7.432.814,24 | 4.415.091.657,00 | 594
3º Nigéria 4.357.653,60 | 2.043.739.537,05 | 469
4º Coreia do Sul 2.091.915,75 | 625.482.810,00 |299
5º Argentina 1.917.506,91 | 630.859.774,38 |329
6º Japão 1.863.072,99 | 1.345.138.700,15 |722
7º México 1.777.936,06 | 1.116.543.847,77 |628
8º Venezuela 1.734.773,86 | 286.237.687,12 |165
9º Israel 1.401.305,67 | 168.156.680,48 |120
10º Chile 1.300.040,28 | 205.406.364,63 |158
11º Alemanha 1.191.851,44 | 821.185.642,18 |689
12º Colômbia 1.158.565,46 | 310.495.543,16 |268
13º República Dominicana 1.142.232,15 | 245.579.911,25 | 215
14º Angola 1.137.324,50 | 250.211.389,97 | 220
15º Bélgica 1.116.683,85 |246.787.131,17 |221
16º Costa Rica 1.099.075,08 | 62.647.279,35 | 57
17º França 1.079.852,36 |998.863.435,54 | 925
18º Uruguai 1.077.124,35 | 140.026.165,26 |130
19º Filipinas 998.650,24 |310.580.223,40 |311
20º Emirados Árabes 986.662,97 | 39.466.518,88 |40
21º Canadá 976.939,04 |403.475.825,46 | 413
22º Turquia 941.801,88 |517.991.036,43 |550
23º Nova Zelândia 921.759,69 |112.454.682,73 | 122
24º Grécia 913.714,07 |274.114.221,07 |300
25º Indonésia 866.241,04 |485.094.979,63 |560
26º Quênia 841.337,34 |188.459.563,53 |224
27º Trinidad e Tobago 829.928,39 | 60.584.772,16 |73
28º Tailândia 822.990,38 |534.943.748,13 |650
29º Portugal 785.087,00 | 180.570.009,84 |230
30º Áustria 741.492,17 | 181.665.582,73 |245
31º Finlândia 726.626,88 | 145.325.375,26 |200
32º Dinamarca 684.358,03 |122.500.087,98 |179
33º Andorra 672.999,04 | 18.843.973,23 |28
34º Noruega 629.007,73 |106.302.307,01 | 169
35º Polônia 578.557,13 | 323.991.995,07 | 560
36º Ucrânia 573.127,62 | 257.907.430,07 | 450
37º Líbano 530.701,81 | 67.929.831,52 | 128
38º Luxemburgo 520.679,18 |31.240.751,04 | 60
39º Austrália 519.494,78 |117.405.819,64 |226
40º Benin 516.426,19 | 42.863.373,36 |83
41º Uganda 515.494,92 |198.981.040,99 |386
42º Nicarágua 511.116,51 |47.022.718,66 |92
43º Camboja 497.271,28 | 91.497.915,20 |184
44º Suécia 480.281,42 |167.618.215,27 |349
45º Zâmbia 440.191,93 | 69.550.324,33 |158
46º Tanzânia 433.482,25 | 154.753.163,62 |357
47º Chipre 415.264,94 |33.221.195,23 |80
48º Bósnia-Herzegovina 414.020,49 |23.599.167,82 |57
49º República Tcheca 410.560,00 | 115.367.361,10 |281
50º Congo 390.347,41 |79.240.524,29 |203
51º Burkina Faso 385.517,65 |42.792.458,94 |111
52º Romênia 374.813,00 | 176.536.923,45 | 471
53º Índia 374.803,91 | 296.095.092,11 |790
54º Eslováquia 374.201,87 |56.130.280,31 |150
55º Lituânia 372.252,78 | 52.487.641,98 |141
56º Reino Unido 360.601,86 | 532.608.947,51 |1477
57º Eslovênia 344.329,33 |44.762.812,68 |130
58º Camarões 342.295,65 |61.613.217,68 | 180
59º Cingapura 337.378,72 |33.400.493,13 | 99
60º Argélia 336.993,72 |179.617.654,94 |533
61º Espanha 332.642,49 |204.242.485,89 | 614
62º Estônia 330.901,27 |33.421.028,72 | 101
63º Letônia 329.476,47 |32.947.647,02 | 100
64º Bulgária 325.717,41 |78.172.178,18 |240
65º Hungria 322.289,04 |124.403.569,35 |386
66º Azerbaijão 313.403,60 |39.175.449,43 | 125
67º Micronésia 302.481,23 |4.234.737,16 |14
68º Suíça 298.731,21 |73.487.877,05 |246
69º Georgia 288.508,81 | 43.276.320,80 |150
70º Macedônia 287.733,63 | 35.391.235,96 | 123
71º Namíbia 287.418,37 29.891.510,60 104
72º Ruanda 287.401,03 | 30.464.509,06 | 106
73º Timor-Leste 282.822,02 | 18.383.431,55 |65
74º Maláui 255.925,05 | 49.393.534,34 |193
75º Islândia 253.620,91 | 15.978.117,48 |63
76º Chade 250.836,71 | 47.157.302,19 |188
77º Croácia 250.533,66 | 37.830.582,60 |151
78º Mali 235.911,82 |34.679.038,22 |147
79º Albânia 217.764,33 | 30.487.006,71 | 140
80º Maldivas 211.947,56 | 16.319.962,06 |77
81º Montenegro 180.454,58 |14.616.820,85 | 81
82º Paquistão 179.100,58 |79.162.456,60 | 442
83º Sudão 176.074,34 |67.964.695,49 | 386
84º Belarus 164.017,69 |28.539.077,92 | 174
85º Burundi 153.481,32 |22.561.754,05 | 147
86º Guiné Equatorial 144.953,00 |14.495.300,19 |100
87º Malásia 144.516,29 |42.198.757,69 | 292
88º Gana 141.917,48 | 32.641.021,07 | 230
89º Suriname 138.111,68 | 7.043.695,43 | 51
90º Jamaica 136.769,98 | 11.488.678,11 |84
91º Sri Lanka 135.498,43| 30.487.147,51 |225
92º Bangladesh 122.601,06 | 42.910.371,36 |350
93º Togo 122.486,88 9.921.437,29 | 81
94º Liechtenstein 120.679,01 | 3.016.975,28| 25
95º Jordânia 114.142,06 | 20.545.570,20 | 180
96º Lesoto 112.719,07 | 17.246.017,39 |153
97º Maurício 112.372,48 | 7.753.701,41| 69
98º Moldávia 107.182,90 | 10.825.472,96 |101
99º Armênia 100.169,24 | 13.122.170,71 |131
100º Djibuti 98.184,07 | 6.381.964,71 | 65
101º Tonga 92.725,79 |2.596.322,02 | 28
102º Mauritânia 91.966,53 |13.886.945,31 | 151
103º Seychelles 89.284,31 |3.035.666,69| 34
104º Malta 88.480,01 | 6.105.120,38 | 69
105º Gâmbia 83.481,56 |4.424.522,84 | 53
106º São Tomé e Príncipe 81.936,13 | 4.506.487,29| 55
107º São Vicente e Granadinas 78.969,51 |1.816.298,72| 23
108º Serra Leoa 56.026,86 | 6.947.330,38| 124
109º Laos 46.326,80 |6.115.138,17 | 132
110º Etiópia 33.964,87 |23.164.042,43 | 682














http://www1.folha.uol.com.br/poder/1231296-congressista-brasileiro-e-o-segundo-mais-caro-entre-110-paises.shtml

pesquisadorbrazil
Feb 17, 2013, 10:07 PM
Eu morro de rir dessas tabelas da imprensa marrom. Querem comparar países tendo como referencial PPP. E a carga tributária de cada país não é levado em consideração.

MAMUTE
Feb 26, 2013, 7:19 PM
Deputados decidem votar urgência para fim dos 14º e 15º salários



Com acordo entre líderes, votação na Câmara pode ser nesta quarta Projeto já havia sido aprovado no Senado em maio de 2012.


Líderes das bancadas partidárias na Câmara fecharam nesta terça-feira (26) um acordo para colocar em votação requerimento de urgência para o projeto que determina o fim dos 14º e 15º salários pagos todos os anos aos senadores e deputados federais.

Os parlamentares devem apreciar o requerimento de urgência no plenário nesta quarta (27) e, se aprovado, poderão votar a proposta no mesmo dia.

O acordo foi costurado pelo presidente da Casa, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) na reunião de líderes desta terça. Segundo Henrique Alves, todos os partidos subscreveram o pedido que garante agilidade na votação. Com esse carimbo, o projeto fica dispensado de tramitar na Comissão de Finanças e Tributação e na de Constituição e Justiça (CCJ).

“Me orgulho muito de ter obtido, de todos os líderes, a assinatura de urgência à proposta que encerra esse episódio do 14º e 15º salários. Vamos votar a urgência amanhã e também o mérito logo depois. Essa decisão não é do presidente da Casa, e sim de todos os líderes de todos os partidos que assinaram a urgência. Divido com eles essa decisão, que, a meu ver, é para o bem desta Casa, do parlamento e da atividade parlamentar”, disse Henrique Alves ao final da reunião do colégio de líderes.

A proposta que determina o fim do salário extra pago a deputados e senadores nos meses de dezembro e fevereiro a título de ajuda de custo estava parada na Comissão de Finanças da Câmara desde que o Senado a aprovou, em maio do ano passado.

O vencimento mensal dos congressistas, sem contar benefícios como plano de saúde, passagens áreas e cota para gastos de gabinete (que cobre telefone, correspondências, transporte e outros itens) é de R$ 26.723,13. Somados, os dois subsídios adicionais acrescem R$ 53.446,26 aos contracheques dos parlamentares.
O presidente da Câmara também afirmou que não está em discussão no Legislativo nenhuma medida para compensar financeiramente a extinção da ajuda de custo aos congressistas.

“Não [há chance de a Câmara criar compensações para o fim do 14º e do 15º]. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”, respondeu Henrique Alves ao ser indagado sobre o tema.
Longas negociações
De autoria da senadora licenciada Gleisi Hoffmann, atual ministra-chefe da Casa Civil, o texto que prevê a extinção da ajuda de custo dos parlamentares já havia recebido parecer favorável pela aprovação por parte do relator da Comissão de Finanças, deputado Afonso Florence (PT-BA), porém, ainda não foi votado na comissão.

Se tivesse de seguir o trâmite normal do Legislativo, após o relatório de Florence ser apreciado pelos integrantes da comissão, o projeto ainda teria de ser submetido à análise da CCJ. O rito não tem prazo para ser concluído.

No entanto, o aval dos líderes à necessidade de urgência representa um atalho, levando a matéria diretamente para votação em plenário.

Para que isso ocorra, entretanto, é necessário apoio de 257 dos 512 deputados federais, o equivalente à maioria absoluta da Casa. Se aprovado pelos deputados sem sofrer alterações, o projeto segue direto para promulgação pelo presidente do Congresso, senador Renan Calheiros. Caso a Câmara altere o texto, será necessário que a proposta retorne ao Senado para análise dos parlamentares da Casa.










http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/02/deputados-decidem-votar-fim-dos-14-e-15-salarios-para-parlamentares.html

pesquisadorbrazil
Feb 26, 2013, 7:52 PM
Detalhe, o partido Rede de Sustentabilidade a Marina Silva, foi tão sustentável, que não reduziu a emissão de carbono no seu lançamento. Interessante, uai, o partido não quer ser sustentável, mas não deu exemplo no lançamento.

MAMUTE
Mar 22, 2013, 9:22 PM
Dilma tem 58%, Marina, 16%, e Aécio, 10%, diz Datafolha



A presidente Dilma Rousseff lidera a mais nova pesquisa Datafolha de intenções de voto para a Presidência da República. Se a eleição fosse hoje, a petista teria 58%, seguida pela ex-senadora Marina Silva (Rede), com 16%.

Logo atrás estão o senador Aécio Neves (PSDB-MG), com 10%, e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que aparece com 6% das intenções de voto. Neste cenário, 6% declararam voto nulo ou em branco, e 3% disseram não saber em quem votar.

Na pesquisa anterior, realizada em dezembro do ano passado, Dilma tinha 54%, Marina aparecia com 18%, Aécio, 12%, e Campos, 4%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 21 de março e ouviu 2.653 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.










http://www1.folha.uol.com.br/poder/1250925-dilma-tem-58-marina-16-e-aecio-10-diz-datafolha.shtml

pesquisadorbrazil
Mar 22, 2013, 9:27 PM
Acho que nem se juntar todos os partidos de oposição contra DILMA ou melhor PT/PMDB a Marina ou Aécio ganhariam. Ninguem quer mais viver no julgo do PSDB novamente.

MAMUTE
Mar 30, 2013, 9:04 PM
Sem consenso, Reforma Política pode ficar só no troca-troca de partidos

A Reforma Política relatada pelo deputado Henrique Fontana (PT-RS) está em risco. Maior bancada na Câmara junto com o PT, o aliado PMDB não vai apoiar as medidas.

O líder Eduardo Cunha (PMDB-RJ) diz que a lista flexível e o financiamento público exclusivo não têm respaldo da bancada. Para Cunha, só a ‘Janela’ passaria – uma permissão para que políticos troquem de partidos a um ano da eleição sem perder o mandato.

O impasse é que a chamada Janela não entrou no relatório. A ‘Janela’ pode aparecer em apresentação de emenda em plenário. O pacote entra em pauta dia 9 de Abril.

Com a antecipação do debate eleitoral e a aparição até agora de Marina Silva – que tenta fundar a Rede – Eduardo Campos (PSB), Aécio Neves (PSDB) e a presidente Dilma também em agenda de reeleição, muitos parlamentares sofrem assédio destes candidatos – com exceção da presidente – para entrar em seus partidos, o que só a ‘Janela’ permitirá se aprovada agora, com prazo final até Outubro deste ano, obedecendo ao calendário eleitoral.

Fontana propõe o fim de coligações em eleições proporcionais, coincidência de todas as eleições em única data e alteração da data de posse de presidente e governadores.

Pelo ouvido no Congresso nos últimos dias, só as coincidências de eleições e a mudança da data de posse encontram consenso.






http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/2013/03/30/sem-consenso-reforma-politica-pode-ficar-so-no-troca-troca-de-partidos/

MAMUTE
Apr 1, 2013, 4:35 PM
Dilma sanciona criação de seu 39º ministério



Sanção do ministério da Micro e Pequena Empresa deve ser publicada na edição de segunda-feira (1º) do Diário Oficial da União


Foto: Antonio Cruz/ABr
http://exame0.abrilm.com.br/assets/images/2013/2/127402/size_590_A_presidente_Dilma_Rousseff.jpg?1362013036
Dilma Rousseff: nas contas do Palácio do Planalto, o 39º ministério criado pela presidente representará um gasto anual de R$ 7,9 milhões aos cofres públicos.

Brasília - Um dia após afetar os mercados com uma controversa fala sobre inflação, a presidente Dilma Rousseff sancionou a criação do 39º ministério do seu governo, o da Micro e Pequena Empresa. A sanção deve ser publicada na edição de segunda-feira (1º) do Diário Oficial da União, informou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

A Secretaria da Micro e Pequena Empresa, que terá status de ministério, deverá auxiliar na elaboração de políticas de estímulo ao microempreendedorismo. As competências do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior referentes à microempresa, à empresa de pequeno porte e ao artesanato serão transferidas para a recém-criada secretaria.

Nas contas do Palácio do Planalto, o 39º ministério representará um gasto anual de R$ 7,9 milhões aos cofres públicos. O projeto de lei aprovado no Congresso Nacional previa a criação dos cargos de ministro, secretário-executivo e outros 66 em comissão.

A criação de mais um ministério foi alvo de críticas da oposição e de um dos conselheiros mais próximos da presidente, o empresário Jorge Gerdau, que afirmou em entrevista ao jornal "Folha de S.Paulo" que a burrice de abrir uma nova pasta "está no limite".

No dia 15 de março, a presidente oficializou a troca de comando em três pastas - Secretaria de Aviação Civil, Trabalho, Agricultura -, em um esforço para aumentar o peso político do PMDB e amarra o PDT ao seu projeto de reeleição.








http://exame.abril.com.br/brasil/politica/noticias/dilma-sanciona-criacao-de-seu-39o-ministerio

MAMUTE
Apr 4, 2013, 5:55 PM
Aécio chama golpe de 64 de "revolução"

O senador e presidenciável Aécio Neves (PSDB) chamou de "revolução" a ditadura militar instaurada com um golpe em 1964 ao comentar os ciclos de centralização do poder nas mãos da União desde a Proclamação da República, durante evento de municípios paulistas, em Santos.

"Veio a Revolução de 64, novo período de grande concentração de poder nas mãos da União, apesar de ter sido um período em que foram criadas políticas compensatórias para regiões menos desenvolvidas", disse em fala para evento que reúne os 645 prefeitos paulistas.

O termo "revolução", considerado por historiadores um eufemismo para designar os duros tempos de repressão política, rendeu uma explicação de Aécio à imprensa, que depois se explicou.

"É ditadura, revolução, ditadura, regime autoritário, que todos lutamos muito para que fosse vencido. Uma ditadura que não queremos que se repita mais".







http://economia.uol.com.br/noticias/valor-online/2013/04/04/aecio-chama-golpe-de-64-de-revolucao.htm

MAMUTE
Apr 10, 2013, 12:06 AM
TSE altera número de deputados federais de 13 estados

AL, ES, PB, PE, PI, PR, RJ e RS perderão representação na Câmara Aumentará número de deputados de AM, CE, MG, PA e SC.


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira (9), por cinco votos a dois, alterar a quantidade de deputados federais de 13 estados para as eleições de 2014.

O novo cálculo foi feito com base dos dados do Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atualmente, a divisão das 513 cadeiras da Câmara tem por base a população dos estados em 1998.
Se algum estado considerar inconstitucional a nova divisão, pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Pelos dados apresentados pelo TSE, os estados de Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul perderão uma cadeira. Paraíba e Piauí perderão dois deputados.
Ganharão mais uma cadeira Amazonas e Santa Catarina. Ceará e Minas Gerais passarão a ter mais dois deputados. O Pará foi o maior beneficiado - passará de 17 cadeiras para 21. O estado de São Paulo continuará com 70 cadeiras.
A decisão, conforme estabeleceu o TSE, terá impacto nas assembleias legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Discussão no TSE

A proposta aprovada foi apresentada pela ministra Nancy Andrighi, relatora de ação apresentada pela Assembleia Legislativa do Amazonas para que fosse feita a redefinição das cadeiras em razão do aumento populacional de diversos estados. Segundo os dados apresentados, o Amazonas ganhou duas novas cadeiras - de 8 para 10.

A legislação estabelece que a Câmara deve ter 513 deputados. Cada estado deve ter entre 8 e 70 parlamentares, a depender do tamanho da população. A Constituição diz que o número de deputados de cada bancada deve ser definido no ano anterior às eleições.
O caso começou a ser julgado em março de 2012, mas acabou adiado por um pedido de vista (mais tempo para analisar o pedido). O TSE acabou decidindo promover uma audiência pública sobre o assunto em maio do ano passado.










http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/04/tse-altera-numero-de-deputados-federais-de-13-estados.html

pesquisadorbrazil
Apr 10, 2013, 3:36 PM
Essa semana, está ocorrendo o congresso nacional da assembléia de deus. Pior, Marina Silva foi querer pedir votos e assinaturas para criação de seu partido. Como ela é a favor da homofobia. Se lascou direitinho, pois, adivinha quem estava lá e foi o centro das atenções? Feliciano é claro, que foi ovacionado. deixando a mesma constragida, que teve de sair pela tangente. Então não conseguiu assinaturas e tão pouco apoio politico. Pois o tema é explosivo, pois em vez de acabar com a vida politica de Feliciano, o grupo LGBTS deu gás a canditatura de Feliciano para Senador.



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