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View Full Version : Brasília (DF) | SIA | Complexo Multiuso Brasal



pesquisadorbrazil
Jan 4, 2012, 6:48 PM
Complexo Multi-uso SIA Brasília / FGMF

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Arquitetos: FGMF - Forte, Gimenes e Marcondes Ferraz Arquitetos
Ano Projeto: 2011
Área construída: 85000 m²
Área do terreno: 37000 m²
Localização: Brasília, Brasil
Fotógrafo: PVID perspectivas

O complexo multiuso proposto para este lote de 32.000m², pretende criar não apenas uma nova referência de arquitetura para a região, mas também um novo destino na cidade. Agregando três diferentes usos – varejo, lajes corporativas e escritórios modulares – o novo complexo cria um marco na paisagem, valoriza o entorno e estabelece um novo destino comercial.

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Com desenho arrojado, enfatiza os espaços abertos públicos e privados, que são um dos principais elementos estruturadores da proposta arquitetônica. Desta forma, delineia-se como um espaço atraente e sedutor aberto para a via local e isolado do barulho da via expressa, capaz de atrair os pedestres e motoristas a conhecer a bela praça abraçada por um edifício que serpenteia ao seu redor. Ao mesmo tempo, um sistema gradual de permeabilidade em torno de lojas e espaços de estar, tira proveito de um importante fluxo de pedestres, atualmente concentrado na passagem em servidão que liga a passarela e os pontos de ônibus da via expressa às atividades da via local, e o potencializa.

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Além da permeabilidade desejada e da configuração de uma praça central, a compreensão das três tipologias de uso, aliadas à interpretação da legislação local, é um fator determinante da geometria do edifício. Ao invés de segregá-las em torres estanques, é justamente na sobreposição de ‘camadas’ de características diferentes que se forma a coesão desejada para o complexo:
- o pavimento térreo (semi-enterrado), de finalidade predominantemente comercial (varejo), busca uma relação natural com os espaços da praça central e da servidão, agora tratada como uma atraente praça linear integrada ao conjunto. Espaços de passagem e permanência, cercado de cafés, lojas, restaurantes e sorveterias, configura-se um espaço fluido que desembocam sempre na praça central. Patamares, pilotis, espelhos d’água e áreas verdes criam uma diversidade espacial que propicia os mais diversos usos. As âncoras organizam este espaço, criam os principais focos visuais e se distribuem de maneira a provocar a circulação entre as lojas menores. As âncoras e lojas do flanco Leste, mais próximas à praça de servidão, poderão ser mais focadas no público de perfil mais popular, que se desloca entre o transporte público e a via local. Já as lojas ao Sul e Oeste poderão ser mais orientadas aos usuários e visitantes do próprio complexo, além de atender a pessoas de fora que tenham essas lojas como destino final. Nestes dois flancos, duas lojas-âncora, praça de alimentação e lojas modulares abrem-se para a praça central, enquanto seu perímetro externo, voltado aos recuos e sem circulação de pedestres, é ocupado por escritórios com varanda coberta e jardim privativo. Seis portarias, integradas à praça e às lojas, dão acesso controlado aos elevadores que levam aos andares corporativos e de escritórios;

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- embasamento: esta camada destaca-se como um objeto sólido sobre o espaço do térreo, contrapondo-se à fluidez e abertura das galerias que o definem. Tratam-se dos espaços corporativos, aqui organizados de maneira linear e concentrados numa grande laje de 16.515m² e um mezanino de 2.629m². Ao contrário de sobrepor lajes corporativas padrão, a intenção foi criar a maior diversidade possível de arranjos espaciais, permitindo a locação para uma única empresa ou para empresas com necessidades distintas. Com ampla iluminação e paisagem voltada à praça central, o embasamento define a plataforma sobre a qual serão apoiados os edifícios de escritório e uma incrível praça suspensa. Desta, parte terá uso exclusivo da laje corporativa, servindo como um espaço externo para almoço e descanso dos funcionários, área de descompressão, pérgulas para reuniões informais em dias agradáveis etc.

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- edifícios de escritório: a necessidade de iluminação e ventilação para muitos conjuntos pequenos e médios implicou a criação de fitas esbeltas com duas fachadas e circulação central. Esses volumes, com distância média entre si de 10m a 12m, criam escritórios com duas características principais: aqueles voltados para ‘fora’, isto é, para a praça central e para os limites do terreno, e aqueles voltados para ‘dentro’. Estes últimos, ao contrário de terem uma vista desagradável, contam com a existência de um espaço verde que acompanha as duas fitas, abrindo-se de quando em quando para a paisagem e definindo perspectivas verdes para estes conjuntos. A tensão criada pela ruptura de um paralelismo mais rígido, aliada a inflexões mais violentas sobre a praça central, marcam uma paisagem sempre dinâmica, de forma a evitar a monotonia. Resultado da inflexão dos volumes sobre a praça central, o corredor verde se alarga nas pontas do edifício, permitindo vislumbrar esse rico jardim suspenso. A percepção será de um grande jardim contínuo, mas tratam-se de espaços privativos dos conjuntos que se abrem para ele, de forma a torná-los mais atraentes e possibilitar a venda de espaços que seriam normalmente perdidos em outro tipo de empreendimento convencional. Esses andares apresentam conjuntos modulares de diferentes tamanhos, com e sem jardim ou mezanino, de maneira a permitir acomodar empresas e profissionais de diferentes características e garantindo a diversidade que estimulará a eficiência do varejo no térreo, bem como os usos previstos para a cobertura. Além disso, a oferta de tipologias de característica distinta favorece a liquidez do empreendimento. Apesar de terem uma leitura de continuidade, os edifícios de escritório foram concebidos com certa independência entre os trechos que as compõem, de forma a permitir a construção em etapas e lançamento faseado, caso necessário;

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- cobertura: ao lançar mão de uma brecha da legislação, é possível criar um último pavimento para usos de lazer e cultural até o limite de 40% da cobertura com áreas computáveis. Para tanto, a proposta contempla o aproveitamento desses espaços para usos de lazer como academia, escolas de música ou idioma, restaurantes mais exclusivos (distintos dos previstos para a praça de alimentação, no térreo), além de auditórios e espaços culturais de grandes empresas, eventualmente com controles de acesso e elevadores exclusivos para esses espaços. Espaços fechados são cercados de varandas cobertas e jardins descobertos, objetivando a criação de espaços atraentes e compatíveis com a natureza dos usos previstos. A utilização desses espaços possibilita a extensão do horário característico de utilização do complexo, dilatando a sinergia entre os usos complementares (varejo e estacionamento) e atraindo usuários de fora do complexo. A importância de se utilizar a cobertura como área computável reflete-se numa melhor proporção do volume construído em relação ao espaço aberto no térreo, que no projeto ganha bastante destaque.

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O partido arquitetônico proposto induz a um aproveitamento de áreas privativas muito superior à expectativa do cliente possibilitado somente por um desenho que integra, com qualidade, as áreas internas e externas. A área privativa é cerca de 8% superior à área computável, o que significa um desempenho bastante interessante e comprova que uma boa arquitetura traz também um bom resultado econômico. Além do partido, lançaram-se mão de estratégias permitidas pelo código de obras que acentuam o ganho de área privativa e permitem uma maior liberação do térreo para espaço público. Uma delas é a utilização do pavimento semi-enterrado e da cobertura, que permite a criação de dois pavimentos adicionais sem infringir o limite legal. Essa possibilidade, além de favorecer o espaço aberto desejado, lança mão do desnível natural do terreno para criar acesso a uma das lojas-âncora em dois diferentes níveis, garantindo espaços públicos sempre resguardados pelas atividades do complexo. Marquises e galerias no térreo, além de possibilitar um espaço sombreado de transição entre o interno e o externo, exemplo culturalmente difundido em Brasília, foram utilizadas como áreas não computáveis.

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Corte

A arquitetura já prevê, de forma condicionada ao seu próprio desenho, um desempenho superior em termos de sustentabilidade, que pode ser traduzida em eficiência energética, gestão da água, conforto higrotérmico e relação com a cidade. Alguns elementos são evidentes, como o brise-soleil metálico que envelopa as lâminas de escritórios quando necessário; os espelhos d’água que resfriam e umidificam passivamente o ar seco de Brasília através de sua evaporação natural; a vegetação de vários níveis, que garantem uma menor amplitude térmica, além de uma paisagem mais agradável e um melhor isolamento térmico das lajes de cobertura; ou a implantação que aproveita a disponibilidade de transporte público e presenteia a cidade com um espaço generoso para todos. E há também os elementos menos evidentes, que farão parte de análise mais detalhada ao longo do desenvolvimento do projeto, como sistemas integrados e materiais de maior desempenho: vaporizadores de água e turbinas de ventilação previstos sobre os jardins suspensos, sistemas de isolamento térmico, materiais recicláveis ou sistemas complementares de energia renovável são exemplos possíveis.

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Planta

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Planta

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Ficha técnica:

Arquitetos: FGMF - Forte, Gimenes e Marcondes Ferraz Arquitetos
Ano: 2011
Área construída: 85000 m²
Área do terreno: 37000 m²
Status: Projeto
Características Especiais: Sustentável

Equipe:

Autores: Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz
Coordenador: Ana Paula Barbosa
Arquitetos: Carolina Matsumoto, Marina Almeida e Fábio Pittas
Estagiários: Mayara Benegas

Fonte: http://www.archdaily.com.br/16416/complexo-multi-uso-sia-brasilia-fgmf/

MAMUTE
Jan 4, 2012, 7:07 PM
Finalmente um complexo dos mais elegantes e modernos que Brasília já teve:cheers:
Podendo se comparar aos melhores do mundo :worship::worship::worship:

pesquisadorbrazil
Jan 4, 2012, 7:24 PM
Finalmente um complexo dos mais elegantes e modernos que Brasília já teve:cheers:
Podendo se comparar aos melhores do mundo :worship::worship::worship:

E ainda por cima, ecologicamente correto...:whip::tup:

Maths2
Jan 4, 2012, 8:08 PM
:worship::worship::worship:
Sem palavras,isso é a prova de que altura não é tudo.Muito lindo! Esse é o primeiro passo pra ecolução da nossa arquitetura sustentável,se o governo construir mais obras com selo ecológico como o ENB pode ser um incentivo para os empresários construírem mais obras ecologicamente corretas por exemplo ou vice-versa.kkkk(Sonhar não custa nada né...)
:fireworks:fireworks

Jota Ferro
Jan 4, 2012, 11:36 PM
Espero que este projeto de uma bela sacolejada ali no SIA, para ver se o povo acorda e percebe que aquilo tem tudo para ser uma área comercial de alto padrão. Não tem mais nada de industrial ali, vamos investir em um comercio de alto padrão para a áreas de construção, decoração, escritórios, sedes de empresas....

Grooverider
Jan 5, 2012, 12:49 PM
Karái véi !!!

Muito bom hein !!!!

Isso sim é arquitetura .... tomara que essa obra "abra" um pouco a cabeça das construtoras, que vivem repetindo a combinação granito+vidro espelhado.

MikeVonJ
Jan 5, 2012, 4:52 PM
Lindo! Precisamos de mais projetos assim!

salengasss
Jan 5, 2012, 5:45 PM
Também curti muito!!!!!!!! Lindão!!!!!! :)

E, Groove..... que bom que vc tá aqui, parcerão!!!! ;)

Grooverider
Jan 5, 2012, 6:49 PM
Também curti muito!!!!!!!! Lindão!!!!!! :)

E, Groove..... que bom que vc tá aqui, parcerão!!!! ;)

Fala Salen !!!

Estou sempre a procura dos "furos" do nosso amigo Pesquisa !!!!

:whip:

Feliz 2012 amigão !!!

Jota Ferro
Jan 5, 2012, 7:09 PM
:previous: Atraz dos "furos" do Pesquisa.....:haha: que conversa mais estranha essa de vcs....

Grooverider
Jan 5, 2012, 11:24 PM
:previous: Atraz dos "furos" do Pesquisa.....:haha: que conversa mais estranha essa de vcs....

:haha::haha::haha:

Mas os "furos" do Pesquisa são os melhores !!!!:whip::whip::whip:

Maths2
Jan 6, 2012, 2:37 AM
:previous::previous:
Denegrindo os furos do Pesquisa o trem aqui já ta virando esculhambação...kkkk...Foi tentar melhorar mas fez foi piorar sua situação...kkkk

salengasss
Jan 6, 2012, 12:40 PM
Atrapaiou mesmo, hein Groove? hahahahaha

Um ano cheio de alegrias pra vc tmb, amigão. :cheers:

Espartano_bsb
Jan 6, 2012, 2:23 PM
Belo projeto! Vai dar um "up" nesse terrenão abandonado do SIA!

pesquisadorbrazil
Jan 9, 2012, 1:08 PM
Dizem que o GDF tem uma carta na manga, devido a problemas de criação da quadra 901 norte para hotéis, apesar que ouvi especulação que parece que a UNESCO, acenou positivamente com a intenção.

E aí vem a perguta.... Se a Unesco der AVAL, o MP e IPHAN tem como barrar?

Agora voltando ao assunto do SIA. Num eventual embate com o MP e IPHAN, o GDF poderá sacar o SIA nos trechos lindeiros a EPTG e EPIA para empreendimentos mistos, como hotéis misturados com centros clinicos, centros empresariais e shoppings. Sem falar é claro, aumentando o gabarito para algo próximo de 12 pavimentos.

hugokeys
Apr 2, 2012, 11:20 PM
Dizem que o GDF tem uma carta na manga, devido a problemas de criação da quadra 901 norte para hotéis, apesar que ouvi especulação que parece que a UNESCO, acenou positivamente com a intenção.

E aí vem a perguta.... Se a Unesco der AVAL, o MP e IPHAN tem como barrar?

Agora voltando ao assunto do SIA. Num eventual embate com o MP e IPHAN, o GDF poderá sacar o SIA nos trechos lindeiros a EPTG e EPIA para empreendimentos mistos, como hotéis misturados com centros clinicos, centros empresariais e shoppings. Sem falar é claro, aumentando o gabarito para algo próximo de 12 pavimentos.

Mesmo que se Unesco der o aval não indica que o negócio vai sair. O Iphan pode continuar a ser contra e o MP também, mas a argumentação fica bem mais fraca.

Sobre o Sia, o problema é o gabarito determinado pelo Iphan que não tem como o GDF mexer.

E finalmente esse projeto postado. Bacana mas acho muito dificil sair por uma única razão, ninguém sai divulgando o projeto (pelo menos no mercado imobiliário) sem o empreendimento estar lançado.

pesquisadorbrazil
Apr 3, 2012, 11:27 AM
Mesmo que se Unesco der o aval não indica que o negócio vai sair. O Iphan pode continuar a ser contra e o MP também, mas a argumentação fica bem mais fraca.

Sobre o Sia, o problema é o gabarito determinado pelo Iphan que não tem como o GDF mexer.

E finalmente esse projeto postado. Bacana mas acho muito dificil sair por uma única razão, ninguém sai divulgando o projeto (pelo menos no mercado imobiliário) sem o empreendimento estar lançado.

Eu discordo, desde quando um empreendimento a ser lançado futuramente no mercado, os concorrentes tem que ter conhecimento? Acho que você desconhece a palavra SEGREDO INDUSTRIAL.:tup: O mesmo ocorre com lançamentos futuros. Nenhuma construtora é trouxa em expor um empreendimento que não será lançado, e mesmo que nem venha ser lançado, os concorrentes estão cientes que algo vai sair no terreno.

hugokeys
Apr 3, 2012, 12:39 PM
Eu discordo, desde quando um empreendimento a ser lançado futuramente no mercado, os concorrentes tem que ter conhecimento? Acho que você desconhece a palavra SEGREDO INDUSTRIAL.:tup: O mesmo ocorre com lançamentos futuros. Nenhuma construtora é trouxa em expor um empreendimento que não será lançado , e mesmo que nem venha ser lançado, os concorrentes estão cientes que algo vai sair no terreno.

Vixi, agora fiquei perdido. Vc discordou concordando. Outra coisa é que em momento algum vi o nome da construtora, somente do escritório autor do projeto, então pra mim, quem liberou essa informação foram eles.

MAMUTE
Oct 11, 2012, 6:01 PM
:previous:Passei hoje lá no SIA e vi que já estavam construindo o Stand no terreno e fazendo propaganda no muro, isso é reflexo do lançamento da OAS/Faeng, espero que seja construído o quanto antes :cool:

pesquisadorbrazil
Oct 19, 2012, 5:52 PM
Podem esquecer, esse projeto é mais um NEVER BUILT... Eu vi o novo projeto e o mesmo não tem nada haver com esse.

Jota Ferro
Oct 19, 2012, 8:42 PM
Podem esquecer, esse projeto é mais um NEVER BUILT... Eu vi o novo projeto e o mesmo não tem nada haver com esse.

hummmm.... tava bom demais para ser verdade.....

pesquisadorbrazil
Oct 20, 2012, 6:58 PM
hummmm.... tava bom demais para ser verdade.....

Nem tudo que reluz é ouro. Então na arquitetura nem tudo que é belo esteticamente é RENTÁVEL. Muito pelo contrário, a manutenção de prédios luxuosos, o próprio nome fala, é luxuoso é CARO.:tup:

E esse negócio de prédios sustentáveis nem sempre vem acompanhado de precinhos camaradas, e a manutenção que dizem que é barata é tudo mentira, até mesmo porque, a tecnologia é importada em sua maioria.

MikeVonJ
Oct 27, 2012, 4:36 PM
^^E como eh esse novo projeto?

pesquisadorbrazil
Nov 6, 2012, 7:56 PM
^^E como eh esse novo projeto?

Ainda se encontra em aprovação.:tup:



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