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View Full Version : Shopping Center no Brasil - Movimentações no Setor



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pesquisadorbrazil
Feb 22, 2013, 7:21 PM
Informativo a respeito do mercado de shopping centers no Brasil.

pesquisadorbrazil
Feb 22, 2013, 7:25 PM
IMC vai trazer restaurantes da Darden para o Brasil

Dona do Viena e Frango Assado fechou acordo para trazer as marcas Red Lobster, Olive Garden e LongHorn Steakhouse para o Brasil e outros três países

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Red Lobster: rede chega ao Brasil

São Paulo – A Internacional Meal Company (IMC), dona do Viena e Frango Assado no Brasil, anunciou que vai trazer mais três marcas de restaurantes para o país: Red Lobster, Olive Garden e LongHorn Steakhouse, que pertencem à americana Darden. De acordo com comunicado, a IMC pretende inaugurar 57 restaurantes das três bandeiras no Brasil, Colômbia, Panamá e República Dominicana.

“Estamos muito animados em levar nossas marcas líderes de categoria para esses países por meio do acordo com a International Meal Company”, afirmou e Kim Lopdrup, vice-presidente sênior de desenvolvimento de negócios da Darden, em comunicado.

Segundo ele, a classe média brasileira em franca expansão e a sólida afinidade com as marcas americanas tornam esse um mercado em crescimento atrativo para a Darden. Além disso, o foco da IMC no Brasil, Colômbia, Panamá e República Dominicana faz com que a companhia seja a parceira ideal nessas regiões.

“Estamos muito felizes em receber as marcas Red Lobster, Olive Garden e LongHorn Steakhouse em nossa família”, disse o CEO da IMC, Javier Gavilan.

A IMC é a maior companhia multimarca de restaurantes casuais do Brasil, com mais de 350 unidades próprias e cerca de 12.000 funcionários. A companhia opera as marcas Frango Assado e Viena.

A Darden opera mais de 2.000 restaurantes, gerando vendas de mais de 8 bilhões de dólares ao ano. Com sede em Orlando e mais de 190.000 funcionários, a rede detém as marcas Red Lobster, Olive Garden, LongHorn Steakhouse, Bahama Breeze, Seasons 52, The Capital Grille, Eddie V’s e Yard House.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/imc-vai-trazer-restaurantes-da-darden-para-o-brasil

pesquisadorbrazil
Feb 22, 2013, 7:27 PM
Nem preciso falar que Brasília está na rota...

pesquisadorbrazil
Feb 22, 2013, 7:28 PM
Carl's Jr. quer abrir 100 unidades no Brasil

Em entrevista exclusiva à equipe do Grupo BITTENCOURT, Andrew Puzder, CEO da CKE Restaurants, grupo detentor da rede californiana Carl's Jr., revelou o plano de expansão da marca no Brasil.

Com uma lanchonete já em funcionamento no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, que, segundo o CEO, "está indo muito bem", a ideia é abrir mais 100 unidades por aqui, no período de 5 a 7 anos. "Há uma verdadeira energia no Brasil e é este o lugar onde queremos estar", efatiza Puzder, que considera os empresários brasileiros "dinâmicos".

A Carl's Jr. é uma rede californiana de fast-food. O variado menu da rede possui mais de 55 itens e 30 variações de sanduíches. Entre os lanches estão o Bacon Egg Burrito (burrito de ovo e bacon), Jalapeno Burguer (pão, hambúrguer bovino, salada e jalapeno) e Western Bacon Thickburger (pão, hambúrguer, onion rings, queijo bacon e molho).

A entrevista com Puzder foi gravada durante a 53ª Convenção Anual da IFA, em Las Vegas. O Grupo BITTENCOURT participa do evento com uma delegação de executivos brasileiros.

Fonte: Sua Franquia

Fonte: http://www.gsmd.com.br/pt/noticias/mercado-consumo/carls-jr-quer-abrir-100-unidades-no-brasil

pesquisadorbrazil
Feb 23, 2013, 7:05 PM
A IMC já anunciou que em Brasília irá ter a Carls Jr. Apenas não de um prazo, e o Rio de Janeiro também irá ganhar uma filial.

MAMUTE
May 26, 2013, 2:58 PM
Vamos ao shopping?



Crescimento dos centros de compras atrai investidores de ações e de fundos imobiliários. Ainda há muito espaço para lucrar com eles



Por Patrícia ALVES

Shopping center é uma preferência nacional, e não apenas dos consumidores. Nos últimos dois anos, os investidores em ações e em títulos imobiliários também têm obtido bons resultados com o desempenho desse setor. Na média, os fundos imobiliários cujas cotas são negociadas em bolsa – e que, por isso mesmo, têm uma formação de preços mais transparente – renderam, em média, 14,5% nos 12 meses findos em abril. Uma segunda boa notícia é que ainda há muito espaço para crescimento. De acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), as vendas dos shoppings devem chegar a R$ 135 bilhões neste ano, um avanço de 13% em relação a 2012. A expansão também será física.


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Deverão ser inaugurados 41 novos empreendimentos, o que aumentará a área bruta locável em 12%, de 11,4 milhões para 12,8 milhões de metros quadrados. Segundo Sergio Belleza, consultor de investimentos de São Paulo, os shopping centers reúnem características que o investidor adora: a renda fixa dos ativos imobiliários, com uma pitada de renda variável proveniente do percentual cobrado sobre a receita de vendas. “Um shopping bem projetado e que recebe investimentos regularmente nunca se desvaloriza, pois é um empreendimento que sempre se renova”, diz Belleza. Essa qualidade se reflete na rentabilidade dos fundos.

Tantas vantagens não passaram despercebidas ao economista paulista Marco Antonio Martignoni, 72 anos, entusiasta do segmento, há mais de uma década, quando comprou as primeiras cotas do fundo Shopping Pátio Higienópolis, que tem como ativo o shopping homônimo, na capital paulista, e rendeu 15,89% até abril. Atualmente, quatro das dez carteiras imobiliárias de Martignoni dedicam-se principalmente a esses empreendimentos. “Investi em conjuntos comerciais durante muito tempo e, quando saía um inquilino, eu ficava a ver navios, até conseguir um novo locatário para o espaço”, afirma. Segundo Martignoni, com os shoppings é diferente. A quantidade de locatários é bem diversificada e numerosa, o que reduz a possibilidade de perdas com vacância.

Além disso, o retorno vem de outras fontes, como o aluguel e a participação nas vendas das lojas, e as receitas com estacionamento, cinema e praça de alimentação. Em 2013, entre os fundos mais rentáveis estão o que possui 100% do Grand Plaza Shopping, em Santo André, com uma rentabilidade de 16,31% nos 12 meses até abril, e o fundo que detém 15% do capital do Parque Dom Pedro Shopping Center, em Campinas, cujos investidores receberam 33,1%. Esse fôlego não dá sinais de acabar. Segundo levantamento da Abrasce, o setor passa por uma mudança radical no que diz respeito à localização dos shoppings. Pela primeira vez, as cidades de menor porte sediarão, até o fim de 2013, mais shopping centers que as capitais brasileiras.

Com previsão de que sejam inaugurados 46 novos shoppings em 2013, as vendas
devem crescer 12% no ano, atingindo um faturamento de quase R$ 135 bilhões

“Essa migração está sendo provocada pela melhoria das condições econômicas e sociais da população brasileira, pelo aumento da demanda e pelo custo menor em relação a um shopping localizado em uma capital”, diz Luiz Fernando Veiga, presidente da Abrasce. O deslocamento geográfico preserva as margens de lucro, mesmo em tempos de juros mais baixos. Um bom exemplo é o Platinum Outlet, que está sendo construído às margens da rodovia BR-116, no município de Novo Hamburgo, com a proposta de ser o maior shopping de descontos de grandes marcas do Rio Grande do Sul, a ser inaugurado no segundo semestre de 2013. Voltado para consumidores de alta renda, o Platinum Shopping faz parte da carteira do CSHG Brasil Shopping, administrado pela Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), que acumula uma rentabilidade de 19,59% nos 12 meses até abril.

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O platinum shopping, que vai ser inaugurado no município de novo hamburgo (RS),
faz parte da carteira do CSHG Brasil Shopping, que investe em diversos
empreendimentos para mitigar riscos

O lugar é estratégico porque está a meio caminho entre Porto Alegre e a região Serrana gaúcha – um tradicional polo de atração turístico, com cidades como Gramado, Canela e Bento Gonçalves. Além disso, por ser o único empreendimento do gênero, na região, a procura de lojas pelos varejistas é alta e a taxa de vacância deve ser baixa. “Embora o shopping esteja ainda em fase de construção, o investimento é parte da nossa estratégia de diversificação geográfica”, afirma André Freitas, responsável pela gestão de fundos imobiliários da CSHG. Com mais sete empreendimentos na carteira, o CSHG Brasil Shopping foi um dos destaques de rentabilidade em 2012, com ganho de 49,24%, considerando o valor da cota e as distribuições de rendimentos.

Diferentemente da maioria dos fundos, que investe em um único empreendimento, o Brasil Shopping diversifica, além da localização, o público-alvo e as administradoras de seus empreendimentos. “Quando não se tem um ativo único, o risco é mitigado”, afirma Freitas. Segundo ele, no entanto, independentemente da diversidade dos ativos, o investidor deve estar atento à qualidade. “A saúde financeira da administradora, a vacância, o nível de aluguel, o potencial de crescimento e a posição geográfica são itens que o investidor deve avaliar, com a ajuda de um especialista”, diz Freitas.

Além disso, é importante ficar atento à garantia de rentabilidade prometida pelo fundo, principalmente nos primeiros anos do fundo. “É necessário avaliar se o retorno oferecido condiz com o ativo e com o seu potencial”, afirma. “Não adianta um produto oferecer uma certa renda mensal e não conseguir cumprir esse compromisso após o prazo de garantia.” Além dos fundos imobiliários, uma forma de o investidor pessoa física aproveitar o bom momento dos shopping centers é por meio das ações. Atualmente, oito empresas do segmento estão listadas na BM&FBovespa.

Para Marcel Tau Carneiro, analista setorial da Lafis Consultoria, os shoppings são um negócio de renda recorrente e atraem o investidor. “Neste início de ano, as ações das companhias do setor estão em queda, mas é um segmento de boas oportunidades”, diz Carneiro. “A baixa reflete mais um movimento da bolsa do que um problema com os papéis.” Para Beatriz Nantes, analista da Empiricus Research, com forte geração de caixa, essas empresas podem se tornar, no futuro, boas pagadoras de dividendos. “Neste momento, faz muito mais sentido, para elas, reinvestirem do que distribuírem, mas vai chegar uma fase em que a distribuição de lucros será bem maior”, afirma Beatriz.

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http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/120015_VAMOS+AO+SHOPPING

MAMUTE
Jun 9, 2013, 4:10 PM
Com financiamento farto, interior tem bolha de shoppings



Dinheiro fácil pode ter inflado o número de shopping centers no interior do país, aumentando o risco de os empreendimentos fracassarem.

Segundo dados da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), em 2013 haverá um recorde de inaugurações de shoppings, com novos centros em 41 cidades.

Em 2014, serão mais 32. Até o fim do ano, cerca de 51% dos shoppings em operação no país estarão em cidades do interior.

Segundo consultores, há excesso de empreendimentos e novatos no negócio, atraídos pela facilidade de se conseguir financiamento, o que pode comprometer a qualidade dos centros comerciais.

Com vários IPOS (abertura de capital na Bolsa) na última década, a disseminação dos fundos imobiliários e a entrada de capital estrangeiro, várias empresas aumentaram o número de projetos e assumiram riscos maiores.

Além disso, entre 2010 e 2012, o BNDES aumentou 148% os desembolsos para o setor, chegando a R$ 859 milhões no último ano.

"Muitos dos projetos de shopping centers não terão condições de se realizar com o patamar de qualidade que os investidores estão imaginando", afirma João da Rocha Lima Jr., professor de mercado imobiliário da Poli (Escola Politécnica da USP) e dono da consultoria Unitas.

"Está havendo muita indisciplina, muita fantasia. Tem muita gente falando de shopping center sem entender como faz e, lamentavelmente, tem capital estrangeiro envolvido nisso."

Máximo Lima, sócio da HSI investimentos, gestora de fundos que atua no mercado imobiliário, afirma que há muitas cidades pequenas e médias que estão recebendo mais shoppings do que a real demanda da cidade teria capacidade de absorver.

Segundo ele, houve uma falta de critério por parte de muitos atores. "Caras que conseguiram levantar dinheiro no mercado e saíram anunciando vários shoppings, mas sem nenhuma estrutura para isso", afirma ele.

Foto: Victor Moriyama/Folhapress
http://f.i.uol.com.br/folha/mercado/images/1316043.jpeg
Corredor de shopping em Sorocaba (SP), cidade que possui quatro shoppings e deve ter mais dois inaugurados em breve


ALÉM DA CONTA

A conta aproximada, utilizada por especialistas, é que uma cidade de 150 mil habitantes comportaria um shopping médio.

Mas há casos como Sorocaba (SP), cidade de 586 mil habitantes, com quatro shoppings e com inauguração prevista para mais dois. Nessa conta, a cidade deveria ter 900 mil habitantes.

Segundo Márcia Sola, diretora do braço do Ibope dedicado às pesquisas de viabilidade de shoppings, muitos clientes se arriscam e mantém projetos mesmo quando o instituto aponta que há grande chance do empreendimento falhar.

Uma das consequências é que as grandes lojas optam por se instalar em apenas alguns shoppings.

Marcos Tadeu Marques, gerente de expansão da Riachuelo, afirma que os critérios das lojas são parecidos, o que faz que haja uma convergência para alguns centros, condenando os preteridos. "Não vi nenhum shopping sucumbir. Não deu tempo. Mas eles estão mais dispostos ao risco", afirma.










http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/06/1292100-com-financiamento-farto-interior-tem-bolha-de-shoppings.shtml

pesquisadorbrazil
Jun 9, 2013, 9:08 PM
Mistura organizada

A rede de shoppings populares Uai planeja investir R$ 1 bilhão em dez anos para chegar a cinco Estados, além do Distrito Federal, e expandir seu projeto de misturar marcas consagradas e pequenos empresários locais.

Cada um dos quatro shopping centers da empresa, localizados em Belo Horizonte e Manaus, é preenchido por aproximadamente 60% de pequenos empreendedores, incluindo antigos camelôs.

A outra cota fica com âncoras, como as Lojas Americanas, além de bancos e operadoras de celulares.

"A presença dessas grandes lojas atrai muito público, que acaba comprando também em pontos menores", afirma o presidente da Uai, Elias Tergilene.

O conceito de popular não significa baixa qualidade, ressalta o executivo.

"As classes C e D não querem sujeira e desorganização, mas bons serviços."

Com a previsão de chegar a São Paulo, Fortaleza e Rio de Janeiro em 2014, ele diz querer auxiliar quem está na economia informal, um "berçário de empresários".

"Quando ganham endereço fixo e organizado, passam a ter acesso a financiamento, máquinas de cartão de crédito e espaço para estoque, o que gera mais empregos e muda a economia local."

No Rio, a rede vai inaugurar o Favela Shopping no complexo do Alemão.

Para a expansão, o plano é usar capital próprio, ter financiamentos e apoio do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

R$ 100 MILHÕES é a previsão de investimento médio anual

640 lojas compõem as unidades da rede, em Minas e no Amazonas

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/mercadoaberto/2013/06/1291978-producao-de-computador-e-tv-cresce-na-zona-franca-enquanto-de-moto-cai.shtml

MAMUTE
Jun 10, 2013, 8:11 PM
Projetos de shoppings estão saturados, dizem executivos



De acordo com o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, existem atualmente 120 shoppings em projeto no Brasil


Foto: Alexandre Battibugli/EXAME.com
http://exame2.abrilm.com.br/assets/images/2012/12/75330/size_590_west-plaza.jpg?1354706269
Para o presidente da Aliansce, Renato Rique, a demanda por espaço em shoppings novos não deve corresponder à oferta

Executivos do setor de shoppings avaliam que há hoje no Brasil excesso de empreendimentos em projeto e acreditam que a oferta não acompanha a demanda em algumas cidades.

O tema foi debatido nesta segunda-feira, 10, em evento promovido pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), em São Paulo.

De acordo com o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, existem atualmente 120 shoppings em projeto no Brasil.

Para ele, o cenário traça um desafio aos lojistas de conhecerem melhor a região e o perfil do público local antes de se instalarem em novos espaços.

A opinião foi compartilhada pelo presidente da Aliansce, Renato Rique. Para ele, a demanda por espaço em shoppings novos não deve corresponder à oferta. "Pela quantidade de projetos sendo desenvolvidos, muitos vão ficar pelo caminho e não vão ser inaugurados", avaliou.

A estratégia da Aliansce tem sido privilegiar grandes shoppings regionais que sejam dominantes na sua área de influência. Ao final de 2012, a empresa vendeu sua participação em dois shoppings (um em Campo Grande outro em Salvador) com intuito de adequar seu portfólio a essa estratégia.

Para o presidente da General Shopping, Alessandro Veronezi, os projetos da companhia não serão afetados por esse cenário. Em sua opinião, a escolha da localização é a palavra-chave para evitar desequilíbrio de oferta e demanda. Disse que determinar se um local é adequado ou não depende de estudos da vizinhança e da microrregião.

Rique, da Aliansce, ainda avaliou que o cenário hoje é de oferta de capital abundante para investimento em shoppings. "Há muita gente nova entrando nesse mercado e ele não é tão fácil quanto parece", comentou. "Hoje já há cidades com 100 mil habitantes e que têm três shoppings disputando enquanto a demanda ali comportaria um empreendimento só", disse.










http://exame.abril.com.br/economia/noticias/projetos-de-shoppings-estao-saturados-dizem-executivos

MAMUTE
Jun 10, 2013, 8:20 PM
:previous: Isso só vale para cidades com excesso de shoppings, e pelo tamanho da cidade, não é o caso de Formosa GO que terá seu shopping e será o único da região, o mesmo vale para os bairros do DF que terão em breve seus Shoppings, como Planaltina, Gama, Ceilândia, Sobradinho, Samambaia, São Sebastião entre outras localidades que não possuem nenhum shopping e a demanda será suprida, também construir vários Shoppings em cidades minusculas com pouca população ai fica difícil:shrug:

MAMUTE
Jun 13, 2013, 1:24 AM
Quem é a Yishion, a "Zara chinesa" que chega ao Brasil



Varejista pretende abrir até 500 lojas nos próximos dez anos e cogita também instalar até uma fábrica por aqui


Divulgação
http://exame2.abrilm.com.br/assets/images/2013/6/217653/size_590_Loja_da_Yishion_na_China.jpg?1371063567
Loja da Yishion na China: rede varejista desembarca no Brasil neste ano

A Yishion, varejista de moda chinesa, que atua no segmento de fast fashion, tem planos de desembarcar no Brasil ainda neste ano. Conhecida como a “Zara do Oriente”, a rede pretender abrir até 500 unidades no país na próxima década e disputar mercado com redes que já atuam há bastante tempo por aqui, como a própria Zara, C&A e a Renner.

Inicialmente, uma loja conceito e um centro de distribuição serão instalados na cidade de São Paulo até o fim do ano. “A primeira unidade será aberta dentro de um shopping aqui da capital paulista e os investimentos iniciais devem girar em torno de 10 milhões de reais”, afirmou Paulo César Mauro, porta-voz da Global Franchise, responsável pela vinda da marca para o Brasil.

Segundo ele, a expansão da marca no varejo se dará por meio de franquias e uma unidade da Yishion não deve sair por menos de 1 milhão de reais para os que tem interesse em investir no negócio. A rede está consolidada no continente asiático, com mais de 5.000 lojas em operação e cerca de 50.000 funcionários. Agora, o Brasil foi o país escolhido para a varejista começar a sua expansão na América do Sul.

As lojas da Yishion no país terão cerca de 300 metros quadrados e serão abertas dentro de shopping centers e também nas ruas. A rede tem planos de expansão em todo o território nacional e os preços dos produtos devem ficar na média dos oferecidos hoje pelas principais redes com atuação no país.

A rede chinesa tem sede em Hong Kong e já está presente em mais de 20 países. Atualmente, a Yishion conta com 4.000 itens por estação. Por enquanto, as roupas serão importadas das cinco unidades industriais que a companhia possui na China, mas, dependendo da recepção que a marca terá no Brasil, até uma fábrica pode ser construída por aqui para dar conta da demanda.

Origem

Fundada em 1997 pela indústria têxtil Donguue, a Yishion figura como a maior rede de vestuário do continente asiático. Em 2001, a rede começou sua expansão internacional. “O que é interessante destacar nesse processo é que os chineses estão começando a criar as suas próprias marcas e expandir para o mundo. Há bem pouco tempo, não era assim que funcionava”, afirmou Mauro.








http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/quem-e-a-yishion-a-zara-chinesa-que-chega-ao-brasil

pesquisadorbrazil
Jun 28, 2013, 3:18 AM
País volta a atrair grandes nomes do luxo internacional

Com 88 anos de história, a grife de acessórios e vestuário feminino Fendi inaugurou, no início de junho, sua primeira loja no Brasil, no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo. O movimento da marca de origem italiana representa, na prática, a chegada daquela que já é chamada de "segunda leva" dos grandes nomes do luxo internacional que desembarcaram no país, sobretudo nos últimos três anos, atraídas por um crescente contingente de pessoas com grande poder de consumo e que foi responsável por parte de um mercado que movimentou, em 2012, de acordo com a MCF Consultoria, mais de R$ 20 bilhões.

"O grande movimento de entrada das marcas de luxo aconteceu há dois ou três anos, com a inauguração de empreendimentos como o JK Iguatemi e o Shopping Cidade Jardim. O que verificamos agora é uma complementação desse mercado", explica Marcos Hirai, da consultoria especializada em varejo Gouvêa de Souza. De fato, o mercado de luxo brasileiro verificou, em 2011, a chegada de grifes como Prada e Bottega Veneta. No ano passado, foi a vez de nomes como Lanvin, Goyard, Valentino, Yves Saint Laurent e Jaeger-LeCoultre. Para este ano, além da Fendi, acabaram de chegar marcas como Michael Kors, no Village Mall, no Rio de Janeiro, e Omega e Repetto, no Shopping Cidade Jardim.

"Este ano também já abriram suas portas marcas como Dior, Miu Miu, Fendi e Cartier e ainda haverá a inauguração da Breitling e reinaugurações das lojas Chanel e Ferragamo. Para o próximo ano, estamos em negociações avançadas com marcas reconhecidas e aguardadas pelo mercado brasileiro", adianta Renata Fava, superintendente do Shopping Cidade Jardim.

Se, por um lado, algumas grifes ainda dão seus primeiros passos no Brasil, alguns nomes já estabelecidos por aqui dão início a um processo de expansão que vai além das fronteiras do eixo Rio-São Paulo. Antes concentradas nos já citados JK Iguatemi e Cidade Jardim - além do tradicional Shopping Iguatemi - e no Village Mall, no Rio de Janeiro, as grifes de luxo começaram a vislumbrar novos mercados com a inauguração do Iguatemi Brasília, em 2010, que colocou a capital federal na rota do luxo.

Após ter inaugurada sua primeira loja na América Latina, no ano passado, no shopping JK Iguatemi, a italiana Dolce & Gabbana já prevê a inauguração de mais duas unidades, em São Paulo e em Brasília, para o segundo semestre deste ano.

Outra cidade que já está pronta para receber marcas internacionais desse porte é Curitiba. Com uma Área Bruta Locável (ABL) de quase 30 mil m2 e investimentos de R$ 280 milhões pelo Grupo Soifer, o shopping Pátio Batel deve, finalmente, abrir suas portas no segundo semestre, após três adiamentos. Localizado em um bairro nobre da capital paranaense, o empreendimento marca a chegada à região Sul do país de nomes do quilate de Louis Vuitton, Burberry, Versace e Carolina Herrera.

Uma das grifes que apostam em um projeto de expansão - e no grande contingente "triple A" da capital paranaense e de cidades do entorno de Curitiba - é a joalheria Tiffany & Co. A marca dobrou o número de lojas nos últimos dois anos com a chegada a mercados como Rio de Janeiro (shopping Village Mall) e Brasília (shopping Iguatemi). A loja de 200 m2 no Pátio Batel será a quinta da joalheria americana a ser instalada no Brasil.

"Identificamos não apenas cidades com potencial de consumo, mas a própria maturidade dos centros de compras e o mix de marcas de luxo", explica a diretora-geral da Tiffany no Brasil, Luciana Marsicano.

As negociações para a entrada da Tiffany em Curitiba, segundo Luciana, demoraram aproximadamente um ano. "A expansão da indústria de shopping centers no país, na última década, resultou no aumento do índice de exigências e do nível de profissionalismo das marcas e dos empreendimentos. Há negociações que demoram mais de dez meses e outras, alguns dias. Os players internacionais que chegam ao Brasil se aprofundam em determinados aspectos, conforme a cultura de negócios de cada matriz. Todos são muito exigentes e cautelosos para dar qualquer passo", explica a gerente de marketing do Pátio Batel, Sonia Marques.

Marcos Hirai, da consultoria Gouvêa de Souza, explica que, após a chegada ao Brasil de grande parte dos nomes de luxo que já faziam parte do roteiro de compras dos brasileiros em viagem ao exterior há algumas décadas, chegou a vez de desembarcar no país marcas igualmente famosas, mas mais "democráticas". Entre o final de 2012 e o início de 2014 estão previstas as chegadas de 44 nomes, com destaque para as americanas GAP e Forever 21 e também a sueca H&M. A expectativa é que os varejistas aportem com planos nacionais de abertura de 600 lojas nos próximos cinco anos, com Rio de Janeiro e São Paulo como ponto de partida.

Fonte (http://www.valor.com.br/empresas/3175988/pais-volta-atrair-grandes-nomes-do-luxo-internacional#ixzz2XRfY12h3)

pesquisadorbrazil
Jul 6, 2013, 3:35 AM
Shopping de Vizinhança vira tendência em plena expansão

Em franca expansão, o setor de shopping centers (malls) passa a perceber que operações de vizinhança - com área bruta locável (ABL) inferior a 20 mil metros quadrados - são tão eficientes quantos os empreendimentos tradicionais. Todos os envolvidos no empreendimento, da incorporadora aos lojistas, ganham com custos menores ao implementar a operação.

Quem acaba de investir nesse ramo é o Grupo Pão de Açúcar (GPA) com seu braço operacional GPA Malls & Properties, cujo presidente, Alexandre Vasconcelos afirmou ao DCI que, além do empreendimento inaugurado ontem, o Conviva Américas, na Barra da Tijuca, zona nobre do Rio de Janeiro, estão previstos novos shoppings de vizinhança ainda em 2013.

"Este ano nós teremos mais dois empreendimentos de médio porte. A operação do Rio tem pouco mais de 12 mil m², os próximos a serem lançados ainda este ano, será um de 7 mil m² e outro de 5 mil m², disse o executivo.

Para Vasconcelos a operação de vizinhança lançada pela companhia atende a uma demanda específica da região carioca. "O mix de loja é adaptado a população daquela região, tanto que a âncora Pão de Açúcar tem conceito e layout diferenciado. Outra loja que só tem lá é a Centauro, uma loja full size de 3 mil m², a primeiro da rede de varejo esportivo", explicou ele. Além dos dois projetos, a GPA Malls & Properties estuda empreendimentos em Minas Gerais, no Tocantins, em Brasília e no Nordeste.

Alexandre Vasconcelos quando questionado sobre o local dos próximos empreendimentos, disse que poderia adiantar apenas que eles não serão construídos do zero. A empresa aproveitará operações de hipermercados existentes e construir um anexo. "Em São Paulo, por exemplo, temos um hipermercado que pode agregar uma operação de vizinhança", disse ao que completou: "Essa medida faz com que o investimento do lojista seja 20% menor".


Experiência

Vasconcelos fez questão de ressaltar que, devido à experiência do GPA em varejo, a relação entre as partes será benéfica e rentável. "Ressalto que essa é uma alternativa aos lojistas que querem expansão nacional devido à experiência do grupo no setor."

Segundo Luís Augusto Idelfonso, diretor institucional da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), o formato de vizinhança é uma tendência que crescerá no País, mas não é de hoje que ela tem sido implementada no setor. "Operações com ALB menor já existem a um certo tempo no País, se tornam tendência pois têm custo menor na construção, terreno, etc.".

Mas é preciso ficar atento, pois como são empreendimentos específicos eles atendem as necessidades do público no entorno do shopping, com isso, as vendas podem ser menores. "Eles são rentáveis aos lojistas, mas o volume e a velocidade de venda é diferente de um espaço tradicional", explicou o especialista.

A afirmação não significa que o varejista que escolher abrir uma loja em um shopping de vizinhança não terá retorno do investimento. "Como a concepção do espaço é mais barata, acaba compensando para o lojista. Além disso, nenhum empresário abrirá uma loja em um shopping sem a certeza de retorno em vendas", concluiu Idelfonso.

Um empreendimento que deu certo com esse formato mais enxuto foi o Mais Shopping. Com 13 mil m² de Área Bruta Locável, tem 213 lojas. Segundo Marco Antônio Ferreira, superintendente do empreendimento ele tem conceito diferenciado dos demais. "O Mais Shopping conta com lojas modulares. Esse formato de loja não necessita de grandes investimentos uma vez que o lojista usará o piso do empreendimento, ar condicionado, iluminação fato esse que reduz os custos com investimentos em cerca de 60%", disse o executivo em entrevista anterior ao DCI.


Concorrência

Outro player que está a se aventurar no segmento de vizinhança é a ABLSAN - Planejamento e Comercialização de Shopping Centers, que vai inaugurar no final deste ano o Shopping Porto Miller Boulevard, em Porto Feliz, no interior de São Paulo. O projeto compreende 14 mil m² e ABL de 8 mil m² e terá a administração da Demark Administração de Shopping Centers.

Segundo o André Pinto Dias, sócio-diretor da Demark, o empreendimento está localizado no centro da cidade de Porto Feliz e foi construído em uma antiga fábrica da cidade. "Como o prédio é tombado, tivemos que seguir alguns padrões, tanto que de ABL temos 8 mil metros", disse. No empreendimento há espaço para 90 pontos comerciais e até o presente momento já foram fechados cerca de 60 espaços.

Ainda segundo Dias, a escolha do local tem a ver com o conhecimento da região dos empreendedores, a ABLSAN, e o potencial da cidade, que receberá a fábrica da Toyota para a produção de motores. "A Toyota investiu um R$ 1 bilhão na região. Há um local em pleno desenvolvimento e com o supermercado Delta, teremos um fluxo bom de clientes", disse.

Veículo: DCI

Fonte (http://www.sincovaga.com.br/CT/Noticias/Noticia.aspx?noticia=19476)

pesquisadorbrazil
Jul 6, 2013, 3:36 AM
Em Brasília eu não estranharia que esse empreendimento fosse no Jardim Botânico, a especulação por aquelas bandas é muito forte.

pesquisadorbrazil
Aug 4, 2013, 7:34 AM
Redes internacionais de alimentação saem em busca de parceiros

Características como tamanho, evolução e maturidade do segmento de alimentação fora do lar fazem do Brasil polo de atração para franquias internacionais. Afinal, são 200 milhões de pessoas, uma classe média turbinada nos últimos dez anos com mais de 40 milhões de novos consumidores, o equivalente à população total da vizinha Argentina, e uma economia ainda saudável, que, mesmo andando de lado nos últimos tempos, supera a de mercados ainda em crise. Além disso, a categoria alimentação é a primeira colocada em número de redes no país, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), e em 2012 foi a segunda em faturamento, com mais de R$ 20,5 bilhões e crescimento de 17% em relação ao ano anterior. "As redes nacionais crescem. O interesse das internacionais, também", resume o consultor Paulo Cesar Mauro, da consultoria Global Franchise.

Outro ponto a favor do segmento é ser um dos poucos da indústria que, ao chegar de fora, encontra poucas barreiras para entrar no país, já que nem sempre é necessário importar insumos e equipamentos, é possível desenvolver fornecedores locais e o mercado já conta com suportes como logística, hábito de consumo e familiaridade com muitas das marcas estrangeiras por causa do turismo. "Sabemos que os muitos brasileiros em Miami nos adoram", orgulha-se Marc Mushkin, vice-presidente de desenvolvimento internacional da Pollo Tropical, rede americana de restaurantes de frango assado e comida caribenha, que procura parceiros no Brasil em franquias múltiplas com capacidade de aportar US$ 300 mil em cinco unidades e já está presente em mercados como Venezuela, Equador e Panamá.

A Pollo Tropical é representada no Brasil pela Global Franchise, responsável pela chegada de marcas como Quiznos, uma em uma dezena das que aportaram no Brasil no ano passado, como Papa John's Pizza, Carl's Jr., Johnny Rocket, Chili's e MySandwich. O portfólio da consultoria inclui bandeiras como Sbarro, de comida italiana, com mais de mil unidades em 45 países e em busca de franqueados - para o papel de master nacional a taxa é de US$ 600 mil. Ainda dos EUA, a lista inclui Smoothie Factory e Winger's Grill & Bar. Outras são europeias, como a portuguesa Casa do Galo e a italiana Alfredo di Roma, restaurante criador do fettuccine Alfredo, cuja franquia vale a partir de R$ 1 milhão.

A Casa do Galo tem em comum com a Pollo Tropical cardápio e preços. Ambas são especialistas em frango na brasa e oferecem refeições por menos de R$ 20. "A expectativa é termos no mínimo 200 lojas em dez anos", diz o gerente internacional da Casa do Galo, José Franco. O plano é ambicioso, já que em 2011 a casa contava com 21 lojas em Portugal e faturou € 5,6 milhões. No Brasil, a taxa mínima será de € 90 mil e a ideia é licenciar fabricantes para a produção de ingredientes como os molhos para evitar a importação. "Há oportunidade em trazer para o país sistemas mais eficientes para preços mais baratos", diz o consultor Paulo Cesar.

A rede de padarias Le Pain Quotidien também chegou da Europa, atraída pelo interesse de um dos sócios, Xavier Bitart, casado com uma brasileira, que juntou um grupo de investidores belgas, e com nomes como Ricardo Rinkevicius, dono também dos restaurantes Ping Pong - todos já saíram da operação. Como a base da marca é o pão levain (de fermentação natural) fresquinho, a padaria central inicial ficou pequena e, neste ano, será inaugurada outra, com capacidade para atender até 12 lojas. Até agora, os investimentos chegaram a R$ 7 milhões. "O plano é abrir cinco lojas por ano", diz o diretor-gerente, Luciano Neri.

O grupo mexicano Alsea, operadora de franquias como Starbucks, Domino's Pizza, Burger King e Italianni's no México e em outros mercados latino-americanos, é outro de olho no país. Em janeiro, adquiriu direitos exclusivos da P.F. Chang's, rede americana de bistrôs chineses, com 225 unidades nos EUA. A operação é considerada um dos principais suportes de crescimento da companhia, responsável pela inauguração do primeiro restaurante da rede fora do mercado americano, na Cidade do México, em 2009, e pelo primeiro na América do Sul, no Chile, em 2011.

A primeira loja deve ser aberta neste ano e a estimativa é de ter 30 restaurantes, com investimentos de US$ 85 milhões, em dez anos. "A marca será a porta para entrar na economia mais importante da América Latina. É um passo importante para a diversificação", disse o diretor- geral Fabián Gosselin.

Fonte (https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/7/25/redes-internacionais-de-alimentacao-saem-em-busca-de-parceiros)

pesquisadorbrazil
Aug 13, 2013, 5:42 AM
Harrod’s no Brasil

A tradicional loja de departamentos inglesa, Harrod’s, prepara-se para desembarcar no Brasil, antes da Copa do Mundo. A loja teve, há anos, filial em Buenos Aires, na Calle Florida, fechada por baixo desempenho. Seu dono era o magnata egípcio Mohamed Al-Fayed, cujo filho morreu com a princesa Diana. Hoje, pertence à Qatar Holding, um fundo de investimentos.

Fonte (http://www.clicabrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20130813-jornal/pdf/22.pdf)

pesquisadorbrazil
Aug 13, 2013, 5:43 AM
Um passarinho verde falou pra min, se não for em São Paulo, será em Brasília ou Rio de Janeiro.

pesquisadorbrazil
Aug 13, 2013, 12:00 PM
Paranaense chega a São Paulo com sete restaurantes para brigar com Outback

Madero Burguer & Grill aposta em produtos artesanais e planeja ter 103 lojas no País

"The best burger in the world". A provocação está estampada em todas as lojas da rede de comida casual paranaense Madero Burger & Grill, que chega esta semana ao Estado de São Paulo, em dois shoppings de Ribeirão Preto e, até outubro, irá inaugurar três unidades na capital.

Inicialmente, serão dois restaurantes no interior do Estado, e cinco que devem ser abertos na cidade de São Paulo, em shoppings como Vila Olímpia e Eldorado, além de uma loja de rua no bairro Itaim.

A rede, que produz o próprio pão, carne e molhos de seus sanduíches, bem como defumados e sorvetes, tem um plano de expansão agressivo, que começou no ano passado.

Partindo de pouco mais de dez unidades em Curitiba, capital paranaense onde está localizado seu primeiro restaurante e laboratório para novos produtos, hoje já são 25 unidades em oito cidades, distribuídas entre as regiões Sul e Centro-Oeste do País.

Até o final deste ano, serão 39 lojas. A meta é chegar, em 2017, a 103 unidades, e lançar ações na bolsa de valores. Tudo com uma estrutura própria, sem franquias.

Agora, a Madero está cara a cara com o desafio de entrar em grandes praças, que têm altos custos de ocupação e ampla concorrência. Além de São Paulo, a rede planeja chegar, a partir do ano que vem, ao Rio de Janeiro e Brasília.

Seu comandante, Junior Durski, pretende disputar espaço com grandes redes, como a americana Outback e America, consolidada da cidade de São Paulo, além de hamburguerias.

O empresário se considera preparado, após um ensaio de três anos. "Sabia que jogaria na primeira divisão".

Para Durski, São Paulo pode ter "todos os problemas do mundo", como trânsito e arrastão, mas não tem problemas de renda. "E os paulistas gostam de experimentar. Se gostarem, vão voltar".

Além do diferencial artesanal, cuidado com a arquitetura do ambiente para 150 lugares e rapidez do atendimento, Durski diz se preocupar com o preço. Isso porque, no início, a Madero teve que rever sua estratégia. Os clientes reclamavam do alto preço dos sanduíches. Foi daí que surgiu o cardápio mais enxuto do Burger & Grill, que também inclui massas e carnes.

Diante de aluguéis e mão de obra mais caros, o cardápio chega por aqui, em média, 20% mais caro do que o de Curitiba. Porém, segundo Durski, os produtos se situam, em média, 30% abaixo dos concorrentes locais. Mas o carro-chefe da casa, o cheeseburguer, servido com batata frita, sairá por R$ 29, mesma faixa de preço cobrada pela concorrente americana.

Inflação e crise

Durski percebeu que, para continuar competitivo, com a alta da inflação, precisaria ganhar escala e produtividade. Foi daí que partiu a ideia de crescer. Neste cenário, não depender de muitos fornecedores, apenas para a matéria-prima, é um trunfo.

O empresário reconhece que o cenário para o consumo não é o mesmo. "Em janeiro, todos os nossos restaurantes registraram 25% de queda nas vendas. A crise está instalada, só não vê quem não quer".

"Com muito esforço", conta, conseguiu recuperar parcialmente o faturamento. "Ainda estamos 5% abaixo. A saída foi criar novos produtos, como sanduíches com valor agregado maior, e canecas de chope congeladas. Isso deu um movimento em horas de happy hour para a rede, antes vista predominantemente como restaurante, e não um bar". Assim como traz desafios, um cenário econômico mais contido, por outro lado, traz oportunidades, na visão de Durski. "Há mais oferta de espaços em shoppings e bons pontos comerciais. Também há maior quantidade de mão de obra disponível".

Investimentos

O financiamento bancário vem sustentando o crescimento, inicialmente realizado com investimento próprio. "Temos um bom fluxo de caixa".

Durski conta que já recebeu propostas de dez fundos, mas não tem intenção de sair do comando. Preferiu que, no final do período de expansão, oito diretores da rede detenham 24% do negócio.

A rede está em processo de transferência da produção de carnes e pães para uma nova fábrica localizada em Ponta Grossa, no Paraná, maior e mais automatizada. A ideia é que ela consiga quintuplicar a produção de produtos até 2017. Em outra nova fábrica, em Curitiba, são preparados os molhos desde a semana passada.

Em 2012, a rede faturou R$ 90 milhões, e registrou lucro líquido de R$ 6 milhões. O objetivo é dobrar estes valores em 2013.

A receita

Depois de passar a infância em Prudentópolis, município com 49 mil habitantes, no interior do Paraná, percorrendo distâncias não desprezíveis para comer um X-salada, Durski viajou para os Estados Unidos em busca do hambúrguer perfeito.

O empresário voltou com a sua receita do "melhor hambúrguer do mundo". "Pensei no cheeseburguer e o desmanchei. Precisava fazer o molho, a carne e o pão. Cheguei ao porcentual de 15% de gordura controlada, menor do que a ideal, mas que torna o sanduíche mais leve".

Dusrki decidiu grelhar a carne enquanto assava o pão. "Não é um processo fácil, mas mantém o sabor. Não tem nada melhor no mundo do que pão fresco. Desta forma, não são necessários conservantes".

Para completar, buscou criar a maionese do modo que sua avó fazia: batida à mão com ovo e azeite. Isso em um ambiente rústico, com madeira maciça e tijolo, que remete a uma fazenda do interior. Ou talvez o jeitão de muitas hamburguerias artesanais, localizadas no interior dos Estados Unidos.

Durski lembra que começou a Madero em 2005, sem pretensões. "Fomos criando padrões e nos multiplicando, com a premissa de manter a qualidade".


Fonte (http://economia.ig.com.br/empresas/2013-08-13/paranaense-chega-a-sao-paulo-com-sete-restaurantes-para-brigar-com-outback.html)

pesquisadorbrazil
Aug 18, 2013, 6:04 AM
Gap chega ao Brasil com a promessa de preços competitivos

Marca americana deve abrir 15 lojas nas principais capitais do País em cinco anos

Depois de cinco anos de ensaio, a marca americana Gap desembarca em terras brasileiras em 25 de setembro, data da abertura de sua primeira loja, no shopping JK Iguatemi, em São Paulo. E, apesar do peso do chamado 'custo brasil ', a marca de roupas casuais promete chegar com preços competitivos, anuncia Pierre Schrappe, o diretor geral da marca no Brasil .

A marca chega com a linha masculina, feminina e infantil. As camisetas serão vendidas a partir de R$ 39,90. As camisas pólos, a partir de R$ 69,90 e, as calças jeans, a partir de R$ 139,90. Será oferecido parcelamento em até cinco vezes.

É uma faixa de preço comparável com alguns concorrentes como Riachuelo, Zara e Hering, apesar de mais elevada, principalmente quando se trata de jeans.

Com o dólar alto, na casa dos R$ 2,30, os preços são semelhantes aos do site da marca nos Estados Unidos, sem considerarmos promoções referentes a troca de coleção.

Calças jeans masculinas custam, em média, US$ 59,95. Com o câmbio atual, saem por R$ 137,88. As camisetas masculinas são vendidas por US$ 16,95 que, com a conversão do câmbio , são R$ 38,98. "A marca é democrática. E queremos ressaltar a durabilidade dos produtos", conta o executivo.

No ano que vem, há a possibilidade de desenvolvimento de linhas temáticas para o País, relacionadas à Copa do Mundo.

Ao falar sobre o momento do consumo no País, Schrappe aponta que o momento de arrefecimento das vendas no varejo não deve prejudicar a nova operação. "Não é preocupante. E a Gap está crescendo, inclusive nos Estados Unidos".

O Brasil é o sétimo país da América Latina na qual a marca inicia operação. Em 2011, ela já havia chegado ao vizinho Chile, conta Schrappe. "A empresa preferiu priorizar mercados menores. A operação no Brasil é mais complexa, pelo tamanho do País".

Lojas

No plano de negócios no Brasil , estão previstas 15 lojas em cinco anos, localizadas nas principais capitais do País. Elas devem ter área média de 600 metros quadrados. "Os estabelecimentos terão um clima descontraído. Não haverá pressão para a compra", diz Schrappe.

A marca terminará o ano com duas lojas em São Paulo, a segunda será aberta em outubro no Shopping Morumbi. No ano que vem, chega ao Rio de Janeiro, com uma loja no Barra Shopping, e em Porto Alegre, no BarraShopping Sul. "Será uma expansão criteriosa", diz Schrappe.

Franquia

A marca, que atua em alguns países com lojas próprias, chega ao Brasil com o sistema de franquia. O Grupo Blue Bird (GEP), dono das marcas Cori, Luigi Bertolli e Emme, é o franqueado exclusivo da marca americana no mercado brasileiro.

A parceria é estratégica para o grupo entrar no segmento infantil. "Verificamos uma carência no mercado nacional de opções de roupas para este público em faixas mais elevadas de preço", diz Schrappe. A Gap atua no segmento há cerca de 30 anos.

Mas o alvo prioritário da marca será o público de 18 até 30 anos. Para isso, a estratégia é chegar mais perto deste público, ligando a marca à música e arte, além de concentrar a campanha de marketing em plataformas digitais e nas redes sociais.

Fonte (http://www.ecofinancas.com/noticias/gap-chega-brasil-promessa-precos-competitivos)

pesquisadorbrazil
Aug 18, 2013, 6:05 AM
Então não irá demorar muito chegar a Brasília.

pesquisadorbrazil
Aug 23, 2013, 8:38 PM
Sears, Dunkin' Donuts e Gap vão abrir lojas no Brasil

Mesmo com o fantasma inflação e de altas dos preços rondando a economia brasileira, algumas marcas estrangeiras que já estiveram presentes no país vão voltar ao mercado nacional. Quatro delas, bem conhecidas do mercado, já estão negociando a atuação no país: Sears, Dunkin' Donuts, Gap e Mango, que planejam abrir unidades nos próximos meses.

A rede americana de confeitarias Dunkin' Donuts, famosa pelas rosquinhas, já atuou no Brasil nos anos 80 e fechou suas últimas unidades em 2005. Agora, a rede quer abrir novas lojas em 2014 em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. A Dunkin' Donuts quer atingir a marca de 20 a 25 unidades em cada uma dessas cidades nos próximos cinco anos.

Em entrevista ao portal Folha/UOL, na edição online desta sexta-feira (23), Jeremy Vitaro, vice-presidente de desenvolvimento internacional da empresa, afirmou que o crescimento da população brasileira, da classe média e da abertura do país a novas ideias foi um fator determinante para a nova investida. “Queremos voltar ao país do jeito certo”, disse.

O “jeito certo”, segundo ele, será por meio de grandes parceiros, que cuidarão de administrar franquias da marca. A Dunkin' Donuts dará preferência a quem já tem experiência na administração de restaurantes. A volta ao Brasil também tem relação com a importância que a América Latina ganhou para a empresa. Hoje, a Dunkin' Donuts possui mais de 300 unidades em países como Chile, Colômbia e Peru. Entre as novidades, a empresa deverá adicionar ao cardápio tradicional, que inclui cafés e roscas doces, alguns sabores brasileiros, como é feito nos países em que a Dunkin' Donuts atua. No Chile, as lojas vendem roscas com doce de leite, por exemplo.

Outra famosa marca passou anos ensaiando uma atuação no Brasil e somente agora decidiu concretizar o negócio. A Gap, maior rede de vestuário dos Estados Unidos, também terá lojas próprias no Brasil. Até o fim do ano, duas lojas serão abertas em São Paulo, uma no Shopping JK Iguatemi (em setembro) e outra no Shopping Morumbi (em outubro). A marca já tem lojas na América Latina (Chile, Uruguai, Panamá, Colômbia e no México) e está focada, sobretudo, na nova classe média brasileira.

Em nota divulgada à imprensa, Pierre Schrappe, diretor comercial da marca no Brasil, disse que umaa das razões para a presença da Gap no Brasil é a valorização do consumo de marcas. “O Brasil é o quinto maior país do mundo, a maior economia da América Latina, com uma classe média em ascensão. Esse cenário trará uma oportunidade de crescimento bastante expressiva para a Gap”. A empresa chegará ao país por intermédio do Grupo Blue Bird, que tem em seu portfólio marcas como Cori, Luigi Bertolli e Emme, também de moda. O objetivo é que essa parceria permita que a Gap possa oferecer, no Brasil, roupas a preços competitivos.

A Sears é outra marca que está de olho no Braasil. A empresa americana já teve grandes magazines no país, que vendiam de roupas a produtos para casa. Aberta nos anos 40, a loja da praia de Botafogo, no Rio de Janeiro, tinha três andares, ar-condicionado e escada rolante, novidades para a época. No começo dos anos 90, a empresa fechou as portas com a crise. A volta será por um modelo diferente: franquias compactas, que vão vender apenas eletrônicos, eletrodomésticos e ferramentas. “Agora, a empresa quer ser mais um concorrente no mercado de eletro”, diz Paulo César Mauro, sócio-fundador da Global Franchise, consultoria que faz a intermediação entre a empresa americana e os potenciais parceiros brasileiros. A ideia é abrir lojas em 2014.

Mais marcas

Além da Sears, a Global Franchise também está negociando cerca de 40 marcas estrangeiras que querem atuar no Brasil. Entre elas, estão a portuguesa Casa do Galo (restaurantes), a francesa Mr. Bricolage (material de construção) e a espanhola Mango (moda). A Casa do Galo decidiu apostar no Brasil por conta das perdas que vem tendo por causa da crise financeira em Portugal. A ideia da empresa é chegar ao país oferecendo pratos feitos com frango por preços entre R$ 15 e R$ 20, menores do que os praticados pela concorrência aqui no país.

Já a Mango, que fechou as últimas lojas no país no começo deste ano, quer voltar por meio de franquias. Mesmo caminho deverá ser seguido pela Mr. Bricolage. “As empresas estão querendo se expandir não só para o Brasil, mas mundialmente. Aqui, elas ainda encontram dificuldades com burocracia e importação, além do problema da alta do dólar. Mas o mercado é grande", diz Mauro. Segundo ele, as negociações duram entre seis meses e um ano para serem finalizadas.

Fonte (http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/economia/2013/08/23/internas_economia,457881/sears-dunkin-donuts-e-gap-vao-abrir-lojas-no-brasil.shtml)

pesquisadorbrazil
Aug 26, 2013, 6:30 AM
Cadeiras de luxo

Mercado de marcas de moda se estabiliza, mas a rotatividade é alta

Passada a onda que trouxe várias grifes estrangeiras para o Brasil, o mercado se acomoda, mas a procura por profissionais com formação e experiência em luxo continua elevada.

Boa parte dos contratados não fica muito tempo no mesmo cargo. A coluna consultou cerca de 20 empresas do setor. Apenas quatro delas autorizaram seus executivos a falar.

Para segurar seus talentos, as companhias decidiram tirar seus diretores dos holofotes, foi a resposta ouvida de assessores.



Demanda estável

"Este ano, não tivemos entrada de muitas marcas grandes porque o mercado já está mais estável", diz Thais Teperman, responsável pela área de luxo na Michael Page, empresa do setor de recrutamento.

"Ainda há grifes que estão chegando, mas agora já não são mais ondas, e sim movimentos mais pontuais."

As operações estão em expansão para outros Estados, além de São Paulo e Rio de Janeiro, observa.

"É o momento de as marcas amadurecerem a estratégia que foi desenhada em um primeiro momento e de sedimentarem os negócios."

Os salários ainda não recuaram com a movimentação das grifes.

"A remuneração média para o número um de uma grande operação no Brasil está entre R$ 35 mil e R$ 50 mil fixos, com uma parte variável agressiva e benefícios", afirma Teperman.

Salários de diretor financeiro e de marketing oscilam entre R$ 20 mil e R$ 33 mil, dependendo do tamanho da empresa.

"Em relação a agosto de 2012, até temos um volume maior de demanda, mas considerando o ano está estável. O que há mais são trocas por performance e não criação de novos cargos."



Mudança de hábito

As grifes estrangeiras que já se estabeleceram no Brasil estão agora em um momento de repensar a operação, diz Denys Monteiro, sócio-diretor da empresa de recrutamento Fesa.

"Estão reavaliando o plano de negócios traçado e a velocidade que esperavam para o crescimento da marca no Brasil. O mercado não está respondendo com a agilidade que havia sido projetada", afirma Monteiro. "Alguns tinham um entusiasmo, uma expectativa muito elevada."

Além de São Paulo e Rio de Janeiro, há muito interesse por Curitiba, Brasília e pelo interior de São Paulo, segundo Monteiro.

"Em geral, 70% da demanda de altos executivos é para São Paulo, mas para a moda, é de cerca de 90%."

O mercado se desacelerou e o que está ocorrendo é a busca por outro perfil de profissional, mais adequado ao momento, acrescenta.

"Os salários para diretor-geral partem de R$ 500 mil por ano. Para os executivos abaixo do principal, a faixa oscila entre R$ 250 mil e R$ 350 mil."



Desfile de marcas

Patricia Assui fez pós-graduação em marketing e moda nos Estados Unidos, onde trabalhou em empresas de vários setores até voltar ao Brasil para ser gerente-geral da Tiffany, em 2008.

Dois anos depois, como diretora de varejo da IRetail, ela passou a cuidar de grifes como Diane Von Furstenberg, entre outras. "Somos franqueados dessas marcas e as representamos no Brasil", afirma Assui, que vive em Nova York.

"Faço tudo daqui, onde as marcas têm sede ou escritórios. Fica mais fácil e foi um decisão pessoal também."

As grandes marcas já entraram no país, mas ainda há muita oportunidade, diz.

"Os salários ainda estão muito competitivos.Ter uma experiência no exterior é muito desejado. Está difícil achar as pessoas qualificadas que precisamos", afirma.



Última moda

A rotatividade profissional é alta porque o setor de luxo está crescendo no país, diz Luciana Marsicano, diretora-geral da Tiffany & Co no Brasil.

"Para se sobressair, o profissional deve unir uma bagagem de negócios com conhecimento em moda", diz.

Depois de passar 16 anos em grandes companhias de consumo, como Ambev, Pepsico e Parmalat, Marsicano foi diretora de marketing e trade marketing na Redecard.

"Aprendi a lidar com o setor de luxo fazendo campanhas de marca para restaurantes e hotéis. Isso me preparou para a Tiffany."



Passarela

Faltam executivos preparados para assumir cargos de alta gestão no mercado de luxo, diz Sandro Fernandes, superintendente do Shopping Leblon.

Formado em engenharia de produção, ele foi trainee na Brahma e depois entrou no grupo Iguatemi, onde ficou por 12 anos.

Em seguida, assumiu o cargo de CEO da Tiffany & Co por dois anos. Saiu para ocupar a mesma função na Loungerie, último cargo antes de ir para o Shopping Leblon.

"A formação técnica é necessária, mas o que faz a diferença é saber lidar com várias culturas e falar diversos idiomas."

Fonte (http://www1.folha.uol.com.br/colunas/mercadoaberto/2013/08/1331445-cadeiras-de-luxo.shtml)

pesquisadorbrazil
Aug 29, 2013, 5:55 AM
Bolsa...

A Tumi, marca americana de malas e acessórios de viagem, vai lançar uma loja digital no Brasil amanhã. Esse será o primeiro e-commerce da grife na América Latina.

...de luxo

A empresa chegou ao país em 2012, com uma unidade no shopping Iguatemi de São Paulo. "Para 2014, estudamos a abertura de uma nova loja no Rio de Janeiro ou em Brasília", diz Giuliano Fernandes, CEO da Tumi no Brasil.

Fonte (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/126414-mercado-aberto.shtml)

pesquisadorbrazil
Sep 10, 2013, 4:33 AM
Tem gringo na franquia

As estrangeiras estão de olho no Brasil. Sim, estamos falando das franquias, especificamente os restaurantes frequentados por brasileiros no exterior. Marcel Gholmieh, sócio da Infinity, que administra redes de entretenimento e de alimentação — entre elas, Benihana e Hooters —, diz que muitas marcas decidem apostar aqui pela receptividade com que são recebidas pelos brasileiros. Já Davi de Bernacca, à frente do restaurante Serafina no Brasil, afirma que o conceito das lojas é bem aceito pelo mercado. Mudanças no cardápio, com pratos para almoço ou bebidas tipicamente nacionais, são algumas modificações feitas para ganhar o consumidor.

Gholmieh diz que fatores como a carga tributária brasileira estão entre os itens que pressionam os resultados. Mas não é o que mais compromete o negócio. “Hoje, o que mais deixa nossas operações com rentabilidades esmagadas são os altos custos das matérias-primas, da mão de obra e o valor dos imóveis”, afirma o executivo.

Com duas unidades no Brasil, em São Paulo, na Vila Olímpia e Mooca, a americana Hooters faturou R$ 13 milhões em 2012. A rede estima fechar 2013 com R$ 20 milhões e abrirá novas unidades no Shopping ABC, em Santo André, e no Rio. O Serafina, dos italianos Vittorio Assaf e Fabio Granato, inaugurou a primeira loja no Brasil em2010, no Jardins. Depois foi a vez da filial do Itaim Bibi,em2012. Para 2013, a dupla prevê crescimento de 20%. Apróxima casa será aberta no Shopping JK. O Benihana, de comida japonesa, abriu ao público em dezembro de 2012,em São Paulo. A casa é a primeira das cinco que serão abertas no país. Rio e Brasília estão no radar.

Recentemente, o grupo Benihana Inc. foi adquirido pelo fundo Angelo, Gordon & Co. em uma transação de US$ 296 milhões.

Fonte: Brasil Econômico

Fonte (http://www.gsmd.com.br/pt/noticias/franquias/tem-gringo-na-franquia)

pesquisadorbrazil
Sep 18, 2013, 4:03 AM
Hamburgueria americana Johnny Rockets chega no Brasil com 18 milkshakes

Expectativa é ter 30 restaurantes em seis anos no País. Foco inicial será São Paulo e Rio

http://i766.photobucket.com/albums/xx309/pesquisadorbsb10/johnnyrockets1_zps0d8435c2.jpg (http://s766.photobucket.com/user/pesquisadorbsb10/media/johnnyrockets1_zps0d8435c2.jpg.html)

Divulgação
Milkshakes: entre as opções, torta de maçã e chocolate americano batidos com sorvete de creme

Demorou uma década, e custou um processo judicial, para que o primeiro restaurante da tradicional rede americana de comida casual Johnny Rockets, criada em 1986 em Los Angeles, nos Estados Unidos, seja inaugurada no Brasil em novembro.

Serão duas unidades até o final do ano na cidade, no Shopping Tietê Plaza e no Shopping Internacional de Guarulhos.

Com ambiente no estilo da década de 1950, a rede é conhecida por oferecer jukebox individuais aos clientes, pelo clima animado entre os garçons, que em algumas ocasiões dançam ao som de Elvis Presley e companhia, e por suas diversas e pouco convencionais opções de milkshakes.

Antonio Augusto Ribeiro de Souza, que foi franqueado do McDonald's durante oito anos, até 2002; e também da rede de comida casual carioca Joe & Leo´s e do Well´s, será o master franqueado exclusivo da marca no País. O investimento, de cerca de US$ 500 mil por loja, sem o valor do ponto, será feito com recursos próprios da família.

No Brasil, os restaurantes, em shoppings e ruas, terão de 230 metros quadrados a 700 metros quadrados. O pedido de música nas jukeboxs será gratuito e haverá refil para refrigerante. O cardápio será composto por cerca de 14 variedades de hambúrgueres acompanhados com batatas fritas, um deles de picanha.

Mas o diferencial parece ser o cardápio de milkshakes, que terá 18 opções em três faixas de preços, entre eles um de torta de maçã batida com sorvete; e outro feito com Ghirardelli, tradicional chocolate da cidade americana de São Francisco. "Também teremos uma opção com Nutella e Ovomaltine", diz Souza.

O tíquete médio da refeição, que inclui hambúrguer, batata frita e refrigerante, custará R$ 30. "As negociações com fornecedores nacionais ajudaram a manter um preço competitivo. Os custos subiram muito nos últimos anos", conclui Souza.

Adaptações necessárias

O desembarque da rede foi adiado até que, em 2010, a matriz americana entrou com uma ação na Justiça e conseguiu uma liminar para que o restaurante Rocket's, em São Paulo, fosse proibido de usar a marca, que se assemelhava muito à da rede americana.

A demora teve impacto nos planos de Souza. Além de vender sanduíches, será necessário agora reforçar a operação com pratos rápidos e saladas a partir do ano que vem, no estilo de concorrentes como Outback e Applebee's, algo que a Johnny Rockets não oferece na maioria de suas lojas. Souza pode até oferecer costelinha de porco, famoso prato da concorrência.

Isso porque, ao contrário de operações menores, com poucos restaurantes (características em 2003), hoje o mercado cresceu, e a concorrência aumentou, principalmente das grandes redes. Os custos do negócio também aumentaram, e Souza mira o almoço executivo para compensá-lo.

Ganhar escala também é necessário para enfrentar custos. Não à toa, a ideia inicial de dez restaurantes triplicou: serão 30 restaurantes nos próximos seis anos.

Por outro lado, conta, o atraso teve vantagens: em 2003, a marca era menos conhecida pelos brasileiros, que passaram a viajar mais para os Estados Unidos nos últimos anos. Além disso, o caminho para a comida casual parece já estar pavimentado.

O processo judicial contra a Rocket´s continua em andamento, e a expectativa é que seja finalizado até o ano que vem. "Eles estão proibidos de usar a marca até a conclusão do julgamento. Já nos deram ganhos de causa. Estamos confiantes", conta Souza.

Caminho do crescimento

Além das duas lojas em São Paulo ainda este ano, já está confirmada para o ano que vem uma unidade no Shopping West Plaza (zona sul da capital), uma loja de rua no Jardim Paulista (zona sul) e a entrada no Rio de Janeiro.

Mas antes de rumar para outros Estados, cidades do interior de São Paulo também estão na mira da rede em 2014. "O Estado cresceu nos últimos anos, mas o interior cresceu mais", diz Souza. A primeira loja será inaugurada em Sorocaba. Já estão confirmadas também a unidade do Catarina Fashion Outlet, na Rodovia Castelo Branco, em Campinas e Bauru.

A partir de 2015, a rede deve abrir unidades em Belo Horizonte, Curitiba e Brasília. "Toda a operação será própria. A partir daí, iremos avaliar qual será a melhor maneira de crescer, se por meio de franquias ou investimentos via fundos de capital de risco (venture capital)", conta o empresário.

Adquirida em junho deste ano pelo fundo de investimento Sun Capital, a rede Johnny Rockets soma por volta de 300 lojas em 20 países. Recentemente, a rede também desembarcou em outras economias emergentes, como Índia, Equador e Honduras. "O Brasil, assim como os países que formam os Brics (China, Índia e Rússia), é muito importante para a rede agora", conclui Souza.

Fonte (http://economia.ig.com.br/empresas/2013-09-17/hamburgueria-americana-johnny-rockets-chega-no-brasil-com-18-milkshakes.html)

pesquisadorbrazil
Sep 18, 2013, 8:45 PM
Rede sueca IKEA estuda abertura de lojas no Brasil

Empresa, que possui 330 lojas em 40 países, abriu sua primeira unidade na América Latina há três anos na República Dominicana



A rede sueca de móveis e objetos para o lar IKEA estuda a abertura de lojas no Brasil, um grande mercado que até agora não estava em seus planos, informaram nesta quarta-feira os meios de comunicação locais.

A IKEA considera o Brasil como "um potencial mercado futuro", por isso que "executará estudos preliminares sobre a possibilidade de entrada neste mercado", afirmou a empresa, segundo publicou o jornal "O Estado de São Paulo".

A companhia tem há mais de um ano um escritório com cerca de 20 empregados na cidade de Curitiba, que se dedica à compra de móveis e madeira para sua exportação aos Estados Unidos, segundo o jornal.

No Brasil existem duas grandes cadeias locais que, da mesma forma que IKEA, oferecem ao cliente descontos de transporte e montagem dos móveis: Tok&Stok e Etna.

A IKEA, que possui 330 lojas em 40 países, abriu sua primeira unidade na América Latina há três anos na República Dominicana, seguida pela de Porto Rico.

O grupo sueco também prepara a abertura de 25 lojas na Índia, após ter recebido a autorização do Governo local em maio, segundo o jornal.

Fonte (http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?id=1409588)

pesquisadorbrazil
Sep 21, 2013, 3:04 AM
A GAP desembarca no Brasil

Enfim, uma das redes de moda casual preferidas dos jovens brasileiros começa a vender suas roupas no País. A primeira das 15 lojas previstas será aberta na quinta-feira 26, em São Paulo

Por Luciele VELLUTO e Carlos Eduardo VALIM

Há tempos que as calças sociais na cor cáqui e os moletons coloridos com a palavra Gap, em letras garrafais, circulam no corpo de crianças, jovens e adultos brasileiros. É que, a partir da década de 1990, a grife americana de roupas casuais se tornou a queridinha dos turistas que viajam aos magotes para os Estados Unidos, todos os anos. É por essas e outras que se explica o frisson das últimas semanas entre os descolados e faz com que o desembarque da grife americana por aqui se transforme em um acontecimento badalado. A inauguração da primeira loja da Gap no País está marcada para a manhã da quinta-feira 26 de setembro, no shopping JK Iguatemi, um dos templos de consumo de luxo de São Paulo, com a presença do executivo Stefan Laban, vice-presidente encarregado de negócios internacionais da Gap.


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Alô, Brasil: a primeira das 15 lojas que a grife americana pretende abrir no País, nos próximos
cinco anos, será inaugurada nesta semana, no shopping JK Iguatemi

Em meados de outubro será a vez da inauguração da unidade instalada no Morumbi Shopping, na zona sul da cidade. “O brasileiro não terá mais que viajar para o Exterior para comprar as roupas da Gap”, tem dito a amigos o empresário Renato Pasmanik, responsável pela chegada da marca ao País e controlador do grupo Blue Bird. “Vamos trabalhar com estoque satisfatório e preço competitivo para atender à demanda.” Nas vitrines e araras da loja será possível encontrar desde a camiseta básica nas versões adulto, infantil e bebê até calça jeans, camisas polo e moletons com o famoso logo. Outra aposta é na linha de fitness.


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Time em campo: Dipa Di Pietro e Pierre Schrappe (foto abaixo), ambos ex-Nike, estarão
à frente dos negócios locais da rede de vestuário

Para dar conta desse desafio, a Blue Bird – holding que controla o Grupo Empresarial Pasmanik (GEP), que administra as redes varejistas Emme, Cori e Luigi Bertolli, especializada em moda feminina – montou uma estrutura única para atender a Gap. O negócio será feito por meio da Tudo Bem Tudo Bom Comércio. À frente da empreitada, Pasmanik contará com uma equipe de executivos com passagem pela gigante global Nike, como Pierre Schrappe e Dipa Di Pietro. Sob o comando da dupla, a Gap repete os passos da Zara, do grupo espanhol Inditex, e da inglesa Topshop, duas das estrelas globais do mundo do vestuário que aportaram no País nos últimos anos.

Na lista de próximos desembarques estão Forever 21, H&M e Uniqlo (leia quadro "O que é o Grupo GAP). Especialistas em varejo acreditam que a Gap tem um potencial para contar com até 200 pontos de venda no País. No entanto, o plano traçado pela Gap Brasil e pela Blue Bird prevê números mais modestos: 15 lojas no período de cinco anos. O investimento é estimado em cerca de R$ 30 milhões, considerando o gasto com aluguel dos espaços e a estrutura necessária para fazer funcionar a operação. Na mira dos parceiros estão as capitais e as cidades com renda média mais elevada. Uma delas é o Rio de Janeiro, a segunda cidade a receber uma filial da Gap. A unidade será instalada no BarraShopping.


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Os gaúchos também serão contemplados com uma loja no BarraShoppingSul, em Porto Alegre. “Eles têm estudos que incluem nossos centros de compras em Curitiba, em Belo Horizonte e em Brasília”, diz Eduardo Novaes, superintendente da Multiplan, dona dos centros de compras. Hoje, pode-se dizer que nenhuma varejista global, especialmente de vestuário, pode ignorar o Brasil. “Esse mercado nos fornece uma incrível possibilidade de crescimento”, afirmou, por meio de nota, o vice-presidente Stefan Laban, da Gap International. As pesquisas confirmam isso. Estudo da consultoria americana A.T. Kearney indica que o País é o quinto mercado mais atraente para as grandes marcas do setor.


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Força global: Stefan Laban, vice-presidente de expansão global da Gap, conta com as vendas no Brasil para deixar para trás a má fase da empresa

Perde apenas para China, Emirados Árabes, Chile e Kuwait. Por aqui, os gastos dos consumidores com roupas deve atingir R$ 129 bilhões neste ano, crescimento de 18% sobre o ano passado, segundo o Ibope. “Não adianta abrir novas lojas em mercados maduros, como Estados Unidos, Europa e Japão, onde as vendas deverão continuar fracas porque a economia desses países cresce em ritmo lento”, diz o consultor Douglas Carvalho, dono da Target Advisor, especializada em fusões e aquisições de empresas de moda. “Situação diferente da verificada no Brasil, onde a Gap é conhecida dos consumidores de alta renda e é uma marca aspiracional para os demais.”

Ao lado de China, Paraguai, Hungria e Costa Rica, o Brasil faz parte da lista dos mercados emergentes nos quais a rede está fincando sua bandeira. Com isso, a empresa, fundada em 1969, na descolada São Francisco, espera recuperar o antigo vigor em seu balanço. No período 2003-2012, as vendas das 3,4 mil lojas do grupo, que incluem as grifes Old Navy, Banana Republic, Piperlime, Athleta, Intermix e Gap, estagnaram na faixa dos US$ 15 bilhões. Movimento bem diferente daquele vivido por outras grifes, como a Zara e a sueca H&M, que cresceram estupendos 586% e 352%, respectivamente. A Gap havia ganho relevância na década de 1990 ao se firmar como a grife que entendia os jovens.


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“Os adolescentes passaram a ostentar aquele visual grunge, de camisetas e moletons mais largos, que permitem fazer manobras de skate”, diz Elias Frederico, professor da escola de negócios da FGV. Também foi uma das primeiras empresas a apostar nas calças cargo, com bolsos largos. O eficiente esquema de abertura de lojas nas principais cidades americanas, aliado ao preço competitivo e à durabilidade, completou a estratégia. Na década seguinte, no entanto, a Gap foi surpreendida pela onda do fast fashion, popularizado pela Zara e pela H&M. Trata-se do encurtamento do ciclo das coleções, com a troca constante das vitrines. “Tampouco a Gap conseguiu ser percebida como uma grife fashion”, afirma Stephanie Wissink, analista do banco americano de investimentos Piper Jaffray, de Mineápolis.

“Além disso, suas marcas Old Navy e Banana Republic começaram a canibalizar a própria Gap”, diz Margaret Bogenrief, sócia da consultoria ACM Partners, de Chicago. O maior equívoco do período foi a tentativa de mudar a tradicional logomarca com o Gap com um fundo azul-naval, em 2010. A ideia ficou em pé menos de uma semana e foi abandonada, pelo CEO Glenn Murphy, contratado em 2007 para fazer o turnaround na empresa. “A Gap só conseguiu sair de sua má fase quando retomou o que fazia de melhor: jeans e roupa básica”, diz Alberto Serrentino, sócio da consultoria GS&MD – Gouvêa de Souza. É exatamente em meio a esse período de volta às raízes e de retomada do crescimento que a Gap, que no passado obteve um lucro de US$ 1,1 bilhão, desembarca no Brasil.


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“Os adolescentes passaram a ostentar aquele visual grunge, de camisetas e moletons mais largos, que permitem fazer manobras de skate”, diz Elias Frederico, professor da escola de negócios da FGV. Também foi uma das primeiras empresas a apostar nas calças cargo, com bolsos largos. O eficiente esquema de abertura de lojas nas principais cidades americanas, aliado ao preço competitivo e à durabilidade, completou a estratégia. Na década seguinte, no entanto, a Gap foi surpreendida pela onda do fast fashion, popularizado pela Zara e pela H&M. Trata-se do encurtamento do ciclo das coleções, com a troca constante das vitrines. “Tampouco a Gap conseguiu ser percebida como uma grife fashion”, afirma Stephanie Wissink, analista do banco americano de investimentos Piper Jaffray, de Mineápolis.

“Além disso, suas marcas Old Navy e Banana Republic começaram a canibalizar a própria Gap”, diz Margaret Bogenrief, sócia da consultoria ACM Partners, de Chicago. O maior equívoco do período foi a tentativa de mudar a tradicional logomarca com o Gap com um fundo azul-naval, em 2010. A ideia ficou em pé menos de uma semana e foi abandonada, pelo CEO Glenn Murphy, contratado em 2007 para fazer o turnaround na empresa. “A Gap só conseguiu sair de sua má fase quando retomou o que fazia de melhor: jeans e roupa básica”, diz Alberto Serrentino, sócio da consultoria GS&MD – Gouvêa de Souza. É exatamente em meio a esse período de volta às raízes e de retomada do crescimento que a Gap, que no passado obteve um lucro de US$ 1,1 bilhão, desembarca no Brasil.


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As próximas da fila

As suecas Ikea e H&M estão entre as cotadas para abrir lojas no País. As americanas Forever 21 e Sears já aportaram

O utras marcas poderosas de varejo, além da GAP, estão de olho no mercado brasileiro. Muitas delas também são antigas conhecidas dos consumidores que viajam com frequência ao Exterior. Uma das que estudam a entrada no País é a sueca Ikea, conhecida por vender móveis de design arrojado a preços acessíveis. Na semana passada, a empresa confirmou o interesse em abrir lojas no País, mas sem revelar prazos e valores. Com um faturamento global de US$ 34,5 bilhões e presente em 40 países, a empresa tem direcionado os seus recursos para mercados emergentes. Só na Índia, vai investir US$ 2 bilhões para abrir 25 lojas. Aqui, deverá concorrer com a Tok&Stok e a Etna. A também sueca H&M, uma das líderes da revolução do fast fashion no varejo de vestuário, é constantemente mencionada por analistas de mercado como uma das candidatas a desembarcar no Brasil.


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Mas, até agora, não confirmou o desembarque. Já a Forever 21, grife americana de roupas jovens, deixou o campo das hipóteses e prepara a abertura de sua primeira loja, no Morumbi Shopping, em São Paulo. Os diretores da marca também negociam espaço em outros dois shoppings controlados pela Multiplan. Outra que já tomou a decisão de carimbar o passaporte no Brasil é a americana Sears, especializada em eletrodomésticos, eletroeletrônicos e ferramentas. Será um retorno, pois a rede atuou de 1949 a 1990, mas fechou as portas após registrar uma série de prejuízos. Com o sistema de franquias, o objetivo é ter 300 lojas em dez anos. A invasão das marcas estrangeiras ao varejo brasileiro não deve parar por aí.

A americana Abercrombie & Fitch também estaria a caminho. Com suas campanhas ousadas, a grife explodiu na década passada, repetindo o sucesso da Gap nos 1990 e o da H&M e a da espanhola Zara, nos anos 2000. Quer mais? A japonesa Uniqlo, que fez sucesso ao desenvolver um modo particular de fast fashion, baseado mais em tecidos tecnologicamente inovadores do que em cortes sofisticados, também pode abrir pontos de venda por aqui, para a alegria dos empresários do setor. “Estamos sendo contatados por várias empresas que querem um parceiro local, mas estamos focados na Tommy Hilfiger”, afirma Michel Sarkis, CEO da InBrands, empresa paulista que montou uma joint venture com a marca americana. A grife deve fechar o ano com cinco lojas próprias e oito franquias, além da presença em 800 redes multimarca.

Fonte (http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/129620_A+GAP+DESEMBARCA+NO+BRASIL)

pesquisadorbrazil
Sep 21, 2013, 3:07 AM
Pelo visto, cotadas para o Park Shopping (Multiplan) Forever 21 e GAP. Muito bom ter variedade e acabar com o mesmo arroz e feijão que estão nos shoppings das classes A e B.

Me informaram que a maior rede de lojas de brinquedos do mundo irá desembarcar no Brasil via Brasília, no shopping DF Century Plaza. A rede Toys R Us.

pesquisadorbrazil
Sep 22, 2013, 9:31 AM
A indústria do luxo agora invade o interior do Brasil

Cansadas de disputar clientes em shoppings de São Paulo, as empresas de luxo estão descobrindo o consumidor do interior do país — que, rico como nunca, quer mesmo é esbanjar


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O advogado Rezende e a noiva, Nathany: Ferrari e avião de 18 milhões de reais


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Desfile da Louis Vuitton: loja virtual para chegar aos rincões do Brasil

São Paulo - Mostrar que venceu na vida é a atividade predileta do advogado goiano Djalma Rezende. Aos 60 anos, tem um Porsche e uma Ferrari na garagem, um lustre de cristal Baccarat pendurado na sala e uma noiva de 22 anos, a estudante de direito Nathany Mendes, nos braços.

Em dezembro de 2012, ele se deu de presente um jatinho da italiana Piaggio Aero — marca que produz o avião da Ferrari —, avaliado em 18 milhões de reais. “Fui criado na roça e hoje faço questão de consumir o que há de melhor”, diz, com o orgulho típico dos novos-ricos.

Especialista em disputas de terra, Rezende fez fortuna ao atender fazendeiros e empresários da região. Entre seus clientes estão alguns dos empresários mais poderosos de Goiás, como Marcelo Henrique Limírio, fundador do laboratório Neo Química, e João Alves de Queiroz Filho, dono da empresa de bens de consumo Hypermarcas.

Até pouco tempo atrás, ele costumava — as agruras dessa vida! — ir a São Paulo ou a Miami para torrar seu dinheiro em roupas, joias e vinhos. Mas, de dois anos para cá, as coisas ficaram mais fáceis para Rezende. Sua região ganhou empórios, joalherias e butiques. Seu avião, por exemplo, foi comprado em Uberlândia, a 360 quilômetros de sua casa, em Goiânia.

“Encontro quase tudo por aqui. Até caixa de Château Pétrus já dá para comprar em Goiânia”, afirma, referindo-se a um dos vinhos mais caros do mundo. As empresas de luxo estão descobrindo o óbvio: o interior do país nunca foi tão coalhado de gente rica — e disposta a gastar e a ostentar de um jeito que pegaria mal em cidades grandes.

As vendas do mercado de luxo no Brasil triplicaram nos últimos sete anos. Chegaram a 20,7 bilhões de reais em 2012. A expectativa é que haja um crescimento de 10% a 20% ao ano até 2020, segundo a consultoria MCF. Mais de 40 grifes internacionais — como a francesa Hermès e a italiana Prada — começaram a operar no país desde 2009.

Nos primeiros anos, era natural que essas marcas se estapeassem para conquistar os maiores mercados do país, São Paulo e Rio de Janeiro. A construção de shoppings como Cidade Jardim e JK Iguatemi, em São Paulo, é um reflexo disso. Mas, com a concorrência apertando, fica mais difícil alcançar as metas de vendas impostas pelas matrizes. O jeito tem sido ir atrás dos ricaços do interior.

O estado de São Paulo ainda concentra 49% dos milionários brasileiros, mas é no interior e nas cidades médias que o número de ricos mais cresce, segundo um levantamento do banco americano Haliwell, especializado em gestão de fortunas. De acordo com as contas do Haliwell, o número de moradores do Centro-Oeste com pelo menos 1 milhão de dólares disponível na conta cresceu 10% nos últimos dois anos.

Em Cuiabá, o crescimento chegou a 23%. Cidades médias de outras regiões, como Porto Velho e Campina Grande, também estão entre as que mais ganharam milionários — em termos relativos, claro. Isso acontece porque, enquanto Rio de Janeiro e São Paulo têm uma economia diversificada e acabam refletindo o desempenho do PIB do país, o interior é influenciado por fenômenos locais.

O maior exemplo é a agropecuária, que cresceu 13% nos últimos 12 meses e tem feito sobrar dinheiro em diversos estados do país.

As empresas de luxo, como consequência, nunca atacaram em tantas frentes. Em outubro de 2012, o shopping RioMar, em Recife, foi inaugurado com lojas da inglesa Burberry e da alemã Hugo Boss. Em setembro, será aberto o Pátio Batel, em Curitiba, com a francesa Louis Vuitton e a joalheria americana Tiffany.

É um mundo novo para as grifes, que são obrigadas a inventar formas de se aproximar da clientela. Em março, a grife italiana Ermenegildo Zegna despachou para Recife um vendedor italiano para mostrar aos pernambucanos que a empresa sabe fazer ternos apropriados ao clima do Nordeste.

Os 30 ternos encomendados foram feitos na Itália e enviados de volta com uma etiqueta bordada com o nome de cada cliente. As marcas também passaram a organizar eventos para se apresentar aos novos-ricos. A primeira-dama de Goiás, Valéria Perillo, organizou, em junho, um desfile da joalheria Tiffany e da estilista americana Diane von Furstenberg para 350 convidados.

A Tiffany também escolheu a designer de interiores Leandra Gualberto para ser sua embaixadora em Goiânia. No fim de agosto, ela reuniu em sua mansão 80 socialites, que puderam comprar por 300 reais chaves premiadas que abriam dez caixas de joias cedidas pela Tiffany. O dinheiro foi doado para caridade — fazer caridade pega bem entre as socialites.

Para chegar a essas novas regiões, as empresas enfrentam dificuldades notórias. A marca suíça de relógios Jaeger Le-Coultre criou uma espécie de comércio eletrônico personalizado. Se alguém no interior quer comprar um relógio da grife, o vendedor entra num avião em São Paulo e vai até ele (essa trabalheira toda só faz sentido porque cada relógio custa pelo menos 20 000 reais).

Para diluir seus custos, a fabricante italiana de iates Ferretti, que vende barcos de até 50 milhões de reais, fechou parcerias para oferecer em suas lojas carros da Rolls-Royce, imóveis e relógios suíços. Já a Louis Vuitton, com sete lojas no país, adotou outra estratégia: lançou sua loja virtual em agosto para alcançar consumidores em regiões isoladas.

“O Brasil é grande demais, não faz sentido para uma grande marca de luxo pensar apenas em São Paulo”, diz Gabriele Zuccarelli, sócio da consultoria Bain & Company. Consumidores como Djalma Rezende vão continuar a aparecer. Sorte das grifes — e de revistas que, como EXAME, precisam de boas fotografias para ilustrar suas reportagens sobre luxo.

Fonte (http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1049/noticias/riqueza-e-luxo-para-exibir?page=1)
Fonte (http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1049/noticias/riqueza-e-luxo-para-exibir?page=2)

MAMUTE
Sep 23, 2013, 4:59 PM
Luxo é um setor sem crise



O mercado de luxo quase triplicou no Brasil nos últimos três anos, puxado principalmente por cidades do interior


Design: Juliana Pimenta
http://exame.abril.com.br/infograficos/includes/revista-exame/1049/consumo-mercado-de-luxo/img/infografico-consumo-luxo.jpg?123




Fonte: Haliwell Bank, MCF Consultoria e GfK Brasil
http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1049/noticias/luxo-e-um-setor-sem-crise

pesquisadorbrazil
Oct 15, 2013, 8:42 PM
Sueca H&M se prepara para operar no Brasil

A rede sueca de moda acessível H&M já está em busca de espaços comerciais para montar operação no Brasil no ano que vem. A Folha apurou que a rede está mirando, primeiramente, uma loja de rua na avenida Paulista.

A ideia é inaugurar cinco lojas nos primeiros doze meses, incluindo pontos em shoppings. Para ganhar escala, a empresa planeja chegar a 15 ou 20 lojas nos primeiros anos. Para o médio prazo, serão pelo menos 40 lojas.

A estratégia de iniciar operações pela avenida Paulista, e não em um shopping de luxo, como têm feito concorrentes globais que desembarcaram recentemente, é se posicionar como mais popular.

A empresa deve vir com uma estratégia de preços inferiores aos de marcas como GAP e Topshop.

http://i766.photobucket.com/albums/xx309/pesquisadorbsb10/hampm_zpsb7017c00.jpeg (http://s766.photobucket.com/user/pesquisadorbsb10/media/hampm_zpsb7017c00.jpeg.html)
Karl-Johan Persson, presidente da H&M, durante a divulgação de resultados da empresa

As duas, apesar de serem tão populares como H&M lá fora, optaram por iniciar operações no país no JK Iguatemi, em São Paulo, considerado um shopping de luxo.

A Paulista tem atraído cada vez mais varejistas, que aos poucos estão mudando a cara da avenida, mais conhecida por abrigar bancos e escritórios de empresas.

Depois de Fnac, Lojas Marisa e Renner, a Riachuelo planeja abrir uma grande loja de seis andares na esquina da Paulista com a rua Haddock Lobo, no início de 2014.

A Folha apurou que a americana Forever 21, que em breve deve inaugurar sua primeira loja no país, no shopping Morumbi, também tem procurado espaço para locação na avenida Paulista.

Além de disputar de frente com as gigantes nacionais, a estratégia de iniciar a operação na Paulista visa aproveitar a grande visibilidade que é expor a marca na vitrine de uma avenida que recebe 1,5 milhão de pessoas por dia.

ESPECULAÇÃO

A operação brasileira da H&M tem sido alvo de especulação há mais de cinco anos. Mas os planos começaram a se materializar depois que a rede fincou o pé na América Latina em março deste ano, com a abertura da operação chilena.

A inauguração chilena foi um sucesso: 2.500 fizeram fila de mais de 12 horas esperando a abertura da loja.

Procurada por meio da assessoria no Chile, a H&M não quis comentar e disse apenas que não há informação oficial sobre uma possível abertura no Brasil. Os próximos mercados já oficializados pela empresa são Austrália e África do Sul.

Presente em 53 países com cerca de 3.000 lojas, a H&M é uma das maiores varejistas globais da chamada moda rápida ou acessível.

A empresa tem focado sua estratégia de crescimento na expansão internacional. Só no ano passado foram abertas 304 lojas e inaugurados cinco mercados.

A meta da empresa, divulgada em balanço, é aumentar em de 10% a 15% ao ano o número de lojas.

RAIO-X

Origem
Suécia, 1947

Número de lojas
3.000

Funcionários
104 mil

Receita bruta (em 2012)
R$ 44,2 bilhões (141 bilhões de coroas suecas)

Lucro (em 2012)
R$ 5,2 bilhões (16,9 bilhões de coroas suecas)

Principais concorrentes
Zara, C&A,Uniqlo, GAP

Fonte: empresa

Fonte (http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/10/1356661-sueca-hm-se-prepara-para-operar-no-brasil.shtml)

pesquisadorbrazil
Oct 18, 2013, 10:07 PM
H&M no Brasil, com tudo e mais um pouco!

http://i766.photobucket.com/albums/xx309/pesquisadorbsb10/hem_zps58d6e6fb.jpg (http://s766.photobucket.com/user/pesquisadorbsb10/media/hem_zps58d6e6fb.jpg.html)

São anos que envolvem o burburinho em torno da chegada da H&M no Brasil. A marca acaba de se pronunciar e promete abrir sua primeira loja brasileira em 2014. Entre os planos, estão a abertura de cinco lojas em um ano e, depois, a médio prazo, de um total de 40 espaços próprios. Sonda-se que as cidades que serão contempladas inicialmente são: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Brasília. Será? O tempo dirá…

Fonte (http://portaldorodeiro.com.br/cr1/hm-no-brasil-com-tudo-e-mais-um-pouco/)

MAMUTE
Oct 19, 2013, 1:19 AM
Shopping dá dinheiro: BR Malls fatura 5 bi no 3º trimestre


Maior empresa de shoppings do Brasil registrou taxa de ocupação média de 97,6% no período


Divulgação
http://exame0.abrilm.com.br/assets/images/2011/3/24927/size_590_brmalls-1.jpg?1298996752
Norteshopping, no Rio: BR Malls libera balanço no próximo dia 12

Maior empresa de shoppings do Brasil, a BR Malls divulgou ontem a prévia de seu desempenho no terceiro trimestre. Pelo visto, o negócio continua dando dinheiro – uma vez que a companhia anunciou faturamento de 5,2 bilhões de reais com vendas no período.

O valor é 11,5% do que aquele registrado um ano atrás. Além disso, a taxa de ocupação média dos empreendimentos administrados pela empresa de julho a setembro foi de 97,6%.

"Dos 51 shoppings que detínhamos participação, 24 apresentaram mais de 99% de ocupação", informa comunicado divulgado pela companhia. O balanço completo da BR Malls só sai no próximo dia 12. Mas sua prévia foi bem recebida pelas corretoras de mercado.

Corretoras

"Este resultado representa um significante ganho real de 5% acima da inflação", afirmaram Dan McGoey e Paola Mello em relatório da Citi.

De acordo com informe da ItaúBBA assinado por David Lawant, Enrico Trotta & Ariel Amar, os números robustos são um reflexo das inaugurações e aquisições realizadas pela BR Malls no período.

Para Eduardo Silveira e Gabriel De Gaetano, da corretora portuguesa Banco Espírito Santo, os números representam um alívio após os maus resultados do segundo trimestre em função da onda de protestos no Brasil.








http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/shopping-da-dinheiro-para-br-malls-foram-5-bi-no-3o-trimes

pesquisadorbrazil
Oct 20, 2013, 2:24 AM
Eu li um artigo em 2010, dando conta que a BRMalls tinha intenção de administrar shoppings em todas as cidades sede da COPA 2014. Pelo visto não irão cumprir a promessa.

pesquisadorbrazil
Nov 2, 2013, 1:13 AM
Bloomin' Brands compra controle do Outback Brasil

A Bloomin' Brands, dona do Outback Steakhouse no mundo, comprou o controle das operações brasileira da rede de restaurante e passou a ter 90% de participação no negócio.

De acordo com Elizabeth Smith, presidente do conselho da Bloomin, a aquisição reflete o compromisso da companhia com a estratégia de expansão global em países com potencial de crescimento e sucesso.

"O excepcional trabalho de liderança realizado pela equipe brasileira, o plano de crescimento, cultura, princípios, crenças, compromisso com a qualidade e o comprometimento com o atendimento dos clientes serão mantidos”, afirmou Elizabeth, em comunicado.

Os executivos Peter Rodenbeck, presidente do Outback Steakhouse e responsável por trazer a marca ao Brasil, e Salim Maroun, presidente do Outback Steakhouse Brasil, continuarão no comando da operação brasileira da rede.

"O Outback cresceu no Brasil como uma marca querida e admirada, e o espírito empreendedor de todos que trabalham conosco é um dos principais ingredientes de nosso sucesso", afirmaram os executivos, em nota.

O Outback Brasil deve encerrar o ano com 50 unidades no país e mais de 5.500 colaboradores. A operação deve ser confirmada até a próxima semana.

A Bloomin 'Brands figura como um das maiores companhia de casual dining do mundo. Além do Outback, a empresa é dona de marcas como Fleming’s Prime Steakhouse & Wine Bar, Bonefish Grill, Carrabba’s Italian Grill e Roy’s.

Atualmente, a empresa possui cerca de 1.500 restaurantes nos Estados Unidos, Puerto Rico, Guam e outros países.

Fonte: Exame

Fonte (http://www.gsmd.com.br/pt/noticias/food-service/bloomin-brands-compra-controle-do-outback-brasil)

pesquisadorbrazil
Nov 2, 2013, 1:15 AM
Finalmente a Outback Steakhouse vai expandir mais rápido, quando conversei na inauguração do Outback do Iguatemi, a sócia proprietária me falou que a rede iria expandir mais rápido com a compra total da Outback no Brasil, e quando isso ocorresse, a empresa iria estreiar com a bandeira Carrabbas Italian Grill no Brasil, e adivinha aonde será a primeira loja do Brasil? Nem preciso falar né. Agora a rede vai para Sudoeste, Noroeste, Alphaville, Jardim Botânico entre outros bairros que tiverem público de classe A/B. Tanto lojas de rua quanto lojas de shopping.

pesquisadorbrazil
Nov 10, 2013, 7:17 AM
Do Sul a Brasília

Um shopping center no Nordeste ainda não entrou nos planos da Iguatemi.

"Não estamos no Rio, em Minas e no Paraná. Nossa estratégia é do Sul a Brasília, onde ainda temos espaço a preencher", diz Rodolpho Freitas, vice-presidente comercial. "Recife não está no nosso 'target'."

A capital do país, afirma, é um mercado para shoppings melhor do que o Rio --onde a companhia ainda não se estabeleceu.

"Brasília tem uma distribuição de renda melhor. O shopping lá cresce em média de 20% a 30% ao ano. Há 20 grifes estrangeiras -- muitas foram para lá antes do Rio e levaremos outras."

O interior de São Paulo, para onde a empresa tem voltado suas baterias, continua no radar. O interesse está em cidades de no mínimo 500 mil habitantes em uma região macroeconômica de 2 milhões a 4 milhões de pessoas.

Todos os novos empreendimentos nascem de uso misto, com duas torres, como em Ribeirão Preto, ou quatro edifícios, como no de São José do Rio Preto, que abrirá em 2014.

Há um mês, a empresa inaugurou seu primeiro outlet, em Nova Hamburgo (RS), com 20 mil m² de área locável. "É um piloto. Pensamos em outras regiões."

Fonte (http://www1.folha.uol.com.br/colunas/mercadoaberto/2013/11/1369359-empresa-paulista-investe-r-160-mi-em-alagoas.shtml)

pesquisadorbrazil
Nov 15, 2013, 8:07 PM
Como transformar uma moto num negócio milionário

Ricardo Alves tinha uma CB 400. Que trocou por um açougue. Que se tornou um restaurante. E que virou a Griletto, rede de alimentação que fatura R$ 150 milhões

http://i766.photobucket.com/albums/xx309/pesquisadorbsb10/griletto1_zps5335ae86.jpg (http://s766.photobucket.com/user/pesquisadorbsb10/media/griletto1_zps5335ae86.jpg.html)
Alves na Griletto do shopping Boa Vista, em São Paulo: 150 lojas e planos para abrir mais 40 em 2014 (Foto: Alexandre Severo)

Ricardo José Alves, 41 anos, é um descendente de portugueses que foi praticamente criado dentro da padaria da família, no município de Mairinque, a 70 quilômetros de São Paulo. Ajudava a fazer os pães de manhãzinha, a entregar os produtos de porta em porta em uma Kombi e a fechar o caixa do negócio, à noite. Tomou gosto pelo empreendedorismo. Aos 13 anos, montou um carrinho que vendia cachorro-quente e lanches na saída dos bailinhos da cidade, nos fins de semana. Foi o começo de uma série de pequenos negócios que permitiram a compra de uma moto, logo após tirar a carteira de motorista. “Era uma Honda CB 400 usada, mas impecável”, diz. “No fim dos anos 80, era uma das motos mais cobiçadas.” Alves jamais imaginaria que a cobiçada “cebê” o levaria tão longe: graças a ela, ele se tornou dono de uma das maiores franquias de restaurantes do país, a Griletto, com 150 lojas e R$ 150 milhões de faturamento.

Foi assim. De olho na magrela de Alves, um amigo, dono de um açougue, propôs uma inusitada troca: ficaria com a CB e entregaria seu estabelecimento, que não andava nada bem. Alves topou, meio de supetão, mas logo viu que tinha se metido numa enrascada. “Eu não entendia nada de carne, não sabia diferenciar uma picanha de uma maminha. No primeiro dia após a troca, fiquei olhando as carnes e pensei: ‘acho que fiz besteira’.” Como não dava para desfazer o trato, o jeito foi tocar em frente. Ele estudou o ramo, conversou com funcionários e clientes, fez contato com fornecedores, aplicou seus conhecimentos de padaria e, aos poucos, fez a casa crescer. Nesse processo de ajustar a operação do açougue descobriu que vender para restaurantes era um ótimo negócio: eles compravam mais e pagavam em dia. Em pouco tempo, o ex-dono da CB tinha sete açougues espalhados pelas cidades da região.

Esses bons tempos, porém, foram ficando para trás. Os restaurantes começaram a comprar diretamente dos frigoríficos, imbatíveis em preço, enquanto as donas de casa passaram a preferir a praticidade da carne vendida nos supermercados. Em uma tarde de chuva, quando não entrou um único cliente para comprar carne na loja, ele percebeu que teria de mudar de ramo. O salto para a área de restaurantes foi natural. Mais ainda: se a chuva atrapalhava o movimento, o mais lógico seria montar uma loja em um local coberto. Um shopping center. Alves vendeu os açougues e usou o dinheiro para criar o projeto de um restaurante próprio. Foi o começo da Griletto, que abriu a primeira unidade em 2004, num shopping em Itu (SP).

Depois de muita trabalheira – Alves chegou a rodar 115 mil quilômetros no primeiro ano para encontrar novos pontos –, o número de lojas espalhadas pelo interior paulista chegou a 12. O salto veio em 2008, quando contratou uma consultoria para transformar a marca em franquia. Embalada por novos investidores, a rede cresceu numa velocidade impressionante. Em 2011, eram 60 lojas. Hoje, é mais que o dobro disto.


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O açougue, trocado pela moto, ia de mal a pior. Alves ajeitou a casa, abriu filiais, vendeu e partiu para os restaurantes (Foto: Divulgação)

Mão na massa

Alves estudou só até o ensino médio, mas é do tipo que gosta de aprender na prática. Além dos treinamentos e cursos nas áreas de franquias e direito, ele gosta do dia a dia dos negócios. A mais importante das lições que aprendeu nos últimos anos? Delegar. “Eu era muito centralizador, do tipo que ficava nas lojas das 4 da manhã à meia-noite para controlar tudo”, diz. “Até que percebi que, ou delegava, ou não iria crescer.”

Para 2014, a previsão é atingir as 190 lojas, o que significa inaugurar mais 40 pontos, especialmente em Brasília, Maranhão e Rio de Janeiro. Uma das estratégias é abrir as unidades bem ao lado da principal concorrente, a rede Giraffas. “Acredito que assim as pessoas consigam comparar as redes mais facilmente”, diz. “Quero que vejam nossos diferenciais em qualidade, com preço competitivo.” A rede usa carne in natura na maior parte do cardápio, enquanto o mercado ainda privilegia o produto processado. A Griletto também costuma comprar pontos comerciais em shoppings ainda na planta, para ficar com as melhores localizações. Mais tarde, esses pontos são repassados aos franqueados. Segundo Alves, o “peso” da rede consegue jogar para baixo o preço das luvas exigidas pelas administradoras de shoppings.

Internamente, uma das preocupações é com treinamento. Os recém-contratados passam pela universidade digital para aprender as regras corporativas via internet. Alves afirma ser exigente também em relação ao perfil dos franqueados. Muitos são descartados logo de cara, como no caso do camarada que queria montar uma unidade para a amante. “Não adianta ganhar dinheiro com a taxa de franquia se há o risco de arranhar a imagem da marca”, diz. E não é pouco dinheiro envolvido: somando ponto comercial, luvas, equipamento, taxas e equipe, uma nova unidade custa de R$ 800 mil a R$ 1 milhão. O faturamento médio mensal é de R$ 120 mil, com margem de lucro na faixa dos 15%.

Parece muito? Alves acha que dá pra voar mais alto. A Griletto inaugura nos próximos meses suas primeiras lojas fora de shopping centers. Uma será no novo terminal do aeroporto de Viracopos, em Campinas, e outra na rodoviária do Tietê, na capital paulista. A ideia é que os novos pontos tenham modelos diferenciados, com funcionários bilingues e café da manhã. Lojas de rua também estão na mira. “É uma forma de crescer mais rápido, pois não ficaremos amarrados ao ritmo de abertura de shoppings.” Ah, sim: Alves não teve mais notícias da velha CB e diz que nem pensa em andar novamente de moto. O dia a dia pilotando 150 lojas já produz uma dose suficiente de adrenalina.

Fonte (http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Resultados/noticia/2013/11/como-transformar-uma-moto-num-negocio-milionario.html)

pesquisadorbrazil
Nov 15, 2013, 8:08 PM
Olha vai ser dificil se igualar ao Giraffas, não é impossivel, mais em relação a Brasília, só se entrar em todos os novos shoppings e partir para lojas de rua. E mesmo assim, chegar a 80 lojas, sei não.

pesquisadorbrazil
Nov 18, 2013, 6:57 PM
Belthia chega ao Brasil para atender mercado de enxovais de luxo

Após ter se instalado em 20 países pelo mundo como Espanha, França, Inglaterra, Itália, Estados Unidos, México, Dubai e África do Sul, a portuguesa Belthia, grife de luxo especializada em roupa para cama, mesa e banho, decidiu investir em sua primeira filial brasileira na cidade de São Paulo, no D&D Shopping. Com investimento de R$ 3,5 milhões, a expectativa é de faturar R$ 12 milhões no primeiro ano de atividade nesse ponto comercial.

A marca, com mais de 30 anos de existência, deve inaugurar mais três filiais na cidade, duas no próximo mês de dezembro, e a quarta unidade no início de 2014. Depois será a vez das interioranas, Ribeiro Preto e Campinas, além das capitais Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília.

Influenciada pelas grandes mostras e feiras de alto padrão, que têm colocado a capital paulista no calendário mundial dos grandes eventos de decoração, a empresária Helena Carneiro Martins decidiu apostar no novo conceito que o brasileiro tem de morar com conforto. "Pensamos em trazer a marca para o Brasil porque aqui há espaço para grifes com a qualidade da Belthia. Muitos brasileiros compram nossos produtos nos Estados Unidos e Europa, isso reforçou a nossa expectativa de atuação no País", diz Helena.

A empresária também levou em consideração os números apresentados na pesquisa do Digital Luxury Group - companhia europeia de estratégia e marketing digital - que apontou o crescimento de 24% nas vendas do mercado de luxo brasileiro, movimento equivalente a US$ 12 bilhões. "É um País em expansão e neste momento está contrariando a maior parte do mercado estrangeiro que, em razão da crise econômica, ainda está parado", afirma.
Segundo ela, exportar os produtos para distribuidores nacionais não seria a melhor opção diante do plano de divulgação da marca, porém todas as peças comercializadas aqui serão fabricadas em Portugal.

Sobre montar uma fábrica no Brasil a empresária prefere ser cautelosa. "Vamos observar como o mercado deve reagir a médio e longo prazo para pensar em um novo investimento" diz.

Os produtos da loja paulistana custam entre R$ 51 e R$ 10 mil e são fabricados em linho ou algodão egípcio com 500, 800 e 1000 fios. As peças possuem nanotecnologia e acabamento exclusivo da marca.

Fonte: DCI

Fonte (http://mallnodiva.blogspot.com.br/2013/11/belthia-chega-ao-brasil-para-atender.html)

pesquisadorbrazil
Nov 19, 2013, 8:43 AM
Décathlon planeja produzir mais no Brasil


Não são 100 metros rasos, mas sim uma corrida de fundo. É dessa forma que a francesa Décathlon - uma das maiores varejistas de artigos esportivos do mundo - define sua estratégia em relação ao Brasil, onde a empresa vem progressivamente ampliando suas atividades. Nos últimos doze meses, quatro lojas foram abertas: Rio, Curitiba, São José (SC) e Florianópolis. A expansão inclui ainda uma unidade em Goiânia a ser inaugurada em dezembro e representará a 16ª loja no Brasil. A implantação em cidades como Belo Horizonte, Brasília, Vitória, Porto Alegre ou ainda Caxias do Sul estão em estudo.

A Décathlon, presente em 20 países com 672 lojas (cerca de 50 inauguradas neste ano), não é apenas um revendedor de grifes como Nike ou Adidas. A empresa reúne 21 marcas próprias, uma para cada atividade esportiva, que representam, em termos mundiais, 65% do faturamento de € 6,3 bilhões. No Brasil, onde instalou-se em 2001, com uma primeira loja em Campinas (SP), as marcas próprias - como Domyos, de roupas e equipamentos de ginástica, musculação e esportes de combate - representam mais da metade das vendas, segundo Dominique Thomas, presidente da Décathlon no Brasil.

Há quase um ano e meio, Thomas, até então CEO mundial da Décathlon, passou a comandar a filial brasileira. A meta desse corredor de maratona de 51 anos, apaixonado por futebol, ski e alpinismo, é aplicar no Brasil o conceito que representa o DNA da Décathlon e a tornou célebre na Europa: produtos com inovações tecnológicas - como uma barraca de camping que se arma em dois segundos, tão facilmente como um guarda-chuva automático - a preços bem acessíveis.

Para isso, o reforço da produção local das marcas próprias se tornou um pilar da estratégia em relação ao Brasil, único país no continente americano onde a Décathlon está presente. Atualmente, 20% dos volumes vendidos já são fabricados no Brasil por terceirizados (80% do total são artigos têxteis). A empresa iniciou também a produção nacional de bicicletas de sua marca B'Twin e vai fabricar em breve cardiofrequencímetros da marca Geonaute, que, segundo Thomas, serão vendidos por quase a metade do preço atual no mercado brasileiro.

"Os artigos esportivos no Brasil são um dos mais caros do mundo. As grandes marcas internacionais custam o dobro ou até o triplo em relação à Europa. Quanto mais o mercado for ampliado, os preços serão mais baixos", disse Thomas ao Valor. O objetivo, diz ele, é que a produção da Décathlon no Brasil represente entre 50% e 60% do volume das vendas nos próximos três a seis anos.

"Isso vai depender do número de novas lojas, que permitirá ter um volume de vendas suficiente e, com isso, maior capacidade de produção para interessar mais parceiros fabricantes", afirma. Na prática, com mais lojas e maior volume de produção local, a Décathlon espera oferecer preços mais baixos do que os das indústrias brasileiras do setor. Em 2014, duas ou três novas lojas deverão ser abertas no Brasil, nas regiões Sul e Centro, diz Thomas, sem revelar os nomes das cidades.

Mas a Décathlon não visa abrir unidades no Brasil a um ritmo desenfreado. "É uma maratona, não uma corrida rápida. Queremos ter mais lojas a cada ano, mas é preciso manter um nível de crescimento do faturamento segundo o conceito do mesmo número de lojas do período", afirma o executivo. Nos últimos três anos, as vendas no Brasil, considerando-se o mesmo número de lojas, cresceram de 7% a 8%, diz Thomas.

A longo prazo, a meta é criar no Brasil uma rede de cerca de 60 ou 70 lojas, diz o presidente, o que dependerá da evolução das vendas no país nos próximos anos.

A Décathlon foi criada em 1976 par Michel Leclercq, primo do fundador do grupo de supermercados Auchan. A primeira unidade, aberta em Anglos, nos arredores de Lille, no norte França, havia criado um conceito inédito na Europa: uma loja que reunia no mesmo local produtos para diferentes atividades esportivas - na época eram 10 esportes, daí o nome Décathlon, hoje são várias dezenas. O foco, desde o início, foi o de uma clientela ampla, com produtos para toda a família, e não algo reservado à elite ou aos atletas, com um modelo de varejo semelhante ao dos supermercados.

A expansão dos negócios deu-se a partir de 1997, quando a empresa lançou suas primeiras marcas próprias, a Quechua, para esportes de montanha, e a Tribord, para os aquáticos. E começou a investir na tecnologia e inovação de seus produtos. "Deixamos de ser apenas vendedores de artigos esportivos. Controlar todo o processo de fabricação, desde a criação do produto até a venda, permite reduzir custos e garantir preços acessíveis", disse ao Valor Philippe Dourcy, diretor de comunicação do grupo Oxylane, dono da companhia desde 2008.

O Oxylane tem 21 marcas próprias esportivas e 12 marcas de componentes para equipamentos, além de outras redes de lojas de menor porte na França, que vendem artigos para apenas um ou dois esportes e consideradas "testes de varejo".

Com 55 mil funcionários e faturamento de € 7 bilhões no ano passado (a Décathlon representa 90% desse total), o grupo Oxylane também possui 4 fábricas próprias - China, Marrocos (têxteis), Lille, na França (bicicletas) e Romênia. Seu centro de pesquisas tem 530 engenheiros e 130 designers.

Anualmente, a Décathlon lança, em média, quase 3 mil produtos. A empresa também tem parcerias com 60 laboratórios e universidades internacionais. "A prática do esporte evolui. Os artigos esportivos terão cada vez mais tecnologia. Ela deve ser de fácil uso e barata", afirma Dourcy.

Entre os próximos lançamentos da Décathlon estará um smartphone para passeios na natureza (à prova de água, lama ou choques), que permite medir o pulso e a velocidade de caminhada, e também um bracelete que se conecta a um fone de ouvido e permite nadar ouvindo música e contar, ao mesmo tempo, o total de braçadas e a distância percorrida.

A inovação pode ser um trunfo contra a crise. Em 2012, as vendas na França (43% da receita global do grupo) cresceram 5%. Dourcy diz que a Décathlon tem sentido o impacto da conjuntura atual, principalmente em países como Espanha (100 lojas), Itália (mais de 80 unidades) e Portugal, o que vem levando a uma redução nos preços.

A Décathlon já está presente em boa parte da Europa: neste ano, foi a vez da Bulgária ganhar sua primeira loja. A estratégia é "concentrar os esforços" no Brasil, Rússia, China e Índia. "Os países dos Brics são uma prioridade na estratégia do grupo", afirma Dourcy. No Brasil, o plano de expansão ainda deverá passar por várias partes do país, com novas lojas.

Fonte (http://www.valor.com.br/empresas/3340814/decathlon-planeja-produzir-mais-no-brasil#ixzz2l0uxedPv)

pesquisadorbrazil
Nov 19, 2013, 8:45 AM
Como havia antecipado, a loja em Brasília será ao lado da Leroy Merlin Brasília Norte, perto da Água Mineral.

pesquisadorbrazil
Nov 19, 2013, 9:05 AM
Relógio Omega – Lançamento

A marca de relógio Omega, uma das mais famosas no mundo, informou que irá realizar um lançamento especial inspiradas no Rio para 2015 e 2016. Mas até lá, você conhece o lançamento do Seamaster Aqua Terra, com pulseira de couro e bem elegante.

http://i766.photobucket.com/albums/xx309/pesquisadorbsb10/omega1_zpsb013fbdc.jpg (http://s766.photobucket.com/user/pesquisadorbsb10/media/omega1_zpsb013fbdc.jpg.html)

A Omega abriu no Brasil 3 butiques para facilitar o acesso dos brasileiros à marca mundialmente conhecida. Duas foram abertas no Rio – Shopping Leblon e Village Mall e outra em São Paulo – Shopping Cidade Jardim, além dessas está previsto uma nova loja para Brasília.

http://i766.photobucket.com/albums/xx309/pesquisadorbsb10/omega2_zps4fa1e0c7.jpg (http://s766.photobucket.com/user/pesquisadorbsb10/media/omega2_zps4fa1e0c7.jpg.html)

Além do modelo Seamaster Aqua Terra, você pode ficar por dentro de outros modelos da marca de relógio Omega para ver qual mais combina com seu estilo. Com certeza você irá encontrar um modelo do seu agrado já que a marca possui uma vasta linha de relógios para homens.

http://i766.photobucket.com/albums/xx309/pesquisadorbsb10/omega3_zpsc8ca302b.jpg (http://s766.photobucket.com/user/pesquisadorbsb10/media/omega3_zpsc8ca302b.jpg.html)

Fonte (http://luciofunaro.com/relogio-omega-lancamento/)

pesquisadorbrazil
Nov 19, 2013, 9:05 AM
Será que essa loja será mesmo no Iguatemi Brasilia?

pesquisadorbrazil
Nov 21, 2013, 5:41 AM
A explosão do luxo no novo Brasil

Carlos Ferreirinha, um dos principais especialistas sobre mercado de luxo na América Latina, antecipa neste artigo temas que tratará em workshop no Sul

Definitivamente o Brasil deixou de ser o país dos poucos ricos, da baixa densidade de classe média e do grande volume de pobres. E este movimento, que muitas vezes é silencioso, tem transformado o País e - o que é mais interessante - não somente nos centros tradicionais, mas principalmente, nas regiões que até bem pouco tempo sequer considerávamos capazes de surpreender pelo consumo aspiracional ou até mesmo pelo consumo ora pautado e focado exclusivamente para os ricos tradicionais. Já temos no Brasil a maior concentração do mundo de helicópteros sobrevoando uma cidade urbana como São Paulo e isso faz com que tenhamos ultrapassado a poderosa Nova York. E o que dizer de Recife, no nordeste – região da seca, da fome, da miséria ter se tornado a cidade com o maior consumo de whisky red label Johnny Walker do mundo? O mesmo nordeste abriga hoje o empreendimento comercial Riomar do grupo JCPM, se tornando responsável em ser o primeiro empreendimento comercial a levar operações diretas de marcas de Luxo poderosas como Burberry, Hugo Boss, Prada, Ferragamo, Gucci. E neste mesmo nordeste a onipresente marca de luxo M.A.C tem um dos mais expressivos resultados de vendas na região da América Latina.

Macaé, a cidade que até bem pouco tempo nem mesmo os cariocas conheciam, se tornou o mais relevante incremento percentual de metro quadrado no mercado imobiliário. Ribeirão Preto no interior de São Paulo, teve recentemente a abertura do brilhante Shopping Iguatemi e, com ele, a marca Diane Von Fustemberg chegou ao interior. A Barra da Tijuca no Rio de Janeiro era até muito pouco tempo atrás apenas o local do emergentes, seja lá o que este termo significava, e era até mesmo usado de forma pejorativa. Entretanto, nesta parte do Rio, o Village Mall abriu as portas quebrando o tabu que marcas do Luxo tradicionais jamais operariam se não fosse no Rio da zona sul, Leblon e Ipanema. A Ilha de Florianópolis, repito a Ilha, tem no período de dezembro a março um dos melhores resultados de consumo de champagne e não importa se isso é sazonal – melhor que seja do que não ser em nenhum momento do ano. E Curitiba, no mesmo sul do Brasil, recebeu de braços abertos o empreendimento Shopping Patio Batel e, com essa abertura, celebrou a chegada da maior marca de luxo do mundo, a Louis Vuitton, nesta parte do país.

Mas, não se pode deixar de lado o incremento significativo de consumo de vodcas “upper Premium” como Belvedere, Ciroc e Grey Goose no Rio de Janeiro, cidade até então afastada do consumo de destilados premiums. Esse mesmo Brasil tem sido o país de lançamentos imobiliários de alto padrão no Maranhão, no Piauí, em Fortaleza, em João Pessoa. E não são lançamentos para turistas, como no passado, mas para os locais, ou seja, brasileiros que residem nestas regiões que mudaram (e muito) o padrão de consumo e a renda disponível. O Brasil dos novos ricos, o Brasil dos ricos tradicionais e o Brasil dos novos ricos oriundos de classe média revolucionaram, e muito, o nosso mercado.

Até o ano passado o Brasil liderava o número de novos ricos no mundo. Chegamos a produzir quase que 19 milionários ao dia. E o mais impressionante, e até mesmo fascinante, é o fato de que quase metades destes novos ricos possuem menos de 35 anos de idade. País jovem, com jovens ricos e poderosos. E o resultado disso tem sido o sucesso dos brasileiros endinheirados no consumo de luxo global. Em menos de cinco anos os brasileiros se inscreveram entre os cinco melhores consumidores de luxo no mundo e, para algumas marcas, o segundo melhor. Já somos líderes de consumo em Luxo em cidades como Miami e nos situamos entre os três melhores em todo o mercado dos EUA. E isso sem falar do susto que temos dado na França por exemplo, onde operações tradicionais, como a ilustre Gallerie LaFayette, já encontram no consumo dos brasileiros o maior crescimento entre todos os clientes mundiais. E tem mais. A Ferreti, celebrada marca de italiana de iates e lanchas, já possui fábrica no Brasil para atender a demanda, a primeira no mundo. E montadoras como BMW, Audi e Mercedes anunciaram o retorno da fabricação no Brasil. Registre-se, ainda, que a brasileiríssima Embraer segue feliz comercializando aviões particulares para os brasileiros de todo o País. Sim, os ricos, ricos!

Os ricos da classe média tornaram o Brasil o maior consumidor de perfumes e cosméticos do mundo. O Brasil se converteu no mais importante mercado para investimento de todas as marcas e grupos mundiais deste segmento. Viramos o quarto maior consumidor de chocolates e esta nova classe entusiasmada de consumo, a classe média do “C” e do “B”, lideram o consumo de óculos escuros solares das marcas de luxo, de azeite premium e de vinhos importados. Em menos de cinco anos as principais marcas de luxo do mundo chegaram ao Brasil. E a partir do próximo ano veremos a chegada triunfal em nosso país das marcas que considero “premium based” – ou seja que não são de luxo, mas usam o esse modelo para se aproximar dos clientes – o chamado muitas vezes “novo luxo”. Gap, Forever 21, Victoria Secrets, Banana Republic e Guess se movimentam - e rapidamente. A cereja do bolo foi o superpoderoso grupo L’Oreal comprar a operação gaúcha Empório Body Store para usar os pontos de venda para a chegada de uma de suas operações que o brasileiro adora: The body Shop, que até então não estava no mercado brasileiro.

O Brasil dos novos tempos! O Brasil dos brasileiros que têm mudado e alterado o padrão de consumo. A verdade é que do Oiapoque ao Chuí a chamada “premiumnização” acontece, tornando os brasileiros mais sofisticados e exigentes. Estão todos prestando atenção neste movimento?

Carlos Ferreirinha é fundador e presidente da MCF Consultora, especializada no negócio do luxo. Seu Workshop será nos dias 30 e 31 de outubro no Hotel Sheraton, em Porto Alegre.

Fonte (http://www.amanha.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5627:a-explosao-do-luxo-no-novo-brasil&catid=54:marketing-1&Itemid=73)

pesquisadorbrazil
Nov 25, 2013, 10:34 PM
BH e Curitiba na rota de expansão da Zacks

A rede de hamburguerias Zacks, que começou com uma loja no Centro do Rio, inaugura em dezembro sua sexta filial carioca, na Barra da Tijuca. Mas não é só na cidade maravilhosa que a marca quer crescer. Depois da abertura de uma franquia em Brasília, a empresa está avaliando pontos de venda em Belo Horizonte e Curitiba.

Vendas aquecidas de sorvetes na IceMellow

A IceMellow, de sorvetes e sobremesas especiais, inaugura até o final do ano oito franquias em São Paulo, Rio, Brasília, Goiânia, Ceará e Macapá. O plano, diz Ivan Almeida, diretor da rede, é abrir pelo menos 30 lojas por ano até 2016. Hoje, são 40 em funcionamento. A expectativa é fechar o ano de 2013 com receita de R$ 25 milhões.

Fonte (http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/plano-de-negocios-audiovisual-em-foco_137312.html)

pesquisadorbrazil
Nov 25, 2013, 10:35 PM
Pelo que olhei no site da empresa, a IceMellow irá abrir 2 pontos em Brasília até o fim do ano, um no Conjunto Nacional e outro a definir o local, só menciona que será em Brasília mesmo.

pesquisadorbrazil
Nov 27, 2013, 12:18 AM
As novas lojas da Coach no Brasil

VP de comunicações e colaborações antecipa planos da grife para o país

Por Carol Hungria

Não é só o Iguatemi de São Paulo que ganha uma loja brasileira da Coach. A grife tem planos ambiciosos de expansão, revelado para a Bazaar pelo VP de comunicações e colaboração da marca, Jason Weisenfeld, com exclusividade.

Nesta segunda-feira (25.11), nossa diretora editorial Patricia Carta se uniu à marca para receber convidados no restô Arturito, em São Paulo, com participação de Weisenfeld. “Vamos chegar a um total de sete lojas no país. Ainda em dezembro, abrimos as portas no shopping Batel, em Curitiba. Em 2014, os planos são spots próprios em Brasília e Rio de Janeiro”, resume.

Entre as brasileiras, o executivo já sabe o que é sucesso. “As brasileiras gostam de cores fortes e, entre os nossos modelos, as menores é que fazem sucesso. Elas querem bolsas para sair à noite”, revela.

E será que a Coach terá itens exclusivos para o Brasil? “A grife não costuma fazer coleção exclusiva para um determinado país, mas, como os designers daqui são incríveis, pensamos sim em criar parcerias apenas para as brasileiras”, antecipa, sem revelar ainda possíveis nomes de parceiros. Vamos aguardar!

Fonte (http://www.harpersbazaar.com.br/moda/as-novas-lojas-da-coach-no-brasil#-pauloconegero---mariaprata--Patricia-Carta---dudimachado-e--ging320-ja-estao-no-resto-Arturito--em-SP--onde-nossa-diretora-editorial-recebe-convidados-da--coach-para-um-almoco-que-comemora-a-abertura-da-loja-da-grife-no--iguatemisp-e-os-embaixadores-da-marca-no-Brasil--coachbrasil---Foto--reproducao-Instagram)

pesquisadorbrazil
Nov 29, 2013, 4:13 AM
Acredite: o Bob's está comemorando a chegada de concorrentes

Para Marcello Farrel, diretor geral da rede, rivais estrangeiros são estímulo à formalidade em mercado cada vez mais disputado

São Paulo - Uma das mais tradicionais redes de fast food do Brasil, o Bob's comemora a chegada de novos concorrentes ao país. Para Marcello Farrel, diretor geral da companhia, eles representam um estímulo à formalidade no cada vez mais disputado setor de alimentação.

"A economia informal sempre teve um peso muito grande na nossa área", explica Farrel. Segundo ele, ter concorrentes jogando "dentro das regras" é sempre positivo. Entre as redes que devem chegar ao Brasil, estão a Wendy's, a Red Lobster e a Planet Hollywood.

Entretanto, o diretor confirmou que o Bob's tem planos de expansão em vista para 2014. "Um ponto importante hoje para nós é o fato da alimentação fora de casa estar crescendo no Brasil", lembrou Farrel.

O fenômeno ajudou o Bob's em 2013, ano "bastante bom" nas palavras do diretor da empresa - que abriu 200 novos pontos de venda no período.

Em ranking divulgado ontem pela Ibevar, o Bob's figura pela primeira vez como empresa integrante do chamado "Clube do Milhão". Desde 1996, a rede pertence a Brazil Fast Food Corporation - que controla ainda outras marcas como no país como KFC, Doggis e Pizza Hut. No ano passado, o conglomerado comprou a rede de iogurtes Yoggi.

Fonte (http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/acredite-o-bob-s-esta-comemorando-a-chegada-de-concorrentes)

pesquisadorbrazil
Nov 29, 2013, 4:14 AM
Entre a Wendys, Red Lobster e Planet Hollywood, é quase certa a Red Lobster e Wendys (leia-se Arbys) desembarque em Brasília. No caso da Planet Hollywood vai para São Paulo.

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Nov 29, 2013, 7:20 AM
Família não vende tudo

Na contramão da prática atual do mercado de luxo, os Cassegrain recusaram ofertas de compra e mantiveram a marca Longchamp sob o comando familiar. Hoje, eles são os mais novos bilionários do mundo fashion

Por Bruna BORELLI

Não há nada mais fora de moda no mercado de luxo atual do que manter uma marca 100% sob o comando da família fundadora. O mar do setor está dominado por tubarões, conglomerados famintos por grifes bem-sucedidas. Nadar aqui sem um colete salva-vidas com um LVMH ou um Kering estampado na frente pode ser sinônimo de condenação ao ostracismo. A francesa Longchamp, no entanto, resolveu arriscar e abriu mão de seu colete. Fundada em 1948 por Jean Cassegrain, a fabricante de bolsas e acessórios de couro continua nas mãos de seus herdeiros.

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No Brasil: durante a entrevista na butique do shopping Cidade Jardim, em São Paulo, Jean Cassegrain, CEO da grife, revelou seu interesse pelo mercado nacional: "É o mais importante da América Latina"

Supervisionados por Phillippe, filho do patriarca e presidente do Conselho de Administração, seus netos Jean, Sophie e Oliver estão na linha de frente como CEO, diretora artística e diretor de butiques nos EUA, respectivamente. Com braçadas discretas, a grife escapou dos tubarões e levou para outras praias seus produtos sofisticados, porém mais acessíveis. Atualmente, a marca possui mais de 230 lojas e 1.800 pontos de venda espalhados pelo mundo, com um faturamento de US$ 613 milhões em 2012, 16% a mais do que no ano anterior. “A vantagem de ser uma empresa de família é que podemos pensar em longo prazo, com liberdade de escolha”, afirma Jean Cassegrain, neto do fundador.

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O executivo esteve na cidade para visitar suas três operações próprias nos shoppings Cidade Jardim, JK e Iguatemi, na capital paulista. Satisfeito com os resultados no País, ele diz que esse é outro ponto positivo em se administrar tudo em casa. “Diferentemente de outras marcas, não preciso prestar contas extremamente positivas a cada quatro meses.” O francês, de 48 anos, e seus parentes ganharam recentemente mais um motivo para demonstrar tanta confiança no modelo de gestão que escolheram para a Longchamp. No início do mês, a revista americana Forbes incluiu os Cassegrain na lista dos maiores bilionários do planeta, com um patrimônio estimado em US$ 1,5 bilhão.

Outro segredo do sucesso da marca, segundo ele, é a diversificação da linha de produtos. Ainda que o carro-chefe da empresa seja a linha de bolsas, como a de náilon Le Pliage, lançada em 1993 e com mais de 26 milhões de unidades vendidas a US$ 105, há uma série de outros artigos em sua linha de produtos, como roupas e sapatos. Para Silvio Passarelli, especialista em mercado de luxo e professor da Faap, em São Paulo, a flexibilização de portfólio é uma tendência quase inexorável para as grifes de alto padrão. “Você perde potencial de consumo se foca em apenas um produto”, afirma Passarelli.

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Novo modelo: a famosa bolsa Le Pliage, um dos produtos
de entrada da marca, recebeu roupagem de couro

“Com um portfólio pequeno, a marca precisa gastar mais em publicidade e investir em novos mercados para incrementar o faturamento.” A diversificação de mercados é outra tática cultivada pelos Cassegrain. O Brasil ocupa posição de destaque no radar da Longchamp para a América Latina, à frente de Colômbia, Argenti­na, Panamá, Venezuela e do México. No País, a abertura de novas unidades em metrópoles como Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília não tardará a acontecer. O executivo acredita que o sucesso nas araras daqui se deve ao fato de a grife criar acessórios e roupas pensando na mulher francesa.

“Muitas empresas na França desenham para mulheres estrangeiras, mas nós ainda focamos no estilo das parisienses. E as brasileiras parecem adorar isso”, afirma. Com esse feeling aprendido com o avô, de quem herdou o nome, Jean Cassegrain segue conduzindo os negócios da família. Ele só não sabe dizer se terá a mesma oportunidade de repassar tudo o que aprendeu aos seus filhos. “Eu nunca pensei em fazer nada diferente do que cuidar da empresa”, diz. “Mas meus filhos têm 20 e poucos anos e ainda não sabem qual rumo devem tomar.”

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Fonte (http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/134675_FAMILIA+NAO+VENDE+TUDO)

pesquisadorbrazil
Dec 3, 2013, 1:52 AM
Bodytech estuda fusão com a academia Companhia Atlhetica

Segundo colunista da revista Veja, a negociação gira em torno de 250 milhões de reais

São Paulo – O grupo carioca Bodytech, maior rede de academia de ginástica do país, avalia a possibilidade de fusão com a também academia Companhia Athletica. A operação pode girar em torno de 250 milhões de reais. As informações foram divulgadas no blog Radar On-line, da revista Veja.com, nesta segunda-feira.

Se concretizado, o acordo poderá formar o maior grupo do setor no hemisfério sul, já que a Bodytech é uma das maiores redes da América Latina em número de alunos.

Inaugurada em 2006 no Rio de Janeiro, a rede Bodytech tem como sócios os empresários Alexandre Accioly, Luiz Urquiza, o técnico de vôlei Bernadinho e o BTG Pactual.

Avaliada por investidores em 900 milhões de reais, só no ano passado a receita do grupo apresentou 206 milhões de reais. Já as 23.000 unidades de treinamento, juntas, faturaram 5 bilhões de reais.

Fonte (http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/bodytech-estuda-fusao-com-a-academia-companhia-atlhetica)

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Dec 3, 2013, 1:53 AM
Em Brasília vai ter concentração de academia, inclusive aquela perto do Píer 21, a poucos metros dali, tem a Cia Athletica vizinha a Body Tech. Então uma terá de desaparecer, com certeza, seria a Cia Athletica. Aí o Píer 21 deixará de ter academia.

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Dec 4, 2013, 4:46 AM
Capital do sushi tem espaço para mais lojas

O franqueado da Makis Place, Antonio Braz Lamarca Junior, em sua unidade da Vila Leopoldina. Empresário possui 13 pontos comercais da marca

Cris Olivette

Reconhecida pela qualidade e variedade de sua comida, São Paulo também se consolida como capital do sushi. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo contabiliza 600 restaurantes japoneses na cidade contra 500 churrascarias. Muitos deles são parte de redes de franquias. “Hoje, encontramos comida japonesa até mesmo no buffet de churrascaria”, diz o coordenador do comitê de food service da Associação Brasileira de Franchising (ABF), João Baptista.

De acordo com a ABF, o setor de franquias de comida oriental – japonesa e chinesa – cresceu 9% em 2012 e faturou R$ 411,5 milhões. “O ticket médio de R$ 37,37 das franquias do setor é o maior do ramo alimentício. Nas redes de pizzas, por exemplo, o valor é de R$ 22, 15.”

Com 60 unidades na capital paulista, a Temakeria Makis Place é uma das responsáveis pela produção dos 400 mil sushis feitos diariamente na cidade – a rede oferece pratos e não apenas temakis, os cones que são uma espécie de sanduíche com comida japonesa. Fundada em 2006, em Moema, a Makis Place virou franquia em 2008.

“Eu queria empreender e pedi a opinião de minha filha. Ela disse que as temakerias estavam surgindo na cidade. Fui ver como era o negócio, me interessei e hoje somos a maior rede de culinária japonesa do Brasil, e até mesmo das Américas”, diz o espanhol Gustavo Toja, que desde o ano passado tem unidades nos Estados Unidos.
O empresário afirma que a marca opera com diversos formatos. “O franqueado pode montar quiosque em shopping, loja de rua ou em centro de conveniência. A mais nova tendência é em postos de gasolina.”

Segundo ele, mesmo vivendo um boom, a capital paulista ainda comporta novas unidades. “Temos estudos que indicam que em dez anos podemos chegar a 150 lojas na cidade. Hoje, temos unidades em locais que há três anos não poderíamos imaginar, como Vila Formosa e Freguesia do Ó”, afirma.

O dono da unidade da Makis instalada na Vila Formosa, Antonio Braz Lamarca Júnior, conta que foi o primeiro franqueado da marca. “Junto com dois sócios criei uma loja na Vila Leopoldina.” O negócio deu tão certo que hoje o grupo administra 11 lojas. “Além dessas, tenho duas unidades só minhas.”

Fundada em 1992, a marca Genday operou cinco anos com lojas próprias, antes de virar franqueadora. “Hoje, temos 65 unidades pulverizadas por todo o País. Mas a grande concentração ainda é no Estado de São Paulo”, afirma o proprietário Carlos Sadaki. Para ele, a comida japonesa ainda está em crescimento. “A cada dia, mais pessoas buscam nossos pratos porque querem ter uma alimentação saudável e natural.”

Sadaki diz que sua marca também está presente em shoppings instalados em regiões mais periféricas de São Paulo. “A aceitação tem sido muito boa. Estamos abrindo lojas em Campinas, Ribeirão Preto e Sorocaba, e estamos indo com força para o Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Fortaleza. Nos próximos anos, creio que o maior crescimento ocorrerá nas capitais nordestinas.”

A força do consumo da culinária japonesa fez com que o fundador da marca de comida chinesa Jin Jin Wok , Jae Ho Lee, mudasse o foco do negócio para comida asiática. “Em 2012, acabamos desenvolvendo mais um formato que é o Jin Jin Sushi. Somando as duas operações, temos em torno de 70 unidades, principalmente em São Paulo e no interior do Estado, que tem cidades muito ricas. Nós marcamos presença nas principais.”

O empresário diz a razão pela qual criou o restaurante Little Tokyo. “Está crescendo o número de shoppings com áreas para restaurantes. Ao criar os espaços, os shoppings também queriam incluir um restaurante de comida asiática e não havia uma marca nacional com essa característica. Por isso, formatamos o Little Tokyo.”

Segundo Lee, esse mercado ainda tem muito fôlego. “Boa parcela da população está em fase de conhecimento, experimentando os pratos, enquanto para outros já virou hábito. O crescimento do consumo de comida japonesa é mundial e se dá em todas as camadas sociais e faixas etárias.”


Expansão leva marcas para o interior do País


O fundador da Fran Systems, estratégia e desenvolvimento de negócios, Batista Gigliotti, afirma que o mercado vive um movimento de interiorizar as marcas. “Acredito que por ser leve, a comida japonesa ficará em evidência por bastante tempo. Também não podemos esquecer o aumento do poder aquisitivo da classe C, que agora quer ter acesso a esse tipo de alimentação. Então, mesmo em São Paulo ainda há nichos a serem explorados. Considero que o delivery é um deles.”

Atuar com delivery nesse ramo, no entanto, é complicado segundo o dono do Flying Sushi, Paulo César Yoshiassu. “Em 1996, quando criei o negócio, nosso forte era a entrega em domicílio. Mas o mercado foi mudando e hoje trabalhamos também com rodízio e à la carte.” Com 11 unidades próprias, Yoshiassu diz que mantém o delivery em todas as lojas. “É difícil encontrar bons profissionais para fazer as entregas, comprometendo nossa proposta de oferecer qualidade no menor prazo de tempo”, conclui.

Tendência. O coordenador do comitê de food service da Associação Brasileira de Franchising (ABF), João Baptista, diz que a expansão da culinária japonesa ocorre em dois sentidos. “Tanto no que se refere ao hábito do consumidor quanto como tendência de mercado.”

Segundo ele, o crescimento se mantém vigoroso na região Sudeste, mas outros mercados estão ganhando participação e ampliando as oportunidades para esse e outros setores.”

O coordenador afirma que os negócios no Brasil só não crescem mais por conta do regime tributário e da burocracia. O País vai na contramão da realidade mundial. A política do governo é míope nesse aspecto.”

Apesar de tantos entraves, Baptista afirma que o crescimento continua sendo acentuado porque o Brasil tem carência de tudo. “Nosso mercado interno ainda é muito pulverizado, temos apenas três mercados consolidados, comparáveis aos países do primeiro mundo: São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. As outras capitais ainda estão caminhando para isso.”

Ele conta que nos Estados Unidos, 40% do consumo de alimentação é feito fora do lar. “Em São Paulo, estamos na média de 35%, semelhante aos países da Europa. Já na Bahia, por exemplo, essa taxa é de 15%. O que comprova o potencial de crescimento que ainda temos.”

Fonte (http://blogs.estadao.com.br/sua-oportunidade/capital-do-sushi-tem-espaco-para-mais-lojas/)

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Dec 14, 2013, 4:33 AM
A Coach amplia rede

Controlada pelo grupo paulista Aste, a rede de lojas de bolsas e acessórios de couro Coach vai inaugurar até o final do mês sua quinta loja, no País, em Curitiba – no final de novembro foi aberta a quarta, no shopping Iguatemi, em São Paulo. Licenciado pela Coach americana, o Aste vai ampliar o portfólio de produtos, com o lançamento de jaquetas, sapatos e roupas. No ano que vem, está prevista a abertura de mais duas lojas, em São Paulo e Brasília.

https://blogdatani.files.wordpress.com/2012/04/1274990115store_details_coach.jpg

Fonte (http://www.istoedinheiro.com.br/artigos/136282_MULTIPLUS+SE+REFORCA)

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Dec 14, 2013, 4:35 AM
Brasil é único país em que Montblanc vende caneta de luxo em 10 prestações

Os consumidores do mercado de luxo do Brasil estão no foco da grife europeia Montblanc. A empresa está inaugurando novas lojas e reduzindo as margens de lucro cobradas sobre seus produtos. O país também é o único em que a empresa oferece, aos clientes, a possibilidade de eles parcelarem suas compras em até dez vezes sem juros. "O parcelamento é uma estratégia usada exclusivamente no Brasil, porque essa é a regra do jogo aqui. Quem não oferecer parcelamento não vende nada, mesmo que seja um produto de luxo. Essa situação é única no mundo", diz Alain dos Santos, diretor-geral da Montblanc Brasil.

Até o ano passado, a operação nacional da marca era conduzida no Brasil pelo empresário Freddy Rabbat. A operação foi comprada pela matriz e Santos assumiu a direção em abril deste ano. Ele diz que, entre os planos da empresa para o país, está a inauguração de três lojas novas (em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília). Cinco unidades já funcionam na capital paulista.


Adaptação para enfrentar o "custo-Brasil"

Para se adaptar à realidade de consumo do país, além de oferecer parcelamento, a empresa tem trabalhado na tentativa de reduzir preços. O objetivo é evitar que os clientes comprem os produtos em lojas da marca nos Estados Unidos ou na Europa, por exemplo. "Todos os nossos produtos são importados e esse é um dos diferenciais da marca. Não podemos escapar do famoso 'custo-Brasil'. Temos, então, de nos adaptar para baixar nossas margens e poder oferecer ao público do Brasil um preço mais parecido com aquele oferecido lá fora", diz Santos.

Segundo ele, hoje os produtos vendidos no Brasil custam de 10% a 15% mais do que os vendidos no exterior. Para Santos, o fato de os clientes não poderem parcelar as compras fora do país acaba compensando essa diferença. As tradicionais canetas da Montblanc são produzidas na Alemanha desde 1906. Os relógios são feitos na Suíça, as joias são produzidas na França e os artigos em couro, na Itália. A empresa faz parte do Grupo Richemont, que possui, ainda, as marcas de luxo Van Cleef & Arpels, Piaget, Vacheron Constantin, Jaeger-LeCoultre, IWC e Panerai. O parcelamento de produtos de luxo não é incomum no país. Outras grifes, como Ermenegildo Zegna, Marc Jacobs e Tiffany, também adotam a estratégia por aqui.

Fonte (http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/10/02/brasil-e-unico-pais-em-que-montblanc-vende-caneta-de-luxo-em-10-prestacoes.htm#fotoNav=1)

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Dec 14, 2013, 4:37 AM
Nem preciso falar que essa nova loja será no Iguatemi Shopping né da Montblanc.

pesquisadorbrazil
Feb 27, 2014, 7:38 PM
Rede fast food de comida italiana inaugura primeira loja em Joinville


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Unidade da Ragazzo está localizada na Beira Rio, Bairro América, tem 425 m² entre salão e capacidade para receber 113 clientes. Foto: Divulgação

O Ragazzo, rede de fast food de comida italiana do Habib's, iniciou suas operações em Joinville (SC) no início deste mês. A nova unidade está localizada na Beira Rio, Bairro América. A loja tem 425 m² entre salão e estacionamento, com capacidade para receber 113 clientes. Com a abertura, já foram gerados cerca de 90 empregos diretos.

A primeira loja do Ragazzo em Joinville oferece mais de 100 opções em seu cardápio, que inclui saladas, massas, grelhados, salgados, doces e bebidas. Entre os itens que os clientes poderão degustar estão clássicos da marca, como a coxinha, o ragazzone (portuguesa, marguerita, escarola com aliche, frango com cremily e calabresa) e as tradicionais massas (fetuccine, nhoque, nhoque recheado de frango com espinafre, nhoque recheado de queijo, canelone e lasanha de presunto e mussarela, espaguete e ravioli de carne e de mussarela).

Com 40 unidades em funcionamento, o Ragazzo prevê a inauguração de mais 15 lojas em 2014. Neste período, também devem ser assinados 15 contratos para novas franquias também sejam assinados neste período. No foco estão sete capitais brasileiras (Belo Horizonte-MG, Brasília-DF, Goiânia-GO, Manaus-AM e Rio de Janeiro-RJ), além dos estados do Espírito Santo, Paraná e São Paulo "O Grupo Habib´s está em franca expansão e o mercado catarinense é de grande importância para nossos negócios", reforça Alberto Saraiva, fundador e presidente do Habib's.

Fonte (http://www.economiasc.com.br/index.php?cmd=comercio&id=17562)

MAMUTE
Mar 6, 2014, 11:43 AM
KINOPLEX INVESTIRÁ R$ 100 MILHÕES EM NOVAS SALAS


DINHEIRO DO BNDES POSSIBILITARÁ EXPANSÃO

Foto: DIVULGAÇÃO
http://s2.glbimg.com/4vuD2S2dJ6Xo3LwzB2wRhSUZUpE=/320x240/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2014/03/04/kinoplex.jpg
SALA DE CINEMA KINOPLEX


A rede de cinemas Kinoplex, do Grupo Severiano Ribeiro, vai investir mais de R$ 100 milhões, com apoio do governo federal, em 100 novas salas no Brasil até 2016, de olho no aumento do movimento gerado pela nova classe média. O grupo também inicia esse ano um processo de modernização dos seus cinemas, com investimentos próprios, no segmento do público de luxo, com as salas VIP e novas tecnologias. "Mesmo depois da chegada da concorrência internacional, como a rede Cinemark e outras, vivemos a nossa melhor fase", afirma o presidente do Kinoplex, Luiz Severiano Ribeiro.

A rede brasileira é hoje a terceira maior em número de salas - 167, em 15 cidades. Perde apenas para os grupos estrangeiros Cinemark, com 528, e Cinépolis, com 232 - dois gigantes mundiais do setor. O Kinoplex tem ainda outras 58 salas em parceria com a rede americana UCI (quarta no ranking, com 147 salas), com quem tem negócios desde 1998. "A ascensão das pessoas e o surgimento de uma nova classe média nesse governo possibilitou que muitas pessoas pudessem ter acesso aos shoppings. O movimento aumentou e ainda pode aumentar muito", afirma Severiano Ribeiro.

Segundo dados do site Filme B, especializado no mercado de cinemas no Brasil, a renda com bilheteria de filmes saltou de R$ 660 milhões, em 2003, para R$ 1,6 bilhão, em 2012.

"O mercado está aquecido porque investiu pesado em melhorias das salas e cinema virou o entretenimento mais acessível em termos de preço. Antes o ingresso do cinema era equivalente ao de um jogo de futebol, que hoje custa cinco vezes mais", afirma o diretor e produtor de cinema Paulo Sérgio Almeida, diretor do site.

Desde 2008, o número de ingressos vendidos não para de crescer no Brasil. Pulou de 89,1 milhões, naquele ano, para 134,9 milhões, em 2010, e depois para 148,9 milhões em 2012. No ano passado, quando o público passou dos 150 milhões, o faturamento do setor ultrapassou a casa do R$ 1,6 bilhão, segundo o site Filme B.

Investimentos

Com faturamento em torno dos R$ 270 milhões (2012), o movimento nas salas do Kinoplex atingiu 21 milhões de espectadores em 2013. "Há espaço para crescer e incentivos para isso", disse Severiano Ribeiro. Tanto a parceria com a UCI e a abertura de financiamento governamental possibilitaram esse plano de expansão.

O grupo conseguiu aprovar em dezembro mais de R$ 100 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do programa Cinema Perto de Você, do Fundo Setorial Audiovisual da Agência Nacional de Cinema (Ancine). Serão abertas novas salas em locais ainda sem cinema em cidades como Rio de Janeiro, Sorocaba (SP), Uberaba (MG).

Além do público da classe C, o Kinoplex investirá na modernização e na ampliação das salas para o segmento A e B. Em Campinas, interior de São Paulo, o grupo vai abrir a primeira sala com tecnologia IMAX do interior paulista - com tela em grande formato, atingido até 300 metros quadrados. Duas salas de luxo (Platinum), com poltronas reclináveis similares às de primeira classe de avião, um terço dos assentos, bandeja retrátil para alimentação e entrada que custa o dobro do preço da convencional, serão abertas no shopping até julho.

"Em uma região rica e populosa como Campinas acreditamos que existe público para isso. Nas salas VIP que já temos, o resultado tem sido excelente", afirma Severiano Ribeiro. O investimento total é de R$ 12 milhões. O grupo também anunciou o investimento de cerca de R$ 25 milhões no processo de digitalização dos cinemas ao longo de 2014.










http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Empresa/noticia/2014/03/kinoplex-investira-r-100-milhoes-em-novas-salas.html

pesquisadorbrazil
Mar 6, 2014, 1:04 PM
Parece que as salas do Pátio Brasil enfim irão entrar em reformas. Eu quero ver, pois proibiram de aumentar a altura das salas devido, rssss o tombamento, como irão fazer salas stadium sem altura necessário. A cabeça do povo vai ficar no teto literalmente.

pesquisadorbrazil
Mar 7, 2014, 1:56 AM
Exclusivo: os detalhes da chegada da Forever 21 ao Brasil

Saiba o que estará disponível nas araras da store brasileira, que abre as portas na manhã do dia 15.03, no MorumbiShopping, em São Paulo

http://s2.glbimg.com/EOO7YpMaacBTC403scO3DL29dUg=/smart/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2014/03/06/f21ss.jpg
Loja da Forever 21 em Miami, semelhante aos espaços no Brasil (Foto: Reprodução)

Extra, extra! A primeira loja da Forever 21 no Brasil tem data certa de abertura: a manhã do dia 15.03, no MorumbiShopping, em São Paulo – seguida de uma unidade carioca, que abre as portas no dia 22.03, no Village Mall. "Estamos muito animados para a inauguração", apontou Kristen Strickle, Global PR & Social Media Marketing Manager da label, em entrevista exclusiva à Vogue. "As brasileiras representam uma grande parcela das consumidoras em nossas lojas norte-americanas. Sentimos que esta era a hora de levar a marca para o País".

Espalhadas pelas araras dos dois andares da store paulistana, espere por roupas da linha casual e Faith 21 (destinada para um público mais velho, entre 25 e 45 anos), além de lingeries, acessórios e sapatos; no Rio, a loja também receberá a linha masculina.

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Lookbook de inverno 2014 da label, que desembarca no Brasil (Foto: Divulgação)

Neste primeiro momento desembarca por aqui a coleção de inverno 2014 (em sintonia com a estação brasileira), repleta de itens estilo boho chic, além de jaquetinhas rocker, botas com salto quadrado e sandálias com plataforma embutida – uma das apostas da marca de best sellers entre as brasileiras. "Não queríamos abrir as lojas antes de ter a certeza de que os preços em reais fossem quase equivalentes aos valores em dólares das peças vendidas nos Estados Unidos", ressaltou. Assim sendo, as etiquetas terão valores super convidativos: de R$ 8,90 (por um brinco) a R$ 122,90 (um vestido longo ou blazer masculino).

O grande diferencial da label em relação às demais lojas fast-fashion como Topshop ou H&M, segundo Kristen, está na rotatividade de mercadorias dos pontos de vendas ("há novidades todos os dias") e a tiragem dos modelos serem limitada. "Você não irá encontrar uma pessoa usando uma peça idêntica a sua no trabalho. Para nós moda é uma expressão do indivíduo e não uniforme", defende. Fashionistas, comemorem! (RENATA GARCIA)

Em tempo: com planos ambiciosos para o Brasil, a grife planeja até o fim de 2014 a abertura de outros quatro pontos de venda no Brasil, em nova locação em São Paulo, além de Brasília e Porto Alegre.

Fonte (http://vogue.globo.com/moda/moda-news/noticia/2014/03/forever-21-no-brasil-os-detalhes-da-abertura-da-primeira-loja.html)

pesquisadorbrazil
Mar 7, 2014, 1:57 AM
A GAP e Forever 21 no Park Shopping em breve...

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Mar 11, 2014, 2:19 AM
PF Chang´s China Bistro, desembarcando no Brasil.

http://blogfranquia.com.br/wp-content/uploads/2014/01/Obra-PF-Changs-em-S%C3%A3o-Paulo-22.1.2014.jpg

A ALSEA – maior franqueado de marcas americanas fora dos Estados Unidos – vai explorar no Brasil a marca do segmento Casual Dining de comida chinesa P.F. Chang’s, o que deve marcar o retorno da empresa ao Brasil, já que a ALSEA já esteve no País com a marca Starbucks.

A ALSEA possui franquias Starbucks e Domino’s Pizza no México e detém os direitos para abrir restaurantes da marca P.F. Chang’s na Argentina, Chile, Colômbia e México (além do Brasil). Atualmente, existem mais de 200 restaurantes P.F. Chang’s nos Estados Unidos e também esta presente no Canadá, Chile, Kuwait, Líbano Filipinas e Emirados Árabes Unidos.

A empresa pretende investir US$ 85 milhões para abrir 30 restaurantes no Brasil em dez anos e o primeiro já está em obras na Av Juscelino Kubitscheck, na cidade de São Paulo e os chefs e gerentes que trabalharão na primeira loja já estão em treinamento no México.

No Brasil, são gastos mais de US$ 60 bilhões por ano com alimentação fora de casa e o segmento de fast food teve grande crescimento nos últimos anos.

Conheça mais sobre o PF Chang´s - http://www.pfchangs.com/

Fonte (http://blogfranquia.com.br/pf-changs-china-bistro-desembarcando-no-brasil/)

pesquisadorbrazil
Apr 1, 2014, 8:49 AM
MacMagazine obtém documento interno da Apple que revela a abertura de mais cinco Retail Stores no Brasil até 2020

O Brasil já tem o privilégio de ser um dos 16 países/regiões no mundo que possuem Apple Retail Stores. A nossa primeira foi a do VillageMall, inaugurada no Rio de Janeiro (RJ) em meados de fevereiro — não deixe de conferir o nosso vídeo da grande festa.

Ainda em novembro do ano passado, o MacMagazine noticiou que a segunda Apple Retail Store brasileira deverá ser inaugurada em São Paulo (SP) — mais precisamente no MorumbiShopping.

Agora, com total exclusividade, tivemos acesso a um documento interno da Apple que confirma a localização da loja de Sampa mas indica que ela — para o desespero dos paulistanos — *não* será a segunda a ser aberta. Além disso, também já revela outras quatro Retail Stores planejadas para abertura em território nacional.

http://macmagazine.com.br/wp-content/uploads/2014/03/31-lojas_super-confidencial.jpg

Fonte (http://macmagazine.com.br/2014/04/01/macmagazine-obtem-documento-interno-da-apple-que-revela-a-abertura-de-mais-cinco-retail-stores-no-brasil-ate-2020/)

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Apr 1, 2014, 8:52 AM
Se realmente for o Park Shopping, então ano que vem teremos uma nova expansão no shopping.

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Apr 8, 2014, 9:32 AM
Hamburgueria Johnny Rockets, com jukebox nas mesas, quer mais lojas no país

A rede de hamburguerias americana Johnny Rockets, conhecida por sua decoração clássica dos anos 1950 e pelas jukebox ("toca-discos" retrô) que deixa nas mesas, nas quais os clientes escolhem gratuitamente músicas, quer abrir até 21 lanchonetes no Brasil até 2015.

As primeiras unidades foram inauguradas em São Paulo, no Internacional Shopping Guarulhos, em dezembro do ano passado, e no Tietê Plaza Shopping, em março deste ano. A meta é encerrar 2014 com nove restaurantes abertos no Estado.

Em 2015, a rede quer abrir, no mínimo, 12 unidades. O Rio de Janeiro deverá receber de cinco a sete lanchonetes. Em Minas Gerais, serão instaladas três e, em Brasília, duas. Para facilitar a expansão, a rede busca parceiros locais para ficarem à frente das operações em seus Estados.

A proposta da Johnny Rockets é firmar contratos com sócios minoritários. Eles assumiriam parte do investimento e teriam direito a um percentual de lucro proporcional ao capital aplicado na abertura do negócio.

"O tipo de contrato ainda não está definido, mas estimamos que a participação dos sócios no negócio deverá ser em torno de 30%. Não queremos grandes investidores, mas operadores para administrar os restaurantes", declara Antônio Augusto de Souza, empresário responsável pela marca no país.

O negócio é diferente do que é proposto no sistema de franquias. No caso da Johnny Rockets, o empresário que quiser uma unidade da rede terá de assumir apenas parte do investimento e terá direito a uma parte proporcional do lucro.

No caso da franquia, o empresário assume todo o investimento exigido para a abertura da unidade e fica com todo o lucro gerado, que, normalmente, é de 10% a 15% do faturamento, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising).

O investimento inicial médio estimado para um restaurante Johnny Rockets é de US$ 600 mil (ou cerca de R$ 1,3 milhão). A rede não revela o faturamento.

Para Nuno Fouto, professor do Provar/FIA (Programa de Administração do Varejo da Faculdade Instituto de Administração), a estratégia de expansão da rede, com parceiros locais que serão sócios minoritários, demonstra cuidado com o posicionamento da marca.

"Dessa forma, eles mantêm o poder de decisão sobre as operações. Ao mesmo tempo, utilizam o que há de melhor no sistema de franquias, que é poder crescer com o dinheiro de terceiros, ainda que parcialmente. É uma estratégia muito inteligente para os dois lados, pois diminui o risco do investidor minoritário", diz.

Cardápio americano deverá ganhar pratos nacionais

Inicialmente, o cardápio do restaurante no Brasil é igual ao americano, e tem somente a inclusão do hambúrguer de picanha, que, segundo Souza, é um dos preferidos dos brasileiros. A rede também trouxe para o Brasil as jukeboxes, que serão distribuídas nas maiores mesas das lanchonetes.

Além do hambúrguer de picanha, fazem sucesso o sanduíche #12, feito com hambúrguer, queijo tipo cheddar, alface, cebola fatiada, picles, maionese e molho especial, que custa R$ 21,90, e os milk-shakes. São 20 opções de sabores da bebida, com preços que vão de R$ 16,90 a R$ 20,90.

Com o tempo, a rede estudará a necessidade de criação de pratos executivos para o almoço de segunda a sexta-feira, respeitando os hábitos locais, já que, de acordo com Souza, o brasileiro não está habituado a almoçar hambúrguer durante a semana.

Concorrência é grande, principalmente no eixo Rio-São Paulo

Para Luis Stockler, da consultoria de varejo baStockler, há espaço no mercado para novas hamburguerias, embora existam várias com o conceito de hambúrguer gourmet. "Em São Paulo e no Rio de Janeiro, principalmente, há muita concorrência. Entretanto, não existe uma grande rede com abrangência nacional, e muitas capitais ainda não são atendidas."

Stockler afirma, ainda, que existe uma tendência de instalação de restaurantes com salão próprio em shopping centers, o que também contribui para o sucesso deste tipo de negócio. "Os novos shopping centers já inauguram com vários restaurantes. Os antigos têm mais dificuldade até por limitações de espaço, mas alguns estão fazendo reformas para se adaptar."

Fonte (http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2014/04/08/hamburgueria-johnny-rockets-com-jukebox-nas-mesas-quer-mais-lojas-no-pais.htm#fotoNav=1)

pesquisadorbrazil
Apr 8, 2014, 9:41 AM
Fiquei sabendo que em Brasília eles poderão antecipar para 2014 a abertura de pelo menos 1 filial.

MAMUTE
Apr 16, 2014, 1:09 AM
MODELO DE OUTLET ATRAI O MERCADO DE LUXO



EMPRESAS COMO JHSF E IGUATEMI ESTÃO INVESTINDO NESSE MERCADO

Sucesso no mercado americano, os outlets já foram sinônimo de mico no Brasil. Na década de 1990, quem tentou desenvolver esse tipo de empreendimento por aqui teve de voltar atrás e abrir um shopping convencional para não quebrar: nem lojistas, nem consumidores estavam preparados para o novo modelo.

Mas o vento virou para quem quer investir em outlets e uma das provas de que os tempos parecem mais promissores neste segmento está na lista de interessados em ter um shopping de descontos: até quem fez sua reputação no mercado de luxo, passando longe das pechinchas e de grandes liquidações, decidiu entrar no negócio de outlets.

Primeiro, em 2011, a JHSF, incorporadora que desenvolveu o complexo Cidade Jardim em São Paulo, anunciou um projeto na rodovia Castelo Branco, próximo à cidade de São Roque. Com previsão de inauguração em julho deste ano, o Catarina Fashion Outlet Shopping integra um projeto maior que reúne no mesmo lugar um centro comercial, hotel, salas de escritórios, residências e até um aeroporto. A incorporadora não tem outros empreendimentos em desenvolvimento.

Agora, quem está investindo pesado em outlets é seu arquirrival Iguatemi. O grupo, da família Jereissati, chegou depois, mas com apetite para crescer rápido e demarcar território. Em abril do ano passado, a empresa, dona do primeiro shopping do país - o Iguatemi São Paulo - anunciou sua primeira investida no segmento ao comprar uma participação de 41% no Shopping Platinum Outlet, em Novo Hamburgo (RS), por R$ 46,2 milhões. O empreendimento, da construtora São José, foi inaugurado em setembro do ano passado.

O Iguatemi já está desenvolvendo outros dois outlets, um na região metropolitana de Belo Horizonte, em Nova Lima, e outro na cidade de Tijucas, perto de Florianópolis. "Trabalhamos com a ideia de ter entre cinco e sete empreendimentos. A ideia é ficar dentro desse universo", diz Carlos Jereissati, presidente do Grupo Iguatemi. Os outlets serão feitos, sempre, em sociedade e terão uma marca própria, a partir do ano que vem, com a inauguração do projeto de Tijucas. Seguindo a mesma linha dos shoppings do Iguatemi, os centros de desconto serão batizados de iFashion Outlet.

Nos próximos três anos, é provável que o grupo inaugure mais shoppings de descontos do que convencionais. Mas Jereissati sabe que esse é um mercado limitado. "Esse segmento deve representar, ao fim dos investimentos, cerca de 10% da nossa receita", afirma o empresário. "Não é um mercado grande, mas tem muita oportunidade. Percebemos que nossos lojistas, que são premium, querem um operador com o mesmo profissionalismo em outlet."

No mercado, os principais competidores estão acompanhando de perto o movimento do Iguatemi. O valor do investimento, por exemplo, já foi colocado em xeque. Em média, o grupo vai desembolsar cerca de R$ 140 milhões para fazer um outlet - metade do que costuma gastar num shopping convencional. "Ainda assim, o valor parece muito alto para um projeto que se baseia em custos mais baixos para sustentar os descontos", diz André Costa, sócio da consultoria About, que assessora desenvolvedores de outlets. Um dos projetos que está sob sua gestão é o de um shopping de descontos em Santa Catarina, numa cidade vizinha a Tijucas, que vai custar R$ 80 milhões. O Iguatemi diz que seus outlets custam mais porque se enquadram na categoria premium.

Mercado
Se todos os outlets já anunciados saírem do papel na data prevista, o país terá ao menos 14 empreendimentos desse tipo até o fim do ano que vem, segundo levantamento da About. O avanço do varejo brasileiro é o pano de fundo desse crescimento. A abertura de novas lojas fez com que os fabricantes precisassem de outro meio para vender as sobras, já que os bazares temporários e as liquidações nas lojas próprias tornaram-se insuficientes em alguns casos.

Como esse ainda é um negócio novo e a receita de sucesso americana não pode ser aplicada na íntegra por aqui, algumas perguntas sobre o mercado de outlets seguem sem respostas. Quantos empreendimentos desse tipo o País é capaz de suportar é uma delas. Executivos de grandes empresas de shoppings divergem sobre esse número, que varia de 15 a 30.

"O outlet é um canal de escoamento de mercadoria. Não posso abrir outlet por vontade própria se não houver demanda do lojista", diz Alexandre Dias, diretor de relações com o varejo da General Shopping - pioneira dos outlets no Brasil. Ela foi a primeira a inaugurar um empreendimento do tipo, em 2009, às margens da Rodovia dos Bandeirantes. A meta da General Shopping é ter sete outlets até 2015.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo






http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Empresa/noticia/2014/04/modelo-de-outlet-atrai-o-mercado-de-luxo.html

MAMUTE
May 6, 2014, 2:19 PM
"Morte" de shoppings nos EUA acende alerta no Brasil

Pesquisa mostra que 36 empreendimentos inaugurados no ano passado abriram em média com metade das lojas fechadas por falta de locatários

Foto: @sephlawless/www.sephlawless.com / Divulgação
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Fotógrafo Seph Lawless acredita que imagens mostram a decadência da sociedade americana

O Fotógrafo Seph Lawless (pseudônimo) publicou recentemente um livro com imagens de shoppings centers abandonados nos Estados Unidos. A obra Black Friday mostra a decadência de um modelo de negócio que cresce no Brasil, mas já acende um alerta preocupante. Segundo pesquisa do Ibope, os 36 empreendimentos inaugurados no ano passado abriram em média com metade das lojas fechadas por falta de locatários.

De acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), atualmente cerca de 500 centros comerciais deste tipo operam no Brasil, e o número crescerá para 530 até o fim do ano – a maioria dos novos se localizam fora das grandes capitais. E pode ser esse um dos problemas. Conforme pesquisa do Ibope, muitos centros comerciais foram abertos em mercados que não tinham demanda suficiente.

Entre os shoppings inaugurados entre setembro e dezembro de 2013, a taxa média de ocupação em 21 deles foi de apenas 38%. Segundo Fabio Caldas, coordenador de pesquisa na área de shoppings do Ibope Inteligência, o ritmo de crescimento do varejo não acompanhou o avanço dos shoppings, que terão de se acostumar a um novo ritmo.

Nos Estados Unidos, cerca de 15% no shoppings vão falir ou serão transformados em outros espaços comerciais nos próximos dez anos, principalmente aqueles que não têm uma grande loja de departamentos como chamativo para consumidores, segundo pesquisa da Green Street Advisors. O processo de “morte” destes ícones foi retratado por Lawless como uma representação da falência do estilo de vida americano. Confira abaixo entrevista com o fotógrafo, que usa um nome fictício por medo do governo dos EUA.

Segundo pesquisa, 15% dos shoppings centers nos EUA vão falir ou virar outra coisa nos próximos dez anos. Fotógrafo Seph Lawless acredita que imagens mostram a decadência da sociedade americana


Foto: @sephlawless/www.sephlawless.com / Divulgação
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Foto: @sephlawless/www.sephlawless.com / Divulgação
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Foto: @sephlawless/www.sephlawless.com / Divulgação
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Seu trabalho é baseado na decadência e fracasso. É isto que você pensa
sobre a sociedade americana ou sobre o mundo inteiro?

Acredito que a sociedade americana fracassou. Meu país não é mais socialmente ou economicamente viável, e a maioria dos americanos é facilmente guiada como ovelhas por um governo federal tirânico. Meu país está enfraquecido e minha fotografias expõem esta fraqueza. O governo não é muito fã do meu trabalho. Eles prefeririam que os americanos e o mundo pensem que a América ainda é forte e vibrante. Minha arte oferece uma descrição mais precisa do país. Uma revelação mais honesta da América.

Se você tivesse que fazer um projeto sobre o “sucesso” nos Estados Unidos,

o que você fotografaria?

Eu fotografaria Americanos protestando contra o governo por causa de injustiças e crimes de guerra. Considero isso positivo e exemplo de algo bem sucedido.

Você planeja expander o tema de shoppings centers, ou outros fracassos econômicos, para fora dos EUA?

Sim, farei projetos for a da América no futuro.

Quais serão estes projetos?

Em julho, começo a fotografar detentos no corredor da morte para um projeto que será meu terceiro livro no final do ano. O título será “Hauntingly Beautiful” (Assustadoramente bonito, em tradução livre) e será acompanhado de poemas de jovens estudantes. No começo do ano, dois professores usaram as minhas imagens para inspirar escrita criativa entre estudantes de poesia.

Por que você trabalha sob pseudônimo?

Uso um nome fictício por medo do meu governo. Em novembro passado, o Centro Nacional de Antiterrorismo divulgou um documento interno alertando que meu trabalho está expondo vulnerabilidades de segurança e que pode ajudar terroristas. Ameaçadoramente intitulado “Exploração urbana oferece visão sobre vulnerabilidades da infraestrutura”, o papel diz que fotos, vídeos e diagramas postados por Seph Lawless e outros exploradores poderiam ser usados por terroristas para “identificar remotamente alvos em potencial”.











http://economia.terra.com.br/morte-de-shoppings-nos-eua-acende-alerta-no-brasil,64b3ef8ca0dc5410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html

pesquisadorbrazil
May 6, 2014, 8:05 PM
Não tem como comparar EUA com Brasil, acho uma piada essa comparação. Pois vamos lá, qual o peso do varejo de shopping nos EUA no total da economia, deve ser uns 70%. Enquanto no Brasil não passa dos 30%;

pesquisadorbrazil
Jul 8, 2014, 6:48 AM
Lush retorna ao Brasil

Após deixar o país em 2007, marca de cosméticos inglesa abre maior loja do mundo em São Paulo e planeja abrir fábrica até dezembro

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A Lush, rede de cosméticos inglesa com 952 lojas espalhadas pelo mundo, acaba de reestrear no Brasil. Conhecida por não fazer testes em animais e por seus sabonetes artesanais de cortes, a marca abriu hoje sua maior loja do globo em São Paulo, em um espaço de 430 metros quadrados na rua da Consolação, no bairro dos Jardins. O espaço, além de vender sabonetes, cremes, xampus, condicionadores, esfoliantes, perfumes e maquiagem, também funcionará como spa. O primeiro da Lush em toda América Latina.

A expectativa da marca é inaugurar sua fábrica no Brasil até dezembro. O local escolhido foi Bom Jesus dos Perdões, próximo de Atibaia (SP). Toda linha deve ser produzida no local.

http://media-social.s-msn.com/images/blogs/6e32e8972c504e8980e09af823b8813f.JPG

Andar da massagem, onde os clientes são recebidos em uma cozinha

A primeira unidade brasileira tem vários andares. Os pisos superiores contam com várias salas para tratamentos, a exemplo do procedimento conhecido por Synaesthesia, que promete estimular os cinco sentidos e reproduz em um período de 80 minutos um período de 24 horas, com amanhecer, anoitecer, som de pássaros, corujas, dentre outras sensações. O preço é de R$ 450. Há, contudo, outras massagens que duram entre 30 minutos e 70 minutos e custam de R$ 150 a R$ 290.

Em relação aos produtos, os preços dos sabonetes variam. Muitos, em média, custam R$ 350 o quilo.

A Lush já atuou no Brasil no passado, por meio de uma parceria. Ela ficou no país até 2007. Seu retorno ocorre agora, é conduzido integralmente pela matriz sediada em Poole, cidade costeira do sul da Inglaterra, e tem planos de abrir 30 lojas no país em um prazo de cinco anos. Estão previstas unidades em shoppings de São Paulo e também no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Brasília.

Fonte (http://forbesbrasil.br.msn.com/blogs/francoiseterzian/post.aspx?post=efef25ba-406e-4dba-9a02-e55536fd767c)

pesquisadorbrazil
Jul 8, 2014, 6:49 AM
Esses sabonetes enganam muito, quem for leigo pensa que é os famosos macarrons rs

pesquisadorbrazil
Aug 22, 2014, 5:55 AM
Picolé gourmet chega com investimento de R$ 2 mi

http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/polopoly_fs/1.1084047.1408667564!/image/image.jpg_gen/derivatives/landscape_310/image.jpg

Quatro categorias de picolés da marca serão vendidas nos shopping centers cearenses: fruta, cremoso, recheado e especiais

O mercado cearense está no foco do plano de expansão da empresa baiana Helado Monterrey, que atua no segmento de paletas mexicanas, produzindo artesanalmente picolés saudáveis a base de frutas selecionadas, sem adição de conservantes e de baixo teor calórico. Até outubro, a marca implantará oito pontos de vendas próprios e uma unidade franqueada em Fortaleza, totalizando investimentos da ordem de R$ 2 milhões só na Capital.

"Nesta primeira etapa (de agosto a outubro), implantaremos oito pontos de vendas próprios nos shoppings Iguatemi, Aldeota, North Fortaleza, North Jóquei, Parangaba, Via Sul, North Maracanaú e RioMar, além de uma unidade de franquia no Aeroporto Internacional Pinto Martins", detalha Pablo Rocha, proprietário da marca, segundo quem Fortaleza se tornará uma das principais praças da Monterrey, responsável por 30% do faturamento da empresa.

De acordo com ele, o investimento no Estado está só começando. A empresa planeja inaugurar pontos de vendas em outras cidades cearenses. "Temos cinco mil candidatos interessados em nossas franquias, sendo 400 com perfil validado por nosso escritório de franquias Vecchi Ancona. Desses, muitos estão interessados em abrir franquias em outras cidades, entre elas Sobral, Juazeiro do Norte e Crato", antecipa. Serão vendidos pela marca nos shoppings locais quatro categorias de picolés: fruta, cremoso, recheado e especiais.

Brasil

Em todo o Brasil, outros 92 pontos de vendas serão instalados até o fim do ano nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Alagoas, Rio Grande do Norte, Paraíba, Rio de Janeiro, Brasília e Goiás. No total, incluindo o Ceará, serão cem unidades, sendo 70 com operação própria e 30 de franquias. O investimento previsto é de 10,5 milhões.

Fundada em setembro de 2013, a Helado Monterrey vendeu, no 1º semestre deste ano, um milhão de picolés. A expectativa da marca é fechar 2014 com cerca de cinco milhões de paletas vendidas. A média de preço é de R$ 6,00 a R$ 8,00, e o faturamento mensal é de R$ 1,5 milhões. Por dia, a empresa fabrica mais de 80.000 paletas.


Ampliação

O planejamento da Helado Monterrey, além da expansão para novos mercados contempla, para o segundo semestre de 2015, a ampliação da sua fábrica, com a instalação de um novo parque fabril e aquisição de maquinário importado para garantir o atendimento da demanda e manter a qualidade do produto. Também está prevista para 2015, a construção de uma nova indústria com área de 30 mil m², sendo 5 mil m² de área construída, contabilizando investimento em torno de R$ 20 milhões. "A expectativa é que o faturamento bruto em 2015 será de pelo menos 100 milhões de reais", projeta Alberto Mistrello, diretor de marketing e vendas da marca.

Fonte (http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/picole-gourmet-chega-com-investimento-de-r-2-mi-1.1084048)

pesquisadorbrazil
Sep 3, 2014, 3:17 AM
Cuiabá ganha franquia em 2015

http://folhamax.com.br//storage/webdisco/2014/08/25/395x253/9bdbafe5c85b76b33f6725d058f6550a.jpg

A rede de restaurantes Outaback Steak House irá instalar a primeira unidade em Mato Grosso. A unidade funcionará na capital do Estado no shopping Estaçaõ Cuiabá que está sendo construído nas imediações da avenida Miguel Sutil e será ianugurado em novembro de 2015.

Para causar frisson no público cuiabano, os proprietários da franquia já até colocaram outdoors nas principais ruas e avenidas informando a novidade. A previsão de investimento dos proprietários do Outback de Cuiabá é cerca de R$ 2,5 milhões.

Fonte (http://www.folhamax.com.br/entrelinhas/cuiaba-ganha-franquia-em-2015/19475)

pesquisadorbrazil
Sep 4, 2014, 8:46 PM
Produtora suíça Lindt abre primeiras lojas no Brasil

http://www.swissinfo.ch/image/40589262/3x2/640/426/43a126517063d2b75be1d67976fbf090/wr/lindt.jpg
Uma das duas primeiras lojas da Lindt no Brasil, em São Paulo.
(www.viniciusstasolla.com.br)


Atenta à expansão de um mercado que cresceu 20% ao ano nos últimos cinco anos, a produtora de chocolates Lindt, prestigiada marca suíça, acaba de se instalar de forma permanente no Brasil.

Antes encontrados somente em free-shops ou na seção de importados de alguns poucos supermercados, os produtos Lindt, desde agosto, já podem ser comprados diretamente em duas lojas próprias da marca, inauguradas na maior cidade do país: São Paulo. A primeira campanha de publicidade dos chocolates Lindt no país acontecerá para o Natal, e o objetivo dos suíços é consolidar espaço próprio em um mercado que em 2014 faturou mais de R$ 4 bilhões.

A entrada da Lindt no mercado brasileiro se deu através da criação da L&S Holding, joint-venture formada pela empresa suíça e pelo grupo brasileiro CRM, dono das conhecidas marcas Kopenhagen, de chocolates finos, e Chocolates Brasil Cacau, de produtos a preços mais acessíveis. Dona de 51% das ações na nova holding, a Lindt ainda não divulgou os planos de expansão de sua rede de lojas no Brasil, mas a ideia é tornar a marca bem conhecida do público brasileiro e, em pouco tempo, aumentar o faturamento da divisão global de varejo que, no ano passado, foi responsável por 9% do faturamento total da empresa.
Público jovem e urbano

Representante do Grupo CRM nas negociações para a formação da holding travadas diretamente com o diretor executivo da Lindt, Ernst Tanner, na Suíça, a vice-presidente de Marketing Renata Moraes Vichi afirma que todos os chocolates da marca suíça vendidos no Brasil serão importados da Europa. O público brasileiro, diz, já tem à sua disposição vários produtos exclusivos: “Há uma seleção de produtos que incluem trufas e outras delícias embaladas individualmente, com as quais os consumidores podem montar seu próprio mix, e também uma linha de tabletes com sabores diferenciados e embalagem moderna voltada ao público jovem e urbano”.

Em acordo com a Lindt, a direção do Grupo CRM prefere por enquanto não divulgar as metas de expansão da marca suíça no Brasil. Entretanto, o crescente gosto do consumidor brasileiro por chocolates finos, impulsionado pela ascensão de 30 milhões de pessoas à classe média na última década, faz com que essa expansão seja questão de tempo, sobretudo em relação a outras importantes praças como Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte: “Vivemos uma mudança de hábitos no Brasil e, no que diz respeito ao consumo de chocolates, surfamos em uma onda muito favorável nos último cinco anos”, diz Renata.

COO da Lindt & Sprüngli Brasil, Patrick Diggelmann, por intermédio de nota divulgada em Zurique, classifica como “um passo importante” a abertura de lojas próprias da marca Lindt no país: “A criação da joint-venture com o Grupo CRM para a abertura de lojas deve ser entendida como uma indicação clara do compromisso de longo prazo da Lindt no Brasil, país que tem o quinto maior mercado de chocolates do mundo e importante potencial de crescimento”, diz. A empresa suíça diz esperar um crescimento entre 6% e 8% em suas vendas anuais com a chegada ao mercado brasileiro

Coexistência

Para o Grupo CRM, que projeta um faturamento de R$ 1 bilhão em 2014, a aliança com a Lindt agrega valor às suas próprias marcas, graças à associação com uma marca mundialmente prestigiada, além de garantir presença em todos os nichos do mercado de chocolates. Fundada há 85 anos e adquirida pelo Grupo CRM em 1996, a tradicional marca Kopenhagen tem público cativo entre os apreciadores de chocolates e doces finos. Com a expansão do mercado consumidor, o grupo decidiu investir em produtos mais populares e criou há quatro anos a marca Chocolates Brasil Cacau, que já tem 450 lojas em todo o país. Agora, a associação com a Lindt faz o grupo brasileiro atingir também o segmento de consumidores de chocolates premium.

Apesar das expectativas positivas, a conquista dos consumidores brasileiros de chocolates extrafinos certamente não se dará sem alguma disputa. A também prestigiada rede italiana Ferrero Rocher, por exemplo, anunciou este ano investimentos de R$ 200 milhões para expandir sua produção de bombons no Brasil. Entre os grupos nacionais, a Cacau Show, que tem 1,5 mil lojas espalhadas pelo Brasil e faturou R$ 2,4 bilhões no ano passado, adquiriu a rede de lojas de chocolates finos Brigaderia e, com um plano de expansão para 200 pontos de venda da marca até 2020, também se coloca como potencial concorrente da Lindt.

Já a Nestlé, marca suíça mais famosa no Brasil quando o assunto é chocolate, investe no mercado de chocolates finos com o lançamento de produtos como, por exemplo, os da marca Gold. Na última Páscoa, fez sucesso o Ovo Gold, que teve produção limitada e numerada e, segundo a empresa, foi fabricado com “chocolate ao leite 100% suíço”. Segundo informação dada por sua gerência de Marketing, a Nestlé espera este ano um crescimento de 5% em seu total de vendas no Brasil.

Por Maurício Thuswohl,


Modernidade

Mais do que vender chocolates, informa o Grupo CRM, as lojas da Lindt pretendem se tornar uma referência de atendimento no Brasil e consolidar hábitos aos quais o consumidor brasileiro não está acostumado, como o auto-atendimento e a criação de mix com produtos variados. Para atrair a atenção do público, o layout das duas lojas abertas em São Paulo – uma no Shopping Higienópolis e outra no Morumbi Shopping – é moderno, com fachada de espelhos na cor marrom, em referência ao chocolate, e estantes de vidro e madeira para exposição de 150 produtos de diversos tipos.

Fonte (http://www.swissinfo.ch/por/produtora-su%C3%AD%C3%A7a-lindt-abre-primeiras-lojas-no-brasil/40589290)

pesquisadorbrazil
Sep 4, 2014, 8:47 PM
Oba pelo visto em breve Brasília terá sua Lindt.... Sale vai sair da dieta.... kkkkkk Precisa falar qual shopping que será a loja, no Park Shopping é claro.

pesquisadorbrazil
Sep 4, 2014, 9:00 PM
Gap quer dobrar número de lojas no Brasil até o fim do ano

Varejista planeja abertura de mais cinco unidades no país e presença em seis estados até dezembro

http://exame1.abrilm.com.br/assets/images/2013/9/312215/size_590_Loja-Gap-Brasil-7.jpg?1380142621
Entrada da loja da Gap no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo

São Paulo - Com cinco lojas em operação no Brasil, a Gap planeja dobrar esse número até o fim deste ano e desembarcar no Nordeste do país.

Das novas unidades abertas, duas serão no Nordeste - em Recife e Fortaleza. As demais serão instaladas em Niterói, no Rio de Janeiro, Barueri, São Paulo, e Curitiba, no Paraná.

A marca já conta com cinco lojas no país, sendo três em São Paulo, uma em Porto Alegre e outra no Rio de Janeiro.

A próxima loja será inaugurada em Alphaville no dia 25 de setembro, mesmo dia em que foi aberta a primeira Gap no Brasil, no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo, no ano passado.

"Com um layout arrojado e uma equipe muito bem preparada, as novas lojas oferecerão uma experiência única de compra para o cliente Gap", afirmou Dipa Di Pietro, diretor da marca no Brasil, em nota.

Lançada em 1969 em São Francisco, nos Estados Unidos, a marca ficou famosa por oferecer o chamado american casual style.

Atualmente, os produtos Gap estão disponíveis em mais de 90 países, 3.100 lojas operadas pela empresa, mais de 350 lojas franqueadas, além dos sites de comércio eletrônico

Fonte (http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/gap-quer-dobrar-numero-de-lojas-no-brasil)

pesquisadorbrazil
Sep 9, 2014, 9:25 PM
Dono do Griletto compra rede de franquias Montana Express

O grupo J.Alves vai assumir os restaurantes da marca fundada pela dupla Chitãozinho e Xororó

http://exame1.abrilm.com.br/assets/images/2011/9/39897/size_590_griletto.jpg?1317068553

http://exame2.abrilm.com.br/assets/images/2013/7/252053/size_590_montanaexpress.jpg?1374257716

http://exame3.abrilm.com.br/assets/images/2013/6/231877/size_590_Griletto_fachada-_1_-web.jpg?1372424726

São Paulo – O Grupo J.Alves, holding brasileira do setor de franquias de alimentação, anunciou a aquisição da rede de franquias de comida rápida Montana Express e da marca Montana Steaks, fundadas pela dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó.

De acordo com o presidente da holding, Ricardo Alves, a negociação durou seis meses e a conclusão foi feita no dia 1º de setembro. O anúncio para os franqueados foi feito na semana passada. A holding também é fundadora da rede Griletto e com a aquisição passa a administrar mais de 240 franqueados das duas marcas.

“Enxergamos uma oportunidade e o objetivo é crescer dentro do mercado que a gente já está inserido. Vamos levar as boas práticas de uma marca para outra”, conta Alves. Ele explica que as duas marcas vão atuar de maneira separada, mas o grupo aproveitará a sinergia das operações para levar benefícios aos parceiros.

A dupla Chitãozinho e Xororó continua como embaixadora das marcas e em comunicado afirma que a parceria irá ajudar na expansão da rede. “Ficamos satisfeitos com a incorporação do Montana pelo Grupo J.Alves. Temos certeza de que a marca Montana, que ajudamos a construir e tem muito valor para nós, irá crescer ainda mais e o negócio como um todo manterá sua trajetória de sucesso”, disse, em nota.

Hoje, a rede Griletto tem mais de 150 restaurantes no país e até o final desse ano está planejada a abertura de outras 20 novas lojas. A rede Montana Express conta com 95 operações no país e, com a aquisição, Alves espera que a rede cresça 20% no ano que vem.

Já o Montana Steaks, restaurante no estilo steakhouse, atualmente tem uma loja piloto em Piracicaba, em São Paulo. Alves afirma que um dos focos do grupo será a expansão dessa marca para outras cidades do estado.

No ano passado, a holding faturou 160 milhões de reais e a expectativa para esse ano, sem contar com a operação das novas marcas, é de fechar o ano com 220 milhões de reais.

Fonte (http://exame.abril.com.br/pme/noticias/dono-do-griletto-compra-rede-de-franquias-montana-express)

pesquisadorbrazil
Sep 9, 2014, 9:27 PM
O mês está sendo de fusões e aquisições. Não tem muito tempo que a Vento Haragano comprou o Porcão e agora a Griletto compra a Montana Express. A primeira pelo menos, foi porque a Porcão estava a beira da falência.

pesquisadorbrazil
Sep 20, 2014, 5:58 AM
A Elgin Mobili & Design, de planejamento de móveis, deve inaugurar dez unidades até o fim de 2015. Serão investidos cerca de R$ 7 milhões em franquias em Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ)

Fonte (http://www.economiaemdia.com.br/EconomiaEmDia/pdf/INVEST_SETORIAL_17_09_14.pdf)

pesquisadorbrazil
Sep 20, 2014, 5:59 AM
Brincadeira rs, não tem muitos anos que postei no SSC, que a Elgin Cuisine também iria abrir franquia em Brasília e até agora necas. Vai entender.

fabiano
Oct 1, 2014, 4:11 PM
RIO VERDE GANHARÁ MAIOR SHOPPING CENTER DA REGIÃO

Projeto arrojado terá investimento de R$ 80 milhões, grandes marcas como C&A e Riachuelo e promoverá 2.500 empregos diretos e indiretos.

Rio Verde, reconhecida como a capital do agronegócio, se prepara para receber o maior Shopping Center da cidade e região, o Buriti Shopping Rio Verde. Apostando no potencial da cidade, que, além da agricultura e pecuária, também se destaca por abrigar em seu território grandes indústrias, como Perdigão, Cargil e Bunge, os empreendedores Terral Shopping Centers e Nassau Empreendimentos vão investir cerca de R$ 80 milhões no projeto, oferecendo ao público o maior centro de compras e lazer da região. Um shopping com mais de 20 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL), o empreendimento será anunciado ao mercado no dia 15 de agosto, no Gelps Hotel, às 16 horas, em evento exclusivamente para imprensa e autoridades, que conhecerão, em primeira mão, o projeto e maiores detalhes sobre este grande investimento.

A proposta do grupo empreendedor é reunir quantidade, qualidade e diversidade de produtos e serviços, tudo com conforto e comodidade, oferecendo aos moradores de Rio Verde e dos municípios vizinhos itens que antes só eram encontrados nos shoppings da capital. Grandes marcas nacionais, como C&A e Riachuelo, completa área de lazer, que contará com modernas salas de cinema, playground, ampla praça de alimentação e 1.000 vagas de estacionamento, fazem parte do projeto.

Além dos milhares de empregos diretos e indiretos que serão gerados pelo novo shopping, a localização é outro fator importante à relevância do projeto à região. O Buriti Shopping Rio Verde será construído em um setor de franco crescimento, com localização estratégica e de fácil acesso, na rodovia BR 060, garantindo o fluxo da população de Rio Verde e dos 13 municípios do entorno que estão em um raio de 100 KM. O Buriti Shopping de Rio Verde será entregue no segundo semestre de 2014.

Com mais de 400 mil habitantes, a região apresenta potencial de consumo de R$ 52,2 milhões por mês, fruto do crescimento populacional de Rio Verde, quatro vezes acima da média nacional, com aumento de 23% nos últimos cinco anos. Além disso, a cidade é a 4ª do estado em Índice de Preço ao Consumidor (IPC) e a população apresenta renda média mensal de R$ 3.166,00, segundo levantamento do Instituto China Geomarketing.

Fenômenos no mundo dos negócios, os shopping centers estão no Brasil desde a década de 60, reunindo facilidade, comodidade e segurança em um único lugar e, por isso, se tornaram os preferidos dos consumidores. Goiás se destaca no setor, onde, segundo pesquisa realizada em junho de 2011, pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), está entre os estados que lideram em número de empreendimentos. Goiás ocupa o nono lugar no ranking, liderado pelos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Empreendedores

Sobre Terral Shopping Centers

A Terral Shopping Centers é uma empresa do grupo Terral que completa, em 2012, 25 anos de atuação no mercado, especializada no desenvolvimento, administração e comercialização de centros comerciais, com foco na inovação e geração de resultados. Com 12 empreendimentos do segmento nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, a Terral se consolida como grande administradora de shoppings. São mais de 1.000 lojas, 235.000 m² de Área Bruta Locável (ABL) e cerca de 53 milhões de consumidores que circulam anualmente pelos empreendimentos administrados pela Terral.

Nassau Empreendimentos

Com mais de 20 anos de experiência nas áreas de planejamento, gestão, comercialização e consultoria, a Nassau Empreendimentos conta com o know-how especializado no segmento de centros comerciais e possui uma qualificada equipe de profissionais. A companhia já gerenciou mais de 120 projetos de shopping centers em todo o território nacional e nas mais diversas funções. Por conta desta atuação, a empresa conquistou solidez e confiança junto ao mercado. A Nassau tem como premissas valores como transparência e comprometimento, o que permeia as suas relações e performance nos projetos que desempenha. Esse perfil projetou uma marca expoente e referência no mercado de shopping centers.

Fonte: http://www.terral.com.br/site/noticias.php?id=22

fabiano
Oct 1, 2014, 4:15 PM
Não vi nenhuma notícia relativa a este empreendimento. Coloquei somente para informação. Já que esta notícia é de agosto! Sabe lá de que agosto eles falam, site sem data precisa!

fabiano
Oct 3, 2014, 4:49 PM
http://www.anashopping.com.br/evento_fotos/70.jpg

A Primeira C&A de Anápolis está chegando ao Anashopping

Presente no Brasil desde 1976 a C&A é símbolo de moda, bom gosto e respeito ao consumidor. De origem holandesa, foi fundada em 1841 pelos irmãos Clemens e August, cuja união das iniciais de seus nomes resultou na marca C&A.

Presente em quase todo o território nacional, a C&A agora também estará no Anashopping. A primeira loja da marca em Anápolis, tem inauguração prevista para novembro de 2014. Com isso, o Anashopping entra para a lista de estabelecimentos possuintes de umas das maiores âncoras comerciais no quesito moda no Estado de Goiás.

A C&A é uma das maiores cadeias de varejo de moda no mundo. A marca agregará ao shopping não só o peso de sua história, mas também será uma injeção de ânimo para o mercado anapolino. A chegada da C&A ao Anashopping faz parte da série de grandes novidades que o shopping está preparando em comemoração aos seus 19 anos. Trabalhando para fazer sempre mais pelos clientes e pela cidade, o Anashopping celebra essa grande conquista.

Fonte: http://www.anashopping.com.br/eventos/70

pesquisadorbrazil
Oct 27, 2014, 2:54 AM
Balada gourmet

Criado em Nova York, o restaurante Bagatelle expande as fronteiras com uma receita que une alta gastronomia e festa

http://www.istoedinheiro.com.br/resources/jpg/1/3/1410547989331.jpg?keepThis=true&TB_iframe=true&height=480&width=720
Otimismo: o empresário francês Remi Laba comemora a expansão da rede de restau­rantes, que funciona como uma espécie de balada à noite. Além das atuais unidades de Nova York, São Paulo, St. Barths, St. Tropez e Los Angeles, o Baga­telle deve abrir filiais em Dubai, Mônaco, Miami, Aspen, Londres, Hong Kong, Cingapura e Moscou nos próximos anos ( foto: Donnelly Marks)


Em um espaço arborizado na rua Padre João Manuel, no Jardim América, em São Paulo, o empresário francês Remi Laba almoça com seu grupo de amigos no restaurante Bagatelle, rede fundada por ele e seu sócio, Aymeric Clemente, em Nova York há sete anos. A unidade paulista, terceira a abrir no mundo, lembra bastante a matriz nova-iorquina quanto aos elementos decorativos. Paredes revestidas de tijolos brancos e obras de arte pop penduradas, grandes lustres de cristal, cadeiras de madeira escura, poltronas estofadas de couro marrom e garrafas do champanhe Veuve Clicquot usadas como enfeite agradam aos frequentadores do local, famoso por unir uma gastronomia bem-executada e ambiente de festa.

“A ideia partiu de nossas próprias experiências como bons-vivants”, afirma Laba. “Antes do Bagatelle, precisávamos escolher entre entretenimento ou culinária de qualidade e hoje é possível aproveitar o melhor dos dois mundos.” Durante o dia, o restaurante recebe de executivos a grupos de amigos. O clima começa a esquentar ali depois das 22h, quando um DJ anima o ambiente até por volta da 1h da manhã. Os frequentadores costumam ser, no mínimo, da faixa acima dos 25 anos de idade. “É ideal para quem já está mais velho e busca conforto e qualidade, mas não pretende voltar para casa apenas às 5h da manhã”, diz Laba.

Os pratos são elaborados pelo chef executivo Gustavo Young, com passagem por casas como o extinto Sabuji, também na capital paulista, o premiado El Celler de Can Roca, em Girona, na Espanha, e o japonês Finger’s Garden, em Milão. Entre as opções oferecidas estão o carré de cordeiro em crosta de ervas, vegetais ao forno e molho rôti (R$ 72), o filé-mignon coroado com escalope de foie gras, purê de batata com ervas e jus bordelaise (R$ 96) e os camarões-rosa flambados com cachaça artesanal e ervas, servidos com arroz pilaf ao açafrão (R$ 78).

Além de Nova York e São Paulo, o restaurante tem unidades nas badaladas Saint Barths, Los Angeles e Saint Tropez. Novos endereços serão abertos em breve em Dubai, Mônaco, Aspen e Miami. A expectativa de Laba é de que o faturamento, que deve chegar a US$ 50 milhões neste ano, aumente em 60% em 2015. Segundo Livia Germano, gerente de estratégia da consultoria de marcas GadLippincott, o Bagatelle está se beneficiando da tendência no mercado de entretenimento de misturar diferentes modelos de negócios. “Os consumidores querem e esperam por novidades”, diz a especialista. Livia afirma que antigamente havia um modelo para pub, um para fast-food, um para restaurantes informais, outro para alta gastronomia e, ainda, um último para uma casa noturna.

“Agora tudo se mistura e dá origem a novos modelos combinados.” O Brasil, onde a cadeia de restaurantes será operada através de licenciamento, é uma das grandes apostas para Laba e seu sócio Clemente. “O brasileiro adora festejar e é apaixonado por gastronomia, o que faz daqui um ótimo mercado para nós”, diz Laba. A decisão de se instalar em São Paulo, há dois anos, se deu por causa da conexão entre a capital paulista e Nova York. “Muitos dos nossos consumidores do Bagatelle de lá eram brasileiros.” A estratégia de expansão prevê a abertura de casas em metrópoles como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Salvador.

Angra dos Reis ou Florianópolis deve receber a versão praiana, como a de Saint Tropez. No exterior, por sua vez, haverá filiais em Hong Kong, Cingapura, Londres e Moscou. “É natural que eles procurem metrópoles que já tenham essa aura de sofisticação, boa gastronomia e boemia”, afirma Livia. Ávido por novos formatos, Laba e seu sócio também planejam a abertura de um hotel-butique em Miami, com 62 suítes, um restaurante e uma área de convivência no melhor estilo da marca. “Outra iniciativa é o Maison Bagatelle, que abrimos em Dubai e funciona como franquia”, afirma o empresário sobre o novo restaurante do grupo, voltado para as famílias. “Lá tiramos o elemento festa e inserimos a pâtisserie.”

Fonte (http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/estilo/20140912/balada-gourmet/189330.shtml)

pesquisadorbrazil
Nov 14, 2014, 8:42 PM
Applebee’s vai triplicar de tamanho

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Em dez anos de Brasil, a rede americana de restaurantes Applebee’s, do grupo DineEquity, abriu 13 lojas, concentradas em São Paulo( 9), Porto Alegre (2), Rio de Janeiro e Belo Horizonte (uma em cada cidade).

Agora, a empresa quer recuperar o atraso e triplicar de tamanho na metade do tempo. Segundo Daniel Del Olmo, presidente de operações internacionais, que veio ao Brasil prospectar investidores, a ideia é abrir franquias em Salvador, Fortaleza, Curitiba, Goiânia, Brasília, Recife, Natal e Florianópolis.

“O Brasil é um dos países com maior potencial de crescimento para o grupo”, afirma. Em 2013, a DineEquity faturou US$ 640,5 milhões.

Fonte (http://www.istoedinheiro.com.br/blogs-e-colunas/post/20141114/applebees-vai-triplicar-tamanho/5307.shtml)

pesquisadorbrazil
Nov 14, 2014, 8:43 PM
Eu já vi essa novela, o franqueado de Brasília o Nadim Hadad não tem nenhum interesse em abrir filial em Brasília. Apesar que o projeto que ele tinha e eu tive acesso, era uma filial de 3 andares. Mas o local, não foi me revelado.

Pior vai chegar com novos Outback Steakhouse, Hard Rock Cafe entre outros que estão desembarcando na cidade. Resta saber, aonde irá aportar. Só se for no Shopping ID, que vai ganhar uma praça gourmet e de alimentação no terraço com 4 mil ms de abl em 2015.

MAMUTE
Nov 18, 2014, 9:23 PM
35% de lojas em shoppings são franquias, diz estudo

Divulgação
http://assets1.exame.abril.com.br/assets/images/2013/6/223695/size_810_16_9_eudora.jpg
Um dos objetivos do estudo era analisar a representatividade das franquias dentre as lojas presentes nos shopping centers brasileiros


São Paulo – De acordo com o Mapeamento de Franquias em Shoppings Centers 2014, do total de lojas em shopping centers no Brasil, 34,5% são franquias. O estudo foi realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) em parceria com a Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) e um dos objetivos do estudo era analisar a representatividade das franquias dentre as lojas presentes nos shopping centers brasileiros.

Ao todo, foram mapeadas 55.473 lojas nos shoppings e 18.435 redes/marcas. Apenas 5,3% das redes em shoppings são franquias, o que equivale a 1 mil marcas.

No caso da representatividade das franquias nos shoppings, o setor de alimentação se destaca, pois 57,1% das lojas são franquias. Do total de lojas de serviços nos shoppings, 43,5% são franquias e 42,1% dos pontos de venda de mercados e empórios pertencem a marcas de franquia.

As franquias de brinquedos tem penetração de 40,3% nos shoppings e as de calçados e acessórios representam 37% das lojas.

Ainda de acordo com o estudo, apesar de a região Sudeste ter mais lojas, a região Norte tem a maior proporção de lojas franqueadas, com 38%. Seguida das regiões Sudeste, com 36%, Centro Oeste, com 34%, Nordeste, com 32%, e Sul com 30%.

As 15 cidades mais representativas para o mercado de franchising em shoppings são: São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Goiânia (GO) Campinas (SP), Manaus (AM), Sorocaba (SP), Recife (PE), Santo André (SP) e Natal (RN).

A pesquisa teve como base o cruzamento de dados de 503 shoppings filiados à Abrasce com informações das 2.703 marcas de franquias associadas à ABF.















http://exame.abril.com.br/pme/noticias/35-de-lojas-em-shoppings-sao-franquias-diz-estudo

pesquisadorbrazil
Nov 19, 2014, 3:26 AM
No Brasil, lagosta vira solução para comer na recessão


http://assets3.exame.abril.com.br/assets/images/2013/4/171767/size_810_16_9_Restaurante_do_Red_Lobster.jpg
Restaurante do Red Lobster: empresa abriu seus dois primeiros restaurantes no Brasil neste ano

Os consumidores brasileiros, apertados pelo crescimento estagnado e por uma moeda mais fraca, estão comprando menos produtos estrangeiros. Mas um produto importado dos EUA está prosperando durante essa recessão: a Red Lobster.

Depois que algumas redes fracassaram em suas tentativas anteriores de entrar na maior economia da América Latina, as operadoras dos chamados restaurantes casuais dos EUA estão se expandindo novamente.

Redes como P.F. Chang’s e Tony Roma’s estão surgindo para atender a demanda de consumidores de classe média que não podem pagar o jantar em restaurantes de padrão mais alto, mas que buscam uma noite com um pouco mais de classe, diferente de ir a um bar de esquina onde não é necessário usar camisa social.

A Red Lobster Seafood, que foi adquirida pela Golden Gate Capital Corp. em julho, abriu seus dois primeiros restaurantes no Brasil neste ano e tem planos para mais 12.

A TGI Fridays está voltando após uma ausência de quatro anos. E a Dunkin’ Brands Group Inc., que encerrou suas operações no Brasil há cerca de uma década, está planejando até 150 cafeterias com iluminação ambiental, wi-fi e sofás.

“Esta ainda é uma das maiores economias do mundo e está repleta de oportunidades”, disse Scott Murphy, diretor de abastecimento e vice-presidente de operações para a América Latina da Dunkin’ Donuts. “As principais delas estarão na classe média”.


Recessão

O impulso renovado no Brasil surge em um momento em que o país tenta sair da recessão do primeiro semestre do ano. A economia brasileira encolheu 0,6 por cento durante o segundo trimestre do ano após uma contração revisada de 0,2 por cento durante os três primeiros meses.

O IBGE divulgará as informações do PIB do terceiro trimestre no dia 28 de novembro. A inflação permaneceu acima do ponto médio da meta do Banco Central nos últimos quatro anos e os empregos caíram no mês passado.

Enquanto essa situação poderia significar uma desaceleração para os clientes norte-americanos, isso não acontece no Brasil, disse Renato Meirelles, presidente do Data Popular, instituto de pesquisa focado na classe média, faixa da população que o órgão define pelas famílias com uma renda mensal média de R$ 1.694 (US$ 649) a R$ 3.094.

Comer fora regularmente faz parte da cultura dos brasileiros e os 40 milhões de pessoas que ascenderam à classe média na última década não são uma exceção.

“Elas não desistem de comer fora, mas trocam restaurantes melhores por pizzarias ou reduzem a frequência de saídas”, disse Meirelles ontem em entrevista por telefone.

“É que nem viajar de avião: aqueles que começam não vão mais viajar de ônibus. As pessoas não voltam para trás”.

Um prato de lagosta no Red Lobster custa de R$ 79 a R$ 169, ou cerca de US$ 30 a US$ 65, em São Paulo, contra US$ 27 a US$ 41 no estabelecimento da empresa na Times Square, em Nova York.

O impulso é parte de uma expansão global de algumas redes. A Dunkin’ Donuts está adicionando lojas ao longo da Costa Oeste dos EUA. E a Romacorp inaugurou restaurantes Tony Roma’s no México e em Cingapura nos últimos 12 meses.


Volta ao Brasil

“O mercado obviamente é muito atrativo”, disse Jim Rogers, diretor de marketing da Romacorp, em entrevista por telefone.

A Dunkin’ Donuts, que tem sede em Canton, Massachusetts, EUA, está voltando ao Brasil após fechar suas franquias cerca de uma década atrás por causa de problemas na cadeia de abastecimento, disse Murphy.

Desta vez, a sócia de franquia OLH Group, um grupo com sede em Brasília que anteriormente operou franquias da Subway Restaurants, planeja ter um estoque de seis meses de insumos importados e está tentando encontrar produtores locais de itens como copos, disse o presidente da OLH, Leandro Oliva.

A TGI Fridays, que foi adquirida neste ano pela Sentinel Capital Partners e pela TriArtisan Capital Partners, deixou o Brasil quatro anos atrás por causa de “algumas preocupações financeiras relacionadas ao nosso sócio de franquia”, disse Jean Baudrand, vice-presidente para desenvolvimento de negócios internacionais, em resposta a perguntas enviada por e-mail.

O Brasil era “uma região de alto desempenho” para a rede com sede em Carrollton, Texas, EUA, disse Baudrand.

A Red Lobster, que tem sede em Orlando, Flórida, EUA, abriu restaurantes neste ano no Itaim Bibi e no Aeroporto Internacional de São Paulo.

A empresa está inaugurando lojas com a International Meal Co., a única operadora de redes de restaurantes de capital aberto do Brasil, disse o CEO da Red Lobster, Kim Lopdrup.

“O Brasil é um dos mercados mais atrativos da América Latina devido ao seu tamanho, perspectivas de crescimento de longo prazo e forte aceitação dos restaurantes americanos casuais”, disse Lopdrup, em resposta a questões enviada por e-mail.

Fonte (http://exame.abril.com.br/economia/noticias/no-brasil-lagosta-vira-solucao-para-comer-na-recessao)

pesquisadorbrazil
Nov 29, 2014, 12:06 AM
Applebee’s comemora 10 anos no Brasil

https://portalpoolnews.files.wordpress.com/2014/11/apple-bees-entrada1.jpg?w=300&h=200
Applebee’s comemorou neste mês 10 anos no Brasil e planeja abrir novas unidades.

Salvador, Fortaleza, Curitiba, Goiânia, Brasília, Recife, Natal e Florianópolis são cidades alvo.

O Applebee’s®, maior rede de casual dining do mundo está presente em 17 países, e comemora 10 anos no Brasil. A primeira unidade da rede foi inaugurada em novembro de 2004 no bairro de Moema em São Paulo. Ao longo desses anos, o Applebee’s® vem reforçando a tradicional culinária americana com steaks e outros pratos com carnes variadas, e se destaca por seus resultados expressivos no mercado interno. São milhares de clientes atendidos por mês em cada um dos 13 restaurantes espalhados por quatro estados brasileiros: nove unidades no estado de São Paulo, duas em Porto Alegre, uma no Rio de Janeiro e uma em Belo Horizonte.

A atuação do Applebee’s no Brasil, no entanto, tem o melhor e maior crescimento de vendas do mercado internacional ao longo dos últimos oito anos. E segundo o presidente internacional, Daniel Del Olmo, a marca promete continuar crescendo no Brasil.

“O primeiro passo é reforçar a presença das franquias que já estão em operação e explorar a evolução da marca em todos os aspectos. O plano estratégico será baseado nos pilares: ambiente, produto e cliente; e envolve uma evolução em 360 graus da qualidade dos produtos e serviços que a rede tem a oferecer”, ressalta Daniel del Omo. “Nosso foco é o de manter sempre a referência de um autêntico Bar and Grill americano, onde nossos clientes sintam prazer em estar com os amigos e família, pois terão a certeza de serem bem tratados e bem servidos, com o melhor da gastronomia americana”, completa.

Para a gerente sênior de marketing internacional da DineEquity, Beatrice Martins, que é natural do Brasil e há quatro anos lidera os mercados das Américas do Sul e Central, além de Caribe e Canadá, a América Latina é uma região global com maior chance de crescimento no setor alimentício, especialmente no Brasil onde o consumidor valoriza o fato de sair para jantar somado ao fator do crescimento do poder aquisitivo da população.


https://portalpoolnews.files.wordpress.com/2014/11/mg_1580.jpg?w=453&h=306
Daniel del Olmo, presidente internacional do Applebee´s (de terno à direita); Beatrice Martins (ao seu lado), gerente sênior de marketing internacional do Applebee´s; Hermelindo Fuglini (camisa cinza, ao lado da gerente sênior de mkt internacional da Applebee’s) e convidados.

Perspectiva para os próximos 10 anos

Como parte do planejamento estratégico de expansão das franquias Applebee´s® na América Latina, a rede está investindo em profissionais executivos com prévia experiência nos mercados da região Sul. O presidente internacional, Daniel Del Olmo, chegou a companhia em dezembro de 2013. O executivo americano era vice-presidente e diretor executivo do grupo hoteleiro Wyndham, onde atuou por 11 anos. Em 2012, del Olmo foi aclamado por sua excepcional colaboração para o crescimento significativo do faturamento do grupo na América Latina. Graduado em Economia Aplicada e MBA na University of Hasselt, na Bélgica, Daniel é poliglota e fluente nos idiomas Espanhol, Francês, Italiano e Holandês, além do Inglês e de conversar muito bem em Português e Alemão.

Segundo o novo presidente internacional, o planejamento estratégico da Applebee´s® inclui abertura de franquias nas cidades de Salvador, Fortaleza, Curitiba, Goiânia, Brasília, Recife, Natal e Florianópolis, além do objetivo de reforçar a presença das unidades que estão em operação. O investimento inicial para adquirir uma franquia da rede está avaliado em 40 mil dólares por restaurante, o equivalente a cerca de 102 mil reais. O valor é referente apenas à detenção da marca. “O Brasil é um dos países com maior potencial de crescimento para o grupo e por isso queremos ampliar a participação com planejamento ousado de chegar a 45 unidades da Applebee’s em operação até 2020”, afirma Del Olmo.

Uma das estratégias para crescer é a opção de franquias menores, no tamanho de 100m² a 250m², pois atualmente se trabalha apenas com franquias de 500m² a 600m², além da inauguração de lojas conceitos. “A ideia é reformular a marca, dar novo vigor, fazer um ambiente ideal para atender dois públicos, o jovem e a família”, conta Beatrice Martins, diretora de marketing no Brasil.

Cardápio

Novidades Cardápio harmonizado:

Hoeggarden Witbier com Salmon Caesar Salad: Cerveja de estilo witbier traz sabor cítrico, suave e fresco, indicado para acompanhar as saladas de misturas surpreendentes e os peixes de sabor apurado.
Stella Artois com Bourbon Black & Blue Burger: A junção dos sabores marcantes, sofisticados e balanceados, tem uma presença especial com os melhores burges e appetizers.
Leffe Blond com Baby Back Ribs: Para estar em sintonia com a cerveja de estilo belgian blond ale, a melhor alternativa é a carne de sabor nítido e distinto.
Leffe Radieuse com Blackened Steak Penne: Cerveja de estilo belgian dark strong ale, para substituir vinhos complexos e acompanhar pratos da alta gastronomia.
Leffe Brown com Garlic Herb Salmon: Cerveja encorpada de estilo belgian dubbel, harmoniza perfeitamente com pratos que possuem misturas leves e agradáveis, como os peixes e saladas.
Franziskaner Hefe-Weissbier Hell com Sizzling Ribeye: Uma das cervejas de trigo mais conhecidas do mundo, ao estilo weizem, com espuma abundante, branca e cremosa, combina com os steaks.

Novidades Cardápio clássico:

Crunchy Onion: No melhor estilo do Autêntico Grill & Bar Americano, crocantes anéis de cebola empanados, acompanhados de molho Bistro Barbecue.
Nachos Nuevos: Nova opção com Frango Chipotle.
Sizzling Flank Steak: Fraldinha de 250g ao estilo americano, servida em um skillet fumegante, com arroz espanhol, cebolas e cogumelos sauté.
Baby Back Ribs: Novo tempero Memphis Style, vindo de uma das cidades mais famosas por seu delicioso e autêntico BBQ Americano, o tempero cria uma explosão de sabores, em uma mistura de doce, salgado e um pouco picante ao mesmo tempo.
Bacon Cheeseburgers Sliders: Três suculentos mini-burgers cobertos por queijo americano e bacon.

A taxa de franquia para novas unidades no Brasil varia de R$ 40 mil a R$ 120 mil reais.

Confira as fotos do evento e do cardápio na nossa fanpage: https://www.facebook.com/portalpoolnews

Mais Informações pelo site: http://www.applebees.com.br ou para informações sobre franquias: http://www.applebees.com.br/institucional/franquia

Fonte (http://portalpoolnews.wordpress.com/2014/11/28/applebees-comemora-10-anos-no-brasil/)

pesquisadorbrazil
Dec 1, 2014, 6:44 PM
Disney pretende abrir lojas no Brasil

http://www.blogrelatorioreservado.ig.com.br/wp-content/uploads/2014/12/blog011206.jpg

Crise? Esqueceram de avisar ao Mickey. A Disney procura um parceiro local para a abertura de lojas oficiais no Brasil. Será o nono país do mundo a receber as Disney Store.

Fonte (http://www.blogrelatorioreservado.ig.com.br/index.php/2014/12/01/disney-pretende-abrir-lojas-brasil/)

pesquisadorbrazil
Dec 9, 2014, 12:17 AM
Padrão dinamarquês

Grife dinamarquesa de produtos para áudio e vídeo Bang & Olufsen abre loja no Brasil.

Texto: Paulo Fabris

A marca de produtos de áudio e vídeo de alto padrão Bang & Olufsen inaugurou, na última quinta-feira, dia 4 de dezembro, a primeira loja da marca no país, localizada no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo. A nova loja foi montada pela representante oficial na marca no Brasil, a Disac.

"É um projeto muito especial para nós", diz Silvia Aron, gerente de marketing da Disac e uma das coordenadoras da loja. "Os dinamarqueses acreditam muito no potencial do mercado brasileiro, e nós também estamos otimistas para trabalhar com uma marca tão bem conceituada".

A loja tem dois andares com 250 m² e segue os padrões internacionais da B&O, "Trabalhamos vários meses no projeto e tivemos que nos adequar a todas as exigências da Dinamarca", conta Silvia. "E treinamentos uma equipe totalmente nova, que tenha condições de atender os clientes mais exigentes".

A filial brasileira irá vender toda a linha de produtos da marca, incluindo TVs, caixas acústicas, players, servidores de mídia, fones de ouvido e acessórios para áudio e vídeo. Além disso, a Disac já negocia com outros possíveis parceiros para abrir novas lojas em cidades de Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Fonte (http://www.audioevideodesign.com.br/audiovideo/ctPadrao_dinamarques.do#.VIY-8WcgCTw)

pesquisadorbrazil
Dec 9, 2014, 12:18 AM
Tinha conversado com o representante da marca aqui, ele já havia falado que iria ter uma loja, somente não sabe aonde será.

pesquisadorbrazil
Dec 17, 2014, 3:20 PM
Dona do Outback traz rede de gastronomia italiana ao Brasil

http://www.forbesbrasil.co/wp-content/uploads/2014/12/Chicken_Bryan_2011-700x466.jpg

Uma das maiores companhias de casual dining do mundo, a gigante americana Bloomin´Brands prepara mais uma mordida no mercado brasileiro.

Depois da rede Outback Steakhouse, o grupo vai trazer ao Brasil sua cadeia de gastronomia ítalo-americana Carrabba´s Italian Grill, que chegará ao país com o nome de Abraccio.

O restaurante de estreia da Abraccio será instalado no primeiro piso do Shopping Vila Olímpia, em São Paulo. A abertura está sendo temperada para o primeiro trimestre de 2015. Uma segunda unidade da nova bandeira também já tem endereço: vai sair do forno no Shopping Market Place, também na capital paulista.

GIGANTE DA MESA

Fundada no Texas (EUA) em 1986 por John Charles ‘Johnny’ Carrabba, a rede Carrabba´s se aliou ao Outback em 1993 e no ano seguinte foi incorporada pelo grupo. Com mais de 200 restaurantes, a cadeia é famosa por pratos como o Chicken Bryan e o ravioli de lagosta – delícias que estarão no cardápio dos restaurantes no Brasil.

Além das bandeiras Outback e Carrabba´s, a Bloomin´Brands é dona das marcas Fleming’s Prime Steakhouse & Wine Bar, Bonefish Grill e Roy’s, e soma mais de 1,5 mil restaurantes em vários países do mundo. Em 2013, o grupo comprou de seus parceiros o controle da operação brasileira do Outback e passou a deter 90% do negócio.

No Brasil desde 1997, o Outback tem 63 restaurantes no país – é o terceiro maior número do mundo, só perdendo para os Estados Unidos e para a Coreia do Sul. Mas em faturamento, o Brasil é campeão: dos 10 restaurantes com maior receita da rede, 9 estão em solo brasileiro.

Fonte (http://www.forbesbrasil.co/coluna/dona-outback-traz-rede-de-gastronomia-italiana-ao-brasil/)

pesquisadorbrazil
Dec 17, 2014, 3:20 PM
Acho muito estranho a empresa dona da Outback colocar a Carrabbas lado a lado na mesma praça de alimentação. Vai entender.

pesquisadorbrazil
Dec 18, 2014, 9:04 PM
Havanna lança modelo de franquia de R$ 87 mil

Rede oferece formato que mescla café e quiosque e loja completa. Meta é atingir 320 unidades no Brasil nos próximos 5 anos

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O alfajor é o carro-chefe da Havanna (Foto: Divulgação)

A Havanna, empresa argentina criada em 1947 e conhecida por seus alfajores e doce de leite, dá um passo importante em seu plano de expansão no Brasil. Presente no país desde 2006, a rede entrou recentemente no sistema de franquias. A marca oferece três formatos diferentes, sendo que a mais barata delas – um quiosque – tem um valor de investimento inicial bastante convidativo: a partir de R$ 87 mil.

Segundo Conceição Cunha, diretora da marca, a Havanna levou oito anos para franquear o negócio em terras brasileiras por dois motivos: conhecer o perfil do consumidor do país e posicionar a marca no mercado local. Nesse tempo, abriu 28 operações próprias.

O sistema de redes foi lançado em outubro. O primeiro modelo de franquia é um quiosque, que vende apenas os produtos da Havanna – além do doce de leite e dos alfajores, a marca produz chocolates, biscoitos e guloseimas sazonais, como panetones e ovos de páscoa. O segundo também é um quiosque, mas preparado para vender drinks com café e servi-los em mesas. Por fim, o último é uma cafeteria completa.

Para abrir uma operação, os empreendedores devem passar por um processo de seleção, pois a rede recebe muitos contatos de pessoas com interesse em abrir uma unidade. "Entre 2006 e 2014, mesmo sem termos uma franquia, recebemos 3,2 mil pedidos de franquia", afirma Conceição.

O custo de implantação de uma franquia varia entre R$ 87 mil (para abrir um quiosque) e R$ 270 mil (para uma cafeteria completa). Os franqueados devem arcar, periodicamente, com o pagamento de royalties e uma taxa de propaganda. A franqueadora prevê que o prazo médio de retorno do investimento é de 40 meses.

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Formato de "café-quiosque" da Havanna (Foto: Divulgação)

Com exceção dos ovos de páscoa e panetones, produzidos localmente, os produtos que abastecem as unidades brasileiras da Havanna vêm de uma fábrica na Argentina e transportados, por vias terrestres, até aqui. De acordo com Conceição, a empresa tem uma rede de logística bastante sofisticada e as distâncias internacionais não são um problema.

De outubro para cá, a Havanna já abriu cinco franquias e hoje tem 33 operações. Até o fim de 2015, a expectativa é atingir 40. No longo prazo, a meta é mais agressiva: chegar a 320 unidades nos próximos cinco anos. A princípio, a previsão é de que os quiosques e cafeterias sejam abertos no Sudeste e no Distrito Federal e, com o passar do tempo, inclua todas as regiões do país.

Mais informações sobre custos de implantação de uma Havanna podem ser acessadas no nosso canal de franquias.

Fonte (http://revistapegn.globo.com/Franquias/noticia/2014/12/havanna-lanca-modelo-de-franquia-de-r-87-mil.html)

pesquisadorbrazil
Feb 9, 2015, 8:57 PM
Conheça 10 franquias estrangeiras que mais crescem no mundo

A revista americana Entrepreneur fez um levantamento com mais de 500 franquias para selecionar as dez que mais crescem e têm potencial de sucesso. Na lista, aparecem redes de lanchonetes, serviços e hotéis. Os negócios em expansão lá fora são sinais para o empreendedor brasileiro e podem virar oportunidades por aqui também. Conheça 10 franquias internacionais para ficar de olho.


HAMPTON HOTELS
Pertencente ao Hilton, o Hampton Hotels é uma bandeira de preço médio e tem mais de 1900 unidades no mundo. Um dos mercados mais pulsantes para a expansão da rede é a China. No Brasil, as oportunidades também existem, segundo o site da empresa. Nos Estados Unidos, o investimento começa em US$ 3,7 milhões.


ANYTIME FITNESS
A academia aberta por 24 horas é considerada uma das franquias mais bem-sucedidas do mundo. São mais de dois milhões de alunos em 3 mil unidades de 20 países. O fenômeno se dá em parte pelo baixo investimento – cerca de US$ 80 mil – e pela comodidade para os usuários praticarem exercícios a qualquer hora.


SUBWAY
Já presente em boa parte do território brasileiro, a rede de lanchonetes Subway aparece entre as dez melhores franquias nos Estados Unidos. Ao todo, a marca tem mais de 42 mil unidades em 107 países. No Brasil, o investimento está na casa dos 300 mil reais.


JACK IN THE BOX
Com mais de 2 mil unidades, a rede de lanchonetes tem 80% das lojas franqueadas. Criada em 1961, a rede atualmente só tem oportunidades abertas para novos franqueados nos Estados Unidos, mas pode servir de inspiração para negócios na área. O investimento no mercado americano é de US$ 1,3 milhão.


SUPERCUTS
A rede de salões de cabeleireiro tem mais de 2,5 mil unidades espalhadas pelos Estados Unidos e Canadá. O segredo do sucesso da marca está em atrair profissionais para virarem franqueados e ter quase sempre mais de uma unidade com cada empreendedor. O investimento inicial é de US$ 113 mil.


JIMMY JOHN’S GOURMET SANDWICHES
Apesar do nome gourmet, é a rapidez na produção dos sanduiches o que mais atrai os consumidores desta rede. Com a abertura de cerca de 300 unidades ao ano, a empresa já soma 2 mil unidades. O investimento inicial passa de US$ 300 mil.


SERVPRO
Especializada em limpeza depois de problemas como incêndios e alagamentos, a empresa tem mais de 1700 unidades. A rede tem se atualizado para manter os franqueados sempre com os melhores produtos e sistemas.


DENNY’S
Abertos 24 horas por dia, todos os dias do ano, os restaurantes surgiram na década de 1950 e somam mais de 1600 unidades. Atualmente, a rede procura parceiros na América do Sul para manter a expansão. O valor de capital para entrar na rede nos Estados Unidos é de US$ 1,3 milhão.


PIZZA HUT
Conhecida dos brasileiros, a Pizza Hut tem mais de 13 mil restaurantes em 88 países, incluindo o Brasil. Por aqui, um franqueado administra a maior parte das unidades. Os planos da empresa incluem abrir mais de 300 novas franquias fora dos Estados Unidos. O investimento em uma unidade nos Estados Unidos é de US$ 300 mil.


7-ELEVEN
A rede de lojas de conveniência é considerada um fenômeno: a marca surgiu na década de 1920 e tem mais de 54 mil unidades no mundo. No momento, não existem oportunidades de expansão na América do Sul. Nos Estados Unidos, as unidades têm investimento inicial de US$ 37 mil.

Fonte (http://180graus.com/economia/conheca-10-franquias-estrangeiras-que-mais-crescem-no-mundo)

MAMUTE
Apr 4, 2015, 1:59 PM
Setor de shoppings prevê ano mais contido


Divulgação
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Shopping da BR Malls: a BR Malls, por exemplo, vendeu participações em seis ativos no ano passado, dos quais cinco foram completamente alienados


Apesar dos resultados resistentes registrados no último trimestre, as operadoras de shopping centers preveem para 2015 um ano de contenções, com uma estratégia menos agressiva de crescimento e foco nas operações internas.

As empresas do setor se preparam para enfrentar o período mais turbulento que desenham para os próximos meses e passaram a reavaliar suas participações em empreendimentos e adotar uma postura defensiva.

Em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, a diretora de relações com investidores da Iguatemi, Cristina Betts, afirmou que a companhia deve passar a basear seu crescimento na compra de participação em empreendimentos que já estão em seu portfólio. De acordo com ela, a safra de inauguração de novos projetos acabou com o lançamento da unidade de São José do Rio Preto.

O grupo tem quatro expansões de unidades com lançamento planejado para 2015, em São Paulo, Campinas e Porto Alegre. Apenas para 2016 estão previstas as inaugurações de dois novos outlets, um em Santa Catarina e um em Nova Lima. Com o menor número de obras, a executiva disse acreditar que a alavancagem atual da empresa, que fechou 2014 em 3,1 vezes no cálculo de dívida líquida sobre Ebitda, deve ser reduzida para um nível em torno de 2 vezes a 2,5 vezes nos próximos dois anos.

A BRMalls, por sua vez, vendeu participações em seis ativos no ano passado, dos quais cinco foram completamente alienados pela companhia. No total, as negociações renderam R$ 389,2 milhões para a empresa.

De acordo com a administração, o desinvestimento faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio, que tem como objetivo se desfazer de unidades nas quais o grupo identifica uma dificuldade de aumento de participação ou entende já ter capturado boa parte do crescimento possível.

Para 2015, a operadora espera um ano ainda mais desafiador e promete voltar seus esforços para melhorias internas da operação. A empresa pretende inaugurar três expansões em 2015 e o próximo shopping a ser lançado está planejado somente para 2016.

A direção da Aliansce, que não lançou nenhum empreendimento em 2014, também se mostrou cautelosa e afirmou que vai esperar sinais de um novo ciclo de crescimento no País antes de anunciar novos projetos. A companhia deve focar seus esforços em 2015 na expansão de cinco ativos, que juntos vão consumir um investimento líquido de R$ 68,8 milhões.

Em sua divulgação de resultados, a Sonae Sierra sinalizou vontade de continuar expandindo sua carteira de shoppings, mas ponderou que o mercado ainda vai levar algum tempo para absorver os negócios da área aberta nos últimos lançamentos. Em 2015, o grupo planeja inaugurar três expansões e garante que vai continuar a buscar alternativas para fazer crescer seus ativos.

Já o diretor financeiro e de relações com investidores da Multiplan, Armando d'Almeida Neto, está bem mais otimista. Ele afirmou que a empresa está pronta para aproveitar as oportunidades que surgirem neste ano e usar seu portfólio de terrenos e sua capacidade de crescimento. Em entrevista ao Broadcast, o executivo disse não ver 2015 como um ano diferente de qualquer outro.

A companhia deu início em 2014 às obras do ParkShoppingCanoas, no Rio Grande do Sul, e está finalizando a construção de dois empreendimentos, um residencial e um comercial, nos terrenos anexos ao BarraShoppingSul. A empresa destacou ainda em seu documento de divulgação de resultados ter 873,8 mil metros quadrados de áreas adjacentes a seus shoppings para o desenvolvimento de projetos futuros.

Quarto trimestre

O mercado recebeu bem os resultados apresentados pelas operadoras de shopping centers no quarto trimestre do ano passado e destacou a resistência do setor às adversidades macroeconômicas.

Os analistas do JP Morgan, por exemplo, avaliaram como bastante positiva a recuperação das vendas e dos aluguéis no conceito "mesmas lojas", que levam em consideração apenas as unidades abertas há mais de um ano, após a desaceleração do terceiro trimestre. O banco chamou a atenção ainda para o crescimento de dois dígitos nas receitas líquidas mesmo com o movimento mais moderado de expansão.

As vendas "mesmas lojas" da Iguatemi cresceram 8,1% nos três últimos meses de 2014 ante o mesmo período do ano anterior, enquanto os aluguéis no quesito registraram alta de 8,7%. Na Multiplan, as vendas subiram 7,9% e os aluguéis, 8,8%. A BRMalls reportou aumento de 6,5% nas vendas e 7,2% nos aluguéis. A Sonae Sierra teve expansão de 10,2% nas vendas e 11% no aluguel e a Aliansce registrou alta de 7,4% nas vendas e 7,5% nos aluguéis.

As receitas líquidas também tiveram um crescimento robusto no último trimestre, de 19,8% na Iguatemi, de 20,1% na Multiplan, 10% na Aliansce, 7,5% na BRMalls e 10,6% na Sonae Sierra.














http://exame.abril.com.br/economia/noticias/setor-de-shoppings-preve-ano-mais-contido

pesquisadorbrazil
May 23, 2015, 5:43 PM
Recém-chegada, portuguesa Parfois aposta no Brasil

http://www.forbes.com.br/wp-content/uploads/2015/05/parfois-div.jpg

Na era do Hi-Lo — abreviatura para high and low, conceito de moda que estimula a combinação de peças de grifes com itens adquiridos nas fast fashions —, o Brasil virou alvo da Parfois, marca portuguesa fundada na cidade do Porto em 1994 e hoje com quase 600 lojas em operação em 52 paí­ses como França, Alemanha, Itália, Espanha, Holanda, Arábia Saudita, Hungria e Rússia.

Com uma receita da ordem de R$ 700 milhões e crescimento de dois dígitos em 2014, a chamada “fast fashion europeia dos aces­sórios” tem um catálogo tão vasto e dinâmico que é difícil conhecer todas as bolsas (das esportivas às clássicas, passando pelas clutches), anéis, pulseiras, colares, brincos, tiaras, cintos, carteiras, lenços, óculos, presilhas, malas de viagens e sapatos (esses não virão tão cedo ao país) à venda.

Por estação, ela lança em média 3.500 itens desenhados por seus cerca de 70 estilistas, divididos entre a sede no Porto e um escritório próprio de design de produtos em Barcelona. Todos os itens são produzidos em fábricas de terceiros ao redor do mundo.

No Brasil desde 2014, a grife tem, por enquanto, duas lojas em operação: uma no Morumbi Shopping (SP) e a outra no Barra Shopping (RJ). Em julho, será a vez da abertura da terceira unidade no Shopping Vila Olímpia (SP). Inicialmente, os destinos-alvo da marca serão os estados de São Paulo, Rio, Goiás e Distrito Federal.

A meta do empresário português Tiago d’Orey Gonçalves, diretor-geral da marca no Brasil e master franquea­do no país, é abrir 50 lojas em solo nacional em cinco anos. “Em 2016, optaremos pelo modelo de franquias. Por ser um case de sucesso na Europa, a marca tem tudo para fazer sucesso no Brasil. Seu diferencial é que todos os acessórios acompanham a moda e, como uma grande fast fashion, novidades chegam às lojas semanalmente.”

Com preços acessíveis, a Parfois oferece produtos de R$ 9 (uma presilha) a R$ 399 (uma mala de viagem). As bolsas, por exemplo, custam de R$ 99 a R$ 229. O tíquete médio é de R$ 140. “Com os preços que praticamos, queremos que as brasileiras troquem de bolsas todo mês”, brinca Gonçalves, que mira nas consumidoras de 25 a 45 anos.

A Parfois pensa em produzir alguns itens no Brasil no futuro — caso dos calçados, que, importados da Europa, sairiam caros demais para importação e venda em território nacional. A Parfois foi criada pela portuguesa Manuela Medeiros numa época em que a oferta de acessórios de moda em Portugal ainda era muito pequena — para não dizer inexistente. Seu diferencial: design próprio, seguir as tendências de moda e oferecer novidades semanalmente —, três estratégias mantidas pela marca até hoje.

Somente em 2014, mais de 100 lojas da grife foram abertas ao redor do mundo. Seu maior mercado hoje é a Espanha, que, em breve, deverá ter mais de 200 lojas em operação. “Nos últimos cinco anos, a Parfois cresceu cerca de 30% ao ano”, conta d’Orey.

Fonte: http://www.forbes.com.br/negocios/2015/05/recem-chegada-portuguesa-parfois-aposta-no-brasil/

pesquisadorbrazil
Jun 18, 2015, 10:32 PM
Cartier segue apostando no mercado brasileiro

Grife prepara abertura de sua terceira boutique no País e enfatiza sua atuação em acessórios

http://www.meioemensagem.com.br/mediaObject/home/marketing/noticias/2015/06/18/Christophe-Massoni_300/resolutions/res-308x197/Christophe-Massoni_300.jpg
Segundo Christophe Massoni, atemporalidade nas criações distingue a Cartier Crédito: Divulgação

Há 47 anos no Brasil, a grife fundada em 1847 pelo mestre-joalheiro Louis-François Cartier abrirá em setembro sua terceira loja no País. A boutique será inaugurada no shopping Iguatemi São Paulo e, por enfatizar a crescente presença da marca no mundo dos acessórios, terá metragem maior que suas duas outras unidades locais, nos shoppings Cidade Jardim (SP) e Village Mall (RJ).

Juntamente com o México, o Brasil é um dos dois países mais importantes para a marca na América Latina, segundo Christophe Massoni, presidente da Cartier América Latina e Caribe. Prova disso é que em 2016 uma única loja será aberta na região e ela estará em solo brasileiro, embora o executivo não divulgue em que cidade exatamente. Em entrevista ao Meio & Mensagem, Massoni nega que o mercado de luxo não tome conhecimento da situação econômica do País, mas ele se mostra seguro sobre os investimentos que a marca está fazendo.
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O executivo está há quase 30 anos na Cartier e avalia que nesse período alguns fatores jamais mudaram, como os valores da marca. Reconhece, no entanto, que hoje a tecnologia, usada como plataforma de comunicação, demanda muito mais velocidade na forma como as empresas se comunicam. As negociações para a instalação da terceira loja no Brasil foram longas, mas Massoni justifica: “é melhor esperar, para fazer a coisa certa”.



Meio & Mensagem - A Cartier irá inaugurar este ano sua terceira loja no Brasil, em um momento em que a economia estagnada toma parte grande dos noticiários. O universo do luxo é totalmente alheio a esses cenários?

Christophe Massoni - Não, acho que estamos vivendo em um ambiente difícil, mas a Maison Cartier tem estado presente no Brasil por mais de 40 anos. Consideramos sempre o investimento em longo prazo, não olhamos para o curto prazo. Sabemos que a conjuntura econômica é cíclica, esperamos que a economia do Brasil se recupere e estamos reafirmando nosso comprometimento com o Brasil ao abrir aqui nossa terceira loja. É uma forma de mostrar que o mercado brasileiro é importante para nós, temos raízes de nossa Maison aqui no País e continuamos comprometidos. Embora a situação no momento seja difícil estamos olhando no longo prazo. Por outro lado, sabemos que o mercado está difícil, mas uma maison como a Cartier continua tendo uma boa performance. A clientela brasileira tem uma tendência a voltar aos valores. Sabe que pode comprar uma criação da Cartier, porque traz um patrimônio valioso, um valor intrínseco. Tudo isso é muito importante em uma situação de dificuldade, porque você sabe que se compra uma joia Cartier, por exemplo, em 20 anos ela terá o mesmo valor ou mesmo mais. Isso é muito importante.


M&M - O Brasil tem espaço para uma quarta loja? Se sim, onde, e para quando?

Massoni - No curto prazo, primeiro queremos implementar com sucesso esse plano da terceira loja. Queremos seguir passo a passo. No curto prazo, acho que não vamos abrir uma quarta loja, mas no médio prazo, por que não? Sabemos que dependerá do desenvolvimento do Brasil e da dinâmica da economia, mas no futuro não descartamos a ideia de inaugurar em uma outra cidade. Sabemos que algumas têm um grande dinamismo para considerarmos uma boutique, uma cidade como Brasília, Curitiba, talvez. Mas para mim dependerá da capacidade do Brasil. Nesta etapa consideramos São Paulo e o Rio as duas cidades principais para nossas boutiques, mas no longo prazo, por que não abrir em outras regiões ou cidades? O Brasil e o México são nossos dois principais mercados na América Latina. Em 2016, inauguraremos uma única boutique na região e ela estará no Brasil.


M&M - Quão maior será a loja do Iguatemi, em relação às outras duas que já existem no País? Divulgam o investimento na abertura dessa nova operação?
Massoni - As lojas que temos, em São Paulo e no Rio têm 200 metros quadrados. Essa terá 290 metros quadrados. Será uma boutique com dois pisos, como se fossem duas lojas, por isso, tem um tamanho um pouco maior. Será uma loja com uma fachada muito importante, no coração do shopping Iguatemi, onde teremos a possibilidade de expressar a singularidade da Maison Cartier.


M&M - As negociações com o Iguatemi duraram, pelas informações que recebi, mais de dez anos. São normais, no processo de expansão da marca, negociações tão longas?
Massoni - Não. Às vezes, as discussões levam mais tempo que o necessário, mas é mais uma questão de oportunidade. Avaliamos todas as condições. Hoje, avaliamos que o Iguatemi tem condições seguras, acreditamos que é o momento certo para abrir a loja. Não é uma prática geral levar dez anos para decidir abrir ou não uma boutique. Neste caso, talvez tenha demorado dez anos, mas é melhor esperar para fazer a coisa certa. No fundo, não é uma questão de tempo, mas de definições ou dar o passo certo para o sucesso. Acreditamos que hoje temos todos os ingredientes para sermos bem sucedidos no Iguatemi.


M&M - Como, em termos de marketing, essa inauguração será trabalhada?
Massoni - Estamos trabalhando muito próximos do Iguatemi para preparar uma bela inauguração. Queremos que seja, obviamente, muito exclusiva e impactante. Também queremos celebrar... você mesma notou, demoramos dez anos nessa negociação para abrir a boutique, então, queremos um evento memorável.


M&M - E como, de forma geral, a marca busca construir uma comunicação relevante com um público que tem acesso a tudo, tanto em termos de produtos quanto de serviços?
Massoni - Trabalhamos para sempre oferecer experiências memoráveis em nossas lojas ou na forma como criamos nossos produtos. Há sempre novas maneiras de criar. Não são apenas as criações, mas também as experiências que damos a nossos clientes, para mantê-los num humor desejável, com a combinação de oferecer uma criação excepcional e em fornecer um atendimento marcante. Essa é a razão pela qual somos tão restritos com nossas boutiques, para dar a nossos clientes VIP o ambiente correto para suas compras.


M&M - Ao comentar a disposição dos produtos na nova loja, vocês afirmam que “um novo conceito de exposição das coleções de acessórios da marca permitirão que os clientes estejam mais próximos dos produtos”. O luxo tem sofrido influência do varejo normal?
Massoni - Para nós é uma questão de dar aos clientes um acesso mais próximo aos nossos acessórios, criar a ambientação certa. Criamos uma área específica para acessórios. De novo, é melhorar a experiência do cliente. Sentimos a necessidade de dar mais acesso às criações, permitir às pessoas que provem uma bolsa, um par de óculos. É para elas se sentirem mais em sintonia com os ambientes de acessórios. Até por isso precisamos de mais espaço nas boutiques que estamos abrindo, para dar mais espaço aos acessórios e que cada categoria de produto tenha o tamanho correto para oferecer suas experiências. No passado, acessórios eram muito limitados. O fato de hoje termos um conceito inteiramente dedicado a acessórios dá uma experiência diferente ao cliente. De novo, diz respeito a dar essa melhor experiência aos nossos clientes e não necessariamente responder a uma tendência ou prática de marketing. Sentimos necessidade de dar mais espaço aos acessórios.


M&M - Como o senhor definiria luxo e o que distinguiria a Cartier entre as demais marcas desse universo?

Massoni - Diferenciaria a Cartier de um ponto de vista livre da questão da competição. Primeiro, temos uma excelente habilidade, muito única, especialmente quando se fala em joalheria. Temos excelentes talentos, quanto você olha a coleção de joias que lançamos a cada ano pode reconhecer a singularidade das criações, o savoir faire além da criação, que é muito único e difícil de encontrar entre nossos concorrentes. Também temos uma história fantástica. Sempre combinamos tradição e modernidade na forma como concebemos nossas criações. É razão pela qual, no fim das contas, quando você adquire uma criação da Cartier você não está adquirindo um produto, mas também algo único, uma criação com história. Não criamos algo para um, dois, três anos. Há uma atemporalidade que é muito difícil encontrar nos concorrentes. Se pensa no “love bracelet” que criamos na década de 70, ainda é icônico, muito popular e valioso hoje. O estilo é muito moderno, contemporâneo, mas o que criamos é atemporal, criamos para a eternidade.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/2015/06/18/Cartier-segue-apostando-no-mercado-brasileiro