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  #1  
Old Posted Sep 18, 2011, 10:04 PM
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Industrias no Distrito Federal - Movimentações do Setor

Espaço destinado a informações do setor de Industrias no Distrito Federal e Região Metropolitana
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  #2  
Old Posted Sep 20, 2011, 9:26 PM
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A notícia não é nova, mas segue a minha colaboração para thread.

08/09/2011 - 19:09
EMBRAER DEFESA E SEGURANÇA VOARÁ JUNTO COM EMPRESA ISRAELENSE

Luiz Carlos Aguiar: Será um importante instrumento para atender às necessidades das forças armadas e de segurança

Transferência de tecnologia de não-tripulado

Surge a Harpia Sistemas para explorar veículos aéreos com controle remoto

A Embraer Defesa e Segurança e uma subsidiária da empresa israelense Elbit Systems Ltd, a AEL Sistemas, formalizaram nesta quinta-feira uma parceria para a criação de uma nova empresa, Harpia Sistemas, que tem como foco a exploração do mercado de veículos aéreos não-tripulados, denominados de Vant. A Embraer Defesa e Segurança é detentora de 51% do capital social da Harpia, e a AEL 49%.

Com sede em Brasília, as atividades da Harpia envolverão marketing, desenvolvimento, integração de sistemas, fabricação, comercialização e suporte pós-venda de Vant, bem como simuladores e atividades de modernização de sistemas aviônicos. A empresa oferecerá soluções mais abrangentes em sistemas complexos, aumentando a oferta de produtos genuinamente brasileiros no mercado de defesa e segurança.

"Entre as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa (END) estão a busca de parcerias para o desenvolvimento e capacitação tecnológica e a fabricação de produtos de defesa nacionais", disse Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança.

"A criação da Harpia está em perfeito alinhamento com a END e será um importante instrumento para atender às necessidades das forças armadas e de segurança, devendo-se também ressaltar o potencial de aplicação dual do Vant e da tecnologia gerada em sua obtenção", acrescentou

Transferir tecnologia

O executivo da Embraer Rodrigo Fanton, anteriormente dedicado à área de suprimentos, foi designado CEO da nova empresa. Como parte desta parceria, e com o objetivo de participar no processo de transferência de tecnologia para o Brasil, a Embraer Defesa e Segurança fará a aquisição de 25% do capital social da AEL.

"Estamos muito contentes com a decisão da Embraer Defesa e Segurança em investir na AEL e com o estabelecimento desta sociedade, que é prova do alto nível de satisfação e confiança mútua que nossas duas empresas desenvolveram ao longo de muitos anos de cooperação", disse Shlomo Erez, presidente da AEL Sistemas.

A AEL foi uma das primeiras fornecedoras de sistemas para o turboélice de treinamento básico Tucano e o caça subsônico AMX, aeronaves fabricadas pela Embraer nas décadas de 1980 e 1990. Atualmente, a empresa fornece o sistema aviônico do turboélice de ataque leve e treinamento avançado Super Tucano, bem como dos caças F-5M, modernizados pela Embraer para a Força Aérea Brasileira (FAB).

Fonte: http://www.monitormercantil.com.br/m....php?id=100627
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  #3  
Old Posted Sep 20, 2011, 10:02 PM
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Vamos ver se o Governador tem bala na agulha para segurar esse investimento aqui na nossa terra.
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  #4  
Old Posted Sep 26, 2011, 2:26 PM
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Exportações do DF sobem 25% em agosto


As exportações no mês de agosto do Distrito Federal subiram 25% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados, divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC), revelam que a alta nas vendas de Bens Intermediários (alimentos e bebidas destinados a indústria e combustíveis e lubrificantes para aeronaves) foram os principais responsáveis pelo crescimento registrado.



Segundo a Fibra, a explicação para o crescimento das exportações de combustíveis e lubrificantes para aeronaves pode estar no aumento de voos internacionais com origem em Brasília, já que o DF não produz estes produtos.

















http://www.jornaldebrasilia.com.br/s...366473&secao=N
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  #5  
Old Posted Sep 29, 2011, 9:49 AM
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Petrobras investe
» SÍLVIO RIBAS

Enquanto o Banco do Brasil (BB) diminui sua presença em Brasília, a BR Distribuidora (BR) segue caminho inverso e investe na ampliação dos negócios na capital. A subsidiária da Petrobras decidiu acelerar os investimentos voltados ao mercado de aviação, que considera estratégico, para atender ao crescimento do consumo de combustível e se preparar para as necessidades especiais de abastecimento durante a Copa do Mundo (2014) e as Olimpíadas (2016).

Responsável por 7% das vendas, o terminal da capital federal é o terceiro maior mercado e o terceiro principal destino dos investimentos da estatal até 2015. Serão aplicados aqui R$ 20 milhões na compra de 10 caminhões e novos tanques de armazenamento.

"O consumo diário de querosene no aeroporto de Brasília só perde para Guarulhos (SP) e Galeão (RJ)", informa o gerente executivo da divisão BR Aviation, Francelino Paes. Clientes internacionais, como a companhia aérea portuguesa TAP, têm contribuído para aumentar a importância do terminal.

O demanda nacional de combustíveis para aeronaves tem crescido em ritmo até duas vezes superior ao do Produto Interno Bruto (PIB) e, neste ano, está 13,5% maior que em 2010. No ano passado, as vendas aumentaram16,3%.

A expectativa é de que a trajetória de alta se mantenha, impulsionada pelas viagens domésticas e pelos eventos esportivos. A BR Aviation é a líder, com 62% das vendas, de um mercado concentrado em apenas três marcas, incluindo Shell e EDP. O país consome mensalmente 600 milhões de litros de querosene. Paes calcula que, durante a Copa e as Olimpíadas, esse volume aumente entre 20% e 30%, especialmente nas cidades sede das competições.

Correio Braziliense/AC
Fonte: http://rio-negocios.com/petrobras-in...=Bras%C3%ADlia
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  #6  
Old Posted Sep 30, 2011, 10:44 PM
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Decisão da Confaz favorece empresas beneficiadas pelo TARE e REA

As empresas brasilienses incluídas na primeira versão do Programa de Desenvolvimento Econômico Integrado e Sustentável (Pró-DF I) e os atacadistas beneficiados pelos regimes especiais de apuração, conhecidos como TARE e REA, não terão de pagar a diferença dos créditos entre o regime normal de apuração do ICMS e o tratamento diferenciado previsto na legislação que instituiu os programas.

Após negociação, conduzida pelo secretário de Fazenda do DF, Valdir Moysés Simão, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou, por unanimidade, na manhã desta sexta-feira (30), em Manaus, dois convênios propostos pelo Distrito Federal que suspendem quaisquer débitos que viessem a existir.

Na prática, a decisão do Confaz acaba com a insegurança jurídica gerada após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em junho passado, considerou inconstitucionais os benefícios fiscais concedidos pelo Distrito Federal relativos ao Pró-DF I. O TARE (extinto em 2008) e o REA (atualmente em vigor), que beneficiaram mais de 2 mil empresas, também foram questionados judicialmente.

O ambiente de incerteza gerado em decorrência das ações judiciais resultou numa série de manifestações dos empresários brasilienses que temiam arcar com o débito, apesar de terem agido de acordo com a legislação.

Desde o primeiro momento, a Secretaria de Fazenda se empenhou firmemente para resolver a questão. As negociações com os demais Estados começaram imediatamente. “Em nenhum momento faltou apoio do GDF aos empresários”, afirmou o secretário Valdir Moysés Simão, que participou da reunião do Confaz.

“O nosso compromisso agora é ajustar o regime dos atacadistas à legislação, de modo a fortalecer este importante setor no âmbito do Distrito Federal”, declarou o secretário.

Escrituração – Também em Manaus, o Distrito Federal confirmou a adesão completa ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). Desse modo, em vez do Livro Fiscal Eletrônico, as empresas transmitirão informações fiscais ao Fisco por meio do sistema, barateando seus custos.

Além do Sped, as empresas do DF terão de ampliar o uso da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Em 1º de outubro entra em vigor a obrigatoriedade da utilização da NF-e em todas as operações internas sujeitas ao ICMS, cujos destinatários sejam órgãos da Administração Pública do Distrito Federal.

Ficam desobrigados de emitir a NF-e nessas operações somente o Empreendedor Individual (MEI) e o Produtor Rural – pessoa física (inscrito no Cadastro Fiscal do DF com o CPF).

Fonte: Agência Brasília

Fonte: http://www.clicabrasilia.com.br/site...php?id=367412&
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  #7  
Old Posted Oct 1, 2011, 11:59 AM
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Confaz confirma benefícios concedidos pelo governo por meio de programas


Desde que o STF considerou os descontos inconstitucionais, empresários temiam ter que devolver os valores



Em junho, quando o STF anulou a validade da legislação local, empresas como a estação aduaneira Porto Seco passaram a cogitar mudança para Goiás


Pela primeira vez, desde junho, o setor produtivo do Distrito Federal pode respirar aliviado. Assim que o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucionais os incentivos fiscais concedidos no âmbito do Programa Integrado de Desenvolvimento Econômico e Sustentável (Pró-DF 1), empresários temiam ter que devolver aos cofres públicos valores que deixaram de pagar nos últimos anos. Ontem, a novela teve fim com a convalidação dos benefícios pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A decisão vale somente para as garantias já concedidas. Além do Pró-DF 1, foram contemplados o Termo de Acordo de Regime Especial (Tare) e o Regime Especial de Apuração de Imposto sobre Circulação de Mercadorias (REA), ações criadas para atender o setor atacadista que também foram questionados na Justiça.

Segundo informações da Secretaria de Fazenda do DF, somente no caso do REA, o valor que os beneficiários teriam que devolver chega a R$ 1,654 bilhão, montante relativo a descontos no pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS). O órgão não dispõe de números relativos ao Tare e ao Pró-DF 1. Estão inscritas no Termo de Acordo de Regime Especial e no REA mais de 2 mil empresas. No Pró-DF 1, apenas 9 participantes estavam ameaçados de prejuízo, uma vez que a maioria migrou para o Pró-DF 2.

Negociações
A convalidação foi decidida em reunião do Confaz realizada em Manaus. Outros estados que também tiveram benefícios cassados pelo STF continuam aguardando decisão semelhante, já que ainda não conseguiram a anistia fiscal. A fim de avançar na negociação das questões relativas a essas unidades da Federação, o conselho deve ter um encontro extraordinário em outubro.

O secretário de Fazenda, Valdir Moysés Simão, acredita que o empenho do DF em costurar um acordo, mesmo antes da decisão do Supremo, garantiu a decisão favorável. “Vínhamos discutindo, desde o início do ano, a situação do Tare e do REA. Foi uma negociação dura, mas São Paulo, que era um dos membros mais resistentes, compreendeu a nossa situação. Conseguimos resgatar um ambiente de segurança e legalidade”, afirmou. A ação de inconstitucionalidade que extinguiu os incentivos do Pró-DF partiu do estado de São Paulo.

Simão diz que, agora, a orientação é continuar estudando alternativas de desenvolvimento econômico que não envolvam descontos do ICMS. Além de o STF ter sinalizado que não permitirá legislações que tenham como mote o abatimento desse imposto, aprovadas ao arrepio do Confaz, a União deseja estabelecer alíquotas unificadas com a reforma tributária. A intenção é justamente colocar fim à guerra fiscal entre os estados (leia E eu com isso). “Um grupo de trabalho já está buscando soluções para o Pró-DF 2. No caso do setor atacadista, só será possível dar benefícios no ICMS para transações internas.”



Conseguimos resgatar um ambiente de segurança e legalidade. Um grupo de trabalho já está buscando soluções para o Pró-DF 2" Valdir Moysés Simão, secretário de Fazenda do DF



Para o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Antônio Rocha, a decisão do Confaz é motivo de alívio para o setor privado. “Os empresários fizeram investimentos em Brasília respaldados pela legislação. À época, as pessoas confiaram na legitimidade da regra. Pagar uma dívida dessas, acumulada ao longo de anos, iria fatalmente desestimular as empresas a continuarem no DF”, afirmou.

A advogada tributarista Mary Elbe Queiroz, do escritório Queiroz Advogados Associados, diz que a convalidação é uma saída razoável. “Os empresários não poderiam ser punidos pela mudança de jurisprudência”, opina. Ela lembra que, além de tentar a aprovação do Confaz, as outras unidades da Federação atingidas pela decisão do Supremo podem provocar a Corte pedindo a modulação da sentença, já que não houve clareza a respeito da retroatividade.

Para José Matias Pereira, professor da Universidade de Brasília (UnB) e especialista em finanças públicas, a decisão representa um “final feliz” para o Distrito Federal. “Foi uma decisão oportuna e cria efetivamente um clima favorável para os empresários permanecerem aqui.” Colaborou Julia Borba

Isenção
Em junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) revogou 23 leis de seis estados e do Distrito Federal que concediam isenções fiscais para beneficiar empresas, a grande maioria delas relacionada ao Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS). Além do DF, foram cassados benefícios do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Pará, do Espírito Santo, do Paraná e do Mato Grosso do Sul.

E EU COM ISSO
A intrincada guerra fiscal entre os estados é um assunto difícil de entender, mas pode ter consequências bastante práticas para o cidadão comum. As unidades da Federação se degladiam para oferecer os benefícios fiscais mais atrativos, já que as empresas optam por se instalar onde terão mais vantagens e menores custos. Quando há uma decisão como o da suspensão do incentivo do ICMS, o resultado é insatisfação e insegurança por parte do setor produtivo. No caso do DF, houve ameaça de uma debandada de empresários para Goiás. Se isso, de fato, ocorresse, uma das consequências seria a perda de milhares de empregos.

Benefício controverso
Conheça programas de incentivo econômico do DF questionados
na Justiça

Termo de Acordo de
Regime Especial (TARE)
» Criado pelo Decreto nº 25.372, de 2004, foi idealizado para o setor atacadista. Permitia redução da base de cálculo de ICMS sobre alguns produtos. Foi revogado pelo próprio Governo do DF após ter a validade contestada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), antes mesmo de a ação ser julgada na Justiça. A ausência de aprovação do Confaz foi o argumento apresentado pelo MP.

Regime Especial de Apuração de Imposto sobre Circulação de Mercadorias (REA)
» Criado em junho de 2008 com a publicação da Lei Distrital n° 4.160 e regulamentado pelo Decreto n° 29.179, substituiu o Tare. O Executivo esperava conseguir a aprovação do Confaz antes de a norma entrar em vigor, o que não aconteceu. A exemplo de seu predecessor, o REA também reduz a alíquota do ICMS sobre algumas mercadorias. Foi alvo de ação direta de inconstitucionalidade movida pelo Ministério Público do DF e Territórios, mas continuou vigorando. Com a convalidação retroativa do Confaz, o governo local terá que pensar em outro programa de benefícios para os atacadistas.

Pró-DF 1
» Foi instituído pela Lei Distrital
n° 2.488, de 1999. Por meio do programa, os empresários conquistaram o direito de pagar à vista somente 30% do ICMS e financiar 70% do imposto em 15 anos. Justamente esse dispositivo da norma foi considerado inconstitucional pelo Supremo.





http://www.correiobraziliense.com.br...rogramas.shtml
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  #8  
Old Posted Oct 2, 2011, 1:26 AM
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Finalmente vamos ver no que vai ficar os antigos projetos industriais. Hoje passando pela Santa Maria, eu percebi uma grande estrutura metálica sendo levantada ao lado do home center CIMFEL, alguém sabe do que se trata?
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  #9  
Old Posted Oct 2, 2011, 1:33 AM
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Também vi isso, mas quando estavam terraplanando o terreno, talvez segunda ou terça vou em Luziânia, e vou procurar saber do que se trata
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  #10  
Old Posted Oct 2, 2011, 1:45 AM
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Também vi isso, mas quando estavam terraplanando o terreno, talvez segunda ou terça vou em Luziânia, e vou procurar saber do que se trata
E pela estrutura, o mesmo vai se unir ao home center... Apesar que existe um desnivel no terreno. Será que vai ser um hipermercado?
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  #11  
Old Posted Oct 2, 2011, 1:52 AM
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Nunca se sabe??? podia ser um Makro, mas só indo lá pra saber
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  #12  
Old Posted Oct 2, 2011, 6:55 PM
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Será que foi essa disputa judicial sobre o ICMS que atrasou a fábrica da PepsiCO em Brasília? Eu lembro que o Arruda chegou a lançar a pedra fundamental, mas parece que a fábrica ainda não saiu...
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  #13  
Old Posted Oct 6, 2011, 1:05 AM
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Rekkof inaugura início das obras de fábrica de aviões

A Rekkof Brasil inaugura hoje, 03, no Aeroporto Civil de Anápolis, o início das obras de sua fábrica de aviões. Inicialmente, a empresa investirá na construção R$ 1,2 bilhão.

De acordo com a assessoria de imprensa da companhia, a primeira fase deve ser concluída em 18 meses. As obras irão empregar 1,2 mil empresas. Cerca de 6 mil postos de empregos podem ser gerados com a conclusão do projeto. Os recursos são oriundos do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento), BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento), e da própria Rekkof.

*Com informações da Agecom (Agência Goiana de Comunicação)

Fonte

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Não é bem DF, mas...
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  #14  
Old Posted Oct 6, 2011, 1:34 AM
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Aliás, estou sentindo falta de investimentos em fábricas no DF em 2011, Cadê??? Alguem sabe o que houve???
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  #15  
Old Posted Oct 8, 2011, 2:07 PM
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Somente a BIMBO que pegou licença ambiental nessa semana. Vai ser no Pólo JK.
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  #16  
Old Posted Oct 14, 2011, 11:56 AM
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DF está na disputa para sediar fábrica de telas sensíveis ao toque



O DF está na disputa com outras unidades da Federação para abrigar uma fábrica de telas sensíveis ao toque, usadas em computadores, televisores, tablets e smartphones. Ontem, o governo local deu o primeiro passo nessa direção. O vice-governador do DF, Tadeu Filipelli, senadores e deputados se reuniram com o presidente da Foxconn Technology Group, Terry Gou, na tentativa de convencê-lo a instalar a unidade em Brasília. A expectativa é de que a matriz da empresa seja instalada no Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD), mais conhecido como Cidade Digital.

Antes de se reunir com a equipe do GDF, Terry Gou se encontrou com a presidente do Brasil, Dilma Rousseff.Ele anunciou investimento de US$ 12 bilhões para o país no período de quatro a seis anos. Durante a conversa, que durou quase três horas, foram discutidos, entre outros assuntos, detalhes de ordem técnica, como as necessidades em infraestrutura e de mão de obra capacitada. Após erguer a primeira unidade, que terá 1,5Km2 de área, a empresa dará sequência à construção de outra fábrica. Segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, elas serão associadas.

A Foxconn, maior fabricante de componentes eletrônicos e de computadores do mundo, já possui quatro plantas em operação no Brasil e, até dezembro, implantará mais uma na cidade de Jundiaí, em São Paulo, onde serão produzidos iPhones e iPads. Além do Distrito Federal, cinco estados manifestaram interesse pela nova fábrica, que poderá ser a primeira a produzir equipamentos com tecnologia sensível ao toque para tablets no Ocidente. Somente quatro países no mundo fabricam essas telas, todos localizados do outro lado do globo.

O encontro com a equipe do GDF foi descontraído e seguido de um almoço preparado para 60 convidados. Ao longo da conversa, o presidente da Foxconn não escondeu a simpatia por Brasília e sinalizou a importância em investir no desenvolvimento tecnológico em cidades consideradas centros políticos. Ele chegou a citar o exemplo de Pequim, capital da China. “Ela não somente é um polo de decisões, mas também polo econômico e formador de profissionais. E isso é muito importante. Alta tecnologia e pessoal capacitado também são coisas que não podem estar separadas”, justificou.

Embora a parada de Terry Gou em Brasília tenha servido apenas para afinar o discurso com a presidente Dilma, o vice-governador do DF, Tadeu Filipelli avaliou o resultado como positivo. “Essa foi uma primeira conversa e avançou mais do que esperávamos”, pontuou. Antes de dezembro, Gou prometeu nova visita ao Brasil e convidou os membros do Executivo local para uma viagem à China. “Ele manifestou desejo em continuar conversando. Embora a empresa já tenha algumas instalações no Brasil, ele afirmou que a verdadeira vocação, em função da formação de pessoal observada aqui, é vir para Brasília”, arrematou Filipelli.

Pleito
Para Gastão Ramos, assessor especial do governo e ex-secretário de Ciência e Tecnologia, Brasília tem muito a ganhar a partir da instalação da fábrica chinesa na cidade. “Além da troca de conhecimento, vamos ter geração de emprego e renda para o DF. Isso é exatamente o que governador tem perseguido. Tentamos sensibilizá-los para bater o martelo e instalá-la no Parque Tecnológico Capital Digital, mas não há definição ainda”, afirmou. “Dentro do investimento anunciado, é claro que vamos pleitear a maior parte possível. De todo modo, essa conversa foi positiva. Ele gostou muito de Brasília, das condições que a cidade oferece e do rumo que está tomando”, reiterou.

O recém-empossado secretário de Ciência e Tecnologia, Cristiano Araújo, destacou a importância em intensificar a negociação com a Foxconn. “Queremos avançar do ponto de vista tributário, de incentivos. Temos o espaço para eles se instalarem, portanto, é importante tocar isso adiante”, disse. “É esse o direcionamento que Brasília tem que tomar, da indústria limpa. Esse é um projeto para 20 anos. Saímos otimistas.”

Reconhecimento
A empresa Foxconn tem sede em Taipei e possui mais de 1 milhão de funcionários em todo o mundo. Somente no Brasil, são cerca de 6 mil. Ela é responsável por 6% das exportações da China, nos últimos oito anos, ou seja, movimenta US$ 56 bilhões por ano. Entre os produtos montados pela empresa estão os iPads da Apple.














http://www.correiobraziliense.com.br...ao-toque.shtml
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  #17  
Old Posted Oct 17, 2011, 1:24 PM
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Será que Brasília consegue. Eu sei que tem um monte de empresas querendo ir para a Cidade Digital. Mas o povo quer coloca-la no circuito somente em 2015. Que noia...
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  #18  
Old Posted Oct 17, 2011, 1:25 PM
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DF pode receber fábrica de tablets

Brasília está na disputa com outras cinco cidades para receber uma das novas unidades que a Foxconn instalará no país
Da Agência Brasília, com informações da Agência Brasil



O governador do Distrito Federal em exercício, Tadeu Filippelli, e o secretário de Ciência e Tecnologia do DF, Cristiano Araújo, estiveram reunidos nesta quinta-feira (13/10) com o presidente da Foxconn, Terry Gou, em Brasília. A empresa taiuanesa fabrica telas sensíveis ao toque para aparelhos de alta tecnologia e anunciou investimentos de US$ 12 milhões no país, no período de quatro a seis anos. Serão construídas duas novas unidades no Brasil e uma delas pode ser no DF, no Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD).



“Foi uma primeira conversa e o presidente da Foxconn manifestou desejo em continuar conversando. A verdadeira vocação da empresa é vir para Brasília”, resumiu o governador Tadeu Filippelli, lembrando que, apesar de a companhia já ter unidades em outros estados, o Distrito Federal se destaca, em função da formação de mão de obra especializada.



Além do DF, outras cinco unidades da Federação estão na disputa para abrigar uma fábrica. Durante a reunião, na casa do senador Gim Argello, foram discutidas questões como a oferta de infraestrutura e de mão de obra capacitada. A primeira, das duas plantas a serem construídas, terá 1,5km² de área.



Para Cristiano Araújo, o Governo do Distrito Federal tem condições de atender às demandas dos empresários. “Brasília passa por uma fase de transformação, com o PTCD prestes a ser lançado. Os executivos acharam ótima a ideia de aliar nosso desenvolvimento tecnológico e econômico ao fato de estarmos próximos do Poder, onde as decisões são tomadas”, afirmou.



Ainda de acordo com o secretário de Ciência e Tecnologia, o presidente da Foxconn gostou de saber da vocação da capital do país para o segmento industrial baseado no uso de fontes limpas de energia. Os visitantes querem voltar a Brasília até o fim de novembro, para dar continuidade ás negociações.



Alta tecnologia – As telas touchscreen, sensíveis ao toque, são os componentes mais sofisticados de aparelhos como smartphones, televisores e tablets. O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, que anteriormente também se encontrou com os executivos da Foxconn, junto com a presidenta Dilma Rousseff, destacou que atualmente apenas três países – China, Coreia e Japão – produzem esse tipo de tela. Para ele, o fato merece destaque porque o Brasil seria o primeiro país do Ocidente a abrigar uma fábrica de produção de telas de toque sensível.


Foxconn – Líder mundial de mercado no segmento de componentes eletrônicos, a Foxconn tem sede em Taipei (Taiwan), e já possui quatro unidades em operação no Brasil. Até dezembro, implantará mais uma na cidade de Jundiaí (São Paulo), onde serão produzidos iPhones e iPads. Em todo o mundo, a corporação possui mais de 1 milhão de funcionários – 6 mil deles no Brasil. A empresa é responsável por 6% das exportações da China, nos últimos oito anos, movimentando anualmente US$ 56 bilhões.

Fonte: http://www.agenciabrasilia.df.gov.br...D_CHAVE=159203
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  #19  
Old Posted Oct 20, 2011, 12:49 PM
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Atacadistas ameaçam sair de Brasília e se instalar em Goiás e Minas Gerais


Os atacadistas do Distrito Federal mais uma vez ameaçam deixar terras candangas para se instalar em cidades de Goiás e Minas Gerais. No ano passado, o setor havia falado em debandada, quando o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) suspendeu, em caráter liminar, o Regime Especial de Apuração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (REA). Agora, o assunto voltou à tona pelo fato de os empresários não considerarem satisfatória a isenção fiscal prevista no Projeto de Lei n° 606/2011, enviado pelo Executivo à Câmara Legislativa, que cria um programa para substituir o que está sob ameaça jurídica. De acordo com o Sindicato do Comércio Atacadista do DF (Sindiatacadista), prefeitos da região do Entorno estão fazendo propostas para que os empreendedores deixem Brasília.

O projeto que está na Câmara Distrital estabelece uma alíquota de 12% sobre o ICMS interno. Os atacadistas reivindicam que ela seja reduzida para pelo menos 7%, sob o argumento de que Minas Gerais e Goiás praticam valores próximos de 3%. Eles ressaltam principalmente a dificuldade de competir com os dois estados vizinhos. “A gente tem que ter algo mais próximo do que é cobrado nesses estados, ou as empresas vão embora daqui. O setor está muito preocupado”, afirma Fábio de Carvalho, presidente do Sindicato do Comércio Atacadista do DF (Sindiatacadista).

Carvalho lembra que até setembro, apesar das incertezas jurídicas, os empresários locais ainda tinham direito aos descontos do REA. Entretanto, no dia 30 daquele mês, a Secretaria de Fazenda do DF obteve um acordo no Confaz em que se comprometeu a suspender o programa problemático, bem como outros que concediam isenções do ICMS interestadual sem a aprovação do órgão (veja Memória).

Limite
Com a mudança, o único benefício que o governo local tem margem para conceder diz respeito ao ICMS interno, desde que a alíquota não seja inferior a 12%. “É o limite para que não seja exigida a autorização prévia do Confaz”, justifica o subsecretário da Receita do Distrito Federal, Francisco Otávio.

A previsão é que, mais cedo ou mais tarde, todas as unidades da Federação terão que desistir das isenções interestaduais. O motivo é que o governo federal quer uma alíquota única para o imposto, a fim de acabar com a guerra fiscal — prática em que um estado busca atrair empresas para beneficiar sua economia, prejudicando outros. Além disso, em decisão de junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou 23 legislações que concediam descontos tributários sem o aval do Confaz, sinalizando que também não tolerará a guerra.

Somente seis unidades da Federação foram atingidas pelo julgamento do Supremo. Nas demais, as isenções fiscais continuam vigentes, incluindo Goiás e Minas Gerais, concorrentes mais diretos do DF. No caso do estado vizinho, o Distrito Federal moveu uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) contra os programas de descontos, mas ainda não houve decisão.

Jacques Veloso, assessor jurídico do Sindiatacadista, defende que seria possível ao GDF apresentar um projeto de lei com alíquota inferior a 12% para o ICMS interno, a fim de pelo menos amenizar os danos que a situação traz aos empresários locais. Segundo ele, embora a Fazenda alegue que esse percentual é o limite da legalidade, existe jurisprudência demonstrando o contrário. Veloso citou decisões do TJDFT e do Supremo autorizando uma carga tributária interna inferior. Elas diziam respeito, respectivamente, ao ICMS pago por um órgão público e um templo religioso.

De acordo com o Sindiatacadista, a debandada de empresas para o Entorno pode resultar em até 15 mil empregos a menos no DF. Albino Maniero, da distribuidora Açúcar Cristal, diz que transferir as operações para outro estado é uma opção avaliada pela empresa. “Se o governo não nos garantir condições iguais, fica muito difícil sobreviver aqui”, afirma. “Se não tivermos o mesmo benefício que outros estados, não vai nos restar outra alternativa”, complementa René Fernando Lima, gerente comercial da distribuidora de alimentos BSB.

Composição
O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), criado em 1975 pela Lei Complentar nº 24, é formado pelos secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação de cada estado e do Distrito Federal e pelo ministro da Fazenda. Trata-se de um órgão deliberativo, com a missão de garantir a harmonização tributária no país. As reuniões são realizadas trimestralmente.



















http://www.correiobraziliense.com.br...s-gerais.shtml
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Old Posted Oct 22, 2011, 12:37 AM
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Sobrevivência de empresas do DF aumenta 75%



Dez estados brasileiros apresentaram taxas de sobrevivência de empresas acima da média nacional (73,1%), de acordo com estudo divulgado ontem (20) pelo Sebrae. No Distrito Federal, 75% das micro e pequenas empresas iniciadas em 2006 permaneceram em atividade dois anos depois.



"Essa pesquisa mostra o avanço da legislação referente às micro e pequenas empresas, o forte crescimento do mercado consumidor brasileiro e o maior preparo dos empreendedores na administração do negócio durante os primeiros anos", afirma o presidente do Sistema Fecomércio-DF, Adelmir Santana.



Geralmente, os dois primeiros anos de atividade são os mais críticos para uma empresa, porque é necessário conquistar uma base de clientes, tornar-se conhecido no mercado, reinvestir a receita no negócio e superar dificuldades de gestão.


O estudo do Sebrae também mostra que o comércio está entre os setores que mais sobrevivem com sucesso: de cada 100 empresas abertas, 74,1% permanecem ativas nos dois anos seguintes. Em seguida, aparecem serviços (71,7%) e construção civil (66,2%). As indústrias lideram com 75,1%. As empresas da região Sudeste apresentam os melhores índices (76,4%). Na sequência vem Sul (71,7%), Nordeste (69,1%), Centro-Oeste (68,3%) e Norte (66,0%).








http://www.jornaldebrasilia.com.br/s...371017&secao=N
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