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  #1  
Old Posted Nov 13, 2011, 12:57 AM
THE GUARDIAN THE GUARDIAN is offline
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Grao para noticias

NOTICIAS DO ESTADO DO PARA

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  #2  
Old Posted Nov 13, 2011, 1:08 AM
THE GUARDIAN THE GUARDIAN is offline
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Sejam todos bem vindos ao Grao Para Noticias

Este Forum foi humildemente fundado por mim (The Guardian) para noticiar fatos e acontecimentos diarios do Estado do Para, Amazonia, Brazil.

Seja bem vindo ao "GPN" e sempre que possivel contribua para o andamento saudavel e pacifico deste forum de noticias do nosso Amado Estado do Para.

Vou comecar pedindo a Moderacao que concerte o nome do Estado e que esta em letra minuscula e sem acento no titulo. foi a empolgacao do comeco e tambem pq meu teclado eh em ingles.

VIVA O PARA UNIDO
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  #3  
Old Posted Nov 13, 2011, 1:46 AM
emblazius emblazius is offline
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Legal The Guardian, seja bem vindo ao SSP.

Legal é vc atualizar o mundo sobre a possivel divisão do Estado em 3, Pará, Tapajós e Carajás.

Abraço.
__________________
Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos
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  #4  
Old Posted Nov 13, 2011, 1:30 PM
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Pra quem não viu o mapa da possivel divisão:





Ótima iniciativa The Guardian!!! Seja bem vindo
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  #5  
Old Posted Nov 13, 2011, 1:38 PM
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Divisão do Pará é rejeitada por 58%


Pesquisa ouviu 880 eleitores paraenses entre os dias 7 e 10 de novembro; plebiscito ocorrerá no dia 11 de dezembro


Belém, PA – A divisão do Pará é rejeitada por 58% dos eleitores do Estado, de acordo com pesquisa do Datafolha divulgada ontem. A pesquisa, encomendada em uma parceria entre Folha, TV Liberal e TV Tapajós (afiliadas da Rede Globo no Pará), ouviu 880 eleitores paraenses entre os dias 7 e 10 de novembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número 46041/2011. O plebiscito ocorrerá no dia 11 de dezembro.

O percentual de rejeição é o mesmo tanto para a criação do Carajás (sul do Pará) como para a criação do Tapajós (oeste). Os favoráveis aos novos estados são 33%, para ambos os casos. A diferença está nos que afirmam ainda não saber seu voto. Questionados se são a favor da criação do Carajás, 8% responderam que não sabem. No caso do Tapajós, 10% disseram não saber. A soma dos percentuais dá 99% no caso do Carajás e 101% para Tapajós. Isso ocorre em razão dos arredondamentos numéricos, pois o Datafolha não trabalha com números decimais.












http://gazetaweb.globo.com/gazetadea...o.php?c=191912
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  #6  
Old Posted Nov 21, 2011, 8:52 PM
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Campanha a favor de divisão do PA tem mais verba



As campanhas a favor da criação de Carajás e Tapajós movimentam muito mais dinheiro do que as contrárias à formação dos Estados. Em 11 de dezembro os eleitores do Pará serão consultados num plebiscito sobre o desmembramento do Estado. Dados divulgados hoje pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informam que a Frente Plebiscitária a Favor da Criação do Estado de Carajás registrou até agora R$ 946,4 mil de receita e R$ 735 mil de despesa.

A frente favorável à formação do Estado de Tapajós contabilizou receita de R$ 376,3 mil e gastos de R$ 370,2 mil. Já a frente contra a criação de Carajás conseguiu R$ 202,8 mil de receita e gastou R$ 157,3 mil. A frente contra a formação de Tapajós informou ter arrecadado R$ 39,2 mil e ter gasto R$ 26,5 mil. Os valores são muito pequenos perto do que é gasto em outras votações, como uma eleição presidencial. No ano passado, por exemplo, os gastos das campanhas da presidente Dilma Rousseff e do ex-governador José Serra ultrapassaram os R$ 100 milhões.


A contabilidade final da campanha do plebiscito será conhecida apenas em 10 de janeiro, quando encerra o prazo para a prestação de contas à Justiça Eleitoral sobre a consulta que tem dividido opiniões.


Os contrários ao desmembramento do Pará e a consequente criação de outros dois Estados costumam alegar que a inovação trará aumento nos gastos já que órgãos e empregos públicos terão de ser criados. Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indicou que o custo anual com os dois novos Estados seria de cerca de R$ 2 bilhões. Mas os favoráveis alegam que o Estado do Pará é muito grande territorialmente e que a formação de Carajás e Tapajós levará desenvolvimento para locais distantes da capital, Belém.


Todos os eleitores paraenses estão convocados para votar no plebiscito. Eles terão de responder a duas perguntas: 1) Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado do Carajás? 2) Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado do Tapajós?.






http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=376364
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  #7  
Old Posted Nov 25, 2011, 11:09 PM
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Divisão do Pará é rejeitada por mais de 60%, diz Datafolha


Duas semanas após o início da propaganda do plebiscito em TV e rádio, a maioria dos eleitores do Pará continua rejeitando a divisão do Estado.

De acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 62% dos eleitores paraenses são contra a divisão do Pará para a criação do Estado do Carajás e 61% são contra a criação do Estado do Tapajós.

A pesquisa foi encomendada em uma parceria entre Folha, TV Liberal e TV Tapajós (afiliadas da Rede Globo no Pará).

Em relação à pesquisa anterior, divulgada no último dia 11, houve um pequeno aumento da rejeição aos novos Estados.

A oscilação, porém, está dentro da margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Foram entrevistados 1.015 eleitores entre os dias 21 e 24 de novembro. A pesquisa foi registrada no TSE com o número 50.287/2011.

A propaganda do plebiscito na TV e no rádio ainda não foi capaz de causar alterações significativas nas intenções de voto dos eleitores paraenses.

Em 11 de dezembro, eles irão às urnas decidir se querem que o Pará se separe e dê origem a mais outros dois Estados: Carajás (sudeste) e Tapajós (oeste).

Na região do chamado Pará remanescente, que ficaria inalterado com a divisão, está a maior resistência aos novos Estados. 85% são contra o Carajás e 84% são contra o Tapajós.

Entre os eleitores do Carajás, 16% são contra o novo Estado. No Tapajós, 24% são contrários.














http://www1.folha.uol.com.br/poder/1...atafolha.shtml
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  #8  
Old Posted Nov 29, 2011, 12:02 AM
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Divisão do Pará pode criar três estados deficitários, diz pesquisa do Ipea



Atualmente, existem 23 projetos de divisão de regiões tramitando no Congresso Nacional




Brasília – Estudos apresentados hoje (28) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostram que, em caso de separação do Pará em três estados, no plebiscito que se realizará no dia 11 de dezembro, todos eles nascerão deficitários. Enquanto o Pará registra atualmente um superávit anual de aproximadamente R$ 300 milhões, subtraindo suas despesas da receita orçamentária, Carajás terá déficit de pelo menos R$ 1 bilhão anual, Tapajós, de R$ 864 milhões, e o Pará remanescente, de R$ 850 milhões.

De acordo com pesquisa semelhante feita pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), os déficits podem ser maiores, dependendo dos investimentos necessários em infraestrutura. Isso poderia levar a desequilíbrios financeiros e implicações para infraestrutura, equipamentos públicos e outros investimentos.

Para a técnica do Idesp Lúcia Andrade, mesmo que o estado não seja separado, as discussões e pesquisas realizadas recentemente indicam e poderão levar a “um novo modelo de desenvolvimento”, que possibilite uma descentralização dos investimentos e das decisões de governo.

O coordenador do Núcleo de Meio Ambiente da Universidade Federal do Pará (UFPA), Gilberto Rocha, considera que a população paraense teve pouco tempo para discutir sobre seu futuro. Além disso, ele ressalta que 66% do território do estado são compostos de terras federais, incluindo unidades de conservação, assentamentos, áreas indígenas, onde o governo estadual não tem autonomia.

Tanto Rocha quanto Lúcia Andrade disseram esperar que, apesar do tempo reduzido para as discussões e pesquisas sobre a divisão, a metodologia usada para estudar as consequências da divisão do Pará sirva para outros casos no futuro. Atualmente, existem 23 projetos de divisão de regiões tramitando no Congresso Nacional, mais do que na época da Constituinte, em 1988, quando eram 17, segundo os pesquisadores

No plebiscito do dia 11, sobre a divisão do estado, os eleitores do Pará responderão a duas perguntas: a primeira, se eles são a favor ou contra a criação do estado do Tapajós. Em seguida, os paraenses responderão se são favoráveis ou não à criação do estado de Carajás. A ordem das perguntas foi definida em sorteio, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O voto é obrigatório para quem tem título de eleitor do Pará, e os que estiverem fora do domicílio eleitoral têm o prazo de 60 dias para justificar a ausência






http://exame.abril.com.br/economia/b...squisa-do-ipea
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  #9  
Old Posted Nov 29, 2011, 12:13 AM
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Obras de Belo Monte param por greve dos trabalhadores


Os trabalhadores da usina hidrelétrica de Belo Monte interditaram hoje a Rodovia Transamazônica, no quilômetro 55, próximo a Altamira, no Pará. Eles estão de braços cruzados desde a última sexta-feira, defendendo maior reajuste salarial, melhores condições de trabalho, benefícios e folga para passar o Natal com as famílias. O piso pago ao funcionário de Belo Monte é de R$ 900. Essa é segunda greve realizada em novembro. A primeira ocorreu no dia 12 e, ao final, foram demitidos 170 funcionários, sendo a maioria do Maranhão.

A Hidrelétrica de Belo Monte é a principal obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), avaliada em R$ 25 bilhões. É um empreendimento que, desde o lançamento, tem sido alvo de protestos nacionais e internacionais. Os trabalhadores reivindicam também o pagamento de horas extras aos sábados, reajuste do vale-alimentação e instalação de telefones públicos no canteiro de obras.


O principal motivo para a realização do movimento está no fato de os trabalhadores não poderem ir passar o fim do ano com as famílias. Mas a greve é também uma tentativa de obter respostas a 16 reivindicações feitas ao consórcio há alguns dias, segundo um sindicalista que não quis se identificar. Os empregados disseram, por telefone, que, no processo de contratação, o consórcio havia se comprometido não só a liberá-los no fim do ano, mas também permitir a "baixada" - o retorno dos trabalhadores às suas casas, a cada três meses.


Agora, o consórcio determinou como folga apenas os dias 25 de dezembro e 1.º de janeiro. Diante da paralisação, o grupo de empresas do consórcio, liderado pela Andrade Gutierrez, argumenta que "a data-base para discutir o salário é novembro". A empresa salienta que ainda está dentro do prazo e que as negociações prosseguem com o Sindicato dos Trabalhadores na Construção Pesada do Pará.


As obras do complexo hidrelétrico de Belo Monte ocupam quatro canteiros: Santo Antônio (Sítio Belo Monte); Pimental, Canais e Diques e Travessão 27. A greve, segundo o consórcio, só ocorre no momento em Santo Antônio.


Segundo a assessoria da ONG Xingu Vivo Para Sempre, que conversou com os trabalhadores no domingo, mais de 200 pessoas passaram mal por causa da água e da comida. No sábado, cinco trabalhadores do Sítio Pimental estavam internados no hospital municipal de Altamira.





















http://www.jornaldebrasilia.com.br/s...377661&secao=N
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  #10  
Old Posted Dec 4, 2011, 1:38 PM
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Divisão do Pará criaria um Estado verde e dois desmatados


Caso a população apoie a divisão do Pará no plebiscito de 11 de dezembro, podem surgir um Estado verde e dois desmatados. Enquanto o Estado do Carajás e o Pará remanescente terão grande parte de sua área desmatada, Tapajós terá a maior porção de seu território intocada.

Segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o Pará é o Estado campeão em desmatamento em números absolutos: dos 1.247.743 km² de território do Pará, 248.548 km² foram desmatados, o que representa 19,9% do total.


Imagem mostra a área desmatada (em vermelho) no Pará; o desmatamento concentra-se nas regiões que dariam lugar aos Estados de Carajás e do Pará remanescente

O Estado também lidera o ranking de desmatamento entre 2009 e 2010, com 3.342 km² devastados em um ano –quatro vezes mais do que o segundo colocado, o Mato Grosso, onde 779 km² foram desmatados.

Se virar Estado, Carajás será o mais devastado de toda a Amazônia, proporcionalmente: dos 296.664 km² do novo Estado, 127.251 km², ou 42,9%, foram desmatados. Atualmente, o Estado mais desmatado em números relativos é Rondônia (35,5% de área devastada).

Descontadas as áreas protegidas –terras indígenas, unidades de conservação, entre outras–, que abrigam 108.036 km² de Carajás, o desmatamento atingiria 67,6% da área do novo Estado. Além disso, dos 20 municípios que mais desmataram na história do Brasil, nove estão no que seria o futuro Estado de Carajás.

Caso a divisão seja aprovada, o Pará remanescente terá área de 218.776 km², da qual 64.546 km² (29,5%) está desmatada –26,3% do território do novo Pará é coberto por áreas protegidas.



Em Tapajós a situação é bem diferente: dos 732.509 km² do possível novo Estado, 53.239 km² foram desmatados, o que representa 7,26% do total. Ajuda o fato de a maior parte (73,5%) do território tapajoara ser coberto por áreas de proteção.

Os principais focos de desmatamento na região concentram-se às margens dos rios Tapajós e Amazonas –nos arredores de Santarém– e ao longo da rodovia Cuaibá-Santarém.

Na avaliação da geógrafa Ane Auxiliadora Alencar, pesquisadora do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), a divisão do Pará poderia provocar o aumento do desmatamento nas regiões de Carajás e Tapajós, já que toda a estrutura de fiscalização de cada Estado terá de ser criada.

“Esses Estados novos precisarão de estruturas bem montadas de combate ao desmatamento, mas esse processo demora anos. O período sem governança nessa área pode causar um impacto grande no desmatamento, já que hoje não há uma estrutura federal que garanta a proteção”, afirma.

Causas do desmatamento

Razões históricas explicam a maior incidência de desmatamento na porção sudeste e nordeste do Pará. A área do Pará remanescente é a mais urbanizada, densamente povoada e industrializada do Estado, além de concentrar a malha rodoviária. Sua ocupação começou no início do século 17, durante o primeiro ciclo da borracha no Brasil.

A região de Carajás, localizada na borda da Amazônia, começou a ser densamente povoada a partir da década de 70, com exploração do ferro e a abertura de frentes pioneiras, nas quais produtores do Sul e Sudeste foram incentivados pelo governo militar a ocupar a região. A migração se intensificou na década de 80 com a descoberta da mina de Carajás.

Soma-se a isso o fato de o sul e sudeste do Pará concentrarem os maiores latifúndios pecuaristas da Amazônia que, segundo o Ministério Público Federal do Pará, estão entre os que mais desmatam.

De acordo com o Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente), o desmatamento na região de Carajás é fomentado também pelas maiores siderúrgicas do Estado. Em 22 de novembro, o órgão autuou a Siderúrgica do Pará S.A. (Sidepar), Companhia Siderúrgica do Pará (Cosipar) e Siderúrgica Ibérica por utilizarem carvão ilegal –fruto do desmatamento de floresta nativa– na produção de ferro-gusa.

Em quatro anos foi desmatada uma área de 273 km² para atender a demanda das três siderúrgicas. Além das autuações, o Ibama proibiu as empresas de comprarem carvão nativo.

Em Tapajós, a floresta é mais densa, e não há estradas asfaltadas ligando a região ao restante do país. O acesso se dá exclusivamente pelos rios ou pelas rodovias Santarém-Cuiabá e Transamazônica, que não são asfaltadas na maioria dos trajetos.

Para a pesquisadora do Inpe, com a divisão do Pará, há o risco de os desmatadores adquirirem mais influência política. “A sociedade consegue impedir que o poder político atue burlando as leis ambientais. Com o Pará grande, a chance de um político desrespeitar as regras é menor, já que há um controle social maior. Agora, imagine se nos novos Estados uma secretaria de Estado cair na mão dos desmatadores?”, questiona Alencar.

Alterações no clima

Segundo estudo da UFPA (Universidade Federal do Pará) elaborado pelo agrônomo Milton Fernandes de Almeida, as alterações na vegetação em Carajás vêm produzindo consequências climáticas em Marabá, maior cidade da região. A principal candidata à capital do Estado do Carajás, que se tornou conhecida na região pelos vastos castanhais, quase não possui mais castanheiras.

Entre 1986 e 2006, a temperatura média anual na cidade aumentou 0,6ºC e a temperatura mínima anual subiu 0,7ºC. O volume de chuvas sofreu uma redução de 20% no período, o que corresponde a um mês e meio de chuva a menos durante o ano.














http://noticias.uol.com.br/politica/...esmatados.jhtm
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  #11  
Old Posted Dec 4, 2011, 1:44 PM
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LLAP
 
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As noticias são muito desencontradas, dizem que 60% rejeitam a separação, mas sabe como é, pega apenas 2 mil pessoas e fazem a pesquisa, mas será que representam a realidade de todo povo paraense? Acho que dia 11 vamos saber se vamos precisar fazer um puxadinho na Camara e no Senado.
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  #12  
Old Posted Dec 8, 2011, 4:59 PM
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Separatistas falham em conquistar Belém e temem derrota


Com o apoio previsto de um terço do eleitorado nas urnas, a campanha pela divisão do Pará esfriou. Integrantes do grupo a favor da criação dos Estados de Carajás e de Tapajós já falam em derrota no plebiscito que será realizado domingo em que poderão votar 4,8 milhões de eleitores.

"Seria demagógico falar que vamos ganhar", disse o presidente da Frente Pró-Criação do Estado de Carajás, deputado estadual João Salame (PPS), na terça-feira, ao Valor. "O Pará remanescente tem a maioria, concentra o eleitorado. A diferença de votos é muito grande", comentou o deputado.

A região de Belém concentra 64,7% do eleitorado, contra os 35% que estão em municípios que podem ser beneficiados com a criação dos dois Estados.

"Temos esperança de que [a campanha] tenha servido para tocar o coração das pessoas e que os governantes tenham entendido a necessidade de fazer governos mais próximos da população", afirmou Salame.



Sebastião Souza, líder de assentamento em Marabá: "Os políticos acham que é melhor enviar ambulâncias que construir hospitais"


Na televisão, a campanha dos separatistas apostou em uma guerra de números ao falar de temas complexos como a Lei Kandir e o Fundo de Participação dos Estados (FPE) e não empolgou. A campanha contra a divisão do Estado apostou no tom emocional e na ameaça de que as mudanças prejudicariam toda a população. Na televisão, apostaram em pessoas famosas como o jogador Ganso, a atriz Dira Paes e a cantora Fafá de Belém, que entoou o hino estadual que louva o tamanho do Pará, e chegou a chorar na propaganda.






Nas duas últimas semanas, as frentes pró-divisão do Pará enfrentaram problemas e a campanha ficou desfalcada. Adversários da campanha pela divisão do Pará espalharam que o marqueteiro Duda Mendonça, responsável pelas campanhas pró-Carajás e pró-Tapajós, teria viajado para fora do Brasil e abandonado a disputa. "Ele foi embora mesmo", confirmou ontem o deputado federal Lira Maia (DEM), presidente da Frente Pró-Criação de Tapajós. "Mas ele foi embora porque a campanha já acabou", comentou. Ontem foi o último dia da campanha no rádio e na televisão.

Na reta final da campanha, os separatistas perderam programas no rádio e na televisão para dar direito de resposta ao governador do Estado, Simão Jatene (PSDB). Jatene usou os programas para alertar sobre os riscos de "irmão brigar contra irmão", falou de investimentos de seu governo nas áreas separatistas e criticou Duda Mendonça. O governador disse no início da campanha que ficaria neutro no plebiscito, mas depois declarou ser contra a divisão.

A possibilidade de perder o plebiscito já começou a gerar divergências entre as campanhas pró-Carajás e pró-Tapajós, que fizeram juntas a campanha. Lideranças da frente pró-Tapajós reclamam da condução dos programas na televisão, influenciada pelo grupo de Carajás.

"A nossa situação não é fácil", comentou o deputado Lira Maia, pró-Tapajós. "Mas ainda é possível", disse. "Enfrentamos uma disputa desigual, com o governador contra nós, a imprensa contra, o empresariado de Belém contra", comentou Maia. "Se tivermos 85% dos votos nas regiões separatistas e 25% dos votos em Belém, podemos ganhar", declarou o deputado.

Segundo pesquisa Datafolha realizada entre os dias 21 e 24 de novembro, 62% da população é contra a criação de Carajás e 61% não aprovam a criação de Tapajós.

O plebiscito opõe Belém ao interior. O Pará remanescente ficaria com apenas 17% do atual território e 64% da população. Carajás teria 58% das terras paraenses e 21% da população. Já Tapajós teria mais da metade da área do atual Pará, e 15% da população.

Belém teme perdas econômicas. Na região onde poderá ser criado o Estado de Carajás está a maior reserva de ferro do mundo, os principais investimentos da Vale, o maior rebanho de gado do Estado e a hidrelétrica de Tucuruí. Já em Tapajós está a prevista a hidrelétrica de Belo Monte. A região tem a maior parte de sua vegetação nativa conservada, além de concentrar áreas de preservação e aldeias indígenas. Santarém, que poderá ser a capital de Tapajós, é estratégica para a exportação de grãos do Centro-Oeste para a Europa.

Segundo estudos do Ipea, a divisão fará com que os três Estados tenham dívidas. O Pará remanescente deixaria de registrar um superávit de R$ 277 milhões para ter um déficit de R$ 788 milhões. Carajás teria um déficit de R$ 1,9 bilhão e Tapajós, R$ 964 milhões. A conta não inclui os custos das obras de infraestrutura para criação dos prédios públicos para atender os novos Estados.

Por outro lado, a população das regiões de Tapajós e Carajás defende a divisão na esperança de melhorar de vida. Os moradores reclamam da ausência do Estado e de problemas nas áreas de saúde, educação e segurança. O sentimento é de abandono, segundo descreve o trabalhador rural e sindicalista Sebastião Alves de Sousa, presidente do assentamento Pequiá, em Marabá. "Quando a gente precisa de atendimento médico a gente nem vai para Belém. Não adianta. É mais fácil ir para Teresina. Os políticos acham que é melhor enviar ambulâncias do que construir hospitais", diz. O principal argumento apresentado pelos separatistas é que os novos Estados, por serem menores, fará com que a população fique mais perto do governo. "Sabemos quem é contra a criação dos Estados e ficaremos contra eles na próxima eleição", diz Sousa.

No comando das frentes separatistas estão empresários do agronegócio, como os deputados federais Lira Maia, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, e Giovanni Queiroz (PDT), dirigente dessa mesma frente parlamentar e autor de um projeto de lei pela divisão do Pará.

Diante da resistência da capital à divisão do Pará, as campanhas pela criação de Tapajós e Carajás concentraram esforços em Belém. O resultado foi a tímida campanha nas áreas separatistas. Em Marabá não há faixas, folhetos, santinhos nem carros de som nas ruas. Nada indica que no domingo haverá o plebiscito, apesar de a cidade poder se tornar a capital de Carajás, se a maioria da população votar a favor do novo Estado. Na cidade, há apenas alguns adesivos nos carros com propaganda pró-divisão. Não há indícios da propaganda contrária.

Em Santarém, a propaganda a favor da criação de Tapajós está em faixas penduradas nas casas, cartazes nos comércios e adesivos nos carros. A separação da região é uma reivindicação histórica da população local. "Há 161 anos esperamos por isso", comenta Ednaldo Rodrigues, voluntário do comitê de campanha pela criação de Tapajós. No entanto, a propaganda é em menor volume do que é visto em eleições.

Mesmo se a maioria da população paraense votar a favor da divisão do Pará, a proposta ainda terá de ser aprovada pelo Congresso e sancionada pela presidente Dilma Rousseff.










http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=59593
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  #13  
Old Posted Dec 10, 2011, 12:08 AM
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Maioria dos eleitores do Pará rejeita divisão do estado, diz Datafolha


Pesquisa é a última feita antes do plebiscito marcado para este domingo, 11.
Dos ouvidos, 65% são contra criação de Carajás, e 64%, contra Tapajós.



A maior parte dos eleitores do Pará se mantém contra a criação dos estados de Carajás e Tapajós, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (9). O levantamento é o terceiro e último feito pelo instituto antes do plebiscito marcado para este domingo (11). O resultado dos dois anteriores também indicou rejeição dos paraenses à divisão do estado.

A pesquisa divulgada nesta sexta foi encomendada pelas TVs Liberal e Tapajós, afiliadas da TV Globo no Pará, e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, 65% dos entrevistados se disseram contrários ao desmembramento do Pará para a criação do estado de Carajás, e 64%, contrários à divisão para a criação de Tapajós, em pesquisa feita de terça (6) a quinta (8), com 1.213 eleitores em 53 cidades paraenses. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Na comparação com os levantamentos anteriores, divulgados respectivamente em 11 e 25 de novembro, a frente contra Carajás oscilou de 58% para 62% e agora registrou 65%, enquanto o "sim" foi de 33% para 31% e agora manteve os 31%. Indecisos eram 8%, passaram para 7% e agora são 4%.

No caso de Tapajós, o índice dos contrários à criação oscilou de 58% para 61% e agora está com 64%; a fatia do "sim" foi de 33% para 30% e agora está com 32%. Indecisos eram 10%, passaram para 9% e agora são 4%.

O instituto faz um alerta sobre a comparação dos números da pesquisa com o resultado da votação: "O levantamento reflete a opinião dos eleitores nesse período e não pode ser analisado como uma previsão do resultado final do plebiscito, no qual outros fatores podem interferir, tais como abstenção (no 1º turno da eleição de 2010, 21% dos aptos a votar não compareceram às urnas), desconhecimento sobre o número da opção escolhida, o feriado do servidor público - que ocorreu na quinta-feira, dia 8 de dezembro, e desdobramentos das campanhas nos dias que antecedem a votação. Dessa forma, a pesquisa não é um prognóstico numérico sobre o resultado do plebiscito. Portanto, não é possível comparar o resultado deste levantamento ao número das urnas".

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 52641/2011. O plebiscito que decidirá a divisão é restrito aos eleitores do Pará. Caso os paraenses optem pela criação dos outros dois estados, a decisão final ainda passa pelo Congresso e pela presidente Dilma Rousseff.






















http://g1.globo.com/politica/noticia...datafolha.html
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  #14  
Old Posted Dec 11, 2011, 10:45 PM
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Em plebiscito, eleitores do Pará rejeitam divisão do estado


Maioria dos eleitores disse 'não' à criação de Tapajós e Carajás.
Resultado do plebiscito encerra trâmite para a divisão do estado.



Os eleitores paraenses decidiram, em plebiscito realizado neste domingo (11), manter o estado do Pará com o território original, segundo informou às 20h08 o presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Ricardo Nunes. A confirmação do resultado foi dada quase duas horas depois do término da votação.

"Neste momento, o total dos votos apurados e, diante do cenário atual, matematicamente, os eleitores do estado do Pará decidiram pela não divisão", afirmou o presidente do TRE paraense.

Às 20h11 (horário de Brasília), o resultado parcial indicava que 67,3% escolheram "não" para a criação do estado de Tapajós e 67,9% rejeitaram a criação do estado de Carajás.

Haviam sido apuradas 11.379 (78%) das 14.249 urnas do estado. Quando forem somados, os votos nas urnas restantes não poderão alterar o resultado consolidado. A Justiça Eleitoral registrou abstenção de 25,4%. Do total apurado até este horário, 1% eram de votos nulos e 0,42% de brancos. Foram contabilizados os votos de 4 milhões dos 4,8 milhões de eleitores paraenses aptos a votar.

Com a decisão das urnas, o trâmite para a divisão do estado se encerrou junto com o plebiscito. Dessa forma, a Assembleia Legislativa paraense e o Congresso Nacional não precisarão analisar a divisão do território e criação dos novos estados.

Resultado parcial do TRE do Pará, de 19h20 (horário de Brasília), indicava que as possíveis capitais de Carajás e Tapajós votaram pela divisão. Marabá tinha 93,68% de 'sim' para a divisão, e Santarém tinha 98,85% para dividir. Belém, no entanto, tinha 94,07% para o 'não' em relação à criação de Tapajós e 95,09% de 'não' para Carajás.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, comemorou a rapidez na divulgação do resultado parcial do plebiscito cerca de duas horas após o encerramento da votação.

"Penso que não apenas a cidadania está madura do ponto de vista cívico, mas a tecnologia eleitoral brasileira está muito avançada, conseguimos apurar o resultado matematicamente consolidado em duas horas depois do fechamento das urnas. Hoje foi um teste importante e verificou-se que o povo pode ser consultado rapidamente de forma eficiente e econômica", disse.

Para Lewandowski, o percentual de abstenção (25,4% às 20h11 - horário de Brasília) está dentro da normalidade. "Os índices de abstenção são relativamentes pequenos em um país de dimensões continentais. Acredito que a democracia no Brasil está consolidada", completou o presidente do TSE.

Votação

A votação começou às 8h, em mais de 14 mil seções eleitorais do estado do Pará. Os eleitores responderam a duas perguntas "Você é a favor da divisão do estado do Pará para a criação do estado de Carajás?" e "Você é a favor da divisão do estado do Pará para a criação do estado do Tapajós?". O número 77 correspondeu à resposta "sim" para qualquer uma das perguntas. E o número 55 foi usado para o "não".


Eleitores em colégio eleitoral de Belém


Em 277 locais considerados de difícil acesso, a votação foi feita em urnas ligadas a baterias, que transmitiram os votos via satélite. Encerrada a votação, os dados armazenados nas urnas eletrônicas fojustificativa pode ser apresentada a partir de segunda-feira (12) em qualquer cartório eleitoral.

Durante todo o dia, mais de três mil militares do Exército reforçaram a segurança em 16 cidades do Pará, incluindo os municípios de Santarém e Marabá, que seriam as capitais dos novos estados.

Os outros municípios que contaram com segurança foi Altamira, Brasil Novo, Monte Alegre, Alenquer, Óbidos, Juriti, Oriximiná, Santana do Araguaia, São Félix do Xingu, Redenção, Tucumã, Orilândia do Norte, Bacajá e Anapu.ram encaminhados ao TRE-PA, que ficou responsável pela totalização.

Ausência
Os eleitores que não compareceram para votar terão 60 dias para justificar a ausência nas zonas eleitorais em que estiveram inscritos. Mesmo se tratando de um plebiscito, as exigências são as mesmas para eleições regulares. Quem deixou de votar e não apresentou a justificativa será multado e pode ter o título de eleitor cancelado.

As pessoas que estão fora do seu domicílio eleitoral, dentro do estado do Pará, poderão regularizar sua situação neste domingo, em um posto de justificativa. Mas não será possível justificar a ausência no caso dos paraenses que estarão fora do estado neste domingo. A

Pesquisa
Uma pesquisa realizada pelo Datafolha e divulgada na noite de sexta-feira (9) já apontava que a maioria dos eleitores do Pará rejeitaria a divisão do estado. O levantamento, terceiro e último feito pelo instituto antes do plebiscito, apontou que 65% dos entrevistados eram contrários ao desmembramento do Pará para a criação do estado de Carajás, e 64%, contrários à divisão para a criação de Tapajós.

A pesquisa foi feita de terça (6) a quinta (8), com 1.213 eleitores em 53 cidades paraenses e encomendada pelas TVs Liberal e Tapajós, afiliadas da TV Globo no Pará, e pelo jornal "Folha de S.Paulo". A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.


No Pará, moradores de comunidade ribeirinha faz campanha contra a divisão do Pará












http://g1.globo.com/politica/noticia...do-estado.html
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  #15  
Old Posted Dec 23, 2011, 2:02 PM
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Serra Pelada voltará a produzir ouro em 2012



Quase 20 anos depois de o governo fechar aquela que foi a maior mina de ouro a céu aberto do mundo, a exploração de Serra Pelada, no Pará, será agora toda mecanizada. A empresa de mineração canadense Colossus Minerals Inc., associada à Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp), conquistou a permissão para explorar a área.



Os primeiros levantamentos feitos em uma parte do terreno de 100 hectares com permissão para ser explorada indicou a presença de, pelo menos, 50 toneladas do metal. Esse número deve ser atualizado pela empresa em janeiro, e a expectativa dos ex-garimpeiros é que o volume seja bem maior, já que a própria mineradora informou que o potencial de novas descobertas na propriedade é elevado.



"É basicamente ouro amarelo, paládio - que é um ouro branco -, prata e platina. Sendo que a incidência menor é de platina, mas, em compensação, o preço é dobrado em relação ao preço do ouro", explicou Antônio Ferreira Milhomem, diretor da cooperativa.



A antiga mina, que na década de 1980, foi alvo da maior corrida a metais preciosos da história da
América Latina, chegou a ser conhecida como “formigueiro humano”, com mais de 80 mil garimpeiros trabalhando ao mesmo tempo. O ouro retirado deveria ser vendido exclusivamente à Caixa Econômica Federal. Na época, foram extraídas cerca de 40 toneladas do metal precioso, sem contar o que foi vendido clandestinamente. O grande buraco que os trabalhadores cavaram é hoje um lago com mais de 100 metros de profundidade.



Até a entrada em operação, a multinacional canadense terá investido R$ 320 milhões na construção da mina subterrânea, batizada de Nova Serra Pelada. O lucro, no entanto, será contado em bilhões de reais. Segundo o acordo feito entre a Colossus e a Coomigasp, que levou à criação da Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral (SPCDM), 25% do lucro serão repartidos com os mais de 38 mil ex-garimpeiros da região associados à cooperativa e o restante ficará com a multinacional.



Para esses trabalhadores, que depois do fechamento da mina, há duas décadas, passaram a viver de bicos ou da renda que conseguiram com a venda do ouro, a retomada da produção em grande escala em Serra Pelada é a esperança de uma vida mais tranquila financeiramente. Pouquíssimos conseguiram enriquecer na época e, entre eles, raros souberam investir o que ganharam. Agora, organizados em cooperativa, esperam ganhar o suficiente para viver melhor.






http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=381682
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  #16  
Old Posted Aug 22, 2012, 1:29 AM
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Putz, acho que essa estrutura nova do fórum ficou estranha. Não consigo achar os tópicos que quero, nem do setor noroeste (acho que não existe) e nem bolha imobiliária.
Acho que segmentaram demais o forum e ficou confuso.
Eu só consigo chegar onde eu quero quando procuro pelo google, mas por aqui não.
Eu acho que deveria ficar mais simples. Só Brasilia e região mesmo. Depois se tiver demanda, abre outras áreas.
Sei lá, apenas uma opinião.
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  #17  
Old Posted Aug 22, 2012, 2:31 AM
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Pois é fullgencio, esse formato foi debatido com os forumers aqui do fórum e foi escolhido pela maioria não temos thread do noroeste ainda, se você quiser criar um sobre o bairro esteja a vontade

O thread da bolha imobiliária abrange o Brasil todo por isso que fica no fórum gerais>Notícias do Brasil - Imprensa Nacional, é uma questão de costume para ficar habituado com o fórum.
__________________
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