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  #441  
Old Posted Apr 3, 2012, 11:40 AM
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Começam novas exigências para espanhóis que visitam o Brasil



Os espanhóis que desembarcarem a partir de hoje no Brasil serão submetidos a uma série de exigências para conseguir a autorização de entrada. A decisão foi tomada pelo governo brasileiro como medida de reciprocidade ao tratamento dispensado aos brasileiros que tentam ingressar em território espanhol.

Brasil barra a entrada de 28 estrangeiros por dia

As medidas são semelhantes às adotadas na Espanha em relação aos brasileiros que chegam ao país e ocorre no momento em que brasileiros são impedidos de entrar na Espanha, caso não cumpram as exigências feitas pelas autoridades espanholas.

Para a diplomacia espanhola, a decisão do Itamaraty de mudar as regras foi um claro sinal de retaliação, ainda que tardia, de episódios recorrentes no passado de brasileiros barrados no aeroporto de Barajas, em Madri.

O Ministério das Relações Exteriores nega que a adoção das exigências seja uma retaliação às humilhações sofridas por brasileiros na Espanha, que relatam casos de discriminação e preconceito, além de serem impedidos de se comunicar com autoridades do Brasil.

Pelas novas regras, os espanhóis que quiserem entrar no país terão de estar com o passaporte válido por, no mínimo, seis meses. Também serão exigidos os comprovantes de passagens de ida e volta (com data marcada).

O espanhol que for se hospedar em hotel deverá apresentar o documento de reserva. Caso venha a se hospedar em casa de amigos ou parentes, terá de mostrar uma carta-convite. O documento deve conter a assinatura do responsável pela residência na qual o espanhol ficará, autenticada em cartório, e um comprovante de residência dessa pessoa.

O último item se refere à renda mínima do espanhol que pretende visitar o Brasil. Ele deve comprovar que tem condições financeiras para arcar com até R$ 170 de despesas, por dia, em território brasileiro.

Em junho do ano passado, o ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, esteve no Congresso Nacional e mencionou as queixas dos brasileiros impedidos de entrar na Espanha. Patriota disse ter conversado com a chanceler espanhola, Trinidad Jiménez, lembrando que poderia ser adotado o chamado acordo de reciprocidade.










http://www1.folha.uol.com.br/cotidia...o-brasil.shtml
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  #442  
Old Posted Apr 5, 2012, 12:38 AM
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Brasília lidera consumo de chocolate no Brasil


De acordo com um levantamento do Ibope Media, 73% dos moradores da capital federal declararam ter consumido o produto nos últimos sete dias


Quando o assunto é a faixa etária, os jovens entre 12 e 24 anos representam 81% do consumo de chocolate

Os habitantes da cidade de Brasília são os maiores consumidores de chocolate do Brasil, segundo o estudo Target Group Index, do Ibope Media.

De acordo com a pesquisa, 73% dos consumidores da capital federal declararam ter comido o produto nos últimos sete dias. O segundo lugar fica divido entre os moradores de Recife, São Paulo e Salvador, empatados com 71%.

Entre as capitais que participaram do levantamento, o Rio de Janeiro aparece com o menor percentual, com 60% dos consumidores afirmando que ingeriram chocolate nos últimos sete dias.

Em relação ao gênero, as mulheres respondem por 55% do consumo do produto no país, seguidas por 45% dos homens. Os solteiros também são maioria, com 75% declarando ter consumido o doce nesta última semana.

Quando o assunto é a faixa etária, os jovens entre 12 e 24 anos representam 81% do consumo de chocolate no mesmo período. Já os entrevistados acima de 65 anos totalizam apenas 4%.

A pesquisa foi realizada com a participação de 20.736 pessoas, moradores das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Belo Horizonte, Fortaleza e Brasília, além de cidades do interior do Sul e do Sudeste.











http://exame.abril.com.br/marketing/...late-no-brasil
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  #443  
Old Posted Apr 5, 2012, 12:42 AM
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Eu mesmo como de vez enquado, mas nada semanal...
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  #444  
Old Posted Apr 5, 2012, 3:24 PM
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EBX pode montar primeira fábrica de chip no Brasil

Segundo reportagem do Valor Econômico Eike Batista e BNDES serão sócios no novo negócio


Eike Batista: parceria com BNDES para construção de fábrica de silício

O empresário Eike Batista e o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) chegaram a um acordo para a construção da primeira fábrica brasileira de chip, segundo reportagem do Valor Econômico, desta quinta-feira.

Segundo o jornal, a parceria dará origem à Companhia Brasileira de Semicondutores, que terá a participação minoritária da WS Consultant, presidida pelo ex-presidente da Volkswagen do Brasil, Wolfgang Sauer.

A unidade será erguida em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte. O investimento para a construção da fábrica é de aproximadamente 500 milhões de reais.

Tanto a EBX quanto o BNDES não confirmam o acordo, mas, segundo uma fonte próxima às negociações, o empresário Eike será majoritário no projeto, cabendo ao BNDES uma participação entre 25% e 30%, disse ao Valor.








http://exame.abril.com.br/negocios/e...icio-no-brasil
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  #445  
Old Posted Apr 6, 2012, 11:49 AM
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Coreia do Norte: interceptação de míssil será "declaração de guerra"


A Coreia do Norte entenderá como "uma declaração de guerra" a intercepção do satélite que pretende pôr em órbita em meados deste mês, informou nesta sexta-feira a agência sul-coreana Yonhap.

Desta forma, o regime comunista responde às intenções de Seul e Tóquio de derrubá-lo se representar uma ameaça a seus territórios.

Em comunicado emitido pela agência estatal norte-coreana KCNA, um porta-voz do Comitê de Reunificação Pacífica da Coreia em Pyongyang afirmou também que a intercepção do satélite implicaria "uma tremenda catástrofe". O regime comunista voltou a ressaltar que "o mundo já conhece" a natureza científica e pacífica do lançamento do satélite, ao tempo que reiterou que a "transparência" do evento está assegurada.

Para rebater as críticas internacionais, que consideram o lançamento um teste balístico encoberto, Pyongyang convidou jornalistas e analistas estrangeiros a assistirem ao evento, que planeja realizar entre os dias 12 e 16 de abril.

A ameaça de Pyongyang acontece depois de Coreia do Sul e Japão terem anunciado seus planos de interceptar o satélite norte-coreano se este desviar-se de sua trajetória prevista. Neste sentido, o Japão determinou na quinta-feira o desdobramento de um sistema de mísseis terra-ar em quatro pontos da província de Okinawa (ilhas ao sul), uma área que deverá ser sobrevoada pelo foguete.

A Coreia do Sul planeja, por sua vez, desdobrar dois destróieres no litoral oeste do país com capacidade para derrubar o satélite e avisou que acompanhará sua trajetória, já que pode supor um grave risco para sua segurança.










http://noticias.terra.com.br/mundo/n...de+guerra.html
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  #446  
Old Posted Apr 9, 2012, 4:58 PM
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Bancos mexicanos cancelam contas da Igreja Universal



Os bancos Santander e Ixe adotaram a mesma medida entre este mês e novembro





Pelo menos três bancos do México cancelaram as contas da Igreja Universal do Reino de Deus, depois que o culto foi denunciado no Brasil por fraude e lavagem de dinheiro, noticiou a imprensa mexicana neste domingo (8).

"O Banamex, atendendo a seus interesses, tomou a determinação de dar por terminado o contrado com o senhor e, como consequência disto, procederemos ao cancelamento de contas e serviços", informou o banco aos encarregados da igreja no México em outubro passado, segundo o jornal "Reforma".

Os bancos Santander e Ixe adotaram a mesma medida entre este mês e novembro.

Em setembro de 2011, o fundador e líder da igreja, bispo Edir Macedo, e outros três encarregados da instituição haviam sido acusados pelo Ministério Público brasileiro de lavar dinheiro e enviá-lo ilegalmente aos Estados Unidos.

No total foram canceladas no México cinco contas de cheques e um investimento de prazo fixo e a igreja se viu obrigada a retirar os fundos que tinha nelas.

Como consequência, a Igreja Universal do Reino de Deus, que também se denomina pelo nome de seu programa televisivo "Pare de Sofrer", apresentou um amparo por considerar que tem tido negado "o acesso ao serviço que todo mexicano tem de acessar o serviço do Sistema Financeiro Mexicano", revelou o jornal "Reforma".








http://www.maisbrasilia.com/mb2011/n...Universal.html
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  #447  
Old Posted Apr 10, 2012, 4:43 PM
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Receita Federal deve R$ 300 mi em tarifas a bancos, diz Febraban


A Receita Federal fechou 2011 devendo cerca de R$ 300 milhões em tarifas bancárias às instituições financeiras do País, segundo informou nesta terça-feira o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal.

A dívida decorre de um contrato firmado entre a Receita e as instituições financeiras. O órgão federal ainda não se pronunciou sobre a afirmação.

Toda vez que um cidadão faz um pagamento de Darf - documento para arrecadação de impostos pagos à Receita Federal -, os bancos recolhem o valor pago e remetem à Receita, que paga tarifas bancárias pelas operações (que variam de R$ 0,40 a R$ 1,39). Em 2011, a Receita não pagou parte dessas tarifas, o que resultou na dívida de R$ 300 milhões.

Segundo Murilo Portugal, em reunião na manhã desta terça-feira com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, foi discutida a mudança na forma de cobrança dessas tarifas, mas o presidente da Febraban nega que a instituição tenha pedido um aumento no valor das mesmas. "O pagamento do atraso não foi resolvido, o que vai ser feito é um cronograma para pagar o devido", disse.

À tarde, Portugal retorna ao Ministério da Fazenda para discutir os spreads bancários, que são a diferença entre o valor que o banco paga para tomar dinheiro emprestado dos correntistas e os juros cobrados em empréstimos para os mesmos.

A reunião ocorre após o anúncio do Banco do Brasil e Caixa Econômica de redução expressiva nas tarifas bancárias, o que pode causar a migração de correntistas dos bancos privados para os públicos.







http://not.economia.terra.com.br/not...8_TRR_81073825
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  #448  
Old Posted Apr 11, 2012, 8:28 PM
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Senado julga legal projeto que acaba com guerra fiscal do ICMS de importados



O projeto de resolução do Senado que acaba com as isenções do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para produtos importados teve sua constitucionalidade aprovada nesta quarta-feira(11), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Agora, a matéria seguirá para a análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) antes de ser votada em plenário. Acordo feito com o Ministério da Fazenda viabilizou a fixação de uma alíquota unificada de 4% para as transações interestaduais de produtos importados.

O texto aprovado pela CCJ não prevê compensações financeiras aos estados prejudicados com a unificação da alíquota nem período de transição para adaptação à nova regra. Hoje, Goiás, Espírito Santo e Santa Catarina concedem benefícios fiscais sobre o ICMS dos importados com o objetivo de garantir a entrada desses produtos pelos seus portos marítimos e secos (no caso de Goiás).

O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), consultou autoridades do Palácio do Planalto e negocia a aprovação do projeto com os estados prejudicados. Por isso, após a leitura do texto, será aberto na CAE um período de consultas até terça-feira (17) “para que governadores e senadores possam negociar diretamente com a presidenta Dilma Rousseff”, disse Braga. Os parlamentares dos três estados prejudicados consideram a matéria inconstitucional por afetar o Pacto Federativo e reclamam que não há período de transição para adaptação à nova regra, nem mecanismos de compensação de perdas.

“O que vamos votar [na CCJ] não pode ter vencedores nem derrotados. Uma derrota, daqui a pouco, será trágica para o governo federal porque provocaria uma trinca na sólida base governamental no Senado, que pode se tornar incontornável. Não se pode votar aqui algo que vai ser contestado no Supremo Tribunal Federal”, advertiu Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC).

A senadora Ana Rita (PT-ES) reconheceu a necessidade de o governo federal enfrentar as renúncias fiscais dos estados. Ela tem defendido em conversas com autoridades do Executivo a necessidade de se prever compensações para as perdas financeiras do Espírito Santo, que a unificação do ICMS causará. Segundo a senadora, esses esforços se mostraram insuficientes.

O senador Ignácio Arruda (PCdoB-CE) contrapôs as declarações contra o projeto. Segundo ele, não haverá perdas para os três estados uma vez que as importações continuarão a ser feitas, “só que equitativamente com os outros estados”. O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) foi outro que saiu em defesa da matéria. Segundo ele, “ inconstitucional é o benefício concedido [por Espírito Santo, Santa Catarina e Goiás] à revelia do Confaz [Conselho Nacional de Política Fazendária]”.














http://www.jornaldebrasilia.com.br/s...398519&secao=N
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  #449  
Old Posted Apr 13, 2012, 2:23 PM
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Brasil aumenta participação nas exportações mundiais, mas segue em 20º, segundo a OMC






O Brasil aumentou sua participação nas exportações mundiais em 2011, mas continua no 20º lugar no ranking mundial, segundo relatório do comércio exterior da OMC, Organização Mundial do Comércio, que acaba de sair do forno.

A participação do Brasil nas exportações mundiais passou de 1,36%, em 2010, para 1,44%, em 2011. A meta definida pelo governo é de 1,6% em 2014.

Já na importação, o Brasil caiu uma posição em 2011, e passou a ocupar a 21ª posição, mas aumentou a sua participação, de 1,24% para 1,29%. A 20ª colocação passou a ser ocupada pela Turquia, que registrou uma alta de 30% nas importações. As importações brasileiras subiram 25%.

O crescimento no volume do comércio mundial de bens no ano passado foi de 3,7%, percentual abaixo da média de 5,4% dos últimos vinte anos.

O relatório da OMC cita a possibilidade de redução maior de crescimento e menciona a recessão profunda na Zona do Euro, com o agravamento da crise financeira e o aumento do preço das commodities.

O documento também analisa possíveis positivos com o arrefecimento da crise europeia, a recuperação nos Estados Unidos que iria impulsionar a demanda mundial de importações, além de uma recuperação moderada no Japão.













http://www.istoedinheiro.com.br/noti...+SEGUNDO+A+OMC
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  #450  
Old Posted Apr 17, 2012, 10:14 PM
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Reino Unido deve superar Brasil em 2012 e registrar 6º maior PIB, diz FMI


Em 2011, Brasil passou o Reino Unido e se tornou a 6ª economia global FMI prevê que PIB brasileiro irá crescer 3% em 2012 e britânico, 0,8%.

O relatório “World Economic Outlook”, com perspectivas para a economia global, divulgado nesta terça-feira (17) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), projeta que a economia brasileira voltará a ser superada pelo Reino Unido em 2012 e que o país cairá para a posição de 7ª maior economia global.

O FMI projeta que a economia brasileira voltará a crescer mais que a britânica em 2012, mas prevê, entretanto, que o PIB nominal brasileiro em dólares ficará abaixo do PIB do Reino Unido. Ou seja, o FMI indiretamente prevê uma alta do dólar em relação ao real.

O fundo prevê um crescimento de 3% para o PIB brasileiro e de 0,8% para o PIB britânico em 2012. Já o PIB brasileiro em dólar deverá somar US$ 2,449 trilhões, abaixo dos US$ 2,452 trilhões do Reino Unido, segundo o relatório.

Em 2011, segundo os dados consolidados do FMI, o Brasil registrou o 6º maior Produto Interno Bruto (PIB) nominal. A economia brasileira alcançou em dólares US$ 2,492 trilhões em 2011, ante US$ 2,4217 trilhões da britânica. Foi a primeira vez que o PIB brasileiro apareceu à frente do britânico.

A ultrapassagem em 2011 se explica em grande parte pelos desempenhos das duas economias no ano passado: enquanto o Brasil cresceu 2,7%, a Grã-Bretanha teve expansão de 0,7%. Outro fator que teve peso no resultado foi a acentuada apreciação do real no período, superior à valorização da libra.

Câmbio

Uma das explicações para a Grã-Bretanha voltar a superar o Brasil em 2012, mesmo a economia brasileira tendo uma previsão de crescimento maior, seria uma maior depreciação do real frente ao dólar em 2012 na comparação com a média do ano passado, ao passo em que o FMI projeta uma valorização da libra frente ao dólar.

"Pelo que vimos nos últimos dois, três meses, está claro que há uma política nesse sentido no Brasil, e o FMI deve estar levando isso em conta. O câmbio que tem rodado por volta de R$ 1,85, puxado por intervenções da Fazenda e por ações contundentes do do Banco Central no mercado comprador", afirma Silvio Campos, da consultoria Tendências.

O FMI projeta uma apreciação de 1,75% da libra frente ao dólar em 2012. Pelos cálculos da Rosenberg & Associado, o real deve ter uma desvalorização de 8,9% frente ao dólar neste ano.

"Em 2011, a cotação do dólar teve a média de R$ 1,67. Para 2012, estamos projetando uma média de R$ 1,82 no ano", afirma o analista Daniel Lima. "Quando se compara PIBs em dólares sempre há esse efeito do câmbio, por isso o melhor é sempre comprar o PIB per capita, e neste critério o Brasil continua bem atrás", acrescenta.

No relatório divulgado nesta terça-feira , o FMI elevou a previsão de crescimento mundial deste ano em 0,2 pontos percentuais, em relação às projeções de janeiro, para 3,5%. O PIB dos Estados Unidos teve a previsão aumentada em 0,3 p.p, para 2,1%, e o Brasil, em 0,1 p.p, para 3%. Para a América Latina, Fundo aumentou estimativa de crescimento para 3,7% em 2012.

O fundo apontou que o desempenho no terceiro trimestre foi em linha com as previsões do relatório de setembro de 2011. “O PIB de muitas economias emergentes foi de certa forma mais fraco que o esperado, mas o crescimento surpreendeu para o positivo nas economias avançadas”, disse o relatório. Uma virada negativa no quarto trimestre é atribuída principalmente à zona do euro.



Ranking de países por PIB nominal (em US$ trilhões)

Posição 2011 2012 (Projeção)
1º EUA (15,094) EUA (15,609)
2º China (9,729) China (7,991)
3º Japão (5,869) Japão (5,980)
4º Alemanha (3,577) Alemanha (3,478)
5º França (2,776) França (2,712)
6º Brasil (2,492) Reino Unido (2,452)
7º Reino Unido (2,417) Brasil (2,449)
8º Itália (2,198) Itália (2,066)
9º Rússia (1,850) Rússia (2,021)
10º Canadá (1,736) Canadá (1,804)

Fonte: Fundo Monetário internacional









http://g1.globo.com/economia/noticia...b-diz-fmi.html
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  #451  
Old Posted Apr 17, 2012, 11:08 PM
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Comissão do Senado aprova projeto que acaba com 'guerra dos portos'



Em sessão tensa, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou nesta terça-feira (17) o projeto que busca eliminar a disputa entre os portos brasileiros pelo ingresso de produtos importados.

O texto aprovado reduz de 12% para 4% as alíquotas interestaduais do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre importados, reduzindo a receita dos Estados que oferecem os incentivos.

Apoiado pelo governo Dilma Rousseff e pelas entidades representativas da indústria nacional, a proposta sofreu oposição veemente dos governadores e das bancadas de Goiás, Espírito Santo e Santa Catarina, inclusive com ameaças de retaliação ao Planalto no Congresso.

Apesar de discursos e bate-bocas que fizeram a reunião se arrastar por mais de quatro horas, a aprovação foi folgada, por 20 a 6.

No entanto, um requerimento anterior para adiar a votação foi rejeitado por pequena margem, por 13 a 12.

Na "guerra dos portos", Estados de menor expressão econômica oferecem incentivos fiscais para a entrada de produtos estrangeiros e depois se beneficiam da arrecadação do ICMS quando as mercadorias são revendidas para outros locais.

O governo quer que a proposta seja votada ainda nesta semana pelo plenário do Senado, mas os Estados ainda querem negociar compensações pelas futuras perdas de receita. Está em negociação, por exemplo, a mudança na correção das dívidas dos Estados com a União.

Como se trata de um projeto de resolução do Senado, a medida não precisa passar pela Câmara dos Deputados nem pela sanção presidencial para entrar em vigor.










http://www1.folha.uol.com.br/poder/1...s-portos.shtml
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  #452  
Old Posted Apr 19, 2012, 1:09 AM
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BC reduz juros para 9%; país deixa de ter taxa real mais alta do mundo


O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu nesta quarta-feira (18) cortar a taxa básica de juros (a Selic) em 0,75 ponto percentual, indo de 9,75% para 9% ao ano. A decisão foi unânime entre os integrantes do Copom.

O Brasil deixou de ter a maior taxa de juros reais do mundo, ficando com 3,4%, segundo levantamento feito pelo analista internacional da Apregoa.com – Cruzeiro do Sul, Jason Vieira, em colaboração com o analista de mercado da Weisul Agrícola, Thiago Davino. A Rússia agora é a campeã dos juros reais, com 4,2%. Os juros reais descontam a inflação projetada para os próximos 12 meses.



Os 9% ao ano representam a menor taxa do governo Dilma Rousseff. É também a Selic mais baixa em mais de dois anos, desde março de 2010, quando estava em 8,75% ao ano.

Este foi o sexto corte seguido na taxa. A série de reduções começou em agosto do ano passado, quando os juros caíram de 12,5% para 12%.

Na nota divulgada pelo Copom, o órgão avalia que a inflação está sob controle. "O Copom considera que, neste momento, permanecem limitados os riscos para a trajetória da inflação. O Comitê nota ainda que, até agora, dada a fragilidade da economia global, a contribuição do setor externo tem sido desinflacionária. Diante disso, dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 9% ao ano, sem viés."

Governo tem tomado medidas para reduzir os juros ao consumidor
O governo tem tomado medidas para reduzir os juros diretos ao consumidor. Os bancos públicos (Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal) anunciaram cortes em suas taxas. Foram seguidos pelos maiores bancos privados (Bradesco e itaú divulgaram reduções nesta quarta-feira)

A preocupação com os juros é que eles dificultam o crescimento da economia. Com juros mais altos, as empresas investem menos, porque fica caro tomar empréstimos para produção, e as pessoas também reduzem seus gastos, porque o crediário fica mais caro. Essa situação deixa a economia com menos força. Reduzir os juros, ao contrário, estimula a produção e o consumo, melhorando o PIB (Produto Interno Bruto).

A taxa básica de juros orienta o restante da economia, mas há pouco impacto na vida prática de quem precisa usar o cheque especial ou cartão de crédito. Analistas dizem que essas taxas são tão altas que pequenas variações na Selic são incapazes de aliviar ou pesar no bolso no dia a dia.

Antes do início do governo Dilma, a Selic estava em 10,75%. No primeiro mês dela (janeiro de 2011), subiu para 11,25%.

A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação ou estimular a economia. Quando a taxa cai, estimula o consumo. Quando sobe, reduz a atividade econômica porque os empréstimos e as prestações ficam mais caros.

Entenda a relação entre juros e a situação da economia
Os juros são empregados, entre outras razões, para tentar controlar a inflação ou para estimular o crescimento da economia. Quando o Banco Central considera que há risco de inflação, ele eleva os juros. Assim, as prestações e os empréstimos ficam mais caros e as pessoas consomem menos. Isso ajuda a reduzir a inflação.

Quando a economia fica mais fraca e as pessoas gastam menos, o BC faz o contrário, reduzindo os juros e o custo dos empréstimos, para estimular as compras.

A alta de preços ocorre quando há muita procura por produtos e menos quantidade para atender a essa necessidade.

A inflação oficial é medida pelo índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O centro da meta do BC para a inflação neste ano é de 4,5%.

A meta pode ter variação de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, ou seja, a inflação poderia ir de 2,5% a 6,5%.

Em 2011, a inflação quase estourou o limite máximo da meta do governo, acumulando alta de 6,5% --o maior resultado desde 2004.

Em meados do ano passado, o governo adotou medidas para desestimular o consumo: aumentou o valor do pagamento mínimo da fatura do cartão de crédito; elevou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre gastos no cartão de crédito fora do país e sobre captações de recursos no exterior; tornou obrigatório uma entrada de pelo menos 20% nos financiamentos entre 24 e 36 meses para carros novos ou usados.

Desde agosto passado o Copom vem reduzindo a Selic, para tentar não deixar a economia esfriar em meio à crise global.

A argumentação básica tem sido de que o cenário internacional, sobretudo por conta das turbulências na Europa, é desinflacionário para o Brasil. Isso porque, com as grandes economias na região ainda patinando, a demanda mundial acaba perdendo força, com consequências para o Brasil.

Juros altos são bons para algumas aplicações
Os juros no Brasil ainda são considerados muito altos. Um aspecto positivo dos juros altos é que eles remuneram melhor as aplicações financeiras. Isso é bom para os investidores brasileiros e também para os estrangeiros que procuram o país.

Quando alguém investe em fundos ou títulos públicos, por exemplo, recebe um rendimento mensal maior se os juros estiverem mais altos.

Por outro lado, os juros altos prejudicam as empresas, que ficam mais receosas de tomar empréstimos para investir em expansão.

Por isso os empresários reclamam dos juros altos. Nesse cenário, também se torna mais difícil a criação de empregos.

O Copom foi instituído em junho de 1996 para estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros.

O colegiado é composto pelo presidente do Banco Central e os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração.











http://economia.uol.com.br/ultimas-n...ide-juros.jhtm
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  #453  
Old Posted Apr 19, 2012, 6:59 PM
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Banco do Brasil anuncia novo corte de juros do crédito



O Banco do Brasil anunciou nesta quinta-feira um novo corte de juros, seguindo a redução da Selic ontem para 9% ao ano.

Os cortes das taxas incluíram as linhas em que o BB já havia reduzido os juros, no começo do mês, dentro da estratégia do governo de baratear o custo do crédito no Brasil. "As novas reduções buscam manter as taxas do Banco do Brasil entre as menores do sistema financeiro", destaca comunicado do banco à imprensa. As taxas entram em vigor a partir de segunda-feira.

Entre as novas taxas, o crédito consignado, que tinha juro mínimo de 0,85% ao mês, terá taxa de 0,79%. No financiamento de veículos, o juro cai de 0,99% para 0,95% ao mês. Na pessoa jurídica, no desconto de títulos, houve redução de 1,35% para 1,25%.
No começo do mês o BB anunciou um corte mais amplo nas taxas, em linhas como financiamento de veículos, consignado, cheque especial e crédito para micro e pequenas empresas.

Um balanço divulgado nesta quinta-feira pelo BB informa que os empréstimos tiveram crescimento desde o dia 12, quando o banco passou a trabalhar com as novas taxas. As linhas de crédito pessoal, por exemplo, registraram, desde aquela data, média diária de desembolso de R$ 276 milhões, volume 45% superior à média registrada em março. Só nessa modalidade foram liberados mais de R$ 1,3 bilhão em empréstimos em cinco dias, segundo o banco.

O crédito para aquisição de veículos apresentou crescimento de 93%, com uma média diária de desembolso de R$ 21,3 milhões. Na pessoa jurídica, as operações com micro e pequenas empresas, desde o corte de juros, somam R$ 2,23 bilhões. Ontem, Bradesco e Itaú também anunciaram redução dos juros.










http://www.istoedinheiro.com.br/noti...ROS+DO+CREDITO
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  #454  
Old Posted Apr 20, 2012, 8:00 PM
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Dilma defende que Brasil reduza juros a níveis internacionais



A presidenta Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira (20) que o Brasil tem que buscar um patamar de juros semelhante aos que vigoram internacionalmente e que fica difícil o país justificar spreads bancários (diferença entre os juros pagos na captação de recursos e os juros cobrados nas operações de empréstimo) tão elevados.


Na avaliação da presidenta, o processo de amadurecimento do país vai permitir que os juros caminhem para patamares “mais condizentes com nossa realidade”. “Estamos caminhando para taxas maiores de crescimento, então, os juros também vão refletir cada vez mais essa realidade de maturação. Eu já disse que não entendo os fundamentos técnicos de certo nível de spread”, disse a jornalistas, depois de participar de cerimônia no Palácio Itamaraty.


Ao ser perguntada se a redução de juros promovida por bancos públicos e privados, nos últimos dias, foi suficiente, a presidenta respondeu que acredita que esse “será um processo de amadurecimento do país, que vai nos encaminhar progressivamente para termos juros mais condizentes com nossa realidade porque não somos um país qualquer. Somos um país reconhecidamente em uma situação econômica de estabilidade”.


Dilma também foi perguntada se o governo mudará a remuneração da poupança e limitou-se a dizer que essas discussões são da alçada do ministro da Fazenda e do Banco Central.









http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=399951
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  #455  
Old Posted Apr 20, 2012, 8:02 PM
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É disso que o Brasil precisa pra crescer, claro com algumas devidas precauções para não impulsionar muito a economia e gerar uma inflação demasiada
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  #456  
Old Posted Apr 22, 2012, 2:37 PM
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STJ: 90% do País quer penas duras, mas Código Penal será técnico




O ministro Gilson Dipp, presidente da comissão de juristas que elabora o novo Código Penal, recebeu cerca de 2,5 mil sugestões populares, a maioria cobrando rigor nas punições


Para acabar com a sensação de impunidade no País e fazer do Judiciário uma instituição confiável, 90% dos brasileiros que mandaram sugestões à comissão que elabora o novo Código Penal (CP) defendem que é preciso punir severamente os criminosos. A maioria das 2,5 mil ideias que chegaram à mesa do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp, presidente da comissão, exige prisão perpétua, pena de morte, castração para estupradores, redução da maioridade penal para 10 anos e trabalho forçado aos presos. Mesmo entendendo os "anseios do povo", ele assegura ao Terra que o anteprojeto, que deve ser enviado ao Congresso em até dez dias, será técnico, equilibrado e sem excessos.

"Sabemos os anseios do povo e a sensação de insegurança que a sociedade vive. Claro que a comissão sempre examina e lê as sugestões, mas nós temos aqui um trabalho técnico, que não pode ser dissociado da realidade. Esperamos entregar um projeto razoável, bem feito, equilibrado", adiantou o ministro. Conforme ele, crimes graves devem ser punidos com mais rigor, enquanto os de menor importância serão retirados.

"Crimes violentos, contra a vida, saúde e liberdade e aqueles que tragam grande lesividade social terão um tratamento firme. Outros, como o jogo do bicho, hoje contravenção penal, também serão incluídos no Código Penal, pois com eles há uma série de outros ilícitos", afirmou Dipp. A comissão de reforma do CP foi instalada em novembro de 2011 no Senado. Após a elaboração do anteprojeto pelos juristas, uma outra comissão, de parlamentares, será designada pela Casa, e então o projeto pode se tornar lei.

Terrorismo, eutanásia e aborto

De acordo com Dipp, os ministros estão preparados para as reações aos pontos polêmicos do novo Código Penal, como o aborto e a eutanásia. "Estamos sugerindo a ampliação da possibilidade de aborto e pedindo a liberação da eutanásia, hoje proibida. Já os crimes de terrorismo e de internet - muito complexos -, seguirão tendências internacionais", salientou ele.
Pelo texto, o aborto seria legal até a 12ª semana, quando o médico constatar que a mulher não apresenta condições psicológicas de arcar com a maternidade, e também inclui o aborto em caso de anencefalia ou quando houver anomalias que podem causar a dependência da pessoa. No caso da eutanásia, ela poderá ser praticada com o consentimento de parentes, seguido da liberação de um juiz.

O advogado criminalista Roberto Podval, que defendeu o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, condenados por matarem a menina Isabella Nardoni em 2008, espera que as diferenças ideológicas do Congresso não estraguem a coerência do trabalho jurídico. "O Congresso não é necessariamente técnico, e muitas vezes a modificação pontual de artigos quebra a coerência da própria legislação. O melhor seria, respeitando ideologias, que o Congresso acate as sugestões trazidas pelos técnicos com menos rupturas possíveis", afirmou.
"A coerência não está necessariamente nos anseios sociais. Nós, enquanto sociedade, queremos até uma certa vingança, mas não é por aí, devemos ser técnicos", completou o advogado.

OAB está ao lado dos juristas

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, diz entender a "posição da sociedade e a indignação", mas sustenta que não se deve perder "o equilíbrio e fazer uma legislação que não vá resolver o problema".

"Se lei acabasse com impunidade, nós certamente não teríamos um caso de corrupção no País. A grande questão não é a proliferação ou endurecimento de penas, como a morte e castração química, que a Ordem não concorda, mas a compatibilidade da legislação com nossos dias atuais", defendeu.
Ophir diz que é preciso, além de um novo Código Penal, a reforma do Judiciário. "Temos que buscar mecanismos para dar efetividade à lei, e nisso está a reestruturação do Judiciário. Não será uma lei penal que reduzirá o crime no Brasil", concluiu.

Código Penal tem 70 anos

O Código Penal vigente no País foi criado pelo decreto-lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940, pelo então presidente Getúlio Vargas durante o período do Estado Novo. Ele só entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 1942 (artigo 361).
A substituição foi tentada em outubro de 1969, durante a ditadura militar, mas as críticas foram tão grandes que o Código acabou modificado em dezembro de 1973. Apesar de vários adiamentos para o começo de sua vigência, ele acabou revogado em outubro de 1978 e permanece o mesmo da época de Getúlio Vargas.
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  #457  
Old Posted Apr 24, 2012, 7:17 PM
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Dilma lança programa para ampliar metrô e ônibus nas grandes cidades



PAC Mobilidade Urbana destina R$ 32 bilhões para 51 municípios Prefeituras terão 18 meses para apresentar projetos ao governo federal.

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça (24), em cerimônia no Palácio do Planalto, um investimento de R$ 32 bilhões em 51 municípios de 18 estados incluídos no programa PAC Mobilidade Urbana Grande Cidades.

Com o programa, segundo informou o Ministério das Cidades, o governo federal pretende investir R$ 22 bilhões para a construção de linhas de metrô, Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e corredores de ônibus em cidades com mais de 700 mil habitantes.

Somada a contrapartida dos estados, o montante total chegará a R$ 32 bilhões, segundo o ministério. Os municípios contemplados terão, a partir da data da publicação no "Diário Oficial da União", 18 meses para apresentar os projetos finalizados e, a partir daí, dar início às obras. Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro já tiveram investimentos nessa área anunciados anteriormente.

Na solenidade, Dilma afirmou que o PAC Mobilidade Urbana é um programa em que governo federal, estados e municípios souberam “trabalhar juntos”.
"Os projetos que foram aqui apresentados foram apresentados por quem conhece a realidade local, mas também por quem teve todo cuidado de entregar projetos de qualidade, consistente e que são, de fato, capazes de enfrentar [...] os desafios que o mundo urbano apresenta para nós”, disse.

O foco do PAC Mobilidades Urbana é o transporte de média e de alta capacidade. Está prevista construção de 600 quilômetros de corredores de ônibus, 380 estações e terminais, 200 quilômetros de linhas de metrô e compra de mais de mil veículos sobre trilhos. Os empreendimentos vão beneficiar, segundo o Ministério das Cidades, 53 milhões de pessoas.

"O Brasil tem que investir em metrôs. No passado, dizia-se que o Brasil era um país que não tinha condições de investir em metrô porque era muito caro.[...] Hoje, governadores enfrentam imensas dificuldades para construir o transporte metrô com a cidade em funcionamento. Temos inclusive de entender essa dificuldade", declarou a presidente.

O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, disse que, além de gerar empregos, movimentar a economia e reduzir a emissão de gases, as obras de mobilidade urbana vão ajudar a população a ter “tempo livre”.
“Se considerarmos que um brasileiro, uma brasileira, chegam a gastar até quatro horas por dia no trajeto casa-trabalho, em muitos casos esse tempo irá cair significativamente. Em muitas situações, será possível fazer o mesmo trajeto em apenas uma hora, por exemplo”, afirmou o ministro.

Ribeiro disse que o novo transporte público das grandes cidades poderá “devolver quase um mês por ano de vida para que nossas irmãs e irmãos brasileiros possam usar esse tempo de uma forma muito mais produtiva e humana”.












http://g1.globo.com/politica/noticia...s-cidades.html
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  #458  
Old Posted Apr 24, 2012, 7:22 PM
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Quanto disso realmente virá pra cá??? até agora o GDF não anunciou nada em investimentos no metrô, cadê o projeto??? Assim não dá
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  #459  
Old Posted Apr 24, 2012, 8:17 PM
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CNN negocia entrada no Brasil e Eike pode ser seu sócio


Segundo blog de Lauro Jardim, canal de notícias está em negociação para lançar uma versão em português



Eike e CNN: empresário chegou a se oferecer para ser sócio do projeto

A rede de notícias CNN está em negociação para lançar um canal em português. O empresário Eike Batista, o homem mais rico do país, chegou a se oferecer para ser sócio do projeto, mas a CNN ficou ressabiada com a ligação do empresário com políticos brasileiros. As informações são da coluna do Lauro Jardim.

Apostar em países emergentes seria uma maneira do canal a cabo de notícias norte-americano expandir seus negócios para países com grande potencial de desenvolvimento. Além de também ser uma alternativa para a rede reforçar sua atuação frente a crescente concorrência com redes sociais e blogs.

Fundado em 1980, o Cable News Network (CNN) foi o primeiro canal a transmitir uma programação de notícias 24 horas, e o primeiro canal exclusivamente jornalístico dos Estados Unidos.







http://exame.abril.com.br/negocios/e...-ser-seu-socio
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  #460  
Old Posted Apr 25, 2012, 3:57 PM
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Exterior: destino certo para passeios e compras




Novo recorde de gastos dos brasileiros em viagens fora do país



As compras dos brasileiros no exterior aumentaram nos três primeiros meses do ano. Os gastos no trimestre registrou U$ 5,38 bilhões e, segundo o Banco Central (BC), o valor é o novo recorde para o período. O último dado considerado como o mais alto era o do ano passado, quando de janeiro a março haviam totalizado US$ 4,75 bilhões. Assim, o percentual de crescimento nos gastos em países do exterior foi de 13,2%.

No entanto, apesar do índice de aumento nas aquisições de bens exteriores, os gastos tiveram queda pelo segundo mês consecutivo. Em fevereiro, as compras apontaram um valor de US$ 1,74 bilhões e em março somaram US$ 1,62 bilhões. A taxa mais alta de gastos foi a em janeiro, quando o valor de R$ 1,99 bilhões foi registrado como o mais alto em seis meses.



O economista e professor universitário Adolfo Sachsida explicou que o valor dos bens no exterior é mais em conta do que no Brasil. Segundo ele, dependendo do item, a diferença pode chegar até a metade do preço. “Com a economia que se faz em não comprar no Brasil é possível pagar a viagem para o exterior. Quando o brasileiro tem um pouco mais de condição, ele vai para os Estados Unidos, passa uma semana fora do país, realiza compras e ainda aproveita a viagem”, comentou. “O grande vilão que contribui para a não realização de compras no Brasil é o imposto de importação”.

O publicitário Rafael Curado, 29 anos, viaja para o exterior, em média, duas vezes por ano. Para fazer turismo ou negócios, ele não deixa de comprar eletroeletrônicos e vestuário. “Todas as vezes que vou para o exterior reservo uma parte da viagem para as compras, já que os impostos e os produtos são muito mais em conta se comparado ao Brasil”, contou.

Segundo Rafael, em eletrônicos já chegou a economizar 30% do valor dos produtos. Já em roupas, a economia chegou a 80%. E ele garante que vale a pena esperar mais um pouco até o momento da viagem. “Os meus dois últimos smartphones, por exemplo, foram comprados fora do país”.

Para onde? – De acordo com a agência de viagens CVC, os destinos mais procurados pelos brasileiros são Buenos Aires, Santiago, Orlando e Miami. No entanto, a empresa afirmou que o custo da viagem nacional sempre será mais baixo do que a internacional se o produto tiver número de noites compatíveis, categoria do hotel semelhante e alimentação. A procura por Miami, Orlando e Nova York lideram 80% do interesse dos turistas.

Segundo o proprietário da agência de viagens MTV Turismo, Leonardo Nogueira, atualmente está mais em conta viajar para o exterior do que realizar um passeio para dentro do país. Uma semana em Miami para duas pessoas, por exemplo, pode custar até R$ 2,4 mil. Já os mesmos sete dias em um resort da Bahia pode sair até R$ 3 mil para o casal.












http://www.alo.com.br/noticias/ultim...Noticia=165727
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