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  #1041  
Old Posted Dec 26, 2017, 6:18 PM
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Até no site do Hard Rock Hotel Brasília, está prevista a inauguração em 2020... Portanto não vi nada de estranho isso, vai que a VCI conseguiu financiamento para os hotéis anunciados. Mas o Hotel de Brasília, independe desse financiamento. Depende é do GDF liberar a obra, oras pois.
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  #1042  
Old Posted Dec 26, 2017, 10:47 PM
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
Até no site do Hard Rock Hotel Brasília, está prevista a inauguração em 2020... Portanto não vi nada de estranho isso, vai que a VCI conseguiu financiamento para os hotéis anunciados. Mas o Hotel de Brasília, independe desse financiamento. Depende é do GDF liberar a obra, oras pois.
No site do Hard Rock apareceu só o de Caldas como em desenvolvimento...

https://www.hardrockhotels.com/destinations.htm

Pode ser que Brasília rodou mesmo
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  #1043  
Old Posted Dec 27, 2017, 2:31 AM
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Originally Posted by Marcelo Melo View Post
No site do Hard Rock apareceu só o de Caldas como em desenvolvimento...

https://www.hardrockhotels.com/destinations.htm

Pode ser que Brasília rodou mesmo
Não, geralmente eles colocam primeiro os que estão em construção. Não tem muito tempo que também estavam o de Itapema, o de Gramado, o de Fortaleza e claro de Brasília.

Creio que eles apenas colocaram os que estão com projetos APROVADOS. O de Brasília, tem contrato assinado, mas o projeto ainda não fora aprovado pelo GDF. E no caso da VCI Holding, ela iria financiar a obra via fundo imobiliário. Mas acho que deu para trás por um bom motivo, digo a VCI, ela queria que fosse tudo RESIDENCIAL COM SERVIÇOS. E naquela região é proibido esse tipo de ocupação. Então se sair é hotel. Tanto que existe diferença de Hotel e Resort.
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  #1044  
Old Posted Jan 3, 2018, 10:05 PM
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Obra muito estranha entre o hotel Alvorada e hotel das Américas ali no Setor Hoteleiro Sul. Tem tapume da JC Gontijo, mas não tem nenhuma identificação da obra, interessante que fizeram um gigantesco buraco, e inclusive pegando o outro lote de hotel. Praticamente uniu os lotes do Hotel Alvorada, daquele primeiro prédio comercial da localidade, mas esse lote de hotel e aonde era a bem pouco tempo um estacionamento publico.

Tudo junto e misturado, pior, em nenhum local tem aviso de tal obra. Será que por isso embargaram tudo, inclusive o hotel Alvorada????


Last edited by pesquisadorbrazil; Jan 3, 2018 at 10:20 PM.
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  #1045  
Old Posted Jan 7, 2018, 11:45 AM
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Estranhei uma matéria que uma arquiteta de SP, metendo o pau no setor hoteleiro em Brasília, falando que o mesmo é isolado e tal...

Piada né, querer comparar os hotéis de São Paulo que são isolados com os hotéis de Brasília, salvo os da Vila Planalto, que não tem um shopping para dar suporte, até aí eu concordaria.

Mas os hotéis do centro, não tem nada de isolado, tem hospitais, teatros, shoppings, prédios empresariais e tal. Ainda falta vida noturna, mas isso já melhorou muito nos últimos anos e a tendência é melhorar mais.

Principalmente na Asa Norte, quando inaugurar aquele prédio ao lado do Edifício Varig. aonde terá um grande teatro, aí vai faltar apenas um bom cinema na região, pois falar que o cines do Liberty Mall atende, não atendem.
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  #1046  
Old Posted Jan 8, 2018, 1:22 PM
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Mudança de bandeira...

Go Inn Taguatinga é o novo hotel da rede Atlântica, depois da conversão do Park Inn by Radisson Taguatinga...
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  #1047  
Old Posted Feb 15, 2018, 7:11 PM
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Noticia bombástica que acabei de receber....

Como eu havia informado que finalmente a rede Intercontinental Hotels Group está desembarcando em Brasília...

Agora a bandeira não posso informar, pois não escolheram ainda, mas de fato será da IHG, com previsão de inaugurar em 18 meses... E mais é Upscale... Portanto pode ser um
, ou

Aleluia.... desde 1960 eles tentam implacar um hotel em Brasília.... E o sonho se torna realidade...

E eu já até sei aonde vai ser, apesar que insisti com a fonte, ele não quis falar, mas como falou que é um hotel na fundação ainda, eu matei a charada né...

Inclusive citei essa construção recentemente. Pra min, qualquer uma das três, a cidade sai no lucro. E aparenta que será 100% hotel mesmo, nada de flat.
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  #1048  
Old Posted Mar 1, 2018, 3:34 AM
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O Tagua Life Center, na CSG 03 Lote 07 está embargado por culpa do próprio empreendedor. Pois quis fazer um gato ali né...

Aprova um projeto como Flat e num passe de mágica vira milhões de kitinetes. Então a CAP só vai liberar o alvará, se de fato for um hotel ou flat. Caso contrário, não tem alvará e ponto final.

Fonte: http://www.segeth.df.gov.br/wp-conte...0007552010.pdf

Fonte: http://www.mpdft.mp.br/portal/pdf/re...b_2015_017.pdf
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  #1049  
Old Posted Mar 29, 2018, 1:48 AM
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Windsor passa a aceitar animais de estimação nos hotéis de Brasília


Entre as amenidades oferecidas para esses hóspedes VIPs estão tapetinhos e potes para refeições personalizados

A Rede Windsor Hotéis passou a aceitar pets de até cinco quilos em suas unidades de Brasília: o Windsor Plaza Brasilia e o Windsor Brasilia. O serviço, que já faz sucesso em dois hotéis da Rede no Rio de Janeiro, o Miramar Hotel By Windsor e o Windsor Leme, é mais uma facilidade para aqueles clientes que não desgrudam dos seus melhores amigos. Tanto é que a rede promete mimos para uma estadia especial aos senhores de quatro patas.

“Entre nossos clientes, observamos uma procura crescente por serviços pet friendly. Antes de adotar a prática em mais unidades, tivemos uma experiência bastante positiva no Miramar Hotel By Windsor. Deu tão certo que passamos a receber pets também no Windsor Leme. O público de Brasília pediu e não pudemos deixar de atender”, destaca Vitor Almeida, gerente de marketing da Windsor Hoteis.

Entre as amenidades oferecidas para esses hóspedes VIP estão tapetinhos, potes para refeições personalizados e o kit cidade limpa. O hotel Miramar, em Copacabana, por exemplo, disponibiliza serviços de apoio, com indicações de passeadores, pet sitter e clínicas veterinárias cadastradas, tudo para deixar a estada mais segura e confortável.

Fonte: http://www.mercadoeeventos.com.br/no...s-de-brasilia/
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  #1050  
Old Posted Mar 29, 2018, 6:29 AM
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Empresários do Wet’n Wild tentam recuperar prejuízos no DF há 22 anos

Há mais de duas décadas, empresários tentam recuperar os prejuízos de uma parceria frustrada com o Governo do Distrito Federal (GDF). O acordo era para construção de um complexo aquático de grife internacional em uma área nobre de Brasília, mas as obras foram interrompidas nas primeiras escavações. A próxima arena da disputa é o Superior Tribunal de Justiça (STJ). O caso pode entrar na pauta da Corte a qualquer momento.

No fim do ano passado, a defesa do parque Wet’n Wild protocolou um recurso especial pedindo a reconsideração da última decisão do tribunal ou que o caso fosse submetido a julgamento colegiado. O entendimento do ministro Sérgio Kukina foi contrário ao do grupo de empresários quanto ao valor da restituição dos prejuízos.

Em 1996, o consórcio Wet’n Wild Brasília venceu a concorrência da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) pelo direito de uso do terreno próximo ao ParkShopping. O complexo aquático poderia explorar o espaço por 30 anos, prorrogáveis pelo mesmo período.

A previsão era receber 700 mil visitantes por ano. Caberia ao consórcio responsável pelo complexo aquático destinar 5% do faturamento bruto do parque à Terracap – sendo a taxa mínima mensal de R$ 15 mil.

Confira trecho do edital:


As obras para a construção do complexo aquático começaram, mas foram rapidamente interrompidas. Ao escavar o terreno para a instalação das piscinas, os empreiteiros se depararam com dutos da rede de águas pluviais.

Após negativas do GDF sobre mover os canais da região, mesmo tratando-se de uma concessão pública, os empresários pediram a rescisão do contrato, a devolução do valor investido e a indenização do lucro cessante (montante que teria sido recebido caso a parceria tivesse sido bem-sucedida).

Veja a área onde o parque seria construído:


Vitória parcial no TJDFT
No Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), os magistrados reconheceram a responsabilidade do GDF na rescisão do contrato e determinaram o pagamento dos danos emergentes, ou seja, os valores investidos para o início do empreendimento.

No entanto, o pedido de ressarcimento do lucro que o consórcio deixou de receber por causa da suspensão da parceria foi negado. De acordo com a Corte, o pleito não poderia ser atendido porque o parque aquático não entrou em operação.

A ação, então, seguiu para o STJ. O recurso foi sorteado para o gabinete do ministro Mauro Campbell. Em 2013, ele negou o pedido do consórcio, baseando-se em um precedente de direito privado. A defesa dos empresários recorreu da decisão, alegando que se tratava de um caso de concessão pública. Ainda de acordo com os advogados, havia jurisprudência sobre o assunto na Corte.

O processo não pode ser tratado como um contrato privado. É uma concessão pública, na qual o Estado deveria oferecer condições para o empreendimento, que, em contrapartida, pagaria pelo uso do espaço. Mas, por exclusiva falta de ação do governo, os empresários não só perderam o dinheiro investido, mas também o direito de explorar aquele espaço por, no mínimo, 30 anos"
Davi Evangelista, um dos advogado responsáveis pela defesa do consórcio

A defesa do consórcio entrou com um embargo de divergência, que foi distribuído para o então ministro Teori Zavascki. Com a nomeação do magistrado para o Supremo Tribunal Federal (STF), o caso foi para a mesa do ministro Sérgio Kukina, que, em 2017, decidiu monocraticamente e refutou o pedido. Em nova tentativa, a defesa protocolou um recurso especial, solicitando a reconsideração da decisão ou submissão do recurso ao julgamento colegiado.

Outro lado
A Terracap contesta o argumento do consórcio e informa que “não havia necessidade de remoção da rede subterrânea para que fosse iniciada a construção do empreendimento”. O órgão também apresentou um trecho do entendimento do TJDFT ao avaliar o caso: “Restou esclarecido que o concessionário tinha conhecimento, quando da assinatura do contrato, da área onde seria implantado o empreendimento, cumprindo-lhe a responsabilidade pela aprovação de projetos, obtenção de licenças ambientais e demais providências para o início das obras”.

Sobre os pedidos dos empresários para a Terracap arcar com os lucros cessantes, ou seja, aqueles que poderiam ter sido recebidos caso o contrato não tivesse sido interrompido, a agência afirmou: não irá se pronunciar até a decisão do STJ.

O Wet’n Wild
Após a parceria frustrada na capital do país, o famoso parque norte-americano construiu uma unidade no interior de São Paulo, na cidade de Itapeva. Inaugurado em 1998, o Wet’n Wild paulista emprega diretamente 250 funcionários e conta com uma área total de 160m². O complexo aquático recebe 500 mil pessoas por ano.

Fonte: https://www.metropoles.com/colunas-b...-df-ha-22-anos
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  #1051  
Old Posted Mar 29, 2018, 6:36 AM
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Já sabemos qual o problema...

Ministro da Fazenda - FHC - Imposto de Importação de Maquinário de Parques Aquáticos e Temáticos... quando era ministro a aliquota era Zero...

Como FHC saiu do governo para se candidatar a Presidência.... Advinha quem assumiu...

Ciro Gomes, nem precisamos de quem ele é dono....... BEACHPARK Fortaleza. E com a proliferação de parques aquáticos e temáticos no Brasil.

Só em Brasília seriam dois, o WentWild e o Water Park... no Rio também teria um WentWild e o Terra Encantada, em São Paulo, o WentWild e Hopi Hare.... Tirando o da região de São Paulo, os demais sucumbiram aos impostos.

Pois o senhor ministro da fazenda Ciro Gomes, para não ter concorrentes para seu BeachPark reajustou a aliquota em 70%. Inviabilizando vários parques já com equipamentos importados como no caso do WentWild de Brasília.

Não me lembro bem, se foram 30 milhões de dolares o valor do Parque em Brasília. Quando o fizeram os calculos, o consórcio teria de pagar apenas para o governo, 21 milhões, portanto, teria de gastar 51 milhões. E aí eles não tinham capital e quebraram é lógico. Detallhe, em dolares é claro.
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  #1052  
Old Posted Apr 5, 2018, 8:12 PM
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Consórcio é habilitado para administrar Centro de Convenções

Concessionário ficará responsável pelo espaço pelos próximos 25 anos. Novo gestor promete investir, inicialmente, R$ 12 milhões no local



Vencedor da Parceria Público-Privada (PPP) do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o consórcio Capital DF foi habilitado pelo GDF para administrar o espaço por 25 anos. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (5/4) pelo subsecretário de PPPs, da Secretaria de Fazenda, Rossini Dias, depois da análise da documentação do único concorrente.

O Capital DF venceu o certame ao oferecer o mínimo previsto no edital: pagamento anual de R$ 2,6 milhões e mais R$ 3,8 milhões pela assinatura do contrato, que deve ocorrer em um prazo de até 60 dias. O consultor-geral do consórcio, Marcos Cumagai, disse que o investimento inicial no Centro de Convenções será de R$ 11,9 milhões, mas ele ressaltou que os valores podem aumentar.

“A primeira fase inclui a recuperação do espaço. O retorno deve acontecer entre cinco a seis anos”, disse Cumagai. O consórcio é formado por três empresas de Brasília, todas do ramo de entretenimento: VGS Produções, ESB 116 Administração e Participações LTDA, e Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB).

Um dos acionistas da Capital DF é Jamil Elias Suaiden. Ele, que consta no quadro societário da VGS Produções e do Centro Internacional de Convenções do Brasil S.A., é citado em casos de corrupção em contratos de outra empresa ligada a seu nome, a FJ Produções.

Uma denúncia apresentada à Procuradoria da República do Distrito Federal pelo deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) tem como alvo uma licitação feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na época em que o ex-governador do DF Agnelo Queiroz (PT) era dirigente do órgão.

A Anvisa contratou a FJ, em 2008, para dar suporte a 260 eventos da entidade. À época, 20 empresas participaram da concorrência, mas, ao final do certame, a FJ foi a única a apresentar proposta compatível com o valor do projeto, de R$ 14 mil por ocasião. As outras interessadas propuseram quantias ínfimas, na ordem de R$ 27, R$ 130 por evento. Todas foram desclassificadas.

O grupo comandando por Suaiden também foi alvo de investigação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), em 2012, por supostos superfaturamentos em contratos do Ministério da Educação (MEC). O subsecretário Rossini Dias disse que não há impedimento jurídico para a contratação da empresa. “Foi tudo averiguado e superado”, disse.

Retorno
O consórcio acredita que conseguirá, com o Centro de Convenções, uma taxa de retorno de 10% a 12%. Além do Ulysses Guimarães, o concessionário ficará responsável por administrar a Praça dos Namorados, localizada atrás do espaço.

A licitação do espaço se arrastou desde 2016. À época, o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) identificou uma série de irregularidades e determinou retificações até a pasta chegar ao modelo atual, feito em parceria com o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (Unops).

A Corte questionou o valor da anuidade e a quantia destinada a obras. Elas foram consideradas irrisórias, pois teriam sido diluídas ao longo de duas décadas de concessão. Os auditores verificaram que, em diversos itens, as cifras estimadas no edital estavam acima dos preços praticados pelo mercado.

A ausência de projetos e de croquis que indicassem os locais de realização dos serviços, a falta de detalhamento dos preços unitários e os custos de mão de obra duplicados foram outros itens identificados como problemáticos.

Investimentos
Atualmente, a taxa de ocupação do Centro de Convenções em eventos privados é de 20%, número que deverá ser aumentado, com o novo concessionário, até 65%. Além disso, a exploração comercial – divulgação, aluguel e publicidade – tende a crescer.

A iniciativa de entregar o espaço à iniciativa privada ocorre por causa dos prejuízos aos cofres públicos, estimados em cerca de R$ 3 milhões por ano. Atualmente, apenas 30% de sua capacidade é utilizada, sendo que a maior parte dos eventos são públicos e não representam receitas.

Palco para ocasiões de médio e grande portes, o Centro de Convenções tem 54 mil metros quadrados de área construída. O espaço é dividido em três alas – Norte, Sul e Oeste –, cinco auditórios – um deles, o Master, com capacidade para 3 mil pessoas –, 13 salas moduláveis, áreas de apoio e locais para feiras e exposições.

Fonte: https://www.metropoles.com/distrito-...-de-convencoes
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  #1053  
Old Posted Apr 5, 2018, 8:13 PM
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Vamos ver se o TCDF não questionar nada...
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  #1054  
Old Posted Apr 14, 2018, 2:22 AM
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Bomba....

Lembram do Torre Palace na Asa Norte, que depois virou nossa Cracolândia... Daqui 30 dias terá outro destino....

Lá será transformado em novo hotel, ainda mais de uma bandeira Inglesa...


Em Breve | Intercontinental Brasília

Praticamente 90% confirmado. Agora essa parte que obtive a informação me deixou pensativo....

O esqueleto, será reaproveitado até o 3o pavimento e o resto será demolido... Sem contar que irão fazer uma garagem subtarranea de 3 pavimentos...

Não vejo nenhum problema reaproveitar parte do esqueleto para base do novo hotel da localidade mas...

A Agefis em tempos passados já vetou um novo andar no Shopping ID e novos andares nos edificios B-60 e B-50 do Venancio Shopping. E aí eu fiquei cabreiro...

Agora então teremos 30 dias para esperar realmente o que será feito. Mas pra min, se fosse os donos do lugar, demolia tudo e começaria do zero. Pra que aproveitar a estrutura.... Apenas estão em definição da quantidade de quartos, mas o inicio das obras é 2a Quinzena de Maio...

E Brasília e região AGRADECEM antecipadamente. Mas creio que o lugar terá por volta de 200 apartamentos...

Last edited by pesquisadorbrazil; Apr 14, 2018 at 2:35 AM.
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