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  #421  
Old Posted Apr 22, 2016, 9:58 AM
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Eu não acho, com aquele lançamento fantasma do Elegance Park Sul, o m2 mais baixo está saindo por míseros 10 mil reais.
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  #422  
Old Posted Oct 24, 2016, 5:32 PM
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'Preços dos imóveis voltaram ao patamar de 2008'


Quase cinco anos depois de ter vendido, junto com seus ex-sócios, por cerca de R$ 1 bilhão, a Brazilian Finance & Real Estate (BFRE) para o grupo Pan e para o BTG Pactual, a Ourinvest está de volta ao financiamento independente de crédito imobiliário no Brasil.

A cláusula de "não competição", imposta aos ex-donos da BFRE, já venceu. O momento de baixa no mercado, com restrição de crédito a construtoras e queda nos preços dos imóveis, mostra que é hora de voltar ao setor, disse o executivo da companhia, Nelson Campos (foto), em entrevista ao Estado na semana passada:

Por que voltar ao ramo imobiliário?

Se tivemos uma história vencedora no passado, agora é hora de reeditar essa história. O mercado está demandando alternativas de financiamento em função de os bancos estarem mais restritivos. As empresas precisam de uma alternativa. Então, o desenvolvimento vai passar pela securitização. Além disso, esse é um bom momento (para retornar), pois os imóveis voltaram ao preço de 2008.

Mas não tem muita incorporadora em dificuldade? Não é um risco elevado?

Óbvio que tem, mas aí entra nossa expertise. Os acionistas que tinham a inteligência da BFRE estão todos aqui.

O que é uma securitização?

Se você compra um imóvel com a construtora "x" e financia em 100 meses, a construtora pode usar esse contrato do seu pagamento mensal para levantar dinheiro com investidores e, assim, adiantar o seu pagamento e desenvolver novos empreendimentos, por exemplo.

Já fizeram operações neste ano?

A reestreia foi com a Tecnisa, numa operação de R$ 90 milhões. Já temos três outras, no total de R$ 200 milhões. Para 2017, esperamos fazer R$ 800 milhões. Vemos ter demanda pelo lado do investidor e devemos lançar fundos imobiliários. Outro negócio da securitizadora será o agronegócio. Fizemos já neste ano uma operação de R$ 600 milhões com Certificado de Recebíveis Agrários (CRA) da Duratex. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.





http://www.istoedinheiro.com.br/noti...ar-2008/425427
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  #423  
Old Posted Oct 27, 2016, 10:59 PM
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Mas ainda em Brasília tem bocó que prefere pagar 1 milhão em kitinete no Noroeste.
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  #424  
Old Posted Nov 4, 2016, 10:15 AM
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Preço dos imóveis sobe abaixo da inflação pelo sétimo mês seguido


O preço médio dos imóveis subiu apenas 0,11% em outubro e 0,33% nos últimos 12 meses, segundo o Índice FipeZap

Foto: casadaphoto/Thinkstock


O preço médio dos imóveis subiu apenas 0,11% em outubro, segundo o Índice FipeZap, que acompanha a variação nos valores de apartamentos anunciados para venda em 20 cidades brasileiras. Pelo sétimo mês seguido, essa variação foi menor do que a inflação.

Isso significa que os demais preços da economia subiram mais do que os imóveis, em média. A inflação esperada para outubro é de 0,3%, segundo o Boletim Focus do Banco Central.

Sem comparar com a inflação, o preço médio dos imóveis subiu em outubro pelo oitavo mês consecutivo. No acumulado entre janeiro e outubro de 2016, os valores aumentaram 0,38%. Em cinco das vinte cidades pesquisadas pelo Índice Fipezap, os preços dos imóveis caíram em 2016.

Nos últimos 12 meses, o Índice FipeZap subiu somente 0,33%. No mesmo período, a inflação medida pelo IPCA deve ficar em 7%, o que significa que, ao considerar o efeito da alta generalizada dos preços, o índice apresentou queda real de 7,03%.

A queda real é registrada quando o valor de um determinado bem tem uma alta inferior ao aumento generalizado dos preços, medido por índices inflacionários, como o IPCA. Vale destacar que a variação real não é obtida com uma simples subtração. Para realizar o cálculo, é preciso dividir a oscilação dos preços pela variação da inflação.

Todas as 20 cidades que compõem o índice registrou variação abaixo da inflação nos últimos 12 meses. O valor médio do metro quadrado anunciado em setembro foi de 7.652 reais.

Veja a seguir a variação dos preços dos imóveis à venda nas 20 cidades acompanhadas pelo índice FipeZap em outubro, no acumulado do ano e nos últimos 12 meses.

O Índice FipeZap tem dados disponíveis sobre São Paulo e Rio de Janeiro desde janeiro de 2008. Para Belo Horizonte, a série histórica começa em maio de 2009. Para Fortaleza, em abril de 2010; para Recife em julho de 2010; e para o Distrito Federal e Salvador, em setembro de 2010.

Entre as cidades incluídas mais recentemente na composição do Índice FipeZap Ampliado, os municípios do ABC Paulista e Niterói têm dados disponíveis desde janeiro de 2012. Vitória, Vila Velha, Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba têm séries históricas iniciadas em julho de 2012. O índice FipeZap Ampliado foi lançado em janeiro de 2013.

O indicador elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o site de classificados Zap Imóveis, acompanha os preços do metro quadrado dos imóveis usados anunciados na internet, que totalizam mais de 290 mil unidades por mês.

Além disso, são buscados também dads em outras fontes de anúncios online. A Fipe faz a ponderação dos dados utilizando a renda dos domicílios, de acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).










http://exame.abril.com.br/seu-dinhei...o-mes-seguido/
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  #425  
Old Posted Feb 9, 2017, 10:34 AM
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Venda de imóveis novos volta a se aquecer no DF

Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília



A crise financeira parece ter dado uma trégua pelo menos ao setor imobiliário. Após anos seguidos de resultados desanimadores, 2016 teve um aumento de 27,5% no índice de velocidade de venda. Com menos imóveis novos disponíveis, as vendas estão acontecendo mais rápido e existe a expectativa de que os preços possam subir nos próximos meses.

Os dados são de uma pesquisa da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi) e do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF). Enquanto em 2015, o índice de velocidade de venda ficou em 4%, esse número saltou para 5,1% em 2016, o que é considerado confortável pelo mercado.
Na prática, o índice representa que os empreendimentos pesquisados demoraram, em média, 20 meses para serem completamente vendidos.

O dado pode ser interpretado como um sinal para quem planeja comprar imóveis em breve. O presidente da Ademi, Paulo Muniz, avalia que pode haver alterações nos preços. “Um aumento no índice de velocidade de venda indica que os valores devem aumentar. Existem menos apartamentos à venda a cada dia e o consumidor precisa ficar atento. É hora de comprar imóvel”, afirmou. Os tempos de quedas drásticas parecem ter ficado para trás. Quando o mercado imobiliário ainda estava aquecido, em 2011, a oferta chegou a 18 mil unidades, comercializadas em ritmo lento

Além da crise financeira, os dirigentes da Ademi e do Sinduscon culpam o Governo de Brasília pela demora na liberação de alvarás de construção e habite-se. “Enquanto em cidades como Vicente Pires vemos construções sendo erguidas sem qualquer tipo de fiscalização ou de geração de impostos, o governo deixa de liberar empreendimentos dentro da lei”, criticou Paulo Muniz.

A estimativa da Ademi e do Sinduscon é que o governo esteja deixando de arrecadar R$ 120 milhões em tributos e taxas como Imposto de Transmissão de Imóveis (ITBI) e Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS).

Em nota, a Secretaria de Habitação afirmou que o habite-se é de responsabilidade das administrações regionais e os casos precisam ser analisados individualmente. Já em relação a análise, aprovação e licenciamento de projetos arquitetônicos, a Central de Aprovação de Projetos (CAP) tem feito as consultas dentro do prazo estipulado por lei para análise, que é de 30 dias.

Bom para quem adquirir

Foram dois meses até o analista de sistemas Henrique Vieira Vaz encontrar o imóvel que queria, um apartamento em Águas Claras. Desde o fim de 2016, ele e a namorada procuravam um imóvel que caísse nos gostos dos dois.

A faixa salarial de Henrique possibilitou que obtivesse o subsídio do Minha Casa, Minha Vida. Além disso, o casal conseguiu desconto de 50% na escritura e no ITBI, por estarem comprando o primeiro imóvel. A maior crítica ficou para os trâmites bancários. “Estamos esperando desde dezembro. As coisas só funcionam depois do Carnaval”, brincou.

“Muitos agradaram, mas no fim ficamos entre dois deles. O lazer completo pesou na escolha e conseguimos um preço bom, diante do que ele oferece”, contou.

O corretor de imóveis Luiz Antônio Capuzzo optou por trocar de apartamento agora por conhecer o contexto do mercado. Apesar de acreditar em um aumento nos preços só no segundo semestre, ele concretizou a compra imediata. “Agora as imobiliárias e construtoras estão oferecendo vantagens como custos cartorários, registros e ITBI de brinde. Isso facilitou muito a minha compra”, avaliou. A queda dos juros no financiamento da Caixa contribuiu para apressar a compra de Luiz Antônio. A escolha acabou sendo por imóvel maior em Taguatinga, onde ele e a família vivem atualmente.

Movimento inverso

Se as vendas melhoraram para casas e apartamentos, o movimento é inverso para imóveis comerciais. O índice de velocidade de venda ficou em 1,6%, em 2016. No ano anterior, foi registrada uma média de 2,6%. Ademi e Sinduscon veem essa queda como reflexo claro da crise financeira. O fechamento de empresas e a menor propensão ao empreendedorismo contribuem para menos vendas de imóveis comerciais.

PONTO DE VISTA

Apesar da recuperação nas vendas, o que é hoje um cenário favorável pode se tornar um problema para o consumidor. Caso os lançamentos continuem enfrentando dificuldades burocráticas, os preços podem subir, já que a demanda por imóveis cresce junto com população. Afinal, moradia é uma necessidade permanente.

“A oferta de imóveis baixou de 14 mil unidades para 8 mil nos últimos anos. É necessário repor a oferta com mais lançamentos”, avaliou Luiz Carlos Botelho, presidente do Sinduscon. A liberação mais rápida de habite-se e alvará é a única solução, para os dirigentes.






http://www.jornaldebrasilia.com.br/c...aquecer-no-df/
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  #426  
Old Posted Feb 9, 2017, 10:35 AM
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legal né? e o valor dos imoveis que caiu e muito nos últimos tempos?
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  #427  
Old Posted Feb 13, 2017, 9:51 PM
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Qual imovel novo? Tudo velho em Brasília. kkk
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  #428  
Old Posted Nov 21, 2017, 12:03 AM
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Preço do m² atinge menor valor do ano no DF


FOTO: REPRODUÇÃO INTERNET



O preço nominal médio para venda por m² em Brasília atingiu o menor valor do ano em outubro. O valor de R$ 7.722 mostra desvalorização de 0,13% em relação ao registrado em setembro de 2017. O levantamento foi realizado pelo VivaReal.

O DMI-VivaReal também listou quais das 16 principais cidades brasileiras analisadas estão com o valor do m² para venda acima da média nacional (R$ 4.857/m²). Brasília lidera a lista ao atingir R$ 7.722/m², seguida por Rio de Janeiro (R$ 7.123/m²).

No ranking dos bairros brasilienses mais procurados para venda em outubro, Asa Norte, Asa Sul e Sudoeste estão no topo.







http://www.alo.com.br/noticias/preco...o-no-df-418812
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  #429  
Old Posted Jan 4, 2018, 1:11 PM
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Fipezap: preço dos imóveis residenciais recua 0,53% em 2017, 1ª queda em 10 anos


O preço médio dos imóveis residenciais caiu 0,53% em 2017, de acordo com pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) feita com base nos anúncios de 20 cidades no site Zap Imóveis. Esta foi a primeira queda registrada pelo levantamento desde o início da série, há dez anos. Na passagem de novembro para dezembro, os preços tiveram uma leve alta de 0,01%.

Em 2017, 13 das 20 cidades apresentaram recuo nominal no preço de venda, com destaque para Rio de Janeiro (-4,45%), Niterói (-3,43%), Fortaleza (-3,35%) e o Distrito Federal (-2,27%).

Entre as demais cidades, as maiores variações foram observadas em Belo Horizonte (4,47%) e Florianópolis (4,34%), as duas únicas com aumentos de preços acima da inflação no período.

Em São Paulo, maior mercado imobiliário do País, os preços cresceram 1,40%. Considerando uma inflação (IPCA) estimada de 2,78% para o ano, segundo Boletim Focus do Banco Central, é possível afirmar que o mercado paulistano sofreu desvalorização em 2017.

O valor médio do metro quadrado dos imóveis residenciais terminou o ano em R$ 7.631. O Rio de Janeiro se manteve como a cidade com o preço mais caro do País (R$ 9.811), seguida por São Paulo (R$ 8.745) e Distrito Federal (R$ 8.238).





https://www.istoedinheiro.com.br/fip...da-em-10-anos/
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