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  #4321  
Old Posted Feb 8, 2019, 4:03 PM
Mineiro Mineiro is offline
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TCB publica edital para compra de novos veículos

A empresa Sociedade Transportes Coletivos de Brasília (TCB) publicou, na edição do Diário Oficial desta sexta-feira (8/2), um aviso de licitação para a aquisição de novos ônibus. Os veículos custarão à empresa cerca de R$ 14,2 milhões. A compra será feita por meio de pregão eletrônico, marcado para o dia 21 de fevereiro.

De acordo com o edital, serão comprados 20 veículos do tipo ônibus urbano. Os coletivos devem ter dois eixos (um dianteiro e um traseiro), , suspensão a ar e motor traseiro. Além disso, o texto especifica itens como piso baixo, transmissão automática. O edital completo pode ser visto clicando neste link. A vencedora da licitação deve apresentar os ônibus em um prazo de 120 dias após a assinatura do contrato.


Foto: Fernando Sousa/Bsb Mobi

https://www.bsbmobi.com.br/2019/02/0...ovos-veiculos/


Diário Oficial:http://www.buriti.df.gov.br/ftp/diar...%20INTEGRA.pdf

Edital Completo:http://tcb.df.gov.br/wp-content/uplo...C3%B4nibus.pdf
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  #4322  
Old Posted Feb 9, 2019, 12:00 AM
pesquisadorbrazil's Avatar
pesquisadorbrazil pesquisadorbrazil is offline
LLAP
 
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Uai será que não é um gasto desnecessário, se o governador falou em privatizar a estatal?
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  #4323  
Old Posted Feb 11, 2019, 6:54 PM
fortescue fortescue is offline
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Passe livre: Sistema tem deficit de R$ 400 milhões, diz secretário
As dificuldades econômicas são a justificativa para as propostas de restrições no benefício concedido aos estudantes

Segundo o secretário de Mobilidade do Distrito Federal, Valter Casimiro, o sistema de bilhetagem da capital entrou em 2019 com deficit de R$ 400 milhões. De acordo com o chefe da pasta, as dificuldades econômicas são uma das principais razões para as propostas de alterações no passe livre concedido aos estudantes. As afirmações foram feitas em entrevista concedida ao programa CB.Poder, parceria do Correio Braziliense com a TV Brasília.

Na última sexta-feira, o governador Ibaneis Rocha (MDB) encaminhou à Câmara Legislativa projeto de lei que altera as regras para concessão da gratuidade aos estudantes. Atualmente, todos os alunos têm catraca livre no sistema de transporte. Se o PL do GDF for aprovado, alunos de escola pública continuarão sem pagar a passagens. Na rede privada, bolsistas e famílias com renda inferior a quatro salários mínimos também receberão o benefício.

“O que o governo está apresentando é a manutenção do passe livre com algumas limitações. O estudante vai ter a disponibilidade para poder ir à escola e voltar para sua residência”, disse Casimiro. A intenção do governador, segundo ele, é de cobrar apenas de quem não precisa do benefício, o que se concretizaria com as alterações.

O projeto do GDF coloca regras mais rígidas para a utilização da gratuidade. Haverá limitação de 27 trajetos, de segunda a sábado, e restrição de horários. A ideia é que a gratuidade seja usada apenas para o deslocamento entre escola e casa. “A gente identificou que, como não há restrição na quantidade de uso, você tem estudantes que usam até 140 vezes por mês esse benefício”, justificou.

O custo com o subsídio de todo o sistema de gratuidade é de R$ 600 milhões, conforme Casimiro. Na previsão orçamentária para 2019, porém, há indicação de R$ 500 milhões para esse fim. “Foram passados R$ 300 milhões de dívidas, que não foram pagos no ano passado. Com isso, o sistema de bilhetagem já tem um deficit de R$ 400 milhões”, informa o secretário. Dos R$ 600 milhões de subsídio, cerca de R$ 300 milhões são destinados à gratuidade estudantil. “Qualquer aumento de benefício fica injustificável nesse momento em que temos deficit de R$ 400 milhões. Queria ter passe livre para todo trabalhador com renda de até 4 salários mínimos, mas não é possível”, disse.

Questionado se o combate às fraudes no sistema de transporte não seria mais eficaz do que as alterações na gratuidade, Casimiro argumentou que isso não é suficiente para manter o equilíbrio do sistema. “A fraude está sendo combatida. Semana passada, por exemplo, o DFTrans cancelou 27 mil cartões com uso irregular. Mas isso não é suficiente.”

Conforme o secretário, haverá ainda mudanças na forma como o sistema de concessão dos benefícios funciona atualmente. As escolas ficarão responsáveis por cadastrar diretamente os horários dos estudantes em um sistema e alunos não precisarão enfrentar as longas filas do DFTrans para se cadastrar. “Ainda precisamos fechar isso, mas a interação será entre aluno e escola e o DFTrans receberá a informação diretamente”, adianta.

Nova licitação
O governo já se prepara para a realização de uma nova licitação de ônibus. A anterior, realizada em 2011 no governo de Agnelo Queiroz (PT), foi questionada e anulada pela Justiça. Ainda cabem recursos, mas Casimiro afirmou que a secretaria está estudando um novo edital para evitar surpresas. “Quando assumimos, chamamos toda equipe da secretaria para começar a trabalhar em um novo edital. Decisão judicial, cumpre-se. Ainda cabem recursos, mas se a Justiça confirmar temos de estar preparados.”

Segundo Casimiro, o processo, caso a anulação seja confirmada, deve levar em torno de seis meses. “A Justiça determina que há 360 dias para a nova licitação, é tempo suficiente para esse edital na praça, explicar os processos. E eu acredito, pela minha experiência em gestão pública, que seis meses são suficientes para eliminar qualquer questionamento e embate.”

PPPs
Na entrevista, o secretário adiantou ainda que o governo trabalha com estudos para efetivar parcerias público-privadas para ampliação do metrô e para a cobrança de estacionamento em alguns pontos da capital. “Em algumas novas estações, cabem inclusive parcerias para criar áreas comerciais. Então, o privado construiria novas estações e poderia usar explorar esses espaços”, exemplificou.

No caso dos estacionamentos , a ideia é cobrar e limitar o tempo de uso em áreas centrais. Além disso, Ibaneis pretende criar bolsões nas proximidades do metrô e do BRT para que moradores de regiões administrativas possam deixar os veículos e utilizar o transporte coletivo para chegar ao Plano Piloto.

Fonte: Correio Braziliense
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  #4324  
Old Posted Feb 11, 2019, 7:02 PM
pesquisadorbrazil's Avatar
pesquisadorbrazil pesquisadorbrazil is offline
LLAP
 
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Outra coisa desnecessária que vi hoje na TV exigir das atuais concessionárias, compra de novos ônibus com portas de ambos os lados.

Oras bolas, acho que o representante do GDF se esqueceu, a licitação fora cancelada, e terá de fazer nova licitação. E qual obrigação das atuais concessionárias de atender o pleito....NENHUMA, pois elas nem sabem se continuarão no sistema.
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  #4325  
Old Posted Feb 12, 2019, 1:42 PM
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MAMUTE MAMUTE is offline
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Propaganda em ônibus do DF poderia render 34 vezes mais e ajudar a reduzir 'rombo', diz estudo


Modelo, feito a pedido do governo, estimativa renda de R$ 1.050 a R$ 3 mil por ônibus; média dos contratos em vigor é de R$ 84,50. G1 aguarda retorno do governo.


Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília
Ônibus sem publicidade externa em circulação em Santa Maria, no DF


Um estudo contratado pelo próprio governo aponta que, ano após ano, o Distrito Federal gasta até R$ 92,8 milhões a mais que o necessário, em impostos, para custear o sistema de ônibus. O valor corresponde à verba que as empresas poderiam estar arrecadando com a publicidade nos veículos – mas não estão.

A cifra equivale a pouco mais de 80% dos R$ 115 milhões anuais que o governo quer economizar com as restrições ao Passe Livre Estudantil. Pelo modelo apresentado à Câmara Legislativa, estudantes da rede particular e da UnB que não têm bolsa ou auxílio perderiam o direito às passagens gratuitas.

Para chegar aos R$ 92,8 milhões, é preciso percorrer um cálculo complexo elaborado pela FGV Projetos (veja detalhes abaixo), em um relatório que custou R$ 4,8 milhões ao governo. As conclusões foram entregues em maio mas, oito meses depois, nenhuma medida sobre o tema foi anunciada.

No cálculo mais "conservador" da FGV, a publicidade nos ônibus renderia R$ 32,5 milhões anuais, em vez dos R$ 92,8 milhões. Nesse cenário, cada ônibus seria remunerado em R$ 1.050 por mês – 11,5 vezes mais que os R$ 84,50 que, em média, são cobrados mensalmente para estampar cada veículo, hoje.

No cálculo mais ambicioso – sem descontos e sem agências privadas como intermediárias –, os R$ 92,8 milhões anuais equivaleriam a R$ 3 mil por mês e por ônibus, um valor 34 vezes maior que o cobrado atualmente.

Diminuindo o rombo

Foto: Gabriel Jabur/GDF/Divulgação

Passageiro embarca em ônibus do BRT Sul no Distrito Federal


Os contratos firmados com as empresas de ônibus entre 2012 e 2013 preveem que, no fim das contas, todo o dinheiro arrecadado com publicidade nos veículos vá para o cofre das empresas. O governo não "lucra" com esses anúncios, em nenhum cenário.

O problema é que, segundo os documentos, 50% deveriam ser contabilizados como "dinheiro do governo", e recolhidos em uma conta de compensação. Assim, na hora de voltar para os cofres das viações, as verbas seriam tratadas como parte do subsídio governamental.

Trocando em miúdos: quanto maior a compensação vinda da publicidade, menor o volume de arrecadação tributária que o DF precisa usar para bancar o transporte público – incluindo as gratuidades e o Passe Livre Estudantil.

Foto: FGV Projetos/Reprodução

Tabela mostra valor médio cobrado, atualmente, para a publicidade nos ônibus do Distrito Federal

Até 2017, pelo menos, o governo ainda não tinha "recebido" R$ 1 sequer da publicidade feita nos ônibus. O G1 tentou atualizar esse cenário com a Secretaria de Mobilidade e aguarda retorno.

O relatório da FGV Projetos não cita nenhum documento que comprove a contabilização desses 50% como verbas públicas. O G1 tentou obter informações adicionais, mas a fundação informou que os serviços prestados são "protegidos por cláusula contratual de confidencialidade".

Já o pedido de adequação aparece em uma auditoria da Controladoria-Geral do DF de 2015, no relatório da CPI do Transporte de 2016 e no próprio estudo da FGV.

Entenda os números
A frota atual do DF é composta por 2.580 ônibus. A FGV Projetos calculou, com base em valores de São Paulo, que a capital poderia cobrar até R$ 3 mil, por mês, por ônibus com publicidade na lataria traseira. Em uma multiplicação simples, isso resultaria em R$ 7,7 milhões mensais, ou R$ 92,88 milhões ao ano.

O relatório recomenda, no entanto, que o governo ou as empresas deem descontos para contratos maiores – tanto no número de ônibus, quanto na duração da campanha.

O abatimento máximo possível seria de 65% no valor unitário – uma porcentagem bastante generosa, e que poderia ser menor a depender do mercado. Esse cenário derruba o valor para R$ 1.050 por veículo, ou R$ 2,7 milhões mensais, ou R$ 32,5 milhões anuais.

A partir daí, seria preciso remunerar os parceiros envolvidos: a agência de publicidade, o agente e um possível subagente comercial. A FGV Projetos usou os valores máximos padronizados nos dois primeiros casos – 20% e 30% do contrato, respectivamente –, e estimou um repasse "relativamente elevado" de 40% do restante para o subagente, que não tem valor tabelado.

Computadas todas essas remunerações, e considerados os descontos e pagamentos mais generosos possíveis no mercado, cada ônibus renderia R$ 352,80 ao mês. Desse valor, metade iria direto para as empresas como lucro privado, e a outra metade voltaria como "dinheiro público" e parte do subsídio.

O valor parece pequeno com tanto desconto, mas é bem superior aos R$ 84,50 cobrados em média, pelas empresas, nos contratos verificados pela FGV Projetos. Entre eles, há um contrato da viação São José com preço de R$ 20 por veículo, e três contratos da Urbi e da Pioneira com preço de R$ 30 por coletivo.

Modelo antiquado

Todos os cálculos acima foram feitos com base no modelo mais simples e antiquado de publicidade – a estampa da lataria traseira dos veículos. Essa modelagem de negócio não inclui, por exemplo:

*a divulgação de publicidade nas telas e nos murais internos dos coletivos;
*a oferta de Wi-Fi com publicidade online para os passageiros, durante a viagem;
*a publicidade nas estações, nos terminais rodoviários ou nas paradas de ônibus.







https://g1.globo.com/df/distrito-fed...z-estudo.ghtml
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  #4326  
Old Posted Feb 15, 2019, 1:11 PM
fortescue fortescue is offline
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VLT entre Valparaíso e Distrito Federal pode ser ampliado até Luziânia

Com testes programados para as próximas semanas, a nova linha de Veículo Leve Sobre Trilhos – VLT que ligará Brasília e Valparaíso, em Goiás, pode ganhar uma nova parada. Os governos querem ampliar a ferrovia até a cidade de Luziânia (GO) acrescentando aproximadamente 60 km ao trajeto.

O secretário de Desenvolvimento da Região Metropolitana do DF, Paulo Roriz, e o secretário de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás, Wilder Morais, em reunião no Palácio das Esmeraldas, na capital goiana, fizeram a solicitação. Estiveram presentes também integrantes do Ministério de Desenvolvimento Regional e da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT.

“É um trecho pequeno e que, se autorizado, vai beneficiar ainda mais a população que necessita de transporte seguro e barato para fazer esse trajeto”, disse Roriz.

O VLT deve ser operado pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU, que já administra sistemas de média e alta capacidade em Belo Horizonte, João Pessoa, Maceió, Natal e Recife.

Fonte: ViaTrolebus
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  #4327  
Old Posted Feb 15, 2019, 8:06 PM
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Isso não vai dar certo. Pode escrever....
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  #4328  
Old Posted Feb 16, 2019, 1:23 AM
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Sei não, o povo teve essa ideia, mas.... Pra min não tira em nada a carga em cima da barragem...


Sabe porque? O povinho vai querer 4 faixas de cada lado sendo.... 1 faixa exclusiva de ônibus, 1 faixa exclusiva para bikes e 2 faixas para os demais carros e caminhões.

E o interessante é, essa pista irá conectar a DF 001 que vem de São Sebastião e a DF 001 que dá acesso ao Paranoá/Itapuã...
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  #4329  
Old Posted Feb 16, 2019, 9:10 AM
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Façam uma ponte e pronto, evita o desgaste da estrutura da barragem.
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  #4330  
Old Posted Feb 18, 2019, 2:32 PM
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
Sei não, o povo teve essa ideia, mas.... Pra min não tira em nada a carga em cima da barragem...


Sabe porque? O povinho vai querer 4 faixas de cada lado sendo.... 1 faixa exclusiva de ônibus, 1 faixa exclusiva para bikes e 2 faixas para os demais carros e caminhões.

E o interessante é, essa pista irá conectar a DF 001 que vem de São Sebastião e a DF 001 que dá acesso ao Paranoá/Itapuã...
Completamente sem noção esse projeto aí... O que necessita ali é uma ponte simples à jusante da barragem...
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