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  #341  
Old Posted Nov 22, 2017, 4:50 AM
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Pró-DF é aprovado e deve regularizar 35% das empresas beneficiadas

Projeto do GDF,no entanto, não vai regularizar prédios que foram transformados em residências

A Câmara Legislativa aprovou, nesta terça-feira (21/11), o novo Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do Distrito Federal (Pró-DF 3). O projeto dará, ao menos para cerca de 35% dos 4,3 mil empresários inscritos na iniciativa, segurança jurídica em relação à obtenção da posse definitiva dos lotes onde eles estão instalados.

Segundo o secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Antônio Valdir de Oliveira Filho, parte dos empresários já tinha escrituras, mas havia pendências em documentos e certidões. Os problemas foram ocasionados durante a mudança de regras do Pró-DF 1 para o Pró-DF 2, e agora serão parcialmente resolvidos.

O projeto atende a empresas com certidão de compra e venda expedidas até 19 de maio de 2015. Com esse documento, os empresários passam a ter a opção de compra definitiva, com a quitação do saldo devedor, por conta da concessão. Entretanto, mesmo após a aquisição, os empresários terão que manter o número de empregos previstos no projeto inicial pelo prazo de cinco anos. Caso isso não ocorra, eles perderão os benefícios fiscais do programa.
Remendo
O governo ainda deve mandar um novo projeto para contemplar empresários que não conseguiram dar prosseguimento aos seus projetos e, por essa condição, estão irregulares. “Esperamos chegar a 60% de empresas regularizadas, dando força à economia local”, afirma o secretário Antônio Valdir, que completa: “Eu costumo dizer que parte do Pró-DF é um cadáver insepulto. Por isso, precisamos salvar ao menos quem está na UTI, e depois veremos o que será feito com o resto”.

O projeto não trabalhará a regularização fundiária das empresas que descumpriram as regras do programa e construíram edificações diferentes das que estavam na proposta inicial, como moradias. Para isso, será necessário um novo projeto de outras áreas do governo, como a Secretaria de Gestão Territorial e Habitação (Segeth), para que seja dada solução para a questão.

Para os casos em que a finalidade dos lotes foi desviada, o projeto prevê o cancelamento de todos os benefícios.

Áreas não regularizadas
Empresas instaladas em regiões administrativas que ainda não estão regularizadas, como São Sebastião, também entrarão no processo de regularização. Uma emenda do deputado Lira (PHS) deu condições para que essas áreas também sejam atendidas pelo programa.

“O que estamos fazendo é apenas dando condições para que essas empresas que estão estabelecidas possam também ter segurança jurídica. Não tocamos, em nenhum momento, no ponto de regularizar essas regiões”, afirmou Lira.

Fonte: https://www.metropoles.com/distrito-...s-beneficiadas
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  #342  
Old Posted Nov 22, 2017, 4:51 AM
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Piada né, então vai ficar como está. O cara até pode perder todos os benefícios fiscais, mas os moradores irão continuar no lugar. Então resolveu alguma coisa? Nada. Locais que eram destinados a indústrias, irão virar meros bairros residenciais sem infra-estrutura oras bolas.

O tombamento, a APA e agora o famigerado ZEE vai impedir de vez que a cidade se desenvolva. A piada em Brasília é que está localizada no centro da Biosfera do Cerrado. Qual gênio que inventou essa lorota.
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  #343  
Old Posted Nov 28, 2017, 2:44 PM
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Acreditem se quiser...

Acreditem que Brasília quase teve uma montadora de Carros. Advinha, quase a Suzuki aportou aqui... A matéria a seguir, diz isso. Pois o Estado de Goiás disputou com DF e SP a instalação da mesma.

Fonte: http://www.agendagyn.com/estado-gara...m-solo-goiano/
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  #344  
Old Posted Nov 28, 2017, 4:10 PM
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Acreditem se quiser...

Acreditem que Brasília quase teve uma montadora de Carros. Advinha, quase a Suzuki aportou aqui... A matéria a seguir, diz isso. Pois o Estado de Goiás disputou com DF e SP a instalação da mesma.

Fonte: http://www.agendagyn.com/estado-gara...m-solo-goiano/
Não seria nada mal uma indústria automobilística na região do Polo JK, sem contar que junto a ela vem uma porção de indústrias menores.

Complicado, acho que o DF nunca sairá da dependência do funcionalismo público.
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  #345  
Old Posted Nov 28, 2017, 5:40 PM
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Não seria nada mal uma indústria automobilística na região do Polo JK, sem contar que junto a ela vem uma porção de indústrias menores.

Complicado, acho que o DF nunca sairá da dependência do funcionalismo público.
O governo vem com papo furado, que a cidade não pode ter industrias poluentes. Cite uma industrias que polua. O que se pode fazer e minimizar a poluição.

Até as pseudos empresas ditas sustentáveis poluem sim. Ou pensam que poluem só na produção. E o transporte?
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  #346  
Old Posted Mar 17, 2018, 3:42 AM
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Enquanto o governo panaca está parado, os outros trabalham em segredo para arrancar todas as industrias de Brasília...

Tocantins Apresenta Oportunidades de Negócios Atacadistas




Em encontro com empresários do setor atacadista do Distrito Federal, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Tocantins, Paulo Massuia, apresentou facilidades e benefícios às empresas que expandirem os negócios para o seu Estado. “Estou aberto a criar novos benefícios para facilitar as empresas do DF a se instalarem no Tocantins”, disse Massuia. Entre os benefícios apresentados pelo secretário estão: excelente logística, incentivos fiscais, distritos industriais já construídos, políticas de capacitação de mão de obra, além do tráfego aéreo mais atraente.

Em encontro com empresários do setor atacadista do Distrito Federal, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Tocantins, Paulo Massuia, apresentou facilidades e benefícios às empresas que expandirem os negócios para o seu Estado. “Estou aberto a criar novos benefícios para facilitar as empresas do DF a se instalarem no Tocantins”, disse Massuia. Entre os benefícios apresentados pelo secretário estão: excelente logística, incentivos fiscais, distritos industriais já construídos, políticas de capacitação de mão de obra, além do tráfego aéreo mais atraente.


Solução

“Diante da perda dos incentivos fiscais no DF há cerca de três anos, por conta de ações do Ministério Público do DF que vêm prejudicando o setor, essa alternativa talvez represente a solução que os empresários esperavam, haja vista os prejuízos que as empresas atacadistas sofrem com a baixa competitividade em relação aos estados vizinhos”, conta Fábio de Carvalho, presidente do Sindicato do Comércio Atacadista do DF (Sindiatacadista/DF).

Fonte: http://www.gironews.com/atacado-cash...adistas-20912/
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  #347  
Old Posted Mar 17, 2018, 3:45 AM
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Os outros estados colocando o tapete vermelho para as industrias e o DF chutando elas para fora daqui, que beleza. E ainda tem gente falando que o DF não precisa se tornar independente economicamente falando.
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  #348  
Old Posted May 25, 2018, 12:22 AM
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Sebrae no DF inaugura laboratório de criatividade no BioTIC


Espaço irá apoiar o surgimento de novos negócios

José Maciel | Ex-Libris Comunicação Integrada

O Parque Tecnológico de Brasília (BIOTIC) irá receber na próxima terça-feira (29) a mais nova unidade do sebraelab no país. O espaço estimula a criatividade e a inovação dos pequenos empreendedores e empresários.

A inauguração acontece às 9h, no andar térreo do Bloco B do Edifício de Governança, localizado entre o Parque Nacional de Brasília e a Granja do Torto.

A estrutura do sebraelab está distribuída em uma área de 800m², onde será possível encontrar espaços colaborativos (coworking), salas de ideação e reunião, estúdio para a produção e gravação de conteúdos e também um auditório multiuso. Os empreendedores ainda poderão aproveitar os espaços para descompressão (descanso) e experimentação (maker), onde será possível desenvolver protótipos.

Rodrigo Sá, superintendente do Sebrae no DF, ressalta a importância de haver um espaço de fomento à inovação dentro do parque. "A implantação do sebraelab irá potencializar uma atuação colaborativa. Será o local para as empresas habitarem, desenvolverem produtos, serviços e melhorarem seus processos de produção, além do estímulo à inovação", diz Sá.

A estrutura ainda contará com um espaço exclusivo para relacionamento junto aos empreendedores, onde o Sebrae no DF oferecerá soluções para orientação, capacitação e consultorias.

Segundo Luís Afonso Bermúdez, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no DF, a presença do sebraelab vai colaborar para a consolidação do Parque Tecnológico. "Vamos atrair os empreendedores criativos e ajudar na concretização do BIOTIC. É o momento de dar corpo às boas ideias do ecossistema de inovação do Distrito Federal", conclui Bermúdez.

Serviço - Inauguração Sebraelab

Data: 29 de maio de 2018

Horário: A partir das 9h

Local: Andar térreo do Bloco B do Edifício de Governança, localizado entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília

Fonte: Christiane de Souza Gnone

e-mail: Christiane@df.sebrae.com.br

Fonte: http://www.blogdocarlindomedeiros.co...-do-df-/229653
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  #349  
Old Posted Oct 6, 2018, 5:38 PM
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Grupo Francês Compra 65% Da Empresa Brasileira De Cimento Ciplan

Ciplan opera uma fábrica em Brasília com capacidade de produção anual de 3,2 milhões de toneladas de cimento.


O grupo francês Vicat anunciou nesta sexta-feira (5) um acordo para a compra de 65% da empresa brasileira Ciplan por 290 milhões de euros (US$ 333 milhões).

Segundo comunicado do grupo francês, a operação acontecerá com um aumento de capital reservado. A Vicat financiará a transação com emissão de títulos de dívida.

Para a Ciplan, o acordo “permitirá pagar o essencial da dívida atual”, indica o comunicado.

Fundadaem 1968, a Ciplan opera uma fábrica em Brasília com capacidade de produção anual de 3,2 milhões de toneladas de cimento.

Em 2013, a margem operacional da Ciplan alcançou 45% no cimento, mas em um contexto de cris – o Brasil enfrentou dois anos de recessão histórica (2015-2016) – caiu a 24% em 2017.

A compra permite a Vicat entrar no Brasil.

O grupo Vicat foi criado em 1853 e tem mais de 8.000 funcionários em 11 países. Registra 68% de seu faturamento em mercados estrangeiros.

No primeiro semestre teve um faturamento de US$ 1,5 bilhão e o lucro líquido aumentou 47%, os 68 milhões de dólares.

Fonte: http://www.litoralhoje.com.br/notici...imento-ciplan/
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  #350  
Old Posted Oct 6, 2018, 5:39 PM
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Eita agora que o cimento dispara no valor..... Agora resta saber se comprou mesmo para operar a industria, ou comprou para matar a concorrência, igual fizeram com a Embraer.... Que o povo insiste que vai manter as operações em solo brasileiro......... Hummmmm engana que eu gosto.
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  #351  
Old Posted Oct 16, 2018, 8:15 PM
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Oracle abre laboratório de inovação em Brasília

Espaço dedicado para promover a inovação e co-criação de soluções baseadas em tecnologias emergentes, como Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Blockchain


A Oracle do Brasil abre as portas do Oracle Customer Innovation Labs, espaço dedicado para promover a inovação e co-criação de soluções baseadas em tecnologias emergentes, como Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Blockchain, entre outras, em conjunto com clientes e parceiros do ecossistema da empresa, com foco na transformação digital do setor público e nas cidades inteligentes.

“O Oracle Customer Innovation Labs apresenta, em primeira mão, o que há de mais relevante em tecnologia para a administração pública”, João Pacheco

O laboratório, localizado nas instalações do escritório da Oracle em Brasília, conta com a dedicação de especialistas em negócios e tecnologia preparados para realizar apresentações, projetos em parceria com os clientes e sessões de design thinking, com objetivo de traçar os caminhos da inovação e aprimorar serviços e processos em prol da sociedade.

O clima de inovação se completa com a área no Oracle Customer Innovation Labs reservada à criação de protótipos e demonstrações de realidade virtual, análises de comportamento e big data. Além disso, o destaque fica por conta de protótipos e demonstrações com dispositivos que simulam, de maneira visual e lúdica, como as soluções da Oracle ajudam a estruturar as cidades inteligentes e apoiar todos os benefícios para o cidadão, incluindo temas relevantes, como segurança, transportes e saúde.

Com o mesmo conceito, o primeiro laboratório de inovação da empresa no Brasil foi inaugurado, em dezembro de 2017, em São Paulo, e já recebeu diversos clientes interessados em transformar seus negócios.

“O Oracle Customer Innovation Labs apresenta, em primeira mão, o que há de mais relevante em tecnologia para a administração pública. Com a iniciativa, reforçamos nosso compromisso de trabalhar em conjunto com os nossos clientes no debate de ideias e promoção da inovação em todos os níveis governamentais”, afirma João Pacheco, diretor sênior de Setor Público da Oracle do Brasil.

Fonte: https://inforchannel.com.br/2018/10/...o-em-brasilia/
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  #352  
Old Posted Oct 24, 2018, 12:23 AM
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Acho que não postei esse artigo aqui. Então vamos lá....

Economia: Querem transformar o DF num polo da Indústria Bélica


Proposta de tornar Brasília num polo da indústria bélica nacional prevê a destinação de 5% dos recursos do Fundo Constitucional do DF- FCDF. Se já tivesse e vigor este ano, FCDF teria repassado R$ 790 milhões anuais para fomentar uma indústria bélica no Planalto Central.

Diante de um desemprego que ultrapassa a casa das 320 mil pessoas, diferentes e sui generis projetos para dinamizar a economia do Distrito Federal começam a ganhar visibilidade. Embora em Brasília seja proibido a produção e comercialização de armas de brinquedo, um desses projetos vai bem mais além: propõe a criação na Capital da Esperança de um “Complexo Industrial Militar de Brasília – CIMB”. Isso mesmo, tornar Brasília num polo da indústria bélica nacional e, o que é mais grave, se valendo para incentivar tal empreendimento de recursos do Fundo Constitucional do DF- FCDF, criado para que a União custeie as despesas de Saúde, Educação e Segurança Pública.

A proposta do Economista e Auditor do Tesouro Nacional, Thiago Mendes Rodrigues, sugere que sejam destinados até 5% das dotações do FCDF a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação da área de Indústria de Defesa no DF. Com base nos valores de 2017, quando a União transferiu ao DF R$ 15,8 bilhões em FCDF, essa fatia proposta representaria um montante de R$ 790 milhões anuais para fomentar uma indústria bélica no Planalto Central.


A fórmula prevê ainda que a Terracap facilite com lotes a implantação dessas empresas, que poderiam ficar na Cidade Tecnológica, agora rebatizada de (BioTIC), próximo à Sobradinho. As empresas contariam ainda com isenções fiscais, já que existe uma lei federal de fomento à indústria de Defesa.

Embora não seja de autoria de nenhum técnico do GDF, o projeto obteve o segundo lugar no III Prêmio Codeplan de Trabalhos Técnico-Científicos, promovido pela Companhia de Desenvolvimento do Planalto – Codeplan, estatal responsável pelo planejamento do desenvolvimento do Distrito Federal. Foi nesta condição de segunda melhor proposta que foi apresentada a um público de especialistas no auditório da estatal candanga. Diante de uma plateia que reuniu especialistas da Codeplan e de representantes da Federação das Indústrias, da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste e da Receita Federal, dentre outros, o tema não causou perplexidade à maioria dos presentes. Nem quanto ao produto a ser produzido, nem quanto ao uso de recursos do FCDF. Pelo contrário, a Sudeco apontou ainda a possibilidade de se usar verbas do Fundo do Centro-Oeste – FCO, uma linha de crédito em condições especiais operada pelo Banco do Brasil.

Para o economista, a criação do CIMB é uma opção de industrialização intensiva em capital, com possibilidade de repercussão, absorção e atração de mão de obra especializada à Capital Federal, bem como a criação de cadeias produtivas locais, encadeadas de maior complexidade, e geração de renda e valor agregado. “A criação do complexo industrial integrado a centros de pesquisa e universidades serviria como polo difusor de conhecimento e tecnologias, favorecendo retornos a longo prazo no produto” – ressalta.


Forte Santa Bárbara

Especialista em área militar, Pedro Paulo Rezende considera a ideia interessante, embora rejeite o uso do FCDF para tal fim. A concessão pelo GDF de incentivo fiscal na área do ICMS seria suficiente. Para ele, Brasília pode seguir os passos de Recife, que já fornece softwares militares.

A cidade contaria com ofertas de empregos bem remunerados e capazes de absorver mão-de-obra local disponível na área de informática, engenharia, tecnologia da informação e eletrônica. Acha inclusive que universidades como a UnB deveriam participar do projeto.

Mas ressalta que as Forças Armadas precisam mudar seu padrão de compras que hoje priorizaria, segundo ele, compras de equipamentos norte-americanos de segunda mão. Vale lembrar que em Formosa, no Entorno do DF, o Exército deu início a criação do Forte Santa Bárbara, que abrigará o Sistema Astros 2020, dotado de Grupos de Mísseis e Foguetes, Bateria de Busca de Alvo e o Centro de Instrução de Artilharia de Foguetes e Mísseis.

Indústria inapropriada

Já a técnica da Codeplan e especialista em Planejamento do Desenvolvimento, Celeste Dominici, considera “totalmente inapropriada” a instalação de indústria de armamento por essas bandas. “A Capital foi pensada para ser um centro de inteligência, de cultura. Na era pós-industrial, em que o mundo está vivendo, não tem sentido implantar uma atividade dessa natureza, sendo que as necessidades que a cidade tem, e também o país, são de outra natureza, que exigem conhecimento, criatividade e tecnologia” – salienta.


Rodrigues argumenta que não será necessariamente um centro de produção de armas e munições, mas sim “investimento em inteligência e inovação, em áreas de possível proveito civil: energias renováveis, integração de sistemas, robótica, sistemas espaciais, inteligência de máquinas, radares, novos materiais, transmissão de dados, biotecnologia”. Não soube, contudo, mensurar quanto em emprego e renda seria gerado em Brasília. E este é mais uma crítica de Celeste Dominici: “O desemprego no DF atinge principalmente pessoas com baixo nível de escolaridade. Ademais o efeito da implantação de uma indústria como essa, se realmente criasse empregos de alta qualificação, provavelmente resultaria na atração de mais pessoas de outras regiões para aqui”.

Embora com um território reduzido e, agora, vivendo a pressão da crise hídrica, o DF vem sendo alvo de múltiplos trabalhos que focam na Indústria a solução de desenvolvimento e geração de empregos.

Um polo industrial está longe do que foi pensado para Brasília. Mesmo assim, especialistas como Aldo Paviani, Doutor em Geografia Urbana, consideram a indústria candanga incipiente e defendem a atração de investimentos para novas indústrias e ampliação das existentes.

“A vantagem para essa medida é o mercado de Brasília, que é receptivo e pode ser ampliado. Mas falta responder a outras questões: a) quais ramos industriais serão vetados, por serem agressivos à natureza? b) há recursos para ampliar as infraestruturas — água, energia, meios de transportes etc.?; e, por fim, d) como capacitar os trabalhadores com a educação formal, necessária ao suprimento das atividades industriais exigentes em mão de obra qualificada?” – ponderou Paviani em um recente artigo.

É neste foco que Celeste Dominici salienta que para atender às necessidades de geração e renda na Capital Federal existem “muitos outros setores onde a inovação e a pesquisa estão presentes, como por exemplo, a cultura, a biologia, a ciência da informação, a informática com inúmeras possibilidades”.

Olho gordo no Fundo Constitucional

Independentemente para onde levar o desenvolvimento candango, esse estudo premiado pela Codeplan nos traz dois alertas.

O primeiro se refere à opção Indústria. Será mesmo esta a vocação desta cidade? Os setores de Comércio e Serviços, em especial nos ramos do Turismo, Cultura, Comunicação, não serão mais apropriados?

Segundo, estão de olho gordo nos recursos do Fundo Constitucional do DF voltados para assegurar o tripé social mais demandado pelos brasilienses: Educação, Saúde e Segurança. Por que sacar recursos destinados a estas áreas que estão longe de alcançar os níveis de excelência desejados?

Fonte: https://chicosantanna.wordpress.com/...ustria-belica/
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  #353  
Old Posted Oct 24, 2018, 12:25 AM
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Piada atrás de Piada...

Essas pessoas ligadas a certos partidos, querem transformar o povo de nível superior em camponeses?

Olha ainda mais se o futuro presidente for militar, essa ideia vai vingar e pronto. Eu quero ver o que esse povo do contra vai fazer em 2019... Com certeza, se não quiserem serem hostilizados pela maioria, terá de pegar a mala e cuia e mudar para outro país.

Chega de ideias retrôs. Hoje o povo clama por emprego, casa, comida e educação. E que sobre um pouco para lazer e turismo.
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  #354  
Old Posted Oct 24, 2018, 11:31 AM
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Por essa, eu juro que eu não esperava!
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  #355  
Old Posted Oct 25, 2018, 12:52 AM
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Por essa, eu juro que eu não esperava!
Mas aquele negócio, o Rollemberg é pior do que todos os outros governadores que passaram pelo DF. Não aprovou a lei para equiparar os benefícios fiscais do DF com outros estados? Cadê os resultados concretos? Ahhh vai alegar que a Havan é uma deles? Piada né.
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