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  #201  
Old Posted Jul 23, 2017, 3:24 AM
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CocoBambu

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Last edited by pesquisadorbrazil; Nov 4, 2017 at 11:22 AM.
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  #202  
Old Posted Jul 23, 2017, 4:12 AM
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Ben & Jerry's

02 REGIÃO CENTRO OESTE

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Last edited by pesquisadorbrazil; Sep 8, 2017 at 2:03 AM.
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  #203  
Old Posted Oct 25, 2017, 7:21 PM
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Kartell

02 REGIÃO CENTRO OESTE

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  #204  
Old Posted Nov 4, 2017, 10:39 AM
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...
 
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Em alta: Brasília se torna a porta de entrada de franquias no Centro-Oeste


A presença de marcas ligadas ao franchising cresceu 17% este ano. Logística regional e o alto poder aquisitivo estão entre os atrativos


Brasília tornou-se a porta de entrada de franquias no Centro-Oeste. O eixo Brasília-Anápolis-Goiânia desperta o especial interesse das mais variadas marcas brasileiras, que veem nesse trecho oportunidades de negócios. A importância da região ganha fôlego pela logística — são cidades no centro do país que podem contribuir para a integração Norte-Sul das marcas. Assim como têm um grande potencial de consumo — seja pelo funcionalismo público de Brasília, ou seja pelo fluxo gerado no agronegócio goiano.

Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), a presença das franquias na região cresceu tanto em unidades como em quantidade de marcas. Brasília e Goiânia expandiram, cada uma, em 10% o número de unidades de franquias na comparação do primeiro semestre de 2016 com 2017. Em número de lojas, 17% cada uma. Com isso, o Centro-Oeste é responsável por 7,4% do faturamento do franchising nacional — somente no 1º semestre deste ano, o setor acumulou R$ 5,5 bilhões.

Em entrevista ao Correio durante a 17ª Convenção ABF do Franchising, a diretora regional da ABF, Cláudia Vobeto, falou sobre o potencial de valorização da região, das vantagens do franchising em tempos de crise e da recuperação do segmento com a melhora dos indicadores econômicos nacionais. Cláudia é dona da marca Posé, franquia do segmento de beleza e estética, que tem lojas espalhadas por todo o Brasil.

O crescimento da presença de marcas no Centro-Oeste chegou a 20% e em Brasília, 17%, em 2017. Com a crise, as franquias passaram a olhar mais para essa região?

A gente vem observando uma migração do eixo Rio-São Paulo para o eixo Brasília-Goiânia e para outras capitais que têm possibilidade de exploração do mercado.


Pelos dados da ABF, Brasília é uma das cidades brasileiras em que mais houve chegada de novas marcas. A capital é uma porta de entrada do franchising no Centro-Oeste?

Brasília é a porta de entrada, a cidade já ocupou o quarto lugar no Brasil na presença de marcas. No entanto, desde 2016, passamos Belo Horizonte e ficamos em 3º lugar em relação a São Paulo e Rio de Janeiro. O eixo Brasília-Goiânia-Anápolis puxa o crescimento do franchising na região. Têm o favorecimento da logística, são cidades em que fica mais fácil de as marcas levarem os seus produtos e atingirem outras cidades.


Em número de unidades de franquias, Brasília cresceu 10% e o Centro-Oeste, 11%, na comparação do primeiro semestre de 2016 e o de 2017. Em tempos de crise econômica, podemos dizer que esse é um número significativo?

Muito significativo. Embora Brasília esteja depois de São Paulo e Rio de Janeiro na quantidade de unidades, é um mercado importante. Cresce na mesma velocidade que cidades como Campinas (SP), que está do lado de São Paulo, onde existe a maior concentração de franqueadoras. A gente observa que o movimento é de migração para Brasília e para o Centro-Oeste das principais marcas brasileiras.

O que atrai o franchising para a região Centro-Oeste e, em especial, Brasília?

O poder aquisitivo, carência de serviços e produtos...

Eu não diria carência, digo que é oportunidade. A região tem um poder de consumo muito alto, concentrado, e um número pequeno de presença de marcas se você comparar com o mercado de São Paulo. A capital do país é uma gigante, tem uma enorme capacidade de absorção de novas marcas. Na região Centro-Oeste e mesmo em Brasília — em que a participação é pequena —, a gente vê que o agronegócio foi o único setor que apresentou crescimento. Isso impulsiona dinheiro no mercado. A gente percebe que as empresas estão aproveitando esse momento para expandir nessa região.

A crise do funcionalismo público — falta de reajuste, congelamento de concursos públicos — atrapalha a economia de Brasília?

Embora com toda a crise, Brasília ainda tem um assalariado com salário fixo, que não muda o cenário, essa população pode se endividar, porque não tem medo do desemprego.

O tempo de reação do franchising em relação à crise é mais rápido do que o varejo tradicional?

Muito mais rápido. O franchising está pautado na inovação. Se você observar, o franchising está trabalhando antes dos fatos. Quer um exemplo? A expansão de lojas no interior do Brasil. Antes de falar em crise, a gente estava trabalhando com interiorização. O setor está sempre pensando novos modelos de negócios.

Os franqueados, que estão na rua, acabam sentindo a crise mais na ponta. Como está sendo para o franqueador manter os negócios de seus parceiros saudáveis?

O primeiro fator é que a nossa capacidade de negociação pelo volume das redes é maior com os nossos fornecedores do que em um comércio menor. Uma outra coisa que as redes vêm fazendo muito: elas estão procurando cada vez mais uma interação com o negócio do franqueado — não uma ingerência.

Então, com a crise, as redes passaram a ficar mais presentes no dia a dia dos seus franqueados?

Isso. É preciso avaliar o demonstrativo de resultados (lucro) com o seu franqueado. A gente não observa somente se ele fatura bem, você pode ter um franqueado que está faturando R$ 100 mil e não consegue ter um resultado de R$ 5 mil. E você pode ter um franqueado que fatura R$ 30 mil e está tirando R$ 10 mil de lucro. É fundamental a gente olhar para a gestão do nosso franqueado, saber se ele está fazendo um bom trabalho. Se ele não faz, é o momento que a gente tem que interagir. As redes estão fazendo isso de forma automática…


Seria uma intervenção mais contínua...

Não chega a ser uma intervenção do franqueador no trabalho do franqueado… É dar o choque para ele entender o que é importante. Hoje a gente vê um movimento interessante: o franqueado já nasce se qualificando. Muitas redes fazem programa de capacitação antecipado. Então, ao analisar o perfil, ele avalia se você tem mais habilidade operacional, mais habilidade de comunicação com o cliente, mais habilidade comercial, etc. Em seguida, a marca passa a desenvolver o franqueado nas fraquezas.

Essa interação não existia antes da crise?

Existe uma importância de se trabalhar junto. Por muito tempo funcionou assim: um franqueado com expectativa alta demais e um franqueador buscando sozinho ter uma marca muito forte que fizesse que ele vendesse bem lá na ponta. Hoje não. Existem dois papéis bem claros: o franqueador cuidando da marca, cuidando do negócio em si, das negociações com os seus fornecedores e um franqueado que precisa ser barriga de balcão, que precisa estar todo dia à frente do negócio, fazendo a gestão adequada. Dentro do franchising se qualifica muito também. Dificilmente uma franqueadora de qualidade dá a marca para uma pessoa que não tem capacidade.

A gente observa um movimento de desemprego, de programas de demissões voluntárias em empresas públicas e privadas. O setor de franquias pode ser uma opção para esse grupo que tem dinheiro das rescisões e quer uma nova oportunidade de trabalho?

Existem perfis que podem empreender, que têm capacidade de aprender a ser um empreendedor. Agora, existem perfis que, quando mapeia, a gente identifica que aquela pessoa não nasceu pra isso. A própria franquia vai fazer a seleção e ajudar nesse processo. A gente tem hoje na ABF algumas ferramentas oferecidas pelo Sebrae. Além disso, a gente faz cursos, faz testes para ver se o futuro empreendedor tem essa capacidade.

Existe algum perfil mais adequado?

Geralmente se destacam aquelas pessoas que conseguem conviver com o instável. A pessoa não sai mais do seu trabalho sexta-feira às 17h, fecha a porta, vai pra casa e o seu salário está garantido. É ela quem vai fazer o seu salário. Do outro lado, esse desafio de ter que correr atrás possibilita que pessoas às vezes reprimidas dentro das empresas tradicionais mostrem o seu potencial. No plano público, dificilmente ela consegue desenvolver muitos projetos durante o trabalho dela. Muitas vezes ela tem uma capacidade grande e ali ela fica tolhida por um sistema, por toda uma dificuldade de burocracia das grandes empresas ou até do setor público e não consegue ir pra frente. E quando ela se torna empreendedora, põe as asas para fora: tem oportunidade de fazer o salário dela.

Tem algum segredo para se tornar um franqueado de sucesso?

A maioria das pessoas, quando se tornam empreendedoras, passam a absorver o negócio como parte da sua vida. Elas têm sucesso quando dizem “isso vai mudar a minha vida”, não quando dizem “isso é um bom negócio e eu vou ter bons lucros” porque ninguém consegue viver por muitos anos só com o lucro. As pessoas buscam coisas com que têm afinidade.

A franquia passa essa ideia de segurança para quem está pensando em empreender pela primeira vez…

O franqueador precisa mapear, no perfil do interessado, se ele tem o perfil empreendedor e quais são as habilidades e competências necessárias para tocar aquele negócio. Não basta querer abrir um negócio, é preciso ter capacitação e afinidade com o mercado. Imagina uma pessoa fazer negócio de comida japonesa se ela gosta é de moda? Não adianta, não vai dar certo.

E a marca pode fazer esse alerta?

Sim. As marcas falam.


A repórter viajou a convite da ABF


7,4%
É a participação do faturamento do Centro-Oeste no setor de franquias

R$ 5,5 bilhões
Faturamento no primeiro semestre de 2017 do segmento de franquias

2.123
Lojas de franquia existentes em Brasília

436
Marcas atuam em Brasília







http://www.correiobraziliense.com.br...centro-o.shtml
__________________
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  #205  
Old Posted Nov 8, 2017, 3:29 PM
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Essas matérias loucas que aparecem do nada... Oras bolas... Se independentemente da região que Brasília estivesse inserida, sendo a 3a metropole bem como 3a maior pib. Não atoa ser portão de entrada das franquias.

E olha que tem muitas ainda não existentes por aqui. Agora falar dos funcionários públicos, novamente a matéria peca.
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  #206  
Old Posted Jan 10, 2018, 1:42 AM
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Quiksilver busca novos investidores na região Centro-Oeste

A região de Goiânia e Brasília estão no foco de expansão da rede de surfwear.


O grupo Boardriders, que comercializa as marcas Quiksilver, Roxy e DC Shoes, vê na região centro oeste um mercado para a abertura de lojas da marca. As lojas da rede trazem um mix maior de produtos e atenderão aos consumidores locais que buscam por novidades. A previsão é de abrir 15 novas unidades até o final de 2019 no Brasil.

“As lojas próprias Quiksilver são pensadas justamente para atender aos consumidores mais exigentes e oferecer uma variedade maior de peças de vestuário e acessórios”, comenta Caroline Honorato, gerente de varejo e franquias do Grupo Boardriders, sobre um dos indicadores para a abertura de lojas.

Dados a respeito do universo do franchising reforçam a busca por investidores na região. O eixo Brasília-Goiânia vem despertando o interesse das marcas pela logística, são cidades no centro do país que ajudam na integração Norte-Sul, além do grande potencial de consumo e da procura das marcas nesta região.

Atualmente a marca possui 13 operações em funcionamento espalhadas pelos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Além da região sudeste, os estados do norte e nordeste também estão dentro do foco de expansão da marca.

Para se tornar franqueado, o interessado desembolsa o valor mínimo de R$ 350 mil. As operações da Quiksilver funcionam tanto em shopping centers quanto em lojas de rua e comercializam as três marcas do grupo Boardriders – Quiksilver, DC Shoes e Roxy.

Fonte: http://www.campograndenoticias.com.b...-centro-oeste/
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  #207  
Old Posted Jan 15, 2018, 6:45 PM
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Não sabia que tinha inaugurado uma Lojas Americanas Express no Núcleo Bandeirante. Achei por acaso no Google Maps.

Sem contar que, ano passado houveram diversas inaugurações pelo DF, como Tag. Centro e 516 Sul.

Acho que é questão de tempo para inaugurarem unidades em São Sebastião, Jardins Mangueiral, Paranoá e Guará.
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  #208  
Old Posted Jan 22, 2018, 12:16 AM
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Originally Posted by fabiano View Post
Não sabia que tinha inaugurado uma Lojas Americanas Express no Núcleo Bandeirante. Achei por acaso no Google Maps.

Sem contar que, ano passado houveram diversas inaugurações pelo DF, como Tag. Centro e 516 Sul.

Acho que é questão de tempo para inaugurarem unidades em São Sebastião, Jardins Mangueiral, Paranoá e Guará.
Americanas irá se expandir por todas as cidades, não vai demorar muito.
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  #209  
Old Posted Feb 8, 2018, 7:56 AM
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Será que veremos o retorno da Arbys ao Brasil bem como a Brasília. Pois estão investindo pesado nos países sul-americanos...

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