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  #6681  
Old Posted Oct 13, 2017, 2:11 PM
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Com certeza vão dar com uma mão e tirar com a outra.

Alguém tem que garantir os salários de até R$ 100 mil de certos "doutores".
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  #6682  
Old Posted Oct 13, 2017, 6:41 PM
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Com certeza vão dar com uma mão e tirar com a outra.

Alguém tem que garantir os salários de até R$ 100 mil de certos "doutores".
Lógico que sim, e advinha quem vai pagar o PATO...
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  #6683  
Old Posted Oct 20, 2017, 1:12 PM
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Adasa autoriza Caesb a ampliar racionamento para 48 horas no DF


Após nível do Descoberto cair a 10,5%, companhia admite que planeja a ampliação do prazo de corte no fornecimento

Foto: MICHAEL MELO/ METRÓPOLES


A partir desta sexta-feira (20/10), a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) está autorizada a ampliar o racionamento para até 48 horas na capital do país. A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) publicou no Diário Oficial do DF (DODF) a Resolução nº 23, que dá sinal verde para que a empresa adote a medida mais drástica de restrição no abastecimento.

Por enquanto, a Caesb informa que a decisão não foi tomada. De acordo com a Resolução nº 20 da Adasa, a concessionária deve fazer publicidade ao plano de racionamento em seu site e em veículos de comunicação com, no mínimo, 24 horas de antecedência à sua aplicação. A companhia informa que, se o racionamento for maior que o prazo atual, a população será informada com até três dias de antecedência.

De acordo com o texto publicado no Diário Oficial, diante da situação crítica de escassez hídrica no reservatório do Descoberto, “a Caesb está autorizada a ampliar o período de restrição de fornecimento, de acordo com plano de racionamento a ser aprovado, devendo ser observado o limite máximo de 48 horas de interrupção do fornecimento de água”. Hoje, a interrupção é de 24 horas.

REPRODUÇÃO/DIÁRIO OFICIAL DO DF


Ainda segundo a Adasa, as precipitações registradas e as condições climáticas para outubro não atenderam às expectativas. O Distrito Federal também registrou recordes de temperaturas, como, por exemplo, no domingo (14), de 37,3ºC, com o aumento significativo da taxa de evaporação.

A situação é dramática. Os níveis dos dois reservatórios que abastecessem a capital não param de cair. Nesta quinta-feira (19), o Descoberto reduziu para 10,5%. O de Santa Maria ficou em 25,2%. Em entrevista ao Metrópoles também na quinta, o presidente da Caesb, Maurício Luduvice, informou que já existe um plano estruturado para a ampliação de dois dias consecutivos no racionamento imposto aos moradores do DF.

"Existe esse planejamento, caso o nível do Descoberto caia abaixo do esperado para o mês (9%). Nos preparamos para o pior, mas esperamos o melhor."
Maurício Luduvice, presidente da Caesb

Nesta sexta (20), a Caesb abriu o canal Santos Dumont, que sai do Rio Pipiripau. A medida, autorizada pela Adasa, deve beneficiar os agricultores da região, por um lado, e agravar a crise hídrica para moradores de Sobradinho e Planaltina.

Volume morto

Também na edição do DODF desta sexta, a Adasa liberou mais de R$ 6 milhões da Tarifa de Contingência cobrada dos consumidores que extrapolaram o limite de 10 metros cúbicos/mês para que a Caesb faça investimentos de novas estruturas para captação de água na Barragem do Descoberto, visando a captação do volume morto do manancial.

A companhia terá o prazo de 10 dia para apresentar à Adasa o cronograma atualizado de implementação do sistema.







https://www.metropoles.com/distrito-...48-horas-no-df
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  #6684  
Old Posted Oct 20, 2017, 3:07 PM
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Se o governo (GDF, GGO, GF) quisesse, concluiriam as obras do Corumbá IV ainda este ano e colocariam para funcionar.

No Brasil tudo é demorado. Devem estar calculando a porcentagem que cada um vai roubar.
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  #6685  
Old Posted Oct 21, 2017, 9:03 AM
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Se o governo (GDF, GGO, GF) quisesse, concluiriam as obras do Corumbá IV ainda este ano e colocariam para funcionar.

No Brasil tudo é demorado. Devem estar calculando a porcentagem que cada um vai roubar.
O problema que se não roubar a obra não sai do papel.
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  #6686  
Old Posted Oct 21, 2017, 9:50 AM
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O problema que se não roubar a obra não sai do papel.
Infelizmente essa é a verdade
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  #6687  
Old Posted Oct 24, 2017, 1:00 PM
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Piada de jornalistas....

DEM e PSDB irão eleger a maioria dos governadores... piada né.
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  #6688  
Old Posted Oct 27, 2017, 1:37 AM
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OBRAS - FASE INICIAL

Obras de auditório do Campus Planaltina são retomadas


PLANALTINA - As obras de conclusão do auditório do Campus Planaltina do Instituto Federal de Brasília (IFB) foram iniciadas no último dia 23. A atual etapa da obra inclui também rampas de acessibilidade dos Blocos Administrativo e Pedagógico. A empresa responsável é a Arca Logística e Tecnologia e Serviços Ltda e a previsão é que as obras sejam concluídas até julho de 2018.

Fonte: http://www.convisao.com.br/publicaca...4089/index.htm
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  #6689  
Old Posted Oct 31, 2017, 5:45 PM
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GDF discute a definição das poligonais das regiões administrativas


O Executivo garante que as eventuais alterações de limites terão como objetivo facilitar a administração das cidades


As fronteiras das 31 regiões administrativas do Distrito Federal será tema de uma audiência pública. O Projeto de Lei Complementar (PLC) que define as poligonais de cada região foi desenvolvido a partir de um estudo feito pelo Governo do Distrito Federal e agora será aberto à consulta da população. O Executivo local garante que as eventuais alterações de limites terão como objetivo facilitar a administração das cidades. O evento está marcado para 29 de novembro, no Museu Nacional.

O DF tem hoje 31 regiões administrativas, porém apenas 19 possuem as poligonais definidas por lei. Isso, por exemplo, tem implicações na realização do censo, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O último levantamento, feito em 2010, levou em consideração apenas as 19 cidades delimitadas. A limitação, segundo o Executivo, também contribui na compatibilização de endereços para o casdatro territorial e na criação do Código de Endereçamento Postal (CEP) para as localidades ainda não atendidas pelos Correios.

A definição das poligonais também colabora com outros fatores, como auxiliar a rede de ensino com a atualização dos livros didáticos referentes ao tema sobre divisão administrativa do DF, fortalecer as estimativas e projeções de população do DF feitas pela Codeplan em parceria com o IBGE desde a década de 1990 e ajudar na elaboração, pela Secretaria de Saúde, de campanhas de vacinação de acordo com os dados populacionais.
Definição

A maior vantagem vista pelo GDF, com o desenvolvimento das poligonais, é sanar as dúvidas sobre atuação de administrações regionais e prestação de serviços à população. “A elaboração do PLC demonstra a posição do governo em priorizar a questão urbanística do Distrito Federal. Com o projeto, todas as cidades terão os limites definidos, o que deixa Brasília ainda mais organizada”, destaca Marcos Dantas, chefe da Secretaria de Cidades, órgão que coordenou os estudos com apoio de outras pastas e comunidade.

A convocatória para audiência pública foi publicada nesta terça-feira (31/10), no Diário Oficial do DF. Para ampliar o acesso da população ao debate, uma consulta pública virtual também está programada para novembro. Além disso, será feita uma segunda audiência pública no início de 2018.

As contribuições desse processo serão analisadas para possível inclusão no projeto. Só então ele seguirá para análise do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan). Aprovado o resultado no conselho, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) encaminhará à Câmara Legislativa. A expectativa é que os distritais recebam o texto do projeto de lei no primeiro semestre de 2018.

Característica

Até a década de 1970 só existiam no DF 11 regiões administrativas. Depois, foram criadas outras 20. Boa parte delas, entre 2003 e 2005. Diferentemente dos outros estados, o DF não tem municípios e, portanto, nem prefeituras. Conforme a Lei Federal n.º 4.545/64, cabe às RAs promover a coordenação dos serviços em harmonia com o interesse público local.









http://www.correiobraziliense.com.br...trativas.shtml
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  #6690  
Old Posted Oct 31, 2017, 5:50 PM
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Essa eu quero ver, se Santa Maria e São Sebastião irão querer perder a região do Tororó. A briga vai ser feia, e eu quero ver as compensações.

No caso de Taguatinga é outra briga. O interessante é que a região do Tororó ser vinculada ao Jardim Botânico é para que os povo que é contra comércio em residência influencie na região.

Se for, é melhor criar uma nova RA independente.
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  #6691  
Old Posted Nov 1, 2017, 10:44 AM
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No GeoPortal já dá pra ver uma prévia de como ficarão as poligonais das RA's.

Santa Maria por exemplo perderá uma parte da poligonal para o Jardim Botânico e ganhará a Vila DVO que atualmente está dentro da poligonal do Gama.
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  #6692  
Old Posted Nov 1, 2017, 10:51 AM
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No GeoPortal já dá pra ver uma prévia de como ficarão as poligonais das RA's.

Santa Maria por exemplo perderá uma parte da poligonal para o Jardim Botânico e ganhará a Vila DVO que atualmente está dentro da poligonal do Gama.
É aquele negócio "se" os moradores de Santa Maria e São Sebastião quiser.
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  #6693  
Old Posted Nov 4, 2017, 1:17 AM
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Quiosques e trailers do DF terão de pagar pela área ocupada

Foto: Raphael Ribeiro/Cedoc


As novas regras para quiosques e trailers utilizarem áreas públicas no Distrito Federal já estão em vigor. Com isso, após licitação, os comerciantes desse tipo de mobiliário urbano terão de pagar, até o quinto útil de cada mês, o preço referente à área que ocuparem. O valor por metro quadrado (m²) varia por região administrativa (veja tabela abaixo).

Os critérios estão no Diário Oficial do DF de hoje, no decreto que regulamenta a Lei nº 4.257, de 2008, assinado em outubro pelo governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

Além disso, como previsto na legislação, será preciso ter a permissão de uso para operar quiosques e trailers. O documento tem validade de um ano, prorrogável até o limite de dez anos, é pessoal e só pode ser transferido nos casos previstos em lei federal — morte ou doença que impeça o titular de gerir o negócio.

A emissão das permissões deve ser antecedida de licitação, de responsabilidade da Secretaria das Cidades. O certame conterá informações como número e características de quiosques e trailers, o material a ser usado e os critérios de pontuação dos concorrentes.

“Essa regulamentação segue a determinação do nosso governador [Rodrigo Rollemberg] de termos uma Brasília legal. Estamos avançando na regularização desses espaços”, destacou o secretário Marcos Dantas. Segundo ele, o próximo passo é fazer o plano de ocupação nas cidades que ainda não o têm.

Os permissionários disporão de até 30 dias para requerer a licença de funcionamento, contados a partir da assinatura do termo.

Divulgação



Em pagamentos atrasados incidirão juros mensais de 1% e multa de 2%, mais atualização monetária.

Como será a fiscalização de quiosques e trailers no DF
A pasta das Cidades terá parceria da Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) no controle do pagamento. Em caso de inadimplência por mais de seis meses, a Agefis deve informar à secretaria, que pode cassar a permissão de uso. O permissionário terá até 15 dias para recorrer.

Quando necessário, a agência fica responsável pela fiscalização e aplicação de penalidades. São elas: advertência, multa, interdição, apreensão de mercadorias e equipamentos, determinação de retirada do quiosque ou do trailer e até a demolição das instalações do quiosque.

As administrações regionais de onde estiverem instalados os infratores devem informar as irregularidades à Agefis, bem como cancelar as licenças de funcionamento quando a Secretaria das Cidades assim ordenar.

Até abrir licitação, funcionamento poderá ser com autorização de uso
Donos de quiosques e trailers que hoje operam podem continuar em funcionamento normalmente, ainda que não tenha sido aberta uma licitação. Para isso, eles precisam de uma autorização de uso, expedida pela Secretaria das Cidades.

O documento será emitido para quem conseguir provar atividade na área por um dos seguintes meios:

Apresentar licença de funcionamento
Constar em processo administrativo de ocupação de área pública destinada a quiosque ou trailer há pelo menos cinco anos
Comprovar exercício da atividade, por meio de documento público reconhecido por órgão ou entidade do DF
Constar como ocupante da área em vistorias, em cadastros ou outros levantamentos oficiais feitos pelo governo de Brasília
Apresentar autorização concedida pelo poder público, de forma legal, para ocupação de área pública por quiosque ou trailer
Os autorizatários estão sujeitos às mesmas penalidades previstas para os permissionários e têm de pagar o preço do m² estabelecido pelo decreto.








http://www.jornaldebrasilia.com.br/c...-area-ocupada/
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  #6694  
Old Posted Nov 4, 2017, 10:09 AM
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Valores bem inferiores cobrados dos lojistas invasores, que ocupam uma área maior e pagam menos.
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  #6695  
Old Posted Nov 4, 2017, 10:34 AM
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Em alta: Brasília se torna a porta de entrada de franquias no Centro-Oeste

A presença de marcas ligadas ao franchising cresceu 17% este ano. Logística regional e o alto poder aquisitivo estão entre os atrativos


Comandatuba (BA) — Brasília tornou-se a porta de entrada de franquias no Centro-Oeste. O eixo Brasília-Anápolis-Goiânia desperta o especial interesse das mais variadas marcas brasileiras, que veem nesse trecho oportunidades de negócios. A importância da região ganha fôlego pela logística — são cidades no centro do país que podem contribuir para a integração Norte-Sul das marcas. Assim como têm um grande potencial de consumo — seja pelo funcionalismo público de Brasília, ou seja pelo fluxo gerado no agronegócio goiano.


Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), a presença das franquias na região cresceu tanto em unidades como em quantidade de marcas. Brasília e Goiânia expandiram, cada uma, em 10% o número de unidades de franquias na comparação do primeiro semestre de 2016 com 2017. Em número de lojas, 17% cada uma. Com isso, o Centro-Oeste é responsável por 7,4% do faturamento do franchising nacional — somente no 1º semestre deste ano, o setor acumulou R$ 5,5 bilhões.

Em entrevista ao Correio durante a 17ª Convenção ABF do Franchising, a diretora regional da ABF, Cláudia Vobeto, falou sobre o potencial de valorização da região, das vantagens do franchising em tempos de crise e da recuperação do segmento com a melhora dos indicadores econômicos nacionais. Cláudia é dona da marca Posé, franquia do segmento de beleza e estética, que tem lojas espalhadas por todo o Brasil.

O crescimento da presença de marcas no Centro-Oeste chegou a 20% e em Brasília, 17%, em 2017. Com a crise, as franquias passaram a olhar mais para essa região?

A gente vem observando uma migração do eixo Rio-São Paulo para o eixo Brasília-Goiânia e para outras capitais que têm possibilidade de exploração do mercado.


Pelos dados da ABF, Brasília é uma das cidades brasileiras em que mais houve chegada de novas marcas. A capital é uma porta de entrada do franchising no Centro-Oeste?

Brasília é a porta de entrada, a cidade já ocupou o quarto lugar no Brasil na presença de marcas. No entanto, desde 2016, passamos Belo Horizonte e ficamos em 3º lugar em relação a São Paulo e Rio de Janeiro. O eixo Brasília-Goiânia-Anápolis puxa o crescimento do franchising na região. Têm o favorecimento da logística, são cidades em que fica mais fácil de as marcas levarem os seus produtos e atingirem outras cidades.


Em número de unidades de franquias, Brasília cresceu 10% e o Centro-Oeste, 11%, na comparação do primeiro semestre de 2016 e o de 2017. Em tempos de crise econômica, podemos dizer que esse é um número significativo?

Muito significativo. Embora Brasília esteja depois de São Paulo e Rio de Janeiro na quantidade de unidades, é um mercado importante. Cresce na mesma velocidade que cidades como Campinas (SP), que está do lado de São Paulo, onde existe a maior concentração de franqueadoras. A gente observa que o movimento é de migração para Brasília e para o Centro-Oeste das principais marcas brasileiras.

O que atrai o franchising para a região Centro-Oeste e, em especial, Brasília? O poder aquisitivo, carência de serviços e produtos...

Eu não diria carência, digo que é oportunidade. A região tem um poder de consumo muito alto, concentrado, e um número pequeno de presença de marcas se você comparar com o mercado de São Paulo. A capital do país é uma gigante, tem uma enorme capacidade de absorção de novas marcas. Na região Centro-Oeste e mesmo em Brasília — em que a participação é pequena —, a gente vê que o agronegócio foi o único setor que apresentou crescimento. Isso impulsiona dinheiro no mercado. A gente percebe que as empresas estão aproveitando esse momento para expandir nessa região.

A crise do funcionalismo público — falta de reajuste, congelamento de concursos públicos — atrapalha a economia de Brasília?

Embora com toda a crise, Brasília ainda tem um assalariado com salário fixo, que não muda o cenário, essa população pode se endividar, porque não tem medo do desemprego.

O tempo de reação do franchising em relação à crise é mais rápido do que o varejo tradicional?

Muito mais rápido. O franchising está pautado na inovação. Se você observar, o franchising está trabalhando antes dos fatos. Quer um exemplo? A expansão de lojas no interior do Brasil. Antes de falar em crise, a gente estava trabalhando com interiorização. O setor está sempre pensando novos modelos de negócios.

Os franqueados, que estão na rua, acabam sentindo a crise mais na ponta. Como está sendo para o franqueador manter os negócios de seus parceiros saudáveis?

O primeiro fator é que a nossa capacidade de negociação pelo volume das redes é maior com os nossos fornecedores do que em um comércio menor. Uma outra coisa que as redes vêm fazendo muito: elas estão procurando cada vez mais uma interação com o negócio do franqueado — não uma ingerência.

Então, com a crise, as redes passaram a ficar mais presentes no dia a dia dos seus franqueados?

Isso. É preciso avaliar o demonstrativo de resultados (lucro) com o seu franqueado. A gente não observa somente se ele fatura bem, você pode ter um franqueado que está faturando R$ 100 mil e não consegue ter um resultado de R$ 5 mil. E você pode ter um franqueado que fatura R$ 30 mil e está tirando R$ 10 mil de lucro. É fundamental a gente olhar para a gestão do nosso franqueado, saber se ele está fazendo um bom trabalho. Se ele não faz, é o momento que a gente tem que interagir. As redes estão fazendo isso de forma automática…


Seria uma intervenção mais contínua...

Não chega a ser uma intervenção do franqueador no trabalho do franqueado… É dar o choque para ele entender o que é importante. Hoje a gente vê um movimento interessante: o franqueado já nasce se qualificando. Muitas redes fazem programa de capacitação antecipado. Então, ao analisar o perfil, ele avalia se você tem mais habilidade operacional, mais habilidade de comunicação com o cliente, mais habilidade comercial, etc. Em seguida, a marca passa a desenvolver o franqueado nas fraquezas.

Essa interação não existia antes da crise?

Existe uma importância de se trabalhar junto. Por muito tempo funcionou assim: um franqueado com expectativa alta demais e um franqueador buscando sozinho ter uma marca muito forte que fizesse que ele vendesse bem lá na ponta. Hoje não. Existem dois papéis bem claros: o franqueador cuidando da marca, cuidando do negócio em si, das negociações com os seus fornecedores e um franqueado que precisa ser barriga de balcão, que precisa estar todo dia à frente do negócio, fazendo a gestão adequada. Dentro do franchising se qualifica muito também. Dificilmente uma franqueadora de qualidade dá a marca para uma pessoa que não tem capacidade.

A gente observa um movimento de desemprego, de programas de demissões voluntárias em empresas públicas e privadas. O setor de franquias pode ser uma opção para esse grupo que tem dinheiro das rescisões e quer uma nova oportunidade de trabalho?

Existem perfis que podem empreender, que têm capacidade de aprender a ser um empreendedor. Agora, existem perfis que, quando mapeia, a gente identifica que aquela pessoa não nasceu pra isso. A própria franquia vai fazer a seleção e ajudar nesse processo. A gente tem hoje na ABF algumas ferramentas oferecidas pelo Sebrae. Além disso, a gente faz cursos, faz testes para ver se o futuro empreendedor tem essa capacidade.

Existe algum perfil mais adequado?

Geralmente se destacam aquelas pessoas que conseguem conviver com o instável. A pessoa não sai mais do seu trabalho sexta-feira às 17h, fecha a porta, vai pra casa e o seu salário está garantido. É ela quem vai fazer o seu salário. Do outro lado, esse desafio de ter que correr atrás possibilita que pessoas às vezes reprimidas dentro das empresas tradicionais mostrem o seu potencial. No plano público, dificilmente ela consegue desenvolver muitos projetos durante o trabalho dela. Muitas vezes ela tem uma capacidade grande e ali ela fica tolhida por um sistema, por toda uma dificuldade de burocracia das grandes empresas ou até do setor público e não consegue ir pra frente. E quando ela se torna empreendedora, põe as asas para fora: tem oportunidade de fazer o salário dela.

Tem algum segredo para se tornar um franqueado de sucesso?

A maioria das pessoas, quando se tornam empreendedoras, passam a absorver o negócio como parte da sua vida. Elas têm sucesso quando dizem “isso vai mudar a minha vida”, não quando dizem “isso é um bom negócio e eu vou ter bons lucros” porque ninguém consegue viver por muitos anos só com o lucro. As pessoas buscam coisas com que têm afinidade.

A franquia passa essa ideia de segurança para quem está pensando em empreender pela primeira vez…

O franqueador precisa mapear, no perfil do interessado, se ele tem o perfil empreendedor e quais são as habilidades e competências necessárias para tocar aquele negócio. Não basta querer abrir um negócio, é preciso ter capacitação e afinidade com o mercado. Imagina uma pessoa fazer negócio de comida japonesa se ela gosta é de moda? Não adianta, não vai dar certo.

E a marca pode fazer esse alerta?

Sim. As marcas falam.


A repórter viajou a convite da ABF


7,4%
É a participação do faturamento do Centro-Oeste no setor de franquias

R$ 5,5 bilhões
Faturamento no primeiro semestre de 2017 do segmento de franquias

2.123
Lojas de franquia existentes em Brasília

436
Marcas atuam em Brasília

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br...centro-o.shtml
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  #6696  
Old Posted Nov 4, 2017, 10:35 AM
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Nossa como o Correio é decadente ou está. Oras bolas, se a Brasília e sua região metropolitana é a maior economia da região, lógico que seria a porta de entrada da região das franquias, e pior, muitas começam a operar no Brasil justamente por Brasília, diga-se de passagem pela Dunkin Donuts.....
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  #6697  
Old Posted Nov 12, 2017, 11:38 AM
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Crescimento urbano e poluição espantam pássaros das cidades do DF


Passarinho que tem o nome científico Passer domesticus anda sumido das ruas de Brasília. Especialistas afirmam que a escassez se deve à crescente expansão urbana e consequente diminuição de áreas verdes


Os passarinhos mais comuns de serem encontrados nos centros urbanos estão sumindo das ruas de Brasília. São as aves popularmente conhecidas como “pardais”,mas que tem o nome científico Passer domesticus, da família dos Passeridae. Essa espécie foi introduzida no Brasil há mais de 100 anos e hoje está presente em todo o território nacional.

Há algum tempo, os pardais eram encontrados nos mais diversos pontos da cidade, mas com a crescente expansão urbana e a diminuição de espaços verdes, é notável o declínio da sua presença.

Especialistas afirmam que o desaparecimento desses pássaros do meio urbano é consequência das mudanças que vem acontecendo no ecossistema. Segundo a médica veterinária do Zoológico de Brasília Paula Luiza Nóbrega, o aumento da construção de edificações mais altas em Brasília dificultam a reprodução dessa espécie.

“Os pardais constroem seus ninhos em ambientes mais baixos, como os telhados das casas. Como a urbanização de Brasília tem mudado bastante com novos projetos arquitetônicos e construções de muitos prédios, os pardais ficaram sem espaços para fazerem seus ninhos”, explica a especialista em aves. “Além disso, acredito que a melhoria nos serviços de limpeza urbana também influencia no escasseamento da ave porque ela se alimenta também de lixo e, resíduos de comida”, considerou.

Paula Luiza explicou, ainda, que outra hipótese é a introdução de espécies invasoras, que agora disputam território e expulsam os pardais. “Algumas espécies que vieram para Brasília e outras que possivelmente foram introduzidas por humanos, como o cardeal-do-nordeste, representam uma ameaça e acabam expulsando os pardais”, esclareceu.

De acordo com a médica veterinária, apesar de não serem vistos nas áreas comuns da cidade, os pardais não desapareceram. “Quando se sentem ameaçados, esses pássaros procuram áreas mais verdes, como aqui no zoológico, onde ainda é possível encontrar muitos. Essa espécie é como um indicador biológico de área verde”, frisa a veterinária.

Despercebidos

Apesar do desaparecimento gradual dos pardais passar despercebido para muitas pessoas, a aposentada Maria Eunice dos Reis, 65 anos, sente falta dos passáros que costumavam visitar sua residência, no Guará. “Eu percebi que com o tempo eles foram sumindo, não só os pardais, mas outras espécies também, ainda mais depois que começaram essa expansão aqui na região, com muitos prédios altos”, constata a aposentada.


Para ela, os animais eram símbolo de alegria. “Eles deixaram saudades, porque alegravam meus dias e meu jardim. Hoje os comedouros e caixas que serviam de ninho estão abandonadas, não há mais canto ou movimentação entre as árvores”, fala. “Eu amava cuidar deles, eram minha companhia do dia a dia. Colocava comida e quando caiam ou se machucavam eu cuidava deles até poderem voar de novo”, relembra saudosa.

A médica veterinária Paula Luiza Nóbrega diz que o retorno dos pardais para o centro urbano não é algo simples e depende de uma série de mudanças. “Para os pardais voltarem, precisaria haver expansão das áreas verdes. Estão preferindo buscar alimento em local mais afastado porque a cidade não apresenta segurança para eles”, explica.







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  #6698  
Old Posted Nov 12, 2017, 11:39 AM
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Por aqui, os pardais deram uma diminuída mesmo, mas pombos, periquitos, joão de Barro e rolinhas esses estão aumentando e muito
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  #6699  
Old Posted Nov 12, 2017, 3:36 PM
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LLAP
 
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Olha a piada é grande, expansão urbana em Brasília, mas.... desde quando houve derrubada em massa de árvores. devemos salientar que em Brasília, a densidade das árvores não é igual da Floresta Amazônica. Agora falar que o uso de agrotóxicos nas lavouras espantou os pássaros, aí eu concordo.
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  #6700  
Old Posted Nov 16, 2017, 2:18 PM
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Serviço público evitou que PIB brasiliense despencasse em 2015


Foi a primeira vez que todos os estados registraram juntos queda no Produto Interno Bruto desde 2002



A estrutura da economia do Distrito Federal permitiu que a capital do país sentisse de forma menos intensa a crise em 2015. É o que mostra o relatório sobre o Produto Interno Bruto (PIB) daquele ano, divulgado nesta quinta-feira (16/11) pela Companhia de Planejamento (Codeplan). O DF alcançou um PIB de R$ 215,613 bilhões — a quinta melhor economia do país. Enquanto o DF enfrentava um encolhimento de 1% no volume de produção (bens e serviços), o Brasil registrava perdas de 5,8% para a indústria e 2,7% para serviços, por exemplo.

O fato de Brasília ter o funcionalismo público como um dos principais empregadores amorteceu os impactos mais negativos da crise econômica. Aqui, a administração pública — local e federal — contribuiu com 44,7% na formação do PIB.

Além disso, setores como indústria e agropecuária têm um peso menor na estrutura produtiva local em comparação a outras unidades federativas. A indústria local representa 5,4% do que é produzido no território e, a agropecuária, 0,3%. Quando observados os dados para o País, a indústria representou 22,5% naquele ano e, a produção agropecuária, 23%.

Situação crítica

Ainda que pudesse ser pior, a situação crítica em que se encontrava a economia brasiliense em 2015 foi comprovada pela divulgação dos resultados do relatório sobre o Produto Interno Bruto local.

Se, por um lado, a estrutura econômica ajudou o DF a não atingir patamares de recessão como Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, por outro, os volumes de contribuição ao PIB, por setor de atividade, foram bastante reduzidos.

Com isso, GDF esteve enquadrado nos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal e ficou impedido de contratar e de conceder reajustes. Em outubro deste ano, foi possível sair desse nível de restrição. No entanto, para não ultrapassar novamente o limite de 46,55% da receita líquida com pagamento de salários, o Executivo decidiu manter a política de ajuste fiscal.

Ranking de renda per capita

O relatório apresentado pela Codeplan mostra que, quando avaliado o PIB per capita do DF, ele alcança R$ 73.971,05. Esse valor é mais de duas vezes maior que o PIB per capita nacional, de R$ 29.326,33. Os cálculos consideraram uma população local de 2,915 milhões de habitantes.

A demora para tornar os números públicos se deveu ao embargo de 18 meses estabelecido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelas regras do órgão, as informações sobre o exercício das empresas pesquisadas só ficam totalmente disponíveis após esse prazo.

Outros estados

Todos os estados brasileiros registraram queda no Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 ante 2014, segundo os dados das Contas Regionais, divulgados nesta quinta-feira (16/11), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a primeira vez que todos os estados registraram queda no PIB num mesmo ano desde o início da série histórica das Contas Regionais, iniciada em 2002.

O PIB de São Paulo, que respondeu por 32,4% do total do País, recuou 4,1%, acima da média nacional, que ficou em 3,5%, conforme dado definitivo divulgado semana passada pelo IBGE. Em 2014, São Paulo respondeu por fatia um pouco maior (32,4%) do PIB total, mas, desde o início da série histórica, a perda é de 2,5 ponto porcentual. Em 2002, São Paulo respondia por 34,9% do PIB brasileiro. A participação do DF no PIB nacional é de 3,6%, ocupando a quinta colocação.

Outros estados com grande peso no PIB também foram destaque de queda. O PIB de Minas Gerais recuou 4,3% em 2015 ante 2014. O PIB do Rio de Janeiro encolheu menos do que a média nacional, com recuo de 2,8%. Juntos, São Paulo, Minas, Rio, Rio Grande do Sul e Paraná responderam por 64,7% do PIB nacional.

A composição do PIB do DF em valores absolutos em 2015:

Serviços: R$ 175,671 bilhões
Impostos: R$ 29,319 bilhões
Indústria: R$ 9,997 bilhões
Agropecuária: R$ 627 milhões

(Com informações das agências Brasília e Estado)





https://www.metropoles.com/distrito-...ncasse-em-2015
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