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  #6761  
Old Posted Dec 27, 2017, 11:25 PM
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Originally Posted by salengasss View Post
O GDF está em negociação com a Six Flags há mais de um mês. Será que vem coisa boa por aí?
Pode esquecer Sale, se realmente perdemos o Hard Rock justamente porque o tal GDF iria agilizar as aprovações. E mesmo assim, aonde seria, dentro da área tombada é INVIÁVEL. Nem precisamos falar o porque.

E muito menos no Aeroporto né.
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  #6762  
Old Posted Jan 6, 2018, 3:32 PM
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IPTU mais caro pode revitalizar W3 Sul e Avenida Comercial de Taguatinga


A cobrança do imposto com alíquota progressiva para imóveis desocupados por anos sucessivos pode pressionar proprietários a reduzir preço dos aluguéis. Medida adotada no Rio e em São Paulo, não tem previsão para ser implantada em Brasília



A cobrança do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) progressivo, para imóveis por longos períodos desocupados, pode ser uma saída para a revitalização do comércio em locais como a W3 Sul e a Avenida Comercial, em Taguatinga. Nesse tipo de arrecadação, um imóvel, com valor de R$ 1 milhão e a alíquota de 1%, pagaria imposto no valor de R$ 10 mil. Porém, se o imóvel estiver desocupado e o proprietário tiver sido notificado e continuar sem dar uso à propriedade, no ano seguinte a alíquota subirá para 2%, e o valor do IPTU passa a ser de R$ 20 mil. E, assim, sucessivamente, até chegar ao percentual de 15%.

A cobrança deu bons resultados em capitais como o Rio de Janeiro e São Paulo, contribuindo para restaurar centros comerciais que estavam ociosos, defende o presidente do Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal (Sindivarejista), Edson de Castro. “Em suma, o poder público notificava os proprietários com imóveis parados e, caso em um ano eles não apresentassem nenhum uso para o prédio, o valor do IPTU dobrava”, resume o empresário.

O IPTU progressivo é previsto pelo artigo 182 da Constituição Federal, mas precisa ser regulamentado pelo Estatuto da Cidade, como o que ocorreu em São Paulo, em 2002. No DF, segundo a Secretaria de Fazenda, no momento, não há tratativas no âmbito do Governo de Brasília sobre modificar a forma de tributação do IPTU para o sistema progressivo.

No atual formato do imposto, as alíquotas são fixas: 0,3%, para residências; 1%, para comércios, e 3% para lotes vazios, sendo que o percentual é aplicado sobre o valor venal dos imóveis. Para a coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Iesb, Larissa de Aguiar, o IPTU progressivo é atualmente uma das melhores opções para manter a cidade ocupada. “Existem diversos motivos que explicam essas lojas fechadas. Desde a cobrança de aluguéis caros até questões de especulação imobiliária, quando o imóvel é mantido vazio para ser valorizado e, no futuro, vendido mais caro. Mas ter uma cidade vazia é prejudicial para todos, pois dá margem para a violência, para a falta de cuidados e para a queda do comércio”, defende a especialista.

Ao mesmo tempo, a professora alerta que não basta apenas cobrar mais dos imóveis fechados, é necessário investir na infraestrutura das regiões abandonadas. “É preciso tornar essas localidades atrativas para a população. Fáceis de chegar e agradáveis de permanecer. Porque, sem isso, áreas nobres da cidade serão cada vez mais degradadas e destruídas”, destaca.

Abandono

Há 19 anos, o empresário Fábio Castro, 40 anos, mantém uma loja de aluguel para festas na 509 da W3 Sul. O brasiliense conta que até cinco anos atrás havia, pelo menos, meia dezena de estabelecimentos do mesmo ramo na quadra. “Mas que acabaram fechando por causa da queda do movimento. Antigamente isso aqui era um centro comercial, com grande fluxo de clientes. Agora, cada vez mais as lojas vêm fechando as portas e, claro, o lucro não é mais como já foi no passado”, relembra.

Chateado com a situação atual, Fábio acredita que a cobrança progressiva do IPTU trará bons frutos para o comércio local. “Mas o governo precisa fazer a parte dele. Eu sinto que hoje a W3 está esquecida. Precisa de projetos de revitalização e melhorias de segurança”, comenta, enquanto observa a má conservação da calçada em frente à sua loja.








http://www.correiobraziliense.com.br...taguatin.shtml
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  #6763  
Old Posted Jan 6, 2018, 3:40 PM
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Originally Posted by MAMUTE View Post
IPTU mais caro pode revitalizar W3 Sul e Avenida Comercial de Taguatinga


A cobrança do imposto com alíquota progressiva para imóveis desocupados por anos sucessivos pode pressionar proprietários a reduzir preço dos aluguéis. Medida adotada no Rio e em São Paulo, não tem previsão para ser implantada em Brasília



A cobrança do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) progressivo, para imóveis por longos períodos desocupados, pode ser uma saída para a revitalização do comércio em locais como a W3 Sul e a Avenida Comercial, em Taguatinga. Nesse tipo de arrecadação, um imóvel, com valor de R$ 1 milhão e a alíquota de 1%, pagaria imposto no valor de R$ 10 mil. Porém, se o imóvel estiver desocupado e o proprietário tiver sido notificado e continuar sem dar uso à propriedade, no ano seguinte a alíquota subirá para 2%, e o valor do IPTU passa a ser de R$ 20 mil. E, assim, sucessivamente, até chegar ao percentual de 15%.

A cobrança deu bons resultados em capitais como o Rio de Janeiro e São Paulo, contribuindo para restaurar centros comerciais que estavam ociosos, defende o presidente do Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal (Sindivarejista), Edson de Castro. “Em suma, o poder público notificava os proprietários com imóveis parados e, caso em um ano eles não apresentassem nenhum uso para o prédio, o valor do IPTU dobrava”, resume o empresário.

O IPTU progressivo é previsto pelo artigo 182 da Constituição Federal, mas precisa ser regulamentado pelo Estatuto da Cidade, como o que ocorreu em São Paulo, em 2002. No DF, segundo a Secretaria de Fazenda, no momento, não há tratativas no âmbito do Governo de Brasília sobre modificar a forma de tributação do IPTU para o sistema progressivo.

No atual formato do imposto, as alíquotas são fixas: 0,3%, para residências; 1%, para comércios, e 3% para lotes vazios, sendo que o percentual é aplicado sobre o valor venal dos imóveis. Para a coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Iesb, Larissa de Aguiar, o IPTU progressivo é atualmente uma das melhores opções para manter a cidade ocupada. “Existem diversos motivos que explicam essas lojas fechadas. Desde a cobrança de aluguéis caros até questões de especulação imobiliária, quando o imóvel é mantido vazio para ser valorizado e, no futuro, vendido mais caro. Mas ter uma cidade vazia é prejudicial para todos, pois dá margem para a violência, para a falta de cuidados e para a queda do comércio”, defende a especialista.

Ao mesmo tempo, a professora alerta que não basta apenas cobrar mais dos imóveis fechados, é necessário investir na infraestrutura das regiões abandonadas. “É preciso tornar essas localidades atrativas para a população. Fáceis de chegar e agradáveis de permanecer. Porque, sem isso, áreas nobres da cidade serão cada vez mais degradadas e destruídas”, destaca.

Abandono

Há 19 anos, o empresário Fábio Castro, 40 anos, mantém uma loja de aluguel para festas na 509 da W3 Sul. O brasiliense conta que até cinco anos atrás havia, pelo menos, meia dezena de estabelecimentos do mesmo ramo na quadra. “Mas que acabaram fechando por causa da queda do movimento. Antigamente isso aqui era um centro comercial, com grande fluxo de clientes. Agora, cada vez mais as lojas vêm fechando as portas e, claro, o lucro não é mais como já foi no passado”, relembra.

Chateado com a situação atual, Fábio acredita que a cobrança progressiva do IPTU trará bons frutos para o comércio local. “Mas o governo precisa fazer a parte dele. Eu sinto que hoje a W3 está esquecida. Precisa de projetos de revitalização e melhorias de segurança”, comenta, enquanto observa a má conservação da calçada em frente à sua loja.








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Isso não irá funcionar, para o lugar revitalizar, tem que demolir tudo e começar do zero. O problema da avenida vai além dos empresários, envolve problemas estruturais da própria avenida.
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  #6764  
Old Posted Jan 15, 2018, 10:24 PM
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Obras e nomeações: CLDF autoriza GDF a remanejar R$ 1,3 bi do Iprev


Além da verba do Iprev, Rollemberg contará com precatórios. Reforço total nos cofres do GDF será de R$ 1,5 bilhão em pleno ano eleitoral

Foto: HUGO BARRETO/METRÓPOLES



Os deputados distritais aprovaram, em primeiro e segundo turno, na tarde desta segunda-feira (15/1), em sessão extraordinária, dois projetos de lei que liberam para o Executivo cerca de R$ 1,5 bilhão em 2018. Desse total, R$ 1,3 bilhão é de recursos remanejados do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev), enquanto R$ 231 milhões se referem a precatórios. Dessa soma, R$ 123 milhões serão destinados para contratação de servidores ou pagamento de pessoal.

O placar de votação foi o mesmo, tanto no primeiro quanto no segundo turno: 17 distritais favoráveis e apenas um contrário, Raimundo Ribeiro (PPS). Quatro deputados da base não apareceram no plenário para votar os projetos do governo: Liliane Roriz (PTB), Sandra Faraj (SD), Professor Israel Batista (PV) e Julio Cesar (PRB), que justificaram as ausências com atestados médicos ou viagens. Celina Leão (PPS) e Cristiano Araújo (PSD), da oposição, também não apreciaram as proposições.

Com a aprovação, a Câmara acrescenta, na Lei Orçamentária Anual de 2018, a previsão do montante para o Executivo investir em obras, custeio e nomeações. Antecipa-se que R$ 407 milhões sejam destinados à saúde, R$ 298 milhões para educação, R$ 148,6 milhões à área de mobilidade e R$ 97 milhões para infraestrutura.

A aprovação foi viabilizada após acordo do Executivo com o Legislativo. Para chegar a um consenso, os deputados pediram que R$ 104 milhões do Iprev fossem destinados às demandas feitas por moradores das regiões administrativas durante o programa Câmara em Movimento, quando a Casa promove sessões itinerantes pelo DF.

Embora o Governo do Distrito Federal (GDF) tenha recusado liberar os R$ 104 milhões, concordou em aumentar o valor das emendas parlamentares que serão executadas neste ano, de R$ 6 milhões para R$ 10 milhões por deputado. O governo também consentiu em construir duas escolas solicitadas pela população no Câmara em Movimento: uma em São Sebastião e uma no Itapoã.

Também ficou acertado que o Executivo pagará parte das pecúnias hoje devidas aos servidores aposentados. A dívida com os inativos atualmente está em torno de R$ 530 milhões, e uma emenda aprovada em plenário prevê a destinação de R$ 100 milhões para abater parte dos débitos.

Outra alteração proposta pelos parlamentares foi a reserva de R$ 4,7 milhões para o pagamento de gratificações a servidores federais cedidos à saúde local. Parte do público que lotava as galerias da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) era composta por agentes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e do Ministério da Saúde cedidos ao GDF.

Nomeações

Ao contrário da morosidade dos últimos três anos, o governo tem pressa para fazer valer as leis aprovadas. A ideia é mostrar serviço à população, quem em outubro vai eleger o novo governador do Distrito Federal. Como Rollemberg admitiu que disputará a reeleição, precisa reverter sua alta rejeição perante os brasilienses.

De acordo com o secretário de Fazenda do DF, Wilson de Paula, se as normas forem sancionadas nesta semana, a grade de contratações de servidores será elaborada na sexta-feira (19).

“A prioridade é a saúde, depois, a educação”, afirmou. Segundo o secretário, haverá nomeações também de agentes socioeducativos e de atividades penitenciárias.

Conforme a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, “o cronograma de nomeações deve ser elaborado em fevereiro”.

Parte das obras previstas já tem recursos liberados pelo Banco do Brasil. Até o momento, o GDF obteve R$ 89 milhões para construções. “Em dezembro, conseguimos a certidão de adimplência dos precatórios. Estamos aptos a executar operações de crédito”, disse Wilson de Paula. A previsão é que as obras e nomeações comecem até abril.












https://www.metropoles.com/distrito-...13-bi-do-iprev
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  #6765  
Old Posted Yesterday, 2:40 PM
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Estranho, um certo político da oposição, teve licenciamento ambiental de parcelamento urbano no Setor Tororó.... Será....
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