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  #61  
Old Posted Oct 4, 2011, 2:58 PM
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
O Luxo não tem muito impacto dos funcionários públicos. Tanto não tem, que eu coloquei uma pequena tabelinha para exemplificar. Pra min BMW é carro popular, agora um Porsche???

Qual das 3 marcas da Armani, um funcionário público que ganha 12 mil reais poderá gastar. Detalhe, aquela tabelinha que fiz, se basea apenas num funcionário público solteiro. Se eu for colocar um casado, aí que o cara se lasca mesmo.

Giorgio Armani = classe AAA
Empório Armani = classe AA
AX Armani Exchange = classe A

Mesmo a AX Armani Exchange, duvido que um funcionário público compraria uma calça jeans por míseros 250 reais...
Desculpe, mas, na minha opinião, quem gasta R$48K em um relógio é um IDIOTA. Não tem outro nome para definir tal tipo de criatura. Dividir em 10x vezes ainda? kkkkkkkkkkkkkkkk....então é IDIOTA elevado a 10ª potência.

E, na minha opinião, o povo que torra dinheiro com essas marcas aí, Armani não sei das quantas, e etc, também são IDIOTAS, pois estão deixando seu dinheiro por um produto que não vale nem 1/100 disso e só serve para OSTENTAÇÃO.

OSTENTAÇÃO é para aquele tipo de pessoa insegura, em geral playboyzinhos filhinhos de papai, que não sabem como ganhar dinheiro, e vivem de mesada de papai, mamae e vovó, e precisam desse tipo de subterfúgio para se auto-afirmarem. No final das contas evidencia-se sua miséria mental e social, pois só podemos ter pena de um povo que vive em um meio que valoriza esse tipo de coisa.

Sim, eu acho que devemos comprar coisas boas e de qualidade. Mas tem coisas que são ridículas. Relógio de R$48K? Sò idiota mesmo. Carro também é ostentação. Me fala uma coisa: Para que um sujeito gasta R$400K (a maioria financiado) para comprar uma POrrsche Cayene? Só para ostentar! Então, desculpe, na minha opinião, é um idiota.
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  #62  
Old Posted Oct 5, 2011, 3:15 PM
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Imóveis mais caros do Brasil


O metro quadrado custa em média R$ 7,8 mil no DF


Brasília mantém o título de capital mais cara do país no quesito moradia. No Distrito Federal, o preço do metro quadrado custa em média R$ 7,8 mil enquanto que a média nacional custa R$ 6 mil. Os dados foram divulgados ontem (4) pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe) que calcula o Índice de Preços de Imóveis- FipeZap. Segundo corretores de imóveis da Capital Federal, o preço dos apartamentos nas cidades satélites também está elevado. Eles se baseiam no preço dos imóveis do plano piloto que pode chegar até R$ 9 mil o metro quadrado em áreas como o bairro Noroeste, por exemplo. Em cidades como Samambaia, o preço do metro quadrado já chegou à R$ 5 mil, valor bastante elevado se comparado à outras regiões do Brasil e também dos Estados Unidos. Imóveis em Miami podem ser comprados por R$4.500, o metro quadrado.


Cidade de Samambaia é mais cara que a cidade de Miami, um dos pontos turísticos mais visitados dos EUA


Segundo o coordenador do índice de preços de imóveis Fipe-Zap, Eduardo Zylberstajn, há cerca de dois anos houve um crescimento de cerca de 20% no valor do imóvel em Brasília. Apesar de algumas cidades terem bairros com preços mais altos, como por exemplo o metro quadrado do Leblon no Rio de Janeiro que vale R$ 16 mil, a média do DF é a mais alta. “Isso se explica porque Brasília tem a maior renda per capita do país e, o fato de grande parte da população ser servidora pública é muito atrativo para os bancos. Eles emprestam dinheiro para essas pessoas porque sabem que possuem crédito” complementa.

Segundo o economista e corretor de imóveis, Edgard Rodrigues, existe muita especulação com relação ao preço dos imóveis no Distrito Federal e no Brasil. Segundo ele, isso é uma bolha que pode estourar a qualquer momento. Para Zylberstajn, não há como se prevê bolhas Ele acredita que a grande questão é o que aconteceu com o preço do metro quadrado em 30 anos.“Passamos de uma década de estagnação nos anos 1980 e 1990. Esse boom imobiliário pode ser explicado pela correção desses preços”, comenta.

Segundo o corretor de imóveis Mateus Neves, a questão tem de ser analisada, levando-se em conta os preços dos imóveis no Brasil em relação a outros países. Segundo ele, as pessoas estão comprando apartamento mais barato em Miami do que no plano piloto e nas cidades satélites do DF. O empresário Rodrigo Simões que comprou um apartamento há pouco tempo em um bairro nobre em Miami (USA) conta que pagou R$ 4,5 mil, o metro quadrado. “Comprei como investimento, na época cheguei a olhar alguns apartamento nas cidades satélites, em Samambaia encontrei imóvel de R$ 5 mil o metros quadrado”, não tive dúvida, escolhi Miami.







http://www.alo.com.br/noticias/ultim...Noticia=140200
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  #63  
Old Posted Oct 5, 2011, 6:59 PM
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Originally Posted by Fullgencio View Post
Desculpe, mas, na minha opinião, quem gasta R$48K em um relógio é um IDIOTA. Não tem outro nome para definir tal tipo de criatura. Dividir em 10x vezes ainda? kkkkkkkkkkkkkkkk....então é IDIOTA elevado a 10ª potência.

E, na minha opinião, o povo que torra dinheiro com essas marcas aí, Armani não sei das quantas, e etc, também são IDIOTAS, pois estão deixando seu dinheiro por um produto que não vale nem 1/100 disso e só serve para OSTENTAÇÃO.

OSTENTAÇÃO é para aquele tipo de pessoa insegura, em geral playboyzinhos filhinhos de papai, que não sabem como ganhar dinheiro, e vivem de mesada de papai, mamae e vovó, e precisam desse tipo de subterfúgio para se auto-afirmarem. No final das contas evidencia-se sua miséria mental e social, pois só podemos ter pena de um povo que vive em um meio que valoriza esse tipo de coisa.

Sim, eu acho que devemos comprar coisas boas e de qualidade. Mas tem coisas que são ridículas. Relógio de R$48K? Sò idiota mesmo. Carro também é ostentação. Me fala uma coisa: Para que um sujeito gasta R$400K (a maioria financiado) para comprar uma POrrsche Cayene? Só para ostentar! Então, desculpe, na minha opinião, é um idiota.
Uai não seria ostentação IDIOTA um funcionário público comprar um imovel também? Comprar por comprar para só falar que mora no Sudoeste ou Noroeste e passar fome? E pior, passar fome durante 10, 20 ou 30 anos. Isso se não morrer antes e a família ter que assumir as dívidas.

Deixem as pessoas gastarem o seu dinheiro com o que quiser, eu acho hilário, gastar com luxo o povo reclama e vem com papo do social. Eu quero ver se alguma imobiliária, construtora ou corretor faz caridade? Nenhum, só visam o lucro. Nem que seja deixar Brasília intransitável, sem água, sem luz e sem esperança e claro sem qualidade de vida e meio ambiente. E viva a bolha dos agios e dos residenciais com serviços e kitinetes.
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  #64  
Old Posted Oct 5, 2011, 8:36 PM
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Nisso eu concordo. 48 mil para os milionários de BSB equivale a uns 20 reais que tenho na minha carteira hoje. Então, se o cara tem a grana ele faz o que quiser, até rasgar, botar fogo e etc.

Esse pertence ao Luxo AAA, o que nenhum servidor público jamais pertencerá.

A gente belisca o AA e convive harmonicamente com o A, mas AAA só se tiver um plano B por trás.
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Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos
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  #65  
Old Posted Oct 6, 2011, 8:23 PM
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Otimismo é o menor desde 2010


O otimismo dos empresários sobre a atividade da construção em setembro é o menor desde janeiro de 2010. As expectativas dos industriais do setor para o nível de atividade nos próximos seis meses registraram 56,2 pontos, contra 60,1 pontos em agosto. As informações são da sondagem indústria da construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na quarta-feira, 28 de setembro. O indicador varia de zero a 100. Valores acima de 50 pontos indicam aumento da atividade, produção acima do usual ou expectativa positiva. Na comparação com setembro de 2010, quando o indicador foi 65,3 pontos, a queda do nível de atividade neste mês foi maior: 9,1 pontos.





http://coletivo.maiscomunidade.com/c...DE-2010.pnhtml
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  #66  
Old Posted Oct 7, 2011, 12:52 AM
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Não tenha dúvidas. Eu mesmo cortei muitos gastos extras para diminuir a fatura do cartão que vinha bombando, cancelei pacotes de viagem. O problema é que obra é phoda e a minha já secou minhas economias...kakkakakkaakka. Agora é poupar e popar, nada de gastar.
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  #67  
Old Posted Oct 9, 2011, 1:00 PM
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Ganha força a hipótese de bolha no País


A hipótese de bolha imobiliária no Brasil começa a ganhar força. O professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Samy Dana, por exemplo, com base em alguns cálculos, é um dos que já afirma que o País vive essa bolha.

Preços altíssimos, crédito fácil e evolução do valor do aluguel menor do que o porcentual de crescimento do preço do imóvel são alguns dos fatores que ele pontua quando quer explicar porque acha que os brasileiros já vivem a bolha imobiliária.

Outros especialistas são mais ponderados e preferem dizer que, por enquanto, não temos a bolha no Brasil. Sempre, esses especialistas, usam o cenário norte-americano vivido no fim de 2008 para justificar porque acham que os brasileiros ainda estão longe de viver tal situação.

“Mas, se começar a ocorrer uma forte inadimplência nas centenas de linhas de crédito que foram concedidas, aí sim viveremos a bolha”, comenta Nelson de Souza, professor da Ibmec do Rio de Janeiro. “Então, acho que podemos responder essa pergunta daqui a alguns anos, dois talvez”, emenda.

Cedo demais
Denise Labate Vasconcellos, professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista no mercado imobiliário, também acha cedo dizer que o País já tem uma bolha no setor imobiliário, mas ela afirma que os atuais valores dos imóveis estão próximos do pico, mas não crê em recuo.

“Enquanto houver essa situação macroeconômica de alta na renda e grande oferta de crédito imobiliário, o preço não vai cair”, afirma. Ela emenda que imóvel também é forma de investimento. “E a tendência é sempre de alta”, afirma a professora universitária.

Aqueles que representam o setor imobiliário, como é o caso de Augusto Viana, presidente do Creci de São Paulo, rebate todos os comentários feitos pelos acadêmicos e é enfático ao afirmar que “não há absolutamente nenhuma bolha imobiliária no Brasil.”













http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-b...bolha-no-pais/
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  #68  
Old Posted Oct 13, 2011, 2:05 PM
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Dez mil imóveis para todos os gostos e bolsos


Salão 'Wimóveis' de Brasília é o maior em vendas de todo o país


O comitê organizador do Salão Wimóveis lançou nesta terça-feira, no Hotel Mercury, a sexta edição do maior evento do mercado imobiliário, que já se tornou referência na cidade e é considerado o primeiro em vendas e o segundo em visitação do país. Desta vez, a sua realização ocorrerá entre os dias 19 e 23 deste mês, no Pavilhão ExpoBrasília, no Parque da Cidade. Durante cinco dias, 100 expositores movimentarão a capital federal com a oferta de mais de 10 mil imóveis para todos os gostos e bolsos. A expectativa de visitantes é de 26 mil pessoas.


Diretor comercial apresentou a programação e o novo espaço da 6ª edição do Salão

“É mais uma oportunidade de Brasília movimentar o mercado imobiliário. E acredito que o evento repetirá o sucesso das edições anteriores”, destaca presidente da Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do DF (Ademi), Adalberto Valadão. Ele descarta uma possível interferência da crise internacional, atribuindo os bons resultados do evento à consolidação do mercado imobiliário local, à renda per capita dos brasilienses e à crescente demanda do setor, além da facilidade de crédito.

Na abertura do 6º Salão Wimóveis, o ex-ministro da Fazenda, Mailson da Nóbrega, fará uma palestra com o tema “Perspectivas da Economia Brasileira”, com uma breve análise do mercado imobiliário brasileiro. Os consumidores terão à disposição imóveis de todos os tipos para todos os bolsos – residenciais e comerciais, apartamentos, casas ou salas, na planta ou prontos, novos ou usados, últimos lançamentos ou em liquidação de estoques. Os valores variam de R$ 80 mil a R$ 8 milhões.

Após três anos consecutivos no Centro de Convenções, a organização do evento constatou a necessidade de crescer e, por isso, optou por um espaço total de quase 9 mil m², que oferecerá melhores acomodações e uma melhor estrutura de estacionamento – o “grande vilão” dos eventos anteriores. “Preparamos uma estrutura para receber melhor os clientes, com manobristas e mais seguranças. Além disso, duas grandes áreas de estacionamento do Parque da Cidade, estarão à disposição dos visitantes ”, informa o diretor comercial da Wimóveis, Marcelo Ramos.













http://www.alo.com.br/noticias/ultim...Noticia=141413
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  #69  
Old Posted Oct 13, 2011, 2:07 PM
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Esse salão Wimoveis vai ser um bom termômetro, sobre uma possível bolha...
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  #70  
Old Posted Oct 13, 2011, 2:36 PM
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Esse salão Wimoveis vai ser um bom termômetro, sobre uma possível bolha...
Vai ser sim, pois as vendas despencaram 55% em Brasília. Ops.... Nem era para falar. Só de lançamentos, a Royal falou que iria lançar 60 projetos esse ano, e sequer lançou 20. E duvido que lance os outros 40 durante a feira Wimoveis.
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  #71  
Old Posted Oct 16, 2011, 2:36 AM
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Setor em franca expansão


O mercado imobiliário do Distrito Federal se mantém aquecido e pujante. A média de valorização dos imóveis chegou a 19% ao ano, de 2010 a 2011. Quantidade de unidades comercializadas se manteve em patamar alto nos últimos anos


Desde 2008, quando houve a crise americana do sub-prime dos títulos imobiliários, os investidores começaram a procurar aplicações mais seguras. No Brasil, eles viram os papéis da bolsa em queda. Nos primeiros dois meses, a grande maioria deles migrou para cadernetas de poupança, fundos DI e títulos do governo brasileiro.


Em Brasília, cidade em plena expansão, com cerca de 56% do seu PIB de consumo concentrado nos bem remunerados servidores, após estes dois meses de instabilidade de 2008, a partir de novembro, no 3º Salão WImóveis, muitos desses consumidores e em menor número investidores passaram a investir em imóveis.




Hoje, a valorização dos imóveis no Brasil entrou na agenda da grande imprensa. Matérias excelentes, outras paupérrimas, mas o que mais impressiona são os levantamentos sem definição clara da amostra pesquisada. A maciça maioria das matérias baseiam-se em pesquisas subjetivas e “qualitativas”, algo extremamente questionável no âmbito das pesquisas mercadológicas profissionais.


Com o objetivo de traçar um panorama preciso do mercado, o grupo WImoveis.com, através da sua ferramenta de Business Inteligent (WEvolução), pesquisou em sua base um universo de mais de 300 mil imóveis no período que compreendeu outubro de 2009 até setembro de 2011, separando uma amostra total de 70.398 imóveis, com uma margem de erro média de 2%. Separamos a amostra em 3 grupos para melhor análise:

1. De outubro de 2009 a setembro de 2010
Que denominamos de 2010
2. De outubro de 2010 a setembro de 2011
Que denominamos de 2011
3. De Julho de 2011 a Setembro de 2011
Que denominamos Três Últimos meses

Foram estudadas 17 regiões do DF: Águas Claras, Asa Norte, Asa Sul, Ceilândia, Cruzeiro, Gama, Guará, Lago Norte, Lago Sul, Octogonal, Park Way, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, Sobradinho, Sudoeste e Taguatinga. E oito tipologias de imóveis: apartamentos (1, 2, 3 e 4 quartos ou mais), apart-hotel, quitinete, casas e salas. Separados em 2 subtipos de imóveis: prontos (55.318) e na planta (15.080). Foram analisadas regiões e tipologias de imóveis onde os mesmos são legais, registrados em cartórios de imóveis e/ou com memorial de incorporação.


Importante informar que, para evitar distorções nas amostras, determinadas por sub-tipo, região e tipologia, menos de 50 imóveis foram excluídos da pesquisa. Outro ponto é que todos os valores em reais apresentados foram baseados em valores medianos, ou seja, existem valores menores e maiores que os mesmos. Os metros quadrados (m2) foram tratados da mesma forma, para cada tipologia devidamente estratificada.
Nestes últimos 12 meses os imóveis na planta valorizaram em média 19,58%, sendo que os que mais se valorizaram foram:


1. Salas na Asa Norte
44,44% (8,46% nos 3 últimos meses)
2. Salas na Asa Sul
38,05% (15,70% nos 3 últimos meses)
3. Apart-hotel na Asa Sul
37,55% (0,73% nos 3 últimos meses)
4. Apto. de 1 Quarto em Águas Claras
36,13% (3,03% nos 3 últimos meses)
5. Apart-hotel na Asa Norte
32,09% (2,57% nos 3 últimos meses)





Comprova-se aqui a busca contínua do imóvel como investimento focado no aluguel, pois as salas, apart-hotéis e apartamentos de um quarto são os produtos que têm um maior rendimento percentual do valor do aluguel frente ao valor do imóvel, girando em torno de 0,75% ao mês. Como esses imóveis têm restrições quantitativas de ofertas de terrenos e a procura pelos mesmos é grande, tem-se uma maior valorização dos mesmos.
As menores valorizações foram:

1. Apartamento de 1 Quarto no Noroeste
0,24% (-0,40% nos 3 últimos meses)
2. Apto. de 3 Quartos em Taguatinga
5,12% (7,52% nos 3 últimos meses)
3. Lago Norte Quitinete
6,43% (7,53% nos 3 últimos meses)
4. Apto. de 2 Quartos em Taguatinga
8,42% (0,94% nos 3 últimos meses)
5. Apto. de 2 Quartos no Noroeste
8,72% (1,13% nos 3 últimos meses)

Ou seja, das 25 estratificações pesquisadas, 23 ficaram acima dos rendimentos da caderneta de poupança, demonstrando claramente que imóvel é um bom investimento, ou talvez o melhor investimento do momento. Ou seja:
Os valores de metros quadrados mais elevados, nos três últimos meses, são:

1. Sala na Asa Sul
R$ 13.078,03 (valor mediano)
2. Sala na Asa Norte
R$ 12.818,18 (valor mediano)
3. Apart-hotel na Asa Sul
R$ 12.254,53 (valor mediano)
4. Apart-hotel na Asa Norte
R$ 12.193,67 (valor mediano)
5. Apto. de 4 Quarto no Noroeste
R$ 10.607,43 (valor mediano)

Os valores de metros quadrados mais baratos, nos três últimos meses, são:

1. Apto. de 3 Quartos na Ceilândia
R$ 3.051,95 (valor mediano)
2. Apto. de 3 Quartos na Samambaia
R$ 3.142,86 (valor mediano)
3. Apto. de 2 Quartos na Ceilândia
R$ 3.214,59 (valor mediano)
4. Apto. de 2 Quartos na Samambaia
R$ 3.400,00 (valor mediano)
5. Apto. de 2 Quartos na Gama
R$ 3.425,00 (valor mediano)

O Plano Piloto continua sendo o óasis do DF e as regiões que o rodeiam, cada vez mais charmosas e equipadas de empreendimentos com infra-estrutura total de lazer, chamam atenção dos clientes.
Para dar mais consistência qualitativa a esta matéria, entrevistamos os executivos das principais imobiliárias do DF que vendem imóveis na planta, pois estes detêm as informações das vendas, já que estas transações não são controladas pelos cartórios, os atos de registros somente ocorrem quando da entrega das chaves e da transferência definitiva da propriedade da construtora para o adquirente, mediante lavratura de escritura pública de compra e venda, e posteriormente registro no cartório de registro de imóveis da área de competência.


De acordo com estes executivos, os valores dos imóveis continuam valorizando, contudo, desde 2010, quando do estouro da caixa de pandora e até os dias atuais, os problemas que as construtoras vêem enfrentando estão localizados principalmente, ou quase que totalmente, nas “novas” exigências burocráticas governamentais: EIV (Estudo de Impacto Ambiental), RIT (Relatório de Impacto de Trânsito), PDOT (Plano Diretor de Ordenamento Territorial) e do MP (Ministério Público). Como muitas informações são “novas”, as interpretações são contraditórias de cada parte, tornando muito difícil ou muitas vezes impossível se fazer um estudo de viabilidade econômica de um terreno a ser edificado.

Dificuldade de aprovação
Hoje, para se aprovar um projeto, leva-se mais de um ano e seis meses, quando no passado recente levava-se no máximo seis meses. A dificuldade está tão grande e as informações tão inseguras que várias construtoras que só prestigiavam o DF estão embarcando em outros estados.


Temos casos de construtoras que não conseguem lançar há mais de dois anos, daí não haver outra alternativa senão procurar outros mercados, pois os custos operacionais continuam os mesmos. Estamos hoje em 2011 com o mesmo número de lançamentos de 2008, quando somente se tinha Águas Claras como oportunidade efetiva de oferta de terreno, sendo que desde 2009 as ofertas de terreno e, consequentemente, lançamentos estão em tese em diversas regiões, só que não se consegue mais lançar por causa da burocracia ou, simplesmente, por insegurança dos empresários.


Ou seja, em 2009 o DF ocupou o 2º lugar como maior mercado de vendas de imóveis do Brasil. Esta posição se manteve em 2010 e agora em 2011 corremos sério risco de perder este posto para o Rio de Janeiro e até para Salvador.

Imóveis Prontos
Os imóveis prontos com uma amostragem bem maior (55.318), quase quatro vezes superior aos imóveis na planta (15.080), nos dão noção praticamente de todo do mercado imobiliário do DF.
Assim, nestes últimos 12 meses, os imóveis prontos valorizaram em média 19,42% e os que mais se valorizaram foram:

Apartamento de 2 Quartos no Sudoeste
42,86% ( 3,33% nos 3 últimos meses)
Casa de 3 Quartos no Cruzeiro
39,71% ( 4,79% nos 3 últimos meses)
Apartamento de 2 Quartos na Ceilândia
34,81% ( 7,11% nos 3 últimos meses)
Sala na Asa Sul
34,78% ( 3,03% nos 3 últimos meses)
Apartamento de 1 Quarto na Asa Sul
34,69% (8,33% nos 3 últimos meses)

Como o imóvel pronto é um produto, digamos, para consumo imediato e o universo de pessoas que compram imóveis para morar é muito maior que os que compram para investir, vê-se uma maior valorização nos imóveis residenciais. Mas os investidores com foco no aluguel não ficam para trás. Novamente, os imóveis mais buscados para este fim estão são os 4º e 5º mais valorizados.
As menores valorizações foram:

Apartamento de 3 quartos no Riacho Fundo
1,08% ( 3,19% nos 3 últimos meses)
Apartamento de 2 quartos no Riacho Fundo
5,41% ( -2,52% nos 3 últimos meses)
Apart-Hotel na Asa Sul
5,60% ( 30,30% nos 3 últimos meses)
Apartamento de 2 quartos na Asa Sul
7,87% (10,42% nos 3 últimos meses)
Apartamento de 3 quartos na Ceilândia
8,15% ( 2,24% nos 3 últimos meses)

Ou seja, das 59 estratificações pesquisadas, 57 ficaram acima dos rendimentos da Caderneta de Poupança e apenas 3 ficaram abaixo. Destes 3, observa-se em 1 deles (Apart-Hotel na Asa Sul) um forte tendência de valorização, já que nos últimos três meses estes valorizaram 30,30%. Demonstrando, novamente e de forma clara que imóvel é um bom investimento, ou talvez o melhor investimento do momento.
Os valores de metros quadrados mais elevados, nos três últimos meses, são:

Sala na Asa Norte
R$10.882,35 (valor mediano)
Apartamento de 4 Quartos no Sudoeste
R$10.193,55 (valor mediano)
Apart-hotel na Asa Norte
R$ 9.864,86 (valor mediano)
Sala na Asa Sul
R$ 9.714,29 (valor mediano)
Apartamento de 2 Quartos no Sudoeste
R$ 9.687,50 (valor mediano)

Os valores de m² mais baratos, nos três últimos meses, são:

Casa de 3 Quartos no Recanto das Emas
R$ 1.465,52 (valor mediano)
Casa de 2 Quartos no Recanto das Emas
R$ 1.465,52 (valor mediano)
Casa de 4 Quartos em Sobradinho
R$ 1.662,96 (valor mediano)
Casa de 3 Quartos em Samambaia
R$ 1.704,76 (valor mediano)
Casa de 3 Quartos no Gama
R$ 1.764,71 (valor mediano)

Diferentemente dos imóveis na planta, os quais, basicamente, só é possível acompanhar os apartamentos e salas, os imóveis prontos acompanha-se quase todas as tipologias em basicamente quase todas as regiões do Distrito Federal.















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  #72  
Old Posted Oct 17, 2011, 11:37 AM
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Sinais que a bolha estourou em Águas Claras, o empreendimento da MRV denominado TOP LIFE, de milhares de unidades no condominio, somente 3 unidades foram entregues.... E o bicho está pegando para piorar a MRV se recusa a pagar a ANALT, pois alteraram a destinação da área de institucional para residencial, e a MRV não quer pagar 7 milhões ao GDF. Mais outro motivo que a bolha vai estourar em cima de todas as construtoras que não pagam ANALT.

Como por exemplo Attos e HC que mal lançaram o Park Premium que fora sumariamente cancelado, não por falta de EIV ou RIT, foi por que ambas as construtoras não pagaram o GDF.
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  #73  
Old Posted Oct 17, 2011, 1:06 PM
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Disparada de aluguéis torna mais vantajosa a compra de imóveis

Correio Braziliense, Vera Batista, Gustavo Henrique Braga

Alugar um imóvel no Brasil virou um pesadelo. Valores cada vez mais salgados e a disputa por um espaço, além da lista interminável de documentos, vêm desestimulando os candidatos a inquilino. Além disso, estudos de entidades ligadas ao setor mostram que o preço da compra de casas e apartamentos vem caindo, enquanto o valor do aluguel por metro quadrado, em dólar, sobe sem parar. Entre os países emergentes e da América Latina, o Brasil apresenta o quarto maior valor (US$ 19), abaixo apenas de Rússia (US$ 47), Índia (US$ 31) e África do Sul (US$ 21). Mas acima de Argentina, China (US$ 15) Uruguai e Chile (US$ 11). Em cidades como Brasília, uma das explicações para aluguéis tão exorbitantes, segundo especialistas, é a forte demanda de estrangeiros por conta da falta de vagas em hotéis.

O advogado Jacques Veloso comprovou, na prática, que a prestação de um financiamento para a compra de uma casa de 450 metros quadrados, no Lago Sul, em Brasília, é muito inferior ao aluguel mensal. Ao adquirir o imóvel que já ocupava, o desembolso caiu de R$ 16 mil para R$ 10 mil mensais — em 370 meses, ou 30 anos. "Com várias vantagens. Na compra, segue-se uma tabela prefixada e o valor é decrescente, em termos reais. Se pegarmos a última parcela, por exemplo, o pagamento cairá para o equivalente a R$ 2,3 mil, enquanto o aluguel só tende a crescer com os reajustes do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M). Em 30 anos, custaria mais que o dobro", calcula Veloso.

O consultor financeiro Emerson Castello Branco alerta que, antes de comprar um imóvel, as pessoas devem fazer um conjunto de ponderações, tais como perspectivas de mudanças no trabalho, de casamento e da chegada de filhos, além de considerar a idade atual. No entender de Castello Branco, a pessoa só deve buscar um financiamento caso tenha, por exemplo, um emprego estável. "Se houver possibilidade de transferência, por exemplo, o aluguel é mais indicado, já que vender não é tão rápido em caso de mudança", alerta o consultor. "Se a pessoa pretende casar e ter filhos, deve buscar um imóvel maior, de três quartos, para que, com o tempo, a moradia não fique apertada demais."

Na planta
Seguidas todas essas precauções, optar pelo financiamento imobiliário é, na maioria dos casos, o mais recomendado. "O aluguel é como um poço sem fundo em que a gente paga, mas não vê um retorno do dinheiro", argumenta a dona de casa Cristiane Poleta, 35 anos. Casada com um militar, ela se mudou há três anos de Santa Catarina para Brasília, onde, desde então, vive como inquilina. Agora, já estabilizada na capital federal, Cristiane estuda comprar um imóvel. "Ainda estamos olhando, mas a ideia é adquirir um apartamento na planta, que deve sair mais em conta. Pelas condições que o corretor apresentou, é possível obter um financiamento de 100 parcelas de R$ 1,5 mil, bem melhor do que os R$ 3 mil que pago atualmente de aluguel."

Henrique Soares e Simone Antunes, dois amigos que moravam há anos em cidades diferentes e coincidentemente se encontraram em Brasília depois de aprovados em concurso público, também preferiram se tornar proprietários. Henrique pretendia trazer a mãe da Bahia para morar em uma quitinete alugada, mas desistiu ao comparar os preços. "Eu ia pagar R$ 1,2 mil por um lugar meio apertado no Sudoeste. Resolvi comprar e tenho uma prestação de R$ 900", diz.

Simone, já instalada, queria alugar um apartamento de sala e quarto para o filho mais velho, mas seguiu o mesmo raciocínio do amigo e economizou R$ 300 por mês devido à diferença entre o valor das parcelas. "O aluguel na Asa Norte era de R$ 1,9 mil. Comprei um apartamento maior e com prestação bem mais barata em Águas Claras", comemora.

Leonel Alves, diretor comercial da Lopes Royal, ressalta que, ao adquirir um imóvel, o morador está também construindo um patrimônio. "O farto acesso ao crédito levou muita gente a financiar a casa própria. Hoje, há diversas opções, com possibilidade de pagamento em até 30 anos", pondera. Dados da Caixa reforçam o discurso de Leonel: só neste ano, o banco estatal prevê liberar R$ 90 bilhões em crédito imobiliário, um crescimento de 16,8% em relação ao ano passado.

Diogo Araújo, gerente comercial da Paulo Baeta, argumenta que mesmo quem paga pouco como locatário pode obter vantagem ao entrar num financiamento. "Não é difícil para uma pessoa que gasta R$ 400 mensais com um aluguel em Samambaia, por exemplo, conseguir um empréstimo de 360 meses para um imóvel semelhante com parcelas iguais ou inferiores", sugere. Leonardo Guerra, diretor da Silco Engenharia, tem visão parecida. "Ao longo do financiamento, a tendência do bem é se valorizar, mas as prestações serão equivalentes àquelas da data de aquisição. Por isso, a compra é um bom negócio", afirma.

Valor justo
No entanto, não existe uma resposta pronta sobre qual a melhor opção, já que tudo depende da situação do comprador ou possível locatário. Um aluguel é considerado justo quando equivale a 0,5% do valor do imóvel. Para um apartamento de R$ 200 mil, o pagamento mensal não deve ultrapassar R$ 1 mil. Mas a despesa pode chegar a 0,7%, dependendo de fatores como a localização e o padrão de acabamento. Se o gasto dói no bolso, pode ser melhor partir para um financiamento. "A decisão deve se basear não apenas no montante do crédito, mas também no momento da vida de cada um. Para quem está mudando de cidade, ou não tem emprego estável, é melhor estudar bem o que fazer", analisa Marcelo Prata, administrador do blog Canal do Crédito.

Recentemente, surgiu uma nova profissão que vem crescendo no Brasil: a de corretor financeiro. São pessoas que fazem a intermediação entre os bancos e o pretendente à compra de um imóvel. "Mesmo assim, o cidadão deve pesquisar, pesquisar e pesquisar", aconselha Prata. Apesar das facilidades existentes e de acreditar que, sob o ponto de vista financeiro, a aquisição é quase sempre a melhor escolha, Prata aconselha quem está pensando em tomar essa decisão a conversar, antes, com pessoas que já compraram imóvel, participar de fóruns de discussão sobre o assunto e consultar especialistas. "Você pode até não ter que providenciar os documentos pessoalmente, mas ficará mais consciente de tudo o que envolve uma operação imobiliária", ressalta.

É preciso, além disso, comparar as condições oferecidas por diferentes bancos. O correto é observar o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento, que inclui todas as cobranças previstas, como juros, seguro e tarifas bancárias. O Canal do Crédito criou um sistema que permite a qualquer pessoa fazer essa comparação.

Tributo onera a operação
Na compra de uma casa ou apartamento, há ainda os gastos com o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e taxas, que podem perfazer cerca de 5% do valor de aquisição. A alíquota do ITBI, recolhido pela prefeitura do município (ou pelo Governo do Distrito Federal, no caso de Brasília) é, em média, de 2,5% do valor do bem, podendo superar os 3%. É preciso também levar em conta os custos com elaboração da escritura de compra e venda, que deve ser feita em um Cartório de Notas, e prever a despesa com o registro do documento no Cartório de Registro de Imóveis.

Fonte: http://clipimobiliario.com.br/index....ado&Itemid=101
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Old Posted Oct 17, 2011, 1:06 PM
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LLAP
 
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Só não vê falta de hotéis o CARTEL HOTELEIRO, que querem continuar cobrando o olhos da cara dos turistas sem oferecer nada em troca.
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Old Posted Oct 19, 2011, 12:55 PM
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Vendas contratadas da Tecnisa recuam 10% no terceiro trimestre



A incorporadora e construtora Tecnisa encerrou o terceiro trimestre do ano com vendas contratadas de R$ 336,9 milhões, resultado 10% inferior ao apurado no mesmo período de 2010. O número faz parte de uma prévia divulgada pela companhia na noite de ontem e refere-se apenas à parcela da Tecnisa nos empreendimentos.

A empresa atribuiu o fraco resultado à maior demora no processo de aprovação. Segundo a Tecnisa, 76% do total de lançamentos foi efetuado nos últimos dias de setembro, contribuindo pouco com as vendas até o fechamento do trimestre.

Entre julho e setembro, foram lançados seis empreendimentos, totalizando um valor geral de vendas (VGV) de R$ 312,3 milhões, o que representa uma queda de 45% ante o terceiro trimestre do ano passado.

No acumulado dos nove primeiros meses do ano, no entanto, a empresa alcançou um total de R$ 1,42 bilhão em vendas contratadas, com avanço de 87% em relação ao mesmo intervalo do ano passado.

Já os lançamentos totalizaram R$ 1,1 bilhão até setembro, 10% superior na mesma base de comparação.












http://www.valor.com.br/online/empre...0-no-terceiro-
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Old Posted Oct 21, 2011, 7:39 PM
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Negócios a todo vapor no 6º Salão WImóveis


Segundo e terceiro dias do maior salão imobiliário do Centro-Oeste são marcados pela subida das vendas



Augusto Abdala, o vice-governador do DF, Tadeu Filippelli, Adalberto Valadão e Marcelo Ramos deram o pontapé inicial para as vendas


Os negócios continuam a todo o vapor nos estandes do 6º Salão WImóveis, que teve início quarta e vai até este domingo (23), no Expo Brasília, Parque da Cidade. Nas ofertas de unidades com preços mais acessíveis ou aquelas de alto padrão, a clientela tem se mostrado satisfeita com a oferta que gira em torno dos 10 mil imóveis. O psicólogo Osmar Alencastro, 37 anos, foi ao evento com a esposa para olhar apartamentos de 3 quartos e ficou satisfeito com o que viu.


O diretor da Silco Engenharia, Leonardo Guerra, explica o vasto leque de opções baseado no bom momento do mercado de imóveis e construção civil que Brasília atravessa, tendo em vista as ótimas expectativas provenientes de duas tendências de mercado: o crescimento numérico da classe C e o seu poder de aquisição. Guerra também cita que o aluguel perdeu certo espaço para a compra. “Houve uma significativa ampliação do número de pessoas que compram imóveis para morar. Este é um tipo de cliente mais sólido, pois a probabilidade de ele desistir do negócio no meio do caminho é muito menor”, avalia. O diretor da Silco revela que cresce o número de investidores que compram imóveis para complementar a renda na época de sua aposentadoria. Com o crescimento, as instituições bancárias garantiram presença no 6º Salão. Kleber Assem, gerente de Negócios do Banco do Brasil, afirma que estar lá envolve razões estratégicas.


Chegando no mercado de Brasília para ficar



Muitas são as situações narradas envolvendo empresas já tradicionais e consolidadas no mercado. Mas com o bom momento do mercado, é natural que novos investimentos surjam e que outras marcas busquem seu espaço. É o caso da Raphael Campos Imóveis, inaugurada há apenas oito meses no Sudoeste e com estande no 6º Salão WImóveis. “Tenho 18 corretores focados no mercado de lançamentos e imóveis prontos”, resume.









http://coletivo.maiscomunidade.com/c...IMOVEIS.pnhtml
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Old Posted Oct 21, 2011, 7:40 PM
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Old Posted Oct 23, 2011, 1:28 PM
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Saldo positivo nos cinco dias




Terminado o 6º Salão WImóveis, resultados positivos em termos de vendas e movimentação são comemorados tanto por empresários quanto visitantes


Foram cinco dias nos quais Brasília respirou os ares do mercado imobiliário. Segunda força nacional em termos de negócios envolvendo imóveis, o Distrito Federal comemora o bom momento vivido pelo setor junto ao da construção civil. Estima-se que R$ 300 milhões tenham sido movimentados na sexta edição do Salão WImóveis.


O segredo do sucesso está na organização. Entre os dias 19 e 23 de outubro, 35 pessoas entre colaboradores e parceiros colocaram em ação o planejamento que durou cerca de um ano. O comitê organizador foi formado por presidentes e colaboradores das principais entidades do setor de imóveis, casos da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi-DF), do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do DF (Creci-DF) e da Associação dos Notários e Registradores do DF (Anoreg-DF).


Estima-se que foram movimentados R$ 300 milhões na 6ª edição do Salão WImóveis que reuniu 40 mil pessoas nos cinco dias



Haviam imóveis de todos os tipos e para todos os bolsos. Residenciais e comercias, apartamentos, casas ou salas, na planta ou prontos, novos ou usados, últimos lançamentos ou em liquidação de estoques. Na média geral, as transações tiveram valores entre R$ 80 mil e R$ 8 milhões, desde casas em Águas Lindas a mansões nos lagos Sul e Norte, passando por imóveis nas diversas regiões administrativas do Distrito Federal. E ainda, os tradicionais Guará, Águas Claras, Gama, Samambaia e os novíssimos Noroeste e Park Sul.


Fernando Garrido, gerente de incorporação no Centro-Oeste da OAS Empreendimentos, acredita que o evento teve sucesso porque o mercado imobiliário brasiliense é forte e promissor. “A grande quantidade de oportunidades de trabalho geradas aqui em Brasília, especialmente na área pública, proporciona uma constante demanda por habitação. Há muitas pessoas que vêm de todo o Brasil para viver aqui”, completa.

Sindicato vê futuro promissor para o DF


O presidente do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (Secovi-DF), Carlos Hiram , crê que Brasília deve seguir acreditando em seu setor imobiliário para alavancar a economia. “Apesar dos anseios provocados pela crise financeira externa, Brasília se mostra alheia a isso. Tem potencial para crescer ainda mais, ao contrário do que muitos pensam, e pode fazer isso”, prevê. Hiram vai além e vê o WImóveis como o maior evento imobiliário do País. “Os números oficiais ainda não saíram, mas o fluxo de caixa dos estandes já mostra um resultado excelente. Particularmente, vejo o salão hoje como a maior reunião de vendedores e clientes que realmente fecham negócio. Foi gerado um grande valor agregado de vendas”, finaliza.









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  #79  
Old Posted Oct 26, 2011, 9:38 PM
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Compre um apê e leve um carro novo


A PaulOOctavio Investimentos Imobiliários e a Via Empreendimentos Imobiliários lançam a promoção Chaveiro Completo, que dá um Novo Uno 0km na compra de qualquer apartamento de quatro quartos na segunda fase do empreendimento Residencial Península, em Taguatinga. Nada de sorteio. O cliente só tem que fechar negócio até o dia 31 de dezembro, e sai com as chaves do apartamento e do carro na mão.




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  #80  
Old Posted Oct 26, 2011, 9:40 PM
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Será que está difícil de vender???
Estão tentando de tudo pra animar os consumidores
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