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  #1  
Old Posted Feb 26, 2013, 4:54 PM
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Hotelaria no Brasil - Movimentações do Setor

Movimentações do Setor de Hotelaria no ambito nacional.
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  #2  
Old Posted Feb 26, 2013, 4:56 PM
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Marriott Expands in Brazil


Rendering of the new Courtyard by Marriott Hotel in Brazil

BETHESDA, MD—Marriott International plans to open a new 162-room Courtyard by Marriott Hotel in Recife, Pernambuco, Brazil’s largest city in the Northeastern region of the country.

The hotel is developed under a management agreement with Rio Ave Ltda., a local real estate developer. This project, already under construction, will be the Rio Ave Ltda’s first venture into the lodging sector and is scheduled to open in the second quarter of 2014, before the World Cup.

In addition to 162 guestrooms, the 12-story hotel will feature the brand’s business lobby, a casual dining restaurant, 3,230 sq. ft. of meeting space and recreational facilities including a swimming pool and a fitness center.

Marriott International is currently represented in Brazil by the 445-room Renaissance Sao Paulo Hotel, 245-room JW Marriott Hotel Rio de Janeiro, the 311-room Sao Paulo Airport Marriott, 114-unit Marriott Executive Apartments Sao Paulo and the 128-room Hotel & Spa do Vinho Caudalie. A 165-room Fairfield Inn by Marriott in Porto Alegre and a 160-room Fairfield Inn by Marriott in Curitiba are currently under development. Both are set to open in the first half of 2014 before the World Cup. In addition, a 158-room Courtyard by Marriott hotel in Curitiba is scheduled to open in early 2015.

Fonte: http://www.hotelbusiness.com/hb/link...s.asp?ID=44464
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  #3  
Old Posted Feb 26, 2013, 4:57 PM
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Pelo que li num artigo recentemente, Recife irá também ganhar um Renaissance e Marriott (hotéis 5 estrelas) e um Fairfield Inn (hotel 3 estrelas). Enquanto isso, Brasília continua fora da rota dos investimentos.
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  #4  
Old Posted Mar 18, 2013, 3:48 PM
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WTorre e HSI entram no segmento de hotéis com a Zii



Com investimento de R$ 350 milhões, joint venture prevê lançar 20 empreendimentos em três ano. O primeiro será no Pará


Foto: Fernando Moraes/Veja

WTorre e HSI: ambas já eram parceiras em outros empreedimentos no Pará

A WTorre e a gestora de fundos Hemisfério Sul Investimentos (HSI) criaram uma joint-venture voltada para o desenvolvimento e gerenciamento de hotéis. Batizada de Zii, a nova empresa recebeu investimentos conjunto de 350 milhões de reais e nasce com a pretensão de inaugurar 20 empreendimentos até 2015.

A missão da Zii será a de levar a rede hoteleira para cidades com elevada taxa de crescimento econômico, mas que ainda não contam com hotéis para atender executivos. A primeira unidade será inaugurada em Parauapebas, no Pará, uma cidade que conta com menos de 260.000 habitantes.

“Os empreendimentos Zii estarão instalados em pontos estratégicos do país, terão padrão internacional e são voltados para os executivos pertencentes às gerações Y e Z, que esperam encontrar nos hotéis serviços digitais rápidos e impressionantes”, afirma Julio Gavinho, diretor-presidente da joint venture.

A cidade paraense também foi escolhida por já abrigar empreendimentos da construtora em parceria com o fundo de investimento: o Alvorá Parauapebas; desenvolvido pela Cipasa/HSI/WTorre; e o Unique Shopping, implantado pela WTorre S/A.

Cada unidade Zii terá entre 100 e 168 quartos com metragem entre 20 e 24 metros quadrados, equipados com televisões de LED com 42 polegadas, ar condicionado, cofre, internet wi-fi, estação para Ipod e minibar.









http://exame.abril.com.br/negocios/n...teis-com-a-zii
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  #5  
Old Posted Mar 19, 2013, 2:00 AM
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Com certeza Mamute, em Brasília terá pelo menos 2, um no Damha e outro em Sobradinho, pode apostar.
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  #6  
Old Posted Mar 24, 2013, 10:31 PM
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Os 33 destinos mais caros para se hospedar no Brasil



Conta salgada no hotel


Muitos turistas, sejam estrangeiros ou brasileiros, se surpreendem negativamente com os preços da hospedagem no Rio de Janeiro. Eles não estão errados, mas a situação é ainda mais complicada em outra cidade do estado, Angra dos Reis, a mais cara do país. Por lá, conseguir um quarto para dormir sai em média por 482 reais por noite.

As informações são do estudo Hotel Price Index, elaborado pelo site Hoteis.com. O levantamento baseia-se em reservas feitas no serviço online usando como base os valores efetivamente pagos pelos hóspedes pela diária de cada quarto, não os anunciados pelos hotéis.

No ranking global, o Brasil ficou como o 34º país mais caro para se hospedar, com cada quarto custando em média 266 reais. Somos mais baratos que a República Dominicana (571 reais), que ganhou o título de país com hotéis mais salgados, e que os Estados Unidos, que aparece em 18º, com uma média de 329 reais. A Argentina aparece em 40º lugar: dá para se hospedar no país dos hermanos por uma média de 247 reais a diária.

Foto: Carlos Goldgrub / Viagem e Turismo


____________________________________________

1. Angra dos Reis (RJ) - 482 reais
Preço em 2012: 482 reais

Preço em 2011: 445 reais

% de alteração: 8%

Foto: Roosewelt Pinheiro/ABR


2. Rio de Janeiro (RJ) - 454 reais
Preço em 2012: 454 reais

Preço em 2011: 391 reais

% de alteração: 16%

Foto: Amanda Previdelli/Arquivo


3. Guarujá (SP) - 445 reais
Preço em 2012: 445 reais

Preço em 2011: 393 reais

% de alteração: 13%

Foto: Priscila Zambotto/Viagem e Turismo


4. Barueri (SP) - 351 reais
Preço em 2012: 351 reais

Preço em 2011: 298 reais

% de alteração: 18%

Foto: Lucas Garcia/Wikimedia Commons


5. Búzios (RJ) - 328 reais
Preço em 2012: 328 reais

Preço em 2011: 331 reais

% de alteração: -1%

Foto: Wikimedia Commons / Mario Roberto Duran Ortiz


6. Recife (PE) - 312 reais
Preço em 2012: 312 reais

Preço em 2011: 232 reais

% de alteração: 35%

Foto: Luis Morais/ VOCÊ S/A


7. São Paulo (SP) - 309 reais
Preço em 2012: 309 reais

Preço em 2011: 301 reais

% de alteração: 3%

Foto: Wikimedia Commons


8. Campinas (SP) - 290 reais
Preço em 2012: 290 reais

Preço em 2011: 281 reais

% de alteração: 3%

Foto: Quatro Rodas


9. Ilha Grande (RJ) - 269 reais
Preço em 2012: 269 reais

Preço em 2011: 229 reais

% de alteração: 17%

Foto: Andrea D'amato / Viagem e Turismo


10. Belém (PA) - 268 reais
Preço em 2012: 268 reais

Preço em 2011: 228 reais

% de alteração: 18%

Foto: Renato Ribeiro/Flickr/Creative Commons


11. Brasília (DF) - 264 reais
Preço em 2012: 264 reais

Preço em 2011: 260 reais

% de alteração: 2%

Foto: Fábio PozzeboM/ABr


12. Florianópolis (SC) - 260 reais
Preço em 2012: 260 reais

Preço em 2011: 236 reais

% de alteração: 10%

Foto: Wikimedia Commons


13. Belo Horizonte (MG) - 255 reais
Preço em 2012: 255 reais

Preço em 2011: 262 reais

% de alteração: -3%

Foto: Wikimedia Commons


14. Maceió (AL) - 250 reais
Preço em 2012: 250 reais

Preço em 2011: 244 reais

% de alteração: 2%

Foto: Wikimedia Commons


15. Morro de São Paulo (BA) - 247 reais
Preço em 2012: 247 reais

Preço em 2011: 238 reais

% de alteração: 4%

Foto: Gabriela Aguerre/Arquivo


16. Vitória (ES) - 243 reais
Preço em 2012: 243 reais

Preço em 2011: 255 reais

% de alteração: -5%

Foto: Augusto Janiscki/Flickr/Creative Commons


17. Jericoacoara (CE) - 239 reais
Preço em 2012: 239 reais

Preço em 2011: 228 reais

% de alteração: 5%

Foto: Frederic Laouenan/Divulgação


18. Foz do Iguaçu (PR) - 235 reais
Preço em 2012: 235 reais

Preço em 2011: 193 reais

% de alteração: 22%

Foto: Wikimedia Commons


19. São José dos Campos (SP) - 232 reais
Preço em 2012: 232 reais

Preço em 2011: 196 reais

% de alteração: 18%

Foto: Wilson Neves de Miranda/ Wikimedia Commons


20. Cuiabá (MT) - 228 reais
Preço em 2012: 228 reais

Preço em 2011: 221 reais

% de alteração: 3%

Foto: Wikimedia Commons


21. Parati (RJ) - 226 reais
Preço em 2012: 226 reais

Preço em 2011: 246 reais

% de alteração: -8%

Foto: Rodrigo Soldon/Creative Commons


22. Balneário Camboriú (SC) - 217 reais
Preço em 2012: 217 reais

Preço em 2011: 235 reais

% de alteração: -5%

Foto: Mario Roberto Duran Ortiz/Wikimedia Commons


23. Natal (RN) - 217 reais
Preço em 2012: 217 reais

Preço em 2011: 235 reais

% de alteração: -8%

Foto: Wikimedia Commons


24. São Luis (MA) - 216 reais
Preço em 2012: 216 reais

Preço em 2011: 246 reais

% de alteração: -12%

Foto: Wikimedia Commons


25. Salvador (BA) - 215 reais
Preço em 2012: 215 reais

Preço em 2011: 232 reais

% de alteração: -7%

Foto: Wikimedia Commons


26. Manaus (AM) - 213 reais
Preço em 2012: 213 reais

Preço em 2011: 206 reais

% de alteração: 3%

Foto: Wikimedia Commons


27. Porto Alegre (RS) - 211 reais
Preço em 2012: 211 reais

Preço em 2011: 204 reais

% da alteração: 3%

Foto: Wikimedia Commons


28. João Pessoa (PB) - 208 reais
Preço em 2012: 208 reais

Preço em 2011: 208 reais

% de alteração: 0%

Foto: Wikimedia Commons


29. Fortaleza (CE) - 205 reais
Preço em 2012: 205 reais

Preço em 2011: 207 reais

% de alteração: -1%

Foto: Wikimedia Commons


30. Goiânia (GO) - 186 reais
Preço em 2012: 186 reais

Preço em 2011: 193 reais

% de alteração: -4%

Foto: Wikimedia Commons


31. Curitiba (PR) - 186 reais
Preço em 2012: 186 reais

Preço em 2011: 203 reais

% de alteração: -8%

Foto: Elaine Skowronski / Guia Quatro Rodas


32. Joinville (SC) - 169 reais
Preço em 2012: 169 reais

Preço em 2011: 138 reais

% de alteração: 23%

Foto: Wikimedia Commons


33. Campo Grande (MS) - 167 reais
Preço em 2012: 167 reais

Preço em 2011: 146 reais

% de alteração: 15%

Foto: Wikimedia Commons














http://exame.abril.com.br/brasil/not...edar-no-brasil
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  #7  
Old Posted Mar 25, 2013, 1:00 AM
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Isso vai depender da estação e do cartel hoteleiro. Igual em Brasília, ano passado era de 127 dolares e hoje está em 227 dolares. Cobram muito e oferecem nada em troca.
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  #8  
Old Posted Mar 29, 2013, 12:38 AM
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Na cama do inimigo

O executivo brasileiro Alínio Azevedo Neto, que está trazendo a rede de luxo Four Seasons ao Brasil, passa mais tempo no avião do que em sua casa e dorme nos hotéis da concorrência

Por Rafael FREIRE

O dia a dia do executivo potiguar Alínio Azevedo Neto, 37 anos, passa longe da tranquilidade das paradisíacas praias de Natal, sua cidade de origem. Como diretor para a América Latina e Portugal da rede canadense de hotéis de luxo Four Seasons, ele tem dois endereços fixos. Um deles é Toronto, onde funciona a sede da companhia. O outro, Miami, cidade que escolheu para morar com a esposa, também brasileira, e suas duas filhas nascidas nos Estados Unidos. Mas não é nenhum exagero dizer que Azevedo Neto vive mesmo, na maior parte de seu tempo, dentro de um avião e dos hotéis da concorrência. Explica-se: ele tem o hábito de perambular pelos mercados potenciais em que a Four Seasons ainda não opera.


Um estranho no ninho: Azevedo Neto, da Four Seasons, posa para a foto no hotel Bourbon Convention, em São Paulo

Passa, pelo menos, metade do mês longe de suas bases. E, nesses casos, hospeda-se nos hotéis dos rivais. Foi num deles, inclusive – o Bourbon Convention Ibirapuera, que o executivo recebeu DINHEIRO para esta entrevista "Conheço praticamente todos os hotéis de luxo de São Paulo", afirma Azevedo Neto. Essa rotina, pelo menos quando ele estiver no Brasil, está com os dias contados. Isso porque a Four Seasons se prepara para estrear no País, inaugurando cinco hotéis com a sua bandeira até 2018, em um investimento estimado em R$ 1,5 bilhão. No plano estão previstos duas unidades em São Paulo e outras em Pernambuco, Brasília e Rio de Janeiro. Para atender o mercado carioca, a companhia também analisa possíveis aquisições.

"Há muita escassez de terrenos na zona Sul para começar um projeto do zero", diz Azevedo Neto. Ele não confirma, mas uma das negociações envolve o Gloria Palace Hotel, que pertence ao grupo EBX, do bilionário Eike Batista. Procurada, a EBX não admitiu as conversas. O desembarque no Brasil faz parte da estratégia de expansão da companhia na América Latina. A Four Seasons conta atualmente com dois hotéis no México, e mais três na Costa Rica, na Argentina e no Uruguai. Em cinco anos, serão construídas 16 novas unidades na região. Além do País, Chile, Peru e Colômbia também vão receber hotéis da rede canadense. Com isso, a missão de Azevedo Neto é dobrar a participação dos países latino-americanos, hoje estimada em 10%, no faturamento global da companhia, até 2018.



Boa estada: o Four Seasons de Toronto será referência para a unidade que será construída em São Paulo

"Adotamos uma postura mais pró-ativa com relação a esse mercado", diz Azevedo Neto. Isso significa buscar parceiros dispostos a investir alto na construção de um empreendimento nos padrões da Four Seasons. É o caso da Iron House Real Estate, braço de investimentos imobiliários do grupo pernambucano Cornélio Brennand. As duas empresas, inclusive, já assinaram uma carta de intenções prevendo a construção de um hotel na capital paulista e outro na região metropolitana de Recife. "O Brasil tem uma carência enorme de hotéis de alto luxo", afirma Ruy Rego, presidente da Iron House. Segundo ele, as duas unidades deverão ser inaugurados em 2016.

Em São Paulo, o Hotel Four Seasons consumirá R$ 430 milhões e será integrado ao Parque da Cidade, novo bairro composto por edifícios corporativos, residenciais e shopping center, em construção pela baiana Odebrecht, na marginal do rio Pinheiros, na zona Sul da cidade. Já o projeto pernambucano custará R$ 300 milhões. Trata-se de um resort urbano com 153 suítes, na Reserva do Paiva, outro bairro em desenvolvimento pela Odebrecht. Considerada a maior rede de hotéis de alto luxo no mundo, a Four Seasons conta com 91 unidades em 36 países. Sua chegada ao Brasil pode ser encarada como a abertura de um novo nicho de mercado. De acordo com Ricardo Mader, diretor da consultoria inglesa Jones Lang LaSalle, hotéis butiques, como o Fasano, o Copacabana Palace, e o Unique, dominam o mercado brasileiro. "É um segmento promissor, pois o Brasil virou um grande destino de negócios e turismo para os consumidores abastados", afirma Mader.

Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noti...AMA+DO+INIMIGO
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  #9  
Old Posted Mar 29, 2013, 12:40 AM
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Eu já até sabia, mas eu não posso nem revelar o lugar o hotel Four Seasons Brasília nem a construtora. Só devido esse boato agora confirmado, a Marriott pensa trazer o Ritz Carlton também para Brasília. Coitados dos cartel hoteleiro em Brasília, como irão reagir a vinda das bandeiras de luxo internacional.
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  #10  
Old Posted Apr 1, 2013, 10:42 PM
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Hyatt negocia retomada de expansão no Brasil

A rede americana de hotéis Hyatt está retomando um projeto agressivo de expansão no Brasil com a construção de até 14 novas unidades nos próximos anos. Conforme apurou o Estado, a ideia seria desengavetar boa parte dos empreendimentos até 2016.

O movimento inclui negociações com novos parceiros para substituir a incorporadora Tecnisa. Há três anos, as duas companhias estiveram perto de pôr em prática um projeto para construir 15 unidades - introduzindo a Hyatt Place, bandeira de padrão mais modesto, no mercado brasileiro.

Desde então, no entanto, o único projeto que se tornou realidade foi a construção de uma segunda unidade Hyatt na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que já está em obras - o novo hotel, porém, segue o mesmo padrão do que já existe em São Paulo. Entre os projetos em análise, dizem fontes de mercado, está a restauração de um edifício histórico para a construção de uma unidade em Salvador. O mercado de Belém também está sendo avaliado.

A decisão da rede Hyatt de voltar a acelerar sua expansão no País estaria relacionada ao fato do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ter uma linha de crédito especial para financiar projetos hoteleiros para suprir a demanda da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. Procurada, a companhia não deu detalhes sobre o projeto, mas disse ter montado um escritório só para cuidar das negociações de expansão no País.

Fonte

Last edited by pesquisadorbrazil; Jun 19, 2013 at 3:44 AM.
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  #11  
Old Posted Apr 1, 2013, 10:43 PM
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Veremos mesmo, pois em 2009 a Hyatt anunciou o Hyatt Regency Brasília e nem saiu do papel, de depois em 2010, a Hyatt anunciou o Hyatt Place Brasília e nada. Tudo fora desmentido. Agora será que sai mesmo do papel?
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  #12  
Old Posted Jun 11, 2013, 2:00 AM
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Hotéis caros afastam turistas da Copa das Confederações



Aumento em hotéis chega a 80% no Distrito Federal e 77% em Fortaleza



A Copa das Confederações está chegando e a procura por pacotes em hotéis pelos turistas está abaixo do esperado. Uma pesquisa do mercado hoteleiro mineiro, no qual os pacotes fechados são poucos, afirmou que o aumento das diárias chega a 90% e a variação no preço de um hotel para outro também existe.

E não é só em Belo Horizonte que os preços ficaram salgados. Uma pesquisa da Embratur revela que no Rio de Janeiro algumas diárias passaram de R$ 382 para R$ 450, um aumento de 18%. Hospedar-se em Fortaleza ficou 77% mais caro, as diárias passaram de R$ 188 para R$ 332 e no Distrito Federal o aumento chegou a quase 80%, de R$ 254 as diárias pularam de R$ 254 para R$ 454.










http://esportes.r7.com/futebol/copa-...acoes-10062013
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  #13  
Old Posted Jun 13, 2013, 7:22 PM
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Ministro ameaça fechar hotéis que cobrarem preços abusivos durante Copa das Confederações


O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, anunciou nesta quinta-feira "tolerância zero" para abusos de preços nas diárias dos hotéis, conforme denúncias divulgadas pela imprensa, por causa da Copa das Confederações, que começa neste sábado, em Brasília, com o jogo Brasil x Japão, e da Copa do Mundo de 2014, programada para acontecer em 12 capitais brasileiras.

Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, Rebelo disse que o governo poderá acionar a Polícia Federal, além dos órgãos de fiscalização dos estados e municípios, pois "aqueles que pensam que podem abusar dos consumidores precisam saber que a mão pesada do Poder Público vai agir e pode até ter hotel fechado por causa disso".

Rebelo alertou ainda que "na última vez em que [os hotéis] tentaram fazer isso, tiveram que devolver dinheiro às pessoas que pagaram preços abusivos na Rio+20, no Rio de Janeiro". Ele acrescentou que o governo não vai aceitar que a rede hoteleira aproveite os eventos esportivos para superfaturar os preços, pois "isso vai prejudicar o país e a cidade onde for praticado esse abuso, que perderá eventos e destinos turísticos".








http://copadomundo.uol.com.br/notici...federacoes.htm
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  #14  
Old Posted Jun 19, 2013, 3:34 AM
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Hyatt e FSA Group unem-se em joint venture



A Hyatt Hotels Corporation e o FSA Group S.A. firmaram um acordo para formar uma joint venture para desenvolver nove hotéis próprios da marca Hyatt Place no Brasil. O investimento total da empreitada será de aproximadamente US$ 270 milhões, conforme divulgado à imprensa.

O projeto prevê inaugurar a primeira unidade em 2016 – os hotéis estarão localizados nas principais capitais e cidades do Brasil com infraestrutura comercial e industrial já desenvolvida. “Esta joint venture representa a próxima fase da expansão da Hyatt na América Latina”, diz Pat McCudden, vice-presidente sênior de Desenvolvimento e Bens Imobiliários para a América Latina e Caribe da Hyatt Hotels & Resorts.

“Os EUA abraçaram o Hyatt Place e acreditamos que, com as devidas adaptações, a marca será igualmente bem sucedida no Brasil. No fim de 2012 abrimos nosso primeiro Hyatt Place na América Latina, na Costa Rica, e ainda este ano abriremos hotéis da marca no México, Panamá e Chile”, completou.

O FSA Group irá gerir e coordenar todo o desenvolvimento dos nove hotéis Hyatt Place, implantando equipes de projetos e engenharia no Brasil para lidar com todos os aspectos de gerenciamento de projetos. A Hyatt fará a gestão de cada um dos hotéis Hyatt Place.

Serviço
www.hyattplace.com

Fonte 1
Fonte 2
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  #15  
Old Posted Jun 19, 2013, 3:34 AM
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Eu sei que Brasília está na rota, mais será que sai do papel, pois a alguns anos anunciaram uma parceria semelhante e nem saiu do papel e pior, fora desmentida a parceria.
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  #16  
Old Posted Jun 21, 2013, 3:16 AM
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Até 2016, Blue Tree terá mais sete hotéis com foco corporativo




Voltada para atender o público corporativo, a rede hotelaria Blue Tree possui em mãos contratos para a construção de sete novos hotéis. Empreendimentos estão previstos para serem estabelecidos nas cidades de São Paulo, São Carlos, Valinhos e Ribeirão Preto (SP), além de Votorantim e Macaé (RJ) e Itajaí (SC). Entregas estão previstas entre 2014 e 2016.

Pelo menos R$ 700 milhões vão ser destinados para a construção das novas unidades, valor com origem de investidores e administração por conta da rede. Total de apartamento oferecidos pela Blue Tree alcançará 1.855. O segundo hotel em Macaé, previsto para ser inaugurado em 2016, terá o maior investimento, de R$ 385 milhões, seguido por Alphaville (SP), com R$ 100 milhões, e Votorantim/São Carlos, ambos orçados em R$ 70 milhões.

Com atuais 24 unidades em 18 cidades do país, a rede pretende se estabelecer em cidades que já possuem demanda ou terão esta necessidade no futuro. “Para criar novos hotéis, realizamos pesquisa de crescimento econômico”, afirmou Chieko Aoiki, presidente da rede Blue Tree. Segundo ela, os empreendimentos visam contribuir no crescimento da economia das regiões escolhidas.

Além das novas unidades, o Blue Tree Park Termas do Tabuleiro, que fica 30 minutos distante de Florianópolis, em Santa Catarina, terá obras finalizadas até maio de 2014 com 219 UHs.

Capitais – Além dos novos hotéis, Chieko afirmou que a Blue Tree pretende se estabelecer nas capitais Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. “Nos posicionamos onde as empresas procuram”, ressaltou a presidente, que afirmou existir o aperfeiçoamento da rede na “operação para realizar eventos e atender esta demanda”, disse.

Confira dados dos novos hotéis da Blue Tree:
Blue Tree Premium Alphaville (SP): 322 apartamentos; VGV de R$ 100 milhões;
Blue Tree Towers São Carlos (SP): 256 apartamentos; VGV de R$ 70 milhões;
Blue Tree Towers Valinhos (SP): 126 apartamentos; VGV de R$ 31 milhões;
Blue Tree Towers Votorantim (SP): 300 apartamentos; VGV de R$ 70 milhões;
Blue Tree Premium Ribeirão Preto (SP): 315 apartamentos; VGV de R$ 103 milhões ;
Blue Tree Premium Nexus Macaé (RJ): 336 apartamentos; VGV de R$ 385 milhões;
Blue Tree Towers Itajaí (SC): 200 apartamentos; Investimento aproximado de R$ 35 milhões.

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Old Posted Jun 21, 2013, 3:20 AM
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ADIT Invest debate oportunidades na hotelaria brasileira



Da esquerda para a direita da foto, o moderador do painel, Nilson Nóbrega com Rafael Guaspari, Vice-presidente sênior da Atlântica Hotels, Luis Mirabelli, Diretor da Wyndham Hotel Group no Brasil e Carlos Jacobina, Gerente de desenvolvimento da Accor

20/06/2013 15:20

As oportunidades que o mercado hoteleiro apresenta foi tema de um debate que aconteceu agora à pouco na programação da 8ª edição do ADIT Invest – Encontro para Investimentos Imobiliários e Turísticos do Brasil – promovido pela ADIT Brasil — Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil. Este evento acontece até amanhã no hotel Vitoria Concept, em Campinas (SP) e conta com o apoio da Revista Hotéis. Quem moderou este painel foi Nilson Nóbrega, Diretor da Prisma Inova e contou com os debatedores, Rafael Guaspari, Vice-presidente sênior da Atlântica Hotels, Luis Mirabelli, Diretor da Wyndham Hotel Group no Brasil e Carlos Jacobina, Gerente de desenvolvimento da Accor Hotels.

Para Jacobina existem muitas oportunidades de crescimento da hotelaria no Brasil e a Accor adotou o modelo condo hotel como forma de financiar os empreendimentos, principalmente os super econômicos e econômicos, mas resta o desafio do modelo para expandir hotéis de luxo. “Enxergamos oportunidades em outros nichos, como a longa estadia e para isto estamos desenvolvendo a bandeira Adágio. Outro segmento que apostamos é a conversão de hotéis existentes. Para isto, criamos a bandeira íbis Style, assim como temos a bandeira Mercure que vem de encontro a estas necessidades de mercado”, destacou Jacobina.

Gaspari concorda com Jacobina que manter hotéis de luxo fora do eixo Rio-São Paulo-Brasília é um grande desafio. Ele lembrou a cidade de Maceió, que a Atlântica Hoptels possui uma unidade Radisson e as dificuldades para rentabilizar este empreendimento, mas estava eufórico em comunicar a conversão do hotel Sheraton Rio de Janeiro para a bandeira Radisson. Em cidades pólos, como Passo Fundo (RS), Petrolina (PE) Três Lagoas (MS), assim como várias outras no Brasil, existe uma demanda muito grande reprimida para a hotelaria crescer, principalmente os econômicos, mas ao contrário da Accor, a Atlântica Hotels não prioriza muito o modelo de franquia.

E é justamente este o modelo de negócios que a Wyndham adota para ter 200 hotéis no Brasil nos próximos anos. “O modelo de franquia é uma marca consagrada pela Wyndham e temos muito a crescer nos Brasil nos próximos anos, pois mais de 80% da hotelaria nacional são de hotéis independentes”, lembrou Mirabelli. Em comum, os três disseram que resorts não é o modelo de negócios que suas redes adotam.

Quanto à linha de crédito para alavancar a hotelaria no Brasil, Mirabelli mencionou um modelo implantado com êxito no México. São as linhas de financiamentos de fundos mais fechados e profissionais, mas ele acredita que possa mesclar com os tradicionais condo hotéis que fazem sucessos no Brasil e capitaniados por investidores individuais. Guaspari lembrou das linhas crédito disponibilizadas pelo governo, como as do BNDES que são difíceis de se conseguir, mas entende que o que falta são projetos viáveis e o custo adequado em razão dos terrenos estarem caros. Fundo imobiliários e parceiros para alavancar novos negócios foram citados por Jacobina.

Em relação às oportunidades criadas pela Copa do Mundo de 2014, ou mesmo as Olimpíadas de 2016, Guaspari foi enfático em afirmar: “Julho de 2014 será o pior mês para a hotelaria nacional, pois os hotéis deixarão de receber os tradicionais públicos corporativos e de eventos. Fica também o temor de novas manifestações estudantis que podem afugentar os turistas e me mantenho cético em relação a herança não muito boa em relação a nova oferta de hotéis para atender especificamente estes periodos”, assegurou Guaspari.

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Old Posted Aug 27, 2013, 4:37 AM
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Atlantica planeja dobrar rede até 2017

O vice presidente de desenvolvimento da maior rede nacional de hotelaria interrompe a entrevista, durante almoço no restaurante do Radisson Cidade Jardim, na capital paulista. Diferentemente das outras cinco vezes em que o celular tocou, dessa vez Rafael Guaspari atende.

Do outro lado da linha, Patrícia Drummond, síndica dos proprietários dos mais de 293 quartos e suítes do Sheraton Barra Hotel & Suites. Após ouvir a interlocutora, o executivo desfaz o silêncio: "Fechado! A partir de 1º de janeiro de 2014, o Sheraton Barra passa a ser um Radisson", disse, referindo-se à marca de luxo do grupo americano Carlson.

O acordo fechado na semana passada, que muda o nome de um dos endereços mais tradicionais da hotelaria carioca, representa R$ 10 milhões em investimento - uma parte ínfima do projeto de R$ 3 bilhões que a Atlantica Hotels está tocando até 2017. Com recursos captados entre investidores individuais, a meta é aumentar a rede, de 78 a 159 hotéis administrados no país.

A oferta de quartos sobe de 12,7 mil para 21 mil. A importância desse empreendimento na avenida Lucio Costa, na Barra Da Tijuca, é simbólica, diz o executivo, por ser uma vitrine. O feito de tirar da Starwoods um hotel nessa disputada praça carioca de turismo é apontado pelo vice-presidente da Atlantica como prova de que o grupo tem apetite para cumprir a meta de dobrar de tamanho em menos de meia década.

"Existe uma demanda não apenas de novos empreendimentos, mas também de hotéis independentes que precisam de uma bandeira para ganhar escala comercial e de marketing", afirma Guaspari. "Nós temos uma diversidade maior que a nossa concorrência".

A síndica do condomínio proprietário do Sheraton Barra, Patrícia Drummond, diz que escolheu a Atlantica em detrimento da Starwood por causa do plano de negócios da rede. Procurado pelo Valor, o grupo Starwoods, que responde pela bandeira Sheraton, informou por meio da assessoria que não foi ainda comunicado oficialmente da troca de bandeiras na unidade da Barra da Tijuca.

Lançada no Brasil em 1996, com a abertura de uma franquia do Sleep Inn, em Varginha (SP), a Atlantica Hotels foi idealizada pelo americano Barry Conrad, ex-presidente da rede de fast-food Burger King. Ele pretendia explorar o potencial turístico do país. Mas um acidente aéreo matou, naquele mesmo ano, o idealizador do plano.

Paul Sistare, que já havia trabalhado com Conrad na Choice Hotel, assumiu o projeto, com mais dois investidores conhecidos no mercado brasileiro - Gregory Ryan, que foi franqueador da rede McDonald's no Brasil, e o ex-secretário americano do Tesouro Nicholas Brady, que atua por meio do Darby Emerging Markets Fund.

Desde então, a Atlantica chegou à marca de 78 hotéis e 12.774 apartamentos em 41 cidades, graças a contratos de representação com o Carlson Rezidor Hotel Group para as bandeiras Radisson, Park Inn by Radisson e Park Suítes; e com a Choice Hotels International (hotéis Sleep Inn, Comfort, Comfort Suites, Quality e Clarion), além das marcas Go Inn, Inn Style by Atlantica e by Atlantica de propriedade da própria Atlantica.

"Há outros empreendimentos que ganharão a marca Radisson no Brasil e, incluindo este do Rio de Janeiro, passaremos a contar com 10 unidades até 2014", disse o vice-presidente da Atlantica Hotels, detalhando parte dos 81 acordos assinados, entre hotéis que vão passar por conversão e novos empreendimentos. No início de agosto, duas semanas antes de acertar a troca da marca do Sheraton Barra no Rio, a Atlantica fechou outro acordo para colocar a bandeira Radisson, do grupo Carlson, em um hotel de luxo independente em Porto Alegre.

"Por meio de acordos já celebrados, os investimentos que nossos empreendimentos vão demandar estão estimados em R$ 3 bilhões", disse Guaspari. Em 2013, estão previstas ainda as aberturas do Quality Hotel Pampulha, em novembro, e do Clarion Brasília, em setembro. "O cenário econômico permite ainda espaço para crescimento da demanda em cidades em que a oferta ainda não foi completada", diz Guaspari.

O vice presidente da Atlantica afirma que os investimentos, até 2017, serão realizados por meio do sistema de "condo hotel", em que pequenos e médios investidores adquirem unidades habitacionais, além de grandes investidores, que ficam com partes do empreendimento total. Segundo Guaspari, a margem de retorno para esses investidores varia entre 0,6% e 0,8% ao mês.

"Mas temos percebido que está aumentando a participação dos investidores que assumem todo o empreendimento", disse o executivo. O rendimento menor das aplicações financeiras e o desempenho da bolsa têm levado mais investidores para o setor de hotelaria, disse Guaspari, citando como exemplo o caso recente do empreendimento que o grupo está erguendo em Cuiabá.

A Atlantica é uma empresa de capital fechado e não informa detalhes do balanço. Sua receita acumulada até junho deste ano é de R$ 324,8 milhões, com avanço de 7,8% em relação aos valores apurados no mesmo período de 2012. "Acreditamos que podemos continuar crescendo nesse ritmo, de 7% ao ano", disse o executivo, que reconhece alguns desafios no horizonte.

O risco da superoferta é um deles. "Algumas praças poderão mesmo sofrer com excesso de oferta após 2016, mesmo que a demanda suba e um ponto de equilíbrio seja formado novamente mais adiante", disse, citando os casos da Barra da Tijuca, na capital fluminense, Curitiba e Belo Horizonte.

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Old Posted Oct 8, 2013, 6:26 PM
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Grandes redes de hotéis se armam para consolidação no Brasil



Esperando um boom no número de quartos de hotéis nos próximos anos, empresas nacionais e estrangeiras adotam modelos distintos para financiar o crescimento


Foto: Divulgação

Hotel da BHG: empresas se apoiam em duas premissas para justificar o apetite pelo país: expansão contínua da renda das famílias; e a crença no domínio das grandes redes no futuro

Controlar todo o processo, buscar parceiros ou se concentrar no que se sabe fazer melhor? Essas são algumas das alternativas que grandes investidores do ramo hoteleiro estão encontrando para fazer frente à expansão e consolidação do setor no Brasil.

Às vésperas da Copa do Mundo e das Olimpíadas e esperando um boom no número de quartos de hotéis nos próximos anos, empresas nacionais e estrangeiras adotam modelos distintos para financiar o crescimento, mas partilham a mesma percepção: embora ainda fragmentado, o espaço para amadores parece ficar cada vez menor.

A BHG, que opera a marca Golden Tulip no país, prevê uma arrancada em aquisições com os recursos de sua oferta de ações. O grupo português Pestana negocia a venda de hotel no Rio de Janeiro para levantar recursos, copiando estratégia adotada no exterior.

As sócias Hemisfério Sul Investimentos e WTorre usarão recursos próprios para levantar hotéis em cidades médias. A HotelPar quer o mesmo nicho, mas se associou a incorporadoras regionais para erguer hotéis de marcas norte-americanas.

Segundo o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), a iniciativa privada investirá 7 bilhões de reais até 2015 em projetos de expansão, com apenas 5 por cento disso liberado via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Com pouco subsídio do governo, as empresas se apoiam em duas premissas para justificar o apetite pelo país: expansão contínua da renda das famílias, e consequente aumento dos gastos com turismo; e a crença no domínio das grandes redes no futuro, ante os muitos --e em geral pequenos-- competidores de hoje.

"Nossa tese de investimento é exatamente essa, de consolidação e profissionalização do setor", disse o presidente-executivo da BHG, Eduardo Bartolomeo, na primeira entrevista desde que assumiu o cargo, em agosto. "O hóspede vai querer hotel de marca em que confie e saiba o que vai encontrar." A empresa acaba de criar uma diretoria de "gente e gestão" para alinhar a equipe ao seu agressivo plano de crescimento, que ganhou fôlego após a BHG levantar 355 milhões de reais em abril com uma oferta subsequente de ações --a empresa é a única do setor listada na Bovespa.

Com o dinheiro, a BHG deve fazer aquisições, construir hotéis e fechar novos acordos de administração até 2014. Sem considerar as "novidades", a empresa estima que seu número de quartos, atualmente de 8.539, suba cerca de 50 por cento até 2015.

Cada um a seu modo

Para ganhar musculatura, o Pestana optou por vender seu hotel no Rio de Janeiro e manter a administração do empreendimento, nos moldes do que já fez em Bogotá, na Colômbia; Barcelona, na Espanha; e em Cayo Coco, em Cuba.

A empresa usará o dinheiro para ampliar as unidades geridas no país, disse o diretor-presidente da rede no Brasil, Pedro Reimão, além de destinar recursos para a expansão internacional.

"É mais uma operação financeira: vendemos o hotel, pegamos a renda e mantemos chance de voltar a comprá-lo no futuro", disse.

O modelo de separar propriedade e administração tem ganhado força num cenário econômico global ainda fraco, principalmente nos países desenvolvidos, afirmou Carolina de Haro, sócia-diretora da Mapie, consultoria especializada em hotelaria.

"Em momentos em que a Europa ainda vive crise, capitalizar o ativo que é mais imobilizado permite ganhar liquidez para continuar fazendo aquilo que, em teoria, a empresa faz de melhor, que é administrar os hotéis", afirmou.

Dividir ou concentrar riscos?

A HotelPar, que anunciou neste ano o desenvolvimento de duas bandeiras econômicas estrangeiras no país, também escolheu dividir responsabilidades para tocar sua expansão.

A empresa paga ao grupo norte-americano Wyndham Hotel para usar as marcas e recebe assessoria nos projetos. Para construir os hotéis, a empresa se associa a incorporadoras locais, que em média assumem 70 por cento dos empreendimentos.

Em estratégia distinta, a gestora de fundos de private equity Hemisfério Sul Investimentos (HSI) e a sócia WTorre lançaram uma joint venture hoteleira que controla toda a cadeia. A empresa é responsável pelo desenvolvimento da bandeira Zii, com diárias abaixo de 200 reais.

Segundo o sócio-fundador da HSI Maximo Pinheiro Lima, o controle de marca, hotéis e operação é uma vantagem da joint venture. "No longo prazo eu consigo manter um padrão de excelência talvez melhor que a média, porque só dependo de mim mesmo", disse, descartando captar dinheiro no mercado. "Já temos uma estrutura de capital muito forte como gestora." Para Carolina, da Mapie, o maior controle sobre a marca também implica concentração de riscos. "Acredito que a separação entre gestão e propriedade aumentará porque o país não tem grandes linhas de crédito para a hotelaria", disse. "Essa é a forma que o mercado hoteleiro achou de financiar o crescimento." Independente do modelo escolhido, as empresas parecem otimistas quanto à expansão do negócio. No fim de 2012, o Brasil contava com 313.833 quartos de hotel, segundo dados do Ministério do Turismo. Nas contas da consultoria Jones Lang LaSalle, 270.500 eram de estabelecimentos com mais de duas estrelas, sistema de reserva online e acima de 25 apartamentos.

Segundo a consultoria, a oferta de quartos com esse perfil deve subir 71 por cento nos próximos 10 anos, o que justificaria a aposta das grandes do setor nesse segmento mais "qualificado".

"É claro que há concorrência e investidores com diferentes perfis", disse Ricardo Mader, diretor na consultoria. "Mas não conheço ninguém que queira sair. Há consenso que ninguém pode deixar um mercado com 200 milhões de habitantes de lado."






http://exame.abril.com.br/negocios/n...asil--2?page=3
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Old Posted Jan 29, 2014, 8:18 PM
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Slaviero abre 4 hotéis e faz uma conversão em 2014


Paulo Brazil Mazzeo Neto (Vendas e Marketing) entre Lúcia Mello (gerente Abracorp) e Cristiane Fratta (gerente do Slaviero Executive Jardins)
Atualmente com 21 unidades em operação, a Slaviero Hotéis vai ampliar o diretório com cinco novos empreendimentos até o final do ano. Serão mais dois hotéis em Curitiba – sendo uma conversão –, dois em Cuiabá e um em Balneário Camboriú (SC).

“Estamos em uma grande fase de expansão, e a meta é termos 31 estabelecimentos em funcionamento até o primeiro trimestre de 2016”, diz, em entrevista exclusiva aos Portais PANROTAS e PanHotéis, o diretor de Vendas e Marketing da empresa, Paulo Brazil Mazzeo Neto.

Em relação ao número de quartos, a Slaviero soma hoje cerca de 2.700. Com a expansão concretizada até o início de 2016, a rede terá quase 4 mil apartamentos.

“Também olhamos oportunidades para chegarmos à região Nordeste (Recife e Fortaleza), a Brasília e ao Estado do Rio de Janeiro e termos mais unidades em São Paulo (capital e interior)”, emenda Mazzeo Neto.

DETALHES DAS ABERTURAS
Em Curitiba, onde também fica a sede da rede, a empresa abre o Slaviero Suites Curitiba Soho no mês que vem ou em março. “Será a conversão do Hotel Ambassador, com 50 apartamentos”, explica o diretor. Para o segundo semestre, será a vez da abertura do Slaviero Slim Avenida das Torres, com 100 quartos.

A estreia no Estado de Mato Grosso será na capital, Cuiabá. Neste semestre será inaugurado o Slaviero Executive Cuiabá e, no próximo, o Slim Cuiabá. “Com ambas as unidades, vamos oferecer 234 quartos”, conta Mazzeo Neto. “Há ainda uma grande possibilidade de fecharmos um terceiro contrato, mas deve ser assinado em 2015.”

No Estado de Santa Catarina, em Balenário Camboriú, a rede abre o Slaviero Conceptual Brüt em 1° de julho. “Terá 118 quartos e fica a uma quadra da praia”, revela o diretor.

Também participaram da entrevista exclusiva a gerente de Relacionamento Abracorp, Lúcia Mello, e a gerente geral do Slaviero Executive Jardins, Cristiane Fratta.

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