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  #21  
Old Posted Dec 5, 2014, 4:39 PM
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Grupo Apollo Education chega ao País com aquisição no PR

Foto: Getty Images

Apollo Education: companhia comprou 75% da Sociedade Técnica Educacional da Lapa S.A., a qual oferece cursos sob o nome de Faculdade da Educacional da Lapa, no Paraná


São Paulo - O grupo norte-americano de educação Apollo Education anunciou nesta sexta-feira, 05, que entrou no mercado brasileiro de ensino com uma aquisição no Paraná.

Por meio de seu braço de negócios internacionais, a Apollo Global, a companhia comprou 75% da Sociedade Técnica Educacional da Lapa S.A., a qual oferece cursos sob o nome de Faculdade da Educacional da Lapa (Fael). O valor da aquisição foi de R$ 73,8 milhões.

A Fael opera na cidade da Lapa, na região metropolitana de Curitiba. Segundo informou a Apollo, a companhia possui aproximadamente 12 mil estudantes e oferece cursos de graduação e pós-graduação presenciais e à distância. A Fael opera um campus presencial e tem 113 polos de ensino a distância credenciados, os quais cobrem todos os Estados do Brasil, destacou a empresa.

"Estamos orgulhosos em receber em nossa rede de ensino global a Fael, uma faculdade que oferece cursos de graduação e pós graduação de qualidade no Brasil", disse em nota Greg Cappelli, diretor geral da Apollo Education Group. "Alinhado com a nossa estratégia de diversificação, nossa expansão em um dos países com maior expressão no suporte ao ensino superior nos permite atender tanto às necessidades dos estudantes que já estão no mercado de trabalho quanto das empresas que os contratam", completou.

O interesse da Apollo no mercado brasileiro já era conhecido. O braço internacional da companhia já tem operações no Chile e no México e, em 2012, o então presidente da Apollo Global, Timothy Daniels, revelou em entrevista exclusiva ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, que já naquela época entrar no mercado brasileiro era "a mais alta prioridade" da companhia.

O Grupo Apollo informou que espera uma diluição leve da transação atual no resultado financeiro do ano fiscal de 2015 e que o incremento positivo ocorra nos resultados a serem alcançados no longo prazo.












http://exame.abril.com.br/negocios/n...quisicao-no-pr
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  #22  
Old Posted Dec 5, 2014, 6:47 PM
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Muito estranho o povo falar que o Brasil está em crise.... 10 montadoras novas se instalando no Brasil, investimentos acima de 20 bilhões. Eu acho que estamos vivendo no pais do faz de conta. O país da Empiricus é aquela que o Brasil está desindustrializando. Se 10 montadoras novas e suas respectivas fornecedoras é desindustrializar o pais eu não sei mas o que é industrialização.

Detalhe, novas fabricas indo para regiões que sequer tem industria automobilista como Santa Catarina com a fábrica da BMW.
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  #23  
Old Posted Dec 9, 2014, 9:41 PM
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Pão de Açúcar prevê investimentos de R$1,8 bilhão em 2015




Nos nove primeiros meses do ano, a companhia viu a receita bruta da divisão alimentar subir 9,5% sobre igual etapa de 2013, a R$ 27 bilhões

Foto: Nacho Doce / Reuters

Sem especificar o número de novas lojas estimadas para 2015, o presidente do GPA, Ronaldo Iabrudi, se limitou a dizer que as aberturas superarão as deste ano


O Grupo Pão de Açúcar, maior varejista do país que contempla marcas como Pão de Açúcar, Extra, Ponto Frio e Casas Bahia, manterá em 2015 o investimento anual de R$ 1,8 bilhão, cifra igual a que vem investindo desde 2013.

Além do aporte, a estratégia de fazer mais com menos deve continuar, vendo espaço para elevar a abertura de lojas diante de um cenário mais favorável para a negociação de aluguéis e terrenos.

Segundo o presidente-executivo da companhia, Ronaldo Iabrudi, a área de vendas total do grupo deverá crescer 6% em 2015, ante expansão de 5% prevista para este ano. Para isso, a previsão do grupo é de contratação de 20 mil funcionários no próximo ano, impulsionando o quadro da empresa que já é uma das maiores empregadoras privadas do país.

"Eu acho que tem cenário (macroeconômico) complexo, mas é uma oportunidade", afirmou o executivo, em conversa com jornalistas nesta terça-feira. "Concretamente, você vai ter mais disponibilidade de terreno, vai ter valor menor e vai ser mais ágil nas negociações", completou o executivo, afirmando que para aluguéis, a companhia está sentindo maior flexibilidade dos proprietários em relação aos preços inicialmente pedidos.

Sem especificar o número de novas lojas estimadas para 2015, o presidente do GPA se limitou a dizer que as aberturas superarão as deste ano.

Após ter inaugurado 96 lojas em todas as suas bandeiras nos nove primeiros meses de 2014, o grupo vai acelerar expressivamente o ritmo no último trimestre para chegar à cerca de 200 novos pontos no consolidado do ano.

Investimentos na 'prata da casa'

A gigante do varejo manterá no ano que vem a estratégia de investir em competitividade de preços na divisão alimentar, buscando ganhos de eficiência para preservar sua rentabilidade.

"Vamos continuar reduzindo despesas, vamos continuar trabalhando forte em sinergias, vamos continuar trabalhando forte para a companhia ter uma eficiência maior e vamos passar isso para a competitividade (de preços)", disse Iabrudi.

Com o plano, o GPA segue buscando otimizar processos internos para continuar crescendo e ganhando participação de mercado em um ambiente mais desanimador para o varejo no geral, com aumento dos juros e inflação ainda em alta.

Nos nove primeiros meses do ano, a companhia viu a receita bruta da divisão alimentar subir 9,5% sobre igual etapa de 2013, a R$ 27 bilhões. No mesmo período, as vendas nominais dos supermercados brasileiros avançaram em ritmo inferior, a 8,15%.

Futuro da empresa

Após um resultado considerado acima das expectativas durante a Black Friday, com alta demanda por produtos como uísque, televisores e smartphones, Iabrudi afirmou que a companhia está aguardando o fechado de dezembro para analisar se houve ou não no período antecipação das compras relacionadas ao Natal.

"A gente está tomando cuidado para falar de final de ano ... Estamos no começo do mês e a gente acha que tem ressaca natural, como teve no ano passado. Quem comprou muito na Black Friday não compra tanto (na primeira semana de dezembro)", disse.

Para o início de 2015, a companhia implementará um projeto piloto envolvendo quatro lojas da Via Varejo, que opera as bandeiras Pontofrio e Casas Bahia, para oferta da possibilidade de compra online e retirada em lojas físicas. O modelo já foi adotado em fase piloto no Extra, que fechará o ano oferecendo-o em 100 lojas em São Paulo.

"Quando você faz um 'click and collect' ... 60% dos clientes que vão retirar (o produto) não tinham ido à loja, e dos 60%, 50% acabam fazendo alguma compra (adicional)", disse Iabrudi.

"Então é muito bom para a Cnova (que opera os sites de e-commerce do grupo), mas é muito bom para o Extra, porque ele gera tráfego e acaba ensejando uma nova compra", finalizou.












http://economia.terra.com.br/pao-de-...f46d0RCRD.html
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  #24  
Old Posted Dec 11, 2014, 10:43 AM
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Como já antecipei, grande parte das empresas varejistas não vão mais investir em Brasília, por n motivos, principalmente pelo não cumprimento de contratos. O Jota pode exigir os motivos do não cumprimento. Agora é fato consumado. Uma empresa não vai ser inocente enterrar 10, 50 ou até 100 milhões no DF sem segurança juridica para ter seu empreendimento aberto no dia determinado.
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  #25  
Old Posted Dec 16, 2014, 6:24 PM
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Abilio perto de fechar com o Carrefour


O empresário Abilio Diniz está nos estágios finais de sua negociação para comprar uma participação minoritária na subsidiária brasileira do Carrefour. Segundo EXAME apurou, o acordo pode ser anunciado até o fim da semana.

Caso seja sacramentado, o negócio será um marco no varejo brasileiro. Abilio se tornaria um concorrente do Pão de Açúcar, empresa fundada por seu pai, Valentim, em 1948.

Como nada foi assinado, as conversas ainda podem fracassar. As dúvidas são muitas. Que poderes políticos Abilio terá no Carrefour Brasil? A gestão será sua? Nesse caso, como manter o cargo de presidente do conselho de administração da BRF, a gigante de alimentos que é um dos maiores fornecedores do Carrefour?

De qualquer forma, o recado a Jean Charles Naouri, presidente do Casino, controlador do Pão de Açúcar e arquirrival de Abilio, será claro — após uma trégua breve, a guerra entre os dois está prestes a ser declarada de novo.

A Península, empresa que administra a fortuna de Abilio, informou que não comenta investimentos.














http://exame.abril.com.br/blogs/prim...m-o-carrefour/
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  #26  
Old Posted Dec 17, 2014, 4:13 PM
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Uai vai comprar poucas ações, vai ser minoritário. Grande coisa essa imprensa aumenta tudo. Agora se comprasse 10%, aí valeria essa matéria.
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  #27  
Old Posted Dec 17, 2014, 9:33 PM
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Pois será isso mesmo

Abilio acerta compra de 10% do Carrefour Brasil, diz fonte


Foto: REUTERS/Nacho Doce

Abílio Diniz: acordo entre Abilio e o Carrefour Brasil não envolve operações da rede de lojas Atacadão, segundo fonte

São Paulo - O empresário Abilio Diniz está de volta ao setor varejista. O empresário acertou a compra de 10 por cento do Carrefour Brasil por uma cifra entre 500 milhões e 600 milhões de euros, disse à Reuters nesta quarta-feira uma fonte a par do assunto. A informação foi antecipada ontem pelo Blog Primeiro Lugar On-Line, de EXAME.com.

O negócio acontece pouco mais de um ano depois de Abilio ter deixado a presidência do Conselho de Administração do Pão de Açúcar, maior varejista do Brasil fundada por seu pai em 1948 e cujo controle foi vendido ao francês Casino, principal rival do Carrefour na Europa.

Segundo a fonte, que falou sob condição de anonimato, o acordo entre Abilio e o Carrefour Brasil não envolve operações da rede de lojas Atacadão.

Pelos termos acertados, o empresário, que preside atualmente o Conselho de Administração da empresa de alimentos BRF, terá direito de indicar dois membros para o Conselho de Administração do Carrefour Brasil, mas não terá presença direta na gestão da varejista.

Procuradas, as assessorias de comunicação da Península, que administra os investimentos da família Diniz, e do Carrefour Brasil disseram que não comentariam rumores de mercado.

Antes de passar o controle do Pão de Açúcar ao Casino, em meados de 2012, Abilio fracassou em uma tentativa de unir o Pão de Açúcar ao Carrefour Brasil. A iniciativa de Abilio irritou o então sócio Casino, que acusou o empresário de tentar minar o acordo de acionistas na holding de controle do Pão de Açúcar.

Quando saiu definitivamente do Pão de Açúcar, em setembro de 2013, Abilio e Casino encerraram todos os litígios que tinham entre si e o empresário foi liberado de uma cláusula contratual que o impedia de competir com o Pão de Açúcar.










http://exame.abril.com.br/negocios/n...asil-diz-fonte
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  #28  
Old Posted Dec 17, 2014, 9:59 PM
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O que andou circulando será 1%.... Agora 10% dá para irritar os outros acionistas.
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  #29  
Old Posted Jan 26, 2015, 10:26 AM
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Para crescer, redes de supermercados apostam em 'mercadinhos'


Após avançar para as cidades do interior, grandes grupos de supermercados disputam o mercado de vizinhança de alimentos e de produtos de higiene e limpeza para fisgar tanto os consumidores mais ricos como os mais pobres. No ano passado, as pequenas lojas de vizinhança de grandes redes varejistas foram as que mais ampliaram as vendas, superando de longe o desempenho dos hipermercados, supermercados e do pequeno varejo independente.
Estudo feito pela consultoria Euromonitor, obtido com exclusividade pelo Estado, mostra que as pequenas lojas das grandes redes varejistas aumentaram em 15% as vendas em dólar no ano passado em relação a 2013, enquanto o faturamento dos hipermercados, dos supermercados e do pequeno varejo independente cresceu 0,5%, 2,3% e 0,5%, respectivamente.

O brasileiro está mudando o hábito de consumo: no "passado fazia compra do mês e agora, do dia ou da semana", afirma Marcela Viana, analista de pesquisa de mercado da Euromonitor Internacional, que acompanha esse mercado em 80 países. Ela observa que o varejo de vizinhança tem posição de destaque em países desenvolvidos, como no Japão, onde movimentou US$ 113,5 bilhões no ano passado. No mundo, o Brasil ocupou a 12.ª posição na lista de países que mais aumentaram as vendas em 2014. Juntas, as pequenas lojas das grandes redes, com até 400 m², faturaram US$ 250,1 milhões no País. Até 2019, essa cifra pode somar US$ 412,9 milhões, com alta de 64,7%.

Alguns fatores explicam esse potencial de crescimento: o consumidor quer praticidade na hora de fazer as compras, sem ter de percorrer grandes distâncias para chegar ao mercado. Além disso, o poder aquisitivo da população melhorou, especialmente com um maior número de mulheres no mercado de trabalho. Trata-se de um cenário muito diferente do de 20 anos atrás, quando os hipermercados eram os "queridinhos" do consumidor que, na prática, era um "caçador" de ofertas para se defender da inflação de 40% ao mês.

Para Caio Gouvêa, sócio da GS&MD, não foi só o perfil do consumidor que fez aumentar o interesse das grandes redes pelo mercado de vizinhança. A especulação imobiliária, que encareceu os imóveis, acabou dificultando a expansão dos hipermercados, obrigando as varejistas a buscar alternativas.

Demanda

"As lojas de vizinhança de grandes redes surgiram e estão crescendo por causa da demanda do cliente por praticidade", diz o diretor de formato de proximidade do Grupo Pão de Açúcar, Renato Giarola. O GPA atua nesse segmento com duas bandeiras. O Minimercado Extra, lançado em 2011, é voltado para a venda de produtos básicos para todas as classes. A outra bandeira é o Minuto Pão de Açúcar, que começou em junho de 2014, e está focado no público de maior renda que compra produtos diferenciados, como bebidas importadas. Segundo o executivo, as duas bandeiras crescem dois dígitos.

Hoje, o GPA tem 256 lojas das duas bandeiras, sendo 241 do Minimercado e 15 do Minuto. A meta é abrir mais 300 lojas até o fim de 2016, que devem consumir investimentos de R$ 290 milhões. Um terço das lojas terá a bandeira Minuto e o restante será Minimercado. O formato de proximidade é o que tem maior abertura de lojas programadas no grupo para os próximos anos. "Já temos previsão de abrir lojas de vizinhança no Nordeste até o fim deste semestre", conta Giarola. Hoje, esse formato só existe no Estado de São Paulo e o grupo ergueu um centro de distribuição só para abastecer essas lojas.

Cinco anos atrás, o Carrefour abriu sua loja de vizinhança, mas desistiu porque, na época, não era o que o consumidor buscava, explica Marcela, da Euromonitor. A nova investida no setor ocorreu em agosto do ano passado, com a bandeira Carrefour Express. São lojas de 200 m², com cerca de 2,7 mil itens básicos e de consumo rápido.

O Carrefour não revela os planos para esse formato, mas já tem um centro de distribuição exclusivo capaz de atender 100 lojas desse tipo. O grupo fechou 2014 com quatro Carrefour Express. O formato de vizinhança foi o que mais inaugurou lojas em 2014, atrás do atacarejo, mistura de atacado com varejo.

A rede espanhola Dia% é outra que aposta no mercado de vizinhança com a nova bandeira Dia Market. Procurada, a empresa não forneceu informações. Mas, segundo fontes do mercado, há 15 lojas em operação em São Paulo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AE













http://www.alo.com.br/noticias/ultim...Noticia=299818
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  #30  
Old Posted Mar 5, 2015, 12:06 PM
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Carrefour está pronto para IPO no Brasil em 2015, diz CFO

Foto: Fernando Camino/Getty Images

Carrefour: a companhia disse que aumentará os investimentos neste ano


Paris - O vice-presidente financeiro do Carrefour, segunda maior varejista do mundo, reiterou que a companhia está pronta para uma oferta pública inicial de ações (IPO) no Brasil em 2015 e que as condições do mercado permitem a operação.

A companhia disse que aumentará os investimentos neste ano, conforme busca cimentar um renascimento dos seus hipermercados europeus e se expandir no Brasil, mercado emergente chave.

A maior varejista da Europa propôs um aumento de seu dividendo de 2014 de 7,9 por cento, para 0,68 euro por ação, após o lucro operacional subir 6,7 por cento, em linha com as expectativas de analistas.

A performance refletiu a melhora da rentabilidade em seus negócios franceses e europeus e crescimento robusto no Brasil.













http://exame.abril.com.br/mercados/n...m-2015-diz-cfo
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  #31  
Old Posted Mar 6, 2015, 10:25 PM
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Vamos ver no que vai dar rs...
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  #32  
Old Posted Mar 6, 2015, 10:27 PM
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Já imaginaram abrir um hipercombo assim do Carrefour?

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  #33  
Old Posted Mar 22, 2015, 12:02 PM
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GRUPO PÃO DE AÇÚCAR CRIARÁ 20 MIL VAGAS DE EMPREGO EM 2015, DIZ CEO




"ESTAMOS CONFIANTES", AFIRMOU RONALDO IABRUDI, QUE PREFERE NÃO ADERIR AO CLIMA DE PESSIMISMO EM RELAÇÃO À ECONOMIA

Foto: DIVULGAÇÃO

IABRUDI ENFATIZOU A IMPORTÂNCIA DE FIRMAR PARCERIAS


Ronaldo Iabrudi, CEO do Grupo Pão de Açúcar, deixa claro: não é um pessimista quando se trata do ano que está à frente. Mas faz questão de frisar que também não fica na outra ponta, a dos otimistas. Durante sua participação no 3° Fórum Nacional do Varejo, realizado no Guarujá (SP), o executivo se limitou a dizer que está "confiante".

Neste ano, a empresa por trás de marcas como Casas Bahia, Extra, Pão de Açúcar, Ponto Frio e Assaí abrirá quase uma loja por dia. Segundo Iabrudi, a expansão vai gerar cerca de 20 mil novas vagas de trabalho. Hoje, o GPA já é o maior empregador privado do país, com 160 mil funcionários.

"Às vezes, olhamos para o Brasil e temos a tendência, sobretudo após a década do varejo, de ter uma visão não muito positiva de 2015 e do ano que passou", afirma o executivo. "Apesar de todo esse clima, que existe internamente, quando olhamos para outros países, vemos que há uma oportunidade muito grande aqui."

A década sobre a qual o Iabrudi se refere é o período entre os anos de 2003 e 2014, quando o setor varejista aumentou sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 18,2% para 26,2%. Foi uma época de muito crescimento: 350 mil novas lojas, que empregaram 6,5 milhões de pessoas. Para o executivo, a crise de hoje é apenas uma passagem, e se trata muito mais de um problema político do que econômico.

O segredo para continuar investindo, no caso do grupo, é atuar em várias frentes. "O fato de termos várias bandeiras, vários formatos e produtos, em diversos seguimentos, dá um equilíbrio", afirmou. "Essa é a beleza do Pão de Açúcar." Em 2014, as vendas brutas da empresa renderam R$ 69,8 milhões.

Integração

O executivo comentou a atuação diversa enfatizando a importância de integrar todas as frentes e firmar parcerias. "É muito simples falar em vários formatos, mas isso só ocorre com parceria e tem de ser integrada", defendeu. Ele exemplificou com a venda de celulares: antes as lojas tinham só o aparelho, hoje já vendem com o serviço das operadoras. "Partimos da necessidade do cliente", diz. "Isso tudo é feito com muito foco e disciplina."












http://epocanegocios.globo.com/Infor...5-diz-ceo.html
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  #34  
Old Posted Mar 22, 2015, 9:17 PM
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Eu já falei, o factoide que estamos em crise é coisa da oposição e da imprensa. Enquanto setores choram, detalhe, justamente os beneficiados por incentivos fiscais, outros que sequer tem benefícios fiscais, que penaram por anos, hoje estão no seu auge. Só pegar a área de varejo. Criou-se nos últimos anos de governo PT, 370 mil empresas e 6 milhões de empregos....Bem diferente de um certo governo que ficou 8 anos no governo.
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  #35  
Old Posted Mar 23, 2015, 6:56 PM
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Eu já falei, o factoide que estamos em crise é coisa da oposição e da imprensa. Enquanto setores choram, detalhe, justamente os beneficiados por incentivos fiscais, outros que sequer tem benefícios fiscais, que penaram por anos, hoje estão no seu auge. Só pegar a área de varejo. Criou-se nos últimos anos de governo PT, 370 mil empresas e 6 milhões de empregos....Bem diferente de um certo governo que ficou 8 anos no governo.
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  #36  
Old Posted Mar 23, 2015, 10:28 PM
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Fala isso para a LIDE, grupo que reúne 27% do PIB brasileiro.
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  #37  
Old Posted Mar 23, 2015, 11:20 PM
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Fala isso para a LIDE, grupo que reúne 27% do PIB brasileiro.
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  #38  
Old Posted Mar 24, 2015, 11:16 PM
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Fala isso para Standard & Poor's que manteve do GRAU DE INVESTIMENTO e com viés ESTÁVEL.
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  #39  
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Lojas Renner prevê abrir mais lojas de rua


A Lojas Renner considera a possibilidade de abrir mais lojas de rua em um cenário com menor ritmo de inauguração de novos shoppings, afirmou, na quarta-feira, 8, o diretor financeiro e de relações com investidores da companhia, Laurence Gomes. O executivo participou de reunião com investidores durante evento do Bradesco BBI, em São Paulo.

Atualmente, 93% das lojas da companhia estão em shopping centers - o que sempre foi citado como uma fortaleza da rede por analistas de varejo. "Visualizamos agora um ritmo mais normalizado de abertura de shoppings depois de um período de boom de novos empreendimentos. Assim, lojas de rua começam a fazer parte do plano, embora saibamos que elas exijam uma dinâmica diferente." A maior concentração de lojas de rua, consideradas menos rentáveis, é justamente uma das críticas feitas por analistas a uma das principais rivais da Renner, a Riachuelo.

O executivo reiterou o plano da Renner de chegar a 408 lojas da bandeira principal da companhia até 2021 e até 300 lojas da marca mais nova, a YouCom. Esta última, voltada para o público jovem, ainda está em fase de adaptação ao mercado. Em, 2015, serão inaugurados mais dez pontos de venda da YouCom, o que deverá elevar o total para 35.

Ao longo de 2014, a Renner apresentou os melhores resultados entre as varejistas de moda - algumas de suas rivais, como a Hering, viram as vendas em mesmas lojas recuarem. Na Renner, as vendas em lojas abertas há mais de 12 meses subiram 11,1% em 2014, contra 5,8% de avanço no ano anterior. A receita líquida foi de R$ 4,6 bilhões, alta superior a 18% sobre 2013.

Depois deste bom resultado em 2014, o início do ano mostra sinais positivos para as vendas da Renner, de acordo com Gomes. Apesar disso, o executivo afirmou que a companhia estuda a possibilidade de adiar alguns projetos caso o cenário econômico fraco prevaleça.

O executivo afirmou ainda que a prioridade companhia é manter estáveis as margens operacionais este ano. Para isso, espera captar ganhos de eficiência e de produtividade, suficientes para compensar impactos como o de alta na tributação e o impacto da desvalorização do real nos produtos importados.

Compras na China

Dentro deste raciocínio, a Renner vai ampliar seu escritório de compras na China. A meta é buscar novos fornecedores para aumentar a competitividade de preços e reduzir o impacto da desvalorização do real sobre as importações. O diretor de relações com investidores da companhia lembrou que 30% dos produtos da companhia são importados.

O objetivo, segundo ele, é reduzir esse porcentual, mas há pouco espaço para mudança. "Há um gargalo na indústria e nos fornecedores locais porque não há no Brasil produtos de inverno, não em escala", comentou. "Isso faz com que tenhamos pouca margem de manobra para reduzir esse porcentual no curto prazo."

O executivo afirmou que a empresa tem 100% de hedge (proteção) para sua exposição cambial em 2015, com o dólar a R$ 2,60. O maior desafio, porém, é o processo de compras para o próximo ano. Ele afirmou que as compras para 2016 já começaram e a expectativa é conseguir preços menores em dólar junto aos novos fornecedores para compensar o impacto cambial. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.













http://www.istoedinheiro.com.br/noti...a/249450.shtml
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  #40  
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Fala isso para Standard & Poor's que manteve do GRAU DE INVESTIMENTO e com viés ESTÁVEL.
Desde que sejam aprovados os "ajustes" prometidos pelo Levy.



Falando nisso:

Agência de risco rebaixa perspectiva do Brasil de estável para negativa
Enquanto o governo iniciou um processo de ajustamento macroeconômico para aumentar a credibilidade da política e confiança, os riscos descendentes relacionados com a sua aplicação efetiva e durabilidade persistem


A agência de classificação de risco Fitch reduziu a perspectiva do Brasil de estável para negativa. A nota continua BBB mas, segundo especialistas, isso é um primeiro passo para um possível rebaixamento.

Em nota a Fitch destacou os seguintes fatores para a revisão: "continuado mau desempenho econômico do Brasil, o aumento dos desequilíbrios macroeconómicos, a deterioração das contas fiscais e um aumento significativo do endividamento do governo estão aumentando a pressão para baixo sobre o perfil de crédito soberano.

Enquanto o governo iniciou um processo de ajustamento macroeconômico para aumentar a credibilidade da política e confiança, os riscos descendentes relacionados com a sua aplicação efetiva e durabilidade persistem, especialmente no contexto de um ambiente político e econômico desafiador. Choques internos e externos adicionais poderiam minar o ritmo e o alcance do processo de ajustamento. A economia brasileira cresceu apenas 0,1% em 2014 e prevê-se uma contração de 1%, em média, um crescimento de três anos 2015. do Brasil de apenas 1,5%, em comparação com mediana de 3,2% do 'BBB', destaca a natureza estrutural da sub-performance.

O processo de ajustamento macroeconómico em curso, se efetivamente implementada, poderia levar a uma retomada da conconfiança e do crescimento em 2016 e além, mas o crescimento provavelmente permanecerá abaixo da de seus pares de rating. Perspectivas de crescimento a médio prazo dependeria em grande medida a capacidade do governo para reverter a redução de marcha em confiança e melhorar a competitividade da economia, fazendo progressos nas reformas microeconômicas.

Inflação elevada e o destaque "déficits gêmeos" desequilíbrios macroeconômicos do Brasil. IPCA está pairando em mais de 8%, e vai continuar a enfrentar a pressão durante 2015 devido à desvalorização do real e os aumentos dos preços administrados. A inflação deverá moderar em 2016 devido a um efeito de base favorável, uma recuperação morna, e uma política monetária mais apertada, mas provavelmente permanecerá acima da mediana de pares.

O déficit em conta corrente atingiu 3,9% do PIB em 2014 e está previsto para declinar apenas gradualmente. Embora os fluxos de investimento directo estrangeiro têm-se mantido resiliente, até agora, os riscos descendentes estão presentes. O aumento da dívida externa também está enfraquecendo forte equilíbrio externo folha do Brasil.

Contas fiscais do Brasil se deterioraram acentuadamente em relação ao ano passado, com o défice orçamental das administrações públicas atingir 6,5% do PIB em 2014, e registrando o país seu primeiro déficit primário em vários anos. Fardo da dívida pública aumentou para 58,9% do PIB em 2014, em comparação com a média de 52,8% durante o período 2010-2013. O peso da dívida é cada vez mais divergente mediana de 40% do PIB do 'BBB'.

Fitch prevê que os défices do sector público administrativo, permaneça elevada 2015-2016 (em média 5% do PIB), devido a dificuldades em alcançar as metas de superávit primário e aumento da carga de juros-service. Além disso, a recessão económica em 2015 e uma recuperação moderada no próximo ano vai continuar a colocar pressão ascendente sobre a trajetória da dívida do governo geral, mesmo sob a suposição de que que o Tesouro brasileiro não conceder empréstimos adicionais para o BNDES (Banco de Desenvolvimento do Brasil). Economic sub-desempenho, dificuldade na implementação de medidas fiscais em tempo hábil, e materialização de passivos contingentes representam riscos descendentes para a dinâmica da dívida do governo".


http://www.correiobraziliense.com.br...-negativ.shtml

Last edited by Jota; Apr 9, 2015 at 7:04 PM.
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