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  #81  
Old Posted Feb 15, 2016, 3:58 PM
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Uai vão rever os projetos, sequer estavam em vias de entrar no mercado. Piada.
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  #82  
Old Posted Feb 28, 2016, 11:56 PM
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Rio e Brasília podem ser as próximas cidades a terem um Eataly


As próximas cidades brasileiras que podem ganhar um Eataly para chamar de seu são Rio e Brasília. Quem contou isso para o blog foi o Guilherme Matos que é responsável por eventos e iniciativas culturais do estabelecimento.

De acordo com ele o Eataly é bastante criterioso em relação aos seus investidores e por isso seleciona com bastante parcimônia novos sócios. Por isso ainda não há nada concreto, mas as conversas com representantes do Rio podem estar avançadas.

Quanto à Brasília o projeto está em um momento de análise, uma vez que já há investidores da região interessados em levar o Eataly para lá.

Não há previsão para que outras cidades da América Latina receba o projeto. Atualmente existem 31 Eatalies no mundo todo, sendo que a maior parte na própria Itália (31). O segundo país com mais Eatalies é o Japão. Lá são 15.

Os outros países que têm Eatalies são: Estados Unidos (2), Emirados Árabes (1), Turquia (1) e o Brasil (1).

Os próximos Eatalies a serem inaugurados pelo mundo são:

Moscou (2016)
Munique (2016)
Verona (2016)
Boston (2016)
Toronto (2016)
Paris (2017)
Londres (2017)

Fonte: http://ascidadesdepriscilla.com.br/r...rem-um-eataly/
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  #83  
Old Posted Mar 5, 2016, 1:27 AM
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C&A deve fechar 12 lojas no Brasil em 2016

Foto: Róger Randerson/Wikimedia Commons

C&A: o cenário de recessão fez quase 100 mil lojistas encerrarem as atividades no país em 2015


A lista das grandes redes de varejo que têm fechado lojas em 2016 vai ganhar a adesão da C&A.

Após o surgimento de rumores de mercado, a companhia de moda confirmou ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, que pretende fechar 12 pontos de venda no Brasil em 2016.

Outras grandes redes de varejo têm encerrado operações de lojas cujos resultados de vendas são considerados insatisfatórios. Ainda no segmento de moda, a Marisa fechou ao todo 15 unidades em 2015.

O Pontofrio, uma das bandeiras de eletroeletrônicos do Grupo Pão de Açúcar (GPA), fechou 45 pontos em 2015 e o Walmart anunciou o encerramento das operações de 60 lojas no Brasil no início deste ano.

A C&A justificou em comunicado que o movimento de análise de performance de lojas faz parte da rotina do negócio e que abrir ou fechar lojas é algo inerente ao mercado.

"Nos últimos 12 meses, a empresa abriu 18 novas unidades e a previsão é que, ao longo de 2016, descontinue a operação de 12, mantendo a sua capilaridade no Brasil", diz a companhia, que tem no País mais de 280 pontos de venda.

Em relatório publicado nesta sexta-feira, 4, analistas do BTG Pactual trataram do enxugamento de operações no varejo e mencionaram informações de mercado de que a C&A fecharia ainda mais unidades, o que a companhia negou.

O cenário de recessão fez quase 100 mil lojistas encerrarem as atividades no País em 2015, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Já os analistas Fabio Monteiro e Thiago Andrade, do BTG, calculam que, depois de um ciclo de expansão que mais que dobrou o total de lojas do comércio brasileiro entre 2004 e 2014, o varejo registrou seu primeiro ano de redução na base, perdendo 13,4% do total de lojas em 2015.

No varejo de moda, há ainda o fechamento de operações de redes estrangeiras que tinham chegado no país há pouco tempo.

A britânica Topshop, por exemplo, chegou ao Brasil em 2012 e vem fechando lojas. A grife Kate Spade também fechou sua loja no País ano passado.

O BTG calculou ainda que, do lado dos investimentos em inaugurações, o ritmo de abertura de lojas novas das grandes redes varejistas tende a continuar fraco neste ano.

Para os analistas, as exceções são companhias que têm apresentado desempenho acima da média do setor, como a Lojas Renner, a RaiaDrogasil e a Lojas Americanas.

Do lado dos que estão reduzindo as inaugurações estão empresas como Marisa, Cia. Hering, Via Varejo e Magazine Luiza, destacam os analistas.











http://exame.abril.com.br/negocios/n...brasil-em-2016
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  #84  
Old Posted Mar 6, 2016, 10:59 PM
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14 marcas de guloseimas estrangeiras que poderiam vir para São Paulo

A gastronomia paulistana é ótima e (muito) bem servida, não dá pra negar. Mas, mesmo com tantas opções, há um punhado de marcas famosas no exterior que ainda não desembarcaram por aqui — ou, como em alguns casos, fecharam as portas na cidade.

Listamos alguns exemplos que, se viessem para cá, fariam muitos paulistanos felizes:

1. Cheesecake Factory

O nome já diz: é uma fábrica de cheesecakes! A marca produz nada menos que 38 versões da sobremesa. E nenhuma delas pode ser provada por aqui? Na verdade, pode sim: alguns (poucos) sabores são vendidos congelados em hipermercados da rede Sam’s Club. Mas nada comparado a saborear uma torta fresquinha direto no balcão, né?

2. Hard Rock Cafe

A famosa franquia marca presença nas metrópoles mais badaladas do mundo. Na América do Sul, cidades como Buenos Aires, Santiago, Belo Horizonte e Curitiba já contam com uma unidade há anos. Cadê Hard Rock em São Paulo?!?

3. Shake Shack

Sua primeira unidade foi inaugurada em 2004 num quiosque bem no meio do Madison Square, em Nova York. É um sucesso de fazer filas. De lá para cá, já foram abertas filiais na Inglaterra, Turquia, Oriente Médio e… E só.

4. Bubba Gump

Embalada pelo sucesso de Forest Gump (1994), filme vencedor de seis estatuetas do Oscar, a casa especializada em receitas de frutos do mar — sobretudo o camarão — surgiu nos Estados Unidos em 1996.

5. Wendy’s

Grande diferencial das outras cadeias de fast-food, seus hambúrgueres quadrados disputam a preferência dos americanos ao lado do McDonald’s e Burger King.

6. Pret A Manger

Essa é inglesa: fundada em Londres em 1986, a marca vende cafés, sanduíches e outros quitutes orgânicos, evitando “químicas obscuras”, como diz seu site oficial. Já conta com mais de 300 lojinhas no mundo todo.

7. Taco Bell

A rede americana inspirada em comida mexicana existe desde 1954. No menu, os famosos tacos aparecem em diferentes versões, ao lado dos não menos importantes nachos, burritos e quesadillas.

8. Arby’s

Não, não é o sanduíche de mortadela do Mercadão. A rede americana especializada em lanches de rosbife já contou com 21 lojas próprias no estado de São Paulo — todas foram fechadas em 1999. E aí, será que volta?

9. Papa John’s

Com mais de 4 000 unidades espalhadas pelo mundo, a cadeia de pizzarias americana já deu o ar da graça na América do Sul com filiais no Peru, Chile e Venezuela. Ficou devendo para o Brasil.

10. Nando’s

Trata-se de uma cadeia sul-africana com inspirações… portuguesas! Aposta principalmente em receitas de frango marinado em molhos picantes. Aqui do outro lado do Atlântico, apenas Estados Unidos e Canadá já ganharam filiais.

11. In-N-Out Burger

Essa rede de fast-food surgiu na Califórnia na década de 50. É conhecida por ter um “menu secreto”, com mais opções que o cardápio normal, e que só pode ser acessado pelos frequentadores mais assíduos.

12. TGI Friday’s

A última filial paulistana da marca fechou as portas da loja de Moema em 2010. Desde então, são comuns boatos de que a franquia voltaria a atuar no mercado brasileiro. Até agora, nada. Vamos acompanhar.

13. Dunkin’ Donuts

A rede, que esteve por aqui até 2005, voltou recentemente ao país. A marca mantém três lojas em Brasília. Alguém se habilita a abrir uma filial na capital paulistana?

14. Cinnabon

O enroladinho de canela é o carro-chefe da marca americana, fundada em 1985. Trata-se de um conceito de padaria espalhado por cerca de 800 pontos, entre lojas de rua, shoppings, aeroportos e estações de trem, do mundo todo — menos aqui.

BÔNUS
Quatro marcas estrangeiras BEM bacanas estão confirmadas para chegar em São Paulo ainda este ano. Entre elas, a confeitaria Magnolia Bakery. Saiba quais são


Fonte: http://vejasp.abril.com.br/blogs/lis...as-filiais-sp/
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  #85  
Old Posted Mar 7, 2016, 12:49 PM
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Semana passada as 2 lojas Casas Bahia do Gama estiveram fechadas por causa de protesto dos funcionários. Parece que estavam há 3 meses sem receber salário.
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  #86  
Old Posted Mar 7, 2016, 7:09 PM
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Eu sei que muitas lojas terão de fechar, pois estamos em crise, mas os aluguéis nas alturas.
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  #87  
Old Posted Mar 11, 2016, 10:16 AM
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Sino avisa que pastel de Belém saiu do forno; manteigaria fatura R$ 200 mil

O português Duval Caetano Pestana, 62, veio ao Brasil com a intenção de abrir um restaurante de culinária típica portuguesa. Afinal, o empresário já tem três estabelecimentos no seu país natal. No entanto, mudou de ideia ao provar os pastéis de Belém da cidade de São Paulo.

Apesar de o nome pastel de Belém só poder ser usado pela fábrica de pastéis de Belém de Lisboa, que o patenteou, essa é a forma mais popular como é conhecido o pastel de nata.

"Nenhum me agradou. Todos eram razoáveis e com um preço muito elevado." Então, há oito meses, criou a Manteigaria Lisboa, especializada na produção do quitute, e abriu duas unidades: uma na rua Padre João Manuel e outra na rua Pamplona, ambas próximas à Avenida Paulista, na região central de São Paulo.

Segundo ele, as manteigarias foram criadas em Portugal para vender laticínios (leite, nata, queijo etc.). Hoje em dia, elas vendem pastel de nata, café e licores.
Sino de Belém

Para manter a tradição portuguesa das manteigarias, segundo ele, toda vez que sai uma fornada nova dos pastéis de nata, ele toca um sino para avisar os clientes.

"O movimento maior é na hora do almoço. Chega a formar fila em frente ao balcão. Mas, durante o período da tarde, o pessoal que trabalha nos escritórios do entorno, ao ouvir o sino, desce para comer o pastel e tomar um café."

Atualmente ele produz de 800 a mil pastéis de nata por dia, em cada loja, e fatura R$ 200 mil por mês (ele não revela o lucro). Até o fim de março ele abrirá uma unidade no shopping Center 3 e mais três lojas em outros centros de compras até o fim do ano. "Minha meta é chegar a 50 lojas em três anos."

O foco da expansão da manteigaria serão os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. "Todas serão lojas próprias. Não vou abrir franquia, porque quero manter em segredo a receita herdada pela minha avó e pela minha mãe."
Preço acessível

Ele disse que seu diferencial, além da receita, é o preço. O combo com um café e um pastel de nata sai por R$ 7. "Com a crise que o Brasil está vivendo, optei por subsidiar o meu preço para ganhar mercado e atrair novos clientes. Nossa maior fonte de divulgação é o boca a boca. Todo dia eu vejo alguém diferente em nosso balcão."

Há, ainda, combos com vinho do porto e licores, tipicamente portugueses, que vão de R$ 12 a R$ 15.


Produto não é tão popular

Para a Karyna Muniz, consultora do Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo), a proposta do empresário é audaciosa, porque o produto atinge mais o público que viaja e conhece a culinária portuguesa.

"Se você andar por Madrid (na Espanha), verá muitas manteigarias vendendo o pastel de nata. Por aqui, o doce não é tão popular, o que torna o negócio bastante segmentado."

De acordo com Muniz, o preço acessível foi uma boa aposta do empreendedor. "Ele está na rua, oferecendo um produto que é pouco conhecido e, por isso, o preço é muito importante para atrair mais clientes."

Sobre a expansão, a especialista afirma que é possível crescer sem operar no sistema de franquia, especialmente mantendo o mesmo padrão de qualidade dos produtos.

Fonte: http://economia.uol.com.br/empreende...200-milmil.htm
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  #88  
Old Posted Mar 22, 2016, 1:25 AM
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Dona do Outback traz nova marca ao Brasil, com foco em carne

Divulgação

A abertura marca a expansão internacional do restaurante – será a primeira unidade Fleming’s fora dos Estados Unidos


A dona do Outback trouxe mais uma de suas marcas de casual dining ao Brasil. Amanhã, a Bloomin’ Brands irá inaugurar o primeiro restaurante da Fleming’s Prime Steakhouse & Wine Bar em São Paulo.

A abertura marca a expansão internacional do restaurante – será a primeira unidade Fleming’s fora dos Estados Unidos. Criado em 1998 na Califórnia, são 66 restaurantes no país.

O Brasil foi escolhido pelo apelo que a marca tem no país. Por aqui, fica a unidade Outback que mais fatura no mundo, no shopping Center Norte.

O investimento na primeira unidade de steakhouse foi de 7,5 milhões de reais, com investidores majoritários brasileiros.

Serão 1.500 metros quadrados e 350 lugares dedicados a cortes especiais de carnes e uma carta de vinhos com mais de 100 opções. Foram criados 130 novos postos de trabalho, de acordo com a empresa, e haverá também um espaço para eventos com até 70 convidados.

A marca Fleming’s Prime Steakhouse & Wine Bar trabalha com lojas próprias e cada uma tem dois sócios.

Além da gestão nacional, sob responsabilidade de Mauro Guardabassi, presidente do Fleming’s Brasil, cada restaurante tem um Chef Partner, responsável pela operação da cozinha; e um Operating Partner, responsável pela operação do salão.

De acordo com Roseli Miranda, coordenadora da cozinha, “o cardápio do Fleming’s tem o mesmo padrão internacional das steakhouses americanas. Nossa missão é surpreender na variedade de cortes e no sabor”.

Um dos pontos altos do menu é um novo método de cocção da carne, que a sela mais rapidamente para manter a textura e suculência, afirma o chefe executivo da marca, Russell Skall.

De acordo com a empresa, o conceito visual do restaurante preserva a iluminação natural com um pé direito de 4 metros. A unidade fica na Avenida Cidade Jardim, 318, no Jardim Paulistano, em São Paulo.

A abertura acontece um ano depois da chegada da Abraccio ao Brasil, rede com inspiração italiana que também faz parte do grupo Bloomin' Brands.












http://exame.abril.com.br/negocios/n...-foco-em-carne
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  #89  
Old Posted Mar 22, 2016, 9:57 AM
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Li num artigo que eles pretendem inaugurar 2 unidades por ano, se não for Rio de Janeiro, vai ser em Brasília.
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  #90  
Old Posted Apr 15, 2016, 6:33 PM
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As 50 marcas mais valiosas do Brasil em 2016








http://www.istoedinheiro.com.br/noti...il-2016/362810
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  #91  
Old Posted Apr 22, 2016, 9:57 AM
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Parece que teremos uma Outback Steakhouse na Asa Norte, confirmações em breve, pois são em 2 locais possíveis, ao lado do Bar do Alemão e no Plaza Norte na EQN 110/111.
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  #92  
Old Posted May 11, 2016, 1:48 PM
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1,8 milhão de empresas fecharam em 2015 no país


O resultado é mais que o triplo do que foi registrado no ano anterior e mostra o tamanho da recessão no âmbito empresarial


Cerca de 1,8 milhão empresas fecharam as portas no País durante o ano passado. Esse número engloba companhias de todos os tamanhos e setores da economia, inclusive dados de microempreendedores individuais. O resultado é mais que o triplo do que foi registrado no ano anterior e mostra o tamanho da recessão no âmbito empresarial.

O total de empresas que encerraram atividades foi apurado pela Neoway, consultoria especializada em inteligência de mercado, a partir do cruzamento de dados reais de todas as juntas comerciais espalhadas pelo País e de informações obtidas no site da Receita Federal. As informações são monitoradas diariamente.

"O dado é preocupante: a mortalidade das empresas aumentou mais de 300% entre 2014 e 2015", afirma Jaime de Paula, presidente da consultoria e responsável pelas estatísticas. Ele observa que a marca de 1,8 milhão de empresas desativadas em 2015 é a maior dos últimos cinco anos.

O executivo pondera que essa marca pode estar subestimada, já que existe um custo para encerrar a atividade na junta comercial e há empresários que, acuados pela crise, não têm recursos disponíveis para isso.

Tendência

De acordo com o levantamento, em 2014 foram fechadas 572,9 mil companhias. Entre janeiro e abril deste ano, o total de empresas desativadas somou 266,7 mil. A tendência para este ano, observa o presidente da consultoria, é que o número de fechamentos seja menor.

O levantamento mostra que no final do ano passado existiam 18,3 milhões de empresas ativas no País e em abril deste ano esse total atingiu 18,9 milhões. O avanço, na opinião de Jaime de Paula, ocorreu neste ano porque muitas pessoas demitidas estão abrindo o seu próprio negócio e isso melhora as estatísticas. No entanto, num ambiente recessivo como o atual, a sobrevivência dessas novas companhias está ameaçada.










http://www.edsonsombra.com.br/post/1...o-pais20160511
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  #93  
Old Posted Jun 13, 2016, 3:10 PM
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Fundador da Wizard trará rede de fast-food Taco Bell para o Brasil

Plano é ter no país 25 lojas próprias e 75 franquias até 2020


O principal produto da rede é o taco, que consiste em uma massa fina de milho, recheada de tomate, alface e carne moída com pimenta

Há dois anos, Carlos Wizard Martins, fundador da rede de idiomas Wizard, viajou com o filho Lincoln para Irvine, na Califórnia, Estados Unidos. Meses após ter vendido o grupo Multi por quase R$ 2 bilhões para a britânica Pearson, na maior aquisição de educação do país, o empresário estava à procura de novos negócios. No radar, um dos alvos era trazer para o Brasil a Taco Bell, rede de fast-food inspirada na cozinha mexicana com sede na cidade americana.

Recebidos pelo comando da companhia, mas despachados com um educado “infelizmente o Brasil não faz parte, no momento, do nosso plano de expansão”, pai e filho retornaram decididos a dobrar os americanos.

Depois de extenso levantamento de dados, uma bateria de estudos e muitas viagens entre os dois países, a estratégia deu certo: Wizard se prepara para abrir em agosto a primeira loja da Taco Bell no Brasil, no bairro Itaim Bibi, em São Paulo.

Mais duas unidades serão inauguradas em seguida, na Avenida Paulista e no Shopping Center Norte. Com um investimento inicial de R$ 100 milhões, o plano é ter no País 25 lojas próprias e 75 franquias até 2020.

No processo de convencimento dos americanos, o histórico de crescimento de dois dígitos no consumo de fast-food e, sobretudo, o forte avanço de redes estrangeiras nos últimos anos no mercado brasileiro fizeram a diferença. Pesaram na decisão ainda, conta o empresário, a capacidade financeira e a tradição da família Martins em franquia.
Tradição

Após vender o maior grupo privado de cursos de idiomas e de ensino profissionalizante no país – que, além de Wizard, reunia marcas como Microlins e Yázigi –, Wizard diversificou os ramos de atuação, mas mantém a franquia como base dos negócios.

Em 2014, o empresário comprou 100% da Mundo Verde, rede de produtos saudáveis com mais de 400 lojas e faturamento de R$ 500 milhões por ano. Paralelamente, começou do zero, em parceria com o ex-jogador Ronaldo Nazário, a rede de franquias Ronaldo Academy, dedicada ao futebol e com unidades nos Estados Unidos e na China.

Só o último grande negócio até então, a compra da operação brasileira das marcas de calçados esportivos Topper e Rainha, que pertenciam à gigante Alpargatas, não tem relação direta com franquia. Mas, entre os objetivos da aquisição, está o fato de as marcas serem complementares à atuação da Ronaldo Academy. “Nosso conhecimento do setor de franquias nos ajuda muito na expansão de todos os negócios”, afirma Martins.
Taco

O empresário explica que a escolha pela Taco Bell se justifica pelos preços mais baixos da rede em relação aos concorrentes e pela busca, por parte dos consumidores, por produtos mais naturais. “A maior parte dos lanches são feitos à base de milho e as carnes não são tão processadas”, explica.

O principal produto da rede é o taco, que consiste em uma massa fina de milho, recheada de tomate, alface e carne moída com pimenta. No quesito preço, o empresário calcula que os lanches deverão sair, em média, cerca de 20% mais baratos do que similares no Mc Donalds, por exemplo.

“Tickets menores têm feito grande diferença nesse momento de economia em retração”, diz Paulo Solmucci, presidente executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). “Redes em que o consumidor tem um gasto médio de cerca de R$ 15 têm registrado taxas de 20% a 30% de crescimento.”

Mas, apesar do avanço nas vendas, Solmucci alerta para a diminuição das margens do setor. “O ano passado foi muito duro para o segmento, com muita pressão dos custos.” Segundo ele, neste primeiro trimestre, pela primeira vez em dez anos, os preços da alimentação fora de casa não subiram acima da inflação geral.

O investimento de R$ 100 milhões na Taco Bell está sendo feito apenas com recursos da Sforza, gestora da família Martins. Com administração própria, a empresa investe o patrimônio da família em três ramos: investimentos financeiros, imóveis e private equity (compra de participações em empresas).

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/econo...n=midia-social
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  #94  
Old Posted Jun 15, 2016, 6:14 PM
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Eu já desconfio aonde será a loja brasiliense e não vai ser de shopping.
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  #95  
Old Posted Jun 16, 2016, 1:40 PM
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Eu já desconfio aonde será a loja brasiliense e não vai ser de shopping.
Será?
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  #96  
Old Posted Jun 16, 2016, 7:39 PM
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Será?
Isso mesmo, eu somente desconfio de ontem seja.
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  #97  
Old Posted Jun 21, 2016, 7:12 PM
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Rede de fast food Wendy's anuncia suas primeiras lojas no Brasil

Marca americana é a 3ª a maior rede de fast food de hambúrgueres do mundo.
Wendy's está presente em 29 países, com cerca de 6.500 franquias.

Wendy's anunciou que vai abrir lojas no Brasil (Foto: Reprodução/Facebook)


A Wendy’s, rede de restaurantes especializada em hambúrguer, anunciou que abrirá suas primeiras lojas no Brasil no segundo semestre deste ano. A marca americana se juntará ao Taco Bell entre as novidades do ramo de fast food no país.

Fundada em 1969, em Ohio, nos Estados Unidos, a Wendy's é a terceira maior empresa de fast food de hambúrgueres do mundo. A marca possui cerca de 6.500 franquias em 28 países, além dos EUA.

A rede especializada em comida mexicana, Taco Bell, também abrirá suas primeiras lojas no Brasil no 2º semestre. A empresa, fundada em 1962, possui cerca de 7 mil lojas, sendo 6,5 mil nos EUA.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/negocio...tm_campaign=g1
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  #98  
Old Posted Jun 23, 2016, 11:49 AM
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Não cheguei a conhecer essa rede da vez que esteve em Sampa. Mas a marca irmã dela, a Arbys, conheci muito bem... Quem sabe volte junto também.
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  #99  
Old Posted Jun 25, 2016, 10:15 AM
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Vespas da Piaggio desembarcam no mercado brasileiro

Santo Magliacane, investidor por trás do projeto: plano é ter 10% do consumo doméstico em um prazo de cinco anos

Pelas mãos de um representante local, a Piaggio, fabricante das charmosas vespas italianas, está desembarcando no Brasil com um plano de negócios que prevê a abertura de concessionárias nos maiores mercados e o início da produção local de seus scooters num prazo de nove a doze meses.

Até o fim do ano, duas marcas do grupo – Vespa, de estilo retrô, e a homônima Piaggio, de design moderno – começam a ser importadas da Itália, com comercialização, inicialmente, numa concessionária na zona sul da capital paulista. Depois disso, entre os locais já confirmados, serão inauguradas lojas no Rio de Janeiro, em Curitiba e em Brasília.

Já em 2017, como prevê o cronograma do projeto, as scooters da Piaggio passam a ser montadas no Brasil. No momento, os investidores que estão trazendo a marca negociam terceirizar a produção em alguma fábrica do polo industrial de Manaus – a exemplo das também italianas Ducati e MV Agusta, montadas nas linhas da Dafra, na capital amazonense, a partir de conjuntos de componentes importados da Europa.

Maior fabricante de veículos duas rodas da Europa, com vendas globais que no ano passado somaram 520 mil unidades, rendendo um faturamento de € 1,3 bilhão, a Piaggio era a única das grandes montadoras de motos que ainda não tinha presença no Brasil.

Nos últimos sete anos, além de Ducati e Agusta, uma leva de investimentos trouxe ao país marcas como a britânica Triumph, a americana Indian e a BMW Motorrad, braço do grupo alemão BMW no setor de duas rodas. Até então, fãs da Vespa, a “mãe de todos os scooters”, só conseguiam comprar essas motocicletas por meio de importadores independentes, sem vínculo com a matriz sediada em Pontedera, na região da Toscana.

Autorizada a importar, distribuir, nomear concessionários e fabricar os produtos do grupo italiano, a Asset Beclly, companhia de investimentos comandada por empresários italianos, é quem está implementando o negócio, sem participação financeira da Piaggio. Caberá ao representante local tonar viáveis os investimentos. Sua intenção é atrair outros investidores para ter pelo menos dois sócios no projeto. “Estamos em negociações avançadas com dois grupos. Tudo está bem encaminhado para começarmos com importações diretas no quarto trimestre deste ano”, diz Santo Magliacane, o sócio majoritário da Asset Beclly.

Maior na Europa, Piaggio era a única das grandes montadoras de motos que ainda não tinha presença no Brasil

Responsável por chefiar a Harley-Davidson entre 2010 e 2015 – em um momento em que a montadora americana ganhava musculatura no Brasil com a construção de uma fábrica maior em Manaus -, Longino Morawski foi o executivo escalado pelos investidores para comandar a operação.

A chegada da Piaggio se alinha à estratégia, inserida no plano global do grupo, de perseguir oportunidades na América Latina até 2017. A ideia é usar a base industrial no país, oitava do grupo no mundo, como plataforma de exportação a mercados vizinhos do Mercosul.

Por estar numa categoria da indústria de motocicletas que tem resistido à crise, com produtos direcionados a um público de padrão aquisitivo alheio às dificuldades de acesso ao crédito, a Piaggio espera se dar bem mesmo diante do cenário recessivo que derrubou as vendas de motos no Brasil ao menor patamar em uma década. O momento de dificuldade econômica fortalece também seu poder de barganha na hora de negociar contratos de terceirização da produção com fábricas excessivamente ociosas de Manaus.
Os investidores apostam ainda na recuperação econômica a partir do ano que vem, bem como na atração provocada pela nostalgia da marca para ter sucesso com scooters vendidos na Europa por valores que vão de € 3 mil a € 8 mil – os preços daqui ainda são segredo. Desde o início, haverá esforço em apresentar a Vespa como um produto intimamente ligado à moda. Uma versão especial com a assinatura da grife Armani está entre os modelos que chegarão ao país.

A montadora, porém, terá que explorar mais do que nichos de mercado. Sua meta é, num prazo de cinco anos, responder por 10% do consumo nacional de motos, algo que hoje significa um número ao redor de 100 mil unidades. É o suficiente para brigar com a Yamaha pela vice-liderança do ranking, onde a Honda, marca de sete em cada dez motos emplacadas no Brasil, tem posição hegemônica.

A confiança vem da liderança na Europa, mercado em que a Piaggio responde por 15% das vendas, e do passado no Brasil. Na década de 80, em sua segunda incursão no país – na época, em uma sociedade com a Caloi -, as vespas da Piaggio chegaram a ameaçar a posição da Yamaha ao abocanharem 11% do mercado. A montadora, no entanto, não conseguiu sustentar o sucesso alcançado em meados dos anos 80 e acabou encerrando a produção nacional em 1990. “Se não tivesse saído do Brasil, a marca estaria hoje vendendo 200 mil unidades por ano”, diz Magliacane, ao recorrer à história para dar a dimensão do potencial dos produtos que está trazendo ao país.


Fonte: http://leonidasherndl.com.br/leonida...do-brasileiro/
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Old Posted Jun 25, 2016, 10:16 AM
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LLAP
 
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Eu sei que a Indian Motorcycles virá para Brasília pela mãos da concessionária Polaris.
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