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  #1921  
Old Posted Jul 2, 2018, 12:33 AM
yuri radd yuri radd is offline
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Alguém tem um mapa mostrando como vai ficar isso?

https://g1.globo.com/df/distrito-fed...nacional.ghtml
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  #1922  
Old Posted Jul 2, 2018, 12:47 AM
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Eu acho que tem controversias, pois naquela superquadra foram vendidas projeções. A Terracap vai indenizar quem comprou?
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  #1923  
Old Posted Jul 7, 2018, 6:11 AM
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Matéria passou batida mais, muito em breve, teremos um super condomínio no estilo MCMV para 26 mil moradias. Isso mesmo que estão lendo...

Incorporadora Rezek quer lançar R$1 bi em SP e RJ em 2018, planeja megaprojeto para Brasília

SÃO PAULO (Reuters) - A incorporadora do Grupo Rezek espera mais que duplicar os lançamentos de imóveis econômicos em 2018, atingindo cerca de 1 bilhão de reais em Valor Geral de Vendas (VGV) com empreendimentos concentrados nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

“Estou muito confiante como empresário... A economia dá sinais de melhora e o mercado imobiliário está se recuperando, por mais que ainda não haja retomada de preços”, afirmou nesta segunda-feira à Reuters o diretor-presidente da incorporadora, José Ricardo Lemos Rezek.

O Grupo Rezek espera lançar aproximadamente 4 mil unidades no Estado de São Paulo e até 500 na capital carioca este ano. Em 2017 a empresa lançou cerca de 2 mil unidades no Estado de São Paulo.

Entre os projetos mais recentes, a incorporadora lançou o chamado Reserva Raposo, um megacondomínimo com imóveis enquadrados nas faixas 1, 2 e 3 do programa habitacional Minha Casa Minha Vida.

O empreendimento prevê a entrega de um total de 17.960 apartamentos, além de seis creches, uma escola de ensino básico, dois parques públicos, duas unidades básicas de saúde, um centro de terceira idade, uma biblioteca, um auditório público e um terminal rodoviário. O VGV total do empreendimento é de cerca de 5 bilhões de reais, segundo a companhia.

“O governo cede áreas doadas e nós construímos toda essa infraestrutura”, explicou Verena Arantes Balas, diretora de incorporação, acrescentando que a escala do projeto permite a diluição dos custos de construir instalações para serviços públicos.

A companhia já tem contratos assinados para as primeiras 1.200 unidades lançadas, mas teve que interromper as obras depois de uma ação popular aberta no fim do ano passado pelo vereador Gilberto Natalini (PV/SP), envolvendo questões de territorialidade e, consequentemente, o licenciamento ambiental.

O prejuízo com a paralisação das obras é estimado em 3,5 milhões de reais por mês, segundo o diretor-presidente da Rezek. “São 12 mil empregos deixando de ser gerados”, disse.

Na avaliação dele, a insegurança jurídica e o desemprego são os principais desafios para o setor imobiliário no curto prazo. Apesar disso, o executivo avalia que o segmento de imóveis econômicos seguirá resiliente em função do elevado déficit habitacional no país.

A Rezek aguarda aprovação para um outro megacondomínio de 26 mil moradias das faixas 1, 2 e 3 do MCMV em Brasília, no qual pretende desembolsar cerca de 250 milhões de reais.


A previsão é que o projeto seja aprovado no primeiro semestre do ano que vem. Se materializado, será o maior empreendimento de Minha Casa Minha Vida do Brasil.

Em 2017, a MRV, maior construtora de imóveis econômicos do país, lançou 37.155 unidades em todo o país, o equivalente a um VGV de 5,6 bilhões de reais.

Fonte: https://br.reuters.com/article/busin...CN1IT236-OBRBS
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  #1924  
Old Posted Jul 7, 2018, 6:58 AM
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Se esse mega empreendimento sair, só pode ser em 3 lugares...

Primeiro, na estrutural, naquele projeto apresentado a alguns anos que aparentava que a Brookfield iria lançar... E para o porte, com certeza, cairia como uma loja ali.

Se não for, então seria na região de Planaltina. Caso não fosse, então na região do Tororó. Ou quem sabe, queiram ressuscitar o projeto do Recanto das Emas. Quando apresentado, tinha quase 25 mil moradias. Já imaginou a doideira, a própria incorporadora deixar pronto, 2 delegacias, 1 batalhão do corpo de bombeiros, 4 postos de saúde, 6 creches, 2 centros de idosos dia, escolas de primário, secundário e técnico e por aí vai. Aí não O GDF só se preocuparia de contratar ou remanejar funcionários.
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  #1925  
Old Posted Jul 19, 2018, 5:33 AM
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Bomba....Noticia bombástica... Parece que um projeto adormecido, vai sair do papel, ainda mais na região de Sobradinho, mas não venha me perguntar aonde, que estou ainda procurando. Agora não sei se será a Rossi que irá faze-lo, mas que um dos sócios publico algo no DODF de hoje. Apesar que percebi que não tem o mesmo CNPJ.... pode não se tratar do mesmo empreendimento.

Fonte: http://edicaodigital.jornaldebrasili...2018&pagina=17

Firmamos parceria com a Rossi Residencial para o desenvolvimento de um projeto em Sobradinho, DF, numa área de 1,6 milhões de m2 localizado a menos de 20 km do Plano Piloto, que deverá receber 6.463 unidades habitacionais, office e health park, além de shoppings e comércio local.

Fonte: https://www.valor.com.br/sites/defau...idencial_c.pdf

E tenho desconfiança que seja nesse local aqui.


Brasília/DF - Bairro Sobradinho

Masterplan - 2014
Área da gleba: 1.608.579m²
Área Líquida Vendável: 974.715m²
106 lotes residenciais multifamiliares e comerciais

Last edited by pesquisadorbrazil; Jul 19, 2018 at 5:50 AM.
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  #1926  
Old Posted Sep 13, 2018, 2:33 PM
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Sai decreto que permite cercas, muros e guaritas em condomínios do DF


Lei federal que permite reforço na segurança (13.465) é de 2017 e a consulta pública para receber sugestões dos moradores terminou em maio


Demanda antiga dos moradores de condomínios e parcelamentos irregulares ou em processo de regularização, a construção e permanência de muros, cercas e guaritas em loteamentos do Distrito Federal estão autorizadas. O decreto que regulamenta o controle de acesso a essas áreas foi publicado no Diário Oficial do DF (DODF), desta quinta-feira (13/9) e já passa a valer.

Embora seja reivindicação antiga, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) assinou o decreto em campanha eleitoral por sua reeleição. A lei federal que permite o reforço na segurança (13.465) é de 2017. Consulta virtual para receber sugestões por parte dos moradores para a proposta foi encerrada em 29 de maio.

A medida, que torna legal a existência dos cercamentos em condomínios fechados, estabelece critérios e procedimentos relativos ao controle de acesso para casos de loteamentos a serem regularizados, no âmbito da regularização fundiária urbana na capital federal, na modalidade de terreno de acesso restrito.

A Secretaria de Gestão do Território e Habitação do DF (Segeth) deve manter banco de dados com a localização dos loteamentos de acesso controlado e disponibilizar as informações no Sistema de Informações Territoriais e Urbanas do Distrito Federal (Siturb).

Compete ao órgão exercer o poder de polícia para que os dispositivos constantes neste decreto sejam obedecidos em sua totalidade.

O Metrópoles acionou a pasta para ter mais explicações sobre as regras, mas até a publicação desta reportagem não houve retorno.

A regularização do controle de acesso envolve milhares de pessoas e deve atender aos seguintes critérios:

Para cercamento
a) pode ocorrer apenas onde o limite do loteamento não coincidir com o limite de lote;
b) altura máxima de 2,50m;
c) permeabilidade visual mínima de 70%, quando o cercamento confrontar área pública interna com área pública externa ao loteamento;
d) tratamento paisagístico quando este confrontar área pública interna ou externa ao loteamento, não podendo comprometer a permeabilidade visual mínima de 70%;
e) tratamento paisagístico da área pública externa, lindeira ao loteamento, de forma a amenizar os impactos decorrentes do cercamento do loteamento e de seus lotes.

Para guaritas do loteamento com as seguintes dimensões, excetuada a cobertura
a) área máxima de 20,00m², quando composta de uma única edificação, podendo incluir sanitário e bancada para preparo de alimentos;
b) área máxima de 15,00m², cada guarita, quando composta por 2 edificações, podendo incluir sanitário e bancada para preparo de alimentos.

Diretrizes Urbanísticas
a) a integração do sistema viário estruturante;
b) definição de acessos para garantir a permeabilidade do tecido urbano e a integração com as áreas urbanas adjacentes e a mobilidade.

Saia justa
Na última segunda (10), Rollemberg enfrentou uma saia justa por conta da regulamentação das guaritas e muros. O chefe do Executivo local participou de um evento com síndicos e moradores de condomínios no Solar de Brasília, no Jardim Botânico. A reunião foi convocada anunciando que na ocasião seria assinado o decreto.

Um vídeo no qual um cidadão confronta o governador e diz que ele poderia sair dali preso circulou nas redes sociais. Inconformado, o residente do Solar de Brasília questionou Rollemberg sobre o motivo de o decreto ter sido deixado de lado. “Estão faltando uns ajustes ainda para fazer”, respondeu o político.

O homem reforçou que os “muros teriam um decreto hoje” e perguntou por qual motivo o governador declinou. “Eu não desisti. Nós estamos dando continuidade ao processo de regularização. No momento em que todos os ajustes técnicos estiverem realizados, ele será publicado”, explicou-se.

Logo em seguida, o morador afirmou que o governador poderia ser preso. “O senhor poderia sair daqui preso, o senhor sabe, né?! Existe o problema que o senhor está em campanha”, disparou, sob vaias. Rollemberg retrucou: “Só quem está em campanha é você”.





https://www.metropoles.com/distrito-...dominios-do-df
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  #1927  
Old Posted Sep 15, 2018, 1:27 AM
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pesquisadorbrazil pesquisadorbrazil is offline
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Ainda tem universitários de uma certa universidade federal, que vão entrar com ação para derrubar a iniciativa. Pois as grades em vez de inibir a violência tem o efeito contrário. Hummm então e a UNB que não tem uma grade ou muro e o local é violento e uso intensivo de drogas, assaltos e estupros.
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