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  #381  
Old Posted Jan 5, 2014, 9:38 AM
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Se fosse o governo do Aécio, ele iria querer defender o duonopólio das áereas nacionais. Com a famosa reserva de mercado.
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  #382  
Old Posted Jan 8, 2014, 7:29 PM
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Cade aprova união de Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa para construir aeroporto em SP



8 Jan (Reuters) - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição pela Andrade Gutierrez Concessões de uma participação de 50% em uma empresa não-operacional detida pela Camargo Corrêa, que terá como objetivo construir e explorar um aeroporto privado na região metropolitana de São Paulo, segundo despacho no Diário Oficial desta quarta-feira.

Em documento enviado ao Cade, as partes esclareceram que a empresa em questão visa a criação de uma nova infraestrutura aeroportuária a partir de um projeto iniciado do zero, que não "suscita qualquer preocupação concorrencial".

As empresas acrescentaram que enxergam ser necessário aumentar a capacidade do setor para atender a demanda por transporte aéreo diante do crescimento observado nos últimos anos. "Mais especificamente, aumentar a capacidade aeroportuária na região metropolitana de São Paulo", disseram.

Os grupos Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa já atuam no setor por meio da CCR (CCRO3), na qual ambos mantêm participações.

No fim de novembro, o consórcio liderado pela CCR venceu o leilão do aeroporto de Confins, em Minas Gerais. A CCR também participa da operação de aeroportos internacionais na Costa Rica, Curaçao e Equador, informaram as empresas.












http://economia.uol.com.br/noticias/...orto-em-sp.htm
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  #383  
Old Posted Jan 8, 2014, 8:52 PM
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Enquanto isso o aeroporto da Andrade Gutierrez era jogada de marketing ou mentira mesmo. Liguei diversas vezes esse ano na filial daqui. E pasmem, ninguem tinha conhecimento do aeroporto. Doideira, se os próprios fazem uma matéria em jornal de grande circulação e depois é tudo mentira. Estranho.
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  #384  
Old Posted Jan 13, 2014, 4:59 PM
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Empresas aéreas transportarão cadeiras de rodas gratuitamente


Anac foi condenada a exigir das companhias transporte gratuito das cadeiras para passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida



A partir de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal em São Paulo contra a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a autarquia federal terá que exigir das empresas aéreas brasileiras a garantia do transporte gratuito e incondicional de cadeira de rodas para passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida, independentemente do peso e do local em que o equipamento for transportado. A Anac terá que fiscalizar e autuar as empresas que descumprirem essa determinação.

A sentença é da juíza federal substituta Fernanda Soraia Pacheco Costa, no exercício da titularidade da 4ª Vara Federal Cível da Capital. A ação, movida pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) e assinada pelo procurador da República Jefferson Aparecido Dias, então titular da PRDC, foi protocolada em outubro de 2012.

A cobrança do transporte de cadeiras de rodas pelas companhias aéreas começou a ser investigada em abril de 2012. A PRDC foi procurada pela mãe de um adolescente portador de atrofia cerebral. Ela revelou que sempre que viajava com o filho era obrigada a pagar pelo transporte da cadeira. O custo chegou a R$ 130,00 em uma das viagens.

O MPF constatou, na época, que “as maiores aeronaves operadas pelas duas grandes companhias aéreas do Brasil são o Airbus A330 e o Boeing 777, que não possuem espaço no interior da cabine para o transporte de uma cadeira de rodas”. Sem poder transportar a cadeira de rodas na cabine, os cadeirantes se viam obrigados a pagar pela carga.










http://www.clmais.com.br/informacao/...-gratuitamente
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  #385  
Old Posted Jan 13, 2014, 10:15 PM
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Demorou essa iniciativa. Ou melhor, as companhias aéreas disponibilizar cadeiras também.
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  #386  
Old Posted Jan 16, 2014, 8:53 PM
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Anac autoriza 1.973 novos voos com torcedores para a Copa


25 aeroportos receberão essas rotas, nas cidades-sede e redondezas Agência aprovou ainda cerca de 78 mil pedidos de alteração de voos.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou nesta quinta-feira (16) que autorizou 1.973 pedidos de novos voos em 25 aeroportos do país no período da Copa do Mundo, entre junho e julho. De acordo com o presidente da Anac, Marcelo Guaranys, receberão esses voos os aeroportos que ficam nas 12 cidades-sede dos jogos além de outras 13 a até 200 quilômetros de distância dos estádios.

Ainda de acordo com Guaranys, foram aprovadas cerca de 78 mil alterações em horários de voos, envolvendo os mesmos aeroportos.

O presidente da Anac disse que as empresas vão poder começar a vender passagens para esses voos já a partir de amanhã, desde que não tenha nenhuma alteração a ser feita.

Guaranys afirmou que, para autorizar os novos voos e as alterações de horários, a Anac analisou a capacidade dos aeroportos para recebê-los e das próprias empresas aéreas para realizá-los. Segundo ele, o volume na movimentação de passageiros será semelhante ao registrado em períodos como Natal e Ano Novo e, por isso, o governo não prevê ocorrência de problema no atendimento aos torcedores. “Garantimos que os voos estão sendo aprovados dentro da capacidade dos aeroportos”, disse Guaranys.

Ele informou que haverá reforço na fiscalização dessas áreas durante o período da Copa, para garantir que direitos dos passageiros não sejam desrespeitados.


Preço das passagens

O presidente da Anac informou que o governo vai acompanhar, a cada 15 dias, os preços que as empresas aéreas nacionais estão cobrando pelas passagens para os destinos da Copa. Segundo ele, em caso de abuso, as elas poderão ser questionadas.

“Vamos fazer o acompanhamento quinzenal do preço das passagens e os órgãos de defesa do consumidor, além do Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica], podem agir no caso de verifica abuso na cobrança”, disse.












http://g1.globo.com/economia/noticia...para-copa.html
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  #387  
Old Posted Feb 9, 2014, 1:20 PM
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Construção de pista de aviação dentro de parque do DF é investigada pelo Ministério Público


A nova pista no Parque Burle Marx irá atender ultraleves e deve estar pronta até o fim do mês

Foto: Paulo Mondego/R7

A nova pista será construída, de modo, perpendicular a atual


O Parque Burle Marx, localizado entre o Setor Noroeste e a Asa Norte, é um projeto que está longe de ficar pronto. Por enquanto o único vestígio de obras no local é de uma pista de aviação que está sendo construída pela APUB (Associação de Pilotos e Ultraleves de Brasília). As obras começaram em agosto deste ano e ainda não foram concluídas. Mesmo aprovada pelo Ibram (Instituto Brasília Ambiental), elas são investigadas pelo MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios).

A construção da pista para pousos e decolagens é um projeto da APUB. Outra pista, que será removida, já ocupa uma parte da área há 17 anos, que foi cedida pelo governo antes mesmo da criação do parque.

Segundo o diretor de operações da APUB, Mike Ronche, a construção da nova pista de 800 metros substituirá a existente e será apenas um re-direcionamento da pista atual, que será demolida. Para o Superintendente de Gestão de Áreas Protegidas do Ibram, Pedro Salgado, a necessidade de alterar o sentido da pista atual deve-se à criação das quadras no setor, já que ela converge para regiões com alta densidade populacional, além de ficar na linha de colisão com o futuro shopping center a ser construído. Mas há quem questione a empreitada.

Segundo o promotor de Defesa do Meio Ambiente, Roberto Carlos Batista, o MPDFT decidiu investigar as obras após receber mais de uma representação sobre o caso. Segundo ele, uma audiência foi realizada junto ao Ibram para que o órgão esclarecesse sobre os estudos de impacto ambiental que foram contratados pela Terracap.

O promotor de defesa do meio ambiente, Roberto Carlos Batista, explica que o Ministério Público questiona a expedição da autorização pelo Ibram para execução da obra antes mesmo do resultado do estudo do impacto ambiental. O superintendente de Áreas Protegidas do Ibram, Pedro Salgado, alega, entretanto, que faltava apenas uma assinatura para a conclusão do estudo e reitera que o órgão realizou todos os procedimentos conforme a lei.

De acordo com Pedro Salgado, o órgão levou em consideração relatórios ambientais para autorizar a execução das obras como o EIA-RIMA (Estudo de Impacto Ambiental e Relatórios de Impacto do Meio Ambiente) contratado pela Terracap para a própria instalação do Sítio de Vôo na área do Parque e o Plano de Manejo elaborado e aprovado no ano de 2008, com revisão prevista a cada cinco anos, no qual fica claro o zoneamento que permite as atividades da APUB.

Além disso, o Ministério Público pede explicações formais para a Terracap sobre o motivo pelo qual contratou esse serviço em benefício de uma associação privada, mas ainda aguarda resposta. Para analisar o caso, o Ministério Público pediu que o Ibram apresentasse um estudo de impacto ambiental completo em formato eletrônico que está sendo analisado pelo Departamento de Perícias e Diligências do MPDFT desde setembro e ainda não chegou ao promotor.

De acordo com a assessoria do MPDFT, o resultado da investigação sairá ainda este mês. Caso o dano ao meio ambiente seja constatado, pode haver uma compensação ambiental, além de uma compensação pelo impacto causado.

A obra está aprovada pelo Ibram desde 2012, mas foi iniciada este ano quando apresentaram um inventário florístico, que calcula a quantidade exata de indivíduos arbóreos a serem suprimidos e a espécie de cada um.

O corretor de imóveis, Fábio Lima, trabalha com imóveis no Noroeste e acredita que a pista de onde os aviões decolam e pousam atualmente pode oferecer perigo aos moradores quando os prédios tiverem construídos, pois mesmo sendo aviões de pequeno porte, eles passam bem perto da área que será habitada.

A equipe do R7 DF questionou moradores do Noroeste, mas os estrevistados ainda não tinham conhecimento da construção da nova pista e a desativação da antiga.










http://noticias.r7.com/distrito-fede...blico-09022014
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  #388  
Old Posted Feb 9, 2014, 4:16 PM
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Eu acho estranho o MP questionar isso, e do outro lado da Asa Sul, o aeroclube está se expandindo sem controle, daqui a pouco o aeroclube vai chegar na Vila Telebrasília e Terminal Sul do Metrô.
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  #389  
Old Posted Feb 20, 2014, 12:59 AM
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Air France compra parte da Gol e quer trazer maior avião do mundo ao Brasil


Parceria entre as duas companhias foi anunciada nesta quarta-feira


A Gol informou nesta quarta-feira uma parceria estratégica com a Air France-KLM. O acordo que envolve investimentos de US$ 100 milhões na empresa brasileira representa uma participação de 1,5% correspondente ao seu capital.

A aérea franco-holandesa irá operar a partir do dia 31 de março deste ano uma nova rota para Brasília, serão três voos por semana. As novas atividades da companhia incluem uma operação regular entre Paris-Charles de Gaulle e São Paulo com o Airbus A380 - maior avião de passageiros do mundo.

A novidade também irá possibilitar que os clientes do Smiles, programa de milhas da Gol, voem pela empresa estrangeira e resgatem milhas em todos as viagens.

Além de poder assinar novos acordos juntas, as aéreas terão uma melhora em suas equipes de venda no Brasil e na Europa.

A parceria segue a experiência da brasileira feita com a Delta Airlines, também parceira da Air France, em 2011.









http://economia.terra.com.br/cliente...6eb0aRCRD.html
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  #390  
Old Posted Feb 20, 2014, 1:05 PM
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É agora que vou fazer aquela viagem para Parrriisss... E vou no jumbão da AirBus!

Pronto o mitico encontro de forumers do SSP de Brasília será em Paris, regado a vinho com croissant! Quem vai?
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  #391  
Old Posted May 8, 2014, 8:30 PM
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Demanda por voos no Brasil sobe 8,9% no trimestre; oferta cresce 1,8%


SÃO PAULO, 8 Mai (Reuters) - A demanda de passageiros por voos domésticos no Brasil subiu em um ritmo quase cinco vezes maior que a expansão da oferta de assentos pelas companhias aéreas no primeiro trimestre, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (8) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Em estratégia de contenção de despesas e aumento de rentabilidade, as companhias aéreas aumentaram sua oferta em 1,8% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. Já a demanda de passageiros por voos teve salto de 8,9%. Com isso, a taxa de ocupação das aeronaves no período foi de 79,6%, a maior desde 2005.

Considerando apenas março, a oferta doméstica apresentou recuo de 0,5%, enquanto a demanda subiu 8,2%.

O número de passageiros pagos transportados no mês passado atingiu 7,6 milhões, maior nível para o mês nos últimos 10 anos, segundo a Anac.

Em voos internacionais, a oferta recuou no trimestre 8,5%, enquanto a demanda caiu 0,5%.

A TAM terminou março com participação de 38,12% no mercado doméstico, recuo de 3,09 pontos percentuais sobre o primeiro trimestre de 2013. Enquanto isso, a Gol cresceu sua fatia em 1,85 ponto, para 36,61%.

A participação da Azul cresceu de 11,81% para 16,66% no período enquanto a Avianca avançou de 6,72% para 7,94%.













http://economia.uol.com.br/noticias/...-cresce-18.htm
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  #392  
Old Posted May 19, 2014, 3:22 PM
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Dilma confirma licitação para mais de 100 aeroportos




A presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira que o governo vai começar em junho o processo de licitação para obras de mais de uma centena de aeroportos regionais que já possuem estudos de viabilidade concluídos."Nós já concluímos os estudos de viabilidade de 163 aeroportos, e agora estamos na fase de elaboração dos projetos de engenharia", disse Dilma no programa semanal de rádio "Café com a Presidenta".

"A partir de junho, começaremos as licitações para as obras, que vão prosseguir ao longo de todo o segundo semestre de 2014." De acordo com a presidente, o governo já assinou contratos no valor de 186 milhões para execução de projetos relacionados aos 270 aeroportos com construção prevista, visando regionalizar a demanda por viagens aéreas.

Dilma também anunciou que o governo vai isentar os aeroportos regionais de todas as tarifas aeroportuárias, assim como vai garantir a regularidade do fluxo de passageiros por meio de subsídios que tornem mais baratas as passagens aéreas de voos saindo ou chegando nesses aeroportos.

"Vamos subsidiar 50% dos assentos ou até 60 assentos por aeronave para aproximar o preço da passagem de avião a dos ônibus e democratizar ainda mais o acesso ao transporte aéreo", disse Dilma.

Segundo a presidente, as concessões dos grandes aeroportos garantem o subsídio aos aeroportos regionais. Os principais aeroportos concedidos pelo governo à iniciativa privada até o momento foram Guarulhos (São Paulo), Brasília, Viracopos (São Paulo), Confins (Minas Gerais) e Galeão (Rio de Janeiro).

Em seu programa de rádio, Dilma também garantiu que os aeroportos brasileiros estarão aptos a atender a demanda trazida pela Copa do Mundo, que vai acontecer de 12 de junho a 13 de julho, em 12 cidades. "Vamos receber todos muito bem. E os brasileiros poderão ficar orgulhosos do Brasil que estamos construindo", afirmou.













http://noticias.terra.com.br/brasil/...f46d0RCRD.html
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  #393  
Old Posted May 19, 2014, 4:12 PM
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Pera ai, não entendi, o que exatamnte será licitado? A construção de mais 100 novos aeroportos? A reforma? A priv... quer dizer a concessão dos aeroportos?

E rapaz se cada vez que a Dilma anunciasse a liberação dos bilhões, isso realmente se cumprisse, estariamos no 1º mundo!
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  #394  
Old Posted May 19, 2014, 4:20 PM
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Pelo que sei será os dois tipos que você citou, Construções de novos Aeroportos e licitação de alguns já existentes para serem reformados...
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  #395  
Old Posted May 19, 2014, 4:23 PM
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Tomara que nesse bolo estejam o aeroporto Executivo de Sobradinho e o Aeroporto de Cargas em Planaltina
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  #396  
Old Posted Jul 7, 2014, 11:26 PM
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Gol assina acordo com Etihad Airways sobre voos



A Gol Linhas Aéreas Inteligentes assinou um acordo de compartilhamento de voos (codeshare) com a Etihad Airways, companhia aérea com sede em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos.

Segundo comunicado, o acordo ainda depende da aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

As companhias já possuem um acordo de interline, e a ampliação da parceria através da assinatura do acordo de codeshare permitirá inicialmente que a Etihad Airways inclua seu código nos voos operados pela Gol, informou a companhia. Com isso, os clientes terão acesso a um maior número de conexões com destinos no Brasil e na América do Sul.

"A Gol vem investindo em parcerias que proporcionem cada vez mais benefícios aos nossos clientes, e o fortalecimento da aliança com a Etihad representa exatamente isso", afirmou em nota Paulo Kakinoff, presidente da Gol.

Em breve, as empresas celebrarão um acordo de Frequent Flyer Program (FFP) por meio do qual oferecerão a todos os clientes os benefícios dos seus respectivos programas de milhagem, o Smiles, da Gol, e o Etihad Guest, da Etihad Airways.














http://www.istoedinheiro.com.br/noti...s/169730.shtml
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  #397  
Old Posted Jul 8, 2014, 12:53 AM
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Essa empresa não foi aquela que deu a entender, que quer uma rota para Brasília?
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  #398  
Old Posted Jul 10, 2014, 7:41 PM
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Aerolíneas Argentinas firma acordo para venda de passagens da Azul. Franquia de bagagem será mantida



A companhia Aerolíneas Argentinas já está vendendo passagens da Azul .A parceria Interline começou na terça-feira (08/07). Os passageiros da companhia argentina poderão embarcar para qualquer destino atendidos pela Azul em um único bilhete. A companhia tem voos de Buenos Aires para São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Salvador, Florianópolis, Porto Alegre e Confins.

Por conta da necessidade de passagem pela alfândega ao entrar no Brasil, o passageiro da provenientes de voos da Aerolíneas Argentinas terão que retirar suas bagagens na esteira e despachá-las novamente no balcão da Azul. A Azul promete garantir a franquia de bagagem estipulada pela aérea argentina.

A Azul mantém acordos de Interline também com a TAP, Etihad Airways, United, Air Europa, Lufthansa e Hahn Air. Com 138 aeronaves, a Azul é a terceira maior companhia aérea do país. A empresa recebeu em junho um dos seis Airbus A330-200 que serão usados nos voos para os Estados Unidos. Com mais de 10 mil funcionários, a companhia oferece 876 voos diários para 100 destinos.

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  #399  
Old Posted Jul 30, 2014, 2:58 PM
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Voar ao interior custará 25% menos com subsídio,diz Azul



O plano de estímulo à aviação regional permitirá a ampliação da frequência de voos nas cidades que já atende, segundo presidente da empresa

Divulgação

Azul: empresa é a que mais se beneficiará do plano de aviação regional

São Paulo - O subsídio aos voos regionais deve reduzir entre 10% e 25% o preço nos voos para esses destinos já oferecidos pela Azul, estima o presidente da companhia aérea, Antonoaldo Neves.

Segundo ele, o plano de estímulo à aviação regional permitirá que a companhia amplie a frequência de voos nas cidades que já atende, ofereça mais conexões diretas no interior e inicie a operação em novos destinos.

Líder em aviação regional com cerca de 100 cidades atendidas no País, a Azul deve ser a empresa que mais se beneficiará do plano de aviação regional e já planeja uma expansão de frota para ampliar a operação.

"Vamos precisar de 10 a 20 novos aviões da Embraer em até três anos e talvez uns dez ATRs a mais", diz Neves.

A Azul hoje usa o turboélice ATR, com cerca de 70 assentos, nas rotas regionais, e o jato da Embraer, com cerca de 120 lugares, para voos entre cidades maiores. O plano da empresa é colocar os jatos nas rotas hoje usadas pelos ATRs, ampliando a oferta nesses destinos.

Os ATRs devem ser deslocados para destinos com menor demanda, que não são operados pela empresa atualmente, mas devem se tornar viáveis com o subsídio. "A nossa estimativa é de que 25% do subsídio que vamos receber virá dos voos que já operamos. A maioria virá de novos destinos, novas frequências ou da criação de conexões diretas no interior", disse Neves.

A Azul poderá estrear uma malha nova, que já contemplará uma ampliação dos voos regionais, em janeiro. A previsão considera que a medida provisória que autorizou a União a dar subsídio a voos regionais seja aprovada em 30 dias e que o governo assine um contrato com as empresas aéreas até outubro.

Concorrência

Gol e TAM declararam, em nota, apoio ao projeto e disseram que estão estudando oportunidades para ampliar seus voos no interior. Hoje elas já voam para destinos que serão beneficiados pelo subsídio, como Joinville (SC) e Marabá (PA).

A Avianca disse que já faz voos para cinco cidades que se enquadram nos quesitos para receber o subsídio. "Vamos fazer estudos para analisar as possibilidades de operar em mais destinos no interior", disse Tarcísio Gargioni, vice-presidente comercial da Avianca.

A empresa diz que tem aviões adequados para a rota - o A318, de 120 lugares -, mas que poderá ampliar a frota para comportar a expansão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.













http://exame.abril.com.br/negocios/n...sidio-diz-azul
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  #400  
Old Posted Aug 12, 2014, 5:14 PM
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A380 encanta público, mas encalha, e Airbus vende superjumbo com desconto

The New York Times Jad Mouawad
12/08/201406h00 > Atualizada 12/08/201413h34

Para se ter uma ideia do tamanho e ambição do A380, suba a grande escadaria de uma versão do avião para a companhia aérea Emirates, passe pelas duchas e suítes da primeira classe e, depois, pelas intermináveis fileiras da classe executiva até chegar ao bar na parte traseira do piso superior.

Esse semicírculo elegante, atraentemente iluminado a meia-luz e repleto de bebidas caras, como a vodca Grey Goose, é, sem dúvida, uma das características que definem esta aeronave. O avião faz qualquer jato comercial parecer um anão nos céus.

Desde que começou a voar comercialmente há sete anos, o A380 conquistou a imaginação dos viajantes. Seus dois pisos totalizam mais de 550 metros quadrados, 50% a mais do que o jato jumbo original, o Boeing 747.

Sua envergadura mal cabe dentro de um campo de futebol.

Seus quatro motores levam este avião de 560 toneladas a uma altitude de cruzeiro de 39 mil pés (11.887 metros) em menos de 15 minutos, uma subida surpreendentemente suave para um avião tão corpulento. Os passageiros adoram porque é silencioso e lembra mais um navio de cruzeiro do que um avião.
Airbus previa tendência de aviões cada vez maiores

O A380 também foi a resposta da Airbus para uma tendência problemática: mais e mais passageiros significam mais voos e pistas cada vez mais congestionadas. A Airbus imaginou que o futuro da viagem aérea pertencia a aviões maiores voando entre grandes aeroportos.

"Mais que simplesmente um avião grande", escreveu um analista do setor quando o primeiro A380 foi entregue à Singapore Airlines, em 2007, "o mais novo líder do setor mudará para sempre a forma como este opera".

A previsão não se tornou realidade.
Superjumbo encalha, e fabricante dá até 50% de desconto

A Airbus tem tido dificuldades para vender os aviões. Os pedidos foram poucos e nenhum comprador foi encontrado nos Estados Unidos, América do Sul, África ou Índia. Apenas uma companhia aérea na China o encomendou, e seu único cliente no Japão cancelou o pedido. Até os clientes existentes estão reduzindo suas encomendas.

O preço do A380 está listado em US$ 400 milhões, mas a pressão forçou a Airbus a reduzir o preço em até 50%, segundo analistas do setor. Até o momento, a Airbus recebeu 318 pedidos e entregou 138 aviões para apenas 11 companhias aéreas --um número decepcionante, dadas as previsões de que o avião seria o principal das companhias aéreas de todo o mundo.

Apenas uma companhia aérea --a Emirates-- transformou o A380 em elemento central de sua estratégia global, pedindo 140, enquanto construía um grande aeroporto central em Dubai. Mas a Emirates é única. Ninguém mais apostou no avião com a mesma confiança.

Passageiro prefere voos diretos em aviões menores, diz analista

O A380 não se saiu bem por vários motivos, alguns apenas cíclicos. O avião foi lançado em meio a uma desaceleração econômica profunda no setor aéreo. Os executivos das companhias aéreas estavam cautelosos em gastar agressivamente em suas frotas, especialmente em um oneroso devorador de combustível de quatro motores.

Mas críticos como Richard Aboulafia, um analista aeroespacial do Teal Group, consultoria de aviação em Fairfax, Virgínia, diz que o principal problema é mais fundamental: a Airbus fez uma previsão errada sobre as preferências de viagem. As pessoas preferem voos diretos em aviões menores, ele disse, do que tomar aviões maiores --independentemente de seus feitos de engenharia-- que exigem conexões em grandes aeroportos.

"É um desastre comercial", diz Aboulafia. "Toda ideia ruim concebível que alguém já teve sobre o setor de aviação está representada nesse avião."
Airbus não deve recuperar os US$ 25 bi investidos

A Airbus gastou cerca de US$ 25 bilhões no desenvolvimento do avião. A aeronave foi adiada por anos devido a problemas de fabricação, enquanto a Airbus lutava para manter baixo o peso do avião e coordenar seu projeto complexo com dezenas de fornecedores por toda a Europa.

Em 2012, a Airbus descobriu pequenas rachaduras nas estruturas das asas do A380, um erro de projeto embaraçoso e oneroso que ela está corrigindo.

Apesar do programa do A380 ter sido excelente para a indústria aeroespacial europeia, a Airbus dificilmente recuperará o que gastou em pesquisa e desenvolvimento. O melhor que pode esperar agora é recuperar os custos de produção, segundo analistas, desde que consiga continuar recebendo pedidos.

Steven F. Udvar-Házy, um veterano do setor que é presidente-executivo da Air Lease Corp., que faz leasing de aeronaves, chamou a falta de interesse nos aviões de "uma situação muito incomum", especialmente entre as companhias aéreas americanas. "Eu nunca vi isso antes em um grande programa", ele diz.
Airbus e Boeing, conclusões diferentes sobre o futuro da aviação

Há pouco mais de uma década, as duas principais fabricantes de aviões, a Boeing e a Airbus, olharam para onde seus negócios caminhavam e viram fatos semelhantes --o tráfego aéreo dobrando a cada 15 anos, estimativas de que o número de passageiros aéreos atingiria 4 bilhões em 2030--, mas chegaram a conclusões radicalmente diferentes sobre o que esses números significavam para seu futuro.

A Boeing imaginou que o tráfego se desviaria dos grandes centros e passaria para aeroportos secundários. Então, passou a fabricar um avião menor, com maior autonomia e eficiente no consumo de combustível, o 787 Dreamliner.

A Airbus, por sua vez, viu um aumento do tráfego internacional por grandes aeroportos e decidiu apostar em um grande avião conectando esses grandes aeroportos.

"O A380 não é feito para qualquer rota, mas é ideal para rotas de tráfego elevado e alto volume, que são congestionadas ou onde há restrições de voo", diz Antonio Da Costa, chefe de marketing do A380 na Airbus.

E há um bom número dessas rotas. Cerca de 15 das 20 maiores rotas de longa distância por volume de passageiros do mundo contam com limitações de voos, o que significa que enfrentam restrições no número diário de pousos e decolagens, diz John E. Thomas, diretor administrativo da LEK Consulting, uma consultoria de transportes.
Mercado para grandes aviões continua pequeno

Aqui está um exemplo de como a teoria da Airbus funciona na prática: neste verão no Hemisfério Norte, a British Airways planeja substituir três Boeings 747 que voam diariamente entre Londres e Los Angeles por dois A380, liberando uma vaga no Aeroporto de Heathrow para outro voo.

Mas, apesar do congestionamento em grandes aeroportos como Heathrow e o crescimento de megacidades como Nova York, Nova Déli e Pequim, o mercado para grandes aviões continua pequeno.

A Airbus prevê que, nos próximos 20 anos, as companhias aéreas encomendarão mais de 29 mil aviões da Airbus, Boeing e outras fabricantes. Mas grande parte desses aviões, ou cerca de 20 mil, serão aviões menores, de um só corredor, que voam em rotas como Nova York-Chicago ou Londres-Frankfurt.

A Airbus estima que o mercado para os aviões maiores de longa distância --e mais caros-- será de cerca de 1.700.

A Boeing também enfrenta uma demanda tépida por sua mais recente atualização do jumbo, conhecida como 747-8. A empresa recebeu apenas 51 encomendas por este avião grande, que pode levar cerca de 460 passageiros, com preço de lista de US$ 357 milhões. Em comparação, ela vendeu mais de 1.200 aviões 777 de dois motores, que é vendido por até US$ 320 milhões. (As companhias aéreas geralmente ganham descontos sobre os preços de lista.)
Dificuldade de encontrar novos clientes, e pedidos cancelados

Mais preocupante para a Airbus é a dificuldade para encontrar novos clientes para o A380, depois da enxurrada de pedidos iniciais. Apenas três novas companhias aéreas --a Etihad Airways, a Qatar Airways e a Asiana Airlines-- receberão aviões A380 neste ano. E no mês passado, a Airbus cancelou o pedido de seis A380 destinados à Skymark Airlines, uma companhia aérea de baixo custo no Japão que está perdendo dinheiro.

A Garuda, da Indonésia, abandonou recentemente os planos de compra do A380, após decidir que o avião era grande demais para seus mercados. E a Virgin Atlantic, que tem opção de seis A380, permanece indecisa se vai em frente ou não.

A companhia aérea foi adquirida parcialmente pela Delta Air Lines em 2012; Richard H. Anderson, o presidente-executivo da Delta, disse que o A380 é "por definição, um avião não econômico, a menos que você seja uma empresa estatal com subsídios".

A Airbus pode ter estimado incorretamente o mercado de outra forma fundamental. Enquanto os engenheiros europeus desenvolviam o avião, seus pares na Boeing trabalhavam em projetos alternativos. Desse esforço saiu o 787 Dreamliner, com fuselagem de fibra de carbono, uma série de sistemas eletrônicos e motores mais eficientes, capazes de voar maiores distâncias consumindo menos combustível.

Esse avião, que entrou em serviço no final de 2011, também teve sua parcela de problemas de destaque: toda a frota ficou parada por três meses em 2013 por causa de incêndio na bateria. A Boeing diz que o problema já foi resolvido e a empresa tem pedidos para mais de 1.000 aviões. Com versões para 210 a 330 passageiros, e com uma autonomia de cerca de 14.500 quilômetros, o 787 permite às companhias aéreas voarem para praticamente qualquer lugar no mundo e conectar aeroportos menores sem passar por um grande aeroporto.
Emirates é entusiasta do modelo: 'as pessoas se apaixonam'

A vista do escritório de Tim Clark, no último andar da sede da Emirates, em Dubai, oferece um panorama deslumbrante do aeroporto da cidade, incluindo um novo terminal de US$ 4,5 bilhões. A Emirates opera 50 aviões A380, com mais a caminho, e construiu seu modelo de negócios em torno do avião.

O tráfego nunca para. Mesmo à meia-noite, quando os voos do Oriente pousam e conectam passageiros com destino ao Ocidente, o aeroporto permanece movimentado.

Se a maioria das companhias aéreas vê o A380 com ceticismo, a Emirates é uma crente. Ela surpreendeu o setor em dezembro, quando encomendou mais 50 aviões, além dos 90 que já tinha encomendado, dando à Airbus uma tábua de salvação muito necessária. (A Emirates também encomendou 150 novos Boeings 777X, uma versão mais eficiente do jato best-seller, ajudando a iniciar o programa para este novo avião, que deverá ser entregue em 2020.)

Clark, o presidente da companhia aérea, a transformou em uma das maiores do mundo por capacidade de passageiros. E ele é o apoiador mais entusiástico do A380.

"As pessoas embarcam no A380 e se apaixonam por ele", ele diz. O piso superior na versão da Emirates, ele acrescenta, é "simplesmente uma grande festa". (Outras companhias aéreas configuram seus A380 de modo diferente, com algumas incluindo assentos econômicos no piso superior.)

Avião vira mina de ouro, com duchas na primeira classe e bar a bordo

Filho de um capitão de petroleiro e uma economista, Clark se juntou à Emirates em meados dos anos 1980. Seu entendimento básico a respeito do A380 é simples: ele pode ser uma tela para um novo tipo de experiência de voo de luxo.

Foi Clark que teve a ideia de instalar duas duchas para os passageiros da primeira classe. Os engenheiros da Airbus acharam a ideia maluca, porque exigiria mais combustível para levar a água às duchas. Mas ele ignorou suas objeções. As duchas distinguem imediatamente o avião de qualquer outra coisa no ar.

Ele também colocou um grande bar a bordo, juntamente com dois sofás semicirculares, equipados com cintos de segurança, em caso de turbulência.

"Isso é muito popular e durante um voo de 14 horas, se torna ainda mais popular", ele diz. "Todos querem tirar uma foto atrás do bar com os braços em torno das garotas", ele diz, referindo-se aos passageiros posando com as comissárias de bordo.

Esse era certamente o clima em um voo de 13 horas entre Nova York e Dubai neste ano. Enquanto cerca de 400 passageiros cansados no piso inferior tentavam conseguir algumas poucas horas de sono, a atmosfera no piso superior era mais festiva.

"O piso superior do A380 é uma mina de ouro para nós", diz Clark. "Nós decidimos transformar ela toda em premium. Nós decidimos colocar todos os aparelhos e acréscimos. Inicialmente as pessoas riam de nós."

Há mais assentos de classe executiva e primeira classe no A380 da Emirates do que em um 777, e eles costumam ter ocupação de 75% a 80%, diz Clark. Em algumas rotas, como para Heathrow, para onde a Emirates conta com cinco voos diários, esse número pode chegar a 90%. Assim que o avião tem uma ocupação de 85%, seus custos operacionais caem abaixo dos do 777, ele diz.
Para executivo, Airbus deveria fabricar versão ainda maior do A380

Clark disse repetidas vezes que compraria mais aviões se a Airbus pudesse entregá-los rapidamente.

"Minha visão é de que todos nós temos que resistir por ora", ele diz. "Como eu digo aos meus amigos na Airbus: não abandonem isto. A situação vai mudar. A economia global cuidará de vocês."

Ele encorajou a Airbus a fabricar uma versão ainda maior do A380. Isso, até mesmo a Airbus reconheceria, parece improvável.


http://economia.uol.com.br/noticias/...m-desconto.htm







E mais uma vez a AirBus da com os burros na água.... A Boeing deve estar rindo para as paredes.....
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