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  #6541  
Old Posted Apr 20, 2017, 2:34 AM
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Conselho de Administração aprova balanço da Terracap com rombo de R$ 1,3 bi


Prejuízo bilionário foi provocado pela construção do Mané Garrincha; reclassificação de outros imóveis, porém, fecha o estrago em R$ 254 milhões em 2016

O Conselho de Administração da Agência de Desenvolvimento de Brasília (Terracap) aprovou ontem, por unanimidade, o balanço patrimonial da empresa, que inclui um prejuízo de R$ 1,3 bilhão com a construção do Estádio Nacional Mané Garrincha. Mas, como houve a reclassificação de outros imóveis pertencentes à companhia, o rombo final da Terracap em 2016 foi calculado em R$ 254,5 milhões. O balanço será analisado na assembleia de acionistas, prevista para 28 de abril, e, depois, segue para publicação. A diretoria da empresa enviou todas as informações ao Ministério Público do DF e Territórios, ao Tribunal de Contas do DF e à Controladoria-Geral do GDF. A comprovação contábil do estrago causado à agência deve embasar a abertura de inquéritos, processos e tomadas de contas especiais.

Como o Correio mostrou com exclusividade na edição de domingo, a inclusão do estádio como um investimento da Terracap gerou uma maquiagem nos dados contábeis dos últimos anos. Apesar das cobranças de auditores independentes, a construção da arena com recursos próprios da companhia não foi precedida de estudos de viabilidade econômica e financeira nem houve o desenvolvimento de um modelo para a exploração do Mané Garrincha.

Os testes de recuperabilidade, que mostram o potencial de geração de lucros do negócio durante toda sua vida útil, indicaram que o local tem capacidade de render R$ 171 milhões. Esse valor é muito inferior aos aferidos em outros estádios, como a arena do Grêmio, que tem potencial de retorno de R$ 400 milhões em sua vida útil.

O presidente da Terracap e do Conselho de Administração da empresa, Júlio César Reis, explica que o valor do estádio contabilizado em 2014 foi de R$ 1,575 bilhão. “Com base no teste de recuperabilidade, a Terracap absorveu no balanço de 2016 essa diferença de cerca de R$ 1,3 bilhão. Mas, como houve a reclassificação de parte do patrimônio, o prejuízo final ficou em R$ 254,5 milhões”, conta Júlio. “Essa é uma medida de saneamento contábil, que resolve parte dos problemas gerados no passado. É mais uma medida de transparência tomada pela atual gestão”, justifica.

Segundo Júlio, houve duas decisões equivocadas durante a construção. A primeira delas foi a opção por uma arena com orçamento alto e capacidade de público acima do necessário. “O segundo equívoco foi apropriar esse ativo como um investimento, o que gerou o pagamento de impostos, de dividendos a acionistas e onerou a empresa. Estamos corrigindo esses dois equívocos”, acrescenta o presidente da Terracap.

Júlio César revela, ainda, que as informações do balanço patrimonial serão encaminhadas aos órgãos de controle. “Noticiamos o MP, o TCDF e a Controladoria acerca da absorção do prejuízo contábil do estádio”, reforça. Além das apurações conduzidas pelos três órgãos, a Polícia Federal investiga os gastos realizados com a construção da arena (leia Entenda o caso).

Apesar dos problemas contábeis, a empresa mantém os planos de fazer uma parceria público-privada para ceder o estádio à iniciativa privada. Hoje, o Mané Garrincha gera um prejuízo anual de R$ 6,4 milhões com manutenção. Segundo o presidente da Terracap, a licitação para a PPP deve ser lançada até julho.

Memória

Investigação federal

O debate sobre o rombo na Agência de Desenvolvimento de Brasília (Terracap) ocorre no momento em que a Polícia Federal investiga irregularidades na construção do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. A corporação requisitou à diretoria da empresa toda a documentação relativa ao empreendimento. Os investigadores também solicitaram informações ao Tribunal de Contas do Distrito Federal e à Novacap. Segundo a Polícia Federal, a apuração é decorrente da delação premiada de executivos da construtora Andrade Gutierrez, que, ao lado da Via Engenharia, ganhou a licitação para a empreitada. Sabe-se que, entre 2010 e 2014, durante o governo Agnelo Queiroz, a Terracap repassou R$ 1,575 bilhão à Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) para as obras da arena esportiva.





http://www.correiobraziliense.com.br...3-bilhao.shtml
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  #6542  
Old Posted Apr 20, 2017, 9:54 AM
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Agora eu quero ver a Terracap abrir a caixa preta. Pois falar que repassou 1,5 bi para Novacap é uma coisa, cadê a relação de obras. Falar que comprou um pinico para o Estádio e instalar na Rodoviária, então é uma obra que não foi para o Estádio não é.
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  #6543  
Old Posted Apr 21, 2017, 9:22 PM
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Disneylândia em Brasília?

O mais próximo que o DF chegou da Disney foi uma réplica do Castelo da Cinderela
João Carlos Amador
Criador do Projeto Histórias de Brasília

No final dos anos 1950, Walt Disney procurava locais para erguer sua segunda Disneylândia, depois do imenso sucesso de seu primeiro parque, inaugurado na Califórnia em 1955.

Disney entrou em contato com vários países do mundo, inclusive o Brasil. O presidente JK chegou a ir com a família até a Disneylândia para conhecer o funcionamento do local e achou viável a construção do parque em Brasília, que estava sendo erguida e oferecia amplas terras a serem exploradas.

Mas as negociações não foram adiante. Disney não queria a interferência de burocracias locais em seu empreendimento, pois desejava cobrar ele próprio os impostos, regulamentar as licenças etc. Juscelino não concordou. Assim, Walt construiu seu parque na Flórida, que é o mais visitado do mundo atualmente.

Depois disso, o mais próximo que Brasília já chegou da Disneylândia foi uma réplica do Castelo da Cinderela construída por um shopping center da cidade, em 1997.

Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br/c...a-em-brasilia/
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  #6544  
Old Posted Apr 21, 2017, 9:23 PM
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AhAhAh... Brasílias nasceu pré-destinada a ter uma Disney.... Ainda não teve por apenas esse detalhe apresentado. Pois ela quer isenção total de impostos e tal. E nem aqui e nem em outra cidade do BRASIL, o prefeito em sua sã consciência deixaria isso ocorrer. O povinho do SSC deve estar tendo um ataque de pelanca nessas horas.
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  #6545  
Old Posted Today, 2:53 PM
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Brasília: histórico de alta renda e desafio de empreender


Divulgação


Brasília nasceu para muitos brasileiros como o sonho do emprego estável, casa e qualidade de vida. Uma cidade inteira sendo construída e toda estrutura do governo federal para abrigar. Após 57 anos, a população passou de 60 mil para quase 3 milhões, de acordo com o IBGE. O funcionalismo público ainda é um sonho, mas não comporta todos. O brasiliense é forçado a se reinventar.

A capital possui o segundo PIB per capita mais alto do Brasil: R$ 69 mil. Grande parte da conta está entre os concursados e políticos. Apesar disso, a desigualdade social é grande. De acordo com o Mapa da Desigualdade, a renda per capita no Plano Piloto é de R$ 5,5 mil, enquanto na Estrutural fica em R$ 521. A pesquisa foi divulgada em dezembro do ano passado pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc).

Enquanto a população de alta renda atrai investidores para Brasília, a de baixa renda empreende por necessidade. De acordo com dados do Sebrae, que atende micro e pequenos empresários, a maioria das consultorias da empresa ocorrem nas regiões de Taguatinga e Ceilândia.

Empreendedorismo

De acordo com o Índice de Cidades Emprendedoras 2016, elaborado pela organização Endeavor, Brasília é pior entre 32 capitais brasileiras no quesito "cultura empreendedora". De acordo com os pesquisadores, a culpa é da aspiração por cargos públicos. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico do DF, Valdir Filho, mudar esta realidade é o principal desafio da nova geração. "Essa é a nossa grande luta. Mostrar para o jovem a alternativa de empreender. A competição é muito dificil", admite o secretário.

Para Valdir, que já trabahou como superintendente do Conselho Deliberativo do Sebrae-DF, ser a capital do governo também é vantagem. "Se juntarmos a reserva destinada para pequenas empresas nas compras públicas do governo federal e de Brasília, temos cerca de R$ 250 bi", disse.

O secretário concorda que precisamos melhorar, mas destaca os avanços que a capital já alcançou. "Nós estamos em segundo lugar, por exemplo, em processos de simplificação, de facilitação para empresas", conta. Recente lei distrital simplificou a abertura de empresas, beneficiando cerca de 35 mil empreendedores com o prazo de 5 a 20 dias. O governo quer agora investir em crédito.









http://www.destakjornal.com.br/notic...eender-334081/
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