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Old Posted Apr 4, 2017, 2:52 PM
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Novos shopping centers operam com mais da metade das lojas vagas

Divulgação


opping centers que vêm sendo abertos no Brasil encaram uma dificuldade cada vez maior de atrair lojistas. Segundo um estudo feito pelo Ibope Inteligência, os vinte centros de compra abertos no ano passado operam com uma vacância média de 55% – ou seja, mais da metade das lojas estão vagas.

A situação difícil já tinha sido registrada em pesquisas anteriores do Ibope. Os shoppings abertos entre 2013 e 2015, por exemplo, vinham operando com 45% das lojas vazias. “A situação se agravou para os shoppings novos”, afirmou Márcia Sola, diretora de Varejo e Shopping do Ibope Inteligência, que participou do 2.º Simpósio Nacional de Varejo e Shopping, realizado pela Associação de Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), em Punta Del Este, no Uruguai.

Em números absolutos, a ociosidade que há nos shoppings novos, abertos após 2013, é de 900 mil metros quadrados, o que corresponde a 7,6 mil lojas vagas. Somada à desocupação que há nos shoppings consolidados, que abriram as portas até 2012, o número de lojas vazias no setor atinge 13,4 mil ou 1,46 milhão de metros quadrado. Nas contas da especialista, essa área desocupada equivale a 49 shoppings “fantasmas” de 30 mil metros quadrados cada.

Apesar do grande volume de lojas vazias, a pesquisa mostra que houve uma pequena queda, no último ano, na vacância entre os shoppings consolidados. Mas, segundo Márcia, ainda “não dá para dizer que o pior já passou”. No ano passado, a vacância, em número de lojas dos shoppings consolidados ficou em 8,5%, ante 9,1% em 2015, nas contas do Ibope. Mas, em área, o recuo foi maior: a ociosidade estava em 7,6% em 2015 e recuou para 5% em 2016.

Saídas

A especialista explica que os shoppings mais antigos estão conseguindo trazer lojas âncoras ou redirecionar os espaços vazios para outra finalidade, como áreas de lazer, alimentação e serviços. Mas ainda estão com dificuldade de alugar para lojas menores, que foram as mais afetadas pela crise.

Márcia observou que ocupar grandes áreas vazias com prestação de serviço, como Poupa Tempo, restaurantes, lazer e até eventos temporários tem sido uma alternativa. Glauco Humai, presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), concorda. “Rever o mix de lojas é o segredo”, afirmou.

Um sinal nítido de que essa estratégia começa a dar resultados já aparece na receita. O faturamento dos shoppings em fevereiro caiu 0,9% na comparação com o mesmo mês de 2016. No entanto, enquanto a venda de produtos deu marcha à ré, a receita com lazer cresceu 8% e com serviços, 2,5%. “Com a crise, houve uma aceleração na fatia dos serviços nos shoppings”, destacou Humai. Até pouco tempo atrás, a prestação de serviços e alimentação representava 8% do mix de lojas de shoppings. Hoje, é de 11%.

Flexibilidade. Para reduzir a vacância, Humai disse que os lojistas estão mais flexíveis nos aluguéis e nas luvas, que é a comissão pelo ponto de venda. Apesar do esforço dos empreendedores de dar a volta por cima, Márcia, do Ibope, acha que o futuro do setor é “um pouco preocupante”, mesmo quando a economia retomar o crescimento.

“Não tem mais ‘mosca azul’”, disse ela, fazendo referência a cidades que seriam mercados inexplorados pelo setor. Dos mais de 5 mil municípios existentes no País, todos os com mais de 300 mil habitantes têm shoppings. A alternativa, segundo ela, seria mudar os formatos, desenvolver shoppings de vizinhança, que têm muitas lojas de prestação de serviço. Na avaliação dela, o modelo de outlet é limitado, os shoppings de lazer não fecham a conta e os regionais não têm mais o mesmo poder atração do passado.










http://www.istoedinheiro.com.br/novo...s-lojas-vagas/
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Old Posted Apr 4, 2017, 8:41 PM
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Acho que teve cidades que não tinham tanto potencial assim em detrimentos de outras, como nos bairros mais distantes do centro de Brasília, que passou da hora de ter um shopping center a tempos.
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  #143  
Old Posted Apr 17, 2017, 1:16 PM
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Agora é oficial...

Giro entrevista diretor de Marca e Negócios da Ben and Jerry's no Brasil

Sorveteria acaba de abrir uma unidade em Ribeirão Preto


André Lopes: "A internet aproxima tendências mundiais de contextos regionais, cria curiosidades por experimentar novidades" (Foto: Luiz Cervi / Especial)

O jovem paulistano de 31 anos já tem muita história para contar. André Lopes é formado em Administração de Empresas pela PUC São Paulo e já passou por grandes companhias, como a britânica Reckitt Benckiser e BRF S.A. Hoje é diretor de Marca e Negócios da Ben and Jerry’s no Brasil e tem a missão de fazer do sorvete o mesmo sucesso que é nos Estados Unidos, onde tudo começou em 1978. Na entrevista a seguir, ele fala do mercado e das unidades, incluindo a que acaba de abrir em Ribeirão Preto.

A Ben and Jerry’s tem 10 unidades abertas no Brasil. Como estão os planos de expansão para este ano?

A Ben and Jerry’s vem expandindo bastante no Brasil. No último dia 4 de abril, inauguramos quatro novas lojas, uma em Ribeirão Preto, uma em Belo Horizonte e duas em Recife. Até o meio do ano teremos novas sorveterias em Brasília, Salvador e Curitiba.

Se for comparar com a presença da marca no exterior, por aqui a participação ainda é bem tímida. Como você enxerga esse mercado de sorvete gourmet?

A categoria de sorvete super-premium em volume e valor no Brasil chegou ao País no final de 2014 e, em dois anos e meio, já temos dez sorveterias proprietárias, sem contar o plano de expansão. Além disso, já contamos com mais de 2.500 pontos de venda espalhados pelo Brasil. Estamos em uma curva de crescimento sustentável, em que primeiro chegamos com nossas sorveterias, que são nossos hubs de experiência para apresentar a marca, e depois expandimos os pontos de vendas. Temos muito o que crescer nos próximos anos.

A moda agora no Brasil é o gourmet, seja sorvete, café... Na sua opinião, qual o fator que mais influenciou essa mudança na escolha do brasileiro?

Parte dessa influência do brasileiro vem de referências internacionais. Essas pessoas têm contato com experiências e marcas no exterior e sentem o desejo de ter contato com esses produtos em seu País. Sem contar que a internet aproxima tendências mundiais de contextos regionais, cria curiosidades por experimentar novidades e, quando esse produto é de qualidade, ele se estabelece.

A marca, que pertence à Unilever, chegou ao Brasil em 2015. Qual a sua avaliação desses dois anos presente no País?

De 2015 para 2016 já dobrou de tamanho. O crescimento está acontecendo rapidamente e de forma sustentável.

A marca preza muito pelo cuidado correto com os produtos para a produção do sorvete. Como é feito esse controle com os fornecedores?

Na Ben and Jerry’s, levamos a justiça muito a sério. Seja na forma como tratamos os nossos funcionários, cooperamos com a comunidade ou criamos novos sabores para os nossos clientes, a justiça está presente em tudo o que fazemos. Nós apoiamos o Fairtrade, um movimento global que trabalha para garantir que pequenos agricultores de países em desenvolvimento consigam sobreviver no extremamente competitivo mercado global. Utilizamos cinco ingredientes com certificação Fairtrade, dentre eles açúcar, cacau, baunilha, café, bananas. Em 2015, a Ben and Jerry’s pagou US$ 1.895.778 em bônus sociais para nossos pequenos agricultores e cooperativas agrícolas espalhados pelo mundo.

No interior, além da loja em Ribeirão Preto, há previsão de mais unidades? E locais de revenda?

Ribeirão Preto terá mais novidades sobre Ben and Jerry’s sim. Não posso adiantar, mas até junho podemos voltar a nos falar. Sobre pontos de vendas, já temos 130 na região.

A produção do sorvete é feita no Brasil ou vem dos Estados Unidos?

O produto é importado. Essa questão envolve a nossa política de Fairtrade.

Fonte: https://www.acidadeon.com/ribeiraopr...no+Brasil.aspx
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