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  #621  
Old Posted Jun 4, 2017, 2:43 AM
hip0p0tam0 hip0p0tam0 is offline
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As imagens e os esbocos do projeto sao muito aliciantes, porem eu tenho sempre a impressao que estes projetos (a construcao de estadios de futebol) terminam sempre com deslizes ou incumprimento do planejamento e com varios casos de corrupcao... Eu estou ainda muito chocado com os dados obtidos do Copa Mundial. Tanta corrupcao!
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  #622  
Old Posted Jun 4, 2017, 6:10 AM
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As imagens e os esbocos do projeto sao muito aliciantes, porem eu tenho sempre a impressao que estes projetos (a construcao de estadios de futebol) terminam sempre com deslizes ou incumprimento do planejamento e com varios casos de corrupcao... Eu estou ainda muito chocado com os dados obtidos do Copa Mundial. Tanta corrupcao!
Olha eu sei de uma coisa. O problema no Brasil se chama. Lei de Licitações. Essa lei não tem PODER sobre uma licitação toda fraudulenta. E agora nos deparamos. O tal estádio de 600 milhões na verdade era fake.

E fora que o valor era para o projeto básico. E não para o valor total.

Portanto, eu percebo que até o TCDF tem participação, como eu sempre suspeitei. Então se uma empresa fazer um projeto, o TCDF nem dá o trabalho de contratar uma empresa para verificar sem realmente o projeto com esse valor é realmente válido.

Last edited by pesquisadorbrazil; Jun 4, 2017 at 6:49 AM.
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  #623  
Old Posted Jun 29, 2017, 3:30 PM
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Adivinha, eu com minhas previsões... Só vou colocar a matéria, e isso sirva de exemplo para todo esforço inútil do GDF em atrair PPPs ou investimentos privados para Brasília...TODOS mesmos.
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  #624  
Old Posted Jun 29, 2017, 3:32 PM
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Licitação do Mané trava e interessadas no estádio ameaçam desistir

Estudo pedido pela secretaria do GDF pode inviabilizar planos de empresas que querem explorar comercialmente toda a área ao redor da arena

A transferência da gestão do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha à iniciativa privada esbarrou em órgãos do próprio GDF. O governo local trata o negócio como prioritário, mas duas empresas interessadas na parceria público-privada (PPP) — a francesa Lagardère e a holandesa Amsterdam Arena — vão desistir da empreitada caso não consigam transformar a área em volta da praça desportiva em um grande complexo, com salas comerciais, bares, restaurantes, lojas e permissão para explorar 7 mil vagas de estacionamento.

“Bem operado, o Mané Garrincha faturaria R$ 45 milhões por ano a um custo de R$ 39 milhões. Sem a possibilidade de explorar o restante da área comercialmente, o negócio se torna insustentável e não é viável economicamente”, afirmou ao Metrópoles o representante de uma das companhias, que pediu para não ter o nome revelado. Segundo a fonte, representantes da empresa concorrente confirmaram que não haveria interesse na concessão se todo o potencial da área não puder ser construído.

O edital de licitação da Arena Plex — complexo que abriga, além do Mané Garrincha, o Parque Aquático Cláudio Coutinho e o Ginásio Nilson Nelson — foi adiado. A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), responsável pela gestão do estádio, esperava lançar a concorrência pública até 15 de junho, mas uma exigência da Secretaria de Gestão do Território e Habitação (Segeth) fez o processo subir no telhado.

Segundo a própria agência informou ao Metrópoles, por meio de nota, “a Segeth solicitou à Terracap um Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) relacionado ao projeto da Arena Plex e, desta forma, ainda não há previsão de quando a audiência pública poderá ser feita”. A realização de uma audiência pública é um pré-requisito para a licitação poder ser publicada. Procurada pela reportagem, a Segeth informou que caberia à Terracap se pronunciar sobre o assunto.

Tombamento
Por se tratar de área tombada, o trabalho da secretaria, responsável por autorizar o uso e a ocupação do solo no DF, será feito em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão que normatiza e analisa as intervenções urbanas.

Caso a construção da Arena Plex seja liberada, a empresa vencedora da licitação deverá respeitar as normas previstas nas portarias de tombamento do Iphan. Para a região, por exemplo, a taxa máxima de ocupação deve ser de 15%, com altura limite de edificações restrita a 12 metros. Também será proibido cercar o lote.

Todo e qualquer projeto de intervenção urbana precisa ter aprovação do órgão responsável pela gestão do uso e ocupação do solo no DF, que no caso é a Segeth. Sendo em área tombada, tal intervenção ainda tem que ter anuência do Iphan para que o bem continue com suas características preservadas."
Carlos Madson Reis, superintendente do Iphan-DF

Efeito Maracanã
Com todas essas condicionantes, as empresas interessadas na Arena Plex temem que a exploração do espaço sofra restrições semelhantes às que ocorreram no Maracanã, no Rio de Janeiro.

O edital de licitação do estádio carioca previa a construção de estacionamentos e lojas ao seu redor, onde ficam o Parque Aquático Júlio Delamare, o Museu do Índio, o Estádio de Atletismo Célio de Barros e a Escola Municipal Arthur Friedenreich. A demolição desses espaços gerou repercussão negativa na cidade, fazendo com que o então governador Sérgio Cabral (PMDB) impedisse as obras.

Manutenção cara
Fato é: com prazo incerto para tentar se livrar do Mané Garrincha, a Terracap tem sua agonia prolongada. À beira de um colapso financeiro e amargando prejuízos milionários, a agência arca com R$ 700 mil mensais referentes à manutenção do estádio.

Como o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) pode demorar meses para ser concluído, a PPP corre o risco de sair só em 2018 e estrangular ainda mais as finanças da estatal. A Terracap torce para que o processo seja encerrado em dezembro deste ano, uma vez que em 2018 ocorrem as eleições, o que pode complicar ainda mais os trâmites de concessão.

O investimento inicial do vencedor será de R$ 80 milhões na revitalização das praças esportivas. O concessionário que assumir a Arena Plex deverá custear a manutenção do espaço e pagar outorga anual de R$ 5 milhões à Terracap. O contrato deve ter a validade de 35 anos, período no qual, segundo apontam estudos feitos pela empresa habilitada, a Dubois & Co., serão gerados R$ 3 bilhões em tributos.

A transferência da gestão do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha à iniciativa privada esbarrou em órgãos do próprio GDF. O governo local trata o negócio como prioritário, mas duas empresas interessadas na parceria público-privada (PPP) — a francesa Lagardère e a holandesa Amsterdam Arena — vão desistir da empreitada caso não consigam transformar a área em volta da praça desportiva em um grande complexo, com salas comerciais, bares, restaurantes, lojas e permissão para explorar 7 mil vagas de estacionamento.

“Bem operado, o Mané Garrincha faturaria R$ 45 milhões por ano a um custo de R$ 39 milhões. Sem a possibilidade de explorar o restante da área comercialmente, o negócio se torna insustentável e não é viável economicamente”, afirmou ao Metrópoles o representante de uma das companhias, que pediu para não ter o nome revelado. Segundo a fonte, representantes da empresa concorrente confirmaram que não haveria interesse na concessão se todo o potencial da área não puder ser construído.

O edital de licitação da Arena Plex — complexo que abriga, além do Mané Garrincha, o Parque Aquático Cláudio Coutinho e o Ginásio Nilson Nelson — foi adiado. A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), responsável pela gestão do estádio, esperava lançar a concorrência pública até 15 de junho, mas uma exigência da Secretaria de Gestão do Território e Habitação (Segeth) fez o processo subir no telhado.

Segundo a própria agência informou ao Metrópoles, por meio de nota, “a Segeth solicitou à Terracap um Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) relacionado ao projeto da Arena Plex e, desta forma, ainda não há previsão de quando a audiência pública poderá ser feita”. A realização de uma audiência pública é um pré-requisito para a licitação poder ser publicada. Procurada pela reportagem, a Segeth informou que caberia à Terracap se pronunciar sobre o assunto.

Panatenaico
Atualmente, o Mané Garrincha não tem atividades programadas para 2017. A última disputa no palco de sete jogos da Copa do Mundo de 2014 foi em 6 de maio, na final do Candangão. O grande elefante branco ao lado do Eixo Monumental voltou ao noticiário nos últimos meses, quando foi confirmado que as obras do estádio serviram de escoadouro de propina para políticos e ex-gestores do DF.

As irregularidades no empreendimento foram confirmadas pelas delações de ex-executivos da Andrade Gutierrez. As revelações resultaram na prisão de 10 pessoas no âmbito da Operação Panatenaico, deflagrada pela Polícia Federal em 23 de maio deste ano, como desdobramento da Lava Jato. Entre elas, os ex-governadores José Roberto Arruda (PR), Agnelo Queiroz (PT) e o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB).

Além das investigações criminais, na PF e no Ministério Público Federal, o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) abriu Tomada de Contas Especial na terça-feira (27/6) para que a Via Engenharia e a Andrade Gutierrez — responsáveis pela obra do Mané Garrincha — e 17 ex-gestores do GDF devolvam R$ 67,7 milhões aos cofres públicos. O valor se refere à parte do superfaturamento ocorrido, segundo a Corte, na construção da arena.

Fonte: http://www.metropoles.com/distrito-f...rar-de-estadio
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  #625  
Old Posted Jun 29, 2017, 3:35 PM
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Então o pseudo projeto do EnrolaUmBeck nasceu natimorto... Ou melhor neverbuilt.
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  #626  
Old Posted Aug 13, 2017, 4:14 PM
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Tamanho da área que será liberada é o novo impasse na PPP do Mané


Cessão da praça desportiva avançou nos últimos dias, mas discussão sobre tamanho da obra emperrou negociações entre empresários e governo

A tentativa de o GDF passar a gestão do Mané Garrincha para a iniciativa privada mal engatinhou e já deve travar novamente. Uma discordância em relação ao tamanho da área a ser explorada comercialmente é motivo de impasse entre os empresários interessados em assumir o local e o governo. A briga envolve um trecho de 16 mil metros quadrados.

Em um documento de 88 páginas disponibilizado na internet na última segunda-feira (7/8), a Secretaria de Gestão do Território e Habitação (Segeth) estipula que poderá ser construído o equivalente a 58.690 mil m² no Lote B, que faz parte dos 831 mil m² da chamada Arena Plex. É nesse espaço que estão o estádio, o Ginásio Nilson Nelson e o Complexo Aquático Cláudio Coutinho.

Entretanto, os empresários que até agora manifestaram interesse na parceria público-privada (PPP) querem explorar até 75 mil m², para transformar a área em um grande complexo, com salas comerciais, bares, restaurantes e lojas.

Caso a área fique restrita à metragem proposta pela Segeth, a medida terá impacto sobre os cofres da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), atual responsável pela arena.
Na proposta de PPP divulgada em maio, estava previsto o pagamento anual de R$ 5 milhões de outorga de concessão à Terracap por parte do grupo vencedor do projeto. Mas, segundo fontes ouvidas pelo Metrópoles, esse valor poderá ser reduzido para R$ 3 milhões. “Com certeza cairá bastante”, disse o representante de um dos grupos que disputa a concessão. Ele pediu para não ter o nome divulgado.

Atualmente, há três grupos estrangeiros interessados em assumir o complexo esportivo: a francesa Lagardère, a holandesa Amsterdam Arena e uma empresa norte-americana com sede em Nova York, cujo nome não foi informado. Na semana passada, um representante do investidor ianque esteve em Brasília, entregou uma carta de intenção à Terracap e conversou com gestores do ramo.

Consulta pública
Enquanto o governo e empresários debatem os rumos da PPP, a Segeth publicou, na terça (8) e na quarta-feira (9), no Diário Oficial do Distrito Federal, anúncio de uma consulta pública virtual sobre o Plano de Uso e Ocupação que está sendo proposto para a área. A secretaria informou também que fará uma audiência pública em 16 de agosto, às 19h, em sua sede, no Setor Comercial Sul, para discutir o assunto.

Na semana da audiência pública, a Terracap deve apresentar, aos diretores da agência, relatório com a análise dos estudos apresentados até agora. Essa etapa é mais um passo à caminho da viabilização da PPP. “Estamos elaborando a parte final do edital de parceria e a minuta do contrato”, informou a Terracap.

Caso a construção da Arena Plex seja liberada, a empresa vencedora da licitação deverá respeitar as normas previstas nas portarias de tombamento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Para a região, por exemplo, a taxa máxima de ocupação é de 15%, com altura limite de edificações restrita a 12 metros. Também será proibido cercar o lote.






Fonte: http://www.metropoles.com/distrito-f...na-ppp-do-mane
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  #627  
Old Posted Aug 13, 2017, 4:17 PM
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Daqui a pouco, irão inventar que o Drive-in é tombado, portanto nada ao seu redor poderá ser edificado, querem apostar. Eu gostei da proposta, apesar que queria que na frente do estádio tivesse alguma serventia, pois irá jogar para via entre o estádio e o autodromo todo grosso do comércio proposto na região.
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  #628  
Old Posted Oct 10, 2017, 6:01 PM
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Será que agora vai...



Edital de concessão do estádio Mané Garrincha sai em 45 dias

Vencedor poderá erguer bares, cinemas, restaurantes e lojas, além de explorar um estacionamento com 7 mil vagas, no coração de Brasília

O edital de concessão da ArenaPlex, formada pelo Mané Garrincha, Ginásio Nilson Nelson e Complexo Aquático Cláudio Coutinho, será publicado em 45 dias. A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), proprietária do estádio, conseguiu vencer todos os obstáculos impostos pelo tombamento da cidade. Agora, o empreendimento é considerado um negócio lucrativo, já que o vencedor do processo tem autorização para construir um boulevard nos arredores do complexo.

Com o aval do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e da Secretaria de Gestão do Território e Habitação (Segeth), o administrador poderá erguer bares, teatros, cinemas, restaurantes e lojas, além de explorar um estacionamento com sete mil vagas, no coração da capital do país. Esse ponto, segundo os interessados em assumir o complexo, era crucial para tornar o projeto viável.

A manifestação do Iphan foi de fundamental importância para dar segurança jurídica ao processo de concessão do Arena Plex e não cair no fiasco que ocorreu no Maracanã. A concessão tornou-se viável e muito atrativa para os parceiros privados."
Júlio César de Azevedo Reis, presidente da Terracap

Antes da publicação do edital, entretanto, o projeto precisa ser aprovado pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) e, em seguida, será encaminhado à Casa Civil. Dentro desses 45 dias, a Terracap deverá marcar audiência pública do edital de licitação, bem como aguardar a análise do projeto pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF).






Fonte: https://www.metropoles.com/distrito-...sai-em-45-dias
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  #629  
Old Posted Oct 11, 2017, 5:56 AM
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Achei fácil demais o IPHAN endossar o projeto.

Ouve mau estar, pois o representante do IPHAN já desmentiu o presidente da Terracap. Como eu já esperava isso.
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  #630  
Old Posted Oct 16, 2017, 1:35 PM
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Achei fácil demais o IPHAN endossar o projeto.

Ouve mau estar, pois o representante do IPHAN já desmentiu o presidente da Terracap. Como eu já esperava isso.
Vamos aguardar! Tomara que sai que dessa vez.
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  #631  
Old Posted Oct 16, 2017, 4:44 PM
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Vamos aguardar! Tomara que sai que dessa vez.
Mas sempre aparece alguém do contra de uma certa universidade, agora, eu quero ver até quando ela será latifundiária. Já imaginou se o governo federal cortar todos os recursos dessa universidade, ela vai fechar as portas.
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  #632  
Old Posted Oct 17, 2017, 11:29 AM
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Está passado de hora de haver esta concessão. O Governo não tem condições de gerir o Estádio!
Passando para iniciativa privada, nós, os brasilienses, visionaremos novos horizontes, muito melhores que observamos nos dias atuais.
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  #633  
Old Posted Oct 17, 2017, 11:37 AM
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Está passado de hora de haver esta concessão. O Governo não tem condições de gerir o Estádio!
Passando para iniciativa privada, nós, os brasilienses, visionaremos novos horizontes, muito melhores que observamos nos dias atuais.
Problema que a titia do Rollemberg que melar o negócio, inclusive que o projeto tem que passar pelas mãos nada menos da UNESCO. Se o IPHAN aprovar não quer dizer nada.
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  #634  
Old Posted Oct 27, 2017, 7:37 AM
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Com relação as intervenções na região do Estádio um dos consultores que teve assessoria do povo do Lucio Costa. Essa vai para o cara da UNB. A região não é tombada, principalmente o Autódromo. Portanto, ele poderá sim, fazer o que se propôs.

Então chuva cara da UNB, o projeto vai sair. Agora só falta o IPHAN ser contra a consultoria da familia do Lucio Costa.
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  #635  
Old Posted Jan 29, 2018, 4:07 PM
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Licitação do estádio Mané Garrincha é suspensa pela Terracap
Novo edital será lançado 'nos próximos dias', diz estatal; decisão foi motivada por recomendações de órgãos de controle e por solicitações de esclarecimento. Estádio custou ao menos R$ 1,4 bilhão.

A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) anunciou nesta segunda-feira (29) a suspensão temporária do edital de licitação do estádio Mané Garrincha e dos demais espaços esportivos no centro de Brasília.

Um novo edital para a Arenaplex – como o conjunto do Mané Garrincha, do ginásio Nilson Nelson e do complexo aquático Cláudio Coutinho é chamado pelo Governo do DF – será publicado "nos próximos dias", segundo a empresa.

A estatal afirmou que a licitação foi suspensa por causa de "recomendações de melhoria por órgãos de controle" e por "solicitações de esclarecimentos de interessados em participar da licitação".

A concessão proposta pela Terracap prevê a gestão, a manutenção e a exploração comercial do estádio, do ginásio e do complexo aquático, além da atividade imobiliária em um novo bulevar naquela região.



O que o governo quer
A licitação da parceria público-privada (PPP) da Arenaplex foi lançada no fim de dezembro e pretendia receber propostas até 8 de fevereiro. O governo pretende assinar um contrato de 25 anos.

Após uma carência de cinco anos – relacionada à construção do bulevar –, o parceiro privado terá de repassar R$ 5 milhões anuais ao setor público, além de 5% do faturamento líquido excedente (ou seja, o lucro que extrapolar as expectativas contratuais).

O Mané Garrincha, construído a um custo estimado entre R$ 1,4 bilhão e R$ 1,9 bilhão, foi o estádio mais caro da história do país. A arena deixou aos cofares públicos um legado de suspeita de corrupção, baixa rentabilidade, alto custo de operação e pouca ocupação em eventos esportivos – entre abril de 2017 e janeiro de 2018, passou 280 dias sem receber uma partida oficial de futebol.

Fonte: Globo G1
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  #636  
Old Posted Jan 29, 2018, 4:20 PM
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Eu não entendo o MP e TC dão aval e depois voltam atrás... Pelo visto mais uma PPP pro saco.
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  #637  
Old Posted Feb 6, 2018, 12:38 AM
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Edital do Mané Garrincha reduz área destinada a restaurantes e cinemas


Alterações na proposta de concessão foram publicadas nesta segunda (5/2) e irritaram interessados na parceria público-privada

Foto: RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES



O novo edital de licitação do ArenaPlex foi publicado no Diário Oficial do DF nesta segunda-feira (5/2). O texto traz alterações referentes ao pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), que ficará a cargo do governo local – conforme o Metrópoles antecipou –, e uma nova polêmica: foi reduzido o percentual da área de atividades complementares na área formada pelo Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, Ginásio Nilson Nelson e Complexo Aquático Cláudio Coutinho.

No certame publicado em 22 de dezembro de 2017, as atividades predominantes, ou seja, ligadas a esporte e saúde esportiva, abraçariam 70% da área do ArenaPlex. As complementares, como cinema, teatro, restaurantes e casa de eventos ocupariam 30% do lote. No novo texto, elas foram reduzidas a 22%, e as predominantes ampliadas para 78%. “Dessa forma, sem alterações, não há negócio”, alerta um dos interessados na parceria público-privada, sob condição de anonimato.

Na visão de investidores, os novos percentuais inviabilizam o negócio porque os serviços secundários é que dão lucro e sustentam o projeto. Do outro lado, o governo teme a descaracterização do terreno e redobra a cautela nas questões referentes ao tombamento.

Por se tratar de um item crucial no projeto e ao mesmo tempo sensível às normas de edificação da cidade, haverá um encontro entre os gestores envolvidos. A fim de se livrar dos custos milionários da arena, o presidente da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), Júlio Cesar de Azevedo Reis, se reunirá com o secretário de Gestão do Território e Habitação (Segeth), Thiago de Andrade.

Ao Metrópoles, a Segeth informou que a “alteração foi um ajuste da proposta a partir do detalhamento do plano e da alteração da classificação das atividades que são consideradas complementares”, e que “22% são suficientes”. Disse ainda que em 9 de fevereiro haverá audiência pública para tratar do tema.

Com o novo edital, as propostas dos interessados em assumir a ArenaPlex devem ser entregues até 8 de março. No mesmo dia, a Terracap começa a abrir os envelopes e divulga o número de interessados.

Três envelopes serão entregues pelos consórcios. Um contém certidões negativas de débito e trabalhista e outras que comprovem a lisura do participante. Outro com o valor da outorga, que determinará o vencedor do processo. O terceiro – e mais importante – trata da parte técnica, da requalificação da área, da modelagem e do plano de negócio. Segundo o governo, vence o processo quem oferecer a maior contrapartida ao assumir a gestão das praças desportivas.

A previsão é de que o futuro administrador da ArenaPlex seja anunciado nas primeiras semanas de abril. A reportagem apurou que há grupos holandeses e franceses interessados no negócio. Outras empresas estrangeiras acabaram desistindo pelas constantes paralisações no certame.

Passos lentos

Desde 2016, o GDF tem patinado na concessão. O Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) andou a passos de tartaruga até o fim de 2017, quando ganhou forma, mas voltou a travar no primeiro mês deste ano.

Se o negócio enfim vingar, o vencedor vai administrar o complexo por 35 anos. Em troca, pagará R$ 5 milhões para a Terrecap e um percentual aplicado em ganhos eventuais. Terá, ainda, que desembolsar R$ 80 milhões para reformar o Mané Garrincha.

Salas comerciais, bares e restaurantes

O grupo disposto a administrar o estádio mais caro da Copa do Mundo de 2014 – e envolto em um escândalo de suposto pagamento de propina para financiamento de campanhas – também precisará investir cerca de R$ 200 milhões a fim de transformar a área ao redor da praça desportiva em um grande complexo, com salas comerciais, bares, restaurantes, lojas e permissão para explorar 7 mil vagas de estacionamento. Na avaliação do governo, é a construção desse boulevard que garantirá o retorno do investimento.

Abandonado em 2017, o Estádio Nacional de Brasília acumulou o maior prejuízo de arrecadação desde a sua reabertura, em 2013. De janeiro a dezembro, a arena embolsou R$ 760.593,97 com os jogos e eventos feitos na praça desportiva. O valor, contudo, mal cobre o gasto referente a um mês, que gira em torno de R$ 700 mil.

Durante toda sua operação, o estádio sempre ficou no vermelho. No ano passado, obteve R$ 1,7 milhão com jogos e espetáculos, mas apresentou dispêndio de R$ 8,7 milhões – cerca de R$ 7 milhões de prejuízo. O cenário foi o mesmo em 2013, 2014 e 2015, o que motivou a Terracap a abrir processo de concessão do espaço à iniciativa privada.

De lá para cá, a situação financeira referente à arena se agravou. Um dos principais golpes no Mané Garrincha foi dado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e pelos clubes da Série A do Campeonato Brasileiro.

Em fevereiro, foi proibida a venda de mandos de campo para outros estados que não os de origem dos times. Nem mesmo a permissão para jogos da Primeira Liga e da Copa Sul-Americana mudou o cenário. Clubes e empresários negociando partidas preteriram o estádio. Os motivos variaram desde o custo de aluguel até o desinteresse de dirigentes. Sem o futebol, o espaço perdeu sua principal atividade.

Esse cenário, contudo, começa a mudar. Tanto que, no domingo (4), o Mané Garrincha recebeu o primeiro jogo do ano disputado por clubes de fora do DF. O Flamengo venceu o Nova Iguaçu, pelo Campeonato Carioca, por 1 x 0.








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  #638  
Old Posted Feb 6, 2018, 12:51 AM
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Piada né, quanto mais mexer, mas terá desistências. E pior, vai querer depois alterar novamente. O problema é, vai encher de coisas esportivas para deixar as traças? Pior...

Inventaram cobrar dúvidas justamente faltando poucos dias para o certame... Quem vai pagar o IPTU, a altura dos prédios... Piada né... Sabíamos que os prédios teriam a altura de prédios comerciais convencionais. Portanto, seria apenas loja e sobreloja ou mezanino, nada mais do que isso. Portanto, não iria ultrapassar 9 metros...
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  #639  
Old Posted Feb 6, 2018, 10:25 AM
salengasss salengasss is offline
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Esse Rollemberg tem a equipe mais incompetente que já vi. A galera que trabalha com os projetos de PPP é muito ruim.
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  #640  
Old Posted Feb 6, 2018, 12:52 PM
Agarwaen Agarwaen is offline
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Um arbitral da CBF acaba de reduzir essa proibição para times jogarem em estádios fora de seu estado. Agora a proibição vale apenas para as últimas 5 rodadas do Campeonato Brasileiro.
É uma boa notícia para o Mané Garrincha.
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