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  #6661  
Old Posted Sep 25, 2017, 1:39 PM
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MP dá dois meses para GDF reduzir número de comissionados sem concurso


Promotoria cobra aplicação da Lei Orgânica que destina pelo menos 50% dos cargos a servidores públicos concursados

Foto: FELIPE MENEZES/METRÓPOLES


Representantes das Promotorias de Justiça Regional de Defesa de Direitos Difusos (Proregs) alertaram o Governo do Distrito Federal para a aplicação da lei que destina pelo menos 50% dos cargos comissionados a servidores públicos concursados. Também solicitaram rigor no cumprimento do regimento interno das administrações regionais e observação de pré-requisitos para o exercício de funções estratégicas, em especial na área jurídica.

A promotora de Justiça Hiza Maria Lima explica que neste primeiro encontro, o GDF se comprometeu, no prazo de dois meses, a apresentar um plano de adequação para atendimento às solicitações do MPDFT. “Se nada disso acontecer, as Proregs entrarão em conjunto com ação judicial, inclusive por improbidade administrativa contra os administradores”, explica.

O pedido foi feito diretamente à procuradora-geral do Distrito Federal, Paola Aires, e ao consultor jurídico do GDF, René Rocha Filho, em reunião com o procurador-geral de Justiça, Leonardo Bessa, na sexta-feira (22/9) na sede do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT).

Segundo os promotores, a expectativa é que o GDF apresente uma proposta factível, no próximo dia 24 de novembro, quando está agendada a próxima reunião. Para eles, a destinação dos cargos comissionados a servidores, dentro do percentual mínimo de 50% previsto na lei, propiciará melhor controle da Lei de Responsabilidade Fiscal e economia de recursos, uma vez que a comissão paga ao servidor tem custo inferior. Outros aspectos observados pelos promotores são a eficiência, a preservação da memória de trabalho, os investimentos em capacitação e a efetividade no desenvolvimento de projetos.

“Manter um quadro mínimo de servidores comissionados é razoável para que se garanta a continuidade dos projetos e das atividades essenciais. Atualmente, em alguns órgãos do GDF, o percentual de comissionados que não são concursados ultrapassa os 90%. Quando muda a gestão, as pessoas vão embora e não há quem dê continuidade aos projetos”, concluem.

Maioria sem vínculo

Demonstrativo da distribuição de pessoal publicado pelo GDF em agosto, referente à distribuição de comissionados em junho, revelou que em 70% (64) dos 91 órgãos do governo local, o percentual de cargos ocupados por comissionados ultrapassa os 50% permitidos pela Lei Orgânica. Os dados foram divulgados pelo Metrópoles.

Em 22 deles, o índice supera 90% de cargos ocupados por pessoas sem vínculo com o governo local. Segundo o Mapa dos Servidores, o GDF tem hoje 130.126 funcionários, sendo 13.572 comissionados, dos quais 5.970 contratados sem concurso. No balanço geral, o governo está dentro da lei, com 45,15% dos cargos ocupados por comissionados. Mas, analisando órgão a órgão, a situação é bem diferente.

Nas 31 administrações regionais, por exemplo, o menor percentual de cargos comissionados sem vínculo é 75%, registrados na Fercal e em Planaltina. Na Companhia Energética de Brasília (CEB), todos (100%) os 23 cargos em comissão são ocupados por pessoas sem vínculo com o GDF, num total de 1.033 funcionários. A Polícia Militar tem 12.457 servidores e 503 cargos comissionados, dos quais 74,55% são ocupados por funcionários sem vínculo.

A Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab) e a Sociedade de Abastecimento de Brasília (SAB) também estão com percentual de cargos em comissão ocupados por servidores sem vínculo acima de 90%.

O outro lado

Em nota, a Secretaria de Planejamento destacou que nunca houve concurso para as administrações regionais. Reforçou que, na totalidade, a maior parte dos cargos comissionados – o que representa 54,85% – é destinada a servidores efetivos, que ingressaram após aprovação em concurso público.

A pasta informou, ainda, que o GDF “tem se empenhado para otimizar os gastos com pessoal. Em 2014, o Distrito Federal tinha 19.398 servidores com cargos em comissão, sendo 7.629 sem vínculo. Em 2015, o governo cortou 4.225 cargos comissionados de livre nomeação e que não possuíam vínculo com o DF.”

Explicou, também, que em 12 de junho foi encaminhada uma circular para todas as administrações regionais com a finalidade de orientar os órgãos a cumprir o dispositivo da Lei Orgânica que estabelece, no mínimo, 50% dos cargos em comissão devem ser ocupados por servidores efetivos.













https://www.metropoles.com/distrito-...s-sem-concurso
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  #6662  
Old Posted Sep 25, 2017, 4:50 PM
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Pago para ver o GDF cumprir o que o MP manda. Melhor sentar, que em pé cansa.
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  #6663  
Old Posted Sep 29, 2017, 6:14 PM
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Projeto de combate a alagamentos fica no papel

Foto: Myke Sena

Tesourinhas do Plano Piloto são pontos críticos na época das chuvas.


As chuvas podem até ser a novidade dos últimos dias, mas um problema que surge com elas é bem antigo: os alagamentos. Apesar de admitir que incidentes devem ocorrer, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) assegura que eles devem ser amenizados neste ano. A estimativa é de que sejam gastos R$ 3 milhões até o fim do ano com limpeza de bocas de lobo e reestruturação do sistema de escoamento. O projeto que traria uma solução definitiva ainda não saiu do papel. É o projeto Drenar-DF, que prevê obras robustas no Plano Piloto e em Taguatinga.

Enquanto isso, a população reclama que pouco é feito. “Entra ano e sai ano, é a mesma coisa: sempre alaga a parte da frente da loja. Não tem limpeza nas bocas de lobo”, denuncia o comerciante Francisco de Assis Barros, 72. Ele se refere à 513 Sul e fala com propriedade: a lanchonete está ali há 35 anos. “O IPTU que a gente paga daria para arrumar, mas nada é feito”.

Francisco diz que é só cair uma chuva mais forte e longa que fica impossível transitar a pé na frente do estabelecimento.
A 513 Sul é bem conhecida pela Novacap, pois é um dos pontos de alagamentos mais comuns na parte central de Brasília. Segundo o levantamento da companhia, as tesourinhas também podem ser somadas a esses espaços sensíveis, em especial a da 102/202 Sul.

A explicação é que a impermeabilização ao redor dessas áreas foi grande, assim como o crescimento de Brasília. Essa equação fez com que as águas pluviais não tivessem para onde escorrer. O diretor-presidente da Novacap, Júlio Menegotto, alega que isso já é de conhecimento do governo há 30 anos. Ele assegura, porém, que a limpeza do sistema começou em janeiro deste ano. No início de outubro, os trabalhos chegam às tesourinhas.

Das 180 mil bocas de lobo presentes em 4 mil km de rede pluvial do DF, 35 mil já foram limpas, em geral nos pontos mais críticos. Dessas, 5 mil foram substituídas ou revitalizadas porque estavam quebradas ou foram extraviadas.

Houve reparos na rede pluvial de cidades como Samambaia, Ceilândia, Gama, Planaltina e Recanto das Emas. “Fiz uma solicitação hoje (ontem) ao secretário de Cidades, Marcos Dantas, para que fizesse um pedido aos administradores a fim de que ocorresse uma limpeza em todas as cidades”, afirma o diretor-presidente da Novacap.

“Sabemos que algumas tesourinhas vão alagar. Se o sistema estiver limpo, vai demorar mais a acontecer e, se ocorrer, vai ser limpo mais rapidamente”, completa.

Mesma ideia, novo nome

O projeto Drenar-DF, promessa do governo para dar um fim definitivo a esses alagamentos, ainda não saiu do papel – e sequer tem prazo. O assunto surgiu em 2012, ainda na gestão de Agnelo Queiroz, com outro nome, o Águas do DF, e, se tornou Drenar-DF no atual governo. O programa é divido em duas partes – uma que privilegia o Plano Piloto, e outra, Taguatinga – e prevê modificações no sistemas pluviais .

O Drenar-DF 1 está em fase de readequação de projetos e deve custar cerca de R$ 130 milhões. Já o Drenar-DF 2 está em fase final de licitação, com investimento de R$ 129 milhões disponibilizados pela Caixa Econômica Federal. As duas partes terão dois anos para a execução a partir da data de assinatura.

Enquanto nada muda, a bancária Juliana Zampaulo, 37, faz de tudo para não passar pelas tesourinhas em dias de chuva. Ela nunca ficou ilhada porque toma cuidados, mas fica com receio devido a relatos de muita gente que perdeu carros nos alagamentos.

Para o diretor da Novacap, Júlio Menegotto, o Drenar-DF vai trazer as mudanças necessárias.

MAPEAMENTO

A Defesa Civil está produzindo um levantamento, que deve ser apresentado até a segunda semana de outubro, sobre os locais que apresentam risco de desabamento.

O subsecretário de Defesa Civil, coronel Sérgio Bezerra, acredita que haverá uma diminuição das áreas de risco, já que o GDF conduziu algumas obras estruturais, como na Fercal e no Sol Nascente.

O problema dessas regiões é que elas apresentam casas em encostas de morros, como na Fercal, ou são construções sem uma base adequada, como no Sol Nascente.





http://www.jornaldebrasilia.com.br/c...fica-no-papel/
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  #6664  
Old Posted Sep 29, 2017, 6:35 PM
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AhAhAh o trouxa do governador perdeu os 300 milhões do governo federal por não apresentar os projetos em tempo hábil. Se eu for listar os bilhões perdidos.... E depois falam que estamos numa crise no GDF.

Agora sobra 100 milhões para o Forum Mundial das Águas em março/2018. Espero que São Pedro feche as torneiras do céu. E chova bem pouco. Aí terá de importar água de Minas Gerais ou Goiás...
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  #6665  
Old Posted Oct 2, 2017, 5:43 PM
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Proposta de Emenda à Constituição Nº 255/2013

As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal,
nos termos do § 3 º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte
emenda ao texto constitucional:

Art. 1º Esta Emenda Constitucional altera a redação do § 1º do art. 18 da Constituição Federal para determinar a correspondência entre as áreas geográficas de Brasília e do Distrito Federal.
Art. 2º O § 1º do art. 18 da Constituição Federal passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 18........................................................................ § 1º Brasília é a Capital Federal e sua área geográfica corresponde à do Distrito Federal, sendo coexistentes entre si.” (NR)
Art. 3º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação.
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  #6666  
Old Posted Oct 2, 2017, 5:49 PM
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Alguém conhecia essa proposta?
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  #6667  
Old Posted Oct 2, 2017, 7:28 PM
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Originally Posted by fabiano View Post
Alguém conhecia essa proposta?
Sim eu conheço esse projeto, assim acabaria com esse papo que as satélites não fazem parte de Brasília. Se não me engano, na época que criaram esse projeto, os Correios foram os primeiros a passar a colocar a nomeclatura correta.

Antes podia colocar

QS 01 Rua 210, lote 40. Pistão Sul,
Cidade: Taguatinga/DF

O correto agora é
QS 01 Rua 210, lote 40. Pistão Sul, Bairro Taguatinga
Cidade: Brasília/DF
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  #6668  
Old Posted Oct 2, 2017, 9:30 PM
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Sim eu conheço esse projeto, assim acabaria com esse papo que as satélites não fazem parte de Brasília. Se não me engano, na época que criaram esse projeto, os Correios foram os primeiros a passar a colocar a nomeclatura correta.

Antes podia colocar

QS 01 Rua 210, lote 40. Pistão Sul,
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O correto agora é
QS 01 Rua 210, lote 40. Pistão Sul, Bairro Taguatinga
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Nunca concordei com isso, pra mim é Brasília e as cidades satélites.
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  #6669  
Old Posted Oct 2, 2017, 10:17 PM
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Originally Posted by Mineiro View Post
Nunca concordei com isso, pra mim é Brasília e as cidades satélites.
Lucio Costa sempre falou que as satélites sempre fizeram parte de Brasília e não o contrário. O problema que começaram errado.

Era para ter desapropriado Brazlândia e Planaltina. Até construíram outra Planaltina, e a antiga seria demolida. Mas fazer o que né.
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  #6670  
Old Posted Oct 3, 2017, 12:21 PM
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O problema foi ter criado inicialmente as "cidades-satélites" lá nos quintos dos inf. Como exemplo: Gama, Bandeirante, Taguatinga e Sobradinho e as antigas goianas Brazlândia e Planaltina.

Esse problema não aconteceu em Goiânia, pois, os bairros ficaram literalmente conurbados com o projeto original. Temos outros exemplos: Aracaju, Teresina e Belo Horizonte.

Em Palmas está acontecendo a mesma coisa que em Brasília, fizeram o Plano Diretor e em volta os bairros satélites.
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  #6671  
Old Posted Oct 3, 2017, 8:45 PM
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O problema foi ter criado inicialmente as "cidades-satélites" lá nos quintos dos inf. Como exemplo: Gama, Bandeirante, Taguatinga e Sobradinho e as antigas goianas Brazlândia e Planaltina.

Esse problema não aconteceu em Goiânia, pois, os bairros ficaram literalmente conurbados com o projeto original. Temos outros exemplos: Aracaju, Teresina e Belo Horizonte.

Em Palmas está acontecendo a mesma coisa que em Brasília, fizeram o Plano Diretor e em volta os bairros satélites.
Mas em Palmas vai ter um belo planejamento sabe porque, não tem tombamento não tem essa neura de perder um título que em nada beneficia o povo brasiliense.

Com ou sem título, Brasília tinha qualidade de vida. Depois do título, a qualidade só tende a cair mais e mais. Ou seria mera coincidência.

Depois de 1987, com o título, tudo em Brasilia piorou. Saúde, Educação, Segurança, Mobilidade e até emprego.
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  #6672  
Old Posted Oct 7, 2017, 1:24 PM
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Terrenos colocados à venda pelo GDF estão encalhados há dois anos


Executivo local colocou 28 lotes à venda em 2015, mas só cinco foram comercializados até hoje

Foto: FELIPE MENEZEZ/METRÓPOLES


Em dezembro de 2015, o Governo do Distrito Federal conseguiu autorização da Câmara Legislativa para vender 28 terrenos públicos. A medida deveria render aos cofres públicos cerca de R$ 520 milhões, recurso que traria um pequeno alívio ao erário.

Porém, quase um ano e 10 meses após ter colocado os imóveis na praça, o Palácio do Buriti só conseguiu comercializar cinco unidades, o que representou um incremento de receita da ordem de R$ 95,6 milhões, valor bem abaixo da arrecadação prevista.

Os cinco terrenos vendidos até agora pelo GDF ficam nos seguintes endereços: Quadra 38, AE 3, Setor M Norte, Taguatinga Norte (R$ 27,2 milhões); L Norte, AE 3, Centro Cultural, Taguatinga Norte (R$ 11,3 milhões); Quadra 201, Conjunto 7, Lote 6, Samambaia Norte (R$ 6,8 milhões); Quadra 28, Área Especial, Ceilândia Norte (R$ 21,4 milhões); e SHIS, QI 5, Lote F, Lago Sul (R$ 28,9 milhões).

Os outros 23 lotes encalhados estão em áreas como Lago Sul, Setor Sudoeste, Águas Claras, Gama, Guará, Jardim Botânico, Taguatinga, Samambaia e Ceilândia. A ideia do governo é usar a maior parte dos recursos arrecadados para fazer frente ao pagamento de despesas nas áreas de saúde e educação.

Uma parte menor será destinada à quitação de restos a pagar e despesas de exercícios anteriores regularmente reconhecidos e inscritos na contabilidade do governo. Ou seja, trata-se de recurso extraordinário para honrar dívidas com empresas terceirizadas e prestadores de serviço.

Crise afugenta empresários

O desinteresse de empresários da cidade nos espaços ofertados pelo GDF é explicado pela fase conservadora pela qual atravessa o mercado imobiliário.

Para o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi-DF), Paulo Muniz, o pouco apetite dos empresários da cidade é reflexo da crise econômica no país, que gera insegurança na aposta em grandes investimentos. “Temos um grave problema na economia no Brasil, que prejudica essa vocação comercial”, pontua.

Apesar de integrarem o patrimônio do Distrito Federal, quem negocia as glebas é a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), por ter expertise no ramo.

A título de taxa administrativa, a empresa pública tem remuneração de 2,5% a 5% do valor líquido das comercializações. Somados, os terrenos ocupam área de 119.766,69 metros quadrados, distribuídos em 13 regiões administrativas.

Recuperação do setor construtivo

O Executivo local manifestou-se por meio de nota e também colocou na conta da crise a tímida procura que mantém encalhados 23 terrenos.

"A baixa procura se deve basicamente à crise econômica do país e à recessão dos últimos três anos, que atingiu não só o Brasil como sua capital. O mercado imobiliário está retraído"
Trecho de nota enviada pelo GDF

Apesar do diagnóstico, os governistas apostam em uma retomada a médio prazo. “Nas últimas semanas, começou uma recuperação da construção civil, que, certamente, terá reflexos na compra e venda de imóveis, inclusive de terrenos”, acredita o governo.




https://www.metropoles.com/distrito-...s-ha-dois-anos
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  #6673  
Old Posted Oct 7, 2017, 7:49 PM
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O governo é maluco ou finge ser maluco. O que adianta vender terrenos, se o povo sequer consegue aprovar os projetos e muito menos construir.
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  #6674  
Old Posted Oct 12, 2017, 10:26 AM
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Agora pela manhã, o presidente da Adasa em entrevista ao Bom dia DF disse: que pode ter sim o lago do são Bartolomeu que está em análise esse é outras alternativas claro que pode ser de um tamanho menor
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  #6675  
Old Posted Oct 12, 2017, 2:01 PM
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A falta de água serviu pra alguma coisa.
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  #6676  
Old Posted Oct 12, 2017, 3:59 PM
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Invasão silenciosa


Em cinquenta anos, as margens do Paranoá encolheram 15%.

http://vejabrasilia.abril.com.br/mat...ao-silenciosa/
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  #6677  
Old Posted Oct 12, 2017, 5:32 PM
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Adasa quer mudar cobrança de quem consome menos água no DF



Hoje, o valor mínimo de R$ 29,50 é pago por quem consome até 10m³. Medida estimularia maior economia

Foto: MICHAEL MELO/METRÓPOLES


O presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa), Paulo Salles, anunciou nesta quinta-feira (12/10) que estuda a mudança da estrutura tarifária da água consumida pelos brasilienses. Hoje, o valor mínimo de R$ 29,50 é pago por quem consome até 10m³. De acordo com ele, seria mais justo e estimularia maior economia se as pessoas pagassem pelo que realmente utilizam. A medida seria mais um reforço na tentativa de superar a pior crise hídrica da história do Distrito Federal.


Segundo a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), cerca de 54% dos clientes da estatal se encaixam nesse grupo, que paga tarifa subsidiada. Desde o ano passado, em função do racionamento, 80 mil contas, ou cerca de 12,3% do total, migraram para essa faixa de consumo. Porém, mesmo utilizando 1m³, o consumidor paga 10m³.

Paulo Salles se mostrou “muito preocupado” com a situação dos reservatórios que abastecem o DF. Confirmou que, caso as chuvas não retornem em abundância até o fim do mês, dificilmente o brasiliense vai escapar da ampliação do racionamento. A quantidade de água disponível para o abastecimento da capital do país vem caindo drasticamente nos últimos dias.

No Descoberto, responsável por 60% do fornecimento, o nível está em 13,7%, muito próximo da meta para o mês, de 9%. Em Santa Maria, caiu a 27,3%, para estimativa de 23%. Enquanto isso, a previsão é que o período chuvoso só se intensifique a partir da última semana do mês. Para ajudar a manter os níveis acima do estabelecido, a população precisa colaborar e reduzir ainda mais o consumo de água.

A Adasa também anunciou que vai intensificar a medição do volume de vazão dos afluentes do Descoberto, para identificar se menos água, subterrânea ou não, está chegando ao reservatório. A fiscalização, que antes era semanal, será feita três vezes por semana: “As medidas de restrição poderão incluir a diminuição a captação de água pelos irrigantes da bacia hidrográfica do Descoberto e da vazão média mensal captada pela Caesb”.

Nesta quarta (11), a companhia suspendeu o fornecimento de água nas regiões de Planaltina, Sobradinho, Fercal e Vale do Amanhecer.







https://www.metropoles.com/distrito-...nos-agua-no-df
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  #6678  
Old Posted Oct 12, 2017, 5:34 PM
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Isso Já deveria ser aplicado desde sempre, conheço pessoas que dizem: Se sempre me cobram o Mínimo eu vou gastar o mínimo
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  #6679  
Old Posted Oct 13, 2017, 1:06 AM
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Sei não, aí está me cheirando muito mal, duvido que eles vão reduzir algo, e "Dar com uma mão tirar com a outra".
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  #6680  
Old Posted Oct 13, 2017, 1:10 AM
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10/01/2017 lembrar é preciso...


Rollemberg promete para outubro inauguração do Parque Tecnológico do DF

Fonte: https://g1.globo.com/distrito-federa...co-do-df.ghtml

Com certeza não vai cumprir. O mesmo diz respeito ao parque Burle Marx....
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