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  #3921  
Old Posted Jul 7, 2018, 12:15 AM
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Em Breve | Brasília
2o Semestre/2018

Fonte: https://www.istoedinheiro.com.br/meu-nome-e-johnny/


A novela continua, somente não espero que seja um quiosque da rede, pois será sacanagem demais.
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  #3922  
Old Posted Jul 9, 2018, 2:19 AM
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Olha o Conjunto Nacional de parabéns, dando uma mexida no mix de lojas..


Conectada com o mundo jovem, a YouCom é uma marca que entende de moda e quer ajudar você a expressar a sua individualidade, do jeitinho que só você sabe. Agora as pessoas antenadas com as principais tendências terão uma loja aqui no Conjunto para curtir a moda de acordo com seu estilo. Esperamos você aqui!

Fonte: https://www.facebook.com/shoppingcon...type=3&theater
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  #3923  
Old Posted Jul 11, 2018, 1:24 AM
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Fui pagar a conta do meu filho na Renner, kkk e aproveitei para jogar um verde. Resultado...Só não me deu detalhes de onde será.


Em Breve | Conjunto Nacional | Outubro/2018

Pra min fica duvida, aonde será. Uma loja grande vai sair para dar lugar a Renner ou pior, várias lojas pequenas irão sair para chegada da Renner... Duvida cruel..
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  #3924  
Old Posted Yesterday, 6:51 PM
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Li essa matéria abaixo o link, e a mesma afirmou que a Saraiva fechou lojas em Brasília e a Livraria Cultura diminuiu o tamanho das suas lojas.

Muito estranho, confirmamos sim, que a Saraiva fechou várias lojas em Brasília, mas a Livraria Cultura reduzir o tamanho das suas lojas brasilienses não procede. Pra min, elas continuam do mesmo tamanho. Até mesmo porque não tem como nem reduzir o tamanho delas. Só ver pelo espaço do CasaPark e Iguatemi. Continuam com o mesmo tamanho.

Mercado de livros enfrenta fase de mudanças

Em meio a uma crise econômica generalizada, o mercado livreiro vem precisando se adaptar no Brasil, onde os hábitos de consumo estão mudando. Livrarias pequenas e grandes vêm fechando suas portas, e o setor editorial encolheu 21% entre 2006 e 2017, embora venha mostrando sinais de recuperação nos últimos meses.

Por outro lado, a dimensão de nosso país leva alguns otimistas a continuar investindo no setor, que tem espaço para crescer tanto entre os livros de papel, como na oferta de produtos digitais. Nesta série, que a Folha de Pernambuco vai publicar neste e nos próximos dois fins de semana, você poderá saber um pouco mais sobre os rumos do livro no Brasil, se aprofundando num setor que congrega a fantasia do leitor e a possibilidade da construção de conhecimento.

Na próxima edição, falaremos sobre as perspectivas do mercado digital e seu impacto sobre o livro impresso.

Há exatamente uma semana, o Recife tomou um susto: foi anunciado o fechamento da filial da Livraria Cultura do Shopping Paço Alfândega, no Bairro do Recife. Era mais uma dentre as várias livrarias que encerraram suas atividades na cidade, nos últimos anos.

Mas não era uma livraria qualquer. Pelo seu porte e localização, aquela unidade da Cultura havia desenvolvido laços afetivos com seus (muitos) frequentadores, ao longo de seus 14 anos de funcionamento. A notícia gerou uma série de postagens nas redes sociais, de gente como o escritor paraibano André Aguiar, que por muito tempo juntava dinheiro para vir de João Pessoa até o Recife, de ônibus, apenas para passar o dia vasculhando a livraria, em busca de tesouros escondidos nas prateleiras.

"Fiquei chocado. Estou me sentindo órfão", resume ele, para quem a vivência de frequentar o espaço era salutar. "A gente não vinha apenas comprar, tinha uma relação de investigar, de socializar, tomar um café com um amigo. Posso parecer idealista, mas esse tipo de troca não acontece quando você compra nessa coisa fria e asséptica dos sites de internet", critica.

A Livraria Cultura não quis se pronunciar sobre sua decisão, mas há versões de que a rede, além de sofrer com a crise nacional, perdeu muito com a queda nas vendas de CDs e DVDs, produtos que correspondiam a cerca de 40% de seu faturamento. Além disso, está mergulhada num problema que atinge nosso mercado livreiro em geral.

"O sistema todo está passando por uma crise, que vai das inovações tecnológicas que substituem o livro impresso ao modelo de negócio de distribuição desses livros", descreve o publicitário e escritor José Nivaldo Júnior, para quem o problema se intensifica no Brasil, por conta da fragilidade do setor em nível nacional.

O presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Marcos da Veiga Pereira, concorda e explica: "se voltarmos dez anos no tempo, veremos um momento em que o Brasil estava experimentando um crescimento extraordinário, onde surgiam fenômenos que vendiam mais de um milhão de exemplares. Nós éramos a vedete do mercado internacional. Todos queriam vender para o Brasil. Aí, houve uma aposta adicional. Já que o mercado estava aumentando, a indústria de varejo, ou seja, as livrarias, tomaram decisões de expansão. A rede Saraiva comprou a Siciliano, que era a maior da época. E a Cultura, que vinha crescendo num ritmo orgânico, mais contido, começou a abrir uma quantidade maior de lojas".

Do ano passado para cá, a Cultura também tem procurado outros nichos de inserção, tendo adquirido a operação brasileira da multinacional francesa Fnac e do conglomerado online de sebos Estante Virtual.

O problema, prossegue Veiga Pereira, é que esta década tem sido "muito sofrida" para o mercado do livro, que dá sinais de estagnação. "Talvez, pensando retrospectivamente, isso tenha acontecido um pouco em função do surgimento de novas mídias sociais e formas de entretenimento. O fato é que a partir de 2014, quando a crise econômica se intensificou, mesmo as livrarias de grande porte estão chegando à conclusão de que só dá para manter as lojas que sejam rentáveis. Creio que foi isso que aconteceu com a filial da Cultura no Recife. É algo que lamento e espero que seja possível reverter", afirma.

O crescente anúncio de fechamento de unidades de livrarias como a Saraiva (que em 2017 fechou pelo menos 13 lojas) e da própria Cultura (que enxugou a rede em todo o país, cortando espaços da Cultura em Brasília e São Paulo e da Fnac em Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, entre outras cidades) atemoriza quem vive de livros.

"Se você juntar essas duas redes, que são as maiores em extensão física, vai ver que para algumas editoras as vendas realizadas nelas correspondem a 50% do faturamento. Então, com a retração desse espaço, o impacto é danoso para o setor como um todo", aponta Luis Antonio Torelli, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL).


Em busca de políticas públicas de incentivo

Atualmente, existem cerca de 1.400 livrarias no Brasil. "Na verdade, o número deve ser menor, pois não foi atualizado e muitas empresas estão fechando", lamenta o presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Luis Antonio Torelli. Para ele, o mais preocupante é que a maioria se concentra no eixo Rio-São Paulo.

"Quando se reclama que o brasileiro não tem o hábito de ler, a gente se depara com o paradoxo do biscoito Tostines. Será que não temos leitores porque faltam pontos de venda? Ou não temos mais livrarias por conta da ausência de leitores?", indaga ele, lembrando que na última pesquisa realizada pela CBL foi constatado que 40% dos entrevistados jamais tinha comprado um livro.

"A leitura está em décimo lugar no ranking da escolha das pessoas em seus momentos de lazer. Primeiro vem assistir televisão, navegar na internet, ouvir música... ou seja, o livro no Brasil realmente não é um produto de primeira necessidade", critica.

Enquanto estudiosos discutem a disputa de espaço entre as livrarias físicas e as plataformas online, os setores que produzem e comercializam as obras estão mais preocupados com uma crise que vai além do varejo. O governo federal, que é um dos maiores compradores de livros no país, cancelou ou reduziu a aquisição das unidades que deveriam abastecer bibliotecas em todo o território nacional.



Livraria Cultura fechou unidade do Paço Alfândega, no Bairro do Recife, depois de 14 anos

"Nossas bibliotecas estão sucateadas, pois desde 2014 o governo não cumpre essa obrigação prevista na Constituição", denuncia. "É uma situação muito difícil. Há muita dificuldade para ler. Além do baixo poder aquisitivo, as pessoas não têm onde comprar livros e não encontram uma biblioteca que os disponibilize", pontua.

A meta de quem atua no mercado livreiro é conseguir reverter a curva de leitura nacional e implementar ações que dêem suporte ao setor. Isso inclui projetos de lei, que estão sendo propostos em nível estadual e federal.

"O mercado editorial livreiro tem elos da cadeia produtiva que precisam ser desenvolvidos, e nesse sentido, aqui em Pernambuco, estamos integrando um núcleo executivo que congrega a sociedade civil e o governo estadual", conta o empresário Rogério Robalinho, coordenador da Bienal do Livro de Pernambuco. "Estamos nos reunindo há quase dois anos para criar um Plano Estadual de Fomento ao Livro, à Leitura, à Literatura e às Bibliotecas, que deverá ser enviado à Assembleia Legislativa até outubro. Será um planejamento para o setor, buscando um modelo de Estado e não de governo, para estimular a leitura e buscar educação de qualidade", adianta.

Em nível federal, um projeto de lei da senadora potiguar Fátima Bezerra (PT) que estabelece a criação da Política Nacional do Livro e da Escrita aguarda sanção do presidente Temer, após ter sido aprovado no Congresso Nacional. "A gente espera que isso aconteça até o dia 20 de julho, porque ele tem prazo constitucional para analisar o projeto. A frustração é grande, porque a cada governo, muda ministro, muda secretário e tudo que vinha sendo trabalhado vai por água abaixo. A lei visa instituir uma política permanente de promoção e universalização do direito de acesso ao livro, obrigando o governo a realizar uma série de ações", adianta Torelli.

"Na formação do brasileiro como povo, nunca esteve incutido o compromisso com a busca pelo conhecimento. É preciso fomentar o crescimento de leitores e de uma geração de novos conteudistas", finaliza Robalinho.


Fonte: https://www.folhape.com.br/diversao/...-MUDANCAS.aspx
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