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  #141  
Old Posted Apr 4, 2017, 2:52 PM
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Novos shopping centers operam com mais da metade das lojas vagas

Divulgação


opping centers que vêm sendo abertos no Brasil encaram uma dificuldade cada vez maior de atrair lojistas. Segundo um estudo feito pelo Ibope Inteligência, os vinte centros de compra abertos no ano passado operam com uma vacância média de 55% – ou seja, mais da metade das lojas estão vagas.

A situação difícil já tinha sido registrada em pesquisas anteriores do Ibope. Os shoppings abertos entre 2013 e 2015, por exemplo, vinham operando com 45% das lojas vazias. “A situação se agravou para os shoppings novos”, afirmou Márcia Sola, diretora de Varejo e Shopping do Ibope Inteligência, que participou do 2.º Simpósio Nacional de Varejo e Shopping, realizado pela Associação de Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), em Punta Del Este, no Uruguai.

Em números absolutos, a ociosidade que há nos shoppings novos, abertos após 2013, é de 900 mil metros quadrados, o que corresponde a 7,6 mil lojas vagas. Somada à desocupação que há nos shoppings consolidados, que abriram as portas até 2012, o número de lojas vazias no setor atinge 13,4 mil ou 1,46 milhão de metros quadrado. Nas contas da especialista, essa área desocupada equivale a 49 shoppings “fantasmas” de 30 mil metros quadrados cada.

Apesar do grande volume de lojas vazias, a pesquisa mostra que houve uma pequena queda, no último ano, na vacância entre os shoppings consolidados. Mas, segundo Márcia, ainda “não dá para dizer que o pior já passou”. No ano passado, a vacância, em número de lojas dos shoppings consolidados ficou em 8,5%, ante 9,1% em 2015, nas contas do Ibope. Mas, em área, o recuo foi maior: a ociosidade estava em 7,6% em 2015 e recuou para 5% em 2016.

Saídas

A especialista explica que os shoppings mais antigos estão conseguindo trazer lojas âncoras ou redirecionar os espaços vazios para outra finalidade, como áreas de lazer, alimentação e serviços. Mas ainda estão com dificuldade de alugar para lojas menores, que foram as mais afetadas pela crise.

Márcia observou que ocupar grandes áreas vazias com prestação de serviço, como Poupa Tempo, restaurantes, lazer e até eventos temporários tem sido uma alternativa. Glauco Humai, presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), concorda. “Rever o mix de lojas é o segredo”, afirmou.

Um sinal nítido de que essa estratégia começa a dar resultados já aparece na receita. O faturamento dos shoppings em fevereiro caiu 0,9% na comparação com o mesmo mês de 2016. No entanto, enquanto a venda de produtos deu marcha à ré, a receita com lazer cresceu 8% e com serviços, 2,5%. “Com a crise, houve uma aceleração na fatia dos serviços nos shoppings”, destacou Humai. Até pouco tempo atrás, a prestação de serviços e alimentação representava 8% do mix de lojas de shoppings. Hoje, é de 11%.

Flexibilidade. Para reduzir a vacância, Humai disse que os lojistas estão mais flexíveis nos aluguéis e nas luvas, que é a comissão pelo ponto de venda. Apesar do esforço dos empreendedores de dar a volta por cima, Márcia, do Ibope, acha que o futuro do setor é “um pouco preocupante”, mesmo quando a economia retomar o crescimento.

“Não tem mais ‘mosca azul’”, disse ela, fazendo referência a cidades que seriam mercados inexplorados pelo setor. Dos mais de 5 mil municípios existentes no País, todos os com mais de 300 mil habitantes têm shoppings. A alternativa, segundo ela, seria mudar os formatos, desenvolver shoppings de vizinhança, que têm muitas lojas de prestação de serviço. Na avaliação dela, o modelo de outlet é limitado, os shoppings de lazer não fecham a conta e os regionais não têm mais o mesmo poder atração do passado.










http://www.istoedinheiro.com.br/novo...s-lojas-vagas/
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  #142  
Old Posted Apr 4, 2017, 8:41 PM
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Acho que teve cidades que não tinham tanto potencial assim em detrimentos de outras, como nos bairros mais distantes do centro de Brasília, que passou da hora de ter um shopping center a tempos.
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  #143  
Old Posted Apr 17, 2017, 1:16 PM
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Agora é oficial...

Giro entrevista diretor de Marca e Negócios da Ben and Jerry's no Brasil

Sorveteria acaba de abrir uma unidade em Ribeirão Preto


André Lopes: "A internet aproxima tendências mundiais de contextos regionais, cria curiosidades por experimentar novidades" (Foto: Luiz Cervi / Especial)

O jovem paulistano de 31 anos já tem muita história para contar. André Lopes é formado em Administração de Empresas pela PUC São Paulo e já passou por grandes companhias, como a britânica Reckitt Benckiser e BRF S.A. Hoje é diretor de Marca e Negócios da Ben and Jerry’s no Brasil e tem a missão de fazer do sorvete o mesmo sucesso que é nos Estados Unidos, onde tudo começou em 1978. Na entrevista a seguir, ele fala do mercado e das unidades, incluindo a que acaba de abrir em Ribeirão Preto.

A Ben and Jerry’s tem 10 unidades abertas no Brasil. Como estão os planos de expansão para este ano?

A Ben and Jerry’s vem expandindo bastante no Brasil. No último dia 4 de abril, inauguramos quatro novas lojas, uma em Ribeirão Preto, uma em Belo Horizonte e duas em Recife. Até o meio do ano teremos novas sorveterias em Brasília, Salvador e Curitiba.

Se for comparar com a presença da marca no exterior, por aqui a participação ainda é bem tímida. Como você enxerga esse mercado de sorvete gourmet?

A categoria de sorvete super-premium em volume e valor no Brasil chegou ao País no final de 2014 e, em dois anos e meio, já temos dez sorveterias proprietárias, sem contar o plano de expansão. Além disso, já contamos com mais de 2.500 pontos de venda espalhados pelo Brasil. Estamos em uma curva de crescimento sustentável, em que primeiro chegamos com nossas sorveterias, que são nossos hubs de experiência para apresentar a marca, e depois expandimos os pontos de vendas. Temos muito o que crescer nos próximos anos.

A moda agora no Brasil é o gourmet, seja sorvete, café... Na sua opinião, qual o fator que mais influenciou essa mudança na escolha do brasileiro?

Parte dessa influência do brasileiro vem de referências internacionais. Essas pessoas têm contato com experiências e marcas no exterior e sentem o desejo de ter contato com esses produtos em seu País. Sem contar que a internet aproxima tendências mundiais de contextos regionais, cria curiosidades por experimentar novidades e, quando esse produto é de qualidade, ele se estabelece.

A marca, que pertence à Unilever, chegou ao Brasil em 2015. Qual a sua avaliação desses dois anos presente no País?

De 2015 para 2016 já dobrou de tamanho. O crescimento está acontecendo rapidamente e de forma sustentável.

A marca preza muito pelo cuidado correto com os produtos para a produção do sorvete. Como é feito esse controle com os fornecedores?

Na Ben and Jerry’s, levamos a justiça muito a sério. Seja na forma como tratamos os nossos funcionários, cooperamos com a comunidade ou criamos novos sabores para os nossos clientes, a justiça está presente em tudo o que fazemos. Nós apoiamos o Fairtrade, um movimento global que trabalha para garantir que pequenos agricultores de países em desenvolvimento consigam sobreviver no extremamente competitivo mercado global. Utilizamos cinco ingredientes com certificação Fairtrade, dentre eles açúcar, cacau, baunilha, café, bananas. Em 2015, a Ben and Jerry’s pagou US$ 1.895.778 em bônus sociais para nossos pequenos agricultores e cooperativas agrícolas espalhados pelo mundo.

No interior, além da loja em Ribeirão Preto, há previsão de mais unidades? E locais de revenda?

Ribeirão Preto terá mais novidades sobre Ben and Jerry’s sim. Não posso adiantar, mas até junho podemos voltar a nos falar. Sobre pontos de vendas, já temos 130 na região.

A produção do sorvete é feita no Brasil ou vem dos Estados Unidos?

O produto é importado. Essa questão envolve a nossa política de Fairtrade.

Fonte: https://www.acidadeon.com/ribeiraopr...no+Brasil.aspx
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  #144  
Old Posted May 13, 2017, 2:42 AM
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Encontrei uma matéria muito interessante, demonstrando que muitas cidades brasileiras já existem saturação de shopping centers, e adivinha quais cidades ainda tem muito espaço para expansão dos shoppings.... Brasília e Santos...kkkk

Brazil’s shopping mall industry under the microscope

X-Ray of Brazilian shopping malls and the listed players
In this note, we provide an in-depth analysis of the Brazilian shopping mall industry, based on a database we prepared using information from Abrasce, Alshop and other mall associations. Overall, we mapped almost 600 shopping malls (operating) plus 42
greenfields (to be opened), totaling ~16.8mn m² of GLA in Brazil. Having grown at a ~7% CAGR 2006-16 in the past decade, we forecast much milder growth in upcoming years as greenfield opportunities appear to be few and far between.

Brazil as a whole is undersupplied, but it is a different story in the main markets
At first glance, Brazil (76m² GLA/000’ inhabitants) is undersupplied vs. other countries (US – 2,200; Europe – 325; Chile – 167; and Mexico – 89). But adjusting for Brazil’s highly dispersed population (45% in cities with under 100k people and thus do not
absorb a regional mall), we reach a GLA/capita ratio of 135m²/th (positioning it between Chile and Mexico). The hard truth is that Brazil’s mall industry is very concentrated, but at least concentrated where it needs to be (i.e. where most people and income are!).

Oversupply is concentrated in a few cities… the “usual suspects”
We do not consider Brazil to be “undersupplied”, but nor do we see it as oversupplied. In fact, there are some (renowned) cities where GLA levels (vs. people and income) are too high: Ribeirão, Sorocaba, São José do Rio Preto, Vila Velha, Londrina, etc. But
there are also very few cities offering greenfield opportunities (Brasília and Santos). So, it is no surprise to see that most greenfields (47%) are targeting cities with no mall yet, ramming home the growth challenges in Brazil.

IGTA more exposed to competitive markets; ALSC “on its own” in more places
When looking at listed companies’ exposure to the main Brazilian cities, we see that Iguatemi’s portfolio has the biggest exposure to “oversupplied” cities (i.e. with higher GLA/capita), due to its malls in Ribeirão, Sorocaba, SJRP and Campinas. Iguatemi’s strategy has been to grow in cities where, despite higher competition, income ratios are higher. Aliansce’s portfolio (more B/C-class oriented), reflecting its presence in the North/Northeast and Rio, has the lowest GLA/capita ratio.

Fewer greenfield opportunities (time to focus on M&A?)
Based on our findings, and due to the presence of fewer “underpenetrated” markets (comprised of cities that do not absorb a regional shopping mall), companies may find it harder to keep growing via greenfields. In addition, competition in the “more obvious” markets is already strong, while a bleak macro certainly does not help. We thus believe companies should focus on M&A, taking advantage of those malls suffering from higher competition and/or buying minority stakes in their own portfolios.

BTG Pactual Affiliate Research
Banco BTG Pactual S.A.
Latin America
Shopping Mall
SectorNote
10 April 2017

Last edited by pesquisadorbrazil; Jun 22, 2017 at 12:58 PM.
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  #145  
Old Posted May 25, 2017, 7:46 PM
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"Caesars quer investir R$ 7 bilhões para ter 3 cassinos no Brasil"
(Exclusivo GMB) - Com 50 cassinos em seis países e faturamento de US$ 9 bilhões por ano, o Caesars Entertainment tem grandes planos para o pais, segundo contou em Brasilia para Games Magazine Jan Jones, a vice-presidente do grupo e ex-prefeita de Las Vegas. Ela confidenciou que pretendem instalar três grandes complexos de cassinos integrados com hotel, shopping center, restaurantes e salas de espetáculos, faltando apenas alguns detalhes para definir entre os quatro locais visitados, a saber, Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador ou Brasília.


GMB – Qual é sua avaliação sobre o futuro mercado de jogos no Brasil?
Jan Jones – Acho uma grande oportunidade o Brasil discutir uma lei para o jogo, que promoverá não só o turismo no Brasil, mas também o desenvolvimento econômico, com a criação de empregos, geração de impostos e a própria inclusão de um país de grandeza continental em uma indústria próspera.

Acredita que chegou o momento de o país finalmente regulamentar os cassinos?
Sem dúvida. Já assisti à regulamentação do jogo em diversos países e em todos eles aconteceram discussões sérias e, claro, demoradas. Acho que o Brasil está numa fase bem adiantada e avalio que em bem pouco tempo a regulamentação acontecerá.

Quais são os objetivos do Caesars Entertainment em relação ao mercado brasileiro de jogos?

Achamos que o Brasil é a maior oportunidade de expansão no mundo e estamos assistindo e monitorando as discussões da legislação e oferecendo subsídios técnicos para os parlamentares de maneira a que eles entendam muito bem o que nossa indústria representa para a economia. Não estamos mostrando apenas o significado do jogo em si, mas também a importância de uma regulamentação rígida e séria, além da adoção de critérios consistentes para o jogo responsável.

O Grupo já definiu preliminarmente quantos resorts integrados com cassinos irá instalar e operar no país?

A lei limita em três cassinos por grupo e nosso objetivo e ter as três licenças, o que demonstra nosso interesse pelo Brasil e o que o país irá representar para nosso grupo do ponto de vista de investimentos.

Já estão definidas as regiões que terão a grife Caesars no Brasil?
Temos olhado várias regiões, mas por enquanto os locais que mais tem despertado nosso interesse são o Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Brasília. Ainda precisamos conhecer melhor outras localidades, mas por enquanto as quatro citadas são onde as avaliações estão mais aprofundadas. Como a lei fala em três concessões, teremos uma decisão muito difícil pela frente.

A ideia é se associar a algum grupo local ou operar sozinho no Brasil?
Sempre buscamos parceiros locais, que conhecem bem as peculiaridades de cada região. No Brasil não será diferente, até porque já temos uma operação no país , que é o WSOP Cicuit Brazil que nos dá todo o suporte que precisamos para entender a cultura local. Para se ter uma ideia, a edição de 2016 da etapa brasileira do Campeonato Mundial de Poker foi a maior do mundo fora de Las Vegas. É importante ter um parceiro.

Qual o investimento estimado desses projetos?
Vai depender muito dos impostos a serem definidos, os incentivos a serem analisados e, também, os locais a serem eleitos. Mas será numa cifra provavelmente superior a US$ 2 bilhões.


"O Brasil é a última grande fronteira para a indústria de jogos e vamos alcançá-la em breve”

Qual sua sensibilidade sobre o atual estágio das discussões das leis em análise no Congresso Nacional?
Acredito que o governo fez um excelente trabalho até agora, buscando um marco regulatório e jurídico que permitirá grandes investimentos estrangeiros. Tenho certeza que no futuro eles serão reconhecidos pela capacidade técnica em buscar as pessoas certas para atrair esses investimentos e o fruto disso será o desenvolvimento de uma indústria séria e muito bem regulamentada.

Acredita que a crise política pode atrasar o início do processo de implantação dos projetos?
Toda crise política atrapalha o andamento de qualquer projeto em discussão, mas tenho certeza de que a regulamentação virá num futuro bastante próximo.

Em suas visitas, sentiu boa receptividade em suas visitas pelo país?
Sim. Estou muito feliz com a receptividade e com o interesse das pessoas envolvidas no projeto de regulamentação, especialmente porque todos querem uma regulação séria e consistente, não buscando o jogo pelo jogo, mas o jogo como uma ferramenta a mais de turismo e de desenvolvimento econômico.

Qual será o modelo de empreendimento que o Caesars pretende para o Brasil?
O modelo será de desenvolvimento completo, uma vez que o jogo será um acessório de um complexo muito maior, que envolverá restaurantes, salas de espetáculos, shopping center e hotel. Ou seja, um modelo de entretenimento. Em Las Vegas, por exemplo, apenas 20% do faturamento vem do jogo. Os outros 80% representam as demais atividades.

Recentemente Sheldon Adelson viajou ao Brasil para analisar o mercado e neste momento a senhora está em sua segunda visita ao país. É uma demonstração clara do interesse da indústria do jogo e do entretenimento pelo Brasil?

Sim. Todas as companhias internacionais estão com os olhos abertos para o Brasil. Logo voltaremos para nova visita a São Paulo. Vejo o Brasil como a última grande fronteira para a indústria de jogos e vamos alcançá-la em breve.


Fonte: Exclusivo GMB
Autor: Gildo Mazza

Fonte: http://www.gamesbras.com/cassinos/20...asil-2587.html
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  #146  
Old Posted May 25, 2017, 7:48 PM
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Eu sei de uma coisa, é quase certo que uma das unidades será em Brasília. Pois será uma exigência da futura agência estatal para o assunto.

Outro ponto, nenhuma capital terá casino. Eu li a a alguns anos que, os casinos até poderiam se instalar perto de uma capital. Mas em municípios que não tenham nenhum atrativo turístico.

Portanto esqueçam São Paulo e Rio de Janeiro. Se os casinos se instalarem, só se for estourando na região metropolitana e olha lá.
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  #147  
Old Posted Jun 15, 2017, 1:05 AM
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Aposta em franquias para expandir nova marca

Grupo pernambucano Bonaparte vai lançar nacionalmente a Coneland e iniciar operação da Capilé

O grupo Bonaparte está lançando nacionalmente a franquia Coneland, especializada em cones e bowls de petiscos e sobremesas. O cardápio da nova marca pernambucana é composto por batatas, tiras de frango, pães de queijo, saladas, massas, churros e até brownes, tudo sem fritura e servido em embalagens recicláveis que podem ser consumidas de forma móvel. A taxa para ser um franqueado é de R$ 145 mil. A primeira unidade da franquia será inaugurada até agosto, em Boa Viagem. Hoje, a marca tem uma unidade própria no Shopping RioMar, aberta em janeiro deste ano e cujo crescimento tem sido de 15% ao mês. Até 2022, a expectativa do grupo é abrir 250 unidades em todo país. Na próxima semana, o grupo Bonaparte abrirá sua primeira franquia da marca Capilé no estado. Anunciada desde 2016, a Capilé Pizza e Grill oferecerá refeições por até R$ 19,90 entre pizzas, grelhados, carnes e sanduíches.

Nessa marca, o plano é abrir 120 unidades em todo o Brasil em cinco anos, sendo a maioria delas no Nordeste. Em relação a outras bandeiras do grupo, os preços chegam a ser 40% mais baratos. O investimento inicial é de R$ 285 mil, bem abaixo dos R$ 500 mil necessários para a abertura de uma franquia Bonaparte. “Com o custo reduzido, estamos incentivando o empreendedorismo de necessidade, que visa muito mais a sobrevivência do que a ascensão social”, completa Leonardo Lamartine, presidente do grupo Bonaparte.

Segundo ele, as novas marcas, Capilé e Coneland, não foram criadas pelo Bonaparte. “Vamos atuar sendo um centro de gestão de franquias e essas são as primeiras que estamos lançando no mercado com nosso selo”, detalha. Vale ressaltar que o grupo é formado pelas marcas Bonaparte, Donatário e Monalisa. Juntas, as três possuem mais 60 restaurantes em 15 estados brasileiros. Outra novidade da rede é que, até dezembro, a Capilé irá lançar pratos congelados para revenda em mercadinhos e padarias de subúrbio.

O empresário Erick Levay, um dos sócios criador da Coneland, compartilha do otimismo do gestor. “Criamos a empresa em 2013, visualizando o mercado de eventos do Recife, onde sentíamos falta de alimentos mais gourmet. Fizemos vários testes e o formato que mais nos agradou foi o formato de loja de shopping. Desde janeiro, quando inauguramos a do RioMar, estamos crescendo 15% cada mês”, detalha. Ele adianta que deverá inaugurar outra unidade em Boa Viagem até agosto e já analisa negócios em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Maranhão e Paraíba.

Fonte: http://www.impresso.diariodepernambu...va-marca.shtml
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  #148  
Old Posted Jun 15, 2017, 1:09 AM
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Greenmix terá 1ª fábrica até junho em Boa Viagem

Novo espaço ficará ao lado da loja da Zona Sul e será composto por unidade fabril com área de eventos


Sócios estimam crescimento de 100% da receita este ano, repetindo resultado do ano passado

A marca pernambucana Greenmix, focada exclusivamente em alimentação saudável, com itens com menos sal, açúcar e gordura, integrais, funcionais, sem glúten e sem lactose, irá implantar sua primeira fábrica no Recife. O espaço de 600 metros quadrados irá produzir para a unidade de Boa Viagem e a das Graças, que será inaugurada no segundo semestre deste ano. O novo espaço, que fica ao lado da loja da Zona Sul, abrirá as portas até junho e será composto por unidade fabril com cozinha industrial, área de eventos, escritório central e centro de logística. A ideia é fornecer também paras as franquias que serão implementadas pela marca em São Paulo, Brasília, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Ceará. O valor exato das novas instalações não foi divulgado, mas o custo das obras já passa de R$ 2 milhões.

Ricardo Canella, um dos sócios do empreendimento, afirma que além dos mais de oito mil itens que já existem no portfólio da Greenmix, a fábrica irá ampliar os produtos com uma linha de marca própria de comida congelada. “Queremos trabalhar com coxinhas e pizzas fitness, por exemplo, além de outras massas funcionais com batata-doce e sem glúten e sem lactose. Também iremos aumentar em 70% o número de lugares do restaurante e triplicar a cozinha”, explica o empresário. Os produtos congelados vão ser transportados para as franquias de todo o Brasil, projeto que já recebeu mais de 55 solicitações e está sendo desenvolvido pela rede. “Nenhum lugar na América Latina tem o número de itens saudáveis e funcionais que temos. Nosso modelo preenche um nicho importante que está se multiplicando”, reforça.

Uma prova do crescimento dos adeptos à comida saudável fica evidente nos dados da agência Euromonitor Internacional. Segundo relatório divulgado neste trimestre, o Brasil ocupa hoje o quinto lugar no consumo do ramo de alimentos saudáveis e, em 2016, o país teve uma movimentação de U$ 27 bilhões neste mercado. A previsão da agência é que o setor continue crescendo numa média de 20% ao ano até 2020. No caso da Greenmix, o crescimento tem sido ainda maior, uma vez que tanto em 2015, quando foi inaugurado, quanto em 2016, a receita cresceu 100% ao ano. “E nossa projeção é de um crescimento de 100% este ano novamente, principalmente com nossa chegada na Zona Norte, onde já existe uma demanda reprimida. Só podemos crescer, pois quem adquire um estilo de vida saudável não aceita mais se alimentar de forma inadequada”, avalia o empresário Ricardo Canella. Além dele, são sócios do empreendimento: Luciano Pontes, Mariana Dias e Rafaela Dias.

Fonte: http://www.impresso.diariodepernambu...a-viagem.shtml
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  #149  
Old Posted Jun 22, 2017, 12:59 PM
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Fini apresenta modelo de franquias e plano de expansão para 2017 na ABF Franchising Expo

De acordo com dados da Euro Monitor de 2016, o Brasil é o segundo maior mercado de guloseimas no mundo. Diante desse cenário, a Fini – que é líder nacional no segmento de balas de gelatina – aposta na expansão do modelo de franquias em 2017. Com crescimento de 27% ao ano, a marca prevê a inauguração de 10 novas unidades.

A marca implementou seu próprio modelo de negócio de franquias em 2014 e atualmente soma 50 lojas. As franquias contam com mix de 70% de produtos importados e exclusivos, além dos carros-chefes da marca. As próximas aberturas devem ocorrer em praças-chave, como São Paulo (SP), Salvador (BA), Curitiba (PR), e Brasília (DF).

O sistema de franquias Fini acompanha a tendência mundial de oferecer uma experiência de compra diferenciada, produtos de qualidade, boa rentabilidade e também permite ao consumidor escolher vários itens com a venda self-service. Patrick Ramos, Gerente Nacional de Franquias, explica que o objetivo das lojas e quiosques é estar mais perto dos clientes. “Buscamos gerar ainda mais diversão, cores, doçura e opções de consumo para as pessoas com unidades rentáveis, ofertas exclusivas e da especial conexão com nossos clientes. ”

Como ter uma franquia Fini

O empreendedor interessado em se tornar um franqueado terá um investimento de R$ 120 mil para quiosques e R$ 200 mil para lojas. É importante que o interessado tenha uma identificação pessoal com a empresa, além de ter conhecimento em gestão de negócios, perfil inovador, ser ambicioso e dedicado, o candidato precisa ter sinergia com a Fini.

Para saber mais detalhes sobre como se tornar um franqueado Fini, basta entrar no site mundofini.com.br ou e-mail franquias@finiguloseimas.com.br.

• Taxa de investimento para quiosques: R$ 120.000,00

• Taxa de investimento para lojas: R$ 200.000,00

• Retorno do investimento: de 18 a 36 meses

• Rentabilidade: entre 13% e 15%

• Royalties (independentemente do valor de compra ou venda): R$ 2.500,00/mês fixo

O sistema de franquias Fini é um dos destaques da ABF Franchising Expo, que acontece de 21 a 24 de junho, no Expo Center Norte.

Sobre a Fini:

De origem espanhola, desde a década de 70 a Fini faz parte do Grupo Sánchez Cano, líder nacional no mercado de Balas de Gelatina, Marshmallows, Regaliz e Chicles. Com presença mundial em mais de 80 países, conquistou a posição como uma das principais produtoras de guloseimas da Europa e América Latina. Com um DNA que busca surpreender seus consumidores, teve origem artesanal e hoje se expande por todo o varejo do Brasil.

Fonte: http://www.redepress.com.br/noticias...nchising-expo/
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  #150  
Old Posted Jun 22, 2017, 1:00 PM
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Sinceramente eu estranha que Brasília não tinha uma loja da FINI.
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  #151  
Old Posted Jun 27, 2017, 7:24 PM
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Dominique - Maison de Beauté: paraíso de beleza franco-paulista

Não muito longe da elegante rua Oscar Freire, em São Paulo, foi inaugurado há alguns meses um novo templo de beleza, a meio caminho entre loja e apartamento de luxo. Por trás desse conceito totalmente inédito no Brasil, Olivia Camplez, jovem francesa de 35 anos que decidiu compartilhar com as mulheres brasileiras uma visão da beleza marcada por luxo e modernidade.


Olivia Camplez

Olivia Camplez trabalhava em Paris no setor de comércio eletrônico, tendo atuado na Apple e na Pixmania, entre outros. Mas o acaso e o desejo de novas fronteiras acabaram por conduzi-la, há quatro anos, ao Brasil, mais exatamente a São Paulo, onde decidiu ficar, apesar de não falar português. Em pouco tempo, conheceu algumas start-ups locais e foi se habituando ao ritmo de vida paulistano. Nesse novo universo, faltava, porém, uma coisa importante para ela: dispor de cosméticos de luxo e produtos de nicho selecionados a dedo. Em poucos dias, amadureceu a ideia de criar uma loja conceito dedicada ao universo da beleza – a sua Maison de Beauté.

O trabalho inicial envolveu a elaboração do plano de negócios, a busca de financiamento, a seleção de marcas e produtos, a escolha e a preparação do local, os trâmites administrativos para vencer as barreiras alfandegárias e várias outras providências. No final novembro de 2016, a Dominique – Maison de Beauté foi enfim inaugurada. Nesse espaço acolhedor e atípico, projetado pela agência Centdegrés como se fosse um apartamento haussmaniano tipicamente parisiense, funciona um instituto que oferece tratamentos de beleza especializados desenvolvidos pela dermatologista Joëlle Ciocco, além de uma loja que apresenta cerca de 20 marcas cuidadosamente selecionadas com base em critérios éticos e uma visão principalmente holística da beleza e do bem-estar, que vai muito além de uma abordagem exclusivamente cosmética.

Os cuidados da pele (By Terry, Diptyque, Joëlle Ciocco), do corpo (Uka) e dos cabelos (Christophe Robin, Rahua), bem como os produtos de maquiagem (Ilia, RMS Beauty) e os perfumes (Terry de Ginsburg), dividem esse espaço exclusivo com objetos como velas (Cire Trudon, Diptyque), fronhas, acessórios e chás (Kusmi Tea).

"Meu desejo era dar vida a um conceito que representasse o paraíso da beleza. Um lugar em que a cliente se sentisse em casa, calorosamente acolhida e orientada, de forma a encontrar tudo o que precise para o seu bem-estar. Procurei oferecer, acima de tudo, uma experiência de compra inédita", explica Olivia.

Sem equivalentes no Brasil, o conceito tem seduzido o público e, em apenas alguns meses, vem registrando um sucesso incontestável. "As mulheres brasileiras adoram novidades. Além disso, mesmo em época de crise, a beleza é um valor de refúgio do qual elas não abrem mão, constata a fundadora. "A isso se soma um fenômeno relativamente novo. Neste país campeão de cirurgias plásticas, não faz muito tempo que as mulheres começaram a levar a sério o cuidado com a pele. Hoje, nossas clientes – que têm entre 30 e 60 anos e costumam, em sua maioria, viajar para o exterior – são cada vez mais receptivas aos produtos naturais, orgânicos e éticos. Essas mulheres já não se preocupam tanto em obter resultados imediatos. Ao contrário, estão ganhando uma nova consciência, levando em conta o fator tempo e qualidade dos produtos, bem como a forma como utilizam esses produtos", continua.

Considerando os primeiros resultados - e com apoio do principal investidor, a Galeries Lafayette -, Olivia Camplez pretende dar mais alcance ao projeto. Até o final do ano, várias pop up stores serão criadas em Brasília e no Rio. Além disso, está em estudo a abertura de lojas no México e na Colômbia. Quanto aos produtos, novas marcas originárias de todos os continentes em breve serão referenciadas, em particular no segmento de perfumes. O objetivo é ter seis novas marcas por ano e, quem sabe, lançar uma marca própria.

Ver online : www.dominiquebeaute.com.br

Kristel Milet
(Tradução: Maria Marques)


















Fonte: http://www.brazilbeautynews.com/domi...de-beleza,1959
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  #152  
Old Posted Jul 31, 2017, 11:24 PM
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Ben & Jerry’s quer contribuir para uma sociedade mais justa. E lucrar com isso

Diretor da marca no Brasil, André Lopes fala como a sorveteria aposta na defesa de causas sociais para motivar consumidores a impactarem a sociedade de maneira positiva


Nos últimos anos, está sendo cada vez mais comum o lançamento de propagandas defendendo causas e levantando bandeiras sociais. Questão de gênero, raça, orientação sexual, desigualdade social… motivos não faltam.

Ao mesmo tempo em que essa exposição ajuda a aumentar o debate de casos importantes, é necessário tocar cuidado com o oportunismo que essas discussões podem gerar. Essa é a opinião de André Lopes, diretor de negócios da Ben & Jerry’s no Brasil.

“Os consumidores exigem que as marcas tenham esse lado social”, diz Lopes. “Mas o discurso precisa funcionar internamente para virar um ponto de vista externo”.

A sorveteria Ben & Jerry’s entende bastante do assunto. Afinal, desde 1985, sete anos depois da sua criação, a empresa mantém uma fundação que recebe cerca de 7,5% do lucro total da companhia. A meta é ajudar projetos sociais em todos os lugares do planeta.

E de lá para cá, a companhia fundada pelos americanos Jerry Greenfield e Ben Cohen após terem feito um curso de sorvete por correspondência, se engajou em todo o tipo de causa que julgava importante. Houve campanhas contra a utilização de hormônio de crescimento em vacas, a favor de um maior apoio à agricultura familiar, por investimentos na educação infantil e, principalmente, à causa gay.

Ações a favor dos direitos dos homossexuais foram, inclusive, tropicalizadas com o jeitinho brasileiro. Em junho de 2015, o casal de brasileiros formado por Nicolas Veras e José Antônio Freitas oficiou o matrimônio na primeira loja da marca no Brasil, localizada na rua Oscar Freire, em São Paulo. A Ben & Jerry’s organizou tudo e convocou até a cantora Gretchen para celebrar a festa.

A marca também vem acelerando a sua expansão no país. A Ben & Jerry’s estreou no Brasil em 2014 e deve encerrar esse ano com 21 unidades abertas. A meta, a partir do ano que vem, é inaugurar de 15 a 20 lojas próprias por ano.

Na entrevista a seguir, Lopes fala sobre o trabalho social da Bem & Jerry, que é controlada pela Unilever desde o ano 2000, e detalha os planos de crescimento para o Brasil. O diretor também debateu sobre os assuntos no fórum Futures, organizado pela WGSN.


Como você enxerga o atual momento da propaganda, que vem levantando diversas bandeiras?

Quando se importamos com uma causa, é sempre bom dividir com os consumidores. Há uma parte das empresas que busca proximidade com o consumidor, outras que realmente acreditam naquilo que propaganda, mas também existe a questão do modismo ou até mesmo oportunismo. Há um impacto nos negócios quando falamos a respeito do meio ambiente e do consumidor.

Por que você enxerga esse oportunismo nas marcas?

É uma realidade mercadológica. Os consumidores vêm exigindo que as marcas tenham o seu lado social. Aquelas empresas que não tinham esse costume, precisam adequar os seus discursos. Os clientes já estão com um nível alto de exigência. Mas o discurso precisa funcionar internamente para virar um ponto de vista externo. Anteriormente, as empresas pensavam que se tratava apenas de comunicação, mas agora elas estão buscando.

E quais são as dificuldades desse processo? Como a Ben & Jerry’s decidiu se posicionar sobre esses tipos de temas?

É até engraçado que muitos falam que é preciso cuidado para entrar em temas como sexualidade e meio ambiente. Muitos têm medo de abordar esses temas. Como a nossa bandeira é 100% legítima, não temos nenhum receio. A marca surgiu muito próxima do consumidor e a defesa das causas não foi algo pensado, mas consequência das decisões.

Como funcionou?

Os dois fundadores eram duas pessoas falidas, de esquerda e que não acreditavam no mundo dos negócios. Quando eles viram que a empresa estava dando certo, perceberam que o segredo não era o sorvete, mas a proximidade com o consumidor. E as causas foram uma questão natural do que eles acreditaram. Não somos uma empresa de bandeiras, mas de causas. Em 1988, por exemplo, eles já davam benefícios para casais do mesmo sexo. Para eles, todos os casais sempre foram iguais.

E qual o papel da iniciativa privada nesse progresso da sociedade?

Externalizar ainda mais essa demanda do consumidor. Enxergamos os nossos clientes como multiplicadores de ideias. Tentamos fornecer a nossa voz para que eles se tornem ativistas e demandem mudanças na sociedade. Acreditamos em uma causa maior, que é o progresso da sociedade como um todo. Também enxergamos um papel transformador que as pessoas e empresas possuem. Se eu começar a procurar melhores fornecedores, passar a produzir de maneira ecologicamente correta, o consumidor vai demandar mais por produtos assim.
A empresa foi comprada pela Unilever no ano 2000.

Todos os ideais permaneceram mesmo após a aquisição?

Ben & Jerry’s sempre teve fins lucrativos. Sempre tivemos interesse em vender mais, pois temos certeza, com o nosso modelo de negócio, podemos impactar de maneira positiva o meio ambiente e a sociedade. Quanto maior o nosso lucro, maior o dinheiro investido. A Unilever tem a responsabilidade de expansão, mas os ideais são os pilares da marca. Temos a mesma essência desde sempre.

E como se posicionar em momentos tão intolerantes como os atuais?

Nossa principal fortaleza nesse quesito não é um posicionamento de marca ou de comunicação, mas de essência. Não temos outra forma de ser. A Ben & Jerry’s sempre trabalhou por ter um mundo mais justo. Falamos que todos precisam amar todos e acreditamos cada vez mais que esses “haters” vão mudar com o tempo.

Quais são os planos de expansão da marca no Brasil?

Em agosto, estamos inaugurando duas lojas em Brasília e outras duas em Belo Horizonte. Até o final do ano também estrearemos em Fortaleza, Curitiba e Salvador. Queremos fechar 2017 com 21 lojas e abrir cerca de 15 a 20 unidades por ano, sendo todas elas próprias.

A expansão será sempre baseada em lojas próprias?

Por enquanto, sim. Nossa ideia é lançar a sorveteria para ser um ponto de apresentação da marca em uma cidade, criar uma reputação e depois lançar as nossas embalagens em padarias e supermercados da região

Fonte: http://www.portalnovarejo.com.br/201...ciedade-justa/
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  #153  
Old Posted Jul 31, 2017, 11:25 PM
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Opa concorrente da Haagen Dazs... E a dúvida, aonde será? Park Shopping e Iguatemi? Ou Brasília Shopping e Venancio Shopping?
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  #154  
Old Posted Aug 11, 2017, 10:13 PM
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Luxo que atravessa a crise

Mesmo em desaceleração, o segmento premium cresceu 9% em 2016. Não houve a abertura de muitas lojas, é verdade, mas surgiram novas marcas de relógio, grandes apostas no e-commerce e até um novo hotel de referência em São Paulo



Templo do requinte: o hotel Palácio Tangará, inaugurado em São Paulo, recebeu estimados R$ 100 milhões em investimentos (Crédito: Divulgação)

O mercado de luxo carrega a fama de ser imune a crises. O conceito por trás dessa máxima está no fato de que os seus clientes não entram para as estatísticas de desemprego e não precisam de financiamento para poder consumir. Mas essa ideia vem sendo posta à prova no Brasil. “Existe crise, sim. Não somos descolados da economia”, diz Freddy Rabbat, um dos pioneiros em trazer marcas de luxo ao País e que agora é responsável pelas operações locais da fabricante suíça de relógios Tag Heuer. “A vantagem do setor é ser composto por empresas centenárias e com presença global, que enxergam o longo prazo.”

Um exemplo é do próprio Rabbat, que introduziu três novas marcas de relógio suíços no Brasil, a Alpina, a Frederique Constant e a Bomberg. Isso comprova que a crise, no luxo, pode até existir, mas tem outras proporções em comparação com o resto da economia. Enquanto o PIB brasileiro sofreu retração de 3,6%, em 2016, o mercado de luxo cresceu 9%, para R$ 33,9 bilhões, segundo estudo da MCF Consultoria, especializada no segmento. E 63% dos 99 executivos entrevistados de grandes marcas do segmento estão otimistas com 2017. Numa área em que o planejamento precisa ser de longo prazo, a expansão do investimento foi ainda superior à da receita. Ele subiu 12%, para R$ 2,8 bilhões.

São números que fariam inveja a qualquer setor, mas não são lustrosos o suficiente para o histórico recente do mercado de luxo. Na última década o crescimento alcançou pico de 28% de expansão anual, e a média superava os 16%. “O crescimento de 2016 é importante, mas quando se observa a pujança do mercado, representa uma desaceleração”, diz Carlos Ferreirinha, presidente e fundador da MCF Consultoria e responsável pelo estudo. “Mesmo que as empresas estejam acostumadas a ter resiliência e paciência, o nível de investimento atual é mais de manutenção do que de expansão.”


Ferreirinha, da MCF Consultoria: “O investimento atual é mais de manutenção do que de expansão de negócios” (Crédito:Rafael Hupsel / Ag. Istoe)

Dessa forma, o otimismo com um consumo desenfreado de luxo, que tornou os brasileiros em estrelas do mercado internacional e doméstico no início da década, deu lugar a um questionamento: qual é o potencial real do mercado brasileiro? “No último ano, falei com 22 presidentes de empresas globais, o recorde da minha carreira, e eles queriam saber exatamente isso”, diz. “Existe agora um entusiasmo equilibrado.” Há dúvidas sobre como será a recuperação do ritmo de crescimento e a que patamar o setor pode chegar, depois de muitas empresas terem investido fortemente não apenas em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas também com destaque em Curitiba e Recife, e esperar um retorno dos investimentos.

Alguns investimentos são inovadores para o segmento, como a abertura na quinta-feira 10, de lojas temporárias da LVMH na capital pernambucana e em Goiânia (leia mais na coluna Moeda Forte). A pulverização dos negócios é uma tendência. Na pesquisa, um dado chamou atenção com Brasília e Belo Horizonte tendo sido escolhidas como as cidades mais promissoras para o desenvolvimento de negócios. A capital federal já faz parte do mapa de luxo, não só por seu mercado próprio, como também pela proximidade em relação a Goiás e outras forças do agronegócio. Já a terceira maior cidade brasileira é uma surpresa. “Belo Horizonte é uma cidade necessária para a expansão, mas que ainda não tem uma infraestrutura de luxo”, afirma Ferreirinha. “Não há um hotel de luxo ou shopping center de alto padrão lá.”


Alternativas: a Cartier, de Maxime Terneaud (à esq.), utiliza parcerias com joalherias para chegar fora de São Paulo e Rio de Janeiro, e a Trousseau ampliou duas lojas em shopping centers

A grife Cartier, por exemplo, não tem planos para entrar nesses mercados pelos próximos três anos, mas percebe que existe uma demanda reprimida em diversas capitais brasileiras. Consumidores de diversos estados são levados periodicamente para fazer compras de joias em São Paulo e no Rio de Janeiro, e jantares de apresentação de produtos são realizados por todo o Brasil. Atualmente, ela possui três lojas próprias nas duas principais cidades do País, vendendo joias e relógios. Mas essa última linha de produtos está também à venda em 20 pontos, em joalherias parceiras espalhadas pelo Brasil.

Ainda neste mês, também vai chegar em Porto Alegre, por meio de uma joalheria do shopping Iguatemi. “Esse tipo de atuação nos permite sentir a temperatura de consumo de diferentes cidades em que podemos eventualmente abrir lojas”, diz Maxime Tarneaud, gerente geral da Cartier Brasil. Já em São Paulo, um dos investimentos recentes mais destacados foi a abertura em maio do Palácio Tangará, um hotel localizado dentro do Parque Burle Marx, um empreendimento que começou a ser preparado 1998, antes de ser interrompido por 12 anos. As diárias têm preço entre R$ 1,6 mil e R$ 38,2 mil. O investimento, de valor não revelado, mas estimado por especialistas em pelo menos R$ 100 milhões, foi feito pelo fundo americano GTIS.


Empreendedor do luxo: Rabbat, responsável pela operação da Tag Heuer no Brasil trouxe outras três marcas suícas ao mercado, a Frederique Constant, a Bomberg e a Alpina

O Tangará é o primeiro hotel administrado pela alemã Oetker Collection na América Latina, que também cuida de hotéis consagrados como o Le Bristol, em Paris, e o Hotel du Cap-Eden-Roc, em Antibes, na Riviera Francesa, e que inspirou o escritor F. Scott Fitzgerald no romance Suave é a Noite (1934). “Mesmo com a inauguração em meio à crise, o retorno tem sido de acordo com o esperado e sem surpresas negativas”, afirma Celso do Valle, diretor geral do empreendimento. “Até paulistanos têm se hospedado conosco para conhecer o local. E, semanalmente, temos diversos eventos sociais e corporativos.” O Tangará se soma a outros empreendimentos paulistanos saindo do forno. São o caso do Ca’d’Oro, na Rua Augusta, reaberto em outubro de 2016. O Four Seasons programa um novo hotel, na Avenida das Nações Unidas, para março de 2018.

Em 2019, o complexo Cidade Matarazzo, próximo à Avenida Paulista, que contará com hotel assinado pelo designer francês Philippe Starck, deve abrir as portas. Entre as outras tendências mais importantes destacada pela pesquisa da MCF Consultoria está o interesse das marcas em redirecionar verbas de pessoal para marketing e relacionamento com o cliente, como forma de contornar a crise. “Também pela primeira vez a comunicação digital apareceu como uma das prioridades de investimento”, diz Ferreirinha. O tópico ficou com folga na primeira posição, com 67% de menções, como ações para 2017. Isso mostra que a experiência do luxo também está começando a se tornar digital. Afinal, as vendas em e-commerce de luxo subiram 70%, no ano passado, para R$ 1,2 bilhão.

A fabricante brasileira de roupas de cama Trousseau sabe disso. “Conseguimos crescer, no ano passado, por causa de nossa abordagem multicanal”, diz o fundador, Romeu Trussardi. As vendas online conseguiram ajudar, principalmente, na abordagem aos clientes do ramo hoteleiro. Mais de 200 hotéis brasileiros utilizam a marca. Ao mesmo tempo, a empresa não descuidou do ponto de vendas físico, mesmo sem apostar em aberturas de unidades. A sua loja no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, dobrou de tamanho, e a do shopping Leblon triplicou o espaço. Afinal, os investimentos dos últimos tempos possuem um caráter mais do que estratégico. “Quem não investiu durante a crise, tem a tendência de desaparecer”, diz Trussardi.


Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/luxo...ravessa-crise/
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  #155  
Old Posted Aug 11, 2017, 10:14 PM
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Pela primeira vez que BH aparece na frente de Curitiba nas preferências. Sabe como é, Curitiba já tem n grifes internacionais a mais do que Brasília, estava na cara, que teria uma queda.

Hoje Curitiba é o terceiro mercado com maior presença de lojas de grife internacional, mas não quer dizer que seja o terceiro mercado é claro.
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  #156  
Old Posted Aug 23, 2017, 1:09 AM
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A Temakeria e Cia continua com projeto de expansão, mas criteriosa diante do cenário econômico atual


São 10 lojas próprias e 17 franquias inauguradas. Com 280 funcionários, a rede de culinária oriental Temakeria e Cia expandiu suas unidades em 10 anos. O resultado disso é revelado na qualidade de tudo que sai das cozinhas e traduzido no grande sucesso em que a marca se tornou. Muito mais que uma simples temakeria, o verdadeiro restaurante oriental possui um cardápio completo da culinária japonesa.

Os sócios Leonardo Erbella Hourneaux de Moura e Thiago Cotofre Hourneaux de Moura viram nesse tipo de gastronomia uma ótima oportunidade de negócio e em 2006 investiram cerca de R$ 300.000,00 na abertura da primeira unidade da rede, com 35 lugares, localizada na Rua Joaquim Floriano, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo.

Após notarem a boa repercussão e o sucesso do negócio, outras oportunidades surgiram e, após um ano e meio, eles inauguraram a segunda unidade, com 90 lugares, na Rua Oscar Freire. Em seguida, a terceira unidade chegou ao Shopping Morumbi. Após sete lojas próprias abertas, Leonardo e Thiago iniciaram o modelo de franquias.

Com auxílio de uma consultoria especializada, a ideia era testar o modelo em cidades mais distantes para entender a demanda do negócio. As primeiras franquias foram inauguradas nas cidades de São José do Rio Preto (SP) e Vitória (ES). Para os sócios, um grande desafio foi padronizar lojas e produtos, contando com uma equipe de supervisores de rede para conferir normas e atendimento em todos os restaurantes, hoje distribuídos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

A seleção dos melhores fornecedores e das melhores marcas, a excelência nas matérias primas, um ambiente agradável e um preço justo são elementos-chave pensados cuidadosamente para fazer com que toda experiência em qualquer uma das unidades seja inesquecível e marcante.

Para 2017, apesar de toda a situação econômica do país, os sócios estão otimistas e com foco na prospecção para inaugurações na região do interior de São Paulo, no Rio de Janeiro e nas cidades de Belo Horizonte, Uberlândia, Curitiba, Brasília e Goiânia.

Fonte: http://www.mapadasfranquias.com.br/n...os-de-historia
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  #157  
Old Posted Aug 24, 2017, 3:16 PM
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Lojas quentes

No caso dos hipermercados, um segmento em declínio em todo o mundo, o Carrefour decidiu reestruturar loja por loja. Algumas vão virar shopping. O primeiro no novo formato foi inaugurado em julho, na região dos Jardins, na zona oeste de São Paulo, e tem como alvo os clientes de alta renda. Além de um supermercado com uma adega com dezenas de rótulos de vinho e uísque e funcionários treinados para explicar sobre queijos e cortes nobres de carnes, o shopping tem restaurantes como Piselli e Outback e lojas como Any Any, de lingerie, e Camicado, de artigos domésticos.

A empresa também mudou a oferta de produtos — não há mais peixes congelados, apenas frescos —, a iluminação e a temperatura das lojas. “Brasileiros gostam de lojas mais quentes do que os europeus. Podem ir embora se sentem frio”, diz José Luis Gutierrez, que assumiu o posto de diretor-geral do Carrefour Brasil depois de dez anos em cargo semelhante na Espanha e em Portugal.

Para crescer no Norte e no Nordeste, a empresa incluiu produtos regionais — quase 80% das lojas ainda estão concentradas no Sudeste. Com a redução de custos e o aumento de vendas, o lucro operacional da companhia cresceu 42% de 2014 para 2016, chegando a 3,4 bilhões de reais.

A área imobiliária do Carrefour, a Property Division, identificou 40 lojas ou terrenos que podem mudar para tentar se tornar mais rentáveis. O shopping na região dos Jardins é um exemplo. Outro é o hipermercado na Marginal Pinheiros, na zona sul de São Paulo, que será transformado num complexo com torre de escritórios e de apartamentos. Planos parecidos estão sendo discutidos para Brasília, Goiânia e Belo Horizonte.

Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-ex...de-usain-bolt/

Last edited by pesquisadorbrazil; Aug 24, 2017 at 3:44 PM.
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  #158  
Old Posted Aug 24, 2017, 3:18 PM
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Em Brasília, o local que caí que nem uma luva são dois, o antigo espaço perto do Noroeste e também ao lado do Park Shopping. Ambos podem receber essa nova infra-estrutura. No caso do Noroeste já existe o Boulevard Shopping que é do Carrefour, que apenas a Aliansce administra.

Se bem, que a área da EPIA Norte, poderia receber um mega shopping com toda infra-estrutura. Pois o Boulevard é um shopping pequeno, e sequer tem área de expansão para novas lojas.
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  #159  
Old Posted Aug 24, 2017, 3:37 PM
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Já imaginaram um shopping do Carrefour assim no Guará ou mesmo Noroeste...


Só não poderia ter torres residenciais, mas colocar um hotel, centro clinico ou empresarial ali, cairia que nem uma luva em ambos espaços, pois tirando o hotel na região do Park Shopping e Centro Empresarial, um Centro Clinico não tem na região.
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  #160  
Old Posted Aug 24, 2017, 6:13 PM
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Acho que esses hipermercados tem que ficar mais próximo do povão. Exemplo disso são o Extra Taguatinga, Extra Ceilândia e Carrefour Taguatinga, todos vivem explodindo de consumidores e estão bem próximo da população e convivem muito bem com os supermercados de vizinhança e atacarejos.

É meio nada a ver ter um Extra no SIA e outro em frente ao ParkShopping, ambos às margens da EPIA Sul e com no máximo 5km de distância um do outro.

Sei lá, mas, acho que a política de abertura desses hipers não é legal, alguém está errando. Existem locais explorados em demasia, outros que não são explorados, porém, em contrapartida os atacarejos atacaram de vez esses mercados pouco explorados pelos hipers.
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