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  #681  
Old Posted: Jan 27, 2012, 5:41 PM
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Índice aponta Brasília como a quarta cidade mais cara para se almoçar


O Índice Alelo de Preço Médio de Refeição 2012, divulgado hoje, mostra que o almoço fora de casa em Brasília (DF) é o quarto mais caro de todo o País, o equivalente a R$ 31,77. O valor representa um aumento de 5,16% com relação ao levantamento realizado no ano passado, que apontava um valor médio de R$ 30,21.



Os dados, apurados pelo Instituto Datafolha em parceria com a Alelo, administradora de cartões-benefício e cartões pré-pagos, apresentam a média nacional de R$ 27,46 -valor que representou aumento de 2,54% em relação ao preço médio nacional de R$ 26,78, verificado pela edição da pesquisa do ano anterior.



O Índice contempla entrevistas com 4.312 estabelecimentos de cidades brasileiras realizadas entre 13 de setembro e 19 de outubro de 2011. A pesquisa, em sua terceira edição, é feita com estabelecimentos credenciados à rede Visa Vale, e analisa a refeição no período do almoço, de segunda à sexta-feira. A pesquisa avaliou o custo individual de prato principal, sobremesa, bebida e café expresso, compondo assim o valor total da refeição.



Brasília foi apontada na pesquisa Alelo do ano passado como segunda cidade mais cara do país para se almoçar fora de casa, atrás apenas do Rio de Janeiro (RJ). Já neste ano, o posto de cidade mais cara do Brasil ficou com São Luís (MA), onde uma refeição completa custa em média R$ 36,21. Em seguida, estão São Vicente (litoral Sul de SP), com o valor de R$ 34,91, e Rio de Janeiro (RJ), com R$ 32,78. A quarta cidade mais cara é Brasília, cujo preço médio é de R$ 31,77, e a quinta é Sorocaba (interior de SP), que apresentou a média de R$ 30,54. O mesmo ranking da pesquisa do ano passado apresentou a seguinte ordem a partir da mais cara: Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Niterói (RJ), São Paulo (SP) e Barueri (SP).

Em Brasília, todos os itens que compõem o almoço completo estão mais caros, exceto a sobremesa, que sofreu redução de 1,41%. O prato principal, que até o ano passado custava em média R$ 18,97, agora está cotado em R$ 19,97, o que representa acréscimo de 5,27%. Entre os outros itens da refeição, o que mais chamou a atenção foi o famoso cafezinho, que apresentou alta de 15,41% passando do custo médio de R$ 2,53 no levantamento do ano passado para R$ 2,92 no Índice Alelo 2012.

Onde o preço é mais alto

De acordo com o ranking do levantamento, São Luís (MA) é a cidade com a refeição fora de casa mais cara do Brasil, com custo médio R$ 36,21. Em seguida, estão São Vicente (litoral sul de SP), com R$ 34,91, e Rio de Janeiro (RJ), com R$ 32,78.

Neste ranking, o Índice Alelo de Preço Médio de Refeição 2012 aponta outra curiosidade. A cidade de São Vicente (SP), até então não contemplada por não apresentar número de estabelecimentos suficientes para participação da pesquisa, não apenas mostrou grande aumento no número de estabelecimentos, como também se classificou como a segunda mais cara do país, refletindo o crescimento do número de habitantes e a chegada de empresas voltadas para o segmento de exploração de petróleo e gás.











http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=386953
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  #682  
Old Posted: Jan 28, 2012, 1:29 AM
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27 pessoas são detidas por invasão de terra pública em Sobradinho, no DF


Fiscais do governo derrubaram cerca de 500 construções ilegais Invasão com quase 36 hectares estava instalada perto da DF-330.




O Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo do Distritro Federal retirou nesta sexta-feira (27) cerca de 500 edificações instaladas ilegalmente em área da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) em Sobradinho, perto da DF-330. Segundo informações do GDF, 27 pessoas foram detidas por ocupação irregular.

A Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) informou que a invasão de 36 hectares foi identificada na quarta (25). De acordo com o GDF, alguns dos invasores já teriam residência no DF e ocuparam o local para conseguir terras para agricultura ou para serem beneficiados com lotes de programas habitacionais.

Os detidos foram levados para a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e vão responder por ocupação ilegal de terra pública, com pena de seis meses a três anos de reclusão. A fiança é de R$ 1 mil, informou a Seops. Foram necessários 25 caminhões para recolher todo o material usado nas construções irregulares, como madeiras e lonas.


Seops informou que foram necessários 25 caminhões para recolher todo o material usado nas construções.




http://g1.globo.com/distrito-federal...nho-no-df.html
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  #683  
Old Posted: Jan 30, 2012, 3:56 PM
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Com fiscalização insuficiente, loteamentos ilegais se alastram no DF


A prática de parcelamento irregular e invasão de terras continua recorrente no Distrito Federal. Mesmo com a ação dos órgãos fiscalizadores, novos condomínios e loteamentos surgem descontroladamente em áreas com destinação rural, que não podem ser loteadas. Nos últimos 50 dias, seis locais foram alvo de operação policial, e o uso inadequado dos terrenos resultou na prisão de 78 pessoas. Outras oito regiões estão sendo investigadas pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente e à Ordem Urbanística (Dema).

A atuação dos criminosos não se restringe a uma área específica (veja Mapa do crime). De norte a sul da capital, existem focos de invasão e parcelamentos, com preços que variam de R$ 10 mil a R$ 150 mil. Segundo o delegado-chefe da Dema, Hailton Cunha, terras em São Sebastião; Ponte Alta, no Gama; e Café Sem Troco, no Paranoá são as mais problemáticas. “É uma febre de parcelamentos nesses locais”, comentou.

A grilagem — divisão ilegal de terras públicas — também é comum, como a tentativa frustrada de ocupar o terreno ao lado do Centro Olímpico de São Sebastião. Essa região administrativa, aliás, é uma das mais visadas pelos invasores, que vislumbram a grande oferta de terras e a proximidade de bairros como o Lago Sul. Para se ter uma ideia, das 78 pessoas detidas pela polícia recentemente, 59 atuavam em São Sebastião.

Condomínios

A região de Sobradinho próxima à BR-020 é uma das que estão sob investigação pela proliferação de propriedades irregulares. Um exemplo é o residencial Golden Village, que fica em uma área com destinação rural. As construções começaram há cerca de um mês e três casas estão sendo levantadas. As placas indicando a venda foram retiradas semana passada. A Administração Regional descobriu o loteamento enquanto roçava o mato alto no local e comunicou aos órgãos responsáveis.

Quem passa pela área mal percebe que ali é o início da formação de um condomínio. Não há placas, guaritas ou portão. As ruas estão divididas, mas o cascalho não foi colocado. Por telefone, o Correio entrou em contato com um rapaz que estaria juntando um grupo de pessoas para ganhar descontos na compra de terrenos no Golden Village. Segundo ele, que preferiu não se identificar, a imobiliária está cobrando R$ 40 mil por 850 m². Se 15 pessoas se juntassem, os lotes sairiam a R$ 37 mil, parcelados em 10 vezes.

O condomínio terá 260 lotes. Desses, apenas 80 não foram vendidos. O terreno é de 30 hectares, e, de acordo com o rapaz contatado por telefone, quatro são da Terracap. “Como o condomínio é indivisível, no futuro, os moradores terão de comprar a parte do governo”, explicou. A Terracap informou que precisará ir a campo averiguar a posse dos quatro hectares porque na região existem terras privadas, da União e do GDF.

Modelo atual

Os terrenos à venda em Sobradinho fazem parte de uma fazenda. O delegado-chefe da Dema explica que esse é o modelo atual de loteamento irregular. No passado, grandes proprietários monopolizavam o parcelamento. “Esse modelo ainda existe, mas o que a gente vê agora são chacareiros dividindo a sua propriedade”, explica.

A cabeleireira Euzelene da Silva Rocha, 33 anos, foi detida no último dia 23 por causa do parcelamento da chácara em que vive na região do Café Sem Troco. Para sair da prisão, pagou um salário mínimo. “Como a terra era nossa, meu ex-marido achou que podia fazer o que quisesse”, explicou Euzelene, que, quando ainda era casada, dividiu os dois hectares da propriedade em 14 lotes de 190 m² — cada um deles estava sendo vendido por R$ 10 mil.

Impunidade

Em 2011, os fiscais do GDF derrubaram 2,9 mil edificações de madeira e alvenaria e removeram 196 mil metros de cerca de arame, além de 2,8 mil metros lineares de tapume e 28 mil metros de muro. Mas as operações não são suficientes para inibir a ação dos criminosos. Hailton Cunha, da Dema, conta que muitos apostam na impunidade e ganham bastante dinheiro com ela.

A detenção para grilagem é de, no máximo, quatro anos, além de multa. Já a Lei Federal nº 9.099/95 determina que, nos crimes em que a pena mínima for igual ou inferior a um ano, o processo pode ser suspenso por período de dois a quatro anos. O parcelamento irregular do solo se enquadra nessa categoria. A suspensão pode ser proposta pelo Ministério Público, com a condição de que o réu não tenha condenações anteriores. “A pessoa não fica mais de um mês presa, e esse tempo vale a pena porque ela ganhou milhões vendendo lotes irregulares”, diz o delegado.











http://www.correiobraziliense.com.br...am-no-df.shtml
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  #684  
Old Posted: Jan 31, 2012, 1:25 PM
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Refugiados denunciam maus-tratos em fábrica da Sadia

Obs.: Ao começar a ler a matéria, provavelmente vai achar que se trata de uma história inventada, mas sugiro que leiam até o final. Pode ser muita ingenuidade da minha parte, mas é uma realidade tão absurda que a dificuldade em acreditar que tudo isso aconteça no Brasil é grande.

Ameaçado de morte pelo Talebã por se recusar a pagar propinas ao grupo, Mahmoud (nome fictício) achou por bem abandonar sua cidade, na fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão.

Pagou US$ 5.000 a uma gangue de tráfico humano, que prometeu lhe enviar a um país do outro lado do mundo do qual sabia muito pouco, mas onde, segundo o grupo, poderia solicitar refúgio e reiniciar sua vida em paz: o Brasil.

Fábrica da Sadia em Samambaia (DF), onde trabalhadores muçulmanos reclamam da carga de trabalho (foto: Joao Fellet/BBC Brasil)

Algumas semanas depois, já em território brasileiro, ele diz ter sido vítima de uma rede de exploração de trabalhadores estrangeiros em frigoríficos nacionais.

Quando completou quatro meses de trabalho e começava a se adaptar à nova vida, Mahmoud foi transferido de Estado por seu empregador. Dormia sempre em alojamentos apinhados de estrangeiros, que se revezavam nas poucas camas disponíveis.

Nas fábricas, executava uma única tarefa: com uma faca afiada, degolava cerca de 75 frangos por minuto pelo método halal, selo requerido pelos países de maioria islâmica que importam a carne brasileira. "Não dava nem para enxugar o suor", ele conta, referindo-se à alta velocidade com que tinha de executar os cortes na linha de abate. Pelo trabalho, recebia cerca de R$ 700 mensais.

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior a exportação de frango halal para países muçulmanos rendeu cerca de R$ 5 bilhões ao Brasil em 2011.

Certo dia, como um colega se adoentou, Mahmoud foi escalado para trabalhar por dois turnos seguidos. Ao se queixar ao supervisor, foi insultado e demitido. No dia seguinte, outro estrangeiro já ocupara seu lugar.

Sem um tostão, hoje aguarda pela definição do seu pedido de refúgio ao Conare (Comitê Nacional para os Refugiados, órgão vinculado ao Ministério da Justiça), faz as refeições em centros religiosos e procura outro emprego.

"Disseram que no Brasil eu encontraria paz, mas virei um escravo e, hoje, vivo como um mendigo."

A BBC Brasil contatou, além de Mahmoud, outros dois trabalhadores que se disseram vítimas das mesmas condições de trabalho em frigoríficos brasileiros.

Os dois últimos integram um grupo de 25 estrangeiros que trabalham na fábrica da Sadia (hoje parte da BR Foods, maior empresa alimentícia brasileira e uma das maiores do mundo) em Samambaia, no Distrito Federal. Quase todos moram em duas casas cedidas pela CDIAL Halal, empresa terceirizada pela Sadia para o abate dos frangos pelo método halal.

A BBC Brasil obteve fotos do interior de uma das residências. Nos quartos, habitados por até oito pessoas, colchões empilhados durante o dia são esticados no chão à noite, para compensar a falta de camas. Como não há armários nem geladeira na casa, as roupas e a comida são armazenadas no chão ou sobre o estrado de uma cama, improvisado como mesa.

Nos quartos, habitados por até oito pessoas, colchões empilhados durante o dia são esticados no chão à noite, para compensar a falta de camas (foto: Joao Fellet/BBC Brasil)

As refeições são feitas no chão do quarto, em cima de um pedaço de papelão. Na cozinha, o fogão acumula crostas de gordura.

Todos os trabalhadores são muçulmanos, já que o abate halal requer que os animais tenham suas gargantas cortadas manualmente por seguidores do islã. Eles devem pronunciar a frase "Em nome de Deus, Deus é maior!" (Bismillah Allahu Akbar, em árabe) antes de cada degola. O gesto deve cortar a traqueia, esôfago, artérias e a veia jugular, para apressar o sangramento e poupar o animal de maior sofrimento.

Segundo a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, há apenas três empresas no Brasil que fornecem o certificado halal, dentre as quais a CDIAL Halal - braço do grupo religioso CDIAL (Centro de Divulgação do Islã para a América Latina, baseado em São Bernardo do Campo).

A CDIAL Halal, que presta serviços para quase todas as empresas brasileiras que exportam carne para os países islâmicos, diz empregar cerca de 350 funcionários no abate halal, 90% dos quais provêm de países africanos ou asiáticos como Senegal, Somália, Bangladesh, Paquistão, Iraque e Afeganistão.

Boa parte dos oriundos de áreas em conflito obtêm status de refugiado no Brasil, o que lhes permite trabalhar legalmente. Os outros se estabelecem como imigrantes e, ao conseguir trabalho no abate halal, atividade para a qual há pouca mão de obra brasileira disponível, têm o caminho para sua regularização encurtado.

Condições análogas à escravidão
Para o procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT) Ricardo Nino Ballarini, as condições relatadas pelos trabalhadores em Samambaia são análogas à escravidão.

"A empresa se vale da situação vulnerável deles no país, o que permite caracterizar condição análoga à de escravo. Ao transferi-los constantemente de Estado, impede que criem raízes, que estabeleçam relações pessoais e denunciem os abusos à polícia", afirma.

Ballarini diz que a situação se assemelha à descrita por estrangeiros que executam o abate halal em duas fábricas da Sadia no Paraná, onde a CDIAL Halal também é responsável pela atividade.

As condições laborais nas duas fábricas, nos municípios de Dois Vizinhos e Francisco Beltrão, são objeto de duas ações movidas pelo procurador. Ele diz que, em ambas as unidades, os funcionários estrangeiros enfrentavam jornadas de até 15 horas diárias, não recebiam hora extra e eram privados de benefícios dados aos trabalhadores da Sadia, como participação nos lucros e plano de saúde. Além disso, afirma que muitos trabalhavam sem carteira assinada.

Ballarini conta que os trabalhadores, que costumam chegar ao Brasil com vistos de turista, são geralmente arregimentados para o serviço em mesquitas.

"Mesmo sabendo que a situação é precária, eles têm medo de denunciar e serem deportados."

Já a CDIAL Halal afirmou em nota que todos os seus funcionários encontram-se em situação legal no país e procuram a empresa por livre vontade. A companhia diz que o abate se dá conforme normas adequadas de segurança, que todos os funcionários têm carteira assinada e executam jornada de até oito horas (intercaladas entre uma hora trabalhada e uma de descanso), registrada por relógio de ponto biométrico.

A empresa afirma ainda que horas extras são devidamente registradas e pagas, e que todos os funcionários são amparados por acordos coletivos firmados com sindicatos da classe.

Quanto às transferências dos trabalhadores, a CDIAL Halal afirma que alguns contratos de trabalho contam com cláusula que prevê essas ações. Nesses casos, a empresa diz arcar com os custos da mudança.

Rede nacional
Segundo o procurador Ballarini, os casos de Samambaia e das fábricas paranaenses indicam que pode haver uma rede nacional de exploração de trabalho no abate halal. A BBC Brasil apurou que o tema também é objeto de uma investigação do MPT em Campinas (SP). O Ministério do Trabalho, por sua vez, afirmou que apurará as denúncias de abusos em Samambaia e que prepara uma nova regulamentação para o trabalho em frigoríficos.

A denúncia contra a fábrica da Sadia em Dois Vizinhos foi julgada procedente, e a BR Foods (Sadia) e a CDIAL Halal foram condenadas a pagar R$ 5 milhões ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), como forma de reparar os danos causados aos trabalhadores.

As empresas recorreram, e o tribunal de segunda instância baixou o valor da indenização para R$ 1 milhão, embora tenha mantido a decisão da corte anterior. Agora, a empresa deve recorrer outra vez.

Já a ação movida contra a fábrica da Sadia em Francisco Beltrão foi julgada improcedente, e o MPT recorreu.

Terceirização
Além de condenar as condições de trabalho no abate halal, Ballarini considera ilegal a terceirização da atividade, efetuada pela BR Foods em todas as suas fábricas que exportam para países islâmicos. Ele argumenta que uma companhia só pode terceirizar uma de suas atividades-meio (no caso da Sadia, o abate de animais) se não houver subordinação entre os terceirizados e a empresa principal.

No entanto, diz que o abate halal se dá inteiramente na linha de montagem da Sadia, com participação de funcionários da companhia em todos os processos que não a degola.

"Ao terceirizar, a empresa economiza dinheiro. Foi o que Sadia fez", diz. "Nada impede que a Sadia contrate os empregados, ainda que adeptos do islã. Só a supervisão e a certificação deveriam ser feitas pela entidade competente".

Já a BR Foods (Sadia) afirmou em nota que a terceirização do abate halal atende à exigência dos mercados islâmicos. "De acordo com tais exigências, o trabalho deve ser executado por funcionários muçulmanos que sejam vinculados a uma entidade certificada pelas autoridades daqueles países. Portanto, a contratação terceirizada é uma necessidade."

A empresa afirma, no entanto, que os funcionários terceirizados cumprem uma jornada de trabalho equivalente à dos trabalhadores da empresa e estão sujeitos às mesmas condições que os outros funcionários da unidade.

A BR Foods não se pronunciou sobre as condições dos dormitórios dos funcionários terceirizados. CDIAL Halal, por sua vez, afirmou que "não tem qualquer obrigação de tutelar o domicílio de seus empregados, tampouco seus hábitos de higiene pessoal".

A empresa diz que a concessão de residência visa apenas facilitar os entraves burocráticos que os empregados encontram para alugar uma residência. Ainda assim, a empresa diz adotar "uma série de medidas para orientar e auxiliar seus empregados no âmbito doméstico, inclusive disponibilizando uma faxineira para limpeza das casas uma vez por semana."

Fonte: http://amesaposta.blogspot.com/2012/...tratos-em.html
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  #685  
Old Posted: Jan 31, 2012, 2:36 PM
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GDF suspende novas contratações em 2012


Governo tenta se enquadrar na Lei de Responsabilidade Fiscal e reduzir gastos


O governo do Distrito Federal tenta se enquadrar na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que determina que os gastos não possam ser maiores que a arrecadação. Para isso, o secretário de Fazenda, Marcelo Piancastelli, afirmou que será preciso reduzir os gastos com funcionários comissionados e suspender novas contratações.

Piancastellin enfatizou que nenhuma categoria deve ter aumento este ano. “Nós faremos os concursos, mas nomearemos quando houver espaço e garantia de que os gastos não serão excessivos“, disse Piancastelli.
O GDF espera que as medidas tenham impacto até 30 de abril.

Em 2011, as despesas com o pagamento de pessoal chegaram a 46,1% da receita líquida do governo. Índice pouco menor que o limite considerado seguro pela lei, que é de 46,55%.

A Secretaria de Fazenda informou que a despesa com pessoal vêm aumentando nos últimos anos, mais do que a arrecadação. Em 2010, os gastos foram de R$ 4,98 bilhões. O valor saltou para R$ 5,9 bilhões, em 2011.












http://www.maisbrasilia.com/mb2011/n...s_em_2012.html
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  #686  
Old Posted: Feb 1, 2012, 11:02 AM
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Participação de jovens menores de 18 anos em crimes violentos aumentou 62%


Bastou um “não” para a adolescente de 17 anos puxar o gatilho e matar Ivandir José dos Santos, 37. O taxista se recusou a levar a menina e dois homens para Cidade Ocidental, município goiano situado a 45 quilômetros de Brasília. Irritada e sob o efeito de drogas, ela sacou um revólver calibre .38 e atirou na cabeça do trabalhador.

A tragédia, ocorrida há 10 dias, em Taguatinga, é um indicativo do envolvimento cada vez maior de jovens em crimes graves. Levantamento da Promotoria de Infância e Juventude Infracional de Brasília confirma que a juventude da capital federal até mesmo mata em mais quantidade. No ano passado, 180 pessoas foram assassinadas por menores de 18 anos, 50% a mais do que o registrado em 2010.



O relatório obtido pelo Correio revela ainda que os latrocínios (roubos com morte) cometidos por meninos e meninas aumentaram 62% na comparação dos dois últimos anos. Saltou de 16 para 26. É maior também a quantidade de jovens envolvidos com substâncias ilícitas. No ano passado, tramitaram pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) 795 processos relacionados ao uso e ao tráfico, com a participação de adolescentes, um crescimento de 42% na comparação com o ano anterior, quando passaram pelo órgão 558 ações. Só houve redução nos roubos.












http://www.correiobraziliense.com.br...entou-62.shtml
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  #687  
Old Posted: Feb 1, 2012, 5:34 PM
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Olá a todos, sou mais um que abandona o Skyscrapercity. Além de alguns idiotas terem estragado o fórum a moderação é completamente parcial. Espero que as coisas aqui sejam mais tranquilas. Já vi que o polêmico Pesquisador também está aqui, mais um parceiro de exílio!
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  #688  
Old Posted: Feb 1, 2012, 5:47 PM
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Olá Overmatik. Seja bem vindo Aqui não tem aquela palhaçada do outro fórum, por isso estamos por aqui
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  #689  
Old Posted: Feb 1, 2012, 6:23 PM
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Olá a todos, sou mais um que abandona o Skyscrapercity. Além de alguns idiotas terem estragado o fórum a moderação é completamente parcial. Espero que as coisas aqui sejam mais tranquilas. Já vi que o polêmico Pesquisador também está aqui, mais um parceiro de exílio!
Seja bem vindo.....

Aqui não tem aqueles otários de Moderadores. Só foi os exilados virem para cá, o forum começou a bombar, somente com foristas de Brasília, imagine, começarem uma debandada em massa. Aquilo vai virar asilo para os cagás dos Moderadores.

E claro, se eles virem para cá, vamos HOSTILIZA-LOS na hora.
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  #690  
Old Posted: Feb 1, 2012, 10:00 PM
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DF derruba mais de 1,1 mil construções irregulares em apenas um mês



Somente no primeiro mês deste ano, o governo do Distrito Federal (GDF) determinou a derrubada de mais de 1,1 mil casas, barracos e abrigos construídos irregularmente em áreas públicas. Segundo representantes da administração pública ouvidos pela Agência Brasil, a ação é resultado da intensificação no combate a ocupações ilegais ao uso irregular do solo. O número representa um terço do total de edificações removidas durante o ano passado, quando cerca de 3 mil construções foram destruídas.

Além das 1,1 mil das moradias, também foram demolidos muros e removidos mais de 7,7 mil metros de cercas de arame farpado e tapumes que, segundo a Secretaria da Ordem Pública e Social do Distrito Federal (Seops), caracterizavam o parcelamento irregular de terras públicas. Boa parte das construções estava desabitada, mas algumas casas de alvenaria, de padrão médio e ocupadas, também foram fiscalizadas e demolidas.

Uma das últimas operações feitas pelo Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo do Distrito Federal ocorreu na cidade de Sobradinho, na última sexta-feira (27). Cerca de 500 habitações erguidas poucos dias antes, com madeira e lona, foram removidas de uma gleba de 360 hectares (o equivalente a 360 campos de futebol) de uma fazenda de propriedade da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), que solicitou ao GDF que promovesse a reintegração de posse.

A operação resultou na prisão de 27 pessoas. Todas já foram colocadas em liberdade. Cerca de 150 das quase 500 famílias que estavam no local são ligadas à Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf), entidade que questiona a legitimidade da ação do GDF e reivindica que a propriedade seja destinada ao programa de reforma agrária.

Mais 600 edificações foram derrubadas durante duas ações de retirada de famílias de imóveis irregulares na cidade de São Sebastião, nos últimos dias 20 e 23. No total, 59 pessoas foram detidas por invasão de terreno às margens da Rodovia DF-251, pertencente à Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap).

Segundo o chefe da Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente (Dema), delegado Hailton da Silva Cunha, as operações resultam de orientação do governo do DF para que os órgãos locais "não tenham nenhum tipo de tolerância” em relação às “invasões’, que devem ser “extirpadas” já em sua fase inicial.

“É mais fácil atuarmos no começo, pois se deixarmos uma invasão destas se perpetuar, a legislação acaba tornando mais difícil a reintegração de posse depois de passado algum tempo”, disse o delegado à Agência Brasil. Ele destacou que, com o crescimento da ocupação, os transtornos sociais decorrentes da desocupação também são maiores.

Segundo Cunha, a polícia e o governo não necessitam de autorização do Poder Judiciário para retirar as pessoas das chamadas “ocupações novas” (segundo ele, aquelas com menos de um ano e um dia), caso da Fazenda Velha, da SPU. “Por isso, hoje, a ação do governo do Distrito Federal é quase imediata”.

O chefe da comunicação da Seops, major Carlos Chagas de Alencar, acrescenta que o GDF quer impedir o contínuo crescimento desordenado do Distrito Federal, onde, durante décadas, condomínios e até cidades surgiram sem qualquer planejamento, no rastro das ocupações. O major confirma que há, entre as pessoas retiradas das áreas desocupadas, quem de fato vivem em situação de pobreza, trabalhadores rurais que lutam por terras onde possam produzir. Mas há também, segundo ele, “meros aproveitadores”. Para Alencar, as prisões são necessárias para desestimular que as pessoas voltem a invadir áreas públicas.














http://www.correiobraziliense.com.br...s-um-mes.shtml
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  #691  
Old Posted: Feb 2, 2012, 5:54 PM
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Vídeo compromete diretor da Polícia Civil do DF


Um vídeo divulgado na noite desta quarta-feira (1º) compromete o diretor-geral da Polícia Civil, Onofre de Moraes. O jornalista Edson Sombra publicou em seu blog imagens gravadas, com data de 16 de junho de 2011, nas quais o delegado faz críticas à situação enfrentada na época pelo governador do DF, Agnelo Queiroz (PT). O petista era alvo de denúncias relacionadas a financiamento de campanha e à gestão dele no Ministério do Esporte. Onofre também critica a então diretora da corporação, Mailine Alvarenga, além de outros políticos.

As cenas foram gravadas por uma câmera oculta na sala da residência do jornalista, na Asa Norte. Também participam da conversa o delegado Mauro Cezar Lima, atual diretor do Departamento de Polícia Especializada (DPE), um empresário e uma quinta pessoa. O grupo busca a publicação de reportagem com denúncias contra o governo. No decorrer da conversa, Onofre demonstra buscar suceder Mailine na chefia da Polícia Civil. Para tanto, ele afirma ter conversado com um interlocutor do governo, que ele chama de Cláudio.



Em certo momento, Onofre diz: "Eu liguei para o (incompreensível) hoje e falei: ‘Quando o seu governador estiver saindo de camburão da Polícia Federal’. Aí ele falou: ‘Isso aí eu acho difícil’. Mas eu falei que o Arruda achava impossível e saiu. ‘Quando o seu governador tiver saindo do camburão da Polícia Federal e eu estiver aposentado e vendo, eu só vou falar: pede a diretora para tirar ele (sic)’. Foi o recado que eu mandei. Direto. ‘Não, o que é isso?’ [teria questionado o interlocutor]. ‘Cláudio, eu estou muito velho pra ficar com esse negócio de amanhã, ou depois’".

O atual diretor-geral também avalia a situação de Agnelo, por conta das denúncias. "Maurinho (Mauro Cézar), você tem de entender o seguinte. Vai um bandido preso lá na DP e diz: ‘Aquele delegado é um corrupto porque me tomou isso e me tomou aquilo’. O juiz, primeiro, não vai acreditar. Aí vem o segundo bandido, o terceiro. Aí o juiz vai dizer: ‘Ele é bandido mesmo’. É o que vai acontecer com o Agnelo. Vem o primeiro processo, Polícia Federal, Ministério Público, pá, um processo, pá, outro, pá, outro. Sabe o fim dele qual é? Renúncia", afirma Onofre na gravação.

E o diretor-geral prossegue: "Você é um delegado de plantão, mas faz os seus esquemas. Você é pintinho e ninguém vai querer te destruir. Pra quê?. Vira delegado-adjunto, vai fazendo seus negocinhos, ainda é pintinho. Delegado-chefe, já dá uma olhada. Vira diretor. Aí, nego fuça tudo. O problema do Agnelo foi esse. Enquanto ele era um deputado federal e ficava só no periférico, tudo bem. Foi para o Ministério do Esporte, já… Até como ministro ele nem se expôs tanto. Veio esse negócio, e se o Durval morresse, era pior para ele". O delegado Mauro Cezar completa: "Quando o cara ganha poder fica cego".


Video Link
















http://www.correiobraziliense.com.br...il-do-df.shtml
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  #692  
Old Posted: Feb 2, 2012, 5:57 PM
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Só achei o video na integra, vejam e tirem suas conclusões...
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  #693  
Old Posted: Feb 2, 2012, 6:12 PM
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Mas será se esse povo ainda não aprendeu que este Sombra é um dos maiores fdp e traíras de Brasília????

Perto dele eu não digo nem meu nome....
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  #694  
Old Posted: Feb 2, 2012, 9:30 PM
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Fercal: nova região administrativa


Lei publicada na edição do Diário Oficial do DF de domingo (29) torna a Fercal a 31º Região Administrativa do Distrito Federal. Medida fortalecerá ações do governo no local


Boa notícia para os moradores da Fercal. Uma antiga demanda da comunidade da área, que fica entre Sobradinho e Sobradinho II, foi atendida. Lei do Poder Executivo que estabelece a Fercal como a 31ª Região Administrativa do Distrito Federal foi publicada na edição extra de domingo (29) do Diário Oficial do DF.

Na mensagem encaminhada à Câmara Legislativa em dezembro de 2011, quando da votação do projeto de lei do Executivo sobre o assunto, o governador Agnelo Queiroz declarou que a medida tinha como propósito “fortalecer as ações do governo junto à comunidade da Fercal, tendo em vista que já se estabeleceu no local um núcleo habitacional com características urbanas”.

Para o gerente regional da Fercal na Administração Regional de Sobradinho II, Ranieri Falcão, o estabelecimento da Fercal como região administrativa será benéfico para todos. “A região cresceu muito nos últimos anos. Hoje, já são cerca de 30 mil habitantes. Mas não possuímos um hospital, por exemplo. Nossa principal demanda é por infraestrutura”, afirma.

O nome do administrador regional da Fercal deve ser definido nos próximos dias. O GDF também está estudando onde será a sede física do órgão. De acordo com Falcão, existem duas possibilidades: o antigo centro comunitário ou o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).

A Fercal começou a se formar como cidade há mais de 40 anos, quando os funcionários da fábrica de cimento que dá nome à região se instalaram na área. Muitos desses trabalhadores, já aposentados, moram no local até hoje. A Fercal fica a sete quilômetros de Sobradinho II.











http://www.agenciabrasilia.df.gov.br...D_CHAVE=163836
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  #695  
Old Posted: Feb 3, 2012, 1:24 AM
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Comissão elogia espaços para a Gymnasiade

No primeiro dia de vistoria técnica, comissão da Federação Internacional do Desporto Escolar avalia positivamente infraestrutura esportiva de Brasília, que sediará as Olimpíadas Mundiais Escolares de 2013. Representantes foram recebidos no fim da tarde pelo governador Agnelo Queiroz


O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, recebeu representantes da Federação Internacional do Desporto Escolar (ISF) no final da tarde desta quinta-feira, no Palácio do Buriti. A comissão está em Brasília para a primeira vistoria das instalações esportivas da cidade, que sediará em 2013 a 15ª Gymnasiade (Olimpíadas Mundiais Escolares). O evento reunirá cerca de 2 mil atletas nas modalidades atletismo, ginásticas rítmica e artística, natação e judô.

O governador Agnelo Queiroz destaca que a Gymnasiade será uma grande vitrine para estimular o esporte nas escolas. “O evento vai promover o desenvolvimento humano e a educação, e também estimular o interesse dos jovens pelo esporte na escola. Não apenas em Brasília, mas em todo o nosso país”, destacou.

O presidente da ISF, o italiano Andrea Depin, avaliou positivamente os espaços vistoriados: Ginásio Nilson Nelson e Centro de Convenções. No entanto, admitiu que o mais importante da visita foi observar o empenho dos gestores brasileiros na realização do evento. “Este foi um grande dia para nós, principalmente por termos recebido um grande apoio dos governantes brasileiros”, enfatizou Depin.

Programação – Durante a manhã, a comissão composta por Depin e pelo secretário-geral da instituição, o belga Jan Coolen, se reuniu com o ministro do Esporte, Aldo Rabelo; com o secretário nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social, Afonso Barbosa; com o secretário de Turismo do DF, Luis Otávio Neves, e com o secretário executivo da CBDE em Brasília, Robson Aguiar.

“Brasília tem plenas condições de receber o Gymnasiade, assim como receberá outros grandes eventos, como a Copa das Confederações, no mesmo ano. A realização das Olimpíadas Mundiais Escolares tem o apoio do Ministério do Esporte”, afirmou o ministro Aldo Rebelo.

Durante a tarde, a comissão, acompanhada pelos membros da CBDE e pelo secretário de Esporte do DF, Célio René, vistoriou o ginásio Nilson Nelson, que vai abrigar as competições de ginástica artística, e o Centro de Convenções, onde serão realizadas as apresentações de ginásticas rítmica e aeróbica.

Amanhã, o grupo fará a vistoria do Ginásio do Cruzeiro, onde serão realizadas as competições de judô; o Complexo Aquático da Secretaria de Esporte, que sediará as provas de natação, e o Centro Interescolar de Educação Física, para as competições que envolvem atletismo. Os enviados do ISF devem retornar à Europa no sábado.

A Gymnasiade é realizada de quatro em quatro anos e pela primeira vez terá como sede um país do continente americano. Brasília foi escolhida após vencer a disputa com Palma de Mallorca (Espanha), em novembro de 2011. Poderão participar da competição atletas de 14 a 17 anos, regularmente matriculados nos ensinos fundamental e médio, e devidamente autorizados pela federação escolar de cada país.

Capital do Esporte - Até 2016, Brasília estará no roteiro dos grandes eventos esportivos. Além da Gymnasiade, em 2013, a cidade sediará a abertura da Copa das Confederações. Em 2014, como uma das sedes da Copa do Mundo, vai receber sete jogos do Mundial. Além disso, a capital do país foi escolhida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) como uma das sedes de treinamento das seleções que disputarão as Olimpíadas do Rio. E, em 2016, a capital receberá as partidas de futebol feminino e masculino dos Jogos Olímpicos.

Fonte: http://www.agenciabrasilia.df.gov.br...D_CHAVE=163875
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Old Posted: Feb 3, 2012, 1:36 AM
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Não conheço o ginásio do Cruzeiro, então não posso dizer nada sobre o estado dele. Acho que ao invés do Centro de Convenções, que já tem agenda lotada, poderiam reformar definitivamente o Cláudio Coltinho para modalidades esportivas. O Nilson Nelson e o parque aquatico estão em boas condições.

O problema, no meu ponto de vista, é ter que realizar o atletismo no CIEF, que tem a única pista descente do DF, quando a pista não segue os padões oficiais... A pista foi alargada e deformada simplesmente porque decidiram dispô-la de forma irracional no terreno. Se ao invés de fazer uma diagonal a pista seguisse a orientação do prórpio terreno, poderia ter as medidas oficiais, ocuparia os espaços perdidos do terreno e ainda daria espaço para ampliar o estacionamento. Vai entender...

É uma competição de menor relevância, mas serve de curriculo para competições maiores. Será que vão aceitar equipamentos com medidas impróprias??

Outra coisa, o DF vai concorrer a jogos mundiais militares?? Tinha visto cogitações logo após a última competição, na Am. do Norte, mas achei que depois da Universiade o GDF tomaria vergonha de só se candidatar quando tivesse ao menos equipamentos básicos... Se bem que no Setor Militar tem equipamentos muito bons. O novo centro de treinamento do CBM vai ser inaugurado em março, com piscina Olimpica e Pista novinha, com medidas oficiais. Considero melhor opção do que o CIEF, por exemplo...
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  #697  
Old Posted: Feb 3, 2012, 8:07 PM
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Guará

Cidade vai ganhar um fórum


Começaram hoje as obras, e o prédio deve ficar pronto no fim deste ano. O fórum está sendo construído atrás da sede da Administração Regional



Começaram hoje as obras do Fórum do Guará, em terreno de 6.500 metros quadrados localizado na área especial do Cave, atrás da sede da Administração Regional e ao lado da Feira do Guará. Segundo a administração regional, o prédio deverá ficar pronto em dezembro deste ano.


O fórum vai abrigar as Varas Criminal, de Família e Sucessões, Trabalhista e Tribunal do Júri. Todos os processos de interesse dos cidadãos do Guará serão transferidos para o novo fórum. Para o administrador regional do Guará, Carlos Nogueira, o fator mais importante na construção do fórum será a descentralização dos processos e a agilidade da tramitação. “Com isso, os moradores do Guará ganham mais uma garantia de paz social e de integração do trabalho do GDF com as administrações regionais”.


A empresa vencedora da licitação foi a PB Construções e Comércio Ltda. As obras, que terão um valor total de R$ 14.027.909,54, serão acompanhadas pelo Comando do Exército brasileiro, conforme convênio assinado pelo TJDFT, garantindo assim a segurança e a lisura do empreendimento.


Parque – Além do fórum, o Guará também tem recebido outras benfeitorias, como o novo parque infantil do Guará I, localizado na QI 02, ao lado da Ponto de Encontro Comunitário da mesma quadra. Os novos brinquedos são seguros e foram implantados dentro de um quadradão de areia, cercado por cimento, dando garantia de tranquilidade e segurança a todos que por ali passarem.











http://coletivo.maiscomunidade.com/c...“RUM.pnhtml
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Old Posted: Feb 4, 2012, 12:13 AM
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Infraestrutura do DF para Olimpíadas Escolares é aprovada por Federação


No último dia de vistoria, comissão da Federação Internacional do Desporto Escolar considerou instalações do DF satisfatórias para a realização das Olimpíadas Mundiais Escolares (Gymnasiade)

Após receberem total apoio do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, para a realização da 15ª Olimpíadas Mundiais Escolares (Gymnasiade), representantes da Federação Internacional do Desporto Escolar (ISF) deram sequência ao segundo e último dia de vistorias nas instalações esportivas do DF nesta sexta-feira (3). Ao final, consideraram satisfatória a infraestrutura observada. O comitê enviado pela ISF solicitou, apenas, intervenção em um dos seis espaços inspecionados.

Os locais visitados foram Ginásio Nilson Nelson, Centro de Convenções, Ginásio do Cruzeiro, Complexo Aquático da Secretaria de Esporte, piscinas da Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB) e Centro Interescolar de Educação Física (Cief) – único entre os espaços inspecionados que a ISF solicitou reforma para se adequar às necessidades do evento.

As vistorias foram realizadas pelo presidente da ISF, o italiano Andrea Depin e pelo secretário-geral da instituição, Jan Coolen (Bélgica). O grupo fez as visitas acompanhado pelo presidente da Confederação Brasileira de Desporto Escolar (CBDE), Sérgio Rufino, e pelo secretário-executivo da organização, Róbson Aguiar, além dos secretários de Estado de Esporte, Célio René, e de Turismo, Luis Otavio Neves.

Pequeno ajuste – Ao final da vistoria, os representantes da ISF consideraram que o Cief vai precisar de pequeno ajuste, com a construção de uma pista auxiliar para aquecimento de atletas. Segundo eles, a questão é fácil de ser resolvida e, com uma estratégia de trabalho que dê rapidez às obras, o DF vai ficar totalmente preparado para abrigar os jogos.

Para o secretário de Esporte, Célio René, a visita foi muito positiva e permitiu, inclusive, que fossem apresentados à ISF outros programas esportivos do GDF. “A visita terminou servindo de base para que possamos buscar alternativas que contribuam para a realização dos jogos da melhor forma possível”, enfatizou.

Proximidade – O secretário de Turismo afirmou que sua equipe vai trabalhar duro nos próximos meses, com o objetivo de deixar os espaços prontos para o evento. “Vamos arregaçar as mangas para o que for preciso”, disse.

O presidente da CBDE, Sérgio Rufino, que acompanhou a comissão da ISF nas inspeções, explicou que os representantes da entidade tiveram ótima impressão de Brasília. Além da proximidade do Setor Hoteleiro com as instalações esportivas, shoppings, restaurantes e hospitais, outros diferenciais observados pelo grupo foram a possibilidade de participação de outros países da América do Sul nos jogos e a receptividade brasileira.

“Nós da CBDE temos certeza de que Brasília vai ser marco no desporto escolar mundial. O mundo todo gosta do Brasil e acreditamos que vamos realizar a maior Gymnasiade de todos os tempos”, acentuou Rufino.

Desenvolvimento – Durante o encontro com os representantes da ISF, ontem (2), no Palácio do Buriti, o governador Agnelo Queiroz avaliou que o evento será uma grande vitrine para o esporte nas escolas. “A Gymnasiade promoverá o desenvolvimento humano e a educação, e também estimulará o interesse dos jovens pelo esporte na escola não apenas em Brasília, mas em todo nosso país”, destacou.

A Gymnasiade é realizada de quatro em quatro anos e, pela primeira vez, terá como sede um país do continente americano. Brasília foi escolhida após vencer a disputa com Palma de Mallorca (Espanha), em novembro de 2011. Poderão participar da competição atletas de 14 a 17 anos, regularmente matriculados nos ensinos fundamental e médio, e devidamente autorizados pela federação escolar de cada país.

Capital do Esporte - Até 2016, Brasília estará no roteiro dos grandes eventos esportivos. Além da Gymnasiade, em 2013, a cidade sediará a abertura da Copa das Confederações. Em 2014, como uma das sedes da Copa do Mundo, vai receber sete jogos do Mundial. Além disso, a capital do país foi escolhida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) como uma das sedes de treinamento das seleções que disputarão as Olimpíadas do Rio. E, em 2016, a capital receberá as partidas de futebol feminino e masculino dos Jogos Olímpicos.












http://www.correiobraziliense.com.br...ederacao.shtml
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Old Posted: Feb 4, 2012, 6:20 PM
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Agnelo busca diretor da PCDF com experiência, passado limpo e habilidade


Um delegado com experiência em investigações, respeito dos colegas, passado limpo, leal com a cúpula do Executivo, diplomático e sem vinculações políticas. Esse é o perfil que o governador Agnelo Queiroz (PT) busca para o próximo diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal. Não basta um técnico, ou seja, que tenha qualificação para comandar a classe e tomar decisões estratégicas sobre a área de segurança pública. O número um da corporação precisa ter também um atributo essencial: a habilidade para impedir novas crises que prejudiquem os trabalhos nas delegacias, diretorias e departamentos especializados e no funcionamento do governo.

A dificuldade de encontrar alguém com essas características adiou o anúncio do sucessor de Onofre de Moraes, que ocorreria ontem. Agnelo prefere analisar com mais cautela os currículos e a ficha profissional dos concorrentes para tomar a decisão que considerar mais acertada. Ele não quer ninguém com potencial para produzir escândalos ou que se torne alvo de ataques de colegas ou de deputados da bancada da segurança pública na Câmara Legislativa. Muito menos um delegado que possa se tornar refém de seu passado. É possível que o governador nunca encontre um nome que reúna todas essas características, mas busca alguém próximo do perfil ideal.

Durante todo o dia de ontem, houve variações na bolsa de apostas sobre quem seria o escolhido, com crescimento e queda nas chances dos concorrentes. Entre os mais cotados estavam o subsecretário do Sistema Penitenciário, Cláudio Moura Magalhães, e o diretor do Departamento de Polícia Circunscricional, Eric Seba. Os dois integram uma lista tríplice eleita pela Associação dos Delegados de Polícia do DF (Adepol) e encaminhada ao Executivo como indicações da categoria para a substituição de Onofre. O mais votado nessa seleção foi o delegado Jorge Luiz Xavier, da Inteligência da Secretaria de Segurança Pública. Ele também está no páreo. Corre por fora o delegado Maurílio de Moura Lima Rocha, chefe da Segurança Institucional da Câmara Legislativa.







http://www.correiobraziliense.com.br...bilidade.shtml
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Old Posted: Feb 5, 2012, 12:51 PM
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Lago Paranoá é vítima do assoreamento


O Lago Paranoá já perdeu 7% de seu volume devido ao depósito de sedimentos e ao crescimento de vegetação típica do assoreamento. O processo de degradação está extremamente acelerado. Pesquisadores consideram astronômica a quantidade de sedimentos depositada ali. “Seriam milhares de anos em um ambiente natural para que chegássemos ao nível que temos agora no Lago Paranoá”, analisa Henrique Roig, professor do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB). Além de sedimento, o lago é alvo da descarga clandestina de esgoto e, nos pontos onde a água ainda poderia ser conservada para despejo no lago, pessoas jogam detergente e sabão em pó.



A estimativa dos especialistas é que, no caso de uma chuva torrencial no Distrito Federal, a taxa de carreamento em dois dos braços de deságue da Bacia do Rio Paranoá – do Bananal, próximo à Ponte do Bragueto; e Riacho Fundo, próximo à Ponte das Garças – seja maior que um ano inteiro na região de deságue do Torto, que não tem atividade intensa da construção civil. “O processo de construção é o vilão da história toda”, afirma o pesquisador. O assoreamento no braço do Bananal teria uma aceleração elevada, principalmente, após o processo ocorrido no Setor Noroeste, de desmatamento e revolvimento da terra que, exposta, é levada pelas águas das chuvas ao braço do Bananal.



Da mesma forma, o processo de desenvolvimento de cidades como Águas Claras e Vicente Pires teria impactado gravemente o braço do Riacho Fundo. “Em todas as obras que estão dentro da área de contribuição do Lago Paranoá, as ações de controle de erosão são feitas depois que já aconteceu a pior parte dessas obras. O solo fica exposto e sem proteção e, quando começam as enxurradas, elas acabam carregando essa terra. Fica solto e disponível para que seja carregada até o lago que está logo abaixo”, detalha o pesquisador em hidrologia da Embrapa-Cerrados, Jorge Werneck, que é coordenador da câmara técnica do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranoá. Ele explica que é fácil perceber esse movimento dos sedimentos, pelos restos que ficam depositados no caminho que fazem com as chuvas, e também, no asfalto.













http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=388306
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