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Old Posted Sep 18, 2011, 9:58 PM
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Noticias do Distrito Federal

Espaço destinado a noticia do Distrito Federal e Região Metropolitana
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Old Posted Sep 18, 2011, 10:28 PM
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Às margens da rodovia BR-060, o crescimento econômico é chinês A expansão do eixo Brasília-Goiânia coloca a região como o 3º maior aglomerado urbano do país. O PIB ao longo da rodovia soma R$ 230 bilhões. De cada R$ 10 gerados em riqueza pelo Centro-Oeste, R$ 7 estão à beira do trecho
Diego Amorim

Publicação: 18/09/2011 08:09 Atualização: 18/09/2011 08:12
O trecho da BR-060 entre Brasília e Goiânia é o espelho do desenvolvimento de uma região que cresce a taxas chinesas, avança pelo Planalto Central e se consolida como o maior mercado do país fora do eixo Rio-São Paulo. As riquezas produzidas no caminho que divide dois centros consumidores em franca expansão já respondem por um Produto Interno Bruto (PIB) estimado em R$ 230 bilhões, em valores atualizados. É como se cada quilômetro da rodovia movimentasse mais de R$ 1 bilhão. O montante representa em torno de 6% do PIB do Brasil e quase 70% do PIB da região Centro-Oeste.
Cerca de 9 milhões de pessoas vivem hoje ao longo dos 209km do eixo Brasília-Anápolis-Goiânia. A soma supera o número de habitantes das regiões metropolitanas de Porto Alegre e Recife e faz do corredor a terceira maior aglomeração do Brasil. Segundo projeções demográficas, a população deve mais que dobrar em 20 anos e alcançar, em 2030, o total de 20 milhões de pessoas. Especialistas preveem que a malha urbana entre as capitais federal e de Goiás se entrelace em uma velocidade assustadora nos próximos anos.
Ao longo da última semana, o Correio percorreu a rodovia em toda a sua extensão e constatou o crescimento econômico do eixo. Aos poucos, os municípios goianos de beira de estrada ganham vida própria e se livram do estigma de cidade-dormitório. Alexânia, a 60km do centro de Brasília, se prepara para receber em março do ano que vem o segundo shopping do país exclusivamente com outlets de lojas de grife. Não há mais lotes disponíveis ao lado do terreno onde o empreendimento será erguido.
Abadiânia, 28km adiante, no caminho de Goiânia, assiste a uma invasão cada vez maior de estrangeiros que chegam para conhecer a Casa Dom Inácio de Loyola, onde o médium João de Deus atende uma média de 1,5 mil visitantes por dia. O aumento da frequência de voos internacionais em Brasília impulsionou o movimento no centro espiritual. Euro e dólar viraram moedas correntes na cidade. Pousadas e restaurantes estão sempre cheios e a procura por imóveis nas redondezas só aumenta.
Distante 53km da capital goiana, Anápolis conquistou independência e vive sua melhor fase econômica. O PIB local saiu de R$ 2,15 bilhões, em 2002, para R$ 7,80 bilhões, no ano passado. As 22 mil toneladas de cargas que passam pelo Porto Seco Centro-Oeste todo mês ajudam a explicar o salto de 262% no período. O polo industrial anapolino reúne 130 empresas, incluindo multinacionais dos segmentos automobilístico e farmacêutico. Todas estão em processo de expansão.


Comércio de base
A duplicação da rodovia, concluída em 2008 após 20 anos de obras, aqueceu o desenvolvimento. Entre Brasília e Goiânia, o viajante já tem à disposição pelo menos 20 pontos de parada. De olho no potencial consumidor provocado por um fluxo de 60 mil carros por dia, postos de combustíveis ampliam a área comercial e pequenas residências se transformam em restaurantes e empórios. Moradores vendem de panela de alumínio a móveis rústicos, passando por frutas típicas da região.
Redes nacionais e até internacionais de hotéis despertaram interesse em se instalar no eixo. Focado principalmente no Lago Corumbá IV, o mercado da pesca e do turismo rural ferve ao redor da BR-060. Propriedades rurais também se destacam. Mora em uma fazenda perto de Alexânia, por exemplo, a vaca zebuína recordista mundial em produção de leite. De alambiques pertencentes ao mesmo município, saem cachaças distribuídas para o país inteiro.
A conurbação entre as duas capitais é encarada como processo natural e inevitável. “Não há como ser diferente. Necessariamente, temos de pensar na expansão econômica nesse trecho. Caso contrário, as pessoas continuarão vindo para Brasília com a ilusão de encontrar aqui o que procuram”, pondera o secretário de Desenvolvimento Econômico do DF, Jacques Pena. O desenvolvimento ao longo da BR-060 pode amenizar o inchaço do Entorno da capital federal, com criação de emprego e renda.
Os governos do DF e de Goiás vislumbram há décadas as possibilidades na região. A falta de políticas públicas integradas, no entanto, nunca permitiu um desenvolvimento mais eficaz. “Temos uma cidade com a maior renda per capita do país, uma Goiânia com qualidade de vida e o maior distrito industrial do Centro-Oeste no meio do caminho. Não há o que discutir: somos um eixo de sucesso”, diz o secretário de Indústria e Comércio de Goiás, Alexandre Braga.
Na última década, diversos estudos destacaram o potencial do eixo Brasília-Goiânia. Em 2004, a Federação das Indústrias do DF (Fibra) concluiu um deles. “Essa região cresce naturalmente. Com um pouco mais de atenção, cresceria muito mais, de maneira mais veloz e ordenada”, afirma o presidente da Fibra, Antônio Rocha. Ele reforça que há um grande número de investidores internacionais dispostos a desembarcar no corredor.
Para o economista da Federação das Indústrias de Goiás (Fieg) Cláudio Henrique de Oliveira, o problema, ao contrário do que se espera, é que as duas unidades da Federação competem entre si na atração de empresas e incentivos fiscais. “Cada um pensa em si. Não há uma política industrial continuada que valorize as potencialidades. Não se pensa no todo”, critica. Este ano, os setores produtivos do DF e de Goiás voltaram a se reunir para discutir projetos em comum.






Radiografia
9 milhões Total da população que inclui todos os municípios e áreas rurais entre Brasília e Goiânia
R$ 230 bilhões PIB do eixo Brasília-Goiânia, em valores atualizados
70% Participação do eixo Brasília-Goiânia no PIB do Centro-Oeste
6% Participação do eixo Brasília-Goiânia no PIB do Brasil

Linha de produção da Hypermarcas: 6 bilhões de comprimidos fabricados por ano
A meca dos investimentos
Quem passa por Anápolis pela BR-060 pode até perceber o crescimento da cidade, mas não faz ideia do boom industrial que ela vive. A expansão da rede hoteleira, de bares e de restaurantes, e o avanço do mercado imobiliário refletem os investimentos milionários de multinacionais no maior distrito agroindustrial do Centro-Oeste. Problema mesmo só para conseguir mão-de-obra. Sobram vagas nas empresas, todas em processo de ampliação das instalações.
A agressiva política de incentivos fiscais em Anápolis, desde a década de 1980, surtiu efeito. Investidores nacionais e internacionais praticamente ganharam terrenos para desbravar a região. Em alguns casos, o metro quadrado foi calculado em R$ 1. “Estamos desapropriando terras para atender as empresas”, conta o secretário de Desenvolvimento Econômico, Mozart Soares Filho. Até o fim deste ano, começarão as obras dos galpões da fabricante holandesa de aviões Rekkof Aircraft.

O porto seco de Anápolis já é o terceiro maior do país: R$ 3,5 bilhões por ano
No ano passado, o município recolheu R$ 514,9 milhões de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço (ICMS), 20% a mais que no ano anterior. O portfólio das principais empresas arrecadadoras inclui Caoa Montadora (com a fábrica da Hyundai), AmBev, Hering, Granol e as gigantes farmacêuticas Hypermarcas e Teuto. Para 2012, o orçamento previsto de Anápolis é de R$ 820 milhões. “Enquanto muitos falam em crise, estamos aparelhados para crescer”, diz o prefeito, Antônio Roberto Gomide (PT).
A expansão do parque industrial da Hypermarcas, líder do mercado farmacêutico no Brasil, exemplifica o desenvolvimento de Anápolis. Foram investidos R$ 110 milhões para ampliar a área construída de 52 mil para 90 mil metros quadrados. O número de funcionários saltou de 1,6 mil para 2,4 mil, um aumento de 50%. “Apostamos nesta região”, resume o diretor de Desenvolvimento de Medicamentos da empresa, o anapolino Marco Aurélio Limirio Gonçalves Filho.
Pela primeira vez, uma equipe de reportagem visitou as novas instalações da Hypermarcas. O Correio percorreu parte das 54 linhas de produção, com capacidade para fabricar 6 bilhões de comprimidos por ano. Mais de 600 produtos estão sendo feitos em Anápolis, como o Biotônico Fontoura, o Engov e a Maracujina. A empresa estuda a transferência da área de cosméticos — atualmente em São Paulo — para o interior de Goiás.

Balança comercial
O Porto Seco Centro-Oeste é responsável por 35% das importações de Goiás e já é o terceiro do país em movimentação — em 2010, foram US$ 2,08 bilhões, o equivalente a R$ 3,5 bilhões. Em 1999, ocupava a 62ª posição. Mais de 150 países exportam produtos por Anápolis, principalmente minérios, veículos, medicamentos, grãos, carne bovina e suína. “Qualquer projeto de logística hoje no Brasil passa pelo eixo Brasília-Anápolis-Goiânia”, afirma o superintendente e acionista do Porto Seco, Edson Tavares.
Quilômetro zero de duas ferrovias e cortada por três rodovias federais, Anápolis agora espera a consolidação do Aeroporto de Cargas, um projeto de cerca de R$ 100 milhões que deve sair papel nos próximos dois anos. “A não ser que aconteça uma catástrofe muito grande, Anápolis crescerá a taxas chinesas até pelo menos 2020”, afirma Tavares. Atualmente, 36 prédios residenciais estão em construção na cidade. Ainda este ano, é provável que o condomínio de luxo Alphaville confirme presença na região.

Ainda há as velhas e boas barraquinhas
Quem segue de Brasília a Goiânia não chega ao destino antes de esbarrar em uma vila que cresceu e virou município graças ao sucesso das barraquinhas à beira da pista. São mais de 50 delas. Nas prateleiras de madeira de Terezópolis de Goiás, há de tudo: pimenta, mel, doces, queijos, frutas, cachaças, conservas. O colorido desperta o interesse dos viajantes. “É daqui que tiro o meu sustento”, diz Idália Silva, 67 anos, dona de duas barracas, mãe de sete filhos e avó de 11 netos.
Idália começou a trabalhar ouvindo o ronco dos carros quando a BR-060 era uma pista única e muito perigosa. Naquela época, 20 anos atrás, a vendedora não tinha nem sacola para colocar os pedidos. E, ao olhar para os lados, só avistava quatro concorrentes. “Ficou mais difícil de vender. Isso aqui não dá rio de dinheiro para ninguém, mas ainda é bom”, completa ela, antes de contar, toda orgulhosa, que já vendeu até para estrangeiros, como americanos e portugueses. (DA)
População (2011): 6,6 mil
PIB (2008): R$ 40,7 milhões
PIB per capita (2008): R$ 6,9 mil
Arrecadação de ICMS (2008): R$ 828 mil
Estabelecimentos empresariais (2010): 93
Empregos (2010): 785

Alexânia//
Na esteira das lojas de grife
A pacata Alexânia terá sua rotina completamente alterada a partir de março do ano que vem, quando deve ficar pronto, na entrada da cidade, o segundo outlet de luxo do Brasil. O shopping, com grifes internacionais, mas preços até 80% mais baratos, causará um impacto até então inesperado na economia local. O Outlet Premium Brasília, com arquitetura inspirada nos prédios do Plano Piloto, terá 60 lojas e estacionamento para 2 mil carros.
Empolgada, a prefeita Maria Aparecida Gomes Lima (PSDB) prevê aumento de pelo menos 50% na arrecadação do município após a inauguração do empreendimento. Uma rede de Goiânia arrematou por R$ 275 mil um terreno de 10 mil metros quadrados localizado ao lado das obras do outlet, onde será erguido, segundo a prefeita, um hotel cinco estrelas. “Não há mais área disponível próximo ao shopping”, completa Cida, como é conhecida.
Com a expectativa do outlet, Alexânia está pronta para o surgimento de um polo industrial que abrigará, inicialmente, 12 empresas de segmentos como cosméticos e construção civil. Duas delas já começaram a erguer seus galpões. Por ora, os oito hotéis-fazenda da região, onde com muita frequência ocorrem convenções empresariais, estão entre as principais fonte de receita da cidade. Também se destacam o comércio de móveis rústicos, vendidos às margens da rodovia, e a fábrica da Schincariol, inaugurada em 2003 e responsável pela criação de 2 mil empregos.
Na área rural, os alambiques de Alexânia chamam a atenção. A Cachaça do Ministro, conhecida nacionalmente, é produzida na região, na propriedade do ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Carlos Átila. Perto dali, em uma fazenda de 500 alqueres, em meio a um rebanho de 1,4 mil cabeças de gado, está a vaca zebuína recordista mundial em produção de leite — 52,793kg em um único dia —, cogitada em exposições agropecuárias de todo o mundo. (DA)

População (2011): 24,1 mil
PIB (2008): R$ 261,9 milhões
PIB per capita (2008): R$ 12,6 mil
Arrecadação de ICMS (2008): R$ 52,5 milhões
Estabelecimentos empresariais (2010): 451
Empregos (2010): 3.122

Da palha para o grande negócio
Ponto de parada referência da BR-060, o Jerivá é exemplo de empreendedorismo familiar. Há 35 anos, o casal João Benko Neto e Divina Maria de Souza Benko montou uma barraca de palha às margens da estrada para vender plantas. Em seguida, abriu espaço para que produtores da região comercializassem frutas, verduras e legumes, eliminando a figura do atravessador. Deu certo. Nascia o conceito Jerivá: “De nossa fazenda para sua mesa”.
O faturamento das duas lojas — uma em cada sentido da rodovia — cresce a cada ano. A construção da unidade mais nova, no trecho Goiânia-Brasília, custou cerca de R$ 600 mil. No último ano, a empresa conseguiu R$ 1 milhão do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para investir na fabricação dos produtos, vendidos nos empórios atrelados às lanchonetes, por onde passam, em média, cerca de 2 mil pessoas por dia. Aos fins de semana, esse número chega a dobrar.
A empresa que atende a terceira geração de clientes, responde por 200 empregos diretos. O próximo passo é estruturar uma rede de franquias em shoppings (já há uma unidade em Goiânia) e em outras rodovias da região. “Estamos consolidados, viramos exemplo, mas queremos ser cada vez mais competitivos. Ainda há muito espaço para crescer”, comenta Fernando Benko, 29 anos, o caçula do casal que assumiu a administração da empresa. (DA)

Palavra de especialista //
Ainda falta avançar
“As cidades do eixo Brasília-Anápolis-Goiânia são bastante atrativas. A região possui um potencial inegável, mas por enquanto o que se vê é muito quebra-molas e uma via de alta velocidade que corta municípios ao meio, o que é muito ruim. Os governos deveriam se atentar mais às possibilidades dessa área. O desenvolvimento só se manterá se houver uma ação conjunta entre Distrito Federal e Goiás — algo que demora a acontecer. Há anos, se fala em conurbação entre Brasília e Goiânia. Porém, até hoje, DF e Goiás têm se preocupado apenas com a sua parte. Tudo vai acontecendo de maneira muito improvisada. Falta o corriqueiro, como a sinalização de quebra-molas. Em um país civilizado, uma rodovia não passa no meio de um centro urbano. O avanço às margens da BR-060 ainda é muito tosco, ainda se encontra cavalo no meio da estrada. É esperar para ver o que vai acontecer daqui para frente.”
Aldo Paviani, professor graduado em geografia, especialista em história e planejamento urbano da Universidade de Brasília

Análise da notícia //
À espera de ganhos sociais
Marcelo Torkarsky
É inegável a pujança econômica vivenciada pelo Eixo Brasília-Goiânia, mas ela precisa ser mais bem aproveitada. As cidades situadas ao longo da BR-060 crescem a taxas de dois dígitos, recebem investimentos e geram empregos. No entanto, ainda é preciso traduzir esse boom econômico em ganhos sociais. A mesma área que movimenta bilhões de reais abriga boa parte do Entorno, onde os seguidos anos de descaso dos governos deixaram as cidades em estado de penúria, com péssimos indicadores socioeconômicos e índices de violência que colocam a região como a mais violenta da América Latina. Para que esse vigor econômico mude de fato o cenário, é preciso que os governos do DF e de Goiás e a União pensem políticas integradas e de longo prazo. Caso contrário, irão desperdiçar essa janela de oportunidade para, de fato, mudar para melhor a vida das pessoas

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br...e-chines.shtml
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  #3  
Old Posted Sep 18, 2011, 10:29 PM
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Nossa essa reportagem vai deixar um forista de outro forum com problemas estomacais...
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  #4  
Old Posted Sep 19, 2011, 1:56 PM
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DER anuncia a construção de mais cinco passarelas no Distrito Federal



O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) vai construir mais cinco passarelas nas rodovias do Distrito Federal. Os locais para a construção destas novas passagens aéreas foram definidos após um estudo por parte dos superintendentes do DER, que constatou as demandas mais urgentes em relação ao fluxo de pedestres nos trechos escolhidos para receber as novas passarelas. Os locais em que serão construídas as passarelas são: duas na Estrutural (DF-095), uma próxima ao viaduto Ayrton Senna e outra próxima ao posto policial; duas na DF-001, uma próxima ao posto policial de Samambaia e uma próxima à Granja das Oliveiras, no Recanto das Emas e outra próxima ao campus da UnB do Gama, na DF-480.



Hoje, no Distrito Federal, o Departamento de Estradas e Rodagem possui 43 passarelas aéreas em boas condições, exceto duas, que serão restauradas: uma na DF-011 – próxima à Octogonal – e outra na BR-070, próxima ao Condomínio Ipê. As outras 41 passarelas continuarão recebendo manutenção periodicamente do órgão. Além destas passarelas que já estão com os projetos prontos, o DER está buscando parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) para a construção de mais dez passarelas em rodovias federais (BR-020, BR-450 e BR-040).



promessas


Um aumento no número de passarelas é uma ótima notícia para a população. Os moradores de um condomínio próximo à BR-020, por exemplo, fizeram, nessa semana, um protesto pedindo mais atenção das autoridades. Eles querem a construção de passarelas, o que facilitaria a travessia das pistas para pegar o ônibus. Durante dois dias seguidos, fizeram manifestações queimando pneus e bloqueando as pistas da BR-020. A Administração Regional de Sobradinho afirmou que serão construídas três passarelas no local. Segundo a administradora, as passarelas serão construídas por meio de um convênio entre o Dnit e o DER.






http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=365173
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  #5  
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Tô achando que alguem do GDF andou vendo TV e viu o povão reclamando bastante da falta de passarelas exatamente nesses locais, o governo age onde o povo reclama na TV, não era pra ser assim, mas tá valendo...
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  #6  
Old Posted Sep 19, 2011, 2:05 PM
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Metade dos jovens do DF não trabalha nem estuda na capital federal


Estudo da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) revela que 38,2% dos brasilienses com idade entre 20 e 24 anos de baixa renda, ou seja, com renda familiar mensal até dois salários-mínimos (R$ 1.090), não trabalham nem estudam. Caso de Onildo Pereira, 23 anos, que chegou há pouco mais de seis meses do interior da Bahia para tentar a vida na “capital das oportunidades”, como ele chama.

No DF, o jovem mora na casa de parentes no Varjão, segunda Região Administrativa com o maior número de jovens de baixa renda no DF. Desde que chegou, porém, ele amarga o desemprego. Com apenas a 8ª série do Ensino Fundamental, o aprendiz de pedreiro não tem dinheiro para continuar os estudos.

“É complicado arrumar emprego em Brasília porque as empresas exigem experiência e escolaridade. Sem trabalhar e sem dinheiro para investir nos estudos, é impossível conseguir coisa melhor. Às vezes aparece um bico aqui ou ali, mas nada com carteira assinada”, conta.

De acordo com Julio Miragaya, diretor da Codeplan, o fato de o jovem estar desempregado e não ter estudo contribui para a falta de expectativa com a entrada no mercado de trabalho. “Uma coisa leva a outra. Sem estudo não tem emprego e sem emprego não tem como investir nos estudos. Assim, os jovens ficam desesperançosos com relação ao futuro. E isso é muito grave com relação a mão de obra que o DF terá no futuro”.









http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=365189
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  #7  
Old Posted Sep 19, 2011, 4:28 PM
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O problema não seria as passarelas, e sim, obrigar os pedestres usa-las. Pois construir para ficar de efeite não pode.
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  #8  
Old Posted Sep 19, 2011, 6:59 PM
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É, o povo não quer andar nem 100 metros para passar nas passarelas, eu acho que o povão gosta mesmo e de se arriscar, gostam de reclamar que não tem passarela, depois não usam, vai entender
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  #9  
Old Posted Sep 20, 2011, 12:36 AM
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Nem a estabilidade atrai profissionais para os hospitais e postos públicos


Depois de três meses de trabalho exaustivo na emergência do Hospital de Ceilândia, o clínico Dalton Lanna desistiu da rede pública e pediu demissão. Para a pediatra Marina Salomão, a permanência foi ainda menor. No ano passado, ela foi aprovada em um concurso e começou a atender no Hospital de Sobradinho. Mas, depois de uma semana no pronto-socorro, ela abandonou o posto para se dedicar aos bem remunerados plantões em um hospital particular. Já a médica Fabíola Lamego preferiu nem tomar posse. Aprovada na última seleção, ela foi convocada para o Hospital Regional de Santa Maria, mas desistiu da vaga por conta da distância e do baixo salário. Os três casos ilustram um problema que atormenta as autoridades e, principalmente, os pacientes que sofrem com as filas nas unidades públicas de saúde: a falta de médicos. Dos 279 aprovados na última seleção, apenas 118 aceitaram trabalhar na rede. Ou seja, quase 60% dos profissionais aptos a atuar no sistema público dispensaram o cargo.

Apesar das recentes aberturas de editais para contratar profissionais, há poucos especialistas dispostos a trabalhar para a Secretaria de Saúde do DF. Com isso, o deficit de médicos não para de crescer. Algumas especialidades são consideradas críticas. Pediatras, neonatologistas, psiquiatras, clínicos, ortopedistas e intensivistas são profissionais cada vez mais raros nas unidades de saúde mantidas pelo governo. Dos 60 pediatras nomeados no último processo seletivo, por exemplo, apenas 36 tomaram posse. Como a maioria foi deslocada para o Hospital de Santa Maria, local considerado muito distante pela maioria dos candidatos aprovados, metade desistiu: apenas 18 estão em exercício. E o número de exonerações cresce a cada dia.

A pediatra Fabíola Lamego faz parte desse grupo. Interessada na estabilidade do funcionalismo público, ela concorreu a uma das vagas oferecidas. Passou no concurso e foi nomeada. Mas, ao saber que teria que trabalhar no Hospital de Santa Maria, desistiu. “Moro na Asa Sul e teria que percorrer uma distância muito grande todos os dias. O salário não compensaria esse esforço”, comenta. “Além disso, como há poucos médicos, os pediatras que trabalham no pronto-socorro ficam muito sobrecarregados. Não queria ter que segurar sozinha um plantão na emergência, como acontece muitas vezes com os colegas que trabalham lá”, justifica Fabíola.

Até mesmo a rede particular tem dificuldades para contratar pediatras, já que os novos médicos preferem fazer residência em especialidades consideradas mais lucrativas, como cardiologia e dermatologia. Assim, sobram poucos profissionais interessados no serviço público. O presidente da Sociedade Brasiliense de Pediatria, Dennis Alexander Burns, afirma que as condições de trabalho e a remuneração oferecida desestimulam os candidatos. “Embora o salário de Brasília seja o melhor do país, ainda não é o ideal. Alguns plantões de 12 horas em hospitais particulares rendem R$ 1,5 mil, então, em três dias de trabalho, o pediatra consegue mais do que o salário mensal de um colega que trabalha 20 horas semanais na rede”, comenta Dennis.

Sem material
A estrutura precária e a falta de medicamentos são problemas que afugentam os interessados em atuar no sistema público de saúde. A pediatra Marina Salomão abandonou o cargo no Hospital Regional de Sobradinho depois de apenas uma semana. Hoje, ela divide seu tempo entre a residência em neonatologia e plantões na rede particular. “Faltam seringas, sondas, materiais básicos para o médico trabalhar. Pacientes e colegas têm que juntar dinheiro para comprar produtos hospitalares e remédios. Tenho uma amiga que foi espancada por um paciente na UPA de Samambaia, por conta da demora no atendimento. Então, tudo isso assusta e desestimula os médicos”, justifica a pediatra.

O deficit de funcionários sobrecarrega os profissionais em atividade no sistema público e gera um círculo vicioso. Quem está fora não quer entrar na rede para escapar do excesso de trabalho e muitos dos que ainda resistem acabam sucumbindo à pressão e pedem demissão para ter uma vida mais tranquila. O pneumologista Dalton Lanna assumiu uma vaga de clínico no Hospital Regional de Ceilândia e logo se assustou com as condições de trabalho. “Muitas vezes, eu ficava sozinho no pronto-socorro e já vi muitos pacientes morrerem por falta de condição de atendimento. Isso é muito frustrante, não tem quem não fique desmotivado”, conta Dalton, que, depois de três meses, deixou o emprego. Hoje, ele trabalha em unidades particulares de Ceilândia e de Taguatinga. “A rede privada paga até cinco vezes mais e o trabalho não é tão exaustivo”, acrescenta o médico.

Gestão retomada
No início do ano, o governo local retomou a gestão do Hospital de Santa Maria, que havia sido terceirizada na gestão anterior. A unidade era controlada pela Real Sociedade Espanhola, que repassou a responsabilidade ao GDF em janeiro. Assim, a Secretaria de Saúde teve que contratar novos médicos para trabalhar no local. Até hoje, o atendimento é precário por causa da falta de profissionais.








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  #10  
Old Posted Sep 20, 2011, 12:49 AM
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Nem a estabilidade atrai profissionais para os hospitais e postos públicos


Depois de três meses de trabalho exaustivo na emergência do Hospital de Ceilândia, o clínico Dalton Lanna desistiu da rede pública e pediu demissão. Para a pediatra Marina Salomão, a permanência foi ainda menor. No ano passado, ela foi aprovada em um concurso e começou a atender no Hospital de Sobradinho. Mas, depois de uma semana no pronto-socorro, ela abandonou o posto para se dedicar aos bem remunerados plantões em um hospital particular. Já a médica Fabíola Lamego preferiu nem tomar posse. Aprovada na última seleção, ela foi convocada para o Hospital Regional de Santa Maria, mas desistiu da vaga por conta da distância e do baixo salário. Os três casos ilustram um problema que atormenta as autoridades e, principalmente, os pacientes que sofrem com as filas nas unidades públicas de saúde: a falta de médicos. Dos 279 aprovados na última seleção, apenas 118 aceitaram trabalhar na rede. Ou seja, quase 60% dos profissionais aptos a atuar no sistema público dispensaram o cargo.

Apesar das recentes aberturas de editais para contratar profissionais, há poucos especialistas dispostos a trabalhar para a Secretaria de Saúde do DF. Com isso, o deficit de médicos não para de crescer. Algumas especialidades são consideradas críticas. Pediatras, neonatologistas, psiquiatras, clínicos, ortopedistas e intensivistas são profissionais cada vez mais raros nas unidades de saúde mantidas pelo governo. Dos 60 pediatras nomeados no último processo seletivo, por exemplo, apenas 36 tomaram posse. Como a maioria foi deslocada para o Hospital de Santa Maria, local considerado muito distante pela maioria dos candidatos aprovados, metade desistiu: apenas 18 estão em exercício. E o número de exonerações cresce a cada dia.

A pediatra Fabíola Lamego faz parte desse grupo. Interessada na estabilidade do funcionalismo público, ela concorreu a uma das vagas oferecidas. Passou no concurso e foi nomeada. Mas, ao saber que teria que trabalhar no Hospital de Santa Maria, desistiu. “Moro na Asa Sul e teria que percorrer uma distância muito grande todos os dias. O salário não compensaria esse esforço”, comenta. “Além disso, como há poucos médicos, os pediatras que trabalham no pronto-socorro ficam muito sobrecarregados. Não queria ter que segurar sozinha um plantão na emergência, como acontece muitas vezes com os colegas que trabalham lá”, justifica Fabíola.

Até mesmo a rede particular tem dificuldades para contratar pediatras, já que os novos médicos preferem fazer residência em especialidades consideradas mais lucrativas, como cardiologia e dermatologia. Assim, sobram poucos profissionais interessados no serviço público. O presidente da Sociedade Brasiliense de Pediatria, Dennis Alexander Burns, afirma que as condições de trabalho e a remuneração oferecida desestimulam os candidatos. “Embora o salário de Brasília seja o melhor do país, ainda não é o ideal. Alguns plantões de 12 horas em hospitais particulares rendem R$ 1,5 mil, então, em três dias de trabalho, o pediatra consegue mais do que o salário mensal de um colega que trabalha 20 horas semanais na rede”, comenta Dennis.

Sem material
A estrutura precária e a falta de medicamentos são problemas que afugentam os interessados em atuar no sistema público de saúde. A pediatra Marina Salomão abandonou o cargo no Hospital Regional de Sobradinho depois de apenas uma semana. Hoje, ela divide seu tempo entre a residência em neonatologia e plantões na rede particular. “Faltam seringas, sondas, materiais básicos para o médico trabalhar. Pacientes e colegas têm que juntar dinheiro para comprar produtos hospitalares e remédios. Tenho uma amiga que foi espancada por um paciente na UPA de Samambaia, por conta da demora no atendimento. Então, tudo isso assusta e desestimula os médicos”, justifica a pediatra.

O deficit de funcionários sobrecarrega os profissionais em atividade no sistema público e gera um círculo vicioso. Quem está fora não quer entrar na rede para escapar do excesso de trabalho e muitos dos que ainda resistem acabam sucumbindo à pressão e pedem demissão para ter uma vida mais tranquila. O pneumologista Dalton Lanna assumiu uma vaga de clínico no Hospital Regional de Ceilândia e logo se assustou com as condições de trabalho. “Muitas vezes, eu ficava sozinho no pronto-socorro e já vi muitos pacientes morrerem por falta de condição de atendimento. Isso é muito frustrante, não tem quem não fique desmotivado”, conta Dalton, que, depois de três meses, deixou o emprego. Hoje, ele trabalha em unidades particulares de Ceilândia e de Taguatinga. “A rede privada paga até cinco vezes mais e o trabalho não é tão exaustivo”, acrescenta o médico.

Gestão retomada
No início do ano, o governo local retomou a gestão do Hospital de Santa Maria, que havia sido terceirizada na gestão anterior. A unidade era controlada pela Real Sociedade Espanhola, que repassou a responsabilidade ao GDF em janeiro. Assim, a Secretaria de Saúde teve que contratar novos médicos para trabalhar no local. Até hoje, o atendimento é precário por causa da falta de profissionais.








http://www.correiobraziliense.com.br...publicos.shtml
^^Seu Agnelo vai ter que colocar a mão no bolso e pagar mais se quiser bons profissionais.
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  #11  
Old Posted Sep 20, 2011, 1:18 AM
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Eu vi em algum lugar, não lembro onde, que o GDF está no limite dos gastos com pessoal nesse ano, só tem alguma previsão de reajustes salariais para 2012, os gastos previstos para 2011 não dão para praticamente nada de reajustes....
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  #12  
Old Posted Sep 20, 2011, 12:33 PM
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Isso que eu já desconfiava, aonde estavam o caras pintadas da UNB nessa hora?
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  #13  
Old Posted Sep 20, 2011, 12:47 PM
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Isso que eu já desconfiava, aonde estavam o caras pintadas da UNB nessa hora?
Tanto os da UNB quanto os da UNE estão de lambuzando dos milhões de dinheiro público com o qual o governo compra suas consciências e seu silêncio diante do descalabro. De qualquer forma a UNE faz tempo que não presta para nada, a não ser administrar o monopólio da carteirinha de estudante.

Se alguém tem dúvida porque a UNE está tão quieta, que tal as notícias abaixo:

Governo libera verba milionária à UNE

o apagar das luzes, o governo Luiz Inácio Lula da Silva liberou a primeira parcela de R$ 30 milhões de um total de R$ 44,6 milhões de indenização à União Nacional dos Estudantes (UNE) como reparação pelos danos causados à entidade durante a ditadura militar (1964-1985).

O dinheiro caiu na conta da entidade na sexta-feira, depositada pela Comissão da Anistia, escalada para saldar a conta. Os R$ 14,6 milhões restantes entrarão no Orçamento de 2011.

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  #14  
Old Posted Sep 20, 2011, 1:11 PM
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Tanto os da UNB quanto os da UNE estão de lambuzando dos milhões de dinheiro público com o qual o governo compra suas consciências e seu silêncio diante do descalabro. De qualquer forma a UNE faz tempo que não presta para nada, a não ser administrar o monopólio da carteirinha de estudante.

Se alguém tem dúvida porque a UNE está tão quieta, que tal as notícias abaixo:

Governo libera verba milionária à UNE

o apagar das luzes, o governo Luiz Inácio Lula da Silva liberou a primeira parcela de R$ 30 milhões de um total de R$ 44,6 milhões de indenização à União Nacional dos Estudantes (UNE) como reparação pelos danos causados à entidade durante a ditadura militar (1964-1985).

O dinheiro caiu na conta da entidade na sexta-feira, depositada pela Comissão da Anistia, escalada para saldar a conta. Os R$ 14,6 milhões restantes entrarão no Orçamento de 2011.

Fonte
Sem falar que a grana arrecadada com as carteirinhas vai para o bolso do partido PC do B. E nem vamos comentar a grana, dinheiro público que será gasto com a construção da nova sede da UNE no Rio de Janeiro.
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  #15  
Old Posted Sep 20, 2011, 1:27 PM
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Seleto grupo de 22 servidores na Câmara recebe salário de R$ 24 mil



Pelo menos do ponto de vista dos salários, há na Câmara Legislativa uma Corte tal qual a de desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Vinte e dois servidores que atuam na Casa ganham como os juízes mais graduados do Judiciário local. Recebem R$ 24.117,62 cada, sem contar o auxílio-creche de R$ 700 e o tíquete-alimentação de R$ 695. Trata-se do valor máximo permitido para o funcionalismo no DF. É mais do que os 24 deputados ganham e chega a 90,25% do subsídio pago aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que recebem o teto constitucional de R$ 26,7 mil.

Para bancar os salários do grupo que conta com o privilégio de ter o contracheque no teto, é preciso uma bolada que sai dos cofres públicos de R$ 7,6 milhões ao ano. O orçamento total do Legislativo local é de R$ 202,2 milhões, quantia que atende a quase 1,8 mil servidores da Câmara. Os maiores salários da Casa são pagos a chefes de gabinete, de departamentos, assessores especiais e consultores. Dos 22 funcionários, seis foram requisitados de outros órgãos do poder público e 16 pertencem à carreira da própria Câmara Legislativa.

Os contracheques polpudos — que superam as remunerações dos distritais (R$ 21 mil) — são, na maioria das vezes, uma sobreposição de salários e gratificações. O acúmulo de funções, muitas vezes, ultrapassa os R$ 24,1 mil permitidos por lei. Mas, nesse caso, há um dispositivo legal que impede o pagamento de cifras superiores a essa quantia. Por isso, esses trabalhadores ficam com os contracheques glosados. Tudo o que ultrapassar o subteto constitucional é automaticamente devolvido aos cofres públicos. É o que ocorre com os abastados da Câmara Legislativa.

Os casos mais comuns de altos salários na Câmara são os de consultores, que já ganham bons salários de partida. O cargo exige nível superior e paga R$ 9,8 mil aos recém-aprovados em concursos públicos. No fim da carreira, esse valor pula para R$ 15,3 mil. Ao longo dos anos, os deputados aprovaram normas que permitiram aos servidores acumular gradativamente parte dos valores percebidos em funções aos salários, circunstância que ajudou a elevar os pagamentos de alguns funcionários. Em outros casos, como é a situação de um perito da Polícia Civil que foi requisitado para o Legislativo, ele já ganhava um alto salário no seu cargo de origem e a função na Casa só deu um empurrãozinho para o salário chegar ao topo do funcionalismo no DF.

Subteto
A legislação atual estabelece que o subteto para o funcionalismo local deve ser o subsídio dos desembargadores do TJDFT. Mas, antigamente, a comparação era feita com a remuneração do governador. Uma mudança na lei em 2005, no entanto, alterou essa regra (veja O que diz a lei), permitindo que a referência, em vez de ser o pagamento feito ao chefe do Executivo, fosse o salário dos desembargadores, que até o início do ano era mais alto que o do governador.

Este ano, no entanto, o governador Agnelo Queiroz (PT) aumentou o próprio salário para R$ 26 mil, bem próximo ao que recebe o ministro do Supremo. A alteração gerou a expectativa de alguns servidores da Câmara que ganham os R$ 24,1 mil de teto sobre a possibilidade de retomar a comparação com os salários do chefe do Executivo. Consultas informais foram feitas à assessoria jurídica, que alertou sobre a necessidade de mais uma alteração da lei, com edição de nova emenda. Uma mudança como essa provocaria um desgaste do tamanho dos salários dos servidores, motivo por que o movimento foi discreto.

Por meio da assessoria de imprensa, a Câmara informou que cumpre a legislação para lidar com os casos em que os salários de servidores somam quantias além do teto constitucional do DF. Nas situações em que os valores dessas remunerações ultrapassam os R$ 24,1 mil, é feito um corte no excedente, conhecido como abaixo teto. Segundo a assessoria, não há nenhum projeto em tramitação no sentido de alterar a lei que fixa o subteto do funcionalismo local com o salário dos desembargadores.

De olho no nepotismo
Terminado o prazo na sexta-feira para que os servidores da Câmara informassem se estão enquadrados em algum caso de nepotismo, a presidência da Casa fez um diagnóstico preliminar. A partir dos primeiros dados, foram detectadas, pelo menos, 50 situações de parentesco entre servidores comissionados. Dos 1.061 funcionários que tinham a obrigação de preencher o questionário sobre nepotismo, 680 responderam ao relatório, o que equivale a 57% do total. Quase a metade, no entanto, ignorou a determinação. Esses servidores, segundo a assessoria de Comunicação da Câmara, terão suas condições investigadas pela direção da Casa, que fará um cruzamento de dados para descobrir se há irregularidade. Nos próximos 30 dias, os cadastros entregues vão passar por uma conferência. Se houver comprovação de que houve má-fé na prestação de informações, os servidores responsáveis podem receber punição administrativa e até financeira.

O que diz a lei
Editada em 2003, a emenda à Constituição Federal nº 41 disciplinou o valor máximo que poderia ser pago ao funcionalismo público no país, questão discutida desde 1988. O teto fixado foi o dos subsídios de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A mesma legislação criou — por pressão dos governadores à época — o subteto para os estados. O texto dizia que a remuneração de servidores do Executivo não poderia ultrapassar os salários do governador. Também foi criado um subteto para os poderes Legislativo e Judiciário.

Dois anos depois, no entanto, em 2005, uma nova emenda flexibilizou essa regra para o cálculo do teto local. Na ocasião, passou a ser permitido que se adotasse nos estados um único subsídio como subteto nos estados. Dessa forma, o artigo 19, inciso 10 da Lei Orgânica foi alterado pela emenda nº 46, de 2006, e adotou a remuneração de desembargadores do Tribunal de Justiça do DF e Territórios como teto único para os servidores do Distrito Federal. Também foi editada a Lei Distrital nº 3.894, de 12 de julho de 2006, que reproduz a disposição do artigo 19 da Lei Orgânica.

Essa é a regra que justifica salários de até R$ 24.117,62 para servidores públicos no DF. No início deste ano, quando o governador Agnelo Queiroz (PT) assumiu o mandato, determinou, por meio de um decreto, que o salário do chefe do Executivo passasse a R$ 26.055,05, bem próximo aos R$ 26,7 mil que ganham os ministros do Supremo. Para os demais servidores, no entanto, permanece o subteto limitado aos subsídios dos desembargadores.

















http://www.correiobraziliense.com.br...r-24-mil.shtml
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  #16  
Old Posted Sep 20, 2011, 3:55 PM
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GDF discute projetos de melhorias para o transporte público

Governador leva ao Ministro dos Transportes projetos de melhorias como via ferroviária




O governador Agnelo Queiroz participou na tarde desta segunda-feira (19/09) de reunião com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, para discutir a possibilidade da implantação de trens de ligação entre o estado de Goiás e o Distrito Federal. No encontro, que aconteceu no Ministério, foram avaliadas as possibilidades de estudos sobre o transporte interestadual, como a construção de BRTs (Bus Rapid Transit, ou ônibus de trânsito rápido).

O secretário de Transporte, José Walter Vazquez, que também participou do encontro, lembrou que as obras terão um impacto muito grande no sistema urbano de Brasília, mas que a competência para legislar e fazer estudos sobre o transporte interestadual é do governo federal. “Por isso estamos fazendo convênios. Para o trem, serão R$ 900 mil do GDF e mais R$ 3,9 milhões do governo federal. A partir daí teremos um projeto básico para a licitação”, adiantou. O projeto faz parte do Plano de Aceleração do Crescimento do Entorno e há a previsão de estações de integração no metrô do Guará e no terminal da Rodoferroviária.

Já para a Saída Norte, que também esteve na pauta da reunião, a licitação de um corredor verde está prevista até o final de setembro, com obra concluída, ainda segundo o secretário de Transporte, até 2015. Para o trecho, que faz parte do Plano Diretor de Transporte Urbano e Mobilidade (PDTU), são esperados financiamentos internacionais, via Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) ou Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).

“A saída norte terá um impacto muito grande no sistema de transporte de Planaltina de Goiás e Formosa. E por ser em uma rodovia federal precisa de uma articulação do governo federal para o projeto e também a gestão. O trecho em estudo é do Plano Piloto até Planaltina do Distrito Federal. Esperamos que esta obra esteja pronta até 2015”, completou José Walter Vazquez, reforçando que nenhuma das obras fazem parte do projeto de mobilidade urbana para a Copa do Mundo.

Também participaram do encontro o secretário de Obras, Oto Silvério Júnior, e o sub-secretário de Captação de Recursos, Genésio Vicente.






http://maisbrasilia.com/mb2011/notic...p%FAblico.html
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  #17  
Old Posted Sep 20, 2011, 4:24 PM
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Finalmente vão pensar em uso de trens na cidade, se bem que poderia expandir a via até Planaltina GO e Formosa GO.
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  #18  
Old Posted Sep 20, 2011, 6:19 PM
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Fala Pesquisa !!!

Muito bom poder acompanhar seus furos.
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  #19  
Old Posted Sep 20, 2011, 8:34 PM
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Fala Pesquisa !!!

Muito bom poder acompanhar seus furos.
Como assim meus furos....
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  #20  
Old Posted Sep 20, 2011, 9:48 PM
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