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  #1  
Old Posted Nov 6, 2011, 3:31 PM
emblazius emblazius is offline
Flamenguista
 
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Setor Jockey Club Brasília - Especulações sobre seu futuro

Prezados,

Tendo em vista a excelente localização e tamanho do Jockey Club Brasília, abri este thread para que possamos centralizar as informações, notícias, debates, proposições e elocubrações sobre este importante terreno de Brasília
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  #2  
Old Posted Nov 6, 2011, 3:37 PM
emblazius emblazius is offline
Flamenguista
 
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Disputada na Justiça, área nobre é pivô de uma briga de R$14,7 bilhões

Lilian Tahan
Publicação: 06/11/2011 07:25 Atualização: 06/11/2011 07:34


Ao lado do prédio onde era a sede do Jockey, estão os contêineres de uma empresa que funciona no local e aluga os equipamentos


A 10 quilômetros da rodoviária de Brasília, um terreno equivalente a 30 superquadras do Plano Piloto, vizinho a Vicente Pires e com acesso pela EPTG ou pela Estrutural, é explorado por empresários e famílias que aproveitam uma pendência na Justiça para usufruir de área nobre e bem localizada, onde até a água e a luz ficam penduradas na conta do governo. No espaço de 210 hectares — ou 2,1 milhões de metros quadrados —, funcionava o antigo Jockey Club de Brasília. A sociedade acabou há mais de  uma década, a propriedade do lote — uma doação oficial — voltou para o governo em 2004, mas até hoje a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) não conseguiu reaver a posse do lugar. Enquanto isso, pagando preço de banana, alguns poucos privilegiados conseguem manter negócios em uma terra que vale ouro. Se for transformado em um bairro residencial, por exemplo, o terreno pode movimentar estimados R$ 14,7 bilhões em negócios.

Visto do alto, o descampado onde era o Jockey parece uma área perdida no tempo em uma cidade que precisou expandir-se exponencialmente — na última década, a população do DF aumentou em 600 mil pessoas. A gleba que alterna terra batida  com mato alto, além de poucas construções decadentes, contrasta com o amontoado de casas de Vicente Pires e da Estrutural, vizinhas ao lote onde era o antigo clube. Aparentemente ocioso, o espaço, no entanto, virou sede de pelo menos quatro negócios que, segundo sustenta a Terracap na Justiça, funcionariam clandestinamente.


As baias instaladas na área são fonte de renda dos tratadores de cavalos


Na propriedade em litígio atua uma importadora de pneus, uma cooperativa que faz a matéria-prima para mangueiras, além de uma firma que aluga contêineres. Não é só. Tratadores de cavalos remanescentes da época em que o clube foi criado para sediar corridas ainda nas décadas de 1960 e 1970 moram até hoje no local. Esses cuidadores se instalaram no lugar, construíram suas residências, se casaram e tiveram filhos. Muitos deles permanecem na área. Trinta e seis famílias vivem do aluguel de baias para abrigar animais de empresários, funcionários públicos e até de policiais militares, que também se aproveitam das pendengas judiciais para pagar uma pechincha pelos serviços.

A Atlântico Sul Pneus é uma das empresas com endereço no Jockey. Em funcionamento desde 2007, a firma aluga o prédio que era usado pela administração do clube, logo atrás da arquibancada de onde os apreciadores de corrida assistiam às competições. O lugar, um edifício azul desbotado de pé-direito alto, reúne os escritórios da importadora e também o galpão de mil metros quadrados, onde são estocados os pneus.

O depósito foi um achado. Os donos da firma pagam apenas 60% do valor de mercado, oportunidade que encontraram anunciada em jornal. “Quando a gente decidiu montar o negócio, o aluguel no Jockey era imbatível. Não sabia que tinha essa briga na Justiça. Aí, quando veio a Terracap querendo o lugar, a gente começou a tentar um lote no Pró-DF. Conseguimos e daqui a um tempo vamos nos mudar para lá”, explicou Anna Câmara, uma das sócias da importadora.

Ao lado da Atlântico Sul Pneus funciona a Contenge Engenharia Locações, que usa parte do terreno do Jockey para recauchutar contêineres que a empresa aluga. No dia em que a reportagem esteve no endereço, dois funcionários da empresa lavavam as estruturas metálicas, que estavam dispostas a céu aberto. Ao lado, um grupo de uma cooperativa da Estrutural se dividia na reciclagem de lixo usado para fazer mangueira. Ali, o material que chega em carretas é separado e processado em caldeiras fumegantes para a reprodução da borracha.

Briga
Os empreendedores que exploram o local se negaram a dizer quanto pagam para funcionar no terreno do Jockey. Mas tanto os representantes da Atlântico Sul quanto integrantes da cooperativa confirmaram que os valores são repassados a Fernando Mattos, veterinário que briga na Justiça pela posse da terra. Um dos sócios do antigo clube, ele é quem administra os negócios arrendados em área pública, como consta no registro em cartório. Representantes da Contenge não quiseram falar sobre o assunto.

Em 2002, uma decisão da 6ª Vara de Fazenda Pública do DF revogou a doação do terreno ao Jockey por descumprimento de contrato. Na época, o juiz Esdras Neves de Almeida considerou que, pela “acurada análise do feito, tem-se como inequívoco o descumprimento pelo réu dos encargos a que livremente se submeteu quando da doação do bem”. Esdras referia-se à acusação da Terracap, que naquela época denunciou o Jockey por fracionar a área em oito unidades imobiliárias e arrendá-las, o que configura desvio de finalidade, segundo as obrigações contratuais.

O Jockey recorreu da decisão e em 2004 o TJ negou o recurso de apelação do clube, confirmando o ganho da causa à Terracap. Em segunda instância, o tribunal negou embargo declaratório proposto pelo Jockey e manteve, por unanimidade, a decisão que prevê a devolução do terreno à estatal. Em maio de 2009, quando o governo se preparava para fazer uma operação de desocupação da área, o veterinário Fernando Mattos conseguiu uma liminar da 5ª Turma Cível do TJ permitindo que ele permanecesse no lugar até que houvesse uma decisão de mérito sobre a posse do terreno.

Análise da notícia - Mais um exemplo
O uso irregular de terras públicas atravessa a história do DF, onde pelo menos um terço dos domicílios está construído em áreas ocupadas ilegalmente. O caso do Jockey Club é mais um exemplo desse absurdo que virou rotina. A área é pública, mas empresas privadas pagam aluguéis mais baratos e pessoas exploram diversas atividades sem nem sequer bancar a água e a luz consumidas. Ou seja, há gente ganhando dinheiro à custa do erário. Leia-se: à custa da sociedade. Essa realidade precisa mudar. Não só no Jockey, que é apenas um dos inúmeros exemplos desse tipo de irregularidade. É passada a hora de o Estado e a Justiça resolverem essa questão.

Fonte
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  #3  
Old Posted Nov 6, 2011, 5:04 PM
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Quem quer apostar, que quando forem retirar essas famílias de lá vai aparecer varios estudantes da UNB dizendo, são só carroceiros, pobres e sem tetos, Digam não a remoção!!!!
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  #4  
Old Posted Nov 6, 2011, 10:10 PM
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Eu já ouvi dizer que caso Brasília seja escolhida para sediar a Universíade, seria construída na área do jockey a os apartamentos para os atletas...É esperar pra ver o que vai rolar por lá.Mas acho que ainda tem que investir muito na EPTG e na Estrutural porque com um novo setor e novos empreendimentos em AC,Taguá,Samambaia e Ceilândia esse duas vias vão parar de vez.
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  #5  
Old Posted Nov 8, 2011, 12:39 PM
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GDF pretende retomar área do Jockey Club por meio de conciliação judicial



Dividido em seis tópicos e 26 subitens, um estudo conduzido pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano especifica em detalhes como será a área do antigo Jockey Club de Brasília. Hoje, o terreno de 268 hectares é tema de disputa na Justiça entre a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) e ex-sócios do clube, que exploram o lugar enquanto não há uma solução definitiva. Na tentativa de acelerar o processo de resgate da posse do lote — equivalente a, pelo menos, 30 superquadras do Plano Piloto —, o governo vai buscar uma conciliação com os atuais ocupantes. O fim do litígio abre caminho para o andamento do projeto habitacional que prevê, na região praticamente inóspita, a construção de 16 quadras residenciais com prédios de três a seis andares e 12 comerciais, além de escola, posto de saúde e parques, espaço com capacidade para abrigar até 150 mil pessoas.

Em reportagem publicada no último domingo, o Correio mostrou que a gleba onde funcionou o Jockey está ocupada por, pelo menos, três empresas inquilinas de um ex-sócio do clube, que reclama na Justiça a posse da terra. No lugar, atuam uma importadora de pneus, uma cooperativa que fabrica matéria-prima para mangueiras e uma firma que aluga contêineres. Os empresários pagam apenas 60% do valor de mercado para desenvolver as atividades em área pública.

Além disso, atuam no local tratadores de cavalos, remanescentes da época em que o clube foi criado para abrigar corridas na década de 1960. Esses cuidadores moram em casas que têm como quintal as baias onde ficam os animais de empresários, de funcionários públicos e de policiais militares. Para deixar os bichos na área, essas pessoas pagam módicos R$ 150 ao mês. O valor é bem abaixo de outras alternativas, como a Granja do Torto, onde os aluguéis chegam a R$ 1 mil. Mas o preço barato praticado no Jockey tem um motivo que sobrecarrega, primeiro, o bolso do governo e, de quebra, o dos contribuintes. Até as contas de água e de luz são bancadas pelo GDF.




Atualmente, três empresas e 36 famílias ocupam o lugar: aluguel barato e contas de luz e água por conta do Executivo local



A Terracap sustenta que a manutenção de negócios em uma terra em litígio é ilegal, embora exista uma liminar garantindo a permanência do veterinário Fernando Mattos na área até que haja uma sentença definitiva. Em 2002, uma decisão da Justiça confirmou a tese de ilegalidade no parcelamento e arrendamento do terreno. Dois anos depois, o governo pode retomar a propriedade da gleba, mas ainda luta pela posse.

Para evitar que o caso se prolongue indefinidamente nos tribunais e atrase o projeto de construir no lugar um novo bairro residencial, a Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano decidiu que vai tentar uma conciliação com os ocupantes do terreno. “Vamos nos pautar pelo convênio entre o Executivo e a Justiça assinado há 15 dias para acelerar pendências judiciais e tentar um acordo. Não há dúvida de que a área é do governo, mas essas pendências longas atrapalham o desenvolvimento da cidade, por isso a lógica será buscar a conciliação”, disse o secretário da pasta Geraldo Magela.

Na opinião do urbanista e consultor internacional Jorge Francisconi, a iniciativa oficial é válida. “Trata-se de mais um caso de apropriação indevida de terra pública para uso particular. Mesmo assim, um acordo é melhor que o litígio, com duração, em média, de 20 anos. Os beneficiados serão os moradores da cidade”, acredita o especialista. Uma das exigências feitas pelo veterinário são os R$ 800 mil que ele diz ter aplicado em benfeitorias no antigo Jockey. Outra pendência é a remoção de 36 famílias que moram no local. É possível que o governo ofereça uma área menor para os treinadores manterem as atividades.






http://correiobraziliense.lugarcerto...judicial.shtml
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  #6  
Old Posted Nov 8, 2011, 8:27 PM
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Ganha uma caixa de Mabel e uma garrafa de fanta uva quem arranjar o projeto de urbanização que estão estudando para o Jockey Club....
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  #7  
Old Posted Nov 8, 2011, 8:49 PM
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Não faça promessasEu vou cobrar os biscoitos e a fanta, se eu achar o tal projeto
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  #8  
Old Posted Nov 8, 2011, 10:18 PM
Espartano_bsb Espartano_bsb is offline
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Pelo menos estão falando em prédios de três a seis andares... Só de pensar que uns anos atrás falavam em futura Águas Claras!
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  #9  
Old Posted Nov 9, 2011, 8:47 PM
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Eu acho sensato que mesmos os prédios de 3 andares venham com garagens, e acabar com esse papo que o povo de classe C não tem carro.
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  #10  
Old Posted Jul 25, 2012, 6:15 PM
Welinton Gois Welinton Gois is offline
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Local fantástico... espero que apresentem o melhor projeto para a cidade/bairro.
É a última área a ser ocupada naquela região.
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  #11  
Old Posted Jul 25, 2012, 6:27 PM
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No governo Arruda estavam elaborando um projeto urbanístico para o bairro, dai veio a crise do governo arruda e??? parece que deixaram de lado, e esse atual governo parece que não tem muito interesse em dar continuidade com o projeto ao menos por enquanto...
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  #12  
Old Posted Jul 25, 2012, 9:07 PM
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O tal setor Jóquei Clube enfrentará dois problemas juridicos para sua ocupação, além da questão da propriedade, me lembro que na época o MP entrou com uma ação para parar o projeto exigindo que o GDF paresenta-se uma solução para a situação da EPTG e da Estrutural que se econtravam sobre carregadas.

Vejo o mesmo problema agora, qualquer estudo de impacto vai mostrar que as vias que dão acesso ao Jóquei Clube estão sobrecarregadas e a situação só iria piorar com a instalação de mais este setor.

Ou o tranporte publico melhora muito, ou se cria uma terceira opção (será a lendaria interbairros??) ou o setor vai esbarrar na mesma questão de acesso viario.
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  #13  
Old Posted Feb 3, 2013, 12:12 PM
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Um possível projeto para o Jockey que o pesquisador postou lá em projetos

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Universíade de Verão
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Área total construída : 359.220,00m²
Vila Olímpica com 2500 unidades residenciais, centro esportivo composto por 21 quadras, 04 piscinas, centro policlínico, centro de convenções e imprensa, centro de logística e transporte, Praça das Bandeiras com centro comercial, restaurantes e Welcome Center
Cliente: Confederação Brasileira de Desporto Universitário - CBDU











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  #14  
Old Posted Aug 8, 2013, 5:26 PM
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É... Acho que alguém está devendo a Fanta Uva e os biscoitos, hahahaha.
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  #15  
Old Posted Feb 3, 2014, 12:06 AM
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E ai, alguma novidade a respeito....
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  #16  
Old Posted Feb 3, 2014, 2:10 PM
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É... Acho que alguém está devendo a Fanta Uva e os biscoitos, hahahaha.
Tem que vir buscar no local.....
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  #17  
Old Posted Aug 22, 2014, 8:52 PM
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pesquisadorbrazil pesquisadorbrazil is offline
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Voltando as especulações do lugar...

Somente Agnelo fala a respeito do lugar, os demais candidatos não fala nada. Então pelo visto, a Olimpiada de 2019 não é importante para Brasília para os candidatos, então como eu previ, não irão cumprir os atuais contratos. E isso não é terrorismo, é REALIDADE.
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  #18  
Old Posted Aug 23, 2014, 11:22 PM
salengasss salengasss is offline
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Não estou vendo o Agnelo falar nada sobre o Jockey
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  #19  
Old Posted Aug 23, 2014, 11:26 PM
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Originally Posted by salengasss View Post
Não estou vendo o Agnelo falar nada sobre o Jockey
Claro que ele não vai falar, não vai ser eleito. Como prometer algo, se não vai ser eleito? E como os outros candidatos mentirosos prometeram cumprir os contratos, eu estou pagando para ver o discurso da posse.

Ahhhh não temos dinheiro para saúde, educação, segurança e mobilidade, portanto, vamos cancelar a candidatura de Brasília para os futuros mega eventos, como:

2016 Olimpiadas, 2019 Olimpiadas Universidade entre outras. Vai ganhar aplausos e a aprovação vai nas alturas, mas o desemprego vai também nas alturas.
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  #20  
Old Posted Aug 23, 2014, 11:30 PM
salengasss salengasss is offline
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Por ser caladão, incompetentesão e bobão, vai perder. Bem feito!
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