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  #1  
Old Posted Sep 18, 2011, 10:02 PM
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Comércio e Serviços no Distrito Federal - Movimentações no Setor

Espaço destinado a informações do setor de Comércio e Serviços no Distrito Federal e Região Metropolitana
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  #2  
Old Posted Sep 18, 2011, 10:13 PM
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Do Rio para o mundo
A ideia de exportar o modelo de "botequim carioca" para o resto do Brasil leva a desdobramentos. O Botequim Informal, que se autodenomina um "pé limpo", contratou a consultoria paulista de negócios Vecchi & Ancona para formatar o Informalzinho.

Eles querem que o modelo de franquia de um botequim pequenininho e adaptável seja lançado em Brasília, em Minas e em São Paulo, com abertura de 12 unidades desse "filhote" da rede nos próximos dois anos, diz Mariano Ferreira, um dos sócios do Informal.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/887231/blue-chip

Last edited by pesquisadorbrazil; Sep 27, 2011 at 3:37 PM.
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  #3  
Old Posted Sep 18, 2011, 10:14 PM
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Seletti, rede especializada em alimentação rápida saudável, fechará o ano com seis lojas. Para 2010, o projeto é chegar a 20, com expansão focada em franquias
Alface e além. Com a crise econômica diminuindo o movimento nos restaurantes mais sofisticados, as redes de fast-food estão aproveitando para ganhar terreno. "Os restaurantes sentiram a crise e nós notamos uma migração deste público para as praças de alimentação", diz Luis Felipe Campos, idealizador e proprietário da Seletti, rede especializada em alimentação rápida saudável, que abriu sua primeira unidade em 2007, no shopping Villa-Lobos. Até então, a Seletti só trabalhou com estabelecimentos próprios. A rede conta, atualmente, com quatro restaurantes - todos em shoppings, em São Paulo, além de um quiosque na academia Tem Esporte, de São Bernardo. Até o final de novembro, inaugura unidades no shopping Vila Olímpia e Metrô Santa Cruz. A partir daí, começa a franquear sua marca. "Espero, até o final do ano, fechar três ou quatro contratos de franquias."

Alface I. Somente na inauguração do restaurante do Vila Olímpia, a empresa investiu R$ 500 mil. Para este ano, o Seletti projeta faturamento em torno de R$ 4,5 milhões - um crescimento de 80%, em relação a 2008. A partir de 2010, a rede parte para outras cidades, como Brasília, Recife, Salvador, Rio de Janeiro e Campinas. Nas duas últimas, planeja ter unidades próprias, "por serem cidades próximas a São Paulo". "A ideia é chegar a 20 restaurantes, em 2010", diz Campos, que estudou hotelaria na Suiça e foi sócio das redes Spoleto e Le Chef Express.

Alface II. A aposta de Campos, é claro, é na popularização de hábitos alimentares mais saudáveis. "Isto não é modismo, é uma tendência de comportamento." Nos restaurantes Seletti, por exemplo, não entram frituras. Tudo é grelhado ou assado. "Utilizamos sal marinho, muito azeite e óleo de canola, que são melhores para saúde." Ainda assim, diz Campos, o cardápio vai além do suquinho e da salada: tem várias opções de carnes grelhadas, legumes, grãos e até uma linha de "yoshakes" (shakes à base de iogurte), de "wraps" (sanduíches enrolados) e de sobremesas. O ticket médio é de R$ 18 e os pratos são montados ao gosto do freguês. "Também temos opções vegetarianas, com dois sabores de hambúrgueres."

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/787307/blue-chip

Last edited by pesquisadorbrazil; Sep 27, 2011 at 3:37 PM.
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  #4  
Old Posted Sep 18, 2011, 10:15 PM
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O A-Life, private equity brasileiro com foco em entretenimento, entra nas casas noturnas Kiss & Fly e Buddha Bar e na rede de bares Eu, Tu, Eles
Quinhão do rústico-chic . Uma tina em forma de meia- lua de gelo com cervejas e champanhes para os clientes se servirem à vontade. Com propostas como essa, o bar Eu, Tu, Eles, que abre em maio em São Paulo, pretende agradar bem-nascidos que gostam de despojamento. O conceito da casa é do trio Tarcísio e Marcelo Mello (Porto Luna e Gardênia) e Armando Lara Nogueira (ex-Disco), mas 40% do capital aportado é do A-Life, o primeiro private equity de entretenimento criado no Brasil, como se definem.

"Esse é um setor que cresce 50% ao ano no país. No nosso modelo entramos para cuidar de tudo do balcão para dentro de casas noturnas, restaurantes e bares. São empreendimentos focados no público AA e com identidade bem definida", explica Gustavo Araújo, presidente e sócio do A-Life, que tem no núcleo de gestão moços de até 30 anos. Os demais membros são Alessandro de Ávila, Pedro Silveira e Rachid Sader. Criado em dezembro, o fundo tem 25% de capital suíço-americano. Na carteira já conta com participação de 10% na casa noturna Kiss & Fly e 10% no Buddha Bar, em São Paulo, e 40% do Eu, Tu, Eles. Nos próximos seis meses já tem comprometidos R$ 10 milhões em três projetos que Araújo ainda não revela as bandeiras: um club nova-iorquino com restaurante e deck numa praia da zona sul carioca; um louge-bar em Florianópolis; e um restaurante de alta gastronomia de um chef italiano três estrelas Michelin, em São Paulo. "Nesses negócios, por enquanto, somos minoritários, mas a estratégia para os próximos é sermos sempre majoritários. Nossa capacidade de investimento só depende de projetos alinhados com nossa proposta." Um dos sócios, por exemplo, viaja pela Europa e Estados Unidos prospectando negócios. "Já estamos em conversa com um chef francês com casas pelo mundo."

Quinhão I. O Eu, Tu, Eles foi criado para ser um modelo replicável. "O projeto é ter unidades nas principais capitais num prazo de quatro anos." A primeira vai funcionar na esquina das avenidas Faria Lima com Cidade Jardim e vai consumir R$ 3,5 milhões. A próxima será aberta ainda este ano no Brooklin ou Moema. "Em 2011 inauguramos no Rio e Beagá, e na sequência Brasília, Porto Alegre e Curitiba." Pelo projeto arquitetônico, a casa tem aspecto rústico com parede de taipa, forno à lenha para fazer pizza de burrata e grelha para churrasco. "A classe A acredita que o chic é ser simples. Não quer formalidade, mas exige cozinha e serviços impecáveis."

Quinhão II. Para Araújo, restaurantes e bares têm vida curta no país por problemas de administração. "No A-Life só entramos em negócios em que participamos da gestão. Isso significa ter um controller verificando todos os processos e medindo a qualidade das casas todos os dias." Outro problema, o alto turn over da categoria, ele acredita resolver com um sistema de remuneração proporcional ao desempenho. "Nossos garçons são cast members." No Brasil, diz ele, os talentos que saem da faculdade não enxergam no entretenimento uma área de atuação interessante. "Por isso, criamos um plano de carreiras e uma remuneração agressiva para atrair gente talentosa para nossas casas, como a Disney e Las Vegas fazem."

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/820583/blue-chip

Last edited by pesquisadorbrazil; Sep 27, 2011 at 3:38 PM.
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  #5  
Old Posted Sep 18, 2011, 10:17 PM
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Prato único, francês notívago e "tapas top"
Por Por Maria da Paz Trefaut, de São Paulo

Um restaurante com a grife Joël Robuchon, uma casa de tapas chique com a assinatura do espanhol Sergi Arola e um descontraído bistrô de prato único são termômetros da ferveção paulistana neste final de ano. As três casas, inspiradas em conceitos e grifes internacionais de restaurantes, mostram que São Paulo, pelo menos em tese, continua um bom destino em tempos de crise.

Inaugurado em julho, o bistrô L´Entrecôte de Ma Tante teve um sucesso tão inesperado que antecipou os planos de expansão do grupo: a segunda unidade, no shopping Morumbi, deve entrar em funcionamento logo mais, entre dezembro e janeiro. A casa paulistana, inspirada na filosofia parisiense do Le Relais de Venise e do Relais de l´Entrecôte, já nasceu com o intuito de ser reproduzida em outras praças.

O conceito, dizem os cinco sócios, só poderia ser viável no Brasil dos últimos quinze anos, de economia estável e gastronomia em alta. É um bistrô com menu único por R$ 37, que inclui pão, salada verde, contra-filé com molho e fritas. Para os vegetarianos, além da salada, há apenas uma tábua de queijos e uma vasta lista de sobremesas.

O L´Entrecôte de Ma Tante - "O contrafilé da minha tia", na tradução literal - resulta da pesquisa de um grupo de empresários, alguns ligados à gastronomia outros não, que constatou a inexistência no país de restaurantes com prato único. Para desenvolver a receita, entrou na jogada o padeiro francês Olivier Anquier, cuja tia Nicole, de 72 anos, era detentora do "secret de famille" de um saboroso molho de contrafilé.

A opção por um prato só veio também da constatação que a maioria das pessoas frequenta mais ou menos os mesmos restaurantes e acaba por pedir sempre a mesma coisa. Claro que um cardápio mais enxuto facilita a reprodução de um modelo, mas "embora seja aparentemente uma operação mais simples, há grande risco, já que não há outra opção", diz Anquier.

Além da qualidade dos ingredientes - carne bonsmara e batatas sempre frescas provenientes de fornecedores fixos - a identidade visual do L´Entrecote também foi pensada para ser reproduzida. O símbolo é um patchwork de ladrilhos hidráulicos criado pelo arquiteto David Bastos, que deve estar em até onze casas ao longo dos próximos cinco ou seis anos. "Não queremos banalizar o conceito, mas há espaço em várias cidades: a próxima deve ser Brasília. Também não pretendemos ser uma rede de shopping, nossa proposta é fortalecer as ruas", adianta Edson D´Aguano, responsável pelo planejamento estratégico.

Inaugurado há mais de vinte dias, o L´Atelier destina-se a um público infinitamente mais abonado. Mesmo assim é quase três vezes mais barato do que a casa parisiense, criada em 2003 pelo chef Joël Robuchon, onde o tíquete médio fica entre 180 e 200. Aqui um jantar sai por volta de R$ 180, com um peso significativo na carta de vinhos, quase sem opções abaixo de R$ 130.

A cozinha está a cargo do francês Guillaume Mautalent, que foi sub-chef e chef de pâtisserie da matriz francesa durante cinco anos. Impressionado com a qualidade das frutas brasileiras e com a instabilidade na oferta de produtos, ele foi responsável pela adaptação do cardápio. Mas se há aqui a reprodução de vários pratos, o conceito do restaurante é outro. Em Paris, o L´Atelier tem 36 lugares em torno de um balcão. Aqui tem 60, mas quase todos em mesas: o balcão é mínimo. "Imagina no Brasil você cobrar R$ 500 para uma pessoa comer no balcão. É impensável", diz o empresário Luigi Cardoso, que trouxe a ideia para cá.

O ambiente, dominado pelas cores vermelho e negro, marca da decoração do L´Atelier nas outras cidades em que foi montado - Las Vegas, Londres, Nova York e Tóquio - é mais notívago na versão paulista. A aposta é atrair público jovem para o imenso bar, que fica logo na entrada. Por isso, a iluminação escura, no estilo casa noturna. "Nosso desejo era um lugar com um bar e boa comida, de tendência contemporânea", explica Luigi, estreante na gastronomia e ex-dono do Museum, espécie de dinning club e lounge com clima de balada.

No dia 3 de novembro será a vez do Arola-Vintetres abrir as portas no Hotel Tivoli-Mofarrej. A casa segue o conceito mais informal dos empreendimentos do espanhol Sergi Arola, que fez seu nome na alta gastronomia. A exemplo das que já existem em Madrid, Barcelona e Lisboa, terá tapas e pratos despretensiosos no cardápio. "Muitos brasileiros vão aos meus restaurantes na Espanha. Acho que São Paulo, por sua vida cultural e social e por sua relevância em termos mundiais, é o melhor lugar para iniciar o desenvolvimento e a consolidação desse tipo de cozinha na América Latina", diz Arola, que adora o Brasil e mantém relações de amizade com Alex Atala e Flávia Quaresma.

Para o Tivoli, a escolha de Arola segue a política dos outros hotéis da rede de não fazer o típico restaurante de hotel e sim uma casa que seja um atrativo e uma referência na cidade. "Conversamos com muita gente e decidimos trazer o conceito do Arola, que tem uma cara nova e uma comida para ser compartilhada", adianta Bernard Mercier, diretor para o Brasil do grupo Tivoli Hotel & Resorts.

Embora no restaurante esteja prevista uma adega com 600 rótulos, a ideia é que as pessoas possam ir ali apenas para tomar um drinque, desfrutar a vista de São Paulo e não sejam obrigadas a jantar. Segundo Mercier, "não é um restaurante para ir uma vez por ano, no aniversário. É para ir uma vez por semana. Claro que é elitista. Os preços não são de McDonald´s, mas também não é o caso de vender o carro."

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/7878...go-e-tapas-top

Last edited by pesquisadorbrazil; May 31, 2013 at 6:17 AM.
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  #6  
Old Posted Sep 18, 2011, 10:18 PM
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Ida Frank, de ativista nos anos 70 a "restauranter"
Por Maria da Paz Trefaut | De São Paulo

Ela nunca foi companheira de Dilma Rousseff, embora seja da mesma geração e também tenha sido presa e torturada. Já nos idos dos anos 1970, Ida Maria Frank não acreditava na luta armada como estratégia de resistência. Mais ligada aos movimentos sociais da igreja, deixou a política por um amor e, em Paris, descobriu o gosto pela gastronomia. Hoje é uma empresária do setor de restaurantes, sócia de quatro casas em São Paulo e prepara-se para estender seus domínios a Brasília e ao Rio. Seu empreendimento mais recente, o St. Honoré, misto de bistrô e pâtisserie, abriu as portas há poucas semanas no bairro paulistano do Itaim, corredor gastronômico da cidade.

Depois de alguns equívocos, Ida marcou seu primeiro gol quando se associou ao chef Paulo Barros para fazer o Due Cuochi, premiada casa de cozinha italiana. "No começo eu não tinha a menor noção do que era administrar um restaurante, era totalmente amadora", lembra. Em sete anos aprendeu a transitar na área com desenvoltura. E gosta de dizer que a militância de esquerda do passado a ajudou a ser a empresária que é.
"Procuro ser justa mesmo sabendo que estou numa situação de classe oposta. Estou convencida de que a modernização das relações pode chegar a uma convivência democrática." Em suas empresas, assegura, os funcionários têm tudo o que a legislação determina, ainda que as normas trabalhistas referentes aos empregados de bares e restaurantes "seja velha, obsoleta e precise ser revista".

Ela acredita, porém, que os empregados são viciados nessa legislação e trabalham "pensando em colocar o patrão no pau". Para ilustrar, conta que tem uma cliente no Due Cuochi que é advogada e frequenta o restaurante distribuindo cartões para seus funcionários. "Esses advogados fazem o empregado pleitear até R$ 100 mil para conseguir uns R$ 8 mil. O que vier é lucro."

Pães feitos por Amanda Lopes, pâtissière que é sócia de Ida no St. Honoré
O radicalismo, ela deixou para trás em consequência da idade - não apenas cronológica, mas pela experiência e amadurecimento. Sua história política começou na Ação Popular (AP), de onde migrou para o Movimento Popular de Libertação (MPL). Se hoje se define como centro-esquerda, mantém o orgulho por ter sido participante de uma geração "que queria mudar o Brasil e transformar as relações sociais".

Formada em sociologia pela Universidade Federal da Bahia e descendente de suíços, Ida morou muitos anos em Paris. Primeiro, como exilada, ficou dois anos, na década de 1970. Depois, voltou para cá com a tarefa política de participar da alfabetização de adultos, em Nova Iguaçu, subúrbio do Rio, num trabalho de base coordenado pelo bispo Adriano Hipólito. Aí foi presa e passou "longos 28 dias entre o DOI-Codi do Rio, o Quartel de São Cristóvão e um quartel em Petrópolis". Ao ser julgada foi absolvida.

Anos mais tarde, já vereadora pelo PMDB e presidente do Conselho da Condição Feminina, de São Paulo, passou por Paris para rever velhos colegas de resistência. O reencontro com um "companheiro" do passado terminou em romance. Ela, então, largou tudo e voltou à capital francesa por mais 11 anos: casou, enviuvou e continuou sozinha até sentir que era hora de retornar. Na segunda temporada, aprendeu francês nos marchés, conversando com o peixeiro, o fornecedor de carne, o senhor da queijaria.
Tinha tempo de sobra e cozinhava muito em casa. O marido, grande incentivador, dizia que o melhor restaurante de Paris era o "146, boulevard du Montparnasse", onde viviam. Ida chegou a pensar abrir um restaurante brasileiro lá, mas achou mais prudente trabalhar com exportação de produtos franceses para o Brasil. Nesse meio tempo, participou de cursos no Lenôtre e abriu, em parceria com um francês, seu primeiro restaurante em São Paulo, o Le Toulouse, que não deu certo.

Os acertos vieram mais tarde. Primeiro com o Due Cuochi, que tem duas unidades em São Paulo - abre em Brasília até o fim do ano e no Rio em 2012. Depois, com o Le Marais, restaurante francês criado também em parceria com Paulo Barros, mas que atualmente é dela e do chef Wagner Resende. Nos planos de expansão do Marais há uma nova unidade em São Paulo num shopping de alto luxo a ser construído pela JHSF.
"Com o Due Cuochi aprendi que é muito bom ter uma filial: uma casa estimula a outra." Ainda que esteja em pleno processo de ampliação interestadual, Ida diz que gosta de restaurantes pequenos. Diz que começa a chegar ao limite de seu crescimento. Aos 65 anos, ajudada pelos dois filhos, ela não escapa aos pensamentos sobre aposentadoria. "Estou querendo construir minha retirada, mas ainda não sei como".

O St. Honoré, onde agora passa a maior parte do tempo, é a realização de um sonho. Ali, as sobremesas e pães preparados pela pâtissière e sócia Amanda Lopes (que trabalhou com Fabrice Lenud e Eric Jacquin) são as estrelas da casa. Tanto que não há doces no cardápio: é preciso levantar para escolhê-los na vitrine.
Pronta para embarcar para Paris, onde vai comprar suprimentos para os restaurantes, Ida jura que, apesar de tantos novos negócios, trabalha menos do que nos tempos em que abriu o Due Cuochi. Na época, eram 16 horas por dia, agora, são umas 10. Em Paris, no apartamento que conserva no bairro do Marais, aproveita para descansar. "Fico sempre conectada, mas lá eu consigo dormir como em nenhum outro lugar".

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/8912...0-restauranter

Last edited by pesquisadorbrazil; Sep 27, 2011 at 3:39 PM.
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  #7  
Old Posted Sep 18, 2011, 10:40 PM
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Estive olhando hoje no jornal Correio Braziliense, que a Harley Davidson já começou a contratar funcionários para sua loja que será localizada na quadra 510 norte. Finalmente o boato se tornou realidade.
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  #8  
Old Posted Sep 19, 2011, 1:52 PM
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Finalmente teremos nossa concessionária harley davidson
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  #9  
Old Posted Sep 19, 2011, 1:53 PM
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Na hora de comprar, clientes preferem grandes lojas a quiosques no DF


O aposentado José de Andrade Cerbele, 54 anos, se deparou com um quiosque de uma empresa de tevê a cabo. Ouviu a proposta, aceitou o pacote e passou a receber o serviço em casa, sem nunca ter visto o contrato que rege o acordo. “O vendedor disse que estava tudo na internet e um amigo meu contou que já tinha lido. Como eu nunca tive problemas ou queixas contra a companhia, não me preocupei com isso”, diz. Segundo ele, adquirir produtos ou serviços em pontos de venda ainda não se tornou um hábito. “Eu não duvido da seriedade deles, mas eu prefiro as lojas próprias”, afirma.

A professora de direito do consumidor do Mackenzie, Cláudia Costa, explica que enviar aos clientes um documento virtual é uma prática abusiva. “Os termos precisam ser entregues com letra legível e os interessados devem prestar atenção principalmente quando forem fechar acordo com companhias de telefonia, planos de saúde e bancos, que são os setores mais delicados no trato com os consumidores”, ressalta.

Quando se trata de compras em quiosques, além dos relatos como o de José de Andrade, não é raro ouvir reclamações de quem já preencheu, por exemplo, cadastros em quiosques para assinaturas de revistas e se arrependeu. Muitas vezes, as entregas, que seriam gratuitas durante um tempo, começam a ser cobradas logo depois — sem que o consumidor se dê conta do que está acontecendo. “Se era uma amostra grátis, a pessoa não tem obrigação de pagar. Por isso, receber a informação completa sobre as regras é fundamental. Cadastro sem a solicitação também é uma prática abusiva, porque, na verdade, ele não está sendo feito apenas para a entrega do brinde”, completa Cláudia. A especialista estima que 70% dos problemas de consumo poderiam ser evitados caso o acesso à informação fosse verdadeiramente garantido.

Deveres iguais
O professor da Universidade de São Paulo (USP) e das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) Antônio Carlos Morato explica que os deveres das empresas continuam os mesmos, estejam elas onde estiverem ou no modelo em que forem construídas. “O fato de ser uma loja própria, franquia, quiosque ou equivalente gera diferenças apenas entre os empresários. A preocupação com o consumidor deve ser a mesma”, diz.

O professor lembra que existe a responsabilidade solidária. “Quando houver um problema com o fabricante, as lojas precisam responder e efetuar a troca imediatamente, se for um produto essencial, como é o caso de aparelhos celulares, geladeiras ou fogões, explica.

A percepção dos consumidores é de que os quiosques são mais práticos. Aldenildo Souza Costa, 34 anos, é comerciante e comprou o celular em uma das pequenas estruturas da operadora montada dentro de um shopping da cidade. “No dia que decidi comprar um aparelho, a fila da loja estava enorme e eu achei que o quiosque seria mais rápido. O problema é que roubaram o meu telefone pouco tempo depois. Apesar de ter cancelado o chip, uma conta ficou pendente. Eu voltei para resolver a minha situação, mas me mandaram para a loja. Parece que eles só resolvem as coisas mais simples”, afirma.

Marcos Paulo, funcionário público de 37 anos, concorda com Aldenildo. Para ele, é a proximidade que convence. “Está aqui no caminho, fica fácil.” Ele também não desconfia da qualidade da prestação de serviços dos quiosques. “Se for em um lugar como um shopping ou supermercado, eu não duvido de que seja coisa séria. Quando é numa feira ou na rua, a situação muda de figura”, diz.










http://www.correiobraziliense.com.br...es-no-df.shtml
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  #10  
Old Posted Sep 19, 2011, 10:10 PM
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Isso mesmo MAMUTE, em breve teremos novidades, como o home center C&C - Casa & Construção no SIA, saiu uma noticia do judiciário, que desembargou a loja.
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  #11  
Old Posted Sep 19, 2011, 11:34 PM
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Que beleza. Pena que chegou tarde para mim. Comprei quase todo o acabemento da minha casa na Leroy Merlin. Seja bem vindo Pesquisador!!!
__________________
Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos
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  #12  
Old Posted Sep 20, 2011, 12:50 AM
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Só espero que acabem logo com a papagaiada dos índios no Noroeste.
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  #13  
Old Posted Sep 20, 2011, 9:14 AM
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Só espero que acabem logo com a papagaiada dos índios no Noroeste.
Vai demorar um pouco, mas o Noroeste vai ser liberado sim.
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  #14  
Old Posted Sep 20, 2011, 9:19 AM
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KISS & FLY – Brasília
Fotos da filial paulista na Villa Daslu, que recebeu o título de “Melhor Club do Brasil em 2010”






Já conhece a Kiss & Fly?!

O famoso club Nova Iorquino agora terá filial em Brasília. Com projeto de Rudolf Piper, diretor do mítico Studio 54 e idealizador de algumas das mais famosos baladas internacionais nos últimos 30 anos, o club de Brasília elevará o cenário do entretenimento local a um patamar jamais alcançado.

Além do inédito conceito de serviço premium e de um ambiente super luxuoso composto, entre outros elementos, por um lustre com mais de 10.000 cristais italianos, a casa abrigará apenas 450 seletos convidados a cada noite.

Com inauguração prevista para o início de outubro, a Kiss & Fly Brasília trará nova referência de exclusividade e luxo para a cidade e, certamente, suas noites nunca mais serão as mesmas!

Posso dizer que estou super orgulhosa?! Meu marido foi responsável pela vinda da Kiss pra Brasília e, claro, é um dos donos da casa! Desejo todo o sucesso do mundo para ele nessa mais nova empreitada!

Alguma dúvida que será incrível?! Confiram algumas imagens 3D da casa:

Fachada Kiss & Fly Brasília



Cabine do Dj e Camarote Dom Perignon




Bar Tequila



Ahhh, a Kiss também tem perfil e página no Facebook, por lá você acompanha todos os passos até a abertura! Quem quiser entrar, clique aqui! Todas as pessoas que curtirem estarão concorrendo a um par de convites para a inauguração!

E aí, quem curte uma boa balada e ficou feliz com a novidade?!

Fonte: http://www.diariodeacessorios.com.br...s-fly-brasilia

Last edited by pesquisadorbrazil; Sep 27, 2011 at 3:39 PM.
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  #15  
Old Posted Sep 20, 2011, 1:44 PM
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Olha que matéria interessante que saiu no meu Twitter, claro, que eu solicitei informações para franquia e elas vieram...

brasilquiznos Restaurante Quiznos
@
@iaraujo21_ ainda não abrimos em Brasília. Estamos na fase de construção das duas lojas na Asa Sul e Norte muito em breve abriremos!.

E eu estive observando, o franqueado é dono de posto de gasolina da rede Petrobras, então será que vai ser dentro de posto de gasolina? E claro, as lojas serão inauguradas daqui 30 dias. Hummmmmmmmmmm não espero a hora para experimentar e claro, convidar o povo do forum para degustação, menos o sale, senão ele acaba com o estoque.
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  #16  
Old Posted Sep 20, 2011, 2:06 PM
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A filial brasileira do Ping Pong registra o segundo maior ebtida da rede inglesa de restaurantes que pertence ao dono do banco russo Renaisssance Capital
Ricardo Rinkevicius, sócio da rede Ping Pong: segundo maior ebitda da rede londrina e abertura para franquias em 2011
Chinês do russo dá certo no Brasil . Aberta há oito meses, a filial brasileira do Ping Pong atingiu o segundo maior ebtida entre as 15 unidades da rede inglesa de restaurantes, resultado já convertido em libras. "Ser uma novidade em São Paulo nos ajudou. Não somos uma casa de cozinha chinesa tradicional. Temos um ambiente sofisticado e um preço acessível. Nosso tíquete médio é de R$ 60", explica Ricardo Rinkevicius, diretor da operação nacional. Mas o segundo melhor resultado conquistado aqui não coincide com a queda lá fora, uma vez que são doze restaurantes em Londres, um nos EUA e um em Dubai? "A rede perdeu 30% de faturamento durante a crise e cortou 30% de seus funcionários. Mas começou a retomada em setembro e , desde então, está no patamar pré-crise. Portanto, estamos comparando resultados reais. A filial brasileira cresce 10% todo mês, atende 1,8 mil pessoas por mês com 220 lugares." O resultado animou a empresa a abrir mais nove unidades em quatro anos - mais uma até dezembro em São Paulo, e duas no próximo ano no Rio e Brasília - e antecipar o processo de franquias para 2011. "Calculamos 30 lojas no país, sendo dez próprias e 20 franqueadas." A rede também expande seus dim sums para os EUA, onde pretende ter cem lojas em quatro anos, sendo 40 próprias. O Brasil é o único integrante dos Bric no plano de expansão. Só a filial brasileira, entre as demais do grupo, tem sócios locais, como Marco Antonio Bologna, presidente da TAM S.A., Rinkevicius e outros três membros, com 49% do negócio. "Os 51% de controle pertencem a Igor Sagaryan, dono do banco de investimentos russo Renaissance Capital. A rede é um investimento pessoal e faturou 90 milhões de libras em 2009." Até abril o Ping Pong de São Paulo atingiu o faturamento de R$ 5 milhões. Foram investidos R$ 2 milhões no restaurante, sem contar a fábrica em que são feitas as iguarias manualmente. "Montamos uma estrutura capaz de atender todas as casas que pretendemos ter no país."

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/826583/blue-chip

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A chapa não esfria.
A General Prime Burger abre mais duas unidades até o fim deste ano. A primeira delas será inaugurada na quarta-feira, na rua Oscar Freire, nos Jardins. Depois de dois meses de funcionamento, essa mesma casa ganhará um lounge no segundo andar do imóvel, que tem 400 m2. . "A ideia é criar uma área com alguns sofás, dentro de um ambiente mais tranquilo", diz Paulo Kress, um dos sócios da General Prime. Como será a única casa da rede com esse tipo de "aconchego", recebe o nome de loja-conceito.

A outra unidade será aberta em Campinas, no shopping Galleria, em outubro. Será a primeira vez que a hamburgueria sai da capital paulista. O plano para 2011 é crescer ainda mais com lojas em Alphaville (SP), Brasília e Rio de Janeiro. A expansão continua em 2012, quando a General Prime avança para Belo Horizonte, Salvador e chega até aos Estados Unidos.

"Planejamos levar a General Prime para fora do Brasil. Vamos começar com o mercado americano." Todas as lojas são próprias e tanto Kress quanto o sócio Adriano Boscoli já estavam planejando essa expansão. Hoje, cada unidade da hamburgueria vende cerca de 300 sanduíches por dia durante a semana e esse número dobra aos sábados e domingos. Além de hambúrguer, General Prime também oferece massas e saladas.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/843983/blue-chip

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Chapa brasileira
... A hamburgueria PJ Clarke's está aquecendo os motores para começar uma expansão pela América do Sul. O grupo de investidores responsável pela operação brasileira - que mantém uma loja em São Paulo, a única da rede fora dos Estados Unidos - acaba de comprar a participação da matriz americana no restaurante paulista e tornar-se master franqueado para liderar a abertura de novas unidades do PJ fora da terra do tio Sam. O objetivo é ter dez casas em cinco anos, começando por uma no bairro dos Jardins, em São Paulo, a ser inaugurada em 2012. Depois, até 2013, devem ser abertas unidades em Brasília, na Argentina (em Buenos Aires) e no Chile (em Santiago). As seguintes devem ser em Curitiba, no Rio e em Lima, no Peru. Segundo Maria Rita Pikielny, uma das sócias do projeto - "os outros são advogados e pessoas do mercado financeiro que preferem não aparecer" - devem ser investidos entre US$ 1,8 milhão e US$ 2,5 milhões em cada nova loja.

... burguer americano... Quando foi inaugurado há três anos, o PJ Clarke's de São Paulo era uma sociedade entre Maria Rita - que, com seus parceiros brasileiros, detinha 45% do negócio - e os americanos donos da rede nos Estados Unidos, Phillip Scotti e Patrick Boyle. "Eles estão completamente focados na abertura de lojas por lá. Percebemos que só conseguiríamos expandir aqui se mudássemos o formato da parceria." Hoje, o PJ tem cinco restaurantes entre Nova York, Washington e Las Vegas e está negociando novas unidades em Atlanta, Miami e Chicago. Todas próprias - o modelo com franquias é exclusivo para os parceiros brasileiros, que vão administrar toda a expansão da América do Sul e pagar royalties aos americanos. "Podemos tocar sozinhos cada loja ou ter parceiros locais. Vamos estudar caso a caso", conta Maria Rita.

... e cardápio latino A sócia brasileira conta que os americanos toparam a expansão por aqui por acompanhar o grande número de turistas brasileiros que frequenta a sede nova-iorquina, que existe desde 1887 e é ponto turístico da cidade. "Quem vai a Nova York conhece o PJ de lá e também quer ir ao do Brasil." Para Maria Rita, outro ponto que contou a favor do desempenho da unidade paulista foi a "tropicalização" de 40% do cardápio, com lanches e pratos familiares ao paladar local - como o Paulista, sanduíche com carne, alface, tomate, orégano, queijo e maionese. A ideia é adaptar o menu do PJ a todos os lugares em que estiver. Hoje, o restaurante de São Paulo, que fica no bairro do Itaim, recebe ao mês cerca de 12 mil clientes e vende 7 mil Cadillacs - seu lanche best-seller, que leva "american cheese", bacon, alface e tomate.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/897829/blue-chip

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Old Posted Sep 20, 2011, 2:14 PM
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Paladar apurado no Planalto Central
Por Por Maria da Paz Trefaut, de São Paulo

Brasília, cidade que ostenta o segundo maior Produto Interno Bruto (PIB) per capita do país, demorou a ser descoberta pela gastronomia. Durante décadas, o Piantella reinou absoluto como referência da boa mesa clássica e como ponto de encontro de articulações políticas. Mas se o momento atual é particularmente adverso para a imagem política da capital, o mesmo não se pode dizer da restauração. Aos 50 anos, comemorados no próximo mês de abril, a cidade é um dos mais promissores destinos para quem quer investir nos prazeres da comida e da bebida.

A inauguração do Shopping Iguatemi, prevista para o fim do mês, promove a chegada de três grifes ao Distrito Federal: Galeto´s, Gero e Nespresso. São empresas que já replicaram seus negócios em São Paulo e no Rio e identificaram, por pesquisas, o potencial crescente da capital. Fora do espectro do shopping e alguns meses depois, entre maio e junho, será a vez do restaurante português A Bela Sintra abrir suas portas na Asa Sul. A casa será a primeira fora de São Paulo.

Rio ou Brasília? Esse era o dilema de Carlos Bettencourt, proprietário do A Bela Sintra, sempre que pensava na melhor rota para se expandir. As prospecções mais recentes lhe mostraram que, em termos de restauração, Brasília é o lugar da hora. O aparecimento de um imóvel bem localizado na Asa Sul facilitou ainda mais a decisão.

Em plena reforma, Bettencourt conta que a nova casa será diferente da matriz apenas na arquitetura. A comida será exatamente a mesma. Como a área do restaurante é muito grande, terá salas privadas para 14 pessoas, todas decoradas de forma diferente, e um salão com 90 lugares. Preparado para os humores da vida política local, ele pretende garantir a privacidade de pequenos grupos, seja para "comemorar vitórias ou afogar derrotas".

Para implantar a casa será transferido o chef Francisco José Alves, o Chicão, um dos mais antigos, que assumirá a operação. Para ajudá-lo, também irá por alguns períodos a portuguesa Ilda Vinagre, que no ano passado trocou o Alentejo pela cozinha do A Bela Sintra. "Quero entender a cultura local, não apenas gastronomicamente. Temos a tendência de ver Brasília como centro de poder, mas ali há embaixadas, empresas e uma população que gera movimento frequente", diz Bettencourt.

O otimismo também move a abertura da Nespresso, que chegou ao Brasil em 2004 com planos tímidos de expansão e em Brasília vai inaugurar sua décima loja por aqui. Pelas pesquisas da grife suíça, a capital federal se beneficia de uma maré particularmente favorável: tem bom poder aquisitivo, desenvolvimento do mercado de luxo e crescimento do setor gastronômico. Fatores que, somados, configuram a existência de um público com dinheiro suficiente para aderir ao projeto Nespresso.

"Pelo que averiguamos, Brasília tem um mercado de alto nível com potencial para se tornar nos próximos cinco ou oito anos a segunda praça do país", adianta Martin Pereyra, diretor da Nespresso para o Brasil. Entre os integrantes confidenciais do clube Nespresso, 5% já são brasilienses. A partir de agora não terão mais o desconforto de ter que carregar na bagagem as pequenas cápsulas de café adquiridas nas lojas de São Paulo ou do Rio.

Da mesma maneira, a clientela já formada no Sudeste é um dos facilitadores do restaurante Gero, que representa a primeira experiência do grupo Fasano em Brasília. Projetado pelo arquiteto Isay Weinfeld, terá as características da casa carioca e, como ela, será adaptado ao local. A entrada será independente do shopping. O cardápio reproduzirá 80% dos pratos, com algumas inovações, sob a batuta do italiano Salvatore Loi. A exemplo das expansões anteriores, o Gero levará uma brigada de São Paulo para montar a equipe local.

A entrada externa, integrada ao paisagismo do shopping, será também característica do Galeto´s. Com um plano de crescimento meticulosamente estudado, a rede que já tem 12 casas entre São Paulo e Rio pretende dobrar de tamanho até 2012, com a abertura de três ao ano. A de Brasília será a primeira de 2010 e a maior de todas, com 400 lugares.

No pacote de expansão do Galeto´s estima-se que cada unidade custa por volta de R$ 3 milhões. Já o esquema operacional prevê a contratação no local de pessoas-chaves, que são trazidas a São Paulo para ser treinadas. São esses líderes, assim chamados, que depois ficam responsáveis pela contratação dos demais funcionários.

Como parte do movimento gastronômico que agita a capital federal, no próximo dia 19 acontecerá a segunda edição do Terra Madre Brasil, um encontro de chefs adeptos do "slow food". A estrela do evento será o fundador do movimento, o italiano Carlo Petrini, que participará de discussões sobre biodiversidade alimentar e preservação de tradições culinárias.

Diante de tantas novidades, os candangos comemoram. Alguns identificam os três últimos anos como um divisor de águas entre a cidade onde era difícil escolher uma mesa e aquela que oferece uma multiplicidade de opções. Seja nos shoppings, nas entrequadras ou às margens do lago, com vista para a ponte JK, não faltam lugares novos nem espaços tradicionais repaginados. Sinal de que a "quadra dos restaurantes", tal como foi concebida no projeto urbanístico de Lucio Costa, não deu conta do recado.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/8131...analto-central

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Old Posted Sep 20, 2011, 2:15 PM
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Preciosas I.
A Decanter tem entre seus rótulos de maior volume os das vinícolas argentinas Luigi Bosca, com 600 mil garrafas vendidas em 2009, e Callia, com 400 mil. Mas a estratégia da empresa hoje é se expandir entre os consumidores de alto poder aquisitivo. "Nessa seara temos crescido 10% ao ano." É certo que o que ajudou foi a redução de margem de até 30% adotada pela importadora para os vinhos acima de R$ 90. "Isso possibilitou o crescimento de 40% de venda de garrafas no ano passado e de 25% do faturamento. Assim, aumento o volume dos produtos de maior valor agregado. Ou seja, cresço com qualidade." A Decanter tem três lojas próprias e onze franquias. Sua rede monomarca de varejo deve crescer com mais duas unidades, em Goiânia e Brasília. Para o próximo ano, a proposta é abrir sua quarta Enoteca, loja-conceito, no Rio, cidade onde tem dobrado as vendas a cada ano desde 2008.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/838467/blue-chip

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