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  #1  
Old Posted Sep 18, 2011, 9:59 PM
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Shopping Center do Distrito Federal - Movimentações no Setor

Espaço destinado a informações referente ao mercado de shopping center do Distrito Federal e região
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  #2  
Old Posted Sep 18, 2011, 10:20 PM
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Jeans "premium" dá sinais de ter superado a crise
Por Vanessa Barone, de São Paulo

De olho no consumidor que acredita que calça boa é calça cara, o setor de jeans premium, com preços a partir de R$ 500, refaz as contas e avalia que dá para crescer em 2009, mas sem o tom megalomaníaco dos dois últimos anos. "Quando a crise explodiu, em setembro do ano passado, passamos 15 dias de desespero, sem clientes na loja", diz Esber Hajli, que comanda a grife italiana Diesel, no Brasil. "Mas em maio alcançamos as vendas que tivemos em maio de 2008, o que é muito bom."

O mercado de jeans premium ia de vento em popa no Brasil, antes da crise estourar em 15 de setembro, com a quebra do banco Lehmam Brothers. Ainda assim, em outubro, a marca californiana 7 For All Mankind abriu sua primeira butique no shopping Iguatemi, em São Paulo. A grife, que fatura US$ 400 milhões, é uma das preferidas das brasileiras e vende calças jeans por um preço médio de R$ 900. "Acredito na expansão deste mercado, com o aumento da riqueza", diz André Piedade, responsável pela 7 For All Mankind no país. Ele negocia a abertura da terceira butique da marca, no Rio de Janeiro. A segunda será inaugurada na Villa Daslu, em outubro.

Refeita do susto de ficar duas semanas com vendas minguadas, a Diesel postergou a expansão para cidades como Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife, mas abriu, em maio, uma butique da marca de prêt-à-porter DSquared (do mesmo grupo), na rua Oscar Freire. Nessa loja, a meta de vendas já foi superada em 30% e Hajli mantém o plano de abrir uma loja em Brasília, quando o Iguatemi começar a funcionar na capital federal.

Com o momento ruim superado, até marcas nacionais ganham fôlego. Com quase três anos de existência, mais ainda pouco conhecida, a paulista John John investiu R$ 450 mil numa campanha publicitária com a modelo Fernanda Motta, veiculada em revistas de moda. "Este segmento está em crescimento", diz Alexandre Manetti, diretor marketing da John John. A empresa, que pertence à família dona da lavanderia industrial de denim Kennelan, de Tietê (SP), produz 67 mil peças anualmente. O ritmo de crescimento tem sido de 30%, a cada coleção. A previsão de faturamento para este ano é de R$ 9,5 milhões.

O foco da John John - que tem calças que variam entre R$ 420 e R$ 580 - são as lojas multimarcas chiques. Atualmente, está em 280, no Brasil. "Essa era a previsão para os primeiros cinco anos da marca, mas foi conquistado em menos de três", diz Manetti, que espera conquistar outros 50 pontos de venda, até 2010. A John John começa a delinear a estratégia de exportação. "A próxima coleção de inverno estará nas butiques Corso Como 10 e Biffi B., de Milão, e Cocon To Zai, de Paris", diz Manetti.

Lançada em janeiro deste ano, a RK Denim, do empresário Renato Kherlakian, ganhará o reforço de uma linha de couro, em 2010. "Couro e jeans formam uma dupla imbatível", diz Kherlakian, fundador da Zoomp - famosa marca de jeans vendida em 2006 e que passa por dificuldades financeiras.

A partir da próxima coleção de outono Kherlakian planeja incluir as primeiras peças masculinas da grife. Até o final do ano, a RK deverá estar em 130 pontos de venda (já conta com 100). "Agora quero um sócio-investidor para cuidar da gestão." A RK é dividida em três sublinhas, com produtos que variam entre R$ 350 e R$ 800. A mais sofisticada delas, a "Demi-couture" usa denim especial e tem costura interna invisível. Alguns modelos trazem, barra italiana, drapeados e forro interno feito de cetim.

"O acesso aos jeans premium vai aumentar", diz Alexandre Dominguez, dono da multimarcas Jeans Hall, focada em grifes importadas. Aberta no shopping Iguatemi em 2004, a butique tem uma filial no shopping Leblon, no Rio, e outra prevista para abrir em Belo Horizonte ainda em 2009.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/7827...superado-crise

Last edited by pesquisadorbrazil; Sep 27, 2011 at 3:25 PM.
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  #3  
Old Posted Sep 20, 2011, 10:01 AM
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Luxo
Vem aí
Loja Emporio Armani chega
a Brasília! Saiba os detalhes 16.09.2011

Texto: Bruno Santos
Fotos: Reprodução



A Emporio Armani chega a Brasília ainda este mês. Com o espaço reservado desde a abertura do shopping Iguatemi na cidade, o primeiro espaço próprio do grupo Giorgio Armani no país abre suas portas no dia 20 de setembro. Isso prova que a capital federal é mesmo a cidade mais promissora para o mercado de luxo fora o eixo Rio-São Paulo.

O espaço da loja é de 310 metros quadrados e a decoração respeitará o padrão das lojas Emporio Armani, desenvolvido por uma empresa suíça. Toda equipe de vendedores foi treinada por profissionais vindos de Milão. Segundo o que apuramos com o pessoal em Brasília, a demora para abertura aconteceu por conta de burocracia envolvendo a importação dos produtos.



A loja brasiliense venderá, além da Emporio Armani, a Armani Jeans. Novas peças chegarão mensalmente, com o mesmo fluxo das lojas fora do Brasil: duas coleções de inverno e duas de verão.

A linha Emporio Armani foi criada em 1981 com a intenção de ser uma linha mais acessível e informal que a Giorgio Armani. Além das da linha de roupas (masculino e feminina), a EA produz underwear e acessórios.

Fonte: http://finissimo.com.br/2011/09/16/e...armani-previa/

Last edited by pesquisadorbrazil; Sep 27, 2011 at 3:26 PM.
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  #4  
Old Posted Sep 20, 2011, 12:28 PM
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Me desculpe pelo tamanho dos renders, mas é a visão do futuro shopping da Multi na Vila Planalto, apesar que ninguem confirme, eu vi no site que é ele mesmo. Resta saber se vai sair do papel ou não, pois conversei com o filho do senhor Edmount Baracat, o mesmo alegou que shopping dá prejuízo, e eu perguntei, então para que comprou um lote única e exclusivamente para shopping, e ele desconversou.





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  #5  
Old Posted Sep 20, 2011, 1:02 PM
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Se esse shopping sair será bem agrádavel, espero que sejá construido, o local vai ser ótimo
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  #6  
Old Posted Sep 20, 2011, 1:04 PM
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Finalmente uma loja própria da Emporio armani, eu acho que vai ser sucesso
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  #7  
Old Posted Sep 20, 2011, 1:22 PM
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Finalmente uma loja própria da Emporio armani, eu acho que vai ser sucesso
E acho que para dezembro será a vez da AX Armani Exchange no Park Shopping.
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  #8  
Old Posted Sep 20, 2011, 2:08 PM
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Batalha naval

A Subway acaba de ganhar um concorrente no segmento de fast food de subs (os sanduíches feitos com pão em formato de submarino) no Brasil. Também americana, a rede Charley's inaugurou há poucas semanas sua primeira loja aqui, no shopping Brasília. O negócio é capitaneado por Flávio Carvalho, que, depois de dez anos como franqueado da Spoleto, "teve que abrir o próprio negócio". Escolheu a Charley's, desconhecida dos brasileiros, para tentar tirar uma casquinha do mercado dominado pela Subway, que tem quase 650 lojas no país. Carvalho quer franquear mais duas lojas em Brasília antes de começar a expansão nacional. Em menos de três anos, ele espera vender a marca para o Rio, São Paulo e Goiânia, de onde já recebeu propostas. No primeiro mês, a loja do shopping Brasília faturou R$ 40 mil. A previsão para julho é R$ 75 mil.

Batalha naval I
Assim como Burger King e a própria Subway, a Charley's também é prestadora de serviço para as Forças Armadas americanas. Seus Philly Cheesesteak e Chicken Buffalo saíram dos Estados Unidos pela primeira vez, aliás, para serem vendidos em praças de alimentação de bases militares instaladas em países aliados, como Japão e Alemanha. Em nova fase, a empresa quer ir além das tropas em sua expansão internacional. Do ano passado para cá, abriu lojas na Venezuela, Panamá, Colômbia, Guatemala, Arábia Saudita e, agora, no Brasil. Todas em shoppings. A rede espera fechar 2011 com 500 lojas.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/900241/blue-chip

Last edited by pesquisadorbrazil; Sep 27, 2011 at 3:27 PM.
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  #9  
Old Posted Sep 20, 2011, 2:17 PM
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Redes planejam expansão até 2011
Por Paola de Moura, do Rio

Norman Baines, da Applebee's: "(Vamos) pescar onde está dando peixe"

Enquanto nos Estados Unidos as redes de casual dinning, restaurantes de refeições rápidas, foram obrigadas a fazer uma reengenharia de cardápio, reduzindo preços e tamanhos das refeições para enfrentar a crise e o ataque das empresas de fast food sobre o consumidor que estava com o bolso mais vazio, no Brasil, a maioria cresce e planeja abrir lojas nos próximos dois anos.

A rede Applebee's, líder mundial do setor, inaugurará mais duas em São Paulo, uma na capital e outra no interior em 2010. A marca chegou ao Brasil em 2004 e tem nove lojas.

Segundo Norman Baines, diretor regional para a América do Sul, o objetivo é aumentar a clientela nas cidades onde já está instalada, dando mais opções aos frequentadores. Em 2011 a rede chega a Brasília, Curitiba e a uma cidade no Nordeste, hoje já há uma no Recife. Baines diz que a rede terá em 2009 um crescimento de 14,2% em vendas.

O sistema é de franquias. O país é dividido em quatro áreas geográficas: São Paulo, Nordeste, Centro - que incluiu o Rio, Minas Gerais e Brasília - e o Sul. Cada um é gerido por um grupo de empresários. O investimento para abrir uma loja custa cerca de R$ 2,5 milhões.

A estratégia, diz Baines, é "pescar onde está dando peixe" . E o Brasil tem um mercado grande, em forte expansão. No entanto, continua o diretor, ainda é preciso que haja melhor estrutura. Muitas vezes, é necessário ajudar um fornecedor a se equipar para oferecer o que os restaurantes precisam.

Dados do setor indicam que nos próximos cinco anos, cerca de cinco milhões de consumidores chegarão ao mercado de restaurantes no Brasil, com o crescimento da classe C. O gasto com comida fora de casa vai crescer dos atuais 24% para 30% do orçamento doméstico. Nos maiores países da Europa, é de 50%. E o setor no Brasil ainda está muito fragmentado em pequenos restaurantes, apenas 1% está nas mãos das grandes redes.

Considerando esses dados, a rede americana Outback, que apresenta cardápio inspirado na Austrália, abrirá quatro restaurantes este ano. Duas cidades já foram definidas: Brasília e Vitória. O número é o mesmo todos os anos e a crise não fez cair vendas ou alterar projetos. Desde 1997, já foram abertos 27 restaurantes no país. "Não fomos afetados pela crise. O mercado interno foi a grande salvação do país", diz Salim Maroun, presidente da Outback no Brasil. Maroun projeta aumento de 10% em 2009 e 2010.

Todos os novos sócios são funcionários da empresa que começaram como atendentes. O investimento em uma loja é de cerca de R$ 4,7 milhões. O sócio entra com R$ 60 mil e o restante é gasto pela rede. "O papel do sócio é dedicar pelo menos sete anos da sua vida ao Outback", diz o presidente. Questionado sobre o que fazer para vender mais, diz que não precisa mudar cardápios ou fazer promoções. "Há filas diariamente nas lojas, mesmo nos dias de semana. Além disso, o restaurante de Botafogo (no Rio) é o número um em clientes atendidos no mundo".

Duas grifes brasileiras, Viena e Ráscal, operam no mesmo estilo - restaurante informal - e estão investindo. A rede Viena, comprada da família Bielawski em 2007 pela International Meal Company (IMC), empresa do fundo americano Advent, tem 34 lojas e continua com planos agressivos de expansão. A empresa não confirma oficialmente os projetos, mas o Valor apurou que o objetivo é crescer no Centro-Oeste e na região Sul.

A ideia é aproveitar a operação já estabelecida e ganhar escala. Em 2008, a rede faturou R$ 180 milhões e nos nove primeiros meses deste ano, R$ 153 milhões. Os restaurantes, unidades express e cafés estão passando por uma reformulação e rejuvenescimento. Parte da comida também está sendo produzida numa cozinha industrial única, o que reduz os custos.

A padronização é o principal objetivo da IMC para garantir qualidade para a rede que está presente em cinco Estados do país. Um pesquisador, chamado internamente de Mr Shopper (ou senhor consumidor), visita os restaurantes e checa o atendimento.

O Ráscal vai investir em reformas e em 2011 volta a se expandir. Seus proprietários, Roberto Bielawski e sua mulher Liane Ralston, ex-donos da rede Viena, abriram uma loja em 1994 e hoje já têm nove restaurantes no Rio e em São Paulo. Este ano, segundo Bielawski, será um ano de consolidação das operações do Rio de Janeiro e de reformas estruturais e arquitetônicas nas lojas de São Paulo. O investimento será de R$ 3 milhões. Em 2010, uma nova loja será aberta, provavelmente em Alphaville, em São Paulo. O investimento para a abertura é de R$ 5 milhões, feito pelos proprietários.

Nos EUA, as redes de casual dinning, que combinam preços moderados e atendimento informal, pagaram o preço da crise. Lideradas pelo McDonald's, as redes de fast food viram na crise a chance de aumentar a clientela. Com isso, melhoram cardápios, oferecendo opções de refeições completas mais baratas do que os concorrentes com preço superior. Em maio, no auge da crise, as lojas do McDonald's, por exemplo, cresceram 2,8% no mercado americano, 7,6% na Europa e 6,4% na Ásia.

A rede T.G.I. Fridays, que tem apenas um master franqueado no Brasil, não planeja expansão nos próximos dois anos. Vai investir R$ 7 milhões para remodelar suas cinco lojas no país, onde chegou em 1995. Será uma mudança de infra-estrutura, diz Daniel Borghese Muro, gerente de marketing. Como os equipamentos de cozinha industrial diminuíram de tamanho, as cozinhas encolherão e os salões aumentados para receber mais clientes. A mudança foi uma exigência da matriz americana. Por isso, apesar do crescimento de 5% em 2009 e da boa possibilidade de maior expansão em 2010, os restaurantes ficarão três meses fechados para obras. Primeiro em Campinas e depois, São Paulo.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/8041...ansao-ate-2011

Last edited by pesquisadorbrazil; Sep 27, 2011 at 3:28 PM.
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  #10  
Old Posted Sep 20, 2011, 2:21 PM
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Tempero paulistês
Fala-se "paulitês" agora na cena gastronômica de Brasília. Uma série de restaurantes, como A Bela Sintra, La Tambouille, Gero, Pobre Juan e Due Cuochi, abriu as portas recentemente ou tem data de inauguração marcada para breve. Mas eles arrastam para a capital federal não só os sabores já conhecidos na paulistânia: levam na esteira chefs, garçons, maîtres e cumins. A dificuldade de achar mão de obra qualificada - fenômeno que não é só de Brasília, diga-se - e o evidente aumento de empreendimentos gastronômicos mais sofisticados têm obrigado os restauranteurs a "importar" gente para fornir a cozinha e o pessoal de salão. Carlos Bettencourt, do A Bela Sintra, diz que levará a maior parte do pessoal de salão de São Paulo. E, mesmo entre os funcionários brasilienses, ele programou uma temporada de treinamento. Hoje, ele tem 11 funcionários previamente contratados em Brasília que estão "estagiando" no restaurante da rua Bela Cintra, nos Jardins. "É realmente muito difícil achar gente qualificada", diz ele. A mesma reclamação tem Angelo Mantteucci, sócio de Giancarlo Bolla no La Tambouille de Brasília e do Rio. "Vamos levar muita gente. E parte dos novos funcionários que teremos serão contratados em São Paulo, treinados e levados para a nova casa", afirma Mantteucci.E vale a pena tanto esforço para entrar no mercado brasiliense? Bettencourt diz que sim. "Ficamos entre abrir a nova casa no Rio ou em Brasília. O Rio tinha grandes atrativos, como a Copa e a Olimpíada. Brasília ganhou porque há realmente um público de grande poder aquisitivo que sofre com uma escassez de bons restaurantes".


Tempero paulistês I
Os paulistas, em Brasília, hoje se encontram principalmente no shopping. O grupo Fasano abriu em novembro no Iguatemi brasiliense seu quarto Gero e foi seguido pelo Pobre Juan, que tem outras quatro casas em São Paulo. No ParkShopping, La Tambouille, Due Cuochi e The Fifties dividirão os 3.600 m 2 do novo "Espaço Gourmet" com o carioca Antiquarius Grill e mais uma quinta operação ainda não confirmada. A nova área de expansão, uma reedição do "Espaço Gourmet" do Barra Shopping, no Rio, que é também um empreendimento da Multiplan, recebeu investimento de R$ 35 milhões e será inaugurada em outubro. Para o superintendente do ParkShopping, Marcelo Martins, existe em Brasíliauma "demanda clara" por novos e bons restaurantes ("hoje é praticamente impossível jantar em um lugar bacana sem reserva") e por "projetos multiuso" - uma aposta recente da Multiplan -, com espaços que partilham da segurança e da comodidade do shopping, mas têm vida independente. Angelo Matteucci parece concordar: em maio de 2012, ele e Giancarlo Bolla abrem no Rio o terceiro La Tambouille, em um shopping novamente - o luxuoso Village Mall, também da Multiplan.


Tempero paulistês II
Além de chefs e garçons, o fenômeno da chegada dos restaurantes paulistas ao Planalto Central também está atraindo engenheiros, arquitetos, mestres de obra e operários especializados em instalação de acabamentos de luxo. "Às vezes a gente até consegue o mármore que quer instalar ou o aço inox para ser trabalhado, mas falta mão de obra boa para lidar com esses materiais mais sofisticados. Temos de levar gente de São Paulo", diz o engenheiro Alexandre Souza Lima. Dono da Souza Lima Construtora, ele se tornou conhecido na capital paulista por ter se especializado na construção e na reforma de butiques e restaurantes - principalmente na região dos Jardins. Ele agora vai abrir uma unidade em Brasília, "tamanha a procura que existe por esse nicho na cidade".

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/892293/blue-chip

Last edited by pesquisadorbrazil; Sep 27, 2011 at 3:29 PM.
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Old Posted Sep 20, 2011, 2:22 PM
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A montanha de cada um

A The North Face, marca de roupas esportivas reconhecida por usar tecnologia para oferecer conforto e eficiência para esportes outdoor, definiu o Brasil como uma de suas bases. A primeira loja foi aberta no país no shopping Morumbi, em São Paulo, no ano passado e a segunda foi inaugurada ontem no shopping Iguatemi. "O bom desempenho de nossa estreia no país nos animou a pensar em outras unidades. O Brasil tem um potencial muito grande. Vamos abrir mais lojas, mas de uma forma bastante planejada para estruturar a marca aqui", diz Steve Rendle, CEO da The North Face. Durante o primeiro ano de operação no Brasil, a The North Face faturou R$ 3,5 milhões.

Para abrir as duas lojas o investimento foi de R$ 5 milhões. No fim de outubro, uma terceira unidade será inaugurada, desta vez em Curitiba, no shopping Barigüi. Até 2015, o plano é abrir uma loja por ano no país, nas principais capitais, entre elas Belo Horizonte e Brasília. Hoje, a The North Face está presente em vários países, tem 56 fábricas no mundo e produz 25 mil itens por ano. Desses, cerca de quatro mil chegam ao mercado brasileiro anualmente.

As peças que vendem melhor aqui seguem a modelagem europeia, mais sequinha do que a espaçosa americana. Embora a marca não trabalhe exclusivamente com peças de inverno aqui e venda muito bem artigos para corrida e canoagem, o item mais vendido neste ano foi o Thunder Jacket. Foram cem unidades de uma jaqueta que suporta baixas temperaturas e pesa pouco mais de 300 gramas.

"O Brasil é um país tropical, mas não foi uma surpresa a Thunder vender tão bem. Ela é muito prática e o brasileiro admira esse tipo de tecnologia." Em 2009, a The North Face teve um faturamento de US$ 1,4 bilhão e um crescimento de 20% ao ano em relação ao ano anterior. Essa média tem se mantido desde 2000, quando a The North Face passou a fazer parte do grupo VF - que tem marcas como Lee, Wrangler, Kipling, Eastpack, Seven, entre outras.

"Antes disso, crescíamos de 1% a 2% ao ano. Para o consumidor, a marca sempre esteve forte, mas naquela época as contas não estavam fechando. Dentro de um grupo de marcas os problemas são sanados em pouquíssimo tempo." De acordo com Rendle, estar em um grupo também faz com que a equipe possa pensar grande. "Como há um time só para cuidar da questão financeira, podemos focar a nossa energia para o desenvolvimento de produtos, para a expansão da marca e para ganhar outros mercados.

"Outro aspecto favorável no desempenho da The North Face foram as mudanças climáticas. "A radicalização do clima, ora muito frio ora muito chuvoso, desperta no consumidor a vontade de estar prevenido. E nossas roupas têm tecnologia para lidar com isso." Entre os preparativos para a festa de inauguração da nova unidade, Rendle cedeu esta entrevista à Blue Chip.

O que o consumidor brasileiro busca na The North Face?Steve Rendle: O consumidor brasileiro tem muito o espírito aspiracional. A maioria que compra ainda não faz os esportes outdoors, mas pretende fazer. Portanto, compra a roupa imaginando que um dia irá subir uma montanha.


Qual foi o impacto da crise econômica na The North Face?

Rendle: Sentimos que foi um ano mais difícil, mais devagar, mas nossos números não entraram no negativo, nem deixamos de crescer. Eu atribuo isso a dois fatores. Primeiro é que temos uma marca que é referência, que inspira confiança. Na hora de comprar, quando a compra é algo restrito, as pessoas dão preferência às marcas em que confiam. Outro aspecto é o tipo de produto que vendemos: roupas com tecnologia para estar próximo à natureza. De certa maneira, essa é uma volta ao básico, ao simples, com conceitos que são novamente valorizados.

A crise mostrou que era o momento de partir para os mercados emergentes?
Rendle: Estamos investindo no Brasil, mas também no mercado europeu e americano.

Agora, o mercado brasileiro tem um grande potencial de consumo atualmente e não podíamos perder a oportunidade desse momento.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/846197/blue-chip

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Old Posted Sep 20, 2011, 2:23 PM
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Alfaiataria de luxo: Italiana Canali chega ao Brasil
4 August 2011 No Comment

Já que as principais marcas de luxo definitivamente estão de olho no mercado brasileiro, mais uma novidade chega ao país ainda em setembro.

Para mexer com o mercado masculino, agora será a vez da marca italiana Canali inaugurar sua primeira loja no Brasil, mais precisamente no Shopping Cidade Jardim, em S. Paulo. O responsável por trazer a grife especializada em alfaiataria premium desde os anos 1930, é o empresário Daniel Brett, que já adiantou seus planos de ampliar a rede em breve, com lojas no Rio de Janeiro e Brasília.

Fonte: http://radarx.com.br/blog/2011/08/al...ega-ao-brasil/

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Old Posted Sep 20, 2011, 2:25 PM
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Depois da tecnologia, Drever investe em loja de roupa e carro turbinado
Drever, da FTG, inaugura hoje a loja Pretorian na rua Oscar Freire, em São Paulo: meta é ter equilíbrio financeiro em seis meses

Ringue e passarela parecem lugares muito distantes entre si - incompatíveis, até -, mas Ruy Drever quer mostrar que um pode ser a extensão do outro. Hoje à noite ele coloca essa proposta à prova, ao abrir as portas da primeira loja de roupa masculina da marca Pretorian. Em jogo, estará tanto um conceito como um modelo de negócio.

O conceito está expresso na própria concepção da loja, projetada pelo arquiteto Paulus Magnus. Localizada na rua Oscar Freire, uma das mais sofisticadas de São Paulo, a Pretorian ocupa um prédio de quatro andares. No primeiro piso, roupas, sapatos e acessórios vão dividir espaço com "hot rods" (carros antigos, turbinados) e motos adaptadas. No segundo andar, uma academia envidraçada reforça o tom esportivo da marca: um ringue e um octágono vão receber exclusivamente convidados, incluindo lutadores profissionais patrocinados pela Pretorian, como os irmãos Rodrigo "Minotauro" e Rogério "Minotouro", ambos estrelas do circuito de artes marciais mistas ou MMA.

"Não vamos entrar nos segmentos de roupas esportivas propriamente ditas ou para lutas", diz Drever, que tem como hobby praticar lutas marciais. O que o empresário quer é transferir essas referências típicas do universo masculino à PTRN, a marca que vai estampar a maioria das roupas disponíveis na loja. "O público-alvo é formado por homens de 15 a 45 anos que procuram uma roupa bacana, com identidade masculina", afirma.
Construir uma marca de personalidade pode fazer a diferença entre o público masculino. A americana Abercrombie & Fitch tornou-se um sucesso internacional - com filas dobrando a esquina na 5ª Avenida, em Nova York - ao colocar modelos sem camisa na porta das lojas e estampar torsos perfeitos em outdoors. A associação é clara: mesmo quem não tem o corpo esculpido - a maioria esmagadora dos homens - procura identificar-se com a marca, reconhecida pela imagem da perfeição.

Na Pretorian, a proposta é criar roupas que apresentem alguma ousadia, como golas em V profundo, mas sem afugentar o público médio. "Queremos dar tranquilidade ao cliente.

A marca vai endossar que o que ele está usando é roupa de homem", diz Alexandre Bucci, estilista da Pretorian.

Com o conceito bem firmado, a tarefa será colocar em prática um modelo de negócio de rápida expansão, mas cercada de cuidados para preservar a exclusividade da marca. O investimento na primeira loja foi de R$ 2 milhões. A projeção, diz Drever, é chegar ao equilíbrio financeiro em seis meses. Mais três lojas próprias estão programadas para o primeiro semestre de 2012: uma no Rio e, provavelmente, outra em São Paulo. O plano também prevê abrir a primeira loja no exterior - o alvo escolhido é Los Angeles, devido à ligação com o mundo esportivo.

Paralelamente, será iniciado um processo de franquias. Se tudo der certo, as primeiras lojas sob esse modelo devem ficar prontas no segundo semestre de 2012. "Dois empresários, de Brasília e do Rio, já vieram conversar sobre o assunto", conta Drever.

A abertura da loja inicia um novo capítulo na Pretorian. A marca foi criada em 2008, como um braço de produtos esportivos da FTG, a empresa de produtos eletrônicos de Drever. Aos poucos, foi ganhando espaço, até tornar-se uma unidade independente.

Agora, desmembrada da FTG, ganha vida própria. O negócio tomou impulso quando Drever convidou Bucci, então estilista da marca masculina Ecko Unltd para modernizar a Pretorian. Além de praticar MMA, eles compartilham o gosto pelos "hot rods": são sócios na Top Hat, a oficina de personalização cujos carros ficarão expostos, e à venda, na Pretorian. A conversa evoluiu e deu origem ao plano para recriar a marca. Agora, Bucci vai trabalhar com sua equipe no terceiro andar do prédio. Drever estará um andar acima.

A loja reserva novidades aos frequentadores: eles não precisarão ir ao caixa, por exemplo. Fechado o pedido, um vendedor o trará até o cliente e se encarregará do pagamento. O consumidor poderá ficar esparramado no sofá. Os brutos também querem conforto.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/8966...arro-turbinado

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Estacionada no corredor
A Porsche Design abre sua terceira unidade em São Paulo neste domingo, no Iguatemi. Por um ano, terá um quiosque, entre a Louis Vuitton e a Salvatore Ferragamo. "O shopping não tem nenhum espaço disponível agora. Ficaremos no nosso canto aguardando vagar uma loja", diz Mario Cajada, presidente da Porsche Design no Brasil. A grife já tem uma loja na Daslu, em São Paulo, e outra no Fashion Mall, no Rio. A bandeira também planeja abrir outra unidade ainda este ano em Brasília, no shopping Iguatemi. "O mercado brasileiro está muito aquecido. São Paulo comporta quatro lojas da Porsche.

Não penso em abrir uma segunda no Rio, mas vou estudar outros Estados." O quiosque de apenas 12 m2. não irá receber o portfólio inteiro. Roupas e calçados ficam de fora. As malas e os óculos, "itens preferidos dos brasileiros", têm lugar garantido. Destaque para o relógio de mergulho P'6780 Diver (foto) que chega para a inauguração. Por R$ 36 mil.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/841105/blue-chip

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Ferragamo só aposta no 'C' dos Bric
Por Cynthia Malta

"O mercado brasileiro é menor do que Cingapura", diz Norsa, CEO da grife

A classe média brasileira não está interessada em produtos de luxo e os super-ricos gostam de comprá-los fora do Brasil. Os preços das mercadorias também são altos e não é prioridade do governo reduzir as tarifas de importação para barateá-los. A avaliação, feita sem rodeios, é do CEO da grife italiana Salvatore Ferragamo, Michele Norsa, que comanda a empresa de sapatos e bolsas de couro que fatura US$ 1 bilhão por ano. Seu negócio está distribuído em 570 lojas, nos cinco continentes.

"Há alguns anos, Brasil, Rússia e Índia eram considerados o 'novo Eldorado', mas são apenas 5% do mercado de luxo. O mercado brasileiro é menor do que Cingapura", disse Norsa, no primeiro dia de uma conferência sobre grifes de luxo organizada pelo jornal "International Herald Tribune". Para ele, só a China, o C dos Bric, é que vale a pena, ao menos por enquanto.

"A classe média no Brasil não está interessada em artigos de luxo, ao contrário dos chineses. No Brasil, apenas os super-ricos compram luxo", disse Norsa. Já o progresso que ele tem visto no mercado chinês é impressionante. "Há cinco anos, os chineses não diferenciavam um vinho francês de outro qualquer. Mas hoje, estão indo para o nível mais alto."

Segundo um estudo da Bain Company, 75% das vendas do mercado de luxo no mundo são feitas nos Estados Unidos e na China, mas este ano as vendas no mercado chinês crescem a um ritmo de 30%, em relação a 2009. Nos EUA, o avanço deve ficar na faixa de 12%. Isso significa, segundo especialistas, que em alguns anos, a China será o maior mercado consumidor de produtos de luxo do mundo.

Vários fatores, segundo Norsa, explicam esse quadro: "urbanização acelerada; educação; incrível infraestrutura: shoppings sofisticados e um incomparável número de potenciais consumidores."

Voltando a falar dos outros três membros dos Bric, ele diz que uma grife de luxo pode ter lojas no Brasil e na Índia, mas seriam poucas. "No Brasil, podemos ter duas, três lojas: uma em São Paulo, uma em Brasília, outra no Rio. Na Índia, duas: uma em Delhi e outra em Mumbai." Mas na China, emenda, "temos 50 lojas em 32 cidades."

Enquanto Brasil, Rússia e Índia ainda estão tentando entrar no clube dos dez maiores mercados de luxo, observa o executivo, "a China já está competindo para ser o número um." O resto do grupo, estima, vai levar ainda seis, sete anos, para entrar nesse rol.
Perguntado pela editora de moda do "Herald Tribune", Suzy Menkes, o que pensa de grifes de luxo chinesas, Norsa é taxativo: "Eu não vejo potencial nenhum nessas marcas. O consumidor chinês não está interessado num produto de luxo feito na China. Eu não vejo concorrência nessa área" .

Mas nem todas as grifes têm a mesma visão. A francesa Hermès, considerada sinônimo de alto luxo e conhecida por seus acessórios de couro e lenços de seda, é uma delas. Ela abriu, há cerca de um mês, uma marca de luxo na China com outro nome e com o objetivo de criar algo diferente das malas e bolsas que fabrica. Para alguns observadores, pode ser uma questão de tempo para que os chineses criem suas próprias grifes de luxo. E, para marcas ocidentais que hoje investem aceleradamente para ocupar o território chinês, como a Salvatore Ferragamo, a competição vai ficar mais difícil.

Na avaliação sobre o mercado brasileiro, por sua vez, Norsa não está sozinho. Quando perguntado sobre o potencial do Brasil, o diretor artístico da francesa Lanvin, Alber Elbaz, é diplomático: "Não penso como um mercado como a China, mas como pessoas, homens e mulheres do Brasil. São tão divertidos. Eu amo o Brasil", disse. O diretor da varejista britânica Liberty, Geoffrey de la Bourdannaye, assistiu à palestra de Norsa e concorda que o potencial dos Bric ainda é limitado. "Não estamos no Brasil nem na Índia. Temos quatro lojas na China e vamos abrir mais."

A jornalista viajou a convite do grupo Iguatemi

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/8564...-no-c-dos-bric

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Chanel reforça operação no Brasil
Por Daniela Fernandes, para o Valor, de Paris

Em 1° de julho, a grife francesa Chanel passará a operar diretamente suas atividades no Brasil, após 15 anos de parceria com a butique paulistana Daslu. Além de assumir o controle da loja no Shopping Cidade Jardim, inaugurada em dezembro de 2008, a marca de alto luxo vai abrir, a partir de outubro deste ano, uma loja-conceito e uma perfumaria própria no Shopping Iguatemi, também em São Paulo.

A decisão faz parte de uma estratégia global da empresa de administrar sua rede de butiques próprias no mundo e também reflete o objetivo de reforçar suas operações no Brasil, disse ao Valor Bruno Pavlovsky, presidente das atividades de moda da Chanel.
"Cada vez mais clientes brasileiros compram nossos produtos em todo o mundo. Constatamos também uma grande demanda de produtos da Chanel no Brasil. Chegou o momento de consolidar nossa presença no país", afirma Pavlovsky.

Assumir as operações no mercado brasileiro, por meio de sua filial, também representa "uma oportunidade" para a Chanel controlar totalmente a imagem da marca no país, diz Pavlovsky. A marca francesa poderá ainda ampliar no futuro sua presença no Brasil com novas butiques em outros Estados. "Não há nada definitivo atualmente. Vamos analisar primeiro a situação de nossas duas lojas para pensar depois. São Paulo possui um forte potencial econômico, mas o Rio ou Brasília poderiam também ser opções interessantes", diz o presidente das atividades de moda.

Com 170 butiques no mundo (sendo 42 delas na Ásia), a Chanel planeja abrir em 2010 cerca de uma dezena de lojas de moda, incluindo a do Shopping Iguatemi. A maioria será aberta na Ásia: estão previstas duas novas lojas na China, uma em Cingapura, uma no Vietnã e uma no Japão. Também serão inauguradas butiques no México, no Líbano e na Turquia, o que deixa claro a estratégia da marca de privilegiar atualmente os mercados emergentes no processo de expansão de sua rede. Também serão reabertas, após obras de renovação, a loja no bairro do Soho, em Nova York, a partir de setembro, e a de Milão, em dezembro.

A Chanel informa ter registrado crescimento nas vendas no ano passado, embora não divulgue nenhum número. O desempenho foi melhor do que o previsto, apesar da crise, o que deixa a empresa otimista em relação à expansão das atividades em 2010. "Os resultados em 2009 foram superiores aos que a situação econômica permitia prever, com um forte crescimento a partir do segundo semestre. Estamos muito confiantes em relação ao desenvolvimento da marca neste ano", diz Pavlovsky, acrescentando que "os resultados da Chanel têm sido extremamente positivos nos últimos anos, com crescimento constante das vendas".

Conhecida no mundo todo, a Chanel é, curiosamente, também uma grife ultramisteriosa, que não é cotada em bolsa e não divulga nenhum número, nem mesmo o de funcionários. Analistas financeiros estimam o faturamento da companhia entre 2 bilhões e 3 bilhões e que seu valor de mercado seria de 10 bilhões. A empresa familiar é, por sua vez, tão secreta que chega a ponto de nem mesmo confirmar o nome de seus proprietários, os irmãos Alain e Gérard Wertheimer, família originária do leste da França.

Eles são netos do antigo sócio da mademoiselle Coco Chanel, Pierre Wertheimer, com quem a estilista havia feito, nos anos 20, uma parceria para criar e distribuir seus perfumes e que, em 1954, assumiu a totalidade do controle da Chanel. Seu neto, Alain Wertheimer, que comanda a Chanel desde meados dos anos 70, deu novo impulso à grife, que estava "adormecida" na época, com a criação do prêt-à-porter, em 1978, e das atividades de joalheria, sem esquecer a contratação do estilista Karl Lagerfeld, em 1983, e expandiu a marca internacionalmente.

O número de butiques hoje é mais de oito vezes maior do que existia no início dos anos 80. Além da tradição do sigilo, Alain Wertheimer também manteve o controle de todas as operações, inclusive a da fabricação de perfumes. Diferentemente de outros grupos de luxo, a Chanel é a única que produz suas próprias fragrâncias.

A grife apresenta anualmente seis coleções de prêt-à-porter e duas de alta-costura. As duas lojas no Brasil poderão ter artigos diferentes dos encontrados em outros países. "Uma seleção de peças é geralmente obrigatória para todas as butiques, mas cada uma tem a possibilidade de fazer sua própria seleção, melhor adaptada ao seu mercado", diz Pavlovsky.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/8268...acao-no-brasil

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Perspectiva grifada
A Hermès abriu uma perspectiva para o JHSF. Ao assumir a operação da grife francesa no shopping Cidade Jardim, em 2008, o grupo vislumbrou um modelo para atrair novas marcas de luxo. Esse projeto ganha contornos definitivos agora com a criação da divisão de "retail". "Nosso posicionamento coincide também com o desejo de marcas de estar no país emergente do momento, ao mesmo tempo em que não têm condições imediatas de vir diretamente", diz Richard Barczinski, que já dirigia a Hermès e que assumiu a divisão.

A JHSF agrega ao seu portfólio, assim, as grifes Pucci e Jimmy Choo - conforme antecipou Blue Chip em 16 de julho-, que abrem suas lojas em dezembro no Cidade Jardim, já para o Natal. O executivo - que trabalhou durante 25 anos na H.Stern antes de entrar para o grupo - acredita que a nova unidade de negócio possa comportar até seis grifes de moda e já está em negociação para completar o guarda-chuva. "Se fossemos apostar só em uma loja, ficaria caro. Mas com a divisão temos um financeiro, um administrativo, um RH e um estoque em comum, o que reduz custos e nos viabiliza."

O grupo está registrado no Radar e trabalha com a trade Target. Mas a divisão não vai atender apenas ao grupo JHSF. Isso significa lidar com os concorrentes sob nova perspectiva. "Nossa unidade de negócios tem de crescer e se desenvolver. Portanto, estamos conversando com os parceiros naturais nesse processo, como o grupo Iguatemi, por exemplo." Barczinski acredita que caiba mais uma Hermès em São Paulo, uma em Brasília e outra no Rio. Com a Pucci e a Jimmy Choo, a conta pode crescer com três unidades de cada na capital paulista.

Grifada I Hermès, Pucci e Jimmy Choo são grifes que figuravam na Villa Daslu. "Ao longo do processo, com o crash da Daslu, essas marcas ficaram acéfalas. Ao mesmo tempo, elas queriam ter uma presença no país como lojas monomarcas. Então, o momento nos ajudou." A loja da Pucci, grife que pertence ao grupo LVMH e famosa por suas estampas, terá 142 m2 , com a coleção completa. O espaço da Jimmy Choo, marca inglesa de sapatos, será de 78 m 2. "Estão no mesmo padrão das demais unidades no mundo." Barczinski não revela quais marcas estão em negociação, mas não custa lembrar que Henri-François Pinault, CEO do grupo PPR, esteve este ano no país. E anunciou que abriria por aqui uma Balenciaga, uma Botega Venetta e uma Yves Saint Laurent. Estava à procura de shoppings parceiros. Pois é.

Fonte: http://www.valor.com.br/arquivo/854745/blue-chip

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MC inaugura restaurante Viena Express no Boulevar Shopping Brasília
A IMC - International Meal Company inaugura no dia 17 de setembro (sábado), o restaurante Viena Express, no Boulevard Shopping Brasília. O restaurante oferece serviço de buffet completo, incluindo saladas, pratos quentes e sobremesa, e cardápio com troca diária. As sugestões do chef são o Strogonoff de Filé, o Polpetone de salmão, a Salada Primavera e as deliciosas e tradicionais tortas da casa. O preço do quilo é R$ 45,90. Foram contratados 25 colaboradores para atender aproximadamente 680 clientes por dia. A nova unidade tem capacidade para 110 lugares e o horário de funcionamento é das 11h30 às 22h00.

O conceito Express alia rapidez, praticidade e variedade. O diferencial do restaurante do Boulevard Shopping Brasília é a disponibilidade de mesas em seu interior, de modo a oferecer uma alternativa mais confortável para os clientes, além dos assentos da praça de alimentação. O novo restaurante possui ambiente aconchegante e decoração que segue a tendência do design moderno. “Estamos bastante animados com mais um restaurante Viena em Brasília. É a reafirmação do compromisso da IMC em investir no crescimento e fortalecimento da marca Viena”, afirma Antônio Neves, diretor de Marketing e Desenvolvimento da IMC.

Perfil-O Viena é uma das marcas da International Meal Company (IMC) e uma das redes de restaurantes mais tradicionais do país, com mais de 30 anos de mercado, quase 3 mil funcionários e mais de 100 unidades distribuídas em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. O cardápio variado e de qualidade, com cozinha aberta, farto bufê de saladas e receitas caseiras, rodízio de pizzas, salgados e sanduíches, combinado com a decoração moderna e o atendimento eficiente, faz do Viena uma marca referência no segmento de comida rápida. Os restaurantes e cafeterias atendem a públicos diferenciados em sete conceitos: Viena Gourmet, Viena Express, Viena Kasher Express (no hospital Albert Einstein), V.Café, Viena Snacks, V.Bar e Viena Integrado.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_n...php?not=173491

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Loja-conceito da Le Creuset está instalada em Brasília


Presente em todos os continentes e em vários países do mundo com lojas próprias – França, Estados Unidos; Japão; Alemanha; Reino Unido; África do Sul; Singapura; Canadá; Espanha; México; Itália; Coréia do Sul; China; Holanda; Índia; Rússia; Suécia; Finlândia e Noruega - a Le Creuset, tradicional marca francesa de panelas de ferro, acaba de anunciar a inauguração da sua primeira flagship no Brasil.

Com 75m² e projeto assinado pelo arquiteto e designer de consumo Mauricio Queiroz, a loja-conceito da marca está, estrategicamente, instalada em Brasília, no ParkShopping. “Escolhemos a cidade de Brasília porque, além de ser a nossa Capital Federal, nosso centro político e do poder, a pesquisa que fizemos nos mostrou o potencial da cidade. Mostrou que Brasília está hoje entre as áreas urbanas de maior renda per capita do Brasil e que é a terceira cidade do país em consumo de bens sofisticados e marcas de luxo. A opção recaiu pelo ParkShopping porque este registra 93% de frequentadores das classes A e B, sendo 53% mulheres. Quer mercado melhor que este!?”, explica Marcos Pinto, Diretor Executivo da Le Creuset no Brasil.

Diante de um público em potencial desse gabarito, a Le Creuset traz para a sua loja no Brasil um dos melhores e mais completos mix de produtos da marca. São 350 itens, entre a linha de ferro fundido e esmaltado – seu “carro chefe” – a linha de cerâmica stoneware, non-stick e a 3-ply, além dos de utensílios de silicone, e texteis, chaleiras e stock pots, disponíveis nas cinco principais cores que a marca comercializa no Brasil: vermelho, laranja, azul cobalto, branco e black ônix.

Os painéis verdes também merecem destaque. São duas peças, dispostas entre as panelas Le Creuset, com vasos de temperos e especiarias como manjericão, hortelã, coentro, salsa, entre outros, que enfeitam e aromatizam a loja.

Depois de 14 anos de Brasil a empresa expande seu mercado de atuação e entra no ramo do varejo de forma sólida e amparada por números. A taxa de crescimento da marca de 22% ao ano, nos últimos 10 anos, foi que permitiu a viabilização da flagship da Le Creuset no país, na qual a subsidiária brasileira investiu cerca de 10% do seu faturamento anual com projeção de retorno no prazo de 5 anos.

Se isso realmente acontecer, outras lojas virão por aí, afinal, segundo Marcos Pinto, essa é a primeira dentro de um projeto que visa a abertura de 6 lojas - Brasília, Santiago, Rio de Janeiro, Buenos Aires, São Paulo e Bogotá - em 3 anos.

Le Creuset do Brasil

www.lecreuset.com.br

Fonte: http://gastronomiaenegocios.uol.com....-brasilia.html

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Old Posted Sep 20, 2011, 3:54 PM
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Originally Posted by MAMUTE View Post
Finalmente uma loja própria da Emporio armani, eu acho que vai ser sucesso
Olha que beleza a foto...agora é oficial mesmo, passados 1 ano e 9 meses de inaugurado o shopping.

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