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  #101  
Old Posted Oct 8, 2011, 1:50 PM
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Nossa! Já foi lançado esse empreendimento, pesquisadorbrazil?
Se não for lançado na 4a semana de outubro, será na 1a semana de novembro.
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  #102  
Old Posted Oct 9, 2011, 7:58 PM
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Falta de alvarás prejudica comerciantes e geração de empregos no DF


O comerciante Sérgio Carlos da Silva, 28 anos, é proprietário de uma loja de material de construção instalada na principal avenida do Paranoá. Ele emprega 10 funcionários, paga impostos e ajuda a movimentar a economia da cidade. Mas não consegue a liberação de um documento essencial para manter o negócio de portas abertas: o alvará de funcionamento. Assim como ele, pelo menos 21 mil comerciantes do Distrito Federal trabalham sem autorização formal do governo. Cerca de 30% dos 70 mil empresários dos setores de comércio e de serviços não têm alvará — um problema que preocupa tanto os lojistas quanto autoridades e entidades que representam o setor produtivo.

Sem autorização para funcionar, esses comerciantes têm dificuldades para conseguir crédito bancário e ampliar o negócio, por exemplo. Além disso, enfrentam o risco constante da chegada das equipes de fiscalização, que podem multar ou até mesmo interditar o empreendimento. “O último alvará que recebemos foi cancelado dois meses depois. Tivemos que pagar caro por um laudo de engenharia para conseguir o documento, mas logo depois perdemos e hoje estamos desamparados”, conta Sérgio Carlos. “Pagamos muito imposto, esse problema já deveria ter sido resolvido.”

O problema que afeta o lojista do Paranoá se arrasta há vários governos. Por conta das características urbanísticas do Distrito Federal, existem milhares de empresários instalados em áreas não previstas para o comércio. Há também lojas em terrenos classificados como residenciais ou funcionando em zonas rurais. Além disso, as irregularidades fundiárias agravam ainda mais o problema. Condomínios irregulares e cidades que nunca foram registradas em cartório, como Paranoá e São Sebastião, não têm escrituras. O documento é indispensável à conclusão do processo formal de licenciamento de um negócio.

Dono de uma loja de colchões no Paranoá, o empresário Francisco Barbosa dos Anjos diz que convive com o medo por conta da falta de alvará de funcionamento. “Ninguém da administração faz nada, nem os fiscais conseguem explicar direito o que temos que fazer para regularizar a situação. Só queremos ter tranquilidade para trabalhar”, comenta.

Nos últimos anos, pelo menos quatro leis foram editadas para resolver o impasse. O objetivo era autorizar o funcionamento de lojas cujos proprietários não tinham a documentação completa para conseguir um alvará. Mas o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) entrou com ações diretas de inconstitucionalidade (Adins) contra todos os dispositivos. E a controvérsia ainda parece longe do fim.

A primeira legislação foi a Lei Distrital nº 1.171, de 1996. Ela criou o alvará precário, que poderia ser concedido temporariamente aos comerciantes em desacordo com a lei. A ideia era que o documento valesse até a correção dos problemas, mas esse alvará era renovado sucessivamente sem que jamais o comerciante regularizasse a situação para conseguir o documento definitivo. O MPDFT questionou a lei, que em 2007 foi considerada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).

No ano seguinte, o GDF aprovou a Lei Distrital nº 4.201/2008, que estabeleceu a possibilidade de concessão de alvarás de transição. Na prática, o instrumento era o mesmo, só que com outro nome. Mais uma vez, os promotores de Justiça recorreram ao Conselho Especial do TJDFT, e a legislação foi considerada inconstitucional em 2009. Pouco depois, mais uma tentativa de resolver a pendência: o governo sancionou a Lei Distrital nº 4.457/2009, que criou a licença de funcionamento. O texto era praticamente o mesmo, mas a artimanha não funcionou. No ano passado, os artigos que autorizavam a concessão de alvará a comerciantes que não atendiam os requisitos foram considerados ilegais.

Inconstitucional

Em 2011, o governador Agnelo Queiroz sancionou a Lei Distrital nº 4.611/2011, que cria facilidades para micro e pequenas empresas — elas correspondem a cerca de 95% do total de negócios instalados no Distrito Federal. Pela legislação, os comerciantes que trabalham em locais sem escritura podem receber o alvará de funcionamento provisório. O documento não tem prazo de validade, ou seja, o empresário poderia ficar na ilegalidade sem ser incomodado, por quanto tempo desejasse. A lei entra em vigência no próximo dia 10, mas também é alvo de Adin do MPDFT, protocolada na Justiça no último dia 12.

Na ação, o promotor de Controle de Constitucionalidade, Antônio Suxberger, critica a insistência do governo em criar leis para autorizar o funcionamento de comércio em situação irregular. “É evidente o caráter impertinente e temerário da expedição de novas leis com o claro propósito de revalidar conteúdo já afastado reiteradas vezes pelo Judiciário, fato que configura desrespeito às decisões proferidas”, diz a Adin.

Ele critica ainda um trecho da lei sancionada por Agnelo que dispensa a obrigação de vistoria prévia para a abertura de empresas e determina que o próprio empresário deverá fixar o tempo necessário para corrigir eventuais irregularidades. “A esdrúxula proposição submete o poder de polícia do Estado a verdadeiro ato negocial. Esse artigo constitui verdadeiro incentivo à permanência das irregularidades existentes”, critica o promotor responsável pela ação.

O que diz a lei

* Exceto nos casos em que o grau de risco da atividade seja considerado alto, os órgãos do DF emitirão alvará de funcionamento provisório, que permitirá o início de operação do estabelecimento imediatamente após o ato de registro.
* Poderá ser concedido alvará de funcionamento provisório para as entidades instaladas em áreas desprovidas de regulação fundiária legal ou com regulamentação precária.
* É permitida a instalação de empresas na residência do microempreendedor individual ou do titular ou sócio da microempresa ou empresa de pequeno porte, na hipótese em que a atividade não gere grande circulação de pessoas.
* Para funcionar em área residencial, a empresa deverá obter a concordância dos vizinhos.
* O alvará de funcionamento provisório será imediatamente cassado quando no estabelecimento for exercida atividade diversa daquela autorizada ou quando o funcionamento causar danos, prejuízos, incômodos ou colocar em risco a vizinhança.
* O documento também poderá ser suspenso se for verificada irregularidade não passível de regularização.









http://www.correiobraziliense.com.br...os-no-df.shtml
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  #103  
Old Posted Oct 10, 2011, 3:44 PM
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Primeiro alvará precário (incostitucional), depois alvará de transição (a mesma porcaria), ai veio a licença de funcionamento (já foi pro saco) e agora "alvará provisório"? Caraca o governo não aprende não? Quem são os cabeças de titica que criam essas porcarias?
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  #104  
Old Posted Oct 13, 2011, 12:16 PM
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O clube é o negócio
Postado por: Rodrigo Uchoa Seção:consumo, Estilo de vida

O Business Club do WTC São Paulo foi por quase 12 anos apenas um braço de marketing institucional sem função definida. A constatação foi feita por seu presidente, Bruno Bomeny - "tínhamos que criá-lo para cumprir a lista de pré-requisitos da World Trade Centers Association". Em 2007, ele começou a transformar o departamento em algo mais parecido com um clube de negócios. Hoje, os 18 comitês, núcleos temáticos que vão do marketing e direito a sustentabilidade, organizam eventos quase diários e promovem encontros de executivos por meio de torneios de tênis, golfe e de confrarias de vinho e uísque.

Há dois anos, foram abertas versões do clube em São José dos Campos e Belo Horizonte e estão em implantação outras duas, em Curitiba e Brasília. A ideia era levar a marca WTC de condomínios empresariais para outros Estados usando o Business Club, de fácil instalação, como ferramenta de entrada. A estratégia parece ter dado certo na capital mineira, onde o WTC tem mais de 400 sócios. Segundo Bomeny, a empresa foi convidada pela Prefeitura de Belo Horizonte a enviar uma proposta de projeto para um novo centro de convenções, em resposta ao Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) publicado em junho.

Próximo ao Minas Shopping, ele será um complexo com cerca de 30 mil m2 com duas torres comerciais e um hotel cinco estrelas. "Temos a intenção em investir em triple ways", afirma o executivo. Hoje, há quatro profissionais dedicados exclusivamente à prospecção de novas oportunidades para o Business Club, que tem 2 mil associados e cobra mensalidade de R$ 400. Nos próximos quatro anos, o WTC quer ter 20 clubes e 5 empreendimentos em construção.

Até amanhã, políticos, associações de classe e presidentes de empresas como TAM, Gol, JBS e WTorre revezam-se nos painéis da General Assembly, o maior evento organizado pela nova gestão do Business Club, para apresentar uma agenda positiva e perspectivas de investimento a mais de cem representantes de companhias estrangeiras. Entre eles, Annie Wu, diretora de uma das maiores empresas de catering da China e Ousamma Ghannoum, da gigante do ramo imobiliário de Abu Dhabi Aldar Properties.

Fonte: http://www.valor.com.br/cultura/blue...be-e-o-negocio
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  #105  
Old Posted Oct 14, 2011, 3:34 AM
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Águas Claras ganha filial do Severina


Os moradores de Águas Claras já podem contar com mais uma opção de restaurante dedicado à comida nordestina. O Severina escolheu a cidade para inaugurar sua primeira filial, que abrirá as portas nesta sexta-feira (14/10). “Eu quero mostrar o que o Nordeste tem de bom”, promete a proprietária Patrícia Linhares.

Há mais de 30 anos na 201 Sul, a casa manterá o mesmo cardápio em Águas Claras, pelo menos por enquanto. Destaque para a tradicional Completinha de carne-de-sol com macaxeira (cozida ou frita), feijão-de-corda, paçoca de carne, vinagrete e arroz (foto), a R$ 63,90 (com mandioca frita) e R$ 61,90 (cozida). O prato serve até três pessoas.






“Quando o restaurante estiver estruturado, serão acrescentadas algumas novidades como pratos com filé de sol e picanha de sol. Depois vou investir no café da manhã, com muitas receitas típicas como tapioca, cuscuz e bolos variados. Acredito que o perfil jovem dos moradores é ideal para oferecer esse tipo de serviço”, avalia Patrícia.


Serviço

Severina – O Sabor do Nordeste
Avenida Araucárias, Ed. Real Quality, Lj. 24, Águas Claras; (61) 3027-2767.
Diariamente, das 11h às 17h.





http://www.querocomer.com.br/noticia...d_noticia=8454
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  #106  
Old Posted Oct 14, 2011, 10:37 PM
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Andamento das Obras do Pátio Capital


Acho q essa já tem uns 15 dias

E essa de hoje


Não se nota muita diferença nas duas pois eles começaram a colocar o vidros pelo lado virado para o Extra que por sinal já está quase pronto...O prédi com os vidros verdes está ficando mto legal
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  #107  
Old Posted Oct 14, 2011, 11:39 PM
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O pátio capital vai ficar muito bonito, lindão

valeu maths2
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  #108  
Old Posted Oct 18, 2011, 8:57 PM
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17/10/2011
Brasília ganhará duas novas doçarias em novembro





É chegada a hora de esquentar os tachos e açucarar o paladar com muito brigadeiro. Em novembro, Brasília receberá duas novas casas dedicadas à receita. A primeira será a Joaquina Gourmet, que abrirá as portas no início do próximo mês, no Parkshopping. Já no Lago Norte, a novidade fica para a segunda quinzena, com o ateliê Senhoritas Doce Gourmet.

As sócias do Joaquina Gourmet Brigadeiria, Luciana Goulart e Isabela Oliveira, já vendiam o doce sob encomenda. Agora, resolveram montar um estande no ParkShopping. Lá, serão oferecidos brigadeiros enrolados, em potinhos, em bisnagas e em panelinhas, tudo elaborado com chocolate belga.





Dentre os destaques do cardápio está a Caixa para Crise ─ seis brigadeiros embalados em caixa que imita a de remédio, com “prescrição para TPM” ─, a R$ 18. A bisnaga de brigadeiro sai por R$ 7 (50g) e a panelinha do doce, R$ 19 (100g).

O ateliê da Senhoritas Doce Gourmet é a realização de um sonho de 10 anos, colocado em prática agora, na CA do Lago Norte. A jornalista Patrícia Ribeiro começou cedo, vendendo brigadeiros na escola. Na faculdade, o negócio evoluiu para os bombons. Foi aí que surgiu a ideia de criar brigadeiros gourmet ou “brigadeiros chiques”, como ela chama.

Para a loja, que será inaugurada na segunda quinzena de novembro, Patrícia desenvolveu 45 variações da guloseima, todas elaboradas com chocolate belga ou com o baiano da AMMA. Dentre as criações estão os de cachaça, flor de sal, gergelim, limão siciliano e pistache, a R$ 3 cada.


Serviço
Joaquina Gourmet Brigadeiria
SAI/SO, Qd. 1, Área 6580, ParkShopping; (61) 9107-4334

Senhoritas Doce Gourmet
CA 2, Bl. B, Ed. Monumental, Sl. 209, Lago Norte; (61) 3368-1415, 9311-2402.




http://www.querocomer.com.br/noticia...d_noticia=8468
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  #109  
Old Posted Oct 19, 2011, 6:56 PM
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19/10/2011
Cozinha chilena ganha representante em Brasília: o Caleuche, no Condomínio Solar da Serra, no Lago Sul




Conhecido no Brasil por seus vinhos, o Chile também é dono de uma culinária rica, fortemente influenciada pelos espanhóis e que explora bem as riquezas da terra e do mar, tanto os produtos do campo, a carne de vaca, de frango e os embutidos, quanto os mariscos e peixes. Muitas vezes, reúne-se tudo em um só prato. Sim, a cozinha desse país é cheia daquelas combinações que levam os comensais brasileiros a imaginar em que circunstâncias alguém teve a ideia de misturar, por exemplo, a grande vedete chilena ― o salmão ― com calabresa, queijo mozarela e tomate. Seria em um dia de muita fome, com poucos ingredientes na geladeira?

Brincadeiras à parte, a receita ― levada ao forno e regada com azeite de oliva extravirgem ― é bem tradicional, além de muito saborosa. Chamado de cancato, o preparo é uma das muitas contribuições dos índios mapuches, os primeiros habitantes da ilha Chiloé, no sul daquele país. A prato, que ao longo do tempo ficou mais incrementado, é uma das atrações do Caleuche: um restaurante dedicado à cozinha chilena, inaugurado há quatro meses no Comércio Local do Condomínio Solar da Serra, no Jardim Botânico.




O nome da casa também tem origem em uma das principais lendas dos Mapuches. “Caleuche é um navio fantasma, que só navega à noite, bastante iluminado, habitado por bruxos, sempre embalado por muita música e dança”, conta o músico e proprietário do restaurante, o chileno Rodrigo Vivar (na foto ao lado, oferecendo o cancato). Ele está no Brasil desde 1998. Veio atraído pela riqueza da música brasileira, mas não se esqueceu da cozinha de sua terra natal. “Sempre preparava alguns pratos típicos para matar a saudade”, recorda-se.

Em seu “navio de sabores”, Rodrigo Vivar e sua esposa Adriene Zema propõem uma modesta viagem à gastronomia chilena, com cardápio pequeno, mas muito bem elaborado e cuidadosamente executado. A chegada até o restaurante também é uma pequena viagem. Distante cerca de 20 quilômetros do centro de Brasília, o acesso se dá por uma estrada ― boa parte dentro do condomínio – que alterna a vista da cidade com vales. Há apenas um pequeno trecho de estrada de terra, mas nada que dificulte o deslocamento de carros pequenos.




No restaurante, o cancato ― acompanhado por salada de batatas com maionese e molho pebre (muito parecido com o nosso vinagrete, mas sem pimentão e vinagre) ― sai a R$ 45 e serve até duas pessoas. O curanto (foto acima), um dos pratos mais apreciados do Chile, também é uma herança dos Mapuches. Trata-se de um guisado que leva de tudo um pouco: mexilhão, camarão, lula, polvo, vôngole, carne de porco e de frango, miúdos, vegetais e batatas. Tudo feito em vinho branco seco e especiarias. “O cozido não é feito com água. É preparado somente com o vinho”, explica Rodrigo. A receita, servida com arroz branco, custa R$ 45 (para duas pessoas).




Outra sugestão é o pastel de choclo (foto acima), que na verdade é uma torta de milho, um dos principais ingredientes do Chile. Na receita, também de origem Mapuche com influência espanhola, a carne de vaca acebolada, os pedaços de frango, azeitonas, ovos e manjericão são cobertos com creme de milho verde e levados ao forno. Completa a lista de segundo prato, o pollo al pebre ― frango cozido, coberto com molho pebre (aquele mesmo citado anteriormente, parecido com vinagrete, mas sem vinagre e pimentão). Ambos são servidos com arroz e custam R$ 30 (cada), para até duas pessoas




Com extensa costa banhada pelas águas frias do Pacífico, o cardápio chileno tem forte presença de peixes e mariscos. Além das elaborações em que esses ingredientes aparecem misturados às carnes, miúdos e embutidos, há outras que privilegiam apenas o frescor do mar.

No Caleuche, elas aparecem em duas versões como sugestões de entradas: maricos al pil pil (foto acima e da página principal) ― mexilhões e camarões acebolados, marinados no conhaque e especiarias, e gratinado com queijo ―, a R$ 20 (cinco unidades), e o mariscal frio (mexilhões e camarões marinados em limão e especiarias). Essa última ― inspirada nos ceviches peruanos ― também custa R$ 20 e é acompanhada por pães.




Para finalizar, as empanadas. Essas sim são unanimidade na cozinha chilena. Difícil encontrar quem não aprecie esses pastelões assados, de massa fina e macia, geralmente, com recheios suculentos, bem quentinhos e temperados. “A diferença entre as empanadas chilenas e as argentinas está no tempero”, explica Rodrigo, que usa como base o cominho, pimenta-do-reino e páprica picante. A mais tradicional é a de carne acebolada e ovo (foto acima). Mas há também pastéis de forno recheados com gorgonzola, frango ou mariscos acebolados, entre R$ 5 e R$ 8 (a unidade).

Para saborear uma dessas receitas, é preciso fazer reserva com antecedência. A área externa do restaurante está em fase de acabamento e, portanto, nesta época de chuva, a casa só pode atender até 15 clientes no espaço interno. Há mesas de madeiras, para grupos maiores, e outras menores, para casais ou quatro pessoas. Às quintas, acontecem as noites musicais. É quando Rodrigo recebe seus amigos músicos para alegrar o jantar. O repertório é excelente e não se cobra couvert por isso. Mas atenção: os pagamentos são recebidos apenas em dinheiro ou cheque.


Serviço

Caleuche Comida Chilena

Comércio Local do Condomínio Solar da Serra, Jardim Botânico, atrás da QI 27 do Lago Sul; 3522-5363, 9937-8914, caleucherestaurante@gmail.com.
Domingo, das 11h às 20h. De terça a quinta, das 17h à 0h. Sexta, das 17h às 2h. Sábado, das 11h às 2h.
Atendimento sob reserva. Não aceita cartão débito nem de crédito.











http://www.querocomer.com.br/noticia...d_noticia=8471
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  #110  
Old Posted Oct 19, 2011, 6:57 PM
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19/10/2011
Em breve, novo restaurante no local do antigo Zuu




O lugar onde durante oito anos funcionou Zuu a.Z d.Z, na 210 Sul, já tem novos proprietários e destino certo. O ponto foi adquirido por um grupo de empresários, dentre eles os sócios Tiago Boita Laude e Leandro Pompeu, ambos do Corrientes 348. Antes de abrigar o novo restaurante, que deve ser inaugurado até o fim deste ano, o espaço passará por uma pequena reforma.

“Já temos alguns projetos em mente, mas ainda não sabemos exatamente o que vamos fazer. O certo é que será um restaurante, mas a especialidade não foi definida. Por enquanto, estamos conversando com chefs de outros países para depois decidirmos”, adianta Tiago Boita.








http://www.querocomer.com.br/noticia...d_noticia=8472
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Old Posted Oct 19, 2011, 7:56 PM
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19/10/2011
Cozinha chilena ganha representante em Brasília: o Caleuche, no Condomínio Solar da Serra, no Lago Sul




Conhecido no Brasil por seus vinhos, o Chile também é dono de uma culinária rica, fortemente influenciada pelos espanhóis e que explora bem as riquezas da terra e do mar, tanto os produtos do campo, a carne de vaca, de frango e os embutidos, quanto os mariscos e peixes. Muitas vezes, reúne-se tudo em um só prato. Sim, a cozinha desse país é cheia daquelas combinações que levam os comensais brasileiros a imaginar em que circunstâncias alguém teve a ideia de misturar, por exemplo, a grande vedete chilena ― o salmão ― com calabresa, queijo mozarela e tomate. Seria em um dia de muita fome, com poucos ingredientes na geladeira?

Brincadeiras à parte, a receita ― levada ao forno e regada com azeite de oliva extravirgem ― é bem tradicional, além de muito saborosa. Chamado de cancato, o preparo é uma das muitas contribuições dos índios mapuches, os primeiros habitantes da ilha Chiloé, no sul daquele país. A prato, que ao longo do tempo ficou mais incrementado, é uma das atrações do Caleuche: um restaurante dedicado à cozinha chilena, inaugurado há quatro meses no Comércio Local do Condomínio Solar da Serra, no Jardim Botânico.




O nome da casa também tem origem em uma das principais lendas dos Mapuches. “Caleuche é um navio fantasma, que só navega à noite, bastante iluminado, habitado por bruxos, sempre embalado por muita música e dança”, conta o músico e proprietário do restaurante, o chileno Rodrigo Vivar (na foto ao lado, oferecendo o cancato). Ele está no Brasil desde 1998. Veio atraído pela riqueza da música brasileira, mas não se esqueceu da cozinha de sua terra natal. “Sempre preparava alguns pratos típicos para matar a saudade”, recorda-se.

Em seu “navio de sabores”, Rodrigo Vivar e sua esposa Adriene Zema propõem uma modesta viagem à gastronomia chilena, com cardápio pequeno, mas muito bem elaborado e cuidadosamente executado. A chegada até o restaurante também é uma pequena viagem. Distante cerca de 20 quilômetros do centro de Brasília, o acesso se dá por uma estrada ― boa parte dentro do condomínio – que alterna a vista da cidade com vales. Há apenas um pequeno trecho de estrada de terra, mas nada que dificulte o deslocamento de carros pequenos.




No restaurante, o cancato ― acompanhado por salada de batatas com maionese e molho pebre (muito parecido com o nosso vinagrete, mas sem pimentão e vinagre) ― sai a R$ 45 e serve até duas pessoas. O curanto (foto acima), um dos pratos mais apreciados do Chile, também é uma herança dos Mapuches. Trata-se de um guisado que leva de tudo um pouco: mexilhão, camarão, lula, polvo, vôngole, carne de porco e de frango, miúdos, vegetais e batatas. Tudo feito em vinho branco seco e especiarias. “O cozido não é feito com água. É preparado somente com o vinho”, explica Rodrigo. A receita, servida com arroz branco, custa R$ 45 (para duas pessoas).




Outra sugestão é o pastel de choclo (foto acima), que na verdade é uma torta de milho, um dos principais ingredientes do Chile. Na receita, também de origem Mapuche com influência espanhola, a carne de vaca acebolada, os pedaços de frango, azeitonas, ovos e manjericão são cobertos com creme de milho verde e levados ao forno. Completa a lista de segundo prato, o pollo al pebre ― frango cozido, coberto com molho pebre (aquele mesmo citado anteriormente, parecido com vinagrete, mas sem vinagre e pimentão). Ambos são servidos com arroz e custam R$ 30 (cada), para até duas pessoas




Com extensa costa banhada pelas águas frias do Pacífico, o cardápio chileno tem forte presença de peixes e mariscos. Além das elaborações em que esses ingredientes aparecem misturados às carnes, miúdos e embutidos, há outras que privilegiam apenas o frescor do mar.

No Caleuche, elas aparecem em duas versões como sugestões de entradas: maricos al pil pil (foto acima e da página principal) ― mexilhões e camarões acebolados, marinados no conhaque e especiarias, e gratinado com queijo ―, a R$ 20 (cinco unidades), e o mariscal frio (mexilhões e camarões marinados em limão e especiarias). Essa última ― inspirada nos ceviches peruanos ― também custa R$ 20 e é acompanhada por pães.




Para finalizar, as empanadas. Essas sim são unanimidade na cozinha chilena. Difícil encontrar quem não aprecie esses pastelões assados, de massa fina e macia, geralmente, com recheios suculentos, bem quentinhos e temperados. “A diferença entre as empanadas chilenas e as argentinas está no tempero”, explica Rodrigo, que usa como base o cominho, pimenta-do-reino e páprica picante. A mais tradicional é a de carne acebolada e ovo (foto acima). Mas há também pastéis de forno recheados com gorgonzola, frango ou mariscos acebolados, entre R$ 5 e R$ 8 (a unidade).

Para saborear uma dessas receitas, é preciso fazer reserva com antecedência. A área externa do restaurante está em fase de acabamento e, portanto, nesta época de chuva, a casa só pode atender até 15 clientes no espaço interno. Há mesas de madeiras, para grupos maiores, e outras menores, para casais ou quatro pessoas. Às quintas, acontecem as noites musicais. É quando Rodrigo recebe seus amigos músicos para alegrar o jantar. O repertório é excelente e não se cobra couvert por isso. Mas atenção: os pagamentos são recebidos apenas em dinheiro ou cheque.


Serviço

Caleuche Comida Chilena

Comércio Local do Condomínio Solar da Serra, Jardim Botânico, atrás da QI 27 do Lago Sul; 3522-5363, 9937-8914, caleucherestaurante@gmail.com.
Domingo, das 11h às 20h. De terça a quinta, das 17h à 0h. Sexta, das 17h às 2h. Sábado, das 11h às 2h.
Atendimento sob reserva. Não aceita cartão débito nem de crédito.











http://www.querocomer.com.br/noticia...d_noticia=8471
Interessante hein !!!

e a rede de restaurantes de Brasília vai ficando cada vez mais diversificada !!!
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  #112  
Old Posted Oct 22, 2011, 2:32 AM
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21/10/2011
Brasília receberá a primeira franquia da Doce Delícia




O Distrito Federal receberá o primeiro restaurante da rede carioca Doce Delícia. Após duas décadas no mercado do Rio de Janeiro, servindo pratos leves e saborosos ─ além de doces e tortas tradicionais ─, a casa lança seu sistema de franquias. A previsão é que a unidade de Brasília seja inaugurada até a segunda quinzena de novembro, na 404 Sul, no mesmo local onde funcionou o Intervalo, durante 32 anos. Além da capital federal, a marca está em negociação com outras duas cidades, nas regiões Nordeste e Sudeste.




O ponto, desocupado desde o dia 30 de abril, ainda está em reforma. O novo restaurante, com capacidade para 80 pessoas, deverá seguir o mesmo padrão implantado nas unidades próprias da rede, tanto em relação ao ambiente quanto ao atendimento e ao cardápio, assinado pelo chef Antonio Carlos Barbosa, que ao longo dos 20 anos de carreira teve como mestre o renomado chefe Claude Troisgros.

Entre as opções do menu, há a possibilidade de montar a própria salada (foto) ou apreciar as sugestões à la carte, sanduíches, tapas, além de uma linha de sobremesas (foto da página principal), incluindo as receitas diet e light, com baixa caloria. O carro-chefe promete ser o Picadinho Delícia ─ filé, arroz, ovo poché, farofa de alho e banana à milanesa. A casa terá serviço de manobrista.



Serviço

Doce Delícia
404 Sul, Bl. A, Lj. 27.
Domingo, das 11h30 às 22h30. Segunda, das 11h30 às 15h30. De terça a quinta, das 11h30 às 15h30 e das 18h à 0h. Sexta e sábado, das 11h30 à 1h.













http://www.querocomer.com.br/noticia...d_noticia=8481
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  #113  
Old Posted Oct 22, 2011, 2:36 AM
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21/10/2011
Setor Hoteleiro Sul ganha novo restaurante

Estar localizado no Setor Hoteleiro Sul poderia ser apenas um mero detalhe para o Places. Inaugurado no início de outubro, o restaurante, que fica no térreo do Naoum, não tem como objetivo atender exclusivamente aos hóspedes. Logo, poderia estar em qualquer lugar se não fosse a ambição da casa em movimentar essa área de Brasília, trazendo opções diferenciadas e fartas, a preços justos, não somente no horário do almoço como também no happy hour e no jantar. Tudo isso em um ambiente aconchegante, dividido entre salão interno e varanda.

No comando da cozinha, o chef Rodrigo Viana coloca em prática sugestões de receitas que os proprietários Neander Coelho e Tânia Naoum trouxeram de suas viagens ou colheram entre familiares. Sabores que têm a ver com memória afetiva. Isso justifica a união, em um só cardápio, de pratos com diferentes origens. Alguns deles, da cozinha libanesa em homenagem à sócia Tânia.

“Temos um cardápio à la carte e um bufê (foto abaixo) que também segue um padrão, mas estou sempre inovando. Elaboro os pratos de acordo com os produtos da estação. Não dá para servir sempre a mesma coisa. Além do cliente cansar, tem ingredientes que simplesmente somem do mercado em determinadas épocas do ano”, explica Rodrigo.






No horário de almoço, das 12h às 15h, o restaurante oferece um bufê com cerca de 30 variedades de receitas elaboradas com matéria-prima de qualidade (foto acima) como salmão defumado, frutos do mar, arroz negro e diferentes queijos, a R$ 32 por pessoa. O valor inclui um prato quente a ser escolhido entre três opções semanais, preparadas na hora e renovadas sempre às quartas-feiras. Até lá, os clientes podem degustar a kafta com tahine e pães árabes; o bacalhau desfiado com batatinhas, servido com arroz de brócolis; ou o risoto de linguiça com legumes. A sugestão pode ser acrescida de grelhado (picanha, salmão, baby beef ou filé-mignon) acompanhado por batatas, por R$ 17. A porção é farta.

Nos fins de tarde, o bufê sai de cena e fica somente a mesa de antepastos, a R$ 35 por pessoa, pronta para receber quem está saindo do trabalho para curtir um happy hour. A varanda da casa é um convite ao encontro com os amigos e à boa cozinha. Para quem prefere os petiscos, as dicas são o quibe libanês (variação da receita árabe, à base de nata e queijo, coberta com farofa crocante e gratinada – R$ 12) e o combinado Places (bolinho de bacalhau, quibe recheado, quesadilla, bolinho de carne-seca com aipim e linguiça grelhada – R$ 49).

A mesa de frios permanece disposta durante o jantar e fica mais em conta ─ sai a R$ 20 ─ para quem pede um dos pratos do cardápio à la carte. Dentre as sugestões figuram o sabor brasileiro (risoto de carne-seca com abóbora – R$ 27), a bisteca de porco (grelhada ao molho de hortelã e mel, acompanhada de purê de batatas e creme de maçã – R$ 41), o robalo à belle meunière (ao molho de ervas, com camarões e alcaparras, servido com brócolis, cenoura, couve-flor e ervilhas tortas no vapor – R$ 50) e o ravióli verde (recheado com mozarela de búfala, ao molho de tomates frescos – na foto abaixo – R$ 36).






A seção de sobremesas é uma pequena torre de babel de sabores com receitas que vão dos nossos conhecidos pudim de leite condensado (R$ 9) e brigadeiro de colher ─ servido em uma pequena panelinha para ser comido em grupo, a R$ 16 ─ até o kneffe (variação de receita árabe à base de nata e queijo, coberta com farofa crocante e gratinada – R$ 12), cheesecake (R$ 12) e tiramisù na taça (R$ 12).

O projeto do restaurante, do arquiteto Sérgio do Valle, é composto por painéis e ampliações fotográficas harmonizadas com madeira e luzes difusas, que modificam os ambientes a medida que o dia avança.


Serviço

Places
Setor Hoteleiro Sul, Qd. 5, Bl. H; (61) 3223-1526.
Domingo, das 12h às 15h. De segunda a sábado, das 12h às 15h e das 17h30 às 23h












http://www.querocomer.com.br/noticia...d_noticia=8479
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Old Posted Oct 24, 2011, 11:54 AM
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A cidade anda bombando de restaurantes, concessionárias de carros e motos de luxo. Falta agora os hotéis né. Pelo visto, só empresários de fora de Brasília que vão desembarcar aqui na cidade, os hotéis mais caros, pois se depender do CARTEL HOTELEIRO, vamos ter apenas kitinetes e residenciais com serviços.
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  #115  
Old Posted Oct 24, 2011, 1:18 PM
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Por falar em residenciais com servirsos....Olhe o lan;amento da odebrecht em taguatinga.

“O PRIMEIRO COMPLEXO MULTIÚSO DA ODEBRECHT
.
Muito conforto para quem vai morar e muita praticidade para quem trabalha.
Automação predial, controles de segurança e geradores próprios de energia.
Duas Torres comerciais de 18 pavimentos Salas c/ lavabo de 26m² a 38m² total 430 unidades
Uma torre Apart Hotel, de 16 pavimentos Apart hotel de 36m² a 55 m² de 1 e 2 quartos total de 192 unidadesMall de lojas c/ pé direito duplo e mezanino 81 lojas diponíveis de 44m² a 280m²
600 vagas de garagem - direito de uso
Arquitetura MKZ
Terreno com 15.000 m²
O NOME ODEBRECHT TEM PESO EM QUALQUER LUGAR, USE-O, ELE ABRE PORTAS.






La vem mais residenciais por ai???
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  #116  
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Por falar em residenciais com servirsos....Olhe o lan;amento da odebrecht em taguatinga.

“O PRIMEIRO COMPLEXO MULTIÚSO DA ODEBRECHT
.
Muito conforto para quem vai morar e muita praticidade para quem trabalha.
Automação predial, controles de segurança e geradores próprios de energia.
Duas Torres comerciais de 18 pavimentos Salas c/ lavabo de 26m² a 38m² total 430 unidades
Uma torre Apart Hotel, de 16 pavimentos Apart hotel de 36m² a 55 m² de 1 e 2 quartos total de 192 unidadesMall de lojas c/ pé direito duplo e mezanino 81 lojas diponíveis de 44m² a 280m²
600 vagas de garagem - direito de uso
Arquitetura MKZ
Terreno com 15.000 m²
O NOME ODEBRECHT TEM PESO EM QUALQUER LUGAR, USE-O, ELE ABRE PORTAS.






La vem mais residenciais por ai???
Eu conversei com o diretor da odebrecht, ele falou que seria um apart-hotel com bandeira internacional. Agora se for mesmo um residencial com serviços o MP vai embargar, eu falei isso para ele.
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  #117  
Old Posted Oct 25, 2011, 3:55 PM
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Eu conversei com o diretor da odebrecht, ele falou que seria um apart-hotel com bandeira internacional. Agora se for mesmo um residencial com serviços o MP vai embargar, eu falei isso para ele.
Existe alguma restrição na legislação quanto a construção de um residencial com serviços naquela região?
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  #118  
Old Posted Oct 25, 2011, 5:09 PM
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Existe alguma restrição na legislação quanto a construção de um residencial com serviços naquela região?
Até aonde eu sei, existe restrinções tanto no PDL e também no PDOT. Mas sabe como é, existe a restrinção. Mas elas podem ser burladas que nem as kitinetes.
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  #119  
Old Posted Oct 25, 2011, 5:23 PM
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Rolls-Royce chega 25% mais caro ao Brasil por causa do novo IPI

Montadora inglesa anuncia abertura de revendas em São Paulo e no Chile; modelo mais barato custa R$ 2 milhões

A fabricante inglesa de veículos Rolls-Royce, focada no segmento de altíssimo luxo, anunciou que vai abrir uma concessionária no Jardim Europa, região nobre de São Paulo, em março do que vem. A loja, um investimento do empresário Francisco Longo, tradicional vendedor de marcas como Ferrari e Maserati, é a primeira representação oficial da Rolls-Royce na América do Sul ? uma loja também está sendo aberta em Santiago, no Chile.

_CSEMBEDTYPE_=inclusion&_PAGENAME_=economia%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&_cid_=1597315529571 &_c_=MiGComponente_CO novo Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), cuja alíquota foi recentemente aumentada em 30 pontos percentuais para veículos importados, terá impacto sobre o preço dos modelos. "Sem o imposto, eles seriam 20% mais baratos", afirma Longo (ou seja, o tributo deixará os modelos Rolls-Royce vendidos aqui 25% mais caros).

A loja terá uma oficina e um show-room, onde ficarão expostos os caríssimos modelos da fabricante inglesa, controlada pela alemã BMW. "Embora os carros sejam feitos sob encomenda, achamos importante mostrar os modelos, porque o brasileiro gosta de ver o que está comprando antes de decidir", afirma Longo. O modelo mais barato da marca é o Ghost, que custará entre R$ 2 milhões e R$ 2,2 milhões, dependendo dos opcionais desejados.

Os pedidos ? que já podem ser feitos ? demoram entre quatro e cinco meses para serem entregues. A loja espera vender entre dez e 15 modelos no primeiro ano. "Vemos maior potencial em São Paulo, Brasília e no Sul do País", afirma o empresário.

O grupo Via Itália, de Longo, tradicional vendedor de Ferraris e Maseratis para brasileiros, recentemente passou a comercializar também as marcas Aston Martin e Lamborghini, aumentando o foco no segmento superpremium. "O Brasil é o principal mercado latino-americano para esses produtos", afirma.

Longo acredita que o IPI elevado não será um problema para o cliente da marca. "Acho que tem mais impacto sobre carros que vendem grandes volumes", diz. O grupo Via Itália vende cerca de cem veículos por ano.

As lojas no Brasil e no Chile somam-se aos 84 representantes oficiais da Rolls-Royce pelo mundo. Nos últimos anos, apesar do abalo causado pela crise global na indústria automobilística, a Rolls-Royce tem visto um aumento nas vendas (uma leve queda foi registrada apenas entre 2008 e 2009, seguida de expressiva alta).

Fonte: http://www.noticiasrss.com.br/Post/D...sa-do-novo-ipi
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  #120  
Old Posted Oct 25, 2011, 5:56 PM
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Até aonde eu sei, existe restrinções tanto no PDL e também no PDOT. Mas sabe como é, existe a restrinção. Mas elas podem ser burladas que nem as kitinetes.
Não tem como controlar esse tipo de coisa com PDLs ou PDOTs nem na analise do projeto, pois não existe diferença clara de projeto entre um hotel e um "residencial com serviços".

Ai é uma questão de fiscalização de uso e não de projeto. Não adianta pedir para a empresa entregar, RIT, EIA, projeto executivo e diabo a quatro, pois vai depender na verdade do contrato que a empresa assina com cliente. O cara entrega o projeto para um uso , constroi exatamente do jeito projetado e depois vende como residencial.

O diabo é que a fiscalização de uso é uam droga.
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