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  #521  
Old Posted Feb 1, 2014, 12:20 AM
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Uma pergunta,pra Copa nao vao nem passar uma tintazinha no museu nacional e na ponte ???Aquele preto ta horrivel
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  #522  
Old Posted Feb 1, 2014, 6:22 PM
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Uma pergunta,pra Copa nao vao nem passar uma tintazinha no museu nacional e na ponte ???Aquele preto ta horrivel
Se passar, vai ser um cal...
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  #523  
Old Posted Feb 9, 2014, 4:50 AM
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Richard K. Green - "Devemos bancar o aluguel de vizinhos pobres"

Autor(es): Marcelo Moura
Época - 03/02/2014



Para o especialista em desenvolvimento urbano, subsidiar a moradia em bairros centrais sai mais barato do que deixar a cidade se espalhar demais e, depois, tentar urbanizar


As propostas do consultor Richard K. Green podem parecer exóticas no Brasil. Aqui, o prefeito da maior capital do país equipara o debate sobre o imposto predial urbano a uma disputa entre a casa-grande e a senzala, e uma ministra diz que a preocupação com os "rolezinhos" é uma "reação de brancos". A discussão sobre a gestão do espaço urbano merece ir além dos cacoetes ideológicos. Especialista em desenvolvimento urbano da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, Green veio ao Brasil firmar uma parceria com o governo de São Paulo. Ele defende ideias de matizes diversos, como retirar os incentivos do governo à casa própria e subsidiar a moradia de famílias humildes em bairros nobres.

ÉPOCA – O mercado imobiliário brasileiro registrou a maior valorização do mundo nos dois últimos anos. Como ex-diretor da Freddie Mac (financeira envolvida na crise do mercado residencial americano, em 2006), o senhor diria que o Brasil corre o risco de sofrer com uma bolha imobiliária?

Richard K. Green – A procura por imóveis é muito maior que a oferta. Isso justifica uma alta de preços, mesmo com o baixo crescimento da economia brasileira. Há uma grande diferença entre o Brasil e os países que enfrentaram um estouro de bolha imobiliária, como Estados Unidos, Portugal e Grécia. Aqui, o grau de endividamento é baixo. Se os preços caírem de repente, não causarão um efeito dominó. Ainda assim, há motivos para preocupação. Primeiro: a valorização pode em algum momento incentivar a especulação, baseada na ilusão de que os preços subirão indefinidamente. Segundo: o Brasil tem recebido muitos investimentos estrangeiros, que certamente impulsionam o mercado imobiliário. Se esse dinheiro de fora parar de chegar, pode haver problema. A terceira preocupação vem da mudança na política monetária brasileira. As taxas de juro do país estavam no nível mais baixo da história e, nos últimos meses, voltaram a subir bastante. A alta dos juros pode desestabilizar o mercado imobiliário, ao criar alternativas de investimento mais atraentes que a habitação.

ÉPOCA – O senhor afirma que São Paulo é um mercado imobiliário à parte no mundo. Por quê?

Green – São Paulo chama a atenção pelo extraordinário desequilíbrio entre oferta e procura de imóveis e pelo enorme afastamento entre trabalho e moradia. Sou de Los Angeles, uma cidade criticada por ter os postos de trabalho concentrados demais. Temos cerca de 6% dos postos de trabalho na região central da cidade. São Paulo é muito pior. Cerca de 80% dos postos de trabalho estão na área central. Para amenizar a concentração, São Paulo poderia estimular a mudança de empresas para perto das casas. Outra solução, igualmente complexa, é melhorar o sistema de transporte. Há quatro décadas, surgiu o consenso de que grandes cidades deveriam construir metrô, mas países como Brasil e Estados Unidos demoram a realizar projetos. Hoje, a construção do metrô tornou-se mais lenta e cara, incapaz de acompanhar as demandas da população.

ÉPOCA – Quanto do congestionamento nas cidades se deve ao culto à casa própria? No século retrasado, as famílias tinham moradia mais flexível. Migravam para onde havia trabalho.

Green – O culto à casa própria é um equívoco extraordinário. Ele existe, nas culturas ocidental e oriental, como algo inevitável e indiscutível. Não é. Na Alemanha, apenas 43% das casas são próprias. Na Suíça e na França, ocorre a mesma coisa. Esses países, com alto nível de coesão social e ótima situação econômica, são exemplos de que alugar uma casa é uma excelente opção de moradia. Sobretudo para jovens e solteiros, interessados em aproveitar oportunidades em diferentes lugares. Alugar é uma alternativa melhor do ponto de vista econômico e social, mas, quando digo isso nos Estados Unidos, me olham como se eu fosse louco. Acham impossível ter uma boa vida sem ser dono de uma habitação. Isso, sim, é loucura. Por mim, jovens poderiam usar o capital da casa própria para investir num pequeno negócio ou no mercado de ações.

ÉPOCA – No Brasil, como em diversos países, facilitar a compra da casa própria é uma política de governo.

Green – Se eu fosse o rei do mundo, o governo ficaria restrito a regular e a estimular os mercados de aluguel e financiamento. Bastaria garantir condições justas e deixar o mercado decidir o que as pessoas preferem. O bom funcionamento do mercado de aluguel depende de leis transparentes, com direitos e deveres de proprietários e inquilinos previstos e respeitados. Inquilinos devem ter tranquilidade para morar. Proprietários devem ter facilidade para despejar o inquilino em caso de calote. No Brasil, faz todo sentido criar um ambiente favorável ao aluguel de imóveis.

ÉPOCA – Como a valorização das áreas centrais muda a dinâmica das cidades?

Green – O fenômeno mais interessante nas capitais americanas, nas últimas duas décadas, é a entrada de dinheiro nas áreas centrais. Em Washington, no Distrito de Colúmbia, o centro atrai solteiros e casais sem filhos, de classe média. Eles tomam o lugar de famílias pobres, que se mudam para os subúrbios. O impacto populacional dessa mudança não é tão claro, mas o impacto financeiro é bastante concreto. Como a prefeitura arrecada parte da valorização dos imóveis, a condição fiscal da máquina pública melhorou bastante. Agora é possível prestar serviços muito melhores. Mas os principais interessados nesses serviços não conseguem desfrutar a melhora, uma vez que foram empurrados para lugares com serviços públicos ruins.

ÉPOCA – Como o governo pode manter a oferta de serviços públicos perto dos pobres, que mais precisam deles?

Green – Em Washington, houve um ganho de arrecadação pública suficiente para subsidiar a permanência de famílias pobres em áreas recém-valorizadas. Mesclar as classes sociais tornaria a cidade mais agradável para todos os moradores, com mais oportunidades e melhor qualidade em serviços, como coleta de lixo e conservação de parques. Racionalmente, faria sentido mesclar, mas politicamente é improvável. Os novos moradores precisariam ter desprendimento, para ver o dinheiro de seus impostos aplicado em manter gente pobre na vizinhança.

ÉPOCA – Que capitais empregam dinheiro público para mesclar classes sociais?

Green – Londres e Nova York gastam dinheiro para subsidiar a moradia popular em bairros caros. Algumas famílias pobres moram na ilha de Manhattan. Não muitas, mas existem. Em Hong Kong, mais da metade dos moradores recebe algum subsídio.

ÉPOCA – Em vez de pagar subsídios, por que não deixar os mais pobres buscar bairros mais baratos?

Green – Dallas e Houston, no Estado do Texas, não pagam subsídios. Elas têm um desenvolvimento espalhado, com famílias ocupando casas bem distantes, incrivelmente baratas. Os terrenos são basicamente grátis, então sempre existirá uma casa à altura do orçamento. Essas cidades têm desenvolvimento amorfo, com bairros não exatamente urbanizados. O morador passa grande parte do dia dentro de seu carro, dirigindo de um lado a outro. É impossível ter transporte público excelente com um modelo de urbanização espalhada. Não funciona. Você pode ver isso em Brasília, uma área de baixa densidade onde é difícil fazer o trânsito funcionar. O Estado economiza o dinheiro dos subsídios, mas paga caro pelo espalhamento urbano que vem a seguir.


ÉPOCA – Qual a opção ao modelo de espalhamento urbano?

Green – O modelo oposto existe em cidades como Hong Kong. A urbanização de alta densidade tem maior eficiência energética e menor impacto ambiental, ao favorecer o transporte público. Mas os imóveis tornam-se mais caros. Para compensar, as prefeituras adotam subsídios. Naturalmente, esse modelo tem problemas. O subsídio abre flancos para a corrupção e distorce o mercado imobiliário. As construtoras deixam de fazer os prédios certos, nos lugares certos, porque as necessidades do consumidor são mascaradas pela injeção de dinheiro público. O adensamento urbano com subsídios traz em si uma certa ineficiência, mas é a melhor opção.

ÉPOCA – Que capitais podem inspirar as capitais brasileiras?

Green – Hong Kong e Cingapura são os grandes exemplos. Não são cidades especialmente amáveis ou bonitas, mas cresceram muito rapidamente nos índices de índice de desenvolvimento humano (IDH). Quando fui a Cingapura pela primeira vez, em 1992, apenas metade dos moradores tinha acesso à água e esgoto. Agora, são 100%. Em 20 anos. E uma conquista notável. Eles fizeram isso com boas ideias para usar a terra, aproveitar a valorização imobiliária e desenvolver a infraestrutura. Hong Kong leiloa áreas de expansão, em disputas públicas bastante transparentes. Com o dinheiro da valorização dos terrenos, consegue implantar serviços. Talvez seja impossível reproduzir a habilidade dessas sociedades de chegar a um consenso. Mas vale a pena olhar de perto.

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  #524  
Old Posted Feb 18, 2014, 5:33 PM
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Voltaram a falar nas placas de energia solar pro Estádio Nacional. Aparentemente foi feita uma licitação à parte.


Governo pretende instalar sistema de energia solar no Mané Garrincha:


http://www1.folha.uol.com.br/esporte...arrincha.shtml
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  #525  
Old Posted Mar 11, 2014, 9:14 AM
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Alguém ficou sabendo da nova? O mesmo TJDF que reverteu a decisão do CONSPLAN, devido argumentos do MP que a escolha dos conselheiros não era democrática. Na primeira instância o GDF perdeu com a liminar do MP. Não é que aconteceu que a liminar do MP caiu. Adivinha... Em nenhum momento da história do Consplan o MP utilizou dos argumentos da escolha dos conselheiros deveriam respeitar a democracia. Mas o TJDF entendeu que o Conselho sempre foi escolhido pelo GDF e que somente agora o MP reclamou? Portanto o PPCUB e LOUS voltam para Câmara Legislativa para votação. Mas uma que o MP perde.

O interessante que nenhum grande jornal, televisão ou rádio divulgou essa derrota do MP.
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  #526  
Old Posted Mar 13, 2014, 2:27 PM
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Com nova composição, o Conplan se reúne hoje para aprovar o PPCub


Os recém-integrantes querem mais tempo para apreciar os 200 artigos do texto, mas o governo tem pressa

Foto: Daniel Ferreira

A ocupação do Plano Piloto será disciplinada pelo PPCub. O projeto é polêmico e, hoje, deverá haver manifestação diante da Sedhab

Motivo de polêmicas entre representantes da sociedade civil, governo e parlamentares, o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub) será colocado em votação pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) em reunião às 9h de hoje. No entanto, os novos integrantes do órgão se negam a votar o projeto, sob o argumento de que não tiveram tempo hábil para revisar a proposta, que condensa em mais de 200 artigos e centenas de planilhas e mapas as diretrizes da ocupação do solo em Brasília, Cruzeiro, Sudoeste, Octogonal e Candangolândia. Segundo o governo, o texto atual do PPCub, sobrestado na Câmara Legislativa, deverá ser votado hoje. As alterações sugeridas pelos parlamentares serão analisadas posteriormente.


A discussão marcada para hoje será a segunda tentativa de o Conplan aprovar o PPCub. Em janeiro passado, o juiz da 3ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT) anulou todos os atos do conselho assumidos em 2013, a pedido do Ministério Público do DF (MPDFT). O órgão questionou o método de indicação dos membros do órgão pelo governador e pediu eleições diretas para o cargo. Embora a Justiça não tenha acatado a previsão de eleições diretas, a decisão do juiz Jansen Fialho foi o bastante para obrigar o GDF a editar o Decreto nº 35.131/2014, que ampliou o rol de entidades representativas da sociedade civil. Mesmo assim, o promotor da Ordem Urbanística Marcelo Teixeira, estuda ingressar com nova ação para fazer valer as eleições para o órgão.

“A nova composição do Conplan não traz diferença substancial do que era o antigo quadro de representantes da sociedade civil no órgão, por isso, estudamos um instrumento jurídico para fazer valer o direito do voto para a escolha desses membros. Além disso, caso as audiências públicas tenham sido realizadas sob a supervisão ou participação do antigo Conplan, outras reuniões abertas à sociedade seriam necessárias como forma de não macular o processo e legitimar a participação popular”, afirma. O caso também ganhou as redes sociais, nas quais há convocação para mobilizações em frente à sede da Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab), no Setor Comercial Sul, onde será feito o encontro.











http://www.correiobraziliense.com.br...-o-ppcub.shtml
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  #527  
Old Posted Mar 15, 2014, 8:59 AM
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PPCUB: Aprovados, mas polêmicos

Destaques do projeto passaram por reunião, mas população sequer sabe significado da sigla


Na pauta, 50 destaques do Projeto de Lei do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB). O resultado: todos aprovados em menos de 24 horas, durante reunião do Conselho de Planejamento Urbano e Territorial (Conplan). Entre eles, a polêmica determinação para que a 901 Norte tenha um projeto próprio de ocupação a ser elaborado pelo Governo do Distrito Federal, em conjunto com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).




No momento da votação, 18 dos 27 conselheiros do Conplan estavam presentes. A pressa em aprovar o texto chegou a tal ponto que passou pelo crivo dos membros do conselho o novo artigo dando poder ao governo de tomar ações para complementação do Eixo Monumental, em especial na área entre o Teatro Nacional e a L2 Norte.

À revelia da população, ficou decidido que na próxima quarta-feira, os conselheiros vão analisar e votar o parcelamento do solo de 11 condomínios do Jardim Botânico e do Setor Habitacional Dom Bosco.

Luos

A reunião para votação da Lei de Uso e Ocupação do Sol (Luos) está marcada para a próxima sexta. Segundo o secretário de Habitação, Geraldo Magela, ela ainda não foi colocada em pauta porque houve muito debate travestido de técnico sobre o PPCUB, mas com interesses econômicos e políticos. “De qualquer forma, vamos concluir as emendas ao PPCUB numa semana e na seguinte, encaminharemos as emendas à Luos”.

Enquanto isso, os moradores do DF confessam que mal sabem o significado das siglas Conplan, PPCUB e Luos. O JBr. foi às ruas e questionou sobre a importância dos projetos na vida deles. Porém, a pergunta foi recebida com surpresa e, na maioria das vezes, devolvida: “O quê são esses projetos?”. Difícil explicar, já que o documento é técnico, com mais de 240 artigos e diversos anexos, além de 70 planilhas que, sozinhas, somam mais de 350 páginas.

Referendo

“Proponho até um referendo se realmente se trata de uma proposta que pode mudar nossa rotina”, diz a servidora pública Andréia de Carvalho, 26 anos.

Contradição entre secretaria e Unesco

O secretário de Habitação, Geraldo Magela, diz que não há pressão em votar o projeto. “Este projeto está sendo discutido há quatro anos, já passou por mais de uma dezena de audiências públicas formais e por mais de cem reuniões com a sociedade, além de ter sido debatido por técnicos especializados em diversos órgãos. Está pronto para ser votado”, afirmou.

Para Magela, “é uma grande bobagem” afirmar que o PPCUB ameaça o tombamento de Brasília. “Se alguém estiver falando isso, está falando por desinformação ou por má intenção. O PPCUB é uma exigência da Unesco, já que Brasília é Patrimônio Cultural da Humanidade há 26 anos e até hoje não existe um Plano de Preservação”, destacou o secretário.

Surpresa

Também procurada pelo JBr., a Unesco contradisse a resposta do secretário. “Recebemos com surpresa a notícia de que o projeto foi aprovado esta semana pelo Conplan, antes mesmo da conclusão dos trabalhos dessa comissão. Com isso, caminha-se para a manutenção de pontos conflituosos no projeto a ser votado pela Câmara Legislativa, muitos deles prejudiciais à preservação das características do projeto original que deu o título de Patrimônio Mundial a Brasília”, esclareceu a coordenadora de Cultura do órgão no Brasil, Patrícia Reis.







http://www.jornaldebrasilia.com.br/n...mas-polemicos/
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  #528  
Old Posted Mar 16, 2014, 12:49 PM
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Conselho de Planejamento Urbano vai analisar planilhas e mapas do projeto


Entidades e arquitetos são contra a proposta para mudança do uso da área tombada


Depois da polêmica aprovação do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub), uma nova reunião vai aumentar a discussão sobre a proposta. Esta semana, serão analisados no Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) as planilhas e mapas com detalhamento de todas as regras para uso do solo na área tombada — o que deve gerar mais controvérsia entre o governo e entidades da sociedade civil que são contra o projeto. Finalizada essa etapa, os documentos serão encaminhados à Câmara Legislativa para apreciação dos deputados. Se seguir da forma como está, a proposta abre brechas para a criação de um estacionamento na Esplanada dos Ministérios, a construção de uma nova quadra no Sudoeste e também de prédios na 901 Norte.

Foto: Rafael Ohana

A expansão do Sudoeste está prevista no plano de preservação, apesar da resistência da comunidade

O secretário de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab), Geraldo Magela, explica que, apesar de abrir a possibilidade de implantação desses empreendimentos, o governo não está programando a construção de uma garagem subterrânea na Esplanada dos Ministérios, por exemplo. “O texto autoriza, mas a decisão de fazer, ou não, ainda será tomada mais para a frente. No caso da 901 Norte, também não está decidido o que pode ser criado lá, só que ela vai existir. São detalhes que serão decididos posteriormente, caso as propostas venham a ser liberadas.”


Depois da reunião para aprovação das planilhas do PPCub, marcada para a tarde da próxima quarta-feira, a responsabilidade será dos deputados distritais. “O encaminhamento vai depender deles, que podem fazer alterações no texto”, lembra Magela. Para o secretário, há duas principais razões para aprovar a proposta. “São 26 anos de Brasília com o título do patrimônio cultural e até hoje não temos um plano de preservação, que é exigido pela Unesco. Na minha opinião, hoje as oposições são políticas, em função do momento eleitoral, e econômica, por conta dos interesses de algumas pessoas de fazerem discursos técnicos”, acrescenta.











http://www.correiobraziliense.com.br...-projeto.shtml
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  #529  
Old Posted Mar 16, 2014, 4:35 PM
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As pessoas tem que pensar no seguinte. A lei que é baseada o título patrimônio histórico é a lei do tombamento, se altera as regras, em nada intertefere no título
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  #530  
Old Posted Mar 25, 2014, 12:32 PM
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Puxadinhos sobre lajes de prédios da W3 preocupam especialistas



Construções sobre prédios estão cada vez mais comuns na W3 Sul. Especialistas dizem que o problema não é só estético, mas também estrutural. A Administração de Brasília e a Agefis empurram a responsabilidade da solução

Foto: Breno Fortes/CB/D.A Press

Na 503 Sul, a obra mostra o que professor da UnB chama de "favelização"




Em meio à desordem urbana, crescente no Distrito Federal, os puxadinhos apareceram invisíveis aos olhos da fiscalização e se perpetuaram, inclusive, acima das lajes dos blocos do que seria um dos principais centros comerciais do Plano Piloto: a W3 Sul. Multiplicaram-se ao longo dos anos, encobertos pela frustrada vocação da famosa avenida. As coberturas improvisadas são usadas como depósitos e residências. Nesse último caso, com direito à caixa d’água, ar-condicionado e até antenas de tevê por assinatura.

Especialistas ouvidos pelo Correio criticam a negligência e o desrespeito do Governo do Distrito Federal (GDF) perante o plano original da cidade, fatores responsáveis pela “favelização” de áreas nobres da capital. Ontem, a reportagem percorreu quadras como a 503, a 506, a 508 e a 509 e identificou várias construções acima do limite permitido pela Norma de Gabarito de Brasília (NGB). Em tese, são permitidos dois ou três pavimentos além do térreo. Todas as estruturas fora do padrão são consideradas ilegais. “A altura exata é dada pela cota de coroamento e varia conforme a inclinação da rua. Ela deve ser homogênea para os conjuntos de blocos. Tudo que estiver acima do alinhamento entre as marquises foge da proposta”, detalha a diretora de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília, da Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab), Rejane Jung Viana.

O professor Frederico Flósculo, da faculdade de arquitetura e urbanismo da Universidade de Brasília (UnB), vai além. Ele analisou os flagrantes na W3 Sul e reforçou o caráter irregular das estruturas. Segundo ele, entre um terço e dois quintos dos imóveis das quadras 500 ferem a NGB no quesito de ocupação das coberturas ou telhados. Para ele, o resultado não poderia ser pior. Além da paisagem de péssima aparência, ele cita riscos à integridade estrutural das edificações. “Implica em sobrecarga. Pode comprometer a área que recebeu o ‘acréscimo’ e as edificações vizinhas. O consumo de eletricidade aumenta, altera-se o equilíbrio do prédio e dificulta o combate em casos de incêndio”, exemplifica.






http://www.correiobraziliense.com.br...ialistas.shtml
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  #531  
Old Posted Mar 25, 2014, 3:47 PM
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Vamos falar francamente, esse gabarito das comerciais da W3 Sul é uma porcaria!! Jamais deveria ter sido tombado!

A W3 Sul inteira é um erro de projeto, por isso a via esta se deteriorando rapidamente. Se o IPHAN permitisse isso é o que deveria ser feito:

- Fim deste gabarito ridiculo de 3 andares, passando a 6 andares.
- Os conjuntos deveriam ser unificados em um unico lote, com desenho mais livre.
- Comercio dos DOIS lados da via, tem que acabar com essa bobagem de comercio de um lado e residencia do outro. Deveria ser criado um novo padrão de 6 andares do lado residencial.
- Estacionamento em frente aos lotes.
- Alargamento da W2 com estacionamento dos dois lados.

Mas sei que nada disso seria aprovado, por isso vamos continuar vendo a W3 Sul agonizar...

Ah sim! E a construção do lendario VLT!

Last edited by Jota; Mar 25, 2014 at 3:58 PM.
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  #532  
Old Posted Mar 27, 2014, 6:30 PM
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Construção de prédios na 901 norte é aprovada parcialmente pelo Conplan


Para que as construções sejam totalmente aprovadas pelo Conselho, todos os tópicos do texto devem ser votados


Área onde a quadra 901 Norte poderá ser construída se o Plano for aprovado pela Câmara


Conselho de Planejamento Urbanístico e Territorial (Conplan) aprovou parcialmente, nesta quinta-feira (27/3), a proposta do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub), que permite, entre outros itens, a construção de prédios na 901 da Asa Norte. Para que a construção seja totalmente aprovada pelo Conselho, todos os tópicos do texto devem ser votados.



Os conselheiros votaram durante a manhã em algumas alterações no projeto de lei complementar (PLC 078/2013) e nas planilhas do PPCub. O grupo técnico apresentou o resultado da análise de 73 documentos do Plano.

Durante a apresentação, os conselheiros citaram dúvidas sobre alguns pontos. Os documentos que não tiveram questionamentos foram aprovados, entre eles, a proposta que permite construção de prédios na quadra 901 da Asa Norte. Os pontos que geraram dúvidas ainda serão votados ao longo do dia.

Para que o Plano seja encaminhado a Câmara Legislativa, é necessário que todo o texto seja votado. Caso a Câmara aprove, o PPCub terá validade legal.











http://www.correiobraziliense.com.br...-conplan.shtml
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  #533  
Old Posted Mar 27, 2014, 7:18 PM
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Para desespero dos burgueses hipocritas.
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  #534  
Old Posted Mar 27, 2014, 11:32 PM
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Conplan libera garagens subterrâneas na Esplanada, se gramado for mantido




Conselho aprovou o PPCub com alterações no texto; estacionamento na Esplanada é possível, desde que a integridade do gramado central seja mantida

Divulgação/ GDF

Pôlemico estacionamento subterrâneo na Esplanada dos Ministérios prevê 10 mil vagas

O Conselho de Planejamento Urbanístico e Territorial (Conplan) aprovou nesta quinta-feira (27/3) o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub). O pôlemico estacionamento subterrâneo na Esplanada dos Ministérios, que prevê 10 mil vagas, foi aprovado, mas a integridade do gramado central deverá ser preservada. Algumas alterações foram feitas no texto, que agora segue para a Câmara Legislativa

Um grupo de trabalho formado por representantes da sociedade civil, governo, Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) será formado para acompanhar o cumprimento do PPCub e analisar os projetos.

A construção de prédios na 901 da Asa Norte também foi aprovada desde que os prédios não ultrapassem 12 metros de altura, sigam o padrão das 900 e não sejam explorados pelo setor hoteleiro.

O secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Geraldo Magela, disse que o grupo conclui uma etapa importante em defesa de Brasília. O Presidente do IAB-DF, Thiago Teixeira de Andrade, informou que o projeto conseguiu avançar mas mesmo assim considera que alguns pontos precisam ser discutidos, agora na Câmara.







http://www.correiobraziliense.com.br...-mantido.shtml
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  #535  
Old Posted Mar 27, 2014, 11:52 PM
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Eu acho estranho burgueses quererem ditar o que milhões de brasilienses aceitem o que eles exigem. Primeiro, quem ergueu a cidade? as empresas (os donos burgueses) ou os candangos (os pobres mesmos)?

Então se forem pegar todas as pseudos entidades que alegam representar o povo, na verdade representam os burgueses. Se abrissem para o povo todo falar, os burgueses seriam minoria e pior, seriam convidados a se retirarem das audiências públicas.

Pior, levam pânico a sociedade alegando que o PPCUB vai retirar o título da UNESCO, pra min esse título é igual papel higiênico. A cidade pode até perder o título, mas vai continuar sendo TOMBADA. Dá para entender....
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  #536  
Old Posted Mar 28, 2014, 2:50 AM
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Eu acho estranho burgueses quererem ditar o que milhões de brasilienses aceitem o que eles exigem. Primeiro, quem ergueu a cidade? as empresas (os donos burgueses) ou os candangos (os pobres mesmos)?

Então se forem pegar todas as pseudos entidades que alegam representar o povo, na verdade representam os burgueses. Se abrissem para o povo todo falar, os burgueses seriam minoria e pior, seriam convidados a se retirarem das audiências públicas.

Pior, levam pânico a sociedade alegando que o PPCUB vai retirar o título da UNESCO, pra min esse título é igual papel higiênico. A cidade pode até perder o título, mas vai continuar sendo TOMBADA. Dá para entender....
Os pobres trabalhavam para as empresas, portanto quem ergueu a cidade foram os burgueses.....
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  #537  
Old Posted Mar 28, 2014, 2:56 AM
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Os pobres trabalhavam para as empresas, portanto quem ergueu a cidade foram os burgueses.....
Sem mão de obra dos pobres os burgueses não fazem nada. Se fosse assim, quero que provem que eles pegaram na massa.
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  #538  
Old Posted Mar 28, 2014, 3:26 AM
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
Sem mão de obra dos pobres os burgueses não fazem nada. Se fosse assim, quero que provem que eles pegaram na massa.
Sem dinheiro se faz menos ainda, ou vc sugere que os trabalhadores foram lá trabalhar de graça?

Ah que discussão besta....

É tão boba essa coisa de burgueses versus pobres trabalhadores... tão decada de 70.
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  #539  
Old Posted Mar 28, 2014, 3:58 AM
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Originally Posted by Jota View Post
Sem dinheiro se faz menos ainda, ou vc sugere que os trabalhadores foram lá trabalhar de graça?

Ah que discussão besta....

É tão boba essa coisa de burgueses versus pobres trabalhadores... tão decada de 70.
Jota está tão atual. Acho que você nem mudaria de idéia, quando uma ex administradora do lago sul foi aplaudida numa audiência pública por atacar os desejos dos pobres.

Não entrava na cabeça dela, que um morador de Samambaia não teria 100 mil reais para comprar um apartamento num prédio com mais de 15 andares. Eles (burgueses) estão bem incomodados com os pobres.

Antes eles o pobres eram passivos, não conseguiam revindicar nada. Só os burgueses. Agora, os pobres quando querem alcançar seus objetivos é só fechar as pontes dos lagos para alcançar seus objetivos, e pensa que isso não incomoda?

Igual aquelas hipocritas professoras cariocas burguesas, reclamando de um rapaz de camiseta e bermudas no aeroporto. Denegrindo a imagem da pessoa, julgando pelas vestes que seria um pobre.

Agora se lascaram quem compartilhou da mesma idéia, o pobre cara, é um advogado, e não vai querer nenhuma retratação desses burgueses, até mesmo porque não vai ter.

A retratação vai ser por processo civil e criminal, já imaginou quanto o cara vai faturar de mil burgueses? kkkkk
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  #540  
Old Posted Mar 28, 2014, 5:30 AM
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Alguns projetos que poderão se tornar realidade, a seguir irei posta-los.





























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