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  #141  
Old Posted Dec 31, 2011, 11:37 PM
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Viajei no dia 22 a noite e o único problema estava na terminal SP, devido a problemas climáticos. Viajei novamente no dia 25 e não tive problema algum!

A verdade é que algumas pautas já ficam nos calendários da mídia e alguns jornalistas a lá Alexandre Garcia já se especializaram tanto que você já sabe exatamente o que o cara vai falar com dias de antecedência. Quebraram a cara e essa a gente tem que reconhecer que a direção da Infraero está muito melhor!!!


Que todos os foristas aqui tenham um 2012 bem proveitoso! Apagando as luzes...
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  #142  
Old Posted Jan 4, 2012, 11:35 AM
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Infraero deixa de gastar R$ 1 bilhão em obras em 2011


A Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) deixou de utilizar, no ano passado, R$ 1 bilhão previsto para construção e reforma em 23 aeroportos, incluindo 11 localizados em cidades-sede do Mundial, informa reportagem de Lúcio Vaz em reportagem na Folha desta quarta-feira.

Os aeroportos da Copa deverão receber R$ 6,5 bilhões em investimentos até 2014, mas as obras ainda não tiveram início na metade deles.

No remanejamento de recursos do Orçamento da União feitos no final do ano, foram "cancelados" R$ 981 milhões em investimentos nos aeroportos e R$ 88 milhões em manutenção do programa de segurança de vôo e controle do espaço aéreo.





http://www1.folha.uol.com.br/mercado...-em-2011.shtml
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  #143  
Old Posted Jan 4, 2012, 3:11 PM
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Aeroportos brasileiros = Vergonha Nacional
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  #144  
Old Posted Jan 21, 2012, 2:51 AM
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Leilão dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília será um dos mais complexos já feitos no país



O leilão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos (Campinas) e Brasília, marcado para o próximo dia 6 de fevereiro, em São Paulo, seguirá um novo modelo, até então inédito por aqui. De acordo com André Demarco, diretor de operações da BM&FBovespa, que organiza o leilão, esse será "um dos mais complexos" leilões já realizados no Brasil.

Os três aeroportos serão disputados simultaneamente pelos consórcios, de forma a “tentar obter o maior valor pelo conjunto de aeroportos”, segundo Adriano Miranda, presidente da comissão de licitação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), durante a apresentação do leilão nesta sexta-feira (20), na BM&FBovespa, em São Paulo.



Movimentação intensa de passageiros no saguão do Aeroporto Internacional de Guarulhos (Cumbica), em São Paulo, às vésperas do Natal de 2011


Isso quer dizer que não será o lance individual mais alto que vai indicar qual consórcio sairá na frente na disputa por determinado aeroporto, mas o conjunto de propostas que resultar no “maior valor global”, ou seja, na “maior somatória” pelos três terminais, lembrando que um mesmo consórcio não poderá arrematar mais de um aeroporto.

Dessa forma, a classificação de cada consórcio poderá ser alterada a cada novo lance. O consórcio que tiver feito propostas para mais de um terminal não terá como garantir que, no final, levará o aeroporto de sua preferência. Durante a disputa, eles serão classificados como titular, ativo, inativo ou, ainda, desclassificado. No momento em que se encerrarem os lances, será vencedor o consórcio que tiver a classificação de titular.

Para tentar atingir seus objetivos, os consórcios terão que fazer diversos cálculos antes de cada lance e, por isso, a previsão é que o leilão seja longo, podendo demorar até cinco horas. De acordo com Paulo Cirulli, gerente de produtos imobiliários e leilões especiais da BM&F Bovespa, “outros países utilizam modelos [de leilão] ainda mais complexos”.

Os lances mínimos foram fixados em R$ 3,4 bilhões para Guarulhos (Cumbica), R$ 1,471 bilhão para Viracopos e R$ 582 milhões para Brasília.

Análise do TCU

O TCU (Tribunal de Contas da União) está analisando o edital do leilão e uma eventual reprovação não é descartada --caso existam inconsistências no texto. Se isso acontecer, o leilão poderá ser paralisado, admitiu a superintendente de regulação econômica da Anac, Daniele Crema.

Segundo ela, mesmo que o TCU não se pronuncie sobre o texto até o dia do leilão (6 de fevereiro), “o certame acontecerá normalmente na data prevista”. Já o presidente da comissão de licitação, Adriano Miranda, disse acreditar “que os documentos apresentados ao TCU se sustentam”.

Na próxima segunda-feira (23), a Anac deverá divulgar uma ata de esclarecimento com as respostas para mais de mil perguntas sobre o leilão.
















http://noticias.uol.com.br/cotidiano...os-no-pais.htm
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  #145  
Old Posted Jan 22, 2012, 4:50 PM
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Hoje saiu no Jornal de Brasília, uma matéria a respeito da expansão do aeroporto, apenas matéria, sem imagens oficiais, alegando que a empresa que vier a vencer a licitação, vai ser obrigada a construir 24 novas áreas de embarque, sendo 15 aerobridges ou como queiram, fingers.

Mas o jornal peca nas informações, afirmando que o aeroporto tem 14 milhões de paxs de capacidade, se o próprio site da infraero, diz que tem apenas 7,4 milhões de paxs de capacidade.
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  #146  
Old Posted Jan 22, 2012, 7:17 PM
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Aeroporto de Brasília chega ao limite de problemas logísticos


Apouco mais de dois anos para a Copa do Mundo de Futebol, o Aeroporto Internacional de Brasília já opera acima de sua capacidade. No ano passado, o terminal recebeu mais de 15,4 milhões de passageiros, quando sua capacidade é de 14 milhões. O resultado é muito desconforto e dor de cabeça para usuários, funcionários e empresas. E a situação só tende a se agravar, já que até 2014 a estimativa é que a demanda do aeroporto atinja 21,3 milhões de passageiros ao ano.


Longas filas no check in e banheiros, falta de bancos nas salas de embarque, insuficiência de vagas no estacionamento, desorganização e carência de balcões de informação são alguns dos problemas. O terminal tem 23 portões de embarque, seis de desembarque, 71 guichês de check in e um balcão de informações, número considerado baixo.


O estacionamento tem 1.034 vagas no Terminal 1 e outras 314 no Terminal 2, concluído em 2011, de acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Mas é comum ver motoristas rodando por longos períodos atrás de uma vaga. O nutricionista Marcelo Barboza, 28 anos, por exemplo, levou 25 minutos para encontrar uma. Não foi o único problema a dificultar o embarque. “Os carrinhos de bagagem são precários. O estacionamento é caro e insuficiente. Além disso, existem poucos balcões, o que acarreta demora no atendimento. Já cheguei a ficar uma hora na fila para poder embarcar. Se não tivesse chegado bem adiantado, teria perdido meu voo”, revolta-se.


Para a servidora Ester Melo Viana, 46 anos, a estrutura do Aeroporto de Brasília deixa a desejar. “Sempre enfrento filas no terminal de Brasília. É notável como aqui a demora é maior do que em aeroportos de outros centros. Existem poucos postos de atendimento. Já que nós vamos sediar a Copa e a demanda vai aumentar ainda mais, Brasília precisa urgentemente ampliar a estrutura de seu terminal”, destaca.



A opinião é compartilhada por João Elias Mokdissi, dono de uma grande rede hoteleira. Para ele, o que o Aeroporto de Brasília precisa para melhorar o fluxo de passageiros é fazer o complemento das pistas de pouso e decolagem. “Com investimento relativamente baixo dá para dobrar a capacidade do terminal. Se isso for feito, acho que não teremos problemas na Copa”, acredita.


Maria de Fátima dos Santos trabalha na limpeza do Aeroporto de Brasília há mais de 20 anos. Segundo ela, é comum ver longas filas nos sanitários. “A demanda aumentou muito nos últimos anos. Apesar de banheiros terem sido construídos, as filas já fazem parte da rotina dos passageiros”, conta. Hoje, o terminal aéreo tem 17 banheiros femininos, 17 masculinos e 16 acessíveis. Além disso, cada banheiro convencional conta com uma cabine adaptada.


Procurada pelo Jornal de Brasília, a Infraero apenas enviou os dados técnicos, mas não quis pronunciar-se a respeito. A Anac também não quis tecer comentários.








http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=386036
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  #147  
Old Posted Jan 25, 2012, 4:02 PM
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Novo incentivo diminui custo de investimento em aeroportos


BRASÍLIA - O governo federal criou novos incentivos para os investimentos das futuras concessionárias dos aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF). Uma portaria publicada hoje no Diário Oficial da União disciplina os requisitos mínimos para a aprovação de projetos de investimento em obras de infraestrutura aeroportuária. De acordo com a regra, as sociedades de propósito específico formadas para explorar os três aeroportos poderão emitir debêntures com desconto no imposto de renda de quem ficar com esses papéis. A medida também vale para a concessionária do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, que está sendo construído em Natal (RN).

“Isso vai diminuir o custo de captação e cria uma nova alternativa às empresas para financiar seus investimentos”, disse o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt.

A incidência do imposto de renda sobre os rendimentos auferidos pelos detentores dessas debêntures será de zero para pessoa física e de 15% para pessoa jurídica. Os títulos ou valores mobiliários deverão ser remunerados por taxa de juros pré-fixada vinculada a índice de preço ou a taxa referencial (TR), vedada a pactuação total ou parcial de taxa de juros pós-fixada.

As concessionárias deverão submeter os projetos de investimento candidatos a esses benefícios à aprovação da Secretaria de Aviação Civil, que terá 30 dias para atestar a relevância da proposta e a conformidade da documentação apresentada.

Esse instrumento visa a complementar a linha de financiamento disponibilizada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na semana passada. O apoio do banco pode chegar a 80% do investimento total das concessionárias.










http://www.valor.com.br/brasil/25040...-em-aeroportos
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  #148  
Old Posted Jan 28, 2012, 2:03 PM
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Brasileiros voam mais, mas para menos cidades


Os brasileiros voaram mais em 2011, mas para menos cidades. Em um ano em que a demanda por voos domésticos cresceu 15,72%, o número de destinos atendidos pelas companhias aéreas regulares caiu. Durante todo o ano, os passageiros brasileiros desembarcaram em 132 cidades, uma a menos do que em 2010, segundo levantamento da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) feito a pedido da reportagem.



Apesar de a variação ser de apenas um destino entre um ano e outro, ela acentua um processo de concentração dos voos nas cidades maiores que vem ocorrendo há anos no Brasil. Em 2000, por exemplo, as empresas brasileiras voaram para 189 cidades, segundo dados do anuário do transporte aéreo da Anac.



O recorde do setor em número de destinos foi alcançado em 1957, quando as empresas atenderam 357 cidades, lembra o diretor de comunicação, marca e produto da Azul, Gianfranco Beting, que coleciona dados sobre o setor aéreo. Naquela época, o avião mais utilizado para voar no Brasil era o DC-3, capaz de pousar em pistas precárias. Só a Real Aerovias, uma empresa que foi comprada pela Varig nos anos 60, tinha mais de 100 aviões. "Com a substituição das aeronaves e regras mais rígidas de operação nos aeroportos, não dá mais para operar em todas as cidades que recebiam voos antigamente", explica Beting.









http://www.alo.com.br/noticias/ultim...Noticia=156417
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  #149  
Old Posted Jan 31, 2012, 9:11 PM
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Taxa de embarque ficará R$ 0,91 mais cara nos principais aeroportos do país


O Diário Oficial da União publica hoje (31) resoluções da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) referentes ao reajuste anual das tarifas aeroportuárias de embarque, pouso e permanência, pagas pelas companhias aéreas aos administradores dos aeroportos nas operações de pouso, decolagem e permanência nos pátios dos terminais. De acordo com uma das normas, ficará R$ 0,91 mais cara a taxa de embarque paga pelo passageiro nos aeroportos classificados na Categoria 1.

Fazem parte da lista, os terminais localizados em Brasília, Porto Alegre, São Paulo, Campinas, Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.

O reajuste ocorre anualmente e é calculado por meio da aplicação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A metodologia de cálculo e o valor a ser aplicado no reajuste das tarifas aeroportuárias (de embarque, pouso e permanência) foram estabelecidos para os anos de 2012 e 2013.










http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=387535
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  #150  
Old Posted Jan 31, 2012, 9:21 PM
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Parece pouco né??? mais, vai somar isso aos milhares de passageiros ao longo do ano, dá uma grana preta $$$$$$$$$$$$$$$$$
E o povo só apanha
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  #151  
Old Posted Feb 1, 2012, 3:50 PM
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Gol cobra até o triplo de tarifa de parceira Webjet


A Gol tem vendido em seu site assentos em voos da Webjet por até o triplo do preço cobrado pela parceira e sem deixar claro ao passageiro que voará por outra empresa, informa reportagem de Lorenna Rodrigues e Priscilla Oliveira publicada na Folha desta quarta-feira.

Levantamento feito pela Folha nos sites das duas companhias nas últimas três semanas constatou a prática em vários voos compartilhados com a Webjet, comprada pela Gol no ano passado.

A prática é considerada ilegal por especialistas em direito do consumidor. As empresas negam irregularidades e dizem que cumprem a lei.

Os valores pedidos pela Gol são de 17% a 208% acima dos exigidos no site da Webjet.









http://www1.folha.uol.com.br/mercado...a-webjet.shtml
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  #152  
Old Posted Feb 1, 2012, 4:24 PM
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Com "troca de dono", Brasília espera modernização rápida




Valor Econômico - 01/02/2012










Em 1957, quando o turboélice presidencial Viscount pousou pela primeira vez no aeroporto definitivo de Brasília, o pernambucano Heleno Figueira Ramos ainda não estava por lá. Mas já no ano seguinte, entusiasmado com as notícias sobre a construção da nova capital, ele decidiu fazer as malas em Olinda e partir em direção ao Planalto Central, para carregar as dos outros.

Há mais de cinco décadas, Heleno pode ser visto todos os dias no mesmo lugar: a área de desembarque do aeroporto internacional Juscelino Kubitschek, o único do país que já existia antes mesmo de inaugurada a cidade que o abriga.

Como carregador de bagagens, prestou serviços a dezenas de políticos, viu companhias aéreas nascerem e morrerem, testemunhou obras que fizeram do aeroporto de Brasília o quinto maior da América Latina em movimentação de passageiros. Para ele, no entanto, nenhuma mudança teve tanto impacto quanto a proliferação dos carrinhos de bagagens nos terminais.

"Éramos 13 carregadores, hoje somos 5. Às vezes, passamos o dia todo sem serviço. Quando tem alguma coisa, a gorjeta é muito menor do que antes. Mas, se ficar parado em casa, é pior ainda", afirma Heleno, 75 anos, mais de dois terços deles indo diariamente ao aeroporto. Hoje, com diabetes, reduziu o expediente: só de segunda a sexta, do início da manhã ao fim da tarde.

Como há quase meia década, quando carrinhos começaram a substituir carregadores de bagagens, Heleno se prepara para outra mudança pouco trivial: a "troca de dono" do aeroporto, um dos três que serão concedidos ao setor privado na segunda-feira.

Kubitschek, o presidente dos "50 anos em 5" que batizou o aeroporto, ficaria animado com o cronograma de obras imposto ao futuro concessionário: em menos de 24 meses, o consórcio vencedor do leilão precisará aumentar em 2 milhões a capacidade anual de passageiros, construir novo pátio para 24 aeronaves (com 15 pontes de embarque e desembarque) e oferecer 2.240 vagas adicionais no estacionamento de veículos.

Ao todo, são R$ 626 milhões de investimentos só nesses dois primeiros anos - o equivalente a 54% da execução orçamentária da Infraero em 2011, a maior de sua história, para uma rede de 66 aeroportos. Hoje, o aeroporto tem capacidade para 14 milhões de passageiros por ano (segundo cálculos otimistas), pátio para 39 aeronaves (com 13 pontes) e estacionamento com 1.034 vagas.

O ritmo das obras provavelmente assustará Heleno e outros frequentadores do aeroporto, acostumados com uma velocidade muito menor e prazos bem mais relaxados. A construção do "satélite sul", uma estrutura circular no terminal, ao redor da qual poderiam parar pelo menos sete aviões e que ampliaria em 3,6 milhões de passageiros por ano a capacidade do aeroporto, foi incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em 2007. Deveria ter ficado pronta, conforme promessa feita na época pela então ministra Dilma Rousseff, até dezembro de 2010. Sem maiores explicações, o projeto foi abandonado.

Intervenções menores, aparentemente simples, podem ter prazos inexplicáveis no calendário da Infraero. Hoje, uma das poucas obras visíveis para quem chega ao aeroporto de Brasília é a construção de quatro banheiros, em andares diferentes. O prazo de conclusão, estipulado em 12 meses pela estatal, é metade do que tem o futuro concessionário para reformular todo o terminal.

A construção de uma rampa central de acesso às salas de embarque, que mudará o layout do terminal e aumentará de 71 para 87 o número de balcões de check-in das empresas aéreas, está parada há quatro meses - e os tapumes continuam infernizando a vida de passageiros e de lojistas, embora não haja um único pedreiro trabalhando dentro deles. Houve imprevistos com a parte hidráulica e com a rede de cabos, segundo a Infraero, que agora promete a conclusão das obras em junho.

Lojas que funcionam perto das obras inacabadas viram seu faturamento cair de 25% a 30%. Nos estudos encomendados pelo governo para conceder os aeroportos, a estimativa é que as receitas não tarifárias aumentem de R$ 70 milhões para R$ 236 milhões por ano, nos 25 anos de duração do contrato em Brasília. Calcula-se que 28% dessas receitas venham de aluguéis comerciais.

Marcos Birbeire, dono de uma joalheria no terminal e presidente nacional da Abrasca, entidade que representa os lojistas em aeroportos, pede que os contratos vigentes sejam honrados pelo futuros concessionários privados, mas acha que a tendência é positiva. "Pior do que está não fica."

Birbeire explica: com a determinação da Infraero de não renovar mais os contratos antigos e relicitar todos os espaços comerciais, os aluguéis chegam a multiplicar seus valores, como o da lanchonete na praça de alimentação, que pagava R$ 40 mil por mês e passou a desembolsar quatro vezes mais. Com isso, sustenta o presidente da Abrasca, piora a qualidade dos serviços e há insegurança quanto ao retorno sobre os investimentos. "Temos lojas aqui que estão fechadas há mais de quatro anos", afirma.

O aeroporto deBrasília, onde trabalham 4.000 pessoas de forma permanente, ganhou importância e mudou de vocação nos últimos dez anos. Com a reorganização da malha aérea das companhias, o tempo em solo ficou cada vez menor e há cada vez menos voos ponto a ponto.

A nova estratégia das empresas impôs a lógica dos "hubs" - centros de distribuição de passageiros - e a localização geográfica de Brasília entrou na rota das aéreas. O superintendente regional do Centro-Oeste da Infraero, André Luis Marques de Barros, diz que em torno de 60% dos passageiros deBrasília transitam pelo aeroporto em conexão.

Por isso, o governo criou uma taxa de R$ 7 para as conexões, que serão cobradas das empresas - e, provavelmente, repassadas ao custo do bilhete. No caso deBrasília, o superintendente garante que será possível arrecadar cerca de R$ 7 milhões por ano com a nova taxa, o suficiente para inverter o resultado deficitário do aeroporto e deixá-lo no azul, conforme os números da Anac.

Barros, que já atuou como superintendente do Galeão, vê sua tarefa em Brasília como mais complexa. "Esse aeroporto exige uma logística operacional muito requintada. Ele é enxuto, recebe um número enorme de passageiros e de aeronaves, mas todos ficam relativamente pouco tempo no aeroporto", diz o executivo.

Depois de quase uma década sem a necessidade de balcões para a inspeção de passaportes, o aeroporto de Brasília voltou a ter rotas internacionais e desperta o interesse cada vez maior de empresas estrangeiras. TAP, American, Delta, Copa, Pluna e TACA já fazem voos regulares. Os passageiros domésticos, no entanto, vão representar 84% das receitas tarifárias ao longo da concessão.

Hoje, o aeroporto recebe 15,4 milhões de viajantes por ano, o equivalente a 110% da capacidade máxima, mais que o dobro do verificado em 2003. A demanda é concentrada em apenas quatro horas, no início da manhã e no fim da tarde. No restante do dia, o cenário é de salas mais confortáveis.

Cheio ou vazio, nada passa despercebido aos 267 "olhos" de Roberto Brito, chefe de segurança do aeroporto. Em breve, ainda com investimentos feitos pela Infraero, sua sala de operações terá 1.017 câmeras em alta definição. Na semana passada, a equipe de Brito identificou um estrangeiro suspeito e acionou a Polícia Federal. Não deu outra: um exame de raio-X detectou dezenas de cápsulas de cocaína no estômago. Em outras ocasiões, as infrações são menores ou até folclóricas: ele já viu pequenos golpes, taxistas clandestinos tentando apanhar passageiros desavisados e casais "atrevidos".

Brito trabalha com três escalas - verde, amarelo e vermelho - de ameaça à segurança. Em uma cidade frequentemente visitada por chefes de Estado estrangeiros, ele se orgulha do histórico de tranquilidade. "Nunca tivemos, em meus sete anos de experiência no aeroporto, um alerta vermelho", garante. Na Copa do Mundo de 2014, Brito espera manter o desempenho, mas sabe que será o início de um aeroporto bem diferente do atual.

Fonte: https://conteudoclippingmp.planejame...nizacao-rapida
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  #153  
Old Posted Feb 1, 2012, 4:25 PM
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Vamos ver se vai sair do papel mesmo...
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  #154  
Old Posted Feb 1, 2012, 7:14 PM
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Edital para leilão de aeroportos é aprovado com ressalva

Para TCU, modelo que será usado no leilão desta segunda-feira não é o ideal e sim o possível, dada urgência do processo

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Aroldo Cedraz, aprovou com ressalvas as mudanças feitas pelo governo federal no edital de licitação dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília. Essas ressalvas, no entanto, não impedem a realização do leilão, marcado para o dia 6 deste mês.

"Nenhum desses pontos justifica medidas acautelatórias", afirmou o ministro ao destacar mudanças que possam ser adotadas em futuras licitações. "Voto para que o Tribunal aprove o acórdão com ressalvas, expedindo recomendações à Agência Nacional de Aviação Civil e ao Conselho Nacional de Desestatização." Cedraz afirmou ainda que este "não é o modelo ideal, mas é o modelo possível", dada a urgência do processo.

Fonte: http://economia.ig.com.br/empresas/i...609545858.html
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  #155  
Old Posted Feb 1, 2012, 7:15 PM
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Finalmente vamos ver se o trem ou terminal sai do papel... Mas voltando ao assunto do AIJK, que papo é esse que querem colocar uma capacidade de 33 ou 44 milhões de paxs em 2014 em vez de 26 milhões de paxs?
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  #156  
Old Posted Feb 2, 2012, 7:06 PM
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Chega a 11 os consórcios para o leilão de aeroportos


Pelo menos 11 consórcios entregaram propostas hoje para o leilão dos aeroportos e vão participar da disputa pelos terminais de Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Brasília. O prazo para a entrega da documentação se encerrou às 16h na sede da BM&FBovespa.

Entre os consórcios que entregaram propostas estão a CCR com a operadora suíça Zurich; a mineira Fidens com a norte-americana ADC & HAS; a EcoRodovias com a alemã Fraport; o BTG Pactual e a Queiroz Galvão com a espanhola Ferrovial; a Triunfo com a francesa Engis; a OHL com a espanhola Aena; a Invepar com a sul-africana ACSA; a Engevix com a espanhola Corparacion America; e a Odebrecht com a operadora Changi, de Cingapura. O leilão está marcado para a próxima segunda-feira, às 10h, na BM&FBovespa.


Os consórcios puderam apresentar ofertas para todos os aeroportos, mas só poderão ganhar a concessão de um deles. O preço mínimo estabelecido para o aeroporto de Guarulhos, considerado a "joia da coroa" pelo mercado, é R$ 3,424 bilhões. No caso de Viracopos, o preço mínimo é R$ 1,471 bilhão. O de Brasília é R$ 582 milhões.


Irão para a disputa viva-voz os consórcios que oferecerem as três maiores ofertas válidas para cada um dos três aeroportos e os que apresentarem ofertas cujo valor for equivalente a pelo menos 90% da maior oferta válida.


Os vencedores serão os consórcios cujas ofertas combinadas dos três aeroportos propiciar ao governo a maior arrecadação. De acordo com os preços mínimos estipulados, a União arrecadará com a licitação dos três aeroportos pelo menos R$ 5,477 bilhões.













http://www.istoedinheiro.com.br/noti...+DE+AEROPORTOS
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  #157  
Old Posted Feb 6, 2012, 3:34 PM
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Aeroporto JK recebe oito propostas de leilão


A Bolsa de Valores de São Paulo recebeu oito propostas para o leilão do Aeroporto de Brasília, que acontece nesta segunda-feira (06). Ourtos dois terminais também receberam propostas: Viracopos e Guarulhos, em São Paulo.

O lance mínimo para o Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek era de R$ 582 milhões. A maior proposta encaminhada para Brasília foi a do consórcio Inframérica Aeroportos, representada pela Citi, no valor de R$ 3,5 bilhões. Confira as propostas encaminhadas pelos consórcios, por ordem de entrega:

- Aeroportos do Brasil, representada pela BTG Pactual: R$ 2,5 bilhões
- ADC & Has-Fidens-Millstream, representado pela Mundinvest: R$ 3,082 bilhões
- Aeronáutico Operador, representado pela Link: R$ 982 milhões
- Inframérica Aeroportos, representado pela Citi: R$ 3,5 bilhões
- Invepar - Acsa, representado pela Gradual: R$ 3,213 bilhões
- Novas Rotas, representado pela Safra: R$ 582 milhões
- Aeroportos Brasil, representado pela Planner: R$ 1,821 bilhão
- Operadora Brasileira de Aeroportos, representado pela Votorantim: R$ 2,8 bilhões

As três maiores ofertas e as ofertas que forem equivalentes a 90% da maior oferta válida, vão para o formato "viva-voz". Para a disputa, o lance mínimo para o Aeroporto JK é de R$ 200 milhões.

O maior lance do aeroporto de Viracopos, em Campinas - foram quatro no total -, foi de R$ 3,821 bilhões. Já o de Guarulhos, em São Paulo - com dez propostas no total -, foi de R$ 16,213 bilhões.









http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=388434
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  #158  
Old Posted Feb 6, 2012, 4:16 PM
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Pelos valores finais, BSB foi arrematado por 4,51 BI. Os valores de GRU e VCP se mantiveram, já que não foram feitas propostas viva-voz para esses aeroportos.

O Agio do BSB foi de 673%, sinal de que o mercado estava mais interessado no aeroporto do que a ANAC... Já VCP foi uma "decepção". Apenas 4 interessados, o menor agio e valor quase 1Bi menor do que BSB e ainda assim, com o valor vencedor bem superior às outras 3 propostas... Parece que os riscos e tempo de retorno para VCP ainda não convencem o mercado de que esse pode ser o futuro da aviação no Brasil...
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  #159  
Old Posted Feb 6, 2012, 5:00 PM
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O lance da Novas Rotas foi só para fazer graça né?

- Novas Rotas, representado pela Safra: R$ 582 milhões.

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  #160  
Old Posted Feb 7, 2012, 3:08 PM
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LLAP
 
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Aeroporto de Brasília recebe novos painéis informativos

A Infraero iniciou na semana passada a instalação de 15 novos painéis no formato videowall no Aeroporto Internacional de Brasília/Juscelino Kubitschek. Os equipamentos, compostos por monitores de LCD de 46 polegadas, facilitam a visualização de informações sobre voos programados no aeroporto, além de exibirem vídeos institucionais ou publicitários.

Os terminais 1 e 2 receberam novos painéis. No terminal 1, os equipamentos foram instalados no saguão, na praça de alimentação, na sala de embarque do módulo operacional e nas áreas de embarque e conexão do satélite sul. Além dos videowalls, outros 60 novos monitores também foram instalados em todo o aeroporto.

EM CUIABÁ
O Aeroporto Internacional de Cuiabá-Várzea Grande/Marechal Rondon também será contemplado com dois novos telões. A previsão é de que a instalação seja iniciada nesta semana. A estatal investiu R$ 1,8 milhão na modernização do sistema de exibição das informações de voos nesses dois aeroportos.

Fonte: http://www.panrotas.com.br/noticia-t...vos_75400.html
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