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  #121  
Old Posted Oct 30, 2011, 12:25 AM
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Pacote diminui custos e prazos de licença ambiental


Com isso, governo busca atender demanda crescente por licenciamento ambiental de empreendimentos de infraestrutura no País



Para lidar com a demanda crescente por licenciamento ambiental de empreendimentos de infraestrutura no País, o governo baixou ontem pacote que reduz prazos para a autorização de obras e também os custos para compensar danos e impactos no meio ambiente e nas populações atingidas.O pacote editado ontem ocupa 23 páginas do Diário Oficial.

O governo trabalha com a multiplicação dos pedidos de licença. Nos próximos dez anos, a previsão é que será necessário licenciar mais 31,5 mil megawatts de energia gerados por novas hidrelétricas, 32.450 quilômetros (km) de linhas de transmissão, 16.419 km de rodovias e 23.140 km de ferrovias, além de investimentos de R$ 1,4 bilhão em portos e o aumento da produção de 3,3 milhões de barris de petróleo. "Vamos garantir a celeridade necessária, sem perder a qualidade das licenças", insistiu Curt Trennepohl, presidente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).



Objetivo é acelerar obras de infraestrutura


Os procedimentos definidos em portarias também exigirão mais qualidade dos estudos ambientais apresentados pelos empreendedores. O Ibama só poderá pedir uma única vez o complemento de informações do empreendedor. Da mesma forma, os interessados em licenças deverão apresentar explicações de uma única vez. "Se os estudos forem mal feitos, o Ibama negará a licença, e o pedido irá para o arquivo. Vamos acabar com a história de que a licença não sai por falha do Ibama", disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que afirmou ter recebido estudos que citavam a presença de leões-marinhos e focas no litoral brasileiro.

Contribuirá para acelerar as licenças a fixação de prazo máximo de 90 dias e diretrizes claras para manifestação de órgãos envolvidos em processos de estudos de impacto ambiental mais complexos, como a Fundação Nacional do Índio (Funai), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Fundação Palmares. Em alguns casos, o prazo de concessão de licenças poderá ser reduzido à metade, avaliou a ministra Izabella Teixeira. Haverá tratamento diferenciado para obras com menor impacto ambiental. Um exemplo: o licenciamento de uma linha de transmissão que acompanha as margens de uma rodovia dispensará estudos de impacto ambiental. O pacote prevê procedimento simplificado para o licenciamento de linhas de transmissão com menos de 750 km de extensão, que desmatem até 30% da área total de influência e não prevejam a remoção de populações nem estejam localizadas em unidades de conservação ou territórios indígenas.

Obras mais antigas, concluídas antes da exigência de licenças ambientais, regulamentada em 1983, contarão com um programa de regularização.


















http://epocanegocios.globo.com/Revis...AMBIENTAL.html
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  #122  
Old Posted Oct 30, 2011, 1:38 PM
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Brasil, a sexta maior economia do mundo ainda em 2011


Com um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 2,44 trilhões, segundo estimativa do Fundo Monetário Internacional (FMI), o Brasil ultrapassará a Inglaterra até o final de 2011 e se transformará na sexta maior economia mundial. A reportagem está no jornal “Folha de S. Paulo” deste domingo (30.10). E o mais importante, até o final desta década a economia brasileira será maior do que qualquer país da Europa.

Será um feito e tanto, mas o Brasil terá nos calcanhares a emergente Índia. Graças à crise dos países desenvolvidos, neste ano, o Produto Interno Bruto brasileiro medido em dólares deverá ultrapassar o do Reino Unido, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional e das consultorias EIU (Economist Intelligence Unit) e BMI (Business Monitor International).



A estimativa mais recente, da EIU, prevê que o PIB do Brasil alcance US$ 2,44 trilhões, ante US$ 2,41 trilhões do PIB britânico. Com isso, o Brasil passará a ocupar a posição de sexta maior economia do mundo. Em 2010, ao deixar a Itália para trás, o país já havia alcançado o sétimo lugar.

Como a economia brasileira cresce em ritmo menor que a de outros emergentes asiáticos, em 2013, o país deverá perder a sexta posição para a Índia. Mas voltará a recuperá-la em 2014, ano da Copa do Mundo, ao ultrapassar a França, segundo a EIU.

Até o fim da década, o PIB brasileiro se tornará maior do que o de qualquer país europeu, de acordo com projeções da EIU. Depois de passar Reino Unido e França, a economia brasileira deverá deixar a alemã para trás em 2020. A tendência de ascensão dos emergentes já era esperada por especialistas há anos, mas tem ganhado velocidade devido à crise global.









http://www.blogdomax.com.br/brasil-a...-ainda-em-2011
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  #123  
Old Posted Oct 31, 2011, 1:41 PM
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Projeção do mercado para crescimento do PIB em 2011 e 2012 tem leve queda


A estimativa de analistas do mercado financeiro para o crescimento da economia – Produto Interno Bruto (PIB) – neste ano e em 2012 caiu 0,01 ponto percentual, para 3,29% e 3,50%, respectivamente. A informação consta do boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central (BC) com base em estimativas para os principais indicadores da economia.

A expectativa para o crescimento da produção industrial este ano permanece em 2%. Para 2012, a estimativa passou de 3,90% para 4,08%. A estimativa para a cotação do dólar ao final deste ano e do próximo continua em R$ 1,75. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) permanece em US$ 27 bilhões, este ano, e passou de US$ 18,90 bilhões para US$ 18,80 bilhões, em 2012.

Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa foi mantida em US$ 55,10 bilhões, em 2011, e passou de US$ 68,31 bilhões para US$ 68,86 bilhões, no próximo ano.

A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) permanece em US$ 60 bilhões, este ano, e passou de US$ 51,80 bilhões para US$ 52 bilhões, em 2012.

A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB caiu de 39% para 38,85%, este ano, e continua em 38%, em 2012.











http://www.correiobraziliense.com.br...ve-queda.shtml
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  #124  
Old Posted Oct 31, 2011, 4:11 PM
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Câmbio reduz dívida líquida em R$ 80 bilhões em setembro



BRASÍLIA - A desvalorização do real frente ao dólar americano produziu impacto redutor de R$ 80,922 bilhões no saldo da dívida líquida do setor público em setembro. Foi basicamente por esse fator que a dívida caiu R$ 68,142 bilhões em termos nominais, encerrando o mês em R$ 1,481 trilhão, segundo dados do Banco Central.

O setor público brasileiro tem mais ativos do que passivos em moeda estrangeira, por causa do expressivo volume de reservas cambiais do BC, incluído nas estatísticas fiscais do governo central. Para efeito de cálculo da dívida líquida, o valor dessas reservas, que entra abatendo o endividamento, é convertido em reais. Por isso, quando o dólar sobe, o efeito é redutor, na medida em que aumenta o saldo em reais das reservas. Em setembro, esse impacto compensou com sobra o efeito de fatores de elevação da dívida, como, por exemplo, a conta de juros.

Com o recuo do preço do dólar, porém, o impacto cambial se reverteu em outubro, pelo menos parcialmente, informou há pouco o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel.

A dívida voltou a subir não só em termos nominais. Em relação ao Produto Interno Bruto, Tulio estima que o endividamento líquido da União, dos Estados, dos municípios e das empresas estatais (menos Petrobras, Eletrobras e bancos) tenha fechado outubro em 38,2%. O número é preliminar mas já mostra, portanto, elevação comparativamente ao fim de setembro, quando o saldo era de 37,2% do PIB, o patamar mais baixo de 1991.

Túlio lembrou que, no passado, quando o governo brasileiro tinha mais passivos do que ativos em moeda estrangeira, turbulências no cenário internacional se refletiam em aumento da dívida pública líquida. Nesse sentido, a estratégia de acumulação de reservas foi fundamental para redução de vulnerabilidade externa, disse ainda o chefe do Depec, defendendo essa política.

As intervenções de compra do BC no mercado interbancário de câmbio, que resultam em aumento de reservas cambiais, foram temporariamente suspensas em setembro, por causa da subida do dólar, para não adicionar volatilidade à taxa de câmbio. Mas o presidente da instituição, Alexandre Tombini, já sinalizou em discursos recentes que elas serão retomadas quando as condições de mercado permitirem.

O BC calcula que no fim de dezembro a dívida líquida estará em 38,5% do PIB, abaixo dos 40,2% verificados no fim de 2010.

O processo de redução da taxa básica de juros, retomado em fim de agosto, ajudará a conter a dívida. Cada um ponto percentual de redução na Taxa Selic gera queda de 0,29 ponto percentual na relação dívida PIB, na hipótese de manutenção da taxa por doze meses, segundo Maciel. Em valores nominais, o impacto de cada ponto de queda da taxa de juros é de R$ 11 bilhões, também em 12 meses.

Já a sensibilidade da dívida relação à taxa de câmbio é de 0,15 ponto percentual de PIB no sentido contrário. Ou seja, cada elevação de um ponto no câmbio reduz a dívida líquida como proporção do produto em 0,15 ponto percentual.












http://www.valor.com.br/brasil/10767...es-em-setembro
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  #125  
Old Posted Oct 31, 2011, 4:56 PM
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Tem supervavit melhor que baixar a selic. O problema é até quando o Governo vai gastar mal!!!
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Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos
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  #126  
Old Posted Nov 1, 2011, 12:31 AM
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Boeing vai fabricar naves espaciais em instalações da NASA


Objetivo da empresa é construir um veículo para sete pessoas que consiga chegar até a Estação Espacial Internacional





A Estação Espacial Internacional: Boeing quer construir uma nave que chegue até lá


Washington - O fabricante de aviões americano Boeing usará as instalações da Nasa na Flórida para desenvolver novos veículos comerciais de transporte de tripulação com capacidade para no máximo sete pessoas, diz um acordo divulgado nesta segunda-feira.

O acordo permitirá a Boeing utilizar os hangares da agência americana no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, e criar 550 postos de trabalho durante os próximos quatro anos, afirmou comunicado da Nasa.

O objetivo do programa de transporte comercial da Nasa é desenvolver novos veículos para levar pessoas para a Estação Espacial Internacional (ISS) de uma forma 'segura, confiável e rentável'.

Com este objetivo, a Boeing desenvolve uma cápsula reutilizável, para transportar até o espaço um máximo de sete pessoas ou uma combinação de pessoas e carga.

'Não devemos retroceder na busca da nova geração da prospecção espacial', ressaltou no comunicado Charles Bolden, diretor da agência espacial americana.

A Nasa retirará este ano as duas últimas naves da frota de cinco com as quais enviou tripulação e carga à ISS durante 30 anos. O problema é que não há um substituto e até que o encontrem, as naves russas Soyuz e Progresso abastecerão o complexo espacial, no qual participam 16 países.

Em abril, a Nasa anunciou acordos com quatro empresas que receberão entre US$ 22 e US$ 92 milhões para desenvolver o transporte espacial e desenhar os veículos de lançamento e as naves espaciais do futuro.

Os selecionados foram: Blue Origin, que receberá US$ 22 milhões; Sierra Nevada Corporation, US$ 80 milhões; SpaceX, US$ 75 milhões; e Boeing, com US$ 92,3 milhões.







http://exame.abril.com.br/tecnologia...lacoes-da-nasa
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  #127  
Old Posted Nov 1, 2011, 8:51 PM
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Coreia do Sul quer levantar US$ 50 bi para se unir à Coreia do Norte


Governo sul-coreano planeja criar fundo para bancar o choque fiscal que seria gerado após eventual união das duas nações, separadas há mais de 60 anos



Durante os Jogos Olímpicos de Sydney em 2000, as delegações das duas nações entraram juntas no estádio com uma bandeira que mostrava a unificação da Coreia


A Coreia do Sul está planejando criar um fundo neste ano de até 55 trilhões de wons (50 bilhões de dólares) para começar a levantar recursos para arcar com os eventuais custos que serão gerados durante uma possível reunificação com a Coreia do Norte.

O objetivo da operação é evitar que o impacto fiscal da incorporação da Coreia do Norte, cuja economia está bastante afetada por conta das sanções internacionais, prejudique as contas públicas da Coreia do Sul, explica Yu Woo Ik, ministro de Unificação, em entrevista à Bloomberg.

O montante será arrecado por meio de doações voluntárias que serão feitas pela própria população sul-coreana, tanto por quem vive no país como no exterior. Estrangeiros que apoiam a unificação das duas Coreias também poderão ajudar, embora um plano para receber apoio de governos ao redor do mundo ainda não tenha sido traçado.

"As agências governamentais estão perto de um acordo para a criação de um fundo destinado à unificação e espero que os parlamentares aprovem uma legislação ainda neste ano", disse Yu em seu escritório em Seul. "Isso vai unir as pessoas e fomentar seu desejo de unificação”, acrescentou.

O fundo de 50 bilhões de dólares atenderia a um “custo mínimo” de unificação estimado por pesquisadores, que projetaram as perspectivas de gastos para os próximos 20 anos e uma transição pacífica na Coreia do Norte.

O capital levantado pelo fundo não deve vir de um imposto obrigatório aplicado sobre a população sul-coreana, disse Yu. A ideia chegou a ser ventilada pelo presidente da Coreia do Sul, Lee Myung Bak, durante um discurso em 15 de agosto de 2010.

O objetivo da operação é evitar que o impacto fiscal da incorporação da Coreia do Norte, cuja economia está bastante afetada por conta das sanções internacionais, prejudique as contas públicas da Coreia do Sul, explica Yu Woo Ik, ministro de Unificação, em entrevista à Bloomberg.

O montante será arrecado por meio de doações voluntárias que serão feitas pela própria população sul-coreana, tanto por quem vive no país como no exterior. Estrangeiros que apoiam a unificação das duas Coreias também poderão ajudar, embora um plano para receber apoio de governos ao redor do mundo ainda não tenha sido traçado.

"As agências governamentais estão perto de um acordo para a criação de um fundo destinado à unificação e espero que os parlamentares aprovem uma legislação ainda neste ano", disse Yu em seu escritório em Seul. "Isso vai unir as pessoas e fomentar seu desejo de unificação”, acrescentou.

O fundo de 50 bilhões de dólares atenderia a um “custo mínimo” de unificação estimado por pesquisadores, que projetaram as perspectivas de gastos para os próximos 20 anos e uma transição pacífica na Coreia do Norte.

O capital levantado pelo fundo não deve vir de um imposto obrigatório aplicado sobre a população sul-coreana, disse Yu. A ideia chegou a ser ventilada pelo presidente da Coreia do Sul, Lee Myung Bak, durante um discurso em 15 de agosto de 2010.

Na ponta do lápis

"A reunificação não irá resultar, como algumas pessoas temem, em uma crise de dívida ou múltiplos cortes nos ratings soberanos da Coreia do Sul", garantiu Kwon Young Sun, economista da Nomura Holdings, citado pela Bloomberg. "A Coreia do Sul poderia distribuir o custo ao longo de gerações e compartilhar o montante com outros países", completou.

O orçamento fiscal da Coreia do Sul, que apresenta déficit desde 2008, deverá ser equilibrado em 2013, conforme projeções do Ministério das Finanças. Com a criação do fundo de 50 bilhões de dólares, as contas públicas da nação do sul não seriam afetadas.

Para se ter uma ideia, a economia da Coreia do Sul é 40 vezes maior que a da Coreia do Norte, que tem contado até com doações de alimentos desde meados de 1990, quando cerca de 2 milhões de habitantes morreram de fome, informa o governo sul-coreano.

Ameaça

A Coreia do Norte, que permanece tecnicamente em guerra com o Sul após o conflito ocorrido entre 1950 e 1953, testou armas nucleares em 2006 e 2009, colocando todos os países da região em alerta, incluindo o Japão.

As autoridades dos Estados Unidos tentaram até uma aproximação para interromper o programa nuclear norte-coreano, mas as negociações não tiveram avanços.

O regime de Kim Jong Il prometeu construir uma "nação próspera" até 2012, mas enfrenta sanções impostas pela Organização das Nações Unidas (ONU), principalmente por conta do programa nuclear .

O ditador comunista está agora preparando seu filho Kim Jong Un para sucedê-lo em meio ao aumento na escassez de alimentos e a "rápida" expansão da desnutrição infantil no país, segundo um relatório da ONU.







http://exame.abril.com.br/economia/m...oreia-do-norte
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  #128  
Old Posted Nov 1, 2011, 8:56 PM
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Já combinaram com a Coreia do Norte??
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  #129  
Old Posted Nov 1, 2011, 9:03 PM
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Eu também dúvido disso, pelo menos nos próximos 25 anos... E o tempo que eu estimo que viva o ditador Kim Jong-il, já que essas desgraças vivem muito e não morrem por nada

Esse ditador não vai largar o osso por nada
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  #130  
Old Posted Nov 1, 2011, 10:51 PM
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Eu também dúvido disso, pelo menos nos próximos 25 anos... E o tempo que eu estimo que viva o ditador Kim Jong-il, já que essas desgraças vivem muito e não morrem por nada

Esse ditador não vai largar o osso por nada
Sem falar que o filho dele já ta na fila para novos ditadores...
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  #131  
Old Posted Nov 1, 2011, 11:45 PM
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Fundo de pensão para servidores federais terá até 640 mil participantes



O fundo de pensão para servidores públicos federais, em discussão no Congresso, terá 640 mil participantes quando estiver em funcionamento pleno, informou nesta terça-feira (1º) o Ministério da Fazenda. Segundo a equipe econômica, esse número será alcançado quando o quadro do serviço público for completamente renovado, o que levará décadas.



De acordo com a Fazenda, não é possível prever o ano em que o fundo de pensão atingirá a capacidade máxima. Isso porque a adesão depende do ritmo de ingresso de novos servidores no serviço público federal. A adesão à previdência complementar será obrigatória para quem ingressar no serviço público a partir da promulgação da lei que cria o Fundo de Pensão dos Servidores Públicos Federais (Funpresp).



Os servidores em atividade ou os novos funcionários que assumirem o cargo antes da publicação da lei permanecerão no regime atual, que prevê o pagamento da aposentadoria integral (igual ao salário da ativa), mas terão a opção de ingressar no futuro regime.



Pela proposta do governo, o fundo será criado até 240 dias (oito meses) depois da entrada em vigor da nova previdência. Nesse período, o governo fará os atos legais, como registro em cartório, para a criação do Funpresp. Enquanto esse processo não for concluído, os servidores empossados não terão direito a aposentadoria integral, mas também não poderão começar a contribuir com a previdência complementar.



De acordo com o Ministério da Fazenda, a transição para o novo modelo custará até 0,45% do Produto Interno Bruto (PIB). Esse custo máximo, quando os servidores antigos ainda estiverem recebendo a aposentadoria integral e o fundo de pensão ainda estiver em consolidação, deverá ser atingido em 2040, segundo a equipe econômica.



Aprovado na Comissão de Trabalho, o projeto que cria o fundo de pensão para os servidores públicos tramita há quatro anos na Câmara dos Deputados. Por causa do pedido de urgência da presidenta Dilma Rousseff, o plenário da Casa tem até o dia 18 para votar a proposta. Caso contrário, a pauta da Câmara será trancada.









http://www.jornaldebrasilia.com.br/s...373102&secao=N
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  #132  
Old Posted Nov 2, 2011, 2:18 AM
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Itaú Unibanco tem maior lucro da história dos bancos brasileiros


Instituição lucrou R$ 10,9 bilhões entre janeiro e setembro de 2011. A carteira de empréstimo, que avançou 22,7% em 12 meses


O Itaú Unibanco registrou lucro líquido R$ 10,9 bilhões nos primeiros nove meses do ano, alta de 15,9% ante igual período do ano passado. Segundo levantamento da Economatica, o ganho da instituição é o maior lucro para o período na história dos bancos brasileiros de capital aberto (veja tabela abaixo).

Os ganhos foram puxados pela operações de crédito, que cresceram 22,7% em 12 meses. A carteira de empréstimo terminou setembro em R$ 382 bilhões, de acordo com balanço divulgado hoje.

O banco encerrou setembro com ativos totais de R$ 836,9 bilhões, crescimento de 22,5% em 12 meses. O patrimônio líquido ficou em R$ 68,2 bilhões, alta de 19,1%.

No terceiro trimestre deste ano, o Itaú Unibanco teve lucro líquido de R$ 3,807 bilhões. Na comparação com o segundo trimestre, houve alta de 5,6%. Em 12 meses, o resultado cresceu 25%.



A carteira de crédito, que cresceu 22,7% em 12 meses, teve expansão de 6,1% na comparação com o segundo trimestre deste ano



Os cinco maiores lucros da história dos bancos

Banco Lucro (em R$ bilhões) Ano
1 Itaú Unibanco 10,9 2011
2 Itaú Unibanco 9,4 2010
3 Bradesco 8,3 2011
4 Banco do Brasil 7,7 2010
5 Bradesco 7,0 2010

Fonte: Economatica


A carteira de crédito, que cresceu 22,7% em 12 meses, teve expansão de 6,1% na comparação com o segundo trimestre deste ano. O banco também divulgou lucro recorrente de R$ 3,940 bilhões no terceiro trimestre. A diferença entre este ganho e o resultado contábil se deve a provisões para causas na Justiça questionando reajustes de planos econômicos do passado e avaliação do investimento mantido pelo Itaú no Banco Português de Investimento pelo valor de mercado de suas ações em 30 de setembro de 2011.



http://epocanegocios.globo.com/Revis...ASILEIROS.html
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  #133  
Old Posted Nov 2, 2011, 3:13 PM
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Brasil é o 84º do ranking de desenvolvimento humano da ONU


O Brasil é o 84° colocado no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) 2011, divulgado hoje (2) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). A lista tem 187 países e o índice varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de 1 o resultado, melhor o desempenho. O IDH 2011 do Brasil é 0,718, colocando o país no grupo de nações com desenvolvimento humano elevado. O índice brasileiro está acima da média global (0,682).

Na comparação com 2010, o Brasil subiu uma posição. A Noruega manteve a liderança no ranking, com IDH de 0,943. Em seguida estão a Austrália (0,929) e os Países Baixos (0,910) no grupo de países com desenvolvimento muito elevado. Nas últimas posições, com os piores índices, estão o Burundi (0,316), Níger (0,295) e a República Democrática do Congo (0,286), todos na África Subsaariana.

O IDH considera três dimensões fundamentais para o desenvolvimento humano: o conhecimento, medido por indicadores de educação; a saúde, medida pela longevidade; e o padrão de vida digno, medido pela renda.

Em 2011, para o Brasil, foram registrados 73,5 anos de expectativa de vida, 13,8 anos esperados de escolaridade (para crianças no início da vida escolar) e 7,2 anos de escolaridade média (considerando adultos com mais de 25 anos). A Renda Nacional Bruta (RNB) per capita dos brasileiros em 2011 considerada no cálculo do Pnud foi US$ 10.162.

Desde a criação do IDH, em 1980, o Brasil registra evolução no índice. Em três décadas, a expectativa de vida do brasileiro aumentou em 11 anos, a média de escolaridade subiu 4,6 anos, mas a expectativa de anos de escolaridade caiu 0,4 ano. No período, a RNB per capita subiu cerca de 40%.

“As dimensões sociais, de educação e saúde foram as que mais causaram impacto no IDH do Brasil e fizeram com que o país ganhasse posições”, avaliou o economista do Relatório de Desenvolvimento Humano brasileiro, Rogério Borges de Oliveira. Entre 2006 e 2011, o Brasil subiu três posições no ranking do IDH, segundo o Pnud.

Apesar dos avanços, o IDH 2011 do Brasil está abaixo da média da América Latina (0,731). O desempenho brasileiro está atrás do Chile (0,805), da Argentina (0,797), do Uruguai (0,783), de Cuba (0,776), do México (0,770), do Panamá (0,768), do Peru (0,725) e do Equador (0,720).

Em relação aos outros países que compõem o Brics (grupo formado pelo Brasil, a Rússia, China, Índia e a África do Sul), o IDH brasileiro é o segundo melhor, atrás da Rússia. “É interessante colocar esses países em um mesmo grupo de comparação pelo tamanho continental, pelas populações enormes, pela importância política, por serem economias emergentes e por terem políticas similares em alguns pontos”, explicou Oliveira.

Além do índice principal, o Pnud também divulgou o IDH ajustado à desigualdade (Idhad), que capta perdas no desenvolvimento humano por causa das disparidades socioeconômicas; o Índice de Pobreza Multidimensional (IPM); e o Índice de Desigualdade de Gênero (IDG), que mede a perda de oportunidades das mulheres por causa da discriminação.










http://www.correiobraziliense.com.br...o-da-onu.shtml
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  #134  
Old Posted Nov 2, 2011, 3:17 PM
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Old Posted Nov 2, 2011, 3:17 PM
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  #136  
Old Posted Nov 3, 2011, 8:57 PM
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Quer ir para o espaço? Viagem turística começa em 2012 e custará 400 mil reais



Voos sub-orbitais serão operados em duas naves espaciais. Cotas para embarcar já estão à venda, inclusive no Brasil


Já pensou experimentar o gosto de estar em gravidade zero e ter o privilégio de ver o planeta Terra pelas janelas de uma nave espacial? Bom, parece que esse sonho está perto da realidade para nós que não somos astronautas.

Há algum tempo, o milionário Richard Branson, dono do grupo Virgin, afirmou prometer viagens espaciais turísticas antes de 2013 através de seu mais ambicioso projeto, o Virgin Galactic. Longe de ser uma simples ideia, a empresa pretende operar voos sub-orbitais até 2012 e, mesmo sem uma data exata de partida, cotas para embarcar já estão à venda.




O Virgin Galactic já dava indícios de que viagens para o espaço seriam realizadas. Em setembro deste ano, a companhia realizou um evento no estado do Novo México (Estados Unidos) a fim de encontrar fornecedores de equipamentos para a montagem da primeira frota de espaçonaves de turismo do mundo e do primeiro espaçoporto turístico. Além disso, um forte programa de recrutamento - que envolveu desde pilotos espaciais a inspetores de qualidade - foi realizado para fazer com que as negociações funcionassem.

Até o momento são duas as aeronaves, o SpaceShipTwo e o WhiteKnightTwo. Ambas enfrentam longas baterias de testes como, por exemplo, decolar do super aeroporto já erguido no Deserto de Mojave, no Novo México. Ao que parece, o plano vai bem, pois a Nasa deve operar voos em breve para pesquisas de seus astronautas. Isso pode render a verba necessária para acelerar ainda mais o projeto.

Aos interessados, vale ressaltar que para realizar a viagem é necessário algum preparo físico, além do treinamento especial dado uma semana antes da decolagem. Tudo isso depois de desembolsar US$ 200 mil dólares (cerca de R$ 400 mil reais), sendo que um adiantamento de US$ 20 mil é exigido para garantir o lugar. Se o valor for pago à vista, o viajante fica numa lista entre os 100 primeiros passageiros a serem convocados, três meses antes do grande dia.

E fique ligado, pois até o Brasil entrou nessa. Os sites Teresa Perez Tours e Grande São Paulo Turismo já disponibilizam passagens para viajar pelo espaço.

Em seu canal do YouTube, a Virgin Galactic publica diversos vídeos que demonstram a segurança e resistência das naves. Assista a um deles:

Video Link





http://olhardigital.uol.com.br/jovem..._400_mil_reais
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  #137  
Old Posted Nov 3, 2011, 10:02 PM
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Alguém em dúvida de que a Virgin vai faturar alto? Seu eu tivesse bala não tenha dúvidas que eu pagava!!!
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  #138  
Old Posted Nov 4, 2011, 2:03 AM
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Projeto impede motos de andar entre as faixas



Tramita na Câmara o Projeto de Lei 1517/11, do deputado Newton Lima (PT-SP), que proíbe motos, motonetas e outros ciclomotores de transitar entre a calçada e os veículos ou entre veículos de faixas adjacentes, o chamado corredor.



O projeto também proíbe essa circulação entre os carros durante as ultrapassagens e determina que as motos deverão permanecer a pelo menos 1,5 metro de distância dos veículos. Quem descumprir a norma cometerá uma infração média, sujeita a multa, segundo o texto, que altera o Código Brasileiro de Trânsito (Lei 9.503/97).



Além disso, a proposta obriga o governo a criar, sempre que possível, faixas exclusivas para motocicletas e ciclomotores.



Veto de FHC


A proibição de conduzir entre os carros estava incluída no projeto de Código Nacional de Trânsito enviado para sanção presidencial em 1997, mas o dispositivo foi vetado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, com o argumento de que a imposição limitaria o uso das motocicletas e motonetas, utilizadas para garantir a agilidade no deslocamento.



Mais mortes com motos


Newton Lima argumenta que a proposta quer dar mais segurança aos motociclistas. Ele apresenta dados da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo segundo os quais, em 2010, as mortes no trânsito superaram os assassinatos, sendo que 81% das ocorrências fatais envolviam pedestres ou motociclistas.



No Atlas de Acidentes de Trânsito no Brasil (São Paulo: Abramet; 2007), os pesquisadores compararam os gastos para o tratamento de pacientes internados por causas naturais, mesmo com menor tempo de permanência nas instituições hospitalares, com os pacientes acidentados no trânsito.



Chegaram à conclusão que pacientes vítimas de acidente de trânsito são mais onerosos que os demais e apresentam maior taxa de mortalidade hospitalar. Isto fora os acidentes causados pelas motos, como atropelamentos e acidentes envolvendo motoristas de carro que são ultrapassados repentinamente, inclusive pela direita.



“Diante dos números, uma realidade se impõe: é imperativa a criação de mecanismos eficazes para garantir a segurança no trânsito”, defende.


Tramitação


A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania.















http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=373390
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  #139  
Old Posted Nov 4, 2011, 3:05 PM
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Fazenda estima inflação perto de 4,5% em 2012



O ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, disse hoje que a inflação deve ficar bem perto do centro da meta em 2012, pois deve variar entre 4,5% e 5%. Ele ressaltou que tal marca será atingida inclusive com o crescimento da economia no próximo ano, que deverá ser de 5%. Para 2011, ele afirmou que o Produto Interno Bruto (PIB) deve avançar entre 3,5% e 4%.

"Pelo que estamos vendo, o PIB em 2012 deve crescer pelo menos 4%, inclusive por conta de vários fatores, entre eles o aumento do salário mínimo", comentou. O salário mínimo deve subir no próximo ano ao redor de 14% (nominal) e o governo acredita que este incremento será importante para dar continuidade para o estímulo da renda e consumo da população. "O PIB potencial do Brasil, para mim, é maior do que o patamar estimado por economistas de mercado, que vai de 4,5% a 5%."


Com a perspectiva do governo de crescimento da economia de 5% no próximo ano, o ministro interino ressaltou que o governo vai cumprir o superávit primário cheio também em 2012. "Vamos fazê-lo a exemplo de 2011. Neste ano, vamos cumprir o superávit primário programado (no início do ano) e até elevamos este patamar", comentou Barbosa. No dia 29 de agosto, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que a meta de R$ 117,89 bilhões de superávit primário para 2011 foi elevada em R$ 10 bilhões e passou para R$ 127,89 bilhões.


Barbosa participou hoje de fórum promovido por The Economist Group e pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), em São Paulo. Ele substitui o ministro Guido Mantega, que participa da reunião de cúpula do G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), em Cannes, na França.






http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=373571
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  #140  
Old Posted Nov 4, 2011, 3:25 PM
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No G20, Brasil passa a apoiar 'CPMF' global



País quer criar um imposto global sobre transações financeiras, em fase de discussões na cúpula do Grupo dos Vinte



O objetivo de França e Alemanha é transformar a taxa em global, para evitar a perda de competitividade. Quando questionada, Dilma havia se manifestado contra o imposto


Cannes, França - O governo brasileiro manifestou ontem, em Cannes, apoio à proposta defendida por França e Alemanha de criação de um imposto global sobre transações financeiras, em fase de discussões na cúpula do G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo). O anúncio foi feito pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy, e depois confirmado pela delegação do Brasil. Em contrapartida, porém, o país exige um consenso sobre a adoção do chamado "piso básico de proteção social", projeto da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

O apoio ao imposto sobre transações financeiras foi saudado por Sarkozy em seu pronunciamento na tarde de ontem. Segundo o presidente da França, Brasil e Argentina concordam com a taxa, que o anfitrião do G20 considera "moralmente inadiável" - mas que na prática tem poucas chances de ser aprovado até o final da cúpula, na tarde de hoje, em razão das restrições impostas por países como Estados Unidos e Reino Unido.

"Claro que nem todo mundo concorda nesse tema. Mas nós notamos com grande satisfação que as presidentes de Brasil e Argentina estão juntas a favor da taxa", disse Sarkozy. "Estas discussões continuarão para tentar construir um consenso com o grupo de países líderes na área."

O imposto deverá ser adotado pela União Europeia a partir de 2013. O objetivo de França e Alemanha é transformar a taxa em global, para evitar a perda de competitividade. Quando questionada pelo Estado em Bruxelas, no mês passado, Dilma havia se manifestado contra o imposto. "Não acho que isso (o imposto) resolva. O controle dos fluxos vai ser (baseado) em uma supervisão muito clara, porque tem fluxos de capital sobre os quais ninguém tem controle", afirmou então.









http://exame.abril.com.br/economia/p...ar-cpmf-global
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