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  #141  
Old Posted Nov 4, 2011, 4:07 PM
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^ espero que isso nao aconteca na Alemanha ! Seria um retrocesso ainda maior, dificultaria ainda mais a economia simples do assalariado, que com a Merkel & Euro reduziu-se o poder aquisitivo pela metade e a long prazo do comercio e rotatividade global, pioraria. Já se tem aprox. 40% de imposto em cima de salarios. Mais 1 é um copy & paste brasileiro ingrato. Político acha que sugando o bolso do consumidor resolve os custos alto que criam em déficit e dívidas internas. Eles acham que arrochando o povo consegue que a Elite se safe e nao dando oportunidade para todos. Político sempre teve essas ideias retrogadas de economia contra a populacao.
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05.09.2014 TIME TO GO - GOODBYE OF WRITING
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  #142  
Old Posted Nov 4, 2011, 11:59 PM
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Cade mira ato de ação conjunta de BB, CEF e Bradesco



Sessão ainda vai analisar o pedido da Embraer Defesa e Segurança Participações S.A. e AEL Sistemas S.A.


O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) realiza sua 503ª sessão na próxima quarta-feira, dia 9, com uma pauta extensa de julgamentos de atos de concentração em vários setores. Entre eles, o ato sobre a intenção do Banco do Brasil, Bradesco e Caixa de atuarem de forma associada para explorar alguns negócios envolvendo meios de pagamentos eletrônicos. Há ainda análises dos pedidos de concentração da EDP - Energias do Brasil S.A. e MPX Energia S.A.; da LF Tel S.A., AG Telecom Participações S.A.,Contax Participações S.A., Portugal Telecom SGPS S.A. e Mobitel S.A.; e da Embraer Defesa e Segurança Participações S.A. e AEL Sistemas S.A.










http://epocanegocios.globo.com/Revis...+BRADESCO.html
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  #143  
Old Posted Nov 5, 2011, 12:12 AM
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Brasil está entre 7 países do G-20 com finanças relativamente fortes


CANNES - O Brasil está entre os sete países do G-20 com finanças públicas "relativamente fortes", que se comprometem a tomar medidas adicionais para estimular a demanda doméstica se a economia global piorar.

No Plano de Ação de Cannes, antecipado pelo Valor ontem, o Brasil, Austrália, Canadá, China, Alemanha, Coreia e Indonésia assumem o compromisso de deixar os estabilizadores automáticos funcionarem no caso de piora global, ao mesmo tempo que vão manter os objetivos fiscais de médio prazo.







http://www.valor.com.br/financas/108...vamente-fortes
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  #144  
Old Posted Nov 5, 2011, 12:15 AM
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Novo Código Penal deve tipificar crimes cibernéticos


O presidente da comissão de juristas encarregada de elaborar o anteprojeto do Código Penal, ministro Gilson Dipp, antecipou hoje que a proposta deverá tipificar os crimes de terrorismo e crimes cibernéticos, além de incorporar decisões judiciais sobre os crimes causados pela embriaguez no trânsito. "Tudo será objeto de exame, nós não vamos trabalhar com nenhum tabu, vamos examinar os crimes culposos ou dolosos no trânsito, vamos nos debruçar, se for o caso, sobre o aborto, se é necessário que o Brasil tipifique o terrorismo, se a maioridade está adequada", informou, após a terceira reunião da comissão, no Senado.

Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Gilson Dipp entende que a principal "obrigação" do grupo é a de adaptar o atual Código Penal, de 1940, à Constituição e aos tratados internacionais celebrados pelo Brasil em matéria penal. "É claro que vamos projetar um código para o presente e para o futuro, levando em conta as peculiaridades de um País de dimensões continentais", enfatizou. "É um código de conduta que vai servir tanto para o executivo da Avenida Paulista como para o ribeirinho do Rio Amazonas", disse.


No entender do ministro, está em curso a "reforma legislativa mais importante dos últimos tempos". "Ela mexe com todo o sistema de sociedade de pessoas de garantias de bens essenciais como a vida, a liberdade, o patrimônio, enfim, é o código de conduta para a sociedade brasileira", justificou.


O ministro lembrou que, hoje, o Código Penal está sendo aplicado em partes, além de estar sendo substituído por leis especiais que "tentaram modernizá-lo pela periferia". Composta por 17 juristas, a comissão tem o prazo de 180 dias para preparar o anteprojeto que, depois, será submetido a deputados e senadores.





http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=373663
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  #145  
Old Posted Nov 5, 2011, 7:23 PM
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Pedidos de indenização por acidentes em todo o país aumentaram 42% em 2011


O trânsito está mais perigoso em todo o Brasil. Até setembro de 2011, foram pagas 256.470 mil indenizações a familiares e vítimas em todo o país, um crescimento de 42% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com a Seguradora Líder, responsável pelo Danos a Pessoais Causados por Véiculos Automotivos de Via Terrestre (DPVAT), a maioria dos pedidos refere-se a tragédias envolvendo homens, motociclistas, na faixa de 25 a 34 anos. O DF repete o padrão. Ontem, dois homens morreram após a motocicleta em que trafegavam chocar-se com um poste (leia mais abaixo).

O presidente da Seguradora Líder, Ricardo Xavier, diz que o aumento na procura pelo benefício já era esperado, mas não nessa proporção. “As estatísticas nos preocupam. A frota e o número de pessoas circulando aumentaram, mas a isso soma-se a falta de conscientização dos motoristas”, sustenta. Para Ricardo, um dos dados mais alarmantes refere-se às motocicletas, responsáveis por 66% das indenizações. “A moto expõe mais e causa lesões que podem ter como consequência a invalidez”, explica.

Resultado disso é o número, também alto, de casos de invalidez permanente, que somaram 65% do total de indenizações. Associados à pouca idade das vítimas — 53% tinham entre 18 e 34 anos —, os acidentes também geram impacto nas contas do governo federal. Em vez de contribuírem com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), essas pessoas passam a viver de pensões. “Quanto mais jovem, maior o potencial de arrecadação para o INSS. É um problema para o sistema previdenciário como um todo”, afirma o professor de economia da Universidade de Brasília José Carlos Oliveira.

Ele lembra, entretanto, que a redução das colisões pode trazer outros benefícios a todos os cidadãos. “Menos acidentes geram queda nos gastos não só da Previdência Social. Gasta-se menos com saúde, as filas nos hospitais ficam menores e não é necessário deslocar policiais para os locais das batidas. Até o trânsito melhora porque há diminuição dos engarrafamentos”, afirma o especialista. Por isso, segundo ele, é importante que o governo invista em programas de educação.

O número de indenizações pagas no DF representa somente 1% do total, situação semelhante à do Acre, do Amazonas e de Alagoas. Para o presidente da Seguradora Líder, o fato de a capital ter vias largas e em bom estado de conservação explica essa taxa. “O número de acidentes tende a ser menor, mas, quando acontecem, podem ser mais graves porque as pessoas correm mais”, analisa.

O Seguro DPVAT cobre despesas de colisões com vítimas, mas não paga danos aos veículos. São passíveis de indenização acidentes com morte ou que gerem invalidez permanente e reembolsadas despesas com hospitais. Para solicitar, a pessoa não precisa ser representada por advogado, basta recolher a documentação e levar a um posto de atendimento da Seguradora Líder.

Impacto
Segundo o Ministério da Saúde, em 2010, 40 mil brasileiros morreram vítimas do trânsito. Os acidentes com morte envolvendo motos representam 25% a mais do que no ano anterior e quase triplicaram em relação ao início da série histórica, em 2002. Passaram de 3,7 mil para 10,1 mil. De acordo com o estudo, a região campeã em morte de motociclistas é a Nordeste, com 3,4 mil. No Distrito Federal, o crescimento foi de 202%, totalizando 121 casos em 2010.

Para a coordenadora da área de Prevenção de Violência e de Acidentes, Marta Silva, as colisões de trânsito já são tratadas como um problema de saúde pública. Em 2010, foram gastos R$ 190 milhões somente com atendimento a vítimas de acidentes.












http://www.correiobraziliense.com.br...-em-2011.shtml
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  #146  
Old Posted Nov 7, 2011, 2:10 AM
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Motociclista não vai mais pagar pedágio em rodovia



Nova lei que pode isentar o pagamento está em tramitação na Câmara. Acidentes de trânsito envolvendo os veículos registraram aumento no DF


A Câmara dos Deputados está analisando um projeto de lei que isenta os proprietários e condutores de motocicletas do pagamento de pedágio em rodovias federais que foi proposto pelo deputado Washington Reis (PMDB-RJ). Para o autor da proposta, esses veículos não causam danos às vias públicas, nem ao meio ambiente já que são de baixa tração e, além disso, consomem pouco combustível.


Segundo o parlamentar, as motos são os veículos que menos congestionam o trânsito. Por isso, ele garantiu, “parece justo que mereçam uma atenção especial pela diminuição do volume de tráfego, dos elevados índices de poluição e até do estresse ocasionado pelos engarrafamentos.”




O argumento que pode beneficiar os proprietários e condutores de motocicletas é que elas não causam danos à via pública


O Projeto de Lei, que teve o número 1.410/11, tramita em caráter conclusivo pela Comissão de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação, bem como pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Acidentes fatais – Mais de 40.610 pessoas morreram em acidentes de trânsito, no ano passado, sendo que 25% dos casos foram com motocicletas, segundo um levantamento feito pelo Ministério da Saúde, ao acrescentar que nos últimos nove anos saltou de 3.744 para 10.140 os óbitos ocasionados por colisões com motos. No Distrito Federal, as mortes totalizaram, em 2010, 548, sendo 121 por acidentes de motos.


“Os números revelam que o País vive uma verdadeira epidemia de lesões e mortes no trânsito”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacando que o Brasil ocupa o quinto lugar em ocorrências como essas, segundo a Organização Mundial da Saúde: “Estamos atrás apenas da Índia, China, Estados Unidos e Rússia”.














http://coletivo.maiscomunidade.com/c...RODOVIA.pnhtml
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  #147  
Old Posted Nov 7, 2011, 2:15 AM
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Desigualdade entre municípios diminuiu, mostra índice da Firjan


O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), divulgado neste sábado (5) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, mostra evolução na redução das desigualdades no país. De acordo com o estudo, 69,1% dos 5.565 municípios brasileiros apresentaram crescimento em seus índices em 2009.

“A gente percebe uma clara redução de desigualdades entre os municípios brasileiros e, com isso, uma migração das faixas de desenvolvimento consideradas baixa e regular para faixas de desenvolvimento, principalmente moderado”, disse o gerente de Estudos Econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.

Em termos de alto desenvolvimento, entretanto, a percepção é de que o desafio continua existindo no Brasil. Apenas 235 municípios obtiveram alto desenvolvimento pelo IFDM. Na comparação com 2008, quando foram registradas 269 localidades com alto desenvolvimento, houve recuo de 0,6%. No ano anterior, os municípios nesse patamar eram 225.

A redução, relativa a 2008, reflete os impactos negativos da crise econômica internacional de 2009. “Esses foram os principais motivadores do recuo do IFDM em 2009. A vertente emprego e renda recuou 5,2% e a gente percebe que esse movimento se concentrou, principalmente, nas grandes cidades. Ou seja, o movimento foi mais intenso do que abrangente”. Nos 50 maiores mercados de trabalho do país, onde estão mais da metade da mão de obra nacional, 37 deles recuaram na vertente emprego e renda.

Os maiores desenvolvimentos estão concentrados nas regiões Sudeste e Sul. “A gente percebe a disparidade ainda, em termos de desenvolvimento no Brasil. Entre os 500 maiores IFDM, 91,2% estão no Sul/Sudeste. Entre os 500 menores, 95% são das regiões Norte e Nordeste”, disse o economista.

Isso está atrelado, segundo ele, à questão de emprego e renda e também à saúde e à educação. “As disparidades ainda continuam entre o Norte/Nordeste do país e o Sul/Sudeste. Agora, o Centro-Oeste se transformou muito nos últimos anos”. Em 2009, mais de 80% dos municípios do Centro-Oeste obtiveram classificações de desenvolvimento moderado ou alto. Esse foi o mesmo percentual registrado para a Região Sudeste.

Na análise dos últimos dez anos, o estudo da Firjan mostra que 90% dos municípios apresentaram crescimento, enquanto caiu de 18,2% para 0,4% o total de cidades com índices de baixo desenvolvimento, embora 22 municípios das regiões Norte e Nordeste ainda permaneçam nessa situação. “O desenvolvimento no Brasil tem sido bastante abrangente. Isso fica claro quando a gente olha um período de tempo mais longo. Mas, mesmo assim, a gente ainda percebe um Brasil bastante dividido”.

Para Guilherme Mercês, embora 62,9% das cidades brasileiras tenham registrado desenvolvimento moderado e alto em 2009, persistem desafios para eliminar as disparidades e alcançar um patamar em que os municípios brasileiros consigam fornecer saúde e educação básica de qualidade e um mercado formal de trabalho gerador de emprego e renda.

“A média dos 100 melhores IFDMs é mais que o dobro da média dos 100 piores resultados do Brasil. Isso quer dizer que, mantido o ritmo de desenvolvimento dos últimos anos, ou seja, desde 2005, o Brasil só alcançará padrões de alto desenvolvimento para todos os seus municípios no fim da década de 2030. Ou seja, temos quase 30 anos pela frente para que o país chegue ao tão almejado status de alto desenvolvimento”, avaliou.

Segundo Mercês, as regiões Norte e Nordeste têm avançado em termos de desenvolvimento, embora na segunda região o avanço se dê de forma mais acelerada. Considerando a situação atual, verifica-se que o Nordeste está cerca de dez anos atrasado em relação ao Sudeste, enquanto no Norte o atraso chega a quase 20 anos.













http://www.valor.com.br/brasil/10841...dice-da-firjan
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  #148  
Old Posted Nov 7, 2011, 2:13 PM
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Jornais italianos afirmam que Berlusconi pedirá demissão do cargo


O diretor do jornal italiano "Il Foglio", Giuliano Ferrara, e o subdiretor de "Libero", Franco Bechis, afirmaram que o primeiro-ministro do país, Silvio Berlusconi, está preparando sua demissão.

Para Ferrara, a demissão de Berlusconi acontecerá ainda nesta segunda-feira, e em "questão de horas". Já Belchis divulgou uma mensagem na página do jornal no Twitter na qual afirma que tinha notícias sobre a demissão de Berlusconi na terça-feira.

"O Povo da Liberdade (PDL) tinha pedido que renunciasse hoje, mas ele disse que melhor amanhã porque tinha encontros privados em Milão", acrescenta Bechis.

De acordou com o subdiretor do "Libero", Berlusconi tentará nestas últimas horas convencer alguns dos deputados que ficaram contra ele, para poder apresentar uma grande maioria na votação das contas do Estado de 2010 nesta terça-feira.

Já que a oposição anunciou a possibilidade de se abster, o primeiro-ministro poderia decidir após a votação apresentar sua demissão ao presidente, Giorgio Napolitano, acrescenta Bechis. De acordo com ele, Berlusconi vai sugerir ser substituído por Gianni Letta, seu braço direito.

A situação do Governo ficou explícita depois que Gabriella Carlucci, uma das deputadas consideras mais fiéis a Berlusconi, anunciou sua saída do PDL. Somados a ela, 20 deputados não fariam parte do Governo em uma próxima votação na Câmara dos deputados, deixando o Executivo em minoria.

Na terça-feira, será votado novamente o texto com as contas do Estado de 2010, que foi desaprovado no início de outubro e obrigou Berlusconi a submeter seu governo a uma questão de confiança na Câmara, para comprovar se ainda mantinha a maioria. A questão foi superada por pouco.

Os rumores de uma possível demissão fizeram a Bolsa de Milão mudar de rumo, e no meio da manhã seu índice seletivo, o FTSE MIB, somava 2,43%, e o geral, FTSE Itália All-Share, subia 1,99%.












http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=373921
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  #149  
Old Posted Nov 7, 2011, 2:14 PM
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Eu so acredito vendo
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  #150  
Old Posted Nov 8, 2011, 12:18 PM
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Ficha Limpa: julgamento pode pôr fim a mais de um ano de incerteza jurídica



O julgamento da constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), previsto para esta quarta-feira (9), pode pôr fim a dúvidas e polêmicas que cercam o tema há mais de um ano. A lei, sancionada em junho de 2010, impede a candidatura de políticos condenados em decisões colegiadas ou que tenham renunciado a mandato eletivo para escapar de processo de cassação.

Apesar de ter nascido de iniciativa popular, com apoio formal de mais de 1,6 milhão de pessoas, a lei logo teve sua constitucionalidade questionada. Os críticos afirmavam que as novas regras violariam o princípio da não irretroatividade, por tornarem candidatos inelegíveis por atos anteriores à sua entrada em vigor, e da presunção de inocência, por levarem em conta decisões judiciais ainda passíveis de recurso.

Seus defensores, porém, argumentam que a Lei da Ficha Limpa apenas estabelece as condições necessárias à elegibilidade, não tendo qualquer relação com a lei penal. O intuito é o de proteger o princípio da moralidade na administração pública e a exigência de probidade no exercício dos mandatos - ambos já consagrados pela Constituição. Também se questionava a aplicação das restrições às eleições de outubro de 2010, já que para isso, pelo princípio da anterioridade eleitoral, a lei deveria ter sido sancionada pelo menos um ano antes, ou seja, até outubro de 2009.

Primeiros julgamentos

O primeiro julgamento da lei no STF, em setembro do ano passado, já mostrou como uma decisão a respeito do tema seria complicada. A discussão durou mais de onze horas e terminou em empate, com cinco ministros votando a favor da constitucionalidade da lei e cinco contra, o que levou o presidente da Corte, ministro Cezar Peluso, a suspender a sessão.

Naquela oportunidade, os ministros julgavam o caso do candidato a governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, que havia renunciado ao mandato de senador, em 2007, para evitar um processo por quebra de decoro parlamentar. Roriz, no entanto, desistiu da candidatura antes da retomada do julgamento, o que levou à extinção da ação. O assunto voltaria ao Supremo um mês depois, no julgamento de recurso de Jader Barbalho, candidato ao Senado, considerado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também por ter renunciado para evitar processo de cassação, em 2001.

Depois de mais uma longa sessão de debate, a votação voltou a ficar empatada em 5 a 5, o que obrigou os ministros a buscar uma solução regimental. Por 7 votos a 3, eles decidiram manter a decisão do TSE, afirmando a validade da Lei da Ficha Limpa.

Desempate com novo ministro

Os empates nos dois primeiros julgamentos só foram possíveis devido à falta de substituto, à época, para o ministro Eros Grau, que havia se aposentado pouco antes. Com a posse de Luiz Fux, já em março de 2011, o STF voltou a ter sua composição completa, de onze ministros, e surgiu a perspectiva de uma nova decisão para a Ficha Limpa.

Essa decisão aconteceria ainda em março, na análise do recurso de Leonídio Bouças, candidato a deputado estadual em Minas Gerais, que estava sem registro como consequência de uma condenação por improbidade administrativa.

O ministro Fux, primeiro a votar, aderiu à tese de que a aplicação da lei às eleições de 2010 feria o princípio da anterioridade eleitoral. Os demais ministros mantiveram as posições assumidas nos julgamentos anteriores: Carlos Ayres Britto, Cármen Lúcia, Joaquim Barbosa, Ricardo Lewandowski e Ellen Gracie defenderam a aplicação imediata da lei, enquanto os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e Cezar Peluso votaram com Fux.

Pendências

Com o resultado de 6 a 5 contra a Ficha Limpa, todos os candidatos com candidatura negada com base na lei voltaram a ser elegíveis, e os resultados das eleições do ano passado tiveram de ser recalculados. A decisão do STF, entretanto, se limitou à questão da aplicação da lei ao pleito de 2010, deixando em suspenso os outros dois pontos principais de divergência: os princípios da não retroatividade e da presunção de inocência. Na prática, o julgamento desta quarta-feira deve finalmente definir o destino da Lei da Ficha Limpa, mantendo ou não regras mais restritivas para aqueles que desejam se candidatar a cargos eletivos.












http://www.alo.com.br/noticias/ultim...Noticia=145511
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  #151  
Old Posted Nov 8, 2011, 2:26 PM
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Petrobras concentrará 95% dos recursos no Brasil, diz Gabrielli



Empresa vai investir R$ 373,5 bilhões nos próximos quatro anos no país, deixando o restante para operações na África e Golfo do México



O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli


O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou nesta terça-feira que o futuro da companhia petrolífera não passa pela expansão internacional, mas por concentrar-se no Brasil, onde destinará 95% de seus investimentos até 2015.

Em entrevista à Agência Efe em Tóquio, onde está como parte de uma viagem pelo continente asiático para buscar alianças e potenciais investidores, Gabrielli, de 62 anos, ressaltou as "enormes oportunidades" do Brasil, país em que a Petrobras prevê aplicar R$ 373,5 bilhões nos próximos quatro anos.

Só 5% dos investimentos da estatal petrolífera serão investidos em operações no exterior, principalmente no litoral ocidental da África e no Golfo do México.

Entre os projetos que a Petrobras desenvolve no Brasil está o da refinaria de Abreu e Lima (Pernambuco), que nasceu como uma iniciativa binacional com a venezuelana PDVSA, mas em 2007, pela demora da sócia em apresentar os valores comprometidos, a brasileira decidiu começar a construção sozinha.

Perguntado pelo fim do prazo em 30 de novembro dado pela PDVSA para que adquira 40% do capital social da refinaria, Gabrielli, da mesma forma que fez na segunda-feira diante da imprensa japonesa, não quis tecer nenhum comentário.

"Esperaremos até 30 de novembro, não posso dizer nada mais", limitou-se sobre o futuro da refinaria, que deverá ter capacidade para processar 230 mil barris diários de petróleo a partir de 2013.

Ele falou ainda sobre a possibilidade de uma aliança com a Petróleos Mexicanos (Pemex). Mas para isso é preciso uma mudança na legislação no México, que atualmente não permite associações estratégicas com outras empresas para produzir petróleo e gás.

"Falamos em inúmeras ocasiões com a Pemex", mas "o problema é que o entorno legal não permite trabalhar a não ser que sejamos uma prestadora de serviços", indicou Gabrielli, quem está à frente da Petrobras há seis anos.

Para uma aliança estratégica com a Pemex "é preciso mudar a lei; temos de esperar", insistiu, e lembrou que no passado já foi cogitada a criação de uma joint venture nos EUA, mas o assunto não avançou também por problemas na legislação.

Gabrielli, que retorna nesta quarta-feira ao país após ter apresentado o plano de negócio da Petrobras em Cingapura, Coreia do Sul e Japão, destacou que o objetivo é buscar parceiros e consolidar relações com os investidores "no longo prazo" que possam aumentar suas participações no Brasil.

Uma das principais unidades de exploração é o pré-sal, as reservas de petróleo no Oceano Atlântico em águas profundas que podem transformar o país em um dos maiores exportadores mundiais, para o que é preciso uma grande infraestrutura.

Gabrielli precisou que em suas reuniões na Ásia "não falou somente sobre o pré-sal. Falou-se de tudo", revelou.

"O pré-sal é muito importante para nós, mas representa 2% da produção neste momento", embora deva ganhar peso já que a previsão é que represente "18% em 2015 e 40% em 2020".

O brasileiro ressaltou a aposta da Petrobras pelo etanol e os biocombustíveis em geral, nos quais investirão R$ 7,1 bilhões nos próximos cinco anos, em um plano de desenvolvimento de uma segunda geração deste tipo de combustíveis eficientes.

No Brasil, o etanol, que começou a ser utilizado nos anos 70, ganhou mercado na indústria automotora e atualmente cerca de 90% dos carros novos saem de fábrica com a tecnologia "flex", que permite a combustão à gasolina e etanol.

Embora a divisão de biocombustível tenha cada vez maior peso, a Petrobras espera dar um grande impulso nos próximos anos para sua produção de petróleo, que prevê elevar dos 2 milhões de barris diários atuais para os 4,9 milhões para 2020.

"O futuro não vai ser cancelado pela crise", ressaltou Gabrielli.

A crise não afetará o setor porque "a maior parte da demanda não vem da Europa, dos EUA e do Japão", mas da China, Índia, Brasil, América do Sul e África.

"Essa é a realidade dos últimos cinco anos, e será assim também nos próximos", concluiu. EFE


















http://epocanegocios.globo.com/Revis...GABRIELLI.html
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  #152  
Old Posted Nov 8, 2011, 5:25 PM
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Governo nega oferta de US$ 10 bi para ajudar Europa


O valor não chegou a ser discutido porque não houve acordo na reunião do G-20, de acordo com o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda



Brasil não discutiu nenhum valor no G-20 para aumentar os recursos do FMI


O secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Carlos Cozendey, negou hoje que o governo brasileiro tenha oferecido US$ 10 bilhões para aumentar os recursos do Fundo Monetário Internacional (FMI) e ajudar na crise financeira da Europa. Segundo ele, o valor não chegou a ser discutido porque não houve acordo na reunião G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) realizada na semana passada, na França.

De acordo com Cozendey, o valor de US$ 10 bilhões é uma "analogia" com o que foi feito em 2009. Cozendey deu tais declarações ao deixar o Ministério da Fazenda.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reafirma que não foi feita nenhuma proposta concreta, com números, pelo Brasil e por outros países emergentes para fortalecer o Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo ele, o assunto chegou a ser discutido entre os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), mas dependia de os europeus cumprirem suas tarefas.

As declarações de Mantega são uma resposta às notícias de que o governo brasileiro teria oferecido US$ 10 bilhões para aumentar os recursos do FMI e ajudar na crise financeira da Europa.

Mantega disse ainda que o entendimento é o de que o fundo de estabilização europeu e o Banco Central Europeu (BCE) precisam atuar mais. O ministro afirmou que, como a Europa não conseguiu resolver o problema da Grécia, não houve proposta concreta para reforçar o FMI. "Não quer dizer que isso não possa acontecer no futuro", afirmou o ministro.

Ele informou que os recursos não seriam apenas para os países europeus, mas para todos os países que precisem de dinheiro em caso de crise. Mantega destacou que já está havendo uma saída de capital dos países emergentes, o que poderia levar essas economias a precisarem de recursos. Ele disse que nenhum país chegou a definir cifras para reforçar o FMI.

Mantega disse, ainda, que a crise na Europa "piorou um pouquinho e já está havendo saída de capitais de países emergentes que não têm reservas internacionais fortes". "Não é do Brasil", afirmou Mantega, em rápida entrevista ao chegar ao Ministério da Fazenda.

O ministro disse que a crise europeia não está sendo resolvida satisfatoriamente. Ele lembrou que a Europa nem resolveu o problema da Grécia e terá de enfrentar agora a crise na Itália, que pode ser um problema maior, embora, ele tenha destacado que a Itália é um país mais sólido.

Mantega lembrou também que a situação não é boa porque o mercado trabalha com expectativas, na base da confiança, e a Europa está resolvendo tardiamente a situação. "Os europeus estão deixando a crise degringolar", disse. O ministro completou dizendo que não só o Brasil, mas outros países pressionaram os europeus durante a reunião do G-20, na semana passada.

Mantega reconheceu que a Europa tem os seus problemas políticos para serem resolvidos, mas foi enfático ao lembrar que a crise já está afetando os emergentes. Segundo ele, a saída de capitais afeta o câmbio, mas o ministro não quis avaliar a situação específica do real.













http://epocanegocios.globo.com/Revis...AR+EUROPA.html
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  #153  
Old Posted Nov 8, 2011, 9:08 PM
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Irã buscou desenvolver armas nucleares até o fim de 2010, diz AIEA



VIENA – O Irã buscou desenvolver uma arma nuclear compatível com as ogivas para mísseis do país e continuou a trabalhar para fazer uma explosão atômica até o fim de 2010, segundo informa um relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que é ligada às Nações Unidas, citando fontes de inteligência “de credibilidade” de mais de dez países.

Segundo o relatório, o Irã realizou “um trabalho para desenvolver sua própria arma nuclear, incluindo o teste dos componentes”, segundo o documento de 15 páginas da AIEA.

“Algumas atividades relevantes ao desenvolvimento de um dispositivo nuclear explosivo continuaram depois de 2003” e “parte delas ainda podem estar em curso”. O documento, elaborado com base em evidências reunidas em oito anos, mostra que o Irã trabalhou para redesenhar e miniaturizar uma arma nuclear desenhada pelo Paquistão, usando uma rede de empresas de fachadas e especialistas estrangeiros, segundo o relatório e uma fonte da AIEA ouvida pela Bloomberg.

A conclusão da AIEA, de que o Irã continuou a desenvolver armas até pelo menos 2010, se choca com a estimativa da inteligência dos EUA de que Teerã deixou de perseguir uma bomba nuclear em 2003. Até agora, os inspetores da agência tinham apenas expressado publicamente preocupações sobre a “possível existência” de um projeto de desenvolvimento de armas no Irã.

O relatório provavelmente vai fortalecer a pressão pública e “pode aumentar o risco e um ataque militar contra as instalações militares” do Irã e, portanto, “justificar um certo risco prêmio sobre o preço do petróleo”, disse o Commerzbank em nota para clientes.












http://www.valor.com.br/internaciona...-2010-diz-aiea
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  #154  
Old Posted Nov 8, 2011, 9:12 PM
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Berlusconi aceita renunciar após aprovação de reformas



O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, aceitou colocar seu cargo à disposição assim que forem aprovadas as primeiras reformas econômicas exigidas pela União Europeia



O primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi, em reunião da União Europeia


O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, aceitou colocar seu cargo à disposição assim que forem aprovadas as primeiras reformas econômicas exigidas pela União Europeia (UE), anunciou hoje (08/11) um comunicado da Presidência da República italiana.

A nota informa o conteúdo da reunião realizada nesta terça-feira entre Berlusconi e o presidente da Itália, Giorgio Napolitano, horas depois de o primeiro-ministro perder o apoio parlamentar da maioria absoluta durante a votação de ratificação do orçamento estatal de 2010 na Câmara dos Deputados.

Segundo o comunicado, Berlusconi expressou "grande preocupação com a urgente necessidade de dar respostas pontuais às expectativas dos parceiros europeus com a aprovação dos orçamentos de 2012, oportunamente emendados seguindo a contribuição mais recente com observações e propostas da Comissão Europeia".

"Uma vez cumprido esse trâmite, o presidente do Governo porá seu cargo à disposição do chefe do Estado, que procederá às consultas frequentes (para formar um novo Governo) dando máxima atenção às posições e propostas de cada força política, tanto da maioria parlamentar que saiu das eleições de 2008 quanto da oposição", acrescenta.

O Executivo de Berlusconi tem pela frente no Parlamento a ratificação de uma emenda aos orçamentos de 2012, já aprovados na semana passada pelo Conselho de Ministros.

Essa grande emenda, cujo conteúdo específico ainda não foi divulgado, inclui as primeiras exigências feitas pela UE a Berlusconi para garantir a estabilidade financeira do país, que tem uma dívida pública de 120% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

O Executivo pretende apresentar a emenda aos orçamentos de 2012 no Senado nesta quarta-feira. Seguindo o trâmite habitual, eles podem ser votados pelo plenário da Câmara alta do Parlamento já na próxima semana.

Posteriormente, os orçamentos deverão passar pela Câmara dos Deputados (Câmara baixa) para sua aprovação definitiva, que o primeiro-ministro tinha calculado para meados de dezembro.

Na nota, a Presidência da República explica que Berlusconi está ciente das "implicações" do resultado do voto desta terça-feira na Câmara dos Deputados, onde conseguiu a ratificação das Contas do Estado de 2010 com 308 votos a favor e nenhum contra, mas só porque 321 deputados decidiram boicotar a votação em sinal de protesto.

Assim que o primeiro-ministro colocar seu cargo à disposição de Napolitano, começa o período de crise de Governo e o presidente da República começará as consultas para ver se consegue formar um novo Executivo, com ou sem Berlusconi. Caso contrário, terá de convocar eleições antecipadas. EFE











http://epocanegocios.globo.com/Revis...+REFORMAS.html
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  #155  
Old Posted Nov 9, 2011, 2:36 PM
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Brasil está perto do pleno emprego, diz diretor do BC


O diretor de política econômica do Banco Central (BC), Carlos Hamilton Araújo, disse hoje que a recente evolução do mercado de trabalho aponta para uma situação que se aproxima do pleno emprego. "O Brasil vive um momento certamente muito próximo do que os economistas acham que é o pleno emprego", disse em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Além do emprego sem sinais de deterioração, o diretor chamou atenção para o crescimento - classificado como "substancial" - da massa salarial nos últimos anos. "Isso repercute na confiança dos consumidores", disse. Mais confiantes, explica Araújo, brasileiros têm mais segurança para tomar crédito.


Araújo também disse que o mercado de crédito às pessoas físicas dá sinais de acomodação desde o fim do ano passado. "Depois da forte aceleração a partir de 2008, no fim de 2010 e início de 2011 começamos a observar acomodação do crédito pessoa física", disse.


Araújo falou que o BC não encontra nenhum sinal preocupante em relação à inadimplência dos empréstimos para pessoas físicas. Segundo ele, não há "nenhuma mudança grande" nos indicadores de calote. Durante a apresentação aos senadores, porém, o gráfico apresentado mostra que a inadimplência cresceu de um patamar pouco superior a 5,5% no fim do ano passado para os atuais 6,8%.











http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=374380
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  #156  
Old Posted Nov 9, 2011, 4:56 PM
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Banco da França afirma que economia do país estagnará no 4º trimestre



Com a perspectiva, o Executivo deve apresentar na segunda-feira um novo plano de ajuste que pretende economizar 100 bilhões de euros nos próximos cinco anos


A economia francesa vai sofrer uma estagnação no quarto trimestre de 2011, segundo uma estimativa do Banco da França, que nesta quarta-feira constatou uma deterioração nos indicadores mensais da indústria e do setor de serviços.

A entidade havia previsto uma progressão do PIB de apenas 0,1% no terceiro trimestre, um número que deve ser referendado ou corrigido pelo Instituto Nacional de Estatística (INSEE) na próxima semana.

No segundo trimestre, a economia francesa já tinha vivido uma situação de estagnação, o que levou o INSEE a diminuir sua previsão para o conjunto de 2011 de 2,1% para 1,7%.



Para este ano, o PIB deve crescer 1,75%, prevê o Governo

O Governo espera um aumento do PIB de 1,75 % para este ano, mas diminuiu suas expectativas para 2012 para 1%, frente ao 1,75% que tinha calculado em setembro quando apresentou o projeto de lei de orçamentos.

Essa correção levou o Executivo a apresentar na segunda-feira um novo plano de ajuste que pretende economizar 100 bilhões de euros nos próximos cinco anos.

De acordo com o relatório de hoje do Banco da França, o indicador sintético sobre a produção na indústria perdeu um ponto em outubro e ficou em 96 pontos, abaixo do nível 100 que marca a média de longo prazo.

Nos serviços também houve uma queda de um ponto no indicador sobre a atividade até 95 pontos. EFE












http://epocanegocios.globo.com/Revis...TRIMESTRE.html
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  #157  
Old Posted Nov 9, 2011, 7:51 PM
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Senado aprova projeto que exige teor zero de álcool para motorista



Hoje, é permitido dirigir com até 6 decigramas de álcool por litro de sangue.
Projeto, aprovado em caráter terminativo em comissão, segue para Câmara.



A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (9), em caráter terminativo (sem necessidade de ir a plenário), um projeto de lei que torna mais rigoroso o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) contra os motoristas que dirigirem alcoolizados. O projeto segue para análise da Câmara dos Deputados.

A justificativa do projeto, de autoria do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), diz que o texto é inspirado em proposta do Detran-ES, que prevê "tolerância zero" de álcool para condutores de veículos.

O texto aprovado na comissão do Senado torna crime a condução de veículos "sob influência de álcool ou substância psicoativa". Atualmente, é permitido dirigir com até 6 decigramas de álcool por litro de sangue.

O texto original previa punição no caso de "qualquer concentração de álcool ou substância psicoativa" no sangue. Emenda de redação apresentada pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO) retirou do texto a expressão "qualquer concentração". O senador disse que apresentou a emenda para "facilitar a aprovação do projeto" .

Mesmo assim, segundo a intepretação de Torres, o texto mantém a proibição de álcool no sangue para motoristas. Segundo ele, como o texto não determina um nível específico de álcool no sangue, nenhum teor é permitido.

Para o senador, a expressão "qualquer concentração" era "só um capricho" e foi removida depois que a senadora Marta Suplicy (PT-SP) questionou se um bombom com recheio de licor poderia prejudicar um motorista. "A palavra 'qualquer' era um capricho, mas fica a mesma coisa", declarou o senador.

Autor do projeto, Renato Ferraço afirmou, por meio de sua assessoria, que a mudança não altera a intenção do projeto, que é de proibir qualquer quantidade de álcool.

No começo de novembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que dirigir com concentração de álcool por litro de sangue igual ou superior a 6 decigramas é crime, sujeito à detenção, mesmo que o motorista não provoque risco a outras pessoas. O entendimento está em decisão da 2ª Turma que reafirmou, em setembro deste ano, a validade da lei que tornou crime, em 2008, dirigir alcoolizado.

Pela lei, a pena para quem dirige embriagado varia de seis meses a três anos de detenção, multa, e suspensão ou proibição de obter a permissão ou habilitação para dirigir. Mas ainda há discordância sobre se dirigir alcoolizado pode ser considerado crime no caso de o motorista não ter provocado risco a terceiros.

Outra novidade no texto aprovado no Senado diz respeito às punições aplicadas aos condutores alcoolizados. Agora, a partir de nova emenda do senador Demóstenes Torres, – também aprovada pela Comissão, no caso do condutor causar morte de terceiros, a pena subirá para 16 anos, com prescrição em 20 anos.

Atualmente, o Código de Trânsito prevê que praticar homicídio culposo (quando não dá intenção de matar) na direção de veículo automotor pode causar "detenção, de dois a quatro anos, e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor". Conforme a lei, no "homicídio culposo cometido na direção de veículo automotor, a pena é aumentada de um terço à metade, se o agente

Já no caso de lesão gravíssima, diz o senador, "que resultou em aborto ou uma deformidade permanente, como a perda de um membro, isso tudo vai levar a uma pena de até 12 anos". Nos casos de lesão grave, a pena passa a ser de 8 anos.

Bafômetro
Conforme o projeto aprovado nesta quarta no Senado, caso o motorista se recuse a fazer o teste de bafômetro, a prova pode ser obtida por testemunho, imagens ou outros documentos admitidos na legislação brasileira.

"Está lá o sujeito trocando as pernas e não quer fazer teste do bafômetro. Então essa prova [testemunhal, de ver o motorista bêbado] substitui a prova que ele se negou a fazer", disse o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).

O relator Pedro Taques (PDT-MT) afirmou que o projeto não obriga a realização do bafômetro. "O cidadão não é obrigado a fazer o exame de bafômetro. Não é obrigado a fazer exame de sangue, e aí a comprovação do teor alcoólico, daquela situação concreta, vai ser feita através de comprovação indireta".








http://g1.globo.com/politica/noticia...motorista.html
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  #158  
Old Posted Nov 9, 2011, 10:25 PM
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Mercado do luxo cresce 33% no Brasil


Pesquisa mostra que consumo de itens de grife cresce além do eixo Rio-São Paulo e chega a cidades como Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre



Vitrine da Barney's: mercado em alta nos emergentes


O consumo de itens de luxo pelos brasileiros crescerá a uma taxa de 33%, em 2011. A projeção é da pesquisa “O Mercado do Luxo no Brasil 2010-2011” – feita pela MCF Consultoria & Conhecimento e a GfK Custom Research Brasil –, que coloca o cenário brasileiro entre os mais promissores do mundo para este mercado.

De acordo com o estudo, o país tornou-se essencial para algumas operações mundiais de grandes marcas.

O consumo de itens de luxo tem crescido também fora do eixo Rio-São Paulo. Brasília se consolida como um terceiro destino de investimentos, seguida por Belo Horizonte. O Sul, representado por Curitiba e Porto Alegre, também vem despertando a atenção dos investidores.

Emergentes

O resultado está diretamente ligado à relação emocional que o brasileiro tem com consumo. Outro estudo feito pelo Instituto Francês de Opinião Pública (Ifop) e pela MCF mostrou que, em países como Brasil, Rússia, China, México e Argentina, o consumo de marcas de Luxo é uma maneira de distinguir-se socialmente.

Na Índia, por exemplo, é uma expressão da própria personalidade, aponta o relatório Living Luxury – in Emerging Markets. No Brasil, afirma a pesquisa, o luxo é visto como um presente para si mesmo, como resultado de merecimento.

Os países do Bric são estratégicos para o crescimento do segmento do Luxo. Segundo o levantamento, o potencial de crescimento nestes mercados é: China 83%; Brasil 43%; Índia 37% e Rússia 30%.

As marcas europeias são as mais associadas ao luxo nos países emergentes. Quatro marcas estão entre as 10 mais mencionadas na pesquisa: Louis Vuitton, Gucci, Armani e Rolex. Chanel, Dior, Prada ou Dolce & Gabbana foram consideradas as mais influentes.

Só os argentinos e indianos citaram marcas automotivas (Mercedes Benz, BMW) como itens de luxo. Louis Vuitton foi a mais citada na China (60% dos participantes). Na Rússia, a marca mais lembrada foi Chanel (21% das respostas).

Algumas marcas locais também foram mencionadas no estudo. No Brasil, HStern (joias) e Natura (cosméticos) foram citadas.

A pesquisa foi feita com 1320 consumidores de marcas de luxo – pessoas que gastaram ao menos 1 mil euros nos últimos 12 meses com marcas de luxo – em maio deste ano, nos mercados emergentes.












http://epocanegocios.globo.com/Revis...NO+BRASIL.html
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  #159  
Old Posted Nov 10, 2011, 1:50 AM
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FGTS terá R$ 44 bi em 2012 para habitação, saneamento e infraestrutura


BRASÍLIA – O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) terá R$ 43,9 bilhões à disposição no próximo ano para investir em habitação, saneamento e infraestrutura urbana. O valor consta do orçamento do FGTS, aprovado nesta quarta-feira pelo Conselho Curador do Fundo.

O montante é 11,42% maior que os R$ 39,4 bilhões aprovados para o orçamento deste ano. No entanto, a verba disponível para 2011 aumentou para R$ 54,7 bilhões com as suplementações promovidas ao longo do ano, o que torna o orçamento para 2012 19,7% menor que o total disponível para o Fundo em 2011.

A maior parte do orçamento, R$ 26 bilhões, está destinada ao financiamento habitacional. Desse total, R$ 1 bilhão está reservado ao Pró-Cotista, programa que concede financiamento com juros mais baixos ao detentor de conta do FGTS. As obras de saneamento e infraestrutura contarão com R$ 10 bilhões – R$ 5 bilhões para cada área.

Para o subsídio direto a famílias de baixa renda, que não envolve operações de financiamento, serão destinados R$ 4,4 bilhões. Desse montante, R$ 3 bilhões para a aquisição de imóveis novos que se enquadram no Programa Nacional de Habitação Urbana, do Minha Casa, Minha Vida.

Com a finalidade de desenvolver ações integradas de melhoria das comunidades de baixa renda, o programa Pró-Moradia receberá R$ 1 bilhão. Foram reservados ainda R$ 2,5 bilhões para aplicação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

Os conselheiros aprovaram, também, uma suplementação de R$ 6,2 bilhões no orçamento de 2011 para aplicação em habitação popular. Com as suplementações ocorridas durante o ano, o orçamento para habitação popular foi elevado de R$ 21 bilhões para R$ 34,6 bilhões.

Os subsídios habitacionais neste ano passaram de R$ 4,5 bilhões para R$ 5,5 bilhões, e os recursos para aplicação em CRI subiram de R$ 2,1 bilhões para R$ 2,8 bilhões. O orçamento para os outros programas e os setores de saneamento e infraestrutura continua o mesmo aprovado no orçamento original, em um total de R$ 11,8 bilhões.

















http://www.valor.com.br/brasil/10898...infraestrutura
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  #160  
Old Posted Nov 10, 2011, 1:43 PM
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Banco do Brasil vai financiar imóveis na planta


Para pessoas físicas, BB financiará ainda a compra de imóveis em fase de construção


O Banco do Brasil vai começar a financiar a compra de imóveis na planta ou em fase de construção para pessoas físicas. Em entrevista à Agência Estado, o vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, Paulo Rogério Caffarelli, disse que esse é mais um passo na estratégia do banco de crescer no crédito imobiliário.

A projeção é de que a carteira total do segmento aumente 120% este ano, fechando dezembro em R$ 7,5 bilhões. Até agora, o banco público só fazia o financiamento habitacional de operações tradicionais, como compra de imóveis novos e usados e financiamento a construtoras e incorporadoras. Nas novas linhas, o próprio BB vai liberar o crédito para as pessoas físicas no momento da compra do imóvel na planta. Segundo Caffarelli, o mais comum eram as construtoras financiarem essas operações, o que comprometia seus limites de crédito para a construção.

"Com o banco financiando a pessoa física, libera mais limite para as construtoras." Mas as novas linhas de crédito só serão destinadas à aquisição de empreendimentos que tiverem suas construções financiadas pelo BB. O banco tem programas de financiamento para as 16 maiores construtoras do País. Caffarelli destaca que o BB também tem procurado estreitar os laços com construtoras de menor porte. Cerca de 2,5 mil delas são correntistas do BB, das quais 800 já possuem limite de crédito.

O financiamento na planta também está disponível para empreendimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. A previsão do banco é de que sejam financiadas 37 mil unidades habitacionais no âmbito do programa até o fim deste ano.

Juros e prazos

As linhas de financiamento para imóveis na planta têm taxa de juros a partir de 8,4% ao ano, prazo de até 30 anos e possibilidade de financiamento de até 80% pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e de até 90% no Programa Minha Casa, Minha Vida. O BB encerrou o mês de setembro com saldo de R$ 5 bilhões na carteira imobiliária de pessoa física, expansão de 105% ante o mesmo mês do ano passado. Considerando a carteira de pessoa jurídica, o saldo total sobe para R$ 6,3 bilhões.









http://www.maisbrasilia.com/mb2011/n...a_planta_.html
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