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  #101  
Old Posted Nov 21, 2011, 12:06 AM
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Partido Popular comemora vitória nas eleições gerais espanholas


Dados dão ao PP 43,5% dos votos entre 181 e 185 cadeiras, frente a 30% para o PSOE



A mudança política é liderada por Mariano Rajoy, do PP



Madri - O Partido Popular comemora a vitória nas eleições gerais deste domingo na Espanha, logo após a divulgação dos dados da pesquisa boca-de-urna ao fechamento dos colégios eleitorais, que apontaram o PP como o vencedor por maioria absoluta.

A vice-secretária de organização do Partido Popular e diretora da campanha eleitoral dos populares, Ana Mato, falou com a imprensa para confirmar que, de acordo com esses resultados, "o PP ganhou as eleições".

"A mudança política" liderada por Mariano Rajoy "ganhou nesta noite na Espanha com uma grande maioria", declarou Mato.

Segundo ela, se confirmados os dados que dão ao PP 43,5% dos votos (entre 181 e 185 cadeiras), frente a 30% para o PSOE (entre 115 e 119 cadeiras), "começará uma nova etapa a partir desta segunda-feira, onde o único objetivo será vencer a crise e o desemprego".

Minutos antes, a diretora da campanha eleitoral do PSOE, Elena Valenciano, assinalou que os dados da pesquisa divulgados indicavam a vitória ao PP e "um notável grau de apoio cidadão ao PSOE".

Apesar das palavras, ela não reconheceu a derrota, já que "a experiência demonstrou que é preciso receber esses dados com respeito, mas cautela".

Ela disse que somente após a divulgação dos dados oficiais da apuração os socialistas vão se pronunciar sobre o resultado.

Elena ressaltou que o compromisso do PSOE é exercer a responsabilidade que as urnas outorgarem "como sempre" fizeram: "Com lealdade à Espanha e toda a energia de nossas ideias".
















http://exame.abril.com.br/economia/m...s-espanholas-3
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  #102  
Old Posted Nov 22, 2011, 11:42 AM
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Geraldo Magela deixa a Secretaria de Habitação


O secretário de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano, Geraldo Magela - filiado ao PT -, pediu exoneração do cargo nesta segunda-feira (21). O pedido foi publicado nesta terça-feira (22) no Diário Oficial do Distrito Federal.



Quem assume a vaga é o secretário-adjunto da pasta, Rafael Carlos de Oliveira, cuja nomeação também foi publicada no veículo governamental.






http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=376451
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  #103  
Old Posted Nov 22, 2011, 2:52 PM
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Lupi diz que reunião do PDT não vai discutir sua saída do ministério



O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, negou nesta terça-feira que a reunião da executiva do seu partido, o PDT, tenha como tema a sua saída do ministério. De acordo com Lupi, "não há possibilidade" de deixar o ministério. "A melhor resposta quando a gente se sente injustiçado é continuar trabalhando."

Na noite desta terça, a executiva do PDT irá se reunir. A expectativa é de que seja discutida a situação do ministro diante das denúncias de corrupção em sua pasta. O próprio Lupi confirmou que as denúncias serão tratadas nessa reunião. "É um debate que o partido tem de fazer sobre os fatos", afirmou. Essa é a segunda reunião da executiva do partido desde que as denúncias foram divulgadas há cerca de três semanas.

O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) disse que essa será uma "reunião para unificar o discurso" do partido.

As denúncias divulgadas na imprensa apontam a existência de um esquema de cobranças de propinas que envolvem ONGs que mantêm contratos com o ministério e pessoas do alto escalão da pasta, ligadas ao ministro. Lupi também é acusado de usar uma aeronave pertencente a Adair Meira, diretor de uma das ONGs que tem contrato com o ministério, durante viagem de eventos ligados a sua pasta.








http://noticias.terra.com.br/brasil/...inisterio.html
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  #104  
Old Posted Nov 22, 2011, 2:53 PM
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Acho que já vi algo parecido antes
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  #105  
Old Posted Nov 24, 2011, 8:07 PM
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Bolsonaro questiona se Dilma é homossexual


O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) criou nova polêmica na Câmara dos Deputados hoje ao questionar a sexualidade da presidente Dilma Rousseff em discurso no plenário. O parlamentar destacou que, em audiência na Câmara ontem, representantes do Ministério da Educação teriam discutido a inclusão do combate à homofobia nos currículos escolares. Bolsonaro lembrou que a presidente Dilma tinha ordenado a não distribuição nas escolas de material relativo ao combate à homofobia, chamado de kit gay pelo deputado do PP e outros parlamentares evangélicos.

"O kit gay não foi sepultado ainda. Dilma Rousseff, pare de mentir. Se gosta de homossexual, assume. Se o teu negócio é amor com homossexual, assuma. Mas não deixe que essa covardia entre nas escolas de 1º grau", afirmou Bolsonaro. O pronunciamento de Bolsonaro foi retirado das notas taquigráficas pelo deputado Domingos Dutra (PT-MA), que ocupava a presidência da sessão, a pedido do deputado Marcon (PT-RS). Caberá agora ao presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), decidir se o pronunciamento ficará registrado nos documentos da Casa.


Em conversa por telefone com a reportagem, Bolsonaro afirmou que não era sua intenção questionar a sexualidade da presidente da República. "Não me interessa a opção sexual dela, eu só não quero que esse material vá para a escola". Ele afirmou que estava falando do amor de Dilma com a "causa homossexual". Chegou a comemorar e disse que a polêmica criada em cima da declaração era positiva. "Uma frase equivocada está ajudando a levantar o mérito da discussão".


O deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) criticou o colega ainda pela manhã durante a sessão. Afirmou que as declarações de Bolsonaro podem significar quebra de decoro parlamentar. A vice-presidente do Senado, Marta Suplicy (PT-SP), pediu que o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), tome "providências enérgicas" em relação a Bolsonaro. Marta afirmou que Bolsonaro está "sem freio de arrumação" e foi além dos limites do decoro parlamentar em seu pronunciamento, faltando com o respeito à presidente da República.


O discurso do deputado do PP teve ainda questionamentos ao ministro da Educação, Fernando Haddad, pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo. "Povo paulistano, será que o Haddad como prefeito vai colocar uma cadeira de homossexualismo no primeiro grau?", perguntou Bolsonaro. Mais tarde, o parlamentar voltou à tribuna da Câmara. Dessa vez, foi menos incisivo contra a presidente e sugeriu que ela possa estar sendo enganada por Haddad e pela ministra Maria do Rosário (Direito Humanos) na discussão sobre o combate à homofobia nas escolas.











http://www.jornaldebrasilia.com.br/s...377003&secao=N
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  #106  
Old Posted Nov 24, 2011, 8:11 PM
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Conselho de Ética resolve que deputados podem ser punidos por fatos anteriores


O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados bateu o martelo: o parlamentar pode ser punido por fatos anteriores ao mandato. Ontem, os conselheiros aprovaram, por unanimidade, a cassação por crimes ou irregularidades praticados até cinco anos antes do exercício do mandato. A decisão do Conselho deverá orientar os futuros processos de perda de mandato na Casa.



A questão foi levantada pelo deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) em consulta encaminhada ao presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), logo após o julgamento da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF). O presidente da Câmara, contudo, remeteu a questão, em forma de consulta, ao Conselho de Ética.



A ideia, segundo Miro, foi orientar as futuras votações cujo fato que originara a denúncia tivesse acontecido antes de eles se tornarem deputados. Jaqueline foi flagrada em vídeo, ao lado do marido Manoel Neto, recebendo dinheiro das mãos de Durval Barbosa, delator do Mensalão do DEM. As imagens teriam sido feitas em 2006, quando a deputada estava em campanha para a Câmara Legislativa.



Jaqueline foi condenada no Conselho, mas absolvida no Plenário no fim de agosto, justamente porque prevaleceu o entendimento de que os deputados não podem ser condenados por fatos pretéritos.



Os deputados temiam a precedência e não queriam ser responsabilizados eventualmente pelas suas vidas pregressas, por exemplo. Nos memoriais distribuídos por Jaqueline aos parlamentares antes da votação, ela os alertava para a temporalidade dos fatos. A deputada sustentou que não podia ser punida pela Casa por um ato anterior ao mandato, já que só se quebra o decoro quando se é parlamentar.



Agora, a história será diferente. O parlamentar poderá ser responsabilizado, no período de cinco anos do ato praticado, desde que os fatos não tenham sido revelados até a eleição do deputado. Inclusive, este foi um dos argumentos utilizados na apresentação do parecer do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) que foi relator do processo por quebra de decoro parlamentar de Jaqueline Roriz. “O ato indecoroso se consuma quando chega ao conhecimento do Parlamento”.









http://www.jornaldebrasilia.com.br/s....php?id=376986
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  #107  
Old Posted Nov 24, 2011, 8:49 PM
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Caraca mais esse Bolsonaro é um boçal mesmo, como ainda tem imbecil que vota num animal destes?

Bem que este conselho de etica podia ter descidido isso antes do caso Jaqueline né? Será se pode reabrir o caso?
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  #108  
Old Posted Nov 27, 2011, 1:31 PM
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Fundado há oito meses, partido de Kassab só faz oposição no DF


Quando o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, promoveu o ato de fundação do PSD (Partido Social Democrático) em março, ele negou que estivesse criando a legenda apenas para aderir ao governo Dilma Rousseff. Oito meses depois, além da aproximação com a presidente da República, a sigla apoia o poder executivo ou é neutra nos 26 Estados do país. De acordo com um levantamento do UOL Notícias, a exceção é o Distrito Federal, governado pelo PT.

Para o secretário-executivo da legenda, Saulo Queiroz, esse quadro é “normal”. “É uma legenda em formação. Não estamos fechando a porta para conversar com nenhum governo porque respeitamos as lideranças partidárias e os seus compromissos”, disse ele ao UOL Notícias.

“É um partido moderno, sem preconceitos. Não vamos recusar alianças com PT ou PSDB apenas com base em condições pré-estabelecidas.”

Apoio ou neutralidade em 26 Estados

No Nordeste, o PSD apoia os governadores da Bahia (Jaques Wagner-PT), Sergipe (Marcelo Deda-PT), Pernambuco (Eduardo Campos-PSB), Paraíba (Ricardo Coutinho-PSB), Rio Grande do Norte (Rosalba Ciarlini-DEM), Ceará (Cid Gomes-PSB), Maranhão (Roseana Sarney-PMDB).

No Sul, a legenda filiou o governador Raimundo Colombo (Santa Catarina). No Sudeste, é aliada dos governadores do Rio de Janeiro (Sergio Cabral-PMDB) e do Espírito Santo (Renato Casagrande-PSB).

No Centro-Oeste, a sigla recém-criada faz parte da base dos governadores do Mato Grosso (Silval Barbosa-PMDB) e de Goiás (Marconi Perillo-PSDB). No Norte, está junto dos governadores de Tocantins (Siqueira Campos-PSDB) e Pará (Simão Jatene-PSDB). Filiou o governador do Amazonas, Omar Aziz.

O PSD está neutro nos seguintes Estados: Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Alagoas, Piauí, Roraima, Rondônia, Amapá e Acre.

Em São Paulo, o partido tem o vice-governador Guilherme Afif, mas não participa da base aliada na Assembleia Legislativa. Afif deve se candidatar à sucessão de Kassab, embora o governador Geraldo Alckmin indique preferir na disputa seu secretário do Meio Ambiente, Bruno Covas (PSDB).

Oposição

No Distrito Federal, exceção à regra, o PSD tem quatro deputados distritais. Dos quatro, três deles se assumem como oposicionistas à gestão de Agnelo Queiroz (PT): Celina Leão, Eliana Pedrosa e Liliane Roriz, filha do ex-governador Joaquim Roriz. Washington Mesquita, ex-filiado ao PSDB, participa do governo. Eliana e Liliane estão entre as principais adversárias de um governo ameaçado por denúncias do período de Agnelo como ministro do Esporte.

Apesar da postura das três oposicionistas – principalmente Eliana e Liliane -, o diretório candango do PSD diz que sua posição em relação ao governo de Agnelo é de neutralidade.

“Eu passei a vida combatendo o PT, não haveria como ser neutra”, afirmou Liliane. “Mas sou neutra em relação à gestão da presidente Dilma. Ela está fazendo uma faxina importante no governo. Acho que ela quer muito acertar.”

Já o governador do Distrito Federal, envolvido em denúncias de desvio de dinheiro público para os cofres do PCdoB – sua ex-legenda – não conta com a mesma complacência. “A maioria da população quer Agnelo fora. Por isso somos duros com ele”, afirmou Liliane, cuja mãe, Weslian, foi derrotada pelo petista na eleição de 2010.






http://noticias.uol.com.br/politica/...cao-no-df.jhtm
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  #109  
Old Posted Nov 28, 2011, 4:20 PM
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PT quer ter candidatos em 20 capitais; PSDB, em 19


Disputa para prefeitos será teste para aliança de Dilma
PMDB tem nomes próprios em 22 das 26 capitais
Blog apresenta o nome dos pré-candidatos nas capitais



Levantamento do Blog sobre possíveis candidatos a prefeituras de capitais em 2012 mostra que o PT, da presidente Dilma Rousseff, tem filiados que desejam entrar na disputa em 20 das 26 capitais. Seu maior rival, o PSDB, tem nomes próprios que querem concorrer em 19 capitais.

O Brasil tem 27 capitais, mas em Brasília não há eleição para prefeito porque o Distrito Federal tem apenas um governador que comanda todas as localidades.

O PMDB, maior partido aliado de Dilma, pode ter candidatos em 22 capitais no ano que vem. O PSB, outra sigla governista, em 15.

Outros partidos incluídos no levantamento são: DEM (pré-candidatos em 14 capitais); PDT e PC do B (11); PSOL (9); PPS (8); PR e PTB (7); PSD, PP, PV e PSTU (6); PSC (5); PRB (2) e PT do B (1).

Quando consideradas apenas as 10 maiores capitais em nº de eleitores, o PT tem nomes próprios em 9; o PMDB, em 8; o PSDB e o DEM, em 7; e o PSB, em 6.

As 10 maiores capitais em eleitorado são: São Paulo (8,5 milhões de eleitores), Rio (4,6 milhões), Salvador e BH (1,8 milhão), Fortaleza (1,6 milhão), Curitiba (1,3 milhão), Recife, Manaus, Porto Alegre e Belém (1 milhão).

O fato de o PT estar com nomes próprios de pré-candidatos em quase todos os grandes centros significa que a presidente Dilma Rousseff terá de se esforçar para manter unida sua base de apoio em Brasília.

Todos os anos nos quais há eleições municipais, é usual que disputas locais transbordem para o Congresso, pois muitos deputados e senadores são candidatos a prefeito ou têm algum cabo eleitoral que vai concorrer.

Haverá grande pressão sobre o PT para que ceda o lugar na disputa de prefeitos em grandes centros. O assunto terá de ser tratado por Dilma, pela cúpula petista e pelo ex-presidente Lula.

No ano que vem, 13 prefeitos de capitais poderão disputar a reeleição. Os outros 13 já estão no segundo mandato e, por essa razão, não podem concorrer de novo. Aqui, post do Blog com o nome de quem pode ou não ser reeleito e ranking de todas as capitais segundo o nº de eleitores.

Os quadros abaixo apresentam os nomes iniciais, que são as fichas com que cada partido começa o jogo. Os partidos podem registrar candidaturas para a eleição de 2012 na Justiça Eleitoral até 5.jul.2012 (aqui, calendário oficial divulgado pelo TSE). Até lá, alianças serão negociadas e nomes vão sair ou aparecer na lista de possíveis concorrentes.





























13 prefeitos de capitais podem tentar reeleição em 2012

O primeiro turno das eleições municipais de 2012 está marcado para 7.out.2012 –que é o primeiro domingo de outubro, conforme estabelece a Constituição em seu artigo 29, no inciso 2. Nessa data, 13 dos atuais 26 prefeitos de capital poderão tentar a reeleição, pois ainda cumprem o primeiro mandato. Os demais já foram reeleitos uma vez e estão impedidos de disputar um terceiro período de 4 anos.

Aqui, calendário oficial das eleições 2012 divulgado pelo TSE.

O quadro abaixo, preparado pelo repórter do UOL Fábio Brandt, mostra quais são as capitais nas quais os prefeitos podem ou não concorrer à reeleição.



O quadro acima também mostra o nº de eleitores de cada capital do país. A 1ª do ranking é São Paulo, com 8,5 milhões de eleitores, muito à frente do Rio de Janeiro, 2º colocado, que tem 4,6 milhões de eleitores. Em 3º lugar aparece Salvador, com 1,8 milhões de eleitores.

O nº de eleitores define regras para as eleições. Só 2 capitais têm menos de 200 mil eleitores: Boa Vista (RR) e Palmas (TO). De acordo com Constituição, ter menos de 200 mil eleitores retira essas capitais do grupo que eventualmente precisam ter 2º turno.

Em cidades com mais de 200 mil habitantes (não importa se capitais ou não), o 2º turno é o modo de desempatar a disputa caso o primeiro colocado no 1º turno não receba, pelo menos, 50% mais um dos votos considerados válidos –os que são dados aos candidatos, não contando os brancos e os nulos.







http://uolpolitica.blog.uol.com.br/a...3_09-9961110-0
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  #110  
Old Posted Nov 30, 2011, 12:13 AM
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Processos na Justiça ameaçam 11 governadores, diz TSE


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pode definir nesta semana o futuro político do governador de Roraima, Anchieta Júnior (PSDB), acusado de abuso de poder e uso indevido de meios se comunicação em época eleitoral. Anchieta é um dos 11 governadores que enfrentam riscos de perder o mandato na Justiça. Até agora, dos políticos eleitos em 2010, três governadores já perderam o mandato. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Nessa lista do TSE estão: Tião Viana (PT, governador do Acre); Teotonio Vilela (PSDB, Alagoas); Omar Aziz (PSD, Amazonas); Cid Gomes (PSB, Ceará); Siqueira Campos (PSDB, Tocantins); Wilson Martins (PSB, Piauí); Antonio Anastasia (PSDB, Minas Gerais); Roseana Sarney (PMDB, Maranhão); André Puccinelli (PMDB, Mato Grosso do Sul); e Sérgio Cabral (PMDB, Rio de Janeiro). Na maioria dos processos, as acusações são de abuso de poder político e econômico e uso indevido de meios de comunicação.






http://noticias.terra.com.br/brasil/...s+diz+TSE.html
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  #111  
Old Posted Dec 1, 2011, 12:58 AM
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Comissão de Ética da Presidência recomenda exoneração de Lupi


BRASÍLIA - A Comissão de Ética Pública da Presidência recomendou hoje para a presidente Dilma Rousseff a exoneração do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, pelas denúncias de irregularidades em convênios e cobrança de propina na Pasta. Esta é a punição máxima que o colegiado pode dar a um membro da administração pública.

O presidente da Comissão, Sepúlveda Pertence, disse que a decisão foi tomada por unanimidade e baseada nas “respostas inconvenientes” dadas por Lupi em audiências no Congresso Nacional e em declarações para a imprensa.

No início do mês, após reunião com seu partido, o PDT, Lupi afirmou em coletiva que só deixaria o cargo “à bala”. Além disso, o colegiado considerou "insuficientes" as explicações encaminhadas pelo ministro.

Antes disso, o único caso em que o colegiado pediu exoneração, também foi a Carlos Lupi, em 2008, quando considerou incompatível que ele acumulasse os cargos de ministro e de presidente do PDT. Depois do episódio, o ministro pediu licença do cargo na sigla.







http://www.valor.com.br/politica/111...eracao-de-lupi
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  #112  
Old Posted Dec 1, 2011, 12:09 PM
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Agnelo diz que 2011 foi "muito difícil" em função do caos administrativo


Bruxelas (Bélgica) – A um mês de terminar os primeiros 12 meses de governo, Agnelo Queiroz (PT) acha que ainda há tempo para produzir resultados e minimizar os efeitos de um ano que ele próprio avalia como “muito difícil”. O governador atribui alguns resultados ainda aquém do prometido na campanha à “situação dramática” que herdou e enfrentou no Governo do Distrito Federal.

Agnelo justificou que 2011 foi o ano da “arrumação”, de colocar o Estado em ordem, por a burocracia para funcionar e sanear dívidas de convênios sem prestação de contas com o governo federal: “Houve um esforço gigantesco, sem contar com o fato de que chegamos e tivemos de tapar buraco, cortar a grama, fazer mutirão para que as crianças pudessem ir à escola. Por tudo isso, 2010 foi um ano de arrumação, que considero atisfatório”, avalia.

Em entrevista concedida em Bruxelas, onde Agnelo foi defender a candidatura de Brasília para sediar os jogos universitários de 2017, o governador fez um balanço positivo da campanha candanga, embora tenha sido derrotada para a cidade chinesa de Taipé. “Ao nos candidatarmos, elevamos Brasília ao plano internacional, mostramos as virtudes da nossa cidade. Perdemos no voto, mas ganhamos o debate”, acredita.



O petista repete para 2012 um de seus principais compromissos de campanha: a melhoria substantiva no sistema de Saúde. Ele reconhece que o governo ainda não conseguiu ampliar a rede de atenção básica, mas sustenta que em 2012 a população sentirá as melhorias. O governador atribui a crise política que enfrenta em função de denúncias sobre sua atuação como ministro do Esporte à atuação “antidemocrática” de seus opositores, que, segundo define, “agem na escuridão, com “métodos baixos”, na tentativa de desestabilizar o governo. “Ficam requentando denúncias da época da campanha eleitoral que vêm de depoimentos comprados”, acusa. Confira a seguir os principais trechos da entrevista:




Qual o balanço que o senhor faz dessa candidatura à Universíade, depois da derrota de Brasília na terça-feira para sediar os jogos universitários?
O balanço é muito positivo. A candidatura de Brasília à Universíade está de acordo com um projeto nacional de projetar o Brasil e Brasília no mundo, especialmente pelo momento histórico que estamos vivendo. Ao nos candidatarmos, elevamos Brasília neste plano internacional, mostramos as virtudes da nossa cidade. Tenho certeza que ganhamos o debate de ideias e conceitos dos jogos, do papel do esporte universitário como fator de desenvolvimento humano e da necessidade de a América do Sul sediar um evento como esse, que há 50 anos não ocorria nessa região. Perdemos no voto, mas ganhamos o debate, mostramos os atrativos do Brasil, não só para atletas, mas para suas delegações e para os turistas. Um trabalho como esse ajuda no desenvolvimento humano e econômico de uma cidade.

Há um grupo que torceu pela derrota da candidatura de Brasília à Universíade porque é contra os investimentos recorrentes em eventos de esporte, levando em conta que a cidade ainda carece de melhorias em áreas como saúde, educação e segurança.



Como o senhor pode justificar essa agenda?
Essa é uma visão esquemática, limitada, porque um evento como esse atrai dinheiro para a cidade, muito mais do que os investimentos que possamos fazer diretamente. Além disso, não há o menor cabimento pegar os recursos destinados a áreas essenciais para colocar em um evento como a Universíade. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. A resolução das políticas essenciais que para nós é prioridade zero, então não oferece nenhuma contradição nesse sentido. Pelo contrário, temos de fazer os investimentos e a política correta nas áreas essenciais e, ao mesmo tempo, estar desenvolvendo a cidade, gerando oportunidade, emprego e renda. Esses fatores são fundamentais e estratégicos para resolvermos o problema das políticas públicas de natureza essencial.

Estamos chegando ao fim do primeiro ano do governo. O senhor está satisfeito com a própria atuação e a de sua equipe?
Esse foi um ano muito difícil porque pegamos o governo em uma situação dramática. Nem a nossa população sabe ao certo o que recebemos. Tivemos quatro governadores no ano de 2010, uma crise profunda, e esse primeiro período foi de organizar o Estado, retomar os processos institucionais — todos rompidos completamente —, colocar para funcionar a burocracia do Estado e também sanear as dívidas gigantescas que recebemos e os convênios que não tinham prestação de contas com o governo federal. Foram mais de 90. Então, houve um esforço gigantesco, sem contar com o fato de que chegamos e tivemos de tapar buraco, cortar a grama, fazer mutirão para que as crianças pudessem ir à escola — reformamos 300 em 40 dias —, tivemos que assumir o Hospital de Santa Maria em 21 dias e dobrar o atendimento dessa unidade. São situações emergenciais que tivemos de enfrentar, e não tinha nem como reclamar, não adiantava ficar dizendo isso para a sociedade e criar um ambiente de falta de credibilidade. Foi um esforço que demandou, muitas vezes, 18 horas de trabalho por dia. Por tudo isso, 2011 foi um ano de arrumação, que considero satisfatório. É claro que queria muito mais do que já conseguimos, mas tenho certeza de que instalamos uma base concreta e desenvolvemos as políticas com a nossa concepção. Estamos prontos para dar um grande salto no ano que vem.

Onde o governo pode melhorar em 2012?
Vamos ter uma melhora muito forte na saúde. Fazer uma mudança de modelo de assistência, que é a nossa proposta, é diferente de simplesmente construir um prédio, um hospital. Até o fim de 2012, tenho certeza de que a população perceberá mudanças de qualidade. Já fizemos um investimento fortíssimo na área física, que estava terrível na rede, colocamos 4 mil servidores neste período, onde a carência é grande, fizemos uma parceria importante com a Abrace para abertura do Hospital da Criança e também cuidados do abastecimento da rede. Mas precisamos ainda fazer a ampliação da atenção básica, a instalação de uma rede de urgência e emergência. Precisamos também construir 10 UPAs (Unidades de Pronto-Atendimento) em 2012, cujo objetivo central será o tratamento das emergências e de urgências.

Nessa semana, fortes chuvas causaram alagamentos em Brasília. Acha que o governo é capaz de conter esse problema evitar que ele se agrave?
Essa é uma questão de ação preventiva. Esse trabalho tem que ser feito ao longo dos anos, para não permitir que a nossa cidade repita casos como os das grandes metrópoles, porque esses efeitos são crônicos. Evidente que uma chuva mais forte veio e o que era para chover em um mês inteiro choveu de uma só vez. Em qualquer lugar, um evento como esse tira a situação da normalidade. A aplicação de recursos em infraestrutura nas partes mais carentes, como a drenagem pluvial, é investimento que não aparece, mas se faz necessário. Por isso, liberei recursos imediatos para esses investimentos de emergência, mas já está no nosso planejamento a destinação de verbas para obras em pontos principais da cidade. Espero que ao longo de quatro anos a gente possa diminuir o risco de situações como a que ocorreu no fim de semana.

Um dos gargalos em Brasília é o problema do transporte público, área em que o governo pouco avançou neste ano.



É possível estar com o setor funcionando bem até a Copa do Mundo de 2014?
Com certeza. Vamos estimular o uso do transporte coletivo. Para isso, temos que primeiro oferecer um transporte público coletivo de qualidade, que seja digno. Para isso tomamos medidas fundamentais, como a aprovação do Plano Diretor de Transporte Urbano. Era um absurdo Brasília não ter o seu plano diretor. Esse plano define as ações na área de transporte e dá as diretrizes gerais. Outra medida foi a retomada do sistema de bilhetagem eletrônica. Ocorria desperdício de dinheiro porque não havia controle sobre o número de passagens gratuitas, a quantidade de passe estudantil. Nos próximos meses, será instalado o primeiro corredor preferencial para ônibus no DF, que vai ser na Estrada Parque Núcleo Bandeirante, no trecho que liga o Pistão Sul, em Taguatinga, até a Candangolândia. Isso vai aliviar muito o trânsito pesado nessa região. Também estamos com grande expectativa do anúncio da presidente Dilma sobre os projetos que serão contemplados com o PAC da mobilidade urbana. O DF está com vários projetos disputando os recursos, que vão chegar a R$ 2,4 bilhões para o setor de transporte.

Historicamente, as crises fragilizam o Executivo na relação com a Câmara. Em função do delicado momento político enfrentado pelo governo, o senhor ficou refém de interesses dos distritais, está mais difícil lidar com eles?
Não, pelo contrário. A base está ainda mais unida. Conseguimos aprovar projetos importantes para a capital com a ajuda da Câmara.

O senhor prevê mudanças administrativas na virada do ano?
O governo está em construção e sempre que for necessário farei mudanças, especialmente quando os resultados não forem apresentados.

O senhor tem um estilo muito próprio de fazer trocas no governo, que em geral ocorrem sem grandes alardes. Desde o início do ano substituiu vários integrantes do primeiro escalão. Ao mexer na Polícia Civil, no entanto, contrariou esse estilo? Foi obrigado a agir assim para contornar alguma situação de
instabilidade política?
Não é bem assim. Mudei o diretor da Polícia Civil, coloquei o Onofre, que é uma pessoa muito competente, com mais de 30 anos de polícia, que dedicou a vida toda para a instituição. Dei autonomia para ele montar a equipe.
Os remanejamentos em cargos de chefia sempre ocorrem quando assume um novo diretor, isso faz parte. Essa impressão de mudança radical é uma visão equivocada, não por má-fé, mas por ignorância de pessoas que não conhecem a rotina administrativa. Na Polícia Civil não ocorreram demissões, mas sim remanejamentos. Inclusive, nessas trocas, houve promoções.

O senhor foi alvo de denúncias sobre corrupção durante atuação como ministro do Esporte. Acha que ficou devendo explicações que lhe prejudicam hoje?
Não deixei absolutamente nada pendente, pelo contrário. Todas as contas das minhas gestões foram aprovadas. Saí do Ministério do Esporte há seis anos. Como não encontram qualquer irregularidade no meu governo, ficam requentando denúncias da época da campanha eleitoral que vêm de depoimentos comprados. Tentam criar fatos de um período passado que já foi fiscalizado pelos órgãos. Não sou réu em processo algum, não fui denunciado pelo Ministério Público, não consta nada pendente em relação a mim no TCU (Tribunal de Contas da União) ou na CGU (Controladoria Geral da União).

O senhor acha que existe um grupo agindo contra o governo?
Criei a Secretaria de Transparência e investiguei as empresas inidôneas da Caixa de Pandora. Com isso, desagradei muita gente. Há forças que atuam na escuridão. Ter oposição faz parte, mas a que existe no Distrito Federal é diferente da de todo o resto no Brasil. Usa métodos baixos, antidemocráticos, não aceita um governo eleito pela maioria.

O que o senhor prepara para a lista de ano-novo do governo?
O ano ainda não terminou. Dezembro está aí e temos muito o que fazer. Vamos virar o ano já com duas medidas importantes encaminhadas. Está saindo, por exemplo, o edital para a aquisição dos GPSs que serão instalados nos ônibus. A medida será uma forma de garantir o cumprimento de itinerários e horários. Uma outra iniciativa é a elaboração do edital de licitação das linhas de ônibus em que se cobrará serviço mais eficiente. A audiência pública sobre o assunto está prevista ainda para dezembro. Além de todo o nosso planejamento nas áreas de saúde, vamos também dar continuidade a um trabalho de conter a violência e o uso de drogas iniciado ste ano. Essa é uma prioridade. A partir do ano que vem, contaremos com o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, que criei para trazer representantes de todos os segmentos da sociedade com a missão de discutir os rumos do DF com o overno e pensar Brasília para os próximos 50 anos. É nisso que estamos focados.



















http://www.correiobraziliense.com.br...strativo.shtml
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  #113  
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Durval diz que tinha mais vídeos de Eurídes Brito recebendo dinheiro


O delator da Operação Caixa de Pandora Durval Barbosa disse, durante depoimento na primeira audiência do caso, que tinha mais vídeos da ex-deputada distrital Eurídes Brito recebendo dinheiro. A ex-deputada e o delator depuseram na tarde desta quinta-feira (1º/12) na 2ª Vara de Fazenda Pública do Distrito Federal, em sessão oficial que faz parte da ação proposta pelo Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (NCOC) do Ministerio Publico do Distrito Federal contra a ex-deputada.

Eurides foi a primeira a ser ouvida. Perguntado pelo juiz Álvaro Ciarlini se ela sabia do pagamento de dinheiro a distritais nos governos Arruda e Roriz, a ré disse que não tinha conhecimento, embora tenha confirmado que era amiga de Durval e o ajudava em atividades assistenciais. De acordo com ela, os distritais a respeitavam e não comentavam nada de ilícito na frente dela. “Nunca falavam nem palavrão na minha frente”, disse.

Sobre a quantia encontrada na casa da ex-parlamentar, quando a Polícia Federal apreendeu R$ 244 mil e U$ 9 mil no dia da operação, Brito se defendeu, alegando que o dinheiro tem origem licita e é fruto do trabalho do casal, especialmente do marido que é dentista.

Em seguida, Barbosa foi ouvido pelo juiz. Na ocasião, Durval alegou que possuía três ou quatro vídeos da ré recebendo dinheiro, mas o material não havia sido guardado. Segundo ele, ainda há chances de encontrá-los e que o material já em proceso de recuperação no HD do computador.

Segundo o delator, o ex-governador José Roberto Arruda o cooptou com autorização de Joaquim Roriz, também ex-governador do DF. “Não estou dizendo que sou santo e fui cooptado ingenuamente. Eu aderi às intervenções de Arruda”, disse Durval. “Era rapinagem”, afirmou. Outra acusação de Durval foi sobre repasses de dinheiro à ex-deputada. “Pagava R$ 20 mil para Eurides todo mês e custeava festas de aniversario para ela, com cerca de 5 mil pessoas”. Enquanto Durval Barbosa respondia às perguntas do juiz Ciarlini, a acusada ouviu tudo em silêncio.

A sentença deste processo da Operação Caixa de Pandora deve sair em fevereiro ou março. Enquanto isso, Eurides está com os bens bloqueados.








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  #114  
Old Posted Dec 2, 2011, 12:07 PM
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Delator da Caixa de Pandora, Durval cai em contradição e ataca Roriz


Durval Barbosa, o delator da Operação Caixa de Pandora, caiu em contradição ontem, ao prestar depoimento na audiência que instrui processo movido pelo Ministério Público do Distrito Federal contra a deputada distrital Eurides Brito (PMDB). Ele sustentou que, entre janeiro de 2003 e dezembro de 2006, desviou R$ 60 milhões de contratos de informática na Codeplan para a campanha de José Roberto Arruda. Nesse período, no entanto, o GDF estava sob o comando de Joaquim Roriz.

Durante depoimentos que respaldaram a Operação Caixa de Pandora, Durval sustentou que o esquema de desvio de recursos foi montado em torno de Arruda. Para o advogado do ex-governador, no entanto, a oitiva de ontem, na 2ª Vara de Fazenda Pública do DF, será uma boa peça de defesa. “Alguém vai acreditar que Arruda mandava em Roriz?”, questiona o desembargador aposentado Edson Smaniotto, que advoga para o ex-governador do DF. “Todo mundo sabe que Arruda e Roriz eram inimigos políticos, tanto é que ele (Roriz) apoiou a candidatura da Maria de Lourdes Abadia (PSDB)”, acrescenta o advogado. Em 2006, Abadia disputou com Arruda o Palácio do Buriti.

Smaniotto afirma que Durval só envolve Arruda para livrar-se das penas usando o benefício da delação premiada. “Se ele simplesmente dissesse que desviou dinheiro, seria uma confissão. Ele precisa envolver o Arruda para se livrar”, diz. O desembargador aposentado ressalta que é exatamente o que tem ocorrido no julgamento dos processos envolvendo Durval no Tribunal de Justiça do DF.


Durval: dinheiro desviado a mando de Roriz para beneficiar Arruda




“Por causa da redução de pena prevista na delação premiada, Durval tem sido condenado a penas pequenas e em seguida o tribunal considera que houve prescrição”, diz Smaniotto. E acrescentou, em nota: “Insistir em argumentar que Arruda mandava no governador Roriz, seu adversário, não tem como ser verossímil. Não passa de mais uma tentativa do delator para transferir a responsabilidade dos atos que ele próprio cometeu, no intuito de obter o prêmio da delação que tem contribuído para a sua impunidade”.

Ao desbloquear os bens do ex-governador José Roberto Arruda, a 2ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do DF já considerou que ele não poderia exercer ingerência sobre desvios de recursos ocorridos na gestão de Roriz. Na audiência de ontem, Durval acusou Roriz de autorizar o esquema de corrupção e acrescentou que muitas denúncias envolvendo o ex-governador ainda virão à tona. “Muita gente acha que Roriz foi poupado. Não é verdade”, disse. Durval disse também que o governo Arruda gastava R$ 605 mil por mês para pagar deputados distritais da base aliada. A defesa nega a existência do mensalão.

Sobre Eurides, Durval voltou a dizer que deu dinheiro a ela a pedido de Arruda. A ex-deputada nega. Ela sustenta que pegou os recursos por orientação de Roriz para pagar um evento de campanha. O Ministério Público do DF quer condenar Eurides por improbidade administrativa. Se isso ocorrer, ela poderá devolver aos cofres públicos a cifra de R$ 4,3 milhões. O dinheiro foi calculado com base no que a ex-distrital teria recebido de Durval, além de um valor considerado pelo MP a título de danos morais como compensação pela repercussão das imagens da Operação Caixa de Pandora.






http://www.correiobraziliense.com.br...ca-roriz.shtml
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Old Posted Dec 2, 2011, 2:58 PM
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Começam a aparecer as verdades (que na real todo mundo sabe).

- Roriz e Arruda não eram inimigos, e sim aliados por baixo do pano, pelo menos ate o 2º ano do governo Arruda, quando viraram concorrentes pelo mesmo quinhão. Roriz se sentiu traído por Arruda, a quem via como alguem que lhe devia favores.
- Maria Abadia é uma idiota util, que achava que Roriz estava ao seu lado, enquanto este trabalhava pela eleição do Arruda, teve o que mereceu na ultima eleição, lembro perfeitamente de como Roriz abandonou sua campanha e funcionarios do GDF trabalhavam para a campanha do Arruda.
- Roriz é a raiz de toda a corrupção que assola o DF. Tanto no executivo, quando no Legislativo e braços no judiciário (que só não é maior pois é federal).
- Roriz foi a mente por trás de toda a desconstrução do governo Arruda, mas perdeu o controle do processo e a avalanche esta se voltando contra ele mesmo.
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Old Posted Dec 2, 2011, 3:42 PM
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Começam a aparecer as verdades (que na real todo mundo sabe).

- Roriz e Arruda não eram inimigos, e sim aliados por baixo do pano, pelo menos ate o 2º ano do governo Arruda, quando viraram concorrentes pelo mesmo quinhão. Roriz se sentiu traído por Arruda, a quem via como alguem que lhe devia favores.
- Maria Abadia é uma idiota util, que achava que Roriz estava ao seu lado, enquanto este trabalhava pela eleição do Arruda, teve o que mereceu na ultima eleição, lembro perfeitamente de como Roriz abandonou sua campanha e funcionarios do GDF trabalhavam para a campanha do Arruda.
- Roriz é a raiz de toda a corrupção que assola o DF. Tanto no executivo, quando no Legislativo e braços no judiciário (que só não é maior pois é federal).
- Roriz foi a mente por trás de toda a desconstrução do governo Arruda, mas perdeu o controle do processo e a avalanche esta se voltando contra ele mesmo.
Tenho a mesma visão.. A fonte do problema é o esquema de governo/corrupção instaurado à anos pelo Roriz e seu clã..

O Arruda pra ser eleito teve que dar continuidade no esquema, com o objetivo de não perder o apoio de quem mandava na cidade..

Quando o Roriz decidiu que era hora de destruir o Arruda, que estava indo "bem" e poderia ameaçar seu "reinado", jogou no ventilador todo o esquema, que acabou atingindo ele, que não esperava por isso..
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Old Posted Dec 3, 2011, 10:11 PM
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Para FHC “futuro do PSDB é mais incerto do que do euro”


“É mais fácil falar o futuro do euro do que o do PSDB!”. Com estas palavras, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso referiu-se – durante uma breve visita à capital argentina nesta terça-feira, 29 – ao cenário que desponta sobre o partido dos tucanos.

“A política é imprevisível”, frisou o ex-presidente, levantando ironicamente a sobrancelha direita. No entanto, destacou a importância das prévias que o partido – que em 2013 completará um quarto de século de existência – fará para definir qual será o candidato à prefeitura de São Paulo.

“Começa a existir um interesse em função da prévia. Isso é importante”, sustentou. Mas, depois ressaltou que “é muito cedo, ainda falta muito tempo para as eleições”.

Cardoso preferiu não emitir preferências sobre os atuais pré-candidatos do PSDB: “se eu tivesse um preferido, não poderia dizê-lo”. O ex-presidente afirmou que “quem deve definir isso são os delegados (do partido). E eu não sou delegado…”.

Cardoso indicou que as acusações existentes sobre irregularidades na gestão do prefeito Gilberto Kassab devem ser analisadas pela Justiça: “ora, como disse o presidente Lula e a presidente Dilma, temos que ver. Deixa a Justiça julgar”.

Sobre a “faxina” exigida por setores da população à presidente Dilma, Cardoso afirmou que será “inevitável”: “a pressão da opinião pública é tão grande que ela terá que tomar medidas, porque não há alternativas”.

O ex-presidente afirmou que a Comissão da Verdade “é importante”: “temos que virar essa página. Eu fui o primeiro a criar uma comissão para reconhecer o que havia sido feito. E pedi desculpas pelos excessos do Estado brasileiro”. No entanto, Cardoso considera que a comissão não deve ter “espírito de revanchismo”. Mas, ressaltou que “as pessoas tem o direito de saber o que aconteceu”.













http://www.blogdomax.com.br/para-fhc...do-que-do-euro
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Old Posted Dec 3, 2011, 10:17 PM
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R$ 28,3 bi para alavancar a economia

Saúde, educação e segurança têm prioridade para o orçamento de 2012, que será elaborado e utilizado pelo governo Agnelo


Está chegando ao fim o orçamento feito pela gestão do governo passado. Está a caminho de ser aprovado o Plano Plurianual (PPA) de 2012 a 2015 e a Lei Orçamentária para o próximo ano, ambos elaborados pela gestão do governo Agnelo. Em reunião extraordinária realizada nesta quinta-feira (1º), a Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (Ceof) da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, por unanimidade, os quatro pareceres parciais ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2012, que prevê recursos de R$ 18,3 bilhões. Na ocasião, a comissão também aprovou os dois projetos de lei que estabelecem a pauta de valores do IPTU e IPVA para 2012. Além disso, se acrescenta ao orçamento do Distrito Federal R$ 10 bilhões do Fundo Constitucional. Já o PPA prevê um orçamento de R$ 113 bilhões.


Governador Agnelo garante no orçamento de 2012 investimentos para realização de obras no setor produtivo

A PLOA é uma lei especial que contém a discriminação da receita e da despesa pública, de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do governo. Agora as propostas aprovadas precisam seguir para votação em plenário e deve ser aprovado antes do recesso legislativo previsto para começar no próximo dia 15.


De acordo com a assessoria da CLDF, os projetos aprovados dão conta de que os reajustes máximos para o IPTU e IPVA não poderão exceder a alíquota de 7,3% sobre o valor venal do imóvel ou do veículo, correspondente à variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) durante o ano. Os cinco distritais que compõem a CEOF mantiveram o desconto de 5% para o pagamento antecipado desses impostos, de acordo com lei aprovada na Câmara Legislativa.

Gasto e investimento
O Projeto de Lei Orçamentária Anual traz em detalhes o que o governo poderá gastar e investir no próximo ano. A Ceof pretende votar o relatório-geral do projeto no próximo dia 8, depois que o Plano Plurianual for votado em plenário. “Até porque todos os gastos do governo devem estar previstos no PPA de 2012 à 2015, então não podemos votar o orçamento do ano que vem antes do PPA ser votado em plenário”, ressalta o deputado Agaciel Maia (PTC), presidente da Ceof e relator do projeto. Os parlamentares devem votar todos os projetos antes do recesso legislativo previsto para começar no próximo dia 15.


“As áreas em que foram alocados mais recursos são a saúde com R$ 3,6 bilhões, em seguida o transporte com R$ 830 milhões, depois obras R$ 655 milhões, e para segurança R$ 300 milhões”, enumera as previsões de recursos para a Lei Orçamentária do próximo ano.


O deputado Raad Massouh (DEM), 1º secretário da Mesa Diretora garante que nas próximas semanas todas as votações estarão concluídas na Câmara Legislativa: “A Lei Orçamentária Anual (LOA), o projeto mais importante no qual estamos debruçados em sua análise. Teremos um orçamento que permitirá melhores condições para o povo do Distrito Federal, principalmente nas áreas de saúde, segurança, educação e transporte”.


O deputado Chico Vigilante (PT), líder do bloco PT/PRB na Câmara Legislativa concorda que “o investimento pesado tem de continuar sendo para saúde, educação, geração de emprego e implantação da estrutura de áreas que não têm investimento ainda, além disso é necessário recursos para a recuperação da CEB e a questão do transporte”.


O distrital Wasny de Roure (PT), líder do governo na Casa destaca a prioridade do governo em investimento e no fortalecimento das políticas públicas: “para isso apontam os pareceres parciais do Projeto de Lei Orçamentária aprovados na CEOF”, ressalta. O líder conta que do orçamento grande parte também será destinado ao pagamento de pessoal, “que é sem dúvida a mais expressiva dos dispêndios do GDF”, comenta.


Wasny se mostra animado para ver cumpridas as promessas que agora o governo passa a gerenciar, com o orçamento de 2012. “Na realidade, o governo teve de estabelecer algumas prioridades com os compromissos essenciais deste ano. Por exemplo, na contratação de mão-de-obra o governo priorizou a saúde. Logicamente que outros setores foram deixados de lado. Nós precisamos nesse próximo ano dar respaldo a outros setores que ficaram bastante desguarnecidos”, revela o líder.


O colega de partido, Chico Vigilante alega que não tem dúvida que, no ano que vem, apesar da crise internacional será o ano de Brasília. “Este ano foi difícil em função do desvio de recursos que acontecia por causa da Caixa de Pandora. Foram R$ 2,5 bilhões de prejuízos injetados na economia do DF, por isso o sucateamento da saúde, segurança e transporte”, enfatizou Vigilante.




Transparência com os recursos


Para o deputado distrital Wasny é importante que o GDF estabeleça o método de gerenciamento dos recursos provenientes do Fundo Constitucional porque será uma maneira transparente de gerir os recursos, “principalmente os destinados à previdência”, comenta. “Porque é uma área muito delicada que mexe com o futuro dos servidores”, justifica o parlamentar.


A deputada Celina Leão (PSD) também cita a transparência e eficácia nos planos orçamentários para 2012. “O que me preocupa não é apenas o orçamento do ano que vem, mas também os grandes investimentos deste ano que ficaram a desejar. Não tivemos grandes investimentos na cidade no primeiro ano do governo Agnelo como na educação e na saúde, entre outras áreas”, declara.


Ela lembra que foi difícil conseguir aplicar o investimento previsto para a área da saúde. “Faço uma avaliação negativa deste ano porque a cidade ficou e está parada. Mas a nossa expectativa para o próximo ano é que haja investimento pesado na saúde, que já era uma proposta de campanha, assim como na educação e na segurança”, argumenta a parlamentar da oposição.


Celina observa que este ano foram votados muitos créditos suplementares e entende que o fato não é bom para o Distrito Federal. “Ou o GDF planejou mal ou as prioridades não foram elencadas para o orçamento de 2011. Que em 2012 o orçamento seja planejado pelo governo e eficazmente executado. Não dá para ficar tirando de um lugar e colocando em outro, fica parecendo que as propostas que a gente discute aqui não valem de nada”, enfatiza a oposicionista.

Orçamento Participativo
O projeto de lei traz como novidade para 2012 a inclusão do Orçamento Participativo, no qual cidadãos comuns dão opiniões sobre prioridades de investimentos governamentais, como por exemplo, em obras e serviços a serem realizados a cada ano, com os recursos do orçamento estadual.



Ainda na quinta-feira também, a Ceof promoveu audiência pública no auditório da Câmara Legislativa para debater as propostas do orçamento participativo feitas pelas comunidades do DF ao orçamento de 2012. Durante o encontro, o chefe da Coordenadoria de Cidades da Secretaria de Governo, Francisco das Chagas Machado, ressaltou a importância do orçamento participativo para o governo, e afirmou que é preciso maior envolvimento da população para fortalecer a ideia.






http://comunidade.maiscomunidade.com.../economia/3970
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Old Posted Dec 5, 2011, 12:52 AM
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Old Posted Dec 5, 2011, 12:54 AM
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Carlos Lupi deixa o Ministério do Trabalho; é o sétimo a cair no governo Dilma


O ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), pediu demissão do cargo após reunião com a presidente Dilma Rousseff, na tarde deste domingo (4). Em seu lugar, ficará, de forma interina, o secretário-executivo da pasta, Paulo Roberto Pinto

Em nota oficial, Lupi afirma que sua demissão é causada pela "perseguição política e pessoal da mídia que venho sofrendo há dois meses sem direito de defesa e sem provas".

Segundo o agora ex-ministro, sua demissão foi necessária "para que o ódio das forças mais reacionárias e conservadoras deste país contra o Trabalhismo não contagie outros setores do Governo".


Lupi também diz que, nos cinco anos à frente do Ministério do Trabalho, gerou milhões de empregos, conseguiu reconhecimento legal das centrais sindicais, qualificação de milhões de trabalhadores e regulamentação do ponto eletrônico para proteger o bom trabalhador e o bom empregador, entre outras realizações.

"Saio com a consciência tranquila do dever cumprido, da minha honestidade pessoal e confiante por acreditar que a verdade sempre vence", conclui.

Carlos Lupi deixou o cargo após a Comissão de Ética Pública da Presidência da República recomendar sua exoneração no último dia 30. Desgastado após a divulgação de um suposto esquema de propina realizada por integrantes do ministério para a liberação de repasses para ONGs, Lupi foi questionado sobre uma carona em um avião pago pelo empresário Adair Meira –que controla duas ONGs beneficiárias de convênios com o ministério– durante uma viagem oficial ao Maranhão, em dezembro de 2009. Lupi negou na Câmara dos Deputados que conhecesse Meira, mas um vídeo mostrou imagens dos dois juntos.


O ministro negou com veemência as acusações durante vários dias, seja no Congresso ou em entrevistas coletivas, mas sua situação ficou insustentável quando uma versão contrária a sua defesa veio à tona e a Comissão de Ética deu seu veredicto.

Com a queda de Lupi, são sete os ministros afastados no primeiro ano do governo de Dilma Rousseff: Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Nelson Jobim (Defesa), Wagner Rossi (Agricultura), Pedro Novais (Turismo) e Orlando Silva (Esporte). Com exceção de Jobim, que criticou publicamente o governo diversas vezes, todos os titulares deixam o cargo após acusações de corrupção –Rossi, inclusive, foi afastado após comprovação de que usou várias vezes um jatinho pertencente a uma empresa que tinha negócios com o Ministério da Agricultura.


Perfil

O agora ex-ministro do Trabalho diz que conhece a presidente Dilma há mais de 30 anos e que o partido que preside, o PDT, deu apoio à candidatura presidencial da então ministra-chefe da Casa Civil antes mesmo do PT. Mas a relação entre ele e a sisuda economista nunca foi próxima. Fã de técnicos, a petista nunca escondeu o desconforto com o pedetista, mais articulador político do que gestor, já nas reuniões de coordenação do governo Luiz Inácio Lula da Silva.

Quando Lupi chegou ao ministério, em 2007, no segundo mandato de Lula, Dilma já era a principal organizadora das políticas de governo. No fim do ano seguinte, com a explosão da crise econômica internacional, desaprovou a conduta do ministro do Trabalho, que exaltou o recorde de 2 milhões de empregos criados com carteira assinada como se a pasta tivesse influência direta nesse resultado. Mais afável, o então presidente preferiu abraçar o pedetista como um otimista necessário nas turbulências.

Na pasta, Lupi foi um dos incentivadores da utilização do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para financiar a cadeia produtiva e, assim, estimular o consumo interno. Ganhou pontos com Lula também por atender aos interesses tanto da CUT (Central Única dos Trabalhadores) como da Força Sindical, presidida pelo deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP). A indicação acabaria por fortalecer Dilma na disputa presidencial do ano passado.

Se a Força Sindical tinha apoiado os adversários de Lula nas eleições de 2002 (José Serra) e de 2006 (Geraldo Alckmin), na votação de 2010 a segunda maior central do país estava amarrada ao governo petista e acabaria embarcando na candidatura de Dilma –uma ex-pedetista que rompeu com o partido de Leonel Brizola há cerca de 10 anos, quando era secretária de Energia do Rio Grande do Sul, na gestão Olívio Dutra (PT).

Dilma aceitou herdar Lupi para seu governo. Mas a primeira crise entre os dois neste ano surgiu quando a gestão mal tinha completado dois meses: ao instituir uma nova política de aumento do salário mínimo, a presidente viu defecções em quase metade da bancada pedetista na Câmara por conta do baixo índice de reajuste para 2011. Em fevereiro, Dilma ameaçou tirar Lupi do cargo. Nove meses depois, veio o resultado.

Formado em administração de empresas, Lupi, 51, nasceu em Campinas. Sua trajetória política, no entanto, é toda no Rio de Janeiro. Costuma dizer que conheceu Leonel Brizola (1922-2004) em 1980 e se filiou ao PDT logo em seguida. Nunca deixou a legenda. Ele é casado com a jornalista Angela Rocha e é pai de três filhos.















http://noticias.uol.com.br/politica/...rno-dilma.jhtm
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