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  #1  
Old Posted: Jan 18, 2013, 2:19 AM
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Brasília (DF) | Universiades de Verão 2017

Universíade de Verão
Brasília-DF

Área total construída : 359.220,00m²
Vila Olímpica com 2500 unidades residenciais, centro esportivo composto por 21 quadras, 04 piscinas, centro policlínico, centro de convenções e imprensa, centro de logística e transporte, Praça das Bandeiras com centro comercial, restaurantes e Welcome Center
Cliente: Confederação Brasileira de Desporto Universitário - CBDU











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  #2  
Old Posted: Jan 18, 2013, 2:20 AM
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Com certeza vai sair, Brasília perdeu para Taiwan na 1a vez. Mas dessa vez, Brasília vence na certa. E o local aparenta ser mesmo no Jockey Club as margens da Estrutural ao norte e da linha verde ao sul.
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  #3  
Old Posted: Jan 18, 2013, 2:53 AM
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Se Brasília sediar a Universíade de 2019 realmente estará bem servida de instalações, o projeto ficou muito bom e bem elaborado, a região ao redor do Jockey Club ficará bem valorizada melhor que aquele matagal sem futuro
__________________
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Last edited by MAMUTE; Jan 18, 2013 at 8:47 PM.
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  #4  
Old Posted: Jan 18, 2013, 7:52 PM
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Pesquisador, obrigado por compatilhar o projeto. Bem interessante! A área é idêntica à do Jockey mesmo, mas só uma parte daquela área,a mais próxima da EPTG.

Se der tudo certo, ainda podem incluir uma estação do trêm ali e o VLT no eixo monumental (até 2019 daria tempo de pensar tudo isso...)

Aliás, a Universiade de 2017 será a de Taipei. Melhor corrigir o título para 2019, que é o novo pleito de Brasília...
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  #5  
Old Posted: Jan 18, 2013, 7:58 PM
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Outro detalhe, seria interessante deixar a construção a cargo de alguma construtora que depois teria o direito de comercialização. Em troca, deixaria o acesso público aos equipamentos (pista de atletismo, piscina, quadras...)
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  #6  
Old Posted: Jan 19, 2013, 12:57 AM
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Muito legal! Provavelmente parte da área esportiva será convertida em residencial depois do evento.

Só falta tirar os "posseiros" do Jockey Clube....
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  #7  
Old Posted: Jan 19, 2013, 4:46 PM
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Vamos combinar que apesar de ser menor, essa Vila Olímpica está milhares de vezes melhor no quesito estética dos prédios, do que a do Rio 2016... Me lembro na época da primeira candidatura que realmente a Vila olímpica foi anunciada para ser construída nessa área do Jockey...Tomara que levemos dessa vez...
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  #8  
Old Posted: Jan 21, 2013, 1:31 AM
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A Vila, se construída segundo esse projeto, só ocupará cerca de metade da área do Jockey. Espero que mantenham gabarito de 12 andares tanto para a vila quanto para a outra metade, mas próxima à Estrutural.


O PDOT fala em 40.000 habitantes naquela região, quando concluída. Só essa vila deve comportar cerca de 10.000 atletas, então realmente deve ser adaptada após os jogos para receber talvez o dobro de habitantes. Para isso os equipamentos serão realmente ocupados, mas poderiam ao menos manter a pista de atletismo!

Só espero mesmo é que não liberem construções maiores do que os 12 andares, como fizeram em AC! Imaginem Águas Claras 2 alí, só que sem metrô!!!!!! O tamanho da área urbanizavel é bem similar...
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  #9  
Old Posted: Jan 21, 2013, 5:43 AM
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Originally Posted by HLbsb View Post
A Vila, se construída segundo esse projeto, só ocupará cerca de metade da área do Jockey. Espero que mantenham gabarito de 12 andares tanto para a vila quanto para a outra metade, mas próxima à Estrutural.


O PDOT fala em 40.000 habitantes naquela região, quando concluída. Só essa vila deve comportar cerca de 10.000 atletas, então realmente deve ser adaptada após os jogos para receber talvez o dobro de habitantes. Para isso os equipamentos serão realmente ocupados, mas poderiam ao menos manter a pista de atletismo!

Só espero mesmo é que não liberem construções maiores do que os 12 andares, como fizeram em AC! Imaginem Águas Claras 2 alí, só que sem metrô!!!!!! O tamanho da área urbanizavel é bem similar...
Nesse ponto eu discordo. Brasília sofre da mentalidade. Qualidade de vida é sinal de prédios baixos. Devido esse problema mais os outros atrelados a cidade ser polinucleada. Com núcleo dormitórios aonde localizam-se 70% veem ao Plano Piloto aonde se concentra 70% dos empregos.

Nesse movimento pendular somente nos horários do inicio do dia e no fim, é prejudicial a cidade. Sem contar que o IPK em Brasília é baixissimo, devido a cidade ser muito espersa, com baixa densidade populacional.

Lucio Costa previu o adensamento das estradas parques, mas com prédios pequenos, mas cedo ou tarde, os prédios pequenos seriam derrubados para darem lugar a prédios mais altos.

Então em vez de perder tempo com prédios pequenos, que ocupam e impermeabilizam uma grande área, porque não constroe um prédio alto. Devemos copiar o sistema japonesa.

Eu vou em breve disponibilizar imagens, aonde monstra uma imensa área dominada por casas e prédios de 6 andares, que se tornou apenas 4 prédios de 25 andares.

Reduzindo muito a área impermeabilizada pela gigantesca área edificada dos prédios menores, e na área se construiu um gigantesco parque urbano. Então, aumentou imensamente a área permabilizada. Isso que se deveria fazer em Brasília.

Lucio Costa vetou o interesse de que seu projeto fosse clonado em Brasília para todas as cidades. Já imaginou, Brasília hoje e dia, tem uma área urbanizada de 600 km2.

Se tivesse feito o que ele não queria, com certeza a área urbanizada em Brasília seria de no mínimo 3.000 km2. Então nem área rural a cidade teria, e as áreas verdes seriam apenas a Floresta Nacional, O Jardim Zoologico, O Jardim Botanico e os demais 66 parques.

O resto seria o que, concreto e mais concreto.
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  #10  
Old Posted: Jan 22, 2013, 1:12 AM
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Originally Posted by pesquisadorbrazil View Post
Nesse ponto eu discordo. Brasília sofre da mentalidade. Qualidade de vida é sinal de prédios baixos. Devido esse problema mais os outros atrelados a cidade ser polinucleada. Com núcleo dormitórios aonde localizam-se 70% veem ao Plano Piloto aonde se concentra 70% dos empregos.

Nesse movimento pendular somente nos horários do inicio do dia e no fim, é prejudicial a cidade. Sem contar que o IPK em Brasília é baixissimo, devido a cidade ser muito espersa, com baixa densidade populacional.

Lucio Costa previu o adensamento das estradas parques, mas com prédios pequenos, mas cedo ou tarde, os prédios pequenos seriam derrubados para darem lugar a prédios mais altos.

Então em vez de perder tempo com prédios pequenos, que ocupam e impermeabilizam uma grande área, porque não constroe um prédio alto. Devemos copiar o sistema japonesa.

Eu vou em breve disponibilizar imagens, aonde monstra uma imensa área dominada por casas e prédios de 6 andares, que se tornou apenas 4 prédios de 25 andares.

Reduzindo muito a área impermeabilizada pela gigantesca área edificada dos prédios menores, e na área se construiu um gigantesco parque urbano. Então, aumentou imensamente a área permabilizada. Isso que se deveria fazer em Brasília.

Lucio Costa vetou o interesse de que seu projeto fosse clonado em Brasília para todas as cidades. Já imaginou, Brasília hoje e dia, tem uma área urbanizada de 600 km2.

Se tivesse feito o que ele não queria, com certeza a área urbanizada em Brasília seria de no mínimo 3.000 km2. Então nem área rural a cidade teria, e as áreas verdes seriam apenas a Floresta Nacional, O Jardim Zoologico, O Jardim Botanico e os demais 66 parques.

O resto seria o que, concreto e mais concreto.
Não vamos misturar as coisas. O DF tem uma área urbana espalhada, com enormes áreas de preservação ou rurais, mas a zona oeste do DF não!

O Jockey fica entre a EPTG e a Estrutural e pelo projeto (com gabarito de 12 andares) terá densidade de 16.000 habitantes/km². Isso é pouco?! É quase a densidade de Manhattan... Está claro que alguns lugares devem ser mais densos, mas não ali!

Outra coisa, esse papo de que um espigão ocupar lugar de dezenas de anões seria lindo, se não fosse lenda urbana. Águas Claras está aí pra provar que espigões, no DF, não respeitam limites urbanos mínimos. Em AC, ao invés de 12 anões, existem 15 espigões e salve-se quem puder!!!! É uma proposta diferente para o DF, mas que não está dando certo nem em uma área mínima como AC porque foi muito mal aplicada. Imagine replicar isso em toda zona oeste Ficaria um lixo mais incorrigível do que o caos urbano de SP.

Deve-se sim adensar onde já existem serviços, evitando abrir novas áreas urbanas onde não há serviços, mas esse adensamento desse ser racionalizado, como em Curitiba e não irracional, como parece propor. Uma área densa bem estruturada, como Manhattan, se divide em áreas muito densas e outras menos densas. Além disso, encher uma área inteira apenas com espigões residenciais não ajuda em nada a corrigir o verdadeiro problema do DF: dispersão espacial com concentração de postos de trabalho em uma pequena área. Para que AC fosse minimamente decente, uma área considerável deveria ter sido destinada a prédios EXCLUSIVAMENTE comerciais, misturando espaços, ao contrário do que LC faz muito bem em seu projeto.

Por fim, apenas um alerta sobre uma contradição que me pareceu evidente. Já lhe vi defender o aeroporto de Planaltina por "levar desenvolvimento" àquela região que está a muitos km de qualquer área urbana. Na prática esse desenvolvimento seria espalhar ainda mais a área urbana, não?!

Last edited by HLbsb; Jan 22, 2013 at 1:25 AM.
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  #11  
Old Posted: Jan 22, 2013, 8:30 AM
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Originally Posted by HLbsb View Post
Não vamos misturar as coisas. O DF tem uma área urbana espalhada, com enormes áreas de preservação ou rurais, mas a zona oeste do DF não!

O Jockey fica entre a EPTG e a Estrutural e pelo projeto (com gabarito de 12 andares) terá densidade de 16.000 habitantes/km². Isso é pouco?! É quase a densidade de Manhattan... Está claro que alguns lugares devem ser mais densos, mas não ali!

Outra coisa, esse papo de que um espigão ocupar lugar de dezenas de anões seria lindo, se não fosse lenda urbana. Águas Claras está aí pra provar que espigões, no DF, não respeitam limites urbanos mínimos. Em AC, ao invés de 12 anões, existem 15 espigões e salve-se quem puder!!!! É uma proposta diferente para o DF, mas que não está dando certo nem em uma área mínima como AC porque foi muito mal aplicada. Imagine replicar isso em toda zona oeste Ficaria um lixo mais incorrigível do que o caos urbano de SP.

Deve-se sim adensar onde já existem serviços, evitando abrir novas áreas urbanas onde não há serviços, mas esse adensamento desse ser racionalizado, como em Curitiba e não irracional, como parece propor. Uma área densa bem estruturada, como Manhattan, se divide em áreas muito densas e outras menos densas. Além disso, encher uma área inteira apenas com espigões residenciais não ajuda em nada a corrigir o verdadeiro problema do DF: dispersão espacial com concentração de postos de trabalho em uma pequena área. Para que AC fosse minimamente decente, uma área considerável deveria ter sido destinada a prédios EXCLUSIVAMENTE comerciais, misturando espaços, ao contrário do que LC faz muito bem em seu projeto.

Por fim, apenas um alerta sobre uma contradição que me pareceu evidente. Já lhe vi defender o aeroporto de Planaltina por "levar desenvolvimento" àquela região que está a muitos km de qualquer área urbana. Na prática esse desenvolvimento seria espalhar ainda mais a área urbana, não?!
De forma alguma. Aonde está os concentradores de emprego em Brasília? Já reparou que Plano Piloto possuio a totalidade dos empregos públicos e privados?

Igual falar que Taguatinga é independente de Brasília. Como pode uma cidade que tem 300 mil empregos ser autosuficiente em empregos, que gera apenas 100 mil empregos. Aonde trabalham os outros 300 mil?

A cidade precisa espalhar sim as regiões de concentração de emprego e tamém começar a interagir com os municipios goianos. Não adianta nada apenas criar empregos isoladamente.

O projeto do Jurong pretende acabar com essa distorção. Pois justamente ao lado do 4 pólos que o GDF pretendem criar, anexo a eles terão áreas residenciais.

Sabe qual o calcanhar de aquiles de Brasília. Fora criar áreas setoriais para oficinas, industrias e abastecimento. São imensas áreas produtivas que não tem moradias ao seu redor e pior, os setores não interagem com essas regiões resultado.

O que adianta vazios urbanos que muitos pensariam ser ecologicamente corretos que na verdade é o contrário. É desperdiço de dinheiro público. Agora com relação a Aguas Claras em tese concordo contigo.

Mas a cidade fora projetada para ser um CENTRO METROPOLITANO. E me desculpe Zimbres que projetou, mas ele se equivocou em vários pontos. Na cidade que deveria ter 4 vias interligando a Estrada Parque Núcleo Bandeirante com a Estrada Parque Taguatinga, possui apenas 2.

Estava na cara que iria dar em estrangulamento. Sem contar que Aguas Claras 2 e 3 foi para o saco. Então o projeto de Aguas Claras está incompleto, culpa do GDF bem como da especulação imobiliária.

Agora o povo continuar com esse pensamento que Brasília NUNCA iria ter espigões. Antes de falecer Lucio Costa CONCORDAVA em verticaliza Brasília, apenas em suas cidades satélites.

Será que nesse ponto que ele sugeriu isso, ele percebeu que a cidade que ele copiou de Le Corbusier não havia dado certo. Acredito que sim, tanto, que a setorização exagerada, anos antes de morrer, ele começou a flexibilizar a área central de Brasília.

O caso de Aguas Claras o erro foi não ter implantado prédios de uso misto na avenidas Boulevard Norte e Sul. Essas avenidas eram para ser as avenidas comerciais de Águas Claras.

Agora com relação a altura. Estava definido desde o PEOT 1977, a alteração da altura, e era natural, que começasse em 12 pavimentos e com o passar das décadas o aumento gradual.

Ou fingem imaginar que Aguas Claras iria ficar ETERNAMENTE com prédios de 12 pavimentos. Mas antes de criticar AC, deveriamos analizar a NGB do lugar. E dentro da NGB está regular.

Igual a NGB de Brasília. Se eu fosse um Eike Batista da vida, quisesse comprar a 315 sul toda e depois implodir ela e começar do zero, a NGB me dá poderes para tal.

Apenas deveria obedecer a NGB. E por falar na NGB o Paulo Octavio em breve irá lançar a última quadra da Octogonal. E adivinhem, a NGB prevem prédios de 12 pavimentos.

Agora nem MP, nem moradores e nem a Unesco ops IPHAN, irão impedir a construção dos prédios.
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  #12  
Old Posted: Apr 17, 2013, 7:14 PM
yuri radd yuri radd is offline
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Te dou toda a razão pesquisador.
Há aqui em Brasília um pensamento muito radical sobre verticalização e adensamento. Muitos acreditam ser isso horrível para a cidade e sua qualidade de vida. Mas será que não é exatamente o contrário? Graças a isso temos uma área urbanizada muito maior, pela falta de terrenos os preços são maiores, e pela distância, as pessoas são obrigadas a morar longe de tudo. Às vezes, para comprar um pão se precisa de carro. O convívio humano também é reduzido, pois andar a pé em muitos casos não é viável. Só de carro. Pelo espaçamento da cidade também fica mais difícil disponibilizar transporte público de qualidade. Eu pessoalmente só vejo desvantagens. Claro que deve haver um limite, pois extremos nunca são bons, mas como é não é o ideal mesmo.
Sobre essas fotos do Japão, vc já tem?
E o que seriam Aguas Claras 2 e 3?
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